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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 18/02/2017 / Marinha Brasileira realiza primeiro lançamento de torpedo com o helicóptero Seahawk

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Marinha Brasileira realiza primeiro lançamento de torpedo com o helicóptero Seahawk ...  


Fernando Valduga ...  


A Marinha Brasileira recentemente concluiu o exercício Aspirantex 2017, quando com sucesso realizou o primeiro lançamento de um torpedo MK.46 mod.5 por um helicóptero SH-16 Seahawk (N-3036) do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1).

A missão realizada no exercício de guerra anti-submarina (ASW) no dia 1º de fevereiro utilizou também um helicóptero UH-12 Esquilo N-7087 do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), que lançou um alvo submarino móvel EMATT (Expendable Mobile ASW Training Target) fabricado pela Lockheed Martin, que simulou um submarino inimigo.

O alvo EMATT, que pode atingir velocidade máxima de 8 nós e operar a uma profundidade de 600 pés (188,2 metros) simulando as assinaturas acústicas e magnéticas de um submarino real, foi lançado pelo UH-12, e posteriormente detectado pelo sonar DS-100 (Helras) do Seahawk. O torpedo MK.46 mod.5 foi então lançado e “destruiu” o alvo.

Em um exercício desse tipo não há a destruição do alvo ou do torpedo, pois o torpedo estava inerte. Após o exercício, tanto o alvo como o torpedo são automaticamente inflados e passam a flutuar aguardando que uma equipe especializada resgate-os da água para uma futura reutilização.

A Aspirantex 2017 teve uma duração de 21 dias. O Grupo Tarefa contou com cerca de 2.000 militares, seis navios, um submarino, seis aeronaves da Marinha do Brasil e três aeronaves da Força Aérea Brasileira.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL ZERO HORA


Um mês de investigações sobre a queda de avião que matou Teori

Família de ministro do STF mantém cobrança por apuração profunda enquanto autoridades analisam destroços em busca de respostas

