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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 18/05/2017 / Aéreas veem cenário menos turbulento na América do Sul

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Aéreas veem cenário menos turbulento na América do Sul ...  

João José Oliveira ...  

Os resultados no primeiro trimestre deste ano das quatro maiores companhias aéreas da América do Sul - Gol, Latam, Azul e Avianca Holdings - apontam que a aviação na região atravessou o pior da turbulência que afeta o setor desde 2015. Mas executivos do setor dizem que a demanda ainda não se mostra forte o bastante para afastar risco de recaídas.

"Tivemos uma recuperação no primeiro trimestre deste ano. Mas vale lembrar que estamos comparando com o primeiro trimestre do ano passado, que foi o ponto mais baixo na crise", disse ontem Roberto Alvo, vice-presidente comercial da Latam Airlines - resultado da fusão entre a chilena LAN e a brasileira TAM.

O presidente da Latam Brasil Linhas Aéreas, Jerome Cadier, disse que a venda para viajantes de negócios ainda segue frágil, variável que precisa reagir para que a aviação no Brasil tenha recuperação mais firme. O Brasil representa 26% do tráfego de passageiros da companhia.

Ambos admitiram, entretanto, que a procura por voos domésticos e internacionais a partir de Brasil tem reagido. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o tráfego de passageiros no Brasil cresceu 5,4% em março deste ano ante igual mês de 2016, após 19 meses seguidos de retração. Mas em 12 meses, o setor ainda acumula queda de 4,4% no tráfego.

A Latam fechou o primeiro trimestre com a receita crescendo 6,4%, atingindo US$ 2,5 bilhões, puxada pelas vendas para passageiros, que aumentaram 7,6%. O lucro líquido, de US$ 65,6 milhões, caiu 35,9% ante um ano antes.

O yield - quanto cada passageiro paga para voar um quilômetro - do grupo chileno subiu 7%, puxado pelo incremento de 24,6% na receita por passageiro no Brasil, em dólar. Mas esse indicador foi inflado pela alta, de 19% do real, ante a divisa americana.

A Latam sofreu com o barril de petróleo mais caro, que subiu quase 50% no primeiro trimestre e aumentou em 29% as despesas com combustíveis, o que ampliou em 10% as despesas operacionais totais. Esse fator corroeu o lucro operacional, que caiu 30,5%.

Enquanto Gol e Azul geram no Brasil mais de 85% de suas receitas, a colombiana Avianca Holdings não tem negócios no mercado brasileiro. A empresa é controlada pelos irmãos German e José Efromovich, também donos da Avianca Brasil, que não divulga balanços trimestrais. No ano passado, a Avianca Brasil, a quarta maior companhia aérea do país, registrou prejuízo líquido de R$ 71,403 milhões, perda quase seis vezes maior que a apurada em 2015, de R$ 12,407 milhões. Na mesma base de comparação, a receita operacional líquida cresceu 12,7%, para R$ 2,955 bilhões.

Embora atuem em áreas geográficas diferentes e consolidem dados em moedas diferentes - Latam a Avianca Holdings apresentam balanços em dólares, enquanto Gol e Azul reportam dados em reais -, as quatro aéreas entregaram lucro líquido e margens operacionais positivas no trimestre. Já os indicadores de receita tiveram comportamentos divergentes, reflexo de uma demanda ainda frágil.

A Avianca Holdings, que aumentou em 6,2% a receita no primeiro trimestre deste ano, para US$ 1,1 bilhão, viu o lucro operacional ceder 5%, ao gastar 36% mais em combustíveis e elevar as despesas em 7,1%.

O lucro líquido da Avianca de janeiro a março deste ano, de US$ 20,5 milhões, foi quase seis vezes maior que os US$ 3,2 milhões um ano antes. Mas esse ganho foi inflado por causa da base de comparação - um ano antes, houve perda cambial que não se repetiu em 2017. Sem esses efeitos, o ganho líquido teria crescido 19%.

"Incertezas relacionadas à política dos Estados Unidos e à economia da América Latina diminuíram", disse o presidente da Avianca, Hernán Rincón, que ponderou a necessidade de buscar uma melhora do yield, que caiu 1% no primeiro trimestre.

A Azul conseguiu aumentar o yield no primeiro trimestre, mas em apenas 1,2%. "Temos uma vantagem competitiva porque não temos concorrentes na maior parte de nossas rotas. Podemos aumentar capacidade sem perder margem", disse o presidente do conselho e controlador da Azul, David Neeleman.

A companhia, que teve lucro de R$ 55,3 milhões no primeiro trimestre deste ano ante perda de R$ 66,9 milhões um ano antes, não tem concorrentes em 72% das rotas que realiza, o que ajudou a Azul a obter uma margem de lucro operacional de 11%, ante apenas 0,4% um ano antes.

Já a Gol, que enfrenta a concorrência Latam Brasil na maior parte dos voos que realiza, não conseguiu preservar o yield, que caiu 6,5% no primeiro trimestre deste ano, enquanto a receita, diminuiu 2,5%, para R$ 2,6 bilhões.

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, afirmou no dia de divulgação de balanço da companhia, em 10 de maio, que as vendas de passagens em 2017 até agora apontam reação da demanda, mas ponderou que os sinais ainda são frágeis para apostar em retomada sustentável.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Militares devem ter idade mínima para aposentadoria, diz Jungmann

A reforma da Previdência para os militares incluirá idade mínima, afirmou nesta quarta-feira o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

"Deve haver uma idade mínima. Se deve fixar uma idade mínima para militares", disse o ministro em café da manhã com correspondentes estrangeiros.
Jungmann ressaltou, no entanto, que os militares precisam estar em boas condições físicas, é por isso a categoria seria diferentes. "Do militar se exige uma plena capacidade", defendeu.
De acordo com Jungmann, o Conselho Militar de Defesa se reunirá nesta quinta-feira (18) para discutir o assunto e tentar chegar a um consenso sobre qual seria essa idade mínima.
A intenção do governo é estabelecer para eles o mesmo que foi oferecido às polícias, uma idade mínima geral de 55 anos tanto para homens quanto para mulheres.
Para o Regime Geral, a reforma da Previdência prevê idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres.
Havia decisão interna no governo de que a reforma dos militares teria de incluir idade mínima, tempo maior de contribuição e teto para o pagamento da aposentadoria. Inicialmente, a intenção era que a idade mínima fosse a mesma dos demais servidores, assim como o tempo de contribuição e o teto como o do INSS, que hoje é de R$ 5.531,31.
O governo, no entanto, encontra muita resistência. As negociações estão sendo feitas em um grupo de trabalho desde o final de 2016 e já há a decisão de ser menos rígido com os militares.
Prevista para ser enviada ainda em maio, a proposta só deverá chegar ao Congresso depois que a reforma geral da Previdência for aprovada na Câmara.
Inicialmente, as Forças Armadas não passariam por nenhuma mudança. Atualmente, os militares se aposentam com salário integral, sem idade mínima e com 30 anos de contribuição.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Governo recua sobre voo em classe executiva

Ministério vai enviar ao Congresso mensagem retirando permissão para "mordomia" a autoridades dos três Poderes

