NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 22/01/2019 / Avianca teve prejuízo de R$ 188 milhões no terceiro trimestre de 2018



#Aviação - #Avianca teve prejuízo de R$ 188 milhões no terceiro trimestre de 2018 ...  


Empresa havia obtido lucro de R$ 105 milhões no mesmo período de 2017, mostram os números enviados à Anac ...  



Em recuperação judicial desde dezembro passado, a Avianca teve um prejuízo de R$ 188 milhões no terceiro trimestre de 2018, segundo informações da empresa repassadas à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No mesmo período de 2017, a companhia havia obtido lucro de R$ 105 milhões. De acordo com as informações que constam nas demonstrações contábeis da empresa, o prejuízo foi causado por perdas em operações internacionais e alta do câmbio, impactando no preço do querosene e outras despesas atreladas ao dólar. Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca entrou com pedido de recuperação judicial após crescentes prejuízos e atrasos em pagamentos de arrendamento de aeronaves.

A Avianca explicou na demonstração contábil que apurou resultado positivo nas operações domésticas e prejuízo nas operações internacionais decorrentes das novas rotas que se iniciaram no final de 2017, como Miami, Santiago e Nova York, além das novas rotas à Bogotá partindo de Salvador e Recife. Na semana passada, a companhia informou que vai suspender os voos para Miami, Nova York e Santiago a partir do próximo mês de março, menos de dois anos após ter iniciado esses voos.

Segundo a companhia, os novos voos internacionais impactaram a empresa principalmente pelos custos pré-operacionais e baixo load factor, que significa baixa utilização de assentos da aeronave. Já as operações domésticas da companhia se mantiveram em linha com o planejamento financeiro, informou a companhia ao final do terceiro trimestre.

"A companhia vem cumprindo a expectativa de aumento nas receitas, entretanto, ainda não foi suficiente para produzir resultados positivos em decorrência de mudanças relevantes no mercado, resultantes de aumento de custo no preço do combustível e, principalmente, variação cambial, que além de influenciar no preço do barril de petróleo, traz grandes impactos nas despesas com os arrendamentos operacionais das aeronaves".

"No quarto trimestre, os números podem ter melhorado um pouco, já que o dólar recuou depois das eleições presidenciais. Mas no geral, a situação financeira da empresa não mudou e a Avianca acabou entrando em recuperação judicial", disse um analista do setor de aviação, que prefere não se identificar.

De acordo com a Anac, o preço do combustível ficou 55% maior que no mesmo período do ano anterior. O câmbio também subiu 25% no período, na comparação com o início do ano, com forte influência nos custos de combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves, que, em conjunto, representam cerca de 50% das despesas dos serviços aéreos, segundo informações da Anac.

Em 30 de setembro do ano passado, a Avianca possuía 59 aeronaves arrendadas. Em 30 de setembro de 2018, os custos dos contratos de arrendamento das aeronaves e motores totalizaram R$ 700,9 milhões frente aos R$ 477,637 milhões em setembro de 2017. Atualmente, a empresa opera com 50 aeronaves, já que devolveu nove desde então.

Na semana passada, as empresas que arrendam aviões para a Avianca resolveram dar mais um fôlego para a companhia aérea e solicitaram a suspensão dos pedidos de cancelamento do registro de mais dez aeronaves que estão sendo alugadas pela Avianca Brasil. O cancelamento do registro das aeronaves havia sido pedido à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na terça-feira, dia 15 de janeiro, pela arrendatária de aeronaves GE Capital Aviation Service, que reclama a falta de pagamento dos aluguéis das aeronaves desde que a companhia aérea entrou em recuperação judicial, em 6 de dezembro.

Em reunião com advogados da companhia aérea no dia 14 de janeiro, representantes das arrendatárias de 35 das 50 aeronaves da frota da Avianca se comprometeram a dar 15 dias para a companhia aérea encontrar um plano para pagar os aluguéis atrasados. A reunião está prevista para 1º de fevereiro.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




TV GLOBO - JORNAL NACIONAL


Em Davos, Bolsonaro diz que quer recuperar a confiança de investidores

Com a ausência de muitos líderes importantes, Jair Bolsonaro é a grande expectativa no Fórum Econômico Mundial. Reformas devem estar no discurso

Publicada em 21/01/2019 21:00


PORTAL G1


União, estados e capitais possuem ao menos 229 projetos de privatização e concessão no Brasil

Levantamento do G1 mostra que em 1 ano apenas 12% dos projetos anunciados no Brasil saíram do papel. Maioria ainda segue em fase inicial, mas 31 projetos têm leilão previsto para o 1º trimestre e novos governos prometem colocar mais estatais e ativos à venda.

