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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 07/09/2017 / França vai ter drones armados até 2019



França vai ter drones armados até 2019 ...  


A França opta por armar os drones militares de observação e de reconhecimento até 2019 ...  


“Adaptação”. É disso que se trata, nas palavras da ministra da Defesa francesa, Florence Parly, no armamento de drones até agora apenas de observação e reconhecimento, a ser feito até 2019.

A França junta-se assim ao grupo cada vez maior de países a ter tomado a mesma decisão como os Estados Unidos, Israel e a Grã-Bretanha.

O anúncio ministerial foi feito ante um público de militares e parlamentares na universidade de verão da Defesa, em Toulon, no sudeste francês. Os drones Reaper que a França tem serão equipados de meios de ataque até 2019, eventualmente com munições europeias e os que foram encomendados, de produção americana, serão entregues também em 2019 já armados, enquanto se espera a homologação de um drone de fabrico europeu até 2025.

Uma evolução da capacidade de combate, declarou Parly, que fará pesar uma ameaça permanente sobre os grupos armados terroristas, nomeadamente os do deserto do Sahel.

Neste momento, a França tem 5 drones Reaper não armados posicionados na capital nigeriana, Niamey, para apoiar os 4000 militares destacados na operação de contra-terrorismo Barkhane, em África, e um outro em território francês.

“Para lá das nossas fronteiras, o inimigo é mais furtivo, mais móvel, desaparece no vasto deserto do Sahel e dissimula-se entre a população civil”, afirmou Parly, acrescentando: “Ao encarar isto, nbão podemos permanecer estáticos. Os nossos métodos e equipamentos devem adaptar-se. É com isto em mente que decidi iniciar o processo de armamento dos nossos drones de observação e de reconhecimento.”

A ministra afastou ainda as críticas que acusam os drones armados de não serem mais do que robots da morte, afirmando que a não presença de pilotos no local e a reação muito mais rápida se localizada uma ameaça conduzem à “diminuição do risco de danos colaterais”.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Tropas brasileiras no Haiti rumam ao norte para ajudar população durante passagem do Irma

Decisão foi tomada depois de autorização dada pela ONU para estender a atuação dos militares brasileiros na Minustah, que terminou na quinta-feira

Luciana Garbin

Tropas brasileiras no Haiti seguiram na manhã desta quarta-feira, 6, para a região de Saint-Marc, no norte do país, para ajudar a população durante e após a passagem do furacão Irma.
A decisão foi tomada depois da autorização da ONU para estender até 17 de setembro a atuação dos militares brasileiros na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah), que havia terminado na quinta-feira, 31 de agosto.
“Às 11 horas, enviei dois grupamentos de 48 homens cada para Saint-Marc, cidade que fica entre Porto Príncipe e a área ao norte onde o furacão atingirá o país”, explica o general Ajax Porto Pinheiro, force commander da Minustah. “Dois outros grupamentos ficarão de reserva na capital para serem empregados em diferentes regiões.” Há ainda no país outros 12 pelotões de infantaria. “Não podíamos abandonar os haitianos agora”, afirma o force commander. “Eles não terão a ajuda de outros países como no ano passado. O Caribe inteiro será violentamente atingido.”
Cada grupamento enviado ao norte haitiano é composto por uma seção de engenharia, uma equipe médica e um pelotão de infantaria. No total, cada um deles leva 17 viaturas e máquinas para desobstruir barreiras em estradas, além de botes infláveis.
"Esses grupamentos têm capacidade de permanecer isolados por mais de uma semana, pois têm caminhões de água, combustível, geradores e cozinha”, explica o force commander. “Amanhã (quinta-feira), pernoitarei com eles em Saint-Marc, onde celebraremos o Dia da Independência do Brasil e acompanharemos a passagem do furacão.”
A expectativa é de que o Irma atinja o norte do Haiti já nesta quinta-feira e os efeitos sejam sentidos também na capital, Porto Príncipe, mais ao sul. Segundo a Seção de Comunicação Social do Batalhão Brasileiro, são esperados inundações e deslizamentos de terra provocados por chuvas e ondas, além de problemas causados pelos fortes ventos, que devem atingir o Haiti a pelo menos 120 km/h. O órgão afirma que os militares aguardarão a passagem do furacão “em local seguro e abrigado (contêineres)”.
Na manhã de sexta-feira, os dois grupamentos seguirão juntos até Gonaives. De lá, um irá para Port-de-Paix e o outro para Cap Haitien e Fort Liberte, regiões que devem ser duramente atingidas.
O comandante da Companhia de Engenharia da Força de Paz (Braengcoy), Anderson Soares do Carmo, lembra que nos últimos meses foi feita uma série de reconhecimentos de partes do Haiti porque já se tinha a informação de que a temporada de furacões deste ano poderia ser mais intensa que a de anos anteriores.
“A gente sabe por exemplo que, bem ao norte do país, há uma região montanhosa com tendência a deslizamentos e quedas de pontes”, explica. “Então devemos levar, entre outros equipamentos, escavadeiras e tratores de esteira para desobstruir vias para que a ajuda humanitária possa chegar.”
As tropas também têm um papel importante na segurança de instalações, zonas de pouso de helicópteros e comboios, para que não sejam saqueados, e distribuição de água e alimentos. Em 2016, o Furacão Matthew deixou mais de mil mortos no Haiti e os militares brasileiros foram fundamentais para que a ajuda humanitária pudesse alcançar a população em segurança.
De acordo com o general Ajax, a expectativa de término oficial da Minustah em 15 de outubro está mantida. “Esperamos estar de volta a Porto Príncipe até 17 de setembro, pois os voos de retorno ao Brasil, que estavam previstos para 11 de setembro, foram adiados para 21 de setembro”, explica. Já o embarque de armas, blindados e outros materiais em navios foi adiado da primeira para a segunda semana de outubro.

