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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 11/08/2017 / Com fábrica da Embraer, Gavião Peixoto sobe 397 posições e lidera ranking nacional de gestão fiscal


Com fábrica da Embraer, Gavião Peixoto sobe 397 posições e lidera ranking nacional de gestão fiscal ...  

Cidade é a 1ª colocada em lista elaborada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro; fim de isenção fiscal da fábrica garantiu estabilidade da arrecadação na crise ...  

Stefhanie Piovezan ...  

Gavião Peixoto (SP) teve a melhor gestão fiscal do país em 2016, segundo estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), divulgado nesta quinta-feira (10). A cidade saltou da posição 398 para o 1º lugar do ranking, que faz uma radiografia da situação fiscal dos municípios brasileiros com base em dados da Secretaria do Tesouro Nacional.

O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) avaliou as contas de 4.544 municípios, o equivalente a 81,6% das cidades do país. Ele estima uma nota de 0 a 1 para a saúde fiscal do município, e Gavião somou 0,9053, no topo do ranking.

 Imagem
Guinada
A explicação para a melhoria do índice na cidade está na unidade que a Embraer mantém no município e no término dos 15 anos de benefícios fiscais concedidos à empresa, o que manteve a arrecadação no mesmo patamar, independentemente da crise.

“Em 2013, o município arrecadou em ICMS e ISS aproximadamente R$ 17 milhões. Em 2016, esse valor se manteve na casa dos R$ 16 milhões, sendo R$ 11 milhões diretamente relacionados à atividade da Embraer”, afirmou o prefeito, Gustavo Martins Piccolo (PHS).

Segundo o chefe do Executivo, 2016 foi o primeiro ano em que a Embraer recolheu ISS na cidade e isso compensou a queda no ICMS em decorrência da situação econômica em geral.

“Em 2013, 80% do valor arrecado foi derivado do ICMS. Em 2016, essa lógica se inverteu, passando o ISS a representar aproximadamente 70% das receitas municipais. Com isso, o município não sofreu os impactos avassaladores da crise econômica”, disse.

Gastos
Piccolo pontuou que, com a manutenção do caixa, foi possível investir na educação e agora todas as escolas municipais da cidade oferecem ensino integral até o 5º ano. Com ajuda do Governo do Estado, também estão sendo feitos investimentos em outras áreas, incluindo a construção de uma estação de tratamento de esgoto para criar zonas industriais e atrair mais empresas.

O prefeito afirmou ainda que o gasto com folha de pagamento neste ano deve consumir 43% do orçamento, abaixo do limite de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal, e que uma parte dos recursos foi poupada.

“A gente entende que o cenário bom que a gente teve no ano passado não necessariamente vai se repetir, então é preciso ter cautela”, comentou. “Fazer as coisas pensadas, de maneira serena, sem entender que dinheiro é para ser gasto. Nós entendemos que o caminho não é esse, hoje o caminho preza pela segurança".

Embraer
A unidade de Gavião Peixoto da Embraer é responsável pela montagem final das aeronaves militares, como o caça A-29 Super Tucano e do cargueiro KC-390, maior avião militar de transporte fabricado no Brasil e que terá primeira entrega no ano que vem.

“Foram fabricados dois protótipos do KC-390 para a campanha de certificação. A primeira aeronave de série já está em fase de produção e tem previsão de entrega à Força Aérea Brasileira (FAB) em 2018”, disse a empresa em nota.

A Embraer informou ainda que, ao longo dos últimos anos, a planta da cidade foi adequada para poder produzir o KC-390, mas não revela investimentos em unidades específicas e que o setor aeroespacial tem um papel relevante e estratégico para o país como um todo, o que se reflete nos municípios onde a área tem atividades.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Militares e segurança jurídica

Exército reivindica mais segurança jurídica para os militares envolvidos em policiamento

Desde que as Forças Armadas passaram mais frequentemente a ser convocadas para participar das chamadas Operações de Garantia da Lei e da Ordem previstas na Constituição, auxiliando no policiamento de várias cidades – agora estão no Rio de Janeiro –, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, reivindica mais segurança jurídica para os militares envolvidos nessa tarefa. “Tenho o dever de protegê-los”, disse ele em sua conta no Twitter, dias depois de tropas terem atuado em Jacarepaguá, na Vila Cruzeiro e no Complexo de Lins, no Engenho Novo.
A preocupação do comandante do Exército é procedente e antiga. Ele já a havia manifestado no ano passado, quando as Forças Armadas foram convocadas para garantir a segurança pública no Rio de Janeiro, durante os Jogos Olímpicos – dois anos antes, elas tinham sido mobilizadas com idêntica finalidade, durante a Copa do Mundo. E voltou a manifestá-la há alguns meses em depoimento no Senado, quando afirmou que o uso “desgastante e perigoso” das Forças Armadas em operações de segurança pública deveria se dar somente em situações críticas, nas quais a polícia se revela incapaz de executar seu trabalho, expondo a sociedade a risco.
Como são treinados para cumprir funções tipicamente militares, na proteção da soberania nacional contra ameaças externas, eventuais crimes cometidos por integrantes das Forças Armadas são julgados pela Justiça Militar, segundo os entendimentos e preceitos próprios das corporações. Mas, a partir do momento em que militares do Exército, Marinha e Aeronáutica executam ações de segurança pública, processos resultantes do confronto com criminosos comuns terminam sendo julgados pela Justiça Comum, que se utiliza de leis e parâmetros diferentes dos da Justiça Militar. Isso gera uma enorme insegurança jurídica nas tropas.
“A Operação de Garantia da Lei e da Ordem, com o emprego de militares devidamente treinados e equipados, deve ocorrer segundo a legislação penal militar. Atualmente, em alguns casos, é aplicável a legislação penal comum. Isso pode trazer prejuízos para a carreira profissional do militar, caso ele venha a se envolver em um confronto, e para a operação em si, já que uma pronta reação pode ficar comprometida. A segurança jurídica deve prover a necessária liberdade de ação para as forças atuantes”, disse o comando do Exército, em nota oficial.
O general Villas Bôas lembra que as forças militares não têm poder de polícia. Por isso, disse ele, no cumprimento de missões policiais nas comunidades do Alemão, da Penha e da Maré, as tropas identificaram alvos e locais importantes, mas não puderam deter suspeitos e apreender produtos ilícitos por falta de mandado de busca e apreensão expedido por autoridade judicial competente. Se tivessem agido para garantir a segurança dos moradores, os integrantes dessas forças poderiam ser processados pelo Ministério Público e condenados por juízes criminais.
Para resolver esse problema, durante os Jogos Olímpicos, realizados no Rio de Janeiro no ano passado, o Congresso aprovou uma lei complementar, incluindo no Código Penal Militar um parágrafo que determinava que eventuais crimes cometidos por militares em Operações de Garantia da Lei e da Ordem fossem julgados pela Justiça Militar. O problema é que essa lei caducou em 31 de dezembro de 2016. Há outro projeto com o mesmo objetivo, em tramitação no Senado desde agosto de 2016, que é defendido de modo enfático pelo comandante do Exército. Esse projeto foi aprovado em regime de urgência pela Câmara dos Deputados, mas ainda não entrou na pauta de votação do Senado.
Dada sua relevância, cabe aos senadores aprová-lo o mais rapidamente possível, sem levar em conta a pregação feita por alguns pretensos ativistas sociais, de que a Justiça Militar é uma corte corporativa e por isso tenderia a tolerar violações dos direitos humanos da população por parte de militares, o que não aconteceria com a Justiça Comum.

