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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 26/06/2017 / Embraer seleciona voluntários para ensaios de segurança de jato


Embraer seleciona voluntários para ensaios de segurança de jato ...  

Interessados devem se inscrever pela internet. Ensaios no E190-E2 não serão remunerados e devem ser realizados em agosto ...  

A Embraer está selecionando voluntários para participar de ensaios de segurança do jato E190-E2, que estão previstos para serem feitos no mês de agosto em São José dos Campos. Serão convocados 250 voluntários, que devem avisados por email até o dia 1º de julho.

Os interessados devem ter mais de 18 anos, realizar o cadastro pelo site da empresa e preencher um formulário online. Os testes ainda não têm dias definidos, mas serão realizados das 17h às 22h.

Os ensaios serão dentro da Embraer, com simulações de abandono de aeronave. Os voluntários irão participar de situações como abertura da porta do avião, treinamento sobre a iluminação de emergência e métodos de evacuação de aeronave.

Todos os processos do ensaio acontecem em solo. Os voluntários não serão remunerados e a Embraer irá fornecer transporte e alimentação para todos os participantes.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Permanência de Temer no poder é veneno para a política no país


Coluna Uirá Machado

Que Michel Temer é um desastre político para si próprio os brasileiros sabem há bastante tempo. A nova rodada do Datafolha apenas mostrou que, no quesito popularidade presidencial, o peemedebista tem plenas condições de batalhar pelo recorde negativo.
A mesma pesquisa indicou fato muito mais grave: a permanência de Temer no Planalto equivale a um veneno político para o país, e é difícil imaginar que as propaladas reformas econômicas possam trazer a cura no curto prazo.
O primeiro sinal está no contágio da autoestima nacional. A vergonha ser brasileiro supera o orgulho para a metade (47%) dos entrevistados, o maior patamar já verificado pelo instituto. Essa taxa era de 28% em dezembro e 34% em abril.
Mais importante, o apreço pelas instituições de representação democrática se deteriorou ainda mais, embora isso parecesse quase impossível.
Desde abril, pelo menos, no máximo 5% da população diz "confiar muito" na Presidência da República, no Congresso nacional ou nos partidos políticos. O índice, até por limitação matemática, piorou pouco nos últimos dois meses.
No período, no entanto, encolheu a fatia dos que afirmam "confiar um pouco" nessas instituições e aumentou a dos que dizem "não confiar" nelas. Este último grupo hoje reúne dois terços dos brasileiros.
Impossível dissociar o fenômeno do papel ridículo que tais entes têm feito para preservar Temer e salvar a própria pele.
As mesmas perguntas foram feitas em relação a dez instituições, incluindo Judiciário e Ministério Público. Na liderança na classificação das mais confiáveis estão as Forças Armadas, a única que ostenta mais respostas "confia muito" (40%) do que "não confia" (15%).
Nesse cenário de terra arrasada política e degradação do respeito pelas instituições democráticas, não deveria surpreender que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) avance na preferência dos eleitores para 2018. O militar da reserva saiu de 5% das intenções de voto em fins de 2015 para 16% agora.
Outra pesquisa do Datafolha, feita com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, acrescenta cores preocupantes a esse quadro, conforme ensaio publicado na "Ilustríssima".
Nada menos que 69% dos brasileiros adultos concordam com a seguinte frase: "O que este país necessita, principalmente, antes de leis ou planos políticos, é de alguns líderes valentes, incansáveis e dedicados em quem o povo possa depositar a sua fé".
Sempre soam improváveis os cenários catastrofistas criados em tempos que, embora conturbados, não chegam a ser desesperadores.
Vale o alerta, porém, do historiador Timothy Snyder, autor do livro "Sobre a Tirania". Ele lembra que a maior parte das pessoas que votaram em embriões de governos totalitários não se dava conta de que exercia o sufrágio pela última vez.
JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


FAB intercepta em GO bimotor com meia tonelada de cocaína


Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou neste domingo, 25, um bimotor na região de Aragarças (GO), com meia tonelada de cocaína. De acordo com a área de comunicação da Aeronáutica, a intercepção foi feita por uma aeronave de defesa aérea A-29 Super Tucano, em ação que faz parte da Operação Ostium, contra ilícitos transfronteiriços.
Às 13h17, o piloto do Super Tucano passou a seguir o protocolo das medidas de policiamento do espaço aéreo e interrogou o piloto do bimotor (matrícula PT-IIJ), que havia decolado da Fazenda Itamarati do Norte, em Campo Grande do Parecis (MT), com destino a Santo Antonio Leverger (MT). Na sequência, o piloto da FAB deu ordens para o bimotor mudar a rota e pousar no aeródromo de Aragarças.
Em um primeiro momento, o bimotor seguiu as instruções, mas arremeteu antes de pousar no local indicado. O piloto da FAB novamente ordenou a mudança de rota e solicitou o pouso, mas o bimotor não respondeu. Com isso, a aeronave passou a ser classificada como hostil.
Para persuadir o piloto do bimotor a cumprir as determinações, o Super Tucano executou um tiro de aviso. No entanto, não houve resposta e o bimotor acabou pousando na zona rural do município de Jussara, no interior de Goiás.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás fez buscas no local. De acordo com a Aeronáutica, os 500 quilos de cocaína encontrados no avião serão encaminhados para a Polícia Federal em Goiânia.

