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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 24/02/2017 / KC-390 realiza reabastecimento em voo pela 1ª vez


KC-390 realiza reabastecimento em voo pela 1ª vez ...  


Roberto Caiafa ...  


A primeira missão de reabastecimento em voo do futuro cargueiro da Força Aérea Brasileira (FAB), o KC-390, foi realizada com sucesso.

Desde o dia 1º de fevereiro até a última quarta-feira (22/02), militares da FAB e profissionais da Embraer Defesa & Segurança trabalharam juntos em mais uma campanha de ensaios em voo, dessa vez para teste do WARP, sigla em inglês para Wing Air Refuelling Pod.

O equipamento fica localizado abaixo das asas do cargueiro e é responsável pelo funcionamento da mangueira de reabastecimento, que tem 30m de comprimento. Como receivers, foram utilizados caças F-5M.

Embora, dessa vez, o contato tenha sido em seco, ou seja, sem efetiva transferência de combustível, todos os demais procedimentos envolvidos no REVO foram efetivados. Raphael Leme, líder da engenharia de ensaios em voo do KC-390, explica que esse é um teste importante, já que se trata do primeiro tanker produzido pela Embraer.

“Estamos trabalhando com o fator novidade”, afirma. Ele explica, ainda, que o principal aspecto a ser testado é a capacidade do software do WARP de tensionar a mangueira: ela não pode formar ondas, tampouco se pode permitir aquilo que se chama de ‘mangueira morta’, quando não há sustentação.

Outro desafio enfrentado nesse ensaio é que, quando há duas aeronaves em contato, é preciso encontrar parâmetros comuns para se montar o perfil de voo. Nos ensaios, os voos são realizados no chamado ‘envelope’ da aeronave, ou seja, dentro das condições mais críticas do avião no que se refere à velocidade e à altitude mínimas e máximas.

“Como o F-5M e o KC-390 possuem envelopes diferentes, é preciso encontrar um terceiro envelope, fruto das interseções entre as duas aeronaves, para realizar o reabastecimento”, explica o tenente-coronel aviador Fernando Benitez Leal, gerente técnico do programa KC-X.

O Major Kildary Sena, piloto de ensaios que comandou um F-5M durante um dos voos de REVO, explica algumas especificidades da nova aeronave, como a capacidade de reabastecer e de ser reabastecido e também de reabastecer helicópteros.

“Outros aspectos que fazem diferença são o sistema de pilotagem fly-by-wire e o motor turbofan – como aqueles usados na aviação comercial”, afirma. Eles fazem com que o avião tenha mais estabilidade e o ar saia menos turbulento para as aeronaves que estão atrás, ainda que em uma velocidade mais alta.

Próximos passos – O cronograma de término da campanha de ensaios do KC-390 vai até final de 2018. Atualmente, há dois protótipos realizando testes em voo, em paralelo, e um terceiro está em fase de finalização de montagem. Ao todo, serão mais de 2 mil horas de voo para realização dos testes de desenvolvimento e certificação.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Relator diz que vai gravar audiências privadas sobre reforma da Previdência


Monica Bergamo

O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), disse que passará a gravar as audiências privadas que tem em seu gabinete com grupos de lobby que o procuram para discutir a proposta. "Eu fico indignado com a dubiedade dos discursos. Dizem uma coisa em público e tentam negociar outra comigo", afirma.
SURDINA
Ele diz que representantes de, por exemplo, corporações do Estado falam em nome do interesse dos trabalhadores, mas que, depois, na surdina, tentam "me convencer a incluir na reforma aquela emenda, aquela vírgula, para que deixem de ser iguais aos outros mortais".
ELES E NÓS
E Maia encomendou um estudo de direito comparado com outros países sobre o tempo de contribuição obrigatório para que uma pessoa possa se aposentar. O governo de Michel Temer propõe um período mínimo de 25 anos para os brasileiros.
PEDRA
A Folha mostrou que, se vingar, o Brasil será um dos países mais rígidos do mundo para conceder aposentadoria. Nos EUA, no Reino Unido e no Canadá, por exemplo, o tempo para ter acesso a um percentual dela é de dez anos.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Rombo na previdência da União e dos Estados chegou a R$ 316,5 bi em 2016

Número, que inclui tanto o INSS quanto os servidores públicos, é 44,4% maior que o registrado no final de 2015; para Ministério do Planejamento, dados mostram que a reforma da Previdência não é um problema só do governo federal

Adriana Fernandes, Idiana Tomazelli

BRASÍLIA - O déficit das contas da previdência da União e dos Estados atingiu R$ 316,5 bilhões em 2016, um crescimento de 44,4% em relação a 2015. O resultado previdenciário global só não foi pior porque os municípios apresentaram superávit de R$ 11,1 bilhões, o que reduziu o rombo geral para R$ 305,4 bilhões.
Os dados englobam tanto o INSS quanto a previdência dos servidores públicos. O crescimento é explicado tanto pelo envelhecimento da população, que aumenta o número de aposentados, quanto por uma questão conjuntural: a crise econômica elevou o desemprego e, por consequência, reduziu o número de pessoas contribuindo para a Previdência.
Os números, obtidos pelo Estado, foram compilados pelo Ministério do Planejamento, que integra a força-tarefa escalada pelo governo para a campanha de convencimento sobre a necessidade de aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados. Até agora, eram conhecidos apenas os déficits do regime de previdência dos servidores da União (R$ 77,2 bilhões) e do INSS (R$ 149,7 bilhões).
“Os números mostram que a reforma da Previdência não é um problema só da União. É um desafio nacional”, disse o assessor especial do Ministério do Planejamento, Arnaldo Lima. Um dos responsáveis pela elaboração da proposta, Lima destacou que é preciso olhar os números conjuntamente para ter uma fotografia real da Previdência em todo o País. “Há um vício de olhar a trajetória apenas do RGPS (Regime Geral da Previdência, o INSS)”, destacou.
O déficit dos governos dos Estados e Distrito Federal foi de R$ 89,6 bilhões e o da União (servidores e trabalhadores da iniciativa privada) chegou a R$ 226,9 bilhões. Já a previdência dos servidores municipais apresentou superávit de R$ 11,1 bilhões no ano passado, resultado 65,7% melhor do que os R$ 6,7 bilhões de 2015.
Deputados contrários à reforma têm questionado os números e defendido que não há déficit da Previdência. Esses parlamentares, sobretudo da oposição, mas também alguns da base aliada, argumentam que o governo está fazendo “terrorismo” para aprovar regras mais duras de aposentadoria e prejudicar os trabalhadores. A comissão especial da reforma já propôs um debate sobre esse tema.
Segundo Lima, na União e nos Estados há, para cada aposentado, um trabalhador na ativa. Já nos municípios essa relação é ainda de 4 ativos para inativo. Por isso, a previdência dos municípios ainda se mantém superavitária, embora haja uma tendência de essa “balança” contributiva piorar com o envelhecimento da população.
Nos Estados, a piora contínua dos números preocupa. Na estimativa do consultor da Câmara Leonardo Rolim, o déficit com a previdência dos servidores estaduais deve crescer sem parar até chegar a pelo menos R$ 120 bilhões em 2020.

