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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 09/06/2016 / GE traz ao Brasil a 2ª temporada da série "Drone Week"


GE traz ao Brasil a 2ª temporada da série "Drone Week" ...


Programas ao vivo e filmados por drones destacam as tecnologias presentes nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 ...

Em sua segunda temporada, o programa de entretenimento inclui transmissões realizadas ao vivo por drones sobrevoando o Brasil desta vez. Com uma nova frota, a série explora o Rio de Janeiro, para trazer aos espectadores uma visão exclusiva dos bastidores das tecnologias e soluções que vão fazer parte dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Para a GE, principal empresa Digital Industrial do mundo, a Drone Week transmite a amplitude e a escala das tecnologias industriais em todo o seu portfólio.

Segundo Pedro Alves, gerente de Publicidade e Comunicação Digital da GE para a América Latina, “A GE é uma companhia que oferece soluções completas e customizadas em diversos segmentos, como o de energia, transportes e até em cuidados à saúde. Por meio de novas tecnologias, como os drones, é possível apresentar as soluções de infraestrutura que a companhia fornecerá aos Jogos Rio 2016. O uso crescente dos drones comerciais pela empresa – em inspeções de campo de máquinas offshore e verificações de segurança de turbinas eólicas – faz com que a GE também esteja bem posicionada para estimular a inovação de drones em conteúdo e programação”.

A série de cinco episódios ao vivo estreia na segunda-feira, 13 de junho, e termina na sexta-feira, 17 de junho, transmitida pelo canal do Facebook da @GEDoBrasil.

Confira a agenda dos episódios:

- 13 de junho, às 17h: Cerimônia de Abertura da Drone Week no Centro de Pesquisas da GE do Brasil, apresentando um Ballet Sincronizado de Drones.
- 14 de junho, às 14h: Diagnóstico de canoísta: como os dados estão ajudando a equipe Olímpica de Canoagem do Brasil.
- 15 de junho, às 14h: Tecnologias de saúde e exploração offshore: de atletas a diagnóstico submarinos.
- 16 de junho, às 14h: Energia para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: da usina hidrelétrica de Itaipu ao Centro Internacional de Transmissão.
- 17 de junho, às 17h: Cerimônia de Encerramento da Drone Week com iluminação inteligente, o presente da GE para a Cidade do Rio de Janeiro.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.



REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS


GE traz ao Brasil a 2ª temporada da série "Drone Week"

Programas ao vivo e filmados por drones destacam as tecnologias presentes nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016

Em sua segunda temporada, o programa de entretenimento inclui transmissões realizadas ao vivo por drones sobrevoando o Brasil desta vez. Com uma nova frota, a série explora o Rio de Janeiro, para trazer aos espectadores uma visão exclusiva dos bastidores das tecnologias e soluções que vão fazer parte dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
Para a GE, principal empresa Digital Industrial do mundo, a Drone Week transmite a amplitude e a escala das tecnologias industriais em todo o seu portfólio. Segundo Pedro Alves, gerente de Publicidade e Comunicação Digital da GE para a América Latina, “A GE é uma companhia que oferece soluções completas e customizadas em diversos segmentos, como o de energia, transportes e até em cuidados à saúde. Por meio de novas tecnologias, como os drones, é possível apresentar as soluções de infraestrutura que a companhia fornecerá aos Jogos Rio 2016. O uso crescente dos drones comerciais pela empresa – em inspeções de campo de máquinas offshore e verificações de segurança de turbinas eólicas – faz com que a GE também esteja bem posicionada para estimular a inovação de drones em conteúdo e programação”.
A série de cinco episódios ao vivo estreia na segunda-feira, 13 de junho, e termina na sexta-feira, 17 de junho, transmitida pelo canal do Facebook da @GEDoBrasil.
Confira a agenda dos episódios:

- 13 de junho, às 17h: Cerimônia de Abertura da Drone Week no Centro de Pesquisas da GE do Brasil, apresentando um Ballet Sincronizado de Drones.
- 14 de junho, às 14h: Diagnóstico de canoísta: como os dados estão ajudando a equipe Olímpica de Canoagem do Brasil.
- 15 de junho, às 14h: Tecnologias de saúde e exploração offshore: de atletas a diagnóstico submarinos.
- 16 de junho, às 14h: Energia para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: da usina hidrelétrica de Itaipu ao Centro Internacional de Transmissão.
- 17 de junho, às 17h: Cerimônia de Encerramento da Drone Week com iluminação inteligente, o presente da GE para a Cidade do Rio de Janeiro.

PORTAL G-1


Com estoque de leite baixo, Hospital Regional de Taguatinga pede doação

Em maio foram coletados 149 litros, quando o necessário é pelo menos 250. Unidade de saúde pública do DF tem 33 bebês que dependem do alimento.

Do G1 Df

Com estoques de leite abaixo do necessário, o Hospital Regional de Taguatinga informou nesta quarta-feira (8) precisar, com urgência, de doações. Em maio foram coletados 149 litros, quando a necessidade mensal é de pelo menos 250 litros. A unidade de saúde tem 33 bebês internados precisando do alimento.
A coleta é feita por uma equipe do Corpo de Bombeiros, que atende nos números 3352.6900 e 3353.1017. O leite passa por controle microbiológico no laboratório de processamento e pasteurização.
Atualmente, a Secretaria de Saúde possui dez bancos de leite humano e dois postos de coleta. Há outros dois bancos do governo federal no Hospital das Forças Armadas e no Hospital Universitário de Brasília. Na rede privada, há mais três bancos e um posto de coleta.
Como ajudar
Para doar, as mães podem se dirigir a um dos três postos de coleta em Brasília – o de São Sebastião, o de Samambaia e o do Hospital São Francisco, em Ceilândia –, entregar o material a um dos bancos de leite ou ligar para o número 160, opção 4, e pedir que o líquido seja buscado pelo Corpo de Bombeiros.
A Secretaria de Saúde informa que todo leite recebido passa por um processo de controle de qualidade e pasteurização. O prazo de validade é de seis meses.
Durante a coleta, é importante lavar bem as mãos e prender os cabelos para evitar que os fios caiam no vidro. As mães precisam estar em perfeitas condições de saúde para doar. O leite deve ser acondicionado em vidros de boca larga e com tampa de plástico, fervidos previamente por 15 minutos. Após a coleta, o recipiente deve ser colocado imediatamente no freezer de casa, onde pode ficar no máximo 15 dias armazenado.

Com frio, Serra de SC tenta adequar infraestrutura para receber turistas

Reportagem mostrou o que muda em Urupema, São Joaquim e Urubici. Entretanto, ainda há estradas com problemas de buracos.