Guilherme Mazui

Passado um mês da queda do avião com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, em Paraty (RJ), a família do magistrado mantém a cobrança por uma investigação profunda sobre o caso. Força Aérea Brasileira (FAB), Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF) apuram as circunstâncias que levaram o bimotor King Air C90 a mergulhar no mar, matando o então relator da Lava-Jato na Corte e mais quatro pessoas no dia 19 de janeiro.
— Continuamos defendendo que se investigue tudo até o final para que seja afastada qualquer possibilidade de dúvida sobre as causas do acidente — reforça Francisco Zavascki, um dos filhos de Teori.
Francisco e os irmãos Liliana e Alexandre participaram em Brasília, nesta sexta-feira, de uma missa na catedral em homenagem ao ministro. A viagem também serviu para recolher os pertences de Teori no antigo gabinete no Supremo e no apartamento funcional. Levado para Porto Alegre, o acervo fechou mais de 120 caixas com livros e documentos.
A família ainda aproveitou a ida à capital federal para conversar com as autoridades e receber atualização sobre o andamento das investigações. Procurados por Zero Hora, FAB, PF e MPF não deram detalhes do caso, cujo sigilo foi decretado pela Justiça. Além de Teori, que tinha 68 anos, morreram o piloto Osmar Rodrigues, o empresário Carlos Alberto Filgueiras, dono do avião, a massoterapeuta Maíra Panas e sua mãe, Maria Panas.
ImagemNos bastidores, a hipótese de desorientação espacial do piloto continua com mais força para explicar o choque da aeronave nas águas do litoral fluminense. Como chovia no momento do acidente e no aeródromo de Paraty só é possível realizar pousos visuais, Rodrigues teria perdido noção de espaço com a baixa visibilidade e caído no mar.
A possibilidade ganhou força na semana seguinte ao acidente, com a análise preliminar do áudio extraído do gravador de voz da cabine do bimotor, feita pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), vinculado à FAB. Os dados não apontaram "anormalidade nos sistemas da aeronave", segundo a avaliação inicial.
Filha de Teori, Liliana teve acesso ao áudio, no qual o piloto não relata problemas no King Air. Também não há registro de discussões, gritos ou outro sinal de agitação entre os passageiros. Na gravação, Osmar indica tentativa frustrada de pouso. Ao tentar nova aproximação, ele afirmou "estou na final" e instantes depois é possível ouvir o barulho da queda no mar.
A investigação realizada pela FAB passa por outras análises, como perícia técnica na aeronave, em especial dos motores. Os destroços seguem no Rio de Janeiro, para onde foram levados após a retirada do mar. Essa apuração, que costuma contar com auxílio de especialistas estrangeiros, é dividida em três etapas — coleta de dados, análise e apresentação dos resultados.
A coleta envolve aspectos distintos, entre eles verificações nos sistemas e projeto do King Air, condição médica e psicológica do piloto, rota do voo e condição meteorológica no dia da tragédia. Os especialistas pretendem traçar, a partir de dados recuperados do GPS, a exata rota percorrida pelo bimotor.
A FAB não estima data para divulgação do relatório final, que deve ser utilizado no trabalho da PF e do MPF. O conteúdo tem caráter preventivo, a fim de evitar novos acidentes em condições similares. Na morte do então candidato à Presidência Eduardo Campos, entre a queda da aeronave com o político e a apresentação dos resultados se passaram 17 meses. O acidente com o helicóptero que matou o ídolo colorado Fernandão, em junho de 2014, teve relatório divulgado em setembro de 2015.
Lava-Jato ainda sem sobressaltos
Com a força-tarefa empreendida pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, e por assessores do antigo gabinete de Teori Zavascki, a Lava-Jato, até o momento, não sofreu atrasos projetados após a morte do magistrado. Um mês depois, as delações da Odebrecht estão homologadas, Edson Fachin assumiu a relatoria da operação e paira a expectativa de que uma leva de pedidos de abertura de inquéritos contra políticos chegue à Corte depois do Carnaval.
As semanas posteriores à morte de Teori foram agitadas. Superado o luto, Cármen Lúcia deu aval à equipe do ministro para ouvir os delatores da Odebrecht e homologou em 30 de janeiro, 11 dias depois da queda da aeronave, os 77 acordos. Na mesma semana, Fachin migrou para a 2ª Turma da Corte, que julga a Lava-Jato, e foi sorteado relator.
No último dia 6, o presidente Michel Temer indicou seu ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para a vaga de Teori no Supremo. A sabatina do escolhido na Comissão de Constituição e Justiça do Senado está marcada para terça-feira, e a tendência é de aprovação tranquila no colegiado e no plenário da Casa.
Das mudanças provocadas pelo acidente, a mais lamentada foi o pedido de desligamento do juiz Márcio Schiefler, braço direito de Teori. Considerado o "arquivo" da Lava-Jato no STF, ele retornou à Justiça de Santa Catarina. Relatos indicam que estaria desgostoso com o futuro da investigação. Seu trabalho facilitaria a análise de Fachin dos próximos pedidos de abertura de inquéritos formulados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Desde a homologação das delações, a Procuradoria-Geral da República trabalha para formular a segunda versão da "lista do Janot" — a primeira saiu em março de 2015. Deputados, senadores, ministros de Estado, governadores e ex-governadores estarão entre os alvos. O procurador pretende solicitar a Fachin, junto com o início das investigações, o fim do sigilo de boa parte dos acordos. Ficarão em sigilo casos nos quais o conteúdo poderá atrapalhar as apurações. No Congresso, circula o comentário de que seriam liberados trechos de 65 das 77 delações. Também virão pedidos para remeter à primeira instância casos que envolvem pessoas sem foro privilegiado.

PORTAL G-1


Ministro garante Exército nas ruas do ES "enquanto for necessário"

São 3.454 militares atuando em municípios capixabas durante a crise. Expectativa é que a PM normalize o trabalho nos próximos dias.

