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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 19/03/2017 / Satélite brasileiro de defesa e comunicações será lançado terça-feira na Guiana


Satélite brasileiro de defesa e comunicações será lançado terça-feira na Guiana ...  


Um satélite de defesa e comunicações será lançado terça-feira (21) na Guiana Francesa, anunciou o governo brasileiro. O lançamento será efetuado no Centro Espacial da Guiana, em Kourou ...  


O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC-1), resultado de uma parceria franco-brasileira, permitirá ampliar a cobertura de internet de alta performance, no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), da Telebrás, e "trará maior soberania, independência e segurança às comunicações estratégicas do Brasil, particularmente aquelas relacionadas à Defesa Nacional."

"O controle do equipamento será integralmente do Governo brasileiro", de acordo com nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores ( Itamaraty).

O projeto do SGDC-1 é liderado pelo consórcio brasileiro Visiona, composto pela Embraer e pela Telebrás. No âmbito do projeto, foi realizada licitação internacional, vencida pela empresa franco-italiana Thales Alenia Space, que teve como aspecto central a transferência de tecnologia.

Foram capacitados mais de cinquenta técnicos e engenheiros brasileiros durante o processo de desenvolvimento do SGDC-1, cuja cadeia de produção contou com empresas brasileiras. Até a conclusão do projeto, serão lançados, no total, três satélites, o último dos quais deverá ser integralmente fabricado no Brasil.

De acordo com a nota, o trabalho conjunto para o lançamento do SGDC-1 é mais uma etapa da Parceria Estratégica entre Brasil e França, por meio do intercâmbio de tecnologias e informações em áreas estratégicas, como espaço, defesa e supercomputação.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL G-1


Investigação prossegue dois meses após acidente aéreo que matou Teori

Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), fase é de coleta e análise de dados. Não há prazo para término da investigação.

Luciana Amaral

A investigação que apura as causas do acidente aéreo que matou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki prossegue após dois meses da tragédia, completados neste domingo (19).
Relator da Operação Lava Jato no STF, Teori Zavascki morreu aos 68 anos, em 19 de janeiro, depois que o avião em que estava com outras quatro pessoas caiu no litoral de Paraty (RJ).
Atualmente, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável por apurar quedas de avião no país, está coletando e analisando dados obtidos do acidente, informou a Força Aérea Brasileira (FAB), à qual o Cenipa é subordinado. Não há prazo para a conclusão da investigação.
Um dos objetos estudados pelo Cenipa, em Brasília, é o gravador de voz da cabine do piloto. Por meio do áudio registrado, por exemplo, é possível saber o que o piloto falou antes da queda, seja com os passageiros ou com o controle de tráfego aéreo. É possível também ter uma indicação se os sistemas do avião estavam funcionando normalmente, como o motor da aeronave.
Questionada pelo G1, a FAB não informou se a análise do gravador já foi concluída e se há indicativos de falha humana. Essa seria uma hipótese preliminar segundo investigadores ouvidos pelo colunista do G1, Matheus Leitão.
Na época do acidente, a TV Globo informou que o piloto da aeronave fez duas tentativas de pouso no aeroporto de Paraty antes de cair no mar. A gravação também teria demonstrado, de acordo com a TV Globo, que não houve pânico, pedido de socorro ou alarme sonoro dentro da aeronave.
Análise preliminar da Aeronáutica também indicou que a caixa-preta, onde fica o gravador, não apontou “qualquer anormalidade" nos sistemas da aeronave.
Entretanto, o áudio é somente um dos eixos da investigação – o GPS e destroços do avião também estão sob análise – e não pode ser considerado como conclusivo, segundo a FAB ao G1.
Ao G1, a Força Aérea afirmou que todo o processo é “dinâmico” porque novas demandas surgem a partir das análises já realizadas. Mesmo assim, a investigação será concluída no “menor prazo possível”, de acordo com a complexidade do acidente. O relatório final será divulgado publicamente no portal do Cenipa na internet.
Acidente
O avião de prefixo PR-SOM era um modelo Hawker Beechcraft King Air C90 e pertencia ao grupo Emiliano Empreendimentos, cujo dono, Carlos Alberto Filgueiras, de 69 anos, também morreu no acidente. De pequeno porte, tinha capacidade para oito pessoas.
As outras vítimas foram a massoterapeuta Maira Lidiane Panas Helatczuk, de 23 anos, e a mãe dela, Maria Ilda Panas, 55, além do piloto Osmar Rodrigues, 56. Segundo informações do Bom Dia Brasil, ele era conhecido por ser "muito cuidadoso" e chegou a dar palestra para outros pilotos sobre como fazer a rota São Paulo-Paraty.
Segundo a Infraero, a aeronave decolou às 13h01 do Campo de Marte, em São Paulo, com destino a Paraty, e caiu próximo à Ilha Rasa, a 2 km de distância da cabeceira da pista do aeroporto da cidade fluminense. O acidente ocorreu por volta das 13h45.
Chovia bastante no momento do queda, segundo imagens de radar. O mau tempo é um fator que pode comprometer a aproximação do aeroporto de Paraty, em que as aterrissagens só podem acontecer em condição visual.
Testemunhas disseram que não houve explosão. Uma delas afirmou ter visto o avião voando baixo ao fazer uma curva e batendo uma das asas no mar.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a documentação da aeronave estava regular. O certificado era válido até abril de 2022, e inspeção da manutenção (anual) estava válida até abril de 2017.

