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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 21/05/2017 / Super Tucano da Embraer será avaliado pela Força Aérea dos EUA


Super Tucano da Embraer será avaliado pela Força Aérea dos EUA ...  

Aeronave vai ser apresentada em julho em base no Novo México. Fabricante brasileira de aeronaves mira possibilidade de participar de concorrência norte-americana ...

A Embraer foi convidada para apresentar o A-29 Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). A aeronave vai participar de avaliações no Novo México, em julho. A Força Aérea norte-americana vai adquirir aeronaves militares para treinamento de pilotos e ataque. O Super Tucano da fabricante brasileira é a única aeronave de apoio aéreo tático com certificação de tipo militar.

A USAF convidou empresas para apresentações de aeronave para treinamento de pilotos e missões de observação e ataque. A exigência do órgão é de aeronaves de baixo custo e rendimento de até 900 horas de voo.

A apresentação é uma nova possibilidade para a empresa brasileira, que tem a aeronave presente em outras 12 forças aéreas do mundo. A Embraer foi procurada pelo G1, mas não comentou a expectativa de fechar contrato com o governo dos EUA ou a projeção do número de aeronaves a serem adquiridas pelo órgão. O A-29 é produzido na base da empresa na Flórida.

Em 2014, a Força Aérea norte americana já havia adquirido 20 unidades do modelo da Embraer. O contrato de US$ 428 milhões previa a entrega dos Super Tucanos, manutenção e fornecimento de peças.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


COLUNA PAINEL


Daniela Lima

Aviso geral
O Planalto recebeu informações de que Cármen Lúcia procurou os comandantes das Forças Armadas há duas semanas. Ao final do encontro, fez um apelo para que todos ficassem próximos porque o país iria passar por graves momentos.

REVISTA VEJA


Após reunião com Temer, militares pregam respeito à Constituição

Encontro no Palácio do Planalto foi convocado pelo presidente para discutir a crise política; não há atalhos fora da lei, afirma comandante do Exército

Comandantes das três Forças Armadas do Brasil Exército, Marinha e Aeronáutica disseram, por meio de notas oficiais, que manterão durante a crise política o compromisso com a Constituição. As manifestações foram feitas após reunião, no final da tarde de sexta-feira, com o presidente Michel Temer (PMDB) no Palácio do Planalto. Também participaram do encontro, convocado pelo peemedebista, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen.
“No encontro, foi destacada a estrita observância das Forças Armadas aos ditames constitucionais”, diz nota do Exército. “O general Villas Boas, comandante do Exército, reafirma que a atuação da força terrestre tem por base os pilares da estabilidade , legalidade e legitimidade e ressalta a coesão e a unidade de pensamento entre as Forças Armadas”, diz a nota, assinada pelo Centro de Comunicação Social do Exército.
Também em nota, assinada pelo brigadeiro do ar Antonio Ramirez Lorenzo, chefe do Centro de Comunicação Social, a Aeronáutica disse que no encontro “prevaleceram a unidade de pensamento e o estrito cumprimento das normas legais, características inerentes às Forças Armadas brasileiras”. Já a Aeronáutica, também em nota do Centro de Comunicação Social, disse que “no encontro foi discutida a total subordinação das Forças aos ditames constitucionais”.
No Twitter, o comandante do Exército reforçou o compromisso das Forças Armadas com a lei. “A Constituição Federal brasileira há de ser sempre a solução a todos os desafios institucionais do país. Não há atalhos fora dela!”, publicou.

Base aliada de Temer se reúne amanhã para discutir desembarque

PSDB, DEM e PPS vão tentar tirar uma posição conjunta, que deve incluir a saída do governo e a manutenção da defesa das reformas e da política econômica

O PSDB, o DEM e o PPS se reunirão amanhã, domingo, em Brasília, para discutir a saída das siglas do governo. Hoje, a tese majoritária é a do desembarque. As lideranças querem tirar uma posição conjunta e que deixe clara a prioridade a ser adotada a partir de uma eventual renúncia de Michel Temer (PMDB): a de “manter o projeto” – o que, na prática, significa a aprovação das reformas e a preservação da política econômica.
Para um líder tucano, o discurso do presidente neste sábado não alterou em nada a situação, que o partido considera “crítica”. O PSDB não pretende abraçar a bandeira da eleição direta no caso da queda do peemedebista. “A saída será pela Constituição”, afirma o dirigente. A Constituição prevê que o sucessor de Temer seja definido pelo Congresso, após convocação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que assumiria o cargo interinamente e teria 30 dias para convocar a eleição.
Os três partidos – que, juntos, reúnem 85 dos 513 deputados da Câmara – se tornaram parte da base governista com a ascensão de Temer ao poder. Nas eleições de 2014, eram as três principais legendas da coligação que levou Aécio Neves (PSDB) ao segundo turno, quando foi derrotado por Dilma Rousseff (PT).
Se a debandada se confirmar, será mais um baque para Temer desde que seu nome foi lançado ao epicentro do escândalo tornado público com as delações do empresário Joesley Batista e outros executivos da J&F, holding que controla o grupo JBS.
Neste sábado, Temer perdeu o apoio do PSB, a sexta maior bancada da Câmara, com 35 deputados. Reunida em Brasília, a Executiva nacional do partido oficializou o desembarque pouco antes de o peemedebista fazer pronunciamento na TV para se defender das suspeitas de obstrução da Justiça, corrupção e organização criminosa, pelas quais é formalmente investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF).
O PSB vai pressionar o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que é do partido, a entregar o cargo ou ao menos se licenciar. Mas não houve deliberação a respeito. Ele teve apoio de dirigentes de Pernambuco e São Paulo para assumir a pasta, embora não tenha sido indicado pela comando nacional do partido.
“Entendemos que o presidente deve renunciar porque já não tem condições políticas, morais, éticas e administrativas para continuar. Que ele facilite a vida dos brasileiros para que se vire essa página”, disse Carlos Siqueira, presidente nacional da legenda. Ele afirmou que o ministro permanece “na condição de convidado por Temer”.
Na quinta-feira, logo após a eclosão do escândalo, o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, decidiu deixar o governo – ele entregou a carta de demissão a Temer no mesmo dia. Outro ministro do PPS, no entanto, Raul Jungmann (Defesa) continua no cargo, já que o partido considera que, pela especificidade da pasta, a transição tem de ser mais planejada.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


