Associação Brasileira de Aviação Geral repudia ideia de fechar Campo de Marte



#Aeroportos - Associação Brasileira de #Aviação Geral repudia ideia de fechar Campo de Marte ...  



Dublin & New York, Janeiro de 2019 - Entidade diz que é inaceitável a proposta do Governador João Doria de encerrar as operações do aeroporto, especialmente sob o argumento de trazer insegurança à região. “Campo de Marte é um aeroporto seguro e importantíssimo para a cidade de São Paulo, é o quinto maior aeroporto do país em número de operações, tendo fechado 2018 com 70 mil operações de pouso e decolagem”, disse Flavio Pires, CEO da Abag.

A proposta do governador João Doria de fechar o aeroporto Campo de Marte é inaceitável na visão da ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), ainda mais sob o argumento de que o aeroporto, o quinto mais importante do país, é inseguro. “Em 12 anos foram 3 fatalidades, 10 anos da aviação causam muito menos mortes do que o trânsito de São Paulo. A aviação é muito segura e o Campo de Marte é fundamental para a cidade de São Paulo”, disse Flavio Pires, CEO da ABAG. A entidade está participando de uma série de ações contra a ideia do governador de fechar o aeroporto, incluindo manifestações, abaixo-assinados e articulações políticas.

Na visão do CEO da ABAG também causa estranheza ver um governador de Estado querer fechar as portas de um aeroporto municipal, gerido por uma autarquia federal que é a Infraero. “A proposta sequer representa a vontade dos moradores da região, que temem muito mais pela exploração imobiliária que pode surgir, o caos que seria provocado no trânsito como uma das consequências do adensamento populacional”, explica Pires, que esteve, juntamente com outras entidades, ouvindo as associações de moradores da região.

O Aeroporto Campo de Marte encerrou o ano de 2018 com 70 mil operações de pousos e decolagens, mas já chegou a 96 mil operações anuais, antes da crise de 2014. É o quinto aeroporto mais importante do Brasil e conecta São Paulo a mais de 900 destinos em todo território nacional. Lembrando que o Brasil tem 5.500 cidades, mas a aviação comercial liga apenas pouco mais de 100 cidades. O restante precisa ser conectado com a aviação geral. O Brasil é dono da segunda maior frota de aeronaves da aviação geral, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. São 15.421 aeronaves (dados de set de 2018), divididas em jatos (770), turboélices (1.326), helicópteros (2.085), anfíbio (40) e aeronaves convencionais (11.200).

“A aviação continua sendo o transporte mais seguro do mundo e o governador sabe disso. O argumento de que Campo de Marte precisa ser fechado por falta de segurança é completamente descabido. Em 10 anos da aviação morreu menos gente de acidente aéreo do que em acidentes de trânsito na Avenida 23 de Maio, nem por isso se cogita o fechamento da avenida”, disse Pires.

O Campo de Marte é fundamental para o sistema aeroviário de São Paulo. Todas as grandes cidades contam com um aeroporto central dedicado à aviação geral. Marte é alternativa para Congonhas que hoje dispõe de muito pouco espaço para os aviões de pequeno e médio porte. O usuário de Marte não é o de grandes aeronaves da aviação executiva, é outro perfil, com aeronaves menores, incluindo muitos helicópteros. “Os aeroportos de Jundiaí e de Sorocaba não teriam como absorver estas 70 mil operações/ano, e a alternativa, mencionada pelo governador, o Aeroporto Catarina, que está sendo erguido pela JHFS, estaria um pouco mais distante dos centros empresariais da cidade de São Paulo, do que o aeroporto do Campo de Marte”, explica o CEO da ABAG.

Para a entidade é possível fazer usos diferenciados do Campo de Marte sem abrir mão das operações. Ao todo são 2,5 milhões de metros quadrados, daria para fazer um parque e o Museu Aeroespacial, que vem sendo discutido. Sem sacrificar nada. “O potencial de Campo de Marte ainda a ser explorado é enorme, tal logo a economia do país restabelecendo o vigor do setor aéreo e do turismo, com linhas regionais de voos, para cidades como Angra dos Reis, Búzios e o forte interior paulista, e novos usos como os eventos chamados fly-in. Estamos inclusive em negociação para levar para lá a LABACE, segunda maior feira do mundo de aviação executiva, que acontece no mês de agosto em São Paulo”, ressaltou Flavio Pires. No ano passado, com a presença de mais de 100 empresas e 47 aeronaves expostas, a LABACE 2018 recebeu um público de mais de 10 mil visitantes.

A ABAG defende uma solução conciliatória e inclusiva que contemple novos usos e até mudanças na forma de aproximação das aeronaves para permitir a exploração imobiliária diferenciada na região. “Repudiamos veementemente a ideia de fechar qualquer aeroporto no país. Campo de Marte faz parte do novo desenho do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) para o futuro da aviação em São Paulo e é isso que falta aos governantes: a visão de futuro. Fechar é rápido, erguer um novo aeroporto leva décadas, sabemos disso.”  