Bolsonaro condiciona filiação ao PEN a retirada de ação do partido no STF


Lucas Vettorazzo E Luiza Franco

O deputado federal e pré-candidato à Presidência do país Jair Bolsonaro (PSC-RJ) causou saia justa em evento promovido pelo PEN (Partido Ecológico Nacional), ocorrido nesta quinta-feira (10), no Rio. O objetivo do encontro seria selar a intenção de que o político se filie ao partido com vistas à disputa de 2018.
O evento foi transmitido ao vivo nas redes sociais e chegou a ter pico de audiência de cerca de 20 mil espectadores simultâneos.
Bolsonaro iniciou o discurso dizendo que aquele evento marcaria o início de um relacionamento com o partido, mas não significaria um acerto definitivo ainda. A intenção é que o PEN passe a se chamar Patriotas.
"Hoje não será um casamento e nem vamos marcar a data para esse casamento. O que está em jogo é o futuro do país. Perco a eleição, mas não perco o caráter, não perco as calças. Não estou no meio de santos, mas não farei conchavo com o diabo", disse Bolsonaro.
O pré-candidato surpreendeu plateia e assessores ao condicionar sua entrada no partido à retirada de ação movida pelo PEN no STF (Supremo Tribunal Federal) contra o entendimento da corte de permitir prisões de pessoas condenadas em segunda instância.
O PEN entrou em setembro do ano passado no STF contra a decisão, em uma ação declaratória de inconstitucionalidade. O partido foi assistido pelo advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, conhecido por representar políticos em ações criminais.
Bolsonaro disse que o projeto de derrubar o entendimento do STF tinha como objetivo liberar presos em primeira instância na Lava Jato, em decisões proferidas na justiças dos Estados. O deputado disse que a ação na prática significaria o fim da operação. Criticou ainda a iniciativa que teria sido "patrocinada" por Kakay, que Bolsonaro disse ter sido advogado de José Dirceu.
O pré-candidato disse que só tomou conhecimento da ação há dez dias, quando a negociação de sua filiação já estava avançada. "É um noivado. Pode aparecer um problema, que será contornado ou não. Estamos buscando maneira de contorná-lo", afirmou.
LAVA JATO
"Com o fim da Lava Jato, essa verdade terá um pai. E esse pai se chamará PEN", disse Bolsonaro. "Ou o partido descobre uma maneira de desistir da ação... A gente não pode entrar numa possível campanha presidencial sendo atacado como o partido que enterrou a Lava Jato", disse.
Neste momento, a transmissão ao vivo tinha atingido o auge de espectadores, com 21,5 mil pessoas simultaneamente. "Aguardo a decisão do partido sobre a desistência dessa questão", finalizou Bolsonaro.
No fim do discurso, Bolsonaro pediu desculpas se "desapontei alguém". O presidente do PEN, Adilson Barroso, prontamente se justificou.
Ele disse que decidiu pela ação por ter lido relatório que mostrava que mais de mil pessoas poderiam ir para a cadeia com a medida aprovada pelo STF. E que pensava nos mais pobres que, sem recursos para bancar advogados de renome, teriam seu direito a ampla defesa cassados.
"A possibilidade de um cidadão comum, que não tem dinheiro, ser preso antes de chegar à última defesa é injusta. A Constituição é muito clara: todo cidadão tem direito à defesa. Eu entrei [com a ação] para soltar aqueles que são menos favorecidos, porque sabemos que em cinco anos na cadeia acabou a sua vida. Meu entendimento foi dessa forma", disse.
Bolsonaro rebateu o argumento: "Kakay não é advogado de pobre". Barroso, por fim, recuou e disse que o partido abriria mão da ação pelo interesse da aliança com o presidenciável. Com relação à viabilidade jurídica, Barroso disse que "nenhum dos dois é advogado", e que "vão tentar resolver".
"PRO BONO"
Kakay procurou a reportagem para rebater as críticas. Disse que não é advogado de rico e que atua muitas vezes sem receber. A ação no STF com o PEN teria sido feita, disse ele, "pro bono", sem, portanto, cobrança de honorários.
O advogado disse que o ex-ministro José Dirceu é seu amigo pessoal e que nunca o representou juridicamente, nem mesmo no processo do mensalão. Afirmou ainda que a maioria de seus clientes na Lava Jato tem foro privilegiado e não sofreria impacto da decisão do STF.
Terminou por acusar Bolsonaro de tê-lo procurado quando o deputado virou réu no STF por conta de ofensas à deputada Maria do Rosário (PT-RS). "Ele diz que sou advogado de rico porque me procurou para defendê-lo no STF. Não aceitei porque a causa era ruim".
Barroso chamou Bolsonaro de "presidente" a uma plateia formada por dirigentes da sigla que acompanhavam o pronunciamento ao vivo. A menção descumpre a lei eleitoral, que veda campanha antecipada. A lei diz que os candidatos só podem apresentar propostas e pedir votos a partir do dia 15 de agosto do ano eleitoral.
"Os presidentes [estaduais do PEN] não vieram do país todo para discordar de você, presidente. Vou chamá-lo de presidente porque estamos aqui para ajudar fazê-lo presidente. Lutei pela Justiça e estou pronto para retirar a ação se os advogados do presidente acharem necessário".
"O namoro continua", encerrou Bolsonaro.
TEMER
Bolsonaro aproveitou o discurso para fazer críticas ao presidente Michel Temer. Em trecho que criticava o sistema de urnas eletrônicas adotado no país, defendeu o voto impresso e disse que o modelo atual poderia ser fraudado. Acrescentou ao comentário o fato de o presidente ter liberado verba de emendas parlamentares em troca de votos para barrar a denúncia de corrupção passiva na Câmara dos Deputados.
"O Temer mostrou que democracia para ele é voto comprado. Será que em 2018 vamos fazer papel de palhaços comparecendo para votar em um presidente que estará eleito no segundo turno?".
Antes ele havia dito que o Brasil precisa ter um presidente patriota, que "tenha Deus no coração" e honesto. "Ouviu, senhor Michel Temer?", disse.
Bolsonaro criticou a forma como os grandes partidos fazem política e criticou que o PSDB continua no governo. "Esse tipo de política nós temos que combater".
A metralhadora também disparou contra o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Bolsonaro disse que se eleito seu governo teria como ministro um general de quatro estrelas das Forças Armadas.
Ele disse que Jungmann era um "desarmamentista". "É a mesma coisa que colocar no centro cirúrgico alguém que fica apavorado ao ver sangue".
ADVERSÁRIO
Sobre a possível candidatura do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), à Presidência, disse que "ele chegou agora na política, é um direito dele [querer ser candidato]. Ou melhor, está sobrando apenas ele como candidato do sistema. Não tem um nome do PT, do PMDB, do PSDB, só o João Doria. Ele é de um partido grande, que tem uns 60 deputados, centenas de prefeituras, dirige um orçamento enorme. Eu só tenho o povo ao meu lado."
Bolsonaro também criticou o "distritão" –na noite de quarta-feira (9), a comissão da Câmara que analisa a reforma política aprovou a adoção do modelo nas eleições de 2018 e 2020, no lugar do modelo eleitoral atual, o "proporcional".
"É um acinte. Os partidos iriam lançar o menor número de candidatos possível para que não houvesse pulverização de votos. Ficaria, então, com toda certeza, na legenda, os atuais mandatários em Brasília e um ou dois em cada legenda. Estaríamos reelegendo, no mínimo, 90% da Câmara e o que é mais grave, com R$ 3,6 bilhões de um fundo democrático eleitoral", afirmou.
A comissão também aprovou, na noite de quarta, o texto-base do relatório que cria mais um fundo público de financiamento das campanhas, de R$ 3,6 bilhões.