180 vagas no colégio da Aeronáutica


A Escola Preparatória de Cadetes do Ar (Epcar) seleciona jovens de 14 a 17 anos com ensino fundamental completo. Homens e, desde o ano passado, mulheres podem concorrer ao ingresso na instituição para seguir a carreira de aviador. Os aprovados estudarão os três anos do ensino médio (com aulas de conhecimentos gerais e militares) na escola da Força Aérea Brasileira (FAB), sediada em Barbacena (MG), em que estarão sujeitos a regime de internato com direito a alimentação, alojamento, fardamento, assistência médica e dentária. Os selecionados ainda recebem remuneração, que, atualmente, é de R$ 936 nos dois primeiros anos e de R$ 956 no último ano.
Nesta edição, foram ofertadas 180 vagas, sendo 160 vagas destinadas a candidatos do sexo masculino e 20, do sexo feminino. A prova é composta por 16 itens de matemática, 16 de português e 16 de inglês, além de redação. Os candidatos passam ainda por exames de saúde e psicotécnico e teste de aptidão física, com flexões, abdominais e corrida. A conclusão do ensino médio na Epcar não garante uma carreira militar: para isso, é preciso ser aprovado, posteriormente, no concurso do Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAv) da Academia da Força Aérea (AFA). Os que forem admitidos e terminarem o curso se formarão como cadetes aviadores e se tornarão, finalmente, pilotos militares.
Dicas certeiras
Segundo André Barbosa, professor de direito e coordenador do Curso Seleção, a Epcar costuma cobrar os conteúdos com profundidade, de forma bastante avançada para a faixa etária dos concorrentes. “Engana-se quem pensa que, por ser de nível fundamental, é um teste fácil. A maioria dos aprovados fez o 2º ou o 3º anos do ensino médio, pois eles geralmente têm mais facilidade e vem estudando por mais tempo”, diz. Segundo ele, para dar conta da quantidade de conteúdos, é importante planejar bem a rotina de estudos. De acordo com o coordenador, apesar do esforço exigido, os admitidos dizem que vale a pena quando estão lá dentro. “Minha filha foi aprovada no ano passado. Segundo ela, a parte física tem sido bastante puxada e o ensino também, mas ela está gostando muito”, conta. “O militarismo forma valores cívicos e cidadãos e oferece excelentes oportunidades”, elenca.
Como os classificados têm de se adaptar às restrições da vida militar e à vida confinada em quartel, André acredita que é preciso escolher fazer a prova apenas se tiver paixão pela carreira. “O maior desafio das nossas alunas admitidas foi cortar o cabelo em corte channel, obrigatório para as mulheres”, brinca. A seleção para a Epcar existe há mais de 50 anos e sempre foi elaborada pelo Departamento de Ensino da Aeronáutica (Depens), por isso existe um padrão de aplicação das questões, como observa o professor de matemática do Dínatos COC, José Júnior. “Nos últimos 15 anos, tudo tem sido muito parecido, por isso o ideal é estudar resolvendo as provas anteriores”, recomenda. O matemático acredita que é importante focar em função e em geometria para ter bom rendimento.
“O certame é muito conteudista, exige o conhecimento completo das matérias e nada fica de fora”, acrescenta. “Na hora do concurso, avalie as questões e comece pelas mais fáceis”, conclui. Geralmente, a prova da Aeronáutica traz questões contextualizadas por meio de textos de conhecimentos gerais, ligados à realidade do candidato. A gramática vem sempre associada à interpretação de texto, por isso o domínio dela é essencial. Mário Torres dá aulas de português no cursinho Seleção e percebe que, para ser aprovado, o aluno não pode estudar de maneira amadora. “Os estudantes devem prestar atenção à acentuação e à ortografia, além de se atualizarem com o novo acordo ortográfico. Em português, também sempre cai crase e concordância”, detalha. Um ponto crucial é aprender a finalizar as questões em tempo hábil. “Para passar, o candidato não pode gastar mais de três minutos por item.”
Quero passar
Aluna do 3º ano do Colégio Militar de Brasília (CMB), Isabela Emerick, 16 anos, vai fazer a prova incentivada pela escola e pela família. Faltou pouco para que ela fosse aprovada no ano passado. Agora, a jovem está esperançosa. “Não passei por uma vaga e ainda tenho idade para tentar mais vezes. Este ano, imagino que vou conseguir”, conta ela, que se divide entre o colégio e um cursinho. Colega de Isabela, Vinicius Dantas, 16, aluno do 2º ano, também está otimista. Ele atribui a confiança ao fato de ter feito cursinho. Ter resolvido muitos exercícios também contribui para isso. “Tem horas que fico cansado, mas não desanimo. Se é o que quero, tenho que tentar”, afirma. Se aprovados, ambos terão que voltar para o 1º ano do ensino médio.
Eu cheguei lá
O sonho de ser militar e o incentivo da família levaram Juraci Ferreira Bispo Júnior, 21, a começar a se preparar com foco na Epcar quando ele ainda estava no ensino fundamental. Aos 13 anos, a rotina dele envolvia colégio, cursinho e estudo numa biblioteca pública até as 22h. Juraci ingressou no 1º ano do ensino médio na Epcar aos 15 anos, em 2010. “As pessoas na faixa etária que podem concorrer ao exame da Epcar estão numa fase de descobertas, por isso, para não perder o foco, o candidato deve se manter motivado. Fazer um cursinho específico vale a pena”, diz. “É importantíssimo estabelecer e cumprir uma rotina de estudos”, recomenda. Depois de terminar a Epcar, Juraci passou para o Curso de Formação de Oficiais Aviadores e o concluiu em 2016. Hoje, é aspirante a oficial da Força Aérea Brasileira e faz três voos por semana. Ele está prestes a finalizar o curso de especialização e, em agosto, se forma como tenente, a primeira patente da FAB.