Naira Trindade

O Ministério do Planejamento vai enviar ao Congresso Nacional uma mensagem retirando da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) o dispositivo que permite a compra de passagens em classe executiva para autoridades. A mudança ocorre após a Coluna do Estadão revelar, no domingo, o retorno do privilégio vetado no ano passado.
Um interlocutor do governo afirmou que o recuo deve-se ao “grande esforço de contenção de despesas” que o governo vem fazendo, inclusive com a aprovação da PEC do Teto de Gastos. “É importante que fique demonstrado esse esforço, inclusive em relação às viagens”, complementa.
A justificativa inicial do governo era de que as viagens na classe econômica são cansativas, o que obrigaria as autoridades a se deslocarem com antecedência para seus compromissos, gerando mais gastos com diárias.
O texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, disponível no Congresso há cerca de três semanas, repete a mesma redação de anos anteriores prevendo a permissão da “mordomia” a presidente e vice-presidente da República, ministros de Estado, deputados federais, senadores, desembargadores federais, ministros de Tribunais Superiores, ministros do Tribunal de Contas da União, procurador-Geral da República, subprocuradores-gerais da República, defensor público- geral federal e comandantes das Forças Armadas.
A classe executiva dá acesso a poltronas mais confortáveis e reclináveis, com espaço maior para as pernas e atendimento VIP aos clientes, diferentemente do que ocorre na econômica.
Proibição.
No ano passado, uma emenda do então deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS), hoje prefeito de Porto Alegre, derrubou pela primeira vez a permissão de autoridades de voar em classe executiva.
Em resposta à Coluna do Estadão na semana passada, o Ministério do Planejamento justificou que o objetivo da permissão era “evitar efeitos contraproducentes como a utilização de aeronaves da FAB para deslocamento de autoridades sobretudo em viagens ao exterior, além de evitar a ampliação do pagamento de diárias adicionais para autoridades que, em função da obrigatoriedade de viajar em classe econômica, deviam se deslocar com maior antecedência para os compromissos oficiais”, dizia a nota.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Aéreas veem cenário menos turbulento na América do Sul


João José Oliveira

ImagemOs resultados no primeiro trimestre deste ano das quatro maiores companhias aéreas da América do Sul - Gol, Latam, Azul e Avianca Holdings - apontam que a aviação na região atravessou o pior da turbulência que afeta o setor desde 2015. Mas executivos do setor dizem que a demanda ainda não se mostra forte o bastante para afastar risco de recaídas.
"Tivemos uma recuperação no primeiro trimestre deste ano. Mas vale lembrar que estamos comparando com o primeiro trimestre do ano passado, que foi o ponto mais baixo na crise", disse ontem Roberto Alvo, vice-presidente comercial da Latam Airlines - resultado da fusão entre a chilena LAN e a brasileira TAM.
O presidente da Latam Brasil Linhas Aéreas, Jerome Cadier, disse que a venda para viajantes de negócios ainda segue frágil, variável que precisa reagir para que a aviação no Brasil tenha recuperação mais firme. O Brasil representa 26% do tráfego de passageiros da companhia.
Ambos admitiram, entretanto, que a procura por voos domésticos e internacionais a partir de Brasil tem reagido. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o tráfego de passageiros no Brasil cresceu 5,4% em março deste ano ante igual mês de 2016, após 19 meses seguidos de retração. Mas em 12 meses, o setor ainda acumula queda de 4,4% no tráfego.
A Latam fechou o primeiro trimestre com a receita crescendo 6,4%, atingindo US$ 2,5 bilhões, puxada pelas vendas para passageiros, que aumentaram 7,6%. O lucro líquido, de US$ 65,6 milhões, caiu 35,9% ante um ano antes.
O yield - quanto cada passageiro paga para voar um quilômetro - do grupo chileno subiu 7%, puxado pelo incremento de 24,6% na receita por passageiro no Brasil, em dólar. Mas esse indicador foi inflado pela alta, de 19% do real, ante a divisa americana.
A Latam sofreu com o barril de petróleo mais caro, que subiu quase 50% no primeiro trimestre e aumentou em 29% as despesas com combustíveis, o que ampliou em 10% as despesas operacionais totais. Esse fator corroeu o lucro operacional, que caiu 30,5%.
Enquanto Gol e Azul geram no Brasil mais de 85% de suas receitas, a colombiana Avianca Holdings não tem negócios no mercado brasileiro. A empresa é controlada pelos irmãos German e José Efromovich, também donos da Avianca Brasil, que não divulga balanços trimestrais. No ano passado, a Avianca Brasil, a quarta maior companhia aérea do país, registrou prejuízo líquido de R$ 71,403 milhões, perda quase seis vezes maior que a apurada em 2015, de R$ 12,407 milhões. Na mesma base de comparação, a receita operacional líquida cresceu 12,7%, para R$ 2,955 bilhões.
Embora atuem em áreas geográficas diferentes e consolidem dados em moedas diferentes - Latam a Avianca Holdings apresentam balanços em dólares, enquanto Gol e Azul reportam dados em reais -, as quatro aéreas entregaram lucro líquido e margens operacionais positivas no trimestre. Já os indicadores de receita tiveram comportamentos divergentes, reflexo de uma demanda ainda frágil.
A Avianca Holdings, que aumentou em 6,2% a receita no primeiro trimestre deste ano, para US$ 1,1 bilhão, viu o lucro operacional ceder 5%, ao gastar 36% mais em combustíveis e elevar as despesas em 7,1%.
O lucro líquido da Avianca de janeiro a março deste ano, de US$ 20,5 milhões, foi quase seis vezes maior que os US$ 3,2 milhões um ano antes. Mas esse ganho foi inflado por causa da base de comparação - um ano antes, houve perda cambial que não se repetiu em 2017. Sem esses efeitos, o ganho líquido teria crescido 19%.
"Incertezas relacionadas à política dos Estados Unidos e à economia da América Latina diminuíram", disse o presidente da Avianca, Hernán Rincón, que ponderou a necessidade de buscar uma melhora do yield, que caiu 1% no primeiro trimestre.
A Azul conseguiu aumentar o yield no primeiro trimestre, mas em apenas 1,2%. "Temos uma vantagem competitiva porque não temos concorrentes na maior parte de nossas rotas. Podemos aumentar capacidade sem perder margem", disse o presidente do conselho e controlador da Azul, David Neeleman.
A companhia, que teve lucro de R$ 55,3 milhões no primeiro trimestre deste ano ante perda de R$ 66,9 milhões um ano antes, não tem concorrentes em 72% das rotas que realiza, o que ajudou a Azul a obter uma margem de lucro operacional de 11%, ante apenas 0,4% um ano antes.
Já a Gol, que enfrenta a concorrência Latam Brasil na maior parte dos voos que realiza, não conseguiu preservar o yield, que caiu 6,5% no primeiro trimestre deste ano, enquanto a receita, diminuiu 2,5%, para R$ 2,6 bilhões.
O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, afirmou no dia de divulgação de balanço da companhia, em 10 de maio, que as vendas de passagens em 2017 até agora apontam reação da demanda, mas ponderou que os sinais ainda são frágeis para apostar em retomada sustentável.

PORTAL G-1


"Ele amava a farda", lembra irmão de militar gaúcho morto durante treinamento de mata no Pará

Daniel Dedablio Poczwardowski tinha 29 anos e servia ao Exército desde 2009. Ele foi velado e sepultado em sua cidade natal, Guarani das Missões, no Norte do Rio Grande do Sul.

