|

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 14/03/2016 / O céu sobre as cabeças


O céu sobre as cabeças ...


O historiador grego Estrabão conta que, certa vez, quando Alexandre, o Grande, encontrou guerreiros celtas que viviam às margens do Danúbio, perguntou-lhes o que mais temiam. Ouviu como resposta que não temiam nada, exceto que o céu lhes caísse sobre as cabeças.

É difícil imaginar de qual experiência concreta guerreiros celtas do século 4º a.C. possam ter tirado esse medo, mas quem vive no século 21 tem razões para temor comparável: os drones.

Eles estão cada vez mais populares, embora existam poucas regras para seu uso. Nos EUA, no último Natal, foram vendidos 400 mil aparelhos que voam controlados por um piloto em terra. No Brasil, devido à carência de regulamentação, o número nem sequer é conhecido. Especula-se que o atual estoque de drones no país esteja em torno de 50 mil.

De vez em quando essas aeronaves caem. Desde 2001, os militares norte-americanos já registraram 237 acidentes classe A (que resultaram na destruição da nave ou provocaram prejuízos de ao menos US$ 2 milhões) com seus aparelhos em todo o mundo. Pode-se assumir que drones militares são melhores e mais bem pilotados que os civis.

Uma investigação do jornal "The Washington Post" sugere que esse número pode ser bem maior.

A febre dos drones civis é mais recente, mas já há registro de acidentes. Por enquanto, sem mortes.

O quadro fica mais preocupante pelo risco de colisão com aeronaves tripuladas. Um estudo americano contou, de dezembro de 2013 a setembro de 2015, 921 ocorrências desse gênero, das quais 35% se enquadraram nos critérios de quase acidente da FAA, a agência de aviação civil dos Estados Unidos.

Resolver o problema não é tão simples quanto pode parecer. Uma medida óbvia como exigir que o piloto esteja sempre próximo à aeronave e jamais a perca de vista limita o potencial de usar esses aparelhos para fins comerciais —caso das entregas, por exemplo.

Atuando nesse complexo xadrez, a FAA pretende baixar regras menos restritivas do que as atualmente em vigor nos EUA, muito embora o quadro geral seja descrito como um Velho Oeste.

No Brasil, a regulação é ainda mais precária. Sabe-se que ela deve envolver pelo menos as agências responsáveis pelas radiofrequências (Anatel), pelo uso do espaço aéreo (Decea) e pelas regras de aparelhos e pilotos (Anac).

Como nada em Brasília deve acontecer até que a crise política se resolva, só nos resta, como os celtas, rezar para que o céu não nos caia sobre as cabeças.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL SPUTNIK BRASIL


Rússia elabora pontes invisíveis para Forças Armadas

As novas pontes rodoviárias serão invisíveis para os modernos meios de reconhecimento, disse na segunda-feira (14) o vice-ministro da Defesa russo, Dmitry Bulgakov.

A carcaça das pontes será feita de compósitos e outros materiais inovadores, o que permitirá reduzir o seu peso geral, aumentar a sua carga máxima e a distância entre pilares, facilitando ao mesmo tempo o processo de montagem.
“Além disso, estas pontes permitirão reduzir os gastos na sua manutenção e aumentar os prazos de vida útil, inclusive os prazos de conservação dos componentes”, disse o vice-ministro russo.
Segundo ele, algumas empresas industriais, nomeadamente privadas, já estão realizando pesquisas científicas nesta área.
O militar russo acrescentou que os trabalhos de projeção deste tipo de pontes serão realizados com a participação de especialistas da Academia Militar de Abastecimento Técnico-Militar Khrulev.

PORTAL G-1


Chega a cinco número de mortes causadas pela chuva no Rio

Cidade voltou ao estágio de atenção na madrugada deste domingo (13). Óbitos foram na Rocinha, Chácara do Céu, Rocha Miranda e no Centro.