Mais informações www.abag.org.br


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sexta-feira, janeiro 18, 2019 | Posted in , , , , | Read More »

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 20/12/2018 / Azul assina pedido firme de 21 jatos Embraer E195-E2 no valor de US$1,4 bi



#Aviação #Indústria - #Azul assina pedido firme de 21 jatos #Embraer E195-E2 no valor de US$1,4 bi ...  


Paula Arend Laier ...  



SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer disse nesta quarta-feira que fechou contrato com a companhia aérea Azul para um pedido firme de 21 jatos E195-E2 no valor de 1,4 bilhão de dólares a preço de lista, que será incluído na carteira de pedidos firmes (backlog) da fabricante de aviões do quarto trimestre deste ano.

A encomenda havia sido revelada em julho como uma carta de intenção e eleva os pedidos firmes com a Azul para 51 aeronaves do mesmo modelo, segundo o comunicado.

Em 2015, a aérea fez pedido firme para 30 jatos E195-E2.

A Azul é o operador de lançamento do E195-E2 e receberá a primeira aeronave em 2019.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL G1


Três pessoas e cão são resgatados com vida após acidente aéreo em região indígena, no AM

Segundo a Força Aérea Brasileira, piloto, homem e mulher estavam conscientes durante resgate. Aeronave caiu em área de mata fechada.

Publicada em 19/12/2018 10:48

A Força Aérea Brasileira (FAB) fez o resgate, nesta terça-feira, de três sobreviventes e um cachorro, que estavam a bordo de uma aeronave que caiu no município de Tabatinga, a 1.108 km de Manaus, no Amazonas. O avião decolou de Eirunepé e desapareceu na noite de segunda-feira, nas proximidades da fronteira com o Peru.
Os militares da FAB resgataram, todos conscientes, o piloto e dois passageiros, um homem e uma mulher, além de um cachorro que os acompanhava na aeronave.
O avião, de pequeno porte, com matrícula de matrícula PTKIL, é de modelo 95-B55, que pode transportar até cinco passageiros. Nesta viagem, estavam apenas os três sobreviventes. Este foi fabricado em 1974 e pertencia a uma empresa privada de transportes, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Devido às características da localidade, em área de mata fechada, não houve o pouso da aeronave. Foi preciso içar as vítimas com o guincho do helicóptero. Segundo o médico que acompanhou a missão, Capitão Waldyr Moyses de Oliveira Junior, todas as vítimas estavam conscientes e foram necessárias algumas medidas, como estabilização da coluna, medicação para dor e cuidados iniciais com os ferimentos.
"O piloto era o mais velho, em torno de 55 anos, e era o que estava mais ferido. Tinha dor nas costas e formigamentos nas pernas, o que nos levou a suspeitar de lesão na coluna. Por isso, triplicamos nossos cuidados ao manuseá-lo. Mesmo com tempo chuvoso e as dificuldades do local, fomos até lá e realizamos o resgate. Ninguém ficou para trás", disse ele, que é Chefe da Subseção de Saúde Operacional do Hospital de Aeronáutica de Manaus.
Após o resgate feito pelo helicóptero H-60 Black Hawk, do Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), as vítimas foram levados para Tabatinga onde duas viaturas do Exército Brasileiro aguardavam para levá-los ao atendimento médico.
Segundo informações do Salvaero Amazônico, a aeronave em que estavam os sobreviventes declarou situação de emergência na noite de segunda-feira e caiu em seguida, nas proximidades de uma aldeia indígena, na região fronteiriça do Amazonas.
Conforme explica um dos pilotos, Tenente Lucas Santos Bezerra Lopes, a aeronave levou a bordo todos os equipamentos necessários ao resgate, além de uma equipe especializada, para fazer os primeiros socorros antes do transporte. A tripulação é composta por dois pilotos, três tripulantes, três militares de resgate, um médico e um enfermeiro.
"Um dos desafios que tivemos nessa missão foi que, pelo horário de decolagem, antes do nascer do sol, foi necessário o uso de óculos de visão noturna", afirma. Foram em torno de seis horas de voo e dois abastecimentos no trajeto da aeronave.

Pista do Aeroporto Internacional de BH está fechada após pouso de emergência

Uma aeronave da Latam, que fazia a rota Guarulhos (SP) Londres, teve que descer no aeroporto e pneus foram danificados. Empresa diz que 31 voos são afetados e pede que passageiros não se dirijam ao aeroporto.

