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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 25/03/2017 / Maior avião comercial do mundo começa a operar em Cumbica


Maior avião comercial do mundo começa a operar em Cumbica ...  

A companhia Emirates Airlines é a responsável pelo trecho Guarulhos-Dubai; as passagens podem chegar a 44 000 reais ...

Gabrielli Menezes ...

Os entusiastas da aviação contam as horas para este domingo (26). Às 16h30, o maior aparelho em número de passageiros do mundo desembarca no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Batizado de Airbus A380 e apelidado de Superjumbo, ele comporta até 853 viajantes em seus 550 metros quadrados de área disponível para clientes a bordo, dependendo de sua configuração.

Não se trata de um evento único, mas de algo que vai fazer parte da rotina do lugar. São Paulo entrará, assim, no mapa dos gigantes da aeronáutica. Quem traz a novidade é a companhia de origem árabe Emirates Airlines, em uma rota para Dubai. “Veremos um momento histórico”, afirma o auditor Carlos Roman, de 34 anos.

Ele comanda o site Aeroin Aviação & Turismo, especializado na área. Seu hobby de clicar aeronaves começou há duas décadas, quando o pai o acompanhava na tarefa. “Não perderia esta oportunidade por nada.” O profissional aparece na lista dos 100 spotters, como são chamados os observadores desses aviões, que terão lugar garantido próximo à pista para fotografar o tão esperado pouso. O evento deve repetir a comoção vista na estreia do Airbus A380 por aqui, em novembro de 2015.

Na época, o voo, também da Emirates, mostrou-se a única chance para os paulistanos admirarem os atributos do veículo avaliado em 436 milhões de dólares. São quase 80 metros de envergadura de asas e 73 de comprimento, que mal cabem em um campo de futebol. Cerca de 1 500 curiosos se reuniram nas vias ao redor de Cumbica para a ocasião.

Há dez anos no Brasil, a Emirates aposenta agora seu Boeing 777-300 ER, dos Estados Unidos, para dar vez ao exemplar europeu. Consegue, assim, transportar 131 pessoas a mais por vez. A companhia virou a principal operadora do Superjumbo no planeta, com quarenta rotas servidas por ele.

Aproveita uma lacuna deixada no país pela Etihad — empresa que também realiza voos para Dubai mas encerra suas atividades no Brasil neste sábado (25) —, além de suprir uma carência de viagens para a Ásia, em constante aumento via Oriente Médio. “O investimento em uma aeronave dessas é muito alto. Por isso, deve-se ter certeza da demanda”, diz o comandante Miguel Dau, diretor de operações do Aeroporto de Guarulhos.

O avião decolará de São Paulo diariamente à 1h25 da madrugada. A viagem leva, em média, catorze horas e meia. No caso da classe econômica, a cabine espaçosa — mais ampla que a do Boeing 747-800, da Lufthansa, até então o maior avião comercial em serviço regular em São Paulo — garante poltronas grandes e com maior vão entre elas. As regalias mais notáveis, é claro, ficam para os passageiros da executiva e da primeira classe.

O Airbus conta com dois andares e, na parte de cima, ostenta um lounge com bar, ducha e cabines privativas. Em meio a tanto luxo, não espere encontrar comida insossa no cardápio: são quatro variedades de café da manhã, sete entradas (incluindo caviar), cinco pratos principais (frutos do mar estão entre as opções), mais uma tábua com seis tipos de queijo e três sobremesas.

Em pesquisa realizada por VEJA SÃO PAULO no último dia 22 sobre um voo no dia 31, as passagens custavam 4653 reais na econômica, 22733 reais na executiva e 44272 reais na primeira classe. A operação diária do Superjumbo por aqui só foi possível graças às reformas realizadas nas pistas de Cumbica em 2015. Após oito meses de obra, as faixas expandiram- se 15 metros, totalizando 75 metros de largura.

Desde então, conseguem receber simultaneamente até cinco aviões de código F, ou seja, superjatos como o A380 e o cargueiro Antonov An-225, o maior de sua categoria no mundo. Em novembro do ano passado, o Antonov desceu em Cumbica. Transportava um transformador de 150 toneladas com destino a Santiago, no Chile.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




REVISTA VEJA.COM


Greve de empresa francesa adia lançamento de satélite brasileiro

De acordo com a companhia Arianespace, responsável por colocar os satélites em órbita, os equipamentos serão mantidos em segurança enquanto não forem usados

Carla Monteiro

O lançamento do projétil que colocaria em órbita um satélite da Telebrás e outro da empresa sul-coreana Ktsat foi adiado, por tempo indeterminado, devido a uma greve de funcionários da Arianespace, companhia francesa responsável por levar os satélites até a órbita terrestre. As paralisações ocorrem na Guiana Francesa, local onde aconteceria o evento, que estava previsto para a última segunda-feira (20).
Em comunicado, nesta quinta-feira (23), a Arianespace informou que a greve social impede que os satélites sejam levados até a plataforma de lançamento e que a evolução da situação não permite a retomada da operação. Ainda de acordo com a empresa, os equipamentos serão mantidos em “perfeitas condições de segurança” até que o lançamento aconteça.
Projeto SGDC
O SGDC, nome do primeiro satélite geoestacionário do Brasil, foi desenvolvido pela Telebrás com o intuito de garantir segurança na comunicação militar e ampliar a oferta de internet banda larga, sobretudo nas regiões remotas do país. A iniciativa recebeu o investimento de 2 bilhões de reais.
De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), um dos responsáveis pela execução do projeto, o SGDC pesa cerca de 6 toneladas e será posicionado a uma altura de 36 mil quilômetros de distância da superfície terrestre. O equipamento vai cobrir todo o território brasileiro e parte do oceano Atlântico, e seu centro de comando será dividido entre Brasília e Rio de Janeiro.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Comandante Villas Bôas mostra otimismo ao falar de doença degenerativa

Eduardo Villas Bôas revela que a doença o tem forçado a usar bengala. O militar demonstra otimismo e garante que vai até o fim da missão

