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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 07/05/2016 / Projeto desenvolvido pela Avibras passa por testes em base da FAB

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Projeto desenvolvido pela Avibras passa por testes em base da FAB ...


Empresa de São José dos Campos atua como parceira do Exército no projeto ...

O CLBI (Centro de Lançamento da Barreira do Inferno), base da FAB (Força Aérea Brasileira) localizada em Parnamirim (RN), sediou na última semana de abril uma das fases da Operação Astros 2020/2016, prevista no cronograma de desenvolvimento de sistemas e equipamentos em desenvolvimento pela Avibras, empresa aeroespacial de São José dos Campos, dentro do PEE Astros 2020 (Projeto Estratégico do Exército Brasileiro).

De acordo com o Coordenador Geral da Campanha pela Avibras, Hélio Ricardo Barroso, o CLBI tem sido o cenário ideal, pois proporciona condições de segurança, excelência operacional, proficiência técnica e know-how - informações, tecnologias etc - dos recursos humanos envolvidos nas atividades de preparação, lançamento e rastreio de veículos.

"A logística facilitada pela localização do Centro, material humano qualificado, meios operacionais disponíveis e adequadamente mantendo somados à excelente relação de cordialidade entre as instituições são fatores essenciais que levam ao sucesso da parceria", afirmou Barroso.

Segundo o representante da Avibras, a precisão dos meios operacionais do CLBI assegura decisões em momentos vitais das operações. "A confiabilidade dos dados de telemetria, que permitem análise posterior, proporciona ajustes e/ou correções para melhoria contínua do produto final. A capacidade de rastreio radar, proporcionado pelos radares Adour e Bearn, que permitem assegurar, em tempo real, uma correta decisão, principalmente quando há desvios em relação às trajetórias nominais, aumentando assim a segurança geral das campanhas", explica Barroso.

O diretor do CLBI, Coronel Aviador Paulo Junzo Hirasawa, destacou a capacidade operacional à disposição dos clientes e a importância, em particular, da parceria com a Avibras, que tem proporcionado treinamento e manutenção da elevada capacitação técnica e operacional dos meios materiais e humanos.

Imagem"Inserida no calendário operacional do CLBI, a Operação Astros 2020 faz com que a cadência de atividades operacionais se torne mais elevada, proporcionando uma contínua e adequada capacitação de recursos humanos e materiais para campanhas de veículos espaciais, atividade fim da Unidade, pois envolvem-se todos os meios de "preparação, lançamento e rastreio" similar a uma operação de lançamento de foguetes suborbitais", explicou Hirasawa.

A Marinha do Brasil também participou desta segunda fase da operação, com o Navio-patrulha Goiana e Graúna, além do Rebocador de Alto Mar Triunfo, que auxiliaram na vigilância e remoção das embarcações nas proximidades dos possíveis impactos dos artefatos lançados.

"Realizamos uma coordenação com a Marinha do Brasil que promoveu envolvimento de três embarcações patrulhas, limitando o ingresso de qualquer embarcação ao polígono de segurança previamente delimitado", esclareceu o Chefe da Divisão de Operações do CLBI, Tenente-Coronel Aviador Marcello Correa de Souza.

Ainda de acordo com Souza, a ação conjunta viabilizou uma elevação do desempenho operacional, principalmente na celeridade proporcionada, traduzido pela diminuição do tempo necessário para realização de algumas etapas, como novas verificações preliminares a cada lançamento - esclarecimento marítimo - e ou espera pelo abandono de área por embarcações que se encontrem dentro da área de riscos, permitindo maior número de lançamentos num determinado intervalo de tempo.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL TRIBUNA DA BAHIA


Coluna do dia 07/05/2016


Alex Ferraz

Uma aviação sob alto risco (I)

A aviação brasileira, que sempre teve boa pontuação internacional, segue em pouso forçado. Depois de a associação internacional de pilotos classificar nosso espaço aéreo no mesmo mo risco daquele de países em guerra, eis que a as autoridades do setor decidiram, criminosamente, desativar meia dúzia de radares meteorológicos, inclusive na área de estados como Minas, Bahia e São Paulo, porque teria “manutenção muito cara”.

