NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 25/01/2019 / Embraer assina acordo para venda de divisão comercial para Boeing



#Indústria #Aviação - #Embraer assina acordo para venda de divisão comercial para #Boeing ...  


Companhia brasileira marcou para 26 de fevereiro assembleia extraordinária de acionistas para aprovação de acordo ...  



As fabricantes de aeronaves Embraer e Boeing deram mais um passo para a criação de uma nova empresa (joint venture). Nesta quinta-feira (24), a companhia brasileira informou que assinou uma série de acordos para a venda de sua divisão de aviação comercial para a Boeing.

A Embraer também informou que uma assembleia extraordinária de acionistas foi marcada para 26 de fevereiro para aprovação do negócio.

O negócio já foi aprovado no início do mês pelo governo federal – o governo é dono de uma "golden share" na Embraer e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa. O acordo ainda será submetido à aprovação dos acionistas da Embraer.

A empresa também anunciou a intenção de pagar dividendos de US$ 1,6 bilhão aos acionistas em 2019 pela parceria com a Boeing. O pagamento está condicionado à confirmação de certos requisitos, como o resultado da companhia.

Além dos acionistas, o acordo tem de ser autorizado pelas autoridades regulatórias. A expectativa é que o processo de criação da nova companha seja concluído até o fim deste ano.

Detalhes do negócio
A nova empresa foi avaliada em US$ 5,26 bilhões. A Boeing, que é norte-americana, será controladora da empresa, com 80% de participação, ao fazer um pagamento de US$ 4,2 bilhões (o equivalente a R$ 16,4 bilhões) à Embraer.

Os 20% restantes serão da fabricante brasileira, que poderá vender sua parte para a norte-americana a qualquer momento, por meio de uma opção de venda.

A expectativa é que a parceria só tenha efeitos no lucro por ação da Boeing após 2020. O negócio deve gerar sinergias anuais de cerca de US$ 150 milhões – antes de impostos – até o terceiro ano de operação.

Após concluída a transação, a joint venture será liderada por uma equipe de executivos no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Dennis Muilenburg, presidente e CEO da Boeing.

A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil. A empresa espera que o resultado da operação, descontados os custos de separação, seja de aproximadamente US$ 3 bilhões.

Em 2017, a área de aviação comercial da Embraer respondia por 57,6% da receita líquida da companhia, com US$ 10,7 bilhões de um total de US$ 18,7 bilhões.

Empresa de defesa
As empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados na área de defesa, envolvendo o avião multimissão KC-390.

De acordo com a parceria, a Embraer será a controladora neste negócio, com 51% de participação, e a Boeing, os 49% restantes. O valor total do negócio não foi informado.

Caso a parceria seja aprovada no tempo previsto, a Embraer espera que a negociação seja concluída até o final de 2019.





Por que Boeing e Embraer uniram forças
A Boeing e a Embraer anunciaram no fim de 2016 que estudavam unir seus negócios. A expectativa era de que um acordo entre as duas poderia criar uma gigante global de aviação, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional, e capaz de fazer frente a uma união similar entre as maiores concorrentes, Airbus e Bombardier, que também se uniram.

A americana e a brasileira tentam consolidar em um mesmo negócio duas operações fortes, uma em aviação de longa distância, outra para deslocamentos regionais. Enquanto a Boeing é a principal fabricante de aeronaves comerciais para voos longos, a Embraer lidera o mercado de jatos regionais, com aeronaves equipadas para voar distâncias menores.

A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (valores da época), quando o governo obteve o poder de decisão sobre a companhia.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




CECOMSAER


Nota enviada à Folha de São Paulo, a respeito de matéria publicada na coluna de Mônica Bergamo


Centro De Comunicação Social Da Aeronáutica | Publicada em 24/01/2019 16:36

Em atenção à informação equivocada, publicada na Coluna “Mônica Bergamo” desse jornal, na edição desta quarta-feira (24/01), onde se afirma que o valor de licitação de aquisição de produtos institucionais da Força Aérea Brasileira é R$ 1,8 milhão, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica esclarece que, diferentemente do que foi afirmado pela colunista, o valor real do resultado da licitação é R$ 935.830,00. Esse dado pode ser apurado por meio de consulta à edição 190 do Diário Oficial da União de 02 de outubro de 2018, o qual direciona para a Ata de Registro de Preços n°15/GABAER/2018.
O montante divulgado pela coluna diz respeito a um valor apresentado em edital de abertura do processo licitatório, que se baseia em estimativas de preços de mercado à época. Após encerrado o processo de licitação, o montante final do contrato ficou em R$ 935.830,00 e não em R$ 1,8 milhão, como foi informado pela colunista.
Atenciosamente,
Brigadeiro do Ar Antonio Ramirez Lorenzo
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
PORTAL G1