De prontidão

Boulos se afirma à esquerda, Etchegoyen cresce à direita em Brasília

Colunista Eliane Cantanhêde

Se Guilherme Boulos se afirma à esquerda e nos movimentos sociais, um outro personagem cresce à direita e no coração do governo em Brasília: o general de Exército (último posto da hierarquia militar) Sérgio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), com sala no Planalto e presença certa em reuniões estratégicas.

Com Temer enfrentando batalhas de vida ou morte, os ministros políticos tentando sobreviver à Lava Jato, os econômicos guerreando contra a crise e o comandante do Exército doente, Etchegoyen está cada vez mais forte. Informação vale ouro, quem tem informação tem poder e o GSI controla a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), filha encabulada do SNI de péssima memória. Logo, ele sabe das coisas, e sabe a seu jeito.

O GSI substituiu a Casa Militar e esteve sempre sob comando de generais, mas a convivência entre presidentes e eles oscila entre trocas de gentileza estéreis e ostensivo descaso. FHC, filho, neto e bisneto de militares, respeitava o general Alberto Cardoso. Lula dava dois tapinhas nas costas no general Jorge Felix e depois jogava no lixo, sem ler, seus relatórios. Dilma desprezava abertamente o trabalho do general José Elito e, por fim, extinguiu o GSI nos estertores do seu governo.
Ao assumir, Temer tinha a determinação de recuperar a “normalidade” nas relações com o Congresso, os agentes econômicos, as Forças Armadas e a mídia. Não pensou duas vezes ao reativar o GSI e nomear para sua chefia um militar respeitado e com um sobrenome de grande reverberação no Exército.

Etchegoyen vem de uma área e de uma família para as quais a esquerda, não sem motivos, torce o nariz, mas ele se movimenta bem na área política e não teme jornalistas, entrevistas ao vivo, questões espinhosas. É tido como equilibrado, legalista, um bombeiro no circo pegando fogo. É assim que participa, muito à vontade, das reuniões – e decisões – de cúpula do governo Temer.

Atribui-se a ele a defesa do Congresso, da política e da distinção do “joio e do trigo”: punição diferenciada para os efetivamente corruptos e para os que usaram as regras do jogo, como o caixa 2, mas não enriqueceram com a política. Diz-se também que ele torce contra a prisão de Lula, em nome da preservação da instituição Presidência da República e pelo impacto interno e externo que poderia ter.

Consta que Etchegoyen é quem avalia a troca ou não do diretor-geral da PF, Leandro Daiello. Ele nega. Consta que assumirá o Comando do Exército, caso seu amigo, o prestigiado general Eduardo Villas Boas, decida voltar para casa. Ele nega. Consta que pôs a Abin a bisbilhotar os telefones do ministro Edson Fachin. Ele nega. E consta que ele está cada vez mais poderoso. Ele nega veementemente. Mas... só o fato de ter de negar tantas coisas ao mesmo tempo já diz muito.

Na superfície, bons exemplos de sua força são na segurança pública, área que, assim como a PF, é subordinada à Justiça. Quem coordena o plano de segurança para o Rio é o GSI. E quem abriu uma reunião de secretários de Segurança e chefes da Polícia Civil em Porto Alegre foi Etchegoyen, e o ministro da Justiça só falou depois. A própria Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), como a Funai, está nas mãos de um general.

Assim como muitos reagem irritados a Boulos, chove indignação quando se constata que um general de Exército com o sobrenome Etchegoyen cresce em Brasília – em meio a uma crise pavorosa e à descrença do atual modelo político. Mas fatos são fatos. O que importa agora é saber quais são as ambições e objetivos do general. Aliás, das próprias Forças Armadas.|

Militares e segurança pública

O emprego das Forças Armadas para atuar na segurança pública deveria se dar somente em situações críticas, nas quais a polícia se revela incapaz

O comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse em audiência no Senado, na quinta-feira passada, que o uso das Forças Armadas em ações de segurança pública é “desgastante, perigoso e inócuo”. O alerta foi dado em meio à preocupante frequência com que os governos federal e estaduais têm solicitado o emprego dos militares como policiais.
A legislação vigente estabelece que a atuação das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem somente se dará “após esgotados os instrumentos destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”, segundo se lê no artigo 15 da Lei Complementar n.º 97 (1999). Esses instrumentos são todos os órgãos policiais responsáveis pela segurança pública, estabelecidos pelo artigo 144 da Constituição. Cabe ao presidente da República ou ao governador de Estado, conforme o caso, reconhecer formalmente tais instrumentos como “indisponíveis, inexistentes ou insuficientes ao desempenho regular de sua missão constitucional” para que se justifique o acionamento dos militares para esse trabalho.
Ou seja, o emprego das Forças Armadas para atuar na segurança pública deveria se dar somente em situações críticas, nas quais a polícia se revela incapaz de fazer seu trabalho, expondo a sociedade a risco. No entanto, o que mais se observa há alguns anos é a banalização dessa convocação. Caminha para se tornar um perigoso consenso, por exemplo, a ideia de que somente os militares são capazes de impor a ordem e desbaratar o crime em lugares dominados por traficantes.
A esse respeito, o general Villas Bôas citou a participação do Exército na patrulha da Favela da Maré, no Rio de Janeiro. “Um dia me dei conta. Os nossos soldados atentos, preocupados – são vielas –, armados. E passando crianças, senhoras, eu pensei: estamos aqui apontando arma para a população brasileira.”
A ação na Favela da Maré está longe de ser isolada. O Exército, de tempos em tempos, é chamado a intervir nas favelas do Rio, como se essa presença fosse a única demonstração de força capaz de inibir o crime organizado. O general Villas Bôas foi muito duro a respeito dessa ilusão: “Nós somos uma sociedade doente. E lá ficamos (na Favela da Maré) 14 meses. Do dia em que saímos, uma semana depois tudo havia voltado ao que era antes. Então, temos que realmente repensar esse modelo de emprego (das Forças Armadas)”.
O uso do Exército para enfrentar traficantes e pacificar favelas contraria a vocação das Forças Armadas, cujos soldados são treinados para a guerra, e não para a prevenção do crime e a repressão ao narcotráfico. Há casos em que a previsão constitucional é respeitada, como em fevereiro passado, quando os militares foram acionados para fazer a segurança pública no Espírito Santo em meio à greve da Polícia Militar. No entanto, diante da incapacidade financeira e estrutural dos Estados para cumprir plenamente seus deveres, há governadores que solicitam a presença do Exército em situações bem mais corriqueiras. O governo do Rio, por exemplo, pediu ajuda às Forças Armadas para conter protestos e para ajudar a fazer o policiamento no carnaval. Em maio, os militares foram chamados para fazer varreduras em presídios rebelados em cinco Estados.
Na audiência no Senado, o general Villas Bôas deu números que comprovam essa banalização: “Nos últimos 30 anos, nós fomos empregados 115 vezes. O único Estado onde não houve emprego até hoje parece-me que foi São Paulo”.
O general Villas Bôas deixou claro que o Exército está pronto para atuar além de sua tarefa de proteger a soberania nacional contra ameaças externas. Ele disse que os militares acumularam “enorme expertise”, por exemplo, na segurança de grandes eventos internacionais, depois das bem-sucedidas operações na Copa do Mundo e na Olimpíada. Mas o general tem toda a razão ao manifestar publicamente seu desconforto com a transformação das Forças Armadas em força policial: “Nós não gostamos desse tipo de emprego, não gostamos”.
JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Em Goiás, FAB intercepta avião que transportava 500kg de cocaína

A aeronave será removida para o quartel da Polícia Militar de Goiás em Jussara. A droga apreendida será encaminhada para a Polícia Federal em Goiânia

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou na tarde deste domingo (25/6), na região de Aragarças (GO), um avião bimotor que transportava 500 kg de cocaína. A ação, que fez parte da Operação Ostium para coibir substâncias ilícitas transfronteiriças, foi feita em conjunto com a Polícia Federal e órgãos de segurança pública brasileiros.
A aeronave decolou da Fazenda Itamarati Norte, no município de Campo Novo do Parecis (MT) com destino a Santo Antonio Leverger (MT). O piloto da defesa aérea interrogou o piloto do bimotor e ordenou que ele alterasse a rota e pousasse, obrigatoriamente, no aeródromo de Aragarças. 
De acordo com a FAB, inicialmente, o avião interceptado seguiu todas as instruções, no entanto, em vez de pousar no local indicado, arremeteu. O piloto da defesa aéra, por sua vez, comandou novamente a mudança de rota e solicitou o pouso, porém a aeronave não respondeu.
A FAB executou então o tiro de aviso - uma medida de persuasão para forçar o piloto do avião interceptado a cumprir as determinações da defesa aérea - e voltou a comandar o pouso obrigatório. O piloto da aeronave novamente não respondeu e pousou na zona rural do município de Jussara, interior de Goiás.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás foi acionado e faz buscas no local. O avião será removido para o quartel da Polícia Militar de Goiás em Jussara. A droga apreendida será encaminhada para a Polícia Federal em Goiânia.
JORNAL VALOR ECONÔMICO


FAB intercepta avião com meia tonelada de cocaína em Goiás


Folhapress

SÃO PAULO - Um avião bimotor com cerca de 500 quilos de cocaína foi interceptado neste domingo (25) no interior de Goiás, por um avião A-29 Super Tucano da FAB (Força Aérea Brasileira).
A ação faz parte da Operação Ostium para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto a FAB, a Polícia Federal e órgãos de segurança pública. As informações são da Agência Brasil.
Segundo nota divulgada pela Aeronáutica, o avião decolou da Fazenda Itamarati Norte, no município de Campo Novo do Parecis (MT) com destino a Santo Antonio Leverger (MT).
O piloto da FAB comandou a mudança de rota e o pouso obrigatório no aeródromo de Aragarças (GO). Inicialmente, a aeronave interceptada seguiu as instruções da defesa aérea, mas ao invés de pousar no aeródromo indicado, arremeteu.
O piloto da FAB novamente comandou a mudança de rota e solicitou o pouso, porém o avião não respondeu, sendo classificado como hostil.
O A-29 da FAB executou um tiro de aviso para forçar o piloto da aeronave interceptada a cumprir as determinações da Defesa Aérea, e voltou a comandar o pouso obrigatório.
O bimotor novamente não respondeu e pousou na zona rural do município de Jussara, interior de Goiás. Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás foi acionado e fez buscas no local, mas sem encontrar o piloto do bimotor.
O avião será removido para o quartel da Polícia Militar de Goiás em Jussara. A droga apreendida será encaminhada para a Polícia Federal em Goiânia.
PORTAL G-1


Megabalão cai sobre empresa e é apreendido pela polícia em Campinas; um detido

Homem tentava recuperar partes do balão quando foi abordado pela Polícia Ambiental. Região é próxima do Aeroporto de Viracopos.