Do G1 Sc

Com o frio intenso, as cidades da Serra catarinense começam a receber os turistas de inverno. Entretanto, como mostrou o Jornal do Almoço desta quarta, municípios da região ainda carecem de infraestrutura para atender os visitantes. Alguns pontos já receberam investimentos, mas outros ainda aguardam revitalização.
Urubici
A estrada que leva ao Morro da Igreja, em Urubici, de onde é possível ver a Pedra Furada, está com buracos. São 15 quilômetros e há trechos que viraram estrada de chão.
"Bem complicadinho mesmo, a estrada é bem sinuosa. Tem muitos buracos. Se não estiver atento, a chance de cortar o pneu e ficar pelo caminho é grande mesmo", disse o turista Henrique Freire Corazza.
Essa estrada é de responsabilidade da Aeronáutica, por possuir uma base aérea no topo. O órgão informou que a revitalização só deve começar em 2017.
Urupema
Um mirante foi inaugurado há poucos dias no ponto turístico mais visitado de Urupema, o Morro das Torres. A obra deveria ficar pronta no começo de 2016, mas segundo a prefeitura, atrasou para a junho por conta de repasses de verba federal.
Também em junho ficou pronto o centro de informações turísticas na entrada da cidade. Ao lado do local foi inaugurada a rodoviária da cidade, mas ela ainda não está funcionando. Faltam mobiliário para lanchonete e um guichê de venda de passagens. A prefeitura ainda não tem previsão de adequar a rodoviária.
São Joaquim
Em São Joaquim, as principais ruas do Centro foram revitalizadas e duas delas estão em obras para virar um calçadão, com passagem para carros em baixa velocidade. A prefeitura investiu R$ 7 milhões na revitalização do Centro.
Depois que a pavimentação do calçadão ficar pronta, será preciso paisagismo e mobiliário urbano. "A empresa quer entregar entre junho e julho. Na parte do mobiliário a gente tem que ter sucesso no edital e na licitação", diz a secretária executiva regional de São Joaquim, Solange Pagani.
A SC-114, que dá acesso a São Joaquim, também passa por revitalização.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Avião da EgyptAir faz pouso de emergência após ameaça de bomba


Uma avião da EgyptAir que seguia do Cairo (Egito) para Pequim (China) foi forçado a fazer um pouso de emergência no Uzbequistão nesta quarta-feira (8), após receber o que duas fontes egípcias classificaram como uma ameaça falsa de bomba a bordo.
Todos os 118 passageiros e 17 tripulantes foram evacuados em segurança, informou a companhia aérea uzbeque Uzbekistan Airways em comunicado. Até o momento, não houve manifestação da EgyptAir sobre o incidente ou confirmação de que a ameaça era falsa.
A aeronave, um Airbus A-330-220, com 118 passageiros e 17 tripulantes a bordo, pousou três horas após decolar do Cairo, por volta das 23h30 (horário local) de terça-feira. O pouso aconteceu no aeroporto da cidade de Urgench, a cerca de 840 km a oeste da capital do Uzbequistão, Tashkent.
Oficiais egípcios disseram que agentes de segurança do aeroporto no Cairo receberam uma ligação anônima dizendo que havia uma bomba a bordo. Segundo eles, o avião foi inspecionado e nenhuma bomba foi encontrada.
"O avião está se preparando para retomar sua viagem. Era uma brincadeira, graças a Deus", disse uma das fontes. O avião decolou rumo à China quatro horas após pousar em Urgench.
O incidente acontece menos de um mês após o voo MS804 da EgyptAir desaparecer no trajeto de Paris ao Cairo, no dia 19 de maio. As investigações sobre o acidente ainda estão em andamento.

AGÊNCIA BRASIL


Brasil e Paraguai assinam acordos aéreo e para construção de ponte rodoviária


Ivan Richard - Repórter Da Agência Brasil

Na primeira visita internacional recebida pelo governo interino do presidente Michel Temer, o Brasil assinou hoje (8) dois acordos bilaterais com o Paraguai, um na área de aviação e outro para construção de uma ponte rodoviária internacional sobre o Rio Paraguai, entre as cidades de Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta (Departamento do Alto Paraguai).
O ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Eladio Loizaga, agradeceu o convite do governo interino brasileiro e disse estar “consciente” de todos os acontecimentos políticos ocorridos no Brasil. Ele ressaltou o interesse do governo paraguaio em aprofundar as relações comerciais e a cooperação entre os dois países.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra, afirmou que o fato de o Paraguai ter sido o primeiro país a visitar oficialmente o Brasil após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, pelo Senado no processo de impeachment, ressalta a importância da relação entre os países vizinhos.
“São relações centrais para o Brasil, que se assentam em bases históricas e têm um forte componente humano. Compartilhamos uma longa fronteira. Cerca de 300 mil brasileiros vivem no Paraguai, a segunda maior comunidade de brasileiros no exterior. Nossos vínculos têm-se fortalecido nos últimos tempos, de maneira ampla e diversificada”, acrescentou Serra.
Negócios
Além dos acordos assinados hoje, Serra informou que o Brasil pretende ampliar os negócios com o Paraguai, removendo barreiras não tarifárias e também a parceria na prevenção e combate ao contrabando, tráfico de drogas e de armas.
“Devemos também buscar avançar em outras iniciativas. É fundamental que aproveitemos o potencial hidroviário em nossa região. Brasil e Paraguai estão dispostos a aproveitar melhor o potencial de circulação na Bacia do Prata.”
Sobre o Mercosul, Serra disse haver “ampla convergência” entre Brasil e Paraguai quanto a urgência em avançar na agenda de negociações externas do bloco.
“Conversamos sobre troca recente de ofertas iniciais entre Mercosul e União Europeia. Trabalharemos intensamente para chegar a um acordo equilibrado e vantajoso para o Mercosul. Como já disse, a reciprocidade é a condição para um bom acordo”, destacou o ministro brasileiro.
Acordos
O acordo para início do projeto de construção de uma ponte rodoviária internacional sobre o rio Paraguai foi assinado Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), pelo lado brasileiro, e o Ministério de Obras Públicas e Comunicações, pelo lado paraguaio. Os custos decorrentes da elaboração dos estudos, projetos e construção da ponte serão compartilhados igualmente pelos dois país.
Para Serra, a construção da ponte será “fundamental” para viabilizar a ligação rodoviária entre os portos de Santos, no Brasil, e de Iquique e Antofagasta, no Chile. “Avançar no tema da integração física com o Paraguai ajudará à integração entre nossos países, mas também ampliará a conexão do Cone Sul com o resto da América do Sul e com as regiões mais dinâmicas da economia mundial”, afirmou Serra.
O acordo na área de aviação prevê, entre outros pontos, que empresas aéreas brasileiras e paraguaias terão o direito de sobrevoar o território dos países sem pousar, fazer escalas no território da outra parte, para fins não comerciais, fazer escalas nos pontos das rotas especificadas no Quadro de Rotas, para embarcar e desembarcar tráfego internacional de passageiros, bagagem, carga ou mala postal separadamente ou em combinação.
Além disso, o acordo estabelece que nenhum dos dois países cobrará ou permitirá que sejam cobradas das empresas aéreas designadas tarifas aeronáuticas superiores às cobradas de suas próprias empresas aéreas que operem serviços aéreos internacionais semelhantes.
Intercâmbio
Cada país, reciprocamente, isentará uma empresa aérea designada da outra parte, em conformidade com a legislação nacional, de restrições sobre importações, direitos alfandegários, impostos indiretos, taxas de inspeção e outras taxas e gravames nacionais que não se baseiem no custo dos serviços proporcionados na chegada, sobre aeronaves, combustíveis, lubrificantes e suprimentos técnicos de consumo.
Segundo o Itamaraty, o Brasil é o principal destino das exportações paraguaias e o principal fornecedor de produtos para o Paraguai. Em 2015, o intercâmbio bilateral alcançou US$ 3,3 bilhões. O comércio bilateral é caracterizado por elevada porcentagem de produtos de alto valor agregado. No ano passado, 93,7% das exportações brasileiras para o Paraguai foram compostas de produtos manufaturados.
Edição: Armando Cardoso

