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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 04/04/2017 / Para driblar crise, setor de defesa quer mudar a identidade


Para driblar crise, setor de defesa quer mudar a identidade ...  

Igor Gielow ...

Buscando driblar crises múltiplas, a indústria brasileira de defesa quer se repaginar. As palavras de ordem são ênfase na área de segurança, internacionalização e, como é padrão nesta setor, mais apoio do governo federal.

Os problemas começam na economia e nos efeitos da Operação Lava Jato. A recessão levou a uma maior instabilidade no gasto militar do governo, o cliente clássico da área de defesa, com uma queda acentuada em 2015.

Embora em 2016 o governo tenha retomado o ritmo de investimentos, gastando R$ 9,15 bilhões, ainda se está longe dos níveis de 2010.

"Falta previsibilidade, programas que não sejam interrompidos", diz Frederico Aguiar, presidente da Abimde (Associação Brasileira de Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança).

Um exemplo é o principal programa da Embraer Defesa e Segurança, o cargueiro e avião-tanque KC-390.

Desenvolvido em conjunto com a Força Aérea Brasileira, que encomendou 28 unidades, o projeto absorveu mais de R$ 4 bilhões em verbas oficiais de 2011 para cá, fora o investimento inicial.

"Estamos em um momento crucial, com o primeiro avião entregue à FAB em 2018 e a licença final, para exportações, no fim do ano que vem", afirma Jackson Schneider, presidente da empresa. Dez países estudam comprar o modelo, cujo programa retomou seu ritmo de investimentos após um baque em 2015.

O Ministério da Defesa ainda não tem definição sobre quais programas serão afetados pelo contingenciamento anunciado semana passada.

R$ 4,7 bilhões foi o volume de exportações em 2015.

No âmbito policial, a Lava Jato afetou os planos de grandes empreiteiras, como Odebrecht e Andrade Gutierrez, que vinham apostando em divisões de defesa e segurança.

A Odebrecht foi subcontratada em 2009 pelos franceses da DCNS para construir o estaleiro e a base dos novos submarinos da Marinha por R$ 1,8 bilhão.

Animada, estruturou um setor de defesa e adquiriu a Mectron, que desenvolve mísseis. Em crise, está negociando a venda da Mectron para a isralense Elbit.

Outra operação investiga lobby feito para a escolha dos suecos na disputa de fornecimento dos novos caças da FAB, mas não deve afetar o negócio em si. E a Embraer foi multada em US$ 200 milhões nos EUA por ter pago propina para vender aviões.

Para enfrentar as questões, a Abimde tenta redefinir a identidade do setor.

 "Tenho frigoríficos associados aqui, afinal militar precisa comer", afirma Aguiar.

A associação contratou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas para redimensionar seu tamanho. Do 0,45% do PIB que a defesa "stricto sensu" ocupava em 2014, o número pula para 3,7% com toda cadeia produtiva e a área de segurança.

Segundo o estudo, a segurança estadual movimenta R$ 47 bilhões ao ano, ante R$ 25 bilhões da defesa.

"Esperamos ajuda do governo para ter acesso a crédito e para questões como a homologação de licenças para venda nos EUA. Além disso, compras de polícias poderiam ser orientadas pelo Ministério da Justiça, já que hoje cada Estado faz de um jeito", diz. No mundo, defesa movimenta US$ 1,5 trilhão anuais.

Aguiar diz que espera poder anunciar novidades com o ministro Raul Jungmann (Defesa) durante a LAAD, maior feira de defesa e segurança da América Latina, que começa nesta terça (4) no Rio.

No evento, a Embraer Defesa irá anunciar uma associação externa para sua divisão de radares, visando a propalada internacionalização.

"Mesmo com a crise, mantivemos o número de expositores na casa dos 600 e devemos ter mais do que os 37 mil visitantes da edição passada, de 2015", diz o organizador do evento, Sérgio Jardim.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


FAB auxilia buscas a 22 desaparecidos em navio no Uruguai

Embarcação cargueira sul-coreana Stellar Daisy saiu do Brasil para transportar minério de ferro até a China

O Estado De S.paulo

SÃO PAULO - Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) sobrevoa o Oceano Atlântico, entre as costas do Brasil e do Uruguai, para auxiliar nas operações de busca a um navio cargueiro, desaparecido na região desde a última sexta-feira, 31. A Marinha uruguaia afirmou neste domingo, 2, que está perdendo as esperanças de encontrar os 22 desaparecidos com vida. A embarcação sul-coreana partiu do Brasil para transportar uma carga de minério de ferro até a China.
Dois tripulantes filipinos foram resgatados em um bote, no sábado, 1º. Outros botes e coletes salva-vidas foram encontrados vazios. Dos 22 desaparecidos, 14 são filipinos e oito sul-coreanos. O navio Stellar Daisy teria desaparecido em área marítima sob responsabilidade do Uruguai, a cerca de 2,5 mil quilômetros da costa brasileira, segundo a FAB.
Um dos tripulantes enviou mensagem de texto, por volta do meio-dia da sexta-feira, informando que havia água entrando na embarcação. Indícios de manchas de combustível encontrados durante as buscas apontam para a suspeita de naufrágio, de acordo com a Marinha do Uruguai.

Janot questiona normas que preveem sigilo em investigações de acidentes aéreos no Brasil

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma em ação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) que alterações no Código Brasileiro da Aeronáutica suprimem direito de defesa garantido pelo Constituição e cria entrave ao Ministério Público