G1 Campinas E Região

Um megabalão foi apreendido pela Polícia Ambiental de Campinas (SP) na manhã deste domingo (25). A estrutura de pelo menos 40 metros de comprimento caiu sobre uma empresa na área rural da cidade, próxima do Aeroporto Internacional de Viracopos. Um homem que tentou recuperar a estrutura foi detido e encaminhado para a 2ª Delegacia Seccional da cidade. Ninguém se feriu.
De acordo com a Polícia Ambiental, os policiais faziam um patrulhamento pela região do Bairro Universitário quando avistaram o balão, às 9h30. Além da parte inflada, ele possuía cangalha, uma estrutura de ferro que carrega fogos de artifício, e também uma bandeira, que o deixavam ainda maior. 
Toda a estrutura caiu sobre o telhado de uma empresa no bairro Campina Verde. O homem detido pagou multa de R$ 7,5 mil por soltar balão e por uso de fogo. Ele foi ouvido pelo delegado e liberado em seguida.
O Corpo de Bombeiros deu apoio à retirada do balão do local. Toda a estrutura apreendida será destruída, segundo a polícia.
Crime
Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios, inclusive em áreas urbanas, é crime. A pena varia de um a três anos de prisão, além de multa que pode chegar a R$ 7,5 mil por balão.

FAB intercepta avião com cerca de 500 kg de cocaína em Jussara, GO

Avião da Força Aérea fez tiro de aviso contra bimotor, que pousou na zona rural. Ocupantes fugiram.

Vitor Santana, G1 Go

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou um avião bimotor neste domingo (25) que transportava aproximadamente 500 kg de cocaína em Jussara. Os ocupantes da aeronave fugiram após um pouso na área rural do município. A Polícia Militar fez a apreensão dos entorpecentes.
De acordo com o centro de comunicação social da Aeronáutica, o bimotor decolou de uma fazenda na cidade de Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso, com destino a Santo Antônio Leverger, no mesmo estado.
Um avião da FAB começou a fazer o acompanhamento da aeronave e ordenou que o bimotor mudasse a rota e pousasse no aeródromo de Aragarças, em Goiás.
Segundo o comunicado, inicialmente o piloto do bimotor obedeceu às ordens, mas, ao invés de pousar, desviou o curso. Com isso, o avião da FAB “executou um tiro de aviso” para fazer a aeronave a cumprir as ordens. O órgão esclareceu ainda que o disparo não atingiu nenhuma parte do bimotor.
A aeronave, então, pousou na zona rural de Jussara. Na aterrisagem, o avião ficou danificado e parte da calda quebrou. Os ocupantes fugiram do local. Um helicóptero do Grupo de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar foi acionado e faz buscas no local para tentar localizar o piloto e tripulantes da aeronave interceptada.
A droga foi apreendida pela PM e será levada para a Polícia Federal, em Goiânia.

Embraer seleciona voluntários para ensaios de segurança de jato

Interessados devem se inscrever pela internet. Ensaios no E190-E2 não serão remunerados e devem ser realizados em agosto.

G1 Vale Do Paraíba E Região

A Embraer está selecionando voluntários para participar de ensaios de segurança do jato E190-E2, que estão previstos para serem feitos no mês de agosto em São José dos Campos. Serão convocados 250 voluntários, que devem avisados por email até o dia 1º de julho.
Os interessados devem ter mais de 18 anos, realizar o cadastro pelo site da empresa e preencher um formulário online. Os testes ainda não têm dias definidos, mas serão realizados das 17h às 22h.
Os ensaios serão dentro da Embraer, com simulações de abandono de aeronave. Os voluntários irão participar de situações como abertura da porta do avião, treinamento sobre a iluminação de emergência e métodos de evacuação de aeronave.
Todos os processos do ensaio acontecem em solo. Os voluntários não serão remunerados e a Embraer irá fornecer transporte e alimentação para todos os participantes.

Gasto com militar inativo é 17 vezes maior que com aposentado comum, aponta TCU

Relatório usa números de 2016. Ausência de contribuição patronal, no caso de militares, explica diferença, diz Ministério da Defesa. Pasta prepara proposta de aposentadoria para militares.