Darlan Alvarenga | Publicada em 21/01/2019 06:52

O ano começou com perspectiva de avanço na agenda de privatizações e concessões no país, em meio à mudança de governos federal e estaduais, melhor cenário macroeconômico e também em razão de uma série de projetos já estruturados herdados das administrações anteriores. Levantamento do G1 mostra que são ao menos 229 projetos em andamento hoje no Brasil. E o número deve aumentar, uma vez que a equipe do governo Bolsonaro e novos governadores têm prometido ampliar o número de estatais e fatias de subsidiárias a serem colocadas à venda, além de terrenos e imóveis públicos.
A crise fiscal e o rombo das contas públicas colocaram a privatização de estatais e de serviços de aeroportos, rodovias, ferrovias e portos de volta na agenda política e econômica do país. Em janeiro do ano passado, o Mapa das Privatizações do G1 identificou 238 projetos anunciados pelo governo federal, estados e municípios.
Apesar do tema desestatização ter entrado de vez nos planos dos governos, a transferência de ativos e projetos para a iniciativa privada se manteve em ritmo lento no último ano, frente às incertezas da corrida eleitoral, dificuldades na elaboração de estudos técnicos e modelagem, além de obstáculos políticos e brigas judiciais.
Em 1 ano, apenas 12% dos projetos de privatização e concessão saíram do papel. Dos 238 projetos de desestatização listados pelo G1 em janeiro do ano passado, apenas 28 foram concluídos (3 apenas parcialmente), mediante a realização de leilão, venda do controle ou participação acionária, ou liquidação da estatal.
Por outro lado, de lá para cá, outros 26 novos empreendimentos entraram na lista de projetos em andamento, e 7 da lista original foram excluídos por decisão dos governos ou falta de viabilidade econômica. Com isso, são atualmente ao menos 229 projetos em curso: 69 do governo federal, 103 de 14 estados e do DF, e 57 de prefeituras de 8 capitais.
A lista inclui projetos de venda de empresas ou ativos públicos, mas também concessões, PPPs (parceria público-privadas), arrendamentos, prorrogações de contratos, entre outras modalidades de transferência do controle ou gestão para a iniciativa privada.
O balanço de 2019 não inclui a 5ª Rodada do Pré-Sal e 2 leilões de linhas de transmissão de energia. Os projetos foram concluídos no ano passado pelo governo federal, mas anunciados e inclusos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) após a publicação do levantamento de 2018 do G1.
O que saiu e o que entrou na lista
Entre os principais projetos concluídos estão as privatizações das 6 distribuidoras da Eletrobras, leilões de petróleo e gás, a concessão da Rodovia de Integração do Sul e de trechos estaduais de rodovias em Minas Gerais, as linhas 5 do Metrô e 7 do monotrilho de São Paulo, e a venda de fatia Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no Ceará.
Por outro lado, ainda não saíram do papel as privatizações de estatais como Eletrobras, Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) e Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE/RS), a venda do Complexo do Anhembi e do autódromo de Interlagos, em São Paulo, as concessões dos estádios do Pacaembu (SP), Arena Castelão (CE), Arena Pantanal (MT), além de uma série de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos prometidas desde o início do ano passado.
Entre os 26 novos projetos que entraram na edição deste ano do Mapa das Privatizações, destaque para o plano de privatização da Sabesp anunciado pelo novo governo do estado de São Paulo, a concessão da Rodoviária de Porto Alegre, o VLT Norte do Distrito Federal, a venda de imóveis da Cemig e da participação da estatal mineira em consórcios de petróleo e gás, além de projetos federais de ferrovias e terminais portuários.
Mais de R$ 127 bi em investimentos previstos
A venda de ativos ou privatização de serviços públicos é vista como uma das alternativas para obter recursos extras para reduzir os rombos das contas públicas, aliviar as despesas e também aumentar o volume de investimentos em infraestrutura.
Segundo o levantamento do G1, a previsão é de mais de R$ 127,4 bilhões em investimentos ao longo dos próximos anos, considerando apenas 87 projetos com estimativa informada pelos governos. Deste total, R$ 113,6 bilhões são de projetos federais, R$ 9,6 bilhões de estaduais e R$ 4,2 bilhões de municipais.
Tirar esses projetos do papel, no entanto, não depende apenas de decisão política, mas também da capacidade de elaboração de estudos técnicos e de estruturação de modelagem que garanta o interesse de investidores. Em média, projetos de desestatização costumam levar de 1 ano e meio a 2 anos pelo menos para chegarem à fase de assinatura.
Para poderem ser levados a leilão, os projetos precisam passar antes por uma série de etapas, que incluem audiências públicas, análise de tribunal de contas e, dependendo do ativo, aprovação do Legislativo e mudança de lei. Isso, se ao longo de todo o trâmite também não surgirem ações na Justiça pedindo mudanças ou simplesmente o impedimento da licitação.
"No caso das privatizações, as dificuldades são maiores do que nas concessões de PPPs, devido à necessidade em alguns casos de atualização legislativa", afirma Fernando Vernalha, especialista em infraestrutura e sócio do escritório VGP Advogados.
Obstáculos e dificuldades
Dos 229 projetos em andamento, 154 seguem sem data prevista para conclusão.Destes, 28 estão suspensos ou aguardam autorização da Justiça, do Legislativo ou de tribunais de contas para poderem prosseguirem.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, a venda das estatais de energia e gás – CRM, CEEE e Sulgás – ficou emperrada em função de um impasse na Assembleia Legislativa. O mesmo aconteceu com a Cedae, no Rio de Janeiro, cuja privatização enfrenta a resistência inclusive do governador eleito Wilson Witzel (PSC).
Já na cidade de São Paulo, editais lançados no ano passado tiveram que ser refeitos por erros ou para deixar alguns pontos mais claros, após questionamentos. Entre os projetos que seguem suspensos estão o estádio do Pacaembu e a PPP da iluminação pública, cujo contrato final, assinado com o vencedor da disputa, foi anulado pela Justiça após suspeita de fraude.
"O desafio da capacitação dos agentes públicos não é novidade e permanecerá, certamente, pelo menos durante os próximos anos como uma das questões a serem priorizadas pelas administrações", afirma Guilherme Naves, sócio da Radar PPP, empresa que monitora os negócios entre governos e iniciativa privada. "O alinhamento com os órgãos de controle e com o Poder Legislativo continua como um dos fatores mais decisivos para projetos se converterem ou não em contratos".
Apesar da maioria dos projetos ainda estar em fase inicial, cerca de 50 já estão em fase avançada, aguardando apenas o leilão ou publicação do edital. Segundo o levantamento do G1, 32 possuem leilão agendado para o 1º trimestre ou têm previsão de serem concluídos até o final de março.
Próximos leilões
Os 32 projetos previstos para saírem do papel até o final de março têm previsão de garantir mais de R$ 7 bilhões em investimentos para os próximos anos, além de uma arrecadação de mais de R$ 4 bilhões para o governo federal.
Somente na esfera federal, a previsão é que 25 projetos herdados do governo Temer sejam concluídos nos 100 primeiros dias do governo Bolsonaro, segundo o secretário especial da Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Vasconcelos, que foi mantido no cargo para dar continuidade aos projetos.
Veja abaixo os principais projetos com leilão previsto para os próximos meses:
12 aeroportos: Bloco Nordeste (Recife, Maceió, Aracaju, João Pessoa, Campina Grande e Juazeiro do Norte), Bloco Sudeste (Vitória e Macaé) e Bloco Centro-Oeste (Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta;
Ferrovia Norte-Sul;
Lotex (raspadinha);
PPP da Rede de Comunicações Integrada do Comando da Aeronáutica (COMAER);
Linha 15-prata do monotrilho de São Paulo;
Ibirapuera e outros 5 parques de São Paulo;
Imóveis da Cemig e participação da estatal mineira em consórcios de petróleo e gás.
Os leilões mais aguardados estão marcados para março. A disputa pelos 12 aeroportos da Infraero está agendada para o dia 15 de março. Já no dia 28 de março, será realizado o leilão da ferrovia Norte-Sul, tido como um dos principais projetos para escoamento da produção agrícola e que vem sendo anunciado desde o governo Dilma Rousseff. Se sair do papel, será o primeiro leilão do setor em 11 anos.
Em entrevista ao G1, o chefe do PPI disse que as concessões de ferrovias e rodovias serão as prioridades de 2019. Atualmente, dos 69 projetos em andamento carteira do programa federal, 12 são de ferrovias e 8 de rodovias.
Na área de rodovias, os projetos mais avançados para o ano são o da BR-364-365/MG-GO e o da BR-101/SC. E o governo já adiantou que pretende incluir a rodovia Rio-Santos (trecho da BR-101) no leilão de relicitação da Nova Dutra (Rio-São Paulo).
Otimismo cauteloso do mercado
Na visão do mercado, o ano de 2019 deve ser melhor que o de 2018 para concessões e privatizações. Além da redução das incertezas políticas, as condições macroeconômicas também estão mais favoráveis, com taxa de juros e inflação mais baixas. Analistas ouvidos pelo G1 destacam, porém, que não se pode desconsiderar as dificuldades políticas de tirar vários destes projetos do papel.
"O governo ainda está no começo, o novo Congresso ainda não está trabalhando e o teste será feito para valer no mês de março", afirma a economista Tereza Fernandez, da MB Associados, citando as expectativas em torno do avanço das reformas no Congresso.
"2019 é um ano de transição, em que os agentes estão cautelosamente otimistas, esperando que as reformas avancem", destaca o economista Cláudio Frischtak, sócio da Inter.B Consultoria.
Levantamento da Inter.B estima que o volume de investimentos em infraestrutura no país somou R$ 117,8 bilhões em 2018, o equivalente a apenas 1,7% do PIB (Produto Interno Bruto). Até 2015, o índice se manteve acima de 2%. Para 2019, a consultoria projeta uma leve alta nominal dos investimentos, para R$ 118,3 bilhões, mas prevê uma nova queda em termos de percentual do PIB, para uma taxa de 1,6%.
Segundo Frischtak, mesmo que confirmada a expectativa de impulso na agenda de concessões e privatizações, um avanço mais significativo no volume de investimentos privados em infraestrutura só deverá ser observado a partir de 2020 e continuará sendo limitado pela pouco espaço orçamentário para investimentos públicos.
"Dada a fragilidade das contas do governo, os investimentos públicos continuarão moderados (na melhor das hipóteses), até porque eventuais privatizações que poderiam desbloquear investimentos em setores como elétrico e saneamento irão tomar um tempo para serem executadas", afirma.
Os analistas lembram ainda que o tema desestatização está longe de ser uma unanimidade no país e que tende a continuar enfrentando oposição de parte da população e de setores da sociedade.
"É importante reconhecer que a população não deu a ninguém um cheque em branco. Pesquisas recentes mostram, ainda, grande reticência dos cidadãos em relação ao tema, o que faz com que o diálogo e a comunicação de qualidade sobre esses projetos permaneçam como um dos grandes potenciais entraves", afirma Naves.
Veja os estados com projetos de andamento nas esferas estadual e municipal:
Alagoas: 2 estaduais
Bahia: 1 estadual e 2 municipais
Ceará: 13 estaduais
Distrito Federal: 15 projetos
Espírito Santo: 4 estaduais
Goiás: 4 estaduais
Mato Grosso: 5 estaduais
Mato Grosso do Sul: 3 estaduais
Minas Gerais: 11 estaduais
Piauí: 26 estaduais e 12 municipais
Rio Grande do Norte: 5 estaduais
Rio Grande do Sul: 7 estaduais e 14 municipais
Rio de Janeiro: 1 estadual e 4 municipais
Rondônia: 7 municipais
Roraima: 2 municipais
Santa Catarina: 2 estaduais e 2 municipais
São Paulo: 2 estaduais e 14 municipais