Presença feminina em concursos militares cresce a cada ano no país

Carreira militar é repleta de possibilidades para mulheres. Segundo o Ministério da Defesa, Forças Armadas têm cerca de 28 mil mulheres

Por Colégio Apogeu | Publicada em 24/01/2019 16:37

Mulheres nas Forças Armadas? Sim. Isso é um caminho totalmente possível de se trilhar e está ao alcance de todas. Apesar do alistamento no Serviço Militar ser obrigatório apenas para os homens, as mulheres também estão aptas para o ingresso. Elas podem participar do processo de forma voluntária ou ainda servir como militares de carreira ou temporárias.
No segundo caso, é necessário prestar concursos públicos. No Exército Brasileiro, por exemplo, há ofertas de vagas na Escola Complementar do Exército (EsFCEx), Escola de Saúde do Exército (EsSEx), Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), Instituto Militar de Engenharia (IME) e na Escola de Sargentos de Logística (EsSLog). Também há vagas na Escola de Sargentos das Armas (EsSA) e na Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAr).
Já a Marinha e a Aeronáutica, anualmente, disponibilizam concursos públicos para renovar o quadro efetivo e reservam vagas para homens e mulheres, com diferentes níveis de escolaridade. Outra possibilidade é participar dos processos de seleção para cargos temporários de oficiais e sargentos, com contratos que podem durar até oito anos.
A presença feminina nas Forças Armadas cresce a cada dia. Segundo o Ministério da Defesa, as Forças Armadas têm cerca de 28 mil mulheres. A Aeronáutica é a campeã de participação feminina, com 10,8 mil mulheres na corporação. Em seguida está o Exército, com 9,1 mil mulheres, e a Marinha, com 8,1 mil.
Cargos
A partir da entrada na carreira militar, as mulheres desempenham funções nas mesmas condições dos militares do sexo masculino, recebendo a mesma instrução básica e concorrendo às promoções em condições de igualdade.
Salários
A remuneração desponta como outro atrativo e dispõe de vencimento básico, adicionais, gratificações, além de reajuste anual seguindo determinação da Lei nº 13.321. Segundo a tabela divulgada no Diário Oficial da União, os salários vão de R$ 3.825 (para sargentos e cabos) a R$ 11.451 (para Capitão de Mar e Guerra e Coronel).

Embraer assina acordo para venda de divisão comercial para Boeing

Companhia brasileira marcou para 26 de fevereiro assembleia extraordinária de acionistas para aprovação de acordo.

Por G1 | Publicada em 24/01/2019 20:00

As fabricantes de aeronaves Embraer e Boeing deram mais um passo para a criação de uma nova empresa (joint venture). Nesta quinta-feira (24), a companhia brasileira informou que assinou uma série de acordos para a venda de sua divisão de aviação comercial para a Boeing.
A Embraer também informou que uma assembleia extraordinária de acionistas foi marcada para 26 de fevereiro para aprovação do negócio.
O negócio já foi aprovado no início do mês pelo governo federal – o governo é dono de uma "golden share" na Embraer e tem poder de veto em decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário da empresa. O acordo ainda será submetido à aprovação dos acionistas da Embraer.
A empresa também anunciou a intenção de pagar dividendos de US$ 1,6 bilhão aos acionistas em 2019 pela parceria com a Boeing. O pagamento está condicionado à confirmação de certos requisitos, como o resultado da companhia.
Além dos acionistas, o acordo tem de ser autorizado pelas autoridades regulatórias. A expectativa é que o processo de criação da nova companha seja concluído até o fim deste ano.
Detalhes do negócio
A nova empresa foi avaliada em US$ 5,26 bilhões. A Boeing, que é norte-americana, será controladora da empresa, com 80% de participação, ao fazer um pagamento de US$ 4,2 bilhões (o equivalente a R$ 16,4 bilhões) à Embraer.
Os 20% restantes serão da fabricante brasileira, que poderá vender sua parte para a norte-americana a qualquer momento, por meio de uma opção de venda.
A expectativa é que a parceria só tenha efeitos no lucro por ação da Boeing após 2020. O negócio deve gerar sinergias anuais de cerca de US$ 150 milhões – antes de impostos – até o terceiro ano de operação.
Após concluída a transação, a joint venture será liderada por uma equipe de executivos no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Dennis Muilenburg, presidente e CEO da Boeing.
A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil. A empresa espera que o resultado da operação, descontados os custos de separação, seja de aproximadamente US$ 3 bilhões.
Em 2017, a área de aviação comercial da Embraer respondia por 57,6% da receita líquida da companhia, com US$ 10,7 bilhões de um total de US$ 18,7 bilhões.
Empresa de defesa
As empresas também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados na área de defesa, envolvendo o avião multimissão KC-390.
De acordo com a parceria, a Embraer será a controladora neste negócio, com 51% de participação, e a Boeing, os 49% restantes. O valor total do negócio não foi informado.
Caso a parceria seja aprovada no tempo previsto, a Embraer espera que a negociação seja concluída até o final de 2019.