Laís Lis, G1, Brasília

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que, em 2016, o Tesouro Nacional gastou com pagamento de aposentadoria a cada militar inativo ou pensionista 17 vezes mais do que gastou com cada beneficiário do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), que atende aos trabalhadores do setor privado (INSS).
Militares estão fora do projeto do governo de reforma da Previdência, que muda regras para aposentadoria de trabalhadores do setor privado e funcionários públicos e está em tramitação no Congresso. O Ministério da Defesa e Forças Armadas preparam uma proposta específica de previdência para militares.
De acordo com o documento do TCU, enquanto a despesa com cada beneficiário do RGPS custou no ano passado ao governo R$ 5.130,66, na média, com cada militar inativo ou pensionista de militar foi de R$ 89.925,30, também na média.
Uma das razões da diferença é que, no RGPS, a Previdência recebe contribuições tanto de empregados quando de empregadores. O gasto médio do governo de R$ 5.130,66 por ano é motivado pelo fato de que o total dessas contribuições não é suficiente para pagar aposentadorias dos inativos, pensões e demais despesas.
No caso dos militares, o Tesouro Nacional é responsável por todas as despesas porque não há o equivalente à contribuição patronal do setor privado.
Segundo nota do Ministério da Defesa ao G1, nos demais regimes previdenciários, a contribuição patronal pode chegar a 22%. Dos militares ativos e inativos é cobrada uma contribuição de 7% a 9%, destinada somente ao pagamento de pensões. A aposentadoria de militares da reserva é integralmente paga pelo governo (veja íntegra da nota do ministério ao final desta reportagem).
O levantamento do TCU mostra ainda que o Tesouro gastou, na média, R$ 56.893,32 em 2016 com cada beneficiário do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que atende aos servidores públicos federais. O valor equivale a 11 vezes o que foi gasto com quem recebe pelo RPPS.
No RGPS estão incluídos desde aposentados pelo INSS até aqueles que recebem benefícios como auxílio-doença. No total, segundo o TCU, eram 29,1 milhões de beneficiários do RGPS em 2016, dos quais 26,9 milhões de aposentados e pensionistas.
Entre os servidores públicos da União, eram 683.560 beneficiários. Entre os militares, 378.870.
Contribuição x despesa
O relatório do TCU aponta ainda que as contribuições previdenciárias dos trabalhadores da ativa, tanto do setor privado quanto do serviço público federal, têm peso muito maior que a dos militares na cobertura dos gastos com as aposentadorias.
Em 2016, o valor total pago em contribuição previdenciária por trabalhador no setor privado e do setor público foi equivalente a 38% do que foi recebido por um beneficiário do RGPS ou do RPPS.
Já a contribuição de cada militar ao longo do ano passado cobriu apenas 8% do valor de uma aposentadoria paga a militar da reserva.
Regime geral: contribuição média de R$ 6.623,00 por trabalhador e gasto médio de R$ 17.402,71 por beneficiário do RGPS em 2016.

Servidores públicos: contribuição média de R$ 38.684,89 por trabalhador e gasto médio de R$ 101.709,63 por beneficiário do RPPS em 2016.