Fausto Macedo, Julia Affonso E Luiz Vassallo

Ação proposta ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que a restrição de acesso às investigações de acidentes aéreos no Brasil é inconstitucional. Para Janot, a proibição legal prevista no Código Brasileiro da Aeronáutica suprime o direito de defesa, dificulta o direito de acesso à Justiça e à ampla defesa e cria entrave à titularidade da persecução por parte do Ministério Público.
As informações foram divulgadas pelo Ministério Público Federal nesta segunda-feira, 3.
A ação questiona artigos da Lei 7.565/1986 (Código Brasileiro da Aeronáutica) inseridos pela Lei 12.970/2014, que tratam do acesso a informações do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) e sobre a proteção de seu sigilo nas investigações de acidentes aéreos no Brasil. Segundo o Janot, os dispositivos violam o Artigo 5º, incisos XXXV, LIV (quanto aos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, que compõem a cláusula do devido processo legal substancial) e LV, o Artigo 37, caput (relativamente aos princípios da finalidade e da eficiência), o Artigo 129, I, VI, VIII e IX, e o Artigo 144, parágrafos 1º, I, e 4º, da Constituição da República.
Janot explica que a norma passou a vedar o acesso aos sujeitos do processo judicial ou administrativo a dados dos sistemas de informações de notificação voluntária de ocorrências e às conclusões de suas investigações sobre acidentes aéreos.
“Essa vedação colide com a proteção constitucional ao devido processo legal, constante do artigo 5º, LIV, da Constituição da República, e seus consectários lógicos: a ampla defesa e o contraditório (que integra a primeira)”, argumenta.
De acordo com a ação, ao prever que as análises e conclusões da investigação do Sipaer não serão utilizadas para fins probatórios em processos e procedimentos administrativos e judiciais e que somente serão fornecidas mediante requisição judicial, ‘claramente veda acesso de pessoas e órgãos envolvidos a informações que são de seu legítimo interesse e necessárias ao cumprimento de sua missão constitucional, no caso de órgãos do sistema de justiça, como o Ministério Público e a polícia criminal’, destaca.
“Proibir que investigação conduzida por órgão técnico da administração pública, como é o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), seja usada para fins judiciais equivale, em termos concretos, a denegar acesso ao Judiciário a órgãos e cidadãos com legítima expectativa de terem apreciados os litígios de seu legítimo interesse, amparado pela Constituição da República”, argumenta o procurador-geral.
Janot também sustenta que os dispositivos impugnados cerceiam o exercício das atribuições do Ministério Público no processo penal, de modo a violar diretamente o artigo 129, VIII, da Constituição, que define como função institucional do Ministério Público requisitar diligências investigatórias e instauração de inquérito policial. Segundo ele, a norma cria entrave à titularidade da persecução por parte do Ministério Público e à função de investigação criminal das polícias federal e civil, conforme o caso.
“Como a investigação aeronáutica não possui finalidade essencialmente criminal, é perfeitamente possível que as autoridades dela encarregadas não se preocupem ou não enxerguem elementos que, aos olhos dos órgãos envolvidos na persecução penal, possam ser aptos a amparar o início de investigação criminal”, destaca.
O procurador-geral da República aponta que depender de um juízo de valor das autoridades aeronáuticas seria um ‘inaceitável condicionamento do início da investigação criminal à avaliação discricionária das autoridades aeronáuticas’. Para Janot, seria transferir aos órgãos do Sipaer uma espécie de competência para avaliar, de forma soberana e sem controle, a existência de indícios de delito, ‘uma verdadeira usurpação da opinio delicti que é privativa do Ministério Público’.
A ação pede a concessão de medida cautelar (liminar) para que os dispositivos questionados sejam o mais rapidamente possível suspensos. Isso porque o perigo na demora processual pode permitir que ‘se perpetue a criação desarrazoada, ineficaz e ilegítima de reserva de jurisdição que dificulta a ação do Ministério Público, da polícia criminal e de cidadãos vítimas e familiares de vítimas de acidentes aéreos de exercerem sua prerrogativa constitucional de promover ação penal pública devidamente instruída e de obter acesso à Justiça’.
O processo que gerou a ação direta de inconstitucionalidade originou-se de representação apresentada pela Procuradoria da República em São Paulo e ‘aproveita trechos relevantes da representação subscrita’ pelo procurador da República Rodrigo de Grandis, assinala o Janot.

Para driblar crise, setor de defesa quer mudar a identidade


Igor Gielow

Buscando driblar crises múltiplas, a indústria brasileira de defesa quer se repaginar. As palavras de ordem são ênfase na área de segurança, internacionalização e, como é padrão nesta setor, mais apoio do governo federal.
Os problemas começam na economia e nos efeitos da Operação Lava Jato. A recessão levou a uma maior instabilidade no gasto militar do governo, o cliente clássico da área de defesa, com uma queda acentuada em 2015.
Embora em 2016 o governo tenha retomado o ritmo de investimentos, gastando R$ 9,15 bilhões, ainda se está longe dos níveis de 2010.
"Falta previsibilidade, programas que não sejam interrompidos", diz Frederico Aguiar, presidente da Abimde (Associação Brasileira de Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança).
Um exemplo é o principal programa da Embraer Defesa e Segurança, o cargueiro e avião-tanque KC-390. 
Desenvolvido em conjunto com a Força Aérea Brasileira, que encomendou 28 unidades, o projeto absorveu mais de R$ 4 bilhões em verbas oficiais de 2011 para cá, fora o investimento inicial.
"Estamos em um momento crucial, com o primeiro avião entregue à FAB em 2018 e a licença final, para exportações, no fim do ano que vem", afirma Jackson Schneider, presidente da empresa. Dez países estudam comprar o modelo, cujo programa retomou seu ritmo de investimentos após um baque em 2015.
O Ministério da Defesa ainda não tem definição sobre quais programas serão afetados pelo contingenciamento anunciado semana passada.
R$ 4,7 bilhões foi o volume de exportações em 2015
No âmbito policial, a Lava Jato afetou os planos de grandes empreiteiras, como Odebrecht e Andrade Gutierrez, que vinham apostando em divisões de defesa e segurança.
A Odebrecht foi subcontratada em 2009 pelos franceses da DCNS para construir o estaleiro e a base dos novos submarinos da Marinha por R$ 1,8 bilhão.
Animada, estruturou um setor de defesa e adquiriu a Mectron, que desenvolve mísseis. Em crise, está negociando a venda da Mectron para a isralense Elbit.
Outra operação investiga lobby feito para a escolha dos suecos na disputa de fornecimento dos novos caças da FAB, mas não deve afetar o negócio em si. E a Embraer foi multada em US$ 200 milhões nos EUA por ter pago propina para vender aviões.
Para enfrentar as questões, a Abimde tenta redefinir a identidade do setor. "Tenho frigoríficos associados aqui, afinal militar precisa comer", afirma Aguiar.
A associação contratou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas para redimensionar seu tamanho. Do 0,45% do PIB que a defesa "stricto sensu" ocupava em 2014, o número pula para 3,7% com toda cadeia produtiva e a área de segurança.
Segundo o estudo, a segurança estadual movimenta R$ 47 bilhões ao ano, ante R$ 25 bilhões da defesa.
"Esperamos ajuda do governo para ter acesso a crédito e para questões como a homologação de licenças para venda nos EUA. Além disso, compras de polícias poderiam ser orientadas pelo Ministério da Justiça, já que hoje cada Estado faz de um jeito", diz. No mundo, defesa movimenta US$ 1,5 trilhão anuais.
Aguiar diz que espera poder anunciar novidades com o ministro Raul Jungmann (Defesa) durante a LAAD, maior feira de defesa e segurança da América Latina, que começa nesta terça (4) no Rio.
No evento, a Embraer Defesa irá anunciar uma associação externa para sua divisão de radares, visando a propalada internacionalização.
"Mesmo com a crise, mantivemos o número de expositores na casa dos 600 e devemos ter mais do que os 37 mil visitantes da edição passada, de 2015", diz o organizador do evento, Sérgio Jardim.