REVISTA ISTO É


Exército dos EUA se desculpa por panfleto considerado ofensivo no Afeganistão


Afp

As forças americanas no Afeganistão pediram desculpas, nesta quarta-feira (6), por divulgarem panfletos mostrando um cão com a profissão de fé muçulmana escrita no corpo do animal.
Para muitos muçulmanos, a imagem é considerada uma grande ofensa.
Na foto desse panfleto, que circula pelas redes sociais, vê-se um leão que persegue um cão branco – cor da bandeira talibã -, em cujo corpo está escrito “Não há nenhum Deus além de Alá, e Maomé é seu profeta”.
Alguns muçulmanos consideram os cães seres impuros, motivo pelo qual a associação desses animais com o Islã causou irritação no país, bastante devoto.
“Recuperem a liberdade tirada por esses cães. Ajudem as forças de segurança a eliminar esses inimigos”, convida o folheto distribuído na província central de Parwan, perto de Cabul.
Regularmente, as forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) espalham panfletos no Afeganistão para tentar dissuadir a população de apoiar os rebeldes talibãs.
Nas redes sociais, muitos usuários condenaram esse documento.
“Morte aos infiéis, morte a seus servidores”, postou um deles no Facebook.
“Fazem isso em um país onde 99,9% da população é muçulmana. Vamos ver como reagem [os insurgentes]”, disse outro internauta.
Encarregado das operações especiais dos Estados Unidos e da Otan no Afeganistão, o general James Linder apresentou suas desculpas em um comunicado, reconhecendo que se cometeu um “erro”.
“O design dos panfletos continha, por erro, uma imagem muito ofensiva para os muçulmanos e para o islã. Apresento minhas sinceras desculpas. Temos o mais profundo respeito pelo islã e por nossos sócios muçulmanos no mundo”, afirmou.
Abriu-se uma investigação sobre o ocorrido, disse um porta-voz das forças de operações especiais na base aérea americana de Bagram, na província de Parwan. Ele se negou a mostrar uma imagem do panfleto.

PORTAL G-1


Justiça condena seis por esquema de corrupção no batalhão do Exército em Campina Grande

Quatro condenados são militares. Conforme decisão, organização criminosa desviou R$ 125 mil de dinheiro público em contratos de serviço e produtos irregulares.

Por G1 Pb

Seis pessoas foram condenadas por um esquema de corrupção dentro do 31º Batalhão de Infantaria Motorizada de Campina Grande. Conforme decisão da primeira instância da Justiça Militar da União, os envolvidos fraudavam contratos comerciais do quartel e lucraram R$ 125 mil. De acordo com a decisão, divulgada na manhã desta quarta-feira (6), foram condenados seis dos sete réus, sendo quatro militares, entre eles um sargento apontando como operador do esquema.
Conforme decisão, três militares e a esposa de um deles foram condenados por corrupção passiva. Um empresário e um capitão reformado do Exército, administrador de uma das empresas envolvidas, foram condenados por corrupção ativa. O sétimo réu, um civil, foi absolvido pelo juiz por falta de provas. Os condenados podem recorrer da decisão ao Superior Tribunal Militar, em Brasília.
Segundo o Ministério Público Militar (MPM), entre os anos 2009 e 2012, os condenados formaram uma organização criminosa que obteve dinheiro ilicitamente a partir de fraudes em contratos de fornecimento de serviços e materiais com cinco empresas. A investigação começou a partir de uma denúncia feita ao comando do batalhão. O G1 entrou em contato com assessoria do Comando Militar do Nordeste sobre o caso. A assessoria informou que uma nota sobre o caso no 31º Batalhão deve ser emitida na tarde desta quarta.
Segundo a promotoria, nas notas fiscais, diversos materiais adquiridos no ano de 2011 "não foram incluídos no patrimônio e nem tiveram registradas as suas entradas no sistema administrativo”. Ainda de acordo com o inquérito parte do processo, os peritos verificaram que vários materiais foram comprados em quantidades muito superiores à demanda do batalhão, que nem mesmo disporia de espaço físico suficiente para armazenamento.
Ainda de acordo com o processo, das empresas envolvidas, duas comercializavam material de limpeza e materiais de construção; uma delas era uma pequena construtora, especializada em serviços de recuperação e construção; e duas outras de material de construção e serviços de reforma, sendo as últimas administradas por um capitão reformado do exército, que também participava do esquema de contratações e aquisições fictícias.
“No mesmo sentido, vários dos serviços de reforma, conservação e construção contratados não foram efetivamente realizados. Assim, os acusados militares recebiam dinheiro das empresas dos acusados civis para realizarem aquisições e contratações fictícias e materiais e serviços, em nome da Administração Militar, em detrimento do patrimônio público”, afirmou a promotoria no processo.
De acordo o juiz-auditor substituto Rodolfo Rosa Telles, foi possível confirmar que materiais foram adquiridos, obras, reformas e serviços de manutenção foram realizados no 31º Batalhão, mas uma parte dos serviços contratados e produtos comprados foram fictícios. Tanto pela ausência de pedidos que as justificassem ou pela não inclusão no patrimônio.
“O esquema era vantajoso para ambas as partes. De um lado, as cincos empresas recebiam sem que precisassem entregar ou prestar alguns dos materiais e serviços contratados. De outra banda, os militares recebiam quantias daquelas empresas para aumentarem "virtualmente" o quantitativo contratado, em detrimento dos recursos públicos despendidos pela Administração Militar”, sentenciou o juiz. Ainda de acordo com o juiz, um dos sargentos condenados usava a esposa como "laranja", conforme análise dos dados bancários do casal.
Defesa dos réus
A defesa dos militares alegou ausência de dolo. O advogado reforçou que o dinheiro recebido pelo casal foi para pagamento de pedreiros contratados pelas empresas, conforme constatado na prova testemunhal e nos recibos incluídos no processo.
Para a defesa, não houve prova de dano ao erário, tendo em vista que as irregularidades foram apenas falhas contábeis da gestão. Ainda de acordo com a defesa, o relatório da análise dos documentos evidencia ausência de superfaturamento ou compras sem a aquisição de materiais.
Condenações
Terceiro-sargento do Exército: condenado a três anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva além da exclusão das Forças Armadas.
Esposa do terceiro-sargento: condenada a três anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva.
Segundo-sargento do Exército: condenado a três anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva além da exclusão das Forças Armadas.
Ex-segundo tenente do Exército: condenado a dois anos e quatro meses de reclusão por corrupção passiva.
Capitão reformado do Exército e administrador de uma das empresas: condenado a um ano e dois meses e doze dias de prisão por corrupção ativa.
Empresário: condenado a um ano e oito meses de prisão por corrupção ativa.

Dia da Independência será comemorado com desfile militar em Petrolina, PE

Programação da Independência começa às 8h com hasteamento das bandeiras no paço municipal.