Natália Lambert

O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, 65 anos, tem enfrentado com disposição mais uma batalha: uma doença neuromotora degenerativa que o deixa com dificuldades de locomoção e o obriga, em alguns momentos, a usar uma bengala para caminhar. À frente de uma tropa de mais de 215 mil homens, Villas Bôas expôs de forma corajosa a doença, que limita a presença do comandante em algumas operações e cerimônias. Em um vídeo institucional publicado nesta semana, o militar ressaltou estar pleno no desempenho da função.
Villas Bôas mostrou bom humor e ressaltou que o maior prejuízo será para o esporte nacional: “Já que não poderei participar dos próximos Jogos Olímpicos”, brincou. “E, por outro lado, como estou usando a bengala, o Estado-Maior terá que elaborar as normas para utilização da bengala quando em serviço e em cerimônias.” A mensagem foi bem recebida por militares, que viram no comandante otimismo e força de vontade para lutar. Villas Bôas decidiu divulgar o vídeo para falar sobre a doença e o eventual uso da bengala, depois de dúvidas na tropa sobre o seu real estado de saúde.
Ao falar sobre a reforma da Previdência, Villas Bôas ressaltou a importância de se trabalhar para mostrar as peculiaridades da profissão militar. “Um ano que em menos de três meses já mostrou que exigirá muito de nós. Me sinto plenamente em condições de prosseguir e chegar ao fim ou até o momento que o presidente julgar necessário.” O general, que foi comandante militar na Amazônia e chefe do Comando de Operações Terrestres (Coter), está no cargo desde fevereiro de 2015. O presidente Michel Temer e o ministro da Defesa, Raul Jungmann, não se manifestaram sobre a condição de saúde do general.
Aumento
Outra batalha que o general destaca que terá pela frente neste ano é a possibilidade de conseguir um aumento na remuneração dos militares. Em entrevista ao Correio, Villas Bôas, em setembro de 2015, criticou a ausência de reajustes da categoria comparados aos de outras carreiras. “Se colocarmos ou fizermos um ranking dos salários das polícias militares, o Exército estará no meio. Deveria estar no topo. É um parâmetro. O que o governo tem despendido para o pagamento de pessoal das Forças Armadas vem decrescendo em relação a outros setores. Isso, claro, aumenta a frustração interna”, comentou, à época.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Prejuízo da Telebras avança em 2016


João José Oliveira

SÃO PAULO - A estatal Telebras registrou prejuízo consolidado líquido de R$ 270,9 milhões no ano passado, uma perda 15% maior frente ao resultado negativo de 2015 — de R$ 235,6 milhões.
Segundo informou a Telebras no relatório de administração, o prejuízo é explicado pela elevação dos custos e despesas operacionais em 18%, para R$ 195,2 milhões, e pelo resultado financeiro negativo, que aumentou 12,7%, para R$ 76,9 milhões.
A receita operacional líquida cresceu 24,3%, a R$ 56,054 milhões. A receita operacional bruta aumentou 29,7%, para R$ 81,5 milhões.
A empresa fechou 2016 com patrimônio líquido (PL) negativo de R$ 500,1 milhões, ante um PL negativo de R$ 218,76 milhões em 2015. A estatal recebeu do governo um aumento de capital de R$ 685,7 milhões.
Sobre as operações em 2016, a Telebras disse que implantou a infraestrutura de fibra ótica com 22,5 mil quilômetros de extensão.
O principal projeto da companhia, o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). Mas o lançamento do satélite previsto para o último dia 22 não ocorreu devido a uma greve de trabalhadores na Guiana Francesa, de onde parte o foguete Ariane 5 com o equipamento.
A companhia também teve despesas com o projeto do cabo submarino Brasil-Europa — que envolve 9,3 mil quilômetros de cabo entre o litoral paulista e Portugal.

PORTAL G-1


FAB revela detalhes de megaoperação contra tráfico de drogas em fronteiras

Intenção é fechar o cerco contra voos irregulares e ligados ao narcotráfico. Monitoramento será feito na região de fronteira que vai de MS até o RS.

ImagemA Força Aérea Brasileira (FAB) revelou à imprensa sul-mato-grossense nesta sexta-feira (24), em Dourados, a 214 quilômetros de Campo Grande, detalhes da megaoperação Ostium, criada para fechar o cerco contra voos irregulares ligados ao narcotráfico que adentraram o território brasileiro.
Além de radares em solo, as equipes ainda contam com aeronaves especiais. Entre os modelos estão helicópteros de combate AH-2 Sabre e H-60 Black Hawk, caças A-29 super tucano e aeronaves remotamente pilotadas (não tripuladas) RQ-450, popularmente conhecidas como "drones".
A operação foi apresentada na região de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, de forma simulada, para mostrar na prática como funciona o trabalho. Após detectar uma aeronave suspeita, o primeiro passo, de acordo com protocolo da Aeronáutica, é o controlador de tráfego aéreo acionar o piloto de defesa aérea.Imagem
Já no ar, o piloto faz o reconhecimento do avião suspeito e orienta o pouso. Quando obedecido, são tomadas medidas em solo. Quando isso não acontece, o piloto da Força Aérea poderá receber a autorização para proceder com tiro de aviso - que não atinge o avião. Caso a intimidação não surta efeito, o interceptador poderá receber nova autorização para atirar contra a aeronave.
Essa é a primeira vez que a Aeronáutica realiza sozinha uma megaoperação, segundo a própria Força Aérea. As outras, das quais a FAB participou, não tinham apenas o ar como foco, mas também ambientes aquáticos e terrestres - um exemplo é a operação Ágata.
ImagemCampo Grande e Dourados estão servido de base para os militares em Mato Grosso do Sul envolvidos na Ostium. A operação serve para reforçar ainda mais o espaço aéreo nacional para desaticular o tráfico de drogas, que, de acordo com a FAB, tem optado por voos devido a operações frequentes por terra e água, realizadas pelo Exército e Marinha, respectivamente.
A operação Ostium se estende por 8.500 quilômetros: desde as regiões de fronteira de Mato Grosso do Sul ao Rio Grande do Sul. O trabalho está previsto para durar até o final do ano.

Esquadrilha da Fumaça sobrevoa Santuário de Aparecida em treinamento; assista

Vídeo postado pela Esquadrilha da Fumaça em rede social tem mais de 43 mil visualizações em um dia.

