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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 10/09/2017 / Defesa antimíssil dos EUA e aliados tem eficácia duvidosa



Defesa antimíssil dos EUA e aliados tem eficácia duvidosa ...  


Igor Gielow ...  


Com mais um teste de míssil norte-coreano assombrando o noticiário, uma das questões centrais nas hipóteses de um conflito com a ditadura de Kim Jong-un volta à tona: a capacidade de defesa dos EUA e de seus aliados no leste asiático contra os foguetes à disposição de Pyongyang.

A resposta é: variável. Há uma gama de interceptadores espalhada pelo teatro de operações em torno da península coreana, mas a eficácia deles depende do tipo de ataque a ser realizado.


(continue a ler abaixo ...)



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Defesa antimíssil dos EUA e aliados tem eficácia duvidosa


Igor Gielow

Com mais um teste de míssil norte-coreano assombrando o noticiário, uma das questões centrais nas hipóteses de um conflito com a ditadura de Kim Jong-un volta à tona: a capacidade de defesa dos EUA e de seus aliados no leste asiático contra os foguetes à disposição de Pyongyang.

A resposta é: variável. Há uma gama de interceptadores espalhada pelo teatro de operações em torno da península coreana, mas a eficácia deles depende do tipo de ataque a ser realizado.

FASES DE VOO

Um míssil balístico possui três fases de voo. Na decolagem, mais lenta do que as etapas finais do voo, teoricamente é um alvo mais fácil. A fase intermediária (ou de meio curso), quando o míssil percorre a parábola até seu destino, pode ser mais facilmente interceptada se for um foguete de médio alcance.

Os modelos intercontinentais vão literalmente ao espaço, sendo bem mais complexo atingi-los. Já a etapa terminal é quando a ogiva com o explosivo acelera rumo ao solo. No caso de projéteis intercontinentais, ela reentra na atmosfera a velocidades infernais (algo como 25 mil km/h), dificultando sua interceptação.

A Coreia do Sul está equipada com dois tipos de defesa. Baterias americanas Patriot, das quais dispõe de 48, podem tentar derrubar mísseis em altitudes de até 40 km. Têm eficácia provada em diversos conflitos contra armas táticas (até 300 km de alcance) e de curto alcance (300 km a 1.000 km).

Para mísseis de médio alcance (1.000 km a 3.500 km) e intermediários (3.500 km a 5.500 km), Seul tem uma bateria operada pelos EUA, a THAAD (sigla em inglês para Defesa de Área Terminal de Alta Altitude), que protege o perímetro de bases americanas no sul do país.

Esse sistema nunca foi testado em guerra, mas é considerado confiável. Ele não é um escudo completo de grandes áreas: protege uma região lançando foguetes contra ogivas na descendente -daí o seu nome.

Pode atingir entre 150 km e 200 km de altitude, e também consegue derrubar mísseis de curto alcance em voo. Seul também possui o sistema de defesa Aegis instalado em três cruzadores de sua moderna Marinha.

Ele visa primariamente a fase de decolagem e o sobrevoo, e pode ser usado contra qualquer tipo de míssil. Sua vantagem é a mobilidade no teatro de guerra.

Nenhum desses sistemas, contudo, resolveria no caso de haver uma chuva de mísseis balísticos (Pyongyang tem entre 300 e 1.000) e na provável barragem de artilharia e foguetes que seria lançada no caso de um conflito na faixa entre a fronteira e Seul, separadas por 55 km.

O Japão, por sua vez, possui versões mais avançadas do Patriot (120 baterias) espalhadas pelo país. Também tem instalados seis sistemas Aegis em navios de guerra de sua frota: quatro destróieres e dois cruzadores.

Se não recebesse um ataque tão denso como a Coreia do Sul, poderia ter chances contra mísseis de médio alcance. Mas experimentaria dificuldades com um modelo mais veloz, como um de alcance intermediário, ajustado para distâncias menores.

ESTADOS UNIDOS

Já o território americano de Guam, no oceano Pacífico, conta com os três sistemas para se defender. Até pela distância maior da Coreia do Norte (3.400 km), as chances de sucesso são melhores.