GLOBO NEWS


Alexandre Garcia: A infrutífera operação contra roubo de cargas no Rio


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, faz um balanço da operação contra o roubo de cargas no Rio. Ele reconhece que o resultado não foi espetacular. A operação usou cerca de 5 mil agentes das Forças Armadas e das Polícias Federal, Militar e Civil, além da Força Nacional de Segurança, 71 blindados e até helicópteros.
Vídeo: http://g1.globo.com/globo-news/alexandre-garcia/videos/t/globonews-alexandre-garcia/v/alexandre-garcia-a-infrutifera-operacao-contra-roubo-de-cargas-no-rio/6068425/

AGÊNCIA BRASIL


Segurança nacional será crítica se recursos não forem liberados, diz Jungmann


Karine Melo

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse nesta quinta-feira (10) que a situação da segurança nacional em setembro será “crítica” caso os recursos da área não sejam descontingenciados pelo governo. Jungmann lembrou que para agosto houve uma liberação emergencial de recursos e , por isso, a pasta da Defesa ainda não teve suas atividades afetadas. “Nas Forças Armadas tivemos liberação emergencial para cobrir o mês de agosto, mas o mês de setembro é crítico. Precisamos, de fato, que haja descondicionamento. A promessa da equipe econômica é resolver até setembro, se não chegarem novos recursos, teremos problemas”, adiantou.
Rio de Janeiro
Sobre a crise de segurança no Rio de Janeiro, o ministro disse que a situação no momento é de “entressafra”. “Não estamos parados. Muito pelo contrário, estamos fazendo operações de inteligência. Muito em breve, como sempre digo, teremos uma sucessão de novas ações.”
Jungmann disse que está em conversa com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para que “no mais breve prazo possível o país tenha uma agenda legislativa que vise produzir ou aperfeiçoar leis para reduzir a criminalidade não só no Rio de Janeiro, mas também em todo Brasil”. Nesse sentido ministro destacou, por exemplo, a necessidade de uma legislação que agrave as penas para quem for pego portando ou armazenando fuzis. “Um dos grandes problemas do Rio de Janeiro é a letalidade dos fuzis. Não é possível que o Rio continue convivendo com essa grande quantidade de armas e que o crime organizado disponha desse poder de fogo.”
Segundo o ministro há vários projetos em tramitação no Congresso a esse respeito. “Temos que apostar no melhor ou em substuitivo geral. Isso não resolve tudo, o que resolve é inteligência”, ressaltou. Outra medida que considera indispensável é a manutenção da Operação Rio de Paz até o último dia do governo Temer.
Congresso Nacional
Perguntado sobre de que maneira o Congresso Nacional, que elegeu a segurança como uma das prioridades para o segundo semestre, poderia contribuir para melhores resultados, o ministro disse que em dois campos: no orçamento e na harmonização de legislação de fronteiras.
Haiti
Raul Jungmann se reuniu com os presidentes do Senado, Eunício Oliveira, e da Câmara, Rodrigo Maia, para convidá-los a ir ao Haiti no dia 31 de agosto, quando será encerrada a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah). Comandada por 13 anos pelo Brasil, a missão teve a participação de 36 mil militares. “O Brasil teve um extraordinário sucesso, um reconhecimento mundial que deixa um Haiti estabilizado, democratico e , portanto, com sua missão cumprida”, concluiu ressaltando que a Organização das Nações Unidas apresentou cerca de 10 novas solicitações para que o Brasil comande outras missões. A próxima deve ocorrer em 2019.

AGÊNCIA SENADO


Ministro da Defesa convida Eunício para o encerramento da Minustah


Assessoria De Imprensa Da Presidência Do Senado

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, convidou nesta quinta-feira (10) o presidente do Senado, Eunício Oliveira, para participar do encerramento da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti, a Minustah. Durante 13 anos, o governo brasileiro liderou cerca de 36 mil homens da Marinha, do Exército e da Força Aérea, além de tropas internacionais, no restabelecimento da segurança política e institucional no país.
- Será o último dia que nós estaremos lá exercendo esse papel de Force Commander, liderando a força de paz na ONU, que teve um extraordinário sucesso e o reconhecimento mundial e deixa o Haiti estabilizado, democrático - disse o ministro, considerando a missão cumprida.
Minustah
A Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti foi criada por Resolução do Conselho de Segurança da ONU, em 2004, para restaurar a ordem constitucional no país após a deposição do então presidente Jean Bertrand Aristide. Além de colaborar com a estabilização e pacificação do Haiti contra a onda de violência que envolveu a saída de Aristide, a Minustah ofereceu apoio à população em duas grandes catástrofes naturais: em 2010, quando um terremoto causou a morte de mais de 200 mil pessoas; e, em 2016, quando o furacão Matthew deixou milhares desabrigados.
A Missão comandada pelo Brasil desde 2004 será substituída por uma nova operação de manutenção da paz no país, chamada de Missão das Nações Unidas para o apoio à Justiça no Haiti (Minujusth). Além de fazer o monitoramento, elaborar relatórios e analisar situações relacionadas aos direitos humanos, a nova missão também auxiliará o governo haitiano no reforço das instituições do Estado de direito.

PORTAL GLOBO.COM


Presídios são revistados por homens das Forças Armadas em Ariquemes, RO Ariquemes e Vale do Jamari

Operação de Garantia da Lei e da Ordem tem o objetivo de localizar armas, celulares e drogas em presídios. Antiga Casa de Detenção também está sendo vistoriada na operação Ajuricaba.

