|

NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 26/05/2017 / SGDC - Mercado de banda larga no Brasil: evoluções e desenvolvimento


SGDC - Mercado de banda larga no Brasil: evoluções e desenvolvimento ...  

O serviço de banda larga fixa recebeu 286 mil novos acessos em serviço (+1,06%) em março quando comparado a fevereiro de 2017 ...

O Brasil tem um dos maiores mercados de banda larga da América Latina, embora a penetração da banda larga esteja ligeiramente acima da média latino-americana, atrás do vizinho Chile, Argentina e Uruguai.

O serviço de banda larga fixa recebeu 286 mil novos acessos em serviço (+1,06%) em março quando comparado a fevereiro de 2017. Nos últimos doze meses, a banda larga fixa teve adição de 1,36 milhão de acessos (+5,28%).

A banda larga fixa é prestada com a utilização de diferentes tecnologias:

* por meios físicos confinados - Asynchronous Transfer Mode (ATM), Cable Modem, Ethernet, Fibra, Frame Relay (FR), acesso híbrido - Fibra e Cabo Coaxial (HFC), xDSL e Power Line Communication (PLC);

* por satélite (DTH); e

* por ondas de rádio terrestres - espectro radioelétrico em micro-ondas (MMDS), Fixed Wireless Access (FWA), Long Term Evolution (LTE), Spread Spectrum e Wimax.

Investimentos substanciais e reformas regulatórias foram implementadas antes da Copa do Mundo da FIFA ter sido realizada em 2014 e novamente antes dos Jogos Olímpicos de 2016. Os Jogos estimularam investimentos em infraestrutura, embora os principais beneficiários fossem as cidades-sede, em vez do país em geral. Esta infraestrutura de telecomunicações é um dos legados positivos dos Jogos, dado que muitos dos sites de esportes próprios caíram em desuso e abandono.

Outro grande desenvolvimento é a construção de novas redes de cabos submarinos, incluindo o Atlantic Cable System (ACSea) que liga o Brasil aos EUA, Europa, África e vários países latino-americanos. Quando concluído, aumentará substancialmente a largura de banda larga e reduzirá os preços de banda larga no Brasil.

Os principais tipos de internet residencial ou comercial:

• internet a cabo/ADSL;
• internet 3G;
• internet via satélite;
• internet via rádio.

Principais desenvolvimentos:

Governo aprova R $ 15,1 bilhões adicionais para o Plano Nacional de Banda Larga; A Net Serviços lança um serviço de 500Mb / para o mercado residencial.

As vendas de banda larga ,telefonia fixa e móvel, e TV por assinatura on-line do Brasil crescem, impulsionadas pelo comércio social (e-commerce), trazendo maiores possibilidades de aquisição.

A expectativa é que consumidores da "nova classe média" se beneficiem com ofertas combinadas.

Regiões de Atendimento, as prestadoras de telecomunicações atendem todo Brasil, vale ressaltar que determinadas regiões são beneficiadas por sua sede de atendimento, o mesmo acontece com as cidades Paraná, Curitiba, Araucária, Colombo, Pinhais, Tamandaré, São José dos Pinhais,Campo Largo, Cascavel, Maringá, Blumenau, Itajaí, Balneário Camboriú, Florianópolis, Palhoça, Joinville.
Novidades no mercado de Banda Larga: satélite que democratizará acesso à banda larga

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Satélite de Comunicações Estratégicas (SGDC) foi lançado em 21 de março do Centro Espacial Kourou na Guiana Francesa, o satélite irá aumentar a capacidade de banda larga e segurança.

SDGC destina-se a proteger a transferência de informações privilegiadas de segurança nacional, e foi aprovado pelo governo após revelações da Agência de Segurança Nacional dos EUA quando a espionagem sobre o país tornou-se público.

Com um investimento de R $ 2 bilhões e lançado a partir do Centro Espacial de Kourou na Guiana Francesa, o satélite será utilizado para fins civis e militares.

O satélite pesa quase 6 toneladas, tem 5 metros de altura e será posicionado a 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Nelson Jobim retrata como ninguém uma classe política acuada


Marcelo Camargo/folhapress

Quando tentava convencer deputados e senadores a abandonarem Dilma Rousseff, Michel Temer prometia usar a força do cargo presidencial para "estancar a sangria", na expressão infame de Romero Jucá. A promessa serviu como ímã para construir a base parlamentar do impeachment e, de quebra, a coalizão pró-reformas estruturais e anti-Operação Lava Jato que viria a seguir.
O esquema funcionou durante um ano, e o presidente articulou-se no Congresso Nacional do jeito que sempre se fez no Brasil. Unida, a coalizão de sustentação testou diversas fórmulas para melar a operação.
Agora, porém, Joesley Batista inviabilizou esse jogo, e o presidente da República vem perdendo a capacidade de entregar o que prometeu à base de parlamentares da qual depende para governar.
Diante do declínio inesperado da força de Temer, vem ganhando tração a ideia de uma improvável coalizão de conveniência entre PT e PSDB. Juntos, Lula e FHC pisariam com os quatro pés no freio de arrumação. Na eventualidade de Temer cair, o recheio dessa pizza suprapartidária seria um nome como o de Nelson Jobim.
Jobim retrata como ninguém a classe política que hoje está acuada. Membro de todos os governos do ciclo democrático, ele não possui lado, navega com destreza por toda parte e acumula força graças aos laços estreitos que construiu com os principais grupos de interesse que movem a política brasileira.
Nos últimos anos, seja como sócio no BTG, seja na articulação de contratos polpudos tais como os do submarino nuclear, dos caças Gripen ou do sistema de controle de fronteiras, Jobim dominou a interação entre Estado, mercado e terceiros países que a Operação Lava Jato trouxe à superfície.
A viabilidade dessa pizza dependerá da capacidade de Lula e FHC conseguirem trabalhar num projeto comum. O petista não tem muita alternativa: os crimes de seu partido são tantos e tão graves, a sigla tão rachada em facções, que a única direção possível é partir para cima da Operação Lava Jato.
O tucano tem outras alternativas. Com a queda dos principais caciques, FHC conseguiria disciplinar sua sigla, reconhecendo os erros, ressarcindo o erário e pedindo desculpas ao eleitor, antes de pedir-lhe o voto. Para FHC, abrir o programa na TV onde Aécio faz um mea-culpa fajuto não é destino.
Se o plano da pizza vingar, o grande perdedor será o povo brasileiro, que quer a punição de uma classe política que só faz decepcionar. Se FHC quiser mesmo proteger o país de "aventureiros", a última coisa que deveria fazer é tentar enfiar massa podre goela abaixo da nação.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