Do G1 Es

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, em entrevista a rádio CBN Vitória na manhã desta sexta-feira (17), garantiu que não há possibilidade do Exército sair do Espírito Santo sem que a ordem pública esteja totalmente reestabelecida e a Polícia Militar trabalhando em sua normalidade.
Segundo o ministro, o decreto em vigor, que prevê a saída do Exército no dia 23 de fevereiro, é apenas uma formalidade exigida pela constituição. Porém, ele garantiu que o decreto pode ser prorrogado quantas vezes forem necessárias.
Jungmann fez questão de reafirmar a ordem que recebeu do presidente da república, Michel Temer, de que as tropas federais fiquem no Espírito Santo o tempo que for preciso.
Segundo o decreto atual, as Forças Armadas permanecem no Espírito Santo por mais uma semana, segundo o Ministério da Defesa.
Oficialmente, os 3.454 militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ficam nos municípios capixabas na quinta-feira (23).
Mas, a expectativa do governo federal é que até lá a Polícia Militar volte ao trabalho.
Nesta quarta-feira (15), o Governo do Espírito Santo solicitou ao Governo Federal a prorrogação do prazo do decreto estendendo a permanência do Exército por mais 20 dias.
O comandante da Força-Tarefa Conjunta que está no comando da Segurança Pública no Espírito Santo, general de brigada Adilson Carlos Katibe, explicou que esse novo prazo será estentido se o governo estadual solicitar ao governo federal.
"Todo decreto do governo federal, que trata do emprego das forças federais na garantia da lei da ordem, tem um limite, tem que ter um prazo. Tinha um prazo inicial de 10 dias, que venceu ontem, o governo do estado avaliando a situação solicitara a prorrogação desse prazo. Isso foi feito, existe um novo prazo. Nesse período vai ser feito uma avaliação da situação tanto por parte da força-tarefa e do governo do estado", explicou.
Força Nacional
O Ministério da Justiça prorrogou por mais 20 dias, contando a partir desta quarta-feira (15), a presença da Força Nacional no Espírito Santo, segundo publicação no Diário Oficial da União.
“O número de profissionais a serem disponibilizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública obedecerá ao planejamento definido pelos entes envolvidos na operação. O prazo do apoio prestado pela Força Nacional poderá ser prorrogado, se necessário”, diz a publicação desta quarta-feira (15).
Motivo da crise
Mais de 3 mil homens das Forças Armadas e da Força Nacional estão no Espírito Santo para garantir a segurança durante o protesto de famílias de PMs, que bloquearam as entradas dos batalhões no Estado no dia 3 de fevereiro.
No sábado (4), o Estado começou a viver uma onda de violência. Em 10 dias, o Espírito Santo registrou 147 mortes violentas, segundo o Sindicato de Policiais Civis (Sindipol). Segundo o governo do estado, neste mesmo período, foram 143 homicídios.

Documento oficial aponta relatos 25 anos antes do Caso ET de Varginha

Informação sigilosa ficou nos arquivos do governo durante 46 anos. Moradores relataram presença de OVNIs na cidade em 1971.

Do G1 Sul De Minas

Um documento do Ministério da Aeronáutica mostra que Varginha (MG), conhecida como a "Terra do ET", pode ter sido visitada por seres de outro planeta muito antes do famoso caso de 1996. Conforme o documento, há registro de moradores que disseram ter visto um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) na cidade em 1971. Durante 46 anos, o documento ficou guardado sob sigilo nos arquivos do governo e só na semana passada foi divulgado pelo Arquivo Nacional.
Conforme o documento, o OVNI teria aparecido durante a noite, por volta de 19h. O dia correto da aparição não é informado. O objeto seria oval e prateado. Na época, fazendeiros e comerciantes confirmaram terem visto o objeto para as autoridades.
Segundo o documento, o Ovni foi visto na Vila Mendes e na Rua Rio de Janeiro, onde ficou parado por alguns instantes. Depois, ele foi visto no Clube Campestre. O documento ainda relata que o OVNI ainda sobrevoou a Escola de Sargentos das Armas EsSA, em Três Corações (MG). Segundo relatos, o objeto ficou parado próximo ao telhado de uma casa. O barulho era tão forte, que uma moradora teria perdido os sentidos.
O relato mais famoso de supostas aparições ocorreu em 1996, quando Varginha ficou mundialmente conhecida pelo suposto aparecimento de seres de outro planeta. Duas irmãs e uma amiga disseram ter visto uma criatura não humana.
O documento somente confirmou a história que moradores da cidade sempre acreditaram. "Eu pude observar que do lado da Rua Rio de Janeiro subiu um objeto que causou grande transtorno, queimando rádios, dando defeitos em carros, queimando transformadores e havendo um corte de iluminação naquelas imediações", disse o aposentado Geraldo Bichara.
Seu Arcelino Barbosa tinha 10 anos na época e diz que notou algo estranho no céu. "Realmente eu vi alguma coisa luminosa e aquilo chamou atenção na época das crianças que estavam ao meu lado brincando", disse o atendente Arcelino Barbosa Filho.
Para ufólogos, a divulgação do documento reforça ainda mais a convicção da existência de vidas em outros planetas.
"Esses avistamentos ocorrem em todo o Brasil a todo o momento, em todo o mundo a todo o momento, Minas Gerais, o interior de Minas Gerais tem uma rica característica de fenômenos ufológicos", disse o ufólogo Thiago Luiz Ticchetti.

