NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 20/07/2017 / China disputa mercado de drones de combate com os EUA

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China disputa mercado de drones de combate com os EUA ...  


O drone chinês CH-5 "Rainbow" está pronto para entrar no mercado de veículos aéreos não tripulados de combate.

"O design do CH-5 foi finalizado e estamos prontos para produzi-lo em massa", confirmou o gerente do projeto do CH-5 ao jornal China Daily.

O Rainbow provavelmente vai competir com o MQ-9 Reaper, que se tornou o único drone usado pelas Forças Armadas dos EUA a partir de 1º de julho deste ano, quando o Predator foi aposentado.

Os produtores chineses não quiseram especificar quem é o mercado de seus novos produtos. Entretanto, o Wall Street Journal publicou na segunda-feira (17) que Emirados Árabes Unidos, Egito e Arábia Saudita já compraram drones chineses depois de uma negativa dos produtores estadunidenses.

"Para os EUA, esse é um golpe estratégico e comercial", observou o Wall Street Journal.

Os drones fabricados na China podem ser consideravelmente mais baratos do que os Predadores e Reapers da General Atomics.

"Estamos em sintonia com o que a China está fazendo", disse um funcionário da Casa Branca ao Wall Street Journal.

O CH-5 tem uma autonomia de voo de até 60 horas e pode carregar 24 mísseis.

Ele pode ser usado para combate, inteligência, reconhecimento e vigilância.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Procuradoria desiste de recurso para punir réus por acidente da TAM


Fabrício Lobel De São Paulo

O Ministério Público Federal anunciou nesta quarta-feira (19) que não irá recorrer da decisão que absolveu nas duas primeiras instâncias três executivos que eram acusados pelo envolvimento com o acidente da TAM. O processo ainda poderia ser julgado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Os três réus respondiam por atentado contra a segurança do transporte aéreo, de maneira culposa (sem intenção).
Na noite de 17 de julho de 2007, um Airbus 320 da TAM não conseguiu parar ao tentar pousar no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, atravessou a pista e colidiu com um prédio da própria companhia aérea. No acidente, 199 pessoas morreram.
A decisão do Ministério público ocorre dois dias após o aniversário de dez anos da tragédia. Segundo análise da Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR3), "não se vislumbra possibilidade" de recurso.
Ainda de acordo com o Ministério Público, uma súmula do STJ impediria a nova discussão do conjunto de provas contidas na denúncia.
Cronologia
Ninguém foi responsabilizado até hoje
17.jul.07
Acidente com o voo JJ 3054 da TAM no aeroporto de Congonhas mata 199 pessoas
Out.09
PF e Cenipa (órgão que investiga acidentes aeronáuticos) terminam suas investigações paralelas
Jul.11
Ministério Público apresenta denúncia contra três executivos, dois da TAM e uma da Anac
Ago.13
Começam os depoimentos dos três acusados
Mai.15
Justiça nega acusação em primeira instância
Jun.17
Justiça nega recurso da acusação em segunda instância
Os acusados
TAM
Alberto Fajerman, ex-vice-presidente, e Marco Aurélio Miranda, ex-diretor de segurança
Acusação: não fiscalizar devidamente a tripulação e não ter redirecionado o avião para outro aeroporto, sabendo que no dia anterior houve um incidente na mesma pista com outro avião
ANAC
Denise Abreu, ex-diretora da agência de aviação civil
Acusação: ter induzido equivocadamente a Justiça a liberar a pista de Congonhas para aeronaves com reversor quebrado, caso do avião da TAM
Como foi o acidente
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1. 17h16
Airbus- A320 da TAM parte de Porto Alegre com 187 pessoas a bordo
2. 18h40
Torre de controle diz ao piloto que a pista está molhada e que é preciso pousar com cautela (chovia naquela hora). Às 18h44 pouso é autorizado e, às 18h50, é iniciado
3. Airbus toca a pista
A aeronave toca o solo da pista de Congonhas. O ideal é que esse procedimento ocorra a 300 m do início da via (que tem 1.940 m)
4. ‘Vira, vira, vira agora’
Vozes de dentro da cabine da tripulação do avião dizendo ‘vira, vira, vira agora’ são escutadas por controladores da torre de controle
5. Colisão com prédio
Sem conseguir desacelerar, avião faz uma curva à esquerda. Depois, atravessa a avenida e bate em um prédio da TAM
MORTOS
187 estavam no avião
12 estavam no solo
199
mortos no total
Fontes: Anac, Justiça Federal, Aeronáutica e Infraero
Confira mais infográficos da Folha
Câmera do aeroporto
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Em alta velocidade, avião atravessa em três segundos um trecho que outros levavam 11 segundos
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No canto esquerdo da imagem, aparece um clarão junto à aeronave, ainda na pista
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Após a colisão com o prédio da empresa, é possível notar a luminosidade da explosão
Explicações
Condições
O avião da TAM estava com uma das duas turbinas sem reversor, sistema que ajuda a frear –o que não o impedia de voar
Manetes
As turbinas são controladas por duas manetes, que podem ser colocadas pelo piloto em três posições
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Hipóteses
1. Falha no avião
Uma falha no sistema de potência das turbinas teria deixado uma delas em aceleração, enquanto a outra tentava parar o avião (independentemente de como o piloto posicionou as manetes)
2. Falha humana
Sob pressão de pousar com chuva e sem reversor, o piloto teria feito um procedimento diferente do usual, não se atentando ao fato de ter deixado uma das manetes em modo aceleração

Ministro da Justiça diz que Operação Lava Jato é ‘imparável’


Isabel Fleck De Washington

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, disse durante palestra em Washington nesta quarta-feira (19) que a Operação Lava Jato é "imparável" e que seu trabalho será "feito até o fim".
"A Lava Jato é um ganho para a nossa sociedade, é imparável. O que tiver que ser feito, de acordo com a Constituição e as leis, será feito. Seja pelo Ministério Público, pela Polícia Federal, pelo Ministério da Justiça", disse o ministro, que é crítico dos métodos da operação.
Em outro momento, Torquato disse especificamente que o escritório do procurador-geral "continuará investigando". "Tem que ser assim, não há como não ser, sob a Constituição."
Torquato falou em evento promovido em Washington pelo Brazil Institute, do think tank Wilson Center, mesmo lugar onde, há dois dias, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse não ter pressa para apresentar uma nova denúncia contra o presidente Michel Temer.
O ministro, contudo, negou que sua viagem tenha sido planejada como uma "resposta" do governo ao périplo de Janot pelos Estados Unidos nesta semana. "Foi tudo coincidência, não foi planejado", disse, rechaçando haver qualquer animosidade com o procurador-geral, o qual conhece "há muitos anos" e com o qual "tem amigos em comum".
Os dois tinham na agenda desta semana reuniões separadas no Departamento de Estado americano. Janot também se encontrou com representantes do Departamento de Justiça na segunda-feira.
Questionado sobre a possível apresentação de uma nova denúncia de Janot contra Temer, Torquato disse que agora a "bola está na quadra deles, não na nossa". "Vamos fazer o que tivermos de fazer. Vamos ver o que acontece antes."
O ministro aproveitou para defender a estabilidade política do Brasil para possíveis investidores presentes. "Lembrem-se: a Constituição prevalece, nós passamos por dois impeachments, uma série de crises de todas as formas, e os militares não foram para as ruas. A constituição criou os próprios canais para resolver isso", disse.
Ele ainda destacou a capacidade de Temer, que passou "mais de 20 anos no Congresso" e "presidiu [a Câmara] três vezes" de "formar consenso com o Congresso". "Apesar de muitos brasileiros acharem que o Executivo é fraco, a formação de consenso é muito rara na nossa vida política", disse. "Temos 28 partidos políticos, é um grande desafio."
ORÇAMENTO E PASSAPORTES
Questionado sobre as dificuldades orçamentárias da Polícia Federal, o ministro disse que o problema não é algo "peculiar" à agência e que o órgão "está sendo mais objetivo e criativo no gerenciamento". Ele destacou que a PF está implementando, no momento, 473 operações especiais sob ordens de juízes federais.
"A polícia federal e todas as agências administrativas no Brasil estão em restrição orçamentária. O mesmo ocorre com todos os ministérios. O Ministério das Relações Exteriores está sob forte restrição, serviços de diplomacias estão sendo adiados ou não entregues totalmente por causa disso. As Forças Armadas não estão fazendo todos os exercícios que precisam", disse.
Sobre a suspensão de emissão dos passaportes, o ministro disse esperar que o problema seja resolvido "em breve".
Torquato evitou falar sobre a reportagem publicada pelo "Valor", de que autoridades de investigação brasileiras teriam planejado com sua contraparte americana gravar o presidente Michel Temer durante viagem aos Estados Unidos em maio, que não ocorreu.
Ele disse não ter informações sobre o caso e disse não saber se o governo brasileiro pedirá explicações às autoridades americanas.
As negociações entre os agentes dos dois países estariam em estágio "avançado" segundo o jornal, mas a ação não foi levada adiante porque Temer desistiu da viagem a Nova York.

Com novo avião, governo reduzirá uso do Aerolula em viagem longa


Igor Gielow De São Paulo

Na tarde de 6 de julho passado, o presidente Michel Temer embarcou rumo à reunião do G20 na Alemanha.
Deixou o cargo com o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e tomou assento em um Boeing 767-300ER da FAB, marcando o início da aposentadoria do Airbus presidencial, mais conhecido como Aerolula, em voos internacionais de longo alcance.
O governo decidiu que viagens que demandarem duas ou mais escalas serão feitas com o 767 de maior autonomia, alugado por três anos pela Força Aérea Brasileira em julho de 2016, ao custo de US$ 19,8 milhões (R$ 71 milhões). Isso inclui destinos na Ásia, por exemplo.
A ida à Alemanha necessitaria de uma escala no Airbus ACJ-319, mas Temer estava pressionado pelo tempo: precisava voltar para tourear a crise política que ameaça seu mandato e quis pular a parada de até duas horas. Essa régua, a da conveniência, também será usada daqui em diante, segundo o Planalto.
Prevendo o aumento de demanda, a Folha apurou que o Ministério da Defesa já planeja instalar uma área VIP, com cama e chuveiro, para o serviço presidencial. Hoje, o avião tem poltronas de classe executiva na sua parte posterior, enquanto o Airbus vem com suíte e sala de reuniões.
A eventual conversão repetirá o modelo utilizado até quase o fim do governo Fernando Henrique Cardoso.
Até então, presidentes voavam em aviões usados para transporte militar, com área VIP. Eram os KC-137, versões de Boeings 707 da década de 1960, conhecidas como Sucatões e compradas em 1986 pelo governo José Sarney.
O alto custo operacional e uma série de problemas técnicos encerraram o uso VIP do aparelho em 2000. FHC testou alugar voos comerciais, o que acabava sendo mais caro e menos seguro.
Lula, nadando na popularidade do primeiro mandato, bancou gasto de US$ 56,7 milhões (R$ 167 milhões no câmbio da época, que corrigidos dariam R$ 360 milhões hoje), e comprou uma versão executiva do Airbus-319, operada a partir de janeiro de 2005 pelo GTE (Grupo de Transporte Especial) da FAB.
Foi criticado. O avião ganhou o apelido pejorativo de Aerolula, entre outros mais agressivos. Uma argumentação da escolha segue válida: avião próprio dá segurança e praticidade ímpares.
Além da maior eficiência econômica, a autonomia do avião, superior à dos jurássicos Sucatões e à dos equivalentes da Embraer, era justificativa central: Lula poderia ir a Paris sem escala.
A realidade mostrou-se diferente ao longo do tempo, embora a FAB não divulgue estatísticas precisas do uso. Para atender a todos os requisitos de segurança, como sobra de combustível, viagens intercontinentais demandaram escalas. Uma para a Europa, ao menos duas para destinos mais longíquos.
O alcance do Aerolula dentro das especificações de segurança é de cerca de 8.500 km, no limite para chegar a Paris, embora teoricamente ele possa voar um pouco mais. Viagens europeias costumam ter escala em Cabo Verde (4.500 km de Brasília) ou Portugal (pouco mais de 7.000 km da capital brasileira). O 767 voa mais de 11 mil km sem parar.
"Se era para ficar com um avião menor, deveriam ter usado o produto nacional. Um 767 é muito mais vantajoso para rotas intercontinentais", diz o especialista em aviação Ronaldo Jenkins, diretor de Segurança e Operações de Voo da Associação Brasileira de Empresas Aéreas.
Por ser muito maior, potente e pesado, o 767-300ER consome mais combustível em média (5.000 kg/hora) do que o ACJ (2.800 kg/hora), ressalvando aqui que essa é uma conta superficial de consultorias sobre aviões civis, já que são inúmeros os parâmetros que definem o quanto um avião "bebe" (peso de decolagem, ventos, altitude etc.).
Mas aeronaves gastam mais que o dobro de querosene durante a primeira hora após a decolagem: com duas escalas, são três eventos desses, fora o fato de que a comitiva sempre acaba se hospedando em uma das paradas.
Consultada, a FAB não informou comparativos de custo de operação. No geral, aviões oficiais são mais baratos de usar, pois são isentos de várias taxas e operados por militares –que não têm salários de pilotos e comissários da aviação comercial.
O Aerolula, além de eventuais viagens com uma escala, seguirá sendo usado em distâncias menores. Tem 12 anos e meio de uso e deve voar até atingir os 30. Provavelmente levará Temer para Buenos Aires nesta quinta (20).