Mauricio Rebellato

Foi sepultado na manhã desta quarta-feira (17) em Guarani das Missões, na Região Norte do Rio Grande do Sul, o corpo do militar gaúcho que morreu durante um treinamento de selva em Altamira, interior do Pará. Daniel Dedablio Poczwardowski, de 29 anos, servia o Exército há oito anos e fazia cinco meses que tinha sido transferido para o Norte do país.
O corpo do militar chegou na noite de terça-feira (16) à cidade onde ele nasceu. Muitas pessoas passaram pelo salão paroquial do município para se despedir do militar desde a madrugada.
O 3º sargento fazia parte do 51º Batalhão De Infantaria de Selva, em Altamira, no Pará. Durante o sepultamento, foram feitas homenagens pelos colegas de batalhão de Santa Cruz do Sul, onde ele morava com a esposa. Sobre o caixão do jovem, foi estendida a bandeira do Brasil.
"Ele amava a farda e ele queria fazer todos os cursos possíveis. E ele foi fazer esse", comentou o irmão Diogo Poczwardowski.
O militar morreu na segunda-feira (15) durante um treinamento de selva. De acordo com a Associação dos Oficiais do Exército de Belém ele passou mal, recebeu os primeiros socorros na mata e foi levado ao Hospital de Guarnição de Marabá, mas não resistiu.
Ainda não se sabe o que pode ter causado a morte de Daniel. Além dele, outros quatro militares passaram mal durante a atividade e foram encaminhados ao hospital.
O Exército informou que abriu um inquérito policial militar pra investigar o caso. "Vamos apurar o que ocorreu na instrução que levou ao óbito do 3° sargento. O IPM segue o prazo legal, então acredito que dentro de um mês, dois meses, ele já deve chegar à conclusão após seguir todos os trâmites legais", explicou o major Flávio Prazeres, chefe da comunicação do Exército Paraense.
O treinamento de selva acontece uma vez por ano e começou na semana passada. A duração seria de 14 dias. Além do Pará, militares do Maranhão também participavam da atividade.

AGÊNCIA REUTERS


Militares devem ter idade mínima para aposentadoria, diz Jungmann


Por Lisandra Paraguassu E Anthony Boadle Brasília

A reforma da Previdência para os militares incluirá idade mínima, mas não deve chegar aos 65 anos para homens e 62 para mulheres, como a do regime geral, afirmou nesta quarta-feira o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
"Deve haver uma idade mínima. Se deve fixar uma idade mínima para militares", disse o ministro em café da manhã com correspondentes estrangeiros.
Jungmann ressaltou, no entanto, que os militares precisam estar em boas condições físicas, é por isso a categoria seria diferentes. "Do militar se exige uma plena capacidade", explicou.
De acordo com Jungmann, o Conselho Militar de Defesa se reunirá na quinta-feira para discutir o assunto e tentar chegar a um consenso sobre qual seria essa idade mínima.
A intenção do governo é estabelecer para eles o mesmo que foi oferecido às polícias, uma idade mínima geral de 55 anos tanto para homens quanto para mulheres.
Conforme a Reuters adiantou em janeiro, havia decisão interna no governo de que a reforma dos militares teria de incluir idade mínima, tempo maior de contribuição e teto para o pagamento da aposentadoria. Inicialmente, a intenção era que a idade mínima fosse a mesma dos demais servidores, assim como o tempo de contribuição e o teto de 5.578 reais, como o do INSS.
O governo, no entanto, encontra muita resistência. As negociações estão sendo feitas em um grupo de trabalho desde o final de 2016 e já há a decisão de ser menos rígido com os militares.
Prevista para ser enviada ainda em maio, a proposta só deverá chegar ao Congresso depois que a reforma geral da Previdência for aprovada na Câmara dos Deputados.
Inicialmente, as Forças Armadas não passariam por nenhuma mudança. Atualmente, os militares se aposentam com salário integral, sem idade mínima e com 30 anos de contribuição.

AGÊNCIA CÂMARA


CCJ aprova mudança em processos militares, e proposta vai ao Plenário

Texto altera códigos e especifica os crimes cometidos por militares em atividades das Forças Armadas que deverão ser examinados pela Justiça Militar

Marcello Larcher

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que redefine a competência do foro militar (PL 2014/03). Havia 12 propostas apensadas, e o relator, deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), elaborou um substitutivo para reunir todas. O texto altera os códigos Penal Militar e de Processo Penal Militar.
Originalmente, o projeto propunha o deslocamento dos crimes dolosos contra a vida de civis para o Tribunal do Júri, quando perpetrados por policiais e bombeiros militares. Porém, Fonseca argumentou que isso já é regra para os militares estaduais, após a Emenda Constitucional 45, de 2004, que trata do assunto.
“A competência do Tribunal do Júri para o julgamento de crimes dolosos contra a vida praticados por militares dos estados já está estabelecida pela Constituição, não havendo necessidade de se replicar essa previsão na legislação infraconstitucional”, disse.
Forças Armadas
No caso dos militares das Forças Armadas, os crimes dolosos contra a vida continuarão a ser examinados pela Justiça Militar, desde que sejam cometidos em atividades militares, como ocorre hoje. Mas o relator propôs que as atividades militares sejam melhor definidas. “Meu parecer não inova em nada, apenas adapta os códigos militares às realidade atual das Forças Armadas”, afirmou.
Assim, serão julgados por foro militar os crimes militares, mesmo que dolosos contra a vida, cometidos no cumprimento de atribuições das Forças Armadas estabelecidas pelo Presidente da República ou pelo ministro da Defesa. Mas também em ação militar das Forças Armadas, de operação de paz, de garantia da lei e da ordem ou de atribuição subsidiária, realizadas em conformidade com a Constituição e a legislação. Por fim, quando a ação envolver a segurança de instituição militar ou de missão militar, mesmo que não beligerante.
Ações de segurança
Fonseca citou algumas atuações recentes das Forças Armadas como força de segurança, o que muda um pouco o contexto de sua atuação. Durante greve da Polícia Militar da Bahia, os militares das Forças Armadas fizeram o papel da PM. Na ocupação do morro do Alemão, no Rio de Janeiro, as Forças Armadas se fizeram presentes por longos meses. Já no Complexo da Maré, também no Rio, a operação teve início em abril de 2014 e perdurou até o ano passado.
“Está cada vez mais recorrente a atuação do militar em tais operações, nas quais, inclusive, ele se encontra mais exposto à prática da conduta delituosa em questão. Nada mais correto do que se buscar deixar clarividente seu amparo no projeto de lei”, disse Fonseca.
Vários deputados ressaltaram que a Justiça Militar é mais rápida que a Justiça comum. Apesar das críticas quanto a possível corporativismo, o parecer teve apoio da maioria da comissão. “Pelo menos há um limite, que fora dessas exceções o juiz militar deve remeter o processo para o Tribunal do Júri, o que ameniza, porque hoje há muitas situações indefinidas”, disse Chico Alencar (Psol-RJ).
Tramitação
A proposta ainda deve ser votada pelo Plenário.

Comissão debate com comandante da FAB projetos estratégicos da Aeronáutica


Da Redação

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional discute, nesta quarta-feira (17), com o comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, a situação dos projetos estratégicos das Forças Armadas, os programas de cooperação internacional do Brasil na área da Defesa e os planos da Aeronáutica para o desenvolvimento tecnológico neste setor. A audiência pública será realizada a pedido dos deputados Bruna Furlan (PSDB-SP) e Pedro Fernandes (PTB-MA).
Para o deputado Pedro Fernandes, é necessário definir o papel estratégico que cabe às Forças Armadas no âmbito do cenário internacional. “Apesar de não existir uma ameaça à soberania do Brasil, isso não significa que estamos livres. Ao contrário, vivemos em um mundo em transformação, as distâncias se encurtam e a interdependência entre as nações se acentua”, avalia.
A deputada Bruna Furlan acrescenta que “também é nosso objetivo debater sobre o Orçamento para as Forças Armadas e discutir alternativas que tornem esta questão previsível, condição absolutamente necessária para que o setor possa planejar-se e investir em projetos e programas que tornarão o Brasil cada vez mais independente”.
O debate será realizado às 10 horas, no plenário 3.
A reunião poderá ser acompanhada ao vivo pela WebCâmara.