G1 Mg E Tv Globo | Publicada em 20/12/2018 05:22 | Atualizado em 20/12/2018 07:38

A pista do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está fechada para pousos e decolagens na manhã desta quinta-feira (20). De acordo com a concessionária BH Airport, a pista foi fechada à 1h43, quando uma aeronave da Latam, que fazia a rota Guarulhos (SP) - Londres, teve que realizar um pouso de emergência no aeroporto. Até as 7h, sessenta e sete voos haviam sido cancelados.
A BH Aiport e a Latam informaram que todos os passageiros foram retirados em segurança. A aeronave Boeing 777 teve os oito pneus danificados, que terão que ser trocados na pista. Os materiais necessários devem vir de São Paulo. O fechamento deve durar até as 19h.
“As equipes do Aeroporto Internacional de BH e a Latam estão trabalhando em parceria para providenciar os equipamentos necessários para a troca”, disse a concessionária. Mas não há previsão de liberação da pista.
O que já se sabe até agora:
- Avião da Latam fez pouso de emergência à 1h43 em Confins;
- Voo fazia a rota Guarulhos (SP) - Londres;
- Até as 7h, sessenta e sete voos estavam cancelados;
- Passageira relatou que houve susto e choro dentro da aeronave;
- Fechamento deve durar até as 19h
- Passageiros não devem se dirigir ao terminal
Em nota, a Latam Airlines Brasil informou que o voo LA8084 partiu de São Paulo à 00h30 e alternou para Confins em razão de questões técnicas. “Em razão disso, 30 voos da companhia no terminal foram cancelados até as 19h e um alternado”, afirmou.
Uma das passageiras relatou o momento de tensão e disse que, conforme um comissário, o momento era de agradecer por estarem vivos. "O comissário disse se eu tinha fé, então agradeça porque não era para nenhum de nós estarmos conversando aqui”, contou.
Ainda segundo ela, houve um grande estrondo na hora do pouso, e os passageiros choraram.
“O comandante comunicou aos passageiros que havia uma falha elétrica e que era muito grave. E que a gente ia fazer um pouso de emergência. E daí, na hora que pousou, todo mundo se assustou bastante porque foi um estrondo muito grande. Todo mundo se segurou, chorou. Não podia ir no banheiro, não podia tomar água, não podia pegar a bagagem. A gente estava esperando abrir a porta de emergência para todo mundo passar”, falou.
Orientação aos passageiros
Todos os voos com destino a Belo Horizonte estão sendo direcionados a outros aeroportos. A orientação é que todos os passageiros entrem em contato com as companhias aéreas e consultem a situação dos voos antes mesmo do deslocamento.
A Latam pede aos passageiros que confirmem a situação dos voos diretamente na página Status de voos e não se dirigirem ao aeroporto”. Outra opção é que os passageiros liguem para 4002-5700 (nas capitais) ou 0300-570- 5700 (nas demais localidades do Brasil).
AGÊNCIA REUTERS


Azul assina pedido firme de 21 jatos Embraer E195-E2 no valor de US$1,4 bi


Paula Arend Laier | Publicada em 19/12/2018 09:42

SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer disse nesta quarta-feira que fechou contrato com a companhia aérea Azul para um pedido firme de 21 jatos E195-E2 no valor de 1,4 bilhão de dólares a preço de lista, que será incluído na carteira de pedidos firmes (backlog) da fabricante de aviões do quarto trimestre deste ano.
A encomenda havia sido revelada em julho como uma carta de intenção e eleva os pedidos firmes com a Azul para 51 aeronaves do mesmo modelo, segundo o comunicado. Em 2015, a aérea fez pedido firme para 30 jatos E195-E2. A Azul é o operador de lançamento do E195-E2 e receberá a primeira aeronave em 2019.
JORNAL DO SENADO


Acordos internacionais passam pelo Plenário e vão a promulgação


Senado Notícias | Publicada em 19/12/2018 15:48

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (19) a confirmação de seis acordos internacionais feitos pelo governo brasileiro. Entre eles, a ratificação do Acordo Multilateral de Céus Abertos para os Estados da Comissão Latino-Americana de Aviação Civil (CLAC), que congrega 22 países da América Latina e do Caribe (PDS 151/2018).
O novo marco legal para a operação de serviços aéreos entre esses países envolve não apenas a harmonização de normas técnicas, mas o estabelecimento de acordos de liberação de tráfego entre as nações signatárias. O acordo ratificado pelos senadores traz compromissos sobre metas relacionadas à liberalização e melhoria dos serviços aéreos; dá a aeronaves dos países signatários o direito de sobrevoar outros territórios sem pousar, de fazer escalas não comerciais e de executar serviços, regulares ou não, de passageiros ou de cargas.
Cabo Verde
Outro projeto aprovado (PDS 105/2018) trata do acordo entre o Brasil e a República de Cabo Verde na área de defesa. Um dos objetivos é promover a cooperação com ênfase nas áreas de pesquisa e desenvolvimento, de apoio logístico e de aquisição de produtos e serviços ligados ao setor. O acordo também vai buscar o compartilhamento de conhecimentos e experiências adquiridas em operações das Forças Armadas, incluindo operações internacionais de manutenção da paz, bem como de uso de equipamento militar nacional e estrangeiro.

