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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 15/04/2017 / Após lançamento americano, Rússia lembra que tem "pai de todas as bombas"


Após lançamento americano, Rússia lembra que tem "pai de todas as bombas" ...  


Depois que os Estados Unidos lançaram a bomba GBU-43, a mais potente do arsenal não-nuclear americano, conhecida como "mãe de todas as bombas", os meios de comunicação russos lembraram ontem (14) que Moscou guarda em seus arsenais o "pai", um projétil quatro vezes mais potente.

Embora tudo o que rodeie esta arma seja informação confidencial, se sabe que se trata de uma bomba termobárica, conhecida na Rússia como Bomba Aérea de Vácuo de Potência Aumentada (AVBPM, na sigla em russo), segundo informaram hoje a emissora RT e a agência Sputnik.

O "pai de todas as bombas" se encontra nos arsenais da força aérea russa e, após ser desenvolvida no início dos anos 2000, foi testada com sucesso em 2007.

Então foi lançada de um bombardeiro estratégico SU-160, e arrasou por completo um bloco de apartamentos, com um poder destrutivo nunca visto antes em uma bomba que não fosse nuclear.

É uma bomba de um peso mais leve que a GBU-43/B, mas com uma potência de explosão quatro vezes maior que o projétil americano, equivalente a 44 toneladas de TNT, devido ao amplo emprego que faz das últimas novidades em nanotecnologia.

Devido ao caráter confidencial deste armamento, não se conhece nem o fabricante, nem a quantidade de bombas produzidas.

"Os resultados dos testes do projétil demonstram que sua eficiência e capacidade se assemelham à de uma ogiva nuclear. Ao mesmo tempo - quero insistir nisto -, não tem nenhum efeito contaminante para o meio ambiente, diferente do que acontece com as armas atômicas", disse em 2007 o chefe de pessoal adjunto das forças armadas russas, general Alexander Rukshin.

A bomba está principalmente destinada a liquidar complexos de cavernas e túneis subterrâneos utilizados como esconderijo por grupos terroristas.

Para descrever o poder destrutivo da bomba, Rushkin detalhou que "todo ser vivo é literalmente vaporizado".

Os Estados Unidos lançaram um bombardeio na província oriental afegã de Nangarhar com um projétil GBU-43, que acabou com uma estratégica base do Estado Islâmico (EI) e a vida de pelo menos 36 de seus membros, segundo o governo afegão.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Otan eleva gasto, e Brasil vê espaço para vender mais armas


Igor Gielow

Espremidos geopoliticamente entre os EUA de Donald Trump e a Rússia de Vladimir Putin, os membros europeus da Otan começaram a aumentar seu gasto militar. De olho no movimento, o Brasil espera lucrar com a mudança de posicionamento.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte, fundada há 68 anos para formar um bloco militar que protegesse o Ocidente da ameaça da União Soviética, vive uma crise de identidade sob pressão.
De um lado, Trump a acusa de obsolescência e cobra dos 26 europeus da aliança maior envolvimento. Washington responde por 72% dos US$ 918 bilhões (R$ 2,9 trilhões) que os países da Otan gastaram em 2016.
A leste, o que assusta os europeus é a desinibição de Putin, que guerreou com a Geórgia em 2008 e anexou a Crimeia em 2014, ambas ações visando limitar a expansão ocidental sobre antigas repúblicas soviéticas.
"A Europa é um campo para negócios, sabemos que estão se rearmando", afirma o ministro da Defesa brasileiro, Raul Jungmann. O Itamaraty estimula, como outros países produtores de armas, a promoção das vendas.
Hoje, o Brasil é um dos maiores fornecedores de munição de armas leves para membros da Otan. Detentora de virtual monopólio no setor, a CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) já registrou um aumento em suas encomendas na Europa.
"Os estoque estratégicos estão sendo reconstruídos", diz o vice-presidente de exportações da empresa, Fernando Salm. A cifra exata é sigilosa, mas cerca de 85% da produção da CBC é vendida no exterior, e disso 30% fica na Europa, onde a empresa tem fábricas na Alemanha e na República Tcheca.
TURQUIA
Imagem"É um reflexo da mudança geopolítica. Há outros fatores, como o aumento de compras pela polícia da Turquia", afirma Salesio Nuhs, vice-presidente de Vendas da Taurus, a maior fabricante de armas leves da América Latina e que pertence à CBC.
A Taurus, após a crise que levou à sua venda em 2014, elevou a exportação em 27%, para 710 mil armas em 2016 –a maioria visando mercado doméstico americano, onde é a quarta colocada. Ela ainda luta para sair do vermelho, tendo registrado prejuízo de R$ 250 milhões em 2015.
A Embraer, por sua vez, mira a Europa com seu cargueiro KC-390. O avião tem como coprodutores Portugal e República Tcheca, que os brasileiros esperam virar clientes para colocar o pé no disputado mercado de substituição dos cargueiros Hércules.
Durante a LAAD, feira de defesa ocorrida há duas semanas no Rio, a Folha falou com outros dois produtores europeus de sistemas de defesa. Pedindo reserva sobre sua identidade, confirmaram que Alemanha, França e Reino Unido estão executando opções de compra que vêm associadas a contratos –mecanismo que não vinha sendo usado nos últimos anos.
O movimento vai contra a retórica oficial desses países, donos dos maiores orçamentos militares depois dos EUA na Otan. Sobre a cobrança de Trump, o ministro alemão do setor, Sigmar Gabriel, disse que seria impossível atingir a meta da Otan de gastar 2% do PIB em defesa.
A Alemanha tem a maior economia na Otan depois dos EUA, mas gasta 1,2% de seu PIB, enquanto os americanos comprometem 3,6%. Obviamente, é incomparável o nível e a intenção de engajamento militar dos dois países.
Países que fizeram parte da União Soviética e estão na Otan, como os Estados Bálticos, e antigos membros do bloco soviético como a Polônia não disfarçam o temor por estarem na linha de frente do embate com o Kremlin.
A Lituânia anunciou dia 12 que conseguirá chegar aos 2% de gastos não em 2024, como acertado na cúpula da Otan, mas no ano que vem.
Puxados pelo Leste, os europeus da Otan já haviam registrado o fim da queda nos gastos militares desde 2009, com o impacto da crise global. Em 2016, a média ficou um pouco alta, 1,46% do PIB.
A inconstância da Presidência de Trump, que voltou uma casa atrás em seu discurso isolacionista ao atacar alvos do governo sírio dia 7, não deve desestimular o movimento. "A maior ameaça é a Rússia", disse à Folha o ministro da Defesa lituano, Raimundas Karoblis.