Comissão acompanhará processo de licitação para exploração de satélite nacional

Representante da Telebrás informou que será lançado nos próximos dias edital para selecionar empresas interessadas

Luiz Cláudio Canuto / Rosalva Nunes

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados vai fiscalizar o andamento do processo de licitação para explorar o sinal do primeiro satélite brasileiro geoestacionário de defesa e comunicações, lançado no início do mês.
Além de dar segurança às comunicações estratégicas de governo e de defesa, o satélite vai cobrir 100% do território brasileiro com acesso ao sinal de banda larga.
O assunto foi debatido pela comissão nesta quarta-feira (17) com representantes da Telebrás e do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Atualmente estão em funcionamento dois gateways, ou pontes de ligação, com o satélite geostacionário, localizados em Brasília e Rio de Janeiro. O diretor-técnico operacional da Telebrás, Jarbas José Valente, informou que o satélite se comunicará com mais outros três, em Florianópolis, Campo Grande e Salvador.
O lançamento do satélite, segundo ele, acompanha o crescimento da telefonia celular e do acesso à internet no Brasil. Mais de 90% das residências têm telefone celular e quase 60% têm acesso à internet, em grande parte feita pelos próprios celulares.
Além do lançamento do satélite, a Telebrás trabalha com outros projetos estratégicos para 2017 e 2018, que atendem também a cobertura rede terrestre e o cabo submarino Brasil-Europa que, com seus 9.500 quilômetros, deve começar a operar em 2019 e vai reduzir em quase a metade o tempo de comunicação de dados entre os dois lados.
Licitação
Para a exploração do sinal do satélite, o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério da Ciência e Tecnologia, Artur Coimbra, informou que a Telebrás vai lançar um edital nos próximos dias a fim de selecionar as empresas.
"Com esse objetivo o edital vai dar condições isonômicas para que qualquer empresa ou entidade interessada possa se manifestar e ter a possibilidade de firmar contrato com a Telebrás para usar a capacidade do satélite e prestar o seu serviço."
A deputada Margarida Salomão (PT-MG) que solicitou a audiência pública junto com a deputada Luiza Erundina (Psol-SP), desatacou a importância do acompanhamento, pela Câmara, do processo de licitação.
“Há um pedido de informação que está sendo feito pela deputada Luciana Santos (PCdoB-PE) para o Ministério de Ciência e Tecnologia solicitando essas informações. Esse é um processo crescente de controle social de algo tão vital hoje como são as comunicações democráticas."
A fase de testes do satélite após o lançamento dura de 2 a 3 meses. Na segunda quinzena de julho, ele terá pleno funcionamento, ou seja, já estará cobrindo 100% do território brasileiro com sinal de banda larga de alta capacidade.

Comandante da FAB defende fluxo de recursos para manter projetos estratégicos


Sílvia Mugnatto / Newton Araújo

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O comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), tenente-brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, disse nesta quarta-feira (17) aos deputados da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional que é necessário manter um fluxo de recursos para o setor para que os projetos estratégicos do país não parem. Ele citou como exemplos desde a manutenção de 170 pistas de pouso na região Amazônica até o desenvolvimento do cargueiro KC-390.
"Nós não temos ameaças no Brasil. Costumamos dizer que não temos ameaças. Porém, tenho certeza, as ameaças à nossa soberania, elas existem. Mas elas não vão falar, não vão dar aviso prévio. Elas vão aparecer de uma hora para outra. Temos que estar preparados", afirmou.
Rossato disse ainda que a Argentina está gastando 12 vezes mais que o Brasil em projetos espaciais. Ele afirmou que o lançamento do primeiro satélite brasileiro no início do mês não esgota as necessidades do País. Segundo o comandante, existem planos para o lançamento de outro satélite semelhante e de microssatélites para comunicações e geração de imagens.

Tenente-brigadeiro Nivaldo Rossato (E): "Tenho certeza, as ameaças à nossa soberania existem e não vão dar aviso prévio. Elas vão aparecer de uma hora para outra. Temos que estar preparados"
Privatização de satélite
O líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), questionou o comandante sobre a intenção do governo brasileiro de privatizar parte dos serviços do novo satélite, mas Rossato disse apenas que o controle atual do satélite é totalmente brasileiro.
O comandante da FAB explicou, porém, que é favorável à comercialização da Base de Alcântara, no Maranhão, para o lançamento de satélites de qualquer país.
"A salvaguarda é indispensável. Porque nenhum país vai colocar os seus equipamentos aqui sem que tenha a garantia da salvaguarda desses equipamentos”, afirmou o tenente-brigadeiro. “Então [a base de] Alcântara é um centro muito bem estruturado e é a melhor localização que existe no mundo para lançamento de satélites. Ele reduz expressivamente o gasto de combustível com aumento da carga útil do satélite. Então Alcântara está pronta há mais de 20 anos e ele precisa ser utilizada."
Fiscalização
O deputado Nelson Pellegrino (PT-BA) disse que o Brasil não pode perder o direito de fiscalizar nada em seu território: "Uma coisa são acordos de salvaguardas, envolvendo proteção de tecnologia; outra coisa é soberania. É uma matéria que se sobrepõe a qualquer tipo de acordo de salvaguarda”.
Segundo o parlamentar, “é inadmissível ter uma instalação com caráter civil ou militar no nosso País que a gente não possa ter acesso, não possa ter poder de fiscalização, e que funcione dentro do território nacional".
Compra de caças

Nivaldo Luiz Rossato também foi questionado se a decisão de comprar 36 caças de uma empresa sueca em 2015 teria sido política. O ex-presidente Lula é réu em uma ação do Ministério Público que apura a possibilidade de ele ter favorecido a empresa junto à ex-presidente Dilma Rousseff. Rossato afirmou que, entre as três opções da lista final, a escolha da ex-presidente foi a mesma da FAB.
Ele disse que existe uma equipe de engenheiros brasileiros na Suécia por causa do acordo de transferência de tecnologia que foi feito e que o avião era o de melhor custo-benefício. 60% do avião terão fabricação nacional.
Artilharia antiaérea
Como projetos futuros à espera de recursos, o comandante da FAB citou um sistema de artilharia antiaérea e o desenvolvimento de aviões não tripulados.

JORNAL O DIA


Militares das Forças Armadas terão idade mínima para se aposentar

Mudanças para Exército, Marinha e Aeronáutica devem ser conhecidas hoje após reunião de conselho

Martha Imenes

Os militares das Forças Armadas terão idade mínima para aposentar, informou ontem o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Ao contrário da proposta de Reforma da Pravidência para servidores e trabalhadores da iniciativa privada, que terão idade mínima de 62 anos (mulheres) e 65 (homens), os militares devem seguir aproposta feita às polícias com idade mínima geral de 55 anos tanto parahomens quanto mulheres. O "pacote" para Exército, Marinha e Aeronáutica deve ser conhecido hoje, após reunião do Conselho Militar de Defesa, que vai discutir as mudanças. Jungmann foi taxativo ao ser questionado por jornalistas estrangeiros ontem: "Deve, sim, haver uma idade mínima para militares". Ele ressaltou que os militares têm que estar em boas condições fisicas para exercerem suas funções, por isso, a idade mínima para a categoria deve ser diferente. "Do militar se exige uma plena capacidade": assinalou. Atualmente, eles se aposentam com salário integral, sem idade mínima e com 30 anos de contribuição.
O ministro defende que as Forças Armadas são uma carreira diferenciada, portanto, necessitam de uma Previdência diferente. "O contrato do militar é diferente do civiL É isso que estamos defendendo, ninguém quer privilégio. A diferença não é privilégio": afirmou Jungmamm. "O militar não têm Previdência. Civil faz greve, o militar não. O civil pode se sindicalizar, o militar não pode. O civil tem FGTS, o militar não têm. O militar não pode ter segunda atividade, a dedicação é absolutamente exclusiva. O civil tem direito de protestar, reivindicar, se expressar, se organizar politicamente, o militar não tem", pontuou. A contribuição dos militares também é inferior a dos demais servidores públicos. Enquanto os civis pagam 11% em cima do salário bruto, os militares pagam 7,5%.