G1 Vale Do Paraíba E Região

A Esquadrilha da Fumaça sobrevoou o Santuário Nacional de Aparecida durante um treinamento na manhã desta quinta-feira (23). O voo foi registrado e o vídeo postado na página oficial da corporação no Facebook alcançou mais de 43 mil visualizações em apenas um dia.
A equipe da Esquadrilha da Fumaça chegou ao Vale do Paraíba na última quarta-feira (22) para se preparar para uma série de três apresentações. Eles estão na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá, e também devem aproveitar o período para realizar treinamentos em Campos do Jordão.
A primeira apresentação marcada para a Esquadrilha da Fumaça é nesta sexta-feira (24), às 11h, no campo de futebol da EEAR, em Guaratinguetá, em comemoração aos 76 anos da escola. No sábado (25), o show acontece em Itajubá, Minas Gerais, na comemoração de 198 anos do município. Já no domingo (26) a equipe vai até Alfenas, também em Minas Gerais, para se apresentar.
A equipe da Esquadilha da Fumaça conta com 27 militares, sendo 11 pilotos, um médico, um integrante da comunicação social e 14 anjos da guarda, graduados em administração e manutenção de aviões. Ao todo são oito aviões Super Tucano e uma aeronave de apoio.

Operação contra criminalidade detém ao menos 30 pessoas na Grande SP

Força-tarefa das polícias prendeu 26 e apreendeu 7 menores em Guarulhos, Arujá e Santa Isabel. Terceira fase da `Força Total´ contou com o apoio de mais de mil homens e 366 viaturas.

Tatiana Santiago

Balanço parcial indica que 26 pessoas foram presas e sete menores, apreendidos, nesta quinta-feira (23) na terceira fase da operação Força Total. A força-tarefa entre as polícias para combater a criminalidade ocorreu nos municípios de Guarulhos, Santa Isabel e Arujá, na Grande São Paulo.
A operação conta com 366 viaturas e o efetivo de 1.009 homens da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Científica, Exército, Força Aérea, Guarda Civil de Guarulhos e Secretaria de Trânsito e Transportes de Guarulhos.
“O principal objetivo da operação integrada é justamente mostrar as forças policiais e o poder público unido trabalhando em favor da sociedade”, afirmou o inspetor Ricardo de Paula, chefe da Comunicação Social da Polícia Rodoviária Federal.
Prisões
Confira as principais ocorrências registradas nesta quinta na operação:
Uma funcionária de uma empresa de limpeza que trabalha no aeroporto de Cumbica foi detida por furto após pegar um equipamento eletrônico de um passageiro dentro de uma aeronave na tarde desta quinta-feira (23). Ela foi conduzida para a delegacia do aeroporto.
Um homem que trafegava pela via Dutra foi detido por embriaguez ao volante.
Dois suspeitos presos por roubar um notebook na Avenida Tiradentes.
Outras 11 pessoas foram detidas por tráfico de drogas, em um total de sete ocorrências. Do total de presos, quatro já eram procurados pela Justiça. Ao todo, 1.706 pessoas foram abordadas, sendo 957 somente no aeroporto de Cumbica. Foram vistoriados 394 veículos e 39 ficaram retidos por algum tipo de irregularidade.
Também foram registrados cinco crimes de trânsito, que ocorrem quando o motorista dirige sem CNH ou está com a carteira de habilitação vencida. No total, foram retidos 14 documentos de veículos que tinham irregularidades, sendo sete no transporte de passageiros.
Quatro máquinas caça-níquel foram apreendidas em um bar no Jardim Bela Vista. O local não tinha alvará de funcionamento.
Trinta aves silvestres foram apreendidas em duas ocorrências em Guarulhos. As apreensões da Guarda Ambiental ocorreram no Vale dos Machados e no Jardim Marilena. Os animais eram criados em cativeiros irregulares e serão encaminhados ao zoológico da cidade.
Polícia Militar apreendeu 724 pinos de cocaína, 11 pedras de crack, 34 trouxinhas de maconha, 18 trouxas de haxixe e R$ 143 em dinheiro.
Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 20 kg de maconha após perseguição na Via Dutra. Uma pessoa foi presa.
Operação
A força-tarefa se reuniu por volta das 15h na Base Aérea do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, de onde saiu para as diversas diligências.
Foram realizados bloqueios nas rodovias Fernão Dias, Dutra, Ayrton Senna e Hélio Schmidt para combater especialmente o roubo de cargas, veículos e tráfico de drogas.
No aeroporto de Cumbica, 24 cães farejadores irão procurar drogas em malas de passageiros.
Houve reforço nos atendimentos dos plantões nas delegacias da Polícia Civil para agilizar os registros dos boletins de ocorrência. A última fase da operação Força Total ocorreu em março de 2016.

Pista de província petrolífera é liberada 5 dias após avião derrapar, no AM

Província Petrolífera de Urucu fica no meio da floresta amazônica. Avião foi retirado nesta sexta-feira (24).

G1 Am

Foi concluída na tarde desta sexta-feira (24) a remoção da aeronave modelo ATR-42, que derrapou em uma pista da Província Petrolífera de Urucu, no dia 20 deste mês. A pista já está liberada para pouso e decolagem, informou a Petrobras.
A localidade fica no meio da floresta amazônica, no município de Coari. Na ocasião, os pousos e decolagens haviam sido suspensos no local, onde extração de petróleo e gás natural.
Ainda segundo o funcionário, o avião derrapou na pista e parou na mata. O transporte de funcionários que trabalham em Urucu é feito por aeronaves de uma companhia comercial.
De acordo com a Aeronáutica, a ocorrência envolveu uma aeronave de matrícula PR-TTH. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VII) investigam as causas do acidente.