Diêgo Holanda

Cerca de 400 homens das Forças Armadas e órgãos de segurança pública estadual iniciaram, nesta quinta (10), uma operação de revista na Casa de Detenção e no Centro de Ressocialização de Ariquemes (RO), onde 11 presos fugiram na semana passada. A operação "Ajuricaba" tem como objetivo verificar e extinguir a existência de armas, celulares e drogas dentro dos presídios da cidade.
De acordo com o Exército Brasileiro, a operação nas unidades penitenciárias de Ariquemes foi solicitada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), com base no decreto presidencial de janeiro de 2017, que permite o uso das Forças Armadas para a garantia da Lei e da Ordem nos presídios do País.
Conforme a 17ª Brigada de Infantaria e Selva (17ª BIS), diversos meios são empregados na operação em Ariquemes, entre eles 26 viaturas militares, nove detectores de minas, dois detectores de equipamentos eletrônicos, cinco cães farejadores e outros.
Participam da ação 271 homens do Exército, 2 homens da Marinha do Brasil e 3 homens da Força Aérea Brasileira, e ainda 124 policiais militares e civis.
Além da 17ª Brigada de Infantaria e Selva, contribuem na operação o Ministério Público Militar, Polícia Militar (PM-RO), Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar.
O resultado da operação, com a divulgação dos objetos ilícitos encontrados, deve acontecer em uma entrevista coletiva marcada para a noite desta quinta em Porto Velho.
Presídio Novo
O Centro de Ressocialização de Ariquemes foi inaugurado no dia 27 de julho e uma semana depois, no dia 3 de agosto foi registrada a primeira fuga no local. Na ocasião, 11 apenados fugiram após serrarem a grade de uma cela.
A obra do presídio custou mais de R$ 10 milhões, o dobro do previsto inicialmente e foi entregue com 7 anos de atraso, após diversas paralisações na construção.
A capacidade anunciada pelo Governo do Estado na inauguração é de 230 presos, no entanto, o Exército informou que atualmente 470 detentos estão na unidade.

Jungmann defende punição maior para porte ou posse ilegal de fuzis

Ministro da Defesa se reuniu com o presidente do Senado, Eunício Oliveira, nesta quinta. Jungmann fez a afirmação ao comentar a situação do Rio de Janeiro.

Gustavo Garcia

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, defendeu nesta quinta-feira (10) a aprovação, pelo Congresso Nacional, de um projeto de lei que puna com maior rigor o porte ou a posse ilegal de fuzis. A afirmação foi feita após reunião de Jungmann com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).
De acordo com a legislação brasileira, posse é ter uma arma em casa e porte é carregá-la pela rua. Para defender uma maior punição para esses crimes, Jungmann utilizou o exemplo do Rio de Janeiro, que enfrenta uma grave crise na segurança pública. Na avaliação do ministro, a questão dos fuzis “é um dos grandes problemas” da capital fluminense.
Desde a semana passada, militares das Forças Armadas estão nas ruas do Rio com o objetivo de combater o crime organizado. Operações conjuntas entre forças federais, estaduais e municipais têm sido realizadas diariamente no estado.
“Hoje, um dos grandes problemas do Rio de Janeiro é a letalidade dos fuzis e, por isso mesmo, colocamos como prioridade a aprovação de uma legislação que agrave a pena para quem estiver portando fuzis ou que tenha fuzis”, declarou o ministro.
“Não é possível que o Rio de Janeiro continue vivendo com essa grande quantidade de armas que o crime organizado dispõe”, completou.
Segundo o ministro, há “vários projetos” em tramitação no Congresso que podem agravar a pena para o porte ou a posse ilegal de fuzis.
Punições
Atualmente a legislação prevê diferente tipos de penas para esses crimes. Para a posse irregular de arma de fogo de uso permitido a pena é de detenção de 1 a 3 anos de detenção, além do pagamento de multa.
Já para o porte ilegal de arma de fogo de uso permitido a pena é de reclusão de 2 a 4 anos e multa.
As penas aumentam nos casos da posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, variando de 3 a 6 anos de reclusão.
Recursos
Durante entrevista a jornalistas, Jungmann também falou sobre o contingenciamento de recursos para o ministério da Defesa. Ele disse que isso ainda não afetou a atuação das Forças Armadas, mas disse que a pasta poderá ter “problemas em setembro”.
“Tivemos uma liberação emergencial para cobrir o mês de agosto, mas setembro é crítico. Precisamos de fato que haja um descontingenciamento. E a promessa da equipe econômica é que até setembro teremos essa situação resolvida. Mas repito, até aqui nossa capacidade operacional não foi afetada, mas ela poderá ter problemas se em setembro não chegarem novos recursos”, projetou.

Com fábrica da Embraer, Gavião Peixoto sobe 397 posições e lidera ranking nacional de gestão fiscal

Cidade é a 1ª colocada em lista elaborada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro; fim de isenção fiscal da fábrica garantiu estabilidade da arrecadação na crise.

Stefhanie Piovezan

Gavião Peixoto (SP) teve a melhor gestão fiscal do país em 2016, segundo estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), divulgado nesta quinta-feira (10). A cidade saltou da posição 398 para o 1º lugar do ranking, que faz uma radiografia da situação fiscal dos municípios brasileiros com base em dados da Secretaria do Tesouro Nacional.
O Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) avaliou as contas de 4.544 municípios, o equivalente a 81,6% das cidades do país. Ele estima uma nota de 0 a 1 para a saúde fiscal do município, e Gavião somou 0,9053, no topo do ranking.
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Guinada
A explicação para a melhoria do índice na cidade está na unidade que a Embraer mantém no município e no término dos 15 anos de benefícios fiscais concedidos à empresa, o que manteve a arrecadação no mesmo patamar, independentemente da crise.
“Em 2013, o município arrecadou em ICMS e ISS aproximadamente R$ 17 milhões. Em 2016, esse valor se manteve na casa dos R$ 16 milhões, sendo R$ 11 milhões diretamente relacionados à atividade da Embraer”, afirmou o prefeito, Gustavo Martins Piccolo (PHS).
Segundo o chefe do Executivo, 2016 foi o primeiro ano em que a Embraer recolheu ISS na cidade e isso compensou a queda no ICMS em decorrência da situação econômica em geral.
“Em 2013, 80% do valor arrecado foi derivado do ICMS. Em 2016, essa lógica se inverteu, passando o ISS a representar aproximadamente 70% das receitas municipais. Com isso, o município não sofreu os impactos avassaladores da crise econômica”, disse.
Gastos
Piccolo pontuou que, com a manutenção do caixa, foi possível investir na educação e agora todas as escolas municipais da cidade oferecem ensino integral até o 5º ano. Com ajuda do Governo do Estado, também estão sendo feitos investimentos em outras áreas, incluindo a construção de uma estação de tratamento de esgoto para criar zonas industriais e atrair mais empresas.
O prefeito afirmou ainda que o gasto com folha de pagamento neste ano deve consumir 43% do orçamento, abaixo do limite de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal, e que uma parte dos recursos foi poupada.
“A gente entende que o cenário bom que a gente teve no ano passado não necessariamente vai se repetir, então é preciso ter cautela”, comentou. “Fazer as coisas pensadas, de maneira serena, sem entender que dinheiro é para ser gasto. Nós entendemos que o caminho não é esse, hoje o caminho preza pela segurança".
Embraer
A unidade de Gavião Peixoto da Embraer é responsável pela montagem final das aeronaves militares, como o caça A-29 Super Tucano e do cargueiro KC-390, maior avião militar de transporte fabricado no Brasil e que terá primeira entrega no ano que vem.
“Foram fabricados dois protótipos do KC-390 para a campanha de certificação. A primeira aeronave de série já está em fase de produção e tem previsão de entrega à Força Aérea Brasileira (FAB) em 2018”, disse a empresa em nota.
A Embraer informou ainda que, ao longo dos últimos anos, a planta da cidade foi adequada para poder produzir o KC-390, mas não revela investimentos em unidades específicas e que o setor aeroespacial tem um papel relevante e estratégico para o país como um todo, o que se reflete nos municípios onde a área tem atividades.