Uso de aeronave da Presidência gerou polêmicas no país


Igor Gielow De São Paulo

O uso de aviões presidenciais, comprados periodicamente por mandatários desde 1941, sempre foi motivo de polêmica no Brasil.
Na campanha de 2006, o então adversário de Lula Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu "vender o Aerolula e construir cinco hospitais", algo definido pelo então presidente como "sandice".
Em 2010, a Folha revelou que a FAB preparava a aquisição de um avião de transporte com previsão de área VIP, apelidado então de Aerodilma, já que Dilma Rousseff estava eleita para o primeiro mandato.
Lula defendeu a compra. "Não tem por que não comprar. Acabou aquela bobagem de Aerolula. Acho que o Brasil precisa de um avião com mais autonomia para o presidente", disse, chamando de "humilhação" as escalas de até duas horas para reabastecimento.
Foi o abandono da defesa inicial do uso do Airbus, já que sua autonomia intercontinental não se comprovou na prática.
A compra acabou empacando por causa do alto custo, mas a presidente sempre se queixou do alcance do Airbus. Ainda assim, gostava de usar as escalas para fazer turismo ou apreciar a culinária local, como ocorreu em Portugal em 2012.
O aluguel do 767-300ER é considerado emergencial pela FAB e foi contratado nos EUA por meio de uma empresa paulista, a Colt, que ganhou licitação.
Ele enterrou a compra de duas unidades do mesmo avião, só que com capacidade de reabastecimento aéreo, junto à israelense IAI.
O Ministério da Defesa trabalha, contudo, com a hipótese de reativar a compra caso a situação de restrição orçamentária desanuvie. Nesse cenário, o 767 alugado poderá ser incorporado à frota da Presidência. Hoje ele está no Esquadrão Corsário, baseado no Rio.
A unidade opera o transporte de longa distância da FAB e estava sem opções desde a aposentadoria dos Sucatões, ocorrida após um acidente quase acabar em tragédia no Haiti, em 2013.
Uma semana após sua chegada ao Brasil o avião já foi usado para levar soldados para reforçar a segurança da Olimpíada do Rio.
Contando apenas com limitados turboélices Hércules C-130, a Força precisava de um avião para tropas –o 767 carrega 257 passageiros.
Enquanto isso, o reabastecimento aéreo ficará a cargo dos lentos C-130. A FAB informou que o plano é utilizar os futuros KC-390 da Embraer, que começam a chegar em 2018.
O avião é mais adequado para um cenário de reabastecimento tático, no teatro de operações brasileiro, enquanto o 767 é uma aeronave de longo alcance, de uso estratégico.

PORTAL G-1


Esquadrilha da Fumaça deve se apresentar neste domingo em Cuiabá

Apresentação com sete aeronaves será atração no Parque Tia Nair. Também está prevista exposição dos aviões no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.

Por G1 Mt

Sete aeronaves da Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira, devem fazer apresentação neste domingo (23), em Cuiabá. A atração poderá ser vista no Parque Tia Nair, a partir das 16h. Os aviões, modelo A-29 Super Tucano, farão acrobacias e voos invertidos, sem intervalos, durante 50 minutos. O evento envolve mais de 50 militares da FAB.
A prefeitura diz que espera receber aproximadamente 15 mil pessoas durante a apresentação. Antes da performance, às 10h, as aeronaves estarão em exposição no hangar Skyline no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá.
Na segunda-feira (24), os alunos da rede municipal de ensino vão participar de uma palestra com os pilotos da FAB no auditório da Secretaria Municipal de Educação a partir das 15h.

Trabalhador rural relembra maior nevasca já registrada em SC, há 60 anos: ‘Foi emocionante e lindo’

Em 20 de julho de 1957, nevasca em São Joaquim atingiu acumulados de 1,30 m e deixou cidade isolada por uma semana.

Por G1 Sc

Aos 88 anos, o trabalhador rural Vidal Cândido da Silva Neto lembra exatamente de quando São Joaquim, na Serra, foi atingida pela maior nevasca da história de Santa Catarina e segunda maior do país. Nesta quinta-feira (20), o fênomeno completa 60 anos, registrado em 20 de julho de 1957.
“Eu tinha 27 anos. Lembro que começou às 11h e nevou até cinco da tarde. Foi grande, dentro de uma hora estava tudo branco. Foi emocionante e lindo”, conta.
Conforme o morador, uma semana depois, a Igreja Matriz de São Joaquim ainda estava coberta de neve. “A sensação de frio era forte e de uns dois graus a menos, em relação ao que estamos acostumados, era muito melhor do que esse frio de agora, não dá tanto gelo”, relembra.
De acordo com a Central RBS de Meteorologia, naquela nevasca, os acumulados de neve chegaram a 1,30 m.
"No outro dia, quando fomos para o mato, vimos muitos passarinhos mortos. A gente achou que os porcos haviam morrido, mas não, só estavam cobertos pela neve. Nós tivemos que carregar as galinhas, elas não conseguiam caminhar pela fazenda, ficavam com os pés enterrados na neve”

Segundo o agricultor, três dias depois da nevasca, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) foi usado para levar alimentos e remédios à cidade. “Lembro que soltaram os suprimentos em um campo de futebol, porque a cidade estava isolada”, relata.
Neve na história nacional
Conforme Bianca Souza, técnica da Central RBS de Meteorologia, a maior nevasca da história nacional caiu em Vacaria (RS), em 1979, com acumulados de 2 metros. A nevasca de São Joaquim foi a segunda maior do país, seguida por uma registrada em Itatiaia (RJ), em 1985, com acumulado de 1 metro.
Em 2013, na semana do dia 22 a 25 de julho, 113 cidades catarinenses registravam neve, além de 35 municípios que tiveram chuva congelada.
“O fenômeno é raro, porque precisa de uma intensidade de ar polar para ter temperaturas baixas em altitude. As nuvens se formam a uma certa altura, quanto mais gelado estiver entre a base da nuvem e o solo, mais inteiro chega o floco de neve. Se esse comportamento durar várias horas, ocorrerá neve por mais tempo”, explicou o meteorologista da Central RBS de Meteorologia, Leandro Puchalski.

AGÊNCIA BRASIL


EUA excluem Farc e ELN como as maiores ameaças terroristas na América Latina


Da Agência Efe

Os Estados Unidos excluíram de seu relatório anual sobre terrorismo no mundo, divulgado hoje (19), uma referência que era feita há muitos anos às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e ao Exército de Libertação Nacional (ELN), do mesmo país, como principais ameaças terroristas na América Latina. A informado é da EFE.
Os relatórios publicados pelo Departamento de Estado dos EUA há pelo menos uma década faziam referência às Farc e ao ELN como "a principal ameaça terrorista no Hemisfério Ocidental". Apesar da exclusão, os grupos seguem incluídos na lista de organizações terroristas dos EUA.
O relatório do Departamento de Estado também volta a incluir a Colômbia, ao lado da Venezuela, na relação de países que representam um "refúgio" para os terroristas. Mas o documento diminui o alerta sobre as guerrilhas colombianas. A mudança se deve, em parte, à aprovação no ano passado de um acordo de paz entre o governo da Colômbia e as Farc, e ao início das negociações para firmar um pacto similar com o ELN.
Diminuição
"A Colômbia experimentou uma queda significativa na atividade terrorista em 2016 devido em boa parte ao cessar fogo-bilateral entre as forças do governo e as Farc", indicou o relatório americano.
Desde agosto de 2016, segundo o documento, só houve um confronto letal entre os guerrilheiros das Farc e homens do governo. Também diminuiu o número de civis mortos pelo conflito, assim como o de membros das Farc e do ELN mortos em combate, capturados ou que se desmobilizaram.
A ameaça das Farc também foi reduzida no Panamá, onde a guerrilha colombiana usava a província de Darien, no sul do país, como base de operações, ponto de descanso e recuperação, além de zona de rearmamento, de acordo com o relatório.
"Com apoio americano, as autoridades panamenhas eliminaram substancialmente a capacidade das Farc de operar em Darien. E a conclusão do processo de paz na Colômbia diminuiu ainda mais a ameaça da guerrilha no país", explica o documento.
Venezuela
Quanto à Venezuela, o Departamento de Estado dos EUA volta a acusar o governo de Nicolás Maduro de manter um "ambiente permissivo que tolera e apoia atividades que beneficiam grupos terroristas". Os EUA afirmam que a Venezuela segue abrigando indivíduos ligados às Farc, ao grupo terrorista espanhol ETA e também simpatizantes da milícia libanesa Hezbollah.
"Pelo 11º ano consecutivo, Caracas não cooperou adequadamente com os esforços antiterroristas dos EUA", diz o documento. O relatório lamenta que o governo da Venezuela não tenha tomado nenhuma ação contra os funcionários do alto escalão do Executivo que foram punidos pelo Tesouro dos EUA por darem "assistência material" ou apoio de qualquer outro tipo às Farc.
Em termos gerais, o relatório indica que ainda há, na América Latina e no Caribe, “vulnerabilidades como fronteiras porosas, capacidades limitadas para aplicar a lei e rotas estabelecidas de tráfico de pessoas e drogas, o que oferece oportunidades para grupos terroristas locais e internacionais".
"A corrupção, as instituições de governo frágeis, a cooperação insuficiente entre agências, uma legislação débil ou inexistente e a falta de recursos seguem sendo as principais causas da falta de vontade política significativa para combater o terrorismo em alguns países do continente", indicou o relatório.
O Departamento de Estado, no entanto, destacou avanços significativos do Brasil e Trinidad e Tobago nos esforços contra o terrorismo na região.

JORNAL O POVO (CE)


Uma trajetória de coincidências com o desastre

Testemunha, Zé Miguel reconta a tragédia que vitimou Castelo Branco e outras quatro pessoas. Ele presenciou o acidente da fazenda onde trabalhava

Thiago Paiva

O caminhar lento denuncia a idade avançada. O tempo, porém, não afetou as recordações do aposentado José Ribeiro dos Santos, o Zé Miguel, testemunha de uma das principais tragédias da aviação cearense. Aos 90 anos, narra com riqueza de detalhes aquilo que viu no dia em que uma colisão entre aviões vitimou o ex-presidente Humberto Castelo Branco e outras quatro pessoas.
A narrativa é permeada por coincidências que ligam Zé Miguel ao desastre aéreo. Cearense, nasceu em 1927, no distrito de Cipó dos Anjos, em Quixadá, a 158 km de Fortaleza. O Município é o mesmo de onde, 40 anos depois, partiu o avião que levava Castelo para o último voo.
Ainda em novembro de 1952, “fugido de uma seca”, mudou-se com a família para Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). No ano seguinte, passou a trabalhar como encarregado da fazenda da família Montenegro, zelando uma propriedade no bairro José Walter, à época Mondubim, à margem da avenida Perimetral. Foi de lá que Zé Miguel avistou um avião em queda, após um estrondo.
“Ouvimos uma pancada forte. Um avião caiu e outro saiu desequilibrado. Todo mundo correu. Foi feito depressa um acesso para os carros, porque veio todo mundo pra cá. Pela notícia das comunicações do aeroporto e tudo. Eles estavam aguardando a chegada do presidente lá e, num instante, vieram pra cá. Mas aqui a gente ainda não sabia que era o presidente que tinha caído”, conta.
Acompanhado de amigos e funcionários, Zé Miguel foi a pé até o local da queda, a cerca de 4 km da sede. Viu quando o socorro chegou e ainda quando um soldado carregou o corpo do ex-presidente nas costas. “Não sei em que carro levaram ele, mas vieram muitos carros grandes. Ficou cheio de gente. Um alvoroço”.
Logo que foi contratado, uma das primeiras obras de que participou na fazenda foi a construção da barragem da Lagoa do Circaú, mesmo local onde caiu o tip-tanque do jato TF-33 da Força Aérea Brasileira (FAB). A peça foi a única danificada no caça que provocou a queda do piper aztec em que viajava o presidente. O piper aztec caiu no terreno que foi recentemente inundado para a construção da barragem do rio Cocó. Segundo Zé Miguel, o local fica a 100 metros da cerca do terreno que pertencia à família dos Alencar, parentes do ex-presidente.
“Por pouco ele não caiu ‘em casa’, nas terras da família dele. Falo isso com segurança porque quem fazia o conserto das cercas era eu. Meu patrão era muito amigo deles. Daí, qualquer conserto das cercas, eu fazia, anotava tudo e depois eles dividiam os gastos, metade a metade”, enfatiza.
O restante de parte dessa história é conhecido por todos. Zé Miguel, porém, não se furta em repeti-la sempre que é questionado. “Eu me considero muito feliz de, nessa idade, ainda estar contando como tudo aconteceu”, se envaidece.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


La Fuerza Aérea israelí compra desmontado el último Boeing 707 de la Fuerza Aérea Brasilena


Javier Bonilla

La Fuerza Aérea de Israel compró el último Boeing 707 de la Fuerza Aérea Brasilena para usar como fuente de repuestos destinados a parte de una gran actualización de su flota de aviones tanqueros. El avión fue comprado ya desmontado hace algunos meses en un contrato por valor de 410.000 dólares- varias veces mayor que el que obtuvo la FAB en su remate (28.000 dólares- similar a los que definieron la suerte de los aparatos anteriores) de acuerdo con el Ministerio de Defensa de Israel. Dicha aeronave integró un lote de 4 unidades adquiridas por la FAB en 1986 de los inventarios de la antigua aerolínea Varig.
Las aeronaves de transporte y reabastecimiento de la IAF, Re’em y Saknai (alrededor de 14 Boeing 707 entre ambas variables), muchas próximas a 60 anos de edad, son necesarias y aún vigentes para misiones de largo alcance en Ias dos facetas, mientras se retiran los Boeing 707 dotados del sistema AEW & C 1AI Phalcon, ahora montado en aviones G550.
Mientras tanto, uno de los 767/300 convertido en carguero y reabastecedor por 1AI Bedek, que la FAB se había comprometido tiempo atrás a adquirir, fue vendido por el grupo israelí a la canadiense Cargojet Airways- aerolínea que posee una flota de Boeings 767 y 757- mientras se negocia con Brasil el pago de la multa por rescisión de contrato y por el retiro de los dispositivos de reabastecimiento en vuelo.
PORTAL CONSULTOR JURÍDICO