Temer é homenageado em cerimônia da Marinha


Paulo Victor Chagas - Repórter Da Agência Brasil

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O presidente interino, Michel Temer, participa da Parada após o Pôr do Sol, no Clube NavalWilson Dias/Agência Brasil
O presidente interino, Michel Temer, participou hoje (8) de seu primeiro evento público fora do Palácio do Planalto desde que assumiu o poder. Temer compareceu à cerimônia de comemoração aos 151 anos da Batalha Naval de Riachuelo, organizada pela Marinha.
No Clube Naval de Brasília, Temer assistiu a apresentações da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais ao lado do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e dos Transportes, Maurício Quintella Lessa. O ministro do STF Gilmar Mendes também compareceu no evento, assim como Torquato Jardim, que assumiu há uma semana o ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.
Durante o evento, Temer foi homenageado, recebeu uma lembrança institucional da Marinha e assistiu à cerimônia cívico-militar de arriamento da Bandeira do Brasil. O ato, que ocorre geralmente no Rio de Janeiro, é chamado de Parada após o Pôr do Sol.
Esta foi a primeira aparição pública do presidente interino fora de ambientes políticos depois que o Senado aprovou o afastamento de Dilma Rousseff no âmbito do de impeachment, no dia 12 de maio. Antes, Temer havia comparecido ao Congresso Nacional para entregar o projeto de lei da nova meta fiscal do governo. Na semana passada, o presidente em exercício participou de um almoço com deputados em uma residência no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.
Edição: Luana Lourenço

PORTAL UOL


Por que a continência deve voltar ao pódio nos Jogos Olímpicos do Rio


ImagemAssim como ocorreu no Pan de Toronto, as continências devem estar presentes nos pódios nos Jogos do Rio-2016. As Forças Armadas terão 100 atletas da delegação olímpica brasileira (um quarto do total), e preveem ganhar 10 medalhas (um terço das previstas).
No Canadá, a continência chamou a atenção porque poderia ser tomada como um gesto de propaganda ou político, o que é vetado pelo COI (Comitê Olímpico Internacional). Mas o COB rechaçou qualquer tipo de descumprimento do regulamento: entendeu que não havia marketing ou mensagem vetada pelas regras olímpicas. Por isso, está liberado nos Jogos do Rio-2016, mas não é obrigatória.
"Não houve ordem, orientação. A gente fica feliz. Vê como uma forma dele agradecer as Forças Armadas. Até diria que em muitos casos, o programa representou o limite entre prosseguir, ou abandonar a carreira. Foi espontâneo", afirmou o diretor do Departamento Militar das Forças Armadas, vice-almirante Paulo Zuccaro.
Ele explicou que já existem 95 militares confirmados no Time Brasil: o objetivo final é atingir 100 membros. A estimativa de 10 medalhas se baseia em esportes como o judô (a equipe inteira), vela, vôlei de Praia, tiro e natação. No total, as Forças Armadas gastam R$ 15 milhões anuais com os salários para 670 atletas, e outros R$ 3 milhões para apoio.
Um exemplo é a judoca Mayra Aguiar, terceiro-sargento na Marinha, uma das favoritas na categoria até 78kg. Em Toronto, ela disse ter prestado a homenagem por um pedido das Forças, e ressaltou ter incorporado o militarismo.
No vôlei de praia, em que o Brasil é favorito, há cinco entre os oito atletas. Isso inclui Alison e Bruno Schmidt que são considerados a melhor dupla do mundo. Bruno é segundo sargento da Marinha e chega a ir a eventos de premiação olímpica de farda. Orgulha-se de ser militar por ter até um pai que era capitão de mar e guerra.
Outras que apareceram com o uniforme militar para receber prêmios olímpicos foram Martine Grael e Kahena Kunze, que são sargentos da marinha e favoritas na classe da Vela 49rFX. O uso das fardas foi uma orientação das Forças Armadas. Os salários vão até R$ 4 mil dependendo da patente, e os atletas ainda podem usar centros de fisioterapia e planos de saúde das Forças.
Planejamento pós-Olimpíada
Para depois dos Jogos, além da manutenção desses valores, as Forças Armadas contarão com novas instalações graças ao orçamento olímpico que reformará diversos dos seus equipamentos. A previsão é de R$ 120 milhões.
Isso inclui dois campos de padrão Fifa em centro de treinamento da Marinha, reformas em piscinas e instalações e equipamentos de tiros no Complexo de Deodoro, campos de rúgbi, pista de atletismo e ginásios poliesportivos em centros da Aeronáutica. Há previsão de convênios com confederações olímpicas para que essas utilizem as instalações.
Até porque a maioria dos atletas do programa militar não foi formado nas forças, e sim incorporado quando estava no alto nível. Apenas 66 deles, ou 10%, são de esportistas que efetivamente têm a carreira militar completa.
Os outros foram incorporados por meio do CPOR, isto é, em um regime de até oito anos. Alguns acabarão sua carreira em 2017 como prevê a lei. Mas as Forças Armadas pretendem tentar um mecanismo para estender a permanência de alguns.
"Não dá para ficar com todos senão não tem renovação da força olímpica"; completou Zuccaro. "Eles são militares atletas. Dedicam o seu dia a dia para o aperfeiçoamento de sua competência olímpica. A presença deles tem elevado muito o nível do desporto militar de maneira geral. Já somos uma potência militar mundialmente pelo que nos aportam, mais os investimentos nestas instalações."
Assim, as Forças Armadas pretendem aprimorar o programa e torná-lo efetivamente um formador de atletas de excelência. A tese de Zuccaro é de que a presença dos esportistas já aumentou o nível de ciência e medicina esportiva, e instalações, nas forças, o que incentiva a formação de valores dentro das forças. Há ainda um programa social chamado Profesp, em conjunto com o Ministério do Esporte, que pode servir como peneira. Uma limitação é que as Forças Armadas não têm como incorporar menores promissores.
Entre os atletas de alto rendimento, a incorporação é feita por meio de um estágio e treinamento básicos em que eles são ensinados sobre as condutas militares. A partir daí, têm que respeitar o estatuto militar, avisar quando viajam para as bases, e ser avaliado pelas comissões esportivas.
A cada ano as comissões decidem se os atletas continuam nas Forças Armadas, ou não. "Se um determinado atleta não atende, a força pode dispensá-lo. Uma vez por ano, são analisados caso a caso para ver quem segue. São parâmetros bem específicos", explicou Zuccaro. Mas, no dia a dia, treinam onde é mais conveniente para seu desenvolvimento.
Outro fator que leva à exclusão é o doping. Cada comissão das Forças Armadas decide pelo futuro de atletas flagrados, mas a regra é excluir todos os que tenham julgamento definitivo em tribunais esportivos. Há ciclistas militares que estão com testes positivos, e estão à espera da decisão final.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Atletas militares disputam Panamericano de Taekwondo no México