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Prefeitura de SP usa drones para vigiar de Cracolândia e Marcha para Jesus a manifestações


Helton Simões Gomes

Os já movimentados céus da cidade de São Paulo ficaram mais povoados desde que a Prefeitura colocou em maio seus drones para monitorar com fotos e vídeos ações ligadas à segurança urbana.
Controladas por controle remoto, as aeronaves vigiam do alto o “fluxo” na Cracolândia, grandes aglomerações como Parada do Orgulho LGBT ou Marcha para Jesus e áreas invadidas.
O Dronepol é mais um programa da gestão municipal ajudado pela doação de empresas privadas. Dos cinco doados em abril, dois chegaram e são os que decolam diariamente.
Um deles, que ainda não chegou, mas consta dos planos da Prefeitura, não possui autorização da Anatel para operar no Brasil. Estão na mesma situação as aeronaves prometidas ao prefeito João Doria durante sua viagem à China.
“O drone, como tecnologia, é fundamental no serviço de segurança pública da cidade de São Paulo”, diz José Roberto Rodrigues de Oliveira, secretário da pasta de Segurança Urbana, que contou ao G1 para que a capital usa as aeronaves.
Antes das aeronaves subirem aos céus, foi feito um treinamento sobre segurança de voo e navegação por duas semanas. Participaram oito funcionários, seis pessoas da Guarda Civil Militar (GCM) e duas da Defesa Civil.
Cracolândia, Parada GLBT e invasões
A prioridade é monitorar as movimentações na região da Cracolândia.
“Vamos acompanhando o processo de limpeza, de zeladora da prefeitura, e a virada do fluxo, que é quando o pessoal começa a brigar entre si ou quer entrar em choque com a GCM”, diz Oliveira.

O secretário conta que os drones monitoram grandes multidões, como a celebração do Orgulho Gay que tomou a avenida Paulista e a que reuniu milhares durante o Corpus Christi, ambas em junho.
Manifestações também são acompanhadas pelas máquinas aéreas. O exemplo é o protesto que ocorreu na sede da Secretaria Municipal de Cultura, em junho.

Os drones vigiam áreas da Prefeitura ocupadas ou invadidas, de mananciais e quando uma ação de reintegração está sendo preparada ou está em curso.
O secretário conta que a Defesa Civil também usa os drones para renovar o mapeamento das áreas de risco da cidade, já que os parâmetros atuais são de 2010.
Apoio à PM
Para coordenar as ações, foi convidado para o projeto o coronel da reserva da Polícia Militar, Rogério Vieiria Peixoto. Ele foi piloto dos helicópteros Águia por 21 anos. Até a primeira semana de agosto, os drones em operação somavam 37 horas de voo. Decolam, em média, duas vezes pela manhã e duas à tarde.
Voos de drones têm de ser comunicados ao Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea), órgão da Força Aérea Brasileira, com 48 horas de antecedência.
“O nosso link está tão fechado com o Decea que, de antemão, os nossos voos estão previamente autorizados. Basta que encaminhemos a eles os dados do voo. Eu mando um e-mail com os dados do voo e já está autorizado. Já estão confiando em nosso padrão de voo”, afirma o coronel. “É um acordo operacional tácito”, completa o secretário.
A equipe de pilotos é sempre formada por dois operadores. Um deles mantém os olhos no celular acoplado ao controle em que as imagens captadas pelo drone são exibidas. O outro observa a aeronave para auxiliar o controlador principal.
Todas as imagens captadas pelas máquinas são transmitidas ao vivo por uma página do Facebook, a qual cerca de 30 pessoas têm acesso. “Evidentemente que o acesso a isso é restrito porque tem informações de segurança”, diz o secretário.
O contato com a PM, subordinada ao governo do Estado, não se resume ao coronel Peixoto.
“Pela proximidade que temos com a Secretaria de Segurança Pública do Estado, há muita operação conjunta”, afirma Oliveira.
Imagens áereas de favelas
Ele conta que algumas ações da PM contam com a preparação feita pelo monitoramento dos drones. O secretário mostrou ao G1 as imagens aéreas feitas da Favela do Moinho, na região central de São Paulo, que é encarada pela polícia como abrigo de traficantes que atuam na Cracolândia.
As imagens foram tratadas com o software Droneplay, que mostra uma visão 3D para aproximar do que está lá dentro.
Outro sistema conectado que está sendo usado junto das imagens registradas pelos drones é o Crowdsize, que mensura quantas pessoas estão em uma determinada região.
Na tela do celular, basta desenhar os limites da região em estão as pessoas que se querem contar, e pronto, um número é exibido. “[Usamos] para saber se está aumentando ou diminuindo o número de usuários daquela região da Cleveland”, diz o secretário.
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JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE


Papo de Viagem: Museu aeroespacial


Marlyana Lima

O governo federal e a Prefeitura de São Paulo oficializaram, ontem, um acordo que prevê a transformação de parte da área do Campo de Marte em um parque municipal, que contará com um museu aeroespacial, com atrações inéditas no país. O terreno, de cerca de 400 mil metros quadrados, alvo de disputa judicial há décadas, será transferido para a administração municipal. Os planos indicam que o parque ocupará 20% da área do Campo de Marte que possui vegetação remanescente de Mata Atlântica (protegida por lei). A garantia é de que a edificação do parque público, incluindo o museu, não afetará a área verde. A meta é que futuro parque seja o quinto maior da cidade e atraia os interessados em estudos e curiosidades aeroespaciais.

Vereador pede ajuda à Segurança


O vereador Frota Cavalcante (PTN) defendeu ontem, na tribuna da Câmara Municipal de Fortaleza, que as Forças Armadas sejam convocadas para participar do combate à criminalidade no Estado do Ceará. Para ele, a situação de violência que o País enfrenta é equivalente a de conflitos armados. "Qual a diferença entre uma guerra declarada entre dois países e a guerra que estamos vivendo hoje?".
De acordo com o parlamentar, a proposta é que as tropas federais sejam empregadas em Fortaleza da mesma maneira que estão sendo utilizadas no Rio de Janeiro. "Acho que deveríamos pedir apoio aos ministérios do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, e fazer como se fez no Rio, colocando os soldados nas ruas para dar uma sensação de segurança à população, porque não podemos mais conviver com isso", defendeu.
O vereador diz que o bairro onde mora e tem atuação política, o Vila Velha, vem enfrentando grandes dificuldades na área da Segurança Pública. "A população está toda presa dentro de casa, com medo. Não tem quem tenha coragem de ir até a uma venda comprar o que quer que seja". O parlamentar afirma que a comunidade tem sido obrigada a conviver com assaltos e homicídios. "É uma situação extremamente difícil e nós precisamos dar um basta, porque não é moleza", declarou.
Retroceder
O vereador, entretanto, defende a atuação do Governo do Estado na Segurança Pública. Ele agradeceu ao governador Camilo Santana (PT) por ter ampliado o efetivo das forças policiais na área. "Embora haja deficiência na Segurança, mas reconheço o trabalho do governador com relação ao esforço de melhorar a nossa Segurança", disse.
De acordo com o parlamentar, a expectativa é de que a sensação de insegurança comece a retroceder. "Eu quero crer que, em breve, vai minimizar essa situação, porque não dá para conviver com isso", explicou. Outros vereadores também reclamaram da insegurança em vários pontos da Capital cearense.