PORTAL UOL


Rio de Janeiro recebe nova edição de maior feira de defesa da América Latina


Rio de Janeiro, 3 abr (EFE).- Cerca de 600 fabricantes de equipamentos militares e de defesa de todo o mundo vão expor a partir de amanhã e até sexta-feira, no Rio de Janeiro, suas novidades e seus produtos mais representativos, em uma nova edição da LAAD, a maior feira para o setor na América Latina.
A LAAD Defesa & Segurança atrai este ano, em sua 11ª edição, 195 delegados oficiais de 85 países, superando os números do evento anterior, em 2015, que recebeu 170 delegados de 74 países, segundo os organizadores.
Além de conhecer armas e equipamentos expostos e negociar contratos milionários, os representantes oficiais, principalmente ministros e dirigentes de Forças Armadas, participarão de seminários sobre temas de segurança e terão reuniões regionais e bilaterais.
Em 2015, 35% dos delegados oficiais eram de países da América Latina, mas também estiveram presentes representantes de nações de África (27%), Europa (18%), Ásia (17%), América do Norte (2%) e Oceania (1%).
A feira será inaugurada na manhã desta terça-feira pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e no primeiro dia da programação está prevista a participação do presidente Michel Temer, embora o horário da visita ainda não esteja confirmado.
"A edição deste ano acontece em um momento de grandes perspectivas para a indústria de defesa e de segurança do Brasil devido ao Ministério da Defesa estar negociando um acordo com o BNDES para financiar governos de outros países interessados em comprar produtos da indústria brasileira do setor", diz um comunicado divulgado pelos organizadores da LAAD.
O evento, aberto ao público, pode atrair neste ano cerca de 37 mil visitantes, segundo as previsões dos organizadores.
Além das grandes multinacionais do setor de defesa que tradicionalmente montam seus próprios pavilhões no centro de convenções Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a LAAD contará com pavilhões nacionais montados por 30 países.
Junto com os fabricantes de equipamentos, serviços e tecnologias militares, participarão da feira gestores de segurança de grandes corporações e concessionárias de serviços no setor.
Entre os expositores brasileiros, destacam-se Embraer, Avibras, Helibras, Imbel, Condor e Companhia Brasileira de Cartuchos. Entre as grandes multinacionais, marcarão presença Lockheed Martin, Boeing, Airbus, Thales Group e SAAB.
Paralelamente à feira, o Riocentro receberá o V Seminário de Defesa da LAAD América Latina e o VI de Segurança, assim como o VIII Simpósio Internacional de Logística Militar, que é organizado pelo Ministério da Defesa.
A Airbus informou em comunicado que apresentará no Rio de Janeiro uma linha que inclui aeronaves civis, aeronaves de transporte militar e soluções de segurança e vigilância, assim como seus sistemas espaciais e de satélites.
Entre os produtos de destaque da Airbus estão a nova geração de aviões de carga A400M e o sistema de satélites de referência AstroBus-S para a observação terrestre.
A Corporação Unificada de Construções Navais da Rússia (USC na sigla em inglês) informou, por sua vez, que apresentará o submarino de classe Amur 1650, sobre o qual destacou o avançado sistema de propulsão independente de ar que lhe permite permanecer submerso por até duas ou três semanas.
A Argentina, com um dos maiores pavilhões nacionais, apresentará os produtos da Fabrica Argentina de Aviões (FAdeA) e da INVAP, assim como das empresas associadas à Camara Argentina Aeronáutica y Espacial (CARAE).

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Contingenciamento coloca em risco investimento de Transportes e Defesa


Ribamar Oliveira | De Brasília

O decreto de contingenciamento, editado na semana passada pelo presidente Michel Temer, afetará duramente os investimentos programados para este ano pelos ministérios dos Transportes e da Defesa. O primeiro perdeu R$ 6 bilhões, ou 35,9% das dotações destinadas aos investimentos e a gastos com custeio. O segundo também perdeu R$ 6 bilhões ou 38,5% do total sujeito ao contingenciamento.
Pela primeira vez, o decreto de programação orçamentária e financeira passou a detalhar o montante, por ministério, das despesas que, embora sejam classificadas como discricionárias, são efetivamente obrigatórias. Com isso, ficou mais evidente a pequena margem que o governo possui para fazer cortes em sua programação orçamentária.
As chamadas despesas discricionárias programadas para este ano totalizavam R$ 276,2 bilhões. Mas uma parte considerável deste gasto não pode ser cortada como, por exemplo, o programa Bolsa Família. Por isso, de acordo com o relatório de avaliação de receitas e despesas do segundo bimestre, a chamada base contingenciável (sujeita a cortes) neste ano é de apenas R$ 149,756 bilhões.
Foi sobre esse total que o governo realizou corte de R$ 41,555 bilhões. Com o contingenciamento, o governo definiu os limites de empenho de cada ministério para este ano, que é a autorização inicial para o gasto. O corte do decreto chegou, no entanto, a R$ 43,555 bilhões, pois o governo criou uma reserva de R$ 2 bilhões, que será distribuída no futuro de acordo com determinações dos ministros do Planejamento, Dyogo de Oliveira, e da Fazenda, Henrique Meirelles. O governo deixou também uma reserva de R$ 3 bilhões para elevar os limites de pagamento dos ministérios.
O decreto do presidente Temer apenas define os limites para empenho e para pagamento de cada ministério neste ano. Caberá a cada ministro definir onde serão realizados os cortes. Por isso, ainda não é possível saber quais serão as ações e os programas de investimento mais afetados pelo contingenciamento. Essa programação final por ministério, que cnsiste na distribuição do limite fixado, não é divulgada pelo governo. Assim, o contribuinte acaba não sabendo onde os cortes foram realizados.
Os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram reduzidos do total de R$ 37,192 bilhões, que constava da lei orçamentária, para R$ 26,655 bilhões - corte de R$ 10,537 bilhões ou 28,3% do total. A tesoura atingiu também as emendas individuais dos parlamentares ao Orçamento, que foram reduzidas de R$ 9,048 bilhões para R$ 6,369 bilhões. As emendas de bancada caíram de R$ 6,067 bilhões para R$ 3,2 bilhões.
O Ministério da Agricultura, que atualmente está sob fogo da Operação Carne Fraca da Polícia Federal, perdeu R$ 1,8 bilhão ou 66,7% das dotações sujeitas ao contingenciamento. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações também foi duramente afetado: teve dotações reduzidas em R$ 2,6 bilhões ou 44,1% do total que poderia ser cortado.
A tesoura não poupou nem mesmo os ministérios da Educação e da Saúde. O primeiro perdeu R$ 5 bilhões ou 18,3% das dotações sujeitas ao corte e o segundo, R$ 6,4 bilhões ou 21,7% do total contingenciável. Uma parte considerável da redução das despesas desses dois ministérios resultou do corte das emendas dos parlamentares ao Orçamento.