No caso de Kim realmente ter um modelo intercontinental já operacional à mão, além do THAAD e do Aegis há um sistema dedicado a esse tipo de míssil baseado no Alasca e com algumas baterias na Califórnia.

Chamado GMD (sigla para Defesa de Meio Curso Baseada em Terra), ele alveja ogivas ainda no espaço. É considerado o principal sistema de defesa continental dos EUA. Mas há um problema de confiabilidade. Funcionaram apenas 10 dos 18 testes do sistema de 1999 até agora. Nenhum dos sistemas à disposição de EUA e aliados foi testado numa guerra de alta intensidade.

Para piorar, a defesa antimíssil é definida por especialistas por uma frase não muito animadora: "É como atingir uma bala com outra".

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JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Esta reforma precisa avançar

Já está mais do que patente o descompasso entre as regras previdenciárias estabelecidas pela Constituição de 1988 e as mudanças havidas no País desde então

O Estado De S.paulo

Caso nada seja feito, e rapidamente, o sistema previdenciário entrará em colapso, comprometendo não só o pagamento de pensões e aposentadorias – o que seria grave por si só –, mas também reduzindo muito a capacidade do Estado de custear serviços essenciais à população, como saúde e educação, e de investir em projetos de infraestrutura visando ao desenvolvimento do País.
Longe de soar como mera retórica alarmista, como querem fazer crer os detratores da reforma da Previdência – para alguns dos quais, é importante lembrar, nem sequer há déficit no sistema, negando cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU) –, o diagnóstico é resultado de uma imposição matemática. Cálculos da Casa Civil da Presidência da República mostram que, a serem mantidas as atuais regras da Previdência, os gastos do governo com o pagamento de pensões e aposentadorias em 2026 serão R$ 108 bilhões maiores do que hoje, valor que supera os Orçamentos da saúde (R$ 98 bilhões) e da educação (R$ 94,5 bilhões) em 2016.
Para ampliar o debate sobre as medidas necessárias à reforma do sistema previdenciário e discutir as razões que impõem a premência de sua aprovação pelo plenário da Câmara dos Deputados, o Estado, em parceria com o Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice), realizou na semana passada, em São Paulo, mais uma edição do Fórum Estadão.
O momento é particularmente importante para a discussão do tema, tendo-se em vista uma pesquisa realizada entre os dias 15 e 23 de agosto pela consultoria Arko Advice com 201 dos 513 deputados federais – 40% da composição da Câmara dos Deputados –, abrangendo 25 partidos políticos com representação na Casa, que mostrou que para 83% dos parlamentares ouvidos a reforma da Previdência não será aprovada este ano. Apenas 8,45% dos pesquisados acreditam que o texto aprovado na comissão especial que trata da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16 será aprovado também pelo plenário.
Participaram do evento o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano; o assessor especial da Casa Civil da Presidência da República, Bruno Leal; o economista-chefe da Lopes Filho & Associados, Julio Hegedus Netto; e o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Fernando de Holanda Barbosa Filho.
Apresentado pelo secretário Marcelo Caetano, o panorama fiscal da Previdência em 2016 mostrou que a despesa total previdenciária – englobando tanto o Regime Geral como o Regime Próprio – representou 13,1% do PIB. É evidente que, diante desse patamar de gastos, à Câmara caberá dissociar a discussão e aprovação da reforma de turbulências havidas no meio político, sobretudo porque a própria dinâmica da política é volátil, ao contrário da rígida imposição fiscal de se reequilibrar as contas públicas, o que não será feito senão a partir da reforma das regras previdenciárias.
Um cálculo apresentado por Bruno Leal, da Casa Civil, mostrou que a fatia do Orçamento comprometida com os benefícios previdenciários subirá dos atuais 56% para 80% no prazo de dez anos se nada for feito agora, como, por exemplo, o estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria.
A reforma da Previdência é urgente, ainda, pela resultante demográfica da redução da taxa de fecundidade dos brasileiros e do aumento da expectativa de sobrevida, o que leva ao aumento do tempo de pagamento dos benefícios. Hoje, pessoas com 65 anos ou mais representam 8,3% da população. Em 2050, serão 22,4%.
De acordo com Julio Hegedus Netto, “as mudanças etárias serão abruptas e tornarão a Previdência insustentável” em curto espaço de tempo.
Já está mais do que patente o descompasso entre as regras previdenciárias estabelecidas pela Constituição de 1988 e as mudanças havidas no País desde então. É dever da Câmara dos Deputados não faltar ao Brasil de hoje e ao do futuro modernizando os preceitos constitucionais que não mais garantem aquilo que aspiravam garantir inicialmente.

