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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 31/01/2017 / Brazil Air Show debaterá desafios aéreos na América Latina


Brazil Air Show debaterá desafios aéreos na América Latina ...  

Karina Cedeño ...  

O palco do International Brazil Air Show (Ibas) receberá, entre os dias 29 de março e 2 de abril desse ano, nomes de peso para debater assuntos relacionados ao setor aéreo. E uma seção dentro do evento vai falar, especificamente, dos desafios envolvendo o Brasil e a América Latina.

No Landings Latin America, convidados como o ministro do Turismo, Marx Beltrão, o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, e o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, trarão à tona temas como as perspectivas econômicas para o setor aéreo, os desafios para a criação de aéreas de baixo custo na região e as consequências dos investimentos em infraestrutura nos aeroportos brasileiros.

Outros painéis discutirão ainda os desafios para o crescimento sustentado e sustentável da indústria aérea em linha com a indústria de turismo, as perspectivas de crescimento nos mercados regionais mais fortes, além de um painel que abordará atitudes a serem tomadas para estimular o aumento das viagens dos brasileiros e a preferência deles por viagens de avião, debate que será mediado pelo editor chefe e CCO da PANROTAS, Artur Andrade.

O evento acontecerá no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Rio Galeão), e tem a PANROTAS como apoiadora. Para mais informações, acesse http://www.internationalbrazilairshow.com/.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Exército encontra de arma branca a geladeira em penitenciária de RR

Sessenta e uma geladeiras, 31 televisores, 23 fogões de pequeno porte e 136 armas brancas. Essa é parte dos itens encontrados na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista (RR), onde 33 detentos foram mortos em rebelião no início de janeiro.

ImagemO balanço da varredura da última sexta-feira (27), que envolveu o Exército, inclui 56 celulares, 12 DVDs e aparelhos de som, três botijões de gás, duas máquinas de tatuagem entre outros itens inusitados .
Na ação, que teve início às 6h, foram utilizados detectores de metais de chão e de parede. Os militares só entraram no complexo após o isolamento dos detentos num pátio, segundo informou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, em coletiva em Recife (PE), no início da tarde do mesmo dia.
O Exército deu suporte a homens da Polícia Militar e da Secretaria de Justiça e Cidadania durante a revista. Com o agravamento da crise no sistema prisional, o presidente Michel Temer reconheceu que a situação ganhou "contornos nacionais" e liberou as Forças Armadas para atuarem dentro das prisões brasileiras.
Outros Estados também formalizaram à Presidência pedidos de entrada do Exército nas penitenciárias. Segundo o ministro, os procedimentos estão em fase de preparação e acontecerão nos próximos dias. De acordo com ele, porém, isso só ocorrerá em penitenciárias sem riscos de conflitos com os detentos.
Segundo o Ministério da Defesa, devem acontecer buscas em penitenciárias do Amazonas, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.

Veja o que foi encontrado
1,2 kg de drogas (maconha e cocaína)
56 aparelhos celulares e dois chips
136 armas brancas
3 cartões de memória USB
25 resistências improvisadas para esquentar água
4 marretas grandes
31 aparelhos de TV
55 antenas improvisadas
12 DVDs e aparelhos de som
23 fogões de pequeno porte
3 balanças de precisão
1 microondas
9 liquidificadores
61 geladeiras
1 garrafa pet com pólvora negra
2 sacos com sementes de maconha
3 botijões de gás
3 sanduicheiras
3 torradeiras
2 máquinas de tatuagem
R$ 607 em dinheiro
8 cartões de crédito
1 carteira de porte de arma vencida

MASSACRE

Trinta e três presos foram mortos no dia 6 de janeiro na Pamc (Penitenciária Agrícola de Monte Cristo), a maior penitenciária de Roraima, durante uma briga de facções. O caso envolveu presos ligados ao Comando Vermelho e ao PCC (Primeiro Comando da Capital), facção mais numerosa na penitenciária, após alguns deles quebrarem cadeados e invadirem a ala onde ficavam homens de menor periculosidade.
A maior parte das vítimas foi decapitada. Segundo a Sejuc, havia 1.475 presos na unidade quando o massacre aconteceu -a capacidade é para 750 detentos.
Foi o terceiro pior massacre já ocorrido dentro de uma unidade prisional na história do país e aconteceu quatro dias depois de 56 presos serem mortos no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus. O pior deles foi em 1992, quando uma ação policial terminou com 111 presos mortos no caso que ficou internacionalmente conhecido como massacre do Carandiru, em São Paulo.

REVISTA ÉPOCA


FAB nega informações sobre custo das viagens de autoridades

Ministério Público Federal vai cobrar novas explicações do governo. Comissão de Ética decide desmembrar investigação da farra dos jatinhos da FAB

Alana Rizzo

O Ministério Público Federal vai reiterar o pedido de informações sobre o custo das viagens de autoridades nos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). O governo afirma que os dados estão protegidos por sigilo e foram enquadrados na classificação de “Reservado” por causa do caráter estratégico. Segundo a Lei de Acesso à Informação, o grau tem sigilo de cinco anos. Desde o ano passado, a Procuradoria da República no Distrito Federal investiga a farra dos voos da FAB por ministros do governo.
O inquérito civil público, no entanto, não alterou a rotina dos pedidos. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, por exemplo, continua requisitando viagens nas aeronaves da FAB alegando “segurança”. O dispositivo garante prioridade nos voos, segundo o Decreto nº 4.244/2002. Em nota, o ministério alega que Meirelles trata de “reformas sensíveis”. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, também justifica como “segurança” o uso dos jatos oficiais para passar o fim de semana em Porto Alegre.
O Comando da Aeronáutica enviou no dia 20 de janeiro a lista de viagens realizadas nas aeronaves oficiais entre maio e outubro de 2016, além de cópias com os pedidos de transporte feitos pelas autoridades. O material está sendo analisado pela Procuradoria. Os investigadores querem saber se a liberação dos voos atende aos requisitos legais e se os ministros estão usando as aeronaves para fins pessoais. O transporte de autoridades é coordenado pelo gabinete do comandante da Aeronáutica. A Pasta informou que não tem acesso à agenda das autoridades e apenas requisita trechos, horário da viagem, número de integrantes da comitiva e situação da viagem (segurança, emergência médica, serviço, deslocamento para a residência).
A Comissão de Ética da Presidência da República também fechou o cerco contra a farra dos jatinhos. Os conselheiros decidiram desmembrar o processo que envolve 21 ministros. Segundo a comissão, o objetivo é analisar caso a caso e delimitar a conduta de cada autoridade. Ela vai requisitar novas informações ao Ministério da Defesa e quer garantir que não tenha brechas legais para uso da aeronave para finalidades pessoais.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Marinha: inscrição abre amanhã


A partir de amanhã, os interessados em uma das 1.240 vagas de aprendiz de marinheiro podem se inscrever para o concurso público aberto pela Marinha do Brasil, em edital publicado em 24 de janeiro. Para participar do certame, é necessário ter entre 18 e 22 anos, ter concluído o ensino médio e ser do sexo masculino.
Os aprovados serão admitidos em uma das quatro Escolas de Aprendizes Marinheiros do país, localizadas em Florianópolis (SC), Vitória (ES), Recife (PE) e Fortaleza (CE), onde realizarão curso de formação, com início previsto para 22 de fevereiro de 2018. O salário inicial do curso de formação é de R$ 1 mil. Quando se formar, o aluno será nomeado marinheiro especializado, permanecendo três anos nessa graduação.
As inscrições custam R$ 40 e podem ser feitas até 6 de março nos sites www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressonamarinha.mar.mil.br. As provas serão realizadas em uma das escolas da Marinha. A seleção constará de teste objetivo, de aptidão física, inspeção de saúde, avaliação psicológica, verificação de dados biográficos e de documentos. A data do exame objetivo será divulgada posteriormente.