OAB pede Temer fora por oito anos

Ordem dos Advogados do Brasil levou à Câmara nesta quinta-feira, 25, histórica denúncia contra o presidente e pedido de encaminhamento ao Senado para impor a pena de perda do mandato, bem como inabilitação para exercer cargo público

Julia Affonso, Luiz Vassallo E Fausto Macedo

A Ordem dos Advogados do Brasil quer Michel Temer fora da vida pública por oito anos. Nesta quinta-feira, 25, a entidade máxima da Advocacia protocolou na Câmara denúncia contra o presidente no episódio JBS com pedido de impeachment do peemedebista. A OAB requer encaminhamento dos autos ao Senado para impor ao denunciado a pena de perda do mandato, bem como inabilitação para exercer cargo público pelo prazo de oito anos.
A OAB sustenta que Temer cometeu crime de responsabilidade, em violação ao artigo 85 da Constituição. A base legal para o pedido de afastamento do peemedebista por quase uma década é o artigo 52, parágrafo único, da Constituição.
O ponto crucial da ofensiva da Ordem contra Temer é o episódio JBS.
O presidente recebeu no Palácio do Jaburu na noite de 7 de março o executivo Joesley Batista, acionista do grupo. Durante mais de 30 minutos, o presidente ouviu de seu interlocutor – em conversa gravada por este – a confissão de uma série de crimes, como o pagamento de mensalinho ao procurador da República Ângelo Goulart e mesada milionária a Eduardo Cunha (PMDB/RJ), ex-presidente da Câmara preso desde outubro de 2016 na Operação Lava Jato.
Temer admite ter recebido Joesley, mas diz que o áudio foi adulterado, manipulado. A OAB acusa o presidente de não ter comunicado autoridades que poderiam investigar a conduta do executivo.
“O ato praticado pelo chefe do Executivo, posteriormente ao recebimento da informação de Joesley Batista, incorreu, em tese, em omissão própria, isto é, omitiu-se de um dever de agir legalmente imposto”, sustenta a Ordem no pedido de impeachment de Temer.
“Quanto a tais delitos, vale ponderar que nos crimes omissivos basta a abstenção, a desobediência ao dever de agir, sendo crimes de mera conduta, isto é, que independem do resultado (consumação ou não do fato) para que ensejem reprovação”, segue a denúncia de 32 páginas que a Ordem protocolou na Câmara.
“Ao se omitir de prestar informações, as quais chegaram a seu conhecimento pelo cargo que exercia, o excelentíssimo senhor Presidente da República do Brasil teria incidido em ato ilegal, vez que, como servidor público, exigi-se-lhe conduta condizente com os princípios que regem a administração”, afirma o documento. “Mais do que isso, deve agir em consonância com a regra que estabelece um comportamento obrigatório ao membro da administração.”
A peça transcreve trechos relevantes do diálogo do presidente com Joesley, que firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República – outros executivos do grupo seguiram o mesmo caminho para se livrar da prisão. Um ponto da conversa é aquele em que Joesley diz a Temer que está segurando dois juízes e o presidente comenta ótimo, ótimo.
“Mostra-se repudiável a aparente falha na comunicação da ocorrência de graves irregularidades, que, não meramente irregularidades administrativas, mas reveste provavelmente de caráter criminoso, como no caso em apreço, no qual se tem notícia que um particular afirma prontamente que deu conta do juiz, responsável por determinado caso, e ainda de seu substituto”, assinala a Ordem.
“Além disso, cita, alguém de dentro da força tarefa que também ele tá me dando informação”, segue o documento em referência ao sposto suborno do procurador Ângelo Goulart – em troca de informações estratégicas de investigação em curso na Operação Greenfield, sobre rombo bilionário nos maiores fundos de pensão do País, o procurador teria sido agraciado com mensalinho de R$ 50 mil.
“Ou seja, houve a comunicação, pelo interlocutor (Joesley), da ocorrência de ao menos um tipo penal certo, que emerge da afirmação de que possui um contato não republicano, dentro da força tarefa do Ministério Público Federal, que lhe está passando informações, caracterizando, supostamente, crime de violação de sigilo funcional, cuja tipificação encontra-se no art. 325, do Código Penal, crime pelo qual o exercício da ação penal é de natureza pública incondicionada.”

Atos de Temer

Veja os decretos do presidente, que na quarta pôs os militares na Esplanada e hoje mandou tirar

Carla Araújo, Leonêncio Nossa E Tânia Monteiro, De

O presidente da República, Michel Temer, revogou nesta quinta-feira, 25, o decreto que autorizava o uso das Forças Armadas para reprimir manifestações no Distrito Federal, nesta quinta-feira, 25. O ato do peemedebista foi publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União.
Ao dar fim ao uso do Exército nos protestos, em Brasília, a Presidência avaliou que foram cessados os atos de depredação e violência e o consequente restabelecimento da lei e da ordem.
A revogação do decreto foi anunciada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann. O ministro leu um recado de Temer, segundo o qual não há democracia sem ordem.