Assessoria De Comunicação Social Ministério Da Defesa

O desporto militar estará representado nos Campeonatos Panamericanos Senior e Open de Taekwondo, que acontecem a partir desta quarta-feira (8) e seguem até o próximo dia 12 de junho, na cidade de Querétaro, no México. A seleção brasileira é toda militar e conta com 16 atletas que integram o Programa de Alto Rendimento do Ministério da Defesa com apoio do Ministério do Esporte.
A atleta paraense Josiane Lima, de 28 anos, representará o Exército Brasileiro em busca de mais uma medalha para a sua carreira. “Eu irei disputar a medalha de ouro. Não irei para o Panamericano para outro motivo a não ser para conquistar essa medalha de ouro para o Brasil”, afirma. A atleta é titular da seleção brasileira, primeira colocada no ranking nacional e 17ª do mundo.
Sob o comando da delegação está o técnico Belmiro Giordani, tenente da Marinha. “Considerando o alto índice técnico da competição, a nossa expectativa é que o Brasil fique entre os três melhores no ranking geral porque nós temos atletas que já são campeões panamericanos”, conta.
Também participam do campeonato os atletas brasileiros sargentos da Marinha Henrique Precioso, Valéria Santos, Felipe Enju, Talisca Reis, André Bilia, Hellorrayane Paiva, Guilherme Felix, Guilherme Alves, Rafaela Araújo, Ana Carolina Souza, além dos sargentos do Exército Lucas Oliveira e Raphaella Galacho, e dos sargentos da Aeronáutica Clayton dos Santos, Jamila Tanna e Charles Maioli.
Rio 2016
Durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, o Brasil também terá atletas militares disputando medalhas na modalidade de taekwondo. Na categoria masculino, irão brigar por medalhas o sargento da Aeronáutica Maicon Andrade (+80kg) e o sargento da Marinha Venilton Teixeira (58kg). No feminino, subirão no tatame as sargentos do Exército Iris Tang Sing (49kg) e Júlia Vasconcelos (57kg).
Até o momento, de acordo com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), integram o Time Brasil 205 atletas, dos quais 96 são militares participantes do Programa Atletas de Alto Rendimento - representando 47% do total.
A meta do Ministério da Defesa é classificar para as Olimpíadas 100 atletas militares e conquistar 10 medalhas. Esses números são o dobro do que foi conquistado nas Olímpiadas de Londres, em 2012, quando 51 atletas militares competiram, trazendo como resultado cinco medalhas (uma de bronze no pentatlo moderno; três de bronze e uma de ouro no judô).

JORNAL ESTADO DE MINAS


Avião que caiu e matou três pessoas no Minaslândia há um ano fez manobra proibida

Investigação da Aeronáutica aponta que tipo de decolagem proibida usada por avião que caiu é comum de ser realizada na Pampulha

Valquiria Lopes

Avião cai em BH
Relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Aeronáutica aponta que a manobra acrobática do tipo americana – proibida em áreas densamente povoadas e para pilotos sem habilitação para esse tipo de decolagem – foi classificada como comum no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. A informação repassada ao órgão por funcionários e pilotos do terminal faz parte do documento que apurou os fatores que levaram à queda do avião bimotor King Air prefixo PR-ABG, que decolou do Aeroporto da Pampulha em 7 de junho do ano passado usando esse tipo de manobra. A aeronave caiu no Bairro Minaslândia, minutos depois. Um ano após o acidente, a família da casa atingida conta detalhes daquele dia de pânico e revela que, sem traumas, vive acostumada com a rotina de subida e descida de aviões.
No dia do acidente, o destino do avião era a Fazenda Sequoia, em Setubinha, no Vale do Mucuri. A intenção do voo era transportar um familiar dos donos da aeronave do interior para BH. Estavam a bordo dois tripulantes e um passageiro e os três morreram na tragédia. Segundo o relatório do Cenipa, por meio de conversas gravadas na cabine do avião entre o comandante Emerson Thomazine, de 43 anos, de São Paulo, e o copiloto Carlos Eduardo Abreu, de Piumhi, no Centro-Oeste mineiro, foi possível identificar que a tripulação tinha a intenção de fazer a decolagem “americana” . O carona era um policial civil Gustavo de Toledo Guimarães, de 38, que estava de folga e acompanhava os pilotos. Em vez de iniciar subida gradual até a altitude de cruzeiro, a aeronave seguiu em voo rasante com o trem de pouso recolhido até o fim da pista, aumentando a velocidade e, após a cabeceira oposta, subiu abruptamente em um ângulo de aproximadamente 90°, atingindo cerca de 1.700 pés (518 metros) em 15 segundos. No topo da manobra, a aeronave entrou em parafuso e desceu descontroladamente até o impacto contra o solo.
No endereço da queda estavam o aposentado José Maforte Knupp, de 74, e a dona de casa Maria Geralda Estanislau da Silva, de 56.
Eram 15h20, quando o casal que vive na residência há mais de 20 anos apreciava o fundo do quintal cheio de árvores e galos e galinhas, no sossego depois do almoço. “Aquele dia foi Deus que mudou o rumo de nossas vidas. Todos os dias, depois do almoço, a gente vai para o quarto descansar. Naquele, especificamente, eu quis vir para o quintal, naquele horário, para ouvir os galos cantarem”, lembra Maria Geralda.
O marido, que cerca com tela uma planta, conta que enquanto estiveram ali nenhum dos galos cantou. “De repente começou o barulho vindo do céu”, disse. Os dois saíram ilesos do acidente e foram socorridos por vizinhos, que quebraram parte do muro no quintal onde eles estavam. “Eu estava sentada embaixo da mangueira e vi toda a subida do avião. Quando ele desgovernou, eu disse: ‘Esse avião vai cair’. Só não imaginei que cairia aqui”, lembra a dona de casa. Apesar do susto com o barulho do avião e a explosão em sua casa, José Maforte estava mais que acostumado com o ronco dos motores de aeronaves. Curiosamente, ele trabalhou durante 31 anos na aeronáutica, sendo 11 deles no aeroporto da Pampulha. “Parece que ele deixou os aviões e eles vieram atrás do meu marido”, diz a mulher em tom de tranquilidade. A calma para falar do episódio, mostra que o casal superou aquele dia de medo. “Não temos traumas. Estamos aqui vivos e isso é o que importa”.
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PREJUÍZOS
A aeronave caiu na garagem da residência e as labaredas de fogo queimaram tudo dentro do quarto em que o casal costumava descansar depois do almoço. Janelas de vidro foram quebradas, movéis destruídos, paredes enfumaçadas, rede elétrica de cômodos danificada. Todos os prejuízos foram sanados pela seguradora do avião.
No meio das apurações, o Cenipa concluiu que houve um ato ilícito doloso, o que confirma uma conduta inadequada da tripulação. Por trabalhar com investigações que resultem em orientações para condutas preventivas, o órgão suspendeu o trabalho, já que nestes casos a recomendação é seguir as regras de segurança. De acordo com a Polícia Civil, a investigação ficou a cargo do Cenipa porque não houve indícios de crime. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi procurada na noite de ontem e informou que vai apurar se ainda há registros de manobras americanas no aeroporto.