Uma aviação sob alto risco (II)

Para quem não sabe, o radar meteorológico é fundamental para a segurança plena do voo, pois indica como está o tempo à frente do percurso da aeronave, que assim pode ser desviada de altas conturbações.

No entanto, repito, eles custam “muito caro”, ou seja, algo em torno de R$ 200 mil mensais. Eu sovinice! Sobram bilhões para estádios, Olimpíada etc., e não há milhares para garantir a segurança de quem voa?

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Uso de drones será restrito em 300 cidades

Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República publicou medida para proteger municípios que receberão tocha olímpica


A Secretaria de Aviação Civil (SAC), da Presidência da República, publicou nesta semana uma medida que restringe o uso de veículos aéreos não tripulados, também chamados de drones, em mais de 300 cidades brasileiras. A principal justificativa para a medida é o “tour” da tocha olímpica por 329 municípios do País. A restrição será válida até 4 de agosto, véspera da cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio.
Segundo a nota, a utilização do espaço aéreo pelos drones não será autorizada nas cidades, exceto dentro de áreas já estabelecidas previamente e por operadores que tiverem os documentos como autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), autorização de voo do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e registro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
A restrição é válida para os drones de uso não recreativo, como os que são utilizados por emissoras de TV e produtores de vídeo para captar imagens.
Regulamentação. Atualmente, o Brasil desenvolve uma regulamentação sobre veículos aéreos não tripuladas (ou “vants”, na sigla em português). Segundo proposta da Anac, os drones só poderão ser usados quando todas as pessoas num raio de 30 metros do aparelho autorizarem sua utilização – o que, na prática, inviabilizaria os veículos de serem utilizados em áreas urbanas.
Os aparelhos, porém, estariam liberados de funcionar em áreas privadas, desde que os proprietários dos imóveis autorizem sua utilização e se responsabilizem por acidentes.
Outra proposta do regulamento é a de que o piloto de qualquer tipo de drone deverá ter mais de 18 anos e fazer um seguro com cobertura de danos a terceiros.
Se a pessoa for pilotar um drone de uma tonelada, por exemplo, terá que seguir as mesmas regras que se aplicam a uma aeronave tripulada, como o registro e certificação da aeronave e habilitação do piloto. Para operar drones menores, que pesam até 25 kg, será necessário apenas o cadastro do aparelho.
Prazo. A regulamentação, porém, não tem data prevista para ser aprovada nem para entrar em vigor. A última previsão da Anac era de que o texto fosse regularizado a tempo do início da Olimpíada.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Marinha abre 111 vagas em seleção para o Corpo de Saúde

As provas serão aplicadas em 14 cidades espelhadas pelo país

Lorena Pacheco

Profissionais formados em enfermagem, farmácia, fonoaudiologia, nutrição e medicina podem fazer parte do Corpo de Saúde da Marinha. Uma nova seleção pública foi aberta nesta sexta-feira (6/5), segundo regulamento publicado no Diário Oficial da União. São oferecidas 111 vagas, ao todo.

As inscrições podem ser feitas de 12 de maio a 13 de junho, pelo site www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressonamarinha.mar.mil.br, exceto para os cargos de médico, em que os candidatos devem participar de 23 de maio a 30 de junho.

As provas objetiva e de redação, ainda sem data definida, serão aplicadas em Brasília, Rio de Janeiro, Vila Velha/ES, Natal, Olinda, Fortaleza, Belém, São Luís, Rio Grande/RS, Porto Alegre, Florianópolis, Ladário/MS, São Paulo e Manaus. Haverá também inspeção de saúde, teste de aptidão física, comprovação de documentos, prova de títulos e curso de formação, com início em 27 de março de 2017, no Rio de Janeiro.

