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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 17/08/2016 / "Embraer precisa amargar demissões para sobreviver", diz fundador


"Embraer precisa amargar demissões para sobreviver", diz fundador ...


Empresa negocia plano de demissão voluntária para economizar U$ 200 mi. Ozires Silva falou com o G1 antes de palestra em evento em Sorocaba (SP).

Jomar Bellini ...

O Programa de Demissão Voluntária (PDV) anunciado no último dia 8 de agosto pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) é uma "comida desagradável que a empresa tem que amargar para sobreviver", segundo o fundador da companhia. Ozires Silva, considerado ícone da indústria aeronáutica brasileira, conversou com jornalistas e também com o G1 durante um evento de empreendedorismo nesta terça-feira (16) em Sorocaba (SP).

Além de fundador e duas vezes presidente da Embraer - uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo -, Silva também presidiu a Petrobras e chefiou o Ministério da Infraestrutura. Atualmente, ele é reitor da Unimonte, uma universidade particular em Santos (SP).

Conforme o anúncio da Embraer aos empregados no país, a medida, motivada pela crise, faz parte de um pacote ações que a fabricante de aeronaves vai adotar para reduzir em cerca de US$ 200 milhões ao ano as despesas da companhia.

No último trimestre, a Embraer sofreu prejuízo de R$ 337,3 milhões, revertendo resultado positivo, de R$ 399,6 milhões obtido no mesmo período do ano passado. A companhia também cortou estimativas para entregas de aviões executivos e comerciais, reduzindo a projeção de receitas líquidas.

A gente tem que amargar algumas comidas não agradáveis para manter a companhia vivendo. Ela não fez demissão em massa, mas um plano de demissão voluntário, que ao meu ver é a maneira mais decente e de maior respeito aos trabalhadores"

Redução de custos

No pacote de medidas contra a crise, a Embraer anunciou a revisão do plano anual para os próximos anos em que prevê readequação da estrutura administrativa e operacional e redução de custos em todas unidades da empresa no mundo.

“A vida de uma empresa é pontuada de sucessos e fracassos. Isso é relativo aos últimos dois ou três meses, mas a Embraer tem 46 anos de idade. Uma empresa extremamente bem sucedida, mas que não está resistindo em certos aspectos à crise imposta pelo governo. Ela está tentando se livrar das variações enormes do dólar e problemas em transações internacionais. O preço do petróleo baixou bastante, mas as linhas áreas ainda estão no vermelho. Há uma queda na demanda de produção", avaliou.

Sobrevivência

Silva afirmou que não vê a situação como "crítica", mas diz que as ações para contenção de gastos, como o PDV, são "uma reação de uma empresa viva que quer sobreviver e crescer".

"A gente tem que amargar algumas comidas não agradáveis para manter a companhia vivendo. Ela não fez demissão em massa, mas um plano de demissão voluntário, que ao meu ver é a maneira mais decente e de maior respeito aos trabalhadores. Em geral damos muito mais importância aos problemas do que as soluções. Quem sabe mais tarde, quando voltar a Sorocaba, a pergunta não seja o sucesso da Embraer, que está lutando para ter o melhor possível."

Ele, que também já foi presidente da Petrobras, também fez sérias críticas ao Governo Federal e as denúncias da operação Lava Jato envolvendo desvios de dinheiro na empresa.

“Quem criou problema foi o acionista majoritário chamado governo. Quando eu presidi a Petrobras, enfrentei uma luta muito grande para dizer que é ela uma empresa criada para servir ao povo brasileiro e não ao governo. O Ministério de Minas e Energia passou a interferir diretamente na Petrobras, inclusive nos poderes do próprio presidente. O resultado é que agora nós temos que pagar essa conta."




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL BLASTING NEWS BRASIL


COI desmente críticos e avisa que não vê problema em atletas baterem continência

O diretor de comunicação do COI deixou claro que o comitê vê essa atitude como uma demonstração de respeito.

Guti Mks

A polêmica criada em torno dos atletas militares que têm batido Continência ao serem agraciados com suas respectivas medalhas, parece ter chegado ao fim. Após críticos espalharem um boato de que os atletas poderiam perder suas medalhas se tivesse tal comportamento, o COI desmentiu os boatos.
Mar Adams, diretor de comunicações do COI (Comitê Olímpico Internacional), afirmou que já recebeu ‘questionamentos’ sobre o comportamento dos atletas, mas que a organização vê a continência como um ato respeitoso e não como uma manifestação de cunho político.
O ministro da defesa, Raul Jungmann, também apoiou os militares que integram a delegação brasileira na Rio 2016. Para Raul, bater continência não configura ato político, mas sim uma demonstração de respeito à pátria, pois, a bandeira representa o Brasil e quando o atleta está ao lado da mesma, está demonstrando todo o seu respeito pelo país que ele serve como militar.
Dos 465 atletas participantes dos jogos olímpicos, 145 são militares de um programa de atletas de alto rendimento, fruto de uma parceria do Ministério da Defesa com o Ministério dos Esportes.
De qualquer maneira, o COI analisa casos isolados em todas as #Olimpíadas para ver se não houve quebra nas regras da competição, mas não há riscos de atletas perderem suas medalhas por conta da continência, uma vez que se este comportamento fosse identificado como ato político, os mesmos já teriam sido comunicados da perda da medalha e outro competidor teria sido contemplado com a mesma após desclassificação do colega.
Até o momento, o Brasil já conquistou oito medalhas na competição, sendo sete delas garantidas por atletas militares: Felipe Wu (tiro), Mayra Aguiar, Rafaela Silva e Rafael Silva, ambos do judô, Arthur Zanetti (ginástica), Poliana Okimoto (maratonista aquática) e Arthur Mariano Nory (ginástica solo).
Vale ressaltar que, a equipe brasileira de judô é, integralmente, formada por militares, sendo sete mulheres da Marinha e sete homens do Exército. As competições olímpicas terminam dia 21 de agosto, permitindo mais seis dias de chances para que outros militares ganhem medalhas.