JORNAL ESTADO DE MINAS


Anac suspende licença de vereador de BH e interdita helicóptero após prisão

Vereador foi detido na última sexta-feira depois de pousar com a aeronave na Praia da Bacutia, em Guarapari. Anac deve ouvir o parlamentar em processo administrativo

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu a licença de piloto do vereador Rubens Gonçalves de Brito (PSDB), o Bim da Ambulância, que foi preso na última sexta-feira depois de pousar um helicóptero na Praia da Bacutia, em Guarapari. A aeronave, matrícula PP-FEE, foi interditada cautelarmente. As medidas fazem parte de um processo administrativo aberto pelo órgão para apurar o ocorrido.
De acordo com a Anac, “as medidas foram aplicadas de maneira cautelar para que todos os fatos da ocorrência sejam esclarecidos”. “O dono do helicóptero e o piloto serão convocados para prestar esclarecimentos à ANAC. Ao final do processo de apuração, operador e piloto poderão sofrer sanções administrativas e, de acordo com avaliação do caso, suspensão das habilitações dos envolvidos. O caso também poderá ser enviado ao Ministério Público e à Polícia Federal para que sejam tomadas medidas no âmbito criminal”, afirmou no documento.
A prisão do vereador aconteceu na manhã de sexta-feira, por volta das 10h, pouco depois do pouso da aeronave. No helicóptero, estavam, além do piloto, o parlamentar e outra pessoa. Pouco depois da descida, alguns banhistas acionaram a Polícia Militar (PM). Em seguida, os delegados das Delegacias de Crimes Contra o Patrimônio e de Infrações e Outras, Marcos Luiz Nery e Diego Barcelos, foram para o local e constataram a irregularidade.
O vereador foi autuado pelo artigo 132 (Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo) e artigo 261 (Expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia). Se condenado, ele pode pegar de três a seis anos e meio de prisão. A aeronave, que foi alugada, foi levada para o Aeroporto de Guarapari onde vai ficar apreendida. No sábado, a Justiça mandou soltar o vereador.
Do céu ao inferno
Nesse domingo, o parlamentar comentou o ocorrido e pediu desculpas para os mineiros e capixabas. “Não fiz nada que ninguém nunca viu. Artistas, celebridades e jogadores fazem isso, mas tenho um título de vereador, e talvez por isso tomou essa proporção. Mas não faço esse tipo de pouso nunca mais. Foi um transtorno muito grande que me causou”, afirmou o vereador de Belo Horizonte. “Tinha planejado um passeio com minha mulher e filhas que estavam na praia. Como eu ia colocar alguém em risco se elas estavam na praia?”, argumentou o tucano.

PORTAL G-1


RN vê indicativos de relação entre ataques a bancos e facções

Documento assinado pelo governador diz que facções tentam se capitalizar. Documento enviado a Raul Jungmann pede prorrogação das Forças Armadas.

O Governo do Rio Grande do Norte diz que há possibilidade de que os ataques às agências bancárias tenham relação com facções criminosas que roubam “para se capitalizarem de forma a possibilitar ações contra o estado”. Esse é um dos cinco itens elencados no pedido de prorrogação da permanência das Forças Armadas na Grande Natal, conforme documento enviado pelo governador Robinson Faria ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, na semana passada. No documento, Robinson destaca que "há indicativos de intensificação das ações dos faccionados contra agências bancárias".
Nesta segunda-feira (30), criminosos invadiram a agência e explodiram um caixa eletrônico do Banco do Brasil na cidade de Lajes, na região Central potiguar.De acordo com a Polícia Militar, pelo menos 10 homens metralharam a delegacia, atacaram a agência bancária e bloquearam as entradas da cidade.
Somente em 2017, cinco agências bancárias foram alvo de bandidos em quatro ataques. A rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz começou no último dia 14, após o início, três ataques foram registrados, um na cidade de Tangará, na região Agreste, outro na cidade de Cerro Corá, na região Central potiguar, e o desta segunda-feira (30) em Lajes.
No último dia 28, duas bases da Polícia Militar foram atacadas em Natal. De acordo com o major Eduardo Franco da assessoria de comunicação da PM, a suspeita que são ataques orquestrados contra a corporação. “Os dois têm as mesmas características e aconteceram em horário próximo”, ressaltou. Ninguém ficou ferido.
Militares do Exército, Aeronáutica e Marinha estão atuando nas ruas de Natal e de cidades da Grande Natal, com objetivo de coibir novas ondas de ataques a ônibus ou instituições públicas.
Ataques
Uma onda de ataques criminosos aconteceu após a transferência de 200 presos de Alcaçuz., vinte e seis ônibus e micro-ônibus, cinco viaturas do governo do estado e das prefeituras, um caminhão, dois carros particulares, quatro delegacias e outros três prédios públicos foram alvos de criminosos. Não há informação de pessoas feridas. Os atentados, a maioria incendiários, foram registrados em dez municípios.
Mais de 10 pessoas foram presas, segundo o delegado geral Claiton Pinho. Neste sábado (21), ele confirmou que os ataques que vêm ocorrendo no estado, a maioria incendiários, têm relação com a rixa envolvendo facções criminosas que agem dentro e fora dos presídios potiguares.
Militares nas ruas
Homens das Forças Armadas estão nas ruas da capital potiguar e região metropolitana para garantir a segurança da população. A atuação dos agentes da Marinha, Aeronáutica e Exército nas ruas de Natal começou na última sexta (20) e segue até esta segunda-feira (30). Mas o Governo do Estado já solicitou a prorrogação dos trabalhos da Forças Armadas no Estado por mais 10 dias.
Crise no sistema penitenciário
O Rio Grande do Norte enfrenta uma crise no sistema penitenciário, que teve o ápice com uma rebelião que deixou 26 mortos no dia 14 de janeiro, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz..
Responsáveis
Um total de 111 detentos do pavilhão 5 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz terão suas penas aumentadas. Os presos foram ouvidos neste sábado (28) e, de acordo com a Polícia Civil, serão autuados de acordo com suas responsabilidades por posse de arma de fogo, posse de drogas, dano qualificado, apologia ao crime, associação criminosa ou motim.
“Esses 111 homens estão diretamente ligados com os crimes ocorridos dentro da penitenciária”, explicou o delegado-geral de Polícia Civil, Claiton Pinho. Ainda segundo o delegado, após a autuação, os detentos têm as penas acrescidas de acordo com o julgamento do crime cometido.
A operação aconteceu após a apreensão de um revólver, mais de 500 facas artesanais, celulares e drogas nesta sexta-feira (27). Homens do Grupo de Operações Especiais (GOE) do governo do Rio Grande do Norte e agentes federais de execução penal da força-tarefa realizaram uma operação nos pavilhões 4 e 5.
Massacres
O Rio Grande do Norte foi o terceiro estado a registrar matanças em presídios deste ano no país. Na virada do ano, 56 presos morreram no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Outros oito detentos foram mortos nos dias seguintes no Amazonas: 4 na Unidade Prisional Puraquequara (UPP) e 4 na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal. No dia 6, 33 foram mortos na Penitenciária Agrícola Monte Cristo (Pamc), em Roraima.
O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, classifica o massacre em Alcaçuz como "retaliação" ao que ocorreu em Manaus, onde presos supostamente filiados ao PCC foram mortos por integrantes de uma outra facção do Norte do país.
O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, afirmou nesta quarta-feira (25) que pretende desativar a Penitenciária de Alcaçuz ainda este ano. Segundo ele, a construção de três novos presídios permitirá a transferência dos presos da unidade. "A construção de Alcaçuz naquele local foi um grande equívoco naquele local, porque é uma área de geografia turística", afirmou Faria. Segundo o governador, os três presídios serão feitos de forma modular, para adiantar a entrega.