Adiada instalação da comissão da MP que libera capital estrangeiro em empresas aéreas — Senado Notícias


Agência Senado | Publicada em 19/12/2018 16:58

Foi adiada para esta quinta-feira (20) às 10h, no Plenário 2 da Ala Senador Nilo Coelho, a instalação do colegiado que analisará a medida provisória sobre o aumento da participação estrangeira em companhias aéreas (MPV 863/2018). A comissão mista, formada por deputados e senadores, deverá eleger o presidente e o vice. A medida provisória eleva de 20% para 100% o limite de participação estrangeira nas companhias.
O texto revoga as exigências do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA, Lei 7.565, de 1986), que determina, como critérios para a exploração de serviços aéreos públicos, que a companhia tenha sede no Brasil, com direção exclusivamente brasileira e com 80% do capital social nas mãos de brasileiros. O governo argumenta que essas definições impõem obstáculos ao desenvolvimento do transporte aéreo no país.
Ao abrir o setor aéreo ao capital externo, o Poder Executivo espera aumentar a competição e a desconcentração do mercado doméstico. A expectativa é o aumento da quantidade de cidades e rotas atendidas pelo transporte aéreo regular, a redução do preço médio das passagens, o aprimoramento de técnicas gerenciais e a incorporação de novas tecnologias no processo de gestão das empresas, além da diversificação de serviços e produtos e uma melhor conectividade da malha aérea doméstica com voos internacionais.
Após aprovado o parecer da comissão mista, a MP deverá ser votada nos Plenários da Câmara e do Senado. O fim do ano legislativo, em 22 de dezembro, contudo, adiará a análise da MP que deverá ficar para 2019. De acordo com a Constituição, o prazo de vigência de medidas provisórias é suspenso durante o recesso do Congresso, que acaba em 2 de fevereiro.
PORTAL DEFESANET


SAAB nomeia seu novo presidente da América Latina

A SAAB nomeou Fredrik Gustafson como o presidente da SAAB na AL a partir de 01JAN2019. Substitui Bo Torrested

Publicada em 19/12/2018 08:50


A SAAB nomeou Fredrik Gustafson como o presidente da SAAB na AL a partir de 01JAN2019. Substitui Bo Torrested
Atualmente, Fredrik Gustafson é o diretor geral de marketing e vendas para América Latina e atua no desenvolvimento e diversificação dos negócios da SAAB na região, contribuindo para o aumento da conscientização sobre a empresa e suas áreas de negócios em todos os mercados da América Latina.

Fredrik iniciou sua carreira na Força Aérea Sueca, em 1989, como oficial técnico. Ele começou a trabalhar para a SAAB em 2000 como gerente do programa de treinamento para clientes em Linköping, na Suécia.

Entre 2006 e 2010, Fredrik foi o gerente das campanhas do Gripen na Noruega e no Brasil, antes de ser nomeado para a área de Exportação Regional do Gripen na América Latina. Em 2015, Fredrik foi nomeado diretor geral de marketing e vendas para América Latina, cargo que ocupa atualmente.

"Estou muito motivado para assumir esta tarefa bastante desafiadora – será muito bom poder trabalhar com a equipe formada por Bo Torrestedt. Nos últimos cinco anos tivemos muitos êxitos em posicionar a SAAB como um parceiro estratégico para as forças de defesa da região e estou confiante de que continuaremos nesta jornada de sucesso na América Latina" disse Fredrik.

O atual presidente da SAAB para a América Latina, Bo Torrestedt, permanecerá no Brasil até o final de março dar todo o suporte necessário a Fredrik em uma transição tranquila de responsabilidades. Em seguida, Bo retornará à Suécia para assumir novos desafios dentro da SAAB.

A área que Fredrik passará a atuar na América Latina é muito importante e com grande potencial de crescimento e parcerias. Nos últimos anos, a SAAB conseguiu aumentar sua presença, garantindo relações fortes e estáveis com as forças armadas dos países da região.

A maneira de trabalhar da empresa, apoiando a cooperação industrial, a transferência de tecnologia e o desenvolvimento de conteúdo local e promovendo o modelo de tripla hélice (indústria / governo / universidades), apresenta uma base sólida para o desenvolvimento contínuo dos negócios da SAAB na região.

A SAAB está presente na América Latina com um amplo portfólio de soluções e produtos de alta tecnologia, como o Gripen, Defesa Aérea de Base Terrestre, Torres Remotas, C4I, EW (Sistemas de Autoproteção), Gerenciamento de Assinaturas, Sistemas de Comunicação, Sistemas de Vigilância e Sistemas de Radar.



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quinta-feira, dezembro 20, 2018 | Posted in , , , , , , , , , , , | Read More »

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 19/12/2018 / Como a Embraer foi da quase falência a acordo bilionário com a gigante americana Boeing



#Indústria #Aviação - Como a #Embraer foi da quase falência a acordo bilionário com a gigante americana #Boeing ...  