GAZETA ONLINE (ES)


Avianca teve prejuízo de R$ 188 milhões no terceiro trimestre de 2018 | Economia

Empresa havia obtido lucro de R$ 105 milhões no mesmo período de 2017, mostram os números enviados à Anac

Publicada em 21/01/2019 16:36

Em recuperação judicial desde dezembro passado, a Avianca teve um prejuízo de R$ 188 milhões no terceiro trimestre de 2018, segundo informações da empresa repassadas à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No mesmo período de 2017, a companhia havia obtido lucro de R$ 105 milhões. De acordo com as informações que constam nas demonstrações contábeis da empresa, o prejuízo foi causado por perdas em operações internacionais e alta do câmbio, impactando no preço do querosene e outras despesas atreladas ao dólar. Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca entrou com pedido de recuperação judicial após crescentes prejuízos e atrasos em pagamentos de arrendamento de aeronaves.
A Avianca explicou na demonstração contábil que apurou resultado positivo nas operações domésticas e prejuízo nas operações internacionais decorrentes das novas rotas que se iniciaram no final de 2017, como Miami, Santiago e Nova York, além das novas rotas à Bogotá partindo de Salvador e Recife. Na semana passada, a companhia informou que vai suspender os voos para Miami, Nova York e Santiago a partir do próximo mês de março, menos de dois anos após ter iniciado esses voos.
Segundo a companhia, os novos voos internacionais impactaram a empresa principalmente pelos custos pré-operacionais e baixo load factor, que significa baixa utilização de assentos da aeronave. Já as operações domésticas da companhia se mantiveram em linha com o planejamento financeiro, informou a companhia ao final do terceiro trimestre.
"A companhia vem cumprindo a expectativa de aumento nas receitas, entretanto, ainda não foi suficiente para produzir resultados positivos em decorrência de mudanças relevantes no mercado, resultantes de aumento de custo no preço do combustível e, principalmente, variação cambial, que além de influenciar no preço do barril de petróleo, traz grandes impactos nas despesas com os arrendamentos operacionais das aeronaves".
"No quarto trimestre, os números podem ter melhorado um pouco, já que o dólar recuou depois das eleições presidenciais. Mas no geral, a situação financeira da empresa não mudou e a Avianca acabou entrando em recuperação judicial", disse um analista do setor de aviação, que prefere não se identificar.
De acordo com a Anac, o preço do combustível ficou 55% maior que no mesmo período do ano anterior. O câmbio também subiu 25% no período, na comparação com o início do ano, com forte influência nos custos de combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves, que, em conjunto, representam cerca de 50% das despesas dos serviços aéreos, segundo informações da Anac.
Em 30 de setembro do ano passado, a Avianca possuía 59 aeronaves arrendadas. Em 30 de setembro de 2018, os custos dos contratos de arrendamento das aeronaves e motores totalizaram R$ 700,9 milhões frente aos R$ 477,637 milhões em setembro de 2017. Atualmente, a empresa opera com 50 aeronaves, já que devolveu nove desde então.
Na semana passada, as empresas que arrendam aviões para a Avianca resolveram dar mais um fôlego para a companhia aérea e solicitaram a suspensão dos pedidos de cancelamento do registro de mais dez aeronaves que estão sendo alugadas pela Avianca Brasil. O cancelamento do registro das aeronaves havia sido pedido à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na terça-feira, dia 15 de janeiro, pela arrendatária de aeronaves GE Capital Aviation Service, que reclama a falta pagamento dos aluguéis das aeronaves desde que a companhia aérea entrou em recuperação judicial, em 6 de dezembro.
Em reunião com advogados da companhia aérea no dia 14 de janeiro, representantes das arrendatárias de 35 das 50 aeronaves da frota da Avianca se comprometeram a dar 15 dias para a companhia aérea encontrar um plano para pagar os aluguéis atrasados. A reunião está prevista para 1º de fevereiro.
OUTRAS MÍDIAS


DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL) - Ministro da Defesa espera acordo com Embraer sobre KC-390 em dois a três meses

O ministro da Defesa Nacional disse nesta segunda-feira que espera chegar a acordo com a Embraer para a compra dos aviões KC-390 nos próximos dois, três meses, afirmando que se não for possível não é dramático.