JORNAL HOJE EM DIA (MG)


Ponte aérea mineira: projeto vai interligar 12 cidades a BH


Igor Patrick

Começa amanhã o Projeto de Integração Regional de Minas Gerais - Modal Aéreo (Pirma), desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig). Ele vai interligar 12 cidades do interior do Estado a Belo Horizonte. Resultado de uma pesquisa para identificação de demanda realizada com 2,1 mil pessoas em 31 municípios do Estado, o Pirma vai oferecer 60 voos semanais entre a capital e o interior em uma aeronave monomotor Cessna Grand Caravan 208 B, com espaço para nove passageiros.
“Estamos subsidiando o Pirma com o propósito de estimular o transporte aéreo, criar um ambiente de negócios no interior e ajudar a dinamizar da economia”, conta a diretora da Codemig, Fernanda Machado.
Compra de horas
A Companhia não quer ser vista como uma “empresa aérea estatal”. Para que isso não aconteça, ao licitar o serviço, comprou da vencedora TWO Aviation horas de voo ao invés de rotas fixas para os municípios que começam no projeto. A manobra vai permitir flexibilidade na hora de ajustar voos de acordo com a demanda de cada região.
“Se uma empresa privada resolve abrir uma rota em uma cidade que estamos operando, não será um problema para nós, podemos transferir esse voo e deixar de funcionar naquele local. Até porque um dos objetivos é mostrar para as grandes empresas aéreas que existe mercado além de Belo Horizonte. O Estado é muito grande para ser coberto apenas por malha rodoviária”, completa Fernanda.
Preços
O preço dos vouchers do Pirma deve representar o principal impeditivo para quem deseja utilizar o serviço. As tarifas vão custar entre R$160 (Divinópolis) a R$550 (Teófilo Otoni) o trecho, valor substancialmente mais caro que passagens de ônibus. Além disso, ao contrário das empresas aéreas comerciais, que ajustam o preço de acordo com a procura, no Pirma não vai haver flexibilização.
A falta de concorrência vai ser sentida no bolso: enquanto a passagem pelo projeto governamental para Varginha, por exemplo, custará no mínimo R$380, pela Azul – em uma das poucas rotas ainda mantida pela empresa no interior do Estado –, o trecho sai por, em média, R$211 (cerca de 44,4% a menos). A Codemig justifica o valor cobrado devido aos custos para manter uma aeronave, muito mais altos do que os de um ônibus.
Elevado custo do querosene para uso nas aeronaves é um dos grandes empecilhos
A iniciativa do Governo chega em um momento de elevação no preço do querosene de aviação – um dos principais custos das companhias aéreas – e queda na demanda por causa da crise. A combinação de fatores já fez a Azul encerrar voos regulares para São João del-Rei, no Campo das Vertentes, Patos de Minas, no Alto Paranaíba, Juiz de Fora, Zona da Mata e Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, ao longo de 2013, e a paralisar totalmente toda operação com aviões de médio porte no Aeroporto da Pampulha em abril deste ano.
“Quando eu vejo o preço do querosene de aviação que eu abasteço em Miami custar R$ 1,36 e o litro ser R$ 2,25 em Campinas, fico desapontado. Na aviação regional que fazemos, há cidades em que custa até R$ 4,90”, comentou o presidente da empresa, Antonoaldo Neves, em entrevista em julho para a o jornal Folha de São Paulo.
O Brasil é o país campeão na lista de terminais com o maior custo para se abastecer uma aeronave, segundo dados de 2014 da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata na sigla em inglês). Na lista individual, só perde Lilongwe, capital do Malawi, onde o galão americano (cerca de 3,8 litros) custa US$ 5,06.
“O querosene é o principal fator de custo de uma empresa aérea. No Brasil, o combustível representa 38% do preço de uma passagem, a média mundial é de 28%. Isso reduz a nossa competitividade”, reclama o diretor da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Airton Nogueira. A entidade defende uma cobrança máxima de 12% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) incidindo sobre o produto. Pela regra atual, cada estado cobra a alíquota que quiser, entre 3% e 25%: Minas cobra 11%. A proposta passou pela Comissão de Assuntos Econômicos (Cae) do Senado. Agora precisa ser aprovada por maioria simples no plenário da Casa.
Contingenciamento de recursos inviabilizou plano federal
Minguando, a aviação regional poderia estar em condições um pouco melhores, caso o Plano de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR), anunciado pela então presidente Dilma em 2013 e marcado para estrear em julho de 2014, tivesse entrado em funcionamento. O PDAR previa subsídio de até 50% em passagens com partida ou destino a cidades menores, mesmo com escalas em capitais, limitados a 60 assentos por voo.
A ideia era ambiciosa: reformar ou construir 270 aeroportos (dos 80 com operação regular) e garantir que 96% da população brasileira esteja a no máximo 100 quilômetros de um deles. Os recursos que seriam destinados ao Fundo Nacional de Aviação, porém, foram contingenciados e usados para alcançar a meta de superávit do ano passado. Airton Nogueira, da Abear, destaca porém que, mesmo em funcionamento, só o plano não seria o suficiente.
“As condições dos aeroportos e a demanda influenciam muito na hora de abrir uma nova rota. Você não pode descer onde não tem um aeroporto muito preparado para isso”, analisa o diretor. “Enquanto as companhias estavam com força, entre 2002 e 2014, elas colocaram novos voos em regiões não tão rentáveis para criar mercado. Tivemos um boom para destinos que nunca tinham recebido aviões. Quando os passageiros sumem, a primeira reação é retirar onde você não ganha, fechar o ralo ou você não sobrevive”.
O diretor argumenta ainda que um retorno dos investimentos para conectar as cidades menores dos estados vai depender de uma reforma completa nas regras atuais definidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Na leva, está o fim da obrigatoriedade da franquia de bagagens, uma questão polêmica que foi colocada para consulta pública pela agência. “A aviação civil leva negócios, leva carga e turistas. Não é imaginável um país da dimensão continental do Brasil se desenvolver sem estar interligado”.
PORTAL GLOBO ESPORTE


Técnico de Zanetti diz que só após crítica foi informado de projeto militar

Marcos Goto conta que foi convidado a conhecer trabalho de fomento ao esporte: "Vamos ver o lado bom: hoje o país está sabendo que existem projetos"

Gabriele Lomba

A continência de Arthur Zanetti no pódio da Rio 2016 causou polêmica. O técnico do ginasta, Marcos Goto, criticou o fato de o investimento das Forças Armadas só ser feito em nomes do esporte de alto rendimento. Um dia depois da conquista da prata, Marquinhos contou que só agora, depois do episódio, ficou sabendo de alguns projetos de fomento ao esporte de base e até foi convidado para conhecê-los.
Ouro em Londres 2012, Zanetti se uniu à Força Aérea Brasileira dois meses antes da Rio 2016. Em entrevista nesta terça-feira, no Espaço Time Brasil, o ginasta preferiu não se meter no assunto.
- Não vou entrar nesse aspecto não. Se quiser, ele está aqui do meu lado, é só perguntar para ele – disse Zanetti.
Marquinhos, então, respondeu.
- Não foi, de jeito nenhum, uma crítica ao que os militares fazem para o esporte. Não fiz queixa, dei minha opinião pessoal. Hoje fiquei sabendo que existem alguns projetos que fomentam o esporte. É uma alegria saber disso. Tanto eu quanto o país não sabíamos, hoje o país está sabendo que existem projetos. Vamos olhar pelo lado bom: acabou que todo mundo ficou sabendo. Fui convidado para conhecer a formação do esporte amador. Fui informado que vai ser iniciado um trabalho com ginástica. Então vamos ver o lado bom...
Ao lado de Zanetti e Marquinhos estava Marcus Vinícius Freire, diretor do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Ele lembrou que o “projeto militar” começou em 2008, quando o COB quis entender o motivo de potências europeias terem tantos militares em suas delegações. Era uma iniciativa tendo em vista os Jogos Mundiais Militares de 2011, no Rio de Janeiro.
Marquinho, em seguida, destacou o Bolsa Pódio, projeto do governo federal para auxiliar atletas.
- Quero parabenizar o COB e o Ministério do Esporte pela iniciativa. O Bolsa Pódio é o primeiro projeto que beneficiou o grupo multidisciplinar. Treinador, toda a estrutura foi beneficiada.
Confira a crítica de Marco Goto depois que Zanetti subiu no pódio.
- São militares? Ou são atletas que são militares? Eles não treinam lá, só são contratados por eles. Eu que dou treino para o meu atleta, não são militares. Polêmica sempre vai gerar, se presta continência ou se não presta. Se é militar, dá polêmica; se não é militar, dá polêmica. Tudo dá polêmica no Brasil. Não sei qual é o salário que dão para o Arthur. Gostaria que os militares fizessem um trabalho de base, tiraria o chapéu para eles. Agora, apoiar atleta de alto nível é muito fácil. Quero ver apoiar a criança até chegar lá. O dia em que os militares fizerem escolinhas e apoiarem iniciação esportiva, apoiarem treinadores, aí vou tirar o chapéu. Por enquanto, não. Pegar atleta pronto é muito fácil.