JORNAL FOLHA DE PERNAMBUCO


Uma caminhada pela paz em Boa Viagem

A jornada esportiva não tem fins lucrativos e na Capital pernambucana e o trajeto terá aproximadamente quatro quilômetros.

Por: Folha De Pernambuco

No próximo domingo (19), a partir das 6h30, terá início no parque Dona Lindu a concentração para mais uma edição da Corrida da Paz. O evento já existe no Brasil desde 2006 e tem como principal intuito a promoção da integração das forças armadas com a sociedade civil por meio do esporte.
ImagemA corrida, que ocorre em 99 cidades do País, reuniu cerca de 40 mil pessoas nas edição do ano passado. A jornada esportiva não tem fins lucrativos e na Capital pernambucana e o trajeto terá aproximadamente quatro quilômetros.
O encontro é incentivado pelas Forças Armadas brasileiras (Exército em parceria com a Força Aérea Brasileira, a Marinha do Brasil), além da Polícia Militar de Pernambuco, o Corpo de Bombeiros e a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU). O evento que é aberto ao público traz como novidade neste ano: a mudança de trajeto.
Nesta edição, os participantes sairão às 8h do Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, seguirão pela Visconde de Jequitinhonha, passarão pela rua Arlindo Santos Maciel, farão o retorno pela avenida Boa Viagem e voltarão para o parque Dona Lindu, onde se encerrará a corrida.

OUTRAS MÍDIAS


MIDIAMAX.COM.BR (MS)


Exército flagra drones sobrevoando área do Comando Militar do Oeste

Informações poderiam estar sendo levantadas
Wendy Tonhati
O CMO (Comando Militar do Oeste) flagrou o sobrevoo de drones na área do Exército Brasileiro, na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande. As aeronaves poderiam estar realizando o levantamento de informações sigilosas dos batalhões da unidade.
Por meio de nota, foi informado:
O Comando Militar do Oeste informa que Organizações Militares localizadas em sua área de responsabilidade têm relatado o sobrevoo de veículos aéreos não tripulados, conhecidos também como “drones”, sobre áreas sob jurisdição militar, fato que constitui em crimes previstos no Código Penal Militar.
Conforme o CMO, o sobrevoo de drones em área militar constituem crimes previstos no Código Penal Militar com previsão de prisão.
Decreto-Lei no 1.001, de 21 de outubro de 1969 - Estando os responsáveis por tais veículos, mesmo civis, sujeitos às penas previstas neste instrumento.
Art. 147. Fazer desenho ou levantar plano ou planta de fortificação, quartel, fábrica, arsenal, hangar ou aeródromo, ou de navio, aeronave ou engenho de guerra motomecanizado, utilizados ou em construção sob administração ou fiscalização militar, ou fotografá-los ou filmá-los: Pena - reclusão, até quatro anos, se o fato não constitui crime mais grave.
Art. 148. Sobrevoar local declarado interdito: Pena - reclusão, até três anos.