Lusa | Publicada em 21/01/2019 18:15

"Creio que há condições para chegar a um entendimento dentro dos próximos dois, três meses", afirmou João Gomes Cravinho, ressalvando que, se isso não for possível, "será porque não há condições para isso" e o Governo português extrairá "naturalmente as conclusões".
Em declarações à Lusa à margem de uma visita à Associação de Deficientes das Forças Armadas, em Lisboa, João Gomes Cravinho disse que, neste momento, "existe alguma distância entre as partes" no processo negocial em curso.
"Nós estamos plenamente empenhados em conseguir um acordo e acredito que vamos conseguir um acordo, simplesmente não podemos por de parte a possibilidade de não chegar a um acordo e, nesse caso, não é dramático, o mundo continuará a girar e as Forças Armadas procurarão o equipamento de outra maneira", declarou.
Na semana passada, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Rolo, revelou que as negociações com a brasileira Embraer chegaram a um impasse e que, se a empresa não baixar o preço, o Estado português admite procurar alternativas.
O valor previsto para o projeto de aquisição de cinco aviões de transporte estratégico e de um simulador na proposta de Lei de Programação Militar (LPM) é de 827 milhões de euros no espaço de 12 anos.
"O Estado não quer ver ultrapassado para além deste montante, estamos numa negociação férrea e começa a prevalecer a opinião de que, se a Embraer não vier para este valor, o Estado português terá de ir para outras opções", afirmou o general Manuel Rolo, numa audição no parlamento, na semana passada.
Segundo o general, "não está fácil" e a Embraer "está a pedir muito mais do que razoavelmente se esperaria" pelas aeronaves cuja aquisição visa substituir os C-130.

REVISTA PESQUISA FAPESP - Mais rápido do que uma bala

Pesquisadores brasileiros desenvolvem veículo aéreo que se deslocará em velocidade hipersônica

Publicada em 22/01/2019 04:29

Se tudo correr como planejado, a Força Aérea Brasileira (FAB) realizará dentro de dois anos o ensaio em voo do primeiro motor aeronáutico hipersônico feito no país. O teste integra um projeto mais amplo cujo objetivo é dominar o ciclo de desenvolvimento de veículos hipersônicos, que voam, no mínimo, a cinco vezes a velocidade do som, ou Mach 5. Mach é uma unidade de medida de velocidade correspondente a cerca de 1.200 quilômetros por hora (km/h). O programa é coordenado pelo Instituto de Estudos Avançados (IEAv), um dos centros de pesquisa do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da FAB, em parceria com a empresa Orbital Engenharia, ambos de São José dos Campos (SP).
Além do motor hipersônico, o projeto Propulsão Hipersônica 14-X (PropHiper), iniciado em 2006, prevê a construção de um veículo aéreo não tripulado (vant), onde o motor será instalado. Batizado de 14-X, em homenagem ao 14-Bis, o vant empregará o conceito de waverider, no qual uma onda de choque gerada abaixo dele, em razão de sua alta velocidade, lhe fornece sustentação. É como se, durante o voo, o veículo “surfasse” na onda induzida por ele.
“Ainda não há aeronaves hipersônicas em operação rotineira no mundo. Essa tecnologia simboliza o estado da arte mesmo para países como Estados Unidos, Rússia e China”, informa o coronel Lester de Abreu Faria, engenheiro eletrônico e diretor do IEAv. “Todos buscam esse conhecimento e, apesar do longo tempo de desenvolvimento, não estamos muito atrás dos líderes mundiais.”
De acordo com Israel Rêgo, gerente do projeto PropHiper, o motor hipersônico em desenvolvimento no país, do tipo scramjet (supersonic combustion ramjet), também poderá ser empregado como segundo ou terceiro estágio de propulsão de foguetes – esses veículos espaciais são dotados de vários estágios (ou motores), acionados sucessivamente ao longo do voo. No primeiro ensaio, previsto para 2020, o motor scramjet será instalado em um foguete de sondagem do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), unidade do DCTA voltada ao desenvolvimento de tecnologias para o setor aeroespacial. O projeto teve apoio da FAPESP.
Já o veículo aéreo hipersônico integrado ao motor scramjet poderá ser usado como avião de passageiros ou para fins militares. Em 2018, Rússia e China testaram com sucesso os mísseis hipersônicos Avangard e Xingkong-2, respectivamente. Nos Estados Unidos, a Lockheed Martin está construindo um veículo hipersônico para voo a Mach 6.
Desde o início do projeto, já foram investidos R$ 53 milhões no 14-X, programado para voar a Mach 10 (12 mil km/h). “Metade do tempo do programa destinou-se à capacitação de pessoal e à implantação da infraestrutura laboratorial, com destaque para o túnel de choque hipersônico T3 onde são feitos os ensaios aerodinâmicos [ver Pesquisa FAPESP no 135]”, conta Rêgo. “O grande salto agora é ‘sair’ do laboratório e operacionalizar em voo as tecnologias do waverider e do motor.”
Alguns desafios, no entanto, ainda precisam ser superados. O primeiro é a finalização do scramjet. Assim como os motores de jatos comerciais, o scramjet usa o ar da atmosfera para a queima do combustível. No entanto, ao contrário dos motores dos aviões, o do 14-X não tem partes móveis, como compressores e turbinas. “Na combustão supersônica, o ar capturado deve ser desacelerado, pressurizado e aquecido antes de entrar na câmara de combustão, onde é injetado o combustível. E isso depende da perfeita geometria do motor”, diz Rêgo.
Outra dificuldade do projeto é fazer com que o veículo resista ao atrito gerado pelo voo à velocidade hipersônica. “As partes que sofrem maior aquecimento por fricção com o ar devem ser feitas de materiais resistentes a altas temperaturas, enquanto as mais frias devem ser de aço ou alumínio aeronáutico”, explica o coronel Marco Antônio Sala Minucci, engenheiro aeronáutico e consultor de hipersônica do projeto 14-X.
Por fim, é preciso fazer a perfeita integração entre o motor e o veículo hipersônico, já que o arrasto (força contrária ao deslocamento) no voo hipersônico é muito alto. “A parte frontal do veículo deve funcionar como entrada de ar [no motor], produzindo sua compressão, enquanto a parte traseira deve operar como uma tubeira, transformando a alta temperatura e a pressão da câmara de combustão supersônica em empuxo. Assim, o motor e o veículo tornam-se indistinguíveis, atingindo velocidades de voo extremamente altas”, conta Israel Rêgo.



