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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 17/04/2017 / EUA trabalham com China e aliados em "opções" perante ações norte-coreanas


EUA trabalham com China e aliados em "opções" perante ações norte-coreanas ...  


Os Estados Unidos trabalham com seus aliados internacionais e com o governo da China para "elaborar uma gama de opções" que estejam prontas se o regime de Coreia do Norte "continuar seu padrão desestabilizador e provocador".

Assim se expressou neste domingo o assessor de Segurança Nacional do presidente Donald Trump, H.R. McMaster, em declarações à emissora "ABC" de Cabul, no Afeganistão, aonde chegou para tratar a situação desse país em matéria de segurança.

"Acredito que há um consenso internacional agora, incluindo a China, de que esta situação simplesmente não pode continuar", afirmou McMaster sobre a tensão com a Coreia do Norte.

"Acho que há realmente um consenso entre o presidente (Trump) e nossos aliados estratégicos na região - Japão e Coreia do Sul em particular, mas também os líderes chineses - de que este problema está chegando a um ponto crucial", acrescentou.

Por isso, disse McMaster, "é o momento de que empreendamos todas as ações que podamos, exceto a opção militar, para tentar resolver isto pacificamente".

Nesse sentido, nas "próximas semanas, meses", McMaster acredita que haverá "uma grande oportunidade para todos" de "empreender ações, com exceção do conflito armado, de maneira que possa se evitar o pior".

Perguntado se a opção militar continua sobre a mesa, o assessor respondeu: "Todas nossas opções estão sobre a mesa, em processo de melhorá-las e de desenvolvê-las mais a fundo".

Segundo o assessor, Trump pediu a seu gabinete que lhe proporcione "opções" que estejam prontas se o regime norte-coreano "se negar a se desnuclearizar", que é o "objetivo acertado tanto pelos Estados Unidos como pelos líderes chineses, bem como pelos aliados na região".

"Vamos confiar em nossos aliados como sempre fazemos, mas também vamos ter que confiar nos líderes chineses. Quero dizer, a Coreia do Norte é muito vulnerável à pressão dos chineses, 80% de seu comércio procede da China", indicou McMaster.

"O presidente (Trump) deixou claro que não aceitará que os Estados Unidos e seus aliados e parceiros na região estejam sob a ameaça deste regime hostil com armas nucleares", acrescentou.

Sobre o lançamento fracassado ontem de um míssil norte-coreano, McMaster comentou que "se encaixa no padrão de comportamento provocador, desestabilizador e ameaçador do regime da Coreia do Norte".

"Não está claro o que faremos e não queremos telegrafar de nenhuma maneira como responderemos a certos incidentes, mas está claro que o presidente (Trump) está determinado a não permitir este tipo de capacidade de ameaçar os Estados Unidos", destacou.

"Nosso presidente tomará a ação que seja melhor no interesse do povo americano", completou.

Trump escreveu hoje sua habitual série de mensagens no Twitter, mas em nenhuma se referiu diretamente ao lançamento norte-coreano, anunciado ontem por porta-vozes do Ministério de Defesa da Coreia do Sul e depois confirmado pelo Pentágono.

O que fez foi justificar o fato de não ter declarado a China um país manipulador de moeda, como prometeu em sua campanha, por sua ajuda com "o problema norte-coreano".

"Por que chamaria a China de manipulador de moeda quando estão trabalhando conosco no problema norte-coreano? Veremos o que acontece!", declarou na rede social.

Depois, escreveu outra mensagem na qual afirmou que "nossas forças armadas estão construindo e convertendo-se rapidamente em mais fortes do que nunca antes. Francamente, não temos escolha", sem dar mais detalhes a respeito.

O fracassado lançamento norte-coreano aconteceu pouco antes de o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, aterrissar em Seul para iniciar uma viagem asiática na qual o tema norte-coreano será central, entre outras coisas, para examinar opções militares como resposta a provocações do regime.

Já hoje, na capital sul-coreana, Pence qualificou o último teste norte-coreano como "provocação".