PORTAL DEFESANET


Brasil e Itália debatem possíveis parcerias nos setores aeronáutico e aeroespacial

O Brasil e a Itália já desenvolveram juntos a aeronave A-1

Agência Força Aérea

O Comando da Aeronáutica (COMAER) recebeu, nessa sexta-feira (17/03), uma comitiva italiana composta pelo Secretário Geral da Defesa e Diretor Nacional dos Armamentos da Itália, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Magrassi; pelo Embaixador da Itália, Antonio Bernardini; pelo Adido de Defesa, Coronel Aviador Paolo Cianfanelli, entre outras autoridades. O objetivo foi estabelecer contatos para realizar possíveis parcerias no setor aeronáutico e aeroespacial.
Os aparelhos de pilotagem remota que, no futuro, vão estar vinculados aos satélites, foram tema da discussão. A ideia da Itália é desenvolver tecnologia para realizar o controle satelital dos Veículos Aéreos Não tripulados (VANTs) e criar uma rede horizontal de parceiros, na qual o Brasil pode ser um deles, devido à sua importância na América do Sul.
Durante o encontro também foi debatido sobre a metodologia de treinamento de pilotos que, na Itália, está passando da fase de simulação para a emulação.
"Temos interesse em nos aprofundar nesses assuntos e a Itália poderá ser um parceiro futuro do Brasil", ressaltou o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato.
AM-X
O Brasil já desenvolveu juntamente com a Itália o projeto AM-X, que projetou o caça ítalo-brasileiro conhecido aqui como A-1. O acordo determinava que as fabricantes italianas fossem responsáveis por cerca de 70% do programa, enquanto a Embraer assumiu os 30% restantes.
Em apenas quatro anos, o avião saiu do papel e decolou. O caça A-1 entrou em operação na Força Aérea Brasileira (FAB) em 1989. Em setembro de 2013, o então Esquadrão Adelphi recebeu o primeiro A-1M com as aeronaves sendo totalmente modernizadas pela Embraer.

PORTAL BRASIL


Mais de 500 crianças e jovens participam de projetos sociais em instalações da FAB

As atividades são realizadas em áreas que deram suporte aos atletas olímpicos durante as Olimpíadas Rio 2016

Toda a infraestrutura da Força Aérea Brasileira (FAB) construída e adquirida para dar suporte aos atletas olímpicos durante as Olimpíadas Rio 2016 está sendo redirecionada ao atendimento de programas sociais no Rio de Janeiro (RJ). O objetivo é fomentar o esporte no País e envolver as comunidades do entorno.
Mais de 500 crianças e adolescentes em situação de risco social têm acesso gratuito a essas instalações e ganharam a oportunidade de aprender por meio do esporte e, quem sabe, se tornarem futuros talentos olímpicos.
A FAB, por meio da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), realiza acordos com órgãos governamentais e instituições não governamentais para a realização de projetos.
Em parceria com o Comitê Olímpico Brasileiro, a CDA sedia um projeto piloto que visa descobrir novos talentos olímpicos na área do atletismo. Ao todo são 50 crianças que foram selecionadas de escolas municipais da região próxima ao Centro de Treinamento e utilizam as novas instalações olímpicas diariamente.
Centro Olímpico da Aeronáutica
O Centro Olímpico de Treinamento da Aeronáutica (Cota), em Afonsos, faz parte das instalações usadas pelos jovens. A unidade conta com uma piscina olímpica e uma pista de atletismo, ambas homologadas pelas respectivas federações internacionais; um ginásio poliesportivo, um alojamento com capacidade para 142 pessoas, e o Instituto de Ciências da Atividade Física (ICAF).
Cinco programas sociais focados no desenvolvimento do esporte com jovens de 11 a 23 anos de idade de comunidades com áreas de risco social do Rio de Janeiro já usufruem dessas instalações.
Portal Brasil, com informações da FAB