Militares: contribuição média de R$ 7.925,56, por militar ativo ou inativo e gasto médio de R$ 97.658,83 por militar da reserva ou pensionista em 2016.
Entretanto, enquanto tanto no setor privado quanto no setor público há contribuição patronal (das empresas empregadoras ou do próprio governo), no caso dos militares isso não existe.
Idade
O documento também aponta diferença na idade média de concessão da aposentadoria aos trabalhadores comuns e na da transferência para a inatividade, no caso dos militares.
Em 2016, 55% dos militares que passaram para a reserva tinham entre 45 e 49 anos. Já no regime geral, apenas 6% estavam nessa faixa de idade.
No regime geral, a maior parte (34%) dos aposentados em 2016 tinha entre 60 e 64 anos. Já entre os servidores da União, a maior parte dos aposentados (32%) tinha entre 55 e 59 anos.
Crise
Segundo o TCU, até 2060 o gasto do governo com aposentadorias pode chegar a 20% do Produto Interno Bruto (PIB).
A auditoria do tribunal alerta para o efeito da crise sobre o aumento nos gastos dentro do regime geral (INSS).
Segundo o TCU, de 2007 a 2016 as despesas do RGPS aumentaram em 1,29% do PIB, passando de 6,81% para 8,10%.
"Esse crescimento ocorreu após 2011, quando a despesa do RGPS chegou a representar 6,43% do PIB, e foi mais expressivo nos exercícios de 2015 e 2016, nos quais aumentou em 0,45% e 0,84% do PIB, respectivamente”, informa a autoria.
Nos quatro primeiros meses de 2017, o rombo da Previdência Social avançou 38,7%, para R$ 52 bilhões, quando comparado com o mesmo período de 2016.
Para todo o ano de 2017, a expectativa do governo é de que o INSS registre novo resultado negativo, de R$ 185,8 bilhões.
Segundo o TCU, "o substancial crescimento das despesas do RGPS em relação ao PIB pode ser explicado, em parte, pelo forte período recessivo observado no Brasil nos exercícios de 2015 e 2016, nos quais a economia do país recuou 7,2% e o desemprego avançou."
A crise e o desemprego fazem com que menos pessoas contribuam para o sistema.
"Diferente dos outros regimes, o RGPS é mais sensível às flutuações da economia, que afetam diretamente suas receitas e podem provocar aumento na demanda de alguns benefícios previdenciários."
A auditoria do TCU alerta para o fato de que o regime geral, além de aposentadorias e pensões, também concede outros benefícios, como auxílio-doença, salário maternidade e auxílio-reclusão, que não encontram correspondência no RPPS, destinado a servidores públicos, ou no sistema de proteção social dos militares.
Nota do Ministério da Defesa
Leia abaixo a íntegra de nota enviada ao G1 pelo Ministério da Defesa.
Inicialmente, é preciso esclarecer que, conforme previsto nos dispositivos constitucionais, os membros das Forças Armadas não estão enquadrados em nenhum regime de previdência. Isso porque o militar não se aposenta, ele ingressa na reserva, mantendo o vínculo com a profissão militar, podendo ser mobilizado a qualquer momento e permanecendo sujeito aos códigos e regulamentos da profissão.
Também é importante esclarecer que a contribuição do militar das Forças Armadas não é feita apenas pelos ativos. O militar continua contribuindo mesmo na inatividade, até o seu falecimento, com um percentual mínimo de 7,5% sobre a remuneração bruta (podendo atingir 9% em alguns casos) e que não está sujeita à limitação do teto do RGPS.
Além dos 7,5% (ou 9%, em alguns casos) destinados à pensão militar, ainda há o desconto obrigatório de 3,5% para o custeio do sistema de saúde e assistência social, totalizando, no mínimo, 11% de desconto referente à proteção social. Considerando que a contribuição é feita sobre a remuneração bruta, em termos absolutos, o valor descontado dos militares é maior do que nos demais regimes, se adotada a mesma faixa salarial.
No que se refere à relação contribuição/benefício per capita ser de 8% contra 38% dos demais regimes, isso se deve ao fato de que, no caso das Forças Armadas, não existe contribuição patronal, que pode chegar a 22% nos demais regimes. Ou seja, o percentual apresentado refere-se apenas às contribuições do militar e não leva em consideração a contribuição total de, no mínimo, 11% (abate-se o valor referente à saúde e assistência social). Portanto, cabe enfatizar que o custo do militar inativo é mais alto justamente porque não conta com contribuição patronal. Caso essa contribuição existisse, com os mesmos critérios aplicados aos demais regimes, a necessidade de financiamento por beneficiário/ano seria drasticamente reduzida, principalmente pelo fato de haver contribuição vitalícia por parte do militar (mesmo na inatividade). É importante destacar ainda que a contribuição patronal está relacionada à existência de regimes previdenciários, o que não se aplica no caso dos militares das Forças Armadas, conforme prevê a Constituição Federal.
O Ministério da Defesa e as Forças Armadas têm trabalhado intensamente no sentido de apresentar uma proposta de reestruturação da carreira, que, não só atenda ao esforço do País na redução dos gastos públicos, mas que, também, seja aplicável à estrutura das Forças Armadas, fazendo com que a profissão continue tendo a capacidade de atrair, reter e motivar o profissional militar.
Os estudos envolvem, também, a racionalização das Forças Armadas, com redução de efetivos, substituição de militares de carreira por militares temporários – reduzindo os impactos futuros com inativos e pensionistas – e a adequação de estruturas.
Não é um trabalho simples, mas os esforços têm sido concentrados para que haja total celeridade e para assegurar que Marinha, Exército e Aeronáutica possam continuar a ter em seus quadros homens e mulheres comprometidos com a proteção do Brasil e de seu povo, como tem sido possível se comprovar por meio da atuação de tropas militares nas mais variadas situações recentes em que o País precisou, e contou com a presença deles, assegurando a ordem e a tranquilidade.
PORTAL R7


Força Aérea Brasileira intercepta bimotor com 500 kg de cocaína no Mato Grosso

A ação é uma parceria entre a FAB e a PF que pretende coibir ilícitos nas fronteiras do País

A FAB (Força Aérea Brasileira) interceptou na tarde deste domingo (25) um avião bimotor na região de Aragarças, em Goiás, com cerca de 500 kg de cocaína. A aeronave decolou de uma fazendo na cidade de Campo Novo do Parecis e tinha como destino o município de Santo Antonio Leverger, ambos no Mato Grosso.
O bimotor de matrícula PT-IIJ foi interceptado às 13h17 pelo avião A-29 Super Tucano da FAB.
A ação faz parte da Operação Ostium, uma parceria entre a FAB e a PF (Polícia Federal) que pretende coibir ilícitos nas fronteiras do País.
Em nota, a FAB explica que a ação começou com normalidade. “Inicialmente, a aeronave interceptada seguiu as instruções da defesa aérea.” 
Mas em seguida o piloto da aeronave interceptada parou de seguir os comandas da Força Aérea Brasileira. “Ao invés de pousar no aeródromo indicado, arremeteu. O piloto da FAB novamente comandou a mudança de rota e solicitou o pouso, porém o avião não respondeu. A partir desse momento, foi classificado como hostil. O A-29 da FAB executou o tiro de aviso — uma medida de persuasão para forçar o piloto da aeronave interceptada a cumprir as determinações da defesa aérea — e voltou a comandar o pouso obrigatório.”
REVISTA ISTO É DINHEIRO


Embraer fecha contrato na África


A Embraer anunciou, na quarta-feira 21, um acordo para fornecer peças de reposição para a Airlink, maior companhia aérea regional independente da África do Sul. O contrato assinado pela fabricante de aeronaves brasileira tem como objetivo apoiar a frota de 13 E-jets da Airlink, prazo previsto de dez anos e abrange mais de 300 peças e componentes aeronáuticos. O primeiro E190 vai começar a operar comercialmente em julho.