PORTAL UOL


Aeronave cai em SC durante aplicação de inseticida em bananal; piloto morre


Uma aeronave agrícola, de pequeno porte, caiu na manhã desta quinta-feira (23) na região de Garuva, norte do Estado de Santa Catarina, próximo à divisa com o Paraná. As informações são do Corpo de Bombeiros de Blumenau. O piloto, único ocupante, não resistiu e morreu no local.
De acordo com o comandante da 2ª Companhia de Aviação da Polícia Militar, Leandro Edson Rosa, a aeronave, de matrícula PT WBO, sobrevoava uma plantação de bananas para aplicação de defensivos agrícolas no momento da queda, registrada pouco antes das 7h30.
"Localizamos o piloto ainda com vida e tentamos reanimá-lo, mas ele não resistiu e morreu. A aeronave bateu na encosta de um morro em uma área de vegetação no Monte Crista, mas os destroços só poderão ser retirados pelo proprietário depois que os trabalhos de investigação na área forem concluídos", afirmou o policial.
Ainda não há informações sobre as causas do acidente e sobre a identidade do piloto. Segundo a FAB (Força Aérea Brasileira), uma equipe do Seripa (Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes) 5, de Porto Alegre, está em deslocamento para o local do acidente. A ocorrência seria investigada para fins de prevenção.
"A ação inicial é o começo do processo de investigação e possui o objetivo de fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, ouvir relatos de testemunhas e reunir documentos. A investigação realizada pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes) tem o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características ocorram.", informou o Cenipa, em nota.
Segundo o registro da aeronave na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a fabricante é a Piper Aircraft, e o modelo é o PA-25-235. O operador está registrado como Seragri Servicos Aero Agricolas Ltda Me.

PORTAL G-1


Companhias aéreas demitem mais de 600 mecânicos em aeroportos, diz sindicato

Tarefas de manutenção preventiva após e antes o voo estão sendo repassadas a outros profissionais; empresas dizem que mantêm mecânicos na pista e Anac afirma que aeronaves são modernas.