JORNAL O POVO (CE)


Acidente aéreo na Serra da Aratanha completa 34 anos

O acidente com o voo 168 da Vasp foi a terceira maior tragédia aérea do Brasil. O choque do boeing contra a Serra da Aratanha deixou 137 mortos. A data é lembrada por familiares com orações e homenagens

Amanda Araújo

O dia de 8 de junho é sagrado para a aposentada Lúcia Helena de Menezes Souza Almeida, 71 anos. Há 34 anos, ela acordava de madrugada com um mau pressentimento e aguardava a chegada do marido Luiz Luciano Acioly Souza, uma das 137 vítimas do acidente aéreo com o boeing 727-200 da Vasp. A tragédia na Serra da Aratanha, em Pacatuba, parou a capital cearense e o restante do Brasil.
"O dia começou com aquele tumulto, aquele silêncio profundo em Fortaleza. A cidade toda ficou de luto, você não via nenhum momento de alegria, até o céu ficou nublado. Não tinha movimento de carro, não tinha nada, lembro como se fosse hoje", conta Lúcia Helena. Na época, o filho mais novo tinha nove anos e o mais velho ia completar 18 anos.
Viúva aos 37 anos e com seis filhos, Lúcia Helena foi a responsável por contratar advogados e criar uma associação para os familiares das vítimas do voo 168 da Vasp. "O Brasil nunca tinha pago indenização por acidente aéreo. Eu não quis que isso ficasse impune e, quatro anos depois, conseguimos ganhar a ação. Ainda formei mais dois grupos de familiares, mas alguns também entraram na Justiça individualmente".
No grupo, Lúcia Helena conheceu o atual marido, Francisco Arildo Santos Almeida, que perdeu a esposa Alda Maria Barbosa no mesmo acidente. Também fez amigos para a vida toda, com quem se reúne para fazer orações. Uma delas é a aposentada Lydia Maria Lacerda Dantas, 60 anos, que também lembra ter acordado no horário do acidente. "Acordei na hora, sentei na cama e fiquei com a impressão que tivesse alguém entrando na porta. Adormeci de novo, liguei para o aeroporto e disseram que o avião tinha desaparecido. A gente pensa que acontece as coisas com todo mundo, menos com a gente", lamenta.
O marido de Lydia, Francisco Wagner Alves Dantas, na época com 34 anos, havia pedido para a mulher não buscá-lo no aeroporto. Temia que algo acontecesse com ela saindo de carro durante a madrugada, ainda mais para um local distante da casa da família na Maraponga. "Passei anos sem conseguir viajar de avião, agora já viajo sem medo porque penso que acontece quando tem que acontecer. Passaram muitos anos, mas a gente não esquece uma tragédia assim. Não tinha uma casa que alguém não tivesse um parente, todo mundo tinha um conhecido que morreu no acidente", relembra.
O boeing da Vasp aproximava-se de Fortaleza para fazer seu pouso, às 2h45min, quando bateu contra a Serra da Aratanha, na Região Metropolitana. Todos os ocupantes, nove tripulantes e 128 passageiros, morreram naquele 8 de junho de 1982. A investigação da Aeronáutica apontou falha humana como a causa da tragédia.
O repórter do jornal O POVO, Landry Pedrosa, foi o primeiro a chegar ao local do acidente para a cobertura. Saía de casa às 6h30min para deixar esposa e filhos quando uma vizinha contou ter ouvido na rádio que um avião havia caído. "Deixei a família, peguei o fotógrafo Luizinho (Luiz Pereira) para ir ao jornal e, imediatemente, fomos ao local do acidente", relata.
Um aparato da Base Aérea fazia a segurança na área e curiosos estavam aglomerados, mas não havia notícia sobre a quantidade de mortos. "Andei uns 100 metros e encontrei logo uma turbina, aquele cheiro de gás. Quando já estava a uns 200 metros, o quadro era desolador. A mata coberta de roupas, pedaços de paletó. Quando olho pro chão, fragmentos de carne, nenhum cadáver intacto. Depois, tomamos conhecimento de que o Edson Queiroz estava no avião", narra.
A reportagem sobre o acidente aéreo, conforme Landry, foi uma das mais delicadas e emocionantes da sua carreira. "Quando cheguei ao IML disseram: "aqui não vai ser ninguém identificado". Na missa, ouvi uma frase do Dom Aluísio que nunca esqueci: "não chorem pelos seus mortos porque eles viraram santos"".

Lembranças

Luiz Alexandre de Menezes de Sousa, 44 anos, é responsável pela decoração do túmulo do pai em todas as datas importantes, explica a mãe, Lúcia Helena. Nesta quarta-feira, 8, um toldo foi armado para que os familiares das vítimas possam prestar homenagens, no cemitério Parque da Paz. "Hoje, desde a hora do acidente estou acordada fazendo orações. Sempre fico com os meus filhos e meu marido. É uma coisa que passa o tempo e ninguém esquece”, comenta.
Segundo Lúcia Helena, alguns familiares das vítimas já morreram e outros se mudaram de Fortaleza. "O grupo de parentes nunca foi extinto, mas a vida depois de tantos anos pode tomar outro rumo. Mas, tem um que grupinho que aqui e acolá ainda se encontra", completa.
Acidente aéreos

O acidente aéreo na Serra da Aratanha é o terceiro maior da aviação brasileira. Depois dele, vem a tragédia do voo Gol 1907, quando o boeing 737 foi atingido pelo jato Legacy N600XL, em Peixoto de Azevedo (MT), deixando 154 mortos.
A maior trágédia aérea ocorrida no Brasil foi a do voo Tam 3054, com um Airbus que ultrapassou o fim da pista de Congonhas durante o pouso e colidiu com um terminal de cargas, em São Paulo (SP). No acidente, em 17 de junho de 2007, morreram 187 ocupantes do avião e 12 outras pessoas que estavam em solo. 