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terça-feira, janeiro 22, 2019 | Posted in , , , , , , , , , , , | Read More »

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 16/01/2019 / LAAD 2019 - Mais importante feira de Defesa e Segurança acontece em abril



#Defesa #Indústria #Eventos - #LAAD 2019 - Mais importante feira de Defesa e Segurança acontece em abril ...  



Um público de 38.200 mil profissionais qualificados, em quatro dias, é a expectativa de visitantes da LAAD Defence & Security 2019, a mais importante feira de defesa e segurança da América Latina. A 12ª edição do evento, realizado bienalmente, acontece de 2 a 5 de abril, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

Segundo Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil - organizadora da LAAD Defence & Security - os números consolidados pelo evento apontam o relevante potencial do mercado de defesa e segurança do País.

Na edição de 2017, aconteceram mais de duas mil reuniões durante o evento entre 183 delegações oficiais do Brasil e exterior e os expositores.

O quadro em 2019 é favorável para estes mercados: foi aprovada em novembro uma Medida Provisória (MP) que destina parte da arrecadação das loterias federais ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Com a injeção de recursos, o Ministério da Segurança Pública ficará com 9,4% da arrecadação bruta das loterias existentes, o que corresponde a cerca de R$ 1,2 bilhão a partir do ano que vem.

A aprovação da MP foi defendida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Outro ponto favorável são as indicações de militares para o alto escalão da equipe de Governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, o que indica que as Forças Armadas devem ganhar protagonismo no cenário político em 2019.

Na LAAD 2019, temas como o Sistema Único de Segurança, a flexibilização do porte de armas, o combate à corrupção, a redução da maioridade penal, defesa de fronteiras, defesa cibernética, entre outras questões, devem pautar as discussões dos participantes, aquecendo a cadeia de fornecedores da indústria.

Expositores - A feira de negócios contará com a participação de 450 marcas nacionais e internacionais, de todos os elos da defesa e segurança, e a presença de 195 delegações oficiais provenientes de 80 países, com destaque para Ministros de Defesa e autoridades de alta patente das Forças Armadas da América Latina, que participam de reuniões com as empresas expositoras e também de encontros bilaterais com autoridades brasileiras.

"A LAAD Defence & Security tem como objetivo fomentar os setores de defesa e segurança do país e da América Latina, oferecer acesso às novas tecnologias e serviços de todo o mundo, além da oportunidade de empresas nacionais apresentarem suas inovações para delegações de mais de 80 países. Em 2019, teremos uma área externa de exposição ampliada e outras novidades para tornar a experiência dos profissionais que visitam o evento ainda mais interativa. Além disso, mantemos uma extensa programação de conteúdo com a visão de especialistas sobre o futuro da segurança pública e corporativa", afirma Jardim.

Durante os quatro dias de LAAD Defence & Security serão apresentadas soluções nas áreas de engenharia aeronáutica e naval; equipamentos pessoais e táticos; munição e armamento; ópticos e optrônicos; consultoria, treinamento e serviços; cyber security; contraterrorismo; transmissão, comunicação e posicionamento; emergência, salvamento e resgate; controle de acesso e vigilância; perícia criminal e forense; veículos; entre outras.

O credenciamento online para visitar a feira abre no próximo dia 16 de janeiro e poderá ser feito gratuitamente, até o dia 1º de abril, através do site www.laadexpo.com.br.

Será possível fazer o credenciamento no local do evento, a partir de 2 de abril, mediante o pagamento de ingresso de R$ 100,00.

Seminários -- Com o objetivo de apontar as oportunidades e propor o debate sobre o futuro em gestão da segurança pública e corporativa, a LAAD Defence & Security realiza o VIII Seminário de Segurança com a presença de lideranças e especialistas nestes segmentos.

A programação de conteúdo terá, ainda, um outro evento simultâneo à feira, o VIII Simpósio Internacional de Logística Militar que é organizado pelo Ministério da Defesa e exclusivo para oficiais-alunos das escolas militares ligadas às três Forças.

Saiba mais sobre o evento, acessando www.laadexpo.com.br

LAAD Defence & Security 2019 - Feira Internacional de Defesa e Segurança
Data: 2 a 5 de abril
Local: Riocentro - Av. Salvador Allende, 6.555 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Horário da Exposição: De terça-feira (2) a quinta-feira (4), das 10h às 18h. Sexta-feira (5), das 10h às 17h.
LAAD Defence & Security - Mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, a LAAD Defence & Security chega em 2019 a sua 12ª edição.

Reúne bienalmente no Riocentro, no Rio de Janeiro, empresas brasileiras e internacionais especializadas no fornecimento de soluções para as três Forças Armadas e Forças Policiais.

Além de exposição, o evento conta com programa de conteúdo exclusivo como o Seminário de Segurança LAAD. Na última edição, em 2017, o evento reuniu 450 marcas expositoras de 36 países, 37.100 visitantes e 183 delegações oficiais de 81 países.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




TV GLOBO - JORNAL NACIONAL


Governo Bolsonaro tem militares em ministérios e cargos estratégicos


Publicada em 15/01/2019 20:00

Aproveitamento de quadros militares para o governo foi uma promessa de campanha de Jair Bolsonaro e começa pelo primeiro escalão.
PORTAL G1


Passageiros filmam clarões perto de asa, e avião que saiu do Santos Dumont pousa no Galeão

Aeronave que ia para São Paulo precisou descer logo após decolar. Companhia aérea informou que foi identificada uma limitação técnica em um dos motores.