Dentre as especialidades para medicina estão: anestesiologia, cardiologia, cirurgia-geral, clínica médica, geriatria, hematologia, ginecologia e obstetrícia, neurologia, ortopedia, pediatria, radiologia, urologia, entre outras. O cargo sozinho detém 100 oportunidades.

OUTRAS MÍDIAS


REVISTA OPERACIONAL


Colégio Brigadeiro Newton Braga celebra o dia das mães

Por Redação
No último dia 06 de maio, o Colégio Brigadeiro Newtom Braga do Comando da Aeronáutica, abriu suas portas para receber as mães dos alunos do primeiro segmento do Ensino Fundamental. A atividade alusiva ao dia das mães foi coordenada pela 1° Ten Gabriela Russo, coordenadora do segmento, e contou com a participação do corpo docente da instituição que se revezou em oficinas de artesanato e gincana para mães e filhos.

A integração entre a família e a escola é uma das propostas de ação do diretor da unidade, o Cel Esp Erasmo Ferreira de Souza Filho. A nova gestão vem intensificando a realização de atividades que levam a família para o interior da escola, garantindo um importante aliado no processo ensino-aprendizagem e na gestão democrática da unidade escolar.

FLIGHT GLOBAL


What to expect from Farnborough International Airshow 2016

It may be a global village that comes to life for a week every two years, but there is an increasingly established feel to the Farnborough show grounds. Around the perimeter, housing, smart offices and an upscale hotel have replaced a clutter of redundant buildings from its days as a Cold War defence establishment. And on the slope facing the modern hangars and terminal of Farnborough business airport on the other side of the runway, permanent exhibition buildings are emerging.
The first to appear was Five, in recent years BAE Systems air show home but hired out as an events venue the rest of the time. Then, in time for Farnborough 2014, a permanent chalet Row A was constructed, with exhibitors committing to long-term leases to secure prime positions overlooking the flight line. Lockheed Martin, one of the biggest supporters of the show, is now building a year-round pavilion, ready for Julys show.
The most significant permanent addition will be a new exhibition complex, on the site occupied by the temporary Hall 1 and 1A. Work will begin shortly after this years show ends with the public weekend on 16/17 July, with the intention of having the building open for Farnborough 2018, says Shaun Ormrod, chief executive of show organiser Farnborough International (FIL), which is owned by UK industry federation ADS.
Although the building will provide some exhibitors with a much more comfortable home for the week – with air conditioning, wi-fi, catering and meeting rooms – the benefits of the investment go beyond the show itself, maintains Ormrod. The facility will compete with exhibition centres around the country, including in Harrogate and Mancheter, and provide valuable third-party revenue for FIL and ADS. “Its all about protecting Farnborough for the future,” he says.
As for the show itself, show director Amanda Stainer promises “the most international Farnborough yet”, with a “huge overseas presence” from small and medium-sized enterprises as well as airframers. Among the 20 country pavilions will be some from China, which is doubling its presence from 2014, and – in a sign of rapprochement with the once pariah Islamic Republic – the first representation from Irans aerospace sector in modern times.
Airbus, as ever, is expected to have a major presence with an A350 and A380 flying. In addition, A350-900 launch customer and Farnborough and Paris stalwart Qatar Airways is likely to exhibit both types. FIL says it is “hopeful” of having Bombardiers CS100 or CS300, and the new Embraer E-Jet E2 “at least on the static”.
On the military side, the Lockheed Martin F-35 will make its debut outside the USA, with up to five examples flying. Embraer too will display its KC-390 airlifter for the first time at an air show. The Brazilian manufacturer will be keen to use the opportunity to promote the tanker-transport, which still has just its domestic customer and has had its entry into service delayed until 2018. However the prototype is back in flight test and a second aircraft is close to joining it.
Meanwhile, the Antonov An-178 transport will also appear for the first time at Farnborough. The Ukrainian-built aircraft, which flew for the first time in May last year, is due for certification at the end of 2016. Late last year, Saudi Arabia signed a memorandum of understanding for 30 examples.
This years show will also be a stage for Boeings centenary celebrations – the actual anniversary falls at the end of the week, on Friday 15 July. Although plans are under wraps, both FIL and Boeing hint at a spectacular to mark the date. At the 2012 Farnborough, Boeing famously made a return to the flying display with its 787-8. With its next new programmes – the 787-10 and the 777X – not due to fly until later in the decade, expect the emphasis to be on Boeings heritage.
On a more sobering note, there will perhaps be an increasing emphasis on safety this year. Farnborough and the Royal International Air Tattoo, which takes place over the 9/10 July weekend, will be the first major air shows to take place in the UK since the Shoreham disaster in August in which 11 people were killed. FIL insists “safety governs every aspect” of the air show and that its “own set of regulations… go above and beyond those of the [UK Civil Aviation Authority]”.
Included in these is the so-called “Farnborough bowl” rule which requires that pilots are only permitted to fly to their minimum display heights within the airfield boundary. At Shoreham, the casualties occured when a Hawker Hunter manoeuvre went wrong and the aircraft crashed on a busy main road. In addition, says FIL, flights are monitored by an electro-optical tracking system that flags if any pilots display deviates from that approved in validation.
But while the metal on the static and in the skies over the show site enjoys the spotlight, it is behind closed doors in the chalets, and in the halls – where hundreds of exhibitors hope to catch the eye of potential buyers – that the real business of Farnborough will be done. Once again, the week of 11 July will see tens of thousands of aerospace professionals from all over the world converge on a Hampshire town to make new contacts, entertain customers and seal multi-million dollar deals.