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Reoneração da folha ocorre quando competidor é subsidiado, diz Embraer


Maria Cristina Frias

A volta da contribuição patronal à previdência prejudica a Embraer porque representa um custo a mais em um momento em que outros países subsidiam suas companhias, diz Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente da empresa.
"A desoneração da folha era um apoio importante. Ocorreu quando competidores estão recebendo recursos de seus governos", afirma.
O Brasil questiona na OMC subsídios do governo canadense à Bombardier, competidora da brasileira.
"Esse é o maior caso, mas o mais importante é a mensagem que uma ação como essa passa a japoneses, chineses e russos."
A empresa brasileira entregou menos aviões comerciais (queda de 14,2%) e executivas (34,8%) no primeiro trimestre deste ano. Santos afirma que é comum que o primeiro trimestre seja mais fraco que o restante do ano.
A previsão é de até 102 naves comerciais, contra 108 em 2016, e de um número entre 105 e 125 aeronaves executivas –foram 117 no ano passado.
A Embraer ampliará sua atuação pós-vendas e, para isso, criou uma área de manutenção, reparos, venda de peças e serviços no interior de aeronaves.
A expectativa é que, em quatro anos, esse departamento seja responsável por 25% do faturamento.
Outro plano, ainda sem prazo definido para ser implementado, é que essa unidade atenda também aviões de outras marcas.
O mercado global de aviação executiva não voltou aos níveis anteriores à crise de 2008. De um pico de 1.350 aeronaves naquele ano, o número caiu para 650, em 2016.
Há uma tendência mundial de incorporar conceitos como o de compartilhamento, em que empresas compram horas de voo, não um avião, exemplifica o presidente.
Essa nova forma de consumo deve impulsionar as encomendas, mas ainda é incerto quando isso acontecerá.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Plínio Fraga desmistifica Tancredo Neves em biografia

Livro explora relação do político com o regime militar e desconstrói imagem de "santo"

Alexandra Martins

Se a história pudesse ser contada de frente para trás, Tancredo Neves perderia sua santidade. Uma revista no financiamento eleitoral das campanhas do político conciliador confirma a suposição. Outras revisões também poderiam ser feitas com a mesma conclusão, e já foram, como sua relação estreita com militares do período como meio de viabilizar seu nome à disputa presidencial de 1985. Por isso, chegou até a ser visto como traidor da causa a favor das eleições diretas. O custo financeiro do seu projeto de ser presidente, no entanto, o aproxima do que de mais mundano há na política. Esse aspecto novo sobre o político que vestia o paletó de Ulysses Guimarães, a camisa de Roberto Freire, as cuecas de Jarbas Vasconcelos e os sapatos de Miguel Arraes, nas palavras de Golbery do Couto e Silva, está presente no livro Tancredo Neves, o Príncipe Civil (Ed. Objetiva), do jornalista Plínio Fraga.
Ainda que não seja possível afirmar com exatidão o valor gasto, em função das trocas de moedas impostas pelos sucessivos planos econômicos de lá para cá, Fraga chega ao valor aproximado de US$ 45 milhões como resultado de suas pesquisas nos últimos quatro anos com cerca de 70 entrevistados em torno de 200 horas. “Nada fabuloso” no entendimento de José Hugo Castelo Branco, o tesoureiro da campanha presidencial de 1984 e, ao mesmo tempo, presidente do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge), do Credireal e do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).
A legislação da época era nada restritiva. Os meios mais utilizados pelo comitê financeiro de Tancredo eram o título ao portador, sem identificação, ou a aplicação chamada de overnight, que fazia o dinheiro render do dia para a noite no ano em que a inflação acumulada era de 230%. Os maiores contribuintes, segundo o livro, foram os empresários Sérgio Quintella, hoje vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas, e João Pedro Gouvêa Vieira, morto em 2003. O primeiro foi vice diretor-presidente da Montreal Engenharia e Vieira, presidente do conselho de administração do Grupo Ipiranga.
O banqueiro Ronaldo Cezar Coelho levantou algo em torno de US$ 1 milhão para Tancredo. Outros financiadores aparecem em documentos do Serviço Nacional de Informação (SNI), criado em 1964 como núcleo de inteligência do regime militar. Só um comício de Tancredo em São Paulo, em dezembro de 1984, custou R$ 2 milhões. O empresário Jorge Yunes colaborou com serviços de gráfica e a construtora mineira Santa Bárbara Engenharia pagou despesas do candidato do PMDB com aluguel de salas e contas de telefone. Já a construtora Mendes Júnior emprestou casa para que Tancredo pudesse ter encontros reservados, em frente ao Palácio das Mangabeiras, residência oficial dos governadores mineiros. O SNI apontava também os bancos estaduais de Minas como importantes financiadores de Tancredo.
Na equipe do tesoureiro Castelo Branco estavam também o engenheiro Sandoval Soares de Azevedo Filho, da direção do Credireal, e o ex-vice-governador Hélio Garcia. Este foi incluído pelo SNI entre seus alvos de escrutínio. O órgão relatou dívidas do mundano fazendeiro. Suas pendências, no entanto, não tinham como únicos credores os bancos estaduais. No livro, Tancredo Augusto, filho do “príncipe civil”, relembra o caso de quando foi cobrar de Hélio Garcia as sobras da campanha do pai após a morte de Tancredo. A conta chegava a US$ 4,5 milhões. “Cheguei lá e o Hélio não quis prestar conta. Eu mandei ele à pqp.” Isso depois de o filho ter ouvido do tesoureiro que iria entregar a soma à viúva Risoleta Neves para que ela fizesse uso sagrado de tal montante. “Conversa fiada de que o dinheiro foi doado a uma instituição de caridade ou que tenha chegado à minha mãe”, esbravejou.