PORTAL LAAD DEFENCE & SECURITY 2017 (RJ)


Indústria brasileira de Defesa discute maior presença no mercado internacional

• V Seminário de Defesa da LAAD, que acontece durante a LAAD Defence & Security 2017 debaterá, no Rio de Janeiro em abril, como transformar o bom desempenho interno do setor em aumento de negócios no comércio mundial
• De acordo com o Sipri, Brasil figura como o 25º maior exportador de produtos de defesa na lista da entidade, entre 2001 e 2015. Meta do setor é de ficar entre os cinco maiores players em um futuro próximo
• Encontro abordará temas como “Estratégia para a Implementação de Acordos de Compensação (Offset) nas Aquisições Internacionais” e o “O Braço Empresarial das Forças Armadas e o Papel da Indústria de Defesa na Economia Globalizada”
O Brasil tem uma ativa indústria da defesa e os números atestam isso. Só em 2014, por exemplo, o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 200 bilhões, representando 3,7% do PIB. Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), o setor emprega 150 mil trabalhadores e, para cada R$ 1 investido no segmento, o governo arrecada R$ 0,55 em impostos, índice acima da média nacional.
Mesmo com os bons resultados internos, a meta é, no entanto, tornar o país um dos cinco maiores players de defesa do mundo. O Instituto de Pesquisa sobre a Paz Internacional de Estocolmo, na Suécia (Sipri, em inglês), aponta que o Brasil, entre 2001 e 2015, colocou-se como o 25º maior exportador de produtos de defesa na lista da entidade.
O desafio é grande, mas o potencial também, já que a base industrial de defesa brasileira é composta por áreas que exigem alta tecnologia tais como sistemas eletrônicos e sistemas de comando e controle, plataformas militares naval, aeroespacial e terrestre e propulsão nuclear. Vale lembrar que algumas tecnologias que hoje são parte do dia-a-dia de civis foram desenvolvidas para fins militares como forno de microondas, GPS ou mesmo as câmeras digitais.
E como tornar, então, a indústria nacional mais competitiva e com presença no mercado internacional? Estas são questões que fazem parte do V Seminário de Defesa LAAD, encontro que acontece de durante a LAAD Defence & Security 2017, em Abril, no Rio de Janeiro e abordará temas como “Estratégia para a Implementação de Acordos de Compensação (Offset) nas Aquisições Internacionais” e o “O Braço Empresarial das Forças Armadas e o Papel da Indústria de Defesa na Economia Globalizada”.
“Discutir a participação da indústria brasileira no comércio mundial de produtos de defesa é um aspecto importante, tanto do ponto de vista estratégico quanto econômico, uma vez que o setor emprega cerca de 150 mil trabalhadores com um salário médio de R$ 4.100, enquanto a média nacional é de R$ 1.943,00”, observa Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil, organizadora do evento, pontuando informações divulgadas recentemente pela ABIMDE.
Os outros temas que compõem a programação do V Seminário de Defesa LAAD são: “Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO)”, “Guerra Híbrida no Contexto Brasileiro”, “Os Projetos Estratégicos de Defesa das Forças Armadas”, “Política Nacional de Inteligência (PNI) e SISBIN”, “Segurança das informações nas transmissões e as evoluções com o novo Satélite de comunicação e defesa brasileiro” e “Ampliação da Projeção do Brasil no cenário internacional por meio da Cooperação Militar”.
Já confirmaram presença no seminário o superintendente do DGEPEM (Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha), contra-almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar; o general de Divisão da Reserva do Exército Brasileiro, Carlos Alberto Silva Pinto; Antonio Jorge Ramalho da Rocha, da Escola Sul-Americana de Defesa da Unasul; o vice-chefe de Logística do Ministério da Defesa, general Adalmir Manoel Domingos; o comandante do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), coronel Carlos Augusto Ramires Teixeira; o coordenador geral para Assuntos de Defesa do Ministério das Relações Exteriores, coronel Hélio Franchini Neto; e o general da Primeira Divisão do Exército, Mauro Sinott Lopes.
A programação completa do V Seminário de Defesa pode ser consultada em http://www.laadexpo.com.br/files/forms/v-seminario-defesa-laad-2017.pdf e o credenciamento de imprensa para cobrir o evento deve ser feito em https://credencial.online/laad2017/imprensa/.
Sobre a LAAD Defence & Security
Maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, a LAAD Defence & Security chega em 2017 a sua 11ª edição. Reúne bienalmente no Riocentro, no Rio de Janeiro, empresas brasileiras e internacionais especializadas no fornecimento de soluções para as três Forças Armadas e Forças Policiais. Além de exposição, o evento conta com programa de conteúdo exclusivo como o Seminário de Defesa LAAD e o Seminário de Segurança LAAD. Na última edição, em 2015, o evento reuniu 642 marcas expositoras de 41 países, 36.250 visitantes de 90 países e 170 delegações oficiais de 74 países.
Clarion Events
Por mais de 65 anos, a Clarion Events dedica-se à promoção e organização de feiras de negócios, eventos e congressos. Reúne aproximadamente 700 mil visitantes e congressistas e 12 mil expositores e patrocinadores em mais de 200 eventos realizados ao redor do mundo. A Clarion Events tem presença global – atua em 12 escritórios em 9 países e está no Brasil desde 2008.
LAAD Defence & Security 2017 - Feira Internacional de Defesa e Segurança
Data: 04 a 07 de abril
Local: Riocentro - Av. Salvador Allende, 6.555 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Horário da Exposição: 04 a 06 de Abril - das 10h às 18h / 07 de Abril - das 10h às 17h
Horário dos Seminários: 04 de Abril - das 14h às 17h / 05 e 06 de Abril - das 10h às 17h
Assessoria de Imprensa – LAAD Defence & Security 2017
Conteúdo Empresarial – Comunicação Integrada
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PREFEITURA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS (RJ)