Princípio da proteção à família não impede que militar seja transferido


Revista Consultor Jurídico

A liberdade para as Forças Armadas movimentarem seus membros é de interesse público e se sobrepõe ao princípio da proteção da família. Com esse entendimento, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região reformou decisão da primeira instância e deu permissão para que o Exército transfira um militar de Olinda (PE) para São Paulo.
O militar entrou com o pedido alegando que sua transferência para unidade do Exército em São Paulo estaria ferindo o princípio constitucional da proteção à família. A liminar concedida então proibiu as Forças Armadas de transferi-lo para qualquer unidade que excedesse a distância de 100 km da cidade pernambucana.
A Procuradoria Regional da União da 5ª Região, unidade da Advocacia-Geral da União que atuou no caso, recorreu da decisão e alegou ao TRF-5 que o princípio que assegura proteção à família não é absoluto, devendo ser interpretado em harmonia com outras normas constitucionais que definem a relação entre a administração, os servidores e os administrados, proporcionando a necessária ordem administrativa.
A Procuradoria também argumentou que o caso em questão não trata da remoção de servidor público civil, mas de militar do Exército, sujeito à hierarquia e disciplina das Forças Armadas, de regime mais duro que o civil. “A movimentação de militares é uma peculiaridade inerente à própria carreira, o que significa dizer que militar nenhum possui a garantia de escolher o local em quer servir, principalmente quando patente a necessidade de serviço”, defenderam os advogados da União.
O TRF-5 concordou com os argumentos da AGU e suspendeu a liminar que impedia a transferência do militar. “[O tribunal] Adota firme entendimento quanto à prevalência do interesse público na movimentação dos servidores militares. [No caso] Fica clara a necessidade da administração pública de suprir espaços na unidade localizada no Estado de São Paulo”, determinou a decisão. Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.
Processo 0808087-71.2016.4.05.0000 – TRF5

PORTAL DEFESANET


XIV Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional será na próxima semana


Débora Sampaio

Equipes de Instituições de Ensino Superior (IES) de todo o Brasil, professores e alunos, e cadetes das Forças Armadas estarão reunidos, de 24 a 28 de julho, para o XIV Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional (CADN).
O evento será realizado na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende (RJ), e contará com a participação do secretário-geral do Ministério da Defesa (MD), general Joaquim Silva e Luna.
O objetivo do CADN é promover a interação entre os participantes e despertar nos congressistas civis o interesse por temas relacionados à segurança e à defesa, estimulando-os a refletirem sobre essas questões e, assim, contribuir para a consolidação de uma cultura de defesa no Brasil.
A programação do XIV CADN está dividida em duas partes: pela manhã, com a realização de palestras sobre temas voltados para segurança internacional, geopolítica, Defesa, Forças Armadas, missões de paz, Base Industrial de Defesa, entre outros; à tarde, será a vez de promover o debate sobre os artigos produzidos pelos participantes do evento.
Os integrantes das IES foram selecionados para participar do Congresso com base nos artigos científicos sobre Defesa Nacional, que lhes são exigidos no ato da inscrição. Neste ano, foram inscritas quarenta e seis equipes de IES, tendo sido selecionadas trinta e duas (um professor e cinco alunos de cada Instituição).
O evento contará com a participação de cento e noventa e dois civis, além de quinze equipes de cinco cadetes e aspirantes da Marinha, Exército e Aeronáutica. No total, serão duzentos e noventa e dois congressistas.
CADN
Coordenado pela Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto (SEPESD), do MD, o Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional é uma atividade realizada anualmente que segue orientações da Política e da Estratégia Nacionais de Defesa. O Congresso é realizado em sistema de rodízio entre a AMAN, a Academia da Força Aérea (AFA) e a Escola Naval.

MB e FAB participam de intercâmbio com a Marinha do Paquistão


Atendendo à solicitação da Marinha do Paquistão (MPq), o Estado-Maior da Armada coordenou a realização de um intercâmbio operativo entre a MPq e a Marinha do Brasil (MB) no período de 19 e 23 de junho.
O intercâmbio consistiu em uma visita de três oficiais aviadores navais, de aeronaves P3C, da Patrulha Marítima da MPq ao Esquadrão Orungan - 1º/7º Grupo de Aviação da Força Aérea Brasileira (FAB) e à Base Naval de Aratu.
Assim, o Capitão de Fragata Saleem Nasir, o Capitão de Corveta Hafiz Muhammad Saleem e o Capitão de Corveta Muhammad Junaid Alam pertencentes ao 28º Maritime Strike Squadron, localizado em Karachi, tiveram a oportunidade de, na FAB, trocar conhecimentos; visitar o Centro de Suporte à Missão; realizar treinamento no simulador de missão e de tripulação tática; e realizar um voo em aeronave P3AM.
Além das instalações da FAB, no último dia do intercâmbio, os Oficiais da MPq visitaram a Base Naval de Aratu, tendo o intercâmbio alcançado êxito no cumprimento do propósito acordado com aquela Marinha Amiga durante a IV Reunião de Estados-Maiores realizada no Paquistão em setembro de 2016

CCOPAB prepara militares para Missão Humanitária


As missões das Forças Armadas, previstas no Art. 142 da Constituição Federal, são a defesa da Pátria, a garantia dos poderes constitucionais e a garantia da lei e da ordem. Decorrentes de sua destinação constitucional, existem servidões para as Forças Singulares, também com previsão legal, dentre as quais está a participação em operações internacionais.
Nesse contexto, no ano de 2010, foi criado, no Rio de Janeiro, o Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), subordinado ao Ministério da Defesa, a partir da estrutura de uma organização militar do Exército Brasileiro, o Centro de Instrução de Operações de Paz.
A fim de preparar militares designados para missões de paz, o CCOPAB conduz uma série de estágios, cursos e exercícios avançados. Um deles é o "Estágio de Desminagem Humanitária”, cuja última edição foi concluída em 14 de julho, após cinco semanas de trabalhos teóricos e práticos. O objetivo da atividade foi capacitar militares brasileiros e de nações amigas a serem monitores ou supervisores em missões sob a égide de organismos internacionais.
O Estágio, realizado no idioma espanhol, teve duas semanas iniciais de Ensino a Distância (EAD), seguidas de outras três presenciais. Durante a fase EAD, foram abordados temas como: cenário mundial de ações contraminas; missões e programas sob a égide de organismos internacionais; educação para o risco de minas; e assistência a vítimas.
Nas semanas presenciais, os estagiários tiveram contato e praticaram assuntos relativos à aplicação operacional e gestão de uma Organização de Desminagem Humanitária, procedimentos relativos à neutralização e destruição de minas e artefatos explosivos, além de tópicos referentes ao planejamento e condução das atividades de monitor e supervisor de desminagem humanitária.
Concluíram o estágio 20 militares do Exército Brasileiro, três do Exército da Colômbia, dois do Exército do Paraguai e um do Exército Argentino.

PORTAL SPUTNIK BRASIL


China disputa mercado de drones de combate com os EUA


O drone chinês CH-5 "Rainbow" está pronto para entrar no mercado de veículos aéreos não tripulados de combate.
"O design do CH-5 foi finalizado e estamos prontos para produzi-lo em massa", confirmou o gerente do projeto do CH-5 ao jornal China Daily.
O Rainbow provavelmente vai competir com o MQ-9 Reaper, que se tornou o único drone usado pelas Forças Armadas dos EUA a partir de 1º de julho deste ano, quando o Predator foi aposentado.
ImagemOs produtores chineses não quiseram especificar quem é o mercado de seus novos produtos. Entretanto, o Wall Street Journal publicou na segunda-feira (17) que Emirados Árabes Unidos, Egito e Arábia Saudita já compraram drones chineses depois de uma negativa dos produtores estadunidenses.
"Para os EUA, esse é um golpe estratégico e comercial", observou o Wall Street Journal.
Os drones fabricados na China podem ser consideravelmente mais baratos do que os Predadores e Reapers da General Atomics.
"Estamos em sintonia com o que a China está fazendo", disse um funcionário da Casa Branca ao Wall Street Journal.
O CH-5 tem uma autonomia de voo de até 60 horas e pode carregar 24 mísseis. Ele pode ser usado para combate, inteligência, reconhecimento e vigilância.

KC-390, el avión brasileño que conquista los mercados mundiales

El KC-390, un avión militar de transporte fabricado por la compañía aeronáutica brasileña Embraer, realiza exhibiciones en distintos países del mundo. Su puesta de largo oficial tuvo lugar en el Salón Aeronáutico de Le Bourget (Francia), a finales de junio

ImagemEmbraer anunció a finales de junio que en los próximos meses espera firmar acuerdos para la venta de hasta seis unidades del KC-390, su nueva aeronave militar polivalente de transporte y reabastecimiento en vuelo, informó el medio Estado de Sao Paulo.
El primer acuerdo debe ser firmado con el Gobierno de Portugal. El valor final del contrato todavía se desconoce, ya que dependerá de la configuración y el equipamiento específico de cada aeronave. Pese a las cuestiones todavía pendientes, la entrada del avión de producción brasileña a la flota de un país miembro de la OTAN —mayor alianza militar del mundo— está considerada por la compañía como "un escaparate" para el mundo.
Algunos medios de comunicación de Argelia, Nueva Zelanda y Australia han informado acerca de la llegada del KC-390 brasileño a estos países como parte de una visita de exhibición que deberá tener lugar en una decena de países distintos.
Además, países como Argentina, Colombia, Chile, República Checa, Suecia y Alemania han mostrado interés en la adquisición del KC-390. Se estima que las ventas de la nueva aeronave podrían generar más de 200.000 millones de reales —cerca de 63.500 millones de dólares— a Embraer, según la revista brasileña Superinteressante.
OUTRAS MÍDIAS


D24AM (AM)


Esquadrilha da Fumaça se apresenta nesta quinta, na Praia da Ponta Negra

De acordo com o a FAB, a tarde festiva terá um colorido especial nos céus com a demonstração do Esquadrão de Demonstração Aérea com as aeronaves A-29
Com informações da assessoria
Manaus – Nesta quinta-feira, às 15h30, a Esquadrilha da Fumaça se apresenta na Praia da Ponta Negra, zona oeste de Manaus, em comemoração ao 144° Aniversário de Nascimento de Alberto Santos-Dumont, a ação é realizada pela Ala 8 da Força Aérea de Brasileira (FAB). As atividades são abertas ao público.
A programação, em homenagem ao Pai da Aviação e Patrono da Aeronáutica Brasileira, será iniciada com uma cerimônia militar, momento em que será entregue a Medalha Mérito Santos-Dumont. A condecoração é concedida a personalidades civis e militares, brasileiros ou estrangeiros que tenham prestado destacados serviços à Aeronáutica Brasileira ou, por suas qualidades ou seu valor, em relação à Aeronáutica, forem julgados merecedores. Na oportunidade, a população também poderá assistir ao desfile da tropa da Força Aérea.
De acordo com o a FAB, a tarde festiva terá um colorido especial nos céus com a demonstração da Esquadrilha da Fumaça, nome popular do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA). O público poderá, nessa ocasião, conferir as acrobacias do Esquadrão no cenário da Ponta Negra com as aeronaves A-29 do EDA.

JORNAL BRASIL DE FATO


Morte de Teori Zavascki completa seis meses e investigação segue sem conclusão

Cenipa aguarda laudos da Polícia Federal para produzir relatórios sobre a queda do avião, no litoral do Rio de Janeiro
O órgão responsável pela investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos no Brasil, o Cenipa, ainda espera laudos da Polícia Federal para concluir o relatório sobre a queda do avião que vitimou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, que completa seis meses nesta quarta-feira (19). Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), instituição a qual o Cenipa é subordinado, não existe prazo para encerrar a investigação.
O avião em que estava Zavascki, então relator da operação Lava Jato no STF, sofreu uma queda em Paraty, litoral do Rio de Janeiro. Após a trágica morte, a relatoria da Lava Jato foi redistribuída, por meio de sorteio, para o ministro Edson Fachin. A vaga de Zavascki foi preenchida por Alexandre de Moraes, ex-ministro da Justiça do governo do presidente golpista, Michel Temer (PMDB).
Além do ex-ministro, estavam na aeronave outras quatro pessoas, entre elas o empresário e dono do jatinho, Carlos Alberto Filgueiras, de 69 anos; a massoterapeuta Maira Lidiane Panas Helatczuk, 23 anos; sua mãe, Maria Ilda Panas, 55; e o piloto Osmar Rodrigues, 56.
Após a apurarão dos laudos, o relatório final será traduzido para o inglês e analisado pelos órgãos internacionais National Transportation Safety Board, dos Estados Unidos, onde a aeronave foi fabricada, e o Transportation Safety Board of Canada, que fabricou o motor do avião. As análises retornarão ao Cenipa, que dará o parecer final sobre o caso.
O avião em que estava o ex-ministro era de pequeno porte, do modelo Hawker Beechcraft King Air C90. Ele tinha capacidade para acomodar até oito pessoas e decolou às 13:01 do Campo de Marte, em São Paulo (SP), caindo por volta das 13:45, a 2 km de distância da cabeceira da pista do aeroporto de Paraty, próximo a Ilha Rasa.
A documentação da aeronave estava regular, com validade até abril de 2022, e a inspeção da manutenção anual era válida até abril de 2017, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ao menos uma pessoa afirma ter visto uma fumaça saindo da aeronave antes da queda e, também, segundo testemunhas, chovia muito no horário da queda.
Edição: Vivian Fernandes

JORNAL MERCADO E EVENTOS


O Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, será o palco da exposição de aviação até o dia 20 de agosto

Por Leonardo Neves
O Museu da Casa Brasileira (MCB), em São Paulo, está apresentando, em parceria com a Embraer, a mostra Design da Aviação Brasileira, que expõe um acervo de artefatos concebidos para voar, como modelos de aeronaves e planadores, uma linha do tempo mostrando a trajetória da aviação no Brasil contada através da história da Embraer, entre outros. A exposição está aberta desde o dia 1º de junho e irá ocorrer até o dia 20 de agosto, com entrada gratuita.
O local conta com diferentes atrações espalhadas por diversos pontos do museu paulistano, deixando os visitantes imersos em todos os aspectos que cercam a trajetória e o desenvolvimento do segmento aéreo no Brasil, desde antes mesmo de Santos Dumont, com os voos de balões de ar quente. No final da visita, os visitantes poderão ainda ter uma experiência de realidade virtual, onde irão poder explorar o espaço interno do avião militar KC-390, da Embraer.
“Como único museu no Brasil dedicado às questões do design, a oportunidade de mostrar esta tradição brasileira e trazer a trajetória da Embraer ao grande público é um importante momento de reforço da missão da instituição”, comentou a diretora geral do MCB, Miriam Lerner.