Pelo acordo, que ainda depende de aprovação do governo brasileiro, será criada uma nova empresa de aviação comercial, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer ...  



O anúncio nesta segunda-feira (17) da aprovação dos termos de uma parceria entre a Embraer e a gigante americana Boeing marca uma nova etapa na longa trajetória da empresa brasileira.

Pelo acordo, que ainda depende de aprovação do governo brasileiro, será criada uma nova empresa de aviação comercial, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer.

Em comunicado, as empresas informaram que a americana pagará US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 16,4 bilhões) pela compra, US$ 400 milhões a mais do que o divulgado inicialmente.

Origens
A Embraer tem suas origens no Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Em 1965, um grupo de técnicos formados pelo instituto, sob a liderança do engenheiro aeronáutico e então major da FAB (Força Aérea Brasileira) Ozires Silva, começou a trabalhar no projeto de um avião bimotor, turboélice e capaz de transportar cerca de 20 passageiros.

Em 1968, essa aeronave, batizada de Bandeirante, fez seu primeiro voo. No ano seguinte, a Embraer foi criada para a produção em série do Bandeirante, inicialmente desenvolvido pelo CTA. Ozires Silva assumiu como primeiro presidente da empresa.

Ao longo da década de 1970, a Embraer desenvolveu outros modelos de destaque, como o monomotor EMB-200 Ipanema, para pulverização agrícola, o EMB-326 Xavante, primeiro avião a jato produzido no país, fabricado sob licença da companhia italiana Aermacchi e usado no treinamento de pilotos militares, e o EMB-21 Xingu, primeiro turboélice pressurizado fabricado pela empresa para uso executivo.

Nos anos 1980, ganharam notoriedade modelos como o EMB 120 Brasília, com capacidade para 30 passageiros, o EMB 312 Tucano, para a área de defesa, e o AMX, caça supersônico produzido em parceria com a Aermacchi entre 1985 e 1999.

Crise e privatização
A partir do final da década de 1980, a Embraer foi atingida pela crise financeira que castigava a economia brasileira e quase chegou à falência.

Depois de um longo processo, a empresa foi privatizada em dezembro de 1994, no fim do governo do presidente Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (em valores da época).

O acordo de privatização garantiu ao governo a chamada "golden share", uma ação preferencial que dá direito a veto a decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário.

A recuperação da Embraer após a restruturação foi impulsionada por projetos como o do jato comercial ERJ-145, para 50 passageiros, e outros modelos da mesma família, e o programa de E-jets de aviões comerciais, focado no segmento de jatos de 70 a 120 assentos.

A empresa tem sede em São José dos Campos, unidades no país e no exterior e joint ventures na China e em Portugal.

Namoro com a Boeing
O namoro com a Boeing ganhou força há um ano, logo após o anúncio de que a europeia Airbus, concorrente da americana, havia comprado a divisão de jatos regionais da canadense Bombardier, principal concorrente da Embraer no segmento de mercado em que operam.

Maior fabricante de aeronaves do mundo, a Boeing não tem uma linha de aeronaves de médio e pequeno porte, para voos regionais, e ficaria em desvantagem diante da Airbus. Com a parceria, a Boeing poderá acessar esse segmento, em que a Embraer é líder.

A parceria entre Airbus e Bombardier também poderia representar um risco à Embraer, em um mercado cada vez mais disputado e em meio a avanços em outros países, como a China, no segmento de aviões de médio porte.

"Está havendo mudança muito grande no perfil da indústria", disse à BBC News Brasil Glauco Arbix, professor da USP e co-coordenador do Observatório da Inovação do IEA (Instituto de Estudos Avançados).

Arbix acredita que, do ponto de vista tecnológico, o Brasil não está preparado para os enormes desafios que a Embraer tem pela frente. "Os desafios tecnológicos da Embraer são muito grandes. A indústria aeronáutica está mudando muito profundamente e rapidamente", observa.

Mas o professor afirma também que, com esse acordo, o Brasil fica desprovido de uma de suas empresas-chave. "A Embraer com certeza é a empresa mais avançada que o Brasil tem", ressalta. "Desse ponto de vista, eu acho que o Brasil perde com essa compra."

Nova empresa
A união da americana e da brasileira cria uma gigante global de aviação, com forte atuação tanto no segmento de longa distância quanto na aviação regional.

Segundo comunicado das empresas, essa joint venture será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil. O controle operacional e de gestão ficará com a Boeing.

"A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil", diz o texto. A brasileira poderá vender sua parte para a Boeing a qualquer momento.

"Estamos confiantes que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo. Esta aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo", disse o presidente e CEO da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva.

As empresas também comunicaram um acordo sobre os termos de outra parceria para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. Nessa joint venture, a Embraer fica com o controle, com 51% de participação, e a Boeing, com 49%.