PORTAL G-1


"Embraer precisa amargar demissões para sobreviver", diz fundador

Empresa negocia plano de demissão voluntária para economizar U$ 200 mi. Ozires Silva falou com o G1 antes de palestra em evento em Sorocaba (SP).

Jomar Bellini, Do G1 Sorocaba E Jundiaí

O Programa de Demissão Voluntária (PDV) anunciado no último dia 8 de agosto pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) é uma "comida desagradável que a empresa tem que amargar para sobreviver", segundo o fundador da companhia. Ozires Silva, considerado ícone da indústria aeronáutica brasileira, conversou com jornalistas e também com o G1 durante um evento de empreendedorismo nesta terça-feira (16) em Sorocaba (SP).

Além de fundador e duas vezes presidente da Embraer - uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo -, Silva também presidiu a Petrobras e chefiou o Ministério da Infraestrutura. Atualmente, ele é reitor da Unimonte, uma universidade particular em Santos (SP).
Conforme o anúncio da Embraer aos empregados no país, a medida, motivada pela crise, faz parte de um pacote ações que a fabricante de aeronaves vai adotar para reduzir em cerca de US$ 200 milhões ao ano as despesas da companhia.
No último trimestre, a Embraer sofreu prejuízo de R$ 337,3 milhões, revertendo resultado positivo, de R$ 399,6 milhões obtido no mesmo período do ano passado. A companhia também cortou estimativas para entregas de aviões executivos e comerciais, reduzindo a projeção de receitas líquidas.

A gente tem que amargar algumas comidas não agradáveis para manter a companhia vivendo. Ela não fez demissão em massa, mas um plano de demissão voluntário, que ao meu ver é a maneira mais decente e de maior respeito aos trabalhadores"

Redução de custos

No pacote de medidas contra a crise, a Embraer anunciou a revisão do plano anual para os próximos anos em que prevê readequação da estrutura administrativa e operacional e redução de custos em todas unidades da empresa no mundo.
“A vida de uma empresa é pontuada de sucessos e fracassos. Isso é relativo aos últimos dois ou três meses, mas a Embraer tem 46 anos de idade. Uma empresa extremamente bem sucedida, mas que não está resistindo em certos aspectos à crise imposta pelo governo. Ela está tentando se livrar das variações enormes do dólar e problemas em transações internacionais. O preço do petróleo baixou bastante, mas as linhas áreas ainda estão no vermelho. Há uma queda na demanda de produção", avaliou.
Sobrevivência

Silva afirmou que não vê a situação como "crítica", mas diz que as ações para contenção de gastos, como o PDV, são "uma reação de uma empresa viva que quer sobreviver e crescer".

"A gente tem que amargar algumas comidas não agradáveis para manter a companhia vivendo. Ela não fez demissão em massa, mas um plano de demissão voluntário, que ao meu ver é a maneira mais decente e de maior respeito aos trabalhadores. Em geral damos muito mais importância aos problemas do que as soluções. Quem sabe mais tarde, quando voltar a Sorocaba, a pergunta não seja o sucesso da Embraer, que está lutando para ter o melhor possível."
Ele, que também já foi presidente da Petrobras, também fez sérias críticas ao Governo Federal e as denúncias da operação Lava Jato envolvendo desvios de dinheiro na empresa.
“Quem criou problema foi o acionista majoritário chamado governo. Quando eu presidi a Petrobras, enfrentei uma luta muito grande para dizer que é ela uma empresa criada para servir ao povo brasileiro e não ao governo. O Ministério de Minas e Energia passou a interferir diretamente na Petrobras, inclusive nos poderes do próprio presidente. O resultado é que agora nós temos que pagar essa conta."

Paiol da Imbel, fábrica de material bélico, explode em Juiz de Fora, MG

Não houve feridos, segundo o Corpo de Bombeiros. Explosão danificou vidros de casas no entorno da empresa.

Um paiol da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel) de Juiz de Fora explodiu e se incendiou na noite desta terça-feira (16). No momento da explosão, que ocorreu por volta das 23h, não havia ninguém no paiol, que fica distante da área fabril da empresa. A apuração sobre as causas da explosão ficará a cargo do Exército Brasileiro.
Segundo o 4º Batalhão dos Bombeiros Militares (BBM), não houve registro de feridos e mortos. O local foi monitorado por um drone do Exército e foram feitas ações de segurança e controle para evitar o risco de propagação. Os Bombeiros retornam nesta manhã de quarta-feira (17) para uma avaliação juntamente com o Exército.
A empresa fabrica armas, munições, explosivos e equipamentos. Os Bombeiros informaram que foi controlado um princípio de incêndio em um depósito com produtos químicos, com ácido sulfúrico. Houve vazamento do produto, que foi contido pela bacia de contenção. Posteriormente, técnicos farão a retirada do produto.
Os Bombeiros informaram que um paiol que fica ao lado teve o telhado danificado. A onda de choque da explosão causou danos em várias residências e alguns veículos. A explosão quebrou vidros de janelas de casa e de carros, além de deslocamento de telhas e danos em portas no entorno da fábrica, no Bairro Araújo.
O local foi isolado pela Polícia Militar (PM). A Defesa Civil avaliou as residências locais e não constatou necessidade de interdição. Foi acionado o ponto de apoio real com caminhões-pipa, mas não houve a necessidade de utilizá-los.
AGÊNCIA SENADO