Coreia do Norte mostra novos mísseis e critica a "histeria militar" dos EUA


Das Agências De Notícias

ImagemA Coreia do Norte alertou os Estados Unidos, neste sábado (15), a acabar com sua "histeria militar" ou enfrentar a retaliação, enquanto navios e porta-aviões americanos se dirigem à região ante temores de que Pyongyang realize mais uma prova nuclear.
O país apresentou novos mísseis de longo alcance e submarinos durante o desfile que comemora o 105º aniversário do fundador do país, Kim Il Sung.
Segundo especialistas, as armas apresentadas podem ser mísseis balísticos intercontinentais ou só maquetes de projéteis ainda em desenvolvimento.
Esta foi a primeira vez que o governo norte-coreano apresentou armas que podem ter alcance de mais de 1.000 km em uma parada militar.
A tensão na região aumentou desde que as forças navais americanas lançaram mísseis Tomahawk sobre uma base aérea síria na semana passada, em resposta a um letal ataque com armas químicas de Damasco.
O alerta norte-coreano, divulgado pela agência de notícias estatal KCNA, foi feito quando o líder Kim Jong Un chegou à praça Kim Il Sung, em Pyongyang, para a parada militar que marca o chamado "Dia do Sol".
Soldados e bandas de marcha enchiam a praça, próxima ao rio Taedonggang, sob o sol da primavera, enquanto tanques e sistemas de foguetes aguardavam pela parada.
Os mísseis foram o principal tema da celebração comandada por Kim Jong Un, que fez questão de cumprimentar o comandante das Forças Estratégicas, ala dos militares que cuida do arsenal de mísseis do país.
"Todas as ações provocativas dos Estados Unidos nos campos político, econômico e militar para seguir com sua política hostil contra a DPRK serão frustradas por uma severa reação do exército e do povo de DPRK", citou a agência de notícias KCNA, atribuindo a fala a um porta-voz do comandante geral das Forças Armadas.
DPRK é a sigla, em inglês, para o nome do país: República Popular Democrática da Coreia.
"Nossa reação mais dura contra os EUA e suas forças será executada de forma tão impiedosa que não permitirá a nossos agressores sobreviver", acrescentou.
O porta-voz disse que a "grave histeria militar" do governo Trump chegou a uma "fase perigosa que já não pode ser ignorada".
Do outro lado, os Estados Unidos afirmou que a política de "paciência estratégica" com a Coreia do Norte terminou.
Ao contrário do que já foi visto em outras paradas militares, não foi notada a presença de nenhum oficial da China. O país vizinho é o único aliado da Coreia do Norte, mas já criticou os testes nucleares comandados por Kim Jong Un e aprovou as sanções das Nações Unidas.
Na sexta-feira a China alertou que a tensão poderia estar chegando  a um ponto de não retorno.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Questão de escolha