JORNAL O POVO (CE)


Aeroportos regionais do Ceará ganham sistema que aumenta segurança dos voos

Serão investidos R$ 14,4 milhões na implantação de estações prestadoras de serviço em dois aeroportos do estado

Os aeroportos de Aracati e Jijoca de Jericoacoara, no Ceará, ganharão, cada um, uma Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA).
A EPTA é uma sala com operadores, habilitados pela Aeronáutica, que transmitem informações de voo aos pilotos. Além de melhorar as condições de pousos e decolagens das aeronaves, garantem mais segurança às operações e navegação aérea dos terminais.
O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil autorizou, nesta semana, investimentos para implantação dos sistemas.
Com a autorização, o governo estadual já pode assinar a ordem de serviço para início das obras. No aeródromo de Aracati, serão investidos R$ 2,14 milhões para implantação do sistema, e em Jijoca de Jericoacoara, serão R$ 12,27 milhões.
No segundo caso, os recursos cobrem também a construção de vias de acesso e mobiliários. A previsão é que tudo seja entregue até o fim do 2º semestre de 2018.
“Esses investimentos vão ampliar a área coberta por serviços de aviação em todo o País e não se limitam apenas a intervenções estruturais. Eles garantem qualidade e prontidão operacional”, pontua o assessor especial do Ministério dos Transportes, Dario Lopes.
Investimento em infraestrutura
No início do mês, o aeródromo de Vitória da Conquista, na Bahia, concluiu as obras da pista de pouso e decolagem, pátio de aeronaves, cerca e balizamento noturno.
A União investiu R$ 47,7 milhões no projeto. O valor total, com contrapartida estadual, foi de R$ 53 milhões. Com a entrega, o ministério concluiu a primeira etapa de obras no aeroporto.
A segunda etapa consiste na execução das obras do Terminal de Passageiros (TPS), no valor de R$ 45 milhões. “Já demos início aos estudos de sondagem de solo no local a ser construído o TPS e a previsão é que as obras sejam entregues no segundo semestre de 2018”, afirma Lopes.
Além disso, estão previstos a aquisição e instalação dos equipamentos de auxílio à navegação, complemento da cerca operacional, reservatórios de água, iluminação de via de contorno, mobiliários e equipamentos, iluminação do pátio de aeronaves e implantação de redes de telecomunicações.

JORNAL DO BRASIL


Ministro da Saúde apresenta panorama dos transplantes no Brasil em Sessão na ANM


O retorno das atividades científicas da Academia Nacional de Medicina foi marcado pelas importantes discussões que se deram no último dia 9, no Simpósio “Reflexões sobre o Sistema Único de Saúde – SUS”, organizado pelo Acadêmico Fabio Jatene e que contou com a presença de Acadêmicos, estudantes e autoridades como o ex-Ministro e Acadêmico José Gomes Temporão, o Ministro da Saúde Ricardo Barros e o Senador José Serra.
Vice-presidente Honorário da instituição, o Ministro Ricardo Barros apresentou, no final da tarde, um panorama sobre a situação dos transplantes no Brasil, que possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Os procedimentos são realizados quase que em sua totalidade pelo SUS (mais de 90% dos transplantes são financiados pelo Sistema Único de Saúde), e a assistência oferecida cobre desde os exames preparatórios para a cirurgia até os medicamentos pós-transplantes. Destacou, ainda, a rede integrada do Sistema Nacional de Transplantes, que engloba 506 Centros de Transplantes, 825 serviços habilitados e 1265 equipes de transplante qualificadas.
Enfatizou a importância do Decreto Presidencial (nº 8.783 de junho de 2016) que assegura transporte, por aviões da FAB, de órgãos destinados a transplantes e que já ampliou em 18% o número de transplantes realizados no Brasil em 2016. Além deste fato, integram a parceria a Secretaria de Aviação Civil, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a Agência Nacional de Aviação Civil e a Infraero.
Com relação ao número de doadores, chamou atenção para o fato de que, entre 2015 e 2016, foi registrado um aumento de 5% no número de doadores no Brasil –o maior número de doadores efetivos da história. Todavia, destacou que ainda há uma discrepância muito grande entre o número de potenciais doadores e o número de doadores efetivos, evidenciando a necessidade de se intensificarem as campanhas de conscientização da população. Ainda nesse sentido, afirmou que o Brasil tem como desafio diminuir a taxa de recusas familiares à doação de órgãos, que hoje tem uma média de 43%.
A respeito das parcerias desenvolvidas, apontou que o Ministério da Saúde mantém constante cooperação com hospitais de excelência (Hospital Israelita Albert Einstein [SP]; Hospital Moinhos de Vento [RS]; Hospital Samaritano [SP] e Hospital Sírio-Libanês [SP]) para aprimoramento de técnicas no SUS, inclusive com a capacitação de mais de 22.727 profissionais em vários tipos de transplantes, tais como: coração, medula óssea, e renal e fígado pediátrico.
Ao final de sua apresentação, afirmou que, apesar os evidentes avanços na política de transplantes no Brasil, existem alguns importantes desafios a serem superados, como o fortalecimento da política de transplante de tecidos não oculares; o aprimoramento do repasse estadual de Incentivo às Centrais de Transplante (de R$ 30 a 50 mil); a adesão ao financiamento direto às Organizações de Procura de Órgãos; a criação de leitos para Medula Óssea e o financiamento de novos Bancos de Tecidos.
Em seguida, a convite do Ministro, o Secretário de Atenção à Saúde Francisco de Assis Figueiredo ressaltou a parceria do Ministério da Saúde com a Associação Brasileira de Transplante de órgãos, na ocasião representada pelo Dr. Roberto Manfro, que resultou em uma nova portaria de incentivo às Centrais. O Dr. Roberto Manfro destacou que a associação destes dois órgãos possui potencial para fornecer melhores significativas do SNT, uma vez que fornece diferentes perspectivas para uma mesma problemática. A Dra. Rosane Nothen, Coordenadora Geral do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde afirmou que, atualmente, o SNT busca superar o desafio logístico de operar em um país de dimensões continentais e com realidades tão contrastantes como o Brasil. Por fim, o Acadêmico José Osmar Medina afirmou que o Brasil possui hoje, além do maior sistema público de transplantes em operação, um dos sistemas mais justos do mundo no que se refere à alocação dos transplantes. Por fim, chamou atenção para o crescimento registrado no número de transplantes realizados, apontando que isso se deve em grande medida aos transplantes realizados com doador já falecido.