Governo pede à União o envio das Forças Armadas para atuar em RO

Reforço foi solicitado para atuar nos presídios e regiões de fronteira. Estado quer cooperação da União para custear sistema prisional de RO.

Do G1 Ro Com Informações Da Rede Amazônica

O Governo de Rondônia pediu apoio à União para o envio de homens das Forças Armadas para reforçar a segurança no estado em regiões de fronteira e presídios. O pedido foi feito durante reunião entre governadores com o presidente da República Michel Temer, em Brasília.
Em entrevista à Rede Amazônica, o governador Confúcio Moura disse que, como cooperação, as Forças Armadas irão fortalecer a fiscalização nas fronteiras e a segurança nos presídios.
No acordo firmado entre o Estado e União, para cada militar a ser pago pelo Governo Federal para reforçar a segurança em Rondônia, serão colocados dois policiais do Estado. Para que esse efetivo seja completo, Confúcio disse que vai contar com policiais em folga e os que se aposentaram recentemente.
As medidas anunciadas pelo governador fazem parte do plano integrado de segurança pública, para o enfrentamento da crise no sistema prisional.
Além do aumento no efetivo policial, o governador mencionou que o Estado também precisa de apoio para custear o sistema carcerário e sugeriu que a União direcione aporte financeiro para ajudar no custeio da manutenção das unidades prisionais. Segundo o Governo, cada detento custa em torno de R$ 2,5 mil ao mês.
"É preciso que o Governo Federal também participe nas despesas, porque grande parte dos presos das nossas cadeias, são presos federais, são presos em decorrência de contrabando, de porte ilegal de arma ou de tráfico entorpecentes, então são presos de competência exclusivamente federal e acaba o estado assumindo esse ônus", enfatizou o governador.
De acordo com o Governo, o Estado possui em torno de 11 mil detentos e outros 11 mil mandados de prisão para serem cumpridos. Dentre os presos do sistema, 1,6 mil seriam provisórios. Por isso, dentre as medidas em prol da segurança no sistema prisional, o Governo também propôs um mutirão carcerário.
Além do mutirão, Rondônia deve receber o reforço do projeto "Defensores sem Fronteiras", criado pelo Colégio Nacional de Defensores Públicos para atender áreas críticas. Entre março e abril, a iniciativa deve chegar ao estado.

Após susto, piloto de monomotor que caiu em Socorro, SP, recebe alta

Idoso de 72 anos pilotava avião experimental e caiu em uma pousada. Órgão da Aeronáutica ainda apura as causas dos acidente.

Do G1 Campinas E Região

ImagemO piloto do avião monomotor que caiu no último sábado (28) em Socorro (SP) recebeu alta na manhã desta segunda-feira (30) do Hospital São Francisco de Assis, em Bragança Paulista (SP). O idoso, de 72 anos, permaneceu internado durante o fim de semana para a realização de exames.
A queda do monomotor foi próxima à cabeceira da pista do aeroporto da cidade. Durante a descida, o avião também atingiu diversas árvores em um barranco antes de atingir o muro de uma pousada.
Homologação

Pilotos do aeroclube disseram à reportagem que o processo de homologação do aeroporto de Socorro junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está em fase de conclusão.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado à Aeronáutica, informou que a apuração do acidente deve ficar prejudicada, uma vez que o monomotor é uma aeronave experimental e o aeródromo não é homologado.

Saúde recebe reforço com a chegada de cubanos do "Mais Médicos" ao PA

68 médicos irão atuar em 38 cidades e Distritos Sanitários Especiais Indígenas. Programa objetiva ampliar o número de profissionais em regiões carentes.

Do G1 Pa

A assistência em saúde em 38 municípios do Pará e quatro Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) receberá reforço com a presença de 68 médicos cubanos que já estão no estado pelo Programa "Mais Médico", desenvolvido pelo Ministério da Saúde (MS).
Os médicos desembarcaram no aeroporto da Base Aérea de Belém na última sexta-feira (27), e após serem acolhidos em um hotel da capital serão encaminhados para os municípios de Altamira, Anapu, Aurora do Pará, Aveiro, Bagre, Belterra, Bragança, Brasil Novo, Brejo Grande do Araguaia, Breves, Cumaru do Norte, Curralinho, Curuá, Floresta do Araguaia, Itupiranga, Jacareacanga, Limoeiro do Ajuru, Marabá, Muaná, Nova Esperança do Piriá, Novo Progresso, Novo Repartimento, Óbidos, Oeiras do Pará, Oriximiná, Pacajá, Paragominas, Portel, Porto de Moz, Santa Maria das Barreiras, São Domingos do Capim, São Félix do Xingu, São João de Pirabas, Soure e Tucuruí, além dos DSEIs de Altamira, Guamá-Tocantins e Rio Tapajós.
Com a chegada desse grupo de reposição, o Pará conta com 789 médicos credenciados pelo Programa, incluindo os profissionais intercambistas e cubanos.
“A ação concebe uma força de trabalho indispensável junto aos demais profissionais que já atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Isso assegura acesso fácil da população e ainda melhora a qualidade dos serviços da atenção básica”, esclareceu Sônia Bahia, coordenadora da Comissão Estadual Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) e Mais Médicos.
Lançado em julho de 2013 pelo Governo Federal, o Programa Mais Médicos tem como objetivo ampliar o número de profissionais nas regiões mais carentes do país, que normalmente não recebem médicos brasileiros interessados em atuar nessas regiões.

Brasil envia aeronaves e militares ao Chile para ajudar no combate aos incêndios

Governo local decretou estado de emergência e pediu ajuda internacional em razão dos incêndios florestais que, segundo Defesa, já deixaram 11 pessoas mortas e destruíram 374 mil hectares.

O Ministério da Defesa informou nesta segunda-feira (30) que o governo brasileirou enviou neste fim de semana ao Chile aeronaves modelo C-130 Hércules e 28 militares para ajudar o país a combater os incêndios florestais registrados desde as últimas semanas, considerados os piores da história do Chile.
Na última quinta (26), a presidente chilena, Michelle Bachelet, já havia decretado estado de emergência e pedido ajuda a outros países.
Ao todo, segundo a Defesa, 11 pessoas morreram em razão dos 110 incêndios e 374 mil hectares foram destruídos pelo fogo.
Após Bachelet pedir ajuda internacional, o presidente Michel Temer informou, em mensagem publicada no Twitter, ter determinado às autoridades brasileiras que ajudassem o país a combater os incêndios.
Segundo o Ministério da Defesa, uma das aeronaves enviadas ao Chile utiliza um sistema chamado Maffs. Esse sistema é composto por cinco tanques de água. Dois tubos projetam-se pela porta traseira do avião e, a uma altitude média de cerca de 46 metros de altura despejam água sobre as áreas previamente determinadas.
A outra aeronave, informou o governo brasileiro, transportou os materiais necessários, entre os quais compressor, piscinas para abastecer a aeronave com água e equipamentos de manutenção.
Imóveis destruídos
Segundo a agência EFE, pelo menos mil imóveis foram arrasados pelo fogo entre a noite de quarta (25) e a madrugada desta quinta (26) na cidade de Santa Olga, na regiã de Maule, uma das mais atingidas pelos incêndios florestais.
Ainda de acordo com a agência internacional, relatórios iniciais das autoridades locais indicam que entre 6 mil e 7 mil pessoas perderam as casas onde moravam.

Permanência das Forças Armadas em Natal é prorrogada por cinco dias

Operação Potiguar II terminaria nesta segunda-feira (30). Tropas atuam no patrulhamento das ruas da capital.