COLUNA DO ESTADÃO


Andreza Matais E Marcelo De Moraes

Aritmética.
Segundo Padilha, as contas simplismente não fecham. "Se não fizermos a reforma da Previdência até 2024, todo o Orçamento da União será para os gastos com a folha de pagamento, Previdência e gastos contingenciados com Saúde e Educação."

PORTAL UOL


Sargento da aeronáutica morre vítima de choque elétrico no Cabo

O acidente aconteceu enquanto o sargento realizava manutenção na antena de sua residência

Jc On Line

Um sargento reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), de 57 anos, morreu após sofrer um choque elétrico enquanto realizava uma manutenção na antena de sua residência, no município do Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul de Pernambuco. A identidade da vítima não foi divulgada. Segundo a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), o homem entrou em contato, acidentalmente, com a rede elétrica durante a instalação da antena próximo à fiação. Técnicos da empresa enviados ao local constataram que a estrutura metálica caiu sobre a rede de média tensão, provocando o acidente.
De acordo com o 19º Batalhão da Polícia Militar (BPM), acionado para a ocorrência, o acidente aconteceu na Praia Pedra do Xaréu, por volta das 10h. A Polícia Civil informou que a antena estava instalada em um dos cômodos do segundo piso da casa da vítima. Após sofrer o choque, ele caiu e morreu no local.
O caso está sendo investigado pela Delegacia do Cabo de Santo Agostinho. Após perícia realizada por uma equipe do Instituto de Criminalística (IC), o corpo do sargento foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife.
A Celpe informa que, após a comunicação da ocorrência, profissionais de prontidão da empresa seguiram imediatamente para o local, desligaram a rede elétrica, isolaram e eliminaram os riscos. A concessionária reforça as orientações sobre os perigos de realizar serviços e manusear antenas de TV e objetos metálicos próximo à fiação elétrica.

Avião faz pouso de emergência no aeroporto de Petrolina

Trem de pouso da aeronave teria recolhido no momento da aterrizagem em Petrolina; nenhum passageiro ficou ferido

Rádio Jornal .ne10 (pb)

Uma aeronave realizou um pouso de emergência no Aeroporto de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. De acordo com informações repassadas pelos funcionários, o trem do pouso teria recolhido no momento da aterrizagem, provocando um atrito entre o avião e o solo.
A aeronave precisou ser transportada em um guincho para a vistoria e passar por conserto. Dois passageiros estavam no avião durante a ocorrência. De acordo com o aeroporto, eles não tiveram ferimentos e passam bem.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