Relator quer entregar parecer sobre reforma da Previdência até dia 12


Marcelo Ribeiro

BRASÍLIA - Após participar de reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha e com líderes de apoio ao governo no Congresso, o relator da reforma da Previdência na Câmara, o deputado Arthur Maia (PPS-BA) disse que pretende entregar o relatório final sobre a proposta até quarta-feira da próxima semana, 12 de abril, duas semanas após o previsto no calendário inicial do governo.
Aos jornalistas, o relator evitou dar previsões sobre quando o texto deve ser votado no plenário da Casa e disse que o presidente da comissão especial que discute a matéria na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), é o único que pode dar essa projeção.
Arthur Maia informou que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), entregará a ele o nome de três senadores que serão os interlocutores para que os últimos ajustes na proposta agradem aos parlamentares das duas Casas. “Eles farão o meio de campo entre o Senado e o relator.”
Antes da entrega do parecer, o deputado ouvirá sugestões de bancadas da base governista e também da oposição, como do Psol, a pedido do deputado Ivan Valente (SP). “Quero chegar a um entendimento com a base para que o parecer represente a todos. Eu irei a todas as bancadas para que possamos ouvir a opinião, para colher os interesses de mudança nessa fase final".
O relator reforçou que pretende manter inalterada a proposta em relação à idade mínima em seu parecer final. "Se não tiver a idade mínima, não há porque fazer PEC (Proposta de Emenda à Constituição). O propósito principal da proposta é garantir a idade mínima."
Há uma aceitação que, para os homens, a idade de 65 anos deve ser preservada. Eu posso antecipar que não pretendo mudar isso no meu relatório", afirmou. "A minha ideia é que não haja diferenciação. Além de uma emenda apresentada por Paulinho da Força, eu não ouvi nenhum deputado reclamar dos 65 anos para as mulheres”, disse.
Em sua fala, o relator destacou ainda a necessidade de o governo esforçar-se para comunicar a sociedade sobre a aposentadoria dos políticos. “Políticos terão, a partir de agora, uma aposentadoria exatamente igual a de todos os brasileiros. Estaremos todos submetidos ao teto de R$ 5.531 e ninguém poderá passar disso. Isso vale para deputado, juiz, promotor, advogado-geral da União. Para todas as pessoas”, afirmou Arthur Maia.

JORNAL ESTADO DE MINAS


Determinação da Aeronáutica trava investimentos do setor da construção na Pampulha

Empresários criticam demora na liberação de projetos

Augusto Pio /estado De Minas

A Portaria 957 do Comando da Aeronáutica foi publicada em 2015, mas está travando o investimento no setor de construção em Belo Horizonte. Para se ter uma ideia, a legislação compromete mais de 70% do potencial construtivo do município, limitando a altura de novas edificações a 30 metros ou 10 andares em muitas áreas da capital. Diante disso, importantes empreendimentos residenciais e comerciais estão sendo impedidos de sair do papel, o que, de acordo com empresários do setor, pode até comprometer o desenvolvimento da capital mineira.
Assim, com a portaria da Aeronáutica, a construção de edifícios com altura superior a oito metros, em um raio de até quatro quilômetros dos aeroportos, está condicionada a uma autorização do 1º Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego (Cindacta 1). “Infelizmente, a nova exigência trouxe ainda mais morosidade, aumento de custo e burocracia”, afirma o presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), André de Sousa Lima Campos. Ele alerta que o processo de análise por parte da Aeronáutica tem demorado mais de seis meses e não é certeza de aprovação. “Cerca de 40% dos projetos liberados pela Prefeitura de Belo Horizonte são barrados pelo Cindacta. Isso impacta toda a cadeia produtiva da construção e também a sociedade, pois empregos e tributos deixam de ser gerados, forçando uma maior recessão na capital”, lamenta o executivo.
Ele explica que, hoje, pelo menos 33 projetos imobiliários estão parados aguardando liberação por causa da nova portaria. “Isso representa milhões de reais que deixam de ser investidos em Belo Horizonte. Nem mesmo prédios menores que os já existentes nas áreas de influência estão sendo liberados. O momento já é difícil, não precisávamos de mais esse obstáculo. Necessitamos de uma postura mais assertiva e bom senso por parte dos órgãos públicos para que a portaria seja revista”, reforça o presidente da Sancruza Incorporações, Evandro Negrão de Lima Júnior, que está com empreendimento de 131 unidades paralisado há quase um ano aguardando resposta do Cindacta.
LANÇAMENTOS
De acordo com Pesquisa Sinduscon-MG do Mercado Imobiliário, no acumulado de janeiro a novembro de 2016, os lançamentos de imóveis residenciais na região da Pampulha representaram 58,6% do total apurado em BH e Nova Lima. “A Pampulha é a região com maior disponibilidade de terrenos e infraestrutura adequada para receber empreendimentos na capital. A dinâmica do mercado imobiliário de Belo Horizonte está em risco. A portaria é um retrocesso enorme e está em contradição com o ritmo de operações no aeroporto da Pampulha”, afirma André Campos.
Ele observa que, desde 2002, o movimento no terminal da Pampulha está diminuindo. Naquele ano, foram 88.737 pousos e decolagens, com mais de três milhões de passageiros. Já em 2015, foram 50.802 operações envolvendo cerca de 793 mil passageiros. “Além de o aeroporto da Pampulha receber menos voos e apenas de pequeno e médio portes, a tecnologia dos equipamentos e aviões melhorou bastante nos últimos anos, incorporando mais segurança do que tínhamos em 2002”, ressalta André Campos.

PORTAL G-1


Aeronáutica abre 180 vagas em curso para cadetes do ar

Curso será em Barbacena (MG) e é equivalente ao ensino médio. Candidatos devem ter entre 14 e 18 anos de idade.

Por G1

A Aeronáutica divulgou edital de concurso para 180 vagas no Curso Preparatório de Cadetes do Ar do ano de 2017 (RA CPCAR 2018). São 160 vagas para o sexo masculino e 20 para o sexo feminino.
No site da Aeronáutica, é possível ver o edital. Acesse aqui.
O CPCAR, realizado na Escola Preparatória de Cadetes do Ar, em Barbacena (MG), tem duração de três anos e é equivalente ao ensino médio regular. O curso abrange instruções nos campos geral e militar e é ministrado sob o regime de internato.
O candidato deve ter concluído ou estar em condições de concluir, com aproveitamento, o ensino fundamental, e não ter menos de 14 nem completar 19 anos de idade até 31 de dezembro de 2018.
As inscrições devem ser feitas de 19 de abril a 9 de maio pelo site http://ingresso.afaepcar.aer.mil.br. A taxa é de R$ 60.
O concurso terá provas escritas, inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico e validação documental.
As provas escritas de português, matemática, inglês e redação serão no dia 24 de julho, nas cidades de Belém, Recife, Natal, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Barbacena (MG), São Paulo, Pirassununga (SP), Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Manaus, Boa Vista e Porto Velho.
Os alunos que concluírem o CPCAR com aproveitamento poderão concorrer ao número de vagas previsto à matrícula no primeiro ano do Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV) da Academia da Força Aérea (AFA).
A matrícula dos aprovados será no dia 25 de janeiro de 2018.

Órgãos da Aeronáutica investigam queda de avião na Zona Norte de Sorocaba

Duas pessoas morreram no acidente com o bimotor. Destroços do acidente já foram retirados do local durante o fim de semana.