DEFENSEWORLD.NET (ÍNDIA)


AEL Delivers Wide Area Display Software For Brazilian Gripen Jets

Saabs Brazilian partner AEL Sistemas (AEL) has successfully delivered the Wide Area Display (WAD) Demo HMI Software for the Gripen NG jet.
In February 2015, Saab announced the selection of AEL as a new Gripen supplier in Brazil. Saab and AEL also signed a contract for the transfer of technology. AEL is responsible for providing the WAD, the Head-Up Display (HUD) and the Helmet Mounted Display (HMD), which will be integrated in the Gripen NG for Brazil as part of the F-X2 contract.
The new avionics systems development programme, commenced in the first semester of 2015, will run over four years and includes development, integration and production work to be performed in Porto Alegre - RS. System integration work will be undertaken by Saab and Embraer.
The WAD Demo HMI Software is a representative application that demonstrates some of SAAB HMI concepts for the WAD. AEL engineers developed it in tight co-operation with Saab HMI specialists with the goal of providing a glimpse of the WAD capabilities when integrated in the Gripen aircraft.
The aircraft HMI software development schedule is on-going as planned by Saab. WAD Demo HMI solution is an on-going programme developed by AEL according to Saab requirements. The main functionalities implemented by AEL in the WAD Demo first delivery are: WAD Window manager to support the display layout defined for Gripen; pilot interaction via touch, using the IR touch; digital Moving Map with Gripen symbols and color palette; primary Flight Display with Gripen color palette; and LDP and radar formats demonstration.
Additional functionalities will be implemented in the following versions to be delivered soon.
This is an important delivery from AEL in the development of Gripen NG for Brazil and a significant milestone in the transfer of technology programme. AEL has performed very well with timely deliveries and excellent quality and the co-operation between AEL and Saab is very efficient, says Mikael Franzén, head of business unit Gripen Brazil in Saab business area Aeronautics.
We are proud to deliver this application in time and with quality, enabling Saab HMI team to continue their work towards the future WAD HMI software. We believe this delivery highlights and evidences AELs commitment within Saab and Brazilian Air Force to provide the next generation cockpit for next generation fighter states Sérgio Horta, AELs president.