JORNAL DO BRASIL


"Forbes": Rio de janeiro é um desastre

Revista ironiza: "dias de glória da cidade estão tão longe quanto a lua"

Editorial da revista norte-americano Forbes publicado nesta quinta-feira (10) analisa que o Rio de Janeiro deveria ser a Oslo da América do Sul, ou seja, comparou a importância da "cidade maravilhosa" com a belíssima e super civilizada capital da Noruega.
Forbes questiona: o que aconteceu?
Com todo esse petróleo e gás sob o oceano da costa, o Rio de Janeiro não só foi abençoado pelos deuses do bom tempo e das paisagens românticas, mas também pelos deuses do petróleo e isso, eventualmente, significa dinheiro, observa o artigo.
O governo, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e alguns bilionários intrépidos como Eike Batista, teve grandes sonhos. Todo esse óleo de águas profundas transformaria a Petrobras e, finalmente, o Rio em uma mini-Oslo, um lugar onde as mentes brilhantes do desenvolvimento do óleo e pré-sal oferecem formas acessíveis e seguras para tirar ouro preto do mar. Os navios seriam construídos. Toda uma indústria marítima nasceria nesta amada cidade da bossa nova e do samba; Uma cidade onde cerca de 500.000 vivem em favelas.
Em 2007, a FIFA declarou que o Brasil iria sediar a Copa do Mundo em 2014. Foram prometidos novos estádios, incluindo uma revitalização do Maracanã no Rio de Janeiro, lembra Forbes.
O texto lembra que em outubro de 2009, o Comitê Olímpico Internacional escolhe o Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016, superando cidades ricas como Tóquio, Madri e até Chicago, que veio com o apoio do popular presidente Barack Obama.
Obama apoiou Lula, a quem chamou de "meu homem". A classificação de aprovação de Lula era de cerca de 80% naquele momento.
Em um país cujas elites muitas vezes estão ansiosas para provar que são tão boas quanto os EUA, Lula estava inflando seus egos com o reconhecimento do Brasil no mundo.
Aqueles dias são agora para o Rio, tão distantes quanto a lua.
O Rio de Janeiro é basicamente um desastre. Está à beira da falência e requer resgates federais para manter as luzes ligadas e pagar seus funcionários públicos, muitos dos quais tiveram que trabalhar semanas em hospitais estaduais e outros empregos da cidade com atraso no pagamento.
O ex-governador do estado, Sergio Cabral, está na prisão.
Lula criou uma empresa chamada Sete Brasil; Um construtor de navios que faria plataformas flutuantes para a Petrobras e outras que perfuram águas profundas. Está falida.
Eike Batista construiu navios e teve uma empresa de petróleo completa com financiamento do banco de desenvolvimento do governo, o BNDES. Todos dobraram. Batista não é mais um bilionário. Deus sabe o que faz com ele todos os dias, além de conversar com seus advogados e lidar com acionistas descontentes.
O Maracanã, um dos ícones da cidade, está uma bagunça desconcertada, vergonhosa e embaraçosa. Foi parcialmente de propriedade da Odebrecht, também conhecido como inimigo público n.°1, no que se refere ao escândalo da Petrobras e o presidente da Odebrecht está na cadeia.
Uma assombrosa onda de crime atravessa a cidade. O governo federal convocou as forças armadas para abater as gangues nas favelas. Entre julho e dezembro de 2016, foram registrados 68 mil assaltos à mão armada no Rio, uma média de 340 por dia. Aqueles com dinheiro estão saindo da cidade. Alguns estão indo embora do país, seguindo para Miami, Fort Lauderdale e Palm Beach.
O uso de drogas na cidade está em alta, facilitando o aumento de pequenos crimes. Em 2015, a polícia realizou três vezes mais detenções relacionadas à droga do que em 2008, de acordo com o Instituto de Segurança Pública e o Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Cerca de 38 prisões foram feitas por dia para conter o tráfico de drogas no Rio, em 2015, em torno de 50% a mais que em 2008, segundo dados do governo. Esse foi um dos piores anos registrados, levando a uma repressão policial que começou no ano passado e se tornou cada vez mais violenta este ano.
Rio é o lar da empresa estatal mais importante do Brasil, a Petrobras. É imperativo que o Rio atue em conjunto. Isto é como um barômetro do que está acontecendo no terreno em todo o Brasil.
Talvez em um futuro não tão distante, o homem, o mito, que trouxe ao Rio tão boa notícia, o próprio Lula da Silva, pode estar no mesmo lugar que Sergio Cabral, ironiza Forbes.
E por isso, o futuro do Rio parece triste. Tão triste como a vida dos políticos presos por negligência e corrupção, que fizeram o o Rio de Janeiro explodir às custas do dinheiro público. O Rio nunca será a Oslo sul-americana. Esqueça isso, finaliza Forbes.


OUTRAS MÍDIAS


TRIBUNA HOJE (AL)


