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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 02/08/2016 / Cortes no orçamento deixam quase 60% da frota da FAB no chão


Cortes no orçamento deixam quase 60% da frota da FAB no chão ...


Apenas 250 dos 600 aviões que a Aeronáutica possui estão prontos para serem usados ...

Tânia Monteiro ...

BRASÍLIA - Os cortes no orçamento impostos pela equipe econômica obrigaram a Força Aérea Brasileira (FAB) a deixar mais da metade da sua frota de aviões no chão. Hoje, dos 600 aviões que a Aeronáutica dispõe, apenas 250 estão prontos para emprego, ou seja, 41%. Outro problema grave é a disponibilidade de recursos para a Força Aérea voar. Em 2016, os pilotos voarão menos do que 100 mil horas, quase 35% a menos do que o mínimo necessário para manter a operacionalidade da FAB, que seria 150 mil horas/ano. Em 2015, a cota já havia sido reduzida para 130 mil horas.

Em entrevista ao Estado, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, citou que o aumento do dólar e do preço do querosene de aviação foram dois fatores que "afetaram tremendamente" o orçamento da FAB. Essa redução, advertiu, tem reflexos diretos no treinamento dos pilotos, no apoio de que Aeronáutica dá ao Exército e à Marinha, na Amazônia, o suporte às atividades dos governantes, seja no transporte de autoridades, de órgãos e até de atendimento aos índios.

Corte no tráfego aéreo. O comandante advertiu ainda que os cortes no orçamento vem afetando, até mesmo, o sistema de controle do tráfego aéreo do País. Uma das medidas já adotadas, foi a suspensão, por economia, de funcionamento de cinco radares meteorológicos. Segundo ele, a médio prazo, isso pode afetar o sistema, que terá de deixar de investir em modernização de equipamentos.

O brigadeiro Rossato lembrou que, quando o presidente em exercício Michel Temer assumiu, houve descontingenciamento, "mas ainda estamos com recursos abaixo do que precisamos para capacitação de pessoal e modernização de equipamentos". Rossato disse que a FAB vai procurar o Tribunal de Contas da União (TCU) para pedir que o órgão volte a fazer a ressalva que proíbe de haver contingenciamento neste setor, pela importância estratégica dele.

Desde a crise aérea, há dez anos, todas os recursos destinados ao controle do tráfego aéreo foram proibidos de serem contingenciados. Em 2011, essa regra caiu e o setor voltou a sofrer com os cortes. "Queremos que em 2017 esses recursos voltem a ser ressalvados", declarou ele, acentuando que "a responsabilidade é do comando da Aeronáutica mas os não reflexos aparecerão a qualquer hora".

Segundo ele, a FAB é responsável por 22 milhões de quilômetros quadrados de tráfego aéreo, sendo 10 milhões do Atlântico Sul, que são responsabilidade do Brasil. Em 2015, a FAB gastou R$ 358,35 por quilômetro quadrado, o que significa um gasto de menos de R$ 1 (um real) de quilômetro quadrado por dia.

Para as Olimpíadas, no entanto, o brigadeiro Rossato informou que não haverá qualquer tipo de problema no tráfego aéreo em decorrência destes cortes.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.



PORTAL G-1


Helicóptero da PRF que fez pouso forçado no RJ tinha o RS como base

Aeronave estava há dois anos no estado e foi levada para os Jogos do Rio. Causas do acidente serão investigadas pelo Cenipa, da Aeronáutica.

O helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que fez um pouso forçado no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (29) era a única que tinha como base o Rio Grande do Sul. Segundo a corporação, a aeronave estava há dois anos no estado e era uma das cinco de todo o país que foram encaminhadas para o reforço na segurança durante os Jogos Olímpicos.
O helicóptero é do modelo Bell 407 e estava tripulado por três pessoas, que saíram ilesas. Segundo a PRF, a aeronave perdeu o controle quando se chegava no Palácio Guanabara, o que ocasionou o pouso forçado. As circunstâncias da queda serão apuradas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) possui nove helicópteros espalhados em nove bases pelo país - uma delas no Rio Grande do Sul. As aeronaves ficam à disposição em caso de necessidade caso sejam acionadas pela sede central, localizada em Brasília.
Horas antes da queda, ministro utilizou heliponto
Horas antes do incidente, o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, havia utilizado o mesmo heliponto do Palácio. Ele visitou a cidade para realizar uma inspeção nos equipamentos de segurança do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. O helicóptero acidentado estava sendo usado também pela comitiva de Moraes.

Marinha segue sem pistas sobre piloto e caça que desapareceram no RJ

Apesar da tecnologia e equipes empregadas, não há vestígios do acidente. Caso aconteceu na terça-feira (26); aeronaves teriam se chocado no ar.