Reformas remendadas via medida provisória


Alessandra Azevedo

Nunca esteve entre as pretensões do presidente Michel Temer deixar o Palácio do Planalto sem aprovar as reformas Trabalhista e Previdenciária. Mas as gravações feitas por Joesley Batista, presidente da J&F, e divulgadas na semana passada deixaram o governo em alerta e dificultam as chances de que o Executivo consiga os 308 votos exigidos para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287, que muda as regras de aposentadoria, passe no plenário da Câmara dos Deputados, especialmente no prazo previsto, até o fim do semestre. Nesse cenário, poucas possibilidades restam ao governo, caso ele não queira passar por essa fase sem garantir resposta ao mercado financeiro. Uma delas é a edição de medidas provisórias (MPs) para salvar, pelo menos, uma parte da reforma antes de acabar o mandato — seja como for o fim, por renúncia, impeachment ou novas eleições em 2018.
Na prática, se optasse por essa estratégia, o presidente aprovaria “por decreto” mudanças que são sugeridas no texto da reforma, já que a proposta teve a tramitação congelada no Congresso na última quinta-feira, com aval do relator, Arthur Maia (PPS-BA). O parlamentar entendeu ser melhor esperar os ânimos se acalmarem antes de tocá-la adiante. Ele concluiu que “não há espaço para avançarmos com a reforma da Previdência no Congresso Nacional nessas circunstâncias”. Desde então, técnicos sugerem que a reforma pode ser “remendada” por meio de medidas provisórias, para que o progresso conseguido nos meses de debate não seja perdido.
Apesar de se mostrar otimista e não dar o braço a torcer, mantendo o discurso de que a reforma será aprovada sem precisar de um plano B, o Planalto tem mapeado o que pode ser feito caso o desfecho não seja tão positivo quanto o esperado. Por meio de MPs ou leis, o presidente, seja Temer ou o eventual interino, pode garantir que serão colocados em vigor vários dos temas que a PEC escolheu constitucionalizar. Na lista entra o aumento do tempo de contribuição para a aposentadoria por idade, atualmente em 15 anos, que pode saltar de imediato para 25, como propõe o governo. Já o tempo de contribuição para a modalidade de aposentadoria que permite o benefício sem exigência de idade mínima, desde que o contribuinte tenha trabalhado 35/30 anos, só pode ser mudado por emenda.
Diferente de uma PEC ou mesmo de um projeto de lei, a MP começaria a ter efeito a partir do momento que o presidente assinasse o documento, e poderia tratar de vários outros pontos relevantes, além do tempo de contribuição. Uma medida provisória pode alterar a fórmula de cálculo da pensão por morte, por exemplo, ou endurecer o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e à aposentadoria rural. “Existe uma série de mudanças que podem ser feitas na Previdência fora da PEC. Por MP ou lei, dá para fazer uma reforma média, acabar com a regra 85/95 e fazer qualquer mudança em relação à aposentadoria dos militares”, citou o consultor legislativo do Senado, Pedro Nery, especialista em Previdência.
Exceções
No entanto, alguns pontos considerados cruciais pelo governo não poderiam ser alterados, como a definição de uma idade mínima. Atualmente, mulheres aos 60 anos e homens aos 65 podem requerer o benefício com 15 anos de contribuição. A equipe de Temer, por sua vez, quer definir uma idade mínima para requerimento de aposentadoria, com, no mínimo, 25 anos de contribuição. Com isso, pessoas do sexo feminino poderiam se aposentar aos 62 e as do sexo masculino, aos 65.
Também é impossível mudar as regras que hoje permitem a integralidade e a paridade, mecanismos que garantem que funcionários públicos que entraram até 2003 recebam benefício com valor igual ao do último salário e corrigido pelo mesmo índice de reajuste dado aos servidores na ativa. Aprovado o parecer, seria preciso atingir 65 anos de idade, no caso de homens, e 62, para mulheres, para conseguir os benefícios. Nesse sentido, Nery lembrou que está liberado “mexer por MP na contribuição dos servidores inativos, que atende o mesmo grupo de pessoas”.
Um dos maiores problemas citados por técnicos do Executivo e do Legislativo é que alterações nas regras para aposentadoria de funcionários públicos exigem emenda constitucional, ao contrário das voltadas para o Regime Próprio de Previdência Social (RGPS), direcionado à iniciativa privada. Dessa forma, o discurso de manter grupos privilegiados na reforma voltaria à tona com muita força se fosse aprovado algum ponto por MP.
Outro obstáculo é que medidas provisórias têm prazo de validade: se não forem votadas no Congresso em 60 dias, que podem ser prorrogados por mais 60, os efeitos são suspensos. Ou seja, a reforma duraria só quatro meses caso deputados e senadores não estejam dispostos a aceitar o teor e torná-la permanente. Nesse caso, é constitucionalmente proibido editar outra MP com o mesmo conteúdo no mesmo ano. Para diminuir esse risco, existe ainda a possibilidade de que as mudanças sejam feitas por uma lei simples, o que provavelmente daria uma segurança jurídica maior, mas demoraria mais tempo para que elas fossem colocadas em prática. A diferença é que a medida provisória tem força de lei antes de ser analisada pelo Legislativo, enquanto uma lei comum precisa de aprovação na Câmara e no Senado.
Mesmo sabendo das opções, o governo ainda mantém a expectativa de conseguir aprovar a reforma da Previdência, como garante o vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS). “Edição de MP foi uma opção ouvida por um assessor legislativo e, legalmente, pode ser feita. Mas não trabalhamos com a possibilidade de não passar a PEC. Vamos sair dessa crise e conseguir os votos necessários. Já estamos chegando aos 300.”
Votos
Uma medida provisória pode ser aprovada em turno único, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, com maioria simples dos presentes em plenário. Se todos os 513 deputados estivessem na sessão, seriam necessários 257 votos e não os 308 exigidos para validação de uma Proposta de Emenda à Constituição
Alternativas a Proposta de Emenda à Constituição
O que pode ser mudado por MP ou lei ordinária:
Tempo de contribuição para aposentadoria por idade
» A Constituição define que é preciso completar 65/60 anos para conseguir se aposentar por idade pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS), mas os 15 de contribuição podem ser definidos por lei ou MP
Benefícios assistenciais
» As regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo, também podem ser alteradas sem a aprovação de PEC. Basta uma lei ou uma MP para que a idade mínima de concessão passe de 65 para 68 anos, como propõe o relator no parecer
Fórmula de cálculo para pensão por morte
» Por meio de MP ou lei, é possível alterar os requisitos para concessão do benefício. Isso ocorreu no governo Dilma Rousseff, quando essas normas foram alteradas pela primeira vez
Todas as regras previdenciárias dos militares
» Para mudar as regras para as Forças Armadas, não há exigência de emenda constitucional. Esse é, inclusive, um dos argumentos usados pelo governo para ter excluído os militares da reforma. Para eles, desde o início, o combinado é que será enviada uma proposta específica por meio de lei
O que só pode ser mudado por PEC:
Idade mínima
» Só é possível estipular uma idade mínima para a aposentadoria por meio de emenda, pois seria preciso mudar o texto constitucional
Aposentadoria por tempo de contribuição
» Nesse caso, o tempo de serviço, que é a base desse tipo de aposentadoria, não pode ser alterado por lei. A atual exigência de 35 anos de contribuição, para homens, e 30, para mulheres, sem imposição de idade mínima, continuará vigente até que uma PEC trate do assunto
Regras para servidores públicos
» Embora muitas regras do RGPS possam ser alteradas por lei, o mesmo não vale para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que é voltado para a aposentadoria dos funcionários públicos. Para eles, até os pontos básicos exigem emenda.