Foi divulgada a programação das festividades do Dia da Independência do Brasil em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Segundo a prefeitura, na manhã desta quinta-feira (7) haverá a cerimônia de hasteamento das bandeiras no paço municipal, a recepção de comandantes e autoridades. Em seguida, será feita a revistas às tropas.
O desfile militar está previsto para começar às 10h com a participação do Colégio da Polícia Militar (CPM), Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Militar de Pernambuco e Diretoria Integrada do Interior (Dinter II) , 4º Grupamento de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal e Desbravadores.

Desfile de 7 de Setembro bloqueia avenidas de Porto Alegre nesta quinta-feira

Cerimônia começa por volta das 9h30, e o desfile está previsto para as 10h. Cerca de 4 mil pessoas, entre militares e civis, irão participar.

O desfile de 7 de Setembro em Porto Alegre nesta quinta-feira terá bloqueio em algumas avenidas a partir das 6h. A concentração para o tradicional evento que celebra a Independência do Brasil começa às 9h30, e o desfile está previsto para as 10h.
Cerca de 4 mil pessoas, entre militares e civis, irão desfilar. Serão aproximadamente 150 viaturas, incluindo os blindados do Exército e as viaturas leves da Marinha, Exército, Aeronáutica, Brigada Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Empresa Pública de Transporte e Circulação e da Guarda Municipal.
Conforme a EPTC, a Avenida Edvaldo Pereira Paiva, no trecho entre a Rótula das Cuias e o Viaduto Abdias do Nascimento, terá bloqueio total a partir das 6h. Já a Avenida Padre Cacique será bloqueada parcialmente no trecho do museu Iberê Camargo.
Outros bloqueios serão parciais. Na Avenida Ipiranga, será entre a Borges de Medeiros e a Edvaldo Pereira Paiva para a dispersão do desfile. A Rua Augusto de Carvalho também terá bloqueio parcial para a dispersão.
Já o trecho da Edvaldo Pereira Paiva que vai da Rótula das Cuias até o Gasômetro não terá mudanças: segue com a programação de feriados e fins de semana, com área destinada ao lazer.
Outra alteração, informa a EPTC, é o estreitamento de pista na Avenida Padre Cacique, entre o viaduto Pinheiro Borda e o museu Iberê Camargo.

Desfile do 7 de setembro será realizado na Av. Beira Mar a partir de 9 horas, em Fortaleza

Cerca de 3,5 militares do Exército, Marinha e Aeronáutica se apresentarão na comemoração da independência do Brasil.

O desfile cívico-militar de 7 de setembro, que comemora os 195 anos de independência do Brasil, será realizado a partir das 9 horas desta quinta-feira (7), na Avenida Beira Mar, em Fortaleza. Um efetivo de 3,5 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica, bem como da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros se apresentarão. Só do Exército, serão 1,5 mil militares da 10ª Região Militar.
No desfile civil, que abre a cerimônia, mais de quatro mil alunos de escolas estaduais, municiais e da rede particular de ensino, bem como escoteiros e integrantes de associações e projetos, serão os primeiros a passar pela avenida.
Um dos destaques do desfile é a participação dos ex-combatentes das Forças Expedicionárias Brasileira, os chamados “pracinhas”, militares brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial contra a ascensão do nazifascismo. Haverá, ainda, o desfile de um grupamento de mulheres que passaram a fazer parte da linha bélica do Exército Brasileiro este ano.

Avião tem pane elétrica e piloto faz pouso de "barriga" em pista de aeroporto em MT

De acordo com os bombeiros, o piloto acusou uma pane elétrica e realizou o pouco forçado no Aeroporto Marechal Rondon. Ninguém ficou ferido.

Um avião monomotor fez um pouso forçado no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, na região, metropolitana de Cuiabá, nesta quarta-feira (6). De acordo com o Corpo de Bombeiros, após a decolagem o piloto da aeronave informou uma pane elétrica, solicitando um pouso de emergência. Não houve registro de feridos.
A manobra, segundo os bombeiros, foi realizada sem a utilização do trem de pouco por causa da pane elétrica. A aeronave havia decolado do aeroporto e tinha como destino o município de Sorriso, a 420 km de Cuiabá.
O piloto, que é proprietário do avião, Luiz Alberto Esteves Scalope, comunicou a torre de controle sobre a existência do problema e realizou o pouso de "barriga". Segundo os bombeiros, a aeronave tinha cerca de 270 litros de combustível, mas não apresentou princípio de incêndio.
Após a manobra, o avião foi retirado da pista e encaminhada para o hangar do aeroporto. Além do piloto, outro tripulante estava na aeronave. Ninguém ficou ferido.