REVISTA VEJA SÃO PAULO


Maior avião comercial do mundo começa a operar em Cumbica

A companhia Emirates Airlines é a responsável pelo trecho Guarulhos-Dubai; as passagens podem chegar 44 000 reais

Gabrielli Menezes

Os entusiastas da aviação contam as horas para este domingo (26). Às 16h30, o maior aparelho em número de passageiros do mundo desembarca no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Batizado de Airbus A380 e apelidado de Superjumbo, ele comporta até 853 viajantes em seus 550 metros quadrados de área disponível para clientes a bordo, dependendo de sua configuração.
Não se trata de um evento único, mas de algo que vai fazer parte da rotina do lugar. São Paulo entrará, assim, no mapa dos gigantes da aeronáutica. Quem traz a novidade é a companhia de origem árabe Emirates Airlines, em uma rota para Dubai. “Veremos um momento histórico”, afirma o auditor Carlos Roman, de 34 anos.
Ele comanda o site Aeroin Aviação & Turismo, especializado na área. Seu hobby de clicar aeronaves começou há duas décadas, quando o pai o acompanhava na tarefa. “Não perderia esta oportunidade por nada.” O profissional aparece na lista dos 100 spotters, como são chamados os observadores desses aviões, que terão lugar garantido próximo à pista para fotografar o tão esperado pouso. O evento deve repetir a comoção vista na estreia do Airbus A380 por aqui, em novembro de 2015.
Na época, o voo, também da Emirates, mostrou-se a única chance para os paulistanos admirarem os atributos do veículo avaliado em 436 milhões de dólares. São quase 80 metros de envergadura de asas e 73 de comprimento, que mal cabem em um campo de futebol. Cerca de 1 500 curiosos se reuniram nas vias ao redor de Cumbica para a ocasião.
Há dez anos no Brasil, a Emirates aposenta agora seu Boeing 777-300 ER, dos Estados Unidos, para dar vez ao exemplar europeu. Consegue, assim, transportar 131 pessoas a mais por vez. A companhia virou a principal operadora do Superjumbo no planeta, com quarenta rotas servidas por ele.
Aproveita uma lacuna deixada no país pela Etihad — empresa que também realiza voos para Dubai mas encerra suas atividades no Brasil neste sábado (25) —, além de suprir uma carência de viagens para a Ásia, em constante aumento via Oriente Médio. “O investimento em uma aeronave dessas é muito alto. Por isso, deve-se ter certeza da demanda”, diz o comandante Miguel Dau, diretor de operações do Aeroporto de Guarulhos.
O avião decolará de São Paulo diariamente à 1h25 da madrugada. A viagem leva, em média, catorze horas e meia. No caso da classe econômica, a cabine espaçosa — mais ampla que a do Boeing 747-800, da Lufthansa, até então o maior avião comercial em serviço regular em São Paulo — garante poltronas grandes e com maior vão entre elas. As regalias mais notáveis, é claro, ficam para os passageiros da executiva e da primeira classe.
O Airbus conta com dois andares e, na parte de cima, ostenta um lounge com bar, ducha e cabines privativas. Em meio a tanto luxo, não espere encontrar comida insossa no cardápio: são quatro variedades de café da manhã, sete entradas (incluindo caviar), cinco pratos principais (frutos do mar estão entre as opções), mais uma tábua com seis tipos de queijo e três sobremesas.
Em pesquisa realizada por VEJA SÃO PAULO no último dia 22 sobre um voo no dia 31, as passagens custavam 4 653 reais na econômica, 22 733 reais na executiva e 44 272 reais na primeira classe. A operação diária do Superjumbo por aqui só foi possível graças às reformas realizadas nas pistas de Cumbica em 2015. Após oito meses de obra, as faixas expandiram- se 15 metros, totalizando 75 metros de largura.
Desde então, conseguem receber simultaneamente até cinco aviões de código F, ou seja, superjatos como o A380 e o cargueiro Antonov An-225, o maior de sua categoria no mundo. Em novembro do ano passado, o Antonov desceu em Cumbica. Transportava um transformador de 150 toneladas com destino a Santiago, no Chile.

PORTAL PANROTAS


Aeroporto de Manaus chega aos 41 anos com novas pistas


Henrique Santiago

Em 26 de março de 1976, a cidade de Manaus ganhou o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Administrado pela Infraero, o terminal de quase 41 anos fechou 2016 com mais de 2,6 milhões de passageiros transportados e 26 mil toneladas de cargas.
Após passar por melhorias há dois anos, como ampliação do terminal de passageiros, novo estacionamento para veículos e aumento de balcões de check-in, o aeroporto manauara terá mais seis pontes de embarque modernizadas, com investimentos avaliados em R$ 24 milhões.
O local vai ganhar neste primeiro semestre uma nova loja de perfumaria e cosméticos no Duty Free Americas. Atualmente, são três lojas estabelecidas no espaço, sendo duas voltadas para o segmento duty free, localizadas no embarque e desembarque.
A cidade ganhou neste ano um voo internacional da Gol. A rota Manaus-Buenos Aires soma a cidades caribenhas, sul-americanas e norte-americanas, como Curaçao (Insel Air), Barcelona, na Venezuela (Avior), Miami (Latam Airlines), Miami (American Airlines) e Cidade do Panamá (Copa Airlines).
Para comemorar os 41, o aeroporto terá uma programação que irá abranger uma exposição de fotos amadoras e profissionais, em duas edições do Spotter Day Manaus, de pousos e decolagens. As fotografias estarão disponíveis no saguão do Terminal 1 de 24 a 31 de março.
Na segunda-feira (27), a Banda Ala 8, do Comando da Aeronáutica, será apresentará a partir das 14h no saguão de desembarque do Terminal 1. Já no último dia do mês, acontecerá o Spotter Night, versão noturna do evento. As inscrições gratuitas estarão abertas até quarta-feira (29). 