A parte de cada um

Há setores que, cientes de sua parcela de responsabilidade na recuperação do País, vêm se organizando para conseguir trabalhar com menos recursos

Enquanto o País assiste aos grupos de pressão se digladiando no Congresso e tentando acuar o governo para manter este ou aquele privilégio, diante da necessidade imperiosa de cortes orçamentários, há setores que, cientes de sua parcela de responsabilidade na recuperação do País, vêm se organizando para conseguir trabalhar com menos recursos nos próximos tempos. É o caso do Exército, cujo comando, em diretrizes para este e o próximo ano publicadas recentemente, fala da “tendência desfavorável” em relação aos recursos destinados às Forças Armadas. Em lugar de se lamentar, o comando militar, sem nenhum alarde, ordenou a tomada de “medidas adequadas e oportunas para, prioritariamente, manter a efetividade e a prontidão da Força Terrestre”.
O texto, assinado pelo comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, mostra consciência plena do momento crítico que o País atravessa e deixa claro que os militares farão o necessário para se adequar a essa situação. “No imperioso intento de transformar o Exército para o futuro”, afirmam as diretrizes, “é prudente conjugar o necessário com o possível.”
Fosse a administração pública em geral executada por autoridades com esse grau de compromisso com o equilíbrio das contas públicas e, ao mesmo tempo, com a necessidade de cumprir sua missão da maneira mais racional e inteligente possível, seguramente o Brasil não estaria na situação de penúria em que hoje se encontra.
As diretrizes ordenam que haja racionalização de gastos em todos os níveis da organização militar, aplicada “de forma austera e imediata”, com o objetivo de garantir recursos para a “atividade-fim” do Exército, que é sua Força Terrestre. Para isso, é preciso que o orçamento disponível seja “o primeiro fator a ser considerado nos planejamentos estratégicos e setoriais”. Em outras palavras, ideias que não cabem no orçamento não serão levadas em conta.
Para adequar as necessidades ao dinheiro disponível, as diretrizes congelam a criação de novas organizações militares e reduzem as ações estratégicas num futuro próximo, pois estas “deverão estar perfeitamente ajustadas ao orçamento”.
Nesse contexto, aparece aquela que talvez seja a diretiva mais importante: a redução de, no mínimo, 10% do efetivo do Exército, mantendo preservada, “tanto quanto possível”, a Força Terrestre. Além disso, o comando determina a redução do número de militares de carreira, colocando militares temporários em seu lugar.
Em outra frente de redução de custos, o comando ordena que se reavalie “rigorosamente” a participação de militares em cursos e estágios, em órgãos civis e também no exterior. Manda ainda que se diminuam “sensivelmente” os gastos com viagens nacionais e internacionais, além de reduzir a realização de seminários e eventos que demandem a participação de grandes contingentes de militares. A diretriz é simples: sempre que possível, deve-se priorizar encontros por videoconferência, para “economizar diárias e passagens”.
A respeito dos programas estratégicos do Exército, o comando determinou que, antes de assinar contratos para a aquisição de equipamentos, é preciso “considerar os impactos que novos materiais trarão no custeio do Exército durante seu ciclo de vida”. Só serão levados adiante programas que efetivamente agreguem “novas capacidades à Força Terrestre”.
Por fim, o comando do Exército, ciente de que há um limite para esse corte de gastos, quer também um plano de comunicação social para informar à sociedade e aos administradores públicos sobre “os riscos inerentes à redução e à limitação do orçamento do Exército”. O sucateamento das Forças Armadas nos últimos anos reduziu drasticamente a margem de manobra para novos cortes, mas o comandante do Exército encerra suas diretrizes conclamando seus comandados a “superar as adversidades econômicas e conjunturais” e, com esforço e inteligência, “entregar uma Força Terrestre renovada e financeiramente sustentável para as novas gerações de brasileiros”.