Temer revoga decreto que convocou Forças Armadas

Exército foi convocado durante manifestações contrárias ao governo para "garantir a lei e a ordem" em Brasília

Carla Araújo E Bernardo Gonzaga

BRASÍLIA - O decreto que autorizava o emprego das Forças Armadas para Garantia da Lei e da Ordem na Esplanada dos Ministérios, durante as manifestações nesta quarta-feira, 24, foi revogado pelo presidente Michel Temer (PMDB) nesta quinta-feira. A revogação foi publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União.
Na justificativa, o presidente declara que a revogação foi possível “considerando a cessação dos atos de depredação e violência e o consequente restabelecimento da Lei e da Ordem no Distrito Federal, em especial na Esplanada dos Ministérios”. A decisão tinha sido anunciada ontem pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e teria duração até o próximo dia 31.
Em coletiva realizada logo após a revogação do presidente, Jungmann disse que o governo federal acionou a Advocacia-geral da União para que realize perícia nos prédios da Esplanada e justificou o mal-estar que a medida causou no Congresso a um “mal-entendido”.
“Quando recebi a determinação do presidente da República já havia sido feita a avaliação da necessidade das Forças Armadas pela insuficiência da Força Nacional de Segurança e aí houve realmente um mal-entendido, já liguei para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e dei as explicações”, disse Jungmann, ao lado do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen.
Ao contrário do que disse ontem ao anunciar a decisão da Garantia da lei e da Ordem (GLO), quando enfatizou a medida estava sendo tomada a pedido de Maia, hoje o ministro da Defesa, afirmou que a Câmara não tinha responsabilidade da decisão. “O presidente da Câmara não tem responsabilidade nenhuma, foi uma decisão operacional que tomamos e o conflito de versões está esclarecido”, disse.
Jungmann fez questão de ressaltar ainda que a medida foi bem sucedida também em relação aos trabalhos no Congresso. “Tivemos em função disso a garantia dos trabalhos do Congresso que ontem chegou de forma exemplar a aprovar 8 medidas provisórias”, afirmou
Segundo o ministro, a medida decretada ontem colocou na rua 1,4 mil homens e agora caberá a AGU e a Policia Federal estimarem o prejuízo com as depredações na Esplanada para punir os culpados pelos atos de vandalismo. “A desordem não será tolerada; será combatida dentro da Lei e da Ordem”, reforçou.
Para tentar minimizar as reações negativas à medida tomada ontem, o ministro fez questão de ler o artigo 142, que determina o emprego das Forças Armadas para Garantia da Lei e da Ordem e fez uma espécie de retrospectiva de outras vezes que ela já foi adotada por outros governos. “De 2010 a 2017 foram realizadas 29 ações de garantia da lei e da ordem”, afirmou.
Segundo ele, a orientação dada ao general que comandou a operação foi para atuação defensiva e não houve registro de conflito entre as Forças Armadas e os manifestantes.
Já o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, disse que o "gatilho disparador da decisão" de convocar as Forças Armadas foi começo de incêndio no Ministério da Agricultura, além do efetivo suficiente para aquela situação.
"Foi aí que, finalmente, o presidente da República decidiu pela sugestão de que não havia mais solução, de que temos que empregar mais tropa para preservar as vidas das pessoas que estavam nesse prédio."
Etchegoyen disse, ainda, que "a situação se normalizou pela manhã e não havia mais razões que fundamentassem a permanência (das Forças Armadas)".
Decreto. A decisão de decretar a chamada Garantia de Lei e Ordem (GLO) só pode ser feita por ordem expressa do presidente em caso onde há esgotamento dos órgãos de segurança pública. Polêmica, a decisão de Temer foi vista com preocupação por alguns juristas e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que disse “esperar que a notícia não fosse verdadeira” durante a sessão plenária na Corte.
Mais cedo, nesta quinta-feira, Jungmann disse que a convocação do Exército para atuar nas manifestaçõest tinha sido um "grande acerto". O ministro afirmou, em entrevista à CBN, que o decreto poderia ser revogado se o comandante da área, general Ferreira Gomes, "informasse que estamos em tranquilidade, que não existe nenhum foco de resistência, que não existe possibilidade de retornar ao clima anterior, obviamente daremos a sugestão ao presidente que seja revogada."
Dia seguinte. A Esplanada dos Ministérios amanheceu repleta de integrantes das Forças Armadas na manhã desta quinta-feira. Em cada um dos prédios, há entre dez a quinze oficiais fazendo a proteção e segurança do local.
O contingente, porém, é maior nos ministérios da Agricultura e no do Planejamento e no Desenvolvimento Social e Agrário, que ocupam o mesmo prédio. A cavalaria da Polícia Militar do Distrito Federal reforça o monitoramento nesses dois prédios. Ambos permanecem parcialmente fechados devido ao fisco de contaminação pela fumaça do fogo que foi colocado neles nos protestos de ontem e a depredação que destruiu parte do primeiro andar dos dois. Apesar da presença dos militares, os servidores seguem entrando nos ministérios sem dificuldades de trânsito ou revista de segurança.
Durante o protesto de ontem, os manifestantes entraram em confronto com a polícia e no fim da tarde o presidente da câmara Rodrigo Maia solicitou ao presidente Michel temer que reforçasse a segurança na região e, então, o exército foi acionado para ajudar a PM, que não conseguia conter os manifestantes. As áreas danificadas nos ministérios ainda não tem data para voltar a funcionar.