PORTAL G-1


Imagem mostra balão próximo a aeronave em sobrevoo na região do Aeroporto dos Amarais em Campinas

Registro foi feito por telespectador da EPTV no final da tarde deste sábado (20). Apesar do risco, não foi registrado nenhum incidente com o objeto.

G1 Campinas E Região

Um registro em vídeo feito na tarde deste sábado (20) mostra um balão muito próximo a uma aeronave no céu da região do Aeroporto Campo dos Amarais em Campinas (SP). As imagens foram feitas por um telespectador da EPTV, afiliada da Globo no interior de São Paulo.
Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam gerar incêndios é crime, com pena que vai de um a três anos de prisão, além de multa que pode chegar a R$7 mil.
A EPTV entrou em contato com a Polícia Militar, Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros, mas todos afirmaram não ter sido acionados para ocorrência envolvendo o balão.

Super Tucano da Embraer será avaliado pela Força Aérea dos EUA

Aeronave vai ser apresentada em julho em base no Novo México. Fabricante brasileira de aeronaves mira possibilidade de participar de concorrência norte-americana.

G1 Vale Do Paraíba E Região

A Embraer foi convidada para apresentar o A-29 Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). A aeronave vai participar de avaliações no Novo México, em julho. A Força Aérea norte-americana vai adquirir aeronaves militares para treinamento de pilotos e ataque. O Super Tucano da fabricante brasileira é a única de apoio aéreo tático com certificação de tipo militar.
A USAF convidou empresas para apresentações de aeronave para treinamento de pilotos e missões de observação e ataque. A exigência do órgão é de aeronaves de baixo custo e rendimento de até 900 horas de voo.
A apresentação é uma nova possibilidade para a empresa brasileira, que tem a aeronave presente em outras 12 forças aéreas do mundo. A Embraer foi procurada pelo G1, mas não comentou a expectativa de fechar contrato com o governo dos EUA ou a projeção do número de aeronaves a serem adquiridas pelo órgão. O A-29 é produzido na base da empresa na Flórida..
Em 2014, a Força Aérea norte americana já havia adquirido 20 unidades do modelo da Embraer. O contrato de US$ 428 milhões previa a entrega dos Super Tucanos, manutenção e fornecimento de peças.

PORTAL BBC


PSB vai para oposição a Temer e foca em aprovar PEC das diretas

O PSB anunciou neste sábado que está na oposição ao governo de Michel Temer e vai atuar para paralisar a pauta de votação do Congresso até a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que permite convocação de eleições diretas no caso de queda do presidente.