Natália Lambert


Ao publicar uma reportagem no início da semana revelando que as mulheres são somente 7,6% das Forças Armadas — um efetivo de 28 mil entre 368 mil militares —, passei a receber manifestações de todo tipo, desde mensagens de celebração até a indicação de livros e artigos que, teoricamente, comprovam motivos fisiológicos para a mulher não estar em combate. O que a repercussão me mostrou é o quanto o tema ainda consegue ser tabu na sociedade brasileira do ano de 2017.
Um dos principais pontos da matéria mostrou que o Brasil deve presenciar a primeira mulher a alcançar o posto máximo da hierarquia militar em tempos de paz em, ao menos, 30 anos, lá pelos idos de 2050. E, provavelmente, será uma aviadora, pois a Força Aérea Brasileira (FAB), depois de longa batalha judicial, foi a primeira a abrir a possibilidade de ascensão total a elas. No Exército, as futuras comandantes começaram a formação neste ano e, na Marinha, as almejadas quatro estrelas são restritas ao sexo masculino.
A estimativa de três décadas gerou incômodo e discussão. “Esse é o tempo de ascensão máxima para os homens também”, ouvi de muitos (palavra no masculino mesmo). Claro. Acontece que a eles a possibilidade de ascensão sempre foi dada, desde o começo das Forças Armadas. Para as mulheres, a história começa agora. E a expectativa não é boa, já que terão de trilhar longo caminho de preconceito. Há, inclusive, militares montando estratégias de como vão dissuadir as colegas das armas combatentes “para protegê-las”. Elas não precisam de proteção, querem estar na posição de protetor, e isso tem de ser respeitado.
Para além do mundo militar, essa é a realidade da mulher no país. Há dificuldade em entender que a questão de gênero é a luta pelo direito de se fazer o que quiser, com iguais possibilidades e oportunidades. Por que ainda temos de lutar tanto pelo direito de escolha? Se a mulher quer estar dentro de um submarino da Marinha e, para isso, terá de tomar remédios para suprimir a menstruação, isso é escolha dela, e ninguém tem o direito de interferir ou proibir. Se quer ou não ter filhos, se quer andar de salto ou de coturno, isso cabe somente a ela. É preciso que a sociedade deixe de lado os resquícios machistas e pare de definir por leis o que a mulher pode ou não fazer. Isso é opressão. Ela pode tudo, assim como o homem também. Basta querer. As Forças Armadas não são de um gênero, são para quem tem vocação.

PORTAL G-1


MP contesta relatório final do Cenipa sobre acidente de helicóptero que matou filho de Alckmin

Ministério Público informa que não seria possível aeronave decolar com peças desconectadas, como concluiu órgão da Aeronáutica. Promotoria continua apurando causas e responsabilidades por queda.

Kleber Tomaz, G1 São Paulo

O Ministério Público (MP) de São Paulo discordou da conclusão do relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que confirmou que o helicóptero que caiu em 2 abril de 2015 na Grande São Paulo, matando o filho caçula do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e mais quatro tripulantes, estava com componentes desconectados no momento da queda.
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Para a promotora do caso, Sandra Reimberg, não seria possível a aeronave decolar sem que as peças estivessem conectadas. "Eu não concordo com a conclusão de que a aeronave estava com aqueles elementos desconectados antes da decolagem”, disse ao G1.
Thomaz Alckmin, que tinha 31 anos e sabia pilotar, o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53, e os mecânicos Paulo Henrique Moraes, 42, Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34, morreram no acidente com o helicóptero da Seripatri.
Vídeos com a decolagem e queda da aeronave foram analisados pelo MP, que conta com um corpo de cinco assistentes técnicos. “Não é provável que o helicóptero tivesse alçado voo com os componentes apontados não conectados da maneira como manda o manual”, reforçou Sandra no blog da Promotoria de Justiça de Carapicuíba. “Qualquer opção e enroscamento incorreto e/ou precário não permitiria o voo na forma como ocorreu”.
O relatório do Cenipa, órgão vinculado à Aeronáutica, foi divulgado em primeira-mão na quarta-feira (13) pelo Bom Dia São Paulo, da TV Globo. Ele confirma parecer da Força Aérea Brasileira (FAB) de junho de 2015 e da própria Polícia Civil, em inquérito de 2016, que haviam indicado problemas nas duas hastes de comando da aeronave.
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Cenipa
Apesar de não apontar culpados pela queda do helicóptero, o relatório do Cenipa listou "fatores contribuintes" que podem ter colaborado para causar o acidente. Entre eles: a desconexão, antes da decolagem, dos "controles flexíveis" (ball type) e "alavancas" (bellcranck), dois dos componentes apontados como "fundamentais" para o controle da aeronave durante o voo.
Em resumo, o Cenipa informou que as peças não estavam travadas por um parafuso. Mesmo sem o comando da haste o piloto consegue fazer o helicóptero subir, porém, não realiza manobras para esquerda ou direita.
O relatório final também destaca que a rotina de trabalho da equipe de manutenção sofria várias interferências e interrupções, além do acumulo de funções. Essas falhas impediram que o mecânico identificasse e corrigisse os problemas apresentados na aeronave.