Gustavo Garcia Do G1 Região Dos Lagos

A Marinha segue sem pistas sobre o paradeiro do piloto e do caça AF-1 Skyhawk que desapareceram em Saquarema, Região dos Lagos, na última terça-feira (26), após um acidente aéreo durante um treinamento padrão de ataque a alvos de superfície. As buscas pelo militar seguem sem interrupção nesta segunda-feira (1º) por água e por terra, mas de acordo com a Marinha, nenhum vestígio foi encontrado até o momento. O comandante do Corpo de Bombeiros acredita que a mudança na corrente marítima possa facilitar o processo.
Um navio-sonda continua atuando próximo à costa da Praia de Jaconé. Helicópteros estão sobrevoando o mar para tentar encontrar vestígios do caça AF-1 Skyhawk.
Correntes mudaram
De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Marcos Sarto Bastos, as correntes mudaram desde o dia do acidente e estão mais favoráveis neste momento para que as buscas sejam realizadas. A corporação atua nas buscas pela areia da Praia de Jaconé.
"Na terça-feira que o avião desapareceu, as correntes estavam de sul para leste, que, no caso, levam as coisas para dentro do oceano. Neste momento, estão de leste para sul, e jogam as coisas para fora. Por isso, eu acredito que é mais provável encontrar algo agora", disse.
Apesar da mudança das correntes, no entanto, o coronel reconhece que as chances de encontrar destroços na areia são bem remotas.
"Nós não temos certeza de nada. Mas continuamos com os quadriciclos na areia por via das dúvidas", declarou.
Procedimento interno de investigação foi aberto
Um Inquérito Policial Militar foi aberto pela Marinha do Brasil logo após o acidente para apurar as causas do choque entre os dois caças. Segundo a corporação, não há nenhuma conclusão até a manhã desta segunda-feira. O prazo para a apresentação de um parecer é de até 60 dias.
A aeronave que caiu no mar é do modelo AF-1 Skyhawk da Marinha do Brasil. O outro caça envolvido no acidente, do mesmo modelo, voltou com segurança para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, de onde ambos haviam saído.
Navio-sonda
O Navio de Pesquisa Hidroceanográfico "Vital de Oliveira", da Marinha do Brasil, chegou na tarde de quarta-feira (27) ao litoral de Saquarema. O navio tem 78 metros de comprimento, possui cinco laboratórios e tem capacidade para 130 pessoas.
Entre os equipamentos estão ecobatímetros multifeixe, perfilador de velocidade do som e sonar de varredura lateral. A embarcação pode ser operada remotamente.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Militares pedem cautela ao governo sobre reforma do sistema previdenciário


Célia Perrone

Na primeira reunião com o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, os militares procuraram manter o clima de cordialidade, mas pediram cautela ao governo sobre a reforma do sistema previdenciário. A meta do Palácio do Planalto é criar um regime único que englobe trabalhadores da iniciativa privada, militares, servidores públicos, professores e policiais. Não será uma tarefa trivial.
A expectativa dos militares é de que as mudanças sejam as menores possíveis, preservem conquistas e garantam remuneração condizente com a atividade quando a aposentadoria chegar. As dúvidas são muitas. Marcelo Caetano garantiu que tudo será discutido amplamente, assegurou que não há motivo para alarde e que, por enquanto, tudo são propostas.
Outras conversas devem ser agendadas. Até porque a caserna está ouriçada. Há mais de uma semana que não se fala em outra coisa que não seja a proposta de reforma da Previdência.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Cortes no orçamento deixam quase 60% da frota da FAB no chão

Apenas 250 dos 600 aviões que a Aeronáutica possui estão prontos para serem usados

Tânia Monteiro

BRASÍLIA - Os cortes no orçamento impostos pela equipe econômica obrigaram a Força Aérea Brasileira (FAB) a deixar mais da metade da sua frota de aviões no chão. Hoje, dos 600 aviões que a Aeronáutica dispõe, apenas 250 estão prontos para emprego, ou seja, 41%. Outro problema grave é a disponibilidade de recursos para a Força Aérea voar. Em 2016, os pilotos voarão menos do que 100 mil horas, quase 35% a menos do que o mínimo necessário para manter a operacionalidade da FAB, que seria 150 mil horas/ano. Em 2015, a cota já havia sido reduzida para 130 mil horas.
Em entrevista ao Estado, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, citou que o aumento do dólar e do preço do querosene de aviação foram dois fatores que "afetaram tremendamente" o orçamento da FAB. Essa redução, advertiu, tem reflexos diretos no treinamento dos pilotos, no apoio de que Aeronáutica dá ao Exército e à Marinha, na Amazônia, o suporte às atividades dos governantes, seja no transporte de autoridades, de órgãos e até de atendimento aos índios.
Corte no tráfego aéreo. O comandante advertiu ainda que os cortes no orçamento vem afetando, até mesmo, o sistema de controle do tráfego aéreo do País. Uma das medidas já adotadas, foi a suspensão, por economia, de funcionamento de cinco radares meteorológicos. Segundo ele, a médio prazo, isso pode afetar o sistema, que terá de deixar de investir em modernização de equipamentos. 
O brigadeiro Rossato lembrou que, quando o presidente em exercício Michel Temer assumiu, houve descontingenciamento, "mas ainda estamos com recursos abaixo do que precisamos para capacitação de pessoal e modernização de equipamentos". Rossato disse que a FAB vai procurar o Tribunal de Contas da União (TCU) para pedir que o órgão volte a fazer a ressalva que proíbe de haver contingenciamento neste setor, pela importância estratégica dele.
Desde a crise aérea, há dez anos, todas os recursos destinados ao controle do tráfego aéreo foram proibidos de serem contingenciados. Em 2011, essa regra caiu e o setor voltou a sofrer com os cortes. "Queremos que em 2017 esses recursos voltem a ser ressalvados", declarou ele, acentuando que "a responsabilidade é do comando da Aeronáutica mas os não reflexos aparecerão a qualquer hora".
Segundo ele, a FAB é responsável por 22 milhões de quilômetros quadrados de tráfego aéreo, sendo 10 milhões do Atlântico Sul, que são responsabilidade do Brasil. Em 2015, a FAB gastou R$ 358,35 por quilômetro quadrado, o que significa um gasto de menos de R$ 1 (um real) de quilômetro quadrado por dia.
Para as Olimpíadas, no entanto, o brigadeiro Rossato informou que não haverá qualquer tipo de problema no tráfego aéreo em decorrência destes cortes.