Mariana Schreiber

O partido, que até então atuava como "independente" do governo, defende a imediata renúncia de Temer. Já o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que integra o PSB, ainda não deu qualquer declaração indicando se sairá do governo.
A saída do PSB é reflexo do forte desgaste enfrentado por Temer desde que foi revelada uma conversa entre ele e o dono da JBS, Joesley Batista, na qual o empresário relata suas tentativas de obstruir a Justiça. Temer, que na gravação da conversa aparece dando consentimento à conduta criminosa de Batista, diz em sua defesa que não acreditou no que o empresário dizia e o acusa de ter manipulado o áudio.
Com a decisão desse sábado, o PSB se une assim aos esforços de outras sigas que já estavam na oposição, como PT, PCdoB, PDT, PSOL e Rede, no objetivo de aprovar a PEC. O mais novo partido oposicionista tem a sétima maior bancada da Câmara, com 35 deputados, e a quarta maior no Senado, com sete representantes.
Pela Constituição, se o cargo de presidente e vice ficarem vagos ao mesmo tempo após já ter decorrido metade do mandato, duas novas pessoas devem ser escolhidas pelo Congresso Nacional para os postos.
Por enquanto, integrantes da base de Temer, como PSDB, DEM e PMDB, parecem preferir, no caso de queda do peemedebista, uma eleição indireta que permita eleger um presidente alinhado com a aprovação das reformas propostas pelo atual governo. Dois nomes que têm sido especulados são o do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
Embora reconheça que a aprovação da PEC das diretas deve encontrar resistência, o deputado federal Julio Delgado (PSB-MG) diz que a oposição hoje já tem tamanho suficiente para obstruir a pauta de votação, lançando mão de instrumentos como requerimento de retirada de pauta, apresentação de destaques e tempo de fala das lideranças dos partidos.
"A gente sabe da dificuldade disso (de aprovar a PEC), mas ele resistindo (a renunciar), o que a gente tem que fazer é andar", defende Delgado.
"Num momento crítico como esse, a legitimidade maior que temos é a do eleitor originário, do cidadão. Não é um Congresso com mais de 100 parlamentares investigados que deve escolher o novo presidente", acrescentou.
O deputado disse à BBC Brasil que o novo pronunciamento de Temer feito neste sábado, no qual ataca Joesley Batista e o acusa de "quebrar o Brasil", não convence, já que o mero fato de ter recebido uma pessoa sob investigação no Palácio do Jaburu, sem registro oficial, já revelaria a inconsistência de sua defesa.
"Achei que o presidente foi contundente ao sair atacando. Joesley é realmente uma figura desconsiderável. Agora, quem deu relação, quem deu oportunidade para ele (o empresário) ir à casa (de Temer) sem se identificar, para ter uma conversa na garagem, no subsolo do Jaburu?", questiona.
"Isso já demonstra a proximidade deles. A relação deles não é de hoje, é desde o governo Dilma, quando ele era o vice e nunca criticou os empréstimos do BNDES (para o grupo JBS)", afirmou.
Desfacelamento da base?
Para Delgado, a tendência é que mais partidos deixem o governo. Outro que já anunciou sua ida para oposição foi o Podemos (novo nome do PTN), que conta com 13 deputados.
Já no PPS, embora a direção do partido tenha anunciado o desembarque da base aliada, apenas um dos seus ministros entregou o cargo, o deputado federal Roberto Freire, da pasta da Cultura. Ainda assim, ele manteve compromisso com a votação das reformas no Congresso.
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, por sua vez, disse em nota que "irá permanecer na função pela relevância de sua área de atuação de segurança do Estado brasileiro neste momento de crise e indefinições".
A expectativa recai agora sobre o destino do PSDB, principal aliado do PMDB no governo Temer. A previsão é que os tucanos, e também o DEM, anunciem no início da próxima semana se saem ou não.
Caso decidam sair, a situação do presidente fica ainda mais delicada, elevando a pressão por sua renúncia ou para que o Tribunal Superior Eleitoral casse seu mandato ao julgar a legalidade da chapa de Dilma Rousseff e Temer na eleição de 2014. O julgamento está marcado para 6 de junho.