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Os peritos do Cenipa também constataram que havia um passageiro, não habilitado na aeronave, ocupando o assento do copiloto. O documento aeronáutico é meramente preventivo para que acidentes futuros não ocorram em helicópteros do mesmo modelo, e não implica em punibilidade aos responsáveis pela desconexão.
Polícia
O relatório da polícia, no entanto, tem consequências criminais, tanto que, em dezembro do ano passado, resultou no indiciamento de cinco funcionários da Helipark, empresa responsável pela manutenção da aeronave em Carapicuíba.
Os empregados tinham sido responsabilizados criminalmente pelo 1º Distrito Policial (DP) da cidade por envolvimento no caso da queda do helicóptero, sendo que três diretamente pelas mortes. Eles foram indiciados por homicídio culposo (sem intenção de matar). Os outros dois funcionários da Helipark foram indiciados por falso testemunho e fraude processual.
O relatório policial apontou que problemas com a manutenção do helicóptero foram determinantes para ele cair pouco depois de decolar. Para a polícia, ocorreu "negligência e imperícia por parte dos técnicos envolvidos na manutenção".
Ministério Público
Como ocorreu com o relatório da FAB e da polícia, o MP também discordou da conclusão do Cenipa. “Não importa quem diga o contrário”, declarou Sandra, que, juntamente com o juiz Mário Rubens Assumpção Filho, tinham rejeitado a conclusão policial que pedia para a Promotoria denunciar os cinco empregados da Helipark.
Como a conclusão policial não foi aceita pelo Ministério Público e pela Justiça, a Promotoria continua a investigar por conta própria as causas e eventuais responsabilidades pelo acidente com o helicóptero.
“As investigações do Ministério Público prosseguem com relação a eventuais crimes relacionados com a queda da aeronave”, escreveu Sandra no blog da Promotoria. “A investigação do Ministério Público, instaurada de ofício em outubro do ano passado, prossegue em busca de fatores contribuintes da queda e já foram realizadas diversas diligências, as quais não foram feitas nem pela Polícia Civil, nem pelo Cenipa.”
Além de apurar se a desconexão das hastes do helicóptero, apontada pelo Cenipa, ocorreu e causou a queda da aeronave, a Promotoria investiga outras hipóteses para tentar explicar o acidente, dentre elas: se algum eventual problema nas pás da hélice do rotor principal possa ter contribuído para a queda do aparelho.
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Nova investigação
O Ministério Público conta com uma equipe formada por dois engenheiros da própria Promotoria, um piloto de helicóptero, um engenheiro perito aposentado do Instituto de Criminalística (IC) e credenciado do Cenipa e um professor doutor da USP. Entre as providências tomadas pelo MP estão:
1. "Foi requisitada perícia complementar nas pás do rotor principal, sendo que o Instituto de Criminalística de São Paulo formou uma comissão para responder aos quesitos";
2. "Foi realizada perícia complementar na sede da empresa Helibrás, em Itajubá, responsável por serviços de manutenção nas pás do rotor principal";
3. "Foi realizada perícia complementar na sede da empresa Helibrás, em Itajubá, responsável por serviços de manutenção nas pás do rotor principal";
4. "Procedeu-se a oitiva de várias pessoas, em São Paulo e em Itajubá" e;
5. "Um equipamento eletrônico (Vibrex) que estava na aeronave foi remetido ao fabricante, nos Estados Unidos, para análise."
Em nota, a Helipark “reitera que a hipótese da desconexão das hastes é absurda e não se sustenta tecnicamente, como reconhecido pela análise do Ministério Público de São Paulo, ao final do inquérito policial”. Para a empresa, as verdadeiras causas do acidente “precisam ser devidamente apuradas, pois o relatório do Cenipa repete apressada manifestação de quase dois anos da autoridade aeronáutica, que é baseada em argumentação do fabricante da aeronave”.
O comunicado da Helipark termina dizendo que “acredita que a efetiva busca pela preservação da segurança de voo só pode ser objeto de conclusão que tenha por base a imparcialidade e o absoluto rigor técnico”.
A assessoria do Seripatri informou que não vai comentar o assunto.
O G1 não conseguiu localizar as assessorias de imprensa do Cenipa e da Helibrás para comentarem o assunto até a publicação desta reportagem.