Comissão discutirá organização das Olimpíadas e desempenho dos atletas do Brasil


Sergio Vieira

Por solicitação do senador Telmário Mota (PDT-RR), a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) fará, após as Olimpíadas, uma audiência pública com o objetivo de avaliar os jogos no Rio de Janeiro do ponto de vista da organização do evento e do desempenho brasileiro em termos esportivos.
Foram convidados para a audiência o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e mais os atletas Diego Hypólito (medalha de prata na ginástica artística), Rafaela Silva (medalha de ouro no judô) e Felipe Wu (medalha de prata no tiro com pistola). A data da audiência ainda não foi marcada.
Telmário disse ser preciso contribuir para uma melhor estruturação do esporte no Brasil visando o próximo ciclo olímpico, que culminará nos jogos de Tóquio em 2020.
— Todos os nossos atletas estão de parabéns, mas precisamos discutir as políticas de incentivo que adotamos e o retorno que elas têm dado — afirmou o senador, nesta terça-feira (16).
Para ele, o desempenho brasileiro nas Olimpíadas ainda está muito aquém do potencial, sendo importante aprofundar as discussões sobre incentivos financeiros, condições de treinamento e as políticas públicas direcionadas ao esporte.
O desempenho dos brasileiros nas Olimpíadas, ganhando medalhas ou não, foi elogiado pelos senadores Romário (PSB-RJ), presidente da CE, Paulo Paim (PT-RS) e Fátima Bezerra (PT-RN). Ela também elogiou o ex-presidente Lula por ter cumprido "um papel diplomático fundamental" quando o Rio venceu a disputa para sediar os jogos, em 2009, e à presidente afastada Dilma Rousseff pela organização dos Jogos desde 2011, em parceria com o governo do estado do Rio de Janeiro e com a prefeitura da capital fluminense.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Forças Armadas do Brasil investem R$ 43 milhões neste ano em atletas de ponta

Das 11 medalhas conquistadas pelo Brasil até esta terça (16), nove vieram de atletas patrocinados pelas Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica)

Bruno Villas Bôas/luiza Franco/marco A. Martins

Os nove medalhistas integram o programa de alto rendimento dos ministérios da Defesa e do Esporte, criado em 2008 e que apoia 670 atletas com soldo de R$ 3.200 mensais brutos, além de plano de saúde e odontológico. Somente neste ano, o programa investe R$ 43 milhões.
As exceções entre os medalhistas são o ginasta Diego Hipólito, 30, prata no solo, e o baiano Isaquias Queiroz, 22, prata na canoagem.
O programa foi criado para atrair atletas civis para reforçar os quadros das Forças Armadas durante os Jogos Militares de 2011, no Rio, e continuou neste ciclo olímpico.
Após o início do programa, o Brasil se tornou uma potência nos Jogos Militares. Em 2007, na Índia, havia ganhado três medalhas. Em 2011, liderou o quadro, com 45 medalhas de ouro.
Para receber o apoio, atletas precisam concorrer em editais públicos. Se aprovados, tornam-se militares temporários -terceiro-sargento do Exército, Marinha ou Aeronáutica. Eles passam a receber os benefícios dos militares da ativa.
Além do soldo e dos benefícios, os esportistas têm acesso a instalações militares para treinamentos, o que pode ser vantagem em algumas modalidades, como atletismo e tiro esportivo.
Segundo Felipe Wu, 24, prata na pistola de ar de 10 m nos Jogos do Rio, o apoio foi um "divisor de águas" para ele continuar praticando o tiro esportivo, modalidade que tem dificuldade para atrair patrocinadores.
Dispensado do serviço militar obrigatório, Wu tem contrato temporário como terceiro-sargento técnico desde 2013. O contrato tem prazo de um ano, mas pode ser renovado por oito consecutivos.
"Cada edital é para uma modalidade e não abre todo ano. Quando participei, só eu concorri, já que o tiro tem poucos praticantes. Outras modalidades foram mais concorridas. Eles avaliam currículo e teste prático", disse.
Para se tornar militar temporário, os atletas passam por um treinamento de 45 dias. Estudam a hierarquia militar, passam por teste físico, aprendem a marchar e a prestar continência.
Depois desse período, os atletas não vivem a rotina militar nem frequentam o quartel. São esporadicamente convocados para alguns eventos e obrigados a comparecer. A maioria nem frequenta as instalações militares.
Medalhista de prata na ginástica artística, Arthur Zanetti, 26, diz que seu clube em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, já oferece a estrutura que ele precisa para treinar, como técnico, fisioterapeuta e o restante da equipe.
"Eu simplesmente faço parte da Força Aérea Brasileira. Eles me ajudaram nesses últimos meses. Mas a minha rotina não mudou em nada. Dão apoio de grana, quando precisa de alguma coisa, para ter um bem-estar", disse o ginasta brasileiro.
"A Marinha me deu todo o suporte durante o período que estive afastado da seleção", conta o boxeador Robson Conceição, que é da Marinha e prestou continência no pódio ao receber o ouro nesta terça (18) à noite.
Conceição e Zanetti estiveram entre os seis medalhistas que fizeram o gesto na entrega de medalhas. Os atletas e a cúpula militar, contudo, dizem que não há obrigação de prestar continência.
"Não houve ordem. Foi um gesto espontâneo que foi contaminando a delegação no Pan do Canadá, em 2015. Para mim, cada gesto daquele significa uma medalha", diz o general Fernando Azevedo e Silva, comandante militar do Leste e um dos idealizadores do programa.
O técnico de Zanetti, Marcos Goto, não gostou do gesto, no entanto. Na segunda-feira (15), ele criticou a forma como as Forças Armadas incentivam o esporte.
"Pegar atleta pronto é muito fácil. Quero ver apoiar até a criança chegar lá", disse. Procurado por militares, porém, Goto voltou atrás. Ele disse que tomou conhecimento do trabalho das Forças Armadas com jovens.
Segundo o Ministério da Defesa, 21 mil crianças são atendidas em 89 cidades do Brasil no programa Forças no Esporte, que também é custeado pelas pastas de Esporte e Desenvolvimento Social.
O programa custa R$ 25 milhões por ano, dinheiro que é usado na compra de alimentação e equipamentos. As aulas acontecem em unidades militares e são ministradas por voluntários ou membros das Forças Armadas.
MODELO
Marcus Vinícius Freire, diretor-executivo de Esportes do COB (Comitê Olímpico do Brasil) e ex-jogador de vôlei, afirma que o soldo das Forças Armadas é uma das partes do modelo de financiamento dos atletas do país.
"Quando eu jogava vôlei, recebia salário do meu clube e aquilo cobria meus custos. Hoje não é assim. Os atletas recebem do clube, dos militares, e as bolsas Pódio e Olímpica [do governo federal]. E esse combinado paga seus custos", disse ele.
Com 145 atletas, as Forças Armadas têm 31% dos 465 brasileiros na Rio-2016.
É um contingente maior do que o registrado em Londres-12, quando eles representavam 20% dos 259 atletas da delegação brasileira.
O programa, aliás, está perto de atingir sua meta na Olimpíada do Rio: conquistar dez pódios, independentemente da posição.
"Esta meta era um sonho que se torna realidade. Após a Rio-2016, o foco estará nos Jogos Mundiais Militares, na China, em 2019, e na Olimpíada de 2020", disse o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que afirma que o programa será mantido no próximo ciclo olímpico.
REGRAS DO ATLETA MILITAR
> Atender às convocações feitas pelas Forças Armadas para a disputa de competições classificadas como relevantes para os militares;
> Apresentar relatórios sobre o treinamento esportivo;
> De acordo com as Forças Armadas, o atleta não é orientado a prestar continência quando estiver no pódio;
> O atleta é dispensado de exercer funções administrativas ou militares.