AGÊNCIA BRASIL


Após 13 anos, missão no Haiti comandada pelo Brasil se aproxima do fim


Luiz Cláudio Ferreira

Explodia a violência em Porto Príncipe, em 2004, quando o Brasil assumiu o comando militar da missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah). O país caribenho vivia em guerra civil, com gangues armadas, depois da renúncia do presidente Jean Bertrand Aristide. Passados 13 anos, a operação tem data para acabar: até 15 de outubro deste ano, todos os militares do Brasil e dos outros 15 países que compõem a missão deixarão o Haiti.
Em todo esse período, além da miséria extrema, a operação ganhou novos contornos e perfil principalmente depois do terremoto de 2010, que deixou 220 mil mortos. A par do desgaste de mais de uma década, militares passaram a ter papel social e humanitário, ajudando na reconstrução do país.
Até outubro, terão passado pela missão aproximadamente 37 mil militares dos 15 países, incluindo o último contingente de 950 profissionais. Foram 30.359 integrantes do Exército, 6.299 da Marinha e 350 da Aeronáutica. O Ministério da Defesa considera que os maiores desafios enfrentados pela tropa brasileira na Minustah foram a pacificação da comunidade de Cité Soleil, a atuação durante o terremoto em 2010 e a ação decorrente do Furacão Matthew.
“O comando militar da operação por parte do Brasil, por decisão da ONU [Organização das Nações Unidas], representa grande prestígio e experiência para o país, além de ser uma representação de projeção de poder muito importante”, analisa o professor de relações internacionais Antonio Jorge Ramalho, da Universidade de Brasília (UnB). Para ele, após tantos anos de operação, as forças policiais no Haiti precisam ter condições de manter a segurança de forma autônoma.
Reconhecimento
Pesquisador de segurança internacional, Ramalho dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros no Haiti entre 2006 e 2008. “Depois do período mais crítico, nos primeiros anos de operação, os haitianos passaram a observar militares de capacetes azuis em ações também de reconstrução em nível de excelência.
Foi a primeira vez na história que os haitianos viram militares construindo algo”, afirma. Obras de engenharia tocadas por militares passaram a fazer parte da rotina em um espaço que antes era ocupado pela violência.
Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Defesa afirmou que a participação dos militares brasileiros passou a ser reconhecida pelo povo haitiano e por autoridades internacionais pela “desenvoltura com que combinam funções militares, como o patrulhamento, com atividades sociais e de cunho humanitário”.
No ano passado, após a passagem do furacão Matthew, que causou cerca de 900 mortes, as tropas brasileiras também tiveram funções de reconstrução de estradas e pontes para a chegada de ajuda humanitária.
Para Ramalho, a participação dos brasileiros na operação colaborou para aperfeiçoar os sistemas de comando e controle, bem como para acionar recursos junto aos poderes Executivo e Legislativo. “Incluindo recursos materiais e humanos. Na formação de militares para operações reais, por exemplo, foi necessário cuidar de forma especial das regras de participação e engajamento”, afirma Ramalho. Ele testemunhou que os brasileiros passaram a ser vistos como "parceiros" e admirados.
Custos
Ao mesmo tempo, a operação, ao longo de 13 anos, também sofreu resistências de comunidades em um Haiti que passou a enxergar a Minustah como uma tropa de ocupação. “Em tanto tempo, sempre há desgastes naturais”, diz o professor.
No Brasil, a participação na missão também foi questionada, em função dos gastos. De 2004 até o final do ano passado, os investimentos do Brasil com a Minustah chegaram a cerca de R$ 2,5 bilhões, segundo dados disponíveis no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).
O Ministério da Defesa reconhece um aumento “significativo” dos gastos após o terremoto de 2010. Foram reembolsados pela ONU, até agora, cerca de R$ 431,3 milhões. Há aproximadamente mais R$ 500 milhões pendentes. Os valores devolvidos cobrem os gastos com o emprego da tropa na missão de paz.
Futuro
O fim das operações está programado para acontecer até 1º de setembro e 90% do efetivo deve deixar o Haiti até o dia 15 do mesmo mês. Depois, por um mês, os 10% do efetivo restantes cuidarão do envio dos materiais e sairão do país. O Ministério da Defesa aguarda um convite para integrar outra missão de paz, caso o Congresso Nacional autorize.
O Brasil já participou de mais de 33 missões das Nações Unidas e enviou mais de 50 mil militares no exterior. “Atualmente, além do Haiti,o Brasil também possui integrantes nas missões de paz no Líbano, Chipre, Costa do Marfim, Libéria, República Centro-Africana, Saara Ocidental, Sudão e Sudão do Sul. Os militares atuam principalmente como integrantes em Estado Maior e como observadores em áreas pacificadas", informa o Ministério da Defesa.

OUTRAS MÍDIAS


SURTO OLÍMPICO


Surto Entrevista: Ygor Coelho

Bruno Vieira, Daniel Barbosa, Juvenal Dias, Marcos Antônio e Regys Silva
Ygor Coelho foi um dos atletas que jogaram em "casa" na Rio 2016. Carioca nascido e criado na comunidade da Chacrinha, na zona Oeste do Rio de Janeiro, Ygor teve apoio maciço da torcida brasileira e apesar de estar apenas adquirindo experiência, o que se viu e Ygor era um diamante bruto a ser lapidado. Em 2017, Ygor vem brilhando e atingindo grandes feitos, como o título inédito do Pan-americano de badminton e a entrada no top50 do ranking dos melhores do mundo, tudo isso com apenas 20 anos. Nessa entrevista concedida ao Surto Olímpico, Ygor fala sobre sua carreira, Rio 2016, o bom momento em que vive e suas expectativas para o ciclo olímpico até Tóquio 2020. Confira abaixo:
- Você começou muito cedo no esporte na comunidade da Chacrinha. Como foi o início? E acredita que começou numa idade apropriada para se adaptar ao Badminton?
Comecei a jogar Badminton aos 3 anos de idade. Meu pai tinha montado um projeto social chamado Miratus (www.miratus.org) e ensinava o badminton para as crianças da comunidade. Eu também queria jogar, então no inicio ele cortava o cabo das raquetes para elas ficarem do meu tamanho! Aos 6 comecei a treinar de verdade. Aos 9 ganhei minhas primeiras medalhas internacionais. Aos 11 eu era tricampeão Panamericano Jr. O projeto esta lá até hoje e continua atendendo muitas crianças e lhes dando oportunidade não só no esporte mas também na vida.
- Você evoluiu muito rapidamente em pouco tempo de carreira. A que você deve essa evolução no badminton?
Devo esta evolução principalmente à base que meu pai (que foi meu treinador até os 18 anos) me deu neste esporte. Ele me ensinou primeiro a defender e assim desenvolvi uma variedade de golpes que foi muito importante para minha evolução.
- Que parte do seu jogo você considera sua melhor qualidade e o que acha você tem melhorar?
Minha melhor qualidade é a defesa. O que tenho que melhorar? Muita coisa!(risos).
-Seu esporte prima pela velocidade que a peteca viaja. Há um treinamento específico para melhorar seu tempo de reação? Conte-nos como funciona
Tem varias coisas que eu faço para trabalhar isto porque é muito importante durante um jogo. Um dos treinos que faço é o multi petecas onde faço series de 50 ou mais petecas uma atrás da outra. É bem cansativo mas ajuda muito a reagir rápido e bem.
- Como você avalia sua participação para a Rio 2016 e que lições você tirou dela para um possível participação em Tóquio?
Os Jogos Rio 2016 foram uma experiência maravilhosa. Infelizmente não consegui passar da fase de grupos (perdi para o irlandês Scott Evans e o alemão Marc Zwiebler) mas aprendi demais sobre o que é uma Olimpíada e com certeza isto deve me ajudar a chegar mais preparado em Tóquio.
- Antes da Olimpíada, você era um ilustre desconhecido para muita gente. Como tem sido o assédio depois dos Jogos? Você tem sido reconhecido por onde passa?
(Risos) Até que alguns já me conheciam graças ao projeto do meu pai, que é bastante conhecido, mas é verdade que a visibilidade aumentou. Só que foi mais nos meses que antecederam os Jogos e durante eles. Cheguei a dar mais de 50 entrevistas para mais de 10 países entre Maio e Agosto de 2016. Foi bem legal. Agora, já esta muito mais tranquilo, mas é bacana ver que sou uma referência neste esporte aqui no Brasil.
- E você está sendo destaque em um esporte desconhecido do grande público. Acredita que o seu sucesso poderá impulsionar a prática do badminton no país?
Espero que sim, é um dos meus sonhos. Quero realmente ajudar a divulgar mais o meu esporte no pais e por isto tento comunicar bastante nas redes sociais. Aproveito alias para incentivar as pessoas a curtirem a minha pagina de atleta no Facebook (https://www.facebook.com/atletaygor/) para aumentarmos esta comunidade do badminton e podermos assim impulsionar a prática.