Diagnóstico atual já era conhecido na gestão Dilma

Dados da equipe da ex-presidente já indicavam que, com as regras em vigor, Previdência entraria em colapso

João Domingos

O governo Dilma Rousseff já tinha desde 2016 o mesmo diagnóstico que levou o presidente Michel Temer a endurecer as regras para a concessão de aposentadorias. A principal conclusão de um grupo técnico formado com representantes de seis ministérios foi de que, com as regras em vigor, a Previdência não conseguiria suportar o aumento do número de beneficiários e a redução no contingente de contribuintes.
No entanto, o então secretário especial de Previdência, Carlos Gabas, afirmou que a sociedade só deveria ser informada da insolvência da Previdência depois que o governo tivesse uma proposta. “Os resultados só deverão ser divulgados ao final do trabalho, momento em que o grupo técnico de Previdência apresentará suas propostas”, disse Gabas, segundo a ata do órgão do dia 8 de março.
No início de 2016, a presidente Dilma disse que o País teria de “encarar” uma reforma da Previdência. Ela não detalhou as medidas, mas sugeriu que era preciso instituir uma idade mínima para aposentadoria.
O órgão para discutir uma solução para a Previdência foi criado em abril de 2015, mas os membros só foram designados em setembro. Os trabalhos se concentraram de março a maio de 2016. O Estado teve acesso ao dossiê que aponta os mesmos argumentos de Temer para enviar a reforma ao Congresso. Segundo o trabalho, projeções mostram que, em 2060, o Brasil terá menos pessoas trabalhando do que hoje. E o número de idosos crescerá 262,7%.
O relatório afirma que o Brasil era um dos poucos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que não tinha idade mínima para se aposentar perto dos 65 anos. No ranking, a idade mínima no Brasil (59,4 anos) esta no fim da lista, atrás de 34 países. Também foram criticados a diferenciação entre idade mínima de homens e mulheres e o acúmulo de benefícios.
Gabas também determinou a retirada de análise da situação das Forças Armadas. “É preciso tratar com cautela. Não é escopo do trabalho fazer proposta para os militares.” A afirmação foi feita após diagnóstico de que militares e dependentes respondiam por 45% do déficit previdenciário. Temer também deixou de fora da reforma as Forças Armadas, bombeiros, policiais militares, servidores públicos estaduais e municipais. O Estado não conseguiu entrar em contato com Gabas.