Por G1 Sorocaba E Jundiaí

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e o Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV) vão investigar a queda do avião no Jardim Novo Horizonte, na Zona Norte de Sorocaba (SP). O acidente - registrado na tarde da última sexta-feira (31) - causou a morte do piloto e de uma passageira.
Na primeira parte da investigação, o Cenipa irá analisar partes da aeronave, reunir documentos e ouvir testemunhas. Os destroços do acidente já foram retirados do local por equipes do órgão durante o fim de semana.
O material recolhido pela perícia pode ajudar a entender os motivos da queda do avião. Segundo o órgão, estes esclarecimentos são importantes até para evitar novos acidentes.
À medida que as causas do acidente forem identificadas, o Cenipa emitirá recomendações de segurança para tornar a aviação mais segura e evitar acidentes semelhantes.
Assim que a investigação estiver concluída, o relatório final é divulgado no site do órgão.
Duas pessoas morreram no acidente: o piloto Milton José Cardille, de 56 anos, e a passageira Jumara Nogueira Vieira, 32. O corpo de Jumara foi enterrado em Urucará (AM) e de Milton em Ribeirão Pires (SP).
Imagens flagraram queda
O avião, um bimotor turbohélice de 1981 com prefixo PP-EPB, caiu em uma área de mata cercada de casas. Segundo a Polícia Militar, o voo partiu de Manaus e iria pousar em Sorocaba, onde a aeronave passaria por manutenção de rotina, como contou o irmão da vítima, Marcelo Cardille, ao G1.
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que os aeroportos de Sorocaba e de Campinas (SP) faziam parte do plano de voo, caso houvesse algum problema no percurso.
A aeronave está em nome da empresa Itapara Sport Fishing LTDA-ME, pousada especializada em pesca de propriedade do piloto. O piloto do avião era um dos sócios da pousada. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião estava com a documentação em dia.
A câmera de segurança de um estabelecimento comercial próximo ao local da queda gravou o momento do acidente. Nas imagens é possível ver que o avião faz um movimento para a direita e vai perdendo a altitude até cair.
Saques na aeronave
Logo após o acidente, curiosos foram ao local da queda. Um vídeo gravado por um morador mostra algumas pessoas invadindo o avião e saindo inclusive com sacolas (veja abaixo). Nas imagens, feitas antes da chegada dos policiais, é possível ouvir que um dos suspeitos ainda brinca com a situação. “Vocês me filmaram catando as roupas dos ‘defuntos’.”
O pintor Luan Henrique Sousa mora na área verde bem perto do acidente e conta que estava saindo de casa quando o avião caiu. Assustado e com medo de alguma explosão, ele ficou dentro de casa e diz que viu o saque de pertences das vítimas. "Uns três homens saíram com roupas e ainda tem algumas peças por ali", afirma.
A delegada Luciane Regina Bachir, responsável pela investigação da Polícia Civil, disse que viu alguns vídeos e que todas as imagens serão anexadas ao inquérito. Caso os suspeitos sejam identificados, podem responder pelo suposto saque.

AGÊNCIA BRASIL


Argentina desmente compra de armas dos Estados Unidos


Da Agência Télam

A chanceler argentina Susana Malcorra desmentiu hoje (3) uma suposta "compra" de armas dos Estados Unidos denunciada por deputados da oposição, embora tenha reconhecido o "interesse" das Forças Armadas argentinas em "sobras" militares norte-americanas para levar a cabo "um reforço de seu equipamento". Disse ainda que "há pelo menos dois itens" da lista difundida pelos meios de comunicação "cujo pedido vem do ano de 2015".
Ela confirmou contudo que "as Forças Armadas estão avaliando um reforço de seu equipamento, e está vendo opções; e uma delas é conseguir material de boa qualidade a um preço com grande desconto". Não obstante, a chanceler destacou que "este é um primeiro passo de um grande processo e está longe de ser uma compra".
Interessante
"Não é uma compra. E é comum que os EUA venda sobra de material militar que, para a maioria dos países, seria material sumamente interessante", disse Malcorra em declarações à rádio La Red e pontuou que para levar adiante uma aquisição de armamento "tem que fazer um pedido ao Congresso dos Estados Unidos sobre o potencial interesse em sobra de material para ser avaliado".
Na semana anterior, o Ministério da Defesa argentino negou "categoricamente" que o governo tenha a intenção de adquirir dos Estados Unidos armamento militar por US$ 2 bilhões e desmentiu a denúncia jornalística, baseada em uma suposta carta do embaixador argentino nos Estados Unidos, Martín Lousteau, na qual se consultam preços de uma lista de armamentos.

FAB e Marinha do Brasil auxiliam nas buscas a tripulantes de navio desaparecido


Alex Rodrigues - Repórter Da Agência Brasil

A pedido das autoridades uruguaias, a Marinha do Brasil enviou uma fragata para auxiliar nas buscas aos tripulantes do navio cargueiro sul-coreano Stellar Daisy, que desapareceu na última sexta-feira (31), em algum ponto entre a costa brasileira e a do Uruguai. Apenas dois dos 24 marinheiros que estavam a bordo da embarcação de bandeira das Ilhas Marshall foram localizados a bordo de um bote salva-vidas e resgatados no último sábado (1º).
A fragata da Marinha brasileira, a Rademaker, partiu do Rio de Janeiro no sábado e deve chegar à região de buscas na quinta-feira (6). O navio brasileiro possuiu um helicóptero a bordo e auxiliará a Armada Nacional do Uruguai, que coordena as buscas. Dos 22 marinheiros desaparecidos, 14 são filipinos e oito sul-coreanos.
Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) já tinha partido do Rio de Janeiro, na noite de sábado, para ajudar nas buscas. A bordo da aeronave KC130, do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1° GTT), viajaram 40 militares brasileiros, entre eles quatro observadores especialistas em operações de busca e salvamento. A aeronave tem uma autonomia de voo de pelo menos 14 horas.
O Stellar Daisy desapareceu a cerca de 2,7 mil quilômetros da costa brasileira. Carregada com minério de ferro, a embarcação tinha zarpado do porto de Itaguaí (RJ) em 26 de março, com destino a Qingdao, na China. Por volta de 12h da última sexta-feira, já próximo às águas jurisdicionais uruguaias, mas ainda em águas internacionais, um tripulante pediu socorro, informando que estava entrando muita água no navio.
Quatro navios mercantes que estavam próximos à área se deslocaram para o local informado pelo tripulante que pediu socorro, mas o Stellar Daisy não foi avistado. Manchas de combustível indicaram que o navio tinha naufragado. Até que os dois tripulantes filipinos foram encontrados em um bote. Segundo a imprensa uruguaia, após serem resgatados, os dois membros da tripulação reiteraram a informação de que, apesar das condições tranquilas, uma grande quantidade de água do mar entrou no navio, o que suscitou a suspeita de que o casco da embarcação tenha sofrido algum dano antes do navio afundar.