Mais uma morte foi confirmada e chegou a cinco o número de óbitos no município do Rio de Janeiro, até o início da noite deste domingo (13), em decorrência da chuva que atingiu a cidade na noite de sábado (12).
A última vítima identificada até as 18h30 deste domingo (13) foi Edson S. Conceição, 39 anos, socorrido pelos bombeiros na Rua do Passeio, no Centro do Rio. Ele foi encaminhado para o Hospital Souza Aguiar, mas, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, já chegou morto ao local. Ele teria se afogado na via alagada.
Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, duas pessoas morreram após um desabamento na Chácara do Céu, na região do Leblon, na Zona Sul, na noite de sábado. Uma das vítimas foi identificada como Luciano R. Modesto, de 38 anos. A outra é um homem que não foi identificado pela corporação.
Outro óbito foi confirmado na Favela da Rocinha, em São Conrado, também na Zona Sul do Rio. O homem foi identificado como Carlos M. Silva, de 58 anos. A causa da morte não foi informada.
Em Rocha Miranda, no Subúrbio, os bombeiros encontraram no fim da manhã de domingo um homem que estava desaparecido. Ele foi identificado como Luiz Carlos F. Cancio e teria se afogado na Rua dos Italianos.
Segundo o Corpo de Bombeiros, as buscas já foram encerradas e agora a Defesa Civil Municipal fará análises nos locais prejudicados pelo temporal.
Risco de deslizamento
O Rio voltou ao estágio de atenção por volta das 3h deste domingo devido à chuva que foi registrada durante a madrugada. O alerta foi feito pelo Centro de Operações da Prefeitura do Rio e se mantinha até as 19h. Ainda segundo a prefeitura, a probabilidade de escorregamento de terra era alto nas áreas da Zona Sul e da Baía de Guanabara.
45% do esperado para março
De acordo com o Sistema Alerta Rio, a chuva registrada na noite deste sábado foi 45% do que era esperado para todo o mês de março. As zonas Norte, Sul e Centro foram as áreas mais afetadas. A tempestade foi concentrada entre 19h e 21h e deixou o município em estágio de crise, o mais grave em uma escala de três níveis – atenção é o segundo e normalidade.
"Nesse intervalo de duas horas, os índices pluviométricos registrados nas estações Alto da Boa Vista (165,8mm) e Tijuca/Muda (123,2mm) foram considerados históricos para a região. Ontem, em apenas 60 minutos, choveu na cidade do Rio de Janeiro o equivalente a seis horas do último temporal registrado em algumas cidades da região metropolitana de São Paulo, na última quinta-feira", informou, em nota.
Lama, lixo e queda de árvores
A cidade amanheceu com lama e lixo em diversos pontos, como na Tijuca, Zona Norte, um dos pontos mais afetados pelo temporal; na Leopoldina, região central do Rio; na Gávea e no Jardim Botânico, na Zona Sul.
Apesar da inauguração do piscinão recentemente, a Praça da Bandeira voltou a alagar e foi fechada para o trânsito – as Ruas do Matoso e Barão de Iguatemio estavam entre as intransitáveis. Desde 5 de dezembro de 2013 a Praça da Bandeira não alagava. Houve relatos de entulho, lixos espalhados e carros abandonados por causa do temporal. A água invadiu estabelecimentos comerciais e houve relatos de que dez carros ficaram submersos na garagem de um prédio na Rua Paraíba.
Árvores caíram na Rua Barão de Itapagipe, na Tijuca, altura do Hospital da Aeronáutica, na Rua Titara, altura da Rua Paulo Silva, em Todos os Santos, no Subúrbio, e em Vila Isabel, na Rua Ribeiro Guimarães. Um deslizamento de terra ocupou faixa da Rua São Miguel, altura da Travessa Afonso, na Tijuca.
A Prefeitura do Rio declarou que, "enquanto todas as obras não forem concluídas, o sistema de controle de enchentes da Grande Tijuca não estará operando plenamente". E que cerca de 800 funcionários da prefeitura "estão nas ruas nesse domingo para trabalhar na limpeza e vistoria das áreas castigadas pela chuva que atingiu a cidade ontem à noite".
A Prefeitura do Rio pedia aos moradores que evitassem sair de casa enquanto a chuva permanecesse forte. A previsão era que o temporal durasse por pelo menos 1 hora.
Pelo Twitter, o prefeito Eduardo Paes enviou a seguinte mensagem: "Estamos com um volume de chuvas muito grande no Maciço da Tijuca. Portanto, moradores ou pessoas que se deslocam para as Zonas Norte e Sul da cidade devem evitar sair de casa até que a situação melhore".
Quase 40 sirenes de alerta
Sirenes de alerta tocaram em 39 comunidades, principalmente na Zona Sul e na região da Tijuca, para que os moradores buscassem pontos seguros nas favelas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, houve um deslizamento de terra no Morro da Mangueira, na Zona Norte, mas não houve registro de vítimas. O deslizamento ocorreu na localidade conhecida como Buraco
Por causa da chuva forte, a Via Binário, na Zona Portuária foi fechada ao tráfego no sentido Praça Mauá, a partir da Rodoviária Novo Rio, no Santo Cristo. Uma das principais vias de acesso do Rio, a Avenida Brasil registrava pontos de alagamento e lentidão no trânsito, na pista sentido Centro, entre Ramos e Benfica e no sentido Zona Oeste, entre Coelho Neto e Deodoro.
Um raio que caiu nas proximidades da Zona Sul deixou bairros como o Jardim Botânico e a Lagoa momentaneamente sem energia.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