AGÊNCIA BRASIL


Novas regras para aviação completam um mês e mudam direitos dos passageiros


Sabrina Craide - Repórter Da Agência Brasil Edição: Kleber Sampaio

As novas regras para o transporte aéreo de passageiros, aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), estão em vigor há um mês e preveem várias mudanças na compra de passagens e nos direitos dos passageiros. No entanto, a alteração mais polêmica, que estabelecia a cobrança pelas bagagens despachadas, continua suspensa por decisão da Justiça.
Entre as novas regras que estão valendo figura a que reduz o prazo de restituição no caso de extravio de bagagens, que passa de 30 dias para sete dias, no caso de voos domésticos. Para voos internacionais, o prazo permanece em 21 dias.
O consumidor também passou a ter 24 horas para desistir da compra da passagem sem ônus, no caso de bilhetes adquiridos mais de sete dias antes da data do voo. Outra mudança é que as empresas não podem mais cancelar automaticamente o trecho de retorno quando o passageiro avisar que não fará uso do trecho de ida.
Taxas aeroportuárias e tarifas de embarque
Nos anúncios de venda, as empresas devem informar o valor total a ser pago pelo consumidor, já incluídas as taxas aeroportuárias e tarifas de embarque. Na venda pela internet, produtos e serviços adicionais não podem estar pré-selecionados, para que o consumidor não acabe comprando algo sem querer.
As mudanças de horário, itinerário ou conexão no voo pelas companhias devem ser avisadas com antecedência mínima de 72 horas ao passageiro. Se a alteração for superior a 30 minutos, o passageiro tem direito a desistir do voo.
As novas regras da Anac valem apenas para passagens aéreas compradas depois do dia 14 de março.

Após lançamento americano, Rússia lembra que tem "pai de todas as bombas"


Da Agência Efe

Depois que os Estados Unidos lançaram a bomba GBU-43, a mais potente do arsenal não-nuclear americano, conhecida como "mãe de todas as bombas", os meios de comunicação russos lembraram hoje (14) que Moscou guarda em seus arsenais o "pai", um projétil quatro vezes mais potente.
Embora tudo o que rodeie esta arma seja informação confidencial, se sabe que se trata de uma bomba termobárica, conhecida na Rússia como Bomba Aérea de Vácuo de Potência Aumentada (AVBPM, na sigla em russo), segundo informaram hoje a emissora RT e a agência Sputnik.
O "pai de todas as bombas" se encontra nos arsenais da força aérea russa e, após ser desenvolvida no início dos anos 2000, foi testada com sucesso em 2007.
Então foi lançada de um bombardeiro estratégico SU-160, e arrasou por completo um bloco de apartamentos, com um poder destrutivo nunca visto antes em uma bomba que não fosse nuclear.
É uma bomba de um peso mais leve que a GBU-43/B, mas com uma potência de explosão quatro vezes maior que o projétil americano, equivalente a 44 toneladas de TNT, devido ao amplo emprego que faz das últimas novidades em nanotecnologia.
Devido ao caráter confidencial deste armamento, não se conhece nem o fabricante, nem a quantidade de bombas produzidas.
"Os resultados dos testes do projétil demonstram que sua eficiência e capacidade se assemelham à de uma ogiva nuclear. Ao mesmo tempo - quero insistir nisto -, não tem nenhum efeito contaminante para o meio ambiente, diferente do que acontece com as armas atômicas", disse em 2007 o chefe de pessoal adjunto das forças armadas russas, general Alexander Rukshin.
A bomba está principalmente destinada a liquidar complexos de cavernas e túneis subterrâneos utilizados como esconderijo por grupos terroristas.
Para descrever o poder destrutivo da bomba, Rushkin detalhou que "todo ser vivo é literalmente vaporizado".
Os Estados Unidos lançaram um bombardeio na província oriental afegã de Nangarhar com um projétil GBU-43, que acabou com uma estratégica base do Estado Islâmico (EI) e a vida de pelo menos 36 de seus membros, segundo o governo afegão.