AGÊNCIA BRASIL


7 de Setembro deve reunir milhares em Brasília


Nem o calor intenso e a baixa umidade do ar em Brasília devem afastar o público do tradicional desfile de 7 de Setembro, em comemoração aos 195 anos da independência do Brasil. A estrutura montada na Esplanada dos Ministérios está preparada para receber um público entre 25 mil e 30 mil pessoas.
O desfile começa às 9h e quem for ao evento poderá conferir a passagem de militares, estudantes, viaturas e aeronaves, além de assistir à apresentação da Esquadrilha da Fumaça.
Este ano, o tema do evento é “Viva sua Independência”. O desfile contará com cerca de 4,2 mil participantes, entre civis e militares. O presidente Michel Temer assiste ao desfile acompanhado de ministros.
O valor do contrato feito por pregão eletrônico para montagem da estrutura é de R$ 787.500,00. No ano passado foram gastos R$ 1.100.000,00.
Desfile
Este ano, a tradicional tocha do Fogo Simbólico será conduzida pelo atleta e medalhista olímpico Vicente Lenílson. Em competições de atletismo, ele conquistou medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Verão de 2000 e ouro no Jogos Pan-americanos de 2007.
O evento será aberto com o desfile cívico-escolar, em que alunos de escolas públicas do Distrito Federal farão uma homenagem aos quatro elementos da natureza, ar, água, terra e fogo.
Em seguida, começará o desfile cívico-militar, com integrantes das Forças Armadas e outras instituições militares. Durante mais de uma hora, o público poderá ver a passagem da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais, tropas a pé e motorizadas, integrantes da Academia Militar da Agulhas Negras, da Força Nacional de Segurança, grupamentos femininos da Força Aérea Brasileira, do Exército e da Marinha, entre outros. Haverá também veículos como blindados, viaturas, além da cavalaria.
Um dos momentos mais esperados pelo público é a passagem da pirâmide humana, do Batalhão de Polícia do Exército. Este ano, novamente, os 47 militares marcarão presença se equilibrando em uma estrutura metálica sobre uma moto. A equipe da pirâmide humana quebrou o recorde mundial dessa atividade, que foi registrado no Guiness Book, o livro dos recordes.
Enquanto o desfile avança pela Esplanada, algumas aeronaves da Força Aérea Brasileira vão cruzar o céu, como o caça F-5M, usado principalmente para a defesa de áreas estratégicas do país, e o KC-130 M, conhecido com Hércules, que transporta militares e atua em missões como o combate a incêndios e lançamento de paraquedista.
Esquadrilha da Fumaça
O desfile será encerrado com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça. As aeronaves Super Tucanos, nas cores da Bandeira brasileira, farão as acrobacias aéreas que encantam crianças e adultos. Criada oficialmente em 1952, a Esquadrilha da Fumaça já fez mais 3,7 mil demonstrações no Brasil e no exterior.
Previsão do tempo
No 7 de Setembro, o Distrito Federal terá umidade variando entre 70% e 20%. Com isso, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é de que Brasília esteja em estado de atenção (umidade entre 30% e 21%) ou de alerta (entre 20% e 12%) durante o Desfile da Independência.
A Defesa Civil recomenda que o público beba água, se proteja do sol com chapéus e bonés e use protetor solar.
Trânsito
Haverá interdições no trânsito na Esplanada. A partir das 22h desta quarta-feira (6), as vias S1, na altura da Catedral, e N1, na altura do acesso pela L4 norte, estarão fechadas. A liberação das vias ocorrerá no início da tarde de quinta-feira (7) e estará condicionada à desocupação total das vias pelos pedestres.
Grito dos Excluídos
Como ocorre tradicionalmente no 7 de Setembro, além do desfile a Esplanada dos Ministérios será o local onde organizações da sociedade civil se mobilizarão no 23º Grito dos Excluídos. Este ano, o lema é “Por direitos e democracia, a luta é todo dia” e o tema “Vida em primeiro lugar”. A concentração será em frente ao Museu da República, do lado aposto ao desfile cívico-militar.

PORTAL DEFESANET


Exército muda regras para serviço de blindagem

As novas regras foram instituídas pela Portaria nº 55, do Comando Logístico (COLOG), do Exército Brasileiro e trazem três novidades ao processo de blindagem veicular.

Com o aumento da violência urbana, cada vez mais brasileiros têm blindado os seus carros. Em 2016, por exemplo, mais de 18 mil automóveis ganharam proteção à prova de balas no País, segundo a Associação Brasileira de Blindagens (ABRABLIN). Mas quem optar por esse serviço agora vai se deparar com regras mais simples e seguras. É que o Exército definiu novas normas para o serviço e elas já estão em vigor.
As novas regras foram instituídas pela Portaria nº 55, do Comando Logístico (COLOG), do Exército Brasileiro e trazem três novidades ao processo de blindagem veicular.
Para começar, o documento que é emitido pelo órgão com a finalidade de autorizar o serviço agora não se destina apenas a um carro específico. Com a mudança, essa permissão passa a ser fornecida a pessoas físicas e jurídicas e permite a blindagem de mais de um veículo.
“Antes, a licença era feita carro a carro, mas agora ela vai para a pessoa ou empresa e tem validade de três anos. E, nesse período, a pessoa pode blindar vários veículos com a mesma autorização”, explicou o presidente da Abrablin, Rogério Garrubbo.
Para o gerente comercial da Full Blindagem, Ivo Queiroz, essa mudança desburocratiza e facilita a blindagem de veículos, mas também encarece o serviço. “As taxas do Exército aumentaram. O CR (Certificado de Registro) sai por R$ 100 para pessoas físicas e R$ 500 para pessoas jurídicas. Antes, a autorização de blindagem custava R$ 25 e R$ 50, respectivamente”, revelou, frisando que o preço da blindagem em si não mudou. O serviço custa, em média, R$ 45 mil e demora 30 dias úteis para ficar pronto.
Por falar em serviço, não é mais possível reparar peças blindadas. “No caso de qualquer avaria ocorrida na blindagem aplicada, a peça deve ser substituída”, determinou o Exército, que, com isso, quer manter a qualidade da blindagem veicular. Queiroz explicou que muita gente costumava ‘consertar’ os vidros blindados que, com o tempo, começam a ficar com bolhas. O reparo, no entanto, não garante o mesmo nível da blindagem anterior. “Agora, há a garantia de que o carro blindado continuará regular”, avaliou.
A segurança também está maior na parte de cima dos veículos. É que agora o teto solar não pode mais ser blindado de maneira simplificada. O equipamento precisa receber uma peça única de proteção à bala. “O nível de proteção balística deve ser o mesmo em todo o veículo automotor. [...] A blindagem do teto solar deve consistir de peça única e fixa e de mesmo nível das blindagens aplicadas nas demais partes do veículo”, determinou o Exército.
Por nota, o órgão explicou que o “sistema foi criado para facilitar o controle e simplificar a emissão da autorização do Exército que envolve a blindagem de veículos, trazendo maiores benefícios e segurança ao usuário final”. O aumento da procura pelo serviço e o fato de a norma anterior ser de 2012 e estar defasada também pesaram na decisão, segundo o Exército.

REVISTA MILITAR DIÁLOGO (EUA)


Contribuição da Marinha do Brasil nas operações humanitárias

Os esforços dos Fuzileiros Navais do Brasil são utilizados em operações de paz da Organização das Nações Unidas.