Com a venda da divisão comercial, a Embraer vai manter o domínio apenas sobre as áreas de defesa, aviação executiva e serviços, além de projetos estratégicos já em curso.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, que toma posse em 1º de janeiro, já se manifestou favoravelmente à parceria. A expectativa é de que essa negociação seja concluída até o final de 2019.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




REDE GLOBO


GLOBO RURAL - Embrapa e FAB fazem parceria para usar satélite brasileiro no agro

Carponis-1 será usado para estudos sobre a produção, com atenção especial à Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

Publicada em 18/12/2018 06:33

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) fechou uma parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) para operar o satélite brasileiro Carponis-1. Operadora civil do equipamento, a Embrapa vai usar as imagens geradas pelo equipamento em estudos a respeito da produção agropecuária do Brasil, informa o comunicado oficial.
Para a Embrapa Territorial, usar o satélite brasileiro significa reduzir a dependência de imagens de satélites controlados por outros países, além de reduzir custos. O Carponis-1 consegue imagens com até 70 centímetros de distância e dá uma volta ao redor da Terra em uma hora e meia. Segundo a Força Aérea, o custo de usar o equipamento é até 75% menor.
“Poderemos programar e direcionar o satélite para aquisição de imagens de alvos específicos. Isso evitará a compra de imagens obsoletas e otimizará o tempo de resposta no recebimento dessas imagens”, observa a chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial, Lucíola Magalhães, de acordo com o divulgado pela instituição.
De acordo com a Embrapa Territorial, atualmente o Brasil opera apenas um sistema espacial, em parceria com a China. No entanto, a resolução máxima é de cinco metros e o intervalo entre os registros de imagens gira em torno de 26 dias. Com o satélite brasileiro, além da resolução da imagem estar abaixo de um metro de distância, o intervalo de registro será de três a cinco dias.
Caso a área de interesse esteja fora do Brasil, o intervalo entre os registros é maior, mas não deve passar de 12 horas. Ainda conforme a instituição, a uma das maiores vantagens de se ter imagens como as do satélite brasileiro é a chance de se ter registros livres de nuvens. Em regiões de alta umidade, como a Amazônia e o litoral, seria uma melhora de visibilidade.
Um dos objetivos da unidade com o projeto é avançar mo monitoramento de áreas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), sistema produtivo que tem crescido no Brasil. “É muito difícil com satélites de média resolução conseguir identificá-las. Mesmo com os de alta resolução, esse mapeamento não vai ser uma tarefa simples”, diz Lucíola.
PORTAL G1


Como Embraer foi da quase falência a acordo bilionário com a gigante americana Boeing

Pelo acordo, que ainda depende de aprovação do governo brasileiro, será criada uma nova empresa de aviação comercial, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer.