- Após os Jogos de 2016, boa parte dos atletas do Brasil vem sofrendo com pouca verba e pouco patrocínio. Como você tem passado por esse problema?
Pois é, a situação não esta simples mas eu posso dizer que tenho muita sorte com relação a este ponto porque sempre tive pessoas acreditando em mim. Hoje tenho 4 apoios muito grandes que me ajudam demais. Sou patrocinado por duas empresas grandes, Artengo e Nissan do Brasil que me apoiam financeiramente e com material/carro. Além disto sou 3° Sargento da Aeronáutica ha quase um ano e a Força Aérea brasileira esta me ajudando muito nesta fase da minha carreira e também recebo o Bolsa atleta do Ministério do Esporte. Mas preciso de tudo isto porque tenho hoje que bancar quase tudo. Outra entidade que esta sendo essencial na minha carreira hoje é a Federação francesa de Badminton que por três vezes nos últimos seis meses, me abriu as portas do seu centro de treinamento para eu treinar com seus atletas.
- Qual a sua expectativa para o campeonato mundial em agosto?
Vai ser mais um momento magico porque sera minha primeira participação a um mundial adulto. Não me coloco pressão porque não tenho nada a perder. Toda rodada passada sera lucro. Mas quero muito ter um bom desempenho lá e vou treinar muito para chegar bem preparado.
- Quais são suas metas para este ciclo olímpico? Você tem metas de terminar em qual posição no ranking neste ano?
Eu quero tentar chegar em Tóquio com um ranking no Top 20 mas tenho que pensar "etapa por etapa". Já estou super feliz hoje porque eu tinha três metas este ano, ser campeão pan-americano, participar do mundial e entrar no Top 50 e só estamos em Maio e eu já conquistei as três (só tenho que me manter no Top 50 até o final do ano. Sou o 47 do mundo hoje). Ou seja, vou poder investir no segundo semestre para treinar muito e já começar a ir buscar o Top 40 que a principio era a minha meta do ano que vem.

BEST SWIMMING (RJ)


36 atletas da natação brasileira de olho no Mundial Militar em dezembro

A nova piscina da UNIFA, Universidade da Força Aérea, na Base Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro vai ser sede do 49o Campeonato Mundial de Natação Militar de 12 a 15 de dezembro. O torneio é aberto a 136 países integrantes da CISM, Confederação Mundial do Esporte Militar.

O Brasil tem um total de 36 atletas militares registrados, 18 pelo Exército, 13 pela Marinha e 5 pela Aeronáutica. A competição em quatro dias tem quase o mesmo programa do Mundial de Budapeste. Apenas não tem os 800 livre para os homens e os 1500 livre para as mulheres.

No regulamento, são 20 atletas por equipe, 10 de cada sexo, sendo até quatro nadadores por prova.

CORREIO DO BRASIL (RJ)


Forças Armadas apenas observam a cena política, sem interferir

Segundo a nota das Forças Armadas após o encontro com Temer, que também contou com a presença do ministro demissionário da Defesa, Raul Jungmann, foi discutida a conjuntura atual
Exército manterá seu compromisso com os princípios Constitucionais. Não se esperava nada diferente disso, uma vez que as corporações militares tiveram papel central na última ditadura vivida no país. Ainda assim, para tranquilizar os brasileiros, os três comandantes das Forças Armadas visitaram o presidente de facto, Michel Temer. Na noite passada, em reunião no Palácio do Planalto, os militares divulgaram nota, a partir do Centro de Comunicação Social do Exército.

Segundo a nota, durante o encontro, que também contou com a presença do ministro demissionário da Defesa, Raul Jungmann, foi discutida a conjuntura atual. Os comandantes ressaltaram “a estrita observância das Forças Armadas aos ditames constitucionais”.
“O General Villas Bôas, Comandante do Exército, reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas”, diz a nota.
Em seu perfil no Twitter, Villas Bôas falou da audiência com Temer. Ele reafirmou “o compromisso perene do Exército com a Constituição e em prol da nossa sociedade”.
A reunião dos comandantes com o presidente ocorre após a reviravolta política provocada pelas delações envolvendo Temer e aliados. Leia, adiante, a íntegra da nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Centro de Comunicação Social do Exército informa que na tarde de hoje (19 de maio), convocados pelo Sr. Ministro da Defesa, os três Comandantes de Força compareceram a uma audiência com o Sr. Presidente da República, em que foi discutida a conjuntura atual.
No encontro, foi destacada a estrita observância das Forças Armadas aos ditames constitucionais. O General Villas Boas, Comandante do Exército, reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas.