Por que Boeing e Embraer uniram forças
A Boeing e a Embraer anunciaram no fim de 2016 que estudavam unir seus negócios. A expectativa era de que um acordo entre as duas poderia criar uma gigante global de aviação, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional, e capaz de fazer frente a uma união similar entre as maiores concorrentes, Airbus e Bombardier, que também se uniram.
A americana e a brasileira tentam consolidar em um mesmo negócio duas operações fortes, uma em aviação de longa distância, outra para deslocamentos regionais. Enquanto a Boeing é a principal fabricante de aeronaves comerciais para voos longos, a Embraer lidera o mercado de jatos regionais, com aeronaves equipadas para voar distâncias menores.
A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (valores da época), quando o governo obteve o poder de decisão sobre a companhia.
OUTRAS MÍDIAS


DIÁRIO DO LITORAL (SP) - Edital de Aeroporto de Guarujá sai até fevereiro

Nos próximos dias, a Cidade convoca às empresas interessadas

Glauco Braga | Publicada em 24/01/2019 05:00

Agora é definitivo. A Prefeitura de Guarujá lança entre o fim de janeiro e início de fevereiro o edital de licitação para a concessão à iniciativa privada do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá. A Secretaria de Aviação Civil (SAC) já deu a anuência para o início do processo.
O Consórcio Voa-SP, que administra o aeroporto de Itanhaém, informou que tem interesse em participar. A concessão é de 30 anos e o lance inicial é de R$ 1 milhão.
Em contato com a Reportagem do Diário do Litoral, a assessoria de imprensa do Ministério da Infraestrutura confirmou a informação.
“O rezoneamento do Aeroporto de Guarujá está concluído. Além disso, a Prefeitura já solicitou a anuência da Secretaria Nacional de Aviação Civil, do Ministério da Infraestrutura, para realizar a concessão do terminal à iniciativa privada. A documentação encontra-se em análise pelo ministério e deve estar concluída até o próximo mês”.
A Prefeitura de Guarujá crê que até abril, deve iniciar os processos visando a obtenção das licenças ambientais, necessárias para dar continuidade ao equipamento provisório que irá funcionar em uma área consolidada, que está pronta para receber obras de adaptação. A área consolidada fica na Base Aérea de Santos e os equipamentos existentes serão reformados. A área cedida possui vegetação nativa e, consequentemente, um tempo grande para conseguir as licenças ambientais. Ela abrange um terminal de passageiros de 700 metros e um estacionamento, que serão utilizados provisoriamente por cinco anos (60 meses).
No 61º mês, essa área já estará acoplada ao equipamento definitivo, que será construído ao lado, onde a vegetação é bem menor. A empresa terá um ano para regularizar a área. A Prefeitura pretende a concessão de uma área de 50 mil metros quadrados, para a expansão do terminal definitivo.
O valor estipulado de investimentos é pouco mais de 70 milhões durante os 30 anos de concessão para quem irá construir, equipar e explorar o aeroporto. A receita operacional do aeroporto está estimada em R$ 640 milhões e os custos serão de R$ 260 milhões nas três décadas de concessão. No primeiro ano de atividade, a movimentação estimada é de 80 mil pessoas.
Conforme estudo de viabilidade, o Aeródromo Civil Metropolitano de Guarujá tem potencial para 1,3 milhão de passageiros até último ano da concessão. O mercado principal a ser conquistado é o embarque e desembarque de passageiros, atendendo toda a Baixada Santista, como também o Porto de Santos, Petrobras e Polo Industrial de Cubatão, além das demandas dos cruzeiros marítimos, turismo de negócios e operações do ­Pré-Sal.
Voa-SP
O Consórcio Voa-SP, que já administra o aeroporto de Itanhaém, está de olho nas operações em Guarujá. “ O consórcio VOA-SP está analisando, não só o Aeroporto de Guarujá, como também outros aeroportos com potencial de serem privatizados/concedidos e que fazem parte do pacote de parcerias entre Governos Federal, Estadual e/ou Municipal com a iniciativa privada”, disse, via assessoria de imprensa .
Azul
A  Azul Linhas Aéreas já planeja fazer viagens Guarujá-Rio de Janeiro e que elas serão feitas pelos “os modernos ATRs da empresa, aviões turboélices”, com capacidade para até 70 passageiros.
Na sequência, a empresa pretende implantar ligações com Minas Gerais e Paraná, mais precisamente as capitais Belo Horizonte e ­Curitiba.
“A Azul vê com ótimo potencial o Aeroporto de Santos/ Guarujá no atendimento à toda a Baixada Santista e mesmo parte do ABCD, dado o desempenho econômico e turístico do litoral paulista. Desejamos operar voos regulares na região assim que o aeroporto estiver apto e certificado pela Anac”, informou.