A atuação de tropas militares se faz necessária em ações diretamente relacionadas à ajuda humanitária, especialmente quando a presença de agências dedicadas a este tipo de atividade é inexistente ou insuficiente, ou quando o acesso às populações mais afetadas se torna extremamente difícil. Nos últimos anos, tem sido notória a participação de tropas brasileiras, já deslocadas para operações de paz, em operações humanitárias.
O emprego de militares neste contexto exige grande flexibilidade, pois passarão a desempenhar tarefas adicionais que, em muitos casos, originalmente não faziam parte da missão. O preparo das tropas envolvidas é indispensável para o cumprimento desta multiplicidade de tarefas. Assim, a Marinha do Brasil (MB) em muito contribui com o emprego do seu Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), uma tropa anfíbia, expedicionária por natureza, integralmente profissional e, por conseguinte, com alto grau de comprometimento.
Os Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais (GptOpFuzNav) podem ser empregados em diversos cenários, incluindo os de assistência humanitária. Eles representam um modelo organizacional versátil que combina, de forma modular, meios de combate, de apoio ao combate e de apoio de serviços ao combate, terrestres ou aéreos, quando integrados ao denominado “conjugado anfíbio” – genericamente entendido como o conjunto de meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais prontos para cumprir missões relacionadas à projeção do poder sobre terra. Seus integrantes são submetidos a um extenuante processo de preparação e seleção em todas as fases da carreira, por meio de cursos e concursos internos que visam a preservar na instituição os melhores recursos humanos.
Contexto jurídico
A minuta da Política Nacional de Defesa do Brasil, encaminhada para apreciação do Congresso Nacional em novembro de 2016, destaca os impactos da mudança climática no planeta, que poderão acarretar graves consequências ambientais, sociais, econômicas e políticas, exigindo maior capacidade estatal de agir. Nesse contexto, a demanda por ajuda humanitária e por operações de paz tende a acentuar-se, de sorte que o Brasil poderá ser impelido a incrementar sua participação nestes tipos de missões.
Concomitantemente, a minuta da Estratégia Nacional de Defesa destaca que, adicionalmente às atribuições constitucionais, as três forças armadas brasileiras deverão ter condições de atuar, de forma singular ou conjunta, em operações internacionais, quer de caráter expedicionário, de operações de paz ou de ajuda humanitária, para atender a compromissos assumidos pelo país ou para salvaguardar os interesses brasileiros no exterior e, desta forma, contribuir com os objetivos da política externa exercida pelo Brasil.
Em consonância com esses dois documentos, a Doutrina Básica da Marinha do Brasil (DBM) estabelece os princípios, conceitos e, de forma ampla, os métodos de emprego em combate, ou em outras participações não relacionadas à atividade-fim, com o propósito de orientar a organização, o preparo e o emprego do poder naval brasileiro.
Recentemente a DBM foi atualizada e previu uma nova modalidade de operação anfíbia, denominada Projeção Anfíbia. Utiliza-se das capacidades intrínsecas do conjugado anfíbio para introduzir em área de interesse, a partir do mar, meios para cumprir tarefas diversas, relacionadas, dentre outras contingências, à prevenção de conflitos e à distensão de crises. É, também, apropriada para a condução de atividades tais como operação de evacuação de não combatentes, resposta a desastres ambientais e operação humanitária, de acordo com a DBM de 2014.
Uma característica marcante das operações humanitárias consiste em sua limitação no tempo e na área de atuação, mas o esforço logístico requerido para fazê-las torna-se preponderante sobre as demais atividades de combate. Ou seja, o planejamento e a execução dos planos devem priorizar os meios que minimizarão os problemas enfrentados pela população que sofre os efeitos da tragédia. Assim, as operações humanitárias se equivalem a uma grande operação logística. Os hospitais de campanha, os navios-hospitais e a evacuação aeromédica (EVAM) são alguns exemplos de como a MB, valendo-se da medicina operativa, pode contribuir para salvar vidas.
Haiti
Todo arcabouço doutrinário, que baliza as atividades e operações da MB relacionadas ao tema em lide, foi posto à prova em uma das maiores catástrofes naturais já observadas nas Américas: o terremoto de 2010, no Haiti. Na ocasião, a MB desempenhou um papel desafiador e decisivo na condução da operação humanitária que se seguiu à catástrofe, na qual ficaram evidenciadas as características do Poder Naval: mobilidade, permanência, flexibilidade e versatilidade.
Como pronta resposta, o Ministério da Defesa do Brasil determinou que a MB designasse um de seus meios, com grandes capacidades de carga e anfíbia, para prover ressuprimento ao Batalhão Brasileiro de Força de Paz e ao Hospital de Campanha da Força Aérea Brasileira (FAB) no Haiti, incluindo a devida ajuda humanitária.
Desta forma, foi prontificado, inicialmente, o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Almirante Sabóia que já estava designado para participar da Operação HAITI-VIII, programada para o transporte do rotineiro ressuprimento para a tropa, sendo assim antecipada de maio para o início de fevereiro. Em duas viagens, o NDCC Almirante Sabóia e o NDCC Garcia D’Ávila transportaram aproximadamente 1.088 toneladas de carga para a tropa (viaturas, geradores, alimentos etc.) e 1.022 toneladas de carga para ajuda humanitária (colchões, material de higiene, gêneros alimentícios etc.).