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL ÂMBITO JURÍDICO (RS)


Rejeitado o pedido de militares que pretendiam ser promovidos a capitão do quadro de Oficiais da Aeronáutica

Por unanimidade, a 2ª Turma do TRF da 1ª Região negou pedido dos autores que requeriam a correção das datas das suas promoções, bem como a inclusão de seus nomes no Quadro de Oficiais especialistas da Aeronáutica no posto de Capitão. A decisão confirma sentença que, ao analisar a presente demanda, se pronunciou pela prescrição do fundo de direito, extinguindo o processo com julgamento do mérito.
Em suas alegações recursais, os apelantes afirmam que, preenchidos todos os requisitos para a promoção, torna-se vinculada a sua efetivação, constituindo, assim, direito adquirido, garantido pelos princípios da igualdade e da isonomia, como também ao respeito à hierarquia constante do Estatuto dos Militares.
Eles sustentaram que se tivessem sido promovidos no intervalo correto, de dois anos, teriam atingido a graduação de suboficial em menor tempo, o que lhes proporcionaria, dentro de pouco tempo, a possibilidade de galgar o oficialato, “pois foram promovidos às graduações subsequentes, porém, num interstício muito maior, sendo ultrapassados na carreira por outros militares menos antigos, causando quebra de hierarquia”.
Ao analisar o caso, o Colegiado reconheceu a prescrição do pedido. “Forçoso reconhecer que a pretensão revisional encontra-se atingida pela prescrição, posto que a documentação oficial pessoal de todos os postulantes indica que suas promoções à graduação de 1º Sargento ou Suboficial se deram em data anterior ao quinquênio que antecedeu o ajuizamento da presente demanda”, esclareceu o relator, juiz federal convocado Cleberson Rocha, em seu voto.
O magistrado ressaltou que mesmo que não tivesse ocorrido a prescrição os recorrentes também não teriam razão em suas argumentações. Isso porque, de acordo com a legislação de regência, foi fixado apenas um interstício mínimo de dois anos de permanência obrigatória em cada graduação e não um direito à promoção de dois em dois anos, como pretendem os apelantes.
Processo nº: 0016686-67.2012.4.01.3400/DF

PORTAL NOTÍCIAS DO ACRE (AC)


Bope ministra treinamento para militares do Exército Brasileiro

Jean Messias
A Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), por meio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), realizou na tarde de terça-feira, 7, instruções com Instrumentos e Técnicas de Menor Potencial Ofensivo (ITMPO) para alunos do Curso de Formação de Cabos do 7° Batalhão de Engenharia e Construção (7° BEC).
Durante o treinamento, 26 alunos do Exército Brasileiro (EB), receberam noções básicas de técnicas de Controle de Distúrbios Civis.
“Eles efetuaram tiros de elastômero com espingardas calibre 12, manusearam a pistola de choque [Taser], além de arremessarem granadas de forma manual, e ainda usando o artefato próprio a [AM-600]”, explicou o sargento da PMAC Alder Albuquerque.
O tenente Jhonson Oliveira exaltou a parceria com a Polícia Militar. “Avalio como positivas essas ações, porque é uma forma de aproximar ainda mais as duas corporações, de modo que uma possa auxiliar a outra”, destacou o oficial do Exército Brasileiro.

PORTAL PRIMEIRA EDIÇÃO (AL)


Liberação da área da marinha deve dinamizar turismo no Pontal

Após sucessivas reuniões, projeto foi aceito e terreno será utilizado para equipamento turístico
Morena Melo - Agência Alagoas

Quem passa pela AL 101 Sul se encanta com a vista para as lagoas e o mar, mas também se depara com um terreno que chama atenção pelo tamanho e localização, e também pelo uso inadequado.
A história é viva na memória dos alagoanos que costumam frequentar as praias do Litoral Sul do Estado e passam sempre pelo local. O potencial para o turismo é inerente ao Pontal da Barra, marcado pelas belezas naturais e a produção de artesanato, o bairro deverá passar por um novo momento depois de uma decisão tomada nesta terça-feira (7), em Brasília.
Depois de algumas reuniões para pleitear a concessão da área por parte da Marinha, o secretário Helder Lima conseguiu uma parceria para que o Estado de Alagoas colabore na construção de um edital para liberação da área.
“Vamos construir o edital a quatro mãos para viabilizar a utilização do espaço para o desenvolvimento do turismo naquela região. Quero transformar aquela área em um ponto estratégico para estimular o fluxo turístico, tanto no Pontal da Barra, como nas lagoas e praias do Litoral Sul”, explicou o secretário.
A partir da decisão anunciada em Brasília, o processo seguirá para o Terceiro Distrito Naval, localizado em Natal (RN). Lá será providenciado o trâmite burocrático para realização do termo de referência. O processo contará com a colaboração da Sedetur.

JORNAL TRIBUNA (RJ)


Um passarinho no céu

Arnaldo Niskier/Da Academia Brasileira de Letras e presidente do CIEE/RJ
Tive o privilégio de conhecer bem de perto o ex-ministro Jarbas Gonçalves Passarinho, nascido em Xapuri, no Acre, em 1920. De 1969 a 1972, foi um competente Ministro da Educação e Cultura. Costumava afirmar, bom orador que era, que devia a sua iniciação na área educacional ao meu livro sobre “Administração Escolar”, que fiz chegar às suas mãos pelo amigo comum, professor e general Antônio Figueiredo. A amizade consolidou-se e me lembro que, num jogo noturno, no estádio do Maracanã, em companhia do coronel Nilton Barreira, o ex-ministro confessou que se fosse presidente da República não titubearia em me nomear ministro da Educação... Faltaram-lhe algumas estrelas para que isso pudesse acontecer.
Passarinho, agora no céu, morreu em Brasília, aos 96 anos de idade. Coronel do Exército, na arma de Artilharia, foi um brilhante oficial, Senador da República por três vezes e governou o Estado do Pará. No MEC, deixou marcas profundas, como a criação em 1971 do Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral), entregue à genialidade de Mário Henrique Simonsen, meu colega de serviço militar na Marinha do Brasil. No seu período, foram alfabetizados mais de 5 milhões de brasileiros. E estabelecidas as bases da educação à distância.
A ele também se deve a criação (o que poucos sabem) da TV Educativa do Rio de Janeiro, Canal 2, depois do fechamento da TV Excelsior. A explosão do ensino superior (certo ou errado) aconteceu igualmente no seu período. Abriram-se muitas vagas em todos os cursos de 3o grau.
Foi quatro vezes ministro de Estado: Trabalho, Educação e Cultura, Previdência e Justiça. Embora se afirme que ele foi um fiel servidor da Revolução de 31 de Março, dizia que a tortura não fora uma política do regime militar, mas deformação de alguns agentes.
Como escritor, produziu, a nosso pedido, o livro “Nosso Pará”, para Bloch Editores, com uma boa divulgação entre estudantes. Casado com D. Ruth, esteve presente num almoço oferecido por Adolpho Bloch aos integrantes do governo João Figueiredo. Sentado ao lado do então ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Délio Jardim de Matos, comentou: “Veja, amigo, a coincidência: sou casado com uma Ruth, o senhor também, e o Arnaldo Niskier igualmente.” Todos riram com a minha conclusão: “Cada um de nós tem a Ruth que merece!”
Quando estava para inaugurar o Planetário da Gávea, em 1970, pedi ao então ministro da Educação que indicasse a data, pois o MEC havia doado o equipamento alemão Zeiss-Jena. Ele sugeriu o dia do aniversário do filho mais velho, 19 de novembro, e assim foi feito. Na ocasião, pedi ao diretor do Planetário que reproduzisse o céu de Xapuri, na data do nascimento de Jarbas Gonçalves Passarinho. Quando o locutor disse isso, ele pegou no meu braço, comovido, e disse no meu ouvido: “Você quer me matar do coração?” Concordo com o comentário do Ministro Marco Aurélio Mello, do STF, no dia do enterro em Brasília: “Foi um homem que teve uma passagem muito fértil na vida pública”.