Aeronáutica é contra unificação da Previdência

Para brigadeiro, militares têm regras diferentes das outras categorias e há soluções mais simples e eficientes para os cortes de custos

Tânia Monteiro

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossatto, afirmou não concordar com a ideia proposta pelo Palácio do Planalto de criar um regime único de Previdência Social, que incluiria civis e militares no mesmo sistema. “Não há necessidade disso (unificar). Temos soluções muito mais eficientes e simples, que passam pela reestruturação administrativa e operacional, que já está em curso, como a substituição de oficiais permanentes por temporários, que vai reduzir, por exemplo, o efetivo da Força Aérea em 25% até 2035”, disse o brigadeiro ao ‘Estado’, ao lembrar que os militares têm atividades completamente diferenciadas.
Outra medida em execução para reduzir despesas é a substituição de serviços de manutenção que eram executados por pessoal da Força Aérea Brasileira (FAB) por empresas especializadas.
“Não temos FGTS, não podemos fazer greve, não recebemos adicional de periculosidade, apesar de muitas de nossas funções serem de risco, somos compulsoriamente transferidos para os mais distantes locais do País, sem direito a questionamentos, não temos jornada de oito horas e fazemos qualquer coisa a qualquer momento do dia ou da noite. Não recebemos adicional noturno ou hora extra, não podemos nos sindicalizar ou ter filiação partidária, entre outras coisas”, listou o brigadeiro. “Não estamos reivindicando isso”, explicou, ao salientar que “a missão do militar inclui até morrer pelo País e ele não pode dizer que não quer fazer tal coisa, porque é perigoso”. Mas emendou: “No entanto, essas diferenças têm de ser consideradas”.
Perdas. Ele lembrou que, em 2001, os militares perderam benefícios como o auxílio-moradia. Um benefício muito questionado, as pensões pagas aos filhos de militares, foi eliminado naquela época para os novos ingressantes no quadro. Quem tem direito a essa pensão, diz, o faz com base em direito adquirido. Ele fez questão de destacar ainda que os militares “pagaram e continuam pagando a vida inteira por isso, descontando em seus contracheques”.
Segundo o comandante, a redução dos benefícios aos militares em 2001 representou uma perda de 25% do salário da categoria. Citou também que o militar não se aposenta, mas vai para a reserva e pode ser convocado a qualquer momento, durante um longo período, o que não acontece com outras categorias – onde, quando o trabalhador se aposenta, acaba totalmente o vínculo.
De acordo com o brigadeiro, com medidas como a substituição do pessoal efetivo por temporário e a entrada de empresas na manutenção das aeronaves, “o aspecto de custo será muito reduzido e irá superar o que querem economizar”. Para ele, a FAB, que já colocou essas medidas em prática, caminha para ter “uma estrutura muito mais enxuta e capaz”. O brigadeiro lembrou que esse “modelo de otimização de recursos” já foi feito no Canadá, na França e na Inglaterra e continua sendo feito e aprimorado nesses países.
O comandante disse ainda que o corte de despesas na Aeronáutica passa também pela “grande diminuição da atividade-meio” e da introdução do que chamou de “capacidade de operação desdobrada”, que significa o fortalecimento de algumas bases aéreas, como Anápolis e Natal, com redução de atividades de outras, como Fortaleza, Recife, Santos e Florianópolis. Essas últimas passarão de mil para 200 funcionários, já a partir do ano que vem.
“Essas mudanças não são por causa da Previdência, mas porque estamos sempre buscando colaborar com a redução de despesas”, declarou. Ele estima que reduzirá as despesas discricionárias pela metade, em cinco anos, de R$ 2 bilhões em 2015 para R$ 1 bilhão em 2020. Hoje, 66% dos recursos da força, que são da ordem de R$ 6 bilhões, se destinam a pessoal. Outros 13% são para custeio, 17% para investimento e o restante para pagamento de dívidas.