O céu sobre as cabeças


O historiador grego Estrabão conta que, certa vez, quando Alexandre, o Grande, encontrou guerreiros celtas que viviam às margens do Danúbio, perguntou-lhes o que mais temiam. Ouviu como resposta que não temiam nada, exceto que o céu lhes caísse sobre as cabeças.
É difícil imaginar de qual experiência concreta guerreiros celtas do século 4º a.C. possam ter tirado esse medo, mas quem vive no século 21 tem razões para temor comparável: os drones.
Eles estão cada vez mais populares, embora existam poucas regras para seu uso. Nos EUA, no último Natal, foram vendidos 400 mil aparelhos que voam controlados por um piloto em terra. No Brasil, devido à carência de regulamentação, o número nem sequer é conhecido. Especula-se que o atual estoque de drones no país esteja em torno de 50 mil.
De vez em quando essas aeronaves caem. Desde 2001, os militares norte-americanos já registraram 237 acidentes classe A (que resultaram na destruição da nave ou provocaram prejuízos de ao menos US$ 2 milhões) com seus aparelhos em todo o mundo. Pode-se assumir que drones militares são melhores e mais bem pilotados que os civis.
Uma investigação do jornal "The Washington Post" sugere que esse número pode ser bem maior.
A febre dos drones civis é mais recente, mas já há registro de acidentes. Por enquanto, sem mortes.
O quadro fica mais preocupante pelo risco de colisão com aeronaves tripuladas. Um estudo americano contou, de dezembro de 2013 a setembro de 2015, 921 ocorrências desse gênero, das quais 35% se enquadraram nos critérios de quase acidente da FAA, a agência de aviação civil dos Estados Unidos.
Resolver o problema não é tão simples quanto pode parecer. Uma medida óbvia como exigir que o piloto esteja sempre próximo à aeronave e jamais a perca de vista limita o potencial de usar esses aparelhos para fins comerciais —caso das entregas, por exemplo.
Atuando nesse complexo xadrez, a FAA pretende baixar regras menos restritivas do que as atualmente em vigor nos EUA, muito embora o quadro geral seja descrito como um Velho Oeste.
No Brasil, a regulação é ainda mais precária. Sabe-se que ela deve envolver pelo menos as agências responsáveis pelas radiofrequências (Anatel), pelo uso do espaço aéreo (Decea) e pelas regras de aparelhos e pilotos (Anac).
Como nada em Brasília deve acontecer até que a crise política se resolva, só nos resta, como os celtas, rezar para que o céu não nos caia sobre as cabeças.