FOLHAMT


FAB fará palestra em Barra do Garças antes da apresentação da esquadrilha da Fumaça dia 26/7

Assessoria
Na próxima quarta-feira (26/07) além de acompanhar a apresentação da esquadrilha da fumaça as 16h30 no Porto do Baé, a população de Barra do Garças e região terá a oportunidade de conhecer com detalhes o trabalho da Aeronáutica.
Uma palestra que será realizada no período da manhã na Câmara Municipal irá orientar sobre civismo, patriotismo, cidadania e a importância do trabalho desempenhado pela FAB.
Haverá uma explanação direcionada aos jovens de como fazer o ingresso e alistamento, conhecer o Serviço Militar, Esquadrilha da Fumaça e outras atividades desenvolvidas pela Força Aérea Brasileira. A palestra com os integrantes da esquadrilha da Fumaça terá início às 10 horas.
PALESTRA - 10h00 NA CÂMARA MUNICIPAL
APRESENTAÇÃO – 16H30 NO PORTO DO BAÉ

REVISTA OLHAR DIGITAL


Estudo: barulho dos drones irrita mais que o dos carros

Leonardo Pereira
Um estudo preliminar conduzido pela Nasa revelou que as pessoas acham o som emitido pelos drones mais irritante do que aquele que sai dos carros. O que pode ser problema para empresas de varejo e entregas, que pretendem usar o recurso comercialmente no futuro.
Coautor do estudo, Andrew Christian, que atua no Centro de Pesquisas Langley, disse à New Scientist que a descoberta foi uma surpresa quase desagradável, já que esse nem era o propósito do trabalho.
Eles só queriam comprovar que o ambiente acústico de Langley poderia contribuir para as pesquisas da Nasa sobre drones. Tanto que só estudaram 38 pessoas. A baixa amostragem, entretanto, não causa desconfiança nos resultados, uma vez que os participantes não sabiam que estavam ouvindo o barulho de um drone e nem qual era o motivo do experimento.
O desconforto deles em relação aos dispositivos foi tamanho que o som era comparável ao de um carro que de repente ficou duas vezes mais próximo do que estivera. E a irritação supera a do barulho de veículos tradicionais mesmo quando ambos estão no mesmo volume.
Uma das explicações imaginadas por Christian e sua equipe está na vagareza dos drones. Como demoram mais que os carros para se locomover, eles permanecem por um tempo maior emitindo som no mesmo ambiente.
Os drones usados para o estudo são mais lerdos que os em desenvolvimento pela Amazon, que planeja criar máquinas capazes de alcançar 95 km/h. Em contato com a New Scientist, um porta-voz da companhia ressaltou que seus drones devem voar em altas altitudes ("bem acima das pessoas e estruturas") e de forma mais silenciosa.

A CIDADE (SP)


Atendidos do projeto Soldado Mirim recebem visita de aluno do ITA

Votuporanguense Matheus Henrique França Laranja, aluno do ITA e aspirante do CPOR da Aeronáutica, visitou o projeto social e ministrou aulas de reforço escolar
Seguindo no seu ideal de transformar vidas e oportunizar a inclusão social de crianças e adolescentes, a Prefeitura de Votuporanga e o Tiro de Guerra, dentro do Projeto Soldado Mirim, instituíram durante este período de férias, as aulas de reforço escolar.
Na manhã desta quarta-feira (1W7), além da monitoria oferecida pelos próprios atiradores do TG 02-0 o projeto ganhou mais um colaborador, o votuporanguense Matheus Henrique França Laranja, aluno do ITA - Instituto Tecnológico da Aeronáutica e aspirante do CPOR da Aeronáutica, de São José dos Campos.
O Centro de Preparação de Oficiais da Reserva - CPOR, da Aeronáutica de São José dos Campos, forma aspirantes a Oficial da Reserva da Aeronáutica, proporcionando aos alunos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) a prestação do Serviço Militar em nível compativel com sua formação técnico-profissional, além de atividades complementares para alunos do curso profissional do ITA (Aspirantes convocados), visando ao preparo militar de oficiais para o Quadro de Oficiais Engenheiros do Corpo de Oficiais da Aeronáutica (QOENG), da ativa.
Matheus esteve acompanhado pelo presidente da Câmara e também parceiro do projeto Osmair Ferrari, tendo sido recebidos pelo sargento Heróito Gomes, chefe de instrução da unidade militar. Também nesta quarta-feira, a tropa do Soldado Mirim foi conhecer as instalações do Fórum da Comarca e a sede do Ministério Público e, posteriormente, no auditório do MP, foram contemplados com uma palestra do Dr. José Vieira, promotor da Vara da Criança e do Adolescente. A primeira turma do projeto Soldado Mirim desenvolve várias atividades semanais e se estenderá até novembro, com as instruções ministradas por policiais militares, psicólogos e atiradores, além de visitas programadas aos vários órgãos da Prefeitura, Câmara Municipal, dentre outros.

BARBACENA ONLINE


Epcar celebra aniversário do Pai da Aviação

Cerimônia será no Pátio da Bandeira
Da Redação
O 144° aniversário de nascimento do Pai da Aviação, Marechal-do-ar Alberto Santos Dumont, será celebrado pela Escola Preparatória de Cadetes do Ar (Epcar) nesta quinta-feira (20). O comandante da Escola, Brigadeiro do Ar José Aguinaldo de Moura, presidirá a cerimônia no Pátio da Bandeira, às 10h, com entrada franca.
Durante a cerimónia o Patrono da Aeronáutica será homenageado com o hasteamento da insígnia e execução do toque de Marechal do Ar, posto mais alto da Força Aérea, e com a imposição da comenda de Mérito Santos Dumont. Oficiais e praças também serão condecorados com a "Medalha Militar". A Medalha de Mérito Santos Dumont foi criada em 5 de setembro de 1956, durante as comemorações do cinquentenário do voo do 14-Bis, e é concedida em quatro graus: Grande Colar, Ouro, Prata e Bronze. A condecoração é entregue a militares que se destacaram na profissão e também a civis que tenham prestado serviços à Aeronáutica.
Jovem mineiro, nascido em 1873, na fazenda "Cabangu", Santos Dumont dedicou anos de sua vida ao propósito de beneficiar a humanidade e protagonizou uma das façanhas mais importantes da história: elevar às alturas o 14-BIS, aeronave utilizada no primeiro voo de avião homologado da história da aviação. 

A TRIBUNA (SP)


Codesp desiste de incinerar gases tóxicos em Guarujá

Autoridade Portuária tem até esta quinta-feira para apresentar ao Gaema alternativas de descarte dos produtos químicos
Fernanda Balbino
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos, descartou que a queima dos gases tóxicos armazenados em instalações do Valongo, em Santos, aconteça em Guarujá. Nesta quinta-feira (20), termina o prazo estipulado pelo Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), do Ministério Público de São Paulo, para que a Autoridade Portuária apresente uma solução para o problema.
Os produtos tóxicos foram descobertos em um armazém por técnicos da área de Meio Ambiente da Codesp há cerca de dois anos. A estimativa é que de os cilindros estejam no local há 20 anos. Mesmo aparentando bom estado, pelo tempo que permaneceram esquecidos, eles perderam a garantia de controle de suas válvulas.
De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), sete cilindros contêm gases explosivos e 108, gases inflamáveis. Por isso, a maneira mais segura de descartar as mercadorias seria a queima dos componentes. Entre as cargas, está a fosfina (outra denominação do hidreto de fósforo), que é altamente tóxica e usada para erradicar pragas.
O plano da Docas era queimar o conteúdo dos cilindros na Base Aérea de Santos, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá. O material seria retirado do Valongo, carregado em uma embarcação e levado até a unidade da Aeronáutica, que fica às margens do canal de navegação.
No entanto, a Prefeitura de Guarujá se posicionou contra o transporte dos cilindros para o município. A alegação é de que a população da cidade não pode ser exposta a um risco, já que a própria Codesp reconhece o potencial destrutivo da carga.
Inicialmente, a Autoridade Portuária informou que, se um dos cilindros apresentar vazamentos, há a possibilidade de explosões. E como se tratam de gases tóxicos, o problema ainda poderia ocasionar a evacuação de vários bairros da cidade.
Depois, a Docas voltou atrás e disse que a situação não é tão alarmante. A estatal que administra o Porto afirma que os cilindros estão sendo monitorados através de câmeras e que há uma empresa contratada para avaliar as condições da mercadoria perigosa.
Discussão
O deputado federal Marcelo Squassoni (PRB) pretende levar o assunto à próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista (Condesb), onde os nove prefeitos da Região têm assento.
“Ainda estamos trabalhando por uma solução definitiva sobre o que fazer com os cilindros. Não se sabe ao certo os malefícios que essa queima poderia trazer, então, não tem sentido pôr em risco a população de uma cidade inteira e suas vizinhas”, destacou o deputado, que considera a hipótese de descarte do material em alto mar.

JORNAL DO GRANDE ABC


Morre empresário Jairo Cândido, um dos pioneiros da Defesa na região 

Soraia Abreu Pedrozo
Em região essencialmente industrial, dominada pelo segmento automobilístico, o empresário Jairo Cândido optou por investir no setor da Defesa e Segurança ao fundar o Grupo InbraFiltro em 1979, em Mauá – forte nome no ramo de blindagens e fornecedor das Forças Armadas e da Embraer.
Um dos pioneiros do segmento no Grande ABC, e personalidade fortemente atuante para ampliar o desenvolvimento da Defesa no Brasil, Cândido morreu na terça-feira, dia 18, aos 74 anos.
O empresário descobriu que sofria de leucemia em fevereiro e, após se submeter a três tipos de tratamento – e, mesmo assim, seguir à frente do grupo –, ele não resistiu. Cândido foi velado e enterrado no mesmo dia de seu falecimento, no Cemitério do Morumbi.
Diretor titular do Comdefesa (Comitê de Defesa) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Cândido foi um dos principais articuladores para que o governo escolhesse o avião-caça Gripen, da Saab, para substituir a frota das 36 aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira).
Tanto que selou parceria com a fabricante sueca para a criação da SBTA (São Bernardo Tecnologias Aeronáuticas) – que recentemente teve seu nome modificado para SAM (Saab Aeronáutica Montagens) –, joint venture responsável por gerenciar a cadeia de suprimentos e produzir partes estruturais do avião supersônico, como as asas e as partes traseira e dianteira da fuselagem, em São Bernardo. Após atrasos no cronograma, o início da confecção é esperado para 2019.

CNN MONEY


Brazilian aircraft takes on an American military icon

Perched in the cockpit of one of the newest military aircraft in the world as it streaks through the sky, I’ve got a front row seat for a Brazilian sales pitch aimed at unseating an American icon.
by Thom Patterson
Brazilian aircraft manufacturer Embraer brought its all-new prototype jet-powered KC-390 military cargo hauler to the Paris Air Show to woo the world’s military brass and convince them it’s time to give up Lockheed Martin’s C-130 Hercules.
The C-130 is the world’s longest-running production aircraft and the preferred workhorse of the U.S. Air Force. There are just over 1,100 military and civilian C-130s flying today that will eventually need to be replaced. Embraer wants to fill those spots.
"We do respect the competition" from Lockheed (LMT), said Embraer’s chief executive, Paulo Cesar de Souza e Silva. "It’s now time to have something newer and we are there for that."
The development of the KC-390 is also part of Brazil’s broader ambition to be a bigger industrial player on the world stage.
Better known for its small commercial airliners, Embraer has, until recently, avoided going head-to-head with bigger manufacturers like Boeing (BA) and Airbus (EADSF).
"In some ways, this jet is a proxy to Brazil’s rise as a global power," says to a report by Richard Aboulafia, Vice President of Analysis at the Teal Group, an aerospace consultancy.
The nearly 61-foot-long cargo deck of the new KC-390 can carry anything from armored vehicles and troops to humanitarian supplies and aerial refueling equipment. Zipping along at 300 mph and 15,000 feet above the French countryside, it’s hauling journalists for the first time.
Heavily updated little by little over the years, the U.S. Air Force is flying the latest model of the C-130J Super Hercules.
It has new engines and avionics, but the aircraft is the same basic shape that is has flown more than 1.5 million flight hours over 60 years.
And the U.S. military’s stamp of approval is no small hurdle to overcome.
That’s "more than just a product endorsement," Aboulafia said. It’s a guarantee that spare parts will be plentiful around the globe and the C-130 will continue to be upgraded for decades to come.
Both the KC-390 and Lockheed’s Hercules are designed to land on short, unpaved dirt or sand runways, and their engines can withstand the beating from rocks and dust.
But the faster jet-powered KC-390 has a 140-mph speed advantage over the 400 mph, four-propeller driven, Hercules. Embraer says the KC-390 can haul up to 50,000 pounds of cargo on its 19-foot longer cargo deck - about 6,000 more than Lockheed’s plane.
Perhaps most essentially, Embraer thinks it can replace the C-130 for less money.
The estimated price for each KC-390 would range between $50 million to $55 million, according to a 2016 report from the Teal Group -- around $15 million less than the Hercules.
It’s "a fantastic cargo box for the price," said Aboulafia.
Embraer is betting that politicians and taxpayers will give the KC-390 an advantage.
But Lockheed’s motto is "the only replacement for a Herc is another Herc."
The Brazilian rival may be less expensive, but there are attributes of the Herc that it can’t match.
The C-130’s straight wing can get it off the ground faster in battle with more troops or cargo.
"If you’re looking for combat lift, I think that the Herc’s just going to have an advantage," Aboulafia said. "If you’re looking to simply deliver stuff from one airfield to another, the KC-390’s probably going to have better economics."
Currently only two experimental KC-390s are flying, and the airlifter is still being tested, so it will be a while before it can declare victory.