Tahiane Stochero

As companhias aéreas brasileiras demitiram desde o início de 2016 mais de 600 mecânicos de manutenção preventiva de aviões que ficam nas pistas dos aeroportos, segundo o Sindicato Nacional dos Aeroviários - sendo 550 demissões em 2016 e mais de 60 em janeiro de 2017. A entidade diz que, em alguns casos, o próprio piloto tem feito parte do trabalho de vistoria.
As companhias confirmam reestruturação no quadro de funcionários, mas dizem que as mudanças não afetam a segurança e que mantêm mecânicos nas pistas. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirma que aeronaves estão mais modernas e não há exigência de um mecânico para a tarefa de inspeção.
Toda vez que um avião comercial pousa em um aeroporto do país, um profissional verifica se está tudo em ordem para que ela possa decolar em seguida com passageiros. Ele é chamado de mecânico de pista ou mecânico de linha. Ele fica na pista do aeroporto: acompanha a chegada do avião, vistoria a fuselagem externa e os sistemas hidráulico, elétrico e pneumático e analisa as luzes e equipamentos de navegação, como superfícies de comando e asas, identificando eventuais riscos e danos. O salário do mecânico de pista iniciante varia de R$ 2.700 a R$ 3.600, mas pode chegar a mais R$ 7 mil, dependendo do tempo em que trabalha na empresa.
Demissões
Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego confirmam os números do Sindicato dos Aeroviários. Em 2016, foram dispensados 1.319 mecânicos de manutenção de aeronaves (englobando mecânicos de pista e hangares): 874 demitidos e 230 tiveram contratos encerrados. As demissões ocorreram em sua maioria em: São Paulo (519 dispensados), Rio de Janeiro (295), Rio Grande do Sul (164), Goiás (141) e Minas Gerais (44).
Demitido em junho de 2016, após 5 anos trabalhando em aeroportos pela Gol Linhas Aéreas, um mecânico que preferiu não ser identificado relata como era o seu trabalho. "Quando a aeronave estaciona, orientamos a colocação de calço e entramos em contato com o piloto para ver se a aeronave teve alguma pane durante o voo. Se houve, vamos sanar o problema como prioridade. Se não houve, começa o procedimento de verificação visual de toda a asa, empenagem, fuselagem, e sistemas do avião, como pneumático e hidráulico, para verificar se não tem vazamentos, por exemplo", explica.
"Se não for possível sanar uma pane, nós temos que segurar a aeronave em solo se houver risco."
A retirada deste profissional dos aeroportos é polêmica e está provocando uma discussão entre entidades sindicais, a Anac e as empresas aéreas. Isso porque o trabalho passou agora a ser feito por funcionários terceirizados, profissionais sem formação técnica e, em alguns casos, pelo próprio piloto, explica o diretor do sindicato José Ivânio Gonçalo da Silva, que também integra a Associação Brasileira dos Mecânicos de Manutenção.
“Em alguns casos, um profissional sem formação em mecânica, ou o despachante, realiza parte das atividades. Em uns aeroportos, empresas terceirizadas são contratas para fazer outra parte do serviço. E há algumas bases de algumas companhias, em aeroportos menores, em que até ocasiões em que o próprio piloto ou o copiloto estão fazendo parte do trabalho do mecânico, como o “walk around” (do inglês, caminhar ao redor)", afirma Silva.
O procedimento de caminhada e verificação externa da aeronave é necessário para verificar danos que ocorreram enquanto a aeronave estava voando "e que os manuais dos fabricantes não podem prever", afirma o diretor do sindicato, como raios, danos estruturais, ou outros causados por impactos de aves, que podem até entrar na turbina e atrapalharem um novo voo. Em fevereiro de 2016, a turbina de um avião da Gol pegou fogo durante a decolagem. Foi o mecânico quem percebeu o problema.
Após a vistoria da aeronave em solo, o mecânico acompanha também abastecimento, faz contato com o piloto e decide a quantidade de combustível que deve ser colocada, conforme o peso da aeronave. "Depois que o avião é liberado, acompanhamos até a cabeceira de pista e o acionamento dos motores. Só pelo barulho a gente conhece se o motor está em ordem ou se tem algum problema que tem que impedir a decolagem", salienta o mecânico demitido pela Gol em 2016.
A Anac informou que "a maioria das aeronaves em operação regular no Brasil não requer a inspeção de pré-voo, pois os avanços tecnológicos permitiram novos procedimentos de manutenção sem comprometer a segurança das operações” e que também não há exigência regulamentar de que as tarefas de atendimento de solo de aeronaves em aeroportos sejam realizadas por mecânicos de manutenção (leia mais abaixo).
Mas, para tentar impedir que as demissões continuem, o sindicato, em conjunto com entidades integradas por mecânicos de aeronaves, lançou a “Frente Nacional pela Manutenção da Aviação Segura”. O objetivo é debater ações para manter a profissão de mecânico de aeronaves. “Lançamos a frente para trabalhar de forma permanente junto ao Congresso Nacional contra a retirada deste profissional, que é indispensável para análise da aeronave em solo e que possui vasto conhecimento técnico", afirma Sérgio Dias, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac/CUT).
"Tivemos muitas demissões no ano passado. Algumas empresas usam agora o "orange cap" (boné laranja, em inglês) ou "blue cap" (boné azul, em inglês), agentes que atuam na pista acompanhando a colocação das bagagens e o serviço de rampa, ou como despachante, e que podem realizar atividades que antes eram do mecânico de pista. Onde não houver este profissional, até o piloto está vindo a fazer parte da verificaçao", salienta Dias.
Curso
A licença de mecânico de manutenção é concedida pela Anac e depende do modelo de aeronave em que ele irá trabalhar. Cada curso específico dura no mínimo 13 meses, sendo necessário mais um ano de estágio. Em alguns casos, o mecânico precisa de até 5 anos de estudo.
Sérgio Dias, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores da Aviação, destaca a necessidade da manutenção do mecânico na pista. "O piloto até pode saber fazer uma verificação externa, mas ele tem outra formação e outra função. É uma sobrecarga. Se, por acaso, a aeronave fizer um pouso mais duro, pode trincar a fuselagem, romper cabo, estourar um pneu. O mecânico de pista é capacitado para identificar anomalias e avisar antes”.
Mecânico de aeronaves de companhias aéreas há 31 anos, já tendo atuado em diversas empresas tanto no hangar quanto na pista, Jefferson Bomfim também demonstra o diferencial deste profissional. "Se, por exemplo, um piloto ou despachante percebem um corte leve numa roda em uma vistoria, podem liberar a aeronave sem saber o potencial de dano ou de um acidente aéreo que isso poderá provocar na corrida de decolagem ou em voo depois. O mecânico faz medições de pressão. Ele é um técnico e está preparado para isso", defende.
Impacto não analisado
O diretor de segurança de voo do Sindicato dos Aeronautas, comandante Mateus Ghisleni, diz que “até hoje não foi apresentado nenhum documento sobre quais impactos a retirada" do mecânico de solo teria na estrutura aeroportuária.
“É temerário apoiar qualquer iniciativa de mudança sem ter certeza de que os níveis de segurança operacionais permaneçam inalterados”, diz. “Algumas empresas já fizeram reestruturação na parte de manutenção, mas isso não foi discutido com a sociedade. Não se sabe se este remanejo tem relação com a redução dos postos de trabalho ou com a nova ideia de reestruturação do setor”, salienta o comandante.
Enquanto as empresas alegam redução de custos e melhoria tecnológica das aeronaves para retirar o mecânico, a Anac diz que não há regulamentação exigindo a permanência deste profissional e que sua necessidade depende das recomendações do manual do fabricante do avião.
Segundo a Anac, a regulamentação nacional não proíbe a terceirização de atendimento de pista nem de manutenção e “as verificações conhecidas como “walk around” podem ser executadas pelos pilotos, conforme estabelecido pela maioria dos fabricantes de aeronaves”. A agência assegura que “permanece atenta na supervisão das empresas aéreas” e realiza fiscalizações periódicas e que não constatou “degradação dos níveis de segurança operacional nesse assunto”.
"Na regulação da aviação civil não existe a figura de “mecânico de pista”. A regulamentação prevê que as empresas aéreas tenham profissionais competentes para prover o atendimento de pista. Com relação ao atendimento de solo, quando não forem atividades classificadas formalmente como tarefas de manutenção, é necessário esclarecer que, pela regulamentação vigente, não se faz necessário que tais atividades sejam obrigatoriamente desempenhadas por mecânico de manutenção aeronáutica habilitado pela Anac", informou a agência.
A discussão chegou até à Câmara dos Deputados, onde a Comissão de Viação e Transporte realizou uma audiência em agosto de 2016 para debater o fim da inspeção em solo. Na sessão da Câmara, o então vice-presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Ronaldo Jenkins, reforçou a tese de que as aeronaves modernas não mais precisam da inspeção em solo.
“Essas aeronaves mais modernas e que têm sistema de monitoramento remoto, o manual de manutenção delas não prevê inspeção no solo. Essa situação já é feita em vários países do mundo. Não é uma questão de economia, mas de tecnologia”, afirmou Jenkins na ocasião. Discutiu-se ainda a possibilidade do próprio piloto realizar estas verificações.
O sindicato das empresas aéreas diz que, agora, o entendimento sobre o debate é individual de cada companhia. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ao ser perguntado sobre se a mudança interferiria na segurança do espaço aéreo do país, disse que “as empresas possuem setores destinados ao gerenciamento da segurança operacional, os quais são responsáveis por avaliar os impactos decorrentes da adoção de novas medidas”.
Em janeiro deste ano a Anac realizou um workshop de manutenção preventiva para pilotos, com o objetivo de aprimorar a legislação permitindo que os pilotos proprietários de aeronaves pudessem fazer a manutenção do avião que comandam com frequência e do qual são donos. Mas debateu-se a possibilidade de pilotos comerciais poderem fazer a manutenção preventiva
Companhias aéreas
Questionadas sobre as demissões, as maiores companhias aéreas operando no país confirmaram ajustes em seu quadro, mas ressaltaram que as mudanças não afetam a segurança. A Azul afirmou que, em 2016, não reduziu o número de mecânicos, mas que houve um “turnover natural”, salientando que “mantém o número adequado de mecânicos na área de manutenção de aeronaves em todas as localidades onde opera” e em conformidade com a regulamentação da Anac.
A Gol respondeu que “possui em todos os aeroportos onde opera no país mecânicos próprios para a manutenção e revisão de suas aeronaves” e que “não extinguiu ou irá extinguir qualquer categoria de profissionais”.
A Avianca disse entender que “é possível a distribuição de tarefas efetivamente necessárias durante as operações de trânsito, que atualmente são executadas por mecânicos, de forma sejam executadas por profissionais com qualificações e treinamentos específicos para suas realizações”. Mas, salientou que "não possui processo para substituição de mecânicos" e que, até o momento, todas suas bases preveem atuação dos mecânicos nas inspeções.
A Latam Airlines respondeu que os ajustes que fez são para “eficiência” e que “as mudanças não colocam de forma alguma riscos à operação”.
Nas últimas 24 horas, houve dois incidentes com aviões na Grande São Paulo. Na quarta-feira (22), um avião da Latam apresentou problemas em uma das turbinas durante a decolagem no aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo. Nesta quinta-feira (23), um avião da Avianca retornou ao aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, após indício de fumaça na cabine.