Os argumentos de Randolfe contra militares na Esplanada

Leia a íntegra do mandado de segurança do senador (Rede-AP) que contesta decreto de Temer e o uso das Forças Armadas para reprimir manifestações no Distrito Federal

Isabela Bonfim E Isadora Peron, De Brasília

No Mandado de Segurança protocolado no Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira, 24, contra decreto do presidente Michel Temer que autoriza o emprego das Forças Armadas para reprimir manifestações, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) alega que atos de vandalismo e depredação do patrimônio público e perturbação da paz pública merecem toda a censura do Poder Público, mas, evidentemente, na forma da Lei, guardando proporcionalidade entre os meios de força empregados e o resultado pretendido.
Randolfe pede à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, liminar para suspender imediatamente o decreto de Temer que põe as tropas para a garantia da lei e da ordem no Distrito Federal no período de 24 a 31 de maio. O senador requer, ainda, que Temer abstenha-se de reiterar tal prática, sob pena de acautelamento de seu mandato, afastando-o do exercício da Chefia do Poder Executivo, até o julgamento definitivo do presente writ.
Nesta quarta-feira, 24, milhares de manifestantes tomaram a Esplanada em protesto contra Temer e as reformas trabalhista e da Previdência. Durante horas desafiaram a polícia, promoveram quebra-quebra e puseram fogo em objetos, levando medo e pânico aos Ministérios.
“Por certo que não se está a fazer defesa destes reprováveis e criminosos comportamentos”, ponderou o senador. “Entretanto, há que se observar a Lei e a Constituição como mecanismos legítimos para se assegurar esse responsabilização:fora da Constituição, não há saída!”
“A atuação das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem ocorrerá após esgotados os instrumentos destinados à preservação da ordem pública”, argumenta Randolfe. “A única ameaça às instituições nesse momento é a permanência de Michel Temer na presidência da República. O que o presidente fez foi, na prática, utilizar o estado de defesa”, criticou Randolfe.

PORTAL UOL


Finalista olímpico, Darlan Romani participará do GP Brasil de Atletismo


Os finalistas olímpicos do Rio 2016 Darlan Romani, do Brasil, e Franck Elemba, do Congo, participarão do Grande Prêmio Brasil de Atletismo, no dia 3 de junho, em São Bernardo do Campo (SP). O anúncio foi feito nesta quinta-feira, pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).
Além deles, outros atletas olímpicos estarão na competição. Geisa Arcanjo, finalista no arremesso de peso em Londres 2012 e no Rio 2016, Thiago Braz, campeão olímpico do salto com vara, e a polonesa Anita Wlodarczyk, bicampeã olímpica no lançamento do martelo, também estarão na competição.
Nos últimos Jogos Olímpicos, Darlan foi o quinto colocado no arremesso de peso. Na ocasião, ele atingiu a marca de 21m02. Agora, ele é o 14º colocado no ranking olímpico da Associação Internacional de Federações de Atletismo (Iaaf) de 2016. O GP Brasil faz parte do Iaaf World Challenge e é organizado pela CBAt.
Franck Elemba bateu o recorde pessoal na modalidade durante o Rio 2016. No Engenhão, ele marcou 21,20 m, terminando na quarta colocação nos Jogos. O norte-americano Josh Freeman também participará do evento. Em 2017, ele obteve sua melhor marca: 20,91 m.
Willian Dourado também representará o Brasil na competição. Este ano, o paulista arremessou 20,22 m e se tornou o segundo melhor brasileiro na modalidade, atrás apenas de Darlan. Valdivino Santos e Willian Braido foram igualmente convocados para a disputa.

REVISTA ÉPOCA


Temer esteve com comandantes das Forças Armadas cinco dias antes de convocar tropas

Comandante do Exército ressaltou a "estrita observância das Forças Armadas aos ditames constitucionais"

Murilo Ramos

Na sexta-feira (19), acossado por denúncias de delatores da J e F na Lava Jato, o presidente Michel Temer manteve uma reunião com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e os três comandantes das Forças Armadas: Aeronáutica, Marinha e Exército. Muitos assessores do presidente se questionaram sobre o porquê do encontro de Temer com os militares num instante em que a crise era política, sobretudo. Dada a desconfiança em relação ao encontro, uma manifestação oficial sobre a reunião só veio a público bem mais tarde. O comandante do Exército, general Villas Bôas, tentou transmitir, por meio de nota, um clima de normalidade. Afirmou, na ocasião, que a "conjuntura atual" foi discutida e que a atuação do Exército tem por base os "pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade...".
Cinco dias após o encontro, Temer decidiu convocar as tropas federais para conter as manifestações contra seu governo.