ITA anuncia mudanças significativas no vestibular 2018

Serão disponibilizadas também 110 vagas, mas separadas da seguinte forma: 85 vagas ordinárias e 25 privativas.
Estão abertas até 15 de setembro as inscrições para o concorrido e almejado curso de graduação de Engenharia do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), considerado uma das melhores instituições de ensino superior no País. E, neste ano, há algumas mudanças significativas com relação a concursos de anos anteriores, de acordo com Thiago Cardoso da Costa, coordenador da Turma ITA do Curso Poliedro.
A principal alteração diz respeito à distribuição das vagas disponibilizadas. Segundo ele explica, para o ingresso no ITA, os candidatos precisam decidir entre duas opções de vagas: ordinária ou privativa. As ordinárias são as destinadas aos candidatos que não têm interesse em ingressar no Quadro de Oficiais Engenheiros da Ativa da Força Aérea Brasileira, enquanto as vagas privativas são destinadas exclusivamente àqueles que têm interesse em ingressar na carreira militar no Quadro de Oficiais Engenheiros da Ativa da Força Aérea Brasileira (QOEng).
No entanto, anteriormente, essa opção não influenciava na classificação final para o vestibular. Por exemplo, a última edição do vestibular disponibilizou 110 vagas, e os aprovados eram os 110 melhores colocados, independentemente da escolha entre vaga ordinária e vaga privativa.
Para o Vestibular 2018, essa dinâmica se altera. Serão disponibilizadas também 110 vagas, mas separadas da seguinte forma: 85 vagas ordinárias e 25 privativas. Uma vez feita a escolha, no ato da inscrição, o candidato concorrerá somente com aqueles que tiverem realizado a mesma opção em relação às vagas.
“Isso significa que haverá duas listas de classificação diferentes e, possivelmente, notas de corte diferentes para cada uma das modalidades – ordinária e privativa”, aponta Cardoso da Costa. Essa prática já existe no vestibular do Instituto Militar de Engenharia (IME), no qual todos os candidatos fazem as mesmas provas no vestibular, mas concorrem a vagas diferentes, de acordo com a opção feita.
Além da mudança com relação à distribuição das vagas, verifica-se a definição de que para o aluno optante pela vaga privativa, caso decida desistir da carreira militar, ele será desligado também do ITA. “Sendo assim, a escolha está vinculada à permanência no ITA. Trata-se também de uma novidade, pois historicamente o ITA apresentava certa flexibilidade para casos em que os alunos solicitavam a troca de opção de carreira”, comenta o coordenador do Curso Poliedro.
Preparação para o ITA
Outro ponto importante do edital diz respeito à divulgação da lista de obras literárias de leitura recomendável. São elas: Senhora, de José de Alencar; Quincas Borba, de Machado de Assis; São Bernardo, de Graciliano Ramos. Das seis questões de Literatura Brasileira contidas na prova de Português, haverá três questões, uma para cada uma dessas obras de ficção. As outras três questões serão de interpretação de poemas de autores brasileiros, que serão reproduzidos na prova.
A preparação dos candidatos, todavia, não deve ser afetada.Segundo o coordenador do Curso Poliedro, o aspirante a uma vaga no ITA deve continuar seus estudos com bastante foco e disciplina, incluindo em sua rotina a leitura dos livros de Literatura recomendados pela banca do vestibular.
Além disso, a decisão pela carreira (vaga ordinária ou privativa) deve ser realizada levando em consideração o real interesse do aluno, e não especulações que possam surgir sobre as notas de corte de cada opção. “É recomendada a leitura integral das instruções, para que o candidato conheça todas as mudanças para o Exame de Admissão 2018”, ressalta Cardoso da Costa.
Como funciona o vestibular do ITA
Localizado em São José dos Campos (SP), o ITA é considerado uma das mais renomadas universidades do país, sendo referência nas seis especialidades que disponibilizam vagas – eletrônica, civil-aeronáutica, computação, aeronáutica, mecânica-aeronaútica e aeroespacial.
Para ingressar no Instituto, é necessário que o candidato tenha concluído o Ensino Médio ou esteja no último ano do colegial e tenha, no máximo, 23 anos de idade no ano do vestibular.
Para não ser desclassificado no vestibular, a nota mínima é de 40 pontos por matéria e 50 pontos de média geral, em uma escala de 0 a 100. Além disso, o candidato não pode zerar a redação e precisa acertar, no mínimo, 8 questões em 20 possíveis na prova de Inglês.
O vestibular é extenso e exige foco dos candidatos. As provas acontecerão nos dias 12, 13, 14 e 15 de dezembro deste ano. A cada dia ocorre uma prova específica das matérias Física, Português/Inglês, Matemática e Química.
O candidato pode encontrar mais instruções para o vestibular em http://www.vestibular.ita.br/

REVISTA ELETRÔNICA JUSTIÇA EM FOCO (DF)


TST entrega comendas da OMJT - Instituto Ayrton Senna e jornalistas Renata Lo Prete e Ana Dubeux entre agraciados

- *Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho -
- O Instituto Ayrton Senna é a instituição agraciada, juntamente com 39 pessoas. -
O Tribunal Superior do Trabalho realiza nesta sexta-feira (11) a solenidade anual de entrega da comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho. O presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho, abre a solenidade, que será realizada na área externa do TST, às 17h. O evento é aberto ao público.
O Instituto Ayrton Senna é a instituição agraciada, juntamente com 39 pessoas. A ONG foi criada pela família Senna em 1994 e atua no sentido da ampliação das oportunidades de crianças e jovens por meio da educação. Anualmente, o instituto capacita 60 mil educadores, com programas que beneficiam diretamente cerca de 2 milhões de alunos em mais de 1.300 municípios nas diversas regiões do Brasil.
A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, encabeça a lista de personalidades que receberão a comenda este ano, com sua promoção ao grau Grão Colar. As jornalistas Renata Lo Prete e Ana Dubeux também integram a relação dos agraciados, que conta ainda com os comandantes da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, e da Marinha do Brasil, almirante de esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, com o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Peter Michael McKinley, com os ministros José Coêlho Ferreira, do Superior Tribunal Militar (STM), e Laurita Hilário Vaz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), magistrados, advogados e professores.
*A Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, criada em 1970, reconhece pessoas e instituições que se destacaram por suas profissões ou serviram de exemplo para a sociedade.

PORTAL IBAHIA


Campus Party BA: Simulador da Aeronáutica é sucesso entre jovens durante Campus Party

De alta tecnologia, o aparelho é o melhor simulador gratuito na América Latina
Cláudia Callado e Naiá Braga
Antecipar as dificuldades do dia a dia e ter a sensação mais próxima da realidade são algumas das funções do simulador da Aeronáutica,disponível na área open da Campus Party, que despertou a atenção de estudantes e curiosos que circularam pelo local.
De acordo com o instrutor André Drumond, o aparelho é o melhor simulador gratuito na América Latina. Desenvolvido pelo governo federal através do projeto "Asa do Brasil", a nave é uma potencial ferramenta de educação.
"Com o simulador, os alunos podem vivenciar na prática a realidade que vão viver. Podem experimentar um equipamento com tecnologia de ponta que estimula o raciocínio lógico, o código de ética, de conduta, além de permitir uma ação de inclusão no ambiente escolar", afirma.
Para Kaique dos Santos, de 18 anos, aluno do Comando da Aeronáutica, voar é mais do que o sonho. "Sempre foi uma paixão. Desde pequeno eu sempre quis fazer isso", derrete-se.

PORTAL SEGS (SP)