A extensão das linhas de comunicação marítimas percorridas durante toda a operação humanitária tornou-se um desafio ímpar. Adicionalmente, as precárias condições portuárias em Porto Príncipe, imediatamente após o terremoto, indicavam a necessidade de desembarque de material em praias haitianas. Com isso, ficou evidenciada a necessidade de navios com capacidade anfíbia, o que nenhum navio mercante podia proporcionar. A existência de meios aprestados foi igualmente um fator fundamental para fazer frente à situação emergencial apresentada. Caso a MB não dispusesse do Almirante Sabóia e do Garcia D’Ávila, em condições de pronto emprego, dificilmente a resposta se daria de forma tão imediata, eficiente e eficaz.
Outra importante contribuição da MB para a operação humanitária em tela foi o emprego conjunto de uma missão humanitária que contou com helicópteros da MB para EVAM e de uma missão médica mista de militares da MB e de servidores civis do Ministério da Saúde do Brasil, a bordo do navio de múltiplo emprego logístico Cavour, da Marinha da Itália. Na ocasião, embarcou no navio italiano, em 28 de janeiro de 2010, no Porto de Fortaleza, uma equipe de 63 militares da MB composta por seis médicos, uma enfermeira e nove técnicos de enfermagem. Adicionalmente, 11 civis voluntários do Ministério da Saúde apresentaram-se para a execução dos trabalhos.
Ainda sobre o Haiti, um caso de emprego de sucesso recente no contexto das operações humanitárias nas operações de paz consistiu nas ações de preparação e resposta ao furacão Matthew no Haiti, em 2016. O GptOpFuzNav, valendo-se da sua estrutura modular e capacidade expedicionária, formou destacamentos com efetivos e meios redimensionados, com a tarefa de, inicialmente, realizar o reconhecimento de cidades mais ao sul do Haiti, já que havia a previsão de se ter maior destruição naquela região do país, e escoltar elementos da Companhia de Engenharia do Exército Brasileiro, que com os seus equipamentos pesados estariam aptos a desobstruir vias e ajudar nos resgates. Os Fuzileiros Navais conduziram ações de reconhecimento nas cidades em que as equipes de ajuda humanitária e de defesa e proteção civil da Organização das Nações Unidas gostariam de se posicionar com antecedência para aguardar a passagem do furacão. Além disso, seus destacamentos contribuíram decisivamente para proporcionar a continuidade do fluxo logístico humanitário entre algumas das cidades mais afetadas.
Os Fuzileiros Navais nas operações humanitárias
Além da sua flexibilidade, espera-se que as tropas empregadas em tarefas adicionais ao mandato da missão reúnam um conjunto de capacidades que permitam o cumprimento da missão em sua plenitude. Tais capacidades são potencializadas nas tropas do CFN da MB.
Parcela intrínseca do poder naval, o CFN é formado exclusivamente por militares profissionais, admitidos por concurso público, desde o soldado mais moderno ao seu comandante-geral. Constitui-se no principal vetor da MB para a consecução de uma das tarefas do poder naval, qual seja a projeção de poder sobre terra. Com isso, seus soldados-marinheiros são adaptados tanto para a vida a bordo dos navios, como para as operações em terra. Ademais, os meios de Fuzileiros Navais são específicos para o embarque em navios e posterior desembarque em terra, obedecendo a uma doutrina consolidada, com tropas e meios aprestados em permanente condição de emprego.
A capacidade expedicionária do CFN é outra característica importante, que em muito contribui para o atendimento, no menor tempo possível, às populações afetadas no curso de uma operação humanitária. Isto possibilita o emprego tempestivo de força autossustentável, para cumprir missão por tempo limitado e sob condições austeras. Além disso, a necessidade de haver uma doutrina ímpar, organização e meios prontos para o embarque, bem como o tempestivo deslocamento em navios da MB para os cenários de interesse, impôs à tropa anfíbia um perfil operacional ágil, leve e eficaz. É justamente este perfil que habilita os Fuzileiros Navais a serem empregados rapidamente, em diferentes ambientes, longe de suas bases e com distintas capacidades operativas.
As tropas de Fuzileiros Navais são sempre empregadas por meio de GptOpFuzNav. Tal modelo organizacional, além de proporcionar flexibilidade e versatilidade ao comando, pois combina as capacidades e competências dos meios de combate, de apoio ao combate e de apoio de serviços ao combate, de forma complementar e integrada, possibilita um emprego gradual.
Ao se utilizar o mar, a força naval é capaz de posicionar o GptOpFuzNav em local apropriado e com grande mobilidade pelo emprego de embarcações de desembarque, viaturas anfíbias, aeronaves, entre outros que possam ser projetados em terra. Tal fator está diretamente relacionado à mobilidade estratégica, conferindo a possibilidade de emprego conjugado de modais de transporte marítimos e aéreos.
Nova realidade
As operações de paz, que em um passado recente eram restritas à beligerância entre partidos antagônicos, passaram a ser desdobradas em ambientes complexos. Ao mesmo tempo, o combate, que outrora era observado nos campos de batalhas, passou a ser travado em centros urbanos. Também é latente a tendência de um incremento na incidência de desastres naturais provenientes das ações do homem, da deterioração ambiental e de mudanças climáticas, carregando consigo uma complexidade de efeitos cumulativos e impacto a um maior número de pessoas e bens.
Todos esses fatores destacam que a assunção de operações humanitárias no contexto das operações de paz é uma realidade e pode se tornar mais frequente. As forças militares têm desempenhado um papel importante na prestação de apoio e ajuda durante essas operações, devido à sua estrutura organizacional e capacidade logística, possuindo meios e funções capazes de serem rapidamente inseridos e otimizados.