OUTRAS MÍDIAS


SURTO OLÍMPICO


Regys Silva

Segurança dos Jogos de 2016 terá efetivo de 38 mil militares das Forças Armadas

Cerca de 38 mil militares das Forças Armadas estão preparados para atuar na área de segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 em um esquema de trabalho integrado com o Ministério da Justiça, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e órgãos de segurança ligados aos governos estaduais e municipais.
Os militares atuarão durante as competições no Rio de Janeiro e nas cidades que receberão as partidas de futebol: Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Manaus. Cerca de 20 mil desses militares ficarão no Rio de Janeiro, divididos entre as quatro regiões olímpicas: Copacabana, Maracanã, Barra da Tijuca e Deodoro.
O modelo de operação integrada já foi adotado, com sucesso, em outros eventos sediados no Brasil, como os Jogos Pan-Americanos (2007), os Jogos Mundiais Militares (2011), a Conferência das Nações Unidas Rio+20 (2012), a Jornada Mundial da Juventude (2013), a Copa das Confederações (2013) e a Copa do Mundo FIFA 2014.
As ações de segurança se dividem em três eixos: segurança pública, defesa e inteligência. As funções e responsabilidades de cada um desses eixos estão estabelecidas no Plano Estratégico de Segurança Integrada (PESI). “Em todos os grandes eventos já realizados no País, as atribuições do Ministério da Defesa e das três Forças foram rigorosamente cumpridas, com todo o sucesso e com todo o êxito”, lembrou o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, durante entrevista coletiva realizada em Brasília.
O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, concorda e destaca a integração alcançada em experiências anteriores de atuação conjunta. “Temos um acúmulo de experiências dos eventos que ocorreram nos últimos anos, onde, em cada um deles, nós fomos aperfeiçoando a nossa integração com os órgãos de segurança pública e com a Agência Brasileira de Inteligência”, disse.
O Ministério da Defesa conta com recursos da ordem de R$ 704 milhões, distribuídos no período de 2014 a 2016, para realizar o treinamento dos militares das três Forças, se equipar e garantir as ações durante os Jogos. “Nós teremos, próximo a cada grande centro onde serão realizados os eventos, e também nas cidades do futebol, uma força de contingência com tropas numerosas, preparadas para atuar junto à população”, avaliou o almirante Ademir.
De acordo com o plano integrado, as atividades de Defesa Nacional incluem ações marítimas e fluviais; aeroespaciais e aeroportuárias; de transporte aéreo logístico; defesa química, biológica, radiológica e nuclear; proteção de estruturas estratégicas; segurança e defesa cibernética; fiscalização de explosivos, enfrentamento ao terrorismo e emprego de forças de contingência. O ministro Aldo Rebelo também destacou a importância da atuação integrada: “Há uma integração entre todas essas organizações, no sentido de potencializar a eficácia da defesa e da segurança pública”.
Em integração com a segurança pública e os órgãos de inteligência, o Ministério da Defesa atuará nas atividades de enfrentamento ao terrorismo; defesa química, biológica, radiológica e nuclear (DQBRN); e na segurança de dignitários e VIPs. A atuação das Forças Armadas depende de autorização expressa da Presidente da República para o emprego de tropas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO), sob a forma de um documento elaborado pela Casa Militar da Presidência da República.
Estrutura
As atividades de segurança a cargo do Ministério da Defesa ocorrerão a partir de coordenação/comandos, compostos pelas três Forças, que serão instalados no Rio de Janeiro e nas cinco cidades do futebol (Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Manaus e São Paulo). No Rio, o Comando Militar do Leste assumirá o Comando Geral de Defesa de Área (CGDA), responsável pelas ações nas regiões olímpicas de Deodoro, Maracanã, Barra e Copacabana. O CGDA será representado em todas essas regiões por um Comando de Defesa Setorial (CDS).
Cada uma das cidades do futebol contará com um Comando de Defesa de Área (CDA). Além disso, haverá um comando para cada uma das seguintes ações: combate ao terrorismo – que inclui a DQBRN, segurança e defesa cibernética, ações aeroespaciais e aeroportuárias, fiscalização de explosivos e logística militar.