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quinta-feira, julho 20, 2017 | Posted in , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Read More »

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 18/07/2017 / Governo deve retomar agenda para a aviação


Governo deve retomar agenda para a aviação ...  

Daniel Rittner ...  

O governo deve retomar no próximo mês as medidas para aumentar a competitividade do setor aéreo, que ficaram paralisadas após o agravamento da crise política com a delação de Joesley Batista.

A agenda tem ao menos cinco iniciativas:

teto para alíquotas de ICMS sobre querosene de aviação,
fim do limite ao capital estrangeiro nas empresas,
o acordo de céus abertos Brasil-EUA,
nova rodada de concessões de aeroportos,
e o início das atividades da "Asas" - subsidiária da Infraero, com 49% de participação da alemã Fraport, para prestar serviços na aviação regional.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Polícia Federal investiga elo entre Chapecoense, Conmebol e LaMia

A tragédia com a Chapecoense, em 2016, está no centro de investigação da Polícia Federal.

Paulo Roberto Conde / Alex Sabino / Luiz Consenzo De São Paulo

As autoridades tentam apurar por que, em meio a alternativas de voos comerciais, foi contratada a LaMia, empresa aérea boliviana dona da aeronave que caiu com 77 pessoas a bordo –71 morreram– em 29 de novembro, na Colômbia, com atletas, cartolas, comissão técnica, convidados e jornalistas.
A PF também investiga se as equipes brasileiras eram obrigadas a usar serviços da companhia por determinação de uma entidade superior, notadamente a Conmebol (Confederação Sul-Americana).
Na Argentina, a AFA (Associação de Futebol Argentino) repassava a clubes carta da Conmebol que indicava a LaMia para transporte em torneios do continente.
A investigação começou no início deste ano e está em andamento. Os policiais, como de praxe, não fazem comentários a respeito de inquéritos que estão abertos.
Apesar disso, a Folha apurou que os brasileiros sobreviventes na tragédia já foram ouvidos pelos investigadores nos últimos meses.
O zagueiro Neto, o goleiro Jackson Folmann, o lateral Alan Ruschel e o jornalista Rafael Henzel prestaram depoimento. A maioria das oitivas ocorreu em Chapecó. A eles foi pedido sigilo para que o conteúdo da apuração não vazasse.
Outra envolvida no acidente que teria sido ouvida pelos investigadores é a controladora Celia Castedo, que autorizou o plano de voo da LaMia entre a Bolívia e a Colômbia –após o acidente, ela pediu refúgio no Brasil.
Além da PF, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) também conduz uma apuração sobre a tragédia e ouviu os sobreviventes.
A comitiva que se dirigia à Colômbia deixou São Paulo em 28 de novembro de 2016 em aeronave da BOA, também boliviana. O destino era Santa Cruz de la Sierra.
De lá, o grupo pegou o avião da LaMia até Medellín. Ele caiu nas montanhas de Cerro Gordo, no município colombiano de La Unión.
Agentes da PF viajaram ao local para ajudar no processo de reconhecimento e no traslado dos corpos ao Brasil.
Antes do desastre, na véspera do jogo de ida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional (COL), a LaMia teve quatro pedidos de voar para o Brasil negados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
Além disso, a empresa estava sem seguro por ter atrasado o pagamento da apólice –outros problemas apontados foram pane seca e excesso de peso na aeronave.
Mesmo que o tivesse honrado a cobertura de seguro, esse não incluía Brasil e Colômbia. A LaMia tinha condição de viajar apenas para Peru, Síria, Afeganistão, Iêmen e alguns países da África. A seguradora não repassou o dinheiro para as famílias das vítimas.
Luiz Antônio Pallaoro, vice-diretor jurídico da Chapecoense, disse que o clube não foi procurado pela Polícia Federal. Ele afirmou que foi a LaMia que ofereceu os serviços para o transporte.
"A informação que temos é que a LaMia entrou em contato com a gente no ano passado. Essa informação obtive na época do acidente com os funcionários do clube", afirmou.
RECOMENDAÇÃO A CLUBES
Não teriam sido só times brasileiros a receberem recomendação para usar os serviços da companhia aérea boliviana.
A Folha apurou com um dirigente argentino que a AFA (Associação de Futebol Argentino) repassou aos clubes carta da Conmebol endossando a contratação da LaMia, que seria a empresa de confiança da entidade sul-americana.
A maioria seguiu a orientação, mas clubes como River Plate e Boca Juniors resistiram à ideia por já terem acordos com agências para o transporte da delegação.
A seleção argentina também usou a LaMia por sugestão da confederação. Dezenove dias antes do acidente com a delegação da Chapecoense, o elenco com Lionel Messi viajou com a empresa a Belo Horizonte para enfrentar o Brasil, pelas eliminatórias para a Copa.
Um integrante da comissão técnica disse à reportagem que os jogadores reclamaram das condições da aeronave, a mesma que cairia nos arredores de Medellín naquele mês de novembro.
Cartolas da AFA prometeram jamais requisitar novamente os serviços da companhia boliviana e disseram que, para evitar deslocamentos internos em aviões semelhantes, apenas marcariam jogos da seleção fora de Buenos Aires em caso de extrema necessidade.
A Folha entrou em contato com a assessoria de imprensa da Conmebol para saber a posição da entidade. Até a conclusão desta edição, não houve resposta.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Governo deve retomar agenda para a aviação


Daniel Rittner

O governo deve retomar no próximo mês as medidas para aumentar a competitividade do setor aéreo que ficaram paralisadas após o agravamento da crise política com a delação de Joesley Batista. A agenda tem ao menos cinco iniciativas: teto para alíquotas de ICMS sobre querosene de aviação, fim do limite ao capital estrangeiro nas empresas, o acordo de céus abertos Brasil-EUA, nova rodada de concessões de aeroportos e o início das atividades da "Asas" - subsidiária da Infraero, com 49% de participação da alemã Fraport, para prestar serviços na aviação regional.

JORNAL ZERO HORA


FAB oferece curso profissionalizante gratuito de auxiliar em saúde bucal em Canoas

Edital oferece 12 vagas para curso, que terá aulas teóricas e estágio prático.

O Hospital Aeronáutico de Canoas (HACO), da Força Aérea Brasileira (FAB), anunciou um curso profissionalizante gratuito de auxiliar em saúde bucal, com início previsto para 6 de novembro de 2017. As inscrições vão de 1º de agosto a 1º de setembro e são presenciais e gratuitas.
O curso deve capacitar o aluno para o auxílio nas diversas atividades de um consultório odontológico. Com aulas teóricas e estágio prático, o curso terá duração de seis meses.
Serão abertas 12 vagas, sendo necessário para se candidatar ser brasileiro, civil, ter 18 anos ou mais, ter concluído o Ensino Médio e apresentar a documentação solicitada. As inscrições são presenciais, no Hospital de Aeronáutica Canoas (Avenida Guilherme Schell, 3.950, próximo à estação Fátima do Trensurb, dentro do antigo Quinto Comando Aéreo Regional). O edital pode ser lido na íntegra aqui.
Após as inscrições, serão analisados os currículos dos inscritos, e 48 candidatos serão chamados para entrevistas. O resultado final deve ser anunciado em 20 de outubro.

JJ3054 – Brig Kersul: “não procuramos culpados"

Brigadeiro-do-ar Jorge Kersul Filho, comandante do CENIPA à época, avalia aprendizados a partir da tragédia de 10 anos atrás

Rodrigo Lopes

Durante dois anos, peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) se debruçaram sobre cálculos de dados das caixas-pretas do voo 3054 da TAM, reproduziram em simuladores a situação daquela noite chuvosa de 17 de julho de 2007 na escorregadia pista de Congonhas e analisaram as poucas peças que sobraram do Airbus para identificar as causas da tragédia.
No relatório final, 83 recomendações foram feitas a TAM, Airbus e Infraero, que administra o aeroporto paulistano. À frente do CENIPA à época estava o brigadeiro-do-ar Jorge Kersul Filho. Hoje na reserva, o militar avalia o que mudou na aviação brasileira desde o acidente.
O que foi aprendido a partir do acidente?
Aeródromos em centros de grandes conglomerados urbanos têm de ter cuidados especiais, têm de ser mantidos corretamente, de passar por reformas constantes. Essa foi uma frustração que ficou de ensinamento. Entre o Natal e o Ano-Novo que antecedera o acidente, nós, do Cenipa, nos reunimos com todos os que operavam no aeródromo de São Paulo e alertamos para a possibilidade de um desastre quando de chuva forte. Após a reunião, tomamos providências para que o acidente não acontecesse. E realmente não aconteceu (nas circunstâncias que se temia naquele momento). Todas as medidas que implementamos em Congonhas foram efetivas. Quando começou a reforma da pista, ficamos muito satisfeitos porque conseguimos evitar um acidente que víamos de grande possibilidade.
O que haviam estipulado?
Estabelecemos procedimentos para o caso de início de chuva, uma quantidade limite. A movimentação era interrompida, e alguém ia até a pista e media a camada de água em cima do asfalto. Várias vezes interrompemos a operação. Era um paliativo, o que resolveria realmente o problema de acúmulo de água na pista seria uma reforma, que veio a acontecer.
A questão envolvendo o grooving não foi preponderante para o acidente?
Quando ocorre um acidente, aparecem os especialistas de plantão. Começam a chutar o que foi a causa. Se você prestar atenção, nunca o CENIPA foi a público dizer que foi isso aqui que aconteceu. Porque não é nossa filosofia. Nessa ocorrência, vários fatores se somaram e culminaram com a ocorrência do evento. Se não tivesse sido numa cidade tão grande, numa pista que fica dentro da cidade, teria provavelmente consequências mínimas como outros dois do mesmo tipo que ocorreram no mundo.
Se a pista fosse maior, o avião teria parado
Esse acidente poderia ter acontecido em qualquer pista. Podia ter uma pista de cinco quilômetros, 20 quilômetros, tudo aconteceria como aconteceu. No início, diziam: ¿A culpa é da pista, a culpa é da pista¿. Depois: ¿A culpa é do reverso, a culpa é do mau tempo¿. A gente não procura culpados, a gente procura saber o que aconteceu para evitar que ocorra novamente. A pista, nesse caso, poderia ser maior, e o acidente aconteceria idêntico como aconteceu.
Seria possível, dentro dessa política de não elencar responsáveis, estabelecer graus de responsabilidade?
Não temos esse tipo de graduação. A responsabilidade está ligada a investigação policial. Vai ser usada pelo juiz para estabelecer culpa. A obrigação do Estado, no que diz respeito a investigações de acidentes aeronáuticos com fins de prevenção, deixa claro que não deve ser usada para outro fim que não o da prevenção. Se deixarmos de contar com a colaboração dos envolvidos no transporte aéreo, corremos o risco de não ter o transporte mais seguro do planeta. É graças a isso que um comandante, piloto, fala claramente a um investigador, porque sabe que aquilo não será usado contra ele. A Constituição nos preserva de não produzirmos provas contra nós mesmos. Se isso acabar, ninguém mais vai colaborar com a investigação.
Ficou confirmado que uma das manetes estava em aceleração?
Fizemos o que era possível para termos uma resposta física das posições das manetes. Não conseguimos. Porém, o gravador de dados demonstra que uma das manetes foi deixada na posição idle (ponto morto). Fizemos de tudo para provar fisicamente essa informação, mas não foi possível porque todo o sistema virou um bloco sólido por causa da temperatura. Então, tivemos de levar em consideração o que estava na gravação de dados.
Falha humana ou o computador pode ter registrado errado?
A probabilidade de erro no registro do computador ter acontecido é tão pequena. É mais fácil a gente morrer de um raio. Independentemente disso, o questionamento foi: ¿Não é um procedimento muito simples para um comandante com muita experiência deixar de fazê-lo? Sim, é simples, mas temos de levar em consideração que, meses antes, o fabricante modificou o procedimento para parada da aeronave, para uso dos reversores. Essa mudança pode ter levado a tripulação a fazer procedimento diferente do que haviam feito quando pousaram em Porto Alegre.
Em Porto Alegre, as duas manetes foram para baixo?
Exato, em Porto Alegre, o procedimento foi feito conforme novo procedimento estabelecido pelo fabricante. Em São Paulo há diferença. Não tem como a gente afirmar categoricamente. Podemos dizer que o que está registrado é isso. Aí fica: pô, mas não pode ter sido falha do computador, que não registrou isso aí? Pode, mas é ínfima. Pode a tripulação ter feito procedimento diferente? Pode, mas só eles poderiam confirmar isso.
Congonhas tinha no histórico outro acidente, em 1996. O aeroporto deve continuar operando onde funciona?
Essa decisão prefiro não comentar porque não está no meu nível decisório.
Em 2007, o Brasil enfrentava um caos aéreo: outro acidente um ano antes, com o avião da Gol, a revolta dos controladores aéreos. O que mudou de lá para cá?
O controle hoje tem melhores sistemas do que tinha na época, houve contratação de controladores e a formação é melhor. Há novos equipamentos. Tenho certeza de que o controle de tráfego aéreo hoje é melhor do que ontem e é pior do que amanhã. Amanhã ele vai estar melhor, mas não vamos conseguir um sistema infalível. O ser humano está envolvido, e o ser humano não é infalível.
No caso de Congonhas, o senhor acha que o piloto poderia ter arremetido?
Como piloto, você sempre deve considerar a possibilidade de arremetida. Quando vem para o pouso, deve vir pensando que, se um animal entrar na pista, deve arremeter. Se um veículo entrar na pista, é bom que arremeta. Se não está confortável, é bom que arremeta.
Seria possível, no caso do voo da TAM, arremeter, mesmo após aberto o reverso?
Tem de ver o procedimento estabelecido pelo fabricante da aeronave, porque ele treinou isso milhares de vezes. Ele sabe qual é a melhor probabilidade de dano.
Os reversores são um extra?
Todo mundo vai usar sempre, porque é um extra. Aquela pista é suficiente para eu parar, e se usar o reverso, sei que vou parar bem antes. Então, todo mundo usa. É um bônus. Eu paro naquela pista sem reversores, só com os freios.
Como era a pressão por respostas à época?
Fui a Porto Alegre me reunir com os familiares, a pressão era grande e compreensível: aquelas pessoas tinham acabado de perder entes queridos. Todo mundo tentou fazer o seu melhor. Às vezes, a gente não agrada porque não tem a resposta para dar, mas nunca escondemos qualquer resposta. Sempre divulgamos tudo o que tínhamos.