TELETIME.COM - Coronel Waldemar Gonçalves assume a Telebras


Publicada em 24/01/2019 19:21

O coronel Waldemar Gonçalves Ortunho Junior tomou posse do cargo de presidente da Telebras nesta quinta-feira, 24, após ter sido eleito em reunião extraordinária realizada pelo Conselho de Administração da empresa no final da tarde de quarta-feira, 23. O novo presidente foi escolhido pelo ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, por sua experiência em gestão e seu conhecimento no setor de telecomunicações.
O novo presidente já assume com a tarefa de destravar o contrato com a Viasat, de forma definitiva, no Tribunal de Contas da União (TCU), para viabilizar o programa de conectividade com o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC). O Tribunal liberou o andamento dos projetos em que as empresas são parceiras, mas estabeleceu que algumas cláusulas do contrato sejam alteradas. E o prazo dado para que as mudanças ocorram vence em 6 de fevereiro. A Viasat, por sua vez, declarou recentemente que as negociações estariam caminhando bem para a entrega do novo contrato no prazo.
Waldemar Ortunho foi representante do então Ministério das Comunicações no Grupo Gestor da TV Digital e gestor do projeto de roaming internacional de Telefonia Móvel para a América do Sul. Como engenheiro militar, no Ministério da Defesa serviu na Diretoria de Telecomunicações e no Gabinete do Comandante do Exército, onde gerenciou o projeto de rede telemática. Foi coordenador da área de tecnologia no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, na Copa das Confederações Fifa de 2013, e na Copa do Mundo de 2014.
Ortunho é formado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Militar de Engenharia, com pós-graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília (UnB). Profissional com 40 anos de experiência nos Ministérios da Defesa (Exército Brasileiro) e das Comunicações, atuando nas áreas de Tecnologia da Informação, com ênfase em telecomunicações, radiodifusão e informática. Foi designado representante do governo brasileiro na Escola Politécnica do Exército Equatoriano, em Quito, com a função de assessor/instrutor na área de processamento digital de sinais.



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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 22/12/2018 / Brasil terá primeiro helicóptero da América do Sul reabastecido em voo



#Aviação #Defesa #FAB - Brasil terá primeiro helicóptero da América do Sul reabastecido em voo ...  


Nielmar De Oliveira ...  



A Força Aérea Brasileira (FAB) concluiu ontem (21) a primeira fase da campanha de ensaio para certificação do sistema de reabastecimento em voo do helicóptero H-36 Caracal com o avião tanque KC-130H. A operação tornará o país o primeiro da América do Sul capacitado para ações do tipo, diurnas e noturnas.

A operação de ontem ocorreu na Ala 11 do Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim, (Galeão), na zona norte do estado. “Desta forma, são conduzidas avaliações específicas de ambas as aeronaves para determinar um envelope seguro contendo velocidade, altitude e configurações específicas”, diz a FAB, em nota.

Nos ensaios de voo dessa primeira fase de certificação, não há transferência de combustível do avião tanque para o helicóptero, sendo realizados apenas "contatos secos". Provas com as "conexões molhadas" só vão ocorrer na segunda fase do programa, no próximo ano.

“Os ensaios em voo com conexão a seco tem o objetivo de avaliar a capacidade de reabastecimento em voo por meio das avaliações do grau de turbulência, verificação de possível interferência na leitura do sistema anemométrico devido à perturbação do ar e verificação do funcionamento do sistema mecânico em voo”, diz a nota.

Coordenação
As provas são coordenadas pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), que participa com duas de suas unidades: o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), organização militar que atua na certificação de sistemas de gestão da qualidade, e o Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), que desde 2014 vem atuando nas previsões teóricas e preparo da campanha.

Como parte dos preparativos para certificação, aproximadamente 10 militares que fazem parte da operação fizeram intercâmbio na United States Air Force (USAF). “Foi uma oportunidade de verificar quais os procedimentos são aplicáveis para nossa aeronave e elevar o nível de segurança dos ensaios”, disseo Tenente Luís Gustavo Leandro de Paula, engenheiro de ensaio em voo do instituto.

Segundo a FAB,  a transferência de combustível em voo possibilita ao H-36 alcançar os extremos dos 22 milhões de km2 do território brasileiro, “para cumprir as missões de resgate no mar, ajudas humanitárias, infiltrações de tropas e transporte de militares em locais estratégicos”.