A atuação das Forças Armadas no Rio Grande do Norte foi prorrogada por mais cinco dias. A Operação Potiguar II, conforme decreto presidencial, tinha previsão para terminar nesta segunda-feira (30), mas com a renovação as tropas devem permanecer na capital potiguar e região metropolitana até dia 4 de fevereiro.
O Governo do RN enviou, na sexta-feira (27), documento ao Governo Federal solicitando prorrogação por mais dez dias. No entanto, a permanência foi renovada por apenas mais cinco dias.
No documento, o governador Robinson Faria elencou cinco motivos para fundamentar a necessidade da continuidade da Operação Potiguar II. Em um dos tópicos, o Governo do Rio Grande do Norte diz que há possibilidade de que os ataques às agências bancárias tenham relação com facções criminosas que roubam “para se capitalizarem de forma a possibilitar ações contra o estado”.
A Operação Potiguar II teve início no dia 20 de janeiro, contando com militares do Exército, da Aeronáutica e da Marinha. No total, 1.800 militares foram designados para patrulhamento nas ruas de Natal e região metropolitana, com objetivo de combater ataques de facções criminosas.

JORNAL O DIA


Batalhão de Duque de Caxias é o primeiro do estado a usar drones em operações

"Espião aéreo" fotografa e filma áreas mais perigosas, facilitando operações contra traficantes

Francisco Edson Alves

ImagemRio - Policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) passaram a contar com um poderoso “espião aéreo” nas operações e patrulhamentos de rotinas nas comunidades do município. O batalhão, que tem 793 PMs, é o primeiro do estado a utilizar um drone (zangão em inglês) — pequeno aparelho não tripulado e controlado eletronicamente —, com capacidade de fotografar e filmar ambientes, inclusive à noite, até a uma altura de dois mil metros, no reforço da segurança.
“O equipamento está em fase de testes, mas os agentes do Serviço Reservado (P2) que o operam, já colhem bons resultados”, garante o comandante da unidade, o tenente-coronel Sérgio Amâncio de Souza Porto. Segundo ele, o drone tem facilitado as incursões da polícia em alguns locais de difícil acesso e conflagrados por traficantes.
Imagens do alto orientam a polícia quanto ao posicionamento e a movimentação dos bandidos, o tipo de armas que as quadrilhas estão usando e onde estão se escondendo, evitando ainda que as equipes caiam em emboscadas. Os agentes garantem que o equipamento ajudou na localização e prisão de uma parte dos mais de 180 presos nos últimos dois meses, com a apreensão de pelo menos 60 armas, entre elas nove fuzis.
No dia a dia, o drone vem sendo utilizado também para ajudar os PMs a reprimir bailes funk não autorizados e promovidos por traficantes; na repressão a motos em situação irregular, utilizadas principalmente por assaltantes e ladrões de carros; e na localização de bocas de fumo itinerantes.
De acordo com agentes da P2, o drone tem feito sobrevoos regularmente sobre as favelas tidas pela polícia como as mais perigosas do município, como a do Lixão, onde um PM foi baleado na sexta-feira, Vai Quem Quer e Jardim Gramacho. A ‘geringonça’ voadora também mapeia caminhos e tenta obter pistas, com base no Disque-Denúncia (2253-1177), pra localizar foragidos da Justiça, como Jackson Neres Batista, o Charlinho do Lixão ou da Vila Ideal, o mais procurado. Líder do Comando Vermelho, Charlinho é sucessor do pai, Charles Batista, o Charles do Lixão.
No ano passado, o DIA mostrou com exclusividade como empresários do comércio iniciaram testes de drones para evitar a ação de assaltantes e sequestradores em shoppings do Rio. Segundo os representantes dos centros comerciais, a intenção é detectar do alto ações de bandidos para que vigias e a Polícia Militar possam ser acionados. Uma diária para captação de imagens aéreas por drone pode custar de R$ 1,5 mil a R$ 6,8 mil, dependendo do tipo de equipamento, câmeras e risco ao equipamento.

Equipamento ainda não tem normas
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determina que os voos dos drones não podem ultrapassar a altitude máxima de 300 metros, assim como os aeromodelos de aviões orientados por controle remoto. Ainda não há uma regulamentação específica no Brasil, mas os equipamentos devem ser registrados no Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Em dezembro, o Decea lançou o Portal Drone/RPAS (www.decea.gov.br/drone), que reúne legislações e orientações para o uso de aeronaves remotamente pilotadas (RPAS, do inglês remotely piloted aircraft system). Uma novidade do portal é o sistema de solicitação de autorização de acesso ao espaço aéreo por RPAS, o SARPAS, que dá mais agilidade aos pedidos. O portal reúne, em manual, informações de segurança e normas.


JORNAL EXTRA


Militares terão idade mínima, teto e tempo de contribuição iguais aos dos demais trabalhadores, diz fonte


Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) - O governo planeja incluir as Forças Armadas nas mesmas regras previdenciárias estabelecidas para os demais servidores, incluindo a idade mínima de 65 anos, com algumas exceções, e o tempo de contribuição crescente para obter a aposentadoria, além do teto de 5.578 reais para o benefício, disse à Reuters uma alta fonte do governo.
A decisão marca uma virada na posição do governo, que retirou os militares da proposta de regime geral da Previdência e planeja mandar um outro projeto, específico, e que, inicialmente, contemplaria apenas o aumento do tempo de contribuição.
Há duas semanas, o próprio presidente Michel Temer confirmou à Reuters, em entrevista, que haveria um teto para a aposentadoria das Forças Armadas, mas que o valor ainda não estava definido. Segundo a fonte, esse ponto agora está resolvido.
"Será o mesmo teto para todos. Para além disso, a previdência complementar, em que o governo paga uma parte e os servidores, a outra", disse a fonte, que tem envolvimento direto com as negociações.
O projeto separado, disse a fonte, seria porque os militares não teriam um regime de previdência previsto na Constituição e isso terá que ser criado. As regras, no entanto, seguirão o padrão dos demais trabalhadores.
A idade mínima será de 65 anos, mas haverá exceções. "Existem funções que o militar exerce em que ele não pode trabalhar até os 65 anos", justificou a fonte.
O tempo de contribuição também será o mesmo. Com a idade mínima e 25 anos de recolhimento do INSS, o militar poderá se aposentar com 76 por cento do teto da Previdência. A cada ano a mais trabalhado, aumentará o valor da aposentadoria, mas não será mais integral, como é atualmente.
As mudanças ainda estão sendo negociadas em um grupo de trabalho com representantes das Forças Armadas. Mas a fonte reconheceu que as propostas devem desagradar o grupo, que sempre se opôs fortemente a quaisquer mudanças no seu regime de aposentadoria.
A ideia de incluir as Forças Armadas no regime geral da Previdência estava prevista no início das discussões sobre a reforma, mas foi descartada pela resistência dos militares, que ainda receberam apoio integral do ministro da Defesa, Raul Jungmann.
No entanto, as aposentadorias do setor representam 44,8 por cento do déficit da Previdência dos servidores da União, apesar de serem apenas um terço dos funcionários públicos federais, de acordo com um estudo da Comissão de Orçamento da Câmara. O déficit chegou a 50 bilhões de reais em 2016, de acordo com a fonte.
A contribuição dos militares também é inferior a dos demais servidores públicos. Enquanto os civis pagam 11 por cento em cima do salário bruto, o militares pagam apenas 7,5 por cento.
Manter o sistema praticamente como é hoje --a única mudança aceita pelas Forças até agora havia sido a ampliação do tempo de contribuição de 30 para 35 anos-- passou a ser difícil de justificar para o governo.
As mudanças, no entanto, ainda estão sendo negociadas. De acordo com uma outra fonte, a expectativa é que o governo apresente um texto final aos militares, ainda para ser discutido, no final de fevereiro. O governo planeja enviar a proposta e aprovar as mudanças ainda este ano.