Petrópolis vai sediar exercício simulado de desastres da Defesa Civil com as Forças Armadas

Petrópolis vai sediar o primeiro Exercício Conjunto de Apoio à Defesa Civil (ECADEC) do Estado do Rio de Janeiro. Na manhã desta quinta-feira (16.02), na sede do 32° Batalhão de Infantaria Leve - Batalhão Dom Pedro II, foi realizada a primeira reunião de planejamento do evento, que tem como objetivo testar, aprimorar e difundir a atuação das Forças Armadas em conjunto com a Defesa Civil em situações de emergência e apoio à população. O simulado acontece na cidade entre os dias 31 de julho e quatro de agosto.
O encontro foi promovido pelo Ministério da Defesa, através do Capitão de Mar e Guerra Paulo Toledo, que conduziu a reunião, e contou ainda com representantes do Exército, da Secretaria de Estado de Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e do secretário municipal de Defesa Civil, representando a Prefeitura de Petrópolis, coronel Paulo Renato Vaz.
“O prefeito Bernardo Rossi determinou que o tom do nosso governo fosse a integração e a aproximação com o Rio de Janeiro e com Brasília, de forma a buscarmos recursos e tudo o que for de melhor para Petrópolis”, afirmou Paulo Renato.
A primeira edição do ECADEC aconteceu em 2015, em Santa Catarina. Em 2016, o exercício ocorreu no Espírito Santo e, neste ano, será a vez do estado do Rio de Janeiro sediar o simulado.
“Estamos trazendo para Petrópolis o maior exercício sobre desastres do país, que é resultado de um grande trabalho de articulação e mobilização. Isso demonstra a importância que o tema tem para a nossa gestão e a mudança de cultura que queremos implantar no município, priorizando a prevenção de desastres”, concluiu o secretário Paulo Renato Vaz.
O exercício conta ainda com a participação do Ministério da Defesa e das Forças Armadas – Marinha, Exército e Aeronáutica, do Ministério da Integração Nacional e da Secretaria Nacional de Defesa Civil, da Universidade Federal Fluminense através do Mestrado em Defesa Civil, da Secretaria Estadual e da Municipal de Defesa Civil de Petrópolis, além de diversos órgãos do Sistema Nacional de Defesa Civil.