JORNAL ZERO HORA


Mulher morre vítima de ataque cardíaco a bordo de avião antes de desembarcar em Porto Alegre

Funcionários da Cia Taca Airlines tentaram fazer massagem cardíaca, mas passageira morreu antes de desembarcar no Aeroporto Salgado FIlho

Cristiano Duarte

Uma mulher morreu a bordo de um avião da Cia Taca Air Lines, no trajeto de Lima, no Peru, para Porto Alegre, na madrugada deste domingo. A mulher, identificada como Luci Elisa Berwig, sofreu um ataque cardíaco fulminante durante a viagem. As informações são da Rádio Gaúcha.
Funcionários da companhia e uma médica que estava a bordo tentaram fazer massagem cardíaca, mas Luci, que estava acompanhada do marido, não resistiu e morreu antes de desembarcar no Aeroporto Salgado Filho, na Capital.
Luci Berwig viajou dia 8 de abril para o Peru e estava retornando para Porto Alegre.

OUTRAS MÍDIAS


Agência EFE


EUA trabalham com China e aliados em "opções" perante ações norte-coreanas

Os Estados Unidos trabalham com seus aliados internacionais e com o governo da China para "elaborar uma gama de opções" que estejam prontas se o regime de Coreia do Norte "continuar seu padrão desestabilizador e provocador".
Assim se expressou neste domingo o assessor de Segurança Nacional do presidente Donald Trump, H.R. McMaster, em declarações à emissora "ABC" de Cabul, no Afeganistão, aonde chegou hoje para tratar a situação desse país em matéria de segurança.
"Acredito que há um consenso internacional agora, incluindo a China, de que esta situação simplesmente não pode continuar", afirmou McMaster sobre a tensão com a Coreia do Norte.
"Acho que há realmente um consenso entre o presidente (Trump) e nossos aliados estratégicos na região - Japão e Coreia do Sul em particular, mas também os líderes chineses - de que este problema está chegando a um ponto crucial", acrescentou.
Por isso, disse McMaster, "é o momento de que empreendamos todas as ações que podamos, exceto a opção militar, para tentar resolver isto pacificamente".
Nesse sentido, nas "próximas semanas, meses", McMaster acredita que haverá "uma grande oportunidade para todos" de "empreender ações, com exceção do conflito armado, de maneira que possa se evitar o pior".
Perguntado se a opção militar continua sobre a mesa, o assessor respondeu: "Todas nossas opções estão sobre a mesa, em processo de melhorá-las e de desenvolvê-las mais a fundo".
Segundo o assessor, Trump pediu a seu gabinete que lhe proporcione "opções" que estejam prontas se o regime norte-coreano "se negar a se desnuclearizar", que é o "objetivo acertado tanto pelos Estados Unidos como pelos líderes chineses, bem como pelos aliados na região".
"Vamos confiar em nossos aliados como sempre fazemos, mas também vamos ter que confiar nos líderes chineses. Quero dizer, a Coreia do Norte é muito vulnerável à pressão dos chineses, 80% de seu comércio procede da China", indicou McMaster.
"O presidente (Trump) deixou claro que não aceitará que os Estados Unidos e seus aliados e parceiros na região estejam sob a ameaça deste regime hostil com armas nucleares", acrescentou.
Sobre o lançamento fracassado ontem de um míssil norte-coreano, McMaster comentou que "se encaixa no padrão de comportamento provocador, desestabilizador e ameaçador do regime da Coreia do Norte".
"Não está claro o que faremos e não queremos telegrafar de nenhuma maneira como responderemos a certos incidentes, mas está claro que o presidente (Trump) está determinado a não permitir este tipo de capacidade de ameaçar os Estados Unidos", destacou.
"Nosso presidente tomará a ação que seja melhor no interesse do povo americano", completou.
Trump escreveu hoje sua habitual série de mensagens no Twitter, mas em nenhuma se referiu diretamente ao lançamento norte-coreano, anunciado ontem por porta-vozes do Ministério de Defesa da Coreia do Sul e depois confirmado pelo Pentágono.
O que fez foi justificar o fato de não ter declarado a China um país manipulador de moeda, como prometeu em sua campanha, por sua ajuda com "o problema norte-coreano".
"Por que chamaria a China de manipulador de moeda quando estão trabalhando conosco no problema norte-coreano? Veremos o que acontece!", declarou na rede social.
Depois, escreveu outra mensagem na qual afirmou que "nossas forças armadas estão construindo e convertendo-se rapidamente em mais fortes do que nunca antes. Francamente, não temos escolha", sem dar mais detalhes a respeito.
O fracassado lançamento norte-coreano aconteceu pouco antes de o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, aterrissar em Seul para iniciar uma viagem asiática na qual o tema norte-coreano será central, entre outras coisas, para examinar opções militares como resposta a provocações do regime.
Já hoje, na capital sul-coreana, Pence qualificou o último teste norte-coreano como "provocação".