AGÊNCIA BRASIL


Governo mudará Estatuto do Desarmamento para que polícia use armas apreendidas


Nielmar De Oliveira

O governo federal prepara um decreto que vai permitir que a polícia fique com o armamento pesado apreendido com criminosos, atualmente encaminhado ao Exército para destruição. O anúncio foi feito hoje (16) pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em entrevista no Rio de Janeiro.
A previsão de envio das armas apreendidas às Forças Armadas para destruição está na Lei 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento. Segundo Moraes, o decreto está pronto e será publicado até o fim de agosto.
“Já conversei com o pessoal do Exército, que concordou com a ideia”, disse o ministro. “Porque não tem nenhum sentido a polícia apreender armamentos pesados, como uma .50, um fuzil AK-47 e não poder utilizá-los. Vocês imaginam o absurdo que é apreender armamentos pesados e ter que encaminhar este armamento para que o Exército o destrua”, criticou.
Com a mudança da lei por decreto, o armamento apreendido poderá ser requisitado pela polícia, catalogado e utilizado no combate aos traficantes.
Além da mudança na destinação das armas apreendidas, outro decreto vai facilitar a compra de armamentos pesados pelas polícias e também deve entrar em vigor este mês, segundo Moraes. “No ano passado nós, em São Paulo, quando eu era secretário, demoramos quase nove meses para conseguir autorização para comprar 740 fuzis. Ora, nove meses não é possível”, criticou. “Temos que tomar medidas para fortalecer a força policial. E essas medidas das armas já deviam ter sido tomadas há muito tempo.”
O ministro disse que o país tem diagnósticos de mais e eficácia de menos no combate à violência e criticou as gestões que o antecederam por muito planejamento e pouca ação. “Temos um governo federal por anos gastando dinheiro com diagnósticos. São especialistas em segurança pública, que não sei como viraram especialistas sem nunca ter trabalhado em segurança pública, gastando um dinheirão do governo em viagens de especialização, quando todos nós já sabemos o diagnóstico necessário para se combater a violência no país.”
Crimes transnacionais
Moraes também falou na entrevista sobre cinco núcleos permanentes de inteligência e operação criados no mês passado para dar mais agilidade ao combate aos crimes transnacionais de tráfico de drogas e armas. Os núcleos estão em fase de estruturação e envolvem as polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil dos estados do Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Rio de Janeiro e de São Paulo.
“Esses núcleos nos permitirão combater mais diretamente os crimes transnacionais com ações de inteligência e de mapeamento de rotas. E estes estados foram escolhidos para iniciar o projeto exatamente por estarem em pontos-chave do ponto de vista dos fatores que geram a violência no país”, explicou.
Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul foram escolhidos por causa da fronteira com Paraguai e Bolívia, rota tradicional da entrada de drogas no país, principalmente maconha e cocaína. Já Rio e São Paulo são os dois grandes centros consumidores das drogas e armas que entram ilegalmente no país, segundo o ministro.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Com toda a reverência: dos 11 medalhistas brasileiros, nove são das Forças Armadas

Eles recebem salário de R$ 3,2 mil para se dedicar ao esporte

Fernando Jordão - Especial Para O Correio

Um gesto pode dizer muita coisa. Sobretudo quando feito num pódio olímpico, momento especial na carreira de um atleta e que, certamente, estará sendo assistido por milhões de pessoas. Os velocistas norte-americanos Tommie Smith e John Carlos sabiam disso quando subiram para receber suas medalhas descalços, com meias pretas e luvas trajando os punhos erguidos e cerrados, nos Jogos do México, em 1968, para protestar contra a discriminação racial nos Estados Unidos.
Quarenta e oito anos depois, um gesto bem mais simples — e muito menos político — tem chamado a atenção na Olimpíada do Rio. Alguns atletas brasileiros têm prestado continência após serem condecorados. O motivo? Eles são integrantes do Programa Atletas de Alto Rendimento (Paar) do Ministério da Defesa. Dos 465 integrantes da delegação brasileira, 145 são militares.
Criado em 2013, o projeto tem números impressionantes: das 11 medalhas que o Brasil tem até o momento na Rio-2016, nove foram conquistadas por atletas militares e ao menos mais uma já está garantida no vôlei de praia feminino, já que duas duplas de militares chegaram às semifinais da disputa.
Para participar do programa, não é preciso ser militar de carreira. A seleção é feita por meio de editais — em média, são lançados dois por ano. Os atletas passam por uma prova de títulos, que inclui uma análise de seus desempenhos em competições e suas posições nos rankings de cada modalidade. Se aprovados, ganham uma patente (geralmente de sargento), um soldo (salário) de R$ 3,2 mil, com 13º, e o direito de desfrutar de toda a estrutura esportiva das Forças Armadas. Além disso, têm direito a atendimento médico, odontológico, nutricional, fisioterápico e psicológico. Todos esses benefícios podem se estender por um período máximo de oito anos.
Atualmente, 670 atletas participam do projeto, o que gera um custo anual de R$ 18 milhões ao Ministério da Defesa. Primeiro medalhista do Brasil na Rio-2016, Felipe Wu é um deles. O atirador conta que ingressou no programa por não ter conseguido outra forma de incentivo financeiro. “Na minha modalidade, praticamente todos os atletas e dirigentes são militares. Então, quando saiu um edital em 2013, eles me avisaram, e eu me inscrevi”, lembra, em entrevista ao Correio. Ele acrescenta que, se não tivesse se tornado militar, não poderia ser atleta de tiro esportivo, já que, por ter menos de 25 anos, não pode obter o porte de arma.
Sobre a continência que prestou no pódio, Wu nega ter recebido qualquer orientação para fazê-la. Ele também descarta a possibilidade de o gesto ter sido uma forma de agradecimento às Forças Armadas. “Até porque eu os agradeço sempre que posso”, justifica. “Cada um faz o que se sente confortável. Eu fiz de maneira voluntária. Foi uma forma de demonstrar respeito.”
Críticas
O programa do Ministério da Defesa foi criticado por Marcos Goto, técnico de Arthur Zanetti, prata nas argolas e um dos atletas militares em ação na Rio-2016. “São militares? Ou são atletas que são militares? Eles não treinam lá, só são contratados por eles. Eu que dou treino para o meu atleta, não são militares”, disparou, após a conquista de Zanetti. “Gostaria que os militares fizessem um trabalho de base, tiraria o chapéu para eles. Agora, apoiar atleta de alto nível é muito fácil.”
Sem mencionar o treinador, o Ministério da Defesa respondeu, em nota, que “além do Programa Atletas de Alto Rendimento, desenvolve, em parceria com os ministérios do Esporte e do Desenvolvimento Social e Agrário, o projeto social Forças no Esporte (Profesp), que beneficia cerca de 21 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social”.
Ontem, o próprio Goto minimizou sua declaração, afirmando que não fez, “de jeito nenhum”, uma crítica ao trabalho desenvolvido pela pasta. “Não fiz queixa, dei minha opinião. Hoje (ontem), fiquei sabendo que existem alguns projetos que fomentam o esporte. É uma alegria saber disso”, concluiu.
Militares medalhistas
Rafaela Silva
ouro no judô
Thiago Braz
ouro no salto com vara
Robson Conceição
ouro no boxe
Felipe Wu
prata no tiro esportivo
Arthur Zanetti
prata na ginástica artística
Arthur Nory
bronze na ginástica artística
Poliana Okimoto
bronze na maratona aquática
Mayra Aguiar
bronze no judô
Rafael Silva
bronze no judô