No ano, as ações sobem apenas 0,6%.
PORTAL DEFESANET


SAAB – Mistérios no Programa Gripen E


Nelson Düring, Editor-chefe Defesanet

O primeiro voo do SAAB Gripen E, no dia 15 de Junho 2017, ocorreu como previsto no 2º trimestre do ano. Fato anunciado pela SAAB quando da inauguração do Centro de Engenharia EMBRAER – SAAB, em Gavião Peixoto.
Quinta-feira, 15 Junho 2017, as 10h32, a aeronave Gripen E (designação 39-8), decolou do aeroporto de Linkoping. O voo durou cerce 40 minutos. O primeiro voo é uma marca importante para projetos aeronáuticos, assim como o roll out. O segundo voo ocorreu em 22 Junho, com o piloto Robin Nordlander.
O Gripen E conduzido pelo piloto de testes da SAAB, Marcus Wandt, voou por cerca de 40 minutos realizando diversos experimentos incluindo retração do trem de pouso.
Após o pouso as ações da administração da SAAB passaram a ser confusas e pouco claras. Publicamos as próprias comunicações oficiais da SAAB através das contas do Tweeter (@saab e @gripennews).
Uma curta conferência de imprensa, conduzida, no mesmo dia, horas depois do voo, com a participação do piloto Marcus Wandt, Jonas Hjelm VP da Área de Negócios Aeronáutica da SAAB, Jerker Ahlqvist Diretor do Programa Gripen e Hans Einerth, Chefe de Equipe de Testes.
Mesmo com estas qualificadas presenças o conteúdo da conferência de imprensa foi, no máximo, que podemos dizer frustrante.
Jonas Hjelm VP da Área de Negócios Aeronáutica, foi enfático ao mencionar, que o “Software do Sistema de Aviônica estava totalmente qualificado”. Declaração reproduzida pela GripenNews.(ver abaixo)
Com grande perspicácia o analista Vianney Jr na própria conferência de imprensa formulou algumas perguntas, que foram respondidas via email pela SAAB diretamente ao analista, e as respostas publicadas em sua conta no Tweeter (@jrvianney).
Identificável na aeronave Gripen 39-8 falta de alguns sistemas como o IRST (InfraRed Search Tracking).
Esta é uma questão interessante pois o sistema desenvolvido pela SAAB, divide em dois os ambientes de software:
1 – Parâmetros de voo e Operação da Aeronave, e,
2 – Parâmetros de Missão (integração dados sensores, armas, datalink, etc).
ImagemObservar a falta do IRST na aeronave 39-8 no primeiro voo e no roll out ano passado.
O objetivo exatamente de permitir a fácil integração de armas e sensores à aeronave sem necessidade de reescrever todo o software. Os elementos faltantes são da italiana Leonardo (ex-SELEX). Surge a questão e o radar AESA RAVEN está integrado? Ou mais crítico já teve sua etapa de desenvolvimento completada.

DefesaNet publicou que a própria SAAB estava retomando o desenvolvimento do radar AESA NORA abandonado no início dos anos 2000.
Estas dúvidas geradas pelo primeiro voo e depois pela pífia conferência de imprensa poderiam ser facilmente desfeitas no Show Aéreo de Le Bourget, Paris, que iniciaria, dali a três dias.
Surpresa, a empresa SAAB não realizou uma ÚNICA conferência de imprensa sobre o Gripen ou qualquer outro produto da empresa.

Quanto ao IRST a empresa menciona que será incluído em uma data posterior da fase de testes. Mais curioso foi a negativa da SAAB em responder qual o peso de Take-off da aeronave 39-8.

Neste momento do projeto, caracterizado pelo nevoeiro de várias decisões acertadas ou erradas, e as incertezas pelas demandas do Teatro de Operações (do Báltico) e do poder aéreo no século 21 os silêncios da SAAB são significativos e preocupantes.

Presentes ao primeiro voo o Ministro da Defesa Raul Jungmann e o Comandante da Aeronáutica Nivaldo Rossato e o Chefe da COPAC Brigadeiro Bonotto.
Imagem
Autoridades brasileiras e suecas com o piloto Marcus Wandt e a aeronave 39-8 ao gundo. Observar a falta do IRST.
Não foi mencionada a presença de Jackson Schneider, CEO da EMBRAER Defesa & Segurança nos eventos do primeiro voo.
Na parte de preparação o Brasi foi integrado, como 6º membro, ao Gripen User´s Group. Dentro deste contexto está sendo preparado Exercício Multinacional LION EFFORT 2018, a ser realizado na Hungria no próximo ano. Os seis membros do Gripen Users Group são: Suécia, África do Sul, República Tcheca, Tailândia, Hungria e agora o Brasil.