PORTAL ABC DO ABC (SP)


São Caetano participa da OBMEP 2016

Em 2015 os alunos do Ciclo II de São Caetano participaram com destaque na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas
Alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental de diversas escolas municipais de São Caetano do Sul participaram, nesta terça-feira (7/6), da primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP 2016). A rede de Educação da cidade tem um grande histórico de sucesso nesta e em outras olimpíadas científicas: apenas na OBMEP 2015 foram 116 alunos premiados na cidade – eles conquistaram uma medalha de ouro, oito de prata, dez de bronze e 97 menções honrosas entre os quase 18 milhões de alunos participantes de todo o País.
A secretária de Educação de São Caetano, Ivone Braido Voltarelli, destacou o papel das olimpíadas científicas na motivação dos estudantes. “Participar destas atividades é importante porque é um desafio novo para os alunos enfrentarem. Isso faz com que eles tenham mais empenho e dedicação nos estudos, favorecendo a aprendizagem. É uma disputa saudável, que abre portas e mostra novos caminhos aos jovens”.
O jovem Bruno Lopes Paulino, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Prof.ª Eda Mantoanelli, teve a honra de ser o único medalhista de ouro da cidade em 2015. “Fiquei muito feliz quando conquistei o ouro. Antes da segunda fase da OBMEP do ano passado eu participei do grupo de estudos de Matemática aqui da escola”, explicou. Medalhista de prata, Bruna Letícia Laino da Silva acredita que a competição fez com que os alunos gostassem mais de estudar Matemática. “Foi muito legal participar.”
O professor Rony Rezende Duarte, um dos sete educadores da cidade premiados graças ao ótimo desempenho dos alunos na OBMEP 2015, compartilha da visão da aluna. “Nosso grande desejo é motivar os alunos a gostarem da Matemática. Quando um estudante ganha uma medalha na OBMEP ele se torna um exemplo para os outros, faz os colegas se motivarem mais”. Ele lembrou que todos os estudantes são convidados a participar dos grupos de estudos. “No contraturno das aulas a gente resolve questões de provas antigas e exercícios sugeridos pelos organizadores da competição.”
ORGULHO – O desempenho dos alunos nas olimpíadas científicas é motivo de orgulho para colegas, educadores e familiares. “Para os alunos, se verem entre os melhores de todo o País é uma prova de seu potencial. Isso os motiva, faz com que eles tenham sonhos maiores”, afirmou Rosangela Tonoli de la Vega, coordenadora de Matemática da EMEF Prof.ª Eda Mantoanelli e uma das professoras premiadas na OBMEP de 2014.
Vinícius Santana Moraes, 14 anos, foi um dos estudantes a melhorar seu desempenho escolar após participar pela primeira vez da OBMEP – ele foi premiado com menção honrosa nas três competições que disputou. “Eu sempre tive facilidade com Matemática, mas participar das olimpíadas me ajudou a estudar mais. Meu objetivo é conquistar uma medalha”, informou o morador do Bairro Prosperidade, que pretende se tornar engenheiro civil.
A diretora da EMEF Prof.ª Eda Mantoanelli, Adriana Maria Putini Assi, ressaltou que um ex-aluno da escola, ganhador de duas medalhas de ouro e uma de prata na OBMEP, conseguiu uma das disputadíssimas vagas para estudar Engenharia no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). “Acredito que as olimpíadas científicas têm o papel de valorizar o que cada aluno pode conquistar quando se dedica aos estudos. Quando não motivamos os estudantes eles se acomodam.”
Os alunos premiados nas olimpíadas científicas contam com a admiração dos colegas e, como não poderia ser diferente, o orgulho ilimitado de suas famílias. Larissa Jorge Vilela, 12 anos, conquistou a medalha de bronze na OBMEP 2015, para festa dos parentes. “Minha mãe ficou muito feliz. Quando fui para a segunda fase da prova ela colocou a informação no grupo da família no Whatsapp. Aí, quando ganhei a medalha, ela contou para todos os amigos”, narrou a orgulhosa jovem.
“Esse ótimo desempenho de nossos jovens, com 116 premiações na OBMEP e dezenas outras nas demais olimpíadas científicas, só foi possível graças à dedicação de todos os educadores da rede municipal”, concluiu a secretária de Educação de São Caetano, Ivone Braido Voltarelli. Confira a lista dos alunos de São Caetano que conquistaram medalhas na OBMEP 2015:
OURO
Bruno Lopes Paulino – EMEF Profª Eda Mantoanelli
PRATA
Alex Ken Todo Simoni - EME Profª Alcina Dantas Feijão
Antonio Nunzio Nocera Neto - EME Profª Alcina Dantas Feijão
Bruna Letícia Laino da Silva - EMEF Profª Eda Mantoanelli
Bruna Ramos Sandoval Braga - EMEF Profº Rosalvito Cobra
João Vitor Sartori Coqueto - EMEF Luiz Olinto Tortorello
Kevyn Batista de Andrade - EMEF Senador Fláquer
Thiago Yuiti Tomaru - EMEF Ângelo Raphael Pellegrino
Willian de Paula Costa - EMEF Oswaldo Samuel Massei
BRONZE
Carlos Paes Oliveira Neto - EMEF Luiz Olinto Tortorello
Diego Silvério Lázaro - EMEF Bartolomeu Bueno da Silva
Eloisa Lima Souza - EMEF Oswaldo Samuel Massei
Guilherme Genvan De Sá - EMEF 28 de Julho
Helena Bago Taraborelli - EMEF 28 de Julho
Larissa Jorge Vilela - EMEF Profª Eda Mantoanelli
Letícia dos Santos de Araújo - EMEF Senador Flaquer
Lucas Henrique dos Santos Rodrigues - EME Profª Alcina Dantas Feijão
Michel Sousa Soares - EMEF Bartolomeu Bueno da Silva
Rafael José Silva Coelho - EMEF 28 de Julho

SURTO OLÍMPICO.COM


Felipe Nascimento conquista vaga no pentatlo moderno para os Jogos Olímpicos de 2016