PORTAL VEJA.COM


Temer prorroga permanência das Forças Armadas em Natal

Presidente interino atendeu ao pedido do governador Robinson Faria (PSD). Tropas ficarão no Estado por mais oito dias

Da Redação

O presidente em exercício, Michel Temer, prorrogou por mais oito dias a permanência das Forças Armadas em Natal, no Rio Grande do Norte, e na região metropolitana da cidade depois da onda de ataques iniciada em 29 de julho.
As tropas do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira, que atuam desde o dia 4 de agosto, deveriam deixar a cidade nesta segunda-feira, mas após mais uma série de ataques na capital potiguar nesta segunda, o governador Robinson Faria (PSD) solicitou ao governo a prorrogação da estadia dos 1.200 homens.
De acordo com o Ministério da Defesa, o ministro Raul Jungmann e Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República trocaram informações durante o dia e o governador foi informado sobre a manutenção dos homens durante a noite desta segunda.
Os ataques aconteceram devido a instalação de bloqueadores de celular na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP), na região metropolitana de Natal (RN), organizados pela principal facção da capital chamada Sindicato do Crime. O Rio Grande do Norte possui 32 unidades prisionais e têm hoje aproximadamente 7.700 detentos. Além de ataques a ônibus e pontos turísticos, dezessete presos fugiram do Centro de Detenção Provisório (CDP) da Ribeira, na Zona Leste de Natal.

PORTAL R7


Pentágono declara guerra contra Pokémons


Os funcionários do Pentágono, quartel general do Departamento de Defesa dos EUA em Arlington, Virgínia, não podem jogar Pokémon Go.
De acordo com declarações de oficiais relatadas pelo jornal Washington Times, as autoridades acreditam que o jogo – que usa recursos de realidade aumentada, junto com câmera e sistema de GPS – pode acarretar perigos à segurança do país.
Os dados que o jogo forneceria caso o aplicativo fosse executado nas instalações poderiam ser usados para triangular locais de armazenamento de informações secretas e, além disso, poderia oferecer dados de identidade de usuários com acesso a repartições e arquivos considerados sigilosos.
A matéria publicada pelo jornal cita como fonte um memorando que rodou pela agência em 19/07, que nada mais era que um salve geral alertando sobre os perigos que Pokémon Go poderia acarretar caso fosse jogado nas instalações do Pentágono.
Além dos funcionários do Pentágono, o jogo também foi proibido para criminosos sexuais do estado de Nova York, para frequentadores do Museu do Holocausto nos EUA e em todo o território iraniano.

JORNAL EXTRA


Após declaração polêmica, técnico de Zanetti é procurado por militares e muda de opinião


Rafael Oliveira

Após criticar as Forças Armadas durante a conquista da medalha de prata de Arthur Zanetti, o técnico do ginasta, Marcos Goto, voltou atrás. O treinador revelou que, neste meio período, tomou conhecimento de projetos voltados para a formação de atletas de base.
— De jeito nenhum foi uma crítica ao que os militares fazem. Só dei minha opinião pessoal. Hoje fiquei sabendo que existem projetos que fomentam o esporte. Para mim é uma alegria saber. Tanto eu quanto a opinião pública não sabíamos disso. Então hoje o país está sabendo. Vamos olhar pelo lado bom: acabamos sabendo que existem projetos — afirmou Goto.
Nesta segunda, Zanetti fez continência durante a cerimônia de entrega de medalhas. O gesto é comum quando atletas que recebem salário das Forças Armadas sobem ao pódio. Goto questionou o apoio, afirmando que "é muito fácil" apoiar apenas os atletas de ponta.
Nesta terça, ele foi informado por um representante do Centro de Desportos da Aeronáutica, ao qual Zanetti é ligado, que não só há projetos voltados para a base como também será iniciado um para a ginástica.
— Fui convidado para conhecer a formação do esporte amador. E fiquei sabendo que vai ter um de ginástica, numa parceria com a confederação brasileira. Quero voltar ao Rio depois para conhecer — completou Goto.
Durante coletiva na casa do Time Brasil, Zanetti fez questão de citar a Força Aérea Brasileira como um de seus apoiadores. Ao ser perguntado sobre a declaração de Goto, o medalhista de ouro em Londres-12 e prata no Rio-16 nas argolas se mostrou irritado.
— Prefiro não falar sobre isso — disse o ginasta.

Após ataque a ônibus, Exército usa drones para monitorar Transolímpica


Após um ônibus com jornalistas ser atacado no caminho entre Deodoro e o Parque Olímpico, o Exército passou a usar drones para fazer o monitoramento aéreo da Transolímpica, que liga as instalações. Na última sexta-feira, por oito horas, as aeronaves disponibilizadas à corporação fizeram voos sobre a via fazendo filmagens. Os drones podem identificar objetos como armas de fogo e facas de uma distância de até 3 mil metros do solo.
— Disponibilizamos quatro drones para o Exército e acompanhamos os militares nas missões. As aeronaves tem autonomia de até duas horas de voo e podem até seguir veículos — afirma Adriano Kancelkis, da Santos Lab, empresa responsável pelo equipamento.
O ataque ao ônibus disponibilizado pelo Comitê Rio 2016 aconteceu no último dia 9. Vidros do ônibus foram quebrados e um jornalista ficou ferido. A perícia do veículo revelou que o ataque foi feito com pedras. O caso, entretanto, não foi o primeiro envolvendo ônibus da organização dos Jogos. O setor de inteligência da Secretaria de Segurança havia detectado outros dois ataques antes, ambos sem feridos.
O equipamento também está sendo usado pelo Exército para monitorar a atividade de traficantes em favelas que margeiam vias expressas da cidade, que estão sendo patrulhadas pelas Forças Armadas durante os Jogos. Uma dessas comunidade é a Maré, onde agentes da Força Nacional foram atacados por traficantes na semana passada. Na ocasião, o soldado Hélio Vieira morreu após ser atingido por um tiro na testa.