PORTAL G-1


Dez anos após acidente da TAM, veja principais mudanças no Aeroporto de Congonhas

Terminal tinha o maior tráfego de passageiros do mercado doméstico. Nos últimos 10 anos, houve alterações nas pistas, na torre de controle e uso de novas tecnologias.

Por Tahiane Stochero G1 Sp, São Paulo

O acidente com avião da TAM que deixou 199 mortos em 2007 fez a comunidade ligada à aviação civil no país ter maior preocupação com o Aeroporto de Congonhas, encravado na Zona Sul de São Paulo e palco da tragédia. Naquele 17 de julho, um Airbus A-320 da companhia aérea atravessou a pista de pouso de Congonhas sem frear e colidiu com um prédio da TAM, localizado do outro lado da Avenida Washington Luis.
Nos últimos 10 anos, a Infraero, empresa pública federal que administra os aeroportos do país, a Aeronáutica, que controla o espaço aéreo, e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), responsável por fiscalizar e padronizar as normas da aviação civil, fizeram uma série de remodelações na infraestrutrura aeroportuária do terminal.
Os órgãos ressaltam que as mudanças não ocorreram por causa do acidente e que foram tomadas para a melhoria do tráfego aéreo no terminal, que fecha diariamente das 23h às 6h. Em 2016, segundo o site da Infraero, 20,8 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto - mais do que a capacidade de Congonhas, que é de 17,1 milhões de passageiros por ano.
Na época do acidente, apesar de o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, já ser o maior do país, Congonhas liderava o ranking de aeroportos brasileiros no quesito tráfego de passageiros do mercado doméstico, segundo dados da Anac e da Infraero. Guarulhos superava devido ao maior fluxo de passageiros e de voos internacionais.
Em 2008, um ano após a tragédia, o G1 divulgou que o Aeroporto de Congonhas perdeu mais de 2 milhões de passageiros (20,78% do total anterior), quando se comparava o primeiro trimestre daquele ano em relação com o mesmo período de 2007, antes da tragédia.
O movimento de aeronaves caiu 13,69% no ano posterior ao do acidente, em especial devido às restrições impostas pela Anac, que restringiu o número de aeronaves de aviação comercial no aeroporto de 40 para 30 por hora.
Aviões da GOL e da TAM (LATMA) são vistos em um dia chuvoso na pista do aeroporto de Congonhas, em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Veja algumas readequações feitas em Congonhas nos últimos 10 anos:
Tamanho de uso das pistas para pousos e decolagens
A pista principal, que em 2007 tinha 1.940 metros, passou a ser usada com 1.790 metros para decolagem e 1.660 metros para pouso. Já a pista auxiliar, de 1.345 metros, passou a ser usada integralmente apenas para decolagem, passando a ter apenas 1.195 metros operacionais nas circunstâncias de pousos, para proporcionar melhores condições de segurança e espaço de manobra aos pilotos.
Na pista auxiliar, foram feitos tratamentos de juntas, frenagem, recapeamento, grooving (ranhuras) e sinalização horizontal, concluídas poucos dias após o acidente (21 de julho de 2007). Já a reforma completa da pista principal foi finalizada em setembro do mesmo ano, quando foi instalado um novo sistema de balizamento, com sinalização luminosa, removida a pintura das faixas na pista e implantado o grooving.
Nova torre de controle de tráfego aéreo
Entregue em 2013, segundo a Infraero, a nova torre tem 44 metros de altura e 126 m² de área de trabalho – duas vezes mais alta e três vezes mais espaçosa que a antiga, que deixou de operar e agora é usada como área administrativa da Aeronáutica.
Medições e controle de textura e atrito de pista
A Infraero passou a medir, semanalmente, o coeficiente de atrito da pista e, quinzenalmente, faz ensaios de macrotextura, através do método da mancha de areia, que verifica a profundidade média da superfície do pavimento. Quando são apontadas diferenças nos indicadores, é programado o desemborrachamento do asfalto, que passa por medição após esse processo. Os resultados são comunicados à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e às companhias aéreas.
Novo sistema de controle de tráfego áero
O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), órgão da Aeronáutica que administra a supervisão dos voos no país e que é responsável pela torre de controle de Congonhas, implantou no aeroporto, em 2011, um novo sistema de gerenciamento de voos, chamado de "Sagitario", em substituição ao antigo X-400. Segundo o brigadeiro da Aeronáutica Luis Ricardo de Souza Nascimento, subchefe de operações do Decea, "o software foi atualizado baseado em padrões internacionais e que permitiram aos controladores atuarem com mais voos ao mesmo tempo", além de novos padrões redundantes de segurança. Uma das facilidades do software, diz o brigadeiro, é que ele automaticamente transfere o voo para a outra área de controle. Por exemplo: um voo parte de Congonhas com destino a Brasília. Pelo antigo sistema, o controlador de São Paulo tinha que telefonar para o controle de tráfego aéreo de Brasília para "passar" a responsabilidade pelo controle da aeronave. "Hoje isso é feito automaticamente pelo sistema, o software faz isso como se fosse um WhatsApp, uma mensagem rápida, facilitando o trabalho do controlador e permitindo também um maior número de aeronaves voando por controlador", explica o militar.
Chuva e escolha do piloto
Sempre que há chuva intensa em São Paulo ou quando pilotos e companhias aéreas pedem, a lâmina d"água da pista é medida, para verificar se o terminal tem condições de continuar em operação durante a precipitação. A medição ocorre em pontos pré-definidos da pista e os dados são repassados à torre de controle, que repassa os mesmos aos pilotos que pretendem pousar em Congonhas, para que ele decida se irá ou não pousar no aeroporto.
Deslocamento para a pista principal
Antes, a Anac permitia 48 movimentos por hora no aeroporto, número que caiu para 33 hoje. A aviação regular teve movimentos reduzidos ou deslocados da pista principal para a auxiliar. Durante muitos anos, o setor aéreo pleiteou mais espaço em Congonhas. O argumento das empresas aéreas era de que não foi a capacidade do aeroporto que provocou o acidente da TAM. Para elas, a restrição foi uma decisão tomada no calor das emoções e sem embasamento técnico. Congonhas sempre foi o aeroporto mais disputado pelas empresas aéreas. Os executivos que embarcam ou desembarcam em São Paulo preferem Congonhas à Guarulhos e pagam tarifas maiores para voar. A ponte aérea Rio-São Paulo é a rota mais rentável do país.
Depois de 2014, o debate pela ampliação de Congonhas esfriou, apurou o G1. A crise econômica afetou severamente as companhias aéreas, que devolveram aviões por falta de demanda por transporte aéreo no país. Hoje a prioridade da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), entidade que representa o setor, é negociar com governo medidas relacionadas à reduções de custos em vez de mudanças que visam à expansão do setor, como o aumento da capacidade de Congonhas.

AGÊNCIA BRASIL


Misto de sentimentos marca saída dos militares brasileiros do Haiti


Alex Rodrigues / Valéria Aguiar Repórter Da Agência Brasil

A pouco mais de três meses para o fim da Missão de Estabilização da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, os últimos 978 militares brasileiros a participar da chamada Operação Minustah (abreviatura do nome da missão, em francês) se preparam para retornar ao Brasil, experimentando um misto de sentimentos e a expectativa de que o povo haitiano conheça tempos melhores.
Segundo a Resolução 2.350/2017, aprovada pelo Conselho Segurança das Nações Unidas em abril deste ano, todo o efetivo militar empenhado na missão deve deixar o país gradualmente, até 15 de outubro, quando a operação será oficialmente encerrada. A partir desta data, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituirá sua Missão de Apoio à Justiça (Minujusth) naquele que é considerado o país mais pobre das Américas e um dos mais carentes do mundo.
A desmobilização do efetivo teve início no último dia 26. As ações, no entanto, continuam. O Batalhão de Infantaria brasileiro, por exemplo, vem ajudando no mapeamento dos locais mais suscetíveis a desastres naturais. O conhecimento prévio destes locais é extremamente importante caso o país caribenho volte a ser atingido, por exemplo, por um furacão, fenômeno comum entre os meses de junho e novembro. Segundo dados da ONU, o Haiti é o país com o maior número de vítimas fatais por catástrofes naturais.Força de Paz no Haiti
Em 15 de junho, a Minustah transferiu para a Polícia Nacional haitiana o policiamento de Cité Soleil, comuna do coração da capital haitiana, Porto Príncipe, que, até 2006, era dominada por gangues que ameaçavam os moradores, trabalhadores e qualquer pessoa que visitasse o local. A tropa brasileira continua ocupando a base militar instalada no local e realizando patrulhas esporádicas, mas após ter sido considerada uma das áreas mais violentas do mundo, hoje, Cité Soleil é tida como local relativamente seguro.
De acordo com o Ministério da Defesa, a previsão é encerrar as operações de manutenção da lei e da ordem até o dia 1º de setembro e trazer de volta à casa 90% dos militares brasileitos até 15 de setembro. Os soldados e oficiais que permanecerem no país após esta data serão encarregados de cuidar exclusivamente das últimas medidas administrativas necessárias à repatriação, até 15 de outubro, de todo o material e equipamento brasileiro.
Segundo o comandante de esquadrão do Pelotão de Fuzileiros, cabo Walace Leite Dantas, um misto de sentimentos cresce à medida que se aproxima a data do encerramento da missão. “O sentimento de servir no Haiti, especialmente neste contingente responsável por encerrar a presença brasileira junto a Minustah, mistura felicidade com a responsabilidade de não jogar fora tudo o que foi feito pelos que nos antecederam”, disse Dantas a Agência Brasil. “Não vou dizer que a expectativa de retornar ao Brasil aumenta à medida que se aproxima a data final porque a vontade de ficar e continuar ajudando quem precisa é maior”, completou o cabo.
Desde 2004, quando foi escolhido para liderar a missão de estabilização formada por tropas de 16 países, o Brasil enviou ao país cerca de 37 mil militares, segundo o Ministério da Defesa. O maior contingente é o do Exército, que mobilizou 30.359 homens e mulheres. A Marinha enviou 6.299 militares e a Aeronáutica, 350. O efetivo que se encontra no Haiti desde maio é o 26º e último contingente brasileiro deslocado com a missão de ajudar a reestabelecer a segurança e a normalidade institucional após a turbulência política que culminou com episódios de violência durante protestos e manifestações políticas e com a renúncia do então presidente Jean Bertrand Aristide, eleito em 2000.
Para o comandante do esquadrão de fuzileiros, capitão Daniel Nicolini de Oliveira, a participação brasileira no Haiti deixa o sentimento de dever cumprido, mas também a apreensão pela responsabilidade de que os resultados positivos da missão sejam mantidos.
“Hoje, ao andarmos pelo Haiti, constatamos o quanto a Minustah ajudou o país. A expectativa de retornar ao Brasil e rever a todos os que nos apoiaram e que torcem por nós é grande. Assim como é grande a responsabilidade de desmobilizarmos o batalhão e repatriar todo o material brasileiro, o que demanda uma logística muito grande”, comentou o capitão, convencido de que o efetivo brasileiro “somou positivamente para com a missão da ONU”.
Oliveira diz que guardará a lembrança de um país receptivo, cujo povo vem se esforçando para melhorar a cada dia. “Também guardarei a lembrança de como é gratificante poder ajudar o próximo; do reconhecimento que temos quando andamos nas ruas e de como crescemos pessoal e profissionalmente travando contato com uma outra cultura e com problemas diversos. Esta foi uma experiência ímpar para nós, soldados da paz”, acrescentou o capitão.
Quando recebeu o convite do Conselho de Segurança da ONU para liderar a Minustah, o governo brasileiro enxergou a oportunidade de, além de ajudar o Haiti, projetar a imagem do Brasil internacionalmente, o que coincidiu com o projeto estratégico de tentar consolidar a liderança regional do país. Ao longo dos anos, principalmente durante os primeiros tempos, não faltaram críticas à iniciativa. Como as feitas por entidades que classificavam a presença militar estrangeira como uma ação intervencionista, que desmobilizava da capacidade do Haiti encontrar soluções democráticas para seus próprios problemas políticos. Em 2006, o então ministro da Defesa brasileiro, Celso Amorim, enfatizou, durante reunião com representantes de 16 países e de 11 organizações internacionais, que a ação internacional deveria focar mais no combate à pobreza e no fortalecimento da capacidade do Estado haitiano de prestar serviços à população, com “bulldozers [escavadeiras] e betoneiras ocupando o lugar dos carros de combate”.
Em janeiro de 2010, quando o Haiti foi devastado por um terremoto de 7 graus na escala Richter, a situação humanitária se agravou e a ajuda internacional se tornou ainda mais necessária. Mais de 220 mil pessoas morreram, entre elas a médica brasileira Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, e o diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, vice-chefe da missão de paz da ONU. Cerca de 300 mil pessoas ficaram feridas e mais de 1,5 milhão de haitianos ficaram desabrigados. Em meio à destruição, uma epidemia de cólera se alastrou entre a população, provocando uma nova onda de violência que precisou ser contida com o uso da força.
Infelizmente, a tragédia haitiana ainda estava longe do fim. Em outubro de 2016, o país foi atingido pelo Furacão Matthew, que afetou cerca de 2 milhões de pessoas, matando centenas delas. O furacão também destruiu sistemas de água e esgoto recém-construídos, provocando inundações e agravando os problemas de saúde pública. O efetivo da Minustah foi novamente acionado para desobstruir estradas bloqueadas e levar água, comida e medicamentos à população de comunidades isoladas, além de, mais uma vez, ajudar na reconstrução de casas e da infraestrutura afetada.
Os brasileiros de “capacetes azuis” (usados pelos militares que integram a missão de paz) também tocaram obras de engenharia importantes para a reconstrução do Haiti. Para se ter uma ideia, entre os 978 militares do atual contingente brasileiro no país, 120 integram a Companhia de Engenharia de Força e Paz. Ao longo dos anos, a companhia participou de inúmeras ações com vista à melhoria da infraestrutura nacional e das condições de vida dos haitianos, como a construção de escolas, orfanatos, hospitais, unidades de polícia e estradas e outras instalações militares, além da perfuração de poços artesianos, regularização de terrenos e remoção de escombros e de entulho.
Já os 850 membros do Batalhão de Infantaria continuam encarregados da missão de manter um ambiente seguro e estável, realizando patrulhas, escoltando comboios, fiscalizando o movimento nas principais estradas e avenidas haitianas e dando a segurança necessárias às demais ações humanitárias.
Por outro lado, ao participar de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, no último dia 5, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse que, embora a participação militar no Haiti seja um caso de sucesso junto a ONU, “talvez o maior caso de êxito em missões de paz”, o Brasil deixou de aproveitar as oportunidades econômicas decorrentes dos esforços empenhados.
“Chegamos [ao Haiti] desavisados e perdemos enormes oportunidades porque pouco conseguimos aportar e criar [em termos de] oportunidades para as empresas brasileiras. Também negligenciamos trazer lideranças haitianas para o Brasil, para se capacitarem”, comentou o comandante ao defender a importância de uma maior integração entre as Forças Armadas, o serviço diplomático brasileiro e a área econômica no tocante a assuntos estratégicos militares.
Segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, de 2004 até o fim de 2016, o Brasil investiu cerca de R$ 2,5 bilhões na Minustah. Cerca de R$ 431,3 milhões foram reembolsados pela ONU.

REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS


Em mensagem gravada, Temer tenta recolocar a pauta da reforma da Previdência

Presidente também falou em acelerar a reforma tributária

Em uma mensagem gravada nesta segunda-feira (17/07), e publicada nesta noite nas redes sociais, o presidente Michel Temer ignora a pauta da denúncia e foca na estratégia de exaltar a aprovação da reforma trabalhista e tentar recolocar a pauta da reforma da Previdência. Na mensagem, de pouco menos de quatro minutos, Temer afirma que a semana passada foi marcada por "dias de muitos trabalhos e excelentes resultados para o país". "Dias desafiadores, mas mantivemos a pauta das reforma e avançamos ainda mais", afirmou.
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A maior parte de sua fala foi dedicada a defesa da reforma trabalhista, mas o presidente - que, segundo interlocutores, quer reforçar a sua imagem reformista - também falou de retomar a reforma da Previdência e acelerar a reforma tributária. Em março, entretanto, o presidente já havia dito que enviaria medidas provisórias sobre o tema para a Câmara. "Meus amigos, minhas amigas, eu tenho muito orgulho em dizer que vencemos a maior recessão de nossa história. E temos que celebrar, volto a dizer, a reforma trabalhista. A revolução que fizemos na relação entre patrão e empregado faremos também ao simplificar nosso sistema tributário. Esse será outro ponto que levaremos adiante em brevíssimo tempo", prometeu.
Também como parte de uma estratégia para tentar mostrar empenho na retomada da agenda, sem citar a denúncia, o presidente fez uma defesa da reforma da Previdência e disse que "governo, parlamento e sociedade brasileira têm ainda um desafio maior: salvar as nossas futuras gerações" o que, segundo ele, significa "salvar a Previdência Social". "O Brasil continuará avançando. Coragem e disposição para fazer o que é preciso ser feito. É nisso que eu acredito, é isso que continuarei a fazer. Vamos juntos transformar o país", completou.
Na mensagem, Temer diz ainda que seu governo começou inspirado no programa uma Ponte para o Futuro, do PMDB, e que agora "esse compromisso escrito tem se tornado realidade". "A maior prova é a aprovação da reforma trabalhista. A modernização trabalhista agora é lei. Nem os mais otimistas esperavam que fosse possível recuperar o tempo perdido tão rapidamente", afirmou, repetindo a frase dita em seus discursos recentes de que a nova lei coloca o Brasil "no século 21 nas relações trabalhistas".
Segundo Temer, muito ainda se falará sobre essa legislação e sobre a criação de novos empregos que ela permitirá. "Milhões de trabalhadores e trabalhadoras que vivem hoje na informalidade terão enfim suas carteiras assinadas. Estamos mudando o Brasil para melhor", afirmou.
Agenda positiva
Ao destacar os indicadores econômicos, Temer também usou parte de sua fala para falar do agronegócio. "Do campo não para de chegar boas notícias", disse. "Eu e o ministro Blairo Maggi nos dedicamos a melhorar a gestão do agronegócio e o planejamento já trouxe resultados. Nossa safra de grãos bate novos recordes e estima-se que chegará em 240 milhões de toneladas este ano", destacou. "Com isso, a inflação caiu ainda mais, e o brasileiro já paga menos para comer, menos para vestir, menos para morar."
O presidente disse ainda que os juros seguem em ritmo de queda, mas que "os resultados positivos não param por aí". "O crédito para a pessoa física só aumenta. A renda média do trabalhador vem subindo", afirmou.
O discurso reforça a estratégia de Temer, que tem pedido aos seus ministros inclusive que levantem possibilidades de pautas positivas, com apelo popular, e que pequenas medidas que possam atingir a população para tentar melhorar sua popularidade. "A renda média do trabalhador vem subindo. O fluxo de veículos pesados nas estradas cresce há 7 meses, um indicador de melhora da economia. Pelo terceiro mês seguido nosso país registra criação positiva de empregos. Os investimentos e os empregos estão voltando", elencou ao citar geração de vagas apurada pelo Caged em junho, divulgado nesta tarde de segunda-feira, 17.
Temer destacou ainda a sanção da MP de regularização fundiária, feita na semana passada, pela qual "milhões de brasileiros sem escritura em breve terão documento de suas casas em cidades e terreno no campo". "Melhoraremos nossa competitividade no campo empresarial, abrindo novos mercados para empresas nacionais, gerando empregos para todos os brasileiros", acrescentou.


PORTAL DEFESANET


Esquadrão Cobra completa 34 anos de voos em prol do País

Entre as atividades da Organização Militar está o transporte de órgãos e de pacientes

O Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo (7° ETA), conhecido como Esquadrão Cobra, completou 34 anos de atividades na Região Amazônica. A cerimônia militar foi realizada no hangar do esquadrão, sediado em Manaus (AM), na última terça-feira (11/07) e reuniu militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea.
Durante o discurso, o Comandante da Unidade, Tenente-Coronel Aviador Kazuhiko Toda, falou das missões desempenhadas pelo 7° ETA. “Temos que ter orgulho também porque a nossa missão continua e poderemos nos dedicar com todas as energias nas missões de transporte aéreo logístico, levando o apoio para as localidades mais isoladas; nas missões de evacuação aeromédica, para que os enfermos possam dispor de melhores recursos dos grandes centros; e, principalmente, nas missões de luta e de esperança pela vida, por meio do transporte de órgãos vitais. Tudo isso faz com que a cada dia estejamos mais alinhados com a missão da FAB de integrar o território nacional e continuarmos sendo os Anjos da Amazônia”, disse.
O Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo opera as aeronaves C-97 Brasília e C-98A Caravan. Ao longo de sua história, o esquadrão tem desempenhado importantes ações voltadas para a integração nacional e, também, é reconhecido por missões de cunho humanitário e, por isso, os militares do 7° ETA ficaram conhecidos na região como “Anjos da Amazônia”.
“Somente com o árduo trabalho e o espírito vibrante de cada um de vocês, estamos podendo comemorar mais um ano repleto de missões que nos orgulham e nos enchem de emoção, por estarmos salvando e apoiando aqueles que mais precisam da nossa presença aqui na Amazônia”, concluiu o comandante.

OUTRAS MÍDIAS


REVISTA SOCIEDADE MILITAR (RJ)


OPORTUNIDADE. VOLUNTÁRIOS Sem CONCURSO – Seleção para VAGAS na Força Aérea para MILITARES TEMPORÁRIOS

Será realizada AVALIAÇÃO CURRICULAR E SELEÇÃO. A Avaliação Curricular, que é realizada por meio da análise dos documentos comprobatórios apresentados pelos candidatos no momento da inscrição, valendo um total de até 100,0 (cem) pontos, verificará o nível de experiência profissional e aperfeiçoamento do candidato, em estrita observância às normas contidas neste Aviso de Convocação.
O Comando da FAB INICIA o processo de Convocação para uma Seleção de Profissionais de Nível Superior, com o objetivo de escolher voluntários à prestação do Serviço Militar Temporário, devidamente habilitados e que atendam às condições e às normas estabelecidas em Aviso de Convocação.
O Quadro de Sargentos da Reserva de 2ª Classe Convocados (QSCon) destina-se a preencher, em caráter temporário, em tempo de paz, claros existentes na estrutura das Organizações Militares do COMAER, porventura não supridos pelos Quadros de Sargentos de carreira, pertinentes às áreas profissionais de nível médio.
As inscrições ocorrerão no período de 17 de julho de 2017 a 28 de julho de 2017. Os requisitos específicos dependem da especialidade pleiteada pelo candidato.
Para os profissionais de nível médio, os requisitos mínimos são:
a) para a especialidade de Arrumador:diploma que comprove conclusão do ensino médio e diploma de curso técnico, dependendo da especialidade, o candidato deverá apresentar o seu diploma de Curso Técnico em Eventos ou em Restaurante e Bar, conforme Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação – 3ª edição;
b) para a especialidade de Cozinheiro:diploma de ensino médio e diploma de curso técnico, dependendo da especialidade, o candidato deverá apresentar o diploma de Curso de Formação Inicial e Continuada de Cozinheiro ou de Cozinheiro Industrial, conforme Guia PRONATEC de Cursos de Formação Inicial e Continuada do Ministério da Educação – 4ª edição; e
c) para a especialidade de Motorista-Bombeiro:diploma de ensino médio, comprovante de realização do curso para condutores de veículos de Emergência (com carga horária mínima de 50 horas) e comprovante de realização do curso de treinamento de prática veicular em situação de risco, conforme Art. 145 do Código de Trânsito Brasileiro.
O candidato deverá dar especial aos Parâmetros de Qualificação Profissional, visando à pontuação na Avaliação Curricular.
As vagas são?
a) Arrumadores, Cozinheiros e Motoristas-Bombeiros: Rio de Janeiro (6 para Arrumadores e 4 para Cozinheiros) e,
b) São Paulo-SP/Guarulhos-SP (8 para Motoristas-Bombeiros).
O candidato poderá inscrever-se apenas para UMA LOCALIDADE e UMA ESPECIALIDADE.
VAGAS PARA O RIO DE JANEIRO E VAGAS PARA SÃO PAULO.

PORTAL O SÃO GONÇALO (RJ)


Concursos somam 222 vagas

Três boas opções “esquentam” as opções de concursos públicos no mês de julho. A Aeronáutica abre, na próxima sexta-feira (21), 288 vagas para admissão ao Curso de Formação de Sargentos. A Codemar e a Câmara de Nilópolis também continuam inscrevendo e assim, ao todo, as oportunidades somam 222.
De acordo com o Comando da Aeronáutica, o concurso visa admissão para o segundo semestre de 2018 (EA CFS 2/2018). Para participar do processo, o candidato precisa ter nível médio completo. O número de vagas para cada função diferente. Para aeronavegantes, nas especialidades de Comunicações e Foto Inteligência, são oferecidas 23.
Para não-aeronavegantes nas especialidades de Guarda e Segurança, Eletricidade e Instrumentos, Meteorologia, Suprimento, Informações Aeronáuticas, Cartografia, Desenho, Estrutura e Pintura, Eletromecânica, Metalurgia e Bombeiro, são 137. Já para a área de Controle de Tráfego Aéreo (BCT) são 128 cargos.
A especialidade de Guarda e Segurança será apenas para candidatos do sexo masculino, ficando as demais áreas abertas também para mulheres. A Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar) continua com inscrições para 132 oportunidades, sendo 58 vagas imediatas e 74 de formação de cadastro reserva, aos três níveis de escolaridade (fundamental, médio e superior). As chances são para: Advogado, Analista de Licitações, Arquiteto, Administrador, Contador, Analista Técnico, Arquivista, Assistente de Operações, Auxiliar de Topografia, Avaliador de Imóveis, Cadista, Operador de Rádio, Técnico de Edificações, Técnico em Contabilidade, Topógrafo, Agente de Campo, Assistente Administrativo, Recepcionista, Norteador (Sinalizador), Operador de Pushback, Auxiliar de Escritório, Auxiliar de Serviços Gerais e Motorista.
Já a Câmara de Nilópolis, na Baixada Fluminense, reabriu 90 vagas imediatas, além da formação de cadastro reserva, para os três níveis de escolaridade (fundamental, médio e superior).
Os cadastros terminam em 21 de agosto e podem ser feitos em: www.inesapconcursos.com.br.