Polícia apreende armas e munições de uso exclusivo das Forças Armadas

Foram apreendidas pistolas e munições de fuzil na SP-280, em Avaré. Motorista do carro disse que receberia R$ 2 mil para entregar carga no RJ.

A Polícia Militar Rodoviária apreendeu uma carga com munições de fuzil calibre 762, munições de pistola calibre 9mm, e cinco pistolas 9mm na rodovia Castello Branco (SP-280), nesta quinta-feira, em Avaré (SP). O suspeito de 35 anos confessou que receberia R$ 2 mil para entregar o material no Rio de Janeiro (RJ).
De acordo com a Polícia Rodoviária, o carro foi parado no quilômetro 248 da via. O motorista viajava sentido São Paulo (SP) e afirmou que viajava desde Guaíra (PR). Porém, durante pesquisa, os policiais descobriram que o carro viajava desde a fronteira com o Paraguai.
Os policiais suspeitaram que poderia ter algo dentro do veículo ao observarem que o tamanho do painel estava maior que o normal. A Polícia Rodoviária pediu auxílio do Corpo de Bombeiros, que abriu o painel com uma serra e encontrou o armamento. Para disfarçar caso fosse parado, o motorista levava uma carga de bebidas alcoólicas com notas fiscais.
A polícia não somou a quantidade de munições, mas estima que sejam centenas. Além disso, o material é de uso exclusivo das Forças Armadas, o que inclui Exército, Aeronáutica, Marinha e Polícias Militar, afirma a Polícia Rodoviária.
O caso será apresentado na Polícia Federal em Bauru (SP) pela suspeita de se tratar de crime internacional. O homem responderá pelos crimes de porte ilegal de armas de fogo e munições de uso restrito, além de tráfico internacional.

Avião que fez voo rasante no Corso de Teresina é interditado pela Anac

Medida de interdição foi aplicada de maneira cautelar para apuração do caso. Operador da aeronave foi notificado e terá que prestar esclarecimentos.

G1 Pi

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou nesta quinta-feira (23) que interditou a aeronave flagrada realizando manobras arriscadas perto de prédios, casas e uma ponte na cidade de Teresina (PI) durante o Corso de Teresina, no dia 18 deste mês. Em vídeo publicado nas redes sociais, é possível ver o avião de matrícula PT-WBX realizando o voo em baixa altitude.
A medida de interdição foi aplicada de maneira cautelar para que os fatos da ocorrência sejam apurados. Segundo o órgão, a manobra colocou em risco a segurança de voo, as instalações na superfície, a própria aeronave e a integridade física dos ocupantes e de pessoas em solo.
Em nota, a Anac informou ainda que o operador da aeronave foi notificado e terá que prestar esclarecimentos sobre o ocorrido e sobre quem foi o responsável pelo voo daquele dia. Outro trecho da nota diz que, ao final do processo de apuração, operador e piloto poderão sofrer sanções administrativas como multas, suspensão das licenças e habilitações dos envolvidos.
O caso também poderá ser enviado à autoridade policial e ao Ministério Público Federal (MPF) para apuração das penalidades cabíveis em âmbito criminal.
A legislação determina voos a altura mínima de 300 metros em lugar habitado para avião com hélice, mas em um vídeo que circula pelas redes sociais mostra que o avião passa praticamente ao lado do mirante da Ponte Estaiada, que tem 95 metros de altura. Dentro da aeronave aparecem três homens a bordo com adereços carnavalescos.

AGÊNCIA BRASIL


Balões no espaço aéreo podem causar desastre "de proporções chocantes"

Associação chama atenção para os riscos da soltura de balões

Fabiana Pelles

A alta incidência de balões no espaço aéreo brasileiro tem preocupado pilotos, controladores de vôo e autoridades. A Associação Brasileira de Pilotos da Aviação Civil (Abrapac) divulgou uma nota informando que só no ano de 2016, 300 balões foram reportados às autoridades aeronáuticas e que se providências não forem tomadas um “desastre de proporções chocantes” poderá ocorrer.

Para debater o tema, o Revista Brasil desta quinta-feira (23) ouviu o Comandante Bolivar Kotez, porta-voz da Abrapac, e o Coronel Aviador Antônio Heleno da Silva Filho, assessor de Risco Baloeiro do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Cenipa, sobre a questão.
Ouça a entrevista: Imagem