Policiais e militares das Forças Armadas somem de avenidas e estações do BRT na Barra


Rafael Soares

Antes do início da Olimpíada, e mesmo nos primeiros dias dos Jogos, era fácil ver policiais e militares das Forças Armadas cuidando da segurança na Barra da Tijuca — bairro do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas, e onde passeiam, se divertem e fazem compras atletas, técnicos e turistas. Nesta terça-feira à tarde, o panorama havia mudado: o EXTRA percorreu durante 1h30m um trajeto de 18 estações do BRT pelo bairro, caminho feito por torcedores que vão assistir às competições. Não encontrou um só militar fazendo a segurança do principal meio de transporte da Olimpíada.
Quinze estações estavam sem policiamento. Três tinham uma viatura da PM, cada, parada em frente. Durante o trajeto feito pela equipe, só uma viatura da PM foi vista circulando pelo bairro.
Desde o dia 5, data de abertura da Olimpíada, pelo menos três pessoas foram assaltadas por dia na Barra. Um levantamento feito pelo EXTRA mostra que até a última segunda-feira pelo menos 35 pessoas procuraram a 16ª DP (Barra) para registrar casos de roubo no bairro.
As vítimas foram pedestres ou motoristas abordados por bandidos em vias públicas Entretanto, também há quatro casos de roubos a farmácias e dois casos de roubos de residências. Em 12 casos, as vítimas relatam ter visto armas de fogo com os bandidos. Em outras três ocasiões, as armas usadas pelos bandidos foram facas e canivetes.
Numa ocorrência, a vítima terminou ferida: num caso na Avenida do Pepê, no último dia 6, uma das vítimas tentou reagir, um dos dois ladrões — que chegaram numa moto — sacou um revólver e deu uma coronhada na cabeça da vítima. Na ocasião, foram roubados uma bolsa Chanel e dois iPhones.
Três estações com PMs
No trajeto de 42 quilômetros percorridos entre as 13h57m e as 15h15m, o EXTRA fotografou 18 estações do BRT. Somente três estavam sendo patrulhadas pela PM: Centro Metropolitano, Salvador Allende e o terminal Alvorada. Duas estações próximas ao campo de golfe dos Jogos — Riomar e Golfe Olímpico — tinham guardas municipais na entrada. No trajeto, uma viatura da PM foi vista patrulhando a Avenida das Américas e um carro do Exército foi encontrado na Avenida Ayrton Senna, na direção do Parque Olímpico.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL R3 (SP)


ITA quer ampliar participação feminina em Ciência e Tecnologia

Dados divulgados pelo IBGE em 2015 mostram que no Brasil vivem mais de 103,5 milhões de mulheres, representando 51,4% da população. Mesmo em maior número no país, as mulheres ainda enfrentam dificuldades para atuar em alguns setores.
Quando o assunto é ensino superior na área de ciência e tecnologia, por exemplo, o público feminino representa apenas 28% do total de alunos nos cursos de engenharia. É o que aponta os dados do último Censo de Educação Superior divulgado em 2014. No Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), as alunas somam 10% do total das turmas e em algumas aulas apenas uma mulher participa.
Pensando em ampliar a participação feminina nessa área de formação, a Johnson & Johnson criou o projeto STEM2D, que tem como principal objetivo incentivar o ingresso de mulheres em cursos das seguintes áreas: Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática, Manufatura e Design.
O projeto seleciona universidades parceiras em todo o mundo e desenvolve ações que incentivam mulheres a desenvolver conhecimento nessas áreas. O ITA a única instituição eleita no hemisfério sul e participa da iniciativa com 24 alunas. Ao todo, foram selecionadas noves universidades pelo mundo, sendo outras seis nos Estados Unidos, uma na Irlanda e uma no Japão.
De acordo com a professora do ITA Juliana Bezerra, que é coordenadora do projeto na instituição, a ideia central é envolver alunas para que, ao mesmo tempo em que se desenvolvem tecnicamente, tenham contato com outras profissionais e atuem junto às escolas, incentivando estudantes. “Para reverter isso, temos que atuar com crianças e jovens para despertar seu interesse e apresentar caminhos na atuação profissional”, afirma.
A professora acredita que essa é uma grande oportunidade de aumentar o interesse das meninas em estudar nas áreas de Ciência e Tecnologia. Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, apenas 5,18% de mulheres estão na liderança de empresas no Brasil.
“Somente 6% das meninas e 17% dos meninos brasileiros se interessam pelas áreas de Engenharia e Computação. Então, o desafio é fomentar o interesse pelas áreas”, finaliza a professora.
O projeto atua em duas frentes, uma para o desenvolvimento técnico das alunas de graduação e outra para a participação dessas alunas em palestras, oficinas e uma feira de ciências, que está prevista para acontecer em outubro e tem como público-alvo os estudantes do ensino fundamental e médio.
Quem participa
O ITA é a única instituição de ensino escolhida na América Latina para desenvolver ações práticas voltadas à melhoria desse cenário profissional. O projeto e o financiamento são da Johnson & Johnson. Ao todo, foram selecionadas nove universidades pelo mundo, sendo seis nos Estados Unidos, uma na Irlanda e uma no Japão.

PORTAL EL OBSERVADOR (URUGUAI)


Cayó un helicóptero de la Fuerza Aérea en las inmediaciones del Aeropuerto de Carrasco

Los dos militares que viajaban sufrieron politraumatismos y fueron trasladados a Montevideo
Un helicóptero Bell UH-1H de la Fuerza Aérea cayó este martes en las inmediaciones del Aeropuerto de Carrasco según dijo a El Observador la vocera de Bomberos, Mariela Vivone.
En el helicóptero viajaban dos militares (piloto y copiloto) que estaban realizando tareas de entrenamiento, que sufrieron politraumatismos y fueron trasladados al Hospital Policial.
Este tipo de helicópteros ingresaron al país en 1971 y en la actualidad había seis en servicio, según la información en la página web de la Fuerza Aérea Uruguaya. Fundamentalmente este tipo de aeronave es usada para misiones de búsqueda y rescate, así como también para el transporte y apoyo a las restantes Fuerzas Armadas y Policiales.
Este episodio tiene lugar a tan solo cuatro días de que un avión de la Fuerza Aérea Uruguaya se estrellara en el departamento de Durazno y como consecuencia del accidente murieron el Teniente Primero, Diego Medeiros Pérez de 31 años, y el Teniente Segundo Cristian Javier Estevez Rojas,de 24 años.