PORTAL PRENSA LATINA


Brasil protagonista en Feria de Aeronáutica de Medellín, Colombia

Bogotá, 9 jul (PL) La presentación del nuevo avión ligero del modelo Legacy 450, de la empresa brasileña Embraer Executive Jets, cubrió las expectativas en la VIII Feria Internacional de Aeronáutica colombiana F-AIR 2017 que concluye hoy.
De acuerdo con sus constructores, este nuevo jet es capaz de despegar y aterrizar en pistas cortas, lo que le permite acceder a más aeropuertos en todo el mundo en vuelos de carácter ejecutivos.
El pequeño aparato acaba de establecer un récord de velocidad en un vuelo entre Hawái y California, recorriendo tres mil 829 kilómetros en cuatro horas y 27 minutos, cuando modelos anteriores volaban esa distancia en tiempos mínimos cinco horas y 14 minutos.
"El Legacy 450 es una unión destacada de tecnología y diseño que ofrece controles de vuelo digitales (pilotaje por mandos electrónicos), cabina más grande con espacio para estar de pie y capacidad de almacenamiento y velocidad, lo que le ha convertido en líder en su categoría", afirma Gustavo Teixeira, Vicepresidente de Ventas de Embraer Executive Jets.
El empresario informó que ese modelo es hoy por hoy el jet ligero más rápido en el mercado y tiene un alcance máximo de cinco mil 371 kilómetros, por ejemplo para cubrir vuelos de Bogotá a Chicago o San Pablo, alcanzando alturas hasta los 45 mil pies.
"Ingresa al mercado intrnacional este año como el jet más rápido de su categoría, con único diseño en su clase, con tecnología y rendimiento inigualables en el segmento de bajo formato" concluyó Teixeira.
Además de la presentación del nuevo modelo de avión, Brasil se ganó el espectáculo dominical en la F-AIR 2017 con la exhibición en la penúltima jornada de la feria en el Aeropuerto Rionegro de Medellín de las acrobacias de la legendaria Escuadrilla Fumaca.
Con más de 60 años de historia, esa formación aérea del gigante sudamericano realizó sus demostraciones con las avionetas turbohélices Embraer EMB 314 Super Tucano, que dibujaron en el cielo con diversas siluetas con humo multicolor.
Además de Brasil, en la feria de la occidental capital antioqueña expusieron en esta ocasión sus novedades en el mundo de la aeronáutica firmas de Estados Unidos, Israel, Brasil, Chile, Canadá y España.

PORTAL AEROFLAP


Comandante da Aeronáutica compareceu na F-Air, na Colômbia

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, visitou a feira aeronáutica F-Air Colômbia 2017 neste domingo (16) e assistiu à última das quatro demonstrações da Esquadrilha da Fumaça no evento.
Durante a apresentação, o oficial-general dirigiu-se ao público presente. “A todas as pessoas aqui presentes, em especial ao povo colombiano, muito obrigado pelo acolhimento”, disse.
Após o pouso dos A-29 Super Tucano, o Comandante parabenizou a todos os integrantes da Esquadrilha pelo cumprimento da missão. “Foi um desafio muito grande o que vocês tiveram aqui na Colômbia, mas cumpriram plenamente. Parabéns a todos! ”, destacou.
A F-Air é a maior feira aeronáutica da Colômbia e reúne mais de 200 expositores que apresentam as novidades nas áreas de tecnologia aeroespacial – satélites, drones, radares – apoio logístico, medicina aeroespacial, entre outras.

PORTAL BARBACENA ONLINE (MG)


Barbacena Online-Barbacena sedia seminário de inteligência e segurança pública

Cerca de 200 pessoas participaram do encontro
O 13º Departamento de Polícia Civil sediou em Barbacena, na sexta-feira (17), o Primeiro Seminário de Inteligência e Segurança Pública. O seminário contou com as palestras "Visão da Inteligência de Estado do Brasil", pelo oficial de inteligência da Abin, Tadeu de Lery Costa; "Medidas de proteção cibernética", pelo major aviador da FAB, Wagner de Oliveira da Silva; "Aplicação da análise criminal e da inteligência policial na modernização da investigação", pela delegada da Polícia Civil, Elenice Cristine Batista Ferreira; "Sistema de inteligência do Exército", pelo coronel de infantaria do Exército, Wagner Silveira Paula; "Inteligência preventiva", pelo coronel da Polícia Militar, Marcelo Martins de Resende; e "A dicotomia entre a investigação e inteligência policial", pelos agentes da Polícia Federal, Daniel Batista Pereira e Frederico de Melo Aguiar. Aproximadamente 200 pessoas ligadas à Polícia Civil, Guarda Municipal, Exército, Epcar, Polícia Militar, Polícia Federal e agentes penitenciários, de cidades como Barbacena, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Leopoldina, Lavras, Ubá, Viçosa e Brasília.
O Chefe do 13° Departamento, Delegado Geral Carlos Capristrano, realçou a integração entre as diferentes instituições, bem como, o intercâmbio de informações, acrescentando que o seminário teve como objetivo estabelecer um ambiente para compartilhamento de experiências e conhecimentos e também produzir subsídios que contribuam para a sedmentação da Doutrina de Inteligência em Segurança Pública, e, finalmente para o reconhecimento da importância dessa atividade para exercício das ações de Polícia, primordialmente, na preservação e manutenção da ordem pública. 

PORTAL D24AM (AM)


Varredura na UPP apreende celulares, TVs, armas e drogas

Foram encontrados celulares, televisões, estoques e outros objetos. A operação contou com o apoio das Forças Armadas e o número parcial de objetos apreendidos já passava de 800
Sofia Lorrane / redacao@diarioam.com.br
Após uma operação de varredura na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), localizado na estrada do Puraquequara, zona leste de Manaus, na manhã desta segunda-feira (17), por volta das 6h, Militares das Forças Armadas e Forças Estaduais de Segurança encontraram mais de 800 objetos irregulares na unidade. Sete presos serão indiciados por porte de arma de fogo e mais 20 serão indiciados por porte de entorpecentes.
De acordo com Sérgio Fontes, titular da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), a operação foi realizada até às 16h. Até 14h30 já tinham sido apreendidos no local 37 celulares, 24 televisões, 54 estoques, um revólver calibre 38, uma pistola 380, 29 munições de arma de fogo, 12 chaves de fenda, 22 baterias de celular, 35 chips de celular, 23 carregadores de celular, 9 barras de ferro, 53 ventiladores, três tesouras, cinco cartões de memória, um fogão, 28 aparelhos de som, 11 cordas, 125 materiais perfurantes, 40 barbeadores, 297 porções de droga, além de 21 listas com nomes de pessoas e valores que segundo, Sérgio Fontes, são cobranças de venda de substancias entorpecentes.
“As quantidades dos objetos encontrados foram bem menores, tivemos a surpresa de duas armas de fogo e isso sempre é preocupante. Elas provavelmente já se encontravam ali no local a bastante tempo pela maneira como estavam condicionadas, aguardando uma oportunidade para serem usadas pelos criminosos que a colocaram ali. Os equipamentos de escaneamento de corpo estão sendo adquiridos é isso vai causar uma amiga baixa muito significativa porque nós sabemos que a maior parte das substâncias entorpecentes, celulares, chips e carregadores infelizmente entram em cavidades do corpo de visitantes, e com o aparelho isso vai acabar”, disse o secretário Sérgio Fontes.
O delegado geral da Policia Civil, Frederico Mendes, disse que sete presos serão indiciados por porte de arma de fogo e mais 20 serão indiciados por porte de drogas, que foram encontradas nas celas. “O material será colocado à disposição da perícia e também os delegados do 28º DIP serão responsáveis pelo procedimento. Conseguimos retirar os objetos proibidos e armas do sistema prisional que estava em iminência de ocorrer uma nova chacina”, explicou.
O coronel da Polícia Militar, Sérgio Oliveira, afirmou cerca de 700 militares vistoriaram a unidade e que o uso dos detectores de metais localizaram as armas. “No momento da localização de ambas as armas, elas se encontravam dentro de uma parede. Existia uma parede e um compartimento por trás onde foi identificado que havia sido feito ali um trabalho de escavação, com o aparelho foi possível encontrá-las”, relatou.
Segundo o Tenente Coronel Cleitman Rabelo, os objetos ilegais entram na unidade por meio dos visitantes e também alguns são arremessados pelo muro da unidade.
“Nós identificamos, através do sistema de monitoramento, pessoas que arremessam ilícitos para dentro da cadeia. Já pegamos arma, já pegamos celular e drogas também sendo jogados. E também não podemos descartar a possibilidade de que pessoas que trabalham dentro do sistema levam esses ilícitos para a cadeia”, disse.
A operação contou com a presença de militares do Exército, grupos especializados da Polícia Militar e Civil, agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), além do apoio do Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Eletrobras, Marinha e Aeronáutica.

PORTAL RONDONIA AO VIVO (RO)


Presidente da CDL ressalta importância da caravana em favor da BR-319

Uma verdadeira saga amazônica. Foi assim a caravana dos jornalistas e empresários, que saiu de Porto Velho na terça-feira (11) e retornou à capital no sábado (15), após percorrer mais de 1600 quilômetros (ida e volta) da BR-319, cerca de 1200 Km desses em péssimas condições de tráfego. Poeira, lama, buracos e isolamento total. “ Uma triste realidade”, resumiu a presidente da CDL-Porto Velho, Joana Joanora que participou da viagem.
A caravana foi um movimento idealizado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de Rondônia (Sertero) em parceria com a Fecomércio-RO e apoio de outras instituições, como a Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Velho e Associação Comercial de Rondônia, em favor da retomada das obras para asfaltamento e reabertura da estrada, única que liga o restante do Brasil a Manaus.
A expedição contou ainda com o apoio da Fecomércio-AM, Grupo Rede Amazônica, Comando Militar da Amazônia (CMA), Exército Brasileiro e Moto Honda da Amazônia.
Para Joanora a viagem foi uma experiência muito importante. “Ver a realidade in loco como vimos nos encoraja ainda mais a lutar pelo asfaltamento dessa rodovia. Não é mais possível conceber uma estrada tão estratégica para o desenvolvimento regional nessas condições, enfatizou a presidente, uma das poucas mulheres integrantes da caravana.
Por onde passou a caravana foi recebida com entusiasmo e esperança pela comunidade que vive naquela região em isolamento e sonham em ver a rodovia recuperada. Uma expectativa que já dura mais de 20 anos.
Na chegada o grupo, que contou também com a participação de empresários do Acre, foi recebido na Suframa pelo General de Divisão Carlos Alberto Mansur, que destacou a coragem dos jornalistas e dos empresários em benefício do desenvolvimento da Amazônia. A solenidade contou com a presença de todos os membros da Caravana, e com os representantes da Suframa, Distrito Naval (Marinha), Aeronáutica, Fecomércio do Amazonas, Grande Loja Maçônica de Rondônia (Glomaron), além de empresários de Rondônia, Acre, Amazonas e Roraima.

PORTAL A21


Finaliza F-AIR Colombia 2017 con destacadas innovaciones aeronáuticas y militares

Este domingo llegó a su fin la octava edición de F-AIR Colombia, uno de los más importantes eventos aeronáuticos de Latinoamérica, en donde lo más destacado fueron las novedades presentadas por los proveedores de servicios para optimizar la logística aeroportuaria, así como para el mantenimiento de aeronaves y el desarrollo en tecnología aérea militar.
En primer lugar, la empresa española Ink Aviation System S.L.U. presentó su plataforma llamada Ink Cloud para reducir el tiempo de registro de los pasajeros. Este sistema promete acortar la duración de este proceso un 50 por ciento, con poca inversión y altas ganancias.
De Estados Unidos, Jet Support Services ofreció servicios de mantenimiento por hora de vuelo, es decir, un programa de fideicomisos o seguro destinado a las reparaciones y revisiones continuas de las maquinas aéreas.
Del mismo estilo pero proveniente de Canadá, Vector Aerospace Helicopter Services INC promovió un servicio de mantenimiento, reparación y revisión para operadores de aeronaves de ala fija y rotativa.
Del sector militar, Israel Aerospace Industries mostró un misil de superficie a aire avanzado (SAM), diseñado para la defensa de cualquier amenaza aérea. La compañía israelí es de las más destacadas en este rubro a nivel mundial.
También de Israel, Rafael Advanced Defense Systems diseñó un sistema de detección de fuentes de armas ligeras, así como una aplicación (TopLite Multi-High Definition) para operar con más facilidad los Kfir C10, aviones de combate muy famosos en la industria militar.
Sin embargo, en defensa militar el más notorio fue el aeroplano GRIPEN de SAAB, utilizado en República Checa, Hungría Sudafrica, Tailandia y Brasil. Este año, aterrizó en tierras colombianas totalmente actualizado y con simuladores para ser “pilotado” por los visitantes.
El GRIPEN no fue la única primicia de SAAB. El sistema de alerta temprana y control aerotransportado llamado Erieye, es utilizado en misiones contra el contrabando y protección de los recursos naturales, monitoreando el espacio aéreo de México y Brasil.
F-AIR Colombia 2017, evento realizado del 13 al 16 de julio en el Aeropuerto José María Córdoba de Río Negro, en Antioquia, recibió a más de 150 proveedores y fabricantes del sector aeroespacial de América, Asia y Europa. En total asistieron 60 mil visitantes y se registraron expectativas de negocios por más de 71 millones de dólares.

PORTAL OABSP


 Regras para o uso de drones serão debatidas na Secional paulista da OAB
A estrutura do controle do tráfego aéreo e a atual regulamentação de drones serão descritas e discutidas em palestra na sede cultural da OAB SP, na quarta-feira (19/07), às 19h00.
O presidente da mesa será o advogado e membro do Comitê de Estudos sobre Criminal Compliance, Ricardo Ribeiro Veloso. A apresentação, promovida pelo Departamento de Cultura e Eventos com o apoio da Comissão de Direito Aeronáutico da OAB SP e da Sociedade dos Melhores Amigos da Aeronáutica, será do Major Ubiraci da Silva Pereira, graduado em Gerenciamento de Tráfego Aéreo pelo Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) e em Ciências Jurídicas pela Universidade Gama Filho.
As inscrições devem ser feitas por meio do link abaixo, mediante a doação de uma lata ou pacote de leite integral em pó, na recepção do evento: https://www2.oabsp.org.br/asp/dotnet/CulturaEventos/Eventos/Apps/SinopseEvento.aspx?idCultural=1841&sn=1
Serviço
Evento: “O controle do tráfego aéreo e a regulamentação de drones”
Data: 19/07 - 19h00
Local: Sede cultural da OAB SP - Praça da Sé, 385 - 1º andar




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terça-feira, julho 18, 2017 | Posted in , , , , , , , , , , , , , , , , , | Read More »

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