Segunda Fase
A FAB informou que após o término da primeira etapa, será realizada a segunda fase da operação, na qual serão feitas as verificações finais de certificação.

Em cumprimento ao contrato do projeto H-XBR, uma equipagem de ensaios da empresa Airbus Helicopters virá ao Brasil para apoiar na conclusão do processo de certificação, por meio de ensaio em voo com conexão molhada (transferência de combustível) e para realizar treinamento dos pilotos da FAB, que futuramente irão operar o H-36 Caracal.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL G1


Com cotas para negros pela 1ª vez, ITA divulga aprovados no vestibular 2019

Instituição tem um dos vestibulares mais concorridos do país e adotou sistema de cotas pela primeira vez. Aprovados ainda serão submetidos a exames médicos.

G1 Vale Do Paraíba E Região | Publicada em 21/12/2018 08:12

Neste ano, o ITA adotou pela primeira vez o sistema de cotas para negros, além de fazer uma mudança no modelo de provas. Ao todo, são oferecidas 110 vagas, sendo 25 reservadas para cotistas.
Com o novo formato das provas, os 10,7 mil candidatos passaram por uma prova eliminatória com 60 questões de múltipla escolha, divididas entre português, inglês, matemática, física e química. Os cerca de 580 mais bem classificados fizeram as provas da segunda fase, que definiu os aprovados.
Segundo o ITA, os candidatos aprovados na segunda fase ainda devem passar por exame médico. Eles devem se apresentar no Campus do ITA a partir do dia 13 de janeiro e o exame será feito no dia seguinte.
As notas finais dos candidatos serão disponibilizadas no site da instituição a partir do dia 3 de janeiro.
O ITA oferece seis cursos de graduação: aeroespacial, aeronáutica, civil-aeronáutica, de computação, eletrônica e mecânica-aeronáutica.

Cenipa investiga causas do pouso de emergência de Boeing 777 no aeroporto de Confins

De acordo com o Cenipa, os investigadores fizeram levantamento de dados e fotos, retiraram partes da aeronave para análise, ouviram testemunhas e reuniram documentos.

G1 Minas E Tv Globo | Publicada em 21/12/2018 08:27

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) abriu investigação nesta quinta-feira (20) para apurar as causas do pouso de emergência do Boeing 777 da Latam. A aeronave aterrissou na madrugada desta quinta no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Região Metropolitana.
De acordo com o Cenipa, os investigadores fizeram levantamentos de dados e fotos, retiraram partes da aeronave para análise, ouviram testemunhas e reuniram documentos.
Ainda segundo o Cenipa, o objetivo da investigação é prevenir que novos casos como o da Latam aconteçam.
O órgão não informou em quanto tempo a investigação será concluída, mas afirmou que será no menor prazo possível, dependendo da complexidade do caso.
A Latam informou que a aeronave permanece em Confins, onde passa por manutenção, nesta sexta-feira (21). Em nota, a empresa não esclareceu o que aconteceu com a aeronave e disse que a apuração é feita pelas autoridades competentes.
Funcionamento normal
O aeroporto funciona normalmente nesta sexta-feira (21), de acordo com a BH Airport. A concessionária orienta que os passageiros que tiveram o voo cancelado nesta quinta liguem para a companhia antes de irem para o terminal.
Na noite passada, a pista foi totalmente liberada às 22h45, isto é, 21 horas após o pouso de emergência de um Boeing 777 da Latam, com 339 passageiros e 16 tripulantes. Houve problemas elétricos.
Até as 6h desta sexta, havia um voo cancelado e um com atraso no terminal dentre os sete previstos até o horário. A concessionária não infomou se houve uma redução na quantidade de voos, e afirma que todas as operações solicitadas pelas companhias aéreas estão sendo realizadas.
Em média, 30 mil pessoas passam diariamente por Confins em 300 voos, segundo a BH Airport.
Pouso de emergência
Nesta quinta, após o pouso de emergência, a pista foi fechada à 1h43. Passageiros relataram susto e choro dentro do avião. Desde as 12h, o funcionamento foi parcial, com pousos e decolagens partindo da mesma cabeceira. Aviões menores foram priorizados, que não precisam usar toda a pista, que tem 3 mil metros de extensão.
Um avião cargueiro da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou, por volta das 17h50 ao terminal com dois macacos hidráulicos e oito pneus, pesando 250 quilos cada. O equipamento, que tem seis toneladas.
Em nota, a empresa não esclareceu o que aconteceu com a aeronave e afirmou que não estava medindo esforços para minimizar impactos a passageiros. Os passageiros que estavam no voo LA8084 embarcaram, no final desta tarde, para Guarulhos, de onde seguiriam novamente com destino a Londres.
A TV Globo apurou que os pneus foram danificados durante o pouso de emergência por problemas elétricos. Como o avião estava pesado por estar com tanque cheio para chegar a Londres, o sistema de sensores e plugues que esvazia pneus para evitar que eles estourem e causem acidente grave foi acionado. Na chegada a Confins, o avião foi recebido por brigadistas, que jogaram espuma para evitar explosão. Oito dos 14 pneus estavam vazios.
Até as 23h30, foram registrados 146 cancelamentos, além de atrasos em 71 pousos e em 61 decolagens.
A Azul chegou a transferir voos para o Aeroporto da Pampulha, que atualmente opera apenas para voos regionais e executivos por determinação do Tribunal de Contas da União.
AGÊNCIA BRASIL