PORTAL DEFESANET


FAB - Dia do Especialista


ImagemO especialista, conforme explica o dicionário, é o indivíduo que possui habilidades ou conhecimentos especiais ou excepcionais em determinada prática, atividade, ramo do saber, ocupação, profissão.
Essa é a essência que perseguimos incessantemente na formação de nossos militares, para que busquem a excelência em suas áreas e contribuam de maneira a agigantar a sua atuação profissional.
Para isso, contamos com a Escola de Especialista, instituição lendária e valorosa, que acolhe estes sonhadores e virtuosos que venceram com muita persistência as adversidades.
Através da conceituada formação técnica de nossa Escola, nossos especialistas podem vislumbrar uma mudança no rumo de suas vidas ao entrarem nas fileiras da FAB e se dedicarem ao serviço à Pátria, fazendo a diferença em nossa sociedade.
As senhoras e senhores, graduados e oficiais, são os elos fundamentais na profissionalização das nossas diversas atividades. É dever do especialista assegurar a eficiência e eficácia de nossas ações para que tenhamos resultados cada vez mais expressivos e consonantes às demandas sociais, econômicas e tecnológicas de nosso tempo.
Para isso, se faz necessário não apenas estar adequado às demandas do presente, mas principalmente pensar a frente na criação de novos processos, almejando o aperfeiçoamento contínuo.
Nesse contexto, diante da profunda reestruturação a qual estamos realizando em nossa instituição, contamos com a confiança e o empenho engajado por nossos militares no êxito dessa empreitada.
A garra e o entusiasmo de nossos especialistas são essenciais para uma Força Aérea dinâmica, capacitada e preparada a enfrentar o desafio diário de cumprir sua missão com o povo brasileiro: “Manter a soberania nacional do espaço aérea e integrar o território nacional, com vistas à defesa da Pátria”.
Um dos exemplos de que caminhamos na direção correta é a assertividade com que foi feita a centralização de atividades administrativas. Por meio dessa concentração de tarefas conseguimos criar ilhas de excelência em apoio administrativo.
O que nos permite empenhar mais esforços em nossa atividade fim e alcançar uma gestão de qualidade com muito mais eficiência, focada em resultados e na transparência dos processos.
Dessa forma, a sinergia do trabalho conjunto das especialidades e a colaboração de cada um com sua parcela significativa de trabalho é capaz de fazer com que toda a engrenagem continue a girar cada vez melhor.
Por fim, parabenizo aos agraciados com a medalha que marca o pioneirismo do grande inventor Bartolomeu de Gusmão. Essa medalha simboliza o mérito de cada um em criar soluções e inovar em suas atividades, mesmo diante das adversidades.
O prestigiado inventor relembra as senhoras e aos senhores de que é possível inovar mesmo com poucos recursos, pois a criatividade é fonte inesgotável de transformação. Pensemos também no poderoso e antigo símbolo usado pelo homem e muito presente em nossos brasões: a ÁGUIA, símbolo nobre de coragem, astúcia e sagacidade.
A nobreza da águia aliada ao poderoso lema de disciplina, amor e coragem devem sempre guiar a lida diária dos senhores, que provém o apoio fundamental ao voo de nossos pilotos.
No Dia do Especialista, 25 de março, o Comando-Geral de Apoio tem a grata satisfação de reafirmar a todos os especialistas o agradecimento pela atuação em um conjunto eficaz que trabalha arduamente em prol do engrandecimento da Força Aérea Brasileira.
Ad astra et ultra!
Tenente-Brigadeiro do Ar Paulo João Cury
Comandante-Geral de Apoio

FAB está pronta para operação que vai combater crimes transfronteiriços

Força deslocou aeronaves, radares e pessoal para áreas estratégicas com o intuito de coibir tráfegos aéreos ilegais na região de fronteira

Ten Gabrielli Dala Vechia

A Força Aérea Brasileira (FAB) inicia, nesta sexta-feira (24/3), uma das maiores operações de patrulhamento de fronteira já realizadas pela instituição – com duração de pelo menos um ano e abrangendo uma extensa faixa de fronteira. A Ostium tem o objetivo de intensificar o trabalho da FAB no controle do espaço aéreo, especialmente no que se refere à repreensão de crimes transfronteiriços, como o narcotráfico.
“Estamos tentando levar a zero o índice de ilícitos por meio aéreo numa vasta área de fronteira”, afirma o Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich. Ele explica que, para isso, em um primeiro momento, foram deslocadas aeronaves, radares e pessoal para áreas consideradas estratégicas.
Nessa primeira etapa da Ostium, dois radares foram levados para as cidades de Chapecó (SC) e Corumbá (MS), para melhorar a probabilidade de detecção, já que as aeronaves envolvidas em ilícitos costumam voar muito baixo. Já as cidades de Campo Grande (MS), Dourados (MS), Cascavel (PR) e Foz do Iguaçu (PR) receberam caças, aeronaves remotamente tripuladas, aviões-radar e helicópteros, aumentando a eficiência do patrulhamento aéreo nos locais considerados mais sensíveis.
No Mato Grosso do Sul, um dos estados onde está concentrado o esforço, toda estrutura já foi montada para o início da operação Ostium.

PORTAL CAMPO GRANDE NEWS


Operação Ostium pretende reduzir a zero narcotráfico na fronteira do Brasil

Expectativa é que as atividades da FAB durem até o final do ano; Homens estarão de prontidão para atender PRF e PF

Yarima Mecchi E Helio De Freitas, De Dourados

Com a Operação Ostium sendo realizada nas principais cidades fronteiriças do Brasil, a FAB (Força Aérea Brasileira) pretende reduzir a zero o narcotráfico aéreo nos 17 mil quilômetros de fronteira.
Nesta sexta-feira (24) o tenente-coronel Sandro Bernardon comentou que a operação, iniciada na semana passada, é uma forma mais detalhada e ostensiva do trabalho de vigilância do espaço aéreo brasileiro.
"É o trabalho que a FAB já faz rotineiramente, mas de forma mais intensiva para dar a resposta imediata que o trabalho exige", ressaltou.
A Operação Ostium, como foi batizada, atuará no Estado principalmente nas cidades de Dourados e Corumbá - a 233km e 419km de Campo Grande, respectivamente. Segundo o Ministério da Defesa, a expectativa é que as atividades durem até o final do ano.
Segundo o tenente-coronel, a operação foi idealizada com base em informações estratégicas sobre o fluxo de aeronaves clandestinas que entram no Brasil carregadas com drogas.
Além das cidades sul-mato-grossenses, locais como Chapecó (SC) e Cascavel e Foz do Iguaçu (PR) também receberão reforço na vigilância aérea.
A FAB informou que o serviço de alerta da área de fronteira permanecerá ativado 24 horas e que a atuação será imediata caso os radares da defesa aérea do País localizados nessas cidades sejam ativados. Caso haja necessidade, as aeronaves estão autorizadas a abater os suspeitos em áreas não populosas.
O tenente-coronel afirmou que apesar de grande parte da droga apreendida na fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia e o Paraguai entrar por terra, a presença da Ostium no Estado é resultado de trabalho de inteligência que apontou atividade aérea no transporte de entorpecentes.
De acordo com um inspetor da PRF, que não quis se identificar, os homens da FAB estarão de prontidão para atender as informações da PRF e da PF (Polícia Federal).
Apreensões - Em 2016 foram 300 toneladas apreendidas por polícias estaduais ou pela PRF (Polícia Rodoviária Federal)entregue em delegacias. Neste ano já são 50 toneladas.