Diogo Dias, Rj2 | Publicada em 15/01/2019 19:34

Passageiros de um avião que havia acabado de decolar nesta terça-feira (15) do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, viveram momentos de tensão ao verem clarões perto da asa. Com problemas técnicos confirmados, a aeronave precisou pousar no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, minutos após a decolagem.
Uma das pessoas que estava na ponte aérea conseguiu filmar os clarões, que parecem causados por fogo, como mostrou o RJ2.
A companhia aérea Gol disse que, logo após a decolagem, foi identificada uma "limitação técnica em um dos motores" e, por isso, foi necessário realizar um "pouso alternado". Em nota (veja abaixo a íntegra), informou que os passageiros foram realocados em outros voos e chegaram a Congonhas, em São Paulo. A aeronave, de acordo com a empresa, está sendo avaliada por uma equipe de manutenção.
Íntegra da nota da Gol
"A GOL informa que após a decolagem do voo G3 1025 (Santos Dumont – Congonhas), foi identificada pela tripulação uma limitação técnica em um dos motores, sendo necessário realizar um pouso alternado no aeroporto internacional do Rio de Janeiro. Logo após o desembarque dos passageiros, a aeronave foi encaminhada para avaliação da equipe de manutenção. Os Clientes foram reacomodados nos próximos voos e já desembarcaram no destino final. A companhia reitera que preza pelos mais altos padrões de segurança, valor número um da GOL."

PORTAL DEFESANET


LAAD 2019 - Mais importante feira de Defesa e Segurança acontece em abril

LAAD Defence

Publicada em 15/01/2019 10:00

Um público 38.200 mil profissionais qualificados, em quatro dias, é a expectativa de visitantes da LAAD Defence & Security 2019, a mais importante feira de defesa e segurança da América Latina. A 12ª edição do evento, realizado bienalmente, acontece de 2 a 5 de abril, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

Segundo Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil - organizadora da LAAD Defence & Security - os números consolidados pelo evento apontam o relevante potencial do mercado de defesa e segurança do País.

Na edição de 2017, aconteceram mais de duas mil reuniões de durante o evento entre 183 delegações oficiais do Brasil e exterior e os expositores.

O quadro em 2019 é favorável para estes mercados: foi aprovada em novembro uma Medida Provisória (MP) que destina parte da arrecadação das loterias federais ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Com a injeção de recursos, o Ministério da Segurança Pública ficará com 9,4% da arrecadação bruta das loterias existentes, o que corresponde a cerca de R$ 1,2 bilhão a partir do ano que vem.

A aprovação da MP foi defendida pelo futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Outro ponto favorável são as indicações de militares para o alto escalão da equipe de Governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, o que indica que as Forças Armadas devem ganhar protagonismo no cenário político em 2019.

Na LAAD 2019, temas como o Sistema Único de Segurança, a flexibilização do porte de armas, o combate à corrupção, a redução da maioridade penal, defesa de fronteiras, defesa cibernética, entre outras questões, devem pautar as discussões dos participantes, aquecendo a cadeia de fornecedores da indústria.

Expositores - A feira de negócios contará com a participação de 450 marcas nacionais e internacionais, de todos os elos da defesa e segurança, e a presença de 195 delegações oficiais provenientes de 80 países, com destaque para Ministros de Defesa e autoridades de alta patente das Forças Armadas da América Latina, que participam de reuniões com as empresas expositoras e também de encontros bilaterais com autoridades brasileiras.

"A LAAD Defence & Security tem como objetivo fomentar os setores de defesa e segurança do país e da América Latina, oferecer acesso às novas tecnologias e serviços de todo o mundo, além da oportunidade de empresas nacionais apresentarem suas inovações para delegações de mais de 80 países. Em 2019, teremos uma área externa de exposição ampliada e outras novidades para tornar a experiência dos profissionais que visitam o evento ainda mais interativa. Além disso, mantemos uma extensa programação de conteúdo com a visão de especialistas sobre o futuro da segurança pública e corporativa", afirma Jardim.

Durante os quatro dias de LAAD Defence & Security serão apresentadas soluções nas áreas de engenharia aeronáutica e naval; equipamentos pessoais e táticos; munição e armamento; ópticos e optrônicos; consultoria, treinamento e serviços; cyber security; contraterrorismo; transmissão, comunicação e posicionamento; emergência, salvamento e resgate; controle de acesso e vigilância; perícia criminal e forense; veículos; entre outras.

O credenciamento online para visitar a feira abre no próximo dia 16 de janeiro e poderá ser feito gratuitamente, até o dia 1º de abril, através do site www.laadexpo.com.br.

Será possível fazer o credenciamento no local do evento, a partir de 2 de abril, mediante o pagamento de ingresso de R$ 100,00. Seminários -- Com o objetivo de apontar as oportunidades e propor o debate sobre o futuro em gestão da segurança pública e corporativa, a LAAD Defence & Security realiza o VIII Seminário de Segurança com a presença de lideranças e especialistas nestes segmentos.

A programação de conteúdo terá, ainda, um outro evento simultâneo à feira, o VIII Simpósio Internacional de Logística Militar que é organizado pelo Ministério da Defesa e exclusivo para oficiais-alunos das escolas militares ligadas às três Forças.
Saiba mais sobre o evento, acessando www.laadexpo.com.br.

LAAD Defence & Security 2019 - Feira Internacional de Defesa e Segurança
Data: 2 a 5 de abril
Local: Riocentro - Av. Salvador Allende, 6.555 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Horário da Exposição: De terça-feira (2) a quinta-feira (4), das 10h às 18h. Sexta-feira (5), das 10h às 17h.
LAAD Defence & Security Mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, a LAAD Defence & Security chega em 2019 a sua 12ª edição.

Reúne bienalmente no Riocentro, no Rio de Janeiro, empresas brasileiras e internacionais especializadas no fornecimento de soluções para as três Forças Armadas e Forças Policiais.

Além de exposição, o evento conta com programa de conteúdo exclusivo como o Seminário de Segurança LAAD. Na última edição, em 2017, o evento reuniu 450 marcas expositoras de 36 países, 37.100 visitantes e 183 delegações oficiais de 81 países.

OUTRAS MÍDIAS


AEROFLAP - Operação nos aeroportos registra 88,4% de pontualidade no período de fim de ano