Resistência
Havia decisão interna no governo de que a reforma dos militares teria que incluir idade mínima, tempo maior de contribuição e teto para o pagamento da aposentadoria Inicialmente, a intenção era que a idade mínima fosse a mesma dos demais servidores, assim como o tempo de contribuição e o teto pago pelo INSS que é de R$5.531,31. O governo encontra muita resistência. As negociações estão sendo feitas desde o final de 2016. A proposta será apresentada depois que a PEC 287 for aprovada.
CONFIRA
11%
É o percentual descontado para a Previdência por servidores públicos e funcionários privados.
7,5%
É o percentual que militares das Forças Armadas descontam sobre o salário bruto para o INSS.
R$ 5.531
A intenção inidal do governo era que a idade mínima dos militares fosse a mesma dos demais servidores, assim como o tempo de contribuição e o teto pago pelo INSS, que é de RS 5.531,31.
Meirelles diz ter votos para aprovar a PEC
0 governo federal volta a condicionar recuperação econômica à aprovação da Reforma da Previdência, que, segundo o ministro da Fazenda Henrique MeireIles, já tem votos suficientes para ser aprovada. "Quanto mais cedo melhor. Então nós estamos trabalhando para que seja aprovada no mês de maio", afirmou. O governo precisa de pelo menos 308 votos na Câmara para aprovar a PEC 287. Buscando angariar apoio à reforma, o presidente Temer autorizou o parcelamento dos débitos dos municípios e estados com o INSS. Meirelles disse que o governo irá estender via portaria as mesmas condições para o parcelamento das dívidas dos entes junto aos Regimes Próprios de Previdência.

JORNAL FOLHA DE PERNAMBUCO


Grupo de militares em missão de paz no Haiti desembarca no Recife

Cerca de 250 militares do Comando Militar do Nordeste chegaram nesta quarta-feira (17), à Base Aérea da capital

Marcos Toledo

ImagemCerca de 250 militares do Comando Militar do Nordeste que integraram o 25º Contingente Brasileiro da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) chegaram nesta quarta-feira (17) à Base Aérea do Recife, na Zona Sul da cidade. Eles vieram da ilha caribenha em uma aeronave da Força Aérea Brasileira e desembarcaram por volta das 17h30, no hangar do Grupo Logístico da base, onde ocorreu uma solenidade.
Dos militares que chegaram nesta quarta, 168 deles ficarão em Pernambuco. Antes de retornar às famílias e às atividades normais, eles ficarão de dois a três dias de quarentena para exames e apoio psicológico. O restante dos militares, que atuam na Marinha, seguirá para o Rio de Janeiro.
Ao todo, 990 militares do Exército Brasileiro, Marinha e Força Aérea voltarão do Haiti, divididos em quatro grupos, nos próximos dias 23 e 28 de maio e 3 de junho. Nesta última data, os militares serão recepcionados pelo general de Exército, Artur Costa Moura, comandante militar do Nordeste, e do comandante do contingente, o coronel Roberth Alexandre Eickhoff.
Essa é a quarta vez que as tropas nordestinas participam da Minustah. O último contingente enviado, em 2011, trabalhou na busca de um ambiente seguro no Haiti, um ano após o grande terremoto de 12 de janeiro de 2010.
Criada em 2004, a Minustah sempre teve maior efetivo de tropas brasileiras. Os militares atuam em duas vertentes: segurança e ação humanitária, contribuindo para melhorar as condições sociais e políticas naquele país.

JORNAL DO SENADO


Agenda


CRE
Comandante da Aeronáutica
9h Audiência interativa com o comandante da Aeronáutica, Nivaldo Rossato, para debater soberania nacional e projetos estratégicos da FAB. Depois, reunião deliberativa.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


Paraguay autoriza la entrada en el país de Fuerzas Especiales de EUA


Tomás Velázquez Corresponsal De Grupo Edefa En Paraguay

La Cámara de Senadores de Paraguay aprobó sin inconvenientes la autorización para el ingreso temporal del grupo de 23 instructores invitados del Grupo de Fuerzas Especiales de Estados Unidos, con sus respectivos equipos, armamentos y municiones. En la nota remitida al Senado el pasado 28 de marzo, se indica que serán utilizados en el Intercambio Conjunto Combinado o Joint Combined Exchange Training (JCET).
El ingreso y la estadía de los instructores está marcado del 25 de mayo al 23 de junio próximos, y las actividades se llevarán a cabo en las instalaciones del Batallón Conjunto de Fuerzas Especiales, en la Ciudad de Asunción. “De contar con su autorización, dicho personal, equipos, armamentos y municiones ingresarían al Paraguay a bordo de un avión de la Fuerza Aérea de los Estados Unidos, que arribaría al país entre los días 23 y 24 de mayo de 2017”, se especifica en el correspondiente mensaje.
Se establece que la finalización de los entrenamientos se prevé entre los días 22 y 23 de junio del corriente, utilizando como aeropuerto de entrada al país el aeropuerto internacional Silvio Pettirossi ubicado en
la vecina Ciudad de Luque. El pedido de autorización fue remitido al Congreso el 3 de este mes vía mensaje del Poder Ejecutivo y lleva las firmas del Presidente de la República, Horacio Cartes, y su Ministro de
Defensa, Doctor Diógenes Martínez.
Dichos ejercicios serás de extrema utilidad para las Fuerzas Especiales del Paraguay para la adquisición de nuevas destrezas para el combate contra las Bandas Criminales que operan en el norte del País. Es importante recalcar que el Batallón de Fuerzas Especiales fue creado por recomendación de las Fuerzas Armadas de los Estados Unidos de Norte América y en los últimos años se ha visto beneficiado por una importante cantidad de equipamientos adquiridos. El asunto fue tratado a pedido del senador oviedista José Manuel Bóbeda, coronel retirado del Ejército Paraguayo.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Atletas militares disputam 27º Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças Armadas


Atletas de Salto Livre da Marinha (Netunos), do Exército (Cometas) e da Aeronáutica (Falcões) disputarão no período de 21 a 26 de maio, na cidade de Boituva (SP), a 27ª edição do Campeonato Brasileiro de Paraquedismo das Forças Armadas. A competição é seletiva para garantir vaga brasileira no 41º Campeonato Mundial Militar de Paraquedismo do Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), que será realizado em julho na cidade de Warendorf, na Alemanha.
“O paraquedismo é uma das modalidades desportivas que mais se aproximam das atividades operacionais, o que, por si só, já lhe confere grande valor. Ademais, realizaremos esta competição em um ambiente de sadia disputa e grande camaradagem, onde, ao final, o único grande vencedor será o Brasil, com suas equipes desportivas militares ainda mais preparadas e irmanadas”, explica o brigadeiro Ricardo Machado, secretario de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto.
O campeonato brasileiro é coordenado pela Comissão Desportiva Militar do Brasil (CDMB) do Ministério da Defesa e reunirá cerca de 90 militares no Centro Nacional de Paraquedismo, onde serão disputadas as provas de Formação em Queda Livre (FQL), Estilo e Precisão de Aterragem.
“Estamos muito felizes por conseguirmos realizar este campeonato, mesmo diante de um cenário de grandes restrições financeiras. Já havia algum tempo que nossas equipes não participavam de competições importantes e, se quisermos comparecer aos VII Jogos Mundiais Militares da China em 2019 com chance de lutarmos por medalhas na modalidade, este é um primeiro e decisivo passo”, esclarece o diretor do Departamento de Desporto Militar, almirante Paulo Zuccaro.
Na modalidade de FQL, paraquedistas saltam de uma altura de quase quatro mil metros e precisam formar, em 35 segundos, o maior número de figuras previamente selecionadas pela organização. O atleta chega a atingir uma velocidade de quase 200 km por hora. Já na Precisão, a equipe deixa a aeronave a uma altura de 1.200 metros. O objetivo é atingir, individualmente, com um dos calcanhares, um alvo no solo de apenas dois centímetros de diâmetro.
Nos 5º Jogos Mundiais Militares (Rio 2011), a equipe masculina brasileira foi a quinta melhor do mundo e a equipe feminina terminou na 3ª posição.
A cerimônia de abertura acontecerá às 18h do dia 21 de maio e todo o campeonato será aberto ao público com entrada gratuita.