PORTAL IG -ÚLTIMO SEGUNDO


Atletismo brasileiro conta com boa estrutura antes do Rio 2016

Convocados para formar equipe de atletismo ficarão em hotel com médicos e infraestrutura completa até as vésperas da estreia nos Jogos Olímpicos

Parte dos convocados para fazer parte da seleção brasileira de atletismo nos Jogos Olímpicos Rio 2016 encontraram uma ótima estrutura ao chegarem nas instalações da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), no Campo dos Afonsos, para os últimos preparos antes da estreia. Os atletas contam com duas pistas de atletismo, áreas de arremessos e lançamentos, sala de musculação completa, entre outras coisas.
Em um grande salão de estar do hotel, recém-construído e cedido pela Universidade da Força Aérea (UNIFA), a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) montou todo o departamento técnico, que conta com fisioterapeuta, massoterapeuta, psicóloga e nutricionista. Nessa última área, quem cuida de tudo é Danielli Botture, que deixa suplementos proteicos, carboidratos e complexos vitamínicos ao alcance dos atletas.
De acordo com o presidente da CBAt, José Antonio Martins Fernandes, toda a estrutura foi feita conforme os pedidos de técnicos e atletas. "Procuramos atender tudo o que foi pedido pelos técnicos e atletas dentro das condições financeiras da CBAt. Fizemos um esforço muito grande para que todos tivessem tranquilidade para treinar. Não só aqui, mas desde os campings realizados no Brasil e no exterior", afirmou.
Os convocados têm ainda à disposição dois fisiologistas, Irineu Loturco, do NAR (Núcleo de Alto Rendimento), de São Paulo, e Sergio Gregório, da Universidade Federal do Paraná, de Curitiba, que de acordo com o gerente da Rede Nacional de Treinamento de Atletismo (RNTA), Luís Viveiros, atenderão aos atletas interessados.
"Eles farão uma reunião com os treinadores e oferecerão testes aos interessados. Alguns, como o Darthfish, serão feitos em cooperação com o Comitê Olímpico do Brasil (COB)", disse.
Grande parte dos 67 atletas chamados só irão à Vila Olímpica a três dias da estreia dos Jogos e alguns deles já estão no hotel, caso de Rosangela Santos, Flavia Maria de Lima, Tabata Vitorino, Geisa Arcanjo, Andressa Oliveira de Morais e Ana Claudia Lemos.

Segundo o chefe da equipe olímpica do atletismo brasileiro e vice-presidente da CBAt, Warlindo Carneiro da Silva Filho, todas a estrutura só foi possível porque os Jogos acontecem em solo brasileiro. "Tivemos condições de dar o máximo conforto e tranquilidade aos atletas por estarmos em casa. Só não fizemos mais como o credenciamento de mais técnicos na competição e na Vila Olímpica por limitações impostas pelo COI, o que é natural neste tipo de competição. Os atletas estão concentrados numa instalação militar segura e prontos para alcançar suas melhores marcas", concluiu.

AGÊNCIA BRASIL


Rio Grande do Norte terá reforço de 1,2 mil homens das Forças Armadas


Andreia Verdélio

O governo do Rio Grande do Norte confirmou que receberá apoio de mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais da Marinha que reforçarão as forças policiais do estado, após uma série de ataques a ônibus e prédios públicos desde a última sexta-feira (29) em cidades do interior e na região metropolitana de Natal. A previsão é que as tropas cheguem ao estado ainda esta semana.
“Houve um entendimento [do governo federal] da nossa situação, a despeito do grande esforço de garantir a segurança das Olimpíadas com o efetivo das Forças Armadas e da Força Nacional. Agora, estamos reunidos para discutir os detalhes do emprego dessa tropa”, disse hoje (1º) o secretário de Segurança Pública do RN, Ronaldo Lundgren, em entrevista ao Programa Revista Brasil, da Rádio Nacional de Brasília.
O envio das tropas foi autorizado ontem (31) pelo presidente interino, Michel Temer, após pedido do governador do estado, Robinson Faria.
Segundo a Secretaria de Segurança e Defesa Social do Rio Grande do Norte, 60 pessoas já foram presas, incluindo um traficante apontado como um dos chefes do sindicato do crime no estado, grupo apontado como articulador da onda de violência. “Temos a decisão de não retroceder, de expandir o controle”, disse Lundgren.
Os ataques começaram na sexta-feira (29), segundo o governo local, em retaliação à instalação de bloqueadores de celular no Presídio Estadual de Parnamirim, em Natal. O governo informou que o local foi selecionado para funcionar em regime diferenciado de gestão penitenciária, portanto, terá prioridade na adoção de controles e restrições mais rígidos.
O secretário disse que cerca de 40 veículos foram incendiados em todo o estado, parte do transporte urbano, parte de veículos oficiais. “Temos um dado levantado pelo setor do transporte urbano de prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões em ônibus incendiados. Nas repartições públicas, os danos foram pequenos, embora tenha um simbolismo importante, não temos ainda contabilizados”, disse.
Ameaças à população
Lundgren pediu aos moradores do Rio Grande do Norte que mantenham a rotina diária. “A população se sente assustada, mas ao mesmo tempo se sente com a responsabilidade de mostrar que o temor não pode interferir na rotina diária. Precisa agir com precaução, mas precisa manter a situação constante”, disse.
Sobre as ameaças que circulam nas redes sociais, supostamente enviadas por presos insatisfeitos com a instalação dos equipamentos, o governo do estado informou, em nota, que “mantém plano de contingência, preventivo e repressivo, para evitar que venham a ser concretizar” [as ameaças] e recomendou à população que mantenha suas atividades normais, “com a cautela de evitar a propagação de boatos e informações não confirmadas”.
A Secretaria da Educação e da Cultura também informou que as atividades na rede estadual de ensino estão mantidas e que não há motivos para a interrupção das aulas.