AGÊNCIA SENADO


Valdir Raupp saúda lançamento de satélite de defesa e comunicações estratégicas


Da Redação E Da Rádio Senado

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) saudou o anúncio do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, de que será lançado em breve um satélite geoestacionário de defesa e comunicações estratégicas.
O lançamento estava programado para o dia 21 de março, na Guiana Francesa, mas devido a manifestações populares ocorridas no país vizinho, o ato foi transferido para a primeira quinzena de abril.
O senador ressaltou que o Brasil será beneficiado com avanços na área da defesa, uma vez que o satélite garantirá mais segurança nas comunicações estratégicas e militares. Raupp afirmou que outra consequência positiva será a expansão da internet banda larga às regiões mais remotas do país.
- Em cada 100 domicílios na Região Norte, apenas 21 contavam em 2016 com serviços de banda larga, portanto, 80% praticamente não contam ainda com esse serviço. É exatamente essa lacuna que o satélite vem preencher - disse
Estradas federais
Valdir Raupp também cobrou melhorias nas estradas federais em Rondônia. O senador disse que a BR-364, classificada por ele como "a espinha dorsal" do desenvolvimento de parte do Norte do país, está intransitável em alguns trechos, apresentando atoleiros até mesmo em áreas urbanas. Para o senador, enquanto a duplicação do trecho entre Pimenta Bueno e Ariquemes não sai do papel, é urgente que se seja feita uma restauração que dure, pelo menos, dois anos.
O senador acrescentou que os estados de Mato Grosso, Acre, Amazonas e Roraima utilizam a estrada para escoar a produção.
Valdir Raupp disse esperar que a visita do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Valter Casimiro Silveira, marcada para esta semana, possa ajudar a resolver o problema. Ele manifestou sua expectativa de que, com a visita e a constatação da situação da estrada, possam ser acelerados os processos licitatórios de trechos que já estão em fase de conclusão de projetos. O senador frisou que é preciso aproveitar a "janela hidrológica", que se estende de abril a novembro, período conhecido como o "verão amazônico", para a realização das obras.

PORTAL NOTÍCIAS AO MINUTO (PORTUGAL)


Acha os drones perigosos? Espere até terem armas de fogo

Membros do governo do estado Connecticut nos EUA estão a considerar equipar as autoridades com drones.

Por Miguel Patinha Dias

Os drones estão presentemente a ser idealizados como uma forma de acelerar encomendas e até de proporcionar a realizadores e fotógrafos com novas formas de apanhar planos especiais. Porém, pode vir o dia em que os drones estejam equipados com armas de fogo.

A ideia é de membros do governo do estado do Connecticut, nos EUA, que consideram equipar drones com armas de fogo para lidar com situações específicas como atiradores, no caso de um rapto ou até para furar pneus de um carro em fuga. Como nota o Cnet, o estado Dakota do Norte já usa drones com armas, se bem que neste caso não são letais e servem apenas para neutralizar alvos.
Usar drones para servir ajudar a manter a ordem pública não é uma intenção nova mas é imprevisível o efeito que terá equipar estes aparelhos voadores com armas de fogo.


PORTAL SPUTNIK BRASIL


Rússia propõe ao Brasil sistema de satélites inovador

A empresa Sistemas Informacionais de Satélite Reshetnev (ISS, na sigla em russo) é a maior produtora nacional de aparelhos de telecomunicações. Atualmente o agrupamento orbital da Rússia conta com 141 satélite, dos quais 96 foram produzidos pela ISS.

Em uma entrevista à Sputnik, Nikolay Testoedov, diretor da ISS Reshetnev, falou sobre as propostas da empresa para o mercado latino-americano e a modernização do sistema de navegação GLONASS.
A região da América Latina é muito importante em termos do desenvolvimento e utilização das tecnologias espaciais. Quase todos os países têm programas ligados ao espaço", explica Nikolay Testoedov.
Na Feira de Defesa e Segurança da América Latina LAAD-2017, que decorre no Rio de Janeiro entre 4 e 7 de abril, a ISS Reshetnev apresenta todo um conjunto de soluções na área dos sistemas de navegação e telecomunicações.
A ISS Reshetnev propõe aos clientes na América Latina a possibilidade de criação de um sistema de satélites de ligação, transmissão e retransmissão.
"Falando especificamente do Brasil, quando temos uma estação regional e 12 aparelhos espaciais em órbita, o tempo de espera dos assinantes será de 6-8 minutos. Depois do desenrolamento da estação orbital para 24 satélites e aumento de estações no terreno para 2-3, o tempo da espera será praticamente de 0 minutos", disse Testoedov.
Respondendo à pergunta se o Brasil tenciona adquirir satélites da ISS, o diretor da produtora esclareceu que a última proposta de participar da licitação para a criação do sistema de satélites foi feita há quatro anos, mas o contrato foi para os concorrentes da ISS. No entanto, a produtora está aberta para colaboração com o Brasil na área da construção de satélites.
Do ponto de vista de Testoedov, o operador dos lançamentos comerciais russo Glavkosmos tem todos as chances de satisfazer os clientes brasileiros, pois o país tem necessidades de lançar dois aparelhos espaciais com um foguete portador.
Falando do Centro de Lançamento de Alcântara, Testoedov destaca que este foi um projeto conjunto com parceiros ucranianos e que, devido a certas circunstâncias, o projeto foi parado completamente.
"Estamos prontos para continuar o diálogo com o lado brasileiro sobre o desenvolvimento e construção conjunta de aparelhos espaciais para lançamento do cosmódromo de Alcântara com qualquer portador que o cliente desejar", sublinhou Testoedov.
Na entrevista também foi abordado o assunto da modernização do sistema de satélites GLONASS. A modernização pressupõe a construção de nove aparelhos espaciais Glonass-K1 e dois Glonass-K2. Todas as alterações estão sendo realizadas com componentes de produção russa. Apesar de os prazos de construção dos satélites terem sido adiados devido às sanções, a ISS Reshetnev continua trabalhando na modernização dos seus aparelhos contando com os meios disponíveis.
Destacando os programas mais ambiciosos da ISS, Testoedov indicou os seguintes: dominar completamente as tecnologias de projeção, produção e testes de cargas para os satélites de telecomunicações com o uso máximo de tecnologias e equipamento russos; a modernização das plataformas Ekspress (em conjunto com parceiros europeus); e desenvolvimento de satélites da série Glonass.
Entre os planos da empresa para o ano 2017 estão o cumprimento incondicional de todas as encomendas tanto para o mercado nacional quanto estrangeiro, bem como a criação de condições atraentes para os clientes segundo o critério "qualidade/preço", concluiu Testoedov.

PORTAL DEFESANET


Soldado do Futuro estará na LAAD

Motorola Solutions demonstra o conceito de Inteligência Móvel

Com Inteligência Móvel, as forças de segurança pública elevam seus níveis de resposta e eficiência com acesso em tempo real a dados críticos, aplicações e comunicações móveis seguras.

Soldado do futuro vai vestir as tecnologias mais avançadas para segurança pública, incluindo solução tática, que cria “bolha” de 4G PS-LTE (rede de dados móveis para segurança pública) em qualquer lugar do planeta para compartilhamento multimídia.

Como parte do conceito de Inteligência Móvel, a Motorola Solutions também apresentará câmeras montadas em um drone funcional e no rifle de atirador de elite (sniper) com envio em tempo real de imagens para centro de comando e controle.
A Motorola Solutions Inc.(NYSE:MSI) apresenta na LAAD (Feira Internacional de Defesa e Segurança Pública e Corporativa), o conceito de Inteligência Móvel que irá revolucionar as ações táticas de forças de segurança e equipes de atendimento e emergência ao redor do mundo.