Publicada em 15/01/2019 14:22

O relatório final da Operação Fim de Ano, concluído nesta semana, mostra que o desempenho dos 13 terminais monitorados ficou acima da meta operacional prevista pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero), que é de 85%.
A ação, que começou no dia 17 de dezembro de 2018 e foi até o dia 6 de janeiro de 2019, registrou 88,4% de pontualidade nos principais aeroportos brasileiros, de acordo com dados fornecidos pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e operadores aeroportuários.
Na primeira semana da operação (17 a 23 de dezembro), os terminais registraram 84,5% de pontualidade. Na segunda (24 a 30 de dezembro), o resultado foi de 92,1% e na terceira semana de 88,9%. No consolidado, o resultado final ficou com 88,4%. O índice é referente às partidas e chegadas até 30 minutos do horário previsto.
Ao todo, foram 21 dias de reforço nos serviços para atender à alta demanda do período, em um procedimento padrão acordado e alinhado anualmente entre setor público e a iniciativa privada. Além disso, foram definidos compromissos e responsabilidades e um regime especial de funcionamento para os respectivos aeroportos e companhias aéreas envolvidas na operação. O objetivo foi manter o índice médio de atrasos e de decolagens abaixo de 15%.
Já o índice que mede a satisfação geral do passageiro teve nota média de 4,39 (em uma escala de 1 a 5 – em que 1 é “muito ruim” e 5 representa “muito bom”) em todo o período da operação, de acordo com pesquisa realizada pela Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura. Na primeira semana, o índice médio registrado foi de 4,38. Na segunda e terceira semanas a nota foi de 4,40.
Para todo o período da operação, a estimativa do ministério foi que os terminais movimentassem 8,3 milhões de passageiros no período das festas de fim de ano. O cálculo foi feito utilizando uma taxa de ocupação média de 85% dos assentos ofertados pelas companhias aéreas no período.
Os 13 aeroportos monitorados representam 70% do total do fluxo de viajantes no Brasil. São eles: Guarulhos, Congonhas e Viracopos (SP), Galeão e Santos Dumont (RJ), Brasília (DF), Confins (MG), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA), Curitiba (PR), Manaus (AM), Fortaleza (CE).

MEON (SP) - Novo reitor assume direção do ITA em São José


Publicada em 15/01/2019 12:39 | Atualizado em 15/01/2019 12:50


O professor Cláudio Jorge Pinto Alves foi empossado reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), em São José dos Campos. Até então, Alves exercia o cargo de vice-reitor da instituição. A cerimônia de posse ocorreu no dia 10 de janeiro.
Ele substituiu Anderson Ribeiro Correia no cargo, que foi nomeado presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). 
Já o cargo de vice-reitor será ocupado por Carlos Henrique Costa Ribeiro, que estava à frente da pró-reitoria de graduação. Costa foi empossado nessa segunda-feira (14).
Confira o breve currículo do novo reitor do ITA:
Graduação em Engenharia de Infra Estrutura Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1977), mestrado em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo (1981) e doutorado em Engenharia Aeronáutica e Mecânica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1987). Fez ainda mestrado "lato sensu" na ESPM em Marketing (1997). Realizou um pós-doutorado na ENAC, em Toulouse, com apoio da FAPESP, no tema: gerenciamento de tráfego (1991). Fez na ESG o curso de Altos Estudos em Política e Estratégia (1993).
Atualmente é Professor Titular e participa como membro externo de avaliações de cursos pelo INEP. Tem experiência na área de Engenharia de Transportes, com ênfase em Planejamento e Projeto de Aeroportos. Prestou consultorias eventuais ao DAC, Embraer, Daesp, Infraero, McKinsey e Petrobrás, dentre outras.



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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 15/01/2019 / Embraer vende primeiros jatos Phenom 300E e Praetor 600 a clientes brasileiros



#Aviação #Indústria - #Embraer vende primeiros jatos Phenom 300E e Praetor 600 a clientes brasileiros ...  


Estão entre os mais avançados do mercado ...  



A Embraer informou nesta 2ª feira (14) que já realizou as primeiras vendas dos modelos de jatos executivos Phenom 300E e Praetor 600 para o mercado brasileiro.

Segundo a empresa, o 1º Phenom 300E foi comercializado na semana passada, enquanto o cliente inaugural do Praetor 600 receberá a aeronave no último trimestre do ano.

Ambos fazem parte da nova frota da Embraer. São considerados uns dos mais avançados do mercado de aviação.

Phenom 300E
O “E” na nomenclatura da aeronave significa “Enhanced” (“melhorada” na tradução literal do inglês). O modelo possui interior e sistemas de entretenimento e de gerenciamento da cabine de passagem nice® HD CMS/IFE, da Lufthansa Technik.

O jato substitui a classe Phenom 300, que liderou o segmento em vendas de mercado de 2012 a 2017.

Praetor 600
O Praetor 600 foi apresentado ao mercado no fim de 2018 ao lado do Praetor 500.

O Praetor 600 possui mais autonomia de voo, o que permite viagens sem escala entre São Paulo e Cidade do Cabo (África do Sul), Fortaleza a Madri (Espanha), Londres (Inglaterra) a Nova York (EUA) ou voar de Angra dos Reis para Miami (EUA), com uma parada.

A aeronave tem capacidade para até 12 passageiros e alcance intercontinental de até 3.900 milhas náuticas (7.223 km). A expectativa é que o Praetor 600 receba certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no segundo trimestre.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL G1


Prefeitura de Santos Dumont quer assumir administração da sede do Museu de Cabangu

Casa onde o inventor do avião nasceu está fechada para visitação por tempo indeterminado. Fundação afirma que o objetivo é viabilizar pagamento da dívida trabalhista com funcionários.

Por Fellype Alberto, G1 Zona Da Mata | Publicada em 14/01/2019 19:15 | Atualizado em 14/01/2019 19:20

A Prefeitura de Santos Dumont revelou ao G1 na tarde desta segunda-feira (14) que quer assumir a administração da casa sede do Museu de Cabangu. O espaço está fechado por tempo indeterminado para visitação desde a manhã desta segunda.
De acordo com a assessoria do Executivo, foi agendada para as 16h de terça-feira (15) uma reunião entre representantes da Prefeitura e Fundação Casa de Cabangu para discutir e tentar chegar a um acordo para a alteração na administração da casa onde nasceu Santos Dumont.
A Prefeitura alega descumprimento de cláusulas do convênio com a fundação, como por exemplo, o fechamento da casa sem prévio anúncio junto ao Executivo. O objetivo é assumir a administração do local e realizar as ações em parceria com uma equipe de técnicos do IF Sudeste MG.
O G1 conversou com o presidente da Fundação Casa de Cabangu, Tomás Castello Branco, que afirmou que a instituição pretende permanecer administrando a casa. Ele revelou que espera que seja feito pagamento da dívida trabalhista com funcionários, estimada em R$ 170 mil.
Castello Branco afirmou que na reunião vai propor ao Executivo que, além do pagamento, assuma também a responsabilidade pela contratação dos funcionários que trabalham na casa, que atualmente é de responsabilidade da fundação.
O Executivo, no entanto, está determinado a assumir a administração e, caso na reunião as partes não cheguem a um acordo, poderá tomar medidas judiciais para assumir a responsabilidade da casa.
Fechamento do Museu
A casa sede do Museu de Cabangu, em Santos Dumont, foi fechada por tempo indeterminado para visitação nesta segunda.
O presidente da fundação afirmou que o acervo composto de móveis, documentos e vestimentas originais do Pai da Aviação permanecem na sede sob a guarda da Fundação.
Ele explicou ainda que apesar do fechamento da casa, o parque permanece aberto aos visitantes porque a segurança é feita pela Aeronáutica, por meio da Escola Preparatória de Cadetes do Ar (Epcar).
Crise desde 2018
O local ficou fechado por uma semana em fevereiro de 2018, mas voltou a funcionar após pagamento da dívida. Pelo acordo entre a Fundação e o Município, até janeiro de 2019, a Prefeitura deveria pagar R$ 100 mil à administração do Museu.
No vídeo que divulgou nas redes sociais, Tomás Castello Branco destacou o fechamento e considerou que todas as medidas possíveis foram adotadas - inclusive a campanha #SomosTodosMuseuCabangu- mas não trouxeram o resultado necessário.
Na semana passada, a assessoria da Prefeitura confirmou o atraso do repasse desde julho, mas, por se tratar de uma subvenção, não é obrigada a realizá-los quando não houver dinheiro em caixa.
Com a dívida do Estado com o Município em cerca de R$ 13 milhões, o Executivo optou por priorizar serviços essenciais, como o repasse ao hospital e folha de pagamento. Ainda de acordo com a assessoria, até fevereiro os valores serão repassados à fundação.
Acervo
A instituição foi inaugurada em 1973, em comemoração ao centenário de aniversário de Santos Dumont. No museu há móveis, documentos e vestimentas originais do Pai da Aviação, que atraem turistas há anos.
A manutenção do espaço também está prejudicada. O forro de esteira de bambu apresenta goteiras e o piso original de madeira está desgastado, além da parte elétrica do imóvel, que também precisa de reparos.
Em setembro de 2017, a Prefeitura de Santos Dumont anunciou a criação de um projeto para restauração do Museu e avaliou que o custo seria de aproximadamente R$ 12 milhões.
O plano foi dividido em seis eixos principais de reformas e restaurações, que envolvem a sede principal, os pavilhões e os jardins. Como não tinha dinheiro em caixa, o Executivo enviou a avaliação para o Ministério da Integração Nacional.