JORNAL A CRÍTICA (MS)


Desfile da Independência deve atrair cerca de 15 mil pessoas no dia 7 de Setembro em Campo Grande

Escolas, grupamentos militares e entidades da sociedade civil organizada irão se apresentar

Campo Grande (MS) – O desfile cívico militar da Independência do Brasil, comemorado no dia 7 de setembro, deve atrair cerca de 15 mil pessoas. Passarão pela avenida 14 de Julho integrantes de escolas públicas estaduais e municipais, grupamentos militares da Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar de MS, além de entidades da sociedade civil organizada.
A programação tem início às 8h45, com a solenidade de abertura no palanque das autoridades, no cruzamento da rua 14 de Julho com a avenida Afonso Pena. O desfile está marcado para às 9h15 na rua 14 de Julho, iniciando na rua Maracaju e terminando na 15 de Novembro.
A cerimônia começa com o acendimento da Chama Sagrada da Pátria, simbolizando o calor patriótico do povo brasileiro. As tropas do Exército, compostas por 2.100 militares, dão continuidade ao desfile, seguidos por 750 integrantes da Base Aérea de Campo Grande, do Pelotão de 50 homens da Marinha e dos militares das Forças Auxiliares do Estado – Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, que se apresentam motorizados.
A Força Terrestre, representada pelo Comando Militar do Oeste, contará com grupamentos escolares de Cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e de alunos do Colégio Militar de Campo Grande (CMCG). Desfilam ainda os ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e representantes das Organizações Militares do CMO. No desfile motorizado, serão apresentadas inúmeras viaturas utilizadas pela Força, com destaque para o Carro de Combate M-60A3TTS, com cerca de 52 toneladas e a Viatura Blindada de Transporte de Pessoal GUARANI, a mais moderna viatura blindada sobre rodas em utilização no Exército.
Estrutura
Para proporcionar comodidade e segurança ao público que vai acompanhar a apresentação, serão montados 200 metros de arquibancada (dois módulos de 100 metros cada – Da Rua 15 de Novembro até a Rua Barão do Rio Branco) e 10 banheiros químicos estarão espalhados ao longo do trajeto do desfile. Equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, Samu e Defesa Civil (Estadual e Municipal) também estarão a postos no evento. A previsão é que a programação encerre às 11h e a desmontagem do palanque e das arquibancadas comece logo em seguida, ao meio dia.
Independência do Brasil
O Dia da Independência, conhecido ainda como Independência do Brasil, 7 de Setembro e Dia da Pátria, é um feriado nacional brasileiro comemorado anualmente. A data é referente a Declaração de Independência do Brasil do Império Português, que ocorreu no dia 7 de setembro de 1822.
Em 1808, tropas francesas comandadas pelo imperador Napoleão Bonaparte invadiram Portugal como forma de retaliação por sua recusa em participar do embargo comercial contra o Reino Unido. Fugindo da perseguição, a família real portuguesa transferiu a corte portuguesa de Lisboa para o Rio de Janeiro, então capital do Brasil Colônia.
Em 1815, o príncipe regente D. João VI criou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, elevando o Brasil à condição de reino subordinado a Portugal, aumentando as independências administrativas da colônia. Em 1820, uma revolução política irrompeu em Portugal, forçando o retorno da família real. Herdeiro de D. João VI, o príncipe Dom Pedro de Alcântara, permaneceu no Brasil.
Primeira independência
O Movimento Constitucionalista de 1821 é considerado o primeiro episódio da Independência do Brasil. Pernambuco foi a primeira província brasileira a se separar do Reino de Portugal. No dia 29 de agosto de 1821, teve início um movimento armado contra o governo do capitão general Luís do Rego Barreto, que culminou com a formação da Junta de Goiana, tornando-se vitorioso com a rendição das tropas portuguesas em capitulação assinada a 5 de outubro do mesmo ano, quando da Convenção do Beberibe, responsável pela expulsão dos exércitos portugueses do território pernambucano.
Também em 1821, a Assembleia Legislativa portuguesa determinou que o Brasil retornasse à sua condição anterior de subordinação, assim como o retorno imediato do príncipe herdeiro do trono português. Dom Pedro, influenciado pelo Senado da Câmara do Rio de Janeiro se recusou a retornar em 9 de janeiro de 1822, data que ficou conhecida como Dia do Fico.
7 de Setembro
Em 2 de junho de 1822, Dom Pedro I convocou a primeira Assembleia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil. Dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento das relações com a corte de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal.
Em 2 de setembro de 1822, um novo decreto com as exigências portuguesas chegou ao Rio de Janeiro, enquanto D. Pedro estava em viagem a São Paulo. Sua esposa, a princesa Maria Leopoldina, atuando como princesa regente, se encontrou com o Conselho de Ministros e decidiu enviar ao marido uma carta aconselhando-o a declarar a independência do Brasil. A carta chegou a D. Pedro no dia 7 de setembro.
No mesmo dia, em cena famosa às margens do Riacho Ipiranga, ele declarou a independência do Brasil, pondo fim aos 322 anos do domínio colonial exercido por Portugal. De acordo com o pesquisador Laurentino Gomes, autor de livro sobre o evento, D. Pedro “não conseguiu esperar a chegada a São Paulo, onde poderia anunciar a decisão”. Gomes acrescenta que ele “era um homem temerário em suas decisões mas tinha o perfil do líder que o Brasil precisava na época, pois não havia tempo para se pensar”.
Outras províncias e a Constituição
Um mês depois, em 12 de outubro de 1822, Dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de Dom Pedro I. As províncias da Bahia, do Maranhão e do Pará, que tinham juntas governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em 1823, depois de muitos conflitos entre a população local e os soldados portugueses.
No início de 1823, houve eleições para a Assembleia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do Império do Brasil, mas, em virtude de divergências com Dom Pedro, a Assembleia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Ministros e outorgada pelo imperador em 20 de março de 1824.
Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por D. João VI.

OUTRAS MÍDIAS


EBC RÁDIOS


Esquadrão Gavião da Aeronáutica completa 50 anos

A unidade militar é responsável pela formação dos pilotos de helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB)
Revista Brasil
Dentro das comemorações da Semana da Pátria, o programa Forças do Brasil dá destaque aos 50 anos do Esquadrão Gavião da Aeronáutica, unidade militar responsável pela formação dos pilotos de helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB). Acompanhe também depoimentos sobre as dificuldades e a importância das Forças Armadas para o Brasil, destacando-se a entrevista do ministro da Defesa, Raul Jungmann.
O ministro destaca a importância da atuação desses militares no dia a dia do país. A atuação no campo social, por exemplo, no maior programa de distribuição de água do mundo, a Operação Carro Pipa, que atende a quatro milhões de nordestinos.
Na área médica, com o transporte de órgãos para transplantes, que tem salvado muitas vidas. E nos desastres naturais, naquelas questões que dizem respeito à Defesa Civil e não só aqui no Brasil, mas também no exterior, exemplo do que recentemente aconteceu na ajuda humanitária no Chile e Peru.
As Forças Armadas também assumem responsabilidade nas nossas fronteiras, são 17 mil quilômetros - a terceira maior fronteira do mundo -, combatendo o crime organizado, o tráfico de armas, drogas e de pessoas.
O Força Brasil vai ao ar, sábado, às 6h, pela Rádio Nacional do Alto Solimões.

EURONEWS (França)


França vai ter drones armados até 2019

A França opta por armar os drones militares de observação e de reconhecimento até 2019

“Adaptação”. É disso que se trata, nas palavras da ministra da Defesa francesa, Florence Parly, no armamento de drones até agora apenas de observação e reconhecimento, a ser feito até 2019.
A França a juntar-se assim ao grupo cada vez maior de países a ter tomado a mesma decisão como os Estados Unidos, Israel e a Grã-Bretanha.
O anúncio ministerial, feito ante um público de militares e parlamentares na universidade de verão da Defesa, em Toulon, no sudeste francês. Os drones Reaper que a França tem serão equipados de meios de ataque até 2019, eventualmente com munições europeias e os que foram encomendados, de produção americana, serão entregues também em 2019 já armados, enquanto se espera a homologação de um drone de fabrico europeu até 2025.
Uma evolução da capacidade de combate, declarou Parly, que fará pesar uma ameaça permanente sobre os grupos armados terroristas, nomeadamente os do deserto do Sahel.
Neste momento, a França tem 5 drones Reaper não armados posicionados na capital nigeriana, Niamey, para apoiar os 4 000 militares destacados na operação de contra-terrorismo Barkhane, em África e um outro em território francês.
“Para lá das nossas fronteiras, o inimigo é mais furtivo, mais móvel, desaparece no vasto deserto do Sahel e dissimula-se entre a população civil”, afirmou Parly, acrescentando: “Ao encarar isto, nbão podemos permanecer estáticos. Os nossos métodos e equipamentos devem adaptar-se. É com isto em mente que decidi iniciar o processo de armamento dos nossos drones de observação e de reconhecimento.”
A ministra afastou ainda as críticas que acusam os drones armados de mais não serem do que robots de morte afirmando que a não presença de pilotos no local e a reação muito mais rápida se localizada uma ameaça conduzem à “diminuição do risco de danos colaterais”.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DO PARANÁ (PR)