No estande da empresa será criada uma “bolha” (área de cobertura definida) de 4G PS-LTE, gerada pela solução portátil incorporada à mochila de um agente, provendo no local uma rede totalmente autônoma e independente das redes de celular comum. Esta solução integra diferentes tecnologias, para ajudar forças de segurança ao redor do mundo com consciência situacional aprimorada, ou seja, levar o centro de comando para as mãos dos agentes em campo e dispositivos que são os olhos e ouvidos dos comandantes.

Como exemplo de solução integrada à rede 4G PS-LTE, os visitantes poderão conferir demonstrações de câmera montada em um drone funcional e na luneta do rifle de um atirador de elite (sniper) transmitindo, em tempo real, imagens para um centro de controle simulado utilizando a plataforma de inteligência CommandCentral.

Além disso, o LEX L10, um dispositivo LTE de mão para segurança pública, e o Si500, (Vídeo com microfone e alto-falante), uma câmera junto ao corpo 3:1, com alta qualidade RSM e interface touch screen, completam o conceito de Inteligência Móvel com registro e transmissão de imagens, mapas, comunicação integrada e reconhecimento facial. Ainda serão apresentados aplicativos para smartphones desenvolvidos especialmente para segurança pública como o FullFace (reconhecimento facial), DragonForce (planejamento tático) e o Secure Mobile Office, aplicativo desenvolvido no Brasil para registro compartilhado de investigações.

Por meio do conceito de Inteligência Móvel é possível levar a qualquer localidade do planeta informações multimídia incluindo, imagens, vídeos, mapas e acesso a análises de Big Data, bancos de dados e registros.

“Com integração de soluções tradicionais de voz e o ambiente LTE para segurança pública e suas múltiplas capacidades, é possível enviar informações do centro de comando para as mãos de oficiais em ação e, ao mesmo tempo, são os olhos dos comandantes no campo”, diz Elton Borgonovo, presidente da Motorola Solutions Brasil. “As novas tecnologias introduzidas hoje ajudarão as forças de segurança a salvar vidas e melhorar o serviço de atendimento, mesmo nos ambientes mais extremos, por meio da Inteligência Móvel”.

A partir da solução tática que pode ser levada, por exemplo, em uma mochila, um agente cria no local, instantaneamente, uma rede de colaboração para acesso a informação em lugares onde antes a comunicação era impossível. Desta maneira, o equipamento entrega a capacidade de envio e recebimento de dados em alta velocidade com integração entre diferentes dispositivos e agências. O dispositivo ainda pode ser instalado em viaturas ou fixo em um acampamento.

Outra novidade é o aplicativo Secure Mobile Office (SMO), desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (PB). A ferramenta pode ser instalada no LEX L10 ou em um smartphone comum, permitindo colaboração multimídia, anotações em mapa, mensagens de texto, vídeo, voz e acesso a bancos de dados remotos (como registro de veículos e pessoas), com criptografia avançada. Desenvolvido para investigações criminais, o Secure Mobile Office já está em testes no Brasil.

A Motorola Solutions é pioneira em inteligência para missão crítica. Conheça essas soluções para Inteligência Móvel, radiocomunicação e PS-LTE no estande Q.64 da LAAD.

Próximos testes de certificação do KC-390 são debatidos em workshop


DCTA sedia 8º Workshop de Ensaios e Certificação do KC-390. Equipes planejam a Operação Atiaia, em que serão testados sistemas mais complexos da aeronave.
O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) sedia o 8º Workshop de Ensaios, Desenvolvimento e Certificação da aeronave KC-390, entre os dias 3 e 5 de abril, em São José dos Campos (SP). O objetivo é planejar a campanha de ensaios que terá maior grau de complexidade: a dos sistemas de missão.
Esses sistemas consistem em vários recursos que a aeronave terá para uso militar, como os dispositivos de chaff e flare, que "despistam" certos tipos de armamentos usados contra o cargueiro em um cenário de combate. Os ensaios ocorrerão na Operação Atiaia, dividida em duas fases: uma em 2017 e outra em 2018.
A palavra Atiaia é de origem tupi-guarani e significa raio de luz. O nome foi escolhido por remeter à luminosidade dos sensores e designadores laser da aeronave, um dos cincos sistemas que serão testados.
Durante o Workshop, os responsáveis irão detalhar as atividades diárias da Operação e o apoio que a FAB oferecerá à EMBRAER, fabricante do KC-390, conforme o contrato de desenvolvimento do cargueiro, o qual substituirá o KC-130 Hércules.
De acordo com coordenador do evento, o Tenente-Coronel Engenheiro Fernando Benitez Leal, “ao final do workshop, o DCTA fará o plano da Operação Atiaia, com datas, atores envolvidos e o suporte necessário à viabilização dos ensaios”.
O 8º Workshop é coordenado pela Divisão de Projetos do DCTA e conta com representantes da EMBRAER, de outras organizações militares da Aeronáutica, além da Marinha e do Exército.

FGV - Orçamentos de Defesa em Tempos de Crise

Seminário sobre o orçamento de defesa em tempos de crise reuniu acadêmicos do Brasil e do exterior na FGV

Garantir investimentos no setor militar pode colaborar para a recuperação da economia do Brasil. Foi o que afirmou o presidente da Fundação Getulio Vargas (FGV), professor Carlos Ivan Simonsen Leal, durante a abertura do seminário “A elaboração do orçamento de Defesa em tempos de crise: os casos da Alemanha, do Brasil, da França e dos Estados Unidos”. Realizado nesta segunda, dia 3, em parceria com a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), o evento reuniu acadêmicos do Brasil e do exterior na sede da FGV.
Segundo o presidente da FGV, somente agora a nação começa a atentar para a importância dos investimentos no setor militar. Nesse sentido, ele destacou a necessidade de revisão da legislação de compras militares para que, ao lado da reconstrução da capacidade das Forças Armadas, o país possa alavancar sua economia.
“Estratégia é uma questão de Estado e não uma questão de governo. Precisamos definir um orçamento previsível, para efetuarmos investimentos previsíveis no setor”, observou o presidente da FGV.
No encontro, especialistas apontaram formas de aperfeiçoar o orçamento da defesa, de modo a não comprometer os serviços essenciais para a segurança nacional. O Comandante da ECEME, o general de Brigada Richard Fernandez Nunes salientou a importância da participação de todos os segmentos da sociedade na discussão do orçamento da Defesa, já que o tema é de interesse nacional.
“O orçamento deve refletir as necessidades do país. Quanto maior for o número de entidades a participar desse debate, melhor. Estudantes civis e militares podem trazer novas ideias, sem contar que os especialistas estrangeiros podem nos ajudar muito ao compartilhar suas experiências”, salientou o comandante da ECEME.
Realizado no âmbito do Programa de Apoio ao Ensino e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Assuntos Estratégicos de Interesse Nacional (Pró-Estratégia) e financiado pela CAPES, o seminário trouxe, ao Rio de Janeiro, convidados dos Estados Unidos, Alemanha e França, que apresentarem experiências na definição do orçamento de defesa em momentos de contenção de despesas. Outro ponto em destaque no encontro foi o papel dos think tanks independentes no que tange à elaboração e implementação da política de defesa — um assunto embrionário no Brasil