Universitários de Norte a Sul disputam a Competição SAE BRASIL AeroDesign 

Com 94 equipes inscritas, que representam 76 instituições de ensino, a competição será realizada de 26 a 29 de outubro, em São José dos Campos, SP
Maria do Socorro Diogo
Começou a contagem regressiva para a 19ª Competição SAE BRASIL AeroDesign, que será realizada de 26 a 29 de outubro, no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José dos Campos, SP. Estão inscritas 94 equipes, integradas por 1,3 mil concorrentes de Norte a Sul do Brasil (16 Estados e Distrito Federal) e do Exterior (Venezuela e México), entre estudantes, professores orientadores e pilotos. Agora as equipes testam as aeronaves radiocontroladas, projetadas e construídas exclusivamente para a competição.
Com mudanças no Regulamento da Competição, as 94 equipes enfrentarão novos desafios, conforme as categorias Micro, Regular e Advanced.
Na Classe Micro concorrem 25 equipes. Nesta categoria, as aeronaves poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. A novidade é a possibilidade de lançar a carga durante os voos com o uso de paraquedas para aumentar a pontuação da equipe, em adição ao simples alijamento da carga como em 2016. Nesta categoria não há restrição de geometria ou número de motores – todos elétricos –, porém as equipes deverão ser capazes de desmontar o avião depois dos voos e transportar a aeronave desmontada em caixa de volume de 0,1 m³.
Na Classe Regular, que tem 61 equipes inscritas, os aviões deverão ter dimensões compatíveis com o espaço definido por um cone. Para 2017, o cone tem diâmetro de 2,9 metros e altura de 75 centímetros. Além disso, as aeronaves estão liberadas para transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. A categoria segue restrita a avião monomotor.
Na Classe Advanced, com oito equipes, os aviões seguem com o desafio de avançar na eletrônica embarcada. Além do tempo de voo, os sistemas a bordo deverão computar a velocidade, que será usada na soma da pontuação de voo. Quando carregadas, as aeronaves não deverão exceder 30 kg. Permanece opcional a escolha do tipo de propulsão (combustão ou elétrica). A única restrição relativa à motorização é a somatória de área total das hélices multiplicada pelo número de pás, que não poderá ultrapassar 0,206 m². A exemplo da Classe Regular, as aeronaves poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões, exceto chumbo.
Participantes – Das 94 equipes inscritas, que representam 76 instituições de ensino, 89 são brasileiras e representam 16 Estados e o Distrito Federal. O Estado líder em participação é São Paulo, com 25 equipes, seguido de Minas Gerais, com 15, e Rio Grande do Sul, oito. Rio de Janeiro e Santa Catarina serão representados por seis equipes cada. Paraná e Rio Grande do Norte contam com cinco equipes. Bahia e Distrito Federal aparecem com três cada. Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco e Piauí possuem duas equipes cada uma. Amazonas, Ceará e Espírito Santo têm uma equipe cada. Do Exterior, três equipes são da Venezuela e duas do México.
Provas – Na Competição SAE BRASIL AeroDesign, as avaliações são realizadas em duas etapas: Competição de Projeto e Competição de Voo, conforme regulamento. Na Competição de Projeto, as equipes realizam apresentações orais dos projetos para a Comissão Técnica da Competição, formada por engenheiros da indústria aeronáutica, que trabalham como voluntários durante toda a realização do evento. Na Competição de Voo, os aviões passam por baterias de voos e devem ser capazes de decolar e transportar cargas sempre crescentes, até as condições limite do projeto.
Ao final do evento, duas equipes da Classe Regular, uma da Advanced e uma da Classe Micro, que obtiverem as melhores as pontuações, ganharão o direito de representar o Brasil na SAE Aerodesign East Competition, em 2018, nos EUA, onde equipes brasileiras já acumulam histórico expressivo de participações: oito primeiros lugares na Classe Regular, quatro na Classe Advanced e um na Classe Micro. A SAE Aerodesign East Competition é realizada pela SAE International, da qual a SAE BRASIL é afiliada.
Torneio de Acesso – A Competição novamente realizará o Torneio de Acesso, iniciativa que envolve a participação à distância das equipes, que enviam plantas técnicas e vídeos de voo. O Torneio é uma fase classificatória para o ingresso de equipes novas e equipes que não se desempenharam bem na Competição SAE BRASIL AeroDesign. As três primeiras colocadas recebem troféus ao final do Torneio de Acesso.
Organizado pela Seção Regional São José dos Campos, da SAE BRASIL, o Projeto AeroDesign é programa de fins educacionais que tem como objetivo propiciar a difusão e o intercâmbio de técnicas e conhecimentos de engenharia aeronáutica entre estudantes e futuros profissionais da engenharia da mobilidade, por meio de aplicações práticas e competição entre equipes, formadas por estudantes de graduação e pós-graduação de Engenharia, Física e Tecnologia relacionada à mobilidade. A Competição é realizada anualmente desde 1999.
“A introdução de novas tecnologias e sua aplicação sistêmica em benefício da sociedade é a filosofia que norteia os programas estudantis da SAE BRASIL, criados para estimular estudantes à inovação e para ajudá-los na qualificação exigida pela indústria”, afirma o engenheiro Mauro Correia, presidente da SAE BRASIL.
Reconhecida pelo Ministério da Educação, a competição é patrocinada pelas empresas Grupo Airbus, Altair, Embraer, GE, Honeywell, Parker, Rolls-Royce e United Technologies. Também conta com o apoio das instituições ADC Embraer, DCTA, ITA, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Prefeitura de São José dos Campos e São José dos Campos Convention & Visitors Bureau. Tem parcerias com Emercor Pronto Vida, Hotel Nacional Inn e Novotel.
19ª Competição SAE BRASIL AeroDesign
Dia 26 – das 8h30 às 17h – solenidade de abertura, showroom dos projetos e apresentações orais das equipes no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) – Prédio de Eletrônica e Computação.
Dias 27, 28 e 29 – das 7h30 às 18h – Competição de voo no Aeroporto do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) – aberta ao público. Entrada pela avenida Faria Lima, ao lado do MAB, em São José dos Campos/ SP.
19ª Competição SAE BRASIL AeroDesign
26 a 29 de outubro
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) – São José dos Campos/ SP
Total de equipes inscritas = 94
№ estrangeiras = 5 (México e Venezuela)
№ de equipes brasileiras: 89 (DF + 16 Estados)
№ de instituições de ensino: 76
№ médio de estudantes inscritos: cerca de 1.300 participantes
№ equipes: Classe Micro: 25 / Classe Regular: 61 / Classe Advanced: 8

PORTAL TOMAR TV MEDIA


Aeroportos de MT serão "privatizados"

Laurus Menezes
O conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) deverá analisar no dia 23 de agosto a proposta de concessão à iniciativa privada de 19 aeroportos que hoje estão sob administração da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Outro bloco no Centro-Oeste, inclui Cuiabá, Sinop, Barra do Garça e Alta Floresta, todos em Mato Grosso. Já no Sudeste, devem ser incluídos os aeroportos de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, de Vitória, Macaé (RJ), Jacarepaguá (RJ), Campo de Marte (SP) e o aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.
O governo estuda a abertura de capital da Infraero, disse nesta terça-feira, 8, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa, durante reunião na Comissão de Infraestrutura do Senado.
Só essas concessões deverão engordar o caixa federal em R$ 4,1 bilhões em taxas de outorga, numa estimativa preliminar. Mas tudo depende da retomada das conversas entre os dois países. No entanto, ainda está em discussão se o pacote englobará todos eles ou apenas alguns.
O ministério também vai propor a inclusão no programa de concessões de um trecho rodoviário da BR-364 entre Porto Velho (RO) e Comodoro (MT) e 18 terminais portuários.
Aos senadores, o ministro afirmou que o governo jamais anunciou a privatização total da Infraero e que, pelo contrário, o plano é recuperá-la.
Ele não descartou a hipótese de se vender mais de 50% da empresa. Nesse caso, a Infraero ganharia mais flexibilidade administrativa, pois suas compras não ficariam atreladas às regras da Lei nº 8.666, que trata das licitações no setor público, explicou o ministro. Neste ano, disse Quintella, a estatal deverá ter lucro de R$ 400 milhões, depois de amargar prejuízos da ordem de R$ 3 bilhões anuais entre 2013 e 2015 e um prejuízo já um pouco menor, de R$ 750 milhões, no ano passado. No Rio Grande do Norte, a concessionária do aeroporto de São Gonçalo do Amarante - o primeiro concedido à iniciativa privada, no país - já chegou a apontar aspectos negativos na concessão e a pedir reequilíbrio do contrato.




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