OUTRAS MÍDIAS


PORTOGENTE.COM.BR


Nova aeronave da FAB ampliará atuação em desastres

A Força Aérea Brasileira (FAB) está mais preparada para atuar em situações como desastres, quando são necessárias ações de busca e salvamento. A entidade recebeu, no dia 16 último, a SC-105 Amazonas, aeronave equipada com itens, tecnologia e funcionalidades específicas para esse tipo de atividade.
De acordo com informações da FAB, a nova aeronave, fabricada pelo consórcio europeu Airbus, possui três itens que farão o diferencial para as ações de busca e salvamento: radar com abertura sintética, imageamento por infravermelho e integração de sistemas.
A SC-105 Amazonas será operada pelo Esquadrão Pelicano, em Campo Grande (MS). Chefe de operações do esquadrão, o major Leonardo Machado Guimarães afirma que a nova aeronave representa um novo passo nas atividades de busca e salvamento.
Funcionalidades

O radar da SC-105 Amazonas tem capacidade de monitorar, em 360 graus e simultaneamente, até 640 alvos em um raio de 370 quilômetros, além de detectar alvos tão pequenos quanto um bote e acompanhá-los em movimento na superfície com até 139 km/h. Além disso, pode captar imagens com resolução de até um metro quadrado dentro de uma área de 2,5km x 2,5km.
Segundo a FAB, o sistema eletro-óptico infravermelho da aeronave registra imagens coloridas, pode aproximá-las em 18 vezes e operar em ambiente de baixa luminosidade. O modo de operação em que o sensor de infravermelho é utilizado conta ainda com zoom de 71 vezes e funciona detectando o contraste termal, ou seja, por diferença de temperatura. Ele consegue gerar uma imagem independente de luz ambiente. O sistema pode gravar até 6 horas de imagens.

JORNAL DO COMÉRCIO (RS)


Combater o desmatamento ou perder a Amazônia

Mais um vexame internacional proporcionado pela incúria brasileira no trato das questões ambientais. Na visita do presidente Michel Temer (PMDB) à Noruega na semana passada, o governo do país nórdico anunciou um corte de 50% no dinheiro enviado ao Brasil para enfrentar o desmatamento na Floresta Amazônica.

A Noruega é a maior doadora do Fundo Amazônia, instituído em 2008 para captar recursos para ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e para promover o uso sustentável da floresta. Desde então, Oslo já doou R$ 2,8 bilhões, valor 45 vezes maior que o da segunda colocada na lista, a Alemanha, com R$ 60,7 milhões, de acordo com dados do Fundo Amazônia.

O último aporte norueguês, em dezembro de 2016, foi de R$ 330 milhões. O contrato entre a nação nórdica e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), responsável pelo fundo, não prevê limite máximo de recursos, mas diz que o dinheiro será usado em projetos até 2020.

A Noruega já havia mostrado preocupação com o aumento do ritmo do desmatamento na Amazônia e com a aprovação pelo Congresso de duas medidas provisórias que reduziam a área de proteção ambiental na floresta, ambas vetadas por Temer.

Isso é uma chaga para o País que detém a maior floresta tropical do mundo e a maior rede hidrográfica do planeta. Há décadas, quando os então pioneiros militares da Força Aérea Brasileira (FAB) voltavam da - ainda pouco conhecida e quase intocada - Amazônia, diziam às crianças daqueles anos que havia uma cobiça internacional sobre a região.

Pois decorridos mais de 60 anos e eis que o presidente Michel Temer teve que ouvir discurso crítico dos noruegueses para cortar ajuda importante para a preservação da Amazônia Legal. Há um clamor mundial pela proteção da Amazônia, considerada por muitos como "o pulmão do mundo", tal a importância da floresta para o equilíbrio climático do planeta.

Os militares afirmam que o Brasil tem que cuidar da região, pois a cobiça é grande pelas riquezas naturais. Agora, com a expansão desordenada da pecuária, grandes áreas são devastadas para dar lugar ao pasto rasteiro, um autêntico crime ambiental. O desmatamento chegou a 6 mil quilômetros quadrados em 2015 e a 8 mil quilômetros quadrados em 2016.

As Nações Unidas também pressionam o Brasil para que preserve a floresta nativa. Realmente, as taxas de desmatamento no País foram altas, nos dois últimos anos, dados levantados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Há insinuações internacionais para que o Brasil aceite uma soberania relativa sobre a região.

Depois do relativismo ético, das guerras baseadas em mentiras, das crises cujo epicentro são os países ricos, mas que são bancadas pelos pobres, dos organismos internacionais feitos para proteger os interesses das nações poderosas, chegou a vez do olho grande mundial cair sobre a Amazônia.

Tão grande quanto descuidada, entregue aos desmatadores, às missões religiosas que têm muitos pecados a expiarem e às Organização Não Governamentais (ONGs) que realizam trabalhos explícitos para laboratórios, governos e agências estrangeiras, a Amazônia poderá ser internacionalizada.

Mas não por falta de alertas das Forças Armadas. Há pelo menos 20 anos que os almirantes, generais e brigadeiros pedem maior presença do Estado naquelas selvas. Mas o que se deixou por lá foram a indiferença, as doenças e certo atraso, enquanto o resto do Brasil, mesmo que aos trancos e barrancos, progredia.



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