PORTAL DEFESANET


Alunos do CIAAR visitam Amazônia como parte da formação militar

91 futuros oficiais de diversas áreas passaram quatro dias em Manaus

Ten Lorena Molter / Ten Emília Maria

Alunos do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), de Belo Horizonte (MG), participaram de uma visita de instrução em Manaus (AM). O grupo formado por 91 futuros oficiais da Força Aérea chegou à capital amazonense no domingo (09/04) e permaneceu na cidade até quarta-feira (12/04).
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“A importância da viagem dessa turma para a Amazônia é o fato de os alunos poderem conhecer essa importante região de atuação da FAB. A quase totalidade dos alunos é de outras regiões e, assim, na viagem eles podem entender o trabalho da Força aqui”, explicou o Comandante do Corpo de Alunos do CIAAR, Coronel Aviador Alessandro de Oliveira Araújo, sobre o motivo da escolha da Região Amazônica na formação dos alunos.
A viagem de estudos incluiu palestra sobre a missão do Comando da Aeronáutica na Amazônia, visita as Organizações da Guarnição de Aeronáutica de Manaus, como esquadrões aéreos, o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA 4), o Destacamento de Apoio à Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA) e o Segundo Grupo de Defesa Antiaérea (2º GDAAE), entre outros.
O grupo é formado por alunos das áreas de administração, análise de sistemas, enfermagem, engenharia, farmácia, jornalismo, medicina, odontologia, pedagogia, psicologia, serviço social e serviços jurídicos.
Um dos alunos, o futuro oficial médico Ricardo Iervolino, falou sobre o que a viagem acrescentou em sua formação militar. “O que a gente conseguiu ver de melhor foi a missão da Força Aérea, principalmente, na Região Amazônica e ter essa visão da operacionalidade dos aviões”, disse.

Estagiários do Quadro de Oficiais Convocados participam de exercício em Boa Vista (RR)


Ten Ranyer Guimarães / Ten Flávio Nishimori

O Esquadrão de Segurança e Defesa (ESD) da Ala 7, localizada em Boa Vista (RR), realizou, entre os dias 4 e 6 de abril, o Exercício de Campanha do Estágio de Adaptação ao Serviço para os futuros militares do Quadro de Oficiais Convocados (QOCON) da área da saúde. O treinamento teve como principais objetivos adaptar os alunos às condições naturais do terreno, treiná-los em situações realizadas em campanha e valorizar a importância da tenacidade, da resistência e do espírito de corpo como qualidades fundamentais nas Atividades de Campanha.
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O exercício teve início nas próprias instalações administrativas da Ala 7, com as instruções teóricas nas quais os estagiários puderam ter o primeiro contato com técnicas de orientação no terreno, tiro militar, montagem de rede de selva, primeiros socorros, nós e amarrações, ofidismo, entre outras. Para finalizar as atividades, após uma marcha de aproximadamente cinco quilômetros, já na área de acampamento, os estagiários puderam colocar em prática tudo aquilo que aprenderam nos dias anteriores.
A Estagiária Mônica Simone dos Santos Barra, que tem formação acadêmica em Nutrição, relata que participar das instruções foi uma experiência única e levará para o resto da sua vida, pois muitas atividades possuem conceitos dinâmicos e podem ser aplicadas em diversas áreas.
“Esse Exercício de Campanha trouxe muitos ensinamentos positivos para minha vida pessoal e profissional” avalia a estagiária. “Com certeza vou ter parâmetros mais significativos para enfrentar desafios do meu cotidiano, pois aprendi a superar limites”, afirma.
Para um dos coordenadores do Exercício, o Tenente de Infantaria Arthur Mozzer de Oliveira, o exercício resgata atributos como coragem e desprendimento, ao mesmo tempo em que faz os profissionais da saúde conhecerem as situações nas quais as tropas são submetidas em combate, aprimorando o apoio que é prestado.
“O desempenho foi dentro do esperado, com destaque para a vontade e superação demonstradas por alguns alunos que possuíam limitações pessoais e, mesmo em situações extremas de cansaço, souberam lidar com os desafios impostos”, ressaltou o Tenente Mozzer.

JORNAL O POVO (CE)


Fortaleza mostra

A ORDEM DO MÉRITO...

Lêda Maria

...JUDICIÁRIO Militar foi entregue em bonita cerimônia, no cenário do Clube do Exército, em Brasília, para um grupo de personalidades, entre elas o juiz federal da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, professor universitário e mestre em Direito Processual Sérgio Fernando Moro e ao advogado cearense Meton César de Vasconcelos. A comenda criada pelo Superior Tribunal Militar, entidade hoje presidida pelo cearense e advogado José Coelho Ferreira foi designada também para Laurita Hilário Vaz, presidente do Superior Tribunal de Justiça; a Renato Rodrigues de Aguiar Freire, comandante do 3º Distrito Naval, e mais oito vice-almirantes da Marinha do Brasil.
METON VASCONCELOS recebeu sua comenda das mãos do comandante da Aeronáutica, tenente brigadeiro do ar Cleonilson Nicário Silva, também ministro do Superior Tribunal Militar. Juiz Sérgio Moro permaneceu toda a solenidade sereno, revelando seu perfil de simplicidade e de um homem avesso aos holofotes. Ao ser condecorado recebeu fortes aplausos como reconhecimento ao trabalho que faz em prol de um Brasil mais sério, via o combate amplo e permanente contra a corrupção. Depois da solenidade todos os agraciados e convidados se reuniram em coquetel.