ImagemO pentatlo moderno terá mais um representante brasileiro nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Além da medalhista olímpica bronze em Londres 2012 Yane Marques, o país terá Felipe Nascimento competindo na capital fluminense daqui a menos de dois meses. O pernambucano, de 22 anos, ocupa a vaga que o Brasil tem direito por ser país-sede dos Jogos.
A classificação de Felipe nos Jogos veio na última semana, quando ele foi confirmado líder do ranking nacional (em 1º de junho), critério estabelecido pela Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno (CBPM) para a definição da vaga. O pernambucano vem se mantendo no topo do ranking nacional há pelo menos dois anos, desde que conquistou a medalha de ouro na primeira participação do Pentatlo Moderno nos Jogos Sul-Americanos de 2014, em Santiago.
“Em 2014, passei por um momento bem difícil da minha vida. Mas a partir dele só amadureci e me fortaleci na minha carreira esportiva”, conta Felipe ao relembrar a perda do pai. “Fui mantendo uma evolução constante nos treinos e competições, comecei a ter resultados mais expressivos e tudo foi acontecendo naturalmente. Sempre pensava em fazer o melhor de mim em cada competição, aos poucos fui ganhando posições no ranking nacional e quando me dei conta já liderava o ranking brasileiro”, ele completa.
Revelado no PentaJovem, projeto que a CBPM mantém no Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco para a descoberta a formação de novos talentos na modalidade, Felipe tem mantido resultados expressivos no atual ciclo olímpico. Ainda na categoria Júnior, até os 21 anos, o pentatleta já mostrava que competia de igual para igual com atletas mais experientes.
De 2013 pra cá, além do ouro em Santiago 2014, Felipe foi campeão Brasileiro em 2014 (tanto no torneio de inverno quanto no de verão), vice-campeão Sul-Americano em 2013, bronze no Norceca de 2014, vice no último Brasileiro de Inverno e bronze no último Brasileiro de verão.
“Essa vaga veio de muita força de vontade, paciência e dedicação, mas ninguém consegue nada sozinho. Várias pessoas me ajudaram nesse processo e tenho que agradecê-las: a Confederação Brasileira por ter me apoiado desde o começo, assim como toda a equipe técnica de treinadores do projeto PentaJovem de Recife, em especial ao meu coordenador técnico Michael Cunningham; a Força Aérea Brasileira, por ter acreditado no meu potencial; e a todos os familiares, amigos e noiva que sempre me apoiaram nessa minha vida de atleta. Todos eles foram fundamentais para essa conquista da vaga olímpica”, cita o atleta.
Treinos e mais treinos
Na atual temporada, Felipe esteve presente em oito competições internacionais, roubando a cena no Aberto da Espanha, onde conquistou a medalha de bronze, em fevereiro. No Pan/Sul-Americano, realizado em março, na Argentina, Felipe foi bronze Sul-Americano, além de ter conquistado outras duas medalhas em eventos por equipes (bronze no Pan e ouro no Sul-Americano).
Agora que o pernambucano tem a vaga garantida para os Jogos, as próximas semanas serão de intensa preparação. Para chegar às Olimpíadas em sua melhor forma, ele vai se dividir entre Pernambuco e o Rio de Janeiro nos treinamentos.
“Continuarei meus treinos em Recife com toda minha equipe técnica e também farei alguns camp trainnings no Rio. Daqui até os Jogos será só treino, dedicação e disciplina para eu fazer uma boa apresentação nas Olimpíadas”, adianta.
A revelação de que Felipe Nascimento vai representar o Brasil nos Jogos Rio 2016 veio em um momento em que a União Internacional de Pentatlo Moderno (UIPM) está definindo os últimos nomes da modalidade para as Olimpíadas. Depois de sete seletivas, a entidade divulgou a última relação de classificados via o ranking mundial de 1º de junho.
Nela, viu-se que Alemanha, China, Coreia do Sul, Egito, Hungria, Inglaterra, Lituânia e Rússia classificaram mais de dois pentatletas na disputa feminina e/ou masculina. Como a regra da qualificação determina que cada país só pode ter, no máximo, dois pentatletas por gênero nas Olimpíadas, esses países vão ter que decidir quem vai ficar com as vagas. Uma nova relação de classificados será divulgada no dia 16 de junho.
O Pentatlo Moderno nos Jogos do Rio terá 72 competidores, 36 em cada gênero, e contará apenas com disputas individuais. As provas da modalidade vão acontecer nos dias 18, 19 e 20 de agosto, na Arena da Juventude (esgrima tradicional), Centro Aquático (natação) e Estádio de Deodoro (esgrima bônus, hipismo e evento combinado de tiro a laser e corrida), todas no Parque Olímpico de Deodoro, na Zona Oeste da cidade.
Felipe Nascimento recebe a Bolsa Atleta do Ministério do Esporte e a Bolsa Atleta do Governo do Estado de Pernambuco. Ele também faz parte do Programa de Alto Rendimento da Força Aérea Brasileira como Terceiro Sargento da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA).

RONDONIA DIRETA.COM


Marinha Raupp defende internacionalização do aeroporto de Porto Velho

Autoridades presentes a audiência pública na Assembleia Legislativa, segunda-feira (6), destacaram a importância do apoio da deputada federal Marinha Raupp junto ao governo federal, para a conclusão do processo de alfandegamento do aeroporto de Porto Velho.
A deputada Marinha Raupp parabenizou a iniciativa dos deputados estaduais e se colocou à disposição para continuar dando o apoio necessário para a conclusão desse serviço.
“Desde 2012 estamos trabalhando no alfandegamento junto a Infraero e a Casa Civil, com o senador Valdir Raupp e demais membros da bancada federal.” afirma a deputada Marinha Raupp.
De acordo com parlamentar, a internacionalização do aeroporto irá beneficiar o desenvolvimento de Rondônia através da rota turística Pantanal – Amazônia – Andes – Pacífico, com o escoamento e a exportação da nossa produção e uma maior oferta nos destinos internacionais, gerando oportunidades, emprego, renda e o turismo regional.
A representante da Fecomércio, Cileide Macedo, destacou a importância do alfandegamento, parabenizou a Assembleia Legislativa, que em parceria com a Fiero realizou a audiência, e a deputada Marinha Raupp, que segunda ela, tem ajudado nesta causa.
“Já estamos trabalhando neste sentido e agora faltam as etapas finais do processo. Após esta audiência, que contou com a participação da ALE, representante da deputada federal Marinha Raupp, representante do Senador Valdir Raupp, das empresas estaduais, da Polícia Federal e dos empreendedores locais, estamos confiantes em finalizar esta etapa o quanto antes.”
O pedido de alfandegamento, protocolado ano passado e após ser avaliado, recebe os últimos ajustes pela Receita Federal de Belém.
O superintendente da Infraero, Carlos Alberto, acredita que feito os últimos ajustes, em relação à infraestrutura, o aeroporto de fato poderá ser internacionalizado.
Após estudos realizados pelo DER, são necessários R$ 4,5 milhões, para melhoria da pista de pouso, compra de equipamentos e demais ajustes para a internacionalização.
De acordo com artigo 2º da Portaria n 3518, entende-se por alfandegamento o trânsito de aeronave procedentes do exterior ou a ele destinados, englobando embarque, desembarque, trânsito de viajantes, movimentação, armazenamento , despacho aduaneiro de mercadorias e remessas postais internacionais.
Ao final da audiência foi assinado pela mesa um Termo de Compromisso dos quais assinaram os presentes na audiência: Deputado Estadual Léo Moraes, Leandro Basílio (Superintendente da SUDER), Marcelo Tomé (Presidente da FIERO), Carlos Alberto (Superintendente da INFRAERO), Cileide de Macedo (FECOMÉRCIO), Maria Verônica de Araújo (Associação Rondoniense de Agências de Viagem), José Bianco (Diretor de Assuntos Governamentais da Fiero) e Michel Lopes Theodoro (Delegado da Receita Federal em Rondônia).
Fonte: Assessoria



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