CORREIO DOS ESTADOS (SP)


Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças Armadas começa hoje

O campeonato reunirá cerca de 90 militares no Centro Nacional de Paraquedismo
Entre os dias 21 e 26 de maio, equipes de atletas de Salto Livre da Marinha, do Exército e da Aeronáutica disputarão a 27ª edição do Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças Armadas, na cidade de Boituva, em São Paulo.
A cerimônia de abertura acontecerá às 18h do dia 21 de maio e todo o campeonato será aberto ao público com entrada gratuita. De acordo com informações do Ministério da Defesa, a competição é seletiva para garantir vaga brasileira no 41º Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo do Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), que acontecerá em julho na cidade de Warendorf, na Alemanha.
“O paraquedismo é uma das modalidades desportivas que mais se aproximam das atividades operacionais, o que, por si só, já lhe confere grande valor. Realizaremos esta competição em um ambiente de sadia disputa e grande camaradagem, onde, ao final, o único grande vencedor será o Brasil, com suas equipes desportivas militares ainda mais preparadas e irmanadas”, explica o brigadeiro Ricardo Machado, secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto.
O campeonato brasileiro é coordenado pela Comissão Desportiva Militar do Brasil do Ministério da Defesa e reunirá cerca de 90 militares no Centro Nacional de Paraquedismo. No local, serão disputadas as provas de Formação em Queda Livre (FQL), Estilo e Precisão de Aterragem.
MODALIDADES
Na modalidade de FQL, paraquedistas saltam de uma altura de quase quatro mil metros e precisam formar, em 35 segundos, o maior número de figuras previamente selecionadas pela organização.
O atleta chega a atingir uma velocidade de quase 200 km por hora. Já na Precisão, a equipe deixa a aeronave a uma altura de 1.200 metros. O objetivo é atingir, individualmente, com um dos calcanhares, um alvo no solo de apenas dois centímetros de diâmetro.
Nos 5º Jogos Mundiais Militares (Rio 2011), a equipe masculina brasileira foi a quinta melhor do mundo e a equipe feminina terminou na 3ª posição.

MAIS GOIÁS (GO)


Prefeitura de Anápolis lança Campanha do Agasalho na segunda-feira (22)

Os agasalhos e roupas, em bom estado de conservação, devem ser doados, até o dia 30 de junho, em postos de coleta
Daqui pouco mais de um mês o inverno chega ao Brasil trazendo temperaturas mais baixas, mas por enquanto, quem garante o friozinho das madrugadas é o outono. E estas duas estações são penosas para os que não possuem, em quantidade, roupas e cobertores para se aquecer. E é para minimizar situações como esta que a Prefeitura de Anápolis lança, na segunda-feira (22) a Campanha do Agasalho 2017, contando com a solidariedade da comunidade anapolina. O evento acontece às 10h, no saguão do Centro Administrativo.
Os agasalhos e roupas, em bom estado de conservação, devem ser doados, até o dia 30 de junho, nos postos de coleta, listados no quadro abaixo. A expectativa dos organizadores é a arrecadação de cerca de dez mil peças. Todos os itens obtidos serão doados para instituições filantrópicas do município, como comunidades terapêuticas, entidades de longa permanência para idosos e crianças, entre outras.
A Campanha do Agasalho é realizada em parceria com a Câmara Municipal, Base Aérea, Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Polícia Militar do Estado de Goiás, Bombeiros Militar, Sesc, UniEvangélica, Brasil Park Shopping, Anashopping, Rotary Clube, Conselho de Pastores e Sindicato Rural.

OLHAR DIGITAL


Drones liberados no Brasil: saiba o que muda para o mercado

A regulamentação dos drones no Brasil vinha sendo discutida desde 2014; demorou, mas finalmente saiu! No Brasil, mesmo antes das regras definidas, mais de 700 empresas já operam no setor dos robôs voadores. A expectativa é que o setor cresça já 30% até o final deste ano e dobre de tamanho nos próximos dois anos.
A regulamentação era muito esperada e até bastante cobrada pelo mercado. A incerteza causada pela falta de regras impedia grandes investimentos no setor. Agora com normas que garantem segurança jurídica e operacional, a história é outra.
Apesar da felicidade do mercado, nem todas regras agradaram gregos e troianos. Em eventos como manifestações, shows, eventos esportivos e aglomerações, por exemplo, apenas órgãos de segurança poderão operar drones. Equipamentos com mais de 25 quilos exigirão habilitação dos pilotos cedida pela Agência Nacional de Aviação Civil. Quanto maior o peso, maior a exigência para pilotar. Drones com mais de 250 gramas também precisarão ser registrados na Anac. E para pilotar um drone legalmente, só a partir dos 18 anos. Ah, drones autônomos estão totalmente proibidos de voar no país...
Enquanto a Anac define regras para as aeronaves, pilotos e aeródromos, é o DECEA que controla o acesso ao espaço aéreo brasileiro. A regulamentação dos drones só saiu do papel em comum acordo das duas instituições. E se há exigências para pilotos e drones, também existem normas para os locais determinados para voar.
Como toda regra, quem não se adequar estará sujeiro a processos administrativos, cíveis e penais. A fiscalização das operações será feita pela Anac junto com órgãos de segurança pública.
Em São Paulo, mesmo antes da regulamentação, a prefeitura já havia apresentado uma esquadria de drones que será utilizada pela Guarda Civil Metropolitana em operações específicas de vigilância na cidade. Agora, tudo fica mais seguro: para quem voa e para quem é sobrevoado.



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