Segurança para os Jogos Olímpicos terá 88 mil agentes

O plano lista os principais cenários de riscos que podem causar impacto na operação de segurança dos Jogos Rio 2016, como ações terroristas ou de sabotagem

Ana Cristina Campos

A operação de segurança e defesa para a Olimpíada Rio 2016 - que começa na próxima sexta-feira (5) - contará com 88 mil agentes da segurança pública e das Forças Armadas. Para o secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, do Ministério da Justiça e Cidadania, Andrei Rodrigues, o país está preparado para garantir a segurança durante os Jogos. “Digo com absoluta confiança e tranquilidade: o Brasil está preparado para receber os Jogos, já mostrou que está preparado em eventos anteriores. Aumentou sua preparação com a capacitação de profissionais, com investimento em infraestrutura”, disse.
O Plano Estratégico de Segurança Integrada para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, publicado no Diário Oficial da União em outubro do ano passado, traz os principais objetivos e atribuições dos órgãos envolvidos.
O plano lista os principais cenários de riscos que podem causar impacto na operação de segurança dos Jogos Rio 2016: ações terroristas ou de sabotagem de qualquer natureza; ações violentas praticadas durante manifestações sociais; criminalidade e violência urbana; comprometimento do sistema de mobilidade urbana; comprometimento da saúde coletiva; comprometimento dos serviços essenciais; ataques cibernéticos; fenômenos naturais; além de incidentes e catástrofes.
No eixo da segurança pública, agentes das polícias Federal (PF), Rodoviária Federal, Militar e Civil e da Força Nacional, entre outros, cuidam do policiamento de áreas estratégicas como transportes públicos, aeroportos, pontos turísticos, o entorno de hotéis, centros de treinamentos das delegações, campos oficiais de treinamento, estádios e locais de competições. Esses agentes também vão atuar em manifestações, briga entre torcedores e escolta de delegações e autoridades.
Representantes da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança Pública, Polícia Militar, Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, da CET-Rio e Guarda Municipal, além da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e das Forças Armadas, vão trabalhar em conjunto no Centro Integrado de Comando e Controle.
O plano operacional vai até 18 de setembro, data final dos Jogos Paralímpicos.
Cooperação internacional
Para reforçar a segurança, policiais estrangeiros estarão no Brasil. Mais de 250 policiais de 55 países vão trabalhar em Brasília e no Rio de Janeiro. Parte deles vai atuar no Centro de Cooperação Policial Internacional, chefiado pela Polícia Federal.
Os policiais estrangeiros poderão verificar antecedentes criminais e checar a autenticidade de documentos dos torcedores. Também vão ter a função de intérpretes, trabalhar desarmados e serão supervisionados pela PF.
“Um eixo muito importante é a cooperação internacional com o Centro de Cooperação Policial Internacional e o Centro de Enfrentamento ao Terrorismo, que são coordenados pela Polícia Federal. Eles vêm como um apoio, um suporte à PF, e não como poder de polícia”, explicou o secretário Andrei Rodrigues, que é delegado da Polícia Federal.
Para Rodrigues, o perfil do torcedor de olimpíada é diferente do da Copa do Mundo. “Não tem aquele perfil daquela paixão tradicional do futebol e da rivalidade que o futebol desperta, mas não quer dizer que a gente vai descuidar. Quando a gente se dispõe a receber um evento como a Olimpíada, o maior evento de todos, não podemos relaxar no nível de preparação da segurança”, acrescentou. “Tem que ter preparação para tudo, e estamos preparados para o cenário mais desfavorável possível. Na Copa [de 2014], havia preocupação com as manifestações violentas e seguimos mapeando isso”.
Investimento
Para os Jogos Rio 2016, o Ministério da Justiça está investindo R$ 350 milhões em segurança, que foram empregados na aquisição de equipamentos, na capacitação de policiais, bombeiros e guardas municipais, na ampliação do sistema de monitoramento, entre outras ações.
O Ministério da Defesa alocou R$ 854,4 milhões, no período de 2014 a 2016, para a preparação e operação das tropas militares nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. No Rio, cerca de 22 mil militares vão fazer a defesa e segurança dos Jogos.
Atribuição de cada força
Abin - A Agência Brasileira de Inteligência, órgão responsável pelo planejamento, a execução, coordenação, supervisão e o controle das atividades de inteligência no país, coordena a elaboração de análises de risco, a produção do conhecimento e a difusão das informações.
Forças Armadas – Tropas do Exército, da Marinha e Aeronáutica têm o papel no controle do espaço aéreo, na defesa do mar territorial, defesa cibernética, no contraterrorismo, na proteção de estruturas estratégicas, como estações de energia e de abastecimento de água, no apoio à segurança pública na operação e também como força de contingência.
Força Nacional de Segurança Pública - Formada por policiais e bombeiros dos grupos de elite dos estados, faz a segurança das instalações de competições e de treino, do controle de acesso às instalações, participa de varreduras, além da segurança do campo de jogo, do público e de atletas.
Polícia Federal - Polícia aeroportuária de fronteiras, portuária, de imigração, terrorismo, inteligência, da segurança de chefes de Estado. A PF, junto com a Força Nacional, fará as varreduras, que são a inspeção de segurança em todas as instalações.
Polícia Militar - Atua no policiamento ostensivo nas ruas, com grupos táticos de controle civil, e atividades de batedores de autoridades.
Polícia Civil - Atua como polícia judiciária e no grupo tático contraterrorismo
Polícia Rodoviária Federal – Atua em ações de educação e fiscalização de trânsito e na prevenção e repressão de ações criminosas. Policiais especializados em serviço de batedor motociclista também farão a segurança de autoridades e a escolta de atletas.
Guarda Municipal - Atua em locais públicos e em parceria com a CET-Rio, em auxílio nos pontos de controle de acesso aos perímetros externos das instalações.
CET-Rio – A Companhia de Engenharia de Tráfego atua no controle do trânsito.
Corpo de Bombeiros – Faz a atividade de defesa civil.