REVISTA ISTO É


"Grande acerto", diz Jungmann sobre convocação das Forças Armadas


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse na manhã desta quinta-feira, 25, que a decisão de convocar as Forças Armadas para atuar durante a manifestação de quarta-feira, 24, em Brasília “foi um grande acerto”. Ainda de acordo com Jungmann, haverá uma reunião com o presidente Michel Temer na manhã desta quinta para avaliar se a polêmica medida – que foi criticada pela oposição no Congresso e por alguns juristas – será revogada.
“Se o comandante da área, general Ferreira Gomes, informar que estamos em tranquilidade, que não existe nenhum foco de resistência, que não existe possibilidade de retornar ao clima anterior, obviamente daremos a sugestão ao presidente que seja revogada”, afirmou o ministro em entrevista à rádio CBN.
Com a decisão de Temer, que foi anunciada por Jungmann na tarde desta quarta-feira, as Forças Armadas recebem poder de polícia até o próximo dia 31. A decisão de decretar a chamada Garantia de Lei e Ordem (GLO) só pode ser feita por ordem expressa do presidente em caso onde há esgotamento dos órgãos de segurança pública.
“Acho que foi um grande acerto. O que estávamos assistindo ali era uma perda de controle progressiva”, disse o ministro, justificando a decisão. “Tínhamos incêndios em prédios de ministérios, servidores apavorados e encurralados dentro desses prédios, e tínhamos uma situação que estava fugindo do controle, não sei onde ia parar”, afirmou.
Questionado se a Polícia Militar do Distrito Federal estava preparada para conter os manifestantes, o ministro afirmou que a PM “fez o seu trabalho”, mas disse acreditar que “ela não conseguiu dar conta da violência e da quantidade de manifestantes violentos que lá estiveram”.
Jungmann insistiu que as Forças Armadas foram instruídas para “atuar de forma defensiva” e lembrou que a GLO foi a mesma usada durante a Olimpíada no ano passado – lém de ter sido implementada nas rebeliões nos presídios em Natal, no Rio Grande do Norte e durante a greve dos policiais no Espírito Santo.
O ministro afirmou que pode pedir indenização pela depredação dos ministérios. “Tem que ser identificados os responsáveis por esse tipo de vandalismo. Se se identificar que tem organizações, centrais ou indivíduos, tem que cobrar. É patrimônio público, pertence ao povo brasileiro e não é aceitável. Isso não tem nada a ver com manifestação democrática”, disse.
No anúncio da decisão, durante coletiva nesta quarta, Jungmann afirmou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), era quem havia pedido a intervenção diante da violência dos manifestantes na Esplanada dos Ministérios. O anúncio, porém, parece ter criado um mal estar com o presidente da Casa, que afirmou ter pedido apoio da Força Nacional apenas para o entorno do prédio da Câmara. Jungmann disse que, na noite de quarta, ligou para Maia.
“Ele estava presidindo a sessão e ficou de conversar comigo”, explicou o ministro, que disse que, da sua parte, “não houve mentira nenhuma”. “Ao chegar no Palácio, a informação que eu tinha era que o presidente (da Câmara) tinha solicitado uma ação das Forças Armadas e, depois, o que se verificou é que ele tinha solicitado a Força Nacional de Segurança”, afirmou. Ainda de acordo com o ministro, a Força Nacional tinha “pouco mais de 100 homens”. “Era insuficiente para conter os atos de vandalismo.”
O decreto de Temer foi visto com preocupação por alguns juristas e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que disse “esperar que a notícia não fosse verdadeira” durante a sessão plenária na Corte.
Protestos
O ato em Brasília, que pedia a renúncia do presidente, terminou com pessoas feridas, prédios depredados, pontos de ônibus destruídos, fogo ateado em banheiros químicos e manifestantes presos. Até a noite desta quarta-feira, a Secretaria de Segurança do Distrito Federal não havia informado o efetivo usado pela polícia. Números oficiais indicavam 49 feridos, entre eles, um por arma de fogo, confirmado pela secretaria.

PORTAL G-1


Ministro da Defesa recebe empresários do Rio para discutir plano de segurança

Medidas de combate à criminalidade deverão ser apresentadas ao presidente Temer na sexta-feira (26).

Por Fernanda Calgaro, G1, Brasília

Os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Gabinete da Segurança Institucional (GSI), general Sergio Etchegoyen, recebem na tarde desta quinta-feira (25) empresários de diversos setores da economia do Rio de Janeiro para debater o plano de segurança em elaboração pelo governo federal.
O estado foi escolhido como “laboratório” para receber um programa nacional de combate à criminalidade e aos problemas na segurança pública.
As ações deverão ser apresentadas na sexta-feira (26) ao presidente Michel Temer, que precisará aprovar o plano.
Em grave situação econômica, o Rio de Janeiro viu as taxas de criminalidade voltarem aos patamares anteriores à implantação das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). A capital enfrenta uma crise também na segurança pública. Levantamento do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostra aumento em todos os tipos de crime.
Entre os convidados para a reunião com os ministros estão o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz; o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis-RJ, Alfredo Lopes; o diretor do Rio Convention Bureau, Cláudio Magnavita; o presidente da Riotur, Marcelo Alves; o presidente da Associação Comercial do Rio, Paulo Protásio; o presidente do Rock in Rio e Conselheiro da Artplan, Roberto Medina; e o empresário Ricardo Amaral.
De acordo com o governo, as ações no Rio de Janeiro decorrem do Plano Nacional de Segurança, que foi lançado em janeiro, mas ainda não saiu do papel efetivamente.
Ações
Após aprovação do plano pelo presidente Temer, a previsão do ministro Etchegoyen é que as ações comecem a ser executadas em meados de junho.
As ações devem envolver um comitê de "pronta-resposta", integrado por GSI, ministérios da Defesa, da Justiça e do Desenvolvimento Social e Agrário e Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Esse grupo trabalhará em conjunto para agir de forma mais rápida no combate a crimes, como se fez na Olimpíada.
Na ocasião do anúncio do Rio como laboratório para o plano, Etchegoyen explicou que o plano é trabalhar em duas frentes. Uma deverá se concentrar na imposição da lei, copiando a estrutura formada para atuar durante os Jogos Olímpicos de 2016; a segunda, voltada a dar provimento de apoio social.

Beira-Mar deixa Penitenciária Federal de Rondônia para ser levado a outro estado

Depen não informou destino final do preso por segurança. Operação deflagrada na última quarta, 24, aponta que Fernandinho enviava ordens para fora do presídio.