Por Bbc | Publicada em 18/12/2018 07:52

O anúncio nesta segunda-feira (17) da aprovação dos termos de uma parceria entre a Embraer e a gigante americana Boeing marca uma nova etapa na longa trajetória da empresa brasileira.
Pelo acordo, que ainda depende de aprovação do governo brasileiro, será criada uma nova empresa de aviação comercial, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer.
Em comunicado, as empresas informaram que a americana pagará US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 16,4 bilhões) pela compra, US$ 400 milhões a mais do que o divulgado inicialmente.
Origens
A Embraer tem suas origens no Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Em 1965, um grupo de técnicos formados pelo instituto, sob a liderança do engenheiro aeronáutico e então major da FAB (Força Aérea Brasileira) Ozires Silva, começou a trabalhar no projeto de um avião bimotor, turboélice e capaz de transportar cerca de 20 passageiros.
Em 1968, essa aeronave, batizada de Bandeirante, fez seu primeiro voo. No ano seguinte, a Embraer foi criada para a produção em série do Bandeirante, inicialmente desenvolvido pelo CTA. Ozires Silva assumiu como primeiro presidente da empresa.
Ao longo da década de 1970, a Embraer desenvolveu outros modelos de destaque, como o monomotor EMB-200 Ipanema, para pulverização agrícola, o EMB-326 Xavante, primeiro avião a jato produzido no país, fabricado sob licença da companhia italiana Aermacchi e usado no treinamento de pilotos militares, e o EMB-21 Xingu, primeiro turboélice pressurizado fabricado pela empresa para uso executivo.
Nos anos 1980, ganharam notoriedade modelos como o EMB 120 Brasília, com capacidade para 30 passageiros, o EMB 312 Tucano, para a área de defesa, e o AMX, caça supersônico produzido em parceria com a Aermacchi entre 1985 e 1999.
Crise e privatização
A partir do final da década de 1980, a Embraer foi atingida pela crise financeira que castigava a economia brasileira e quase chegou à falência.
Depois de um longo processo, a empresa foi privatizada em dezembro de 1994, no fim do governo do presidente Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (em valores da época).
O acordo de privatização garantiu ao governo a chamada "golden share", uma ação preferencial que dá direito a veto a decisões estratégicas, como a transferência de controle acionário.
A recuperação da Embraer após a restruturação foi impulsionada por projetos como o do jato comercial ERJ-145, para 50 passageiros, e outros modelos da mesma família, e o programa de E-jets de aviões comerciais, focado no segmento de jatos de 70 a 120 assentos.
A empresa tem sede em São José dos Campos, unidades no país e no exterior e joint ventures na China e em Portugal.
Namoro com a Boeing
O namoro com a Boeing ganhou força há um ano, logo após o anúncio de que a europeia Airbus, concorrente da americana, havia comprado a divisão de jatos regionais da canadense Bombardier, principal concorrente da Embraer no segmento de mercado em que operam.
Maior fabricante de aeronaves do mundo, a Boeing não tem uma linha de aeronaves de médio e pequeno porte, para voos regionais, e ficaria em desvantagem diante da Airbus. Com a parceria, a Boeing poderá acessar esse segmento, em que a Embraer é líder.
A parceria entre Airbus e Bombardier também poderia representar um risco à Embraer, em um mercado cada vez mais disputado e em meio a avanços em outros países, como a China, no segmento de aviões de médio porte.
"Está havendo mudança muito grande no perfil da indústria", disse à BBC News Brasil Glauco Arbix, professor da USP e co-coordenador do Observatório da Inovação do IEA (Instituto de Estudos Avançados).
Arbix acredita que, do ponto de vista tecnológico, o Brasil não está preparado para os enormes desafios que a Embraer tem pela frente. "Os desafios tecnológicos da Embraer são muito grandes. A indústria aeronáutica está mudando muito profundamente e rapidamente", observa.
Mas o professor afirma também que, com esse acordo, o Brasil fica desprovido de uma de suas empresas-chave. "A Embraer com certeza é a empresa mais avançada que o Brasil tem", ressalta. "Desse ponto de vista, eu acho que o Brasil perde com essa compra."
Nova empresa
A união da americana e da brasileira cria uma gigante global de aviação, com forte atuação tanto no segmento de longa distância quanto na aviação regional.
Segundo comunicado das empresas, essa joint venture será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil. O controle operacional e de gestão ficará com a Boeing.
"A Embraer terá poder de decisão para alguns temas estratégicos, como a transferência das operações do Brasil", diz o texto. A brasileira poderá vender sua parte para a Boeing a qualquer momento.
"Estamos confiantes que esta parceria será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial brasileira como um todo. Esta aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo", disse o presidente e CEO da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva.
As empresas também comunicaram um acordo sobre os termos de outra parceria para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. Nessa joint venture, a Embraer fica com o controle, com 51% de participação, e a Boeing, com 49%.
Com a venda da divisão comercial, a Embraer vai manter o domínio apenas sobre as áreas de defesa, aviação executiva e serviços, além de projetos estratégicos já em curso.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, que toma posse em 1º de janeiro, já se manifestou favoravelmente à parceria. A expectativa é de que essa negociação seja concluída até o final de 2019.

É FAKE que caças russos invadiram espaço aéreo brasileiro e que EUA enviaram navios em resposta

Texto aproveita notícia sobre caças russos na Venezuela para criar contexto falso que implica Brasil. Aeronáutica e Marinha confirmam que mensagem é FAKE.

Por G1 | Publicada em 19/12/2018 07:02

Circula pela internet um texto que diz que aeronaves russas invadiram o espaço aéreo brasileiro e que o governo americano reagiu com o envio de navios à costa brasileira. As informações são #FAKE.
O texto diz que "a invasão do espaço aéreo brasileiro pelos bombardeiros TU-160 russos emprestados à Venezuela foi uma provocação aos Estados Unidos e ao Brasil". A informação falsa surgiu após a notícia verdadeira de que caças russos aterrissaram na Venezuela para realização de exercícios militares.
Até o senador Telmário Mota (PTB-RR) acreditou na história falsa, de acordo com a revista "Época". Ele tuitou no domingo (16) a respeito de uma suposta invasão do espaço aéreo brasileiro por aeronaves russas. O senador informou à revista que retirou o post de sua página após não receber confirmação da informação de fontes oficiais.
Consultada pelo Fato ou Fake, a Força Aérea Brasileira (FAB) diz que a informação de que o espaço aéreo brasileiro foi invadido é totalmente falsa. A FAB encaminhou um link explicando a atuação da Força Aérea Brasileira quando uma aeronave desconhecida é detectada pelos radares e um link com informações sobre a Operação Ostium, com gráficos e imagens da atuação da FAB na defesa do espaço aéreo.
O texto falso informa que, em resposta a essa invasão pelos aviões russos, "o presidente dos EUA, Donald Trump, enviou para a costa brasileira a 4ª Frota, composta de navios de interceptação e contra-bombardeiros, fazendo com que os aviões russos retornassem imediatamente ao país de origem".
Procurada, a Marinha informa que a mensagem é falsa. "Quanto à visita de qualquer navio de guerra dos EUA ao Brasil, não há, até o momento, tratativas neste sentido."
AGÊNCIA SENADO