PORTAL BRASIL


FAB transporta médicos voluntários para atendimento na Bahia

A expectativa é realizar cerca de 25 mil atendimentos de pacientes de Irecê e de 19 municípios vizinhos

Portal Brasil, Com Informações Da Fab

ImagemProfissionais de saúde da Organização Voluntários do Sertão farão consultas gratuitas, entre os dias 15 e 23 de abril, em Irecê, centro norte da Bahia.
O projeto da organização sem fins lucrativos entra em sua 17ª edição e contará com mais de 300 voluntários. Estão previstos atendimentos nas áreas de clínica geral, pediatria, ginecologia, ortopedia, urologia, proctologia, psicologia, oftalmologia, gastroenterologia, cardiologia, odontologia e enfermagem. A expectativa é realizar cerca de 25 mil atendimentos de pacientes de Irecê e de 19 municípios vizinhos.
Transporte
Os profissionais serão transportados, neste sábado (15), da cidade de Campinas, interior de São Paulo, rumo a Salvador (BA), pelo boeing 767, do Esquadrão Corsário, da Força Aérea Brasileira (FAB)
"Estamos transportando voluntários que prestarão apoio a pessoas que vivem mais distantes dos grandes centros e possuem dificuldade de assistência médica. Este voo irá reduzir a distância e ajudar a população", ressalta o Major Bruno Araújo Rangel, comandante da aeronave.
"Esta é a oitava vez que contamos com o transporte da FAB. Esse apoio é fundamental para a concretização da nossa missão, pois proporciona rapidez e agilidade no transporte dos médicos", explica Doreedson Ribeiro Pereira, diretor-presidente da ONG Voluntários do Sertão.

OUTRAS MÍDIAS


O CORREIO NEWS (MS)


Avião cai em Cassilândia e mata duas pessoas

Queda de avião monomotor deixou duas pessoas mortas em Cassilândia, cidade distante 430 quilômetros de Campo Grande. Equipes das polícias Militar e Civil estão no local. Os corpos, segundo informações preliminares, de dois homens, estão presos às ferragens.
Policiais aguardam a chegada de militares da Força Aérea Brasileira, e de peritos, ao local. Bombeiros de Paranaíba também estão a caminho, para retirar os corpos.
O piloto do avião era o jovem Otávio Borges, filho de Rubens Borges de Assis (pecuarista) e Dulce. O outro ocupante da aeronave era Luiz Henrique, filho de Luiz Humberto (ex-vereador e Contador) e Marizete, todos de Itajá/GO.
O acidente ocorreu a poucos metros da pista do aeroporto de Cassilândia. Conforme relato dos policiais militares que estiveram no local, não houve explosão.

D24am (AM)


Reforma de militares vai abrir seleções

Para enxugar o quadro de efetivos e reduzir os custos, as Forças Armadas devem lançar novos editais para contratação de pessoal com prazo de até oito anos, conforme propostas em estudo
Manaus - As Forças Armadas devem ampliar os editais de processos seletivos para contratação de temporários até oito anos, com a redução do pessoal efetivo para diminuir os encargos previdenciários. A abertura de novas oportunidades aguarda a aprovação da Previdência dos militares, matéria que deverá ser apreciada no segundo semestre, após a aprovação da reforma em tramitação no Congresso Nacional.
De acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo, neste momento, as três Forças estão trabalhando e implementando um plano de redução de militares permanentes nas tropas, que estão sendo substituídos por temporários, sem direito a aposentadoria ou qualquer tipo de benefício, pensão ou aposentadoria, quando deixam as Forças Armadas, depois de oito anos de trabalho.
Os temporários também não são transferidos de um Estado para o outro, como os permanentes, ou têm direito a morar em imóvel funcional. Hoje, dos 222 mil homens e mulheres que fazem parte do efetivo do Exército, apenas 27,5% são permanentes.
No caso da Marinha e da Aeronáutica, o número de permanentes está na casa dos 50% e a tendência é reduzi-los para os mesmos níveis do Exército.
Os militares defendem ainda a necessidade de manter benefícios, como salário integral na inatividade, pelas peculiaridades da carreira, entre elas, a de que podem ser convocados para a guerra, a qualquer momento. Lembram ainda que, o pessoal das Forças Armadas não tem direito a receber Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e hora extra, entre outras restrições, e que esse modelo é o mesmo de países como Estados Unidos, França, Inglaterra, Alemanha, entre outros.
Por não terem direito a FGTS ou horas extras, em função do trabalho exercido, de acordo com dados do Ministério da Defesa, os militares das Forças Armadas deixam de gerar uma despesa anual para a União de R$ 24 bilhões.
A previsão do Planalto é de que a reforma da Previdência dos civis seja aprovada ainda no primeiro semestre. Com isso, a proposta que trata das Forças Armadas poderia ser encaminhada somente em agosto, depois de tudo aprovada. O próprio ministro da Defesa, Raul Jungmann, na semana passada, defendeu, em entrevista no Planalto, a importância do tema ser tratado separadamente da Previdência dos civis, lembrando que no caso dos civis, a questão é regulamentada por uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e a dos militares, por um projeto de lei.
Os militares insistem em dizer que a grande reforma das Forças Armadas foi feita em 2001, quando várias vantagens que a categoria tinha foram extintas. De lá para cá, justificam os militares, as despesas das Forças Armadas foram reduzidas em 30%
Governo quer arrecadar R$ 1,6 bi com desconto de 11% nos soldos
O governo estima arrecadar cerca de R$ 1,6 bilhão por ano com duas mudanças na aposentadoria dos membros das Forças Armadas. Não há previsão ainda de quando a proposta de ‘reestruturação da proteção social dos militares das Forças Armadas’, denominação usada pela caserna para tratar o tema, será encaminhada ao Congresso. A previsão, no entanto, é que isso não aconteça enquanto a reforma da Previdência estiver em andamento.
O valor a mais na arrecadação seria correspondente ao início do pagamento de uma alíquota de 11% por parte dos pensionistas militares, gerando um caixa de R$ 1,3 bilhão, chamada de socialização dos custos. Esse valor seria adicionado a outros R$ 300 milhões que viriam do desconto de igual porcentagem de 11% de cabos, soldados e alunos de escolas de formação militar que passariam a recolher para pagamento do fundo de saúde e para a pensão. É a chamada universalização da contribuição.
Outras duas alterações que estão em estudo são aumento do tempo de serviço de 30 para 35 anos e aumento da idade de aposentadoria obrigatória do militar. Hoje, um coronel, último posto da carreira, se não for promovido a general com até 56 anos, compulsoriamente é transferido para a reserva. Essa idade poderá ser elevada para 60 anos. No caso de um general de Exército, o quatro estrelas, a idade limite é de 66 anos, mas se forem feitas mudanças nesse nível, o limite poderá passar para 70 anos.
As mudanças terão outra consequência: aumento de permanência também contribui para a falta de energia e vigor exigidos da tropa e do pessoal, em todas as patentes.