OUTRAS MÍDIAS


NOTÍCIAS AO MINUTO (PORTUGAL)


Veja os medalhistas que perderam o patrocínio após ciclo olímpico

Alguns atletas olímpicos brasileiros estão sem recursos
Sete meses após o fim do ciclo olímpico, muitos atletas sofrem com o abandono dos patrocinadores e lutam para seguir no esporte.
O canoísta Isaquias Queiroz fez história durante a Olimpíada do Rio ao se tornar o primeiro brasileiro a subir ao pódio três vezes em uma mesma edição dos Jogos. No entanto, após os Jogos do Rio, apenas um de seus patrocinadores particulares permaneceu, com contrato válido até maio.
Wu é apenas um dos muitos atletas olímpicos que são abandonados após o término das Olimpíadas.
Confira alguns dos medalhistas olímpicos do Brasil sem recursos
ISAQUIAS QUEIROZ
Atleta do Club Athletico Paulistano, de São Paulo, Isaquias conquistou três medalhas nos Jogos Olímpicos de 2016, em sua primeira participação em Olimpíada: prata na canoa individual 1.000 m, bronze na canoa individual 200 m e prata na canoa de dupla 1.000 m, junto com Erlon de Sousa Silva. Após os Jogos, apenas um de seus patrocinadores particulares permaneceu, com contrato válido até maio.
ARTHUR ZANETTI
O ginasta de São Caetano do Sul tornou-se campeão olímpico em Londres, em 2012. No ano seguinte, foi campeão mundial nas argolas e, em 2015, campeão pan-americano. Na Olimpíada do Rio ele ficou com a prata, na mesma modalidade. Dos seis patrocínios que tinha, porém, ficou apenas com Aeronáutica e Adidas.
POLIANA OKIMOTO
A paulistana foi a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha de modalidade aquática em Jogos Olímpicos. Ela levou o bronze na maratona do Rio, após desclassificação da segunda colocada, a francesa Aurélie Muller (por infração na batida da placa de chegada). Após a Olimpíada, perdeu seu principal patrocínio, os Correios, o que reduziu 40% de seu orçamento.
ROBSON CONCEIÇÃO
Pugilista foi ouro da categoria peso-leve (até 60 kg) em 2016, após ter sido derrotado na estreia das duas edições anteriores dos Jogos (Pequim e Londres). Com a vitória, trocou o boxe amador, que compete em Olimpíada, pelo profissional. Sem patrocínio, ganha uma renda mensal da agência Top Rank.
FELIPE WU
Prata no tiro esportivo, Wu voltou à faculdade de engenharia aeroespacial após a Olimpíada do Rio. Ele foi ouro nos Jogos Sul-Americanos de 2014, em Santiago, e no Pan de Toronto, em 2015. Ficou sem treinador, psicólogo e fisioterapeuta por corte de verbas da confederação.

PORTUGAL DIGITAL


Satélite brasileiro de defesa e comunicações será lançado terça-feira na Guiana

Um satélite de defesa e comunicações será lançado terça-feira (21) na Guiana Francesa, anunciou o governo brasileiro. O lançamento será efetuado no Centro Espacial da Guiana, em Kourou.
Brasília - Um satélite de defesa e comunicações será lançado terça-feira (21) na Guiana Francesa, anunciou hoje o governo brasileiro. O lançamento será efetuado no Centro Espacial da Guiana, em Kourou.
O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC-1), resultado de uma parceria franco-brasileira, permitirá ampliar a cobertura de internet de alta performance, no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), da Telebrás, e "trará maior soberania, independência e segurança às comunicações estratégicas do Brasil, particularmente aquelas relacionadas à Defesa Nacional." "O controle do equipamento será integralmente do Governo brasileiro", de acordo com nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores ( Itamaraty).
O projeto do SGDC-1 é liderado pelo consórcio brasileiro Visiona, composto pela Embraer e pela Telebrás. No âmbito do projeto, foi realizada licitação internacional, vencida pela empresa franco-italiana Thales Alenia Space, que teve como aspecto central a transferência de tecnologia.
Foram capacitados mais de cinquenta técnicos e engenheiros brasileiros durante o processo de desenvolvimento do SGDC-1, cuja cadeia de produção contou com empresas brasileiras. Até a conclusão do projeto, serão lançados, no total, três satélites, o último dos quais deverá ser integralmente fabricado no Brasil.
De acordo com a nota, o trabalho conjunto para o lançamento do SGDC-1 é mais uma etapa da Parceria Estratégica entre Brasil e França, por meio do intercâmbio de tecnologias e informações em áreas estratégicas, como espaço, defesa e supercomputação.