Por Larissa Zuim E Hosana Morais G1 Ro

O traficante Fernandinho Beira-Mar foi transferido na manhã desta quinta-feira (25) da Penitenciária Federal de Rondônia. O comboio do Sistema Penitenciário Federal e Polícia Federal chegou por volta das 9h50 no Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira em Porto Velho. Beira-Mar foi transferido após a deflagração da Operação Epístolas, que através de investigações mostrou que, mesmo do presídio, o preso ainda comandava negócios que chegaram a movimentar R$ 9 milhões nos últimos anos.
O destino final do preso não foi informado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) por segurança e deve ser divulgado somente após a chegada final do traficante. Ele foi levado por uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) com cerca de 20 agentes federais. O embarque foi por volta das 11h.
Beira-Mar foi ouvido na última quarta-feira (24) pela Polícia Federal dentro do presídio após cumprimento de mandados de busca de apreensão na unidade. Uma câmera de segurança do sistema do presídio flagrou o momento em que Fernandinho e outro comparsa trocavam bilhetes por meio de "teresas" entre as celas.
Operação Epístolas
A Operação Epístolas foi uma ação conjunta do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), a Polícia Federal e o Ministério Público Federal de Rondônia. Os mandados de prisão, busca e apreensão, apesar de terem sido cumpridos em sua maioria no Rio de Janeiro, foram emitidos pela Justiça Federal de Rondônia.

AGÊNCIA BRASIL


Governo quer identificar e processar responsáveis por depredação em protesto


Pedro Peduzzi

O governo federal quer identificar e processar os responsáveis por atos de depredação do patrimônio público praticados ontem (24) durante a manifestação do Ocupa Brasília. Para isso, a Presidência da República irá acionar a Advocacia Geral da União (AGU), segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, durante anúncio de suspensão da ação de Garantia de Lei e da Ordem (GLO).
“O presidente decidiu acionar a AGU para que sejam feitas perícias nos imóveis de toda a Esplanada, onde ocorreram atos de vandalismo e barbárie, para que [os responsáveis] sejam levados à Justiça e venham a pagar pelos danos e responder criminalmente todos que realizaram aqueles atos abomináveis incompatíveis com o regime democrático”, disse Jungmann.
Segundo ele, ainda não há estimativa do valor dos prejuízos.
O ministro fez um retrospecto de outras ações de garantia da lei e da ordem. “De 2010 a 2017 foram realizadas 29 ações de garantia à lei e à ordem. Em todas essas ações, que envolvem copas do Mundo e das Confederações, Olimpíadas e na defesa, por conta da greve de polícias, a exemplo do que aconteceu em Pernambuco e no Espírito Santo. Nunca aconteceram incidentes graves que viessem a manchar a atuação das Forças Armadas.”
“A orientação dada por nós ao general Pereira Gomes, que comandou a operação, foi que as Forças Armadas funcionassem defensivamente para defender o patrimônio e a vida das pessoas, e não a repressão”, acrescentou o ministro, ao comentar que graças a essas ações foi garantida a continuidade dos trabalhos do Congresso Nacional, com a Câmara aprovando oito medidas provisórias. “A governabilidade não foi afetada.”
Perguntado sobre a declaração de que teria partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o pedido para que as Forças Armadas reforçassem a segurança na Esplanada, Jungmann disse que houve um mal entendo.
“Quando aqui cheguei e recebi determinação do presidente Temer, já tinha sido feita uma avaliação, dada a insuficiência do contingente da Força Nacional de segurança. Houve um mal-entendido em termos de comunicação, uma vez que não era do meu conhecimento a solicitação [de Maia] por escrito. Liguei para o Rodrigo Maia e dei as explicações”, disse Jungmann.
Segundo ele, a decisão de uso das Forças Armadas foi do presidente Michel Temer, após ouvir os ministros da Defesa e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). “Era absolutamente necessário que ocorresse porque a Força Nacional não tinha condições de apresentar o efetivo de 1,4 mil homens como tínhamos das Forças Armadas”, disse ele ao enfatizar que o presidente da Câmara não tem responsabilidade pelo emprego das Forças Armadas. “Foi uma decisão que nós tomamos, e tudo já esta esclarecido”.
O ministro aproveitou o pronunciamento para transmitir uma mensagem do presidente Michel Temer: “Não há democracia sem ordem. A ordem e basilar e essencial à democracia. No que diz respeito às Forças Armadas, dentro da Constituição, tudo. Fora da Constituição, nada”.
"O recado do Temer é um só: uma manifestação democrática e ordeira é protegida pelo Estado e por todos nós. Agora, vandalismo e barbárie não serão tolerados. A desordem não será tolerada e será combatida dentro da lei e da ordem", acrescentou.

PORTAL TERRA


Mercado de banda larga no Brasil: evoluções e desenvolvimento

O serviço de banda larga fixa recebeu 286 mil novos acessos em serviço (+1,06%) em março quando comparado a fevereiro de 2017.