Sessão Solene na Câmara dos Deputados marca 65 anos da Fumaça


Uma sessão solene em homenagem aos 65 anos do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), conhecido Esquadrilha da Fumaça, marcou a manhã desta terça-feira (16), na Câmara dos Deputados, na capital federal. Cerca de 120 pessoas, entre parlamentares e militares, acompanharam a cerimônia, que contou ainda com a participação da banda da Ala 1 (Base Aérea de Brasília).
Em seu discurso, o deputado Victório Galli (PSC/MT), proponente da solenidade de homenagem, ressaltou habilidades dos profissionais que integram a Esquadrilha da Fumaça, como coragem, determinação e perícia, e chamou de heróis os pilotos que se arriscam nas acrobacias aéreas.
A solenidade foi marcada por emoção e reconhecimento da credibilidade e dos valores da Fumaça. “Apreço, admiração e respeito é o que o povo sente pela Fumaça”, declarou o deputado Rubens Bueno (PPS/PR). “Eu me sinto seguro na terra, sabendo que vocês estão nos protegendo no céu”, complementou o deputado Evandro Gussi.
O comandante da Esquadrilha da Fumaça, tenente-coronel Líbero Onoda Luiz Caldas, destacou a homenagem como fruto de inspiração da sociedade. “A Câmara dos Deputados é a casa do Povo. Portanto, é do povo que recebemos esse reconhecimento. Aos 65 anos, ajudamos a integrar esse país gigantesco, a levar a bandeira nacional a todos os cantos. Durante esse tempo, a Fumaça tem estimulado o diálogo entre civis e militares. Em cada demonstração, mostramos que a soberania nacional e o espaço aéreo estão seguros”, declarou.
O chefe de Gabinete do Comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno, destacou a importância do trabalho em conjunto da equipe da Fumaça e se referiu à imagem dos fumaceiros como a “ponta do iceberg”, que divulga os valores de todos integrantes da FAB. "A fumaça é aquilo que aparece de todo o segmento da Força Aérea Brasileira. Representa a doutrina, a disciplina, o trabalho em equipe e a sinergia de todos os setores. Estamos muito honrados com esse ato singelo e com o destaque dado à Fumaça", finalizou o brigadeiro.
História
A história do esquadrão começou em 1952, quando instrutores de voo da antiga Escola da Aeronáutica começaram a treinar manobras em grupo com o intuito de incentivar os cadetes a confiar nas suas aptidões. No ano seguinte, foram instalados sistemas de fumaça nas aeronaves para facilitar a visualização das manobras pelo público. Desde então, já foram utilizadas diversas aeronaves como o T-6 Texan e o T-27 Tucano. Em 2015, as manobras passaram a ser realizadas com a aeronave A-29 Super Tucano. Durante esse tempo, a esquadrilha já fez demonstrações em todos os estados brasileiros e também em 21 países, como Argentina, Chile, Estados Unidos e Canadá.
Com informações da Agência Força Aérea

OUTRAS MÍDIAS


PODER AÉREO


FAB realiza certificação de míssil Python IV de treinamento

A campanha de certificação do míssil de treinamento Python-4 está sendo realizada em Canoas (RS). O armamento será integrado aos caças F-5EM da Força Aérea Brasileira (FAB). A campanha, denominada Operação Python, começou em março e termina no dia 6 de junho.
As atividades são desenvolvidas pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em conjunto com o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto de Fomento Industrial (IFI) e Instituto de Pesquisa e Ensaios em Voo (IPEV).
“A preparação para a campanha de ensaios envolveu várias análises e relatórios técnicos, abordando os aspectos aerodinâmico, aeroelástico e estrutural do míssil acoplado ao caça”, afirma o Coronel Aviador Carlos Afonso Mesquita de Araújo, coordenador da Operação Python.
Como são feitos os testes
O novo míssil de treinamento Python-4 fica conectado à aeronave o tempo todo, mas não é lançado. Contudo, possui características físicas próximas à do míssil real, além do sistema ativo de busca e apontamento de alvos por meio da radiação infravermelha emitida principalmente pela turbina da aeronave “inimiga”. Dessa maneira, os pilotos conseguem realizar treinamento de combate aéreo mais próximo da realidade, incluindo a informação de que o alvo se encontra ao alcance do armamento.
Os voos de ensaios servem para avaliar o desempenho da aeronave em situações mais críticas das fases de decolagem, subida, cruzeiro, combate, descida e pouso, além de verificar a integridade estrutural da aeronave F-5EM.
FONTE: FAB

PORTAL R3 (SP)


Aeronáutica faz campanha de conscientização contra a soltura de balões

A Aeronáutica lançou na segunda-feira (16) campanha de conscientização contra a soltura de balões, prática que ameaça a segurança do tráfego aéreo. Um dos motivos da ação é a aproximação do período crítico de festas juninas, quando o avistamento de balões chega a registrar um aumento de até 79%.
Segundo dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), São Paulo e Rio de Janeiro são os estados com o maior número de ocorrências com balões. Somente em 2017, entre 1° de janeiro e 2 de abril, já foram registrados 134 casos de avistamentos de balões por aeronaves no País. Desse total, 78, ou 57%, apenas em São Paulo. Já no Rio de Janeiro, foram 31 casos de avistamentos no primeiro trimestre, ou seja, 23% do total registrado.
Em 2016, o CENIPA registrou mais de 500 casos de avistamentos de balões no espaço aéreo brasileiro.
A campanha da Aeronáutica vai apresentar, durante toda a semana, reportagens explicativas sobre o risco baloeiro e alertas quanto ao perigo que a prática de soltura de balões oferece para a segurança de voo.
A Força Aérea FM também apresenta, de hora em hora, spots-rádio sobre o assunto com o objetivo de conscientizar a população.

PORTAL AGORA VALE (SP)


Satélite brasileiro já está em órbita e entra em fase de testes

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) começou a ser testado para verificação de funcionamento. O equipamento brasileiro foi lançado no último dia 4 de maio, do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa.
No último sábado (13), o satélite chegou à sua posição final, após sete volta ao redor da Terra para chegar ao local correto, onde ficará nos próximos 18 anos, e começou a ser testado. Os procedimentos são feitos a partir da órbita geoestacionária, a 36 mil quilômetros de altitude em relação à superfície terrestre, na posição 75º oeste.
Os primeiros testes de transmissão devem durar 45 dias. A previsão é que em 1º de julho, a Telebrás comece a fazer os primeiros testes para medir a potência do satélite para transmissão de dados em todas as regiões do Brasil.
"Nessa fase, começam as verificações do funcionamento de todos os sistemas, medidas de carga útil e a constatação de que o satélite está totalmente apto para entrar em operação comercial. Esses testes vão durar cerca de 45 dias", explica o gerente de Engenharia e Operações Satelitais da Telebras, Sebastião do Nascimento Neto.
Os dados emitidos e recebidos pelo SGDC serão acompanhados pelo Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), em Brasília, e pela Estação de Rádio da Marinha, no Rio de Janeiro. Essas duas unidades serão responsáveis por controlar o satélite após o processo de calibragem, previsto para se encerrar em meados de junho. Os testes são conduzidos pela Thales Alenia Space, empresa francesa construtora do equipamento.
Parte da capacidade do satélite será alugada para empresas privadas para oferta de banda larga, especialmente em regiões remotas. A Telebras vai ficar com a capacidade necessária para oferecer serviços nos setores de saúde e educação e comercializar outra parte para gerar concorrência na oferta de internet.
O Satélite
O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) foi desenvolvido pela empresa francesa Thales Alenia Space, que assinou um contrato com a Visiona (uma joint venture formada pela Embraer e pela estatal Telebras). E também envolve os ministérios da Defesa (MD) e da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC).
O equipamento será utilizado para comunicações estratégicas do governo e para ampliar a oferta de banda larga no País, especialmente em áreas remotas. O projeto é uma parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e envolve investimentos de R$ 2,7 bilhões.
A Força Aérea Brasileira (FAB) será a responsável pela operação e monitoramento do satélite, direto do Centro de Operações Espaciais Principal (Cope-P), em Brasília (DF), onde cerca de cem profissionais irão se revezar em três turnos para dar suporte ao funcionamento do satélite – 24 horas por dia.
Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. A capacidade de operação do satélite é de 18 anos.