PORTAL BOA INFORMAÇÃO (AL)


Processo seletivo Aeronáutica ITA 2016

Saiu edital de processo seletivo/vestibular do Instituto Tecnológico da Aeronáutica – Processo seletivo Aeronáutica ITA 2016. A seleção tem objetivo de preencher 110 vagas no Curso de Graduação em Engenharia em 2017, em diversas especialidades. A sede do ITA está localizada em São José dos Campos-SP.
As oportunidades na área da Engenharia são para as áreas de Computação, Eletrônica, Mecânica, Civil, Aeronáutica e Aeroespacial. Para concorrer, será necessário nível médio até o fim de 2016. Além disso, ter 23 anos até 31 de dezembro de 2016 é requisito para participar do certame.
Os alunos farão jus a uma bolsa de estudos, além de alimentação. A duração do curso será de 05 anos. Veja como realizar a sua inscrição a seguir.
Inscrição Processo seletivo Aeronáutica ITA 2016
As inscrições no ITA 2016 – Aeronáutica devem ser feitas até 15 de setembro de 2016, no endereço eletrônico (www.ita.br/vestibular). A taxa de inscrição custará R$ 140,00.

Avaliações
Os inscritos serão avaliados por exame de escolaridade, além de inspeção de saúde. O exame de escolaridade será aplicado de 13 a 16 de dezembro de 2016, no Rio de Janeiro, Salvador, São José dos Campos, São José do Rio Preto, São Paulo, Teresina, Vitória, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Juiz de Fora, Londrina, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Ribeirão Preto.
Os alunos farão prova de física, inglês, matemática, química, além de língua portuguesa. Os locais e horários de provas serão divulgados a partir do dia 22 de novembro de 2016.
Os gabaritos serão divulgados em 20 de dezembro, no site (www.vestibular.ita.br).

PORTAL PORTOS E NAVIOS (RJ)


Plano para ampliar a segurança do Porto de Santos é apresentado

Medidas necessárias para evitar novos acidentes envolvendo produtos químicos e explosivos no Porto de Santos constam de um relatório elaborado por um grupo de trabalho coordenado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP). O material recomenda, entre outras ações, adequações de legislações, a intensificação da fiscalização em locais onde são manuseadas cargas perigosas e ainda a implantação de planos de gerenciamento de riscos.
Algumas dessas propostas já estão sendo providenciadas.
O incêndio que atingiu os tanques do terminal retroportuário da Ultracargo, na Alemoa, em Santos, em abril do ano passado, foi o grande motivador da elaboração do estudo. A ideia é prevenir sinistros do tipo e planejar ações em casos de futuros acidentes similares.
O material foi elaborado em parceria com representantes de entidades como a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), além da Associação Brasileira de Terminais Líquidos (ABTL), Associação Brasileira de Transporte de Produtos Perigosos (ABTLP) e a Universidade de São Paulo (USP). Representantes da Petrobras Transporte (Transpetro), da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de São Paulo também participaram.
O documento foi gerado a partir das conclusões do fórum Incêndio Alemoa – O que ocorreu e o que precisa mudar, realizado em 20 de maio do ano passado, na Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santos (AEAS). O evento contou com mais de 600 participantes e serviu para discutir o atendimento à ocorrência, que levou nove dias para ser combatida.
“Quando vimos que esse evento foi assistido via internet em três continentes, 12 países e 23 estados, percebemos que esse era um problema não só de Santos e de São Paulo. É um problema mundial e nós tínhamos que tirar uma lição desse incêndio”, destacou o presidente do Crea-SP, Francisco Kurimori.
Segundo o engenheiro, a entidade aguarda um laudo do Instituto de Criminalística (IC) que vai apontar as responsabilidades pelo incidente, para providenciar possíveis punições. Desde o incêndio da Ultracargo, há um ano e quatro meses, 310 empresas já foram vistoriadas pelo Crea-SP e tiveram 2.959 atividades monitoradas para identificar a qualificação de seus responsáveis técnicos.
A ideia é assegurar que todos os procedimentos adotados são supervisionados por engenheiros habilitados.
Neste contexto, o coordenador estadual de Defesa Civil, coronel José Roberto Rodrigues, destaca a necessidade de adequação imediata de todos os órgãos envolvidos na movimentação de produtos químicos inflamáveis. “Tudo deve ser levado em conta, porque qualquer item desse relatório que não for seguido pode culminar em um acidente e na demora para atendimento da emergência”, disse.
Combate
Entre as medidas que devem ser implantadas, o coordenador do estudo do Crea-SP, o engenheiro André de Fazio, destaca a implantação de três bases de Líquido Gerador de Espuma (LGE), composto utilizado no combate às chamas do incêndio da Ultracargo. “Qual é o volume mínimo necessário para termos no Porto de Santos? Nós acreditamos que cada base deverá ter, pelo menos, 100 mil litros desse produto”, explicou.
Esta medida está sendo negociada com a Aeronáutica, já que o material, fundamental para combater incêndios causados por produtos químicos, deverá ficar disponível em três bases aéreas: a de Santos (em Guarujá), a de Recife (PE) e a de Brasília (DF). Os locais foram definidos conforme a localização e a possibilidade de deslocamento rápido.
Para o subcomandante do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, o coronel Cassio Roberto Armani, esta é uma medida fundamental para garantir um rápido combate ao fogo. “Quando ocorre esse tipo de incêndio, eles são de longa duração, requerem quantidade grande de equipamentos, logística e recursos humanos. Mas, apesar de nós termos equipamentos e tecnologia, eles têm de ser operados por pessoas e elas precisam ser treinadas”.
O oficial também destaca a necessidade de um levantamento dos riscos das atividades que envolvam cargas químicas. “A atuação profissional e a gestão de segurança de incêndios em terminais portuários e retroportuários é fundamental. Você pode ter o equipamento, a pessoa treinada, normas, mas você precisa gerenciar o risco. E esse é um trabalho que é diário”, afirmou.

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO


Jovens que se preparam para o vestibular ainda podem se inscrever no cursinho gratuito do ITA

Inscrições terminam no próximo domingo (21)
Os alunos do Ensino Médio que estão se preparando para o vestibular ainda podem se inscrever para o processo seletivo 2017 do CASD Vestibulares – curso pré-vestibular gratuito, fundado por alunos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Ao todo, serão oferecidas 520 vagas para alunos de baixa renda. As inscrições podem ser feitas até domingo (21), no site oficial do evento.
Para se candidatar, basta preencher o formulário. Ao clicar em "confirmar e gerar comprovante" ao fim da página, será gerado um comprovante de inscrição que deverá ser impresso. O estudante será orientado sobre as datas da prova para o processo seletivo. Serão duas fases, compostas por uma prova objetiva e uma entrevista socioeconômica.
O programa tem duração de um ano, com início programado para janeiro de 2017, no ITA, em São José dos Campos. As aulas serão ministradas por professores voluntários, alunos do ITA e de outras instituições renomadas, como USP, Unicamp e Unesp. O material didático utilizado em sala é oferecido pelo Sistema Ari de Sá (SAS), parceiro do programa desde 2013.



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