O POPULAR (GO)


Gringos estão de olho em caças da Base Aérea de Anápolis

Réplicas do caça estão presentes na entrada da Base Aérea do município e na Praça Americano do Brasil, um presente da FAB em agradecimento à cidade
Diomício Gomes
ImagemA Base Aérea de Anápolis, a 59 quilômetros de Goiânia, já recebeu a visita de duas empresas estrangeiras para verificação e avaliação dos oito caças tipo Mirage 2000 que estão a venda pela Força Aérea Brasileira (FAB). Uma das empresas presentes seria a francesa Dassault Aviation, fabricante do modelo. No próximo dia 18, em Londres (Inglaterra), serão abertos os envelopes das propostas de aquisição das aeronaves. Até um dia antes ainda é permitido que os interessados visitem a Base Aérea e verifiquem os objetos a venda. Além das aeronaves, há também licitação para a venda das peças extras adquiridas desde 2005.

Em 2005 o Brasil adquiriu 12 aeronaves Gripen [sic], substituindo os Mirage III. Dessas, 4 permanecerão no país, segundo a FAB

Segundo informações de militares da Base Aérea, ainda há tempo de que outros interessados estejam no local, especialmente se o interesse for de outros países, já que a negociação pode estar sendo feita via Ministério da Defesa ou de Relações Exteriores, mas não houve qualquer contato com a base até então. Como as aeronaves estão aposentadas desde dezembro de 2013, os compradores teriam apenas três motivos para a aquisição: usar as peças, revitalizar ou deixar em museus.

O professor de Direito Aeronáutico, Georges Ferreira afirma que, normalmente, esta frota restante é usada em museus militares ou áreas da própria FAB. A licitação permite que qualquer pessoa física ou jurídica adquira o lote de aeronaves e peças, desde que se obtenha a liberação do governo francês e nenhuma restrição em contratar com o Brasil. A França exigiu essa cláusula quando da venda das aeronaves ao governo brasileiro, de modo que pudesse impedir que as armas fossem compradas posteriormente por algum país inimigo.

Ferreira explica, no entanto, que essas operações, normalmente, são feitas entre países. "Outras nações ainda utilizam os Mirage, como o Peru, Egito, Argélia e Marrocos. Esses países podem ser interessados para canibalizar as aeronaves." O termo usado na aviação tem significado semelhante ao de desmanche dos carros, ou seja, as aeronaves seriam compradas para que se aproveitem as peças.

PORTAL MEON (SÃO JOSÉ DOS CAMPOS)


Projeto desenvolvido pela Avibras passa por testes em base da FAB

Empresa de São José dos Campos atua como parceira do Exército no projeto
Do Meon
ImagemO CLBI (Centro de Lançamento da Barreira do Inferno), base da FAB (Força Aérea Brasileira) localizada em Parnamirim (RN), sediou na última semana de abril uma das fases da Operação Astros 2020/2016, prevista no cronograma de desenvolvimento de sistemas e equipamentos em desenvolvimento pela Avibras, empresa aeroespacial de São José dos Campos, dentro do PEE Astros 2020 (Projeto Estratégico do Exército Brasileiro).