FAB usa helicóptero russo e Super Tucano para interceptar traficantes

Aeronaves com canhão e metralhadora estão entre equipamentos da Operação Ostium, que iniciou ações hoje em Dourados; oficial da FAB diz que fronteira de MS tem intenso tráfico de drogas pelo ar

Helio De Freitas

Helicópteros de fabricação russa, semelhantes aos usados pelo Exército de Moscou em guerras no Oriente Médio, fazem parte do poder bélico adotado pela Força Aérea Brasileira na Operação Ostium, que teve o primeiro dia de ações nesta sexta-feira (24) em Mato Grosso do Sul.
A operação tenta combater o tráfico internacional de drogas pelo ar, principalmente de cocaína, que sai da Bolívia e do Peru e entra em território brasileiro, de onde é destinada ao mercado interno e a países da Europa.
“O melhor helicóptero do Mundo”, afirmou o major da FAB que pilota a aeronave, ao conversar com jornalistas hoje no aeroporto de Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande, uma das bases da operação, que acontece ao longo dos 17 mil quilômetros das fronteiras brasileiras, mas de forma mais intensiva na linha com Bolívia e Paraguai.
Entregue pela Rússia em 2009 como parte de um lote de 12 helicópteros comprados pelo governo brasileiro, o AH-2 Sabre, como a aeronave russa é chamada pela FAB, pode atirar em alvos aéreos e terrestres. Tem 5,4 metros de altura, 19,5 metros de comprimento e pesa 12 mil quilos.
“A aeronave lança míssil, é equipada com foguete 80 milímetros e com um canhão de dois canos de 23 milímetros. Voa a 320 quilômetros por hora com autonomia superior a três horas”, afirmou o major, que veio da Base Aérea de Porto Velho (RO).
Por medida de segurança, a FAB pediu que os pilotos não tivessem os nomes divulgados. “Eu estou aqui, mas a família ficou lá”.
Mais comunicativo de todos os pilotos que estavam em Dourados hoje, o rondoniense disse que apesar de a operação despertar atenção, as ações fazem parte da rotina da Força Aérea. “Isso aqui não é apenas exercício de treino, não. É para valer”.
Os Ah-2 Sabre ficarão baseados em Dourados e em Foz do Iguaçu (PR) durante a operação, que prossegue até o fim do ano.
“Super Tucano” – Além dos helicópteros russos e dos norte-americanos Black Hawk – visivelmente menores de tamanho e de poder de fogo –, e de drones operados por controle remoto, a Operação Ostium conta com o “Super Tucano” A-29, também usado para perseguir, interceptar e, se for preciso, derrubar aeronaves clandestinas, especialmente usadas por traficantes.
Nesta sexta, o avião foi usado para uma demonstração de abordagem à aeronave da FAB que levou jornalistas de Campo Grande até Dourados, para conhecer uma das bases da operação.
Voando a quase 600 quilômetros por hora, o Super Tucano pesa 5.400 quilos, tem 11,34 metros de comprimento e 3,9 de altura. É equipado com duas metralhadoras calibre 50 nas asas e mais 1.550 quilos de bombas, foguetes ou mísseis.
Durante a operação, esses aviões ficarão baseados em Dourados, Cascavel e Campo Grande. Em caso de voo clandestino detectado pelos radares, o piloto é acionado pela central de monitoramento e parte para a abordagem. O chamado “tiro de abate” só ocorre com ordem direta da única central de comando, que fica em Brasília.
Tráfico pelo ar – Um major da Força Aérea disse ao Campo Grande News que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o tráfico de drogas na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai não ocorre apenas por terra.
“O trabalho interagências mostra que existe uma grande demanda aérea nessa parte da fronteira, especialmente de aeronaves que voam abaixo dos radares. A Operação Ostium vai intensificar a presença da Força Aérea nessa região para coibir o narcotráfico via aérea”, afirmou o major.
Sem citar locais das operações, o oficial informou que em 2016 foram feitas pelo menos 450 interceptações de aeronaves clandestinas em toda a fronteira brasileira. Foram 10 aeronaves apreendidas com 250 quilos de pasta-base de cocaína. Nesta semana, já durante a preparação da Operação Ostium, foram apreendidos 250 quilos de pasta-base em uma aeronave.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL AERO AGORA


Aeronáutica realiza ação de solidariedade em São Paulo

RIO DE JANEIRO – Em comemoração ao 75º aniversário do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR), no dia 1º de abril, a Força Aérea Brasileira (FAB) realiza o primeiro Portões Abertos da Solidariedade no COMAR. O evento será gratuito e aberto ao público, das 9h às 16h, nas dependências da unidade.
Durante todo o dia, serão realizadas diversas atividades, como exposições de aeronaves, viaturas, motocicletas, rádios amadores e artigos militares, recreação infantil, apresentações militares e de canil, apresentação da banda militar da ALA 13 (antiga Base Aérea de São Paulo), da banda Beatles Cover, oficinas de beleza, de esportes, workshops, entre outras atividades.
O IV COMAR também vai abrir os portões durante toda a semana para receber a comunidade do bairro do Ipiranga e adjacências. Os festejos começam no dia 27 com a realização da cerimônia militar comemorativa ao 75º aniversário do IV COMAR e, a partir de terça-feira (28), serão promovidas atividades com participação de crianças, adolescentes e da terceira idade de diversas instituições.
Em 1º de abril, os portões do COMAR estarão abertos a todo público interessado em conhecer mais sobre a Força Aérea Brasileira e sua história.