Governo indica novos conselheiros para Petrobras; almirante deve comandar colegiado

Os nomes indicados ao Conselho ainda serão submetidos aos procedimentos de governança da Petrobras; escolhido para chefiar o conselho, Eduardo Bacellar Leal Ferreira, é almirante de esquadra e foi comandante da Marinha até janeiro de 2018.

Por Reuters | Publicada em 14/01/2019 11:38 | Atualizado em 14/01/2019 15:30

A Petrobras informou que o governo federal, controlador da companhia, indicou três novos membros para seu Conselho de Administração, incluindo o nome do almirante de esquadra e até então comandante da Marinha Eduardo Bacellar Leal Ferreira, apontado para presidir o colegiado.
Além de Leal Ferreira, foram indicados o geólogo John Milne Albuquerque Forman e o economista João Cox, de acordo com comunicado da petroleira nesta segunda-feira (14).
As nomeações vêm após os conselheiros Luiz Nelson Carvalho e Francisco Petros terem pedido para deixar os cargos em 1° de janeiro e na sequência de um pedido de renúncia de Durval José Soledade Santos, apresentado nesta segunda-feira e válido a partir de 4 de fevereiro, acrescentou a Petrobras.
O anúncio da companhia acontece dias após fontes terem afirmado que o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, vinha pressionando pela saída de Santos e do conselheiro Segen Farid Estefen desde a renúncia de Carvalho e Petros, conforme publicado pela Reuters na sexta-feira.
"Foi um ciclo que se encerrou. Uma nova era se inicia com uma visão estratégica de longo prazo e objetivo de geração de valor para os acionistas e para o Brasil. As modificações na administração da Petrobras refletem a nova orientação", afirmou Castello Branco em nota.
Ele ressaltou, ainda, que políticas de governança corporativa e normas de integridade e conformidade adotadas pela companhia nos últimos anos "serão preservadas e se necessário reforçadas".
Nomes
Os nomes indicados ao conselho ainda serão submetidos aos procedimentos de governança da Petrobras, que incluem análises de conformidade e integridade e apreciação por um comitê de indicação, pelo próprio conselho e por uma Assembleia Geral de Acionistas, disse a Petrobras.
O escolhido para chefiar o conselho, Eduardo Bacellar Leal Ferreira, é almirante de esquadra e foi comandante da Marinha até janeiro de 2018, segundo a Petrobras.
Ele substituirá Jerônimo Antunes, que preside o colegiado interinamente desde a saída de Carvalho, que ocupou o posto durante o governo Michel Temer.
Já John Forman é graduado em geologia e Master of Science em Geologia pela Universidade de Stanford (Califórnia, EUA). Ele já foi presidente da Nuclebrás, diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e diretor de empresas.
João Cox, por sua vez, é economista com especialização em economia petroquímica pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e já atuou como conselheiro em diversas companhias, como Tim, onde preside o colegiado, Embraer e Braskem.
"A nova composição do Conselho de Administração, após aprovadas as indicações, manterá o percentual mínimo de 40% de membros independentes, em estrita observância ao Estatuto Social da companhia", adicionou a Petrobras no comunicado.

PODER360 (DF)


Embraer vende primeiros jatos Phenom 300E e Praetor 600 a clientes brasileiros

Estão entre os mais avançados do mercado Fazem parte da nova frota da empresa

Publicada em 14/01/2019 15:26

A Embraer informou nesta 2ª feira (14.jan.2019) que já realizou as primeiras vendas dos modelos de jatos executivos Phenom 300E e Praetor 600 para o mercado brasileiro.
Segundo a empresa, o 1º Phenom 300E foi comercializado na semana passada, enquanto o cliente inaugural do Praetor 600 receberá a aeronave no último trimestre do ano.
Ambos fazem parte da nova frota da Embraer. São considerados uns dos mais avançados do mercado de aviação.
Phenom 300E
O “E” na nomenclatura da aeronave significa “Enhanced” (“melhorada” na tradução literal do inglês). O modelo possui interior e sistemas de entretenimento e de gerenciamento da cabine de passagem nice® HD CMS/IFE, da Lufthansa Technik.
O jato substitui a classe Phenom 300, que liderou o segmento em vendas de mercado de 2012 a 2017.
Praetor 600
O Praetor 600 foi apresentado ao mercado no fim de 2018 ao lado do Praetor 500.
O Praetor 600 possui mais autonomia de voo, o que permite viagens sem escala entre São Paulo e Cidade do Cabo (África do Sul), Fortaleza a Madri (Espanha), Londres (Inglaterra) a Nova York (EUA) ou voar de Angra dos Reis para Miami (EUA), com uma parada.
A aeronave tem capacidade para até 12 passageiros e alcance intercontinental de até 3.900 milhas náuticas (7.223 km). A expectativa é que o Praetor 600 receba certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no segundo trimestre.
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