Cerca de 40 mil pessoas são esperadas no desfile de 7 de Setembro

Tradicional evento será na avenida Cândido de Abreu, em Curitiba, com início às 9 horas. O desfile começa com grupamentos cívicos, seguido das Forças de Segurança, com Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Federal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Guarda Municipal.
Um público formado por cerca de 40 mil pessoas é esperado no desfile cívico-militar de 7 de Setembro, nesta quinta-feira, na avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico de Curitiba, a partir das 9 horas. O evento, que encerra as comemorações pelos 195 anos da Independência do Brasil, é organizado pelo Governo do Estado e pela 5ª Divisão de Exército, em parceria com a Liga da Defesa Nacional.
O desfile começa por grupamentos cívicos, que tem a participação da Liga da Defesa Nacional, grupos de escoteiros, de cinco escolas municipais e 13 colégios estaduais, além de entidades civis, sociais e culturais e clubes de serviço. Neste ano, a participação de alunos da rede pública estadual, incluindo as bandas de estudantes, comemora os 70 anos da Secretaria de Estado da Educação, criada em 1947.
A partir das 10 horas, as Forças de Segurança do Estado iniciam seu desfile, com a participação de militares da Marinha, Exército, Força Aérea, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Guarda Municipal.
Alunos do Colégio Militar de Curitiba, do Colégio da Polícia Militar do Paraná, cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras, da Academia Militar do Guatupê e dos Núcleos de Preparação de Oficiais da Reserva também desfilam. A marcha é encerrada com a frota motorizada de viaturas civis e militares e com as cavalarias da Polícia Militar do Paraná e do Colégio Militar de Curitiba.
TRÂNSITO – Em função do desfile, o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran) fará bloqueios em diversas ruas do Centro Cívico, a partir das 6 horas.

NAÇÕES UNIDAS DO BRASIL


Entrevista: General Ajax Porto considera MINUSTAH missão cumprida

Retirada de gangues das ruas em três cidades do Haiti, graves questões de segurança e humanitária depois do terremoto de 2010, três eleições presidenciais e um furacão. Os 13 anos das tropas brasileiras na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH) foram repletos de desafios.
Em entrevista exclusiva ao serviço em português da ONU em Nova Iorque, a ONU News, o comandante da MINUSTAH general Ajax Porto Pinheiro faz um balanço das atividades brasileiras no país e considera que a missão foi cumprida. No último dia 31 de agosto, o Brasil se retirou da MINUSTAH e a Missão deve encerrar completamente suas atividades no dia 15 de outubro de 2017.
ONU News: O que significa esta partida das forças brasileiras do país?
Ajax Porto Pinheiro: Representa o encerramento das operações das tropas brasileiras que estão aqui desde junho de 2004. São mais de 13 anos, muito mais que uma década de trabalho na mais importante missão de paz que o Brasil já participou em sua história. É a maior operação militar fora do país que nós realizamos desde 1865-1870 e finalmente estamos baixando nossa bandeira.
ONU News: Treze anos depois, que momentos marcantes queriam deixar desta operação?
Ajax Porto Pinheiro: É difícil resumir 13 anos mas tem quatro momentos marcantes. A chegada em 2004 e os combates para tirar território das gangues que causavam grande instabilidade no país. Em 2004 – e até meados de 2007 – as tropas brasileiras e as tropas da ONU impuseram a ordem onde as gangues tinham completo domínio – Cité Militaire, Belair e Cité Soleil. Depois veio o terremoto de 2010, onde as tropas tiveram que capturar os líderes das gangues que fugiram após o terremoto, quando os presídios foram abertos, porque não tinha como manter mais de 5 mil presidiários na capital. Depois, as tropas passaram também a atuar em ajuda humanitária. Depois vieram as eleições – três eleições presidenciais; a última em 7 de fevereiro. O início das operações, os atritos depois de 2010, a ajuda humanitária e o ataque às gangues novamente. Teve ainda o grande trabalho após o furacão que atingiu o país em 4 de outubro do ano passado.
ONU News: As tropas do Brasil participaram na frente humanitária. Houve uma intervenção forte das forças brasileiras. Como é que vai ficar marcada a presença e a atuação nessas frentes humanitária e na comunidade?
Ajax Porto Pinheiro: Nas várias comunidades do Haiti a lembrança que elas terão é dessa ajuda humanitária. A engenharia do Brabat fez um trabalho digno de referência para ser lembrado aqui. Ela escavou poços artesianos em áreas em que pequenas comunidades nunca tinham tido acesso à água. O fornecimento de água potável nos caminhões-tanque nos finais de semana para orfanatos, hospitais, presídios e ONGs. A assistência médica odontológica, a reconstrução e construção de escolas… há uma herança que nós vamos deixar no país.
ONU News: Outubro vai marcar a saída do último homem da atual missão da ONU no Haiti. Até lá o que dizer dos que ficam no território e do que permanece do Brasil no Haiti?
Ajax Porto Pinheiro: Para o Brasil foi uma grande lição de vida e uma experiência histórica. Nós voltamos marcados pelo que fizemos aqui. Aprendemos muito na parte operacional devido à oportunidade que tivemos de conviver com exércitos de outros países. A experiência é enriquecedora. Aprendemos muito com logística, porque tivemos que manter uma tropa distante do país. Para o Haiti fica a certeza de que nós entregamos um país muito melhor do que aquele que encontramos em 2004. O Haiti é um país estável. Viveu 13 anos de paz com alguns percalços, alguns momentos de tensão mas foram três presidentes eleitos. O país funciona e o legislativo está funcionando. As instituições do Haiti têm melhorado sensivelmente. A economia do país melhorou e está melhorando. Nós estamos deixando, principalmente, uma geração que nos viu chegar. Em 2004, quem tinha cinco anos agora tem 18. Essa geração Minustah é a geração que vai levar o país para um futuro melhor nas próximas décadas. Esse talvez seja o grande legado que estamos deixando agora que estamos partindo.
ONU News: Acredita que haja razões para considerar a missão cumprida?
Ajax Porto Pinheiro: Missão cumprida. Nós estamos saindo na hora certa. Nós ajudamos o Haiti a alçar rumos mais altos. Eu costumo dizer que é como se nós tivéssemos treinado juntos. Nós e eles preparamos o avião para decolar. Eles vão descolar agora. Nós partimos tristes porque a missão está se encerrando. É um duplo sentimento de tristeza e, ao mesmo tempo, de felicidade por ter cumprido a missão que nos foi delegada pelas Nações Unidas.



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