Actualidad Aeroespacial - Espanha


Cuatro países se interesan por el Centro de Lanzamientos Alcántara, de Brasil

Río de Janeiro.- Cuatro países han respondido a la oferta brasileña de hace poco más de una semana. EE UU, Francia, Rusia e Israel han mostrado a Brasil su interés por utilizar el Centro de Lanzamiento de Alcántara (CLA), en el amazónico estado de Maranhão.
Hace unos días, el ministro de Defensa, Raúl Jungmann, anunció que su Gobierno ha abierto a otros países el uso de su base espacial de Alcántara. “Vamos a retomar el proyecto de lanzamiento de satélites desde la base de Alcántara y y para ello le pediremos al Congreso que apruebe una nueva ley sobre salvaguardas para que se permita el uso de tecnología extranjera en territorio nacional y para que nadie tenga acceso a la tecnología estratégica usada por el país lanzador”, explicó Jungmann.
"La semana pasada, un grupo de franceses estuvo de visita en el CLA. Según me informaron, éste está en condiciones operativas. Es decir, si es necesario, el centro podría lanzar cohetes dentro de una semana", comentó el ministro tras recorrer sus instalaciones para conocer detalles del programa espacial brasileño.
El CLA es la segunda base de lanzamiento de cohetes de la Fuerza Aérea brasileña, que alberga las pruebas del Vehículo Lanzador de Satélites y está destinado a realizar misiones de lanzamiento de satélites.
De acuerdo con el ministro, cualquier acuerdo que alcancen las partes interesadas tendrá en cuenta la soberanía de Brasil.
Jungmann dijo que sostuvo conversaciones con la dirección de Embraer Defensa, una división de la fabricante de aviones, para que junto a la compañía brasileña de telecomunicaciones, Telebras, firmen acuerdos con el CLA. Embraer y Telebras constituyeron una empresa conjunta, Visiona, la cual contrató el Satélite Geoestacionario de Defensa y Comunicación (SGDC) de la empresa francesa Thales.
Según Jungmann, teniendo en cuenta que el precio del lanzamiento de un satélite va de 30 a 120 millones de dólares, Brasil puede recaudar de 1.200 a 1.500 millones de dólares con la cesión de su base espacial a países extranjeros.

Piloto Policial


Eduardo Alexandre Beni

SERIPA VI ministra CRM para policiais do BAvOp da PMDF

Distrito Federal – O Sexto Serviço de Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VI) ministrou nos dias 11 e 12 de abril no auditório do Comando de Policiamento Aéreo (CPAER) da Polícia Militar o Curso de Gerenciamento dos Recursos da Tripulação – CRM (Crew Resource Management).
O CRM foi desenvolvido como uma ferramenta com o objetivo de prevenir acidentes aéreos e melhorar o relacionamento da tripulação em todos os níveis, além de contribuir para as diversas áreas dentro da aviação.
Nos dois dias de curso foi apresentado todo o Histórico do CRM, os princípios para Gerenciamento de Erro, Consciência Situacional e realizado também trabalho em equipe, no qual teve a participação de todo efetivo do Batalhão de Aviação Operacional (BAvOp) que atua na área de manutenção, apoio solo e tripulação, com objetivo e foco na melhoria da atuação do efetivo operacional antes e durante o voo, garantindo mais segurança no cumprimento das missões.
Futuros Pilotos
Quatro oficias da PMDF e um oficial do Estado de Roraima do 1º Curso de Formação de Piloto de Helicóptero também participaram da capacitação. O objetivo foi prepará-los para as futuras atividades aéreas que desempenharão, conhecendo os princípios do CRM.