JORNAL O TEMPO (MG)


Betim usa drone contra Aedes

Ação tem como objetivo vistoriar e identificar focos em terrenos aos quais agentes não têm acesso

Lisley Alvarenga

A Prefeitura de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, começará a utilizar, a partir de fevereiro, drones que vão auxiliar no combate à dengue no município. Essa é uma das ações criadas pelo Executivo que visam acabar com o problema na cidade.
O aparelho, que já é utilizado em Belo Horizonte e Goiânia, por exemplo, será um aliado importante. Ele vai sobrevoar áreas fechadas, como lotes vagos murados e casas sem moradores e abandonadas, as quais os agentes não têm acesso. Com as imagens, as autoridades de saúde de Betim poderão identificar os focos do Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, febre chikungunya e zika vírus, e iniciar o combate.
“Hoje há resistência por parte dos moradores em receber em suas casas agentes de combate a endemia, por causa da violência. Por isso, a utilização do drone irá ajudar a fiscalizar essas áreas residenciais e verificar onde há material que pode gerar depósito de água e servir de criadouro do mosquito”, explicou o prefeito Vittorio Medioli (PHS).
A preocupação do chefe do Executivo tem base em números. Em 2015, o município recebeu o título de “capital mineira da dengue”, com 26.138 casos notificados. Já no ano passado, Betim foi apontada como a quarta cidade em Minas com mais notificações, totalizando 19.074 registros. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, foram cinco mortes confirmadas nos anos de 2015 e 2016. Neste ano, são 35 casos notificados e 11 confirmados.
Antes de definir os locais a serem sobrevoados, a administração municipal realizou, entre os dias 2 e 13 de janeiro, em 8.200 imóveis, o Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), que permite acompanhar mais de perto a proliferação dos possíveis criadouros do mosquito e identificar as áreas com maior incidência da doença.
Conforme a Secretaria de Saúde, o índice geral do município foi de 1,5%, definindo uma situação de médio risco. Pelo levantamento, a região com maior índice de infestação é a Alterosas. Nessa região, os bairros com maior infestação foram Bueno Franco, Jardim Brasília, Espírito Santo e Niterói, todos com o índice de 3,7%.

Minas Gerais

Óbito. Uma pessoa já morreu em Minas Gerais neste ano vítima da dengue, e outras 2.469 têm suspeita da doença. No ano passado, foram 255 óbitos e 528.251 casos
no total.
“A utilização do drone irá ajudar a fiscalizar essas áreas e a verificar onde há material que pode gerar depósito de água.” Vittorio Medioli, prefeito de Betim.

Mutirão do Bem

Iniciativa. O Mutirão do Bem, que desde janeiro percorre todas as regiões de Betim para retirar lixo e entulho descartados em lugares impróprios, deve atingir nos próximos dias cerca de 30 mil toneladas de resíduos sólidos recolhidos.
Volume. “Foram 2.665 caminhões de entulho retirados. Depois que acabar essa fase do mutirão, faremos esse serviço de forma contínua”, explicou a secretária interina de Obras, Marinésia Dias da Costa. A gestora ressaltou que, paralelamente a essas ações, o município fará um trabalho de conscientização da população.

Limpeza
Carcaças de carro serão retiradas

Também estão programadas outras ações de combate à dengue em Betim, como a publicação, em fevereiro, de uma regulamentação que determina a retirada de carcaças de veículos de ruas e avenidas. “Além disso, iremos recolher pneus velhos e recomendar que a população não os guarde dentro de casa. Se isso ocorrer, os pneus devem ser ‘enlonados’ ou acondicionados em locais fechados”, explicou o prefeito Vittorio Medioli.
Ele informou também que o município pretende desenvolver um programa de coleta seletiva e de recicláveis, que deverá ser apresentado em breve. “Para isso, serão colocados pontos de coleta de resíduos molhados, que são os produtos orgânicos; de resíduos secos, ou seja, material reciclável; e de entulho, que são os materiais de construção. Trata-se de um projeto único e pioneiro voltado para Betim, com tecnologia simplificada e de muita eficiência. Meu sonho é implementar em Betim um sistema sustentável e ambientalmente correto de coleta seletiva”, finalizou Vittorio.
Para o caminhoneiro autônomo Felipe Neto, 51, do bairro Dom Bosco, essas ações irão ajudar a reduzir os focos na cidade. “Há dois meses convivo com carcaças abandonadas. Além do risco de bandidos se esconderem, esse é um criadouro do mosquito da dengue. Gostei das ações. Espero que a população colabore”, disse. (LA)

JORNAL TRIBUNA DO NORTE (RN)


Tropas ficarão mais cinco dias

As Forças Armadas que estão atuando na Operação Potiguar II desde o dia 20 deste mês, devem permanecer por mais cinco dias no Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada na noite desta segunda-feira (30) pela secretáriachefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Tatiana Mendes Cunha.Segundo ela, o presidente da República, Michel Temer, deu a autorização para essa permanância ontem.

No Rn

ImagemNa solicitação original, o Governo do Estado pediu ao Ministério da Justiça a prorrogação por 10 dias da Operação, marcada para terminar ontem (30). A autorização do Governo Federal, estendendo a ação em solo potiguar, por mais cinco dias, deve ser publicada na edição de hoje (31) do Diário Oficial da União.
Na sexta-feira, o comando da Operação apresentou um balanço das ações desenvolvidas pelas Forças Armadas para Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e ressaltou que, pelo oitavo dia consecutivo com a presença dos militares, não havia registros ataques de facção na região metropolitana de Natal.
Do dia 20 até o dia 27, os militares realizaram 1.542 atividades operacionais, entre elas, 226 patrulhas à pé e 790 motorizada; 20 pontos de bloqueio e controle;  além de operações aeromóveis e interagências. Ao todo, 1.846 militares atuam conjuntamente em 17 áreas integradas nas zonas Leste, Norte, Sul Oeste; Parnamirim e Macaíba.
Desses, 1.636 são do Exército; 140 da Marinha, que atuam no corte do rio Potengi; e 70 da Aeronáutica, que estão atuando em São Gonçalo do Amarante. Na Operação, atuam também a Polícia Militar, a Força Nacional e a Polícia Federal.  , no entanto, concedeu apenas mais cinco dias ao Estado.
 Autuações de presos
Cento e nove detentos da Presídio Rogério Coutinho Madruga, mais conhecido por Pavilhão 5 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, terão suas penas aumentadas. Os presos foram autuados pela Polícia Civil por posse de arma de fogo, posse de drogas, dano qualificado, apologia ao crime, associação criminosa ou motim. O delegado geral adjunto da Polícia Civil do RN, Correia Júnior, detalhou ontem (30), os resultados da autuação criminal de presos. De acordo com o delegado, as penas pelos crimes podem variar de dois meses a 15 anos.
Além destes delitos, alguns presos foram autuados por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo de uso permitido. “O trabalho de oitiva dos presos foi realizado por sete delegados, agentes e escrivães que se dividiram em cinco equipes. A Polícia Civil usou a estrutura de três delegacias móveis, um ônibus e duas vans, para ouvir os detentos que eram retirados de suas celas. O trabalho de nossos policiais durou todo o dia de sábado (28)”, detalhou o delegado Correia Júnior. Cada equipe da Polícia Civil ficou responsável para flagrantear um determinado número de presos.
Um grupo de trabalho  flagranteou 21 presos; o segundo grupo de trabalho flagranteou 27 presos;  já o terceiro flagranteou 19 presos; O grupo de trabalho quatro, flagranteou 21 presos e o grupo de trabalho inco, autuou 21 presos; “Todos dos presos foram autuados de forma individual por todos os crimes que cometeram e dentro de um prazo de 10 dias, os inquéritos serão finalizados”, afirmou o delegado Correia Júnior. O delegado afirmou que  nenhum dos autuados pertence ao “Sindicato do RN”. “Ou são do PCC (Primeiro Comando da Capital) ou são da Massa (que não pertencem a nenhuma facção)”, disse o delegado da Polícia Civil.
A ação da Polícia Civil ocorreu após a Operação Phoenix, deflagrada na sextafeira (27), com apoio de agentes Força -tarefa de Intervenção Penitenciária. Na primeira ação realizada no presídio, na sexta-feira (27), foram encontrados em esconderijos nos pavilhões 4 e 5, ao todo, 44 celulares, além de drogas, um revólver calibre 38 municiado e quase 500 armas brancas, entre tesouras, facas artesanais e metais pontiagudos.
Na madrugada do último domingo (29),  agentes da Força-tarefa voltaram a entrar no Pavilhão 5 de Alcaçuz. Durante a revista encontraram três revólveres - sendo dois de calibre 38 e um calibre 32 - três espingardas de fabricação caseira calibre 12, uma pistola calibre 380 e quatro mini-pistolas calibre 635, além de drogas, munições e mais 30 celulares. A operação Phoenix tem previsão de duração de 30 dias e tem como objetivo retomar o controle de Alcaçuz, bem como reformar a unidade prisional.
A ação policial aconteceu depois da entrada da Força de Intervenção Penitenciária Integrada (FIPI) e contou com a participação de sete delegados, cinco escrivães, além de dez agentes de polícia. A penitenciária está dividida em duas. Para evitar que membros do PCC e do Sindicato do RN, facção rival, circulem livremente  pelos pavilhões do presídio, após pelo menos 26 mortes confirmadas, ??uma barreira provisória de contêineres foi instalada para separar os pavilhões 4 e 5 (onde estão presos ligados ao PCC) dos pavilhões 1, 2 e 3 (que têm detentos do Sindicato RN). Ao todo, 81 agentes penitenciários vindos de quatro estados e do Distrito Federal dão suporte à intervenção em Alcaçuz.