Associação de Pilotos alerta autoridades sobre risco de balões causarem tragédia


Alex Rodrigues

A Associação Brasileira de Pilotos da Aviação Civil (Abrapac) voltou a alertar as autoridades públicas sobre o crescente risco de balões provocarem uma tragédia aérea de grandes proporções. Há tempos, entidades de classe e especialistas em segurança de voo vêm chamando a atenção para a necessidade de aperfeiçoar a fiscalização e punir os baloeiros que colocarem em risco a vida de outras pessoas.
Em carta enviada para autoridades federais e estaduais nesta segunda-feira (20), a associação afirma que, só no último fim de semana, mais de dez balões ameaçaram a segurança de aviões prestes a pousar no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Concessionária do aeroporto, a empresa Investimentos e Participações em Infraestrutura S/A (Invepar) contabilizou 159 ocorrências relacionadas à aproximação de balões durante os anos de 2015 e 2016. Além disso, os sete casos registrados em janeiro deste ano superam a soma (5) das queixas do mesmo mês de 2015 (2) e de 2016 (3). Historicamente, a presença de balões aumenta nos meses de junho, julho e agosto, devido às festas juninas.
Trechos de conversas entre pilotos e controladores de voo gravadas no último sábado (18) e divulgados pelo site Tráfego Aéreo revelam a dificuldade dos profissionais em solo para orientar a aproximação de vários aviões à medida que os comandantes relatavam a presença de balões nas rotas de voo.
A certa altura, o piloto do voo 4961 da Azul informa que avistou quatro balões. Após alguns minutos, outro comandante diz já ter contado mais de dez balões nas proximidades. Um controlador de voo reage comentando que “tá difícil hoje”. Em inglês, um piloto informa que, além dos balões, há em sua rota original uma “[espécie de banner de] propaganda comercial”. Com medo de colidir, o piloto do voo 57 da Air Europa fez um desvio emergencial enquanto iniciava os procedimentos para aterrissagem, voando a quase 430 quilômetros por hora. Ao reportar a manobra, o comandante questiona em tom apreensivo se o controlador que tinha lhe orientado a descer até 7 mil pés (mais de dois mil metros de altitude) tinha conhecimento prévio da situação e que “isso é muito perigoso”.
Segundo a Associação Brasileira de Pilotos, mais de 300 ocorrências envolvendo a proximidade de balões foram relatadas às autoridades aeroportuárias do país ao longo de 2016. O site do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) registra que, desde o começo deste ano, pilotos e controladores de voo já reportaram 18 ocorrências com balões nas cidades de Belo Horizonte (MG); Guarulhos (SP); Campinas (SP); São José dos Pinhais; Bragança Paulista (SP); Pirassununga (SP); Curitiba (PR); Ilhéus (BA); Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro (RJ).
Na capital catarinense, em 1º de janeiro, o piloto do voo 3996 da TAM foi obrigado a fazer um pouso de precaução ao avistar muito próximo um balão munido de material explosivo e cangalha. Felizmente, ninguém se feriu. Em outras duas ocasiões, uma no Rio de Janeiro, no primeiro dia do ano, e outra em Curitiba, em 15 de janeiro, os comandantes tiveram que desviar dos artefatos. Segundo um desses pilotos, a manobra foi necessária para evitar a colisão com um “balão que estava no curso da aproximação do aeroporto, em altitude compatível com a trajetória da aeronave”.
Na carta enviada às autoridades públicas, a Abrapac reforça a urgência de que sejam estabelecidos procedimentos oficiais orientando controladores de voo e pilotos sobre como agir em caso de perigo iminente. “Estamos nos aproximando rapidamente de termos uma grande aeronave, brasileira ou estrangeira, derrubada em área urbana, com potenciais centenas de vítimas fatais a bordo e em terra”, alardeia a entidade.
A associação também pede a criação de delegacias de polícia especializadas no combate à prática de soltar balões – crime previsto tanto no artigo 61 do Código Penal, que estabelece pena de reclusão por até cinco anos para quem “expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea”, quanto na Lei 9.605 ,que prevê de um a três anos de detenção ou multa para quem “fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano”.
Uma instrução normativa do Comando da Aeronáutica estabelece que balões livres não tripulados não podem ser soltos sem a devida aprovação prévia do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) disponibilizou um manual que orienta as forças de segurança pública na fiscalização de balões não tripulados. O órgão enfatiza que a soltura de balões, mesmo que sem fogos, representa um perigo para a aviação, já que não há como prever para onde o mesmo será levado pelo vento, podendo interferir nas rotas de voo, e não sendo visíveis nem aos controladores, por meio de equipamentos, nem aos pilotos. “É importante ressaltar que a colisão em voo de uma aeronave com um balão que pode pesar centenas de quilos poderá ter efeitos catastróficos”, alerta o centro.

Hoteleiros manifestam preocupação com segurança pública no carnaval do Rio


Alana Gandra

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis - Seção Rio de Janeiro (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, encaminhou carta hoje (23) ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, mostrando preocupação com a segurança pública da cidade no carnaval, diante da retirada das forças do Exército ontem (22), após nove dias de atividades. A retirada atendeu a uma recomendação feita ao Ministério da Defesa pela Procuradoria-Geral da Justiça Militar.
Lopes disse que os diversos segmentos ligados ao turismo consideram um equívoco o abandono do Rio “à sua própria sorte, exatamente às vésperas de um evento que representa uma das principais marcas do Brasil”. Em nota divulgada esta tarde, ele destacou que o Carnaval carioca é reconhecido como uma dos mais importantes atrações turísticas do país, que atrai visitantes do mundo inteiro.
“Já estamos sofrendo com o abandono das arenas olímpicas e do Maracanã, não podemos ampliar o risco de ações de ladrões e baderneiros durante a semana de Momo. Pelo contrário. É hora de aumentar os efetivos e reforçar a percepção de segurança em toda a cidade. Afinal, o que é bom para o Rio é bom para o Brasil", destacou o presidente da ABIH-RJ.

REVISTA EXAME


França está usando águias para destruir drones terroristas

Polícia francesa está treinando quatro águias-douradas para interceptar objetos voadores em pleno voo

Giselle Hirata

Para se prevenir contra a espionagem e possíveis ataques realizados por drones, a força aérea francesa resolveu colocar as “garras de fora” – ou melhor, usar as garras contra o terrorismo. Para isso, está treinando quatro águias-douradas para destruir drones inimigos em seu espaço aéreo.
O quarteto de aves é formado por D’Artagnan, Athos, Porthos e Aramis (sim, o nome dos mosqueteiros) e vive em uma base aérea em Mont-de-Marsan, no sudoeste da França.
Durante o treinamento, as águias perseguem os drones em alta velocidade, cobrindo uma área de 200 metros em apenas 20 segundos – e interceptando o objeto em pleno voo. Quando chega ao solo, o animal cobre o eletrônico com suas asas, como forma de proteção. E como recompensa, recebe um pedaço de carne.
Especialistas acreditam que as águias podem lidar com esses aparelhos de forma mais segura, sem a necessidade de usar armas de fogo. O governo teme que grupos terroristas podem usar drones com explosivos para atingir civis ou instalações militares no país.
A precaução tem fundamento. Há algumas semanas, soldados iraquianos foram atingidos por uma bomba lançada por um pequeno objeto voador (desses que podem ser comprados em lojas de brinquedos) e tentaram, sem sucesso, derrubá-lo dando tiros ao alto.
A ideia de usar aves de rapina foi da polícia holandesa, que já empregava águias treinadas para interceptar drones no ar.
Usando seus instintos biológicos, como visão aguçada e alta velocidade, esses animais são caçadores natos e já demonstram hostilidade natural a um zangão.
De acordo com os treinadores, neste mês, as aves se mostraram capazes de derrubar drones em perseguições horizontais rápidas. “Em breve, elas estarão saindo de picos nas montanhas vizinhas”, afirmaram as autoridades ao The Washington Post. O projeto foi muito bem aceito – tanto que os militares já querem começar a treinar uma segunda geração de águias.
Enquanto isso, D’Artagnan e seus irmãos vão ganhar equipamentos de alta tecnologia para continuar na guerra contra as máquinas do terrorismo. Segundo um porta-voz da força aérea francesa, as forças armadas já estão projetando luvas de couro e fibra sintética, além de outros materiais resistentes a explosões, para proteger as garras dos novos guerreiros.


OUTRAS MÍDIAS


PORTAL AGORAVALE (SP)


Phenom 300 da Embraer é o jato executivo mais entregue no mundo pelo 4º ano consecutivo

O jato executivo Phenom 300, da Embraer, teve 63 entregas em 2016 e se tornou o modelo mais entregue pelo quarto ano consecutivo, o maior volume entre todos os modelos de jatos executivos indústriais no ano, segundo relatório da GAMA (General Aviation Manufacturers Association), entidade americana que representa o setor.
Desde 2013, o Phenom 300 acumula 266 entregas, uma margem de 11% sobre o segundo jato mais entregue no mesmo período. "Mais uma vez estamos muito felizes pelo Phenom 300 ter recebido reconhecimento tão importante do mercado. Ficamos muito gratos aos nossos clientes pela validação, tanto do projeto original desta aeronave, como por todas suas contribuições de melhorias, que fizeram este jato se tornar o melhor de sua classe", disse Paulo Cesar de Souza e Silva, CEO da Embraer.
Em apenas sete anos de operação, a frota de Phenom 300 está prestes a alcançar a marca de 400 aeronaves, tendo mantido uma fatia de mais de 50% de mercado na categoria de jatos leves desde 2012. O jato está em operação em 30 países e acumula perto de 500 mil horas de voo.
O Phenom 300 é um dos jatos leves mais velozes, tendo estabelecido vários recordes de velocidade reconhecidos pela NAA (National Aeronautic Association) e pela FAI (Federation Aeronautique Internationale).