Quwa - Canadá


Profile: Embraer KC-390 Multi-role Tanker & Transport aircraft

Bilal Khan
The KC-390 is a multi-role tanker and transport (MRTT) transport aircraft developed by Brazilian defence and aerospace giant Embraer. Embraer is marketing the KC-390 as a next-generation successor to 700-plus legacy Lockheed Martin C-130 Hercules transport aircraft still in military and civilian use around the world. The KC-390 is currently in its final development and testing stages, once it enters the market it will compete with the Lockheed Martin C-130J-30, the latest variant of the Hercules.
Embraer began developing the KC-390 in earnest in the mid-2000s. Initially, Embraer proposed developing a cargo variant of the Embraer E-190 airliner, but with the Brazilian Air Force (FAB) requiring a platform comparable to the C-130, Embraer proceeded with a clean-sheet design. According to Embraer, “there [is] no commonality at all” between the KC-390 and E-190 (Flight Global). At the 2007 Latin America Aero and Defence (LAAD) exhibition, Embraer revealed the existence of the KC-390 – then designated C-390.
In terms of airframe design, the KC-390 has a single wing placed on the top of the fuselage. The KC-390’s vertical stabilizer has a spoiler to enable for stall-free slow approach speeds. It can ferry 23 tons for a range of 2,815 km. In addition, the KC-390 is equipped with two Cobham Wing Air Refueling Pod (WARP) systems, enabling the KC-390 to operate as an in-flight refueling tanker (via hose-and-drogue).
One of the major design decisions of the KC-390 is the incorporation of jet engines instead of turboprop engines. The KC-390 is powered by two International Aero Engines (IAE) V2500-A5. This is a commercial engine that powers the Airbus A320. The V2500-A5 should theoretically provide the KC-390 with the life-cycle and operational cost savings comparable to a commercial airliner. It is a notable departure from the trend set by the C-130 – which uses turboprop engines.
Embraer is cognizant of the advantages turboprops can provide, especially in terms of hot-and-high performance. However, Embraer chose turbofans to guarantee long-term efficiency and cost savings. A user may have a need for hot-and-high performance to access specific areas, but those areas may only constitute a small portion of that user’s operational needs. Having every transport aircraft in the fleet optimized for hot-and-high performance could be costlier than maintaining a small force for those needs in tandem with a less capable platform for general needs.
In terms of electronics, the KC-390 benefits from a self-protection suite comprising of a radar warning receiver (RWR), laser warning, and missile approach warning system (MAWS). It also has countermeasures in the form of a chaff and flare dispenser and directed infrared countermeasures (DIRCM). The KC-390’s sensor suite includes the Leonardo Gabbiano T-20 pulse-Doppler X-band radar. The T-20 could provide a high level of situational awareness; it has a maritime surveillance range of 400 km and track while scan (TWS) of 200 targets (Leonardo). The KC-390 also has a Continuous Computed Drop Point (CCDP) algorithm that factors speed, altitude and wind to set an optimal release point for cargo and personnel.
Embraer conducted the KC-390’s maiden test flight in February 2015. As of November 2016, Embraer’s two KC-390 prototypes accumulated over 650 flight hours (Flight Global).
The FAB intends to make the KC-390 the backbone of its transport fleet – it is committed to 28 aircraft. Argentina, Chile, Colombia, the Czech Republic and Portugal are development and production partners, hence they too have been slotted for orders as well, potentially up to 32 (Flight Global). Embraer and the Brazilian government intend to export the aircraft to other markets, especially among legacy C-130 users. Embraer believes it could secure U.S. $1.5 billion in KC-390 sales per year (Reuters), and to help achieve that goal, it will work to bring the KC-390 to the civilian market.



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