PORTAL DIÁLOGO - DIGITAL MILITARY MAGAZINE


Brazilian Air Force Project May Revolutionize Nation’s Space Vehicle

The Brazilian Air Force is developing a prototype of a hypersonic airbreathing propulsion aircraft, integrating hypersonic technology with a supersonic combustion engine, placing Brazil at the forefront of space technology.
Nelza Oliveira/Diálogo 
ImagemThe Brazilian Air Force (FAB, per its Portuguese acronym) is developing an unmanned prototype of a hypersonic propulsion aircraft with a supersonic combustion engine. This strategic FAB project, dubbed Prohiper, will revolutionize the nation’s space vehicle propulsion.
Strictly speaking, hypersonic propulsion – which is any kind of aerospace propulsion that keeps a vehicle in flight in the earth’s atmosphere at speeds greater than or equal to five times the speed of sound (Mach 5) – was developed several years ago by the Institute for Advanced Studies (IEAv, per its Portuguese acronym) in the state of São Paulo in most of its space probe vehicles and in its satellite launch vehicle. The difference with Prohiper is that the hypersonic propulsion is achieved through Supersonic Combustion Ramjet or “SCRamjet” engine that uses the atmosphere as an oxidizer, carrying only fuel on the vehicle. When used together, both technologies are given the name Hypersonic Airbreathing Propulsion.
Hypersonic propulsion is conventionally achieved through solid-propellant rocket engines, with aerial vehicles carrying the fuel (alcohol, hydrogen, or kerosene) and the oxidizer (generally oxygen) inside. The SCRamjet engine uses air to burn the fuel.
Lieutenant Norton Assis, hypersonic researcher, and Israel Rêgo, head of IEAv’s Laboratory of Aerothermodynamics and Hypersonics, with a model of the 14-X. (Photo: Master Sergeant Alexandre Manfrim/Brazilian Air Force)
“The main advantage is that it reduces the total weight of the vehicle that is being launched. That makes for a heavier useful payload that can be carried by the launch vehicle. And since the vehicle is not carrying the oxidizer next to it inside, it becomes safer, and the weight reduction increases its efficiency,” explained Lieutenant Norton Assis, hypersonic researcher, in a promotional video for the project sent by FAB. “For instance, an engine using that fuel technology is capable of making a trip from Congonhas [in São Paulo] to New York in approximately one hour, as it is able to reach a speed of 12,000 kilometers per hour, or what amounts to 10 times the speed of sound.”
Laboratory testing
The first prototype to demonstrate this technology, dubbed 14-X, exists in a model resembling a delta wing format nearly 80 centimeters in length. The 14-X is just beginning testing in IEAv’s Professor Henry T. Nagamatsu Laboratory of Aerothermodynamics and Hypersonics, home to the largest wind tunnel in Latin America.
“IEAv has been conducting lab tests of key components of these engines, also called SCRamjets, such as the air intake and the combustor chamber,” said Major Tiago Cavalcanti Rolim, the engineer in charge of the Prohiper 14-X Project and head of the Experimentation Subdivision of IEAv’s Aerothermodynamics and Hypersonics Department. “The aim is to understand certain aspects of hypersonic and supersonic combustion flows, monitoring key properties such as pressure and temperature and establishing cause-and-effect relationships,” he said.
Maj. Rolim explained that launch vehicles currently in use are equipped with conventional propulsion systems that can carry a useful payload of about 4 percent of their weight. Thanks to the absence of oxygen tanks, the 14-X technology allow for a useful payload of up to 15 percent, relative to the weight of the aircraft.
“In fact, approximately 65 percent of the weight of these vehicles at the moment of launch corresponds to the weight of the oxygen stored in them,” explained Maj. Rolim. “As a way of mitigating that situation, new technologies have been researched with the purpose of increasing the proportion of useful payload and, as a result, reducing costs. Thus, there is a consensus in the scientific community that this new aerospace propulsion system may be used as a stage on space vehicles.”
Brazil at the forefront of space engineering
In the space industry, where stringent fuel restrictions for launching useful payloads into orbit demand an ongoing reduction in launch vehicle size, weight, and fuel consumption, Prohiper places Brazil in league with the few select powers that are testing this technology. Maj. Rolim said that in recent decades the research and development of the airbreathing supersonic propulsion technology demonstrators have increased at various research centers around the world. One of the countries that stand out in the development of this technology is the United States. He cites American projects HIFiRE, which is being developed through a collaboration between the U.S. Department of Defense and Australia’s Defence Science and Technology Group, and HYPER-X, whose research began in 1996 with flight records already set.
“The main motivation for this project is for our folks to be able to provide the FAB with a defense product over a 10-year timeline that will allow us to make flights into space as cheaply as possible, carrying more useful payload into space,” stated Israel Rêgo, head of IEAv’s Aerothermodynamics and Hypersonics Laboratory. The Brazilian Air Force intends to begin flight testing the 14-X technology demonstrator by 2020. “Today, we want to get out of the laboratory and make the leap to the flight-qualification phase for these new technologies,” Rêgo said.