PORTAL 180 GRAUS


Aeronáutica investiga voo rasante durante o Corso de THE

Caso será submetido à Junta de Julgamento da Aeronáutica localizada no Rio de Janeiro

Rômulo Rocha

UM VOO INESQUECÍVEL

Nada é sempre assim tão ruim que não possa piorar um pouco mais. Em face de uma nota da Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) encaminhada ao Blog Bastidores, do 180, de que uma parte da investigação envolvendo o avião Sêneca II PT WBX, que fez um voo rasante durante o Corso de Teresina, caberia à autarquia e a outra parte à Aeronáutica, o portal então, em contato com essa que é uma das três Forças Armadas brasileiras, em Brasília, enviou-lhe a primeira matéria publicada sobre o assunto [Filho de coronel da PM faz "rasante" no Corso e deve ser alvo da ANAC] com o vídeo do sobrevoo, além de algumas indagações sobre quais procedimentos seriam adotados diante do fato.
Cerca de 48 horas depois e em resposta, a Aeronáutica, que apura desatinos no espaço aéreo brasileiro, informou que “o Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), com sede em Recife (PE), órgão regional do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e que tem jurisdição sobre a área em que aconteceu o voo em questão, abriu um processo para apurar os fatos”.
A JUNTA DE JULGAMENTO DA AERONÁUTICA

Ainda, que “concluída a apuração, o processo é encaminhado à Junta de Julgamento da Aeronáutica (JJAER)”.
Que em “havendo a comprovação de infração de tráfego aéreo, a JJAER poderá aplicar as sanções previstas na lei”.
“A JJAER tem por finalidade apurar, julgar administrativamente e aplicar as penalidades previstas na Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, e na legislação complementar, por infrações de tráfego aéreo e descumprimento das normas que regulam o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB)”, pontuou a Aeronáutica em Brasília.
 "INTERDIÇÃO" DA ANAC

O avião Sêneca que voava fazendo peripécias também já foi interditado pela ANAC, conforme divulgado pelo Blog Bastidores. Tudo por conta da brincadeira do “comandante irresponsável” Jaime das Chagas Oliveira Júnior - como disse o passageiro ao seu lado durante o voo “rasante” no Corso de Teresina.
Jaime Júnior, o Sulo, é filho do coronel da PM Jaime Oliveira, atual diretor de operações e fiscalização da Superintendência de Transporte e Trânsito de Teresina (STRANS).
DAS INVESTIGAÇÕES

Como informou a Aeronáutica, ambas as investigações elas se complementam e atuam em questões diferentes. O mesmo reforçou a ANAC.
A Agência Nacional de Aviação Civil, por exemplo, atuará em questões como as condições da aeronave, brevê do piloto, se a torre de comando foi informada do voo.
Já a Aeronáutica, atuará sobre possíveis infrações no espaço aéreo, em decorrência da responsabilidade sobre esse controle do espaço aéreo.
Portanto, investigará se havia plano de voo, se a aeronave em sua trajetória infringiu a altitude mínima de 300 metros, entre outros detalhes.
A manobra de Jaime Júnior foi condenada por vários pilotos, principalmente, por ter sido feita em sobrevoo a um local onde havia uma grande aglomeração de pessoas, durante um dos maiores eventos da capital, o Corso de Teresina.

PORTAL AZ


No Brasil ninguém pensa em fazer história

Dom Severino
ImagemO tenente Rui Moreira Lima. O primeiro da esquerda para a direita. Na reserva ele escreveu o livro Senta a Pua que conta a história da Força Aérea Brasileira (FAB) no teatro da guerra nos campos da Itália.
“Não perguntes o que a tua pátria pode fazer por ti. Pergunta o que tu podes fazer por ela”. (Frase do ex-presidente John Kennedy) 
Fazer história significa trabalhar e dedicar-se ao seu país. Quem age assim, é visto pelos seus compatriotas como um herói nacional. Como uma pessoa que merece o respeito e admiração dos seus.
Em nosso país, ninguém está preocupado em fazer história, mas em fazer fortuna. Os escândalos do Mensalão e do Petrolão são bastante elucidativos, sobre o caráter mesquinho, individualista, egoísta e nada patriótico de muitos brasileiros.
Quem são os nossos heróis? Na sua grande maioria, desportistas, atletas que nem sua própria causa eles defendem, como Pelé que nunca levantou a sua voz contra a discriminação racial e um preconceito nada velado que existe no Brasil contra os negros, mestiços e índios.
Verdadeiros heróis como o brigadeiro Rui Moreira Lima, um maranhense, nascido no município de Colinas, onde certamente nem os seus conterrâneos conhecem a sua história e as dos seus companheiros de batalha na segunda Grande Guerra nos campos da Itália. Todos são tratados e ignorados com uma indiferença olímpica.
Nos EUA, os heróis de guerra, homens e mulheres que lutaram em defesa da liberdade e da paz são respeitados, reverenciados e exaltados.
No Brasil, os nossos heróis estão mortos e os nossos políticos e autoridades em geral não merecem, mesmo já falecidos, o respeito e a consideração do povo brasileiro.
Um povo sem heróis e sem estadistas está fadado ao fracasso e a sua nação ao desconhecimento, falta de respeito e pouca ou nenhuma importância.