PORTAL CAVOK BRASIL


Marinha Brasileira realiza primeiro lançamento de torpedo com o helicóptero Seahawk

Fernando Valduga
A Marinha Brasileira recentemente concluiu o exercício Aspirantex 2017, quando com sucesso realizou o primeiro lançamento de um torpedo MK.46 mod.5 por um helicóptero SH-16 Seahawk (N-3036) do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1).
ImagemA missão realizada no exercício de guerra anti-submarina (ASW) no dia 1º de fevereiro utilizou também um helicóptero UH-12 Esquilo N-7087 do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), que lançou um alvo submarino móvel EMATT (Expendable Mobile ASW Training Target) fabricado pela Lockheed Martin, que simulou um submarino inimigo.
O alvo EMATT, que pode atingir velocidade máxima de 8 nós e operar a uma profundidade de 600 pés (188,2 metros) simulando as assinaturas acústicas e magnéticas de um submarino real, foi lançado pelo UH-12, e posteriormente detectado pelo sonar DS-100 (Helras) do Seahawk. O torpedo MK.46 mod.5 foi então lançado e “destruiu” o alvo.
Em um exercício desse tipo não há a destruição do alvo ou do torpedo, pois o torpedo estava inerte. Após o exercício, tanto o alvo como o torpedo são automaticamente inflados e passam a flutuar aguardando que um equipe especializada resgate-os da água para uma futura reutilização.
A Aspirantex 2017 teve uma duração de 21 dias. O Grupo Tarefa contou com cerca de 2.000 militares, seis navios, um submarino, seis aeronaves da Marinha do Brasil e três aeronaves da Força Aérea Brasileira.

JORNAL A NOTÍCIA (SC)


Hospital São José de Joinville faz multicaptação de órgãos

Coração, fígado, rins e córneas de homem de 31 anos que morreu atropelados vão ajudar a outras pessoas
A Comissão de Transplante de Órgãos do Hospital Municipal São José, de Joinville, realizou na manhã desta sexta-feira uma multicaptação de órgãos (coração, fígado, rins e córneas) de um homem, de 31 anos, vítima de atropelamento. Seis pacientes que estavam em fila de espera por transplante serão beneficiados.
O coração foi levado para São Paulo, numa operação que envolveu avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e helicóptero da Polícia Militar, responsáveis pelo transporte da equipe médica do Hospital Albert Einstein, que veio a Joinville para captar o órgão.
De acordo com o protocolo, os órgãos captados são destinados à Central Estadual de Transplantes, que gerencia a captação no Estado. Mas como não havia paciente de Santa Catarina na fila de espera pelo transplante de coração, o órgão foi encaminhado para São Paulo. O destino dos demais órgãos será definido pela Central Estadual.
O coordenador da Comissão de Transplantes do Hospital Municipal São José, Ivonei Bittencourt, explica que o ideal é que o órgão seja transplantado em até quatro horas.
— É a corrida contra o tempo: quanto mais cedo for realizado o transplante, maior será a qualidade de vida do paciente — comenta Bittencourt.
Ele comentou que a sensibilização da família do homem que morreu atropelado foi fundamental no processo.
— Como ele havia manifestado interesse em doar os órgãos após a morte, a família atendeu o desejo — disse Bittencourt, destacando também a importância das pessoas doadoras manifestarem esse desejo aos familiares.
— É a família que vai autorizar a doação.
O Hospital Municipal São José é a unidade hospitalar que mais faz captação de órgãos de doadores falecidos em Santa Catarina e a Comissão de Transplantes é considerada referência no Estado. Todos os procedimentos são feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sem cobrança de qualquer taxa adicional.

24HORASNEWS (MT)


Morador de MT morre em acidente aéreo; o quarto da mesma família

Pedro é o quarto membro da familia Formehl a falecer em queda de avião
ImagemO morador de Sorriso (418 km de Cuiabá) Pedro Formehl, morreu nesta sexta-feira (17), após a aeronave que ele pilotava cair na região Amazônica. Há poucos detalhes sobre o acidente.
Pedro é o quarto membro da familia Formehl a falecer em queda de avião. O corpo será trasladado para Sorriso e deve chegar no município este sábado(18).
O acidente que o filho de Pedro, Paulo Gilberto Formehl, de 31 anos, morreu foi no dia 8 de outubro de 2016, em uma fazenda próxima da cidade.
Em 2013, o irmão da vítima, Claudio Formehl, de 24 anos, usava um avião modelo Ipanema, o mesmo utilizado por Gilberto, para passar defensivos em lavouras, quando caiu em uma reserva florestal na região.
O irmão de Pedro, Ivanir Formehl, também foi vítima.



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