"Desleixo ou corrupção"
O juiz de Execuções Penais de Natal, Henrique Baltazar, disse que tem informações sobre o que pode ter contribuído para a chacina dentro do presídio em Alcaçuz. Em postagem no Facebook, o magistrado afirmou que vai repassar as informações aos órgãos competentes. Para Baltazar, somente com “corrupção ou absoluto desleixo" seria possível um confronto entre os detentos dos pavilhões 5 e 4.
Na postagem, o magistrado afirmou que acreditava que as chances de chacina no presídio de Alcaçuz seriam pequenas devido à separação dos presos por facções. Porém, alguns dias depois, teve início a rebelião no presídio, onde pelo menos 26 detentos foram mortos. Na opinião do magistrado, o confronto poderia ter sido evitado.
"Ora, como a Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, onde estavam os presos integrantes do PCC, tinha a melhor estrutura física prisional do Estado, isso só pode ter acontecido por absoluto desleixo com regras básicas de segurança ou por corrupção", disse o juiz. Segundo Baltazar, ele possui informações "do pessoal do sistema prisional e da segurança pública" que indicam o que aconteceu. "Mas espero que o Estado o investigue e depois providencie para que a situação não se repita", postou o magistrado.

PORTAL PANROTAS


Brazil Air Show debaterá desafios aéreos na América Latina


Karina Cedeño

O palco do International Brazil Air Show (Ibas) receberá, entre os dias 29 de março e 2 de abril desse ano, nomes de peso para debater assuntos relacionados ao setor aéreo. E uma seção dentro do evento vai falar, especificamente, dos desafios envolvendo o Brasil e a América Latina.
No Landings Latin America, convidados como o ministro do Turismo, Marx Beltrão, o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, e o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, trarão à tona temas como as perspectivas econômicas para o setor aéreo, os desafios para a criação de aéreas de baixo custo na região e as consequências dos investimentos em infraestrutura nos aeroportos brasileiros.
Outros painéis discutirão ainda os desafios para o crescimento sustentado e sustentável da indústria aérea em linha com a indústria de turismo, as perspectivas de crescimento nos mercados regionais mais fortes, além de um painel que abordará atitudes a serem tomadas para estimular o aumento das viagens dos brasileiros e a preferência deles por viagens de avião, debate que será mediado pelo editor chefe e CCO da PANROTAS, Artur Andrade.
O evento acontecerá no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Rio Galeão), e tem a PANROTAS como apoiadora. Para mais informações, acesse http://www.internationalbrazilairshow.com/.

PORTAL CAMPO GRANDE NEWS


Base Área da Capital passa por mudanças para otimizar procedimentos da FAB


A Base Aérea de Campo Grande da Força Aérea Brasileira será remodelada a partir desta terça-feira (31). Segundo o órgão, vinculado à Aeronáutica, o foco do local passa a ser voltado para a área operacional.
A ‘Ala 5’, como será chamada, será responsável pelas atividades de preparo e ações de emprego da FAB. O local passa a ser considerado de estrutura fundamental para controle e proteção do espaço aéreo, principalmente na fronteira com o Paraguai.
Segundo a Aeronáutica, a ala será constituída basicamente por esquadrões aéreos, além de grupos, esquadrões e esquadrilhas especializados em manutenção de aeronaves, suprimento de aviação, armamento aeronáutico e segurança e defesa.
A FAB informou que a mudança estrutural das antigas bases aéreas e comandos aéreos regionais começou em dezembro do ano passado. No total, 15 novas alas serão criadas, em Anápolis, Belém, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Canoas, Galeão, Manaus, Natal, Santa Cruz, Santa Maria, São Paulo, Porto Velho, Recife e Salvador.
Entre as mudanças, está o fato de que atividades rotineiras, como aquisições de materiais e serviços, pagamento de diárias, conservação e reforma de instalações, fornecimento de alimentação e manutenção de viaturas, que antes eram de responsabilidade de um comandante da Base Aérea, passam a ser executadas por órgãos especializados.
Segundo o órgão, a mudança tem como objetivo buscar a simplificação dos processos e rapidez no planejamento e execução de suas atividades.

A espera do Exército prometido por Temer, fronteira está nas mãos do crime

Chefe do Estado Maior disse que não adianta botar soldados na faixa de fronteira e defende uso de tecnologia, mas sistema de monitoramento patina e até agora só cobre 4% dos 16 mil km