PPI agiliza privatização para destravar projetos


Com a espinhosa missão de atrair capital para o Brasil em meio à recessão econômica e a sucessivas crises políticas, o Conselho do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) completa um ano com a qualificação de 146 projetos de privatização e concessão na área de infraestrutura, dos quais 49 concluídos e 24 com previsão para ocorrer ainda este ano. Se o governo de Michel Temer conseguir interessados do setor privado para todas as ofertas que estão no balcão de negócios, terá feito, em menos tempo, mais do que cada um dos últimos três presidentes brasileiros: Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva tiveram oito anos de mandato e Dilma Rousseff, cinco anos e oito meses.
Vender e conceder serviços e bens públicos são medidas que alguns governos fazem por convicção e outros, por necessidade, avalia Letícia Queiroz de Andrade, especialista em infraestrutura do escritório Queiroz Maluf. “Fernando Henrique tinha convicção, era o começo da desestatização, mas não tocou em frente tudo o que pretendia. O Lula realizou alguma coisa porque era pragmático. E a Dilma não tinha vontade nenhuma, mas precisava fazer. O que diferencia o governo Temer é que ele aliou as duas coisas: a convicção e a necessidade”, analisa. “Além disso, Temer criou uma estrutura muito bem montada, que atua de modo transversal e com foco. Para qualificar, está ali todo o núcleo duro do governo”, ressalta.
Formado em maio de 2016, como primeiro ato do então presidente interino, o corpo técnico do PPI necessitou de quatro meses para tornar os projetos existentes atrativos o suficiente para driblar a perda de grau de investimento do país. A Lei nº 13.334, de 13 de setembro de 2016, instituiu o Conselho do PPI, formado pelo próprio Temer, seus principais ministros e os presidentes de bancos públicos, para dar o aval político às sugestões técnicas.
O secretário especial do PPI, Adalberto Vasconcelos, explica que foi necessário dar consistência jurídica aos projetos, a fim de buscar solução para gargalos históricos de infraestrutura. “O foco em um único órgão, o PPI, e no cumprimento de prazos, foi fundamental para atrair investidores estrangeiros”, assinala. “Nosso desafio é atrair investidores e não meia-dúzia de empreiteiras interessadas apenas nas obras”, diz.

Resistência
Vasconcelos destaca que o PPI precisou mudar a modelagem da concessão dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador e estipular outorgas factíveis, com pagamento de apenas 25%, mais o ágio, na assinatura dos contratos, para lograr êxito. As concessionárias dos terminais cedidos no governo Dilma mal conseguem pagar as parcelas das outorgas e a do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), inclusive, vai devolver a concessão. Por isso, havia uma resistência no mercado diante da nova rodada. “Ninguém apostou no sucesso das quatro concessões. E o PPI atraiu operadores estrangeiros qualificados”, afirma Cláudio Frischtak, presidente da InterB Consultoria Internacional de Negócios.
Ainda que o governo Temer precise desesperadamente fazer caixa para tapar o rombo das contas públicas, Adalberto Vasconcelos explica que o foco do PPI não é a “outorga grossa” na entrada, e sim os investimentos de longo prazo, com geração de empregos. “Não há mais empréstimo ponte do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), porque isso estimulava o lance sem estudo e projetos sem sustentabilidade”, diz. O secretário afirma que o capital que o PPI pretende alcançar é aquele que não busca retorno imediato, uma vez que os empreendimentos são de 15, 20, 25 anos. “O investidor estrangeiro olha a demanda por infraestrutura, e isso o país tem de sobra”, salienta.
Mas é possível atrair esse investidor com o atual cenário político e econômico do país? Sim, garante Frischtak, da InterB. “Eu faço isso todos os dias. O mundo está sem atratividade. Os juros são negativos em muitos países. Quem tem dinheiro está procurando oportunidades. E o Brasil volta a ser a bola da vez. Os números da economia estão melhorando. É o momento de entrada, a hora da compra”, aposta. “Os bons players estrangeiros que entraram nos aeroportos indicam que sim. O Brasil é uma potência, tem muito por fazer na infraestrutura”, endossa Letícia.