PORTAL PODER AÉREO


Aeronáutica destaca apoio da CREDN aos Projetos Estratégicos da FAB

Brasília — O Comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, destacou, nesta quarta-feira, dia 17, a importância do apoio da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados aos Projetos Estratégicos da Força Aérea Brasileira (FAB). Em audiência pública, ele defendeu a preservação dos orçamentos e cronogramas dos projetos e programas da Força. “Dizem que o Brasil não sofre ameaças. As ameaças não enviam aviso prévio. Precisamos estar preparados. O modelo brasileiro de defesa e proteção do espaço aéreo é exemplo para vários países, mas não podemos ficar sem recursos”, afirmou.
Rossato explicou aos parlamentares que a Aeronáutica desenvolve o seu trabalho a partir de uma concepção operacional que contempla controle, defesa e integração. “Para o controle aéreo dispomos de 12 mil militares, 67 radares, sendo 17 meteorológicos, e estamos no mesmo patamar dos Estados Unidos, Canadá e Europa. No entanto, há problemas orçamentários que impedem a modernização desse sistema, algo que implica diretamente na segurança de voo”, explicou.
Além disso, detalhou o plano de Parceria Público Privada em Telecomunicações, onde será investido um total de R$ 160 milhões anuais por 25 anos. “Com isso, concentraremos os esforços na atividade-fim, reduziremos 68 contratos para apenas um, economizaremos 25% dos recursos e teremos um melhor acompanhamento das inovações tecnológicas e um melhor atendimento das demandas operacionais”, acrescentou.
Em termos de defesa do espaço aéreo, o Comandante da Aeronáutica mostrou-se preocupado com o corte de recursos e o tempo de uso dos aviões, alguns com mais de 40 anos em operação. Segundo ele, “a fiscalização, proteção e defesa das fronteiras terrestres são responsabilidade de uma série de órgãos, como Polícia Federal, Receita Federal e Exército Brasileiro, mas o do espaço aéreo é responsabilidade exclusiva da Força Aérea. Nós não precisamos somente de aviões, precisamos também de infraestrutura”.
Projetos Estratégicos
O brigadeiro também detalhou a situação dos Projetos Estratégicos e chamou a atenção para a necessidade de se assegurar os recursos necessários para que não sejam interrompidos. “Contamos com o apoio desta Comissão para que os projetos possam seguir seu curso e os cronogramas possam ser respeitados, pois isso pode implicar em multas, redução da produção e demissão de pessoal”, alertou.
Um dos projetos mais elogiados, o desenvolvimento do cargueiro KC-390, foi apontado também como um produto com elevado valor agregado e capacidade de exportação. “O projeto do KC-390 gera 8,5 mil empregos, tem concepção e desenvolvimento 100% nacionais, um conteúdo nacional de 60% e potencial de exportação de cerca de US$ 2 bilhões”, revelou Rossato. Se tudo correr bem, 28 aeronaves serão entregues à FAB em 2018.
Além desta aeronave, o brigadeiro elencou o potencial estratégico dos projetos como o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), que diz respeito ao Programa Espacial e ao lançamento de satélites, e a aquisição do Gripen, futuro caça da FAB. “O Gripen foi uma escolha totalmente técnica e o Satélite Geoestacionário é controlado 100% pelo Brasil”, assegurou.
Debates
A presidente da CREDN, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) considerou muito positiva a audiência pública e registrou o caráter suprapartidário da discussão. “Divergimos em muitos temas, mas quando tratamos da Defesa Nacional, das nossas Forças Armadas, convergimos para o que é melhor para o Brasil. Vamos agora trabalhar para assegurar os recursos necessários que permitam à Força Aérea cumprir com as suas missões”, disse.
Pedro Fernandes (PTB-MA) chamou a atenção para o resgate e modernização do Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA) e anunciou que em 7 de junho será realizada audiência pública da CREDN para tratar do assunto. “Precisamos avançar nos acordos de cooperação. Alcântara não é só do Maranhão, é do Brasil”, afirmou.
Para Jô Moraes (PCdoB-MG), “é inadmissível que os orçamentos das Forças Armadas sejam contingenciados ou congelados”. Ela também defendeu a pluralidade nas escolhas dos parceiros do Brasil para a área da Defesa. “Não podemos criar dependência em relação a um único país ou fornecedor, isso diz respeito à nossa soberania”, concluiu.
Nelson Pellegrino (PT-BA) manifestou preocupação com as capacidades da Força Aérea e o fortalecimento da integração nacional. Ele elogiou o trabalho realizado pela FAB e assegurou o apoio do seu partido às iniciativas da Aeronáutica, a exemplo do líder Carlos Zarattini (PT-SP), que fez questão de comparecer à audiência, onde anunciou que o Acordo de Cooperação em Defesa com a Suécia, já aprovado na CREDN, deve ser ratificado pela Câmara nas próximas semanas.
Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cobrou explicações sobre um possível acordo no âmbito da UNASUL de abertura completa do espaço aéreo brasileiro. Na sua avaliação, “trata-se de um tema delicado, principalmente para um país que lida com tantos delitos transnacionais em suas fronteiras”, defendeu.
Para Pastor Eurico (PHS-PE), “a sociedade precisa conhecer melhor as suas Forças Armadas, o papel de cada uma e sua importância para o desenvolvimento nacional. Cada Força tem muito a mostrar”, assegurou.

PORTAL PRENSA LATINA (CUBA)


Recorte presupuestario preocupa a comandante de Aeronáutica brasileña

Brasilia, 17 may (PL) El comandante de la Aeronáutica brasileña, brigadier Nivaldo Luiz Rossato, manifestó hoy su preocupación con el impacto que los recortes presupuestarios pudieran tener en los programas y proyectos de esa fuerza.
Para asegurar el control aéreo, la Aeronáutica dispone de 12 mil militares, 67 radares, 17 de los cuales son meteorológicos, dijo el alto oficial a integrantes de la Comisión de Relaciones Exteriores y de Defesa Nacional de la Cámara de Dputados, y apreció que "estamos en el mismo nivel de los Estados Unidos, Canadá y Europa".
No obstante, hay problemas de presupuesto que impiden la modernización de ese sistema, algo que incide directamente en la seguridad de vuelo, explicó.
Rossato señaló que, en términos de defensa del espacio aéreo, preocupa tanto el recorte de los recursos como el tiempo de uso de los aviones, algunos de los cuales tienen más de 40 años en operación.
Dicen que Brasil no sufre amenazas, pero éstas no envían aviso previo, señalo el comandante y alertó que "necesitamos estar preparados. El modelo brasileño de defensa y protección del espacio aéreo es ejemplo para varios países, pero no podemos quedarnos sin recursos", insistió.
El brigadier recordó que si bien la fiscalización, protección y defensa de las fronteras terrestres son responsabilidad de una serie de órganos, la del espacio aéreo es de competencia exclusiva de la Fuerza Aérea. Mas, no solo precisamos de aviones, sino también de infraestructura, subrayó.
Alertó además sobre la necesidad de asegurar los recursos requeridos para no interrumpir la marcha y el cronograma de trabajo de los denominados proyectos estratégicos, pues en caso contrario ello puede implicar multas, reducción de la producción y dimisión de personal, advirtió.

Vestibular Brasil Escola


Unesp, Fuvest, Unicamp e ITA divulgam cronograma dos Vestibulares 2018

Calendário conjunto visa evitar coincidência de datas e permitir a participação dos vestibulandos em diferentes seleções.
Por Wanja Borges
As principais instituições de ensino superior de São Paulo começaram a divulgar ontem, 16 de maio, o cronograma dos seus Vestibulares 2018.
Todos os anos, universidades paulistas públicas e privadas se reúnem para definir o calendário conjunto, a fim de evitar a coincidência de datas e permitir que os vestibulandos possam participar de mais de um processo seletivo.
São elas: Universidade de São Paulo (USP-Fuvest), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Presbiteriana Mackenzie, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA).
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) também participou do encontro, mas ainda não anunciou as datas do seu próximo processo seletivo até o momento. Confira o cronograma das demais instituições:
Fuvest (saiba mais)
Inscrições: 21 de agosto a 11 de setembro
1ª fase: 26 de novembro
2ª fase: 7 a 9 de janeiro de 2018
Unesp (saiba mais)
Inscrições: 11 de setembro a 9 de outubro
1ª fase: 15 de novembro
2ª fase: 17 e 18 de dezembro
Resultado: 2 de fevereiro de 2018
Unicamp (saiba mais)
Inscrições: 31 de julho a 31 de agosto
1ª fase: 19 de novembro
2ª fase: 14 a 16 de janeiro de 2018
THE Música: 4 a 11 de setembro e 15 e 16 de outubro
Provas de habilidades específicas: 22 a 25 de janeiro de 2018
Mackenzie (saiba mais)
Inscrições: 16 de setembro a 21 de novembro
Provas: 30 de novembro
PUC-SP
Inscrições: outubro
Provas: 3 de dezembro
PUC-Campinas (saiba mais)
Inscrições: 4 de agosto a 24 de setembro
Provas específicas Arquitetura e Urbanismo e Direito: 20 de outubro
Provas: 25 de outubro
Provas específicas Medicina: 18 de novembro
Resultado: 7 de novembro
Resultado Medicina: 15 de dezembro
ITA
Isenção: a partir de 19 de maio
Inscrições: 1º de agosto a 15 de setembro
Provas: 12 a 15 de dezembro



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