ImagemSem uma data definida para o Exército começar a ocupar pontos estratégicos da divisa brasileira com países da América do Sul, os 16 mil quilômetros da faixa de fronteira continuam desguarnecidos e dominados pelo crime organizado.
No dia 18 deste mês, o presidente Michel Temer anunciou à governadora em exercício Rose Modesto e a governadores de estados do norte e de Mato Grosso que mandaria as forças armadas para ajudar a proteger a fronteira.
Como a promessa pode levar até um ano para ser colocada em prática, as fronteiras devem continuar nas mãos das quadrilhas de narcotraficantes e contrabandistas, como acontece em Mato Grosso do Sul.
A solução, mesmo que parcial, poderia ser o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira), mas o projeto criado no governo de Dilma Rousseff continua em passos lentos.
Até agora, quase cinco anos após ser iniciado, o sistema só está presente em 4% da faixa de fronteira brasileira, incluindo o trecho entre Mundo Novo e Bela Vista, em Mato Grosso do Sul.
De acordo com o jornal O Globo, projetado pelo Exército para integrar radares, sensores, satélites e outros instrumentos de monitoramento e transmissão de dados, o Sisfron já consumiu R$ 1 bilhão. Em 2014 recebeu R$ 256 milhões, mas o valor caiu para R$ 182 milhões no ano passado.
Segundo a reportagem especial do jornal carioca sobre a fronteira brasileira, o governo Temer responsabiliza o contingenciamento de recursos e a crise financeira pelo atraso e promete aplicar R$ 470 milhões no Sisfron em 2017.
Apesar da promessa feita por Temer, o comando do Exército não vê a presença de mais militares na fronteira como salvação para a criminalidade que impera nessas regiões.
“Não adianta botar homem na faixa de fronteira inteira. A tecnologia avança a cada dia. Tem que ter sensores, analisar o que os satélites pegam e selecionar isso para definir uma ação. Isso está sendo feito, mas depende um pouco do esforço do país na parte orçamentária”, afirmou ao O Globo general Fernando Azevedo e Silva, chefe do Estado-maior do Exército.
Além do corte de gastos, outra dificuldade para a expansão do Sisfron é a natureza diversa da geografia brasileira. Para cobrir os quase nove mil quilômetros de fronteiras amazônicas, por exemplo, equipamentos terão de sofrer adaptações. Instrumentos usados hoje em Mato Grosso do Sul terão de ser modificados para uso na selva.
Sem previsão - O Ministério da Defesa afirma ser impossível estimar a conclusão da implantação do Sisfron. Após ficar completo o projeto piloto que parte de Dourados, o programa será reavaliado e aí sim traçado um cronograma.
Ainda conforme o jornal carioca, diante da pressão pela crise no sistema penitenciário e com o Sisfron limitado, o governo federal tenta montar uma espécie de polícia especial para a fronteira, formada por agentes destacados de órgãos existentes.
Entretanto, a proposta enfrenta resistências na cúpula federal ligada à área da Segurança, principalmente pela falta de efetivo disponível e de dinheiro. A própria Polícia Federal entende que o quadro de pessoal é pequeno para destacar mais homens para a fronteira.
Jungmann – O ministro da Defesa afirma que a baixa cobertura Sisfron não significa que o restante da fronteira esteja desguarnecido. Ele cita os 35 mil homens mantidos nos batalhões e brigadas instalados na faixa de fronteira – até 150 km em linha reta da linha internacional.
Ele acredita que os acordos de cooperação assinados no ano passado com países do Cone Sul possam ajudar na inteligência contra os crimes transnacionais e defende reformulações na Operação Ágata.
“Inteligência não é física, mas é o mais importante, porque permite saber onde está o comando do crime para atuar cirurgicamente. E neste trimestre, já começaremos a Operação Ágata, comandada pelo Exército, de outra forma. Será contínua, mas com operações curtas e de surpresa. O modelo antigo, com intervenções de longa duração, criou uma previsibilidade”, afirmou ele ao jornal O Globo.

OUTRAS MÍDIAS


SITE EXPRESSO MT


Processo para homologação de instrumentos do aeroporto de Sinop está em análise

A prefeita Rosana Martinelli esteve reunida com o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, em Brasília.
A prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR), recebeu a confirmação da Aeronáutica, que o processo que irá permitir que o Aeroporto Municipal João Batista de Figueiredo passe a operar também por instrumentos está em andamento. A documentação encaminhada pelo município está em análise técnica, para homologação dos Indicadores de Precisão de Trajetória de Aproximação (PAPI).
A confirmação foi feita após visita da prefeita à Brasília, que esteve reunida com o ministro dos Transportes, Maurício Quintella. O encontro foi intermediado pelo senador Wellington Fagundes (PR).
“É importante esclarecer que o processo não está parado no Cindacta IV, de Manaus. Nós estivemos em Brasília e a confirmação foi de que o processo está em andamento e é uma questão de tempo para ser feita essa homologação”, explicou a prefeita.
Após a avaliação técnica do Cindacta IV, ainda deve ser feita uma vistoria in loco e um voo teste no aeroporto de Sinop, com os técnicos da aeronáutica.
Durante a reunião em Brasília, o ministro ainda garantiu que as demandas encaminhadas pela prefeita de Sinop em relação ao aeroporto são prioridade e confirmou a liberação de R$ 90 milhões ainda no primeiro semestre deste ano, para as obras de construção de um novo terminal de passageiros.

BLOG FOLHA NOBRE (RO)


Concurso Sargento FAB: 358 vagas abertas para EEAR

Os jovens que desejam ser militares estão com 358 vagas abertas para o concurso Sargento FAB (Força Aérea Brasileira). As oportunidades são para o ingresso na EEAR (Escola de Especialistas da Aeronáutica) no primeiro semestre de 2018.

Inscrições
Os interessados em participar devem se inscrever até o dia 19 de fevereiro de 2017 pelo site da EEAR. A taxa de participação custa R$60.

Etapas de seleção
Os candidatos passarão por provas objetivas previstas para o dia 14 de maio de 2017, com disciplinas de língua portuguesa, língua inglesa, matemática e física.
Os jovens passarão também por outras etapas de seleção: inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico e validação documental – todos de caráter eliminatório.

Lotação
A EEAR está localizada no município de Guaratinguetá, interior de São Paulo, mas as provas acontecerão em diversos municípios do país.Salário
Após a conclusão do curso de dois anos, o profissional será nomeado Terceiro-Sargento Especialista da Aeronáutica e receberá salário de R$ 3.584,00.

Exigências
Para participar é necessário ter o ensino médio completo, idade mínima de 17 anos e máxima de 25 anos (até 31 de dezembro de 2018).

PORTAL D24AM


Coluna "Claro & Escuro": Jungmann fechará acordos com a Colômbia, em Manaus

Manaus - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, se reunirá com o ministro da Defesa e comandantes das Forças Armadas da Colômbia, na próxima terça-feira (31), em Manaus, para fechar acordos de trabalho conjunto entre os dois países, entre eles, ações de inteligência e de combate ao tráfico de armas e drogas. “Não se faz combate ao crime sem inteligência para fazer uma intervenção cirúrgica e obter sucesso”, disse Jungmann.
Depois de meio século de conflito entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), um acordo de paz entrou em vigor no dia 1º de dezembro de 2016. O acordo prevê, entre outros, a erradicação do cultivo de drogas ilegais e a entrega de armas da guerrilha à Organização das Nações Unidas. Segundo Jungmann, há uma preocupação sobre a entrada dessas armas no Brasil. “Existem alguns dissidentes das Farc que não estão dispostos a entrar nesse processo [de paz], e há um temor, justificado ou não, de que parte desse arsenal possa migrar para as nossas cidades”.

PORTAL INOVAÇÃO TECNOLÓGICA


Primeiro satélite brasileiro de comunicações será lançado em março

O lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC) do Brasil, o primeiro satélite de comunicações totalmente controlado pelo Brasil deverá ser lançado no próximo dia 21 de março.
O satélite tem como objetivo reforçar a segurança e a independência na comunicação estratégica dos segmentos de defesa do país e ampliar o acesso à internet de banda larga, principalmente em lugares remotos em território nacional.
Atualmente, tanto o tráfego civil quanto o de defesa ocorre por meio de satélites estrangeiros.
O satélite foi construído pela empresa francesa Thales Alenia Space, em um programa cujos custos chegam a R$ 2 bilhões.
Tecnologia operacional
Além de responsável pela construção, a empresa francesa também vai trabalhar auxiliando na transferência da tecnologia para o país. Cerca de 50 especialistas brasileiros acompanharam o projeto e estão capacitados para operar o satélite.
O satélite SGDC já está na Guiana Francesa, de onde será lançado a bordo de um foguete Ariane. Quando for ao espaço, ele deverá ficar estacionado em uma órbita a 36 mil quilômetros de distância da superfície, o que garante que ele estará sempre sobre a mesma posição em relação ao solo.
Sua operação está prevista para começar no segundo semestre de 2017, depois dos testes de validação e checagem dos sistemas.

LA NACION (CHILE)


Hércules facilitados por FFAA brasileña ya operan en Biobío

Las naves modelo C-130 tienen capacidad para cargar 12 mil litros de agua, pero uno de ellos se concentrará en el transporte de equipos técnicos y el traslado de brigadistas, víctimas y otros insumos en la zona.