Brasil terá primeiro helicóptero da América do Sul reabastecido em voo


Nielmar De Oliveira | Publicada em 21/12/2018 14:37

A Força Aérea Brasileira (FAB) conclui hoje (21) a primeira fase da campanha de ensaio para certificação do sistema de reabastecimento em voo do helicóptero HJ-Caracal com o avião tanque KC-130H. A operação tornará o país o primeiro da América do Sul capacitado para ações do tipo, diurnas e noturnas.
A operação de hoje ocorre na Ala 11 do Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim, (Galeão), na zona norte do estado. “Desta forma, serão conduzidas avaliações específicas de ambas as aeronaves para determinar um envelope seguro contendo velocidade, altitude e configurações específicas”, diz a FAB, em nota.
Nos ensaios de voo dessa primeira fase de certificação, não há transferência de combustível o avião tanque para o helicóptero, sendo realizados apenas "contatos secos". Provas com as "conexões molhadas" só vão ocorrer na segunda fase do programa, no próximo ano.
“Os ensaios em voo com conexão a seco tem o objetivo de avaliar a capacidade de reabastecimento em voo por meio das avaliações do grau de turbulência, verificação de possível interferência na leitura do sistema anemométrico devido à perturbação do ar e verificação do funcionamento do sistema mecânico em voo”, diz a nota.
Coordenação
As provas são coordenadas pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), que participa com duas de suas unidades: o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), organização militar que atua na certificação de sistemas de gestão da qualidade, e o Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), que desde 2014 vem atuando nas previsões teóricas e preparo da campanha.
Como parte dos preparativos para certificação, aproximadamente 10 militares que fazem parte da operação fizeram intercâmbio na United States Air Force (USAF). “Foi uma oportunidade de verificar quais os procedimentos são aplicáveis para nossa aeronave e elevar o nível de segurança dos ensaios”, disseo Tenente Luís Gustavo Leandro de Paula, engenheiro de ensaio em voo do instituto.
Segundo a FAB,  a transferência de combustível em voo possibilita ao H-36 alcançar os extremos dos 22 milhões de km2 do território brasileiro, “para cumprir as missões de resgate no mar, ajudas humanitárias, infiltrações de tropas e transporte de militares em locais estratégicos”.
Segunda Fase
A FAB informou que após o término da primeira etapa, será realizada a segunda fase da operação, na qual serão feitas as verificações finais de certificação.
Em cumprimento ao contrato do projeto H-XBR, uma equipagem de ensaios da empresa Airbus Helicopters virá ao Brasil para apoiar na conclusão do processo de certificação, por meio de ensaio em voo com conexão molhada (transferência de combustível) e para realizar treinamento dos pilotos da FAB, que futuramente irão operar o H-36 Caracal.



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sábado, dezembro 22, 2018 | Posted in , , , , , , , , , , | Read More »

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 10/10/2018 / KC-390 – Voa o primeiro avião de série



#Aviação #Indústria #Defesa #FAB - KC-390 – Voa o primeiro avião de série ...  


Embraer realiza com sucesso primeiro voo do avião de transporte multimissão KC-390 de série ...  



Gavião Peixoto - SP, outubro de 2018 – A EMBRAER alcançou outro marco importante ontem, 09/10, com a conclusão do primeiro voo do primeiro avião de transporte multimissão KC-390 de série.

Conforme acordado com a Força Aérea Brasileira, a aeronave passará a fazer parte da campanha de testes de voo, na qual já foram registradas mais de 1.900 horas de voo. A certificação civil da aeronave básica será concedida pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e deverá ser alcançada em breve.

“Hoje celebramos outro marco importante na produção do KC-390”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da EMBRAER Defesa & Segurança. “Esta aeronave combina excelente flexibilidade com desempenho e produtividade superiores”.

O KC-390 da Embraer é uma aeronave de transporte tático, desenvolvida para estabelecer novos padrões na sua categoria, apresentando ao mesmo tempo o menor custo do ciclo de vida do mercado. É capaz de realizar diversas missões, como transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento em voo, busca e salvamento e combate a incêndios florestais.