O Brasil tem um dos maiores mercados de banda larga da América Latina, embora a penetração da banda larga esteja ligeiramente acima da média latino-americana, atrás do vizinho Chile, Argentina e Uruguai.
O serviço de banda larga fixa recebeu 286 mil novos acessos em serviço (+1,06%) em março quando comparado a fevereiro de 2017. Nos últimos doze meses, a banda larga fixa teve adição de 1,36 milhão de acessos (+5,28%).
A banda larga fixa é prestada com a utilização de diferentes tecnologias:
* por meios físicos confinados - Asynchronous Transfer Mode (ATM), Cable Modem, Ethernet, Fibra, Frame Relay (FR), acesso híbrido - Fibra e Cabo Coaxial (HFC), xDSL e Power Line Communication (PLC);
* por satélite (DTH); e
* por ondas de rádio terrestres - espectro radioelétrico em micro-ondas (MMDS), Fixed Wireless Access (FWA), Long Term Evolution (LTE), Spread Spectrum e Wimax.
Investimentos substanciais e reformas regulatórias foram implementadas antes da Copa do Mundo da FIFA ter sido realizada em 2014 e novamente antes dos Jogos Olímpicos de 2016. Os Jogos estimularam investimentos em infraestrutura, embora os principais beneficiários fossem as cidades-sede, em vez do país em geral. Esta infraestrutura de telecomunicações é um dos legados positivos dos Jogos, dado que muitos dos sites de esportes próprios caíram em desuso e abandono.
Outro grande desenvolvimento é a construção de novas redes de cabos submarinos, incluindo o Atlantic Cable System (ACSea) que liga o Brasil aos EUA, Europa, África e vários países latino-americanos. Quando concluído, aumentará substancialmente a largura de banda larga e reduzirá os preços de banda larga no Brasil.
Os principais tipos de internet residencial ou comercial
• internet a cabo/ADSL;
• internet 3G;
• internet via satélite;
• internet via rádio.
Principais desenvolvimentos:
Governo aprova R $ 15,1 bilhões adicionais para o Plano Nacional de Banda Larga; A Net Serviços lança um serviço de 500Mb / para o mercado residencial.
As vendas de banda larga ,telefonia fixa e móvel, e TV por assinatura on-line do Brasil crescem, impulsionadas pelo comércio social (e-commerce), trazendo maiores possibilidades de aquisição.
A expectativa é que consumidores da "nova classe média" se beneficiem com ofertas combinadas.
Regiões de Atendimento, as prestadoras de telecomunicações atendem todo Brasil, vale ressaltar que determinadas regiões são beneficiadas por sua sede de atendimento, o mesmo acontece com as cidades Paraná, Curitiba, Araucária, Colombo, Pinhais, Tamandaré, São José dos Pinhais,Campo Largo, Cascavel, Maringá, Blumenau, Itajaí, Balneário Camboriú, Florianópolis, Palhoça, Joinville.
Novidades no mercado de Banda Larga: satélite que democratizará acesso à banda larga
O Satélite Geoestacionário de Defesa e Satélite de Comunicações Estratégicas (SGDC) foi lançado em 21 de março do Centro Espacial Kourou na Guiana Francesa, o satélite irá aumentar a capacidade de banda larga e segurança.
SDGC destina-se a proteger a transferência de informações privilegiadas de segurança nacional, e foi aprovado pelo governo após revelações da Agência de Segurança Nacional dos EUA quando a espionagem sobre o país tornou-se público.
Com um investimento de R $ 2 bilhões e lançado a partir do Centro Espacial de Kourou na Guiana Francesa, o satélite será utilizado para fins civis e militares.
O satélite pesa quase 6 toneladas, tem 5 metros de altura e será posicionado a 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico.

JORNAL TRIBUNA DO NORTE (RN)


Beira-Mar retorna para Mossoró


Aura Mazda

O traficante Fernando Luiz da Costa, conhecido como “Fernandinho Beira-Mar”, foi transferido da Penitenciária Federal de Porto Velho para a Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada por fontes da TRIBUNA DO NORTE ligadas ao Ministério da Justiça. O traficante ficará no presídio em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), que impede contato com outros presos da unidade. Beira-Mar é condenado a quase 320 anos de prisão por crimes como tráfico de drogas, formação de quadrilha e homicídios.
Também estão custodiados em Mossoró outros líderes da facção carioca Comando Vermelho (CV). Apesar de não ter contato com nenhum deles, Beira-mar, que também faz parte da facção, dividirá o presídio com Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP” e Elias Pereira da Silva, o “Elias Maluco”. Beira-Mar foi transferido em aerobnave da Força Aréa Brasileira (FAB), disponibilizada para a Polícia Federal. O comboio do Sistema Penitenciário Federal e Polícia Federal chegou por volta das 9h50 ao Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira, na capital rondoniense. O embarque foi às 11h, com escolta de 20 policiais federais. A chegada em Mossoró, era prevista para a madrugada de hoje (26).
Esta é a segunda vez que o traficante carioca passa por pela penitenciária potiguar. Em 2011, ele foi transferido junto cinco presos em um rodízio aplicado ao traficante desde 2006, e ficou na unidade por um ano. O presídio de Mossoró é uma das cinco penitenciárias federais do Brasil e a única no nordeste. Tem capacidade para abrigar 208 presidiários.
Beira-Mar comandava uma quadrilha de tráfico de drogas mesmo detido em presídio federal. Durante as investigações, reveladas pela Polícia Federal, se identificou que o criminoso juntava dinheiro para expandir os negócios para o Suriname e traficar fuzis. O traficante movimentou cerca de R$ 9 milhões nos últimos dois anos.
Na quarta-feira (25), a PF cumpriu 35 mandados de prisão e 27 de condução coercitiva na Operação Epístolas, que investiga a quadrilha ligada ao traficante Fernandinho Beira-Mar. Dentro os presos está Danúbia Santos da Silva, apontada pela polícia como mulher do traficante João Maria de Oliveira, conhecido como “Seba” ou “João Cego”, que está preso na Penitenciária Federal de Porto Velho.
Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal, e as buscas e prisões são no Rio de Janeiro, em Rondônia, no Ceará, em Mato Grosso do Sul, na Paraíba e no Distrito Federal. Dos 35 mandados de prisão, 22 foram de prisão preventiva e 13 de prisão temporária.
A operação inclui ainda como medidas cautelares 85 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de valores que somam R$ 9 milhões em 51 contas bancárias. Segundo a PF, as investigações se iniciaram há cerca de um ano, depois que um bilhete picotado foi encontrado em uma marmita por agentes federais da Penitenciária Federal de Porto Velho, onde Beira-Mar cumpria pena. A perícia constatou que o bilhete foi redigido pelo criminoso e continha ordens a integrantes da quadrilha que estavam em liberdade. Ao longo das investigações, foram apreendidos 50 bilhetes endereçados ao preso. Por esse motivo, a operação se chama Epístolas, nome dado a textos enviados em forma de carta.
Segundo as investigações, a quadrilha movimenta R$ 1 milhão por mês e utilizava, principalmente, casas de show e bares para lavagem de dinheiro, além de aquisições de imóveis e reformas. Beira-Mar também exercia poder em atividades de 13 comunidades de Duque de Caxias, com o fornecimento de gás, água, cigarro, serviço de mototáxi e caça-níquel.
Uma “falha” na Lei de Execuções Penais (LEP), ainda “permite” que presos tenham visita sociais sem monitoramento. Com a mudança da lei, essas visitas passariam a ocorrer no parlatório, onde o monitoramento seria possível. Para os agentes de execução penal, a mudança na lei seria a “solução” para isolar os presos, e impedir que comandem crimes de  dentro da cadeia.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Governo federal vai incluir setor de turismo ao plano de segurança pública do Rio