AGÊNCIA SENADO


Aviação experimental e aerodesporto serão discutidos na terça


A aviação experimental e o aerodesporto serão debatidos nesta terça-feira (2), às 9h, pela comissão especial responsável pela atualização do Código Brasileiro de Aeronáutica (PLS 258/2016).
Foram convidados para a audiência pública o presidente da Associação Brasileira de Pilotos de Aeronaves Leves (Abul), Gustavo Albrecht, e a presidente da Comissão do Aerodesporto Brasileiro (CAB), Marina Kalousdian.
Também foram convidados o diretor da Associação Brasileira de Fabricantes de Aeronaves Leves (Abrafal), Luís Claudio Gonçalves; o presidente da Associação Brasileira de Aviação Experimental (Abraex), Humberto Peixoto Silveira; e o presidente da Associação Brasileira de Vítimas da Aviação Geral e Experimental (Abravagex), Augusto Fonseca da Costa.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) também devem enviar representantes para o debate.
A audiência será realizada no Plenário 7 da Ala Alexandre Costa e terá caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Para participar com comentários ou perguntas, basta acessar o Portal e-Cidadania ou ligar para o Alô Senado (0800 61 2211).
A comissão especial é composta por 11 senadores, tendo como presidente o senador Vicentinho Alves (PR-TO), piloto comercial. O senador Pedro Chaves (PSC-MS) é o vice-presidente e o senador José Maranhão (PMDB-PB) é o relator. O Código Brasileiro de Aeronáutica é de 1986 e sua atualização tem sido cobrada por diversas entidades ligadas ao setor aéreo.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL CADA MINUTO (AL)


Melhorias na segurança pública é prioridade em Comissão da Câmara

A violência enfrentada nas cidades brasileiras ainda é um dos maiores problemas no País. O tema vem sendo tratado como prioridade por alguns partidos brasileiros, a exemplo do PSDB, que atualmente assume a frente das Comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara e do Senado. O partido vem mostrando que as pautas relativas à segurança pública são prioridade.
Desde maio, o deputado federal Pedro Vilela (PSDB-AL) assumiu a presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara e já debateu temas como os reflexos de seus trabalhos nas Forças Armadas, o alinhamento com o Ministério da Defesa e a segurança nos Jogos Olímpicos.
“Nossa prioridade é trabalhar com diálogo e diplomacia. Na parte de Defesa Nacional, nós estamos caminhando em passo com os interesses da Marinha, do Exército, da Aeronáutica, do interesse da Força de Segurança Nacional. Também abordamos o controle das fronteiras, do espaço aéreo, o controle marítimo e também das Olimpíadas. E também os serviços de inteligência – Abin e Sisbin”, afirmou Vilela.
No Senado, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CRE) é presidida desde o início de 2015 pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Durante esse período, o órgão realizou importantes discussões sobre a defesa nacional, organizando audiências públicas para debater temas como a reformulação da Estratégia Nacional de Defesa, projetos estratégicos para as Forças Armadas brasileiras e uma nova Lei de Migração para o país.
Entre as principais atribuições dessas comissões estão a apreciação de projetos de lei, tratados internacionais e outras proposições que se refiram às áreas de defesa e de política externa do país. Dentro desse universo estão, por exemplo, assuntos relacionados às fronteiras brasileiras e áreas consideradas indispensáveis à defesa nacional, às Forças Armadas, e a políticas de defesa nacional.
“O PSDB assumiu a responsabilidade por áreas de extrema seriedade para a população, e é muito importante que tenhamos escolhido essas comissões, porque elas têm a ver com um programa repetidamente colocado nas campanhas presidenciais do PSDB. Além disso, nós temos o ministro das Relações Exteriores e o ministro da Justiça, que são do PSDB. Com isso, você facilita muito os entendimentos”, explica Pedro Vilela.
Além das Comissões na Câmara e no Senado, o partido comanda ainda os ministérios da Justiça e Cidadania, com Alexandre de Moraes (PSDB), e das Relações Exteriores, com José Serra (PSDB).