O primeiro avião de série deveria ser entregue à FAB agora em outubro. Porém a perda total de uma aeronave de teste obrigou que a primeira aeronave de produção fosse repassada para a continuidade dos testes. Em 2019 a FAB receberá 3 aeronaves KC-390.

Sobre a Embraer
Empresa global com sede no Brasil, a EMBRAER atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a EMBRAER já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A EMBRAER é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




REVISTA ISTO É


Efeito Bolsonaro duplica presença de militares no Congresso


Afp | Publicada em 09/10/2018 20:56 | Atualizado em 10/10/2018 03:56

O sucesso de Jair Bolsonaro – um capitão da reserva do Exército – nas eleições presidenciais de domingo mais do que duplicou a eleição de militares para o Congresso.
No total, 22 candidatos que se declararam militares – da ativa, da reserva ou reformados – foram eleitos no domingo para a Câmara dos Deputados, contra dez da atual legislatura, segundo números obtidos com a Agência Brasil.
Para o Senado foram eleitos dois militares, incluindo Sérgio Olimpio Gómes, conhecido como major Olimpio, que obteve mais de nove milhões de votos no Estado de São Paulo.
O major Olimpio é membro do Partido Social Liberal (PSL), de Bolsonaro, cujo número de deputados saltou de oito para 52 após a eleição de domingo, incluindo 13 militares.
Nas Assembleias Legislativas eleitas nos 27 estados do país, a Agência Brasil informa a presença de mais de 60 militares.
“Significa que hoje diminuiu o ranço contra os militares. O afastamento do regime militar foi diminuindo esse preconceito. O fato de as Forças Armadas terem um alto grau de credibilidade, favorece essa intenção de se candidatar”, afirmou o general da reserva Augusto Heleno Ribeiro Pereira, um dos conselheiros de Bolsonaro.
PORTAL DEFESANET


KC-390 – Voa o primeiro avião de série

EMBRAER realiza com sucesso primeiro voo do avião de transporte multimissão KC-390 de série

Publicada em 09/10/2018 20:30

Gavião Peixoto - SP, 9 de outubro de 2018 – A EMBRAER alcançou outro marco importante hoje, com a conclusão do primeiro voo do primeiro avião de transporte multimissão KC-390 de série.

Conforme acordado com a Força Aérea Brasileira, a aeronave passará a fazer parte da campanha de testes de voo, na qual já foram registradas mais de 1.900 horas de voo. A certificação civil da aeronave básica será concedida pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e deverá ser alcançada em breve.

“Hoje celebramos outro marco importante na produção do KC-390”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da EMBRAER Defesa & Segurança. “Esta aeronave combina excelente flexibilidade com desempenho e produtividade superiores”.

O KC-390 da Embraer é uma aeronave de transporte tático, desenvolvida para estabelecer novos padrões na sua categoria, apresentando ao mesmo tempo o menor custo do ciclo de vida do mercado. É capaz de realizar diversas missões, como transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento em voo, busca e salvamento e combate a incêndios florestais.
Sobre a EMBRAER

Empresa global com sede no Brasil, a EMBRAER atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a EMBRAER já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A EMBRAER é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.
Nota DefesaNet
O primeiro avião de série deveria ser entregue à FAB agora em outubro. Porém a perda total de uma aeronave de teste obrigou que a primeira aeronave de produção fosse repassada para a continuidade dos testes. Em 2019 a FAB receberá 3 aeronaves KC-390.
MINISTÉRIO DA DEFESA