PORTAL INFODEFENSA.COM


KC-390 realiza reabastecimento em voo pela 1ª vez

Roberto Caiafa
A primeira missão de reabastecimento em voo do futuro cargueiro da Força Aérea Brasileira (FAB), o KC-390, foi realizada com sucesso.
Desde o dia 1º de fevereiro até a última quarta-feira (22/02), militares da FAB e profissionais da Embraer defesa & Segurança trabalharam juntos em mais uma campanha de ensaios em voo, dessa vez para teste do WARP, sigla em inglês para Wing Air Refuelling Pod.
O equipamento fica localizado abaixo das asas do cargueiro e é responsável pelo funcionamento da mangueira de reabastecimento, que tem 30m de comprimento. Como receivers, foram utilizados caças F-5M.
Embora, dessa vez, o contato tenha sido em seco, ou seja, sem efetiva transferência de combustível, todos os demais procedimentos envolvidos no REVO foram efetivados. Raphael Leme, líder da engenharia de ensaios em voo do KC-390, explica que esse é um teste importante, já que se trata do primeiro tanker produzido pela Embraer.
“Estamos trabalhando com o fator novidade”, afirma. Ele explica, ainda, que o principal aspecto a ser testado é a capacidade do software do WARP de tensionar a mangueira: ela não pode formar ondas, tampouco se pode permitir aquilo que se chama de ‘mangueira morta’, quando não há sustentação.
Outro desafio enfrentado nesse ensaio é que, quando há duas aeronaves em contato, é preciso encontrar parâmetros comuns para se montar o perfil de voo. Nos ensaios, os voos são realizados no chamado ‘envelope’ da aeronave, ou seja, dentro das condições mais críticas do avião no que se refere à velocidade e à altitude mínimas e máximas.
“Como o F-5M e o KC-390 possuem envelopes diferentes, é preciso encontrar um terceiro envelope, fruto das interseções entre as duas aeronaves, para realizar o reabastecimento”, explica o tenente-coronel aviador Fernando Benitez Leal, gerente técnico do programa KC-X.
O Major Kildary Sena, piloto de ensaios que comandou um F-5M durante um dos voos de REVO, explica algumas especificidades da nova aeronave, como a capacidade de reabastecer e de ser reabastecido e também de reabastecer helicópteros. 
“Outros aspectos que fazem diferença são o sistema de pilotagem fly-by-wire e o motor turbofan – como aqueles usados na aviação comercial”, afirma. Eles fazem com que o avião tenha mais estabilidade e o ar saia menos turbulento para as aeronaves que estão atrás, ainda que em uma velocidade mais alta.
Próximos passos – O cronograma de término da campanha de ensaios do KC-390 vai até final de 2018. Atualmente, há dois protótipos realizando testes em voo, em paralelo, e um terceiro está em fase de finalização de montagem. Ao todo, serão mais de 2 mil horas de voo para realização dos testes de desenvolvimento e certificação.

PORTAL INVESTIMENTOS E NOTÍCIAS


Defesa cibernética é eleita a grande questão para os próximos anos no Brasil

Pamella Cajano
O cenário mundial de defesa e segurança cibernética demanda constantes investimentos em novas tecnologias, uma vez que os ataques de hackers e os crimes virtuais estão mais sofisticados e ultrapassam cada vez mais rápido as ferramentas de proteção já existentes.
Para se ter uma ideia do potencial desse mercado, o Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2017 revelou que apenas 56% dos alertas de segurança são investigados e menos de metade dos alertas efetivos são solucionados. A LAAD Defence & Security 2017, mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece de 4 a 7 de abril no Riocentro, no Rio de Janeiro, reunirá algumas das empresas responsáveis pelas mais modernas soluções e tecnologias utilizadas em defesa e segurança cibernética.
As ameaças digitais também estão na agenda de preocupação das Forças Armadas do País que trabalham para oferecer uma estrutura de alto nível para proteger o Brasil de cyber ataques. Nesse sentido, desde 2009 o Exército Brasileiro está a frente de um projeto que inclui a construção de um Centro de Defesa Cibernética, desenvolvimento de soluções em software e hardware, aquisição de supercomputadores e materiais de investigação digital. O valor do projeto é de cerca de R$ 331 milhões e deverá ser concluído até 2020.
“Para vencer a batalha cibernética há diferentes formas de proteção e uma delas é adotar uma posição preditiva, ou seja, antecipar-se aos possíveis ataques ao invés de apenas tratar depois de existirem”, explica Luiz Rubião, CEO da empresa de engenharia e software Radix, uma das participantes do evento.
“A chave da prevenção está na própria gênese da arquitetura do sistema a ser utilizado. Isso significa que os conceitos de defesa e segurança cibernética devem ser implantados desde o início de um projeto de software ou sistema de rede, usando componentes que possuem uma proteção intrínseca”, explica Rubião, que acrescenta: “assim, a chance de você ser atacado ou os danos que você pode ter depois de atacado são naturalmente menores”.
Outro ponto que necessita de atenção na questão de defesa e segurança cibernética é o risco de ataques a dispositivos conectados à internet utilizando um dos conceitos de tecnologia mais comentados nos últimos anos: a Internet das Coisas (IoT). “Um exemplo de violação de segurança nesse sentido veio a público quando dois hackers invadiram o sistema embarcado de um utilitário esportivo dando comandos na direção do veículo remotamente”, completa o CEO da Radix. Na LAAD Defence & Security 2017, a Radix irá expor serviços e soluções de tecnologia em hardware e software para a área de cybersecurity e também de monitoramento e segurança de grandes áreas e distâncias.
Investigação criminal - Entre as tecnologias que serão apresentadas na LAAD 2017 estão as ferramentas que auxiliam na solução mais rápida de crimes. A israelense Cellebrite irá expor a linha UFED Analytics, UFED Infield e UFED Touch 2, que são novidades em tecnologias para a extração de dados de dispositivos móveis e softwares especiais para análise de informações sob o ponto de vista investigativo. A tecnologia UFED da Cellebrite é utilizada por agências de inteligência do mundo inteiro.
“Essas soluções permitem que examinadores, analistas, investigadores e procuradores possam, simultaneamente, organizar, buscar, mapear, visualizar e gerenciar grandes conjuntos de dados digitais que ajudam na identificação de evidências críticas de forma rápida e eficiente”, afirma o diretor da Cellebrite para América Latina e Caribe, Frederico Bonincontro, que acrescenta: “a expectativa da empresa é crescer na América Latina em 2017, ampliando o escopo de clientes e a oferta de soluções para investigação digital que unificam instantaneamente a investigação criminal com evidências justificáveis”.
Outra empresa confirmada na LAAD Defence & Security 2017 é a Suntech, que atua no mercado brasileiro no segmento de inteligência com soluções de alta tecnologia para as áreas de Defesa e Segurança. De acordo com o diretor comercial da empresa, Lincoln Egydio Lopes, a Suntech lançará no evento o Sistema Federado de Inteligência. “Trata-se de um sistema desenvolvido com uma arquitetura para a gestão da inteligência intra e inter agências de segurança, integrando as distintas esferas do poder público em um único ambiente para captura e compartilhamento de informações de investigação e inteligência”, revela o executivo.
Com foco na área de tecnologias de cybersecurity, transmissão e comunicação para segurança e defesa, a feira conta também com a participação de empresas como a Rafael Advanced Defense Systems, VMI Sistemas de Segurança, Globalstar, Motorola e Secunet Security Networks.