JORNAL CORREIO DO ESTADO (MS)


Operação do Exército apreende armamento em dois bairros de Campo Grande

Ação dos militares foi baseada em denúncias obtidas por seu setor de inteligência
Eduardo Miranda
Operação conjunta do Exército Brasileiro e polícias Civil e Militar apreendeu armamentos de uso restrito e produtos controlados pelas Forças Armadas em duas regiões de Campo Grande: Vila Nhanhá e Bairro Taveirópolis.
A ação dos militares foi baseada em denúncias obtidas por seu setor de inteligência, e contou com o apoio das polícias estaduais para o cumprimento de mandados.
O paradeiro do armamento foi descoberto durante a Operação Ágata, conforme revelou o Major Marcelo Machado. Segundo ele, os trabalhos continuarão por tempo indeterminado.
Os militares não informaram, por enquanto, se o caso é de desvio de armamento e explosivos da instituição. “O emprego da tropa ocorrerá de acordo com o previsto na legislação brasileira, de forma a contribuir com outros órgãos governamentais na busca de uma solução para a questão”.

JORNAL O SÃO GONÇALO (RJ)


Corpo é resgatado do mar

Marcela Freitas
Imagem
Técnicos do Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa/ Seripa), estão apurando as causas do acidente aéreo, ocorrido na noite da última quarta-Feira, na Praia de Itacoatiara, em Niterói, com o helicóptero da empresa Helirio Táxi Aéreo, que faz fretamento.
Na manhã de ontem, três técnicos colhiam informações para tentar apurar as causas da queda, em que o subtenente do Corpo de Bombeiros, Fábio Pestana de Barros, veio a óbito. Ele era primo da ex-governadora do estado, Rosinha Garotinho.
Dentro do helicóptero, também estava o piloto Paulo Roberto de Andrade Costa, que sobreviveu depois de conseguir pular da aeronave em queda e nadar até a praia. Ele, que estava em estado de choque, foi levado ao Hospital Estadual Azevedo Lima, de onde foi medicado e já recebeu alta.
De acordo com o capitão Erick de Assis, responsável pelas investigações da Seripa, desde o primeiro momento do acidente, eles estão buscando dados.
“Ouvimos aqui moradores, o Corpo de Bombeiros e já estamos em contato com a empresa. Vamos acompanhar também a retirada da aeronave”, disse.
Durante toda a manhã, era esperada a retirada dos destroços do helicóptero, o que não aconteceu. De acordo com o tenente coronel Rômulo Sá, a chuva e o vento podem ter colaborado para o acidente, mas nenhuma hipótese está descartada. O coronel contou que as buscas por Fábio começaram logo após o acidente e, duraram cerca de seis horas. O corpo do militar foi resgatado na madrugada de ontem. A aeronave está afundada numa distância de 250 metros da costa.



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