O governo federal vai incluir o setor de turismo no plano de segurança pública que vem sendo elaborado para o Estado do Rio. A decisão foi tomada durante reunião entre os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Gabinete da Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen, com empresários fluminenses nesta quinta-feira (25), em Brasília.
"Já estávamos integrando a segurança levando em consideração o aspecto social. Agora, estamos recebendo outros setores, que neste caso, aqui representado pelo turismo”, afirmou Jungmann.
O plano de segurança para o Rio vem sendo elaborado por determinação do presidente Michel Temer. Nesta sexta-feira (26), as principais diretrizes do plano serão apresentadas em reunião no Palácio do Planalto. Segundo Jungmann, um dos pontos, por exemplo, é a integração entre inteligência, órgãos de segurança pública e Forças Armadas.
Reunião pelo turismo
A partir de um manifesto liderado pelos empresários Roberto Medina, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, e Paulo Protásio, o presidente Temer solicitou que o grupo encarregado na elaboração do plano de segurança tomasse conhecimento daquilo que foi proposto no documento. Por isso, parte do grupo foi recebida pelos ministros Jungmann e Etchegoyen e que contou também com participação de autoridades do Ministério da Justiça.

OUTRAS MÍDIAS


A CIDADE (SP)


Apresentação da Esquadrilha da Fumaça é atração deste sábado em Fernandópolis

Show aéreo terá início às 16h, na Avenida Teotônio Vilela, atrás do Recinto de Exposições
ImagemDentro do calendário de comemorações dos 78 anos de Fernandópolis, a população se prepara para recepcionar no próximo sábado, 27, o Esquadrão de Demonstração Aérea da Força Aérea Brasileira (FAB), a Esquadrilha da Fumaça.
A equipe volta à cidade depois de 14 anos. O show aéreo será realizado em uma área aberta, na Avenida Teotônio Vilela, a partir das 16h, atrás do Recinto de Exposições.
A apresentação reunirá manobras radicais com sete aviões que executarão cerca de 50 acrobacias em 35 minutos de espetáculo. Cada posição de voo tem uma função específica e enquanto os aviões se apresentam, em terra o capitão aviador da equipe narrará as manobras dos companheiros no ar.
“É uma grande honra para Fernandópolis poder contar com o show da Esquadrilha nas comemorações de aniversário da cidade. Temos certeza que os moradores irão gostar”, disse o prefeito André Pessuto.
ESQUADRÃO
A Esquadrilha da Fumaça é formada por militares da Força Aérea Brasileira. Atualmente, são 14 oficiais aviadores, especialistas, médico, oficiais de comunicação social e uma equipe de graduados especialistas. Os soldados completam o time, colaborando na rotina diária. Em 65 anos de história, a Esquadrilha da Fumaça soma mais de 3,7 mil demonstrações realizadas em território nacional e em 21 países.

JORNAL GGN (SP)


Nelson Jobim rechaça possibilidade de ser candidato a presidente

O ex-ministro Nelson Jobim negou publicamente, nesta quinta (24), a possibilidade de ser candidato a presidente em caso de renúncia ou cassação de Michel Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral. Segundo reportagem da revista Piauí, Jobim, sócio do BTG Pactual, participou de almoço promovido pelo banco, em São Paulo, ocasião em que foi pressionado a comentar as apostas feitas em Brasília em torno de seu nome. Foi quando rechaçou a ideia e colocou a culpa no trabalho e na esposa.

Segundo relatos da revista, Jobim disse que, em tom descontraído, que tinha muito trabalho no banco e que sua mulher, Adrianne de Senna, ex-presidente do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) "não gosta nem de ouvir falar da hipótese".

Nos bastidores, contudo, Jobim enfrenta outro tipo de entrave: a resistência de André Esteves, fundador e controlador do BTG Pactual. Esteve passou uma curta temporada preso em Bangu, no Rio, em 2015, e não quer saber de ver o banco retornar ao centro das atenções por causa das investigações da Lava Jato.

Além disso, Jobim foi ministro de FHC, Lula e Dilma Rousseff. Sua passagem pelo Ministério da Defesa pode ser alvejada considerando que a Lava Jato criminalizou a compra dos caças Gripen.

Com a delação da JBS, a Lava Jato atingiu o governo Temer em cheio e até aliados mais próximos, como o PSDB, reconhecem que ele perdeu as condições de se manter no poder e aprovar as reformas impopulares. Em caso de renúncia, o Congresso deve realizar uma eleição indireta em até 30 dias. É nesse cenário que entra o nome de Jobim, além do presidente da Câmara Rodrigo Maia (virtual candidato do baixo clero) e Tasso Jereissati (PSDB).

No encontro com os banqueiros, Jobim avaliou que Temer não vai renunciar, mas tampouco chegará politicamente vivo em 2018. Ele não quis comentar os cenários para a próxima disputa presidencial e classificou a proposta de Diretas Já como devaneio.



Leia também:









Receba as Últimas Notícias por e-mail, RSS,
Twitter ou Facebook


Entre aqui o seu endereço de e-mail:

___

Assine o RSS feed

Siga-nos no e

Dúvidas? Clique aqui




◄ Compartilhe esta notícia!

Bookmark and Share



Eventos







Publicidade






Recently Added

Recently Commented