PORTAL OPINIÃO E NOTÍCIA


Equipe olímpica brasileira de judô é 100% militar

Atletas militares representam 30% de toda a delegação brasileira, um recorde
Atletas soldados, sargentos e coronéis da Marinha, do Exército e da Aeronáutica representam um terço da delegação olímpica brasileira, ou 145 dos 465 atletas que participarão dos Jogos no Rio. Eles irão competir em 27 modalidades, ou 65% dos esportes das Olimpíadas.
O time de judô é composto exclusivamente por atletas militares. São 14 atletas no total, sendo sete homens do quadro temporário do Exército e sete mulheres da Marinha, entre as quais a campeã olímpica Sarah Menezes. Na equipe de natação, 18 dos 33 atletas são militares que integram o Programa de Alto Rendimento do Ministério da Defesa.
O número de atletas da delegação brasileira ligados às Forças Armadas nesta Olimpíada é mais que o dobro dos 51 enviados aos Jogos de Londres, em 2012.
“O fato de termos colocado 145 militares no Time Brasil, o que representa 30% dos nossos atletas, nos enche de orgulho principalmente porque superamos, com larga margem, a meta inicial. Agora, com a máquina adiante a toda força, vamos à conquista de nossas medalhas e dar a nossa contribuição para fazermos do Brasil uma Nação vitoriosa em todos os sentidos”, ressalta o diretor do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, almirante Paulo Zuccaro.
Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, o Brasil voltou para casa com 17 medalhas, cinco delas de atletas militares, sendo quatro no judô – uma de ouro e três de bronze— e uma de bronze n pentatlo moderno.
O crescente número de atletas militares brasileiros está ligado ao investimento das Forças Armadas no Programa de Alto Rendimento do Ministério da Defesa, iniciado em 2008. O objetivo do programa era ter uma delegação competitiva nos Jogos Mundiais Militares de 2011, sediados no Rio.
Os atletas selecionados mediante edital público para treinar nas diferentes modalidades esportivas de interesse das Forças Armadas frequentam um estágio básico, de 45 dias, mas depois podem continuar treinando e competindo por clubes desde que façam uma reciclagem periódica de instrução militar. Eles passam a receber um salário para se dedicar integralmente ao esporte.
O Brasil não está sozinho na tradição de buscar talentos esportivos nas Forças Armadas. Segundo o professor Lamartine da Costa, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e pesquisador do Comitê Olímpico Internacional (COI), potências olímpicas como Rússia, China, Itália e França também escalam atletas com formação militar para competir no megaevento.

PORTAL DIA A DIA (MS)