Comissão da MP que extingue empresa espacial em parceria com Ucrânia vota relatório


Da Redação | Publicada em 18/12/2018 12:50

A Comissão Mista da Medida Provisória N° 858/2018 realizará, na quarta-feira (19), a segunda reunião para votar o relatório sobre o texto, que extingue a empresa binacional de exploração comercial de lançamentos de satélites, Alcântara Cyclone Space (ACS). O deputado Hugo Leal (PSD-RJ) é o relator da MP e o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) preside a comissão.
Com sede em Brasília, a empresa nasceu do Tratado sobre a Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4, assinado em 2003 pelos governos do Brasil e da Ucrânia, com o objetivo de levar satélites dos dois países e de outros potenciais interessados ao espaço.
De acordo com o tratado, homologado pelo Congresso Nacional em 2004, os satélites seriam enviados do Centro de Lançamento de Alcântara, no litoral do Maranhão, gerando custos aos interessados.
A extinção da empresa é decorrente da decisão do governo brasileiro de sair da iniciativa, formalizada em 2015 pelo Decreto 8.494, alegando falta de viabilidade comercial.
Caso aprovado, o parecer será votado nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Inventário
De acordo com a MP 858, o patrimônio e as dívidas da empresa binacional situados no país serão inventariados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que recebeu prazo até 29 de março de 2019, prorrogável, para concluir o processo. A União assumirá as obrigações e os bens da ACS localizados no território nacional. Os situados no exterior poderão ser inventariados pelo governo ucraniano e o resultado será objeto de compensação entre os dois países.
JORNAL A CRÍTICA (AM)


Três sobreviventes de acidente aéreo são resgatados próximos de Tabatinga (AM)

Os militares da FAB resgataram, todos conscientes, o piloto e dois passageiros, um homem e uma mulher, além de um cachorro que os acompanhava na aeronave

Publicada em 18/12/2018 21:59

A Força Aérea Brasileira (FAB) acionou, na manhã desta terça-feira (18), um helicóptero H-60 Black Hawk, do Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), para realizar o resgate dos três sobreviventes de um acidente aéreo que aconteceu na noite de segunda-feira (17) próximo à cidade de Tabatinga (AM), na fronteira com o Peru.
Os militares da FAB resgataram, todos conscientes, o piloto e dois passageiros, um homem e uma mulher, além de um cachorro que os acompanhava na aeronave. Não havia espaço para o pouso do helicóptero e as vítimas foram içadas. Eles foram levados para Tabatinga onde duas viaturas do Exército Brasileiro aguardavam para levá-los ao atendimento médico.
Segundo informações do Salvaero Amazônico, a aeronave em que estavam os sobreviventes, de matrícula PTKIL, declarou situação de emergência e caiu em seguida, nas proximidades de uma aldeia indígena. Para realizar o resgate, o helicóptero da FAB decolou às 4h (horário local) desta terça (18) de Manaus (AM) com destino ao local do acidente.
Conforme explica um dos pilotos, Tenente Lucas Santos Bezerra Lopes, a aeronave levou a bordo todos os equipamentos necessários ao resgate, além de uma equipe especializada, para fazer os primeiros socorros antes do transporte. A tripulação é composta por dois pilotos, três tripulantes, três militares de resgate, um médico e um enfermeiro. "Um dos desafios que tivemos nessa missão foi que, pelo horário de decolagem, antes do nascer do sol, foi necessário o uso de óculos de visão noturna", afirma. Foram em torno de seis horas de voo e dois abastecimentos no trajeto da aeronave.
Devido às características da localidade, não houve o pouso da aeronave. Foi preciso içar as vítimas com o guincho do helicóptero. Segundo o médico que acompanhou a missão, Capitão Waldyr Moyses de Oliveira Junior, todas as vítimas estavam conscientes e foram necessárias algumas medidas, como estabilização da coluna, medicação para dor e cuidados iniciais com os ferimentos. "O piloto era o mais velho, em torno de 55 anos, e era o que estava mais ferido. Tinha dor nas costas e formigamentos nas pernas, o que nos levou a suspeitar de lesão na coluna. Por isso, triplicamos nossos cuidados ao manuseá-lo. Mesmo com tempo chuvoso e as dificuldades do local, fomos até lá e realizamos o resgate. Ninguém ficou para trás", disse ele, que é Chefe da Subseção de Saúde Operacional do Hospital de Aeronáutica de Manaus.



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quarta-feira, dezembro 19, 2018 | Posted in , , , , , , , , , | Read More »

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