De acordo com o Coordenador Geral da Campanha pela Avibras, Hélio Ricardo Barroso, o CLBI tem sido o cenário ideal, pois proporciona condições de segurança, excelência operacional, proficiência técnica e know-how - informações, tecnologias etc - dos recursos humanos envolvidos nas atividades de preparação, lançamento e rastreio de veículos.
"A logística facilitada pela localização do Centro, material humano qualificado, meios operacionais disponíveis e adequadamente mantendo somados à excelente relação de cordialidade entre as instituições são fatores essenciais que levam ao sucesso da parceria", afirmou Barroso.
Segundo o representante da Avibras, a precisão dos meios operacionais do CLBI assegura decisões em momentos vitais das operações. "A confiabilidade dos dados de telemetria, que permitem análise posterior, proporciona ajustes e/ou correções para melhoria contínua do produto final. A capacidade de rastreio radar, proporcionado pelos radares Adour e Bearn, que permitem assegurar, em tempo real, uma correta decisão, principalmente quando há desvios em relação às trajetórias nominais, aumentando assim a segurança geral das campanhas", explica Barroso.
O diretor do CLBI, Coronel Aviador Paulo Junzo Hirasawa, destacou a capacidade operacional à disposição dos clientes e a importância, em particular, da parceria com a Avibras, que tem proporcionado treinamento e manutenção da elevada capacitação técnica e operacional dos meios materiais e humanos.
Imagem"Inserida no calendário operacional do CLBI, a Operação Astros 2020 faz com que a cadência de atividades operacionais se torne mais elevada, proporcionando uma contínua e adequada capacitação de recursos humanos e materiais para campanhas de veículos espaciais, atividade fim da Unidade, pois envolvem-se todos os meios de "preparação, lançamento e rastreio" similar a uma operação de lançamento de foguetes suborbitais", explicou Hirasawa.
A Marinha do Brasil também participou desta segunda fase da operação, com o Navio-patrulha Goiana e Graúna, além do Rebocador de Alto Mar Triunfo, que auxiliaram na vigilância e remoção das embarcações nas proximidades dos possíveis impactos dos artefatos lançados.
"Realizamos uma coordenação com a Marinha do Brasil que promoveu envolvimento de três embarcações patrulhas, limitando o ingresso de qualquer embarcação ao polígono de segurança previamente delimitado", esclareceu o Chefe da Divisão de Operações do CLBI, Tenente-Coronel Aviador Marcello Correa de Souza.
Ainda de acordo com Souza, a ação conjunta viabilizou uma elevação do desempenho operacional, principalmente na celeridade proporcionada, traduzido pela diminuição do tempo necessário para realização de algumas etapas, como novas verificações preliminares a cada lançamento - esclarecimento marítimo - e ou espera pelo abandono de área por embarcações que se encontrem dentro da área de riscos, permitindo maior número de lançamentos num determinado intervalo de tempo.

SÓ NOTÍCIAS (MT)


Cenipa divulga relatório sobre avião que atingiu árvores em Mato Grosso

Fonte: Só Notícias/Weverton Correa

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgou o relatório final do acidente envolvendo o avião Aero Boero AB-115, no aeródromo de Santo Antônio de Leverger. Ele, que havia partido do aeródromo de Cuiabá para voo de instrução de toque e arremetida, acabou saindo da pista e colidiu contra 2 árvores. Dois tripulantes estavam à bordo e não ficaram feridos. O caso foi em dezembro de 2013.

No relatório, no Cenipa destacou que “a aeronave tocou suavemente o solo e deu uma pequena flutuada. Ao voltar ao solo, pela segunda vez, já com a bequilha no asfalto (pouso de três pontos), ocorreu uma guinada para a esquerda, fazendo com que o instrutor assumisse os comandos”.

Segundo o relatório, “ao assumir os comandos, o instrutor comandou pedal direito a fundo, motor a pleno, profundor a frente e manche para direita. Com esses comandos, o instrutor tinha a intenção de ganhar energia (motor a pleno) para adquirir efetividade nas superfícies aerodinâmicas, de modo a elevar a bequilha do solo (manche a frente) e tentar produzir forças no sentido de guinar o avião para direita (leme e aileron para direita)”.

Conforme o documento, “o comando de aileron para direita produziu um movimento de rolagem que elevou a asa esquerda, ocasionando o deslocamento da aeronave no solo, apoiada apenas pela roda do trem direito. É possível verificar uma única marca deixada no solo pelo atrito do pneu direito”.

O Cenipa frisou que “a primeira hipótese (aeronave voando) foi descartada, devido à presença da marca da roda direita no solo até o ponto de primeiro impacto. Sendo assim, torna-se bastante evidente que o avião estava, realmente, com inclinação de asa para direita no momento da colisão contra a primeira árvore”.

O instrutor possuía cerca de 270 horas de voo e estava habilitado para o voo de instrução. O aluno possuía 20 horas de voo e a instrução em que ocorreu o acidente, antecederia o seu primeiro voo solo. A aeronave estava com o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) válido.


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