Maioria de transplantes feitos pelo INCOR foi em pacientes que dependem do SUS

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participou na manhã desta segunda-feira (1º), de anúncio de mil pacientes transplantados pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InCOR/SP). O InCor/SP é um hospital público universitário de alta complexidade considerado um dos maiores centros de transplantes cardíacos do mundo e oferece 80% de seus atendimentos aos pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). Ricardo Barros ainda conheceu as obras de modernização da infraestrutura física e tecnológica utilizada pelos programas de Graduação, Pós-Graduação e de Ensino à Distância das áreas médica e multiprofissional do instituto.
Especializado em cardiologia, pneumologia e cirurgias cardíaca e torácica, o Incor/SP chegou à marca de mil transplantes de coração e pulmão realizados em adultos e crianças desde 1985, quando começou o programa do hospital. “Tenho muita honra de estar aqui representando o Presidente Milchel Temer. Isso reforça ainda mais nosso compromisso em nos manter país de referência mundial em transplantes, onde 95% dos procedimentos são feitos no SUS e onde pessoas têm acesso à assistência integral e gratuita, desde exames preparatórios, cirurgias, acompanhamento e medicamentos pós-transplantes pela rede pública de saúde”, afirmou o ministro da saúde, Ricardo Barros. O Incor/SP também é reconhecido como um grande centro de pesquisa e ensino nessas áreas.
Para manutenção dos serviços oferecidos pelo hospital, são firmados convênios entre o Incor e o Ministério da Saúde, com recursos de emendas parlamentares, para investimentos na unidade. O Governo Federal também envia ao Fundo Estadual de Saúde de São Paulo valores mensais para ajudar a custear a produção do instituto, por meio do Teto Mac.
Entre 2010 e 2016, foram repassados R$ 680,9 milhões relativos à produção do instituto para o custeio de 9,1 milhões de procedimentos, entre exames, cirurgias, internações e atendimentos ambulatoriais. No mesmo período, também foram destinados R$ 284,1 milhões para custear 30 mil cirurgias do aparelho circulatório no instituto, que também recebe por ano R$ 3,9 milhões referentes ao Incentivo de Contratualização (IAC). Além disso, entre 2010 e 2015 o instituto recebeu do Governo Federal R$ 81,4 milhões para o custeio dos transplantes de órgãos, tecidos e células.
AVIÃO À DISPOSIÇÃO – No início de julho, o governo federal assinou o decreto n° 8.783, estabelecendo que a Aeronáutica mantenha um avião da FAB em solo, à disposição, para qualquer chamado de transporte de órgãos ou de pacientes em aguardo de transplantes no SUS. Antes de 7 de julho, cinco órgãos tinham sido transportados pela FAB e, após o decreto, foram mais 30. “Não medimos esforços para continuar as ações que garantem a realização de transplantes. Estou aqui emocionado, com os olhos marejados. Porque aqui, é como se fosse uma maternidade, é o renascer de quem teve segunda chance de nascer para a vida. Por isso, faço apelo para que todos, quando tiverem oportunidade de decisão, decidam por doar órgãos”, enfatizou Ricardo Barros.

PORTAL MASSA NEWS (PR)


Militares do Seripa chegam ao local do acidente; não há prazo para apontar causas

Marco Feltrin
Militares do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA V), órgão subordinado ao CENIPA, chegaram no início da tarde desta segunda-feira (1º) a Londrina para investigar o acidente que matou oito pessoas na noite de domingo (31) na divisa com Cambé.
A investigação do acidente começará com a coleta de evidências no local da queda. Os investigadores fotografam cenas, retiram partes da aeronave para análise, ouvem relatos de testemunhas e reúnem documentos.
"Não é possível prever um prazo para o término das investigações, o que varia de acordo com a complexidade do acidente. A investigação tem o objetivo de prevenir que acidentes com as mesmas características ocorram", afirma o Seripa em nota.
A aeronave, registrada em nome da Federação Nacional dos Trabalhadores Celetistas em Cooperativas no Brasil havia passado por uma reforma e voava pela segunda vez após as mudanças feitas nos motores e em outras partes.

PORTAL FOLHA DIRIGIDA


Aeronáutica: site tem problema no primeiro dia de inscrições

Nathalia Pinto
A página da Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEar) apresentou problemas no primeiro dia de inscrições para o concurso de admissão ao curso de formação de Sargentos na modalidade B (CFS B 2017). Um aviso encontrado no site diz que a instituição estava com problemas no sistema e as inscrições estariam disponíveis o quanto antes. No final da tarde, por volta das 17h, o acesso às inscrições já havia sido normalizado.
Para este concurso, a Força Aérea Brasileira (FAB) oferta, ao todo, 149 vagas distribuídas da seguinte maneira: 128 para controlador de tráfego aéreo e 21 para Guarda e Segurança. Somente concorrem a esta última área, candidatos do sexo masculino. Já as oportunidades para controlador podem ser disputadas também por mulheres. Caso concluam o curso de formação, os candidatos ingressam no posto de 3º sargento. A remuneração bruta inicial é de R$3.892 mensais.
Entre outras exigências de participação, está ter o ensino médio completo ou condições de terminá-lo até a data da matrícula no curso. Os interessados também devem estar atentos ao limite de idade: não possuir menos de 17 e nem completar 25 anos até 31 de dezembro de 2017. O edital, com todos os critérios encontra-se na FOLHA DIRIGIDA Online.
Os candidatos devem acessar o endereço da FAB até o dia 25 de agosto, preencher o formulário de inscrição e imprimir o boleto bancário. O valor é de R$60. A data limite para quitá-lo é 30 de agosto. Os membros de família de baixa renda e inscritos no Cadastro Único para Programas do Governo Federal (Cad-Único) têm direito ao benefício da isenção.
A primeira etapa do processo seletivo para o CFS B 2017 está prevista para ocorrer no dia 13 de novembro. Na ocasião, os inscritos respondem questões de Língua Portuguesa, Matemática, Física e Inglês (nível básico para o cargo de Guarda e Segurança e intermediário para Controle de Tráfego Aéreo.)
Quem for aprovado nesta fase passará também pela inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste físico e avaliação de documentos. O curso de formação para o concurso do CFSB 2017 será ministrado na Escola de Especialista, localizada na cidade de Guaratinguetá, interior de São Paulo. Ao longo do período, os estudantes terão direito, entre outros benefícios, a alojamento, uniforme e assistência médica.
Serviço
www.fab.mil.br
www.ingresso.eear.aer.mil.br



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