AGÊNCIA BRASIL


Temer discute ajuste fiscal e reforma da Previdência após almoço com ministros


Iolando Lourenço

O presidente Michel Temer reuniu-se hoje (9) com alguns ministros para debater a agenda econômica a ser implementada nos próximos meses. De acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, um dos participantes da reunião, o governo decidiu retomar agora, “com toda a ênfase”, a discussão que trata da aprovação da reforma da Previdência Social no Congresso Nacional.
Meirelles disse que é “fundamental” que se aprove as mudanças na Previdência neste ano para que o Brasil entre em 2018 com a reforma feita, o que aumentará a confiança na recuperação econômica. Na opinião do ministro, será possível concluir a votação da reforma em outubro, mesmo com o atual cenário político que o Brasil vive.
“A agenda da reforma da Previdência e de outras reformas econômicas vai muito além de um governo, de um determinado momento do país. Está claro que, a manter a presente trajetória fiscal, o Brasil terá problemas importantes e sérios nos próximos anos”, declarou o ministro. Para Meirelles. os parlamentares que pretendem concorrer nas eleições de 2018 e participar do governo em 2019 são os maiores interessados na aprovação da reforma da Previdência neste ano.
Segundo o ministro, a situação fiscal demanda preocupações, mas existe um grande grau de confiança no mercado expresso pela alta das bolsas e pela queda do câmbio e dos juros. “A gente pressupõe que as reformas fundamentais estão sendo aprovadas e que o teto de gastos está sendo implementado, mas evidentemente, para que isso se consolide, a reforma da Previdência é fundamental”, advertiu.
Ajuste fiscal
O ministro Henrique Meirelles informou que as medidas provisórias relativas ao ajuste fiscal ainda não têm data para serem publicadas. “Essas medidas estão sendo processadas, e eu não tenho a informação do dia especifico que serão editadas”, informou. Para cumprir a meta de déficit primário (resultado negativo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública) de R$ 159 bilhões em 2018, o governo pretende antecipar a cobrança de Imposto de Renda dos fundos exclusivos de investimento, adiar os aumentos de salário dos servidores públicos por um ano e aumentar, de 11% para 14%, a contribuição dos servidores federais para a Previdência do serviço público.
As declarações do ministro Meirelles foram feitas à imprensa após almoço no Palácio do Jaburu com o presidente Michel Temer. Também participaram do almoço os presidentes da Câmara, deputado Rodrigo Maia; do Senado, senador Eunício Oliveira; os ministros da Justiça, Torquato Jardim; da Secretaria-Geral, Moreira Franco; da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, e da integração Nacional, Helder Barbalho.
Meirelles disse que a reunião teve dois momentos: o almoço e o debate da agenda econômica. Segundo o ministro, além dele e de Temer, os ministros Moreira Franco e Antonio Imbassahy participaram das discussões das medidas para a economia.
Edição: Wellton Máximo

OUTRAS MÍDIAS


JORNAL CORREIO DO BRASIL (RJ)


EUA querem criar um registro global de drones

O registro dos drones permitiria que autoridades identifiquem e rastreiem remotamente aeronaves não tripuladas.
Por Redação – de Washington
A agência de aviação da Organização das Nações Unidas (ONU) está apoiando a criação de um registro global de drones, como parte de esforços mais amplos para encontrar regras comuns de voo e rastreamento de aeronaves não tripuladas.
Já que a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) não pode impor regulações aos países, a entidade propôs a formação do registro durante um simpósio em Montreal este mês para tornar os dados acessíveis em tempo real, disse o diretor da agência de navegação aérea da OACI, Stephen Creamer.
O registro permitiria que autoridades identifiquem e rastreiem remotamente aeronaves não tripuladas, junto com seu operador e proprietário.
Drones rastreáveis
A iniciativa vem em um momento em que o uso de drones está crescendo nos Estados Unidos, Europa e China, aumentando preocupações de privacidade e medos de colisões com jatos comerciais.
Ainda não está claro quem operaria tal banco de dados, embora a OACI possivelmente pudesse ocupar esse papel. A proposta, no entanto, poderia ser questionada pelos usuários. Principalmente, depois que operadores entusiastas conseguiram recorrer com sucesso contra a criação de um registro nos EUA; no início deste ano.
— (Os fabricantes) estão preocupados que a Europa crie um conjunto de padrões, os Estados Unidos um segundo e a China um terceiro. E eles teriam que fabricar drones diferentes para esses diferentes mercados — disse Creamer.

PORTAL R6


Base Aérea de Anápolis abre seus portões à comunidade neste domingo (10)

Durante todo o dia ônibus sairão do Terminal Urbano de Anápolis para o local
Weverthon Dias

Neste domingo (10), a partir das 09h, a Base Aérea de Anápolis (Ala 2) realiza o tradicional Portões Abertos.
A programação no local conta com exposições de aeronaves, esquadrilha da fumaça, aeromodelismo, paraquedismo, salão de entidades e instituições, food truck e expositores.
A entrada é franca, mas quem levar 1 kg de alimento não perecível concorrerá a brindes, como um voo panorâmico.
O Portões Abertos tem previsão de encerramento para às 17h. Durante todo o dia ônibus sairão do Terminal Urbano de Anápolis para o local.



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