PORTAL QUWA.ORG (QUWA DEFENCE NEWS AND ANALYSIS GROUP )


Embraer KC-390 successfully conducts dry-contact refueling tests

Bilal Khan
Embraer and the Brazilian Air Force (FAB) successfully ran the KC-390 through a dry-contact run with a FAB F-5M using the Cobham Wing Air Refueling Pod (WARP) installed on the KC-390.
Although fuel was not transferred from the KC-390 to the F-5M, the test did validate the KC-390’s ability to connect with a fighter via hose-and-drogue.
The test was conducted on 19 February near Santa Cruz airbase in Rio de Janeiro.
As per Embraer, the KC-390 has demonstrated that it can refuel low-speed aircraft, such as helicopters and transport aircraft, including other KC-390s.
The FAB intends to bring the KC-390 to initial operating capability in 2017, and full operational capability in 2018. With the KC-390 test work is scheduled for completion by the end of 2018. Embraer is currently promoting the KC-390 to prospective markets, especially in Europe and the Middle East.
Embraer is positioning the KC-390 as an alternative to the Lockheed Martin C-130J Super Hercules. As a multi-role tanker and transport (MRTT) platform, the KC-390 is can lift a payload of 23 tons, which is the area of the C-130J’s payload capacity of 22 tons.
With a 23-ton payload, the KC-390 has a ferrying range of more than 2,500 km. With its normal payload (22 tons), the C-130J has a substantially longer range at close to 3,900 km.
Although the KC-390 is more regionally-focused, it is powered by two International Aero Engines (IAE) V2500-E5 turbofan engines – i.e. the same turbofan model used by the Airbus A320. Embraer claims that the KC-390 will have among the lowest life-cycle costs among medium-lift transport aircraft.
Notes & Comments:
Despite being a shorter-legged platform than the C-130J, the KC-390 is a comprehensive package for air arms seeking to collapse logistical channels whilst maintaining key operational capabilities.
Countries that are primarily using transport aircraft for domestic and/or regional logistics duties will not be troubled by the KC-390’s shorter range. The KC-390’s ability to operate as an air-to-air refueling tanker negates the need for a dedicated refueling platform, while the IAE V2500-E5 turbofans will interest countries benefitting from A320 maintenance, repair and overhaul (MRO) facilities.
While a promising platform, prospective customers may wait for the KC-390 to build a credible report to attest for its performance, versatility and durability. Embraer is confident, but many prospective buyers will want time before deciding. If it establishes maturity, the KC-390 has the attributes to succeed over in the long-term, especially with budget-conscious countries studying successors for legacy C-130B/E/Hs.

PORTAL TELESINTESE.COM.BR (SP)


Telebras vai privatizar o seu satélite para as grandes operadoras de telecom

A Telebras apresentou hoje, 23, em audiência pública o modelo de negócios do satélite geoestacionário brasileiro, que custou cerca de R$ 2 bilhões do orçamento público e vai ser lançado no próximo 21 de março. A empresa decidiu dividir a capacidade civil do satélite em quatro lotes: três deles serão vendidos a operadoras privadas pelo maior preço. E aquela que comprar o lote 1 conquistará o direito de administrar o lote 4, da Telebras, a quem prestará serviços de gerenciamento e fornecerá equipamentos.
Miriam Aquino
A Telebras vai vender os transponders para as empresas que oferecerem o maior valor monetário no leilão a ser realizado. As empresas que comprarem a capacidade do satélite da Telebras não terão qualquer obrigação de atendimento, meta de universalização, ou preço mínimo para vender a sua banda larga.
Com seu lote de 11 Gbps (o lote 4), a Telebras vai atender atender às demandas sociais, como levar banda larga às escolas, postos de saúde, hospitais, postos de fronteira, especialmente na região amazônica e em outras regiões de baixa densidade demográfica. Teoricamente, atenderia também à demanda de provedores regionais praticando um preço mais acessível na venda da capacidade. Mas como vai praticar esse preço, se vai comprar serviços de gerenciamento e antenas VSAT do vencedor do lote 1 que será a operadora que der o maior preço pelo lote?
Objetivo social
Mesmo com essa nova modelagem, a diretoria da Telebras assegura que os principais objetivos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) estarão sendo atendidos. "Construímos um plano que respeitasse os princípios de reativação da Telebras. O SGDC tem por princípio expandir e massificar a banda larga em todo o território nacional", afirmou o diretor comercial da estatal, Alex Magalhães. Segundo ele, a opção de vender a capacidade para as grandes operadoras se deve ao fato de que a Telebras constatou que não conseguiria fazer sozinha.
A Telebras ganhou a posição orbital 75 W de graça, como condição para o atendimento dos objetivos sociais do governo – de massificar a banda larga e preservar a soberania nacional, com a oferta da banda X para o ministério da Defesa. Segundo a empresa, o satélite já está com 30% de sua capacidade vendida, que é justamente aquela voltada para a Defesa.
O diretor de tecnologia da empresa, Jarbas Valente, por sua vez, assegurou que esse modelo de negócios, além de manter os princípios do PNBL, tem a mesma filosofia defendida pela gestão passada, ainda no governo Dilma Rousseff. “Não muda nada. Na gestão passada, só havia o projeto de instalar banda larga nas escolas, comprando 60 mil antenas, não havia nada que indicasse que a Telebras fosse atender ao mercado de varejo. Fomos buscar parcerias porque sozinha a Telebras iria vender muito mais caro”, afirmou ele.
Segundo Valente, a Telebras irá, com o seu lote, atender governo, escolas e provedores de acesso à internet, se eles quiserem. “Os provedores de acesso continuarão a buscar serviços da Telebras e de outras empresas. Esse modelo implica aumento da competição da banda larga no Brasil”, afirmou.
A modelagem do leilão.
Será feita a oferta pública da capacidade da banda Ka, com contrato de vigência de 10 anos. A consulta pública do edital deverá ficar no ar até o dia 10 de março. A intenção da estatal é fazer o leilão no final do mês de março e assinar os contratos no início de abril. O critério de escolha será o maior preço total, e as empresas terão que apresentar garantias para cada uma das fases. Quem comprar o lote 1 só poderá adquirir mais um lote.
A capacidade civil do satélite – com um total de 56 Gbps - será dividida em quatro lotes. Mas apenas três irão a leilão, pois o menor lote – o lote Telebras – estará vinculado à empresa que comprar o lote 1. Essa empresa que adquirir o lote irá fornecer a infraestrutura (serviços de gerenciamento e antenas VSAT) que a Telebras necessitar para vender os seus serviços. Haverá, no edital, uma garantia mínima do que a estatal irá contratar daquele que vencer o lote 1.
O lote da Telebras terá 11 Gbps. O lote 1, o maior deles, terá 21 Gbps, e os lotes 2 e 3 terão 12 Gbps cada. Segundo Jarbas Valente, as operadoras que arrematarem o leilão terão total liberdade para traçar o seu modelo de negócios – seja vendendo no atacado, seja vendendo banda larga no varejo ou mesmo só vendendo para o mercado corporativo.
Sem metas, sem compromissos de cobertura, sem compromisso de preço baixo para público alvo ou para rincões do país. Mas, garantem os diretores da empresa, esse modelo vai cumprir os princípios do PNBL.




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