Especialistas discutem tecnologias estratégicas para acumuladores de energia


Júlia Campos | Publicada em 09/10/2018 16:11

Brasília, 9/10/2018 – O Seminário Acumuladores de Energia reuniu civis e militares em torno do debate sobre cadeia produtiva e tecnologias estratégicas. O evento, ocorrido nos dias 3 e 4, foi sediado no Grupamento de Apoio do Distrito Federal (GAP/DF). Dividido em três blocos, após a apresentação dos temas os participantes discutiram os assuntos abordados.
Na abertura, o secretário-geral do Ministério da Defesa, brigadeiro Carlos Augusto Amaral, destacou a oportunidade para propor ações conjuntas e efetivas sobre o assunto. De acordo com ele, o tema acumuladores de energia é estratégico para o país. Ele reforçou que, após as discussões, deveriam sair do evento com “ideias sinérgicas, propostas para serem encaminhadas ao governo”.
Em nome do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Adriana Regina Martin participou da mesa de abertura. Ainda estiveram presentes o diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Maximiliano Salvador Martinhão, Carlos Alexandre Príncipe Pires e o coordenador da Secretaria de Desenvolvimento e competitividade industrial do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Guilherme Garabed Kechichian.
No primeiro bloco, foi tratada sobre a Utilização de meios nacionais na produção de acumuladores de energia, apresentadas pela Empresa de Pesquisa Nacional, MDIC e o MCTIC.
As Perspectivas da indústria para acumuladores de energia foram abordadas por representantes o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), do Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), do Centro Tecnológico da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial.
No último bloco, o tema discutido foi Ciência e Tecnologia em Acumuladores de energia: da extração à reciclagem. O conteúdo teve apresentação a cargo dos especialistas do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações e do Instituto de Tecnologia Edson Mororó Moura.
Oportunidade
O engenheiro naval e capitão de corveta Rudolf Gnewuch, que trabalha na Diretoria industrial da Marinha, destacou que a realização do seminário é um ganho de cooperação com a participação de representantes do governo, universidades e empresas. “A finalidade comum é melhorar as empresas e as nossas capacidades tecnológicas o que pode, por consequência, aumentar o nosso capital de conhecimento técnico e potencialidade econômica no futuro do país”, alegou Rudolf.
Adriano Zanetti é engenheiro na área de energia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) e veio do Rio de Janeiro para o evento. Para ele, essa foi uma oportunidade de discutir com diversos órgãos temas que precisam avançar. “Acumuladores de energia é um tema com grande potencial e possui diversas aplicações. Além da possibilidade de promover mudanças que vão permitir uma introdução maior de fontes renováveis não despacháveis, principalmente, solar e elétrica”, pontuou.
O seminário foi promovido pela Secretaria de Produtos de Defesa (Seprod) e realizado pelo Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação (Decti), ligados ao Ministério da Defesa.
JORNAL DO SENADO


Relator escolhe quatro emendas para CAE apresentar ao Orçamento de 2019 — Senado Notícias


Anderson Vieira | Publicada em 09/10/2018 12:32

O senador Dalirio Beber (PSDB-SC) já definiu as emendas a serem apresentadas pela Comissão de Assuntos Econômicos ao Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2019 (PLN 27/2018). O parlamentar de Santa Catarina é o relator das sugestões no colegiado e já está com seu relatório pronto. A CAE pretendia analisá-lo nesta terça-feira (9), mas a reunião foi adiada por falta de quórum.
Das 61 propostas apresentadas, o relator escolheu quatro para levar adiante e submeter à votação. Ele acredita que não terá muitas dificuldades, visto que procurou contemplar os temas que mais tiveram indicações dos senadores.
— São quatro emendas por comissão e não podemos atender a todos, mas esperamos eleger as quatro que mais contemplem as necessidade de setores importantes da economia — afirmou.
Uma das propostas de emenda destina-se ao desenvolvimento de aeronave de transporte militar e reabastecimento em voo. O avião KC-390 poderá ser usado no apoio apoio a calamidades públicas, no transporte de pessoal para a manutenção de ações governamentais em regiões carentes e também no apoio aos pelotões de fronteira, às reservas indígenas e às localidades de difícil acesso na região amazônica, além de missões de rotina.
As comissões têm até o dia 20 de outubro para votar e enviar suas emendas. O PLOA 2019 está em análise na Comissão Mista de Orçamento (CMO). O relator é o senador Waldemir Moka (MDB-MS).
PORTAL GLOBO ESPORTE


Na Corrida Brigadeiro Eduardo Gomes, favorita mostra como esporte muda vidas

Sargento Viviane Santos perdeu muito peso e deixou vida sedentária para trás

Publicada em 09/10/2018 16:45

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL AEROFLAP - Helibras entrega o 33º H225M do Programa H-XBR ao Exército Brasileiro


Publicada em 09/10/2018 11:46 | Atualizado em 09/10/2018 18:44

A Helibras acaba de entregar o terceiro helicóptero militar modelo H225M previsto para 2018, a segunda aeronave prevista para o Exército Brasileiro este ano.
A aeronave ficará baseada no 1º Batalhão de Aviação (BAvEx), em Taubaté, se juntando a outras 10 dez aeronaves H225M já entregue ao Exército Brasileiro.
A aeronave faz parte do Programa H-XBR, firmado em 2008 com o Ministério da Defesa, para aquisição de 50 aeronaves do modelo, para as Forças Armadas do Brasil.
“O programa H-XBR representa um salto qualitativo ao Brasil, pois traz desenvolvimento para a cadeia de fornecedores, transferência de tecnologia e mão de obra especializada ao país”, afirma Richard Marelli, presidente da Helibras e Head of Country da Airbus no Brasil.



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quarta-feira, outubro 10, 2018 | Posted in , , , , , , , , , , , , | Read More »

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