Operação Tocha
A segurança do revezamento da tocha olímpica é de responsabilidade da Segurança Pública e conta com o trabalho integrado dos órgãos de segurança pública federais, estaduais e municipais. No entanto, as Forças Armadas poderão atuar como força de contingência, caso haja necessidade.
Enfrentamento ao Terrorismo
A estrutura da Defesa para o combate ao terrorismo é o Comando Conjunto de Prevenção e Combate ao Terrorismo (CCPCT), que reunirá todo o conhecimento e os meios em pessoal e material de contraterror das três Forças Armadas. O CCPCT atua em integração com o Ministério da Justiça e com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Durante os Jogos Olímpicos, além de sua estrutura central, que será instalada no Comando Militar do Leste, no Rio de Janeiro, o CCPCT se desdobrará em Centros de Controle Tático Integrado (CCTI), que ficarão junto de cada CDA nas cidades do futebol e, ainda, nas quatro regiões olímpicas do Rio de Janeiro.
“As Forças Armadas e o Ministério da Defesa dispõem de instrumentos e de ações próprias que se integram ao mesmo esforço do Ministério da Justiça numa atuação conjunta, que é disciplinada por protocolos que definem a quem cabe a responsabilidade da ação, dependendo de cada caso concreto”, explicou o ministro Aldo Rebelo.
Ações
Nos últimos anos, o Ministério da Defesa vem acumulando conhecimento nas ações de segurança para grandes eventos. Os militares das três Forças vêm participando de cursos de capacitação, exercícios conjuntos interagências e diversas outras atividades voltadas ao enfrentamento ao terror e às ações de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN). Também estão sendo realizadas diversas atividades em formato de intercâmbio com outros países que possuem tradição em sediar grandes eventos, como Estados Unidos e Reino Unido.
Até a realização dos Jogos, em agosto deste ano, estão previstas ainda uma série de atividades, como cursos e treinamentos. Nesta semana, por exemplo, está sendo realizado o Curso de Descontaminação de Múltiplas Vítimas, com o objetivo de incrementar a capacidade brasileira para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. No dia 11, ocorrerá a simulação prática de incidentes, visando à capacitação de profissionais. O evento ocorrerá em Deodoro, na cidade do Rio de Janeiro.
Em 25 de março, a Marinha do Brasil vai realizar, em conjunto com a Marinha dos Estados Unidos e órgãos federais e estaduais de segurança pública, um exercício de contraterrorismo, em local ainda a ser definido. Será simulada uma ação terrorista, com a finalidade de testar a reação das equipes brasileiras e permitir o aprimoramento das técnicas de abordagem e resgate de navio sequestrado.
Como parte da etapa de sensibilização da população, o Ministério da Defesa, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) realizam, desde o início deste ano, o Estágio para Percepção de Ameaça Terrorista (EPAT). As atividades buscam sensibilizar as pessoas que estarão envolvidas na realização dos Jogos Olímpicos, como taxistas, trabalhadores da rede hoteleira, de bares e de restaurantes. O Estágio percorrerá todas as cidades que sediarão competições dos Jogos Olímpicos.

PORTAL CRUZEIRO DO SUL (SP)


Um dia na história

Eric Mantuan
O Cruzeiro do Sul noticiava em 14 de março de 1976 que o avião Cessna 310/C prefixo PT/BFL que havia caído na Fazenda Alteza, em George Oetterer, ainda não havia sido retirado do local do acidente. Os dois passageiros do voo haviam se ferido. "Face as dificuldades de acesso ao local, agravado ainda mais pelas últimas chuvas, não foi possível o seu resgate, o que deverá acontecer na próxima semana, quando uma equipe da Força Aérea Brasileira (FAB) deverá se deslocar até a região". A aeronave sofrera uma pane simultânea nos dois motores ao atingir a região de Ipanema e caiu próximo de uma plantação de eucaliptos em meio a um voo de verificação de suas condições gerais. Um industrial da cidade era um dos passageiros.



Leia também:









Receba as Últimas Notícias por e-mail, RSS,
Twitter ou Facebook


Entre aqui o seu endereço de e-mail:

___

Assine o RSS feed

Siga-nos no e

Dúvidas? Clique aqui




◄ Compartilhe esta notícia!

Bookmark and Share



Eventos






Publicidade






Recently Added

Recently Commented