PORTAL FORÇA MILITAR


Ministro Jungmann entrega Medalha do Mérito Desportivo Militar 

Em cerimônia no III Comando Aéreo Regional (COMAR), o ministro da Defesa, Raul Jungmann, entregou nesta sexta-feira (17), a Medalha do Mérito Desportivo Militar. O ministro destacou a importância do incentivo ao desporto militar e os resultados obtidos pelos atletas de alto rendimento nas últimas competições esportivas, entre elas os Jogos Olímpicos,em Londres 2012, e no Rio, em 2016.
“O nosso sonho é tentar aumentar a participação em até 30% dos atletas militares nos próximos Jogos Olímpicos”, ressaltou.
Jungmann afirmou que as estatísticas de homicídios apontam que jovens da faixa etária 18 a 24 anos são as principais vítimas. “A prática esportiva é um dos principais indutores no sentido de afastar os jovens do crime”, comentou.
Mérito Militar
O ministro Jungmann veio ao Rio para participar da cerimônia que condecorou militares brasileiros que se destacaram em competições esportivas nacionais e internacionais, bem como militares e civis brasileiros e estrangeiros que prestaram relevantes serviços ao desporto militar do Brasil. Em discurso, o ministro salientou que o País está vivendo “um momento histórico na trajetória do desporto militar brasileiro”.
O ministro conversou com Fernanda Honorato
Segundo ele, o Programa Atleta Militar de Alto Rendimento (PAAR), iniciado em 2008, “colheu seus primeiros frutos nos V Jogos Mundiais Militares, no Rio, em 2011, quando o Brasil alcançou o primeiro lugar no quadro de medalhas”. O ministro lembrou que nos anos seguintes, o País conquistou cinco medalhas nos Jogos Olímpicos realizados em Londres, em 2012, e ficou em segundo lugar no quadro de medalhas dos VI Jogos Mundiais Militares ocorrido na República da Coreia.
“Nossa presença foi ainda mais marcante nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Com 145 atletas militares no Time Brasil, nosso desporto militar conquistou 13 das 19 medalhas olímpicas para o Brasil. Em termos percentuais, isso significa que nossos atletas militares, que compunham menos de 30% de nossa delegação, conquistaram quase 70% de nossas medalhas”, esclareceu.
Jungmann afirmou que o Ministério da Defesa trabalha no novo ciclo olímpico visando os jogos olímpicos Tóquio, em 2020. “Nossa meta será ampliar ainda mais a contribuição para que o Brasil se transforme numa potência olímpica”, disse.
“No âmbito específico do desporto militar, realizamos com excelência, recentemente, um campeonato mundial militar na modalidade de orientação, em que os atletas têm que cumprir um exigente percurso no terreno auxiliados apenas por mapas e bússolas. Neste ano, realizaremos campeonatos de vôlei de praia e natação. Nossas competições escolares militares vêm progredindo fortemente em termos técnicos e desportivos”, destacou.
Jungmann também esteve com o atleta militar, Felipe Wu
O ministro contou também que as Forças Armadas têm atuado no “campo da inclusão social por meio do esporte”. Segundo ele, o Programa Forças no Esporte “segue evoluindo numérica, geográfica e funcionalmente, e angariando novos beneficiários, organizações militares participantes e entidades apoiadoras”, disse ao lembrar que, em dezembro do ano passado, no estado da Paraíba, foi aberto um núcleo do programa que permitiu ao Profesp estar em todos os estados brasileiros, além do Distrito Federal.
Ao término do discurso ocorreu a entrega das medalhas aos homenageados. Em seguida, Jungmann fez questão de cumprimentar a maioria dos agraciados com a medalha. Entre convidados e autoridades, o ministro conversou com Fernanda Honorato, portadora da síndrome de Dow, que apresenta o Programa Especial na TV Brasil, ao ar todos os sábados ao meio dia. Após responder as perguntas de Fernanda – que também recebeu a Medalha do Mérito Desportivo Militar -, o ministro deu-lhe um beijo e um abraço. O ministro também esteve com Felipe Wu, atleta militar medalha de prata no tiro nos Jogos do Rio 2016.
Participaram da cerimônia o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira; o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato; o comandante Militar do Leste, general Walter Braga Netto, representando o Comando do Exército; o chefe da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto, brigadeiro Ricardo Machado; dentre autoridades civis e militares.



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