JORNAL CORREIO DO ESTADO


Com simulação de interceptação, começa patrulhamento aéreo das fronteiras

Jornalistas estavam em aeronave alvo da interceptação
ALINY MARY DIAS E RENAN NUCCI, DE DOURADOS
Iniciaram nesta sexta-feira (24) as ações da Força Aérea Brasileira (FAB) para patrulhamento aéreo e combate ao tráfico de drogas e contrabando na fronteira do Brasil com o Paraguai e Bolívia. Simulação da interceptação aérea foi feita nesta manhã em aeronave da FAB onde estavam jornalistas que decolaram de Campo Grande com destino a Dourados.
Batizada de Operação Ostium, a ação usará aviões de caça e helicópteros, que ficam baseados na Capital e em Dourados. A base de Corumbá, onde foram instalados radares móveis, também auxilia na operação.
Para a simulação apresentada nesta manhã, aeronave com tripulação da FAB e jornalistas decolou por volta das 9h30 da Base Aérea da Capital com destino a Dourados. Durante as cerca de 2 horas de voo, uma aeronave A-29 Super Tucano interceptou o avião onde estavam os jornalistas, simulando as ações que serão feitas a partir de hoje.
Primeiro, o caça se aproxima da aeronave supostamente irregular por não ter autorização para sobrevoar determinada área e faz um reconhecimento visual. Depois, é feito um interrogatório pelo rádio, quando o piloto de defesa faz uma série de perguntas sobre rota, itinerário e motivo do voo. Se não houver colaboração do piloto da aeronave interceptada, pedido para pouso é feito pelo militar.
Se a falta de cooperação persistir, restam duas opções ao piloto de defesa. Disparar um tiro de aviso e depois um tiro de detenção, que tem como objetivo atingir e derrubar a aeronave invasora.
Essa ação é respaldada por lei federal, que criou regras para restringir a entrada de aeronaves suspeitas em território nacional, principalmente nas regiões conhecidas por produção e distribuição de drogas.
OPERAÇÃO
Também deverão ser utilizados nas ações militares, além de caças A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 Black Hawk e AH-2, aviões-radar E-99, aeronaves de reconhecimento R-35A e RA-1 e Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) RQ-450. As operações devem prosseguir até o fim do ano.
Traficantes tem insistido no transporte aéreo de grandes volumes de drogas, especialmente da cocaína boliviana, na tentativa de escapar do policiamento rodoviário, afunilado para a BR-262, para quem deixa o país vizinho por Corumbá.

PORTAL CANALTECH


Data de lançamento do satélite da Telebras continua um mistério

Redação
O lançamento do foguete que levaria o satélite geoestacionário da Telebras ao espaço acabou sendo adiado mais uma vez. O lançamento não ocorreu devido a uma manutenção da greve que se estende na Guiana Francesa, e como o foguete Ariane 5 seria lançado por lá, não foi possível continuar com as operações.
Quem informou foi a própria empresa Arianespace, que estava com tudo marcado para ocorrer nesta quinta-feira (23). A Telebras, aliás, não informou a nova data de lançamento, que vem sofrendo adiações desde terça-feira (21).
De acordo com a fabricante do foguete, tanto o satélite SGDC quanto o módulo de lançamento continuam em stand-by até que uma nova data seja marcada. A Arianespace informa que o veículo espacial e toda a aparelhagem estão em perfeitas condições de segurança.
Fora o satélite brasileiro, outro fará uma viagem junto ao Ariane 5 para o espaço: o KOREASAT-7, que como o nome indica, é um satélite de comunicações sul-coreano.

PORTAL BARBACENA MAIS


Aeronáutica anuncia concurso para cadetes;inscrições começam em abril

Serão 160 vagas para o sexo masculino e 20 vagas para o sexo feminino
Aeronáutica divulgou as primeiras informações sobre o Exame de Admissão ao Curso Preparatório de Cadetes do Ar do ano de 2018 (EA CPCAR 2018). Serão 160 vagas para o sexo masculino e 20 vagas para o sexo feminino.
As inscrições estarão abertas de 19 de abril a 9 de maio, pelo site do Comando da Aeronáutica e pela página da EPCAR. O valor da taxa de inscrição será de R$ 60. Os candidatos não podem ter menos de 14 anos nem completar 19 anos de idade, até 31 de dezembro de 2018. É necessário ter ensino fundadamental completo na data da matrícula.
O curso tem duração de três anos, sendo equivalente ao ensino médio regular, mas com instruções também no campo Militar. A Escola Preparatória de Cadetes do Ar fica em Barbacena (MG) e funciona com regime de internato.
O processo seletivo será composto por Provas Escritas;Inspeção de Saúde (INSPSAU); Exame de Aptidão Psicológica (EAP); Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF); e Validação Documental.
Durante o curso, o aluno receberá R$ 989 por mês, alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária.

JORNAL DOURADO NEWS


Base da FAB é montada e operação `Ostium´ é iniciada

Joandra Alves
Uma base da Força Aérea Brasileira (FAB), foi montada no aeroporto de Dourados, dando início a operação `Ostium´ que segue até o final do ano. A operação acontece em parte da região de fronteira do país em vários estados, que tem como objetivo repreender os crimes de narcotráfico e reforçar a segurança no espaço aéreo das divisas de Brasil com a Bolívia e o Paraguai.
Para a operação serão utilizadas aeronaves de caça A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 Black Hawk e AH-2, aviões-radar E-99, aeronaves de reconhecimento R-35A e RA-1 que leva câmeras de alta definição, dois canhões de 30mm e até 3 toneladas de bombas, foguetes e mísseis, e Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) RQ-450, aeronave que leva radar e câmera de alta resolução visual e infra-vermelho.
"A operação é ousada, pois o objetivo é reduzir a zero os crimes relacionados ao narcotráfico em toda a região de fronteira. Na operação também podemos auxiliar outras forças, sendo elas policiais e que estão em terra em relação a possíveis ‘ameaças’’, disse o tenente coronel Sandro Bernardon, que é comandante do esquadrão Horus da FAB.
As ações envolvem a instalação temporária de radares móveis em cidades próximas às fronteiras, como Chapecó (SC) e Corumbá (MS); reforço das atividades aéreas nas bases da Força Aérea Brasileira; e deslocamento de aeronaves militares para cidades como Cascavel (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Dourados.
Nos locais haverão tropas para promover a segurança de equipamentos e aeronaves.
Destruição
O Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) estabelece, em seu artigo 303, a possibilidade de aplicação da medida de destruição de aeronaves voando no espaço aéreo brasileiro classificadas como hostis, após esgotadas as medidas coercitivas, para obrigá-la a efetuar o pouso no aeródromo que lhe for indicado.




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