Aeronave P-3 faz buscas a navio desaparecido na costa do Uruguai

Vinte e duas pessoas estão desaparecidas

A Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou a aeronave P-3 para fazer buscas, nesta segunda-feira (03/04), ao navio mercante desaparecido na costa uruguaia. O avião, do Esquarão Orungan (1º/7° GAV), decolou de Salvador (BA) às 11 horas da noite de domingo (02/04) e tem autonomia de 12 horas de voo.
Durante as buscas, foram avistados dois botes salva-vidas. A informação foi repassada às embarcações que fazem as buscas no mar, mas, ainda, não foram encontrados sobreviventes.
“Em nosso trabalho nós buscamos abreviar o sofrimento de quem está precisando ser resgatado”, ressaltou o Tenente Josemar Antônio Sartori, coordenador do apoio das aeronaves brasileiras na missão.
Já a aeronave KC130, do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1°GTT), fez buscas ao navio ontem. A tripulação, composta por duas equipes, sendo cada uma com dois pilotos, um mecânico de voo, dois mestres de carga, um rádio operador e quatro observadores SAR (do inglês, Search And Rescue, busca e salvamento), cobriu uma área de 1.029 km².
O acidente. O cargueiro de nome Stellar Daisy, com 16 filipinos e oito coreanos, desapareceu na tarde de sexta-feira (31/03) e, até o momento, apenas dois tripulantes foram resgatados por um navio que estava próximo ao local. O desaparecimento ocorreu em uma área distante 2.740 Km da costa brasileira.

OUTRAS MÍDIAS


FOLHA DE CARUARU (PE)


Força Aérea Brasileira leva fígado de Caruaru para transplante no Rio de Janeiro

ImagemA parceria entre a Central de Transplantes de Pernambuco (CT-PE) e a Força Aérea Brasileira (FAB), beneficia um paciente em fila de espera por órgão no Brasil. Dessa vez, a FAB veio até Caruaru, no Agreste de Pernambuco, neste domingo (2), para levar um fígado para o Rio de Janeiro, onde foi realizado o procedimento.
O trabalho de captação do órgão foi feito pela equipe da Organização de Procura de Órgãos do Hospital Mestre VItalino (HMV), onde o doador estava internado e que é a responsável pela busca de doadores naquela região. Já o procedimento foi realizado pela equipe multiprofissional do Hospital Regional do Agreste (HRA).

O órgão foi ofertado para os pacientes pernambucanos. Como não havia compatibilidade, buscou-se pacientes em fila de outros Estados. No caso do fígado, é necessário ter compatibilidade sanguínea e antropométrica. Após a retirada do órgão do doador, é necessário fazer o transplante em até 12 horas.
Transplantes de fígado
Entre janeiro e fevereiro deste ano, foram realizados 18 transplantes de fígado em Pernambuco. O quantitativo foi 13% maior do que o mesmo período de 2016, com 16 procedimentos.

GCAPTAIN.COM (EUA)


Very Large Ore Carrier ‘Stellar Daisy’ Sinks in South Atlantic

A KC-130 aircraft with the Brazilian Air Force has joined the search for survivors from the MV Stellar Daisy, which is believed to have sunk in the Atlantic Ocean about 2,500 kilometers off Uruguay. 
“A ship observed an oil sheen and debris, in addition to smelling a strong petroleum order, which indicates that the stricken vessel has sunk,” said Uruguayan Navy said in a statement.
As of Sunday there were four merchant ships in the area participating in the search and rescue. Additional SAR assets were expected to arrive Tuesday and Wednesday, the South Korean Foreign Ministry said.
A South Korean cargo vessel is missing after making its last contact in the South Atlantic about 2,500 kilometers (1,500 miles) from shore and 22 crew members are unaccounted for, South Korea’s foreign ministry and news reports said on Sunday.
“A search operation is continuing for the 22 people,” a South Korean foreign ministry official in Seoul said by telephone, adding eight of the missing are South Korean nationals and 14 are Filipinos.
South Korea has requested Brazil and Uruguay to aid in the search and rescue, the official said asking not to be identified.
The very large ore carrier (VLOC) Stellar Daisy owned and operated by South Korea’s Polaris Shipping based in Busan was sailing from Brazil to China carrying iron ore when it sent a distress signal to the ship operator on Friday, Yonhap said.
A message last received on Friday by Polaris from a crew member said the ship was taking in water on the port side and was listing rapidly, Yonhap said. (Reporting by Jack Kim; Editing by Mary Milliken)

PORTAL 24 HORAS NEWS (MT)


Avião não consegue pousar em aeroporto de Sinop e retorna para Várzea Grande

Ainda de acordo com sistema de monitoramento, a aeronave fez a aproximação e circulou em baixa altitude
Mais uma vez o avião modelo ATR 72-600 de uma companhia aérea não conseguiu pousar no aeroporto municipal João Batista Figueiredo, esta manhã. De acordo com o sistema do Flightradar 24h, que disponibiliza a visualização de aviões pelo mundo em tempo real, a aeronave decolou do aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, às 6h, e chegou no espaço aéreo sinopense, por volta das 7h20. Porém, devido ao mau tempo e falta de equipamentos para auxiliar no pouso, retornou à Várzea Grande.
Ainda de acordo com sistema de monitoramento, a aeronave fez a aproximação e circulou em baixa altitude pelo menos quatro vezes e retornou ao aeroporto de destino inicial. Alguns passageiros reclamaram nas redes sociais. “Era para ser uma viagem tranquila, mas o voo foi cancelado”, lamentou uma das passageiras.
Em nota, a empresa aérea informa que, o voo 2608, que partiu de Cuiabá para Sinop "retornou para o aeroporto de origem devido ao fechamento do aeroporto de Sinop por condições meteorológicas adversas. Consequentemente, os voos 2603 e 5227, que fariam o trecho inverso, precisaram ser cancelados. Os clientes receberam toda assistência necessária, de acordo com a Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e foram reacomodados em outros voos da companhia ou via terrestre. A Azul lamenta o ocorrido e ressalta que medidas como esta são necessárias para conferir a segurança de suas operações".
Neste domingo, o voo Cuiabá-Sinop havia sido cancelado e passageiros foram informados que seria para "manutenção na áeronave".
A prefeita Rosana Martinelli (PR) e a secretária de Planejamento e Finanças, Ivete Mallmann, tiveram reuniões no Ministério do Transporte e trataram com o secretário-executivo, Fernando Melropara, trataram do projeto que prevê liberação de recursos federais para ampliar o aeroporto. A prefeita voltou a cobrar, com urgência, a liberação dos recursos para instalação de equipamentos que proporcionarão maior segurança nas operações de pousos e decolagens.




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