ImagemEl Ministerio de Obras Públicas confirmó la llegada de 2 aviones Hércules C-130 de las FF.AA. de Brasil a la región del Biobío el mediodía de este lunes. Las naves traen consigo a 28 militares de ese país para participar en el combate de los incendios forestales de la zona.
El préstamo fue dado a conocer por el comandante de la Força Aérea Brasileira, teniente brigadier Nivaldo Luís Rossato, quien agregó que las dos naves cumplirán tareas distintas. Si bien ambos cuentan con una capacidad para trasladar 12 mil litros de agua en 5 compartimentos (que puede ser lanzada desde los 46 metros de altura), uno de ellos será utilizado para el transporte de equipamiento, piscinas desmontables, bombas de agua y compresores. También para llevar al lugar a 28 militares para contribuir al combate de los incendios forestales.
Otros contingentes provenientes de Venezuela, Panamá y Japón se han integrado durante este fin de semana al trabajo que convoca desde la región de O"Higgins a La Araucanía.
Desde este momento, las naves apoyarán el trabajo contra las llamas en 4 focos principales: el primero es el que aqueja a la localidad de Portezuelo y San Fabián de Alico, ambos en Ñuble. Ambos son incendios persistentes dada la geografía que dificulta el trabajo de los brigadistas. También se registran rebrotes en Hualqui y en las inmediaciones de los puentes camino a Florida.

PORTAL D24AM


Só 4% das fronteiras têm monitoramento

O governo responsabiliza o contingenciamento nos últimos anos e a crise financeira e promete aplicar R$ 470 milhões, neste ano, no Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras
Brasília - A extensão continental das fronteiras brasileiras coloca a tecnologia como elemento fundamental para aumentar o controle do fluxo de drogas e armas. São 16.866 quilômetros no total de fronteira terrestre, cinco vezes e meia a linha que divide Estados Unidos e México, de pouco mais de 3 mil quilômetros. No entanto, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), projeto iniciado ainda em 2012 como grande aposta para enfrentar o desafio, só cobre 660 quilômetros — cerca de 4% das fronteiras nacionais.
As informações foram publicadas pelo jornal O Globo. Segundo a reportagem, a cobertura pífia se dá na forma de projeto piloto, que vem sendo implantado a partir de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Projetado pelo Exército para integrar radares, sensores, satélites e outros instrumentos de monitoramento e transmissão de dados, o Sisfron consumiu R$ 1 bilhão desde o início do projeto. Em 2014, o investimento chegou no auge de R$ 256 milhões anuais, caindo desde então. Ano passado, foi de R$ 182 milhões.
O governo atual responsabiliza o contingenciamento de recursos nos últimos anos e a crise financeira pelo atraso, e promete aplicar R$ 470 milhões no projeto neste ano. Enquanto a expansão do sistema anda a passos lentos, cresce o clamor por mais homens nas fronteiras, sobretudo após a crise no sistema penitenciário com massacres recentes promovidos por facções ligadas ao tráfico de drogas.
Para o general Fernando Azevedo e Silva, chefe do Estado-maior do Exército, as condições das fronteiras brasileiras implicam necessariamente em ampliação da tecnologia: “Não adianta botar homem na faixa de fronteira inteira. A tecnologia avança a cada dia. Tem que ter sensores, analisar o que os satélites pegam e selecionar isso para definir uma ação. Isso está sendo feito, mas depende um pouco do esforço do País na parte orçamentária”.
A faixa de 150 quilômetros para dentro, a partir da linha divisória terrestre do território nacional, é considerada área de fronteira. Nesse espaço, militares têm poder de polícia, podendo revistar pessoas e veículos, fazer prisões em flagrante e patrulhar. Por esse conceito, toda a faixa de fronteira do Comando Militar da Amazônia soma 800 mil quilômetros quadrados.
Uma das dificuldades para a expansão do Sisfron é a natureza diversa da geografia brasileira. Para levar o projeto para os quase 9 mil quilômetros de fronteiras amazônicas, por exemplo, equipamentos terão de sofrer adaptações. Determinados instrumentos e a forma como são empregados hoje no Mato Grosso do Sul terão que ser modificados para uso no ambiente de selva.

Amazônia
Há peculiaridades na Região Amazônica, hoje, foco de uma intensa preocupação após massacres em presídios da região Norte relacionados a uma disputa de grupos pela rota local das drogas, segundo autoridades. O comandante militar da Amazônia, general Geraldo Antonio Miotto, ressalta que, apesar dos 9 mil homens do Exército na faixa de fronteira sob sua supervisão, os rios da região que separam o Brasil e países vizinhos são extensos e vascularizados.
“Muitos rios entram nas nossas cidades. Vão até Manaus. Isso dificulta muito a fiscalização. Mas estamos fazendo a nossa parte”, informouo general Miotto.
O Ministério da Defesa diz que não é possível estimar a conclusão da implantação do Sisfron “em decorrência da incerteza orçamentária”. A pasta explicou que após a implementação completa do projeto piloto, o programa será reavaliado para que possa ser traçado um cronograma.
Governo federal discute formar uma espécie de polícia especial
Pressionado pela crise no sistema penitenciário e com o Sisfron de alcance ainda limitado, o governo federal discute formar uma espécie de polícia especial para a área — própria ou com agentes destacados de órgãos existentes. Mas a proposta enfrenta sérias resistências na cúpula federal ligada à área da Segurança. Não só pela falta de efetivo disponível ou de dinheiro para a empreitada. Do ponto de vista técnico, a estratégia é apontada como uma mera resposta à opinião pública.
Na Polícia Federal, o entendimento é que o quadro de pessoal é pequeno. E que a estratégia mais acertada seria investir na área de inteligência para sufocar financeiramente o tráfico de drogas e de armas, sem descartar a repressão ostensiva e a vigilância das fronteiras.
O ministro Raul Jungmann não descarta a possibilidade, mas é cuidadoso ao lembrar que uma empreitada nesse sentido depende prioritariamente de viabilidade financeira. “ Quando recebermos essa determinação do presidente Michel Temer e, obviamente, os recursos necessários, as Forças Armadas estão prontas para aumentar o seu efetivo na Amazônia — afirmou Jungmann.

VIA TROLEBUS.COM


Antonov 225 pode voltar à América do Sul essa semana

ImagemApós visitar o Chile e o Brasil no final do ano passado, o maior avião do mundo pode dar as caras novamente aqui na América do Sul. De acordo com o canal de notícias 24 Horas Chile, o Antonov 225 Mryia deverá chegar a terras chilenas na madrugada de próxima terça-feira, 31 de janeiro.
O avião deverá trazer quatro aeronaves e os trinta operadores, que se juntarão à missão de combater uma onda incêndio que atinge a região. Além do Antonov, já visitaram o Chile pelo mesmo motivo, o Boeing 747-400 Supertanker e do Ilyushin IL-76.
O Governo Brasileiro enviou ainda neste domingo duas aeronaves da Força Aérea Brasileira – FAB, que decolaram, às 8h para auxiliar no combate aos incêndios.
Trata-se da pior onda de queimada no país. A Corporación Nacional Forestal (Conaf) divulgou, no último sábado (28), boletim que apontam 110 incêndios florestais ativos. As chamas já deixaram 11 mortos e queimaram uma área de cerca de 374 mil hectares, equivalente a cerca de 37 mil campos de futebol.

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Aeronáutica encerra inscrições do concurso com 173 vagas para Sargentos nesta terça-feira

O Estágio de Adaptação à Graduação de Sargento (Eags) tem 173 vagas em diversas especialidades dos Campos Militar e Técnico-Especializado. As inscrições vão até dia 31 de janeiro.
ImagemAs inscrições vão até o dia 31 de janeiro com taxa de R$ 60,00, e podem ser feitas nos sites da Aeronáutica - www.fab.mil.br e www.eear.aer.mil.br
São 45 vagas na especialidade de Enfermagem, 40 para Administração, 30 para Eletrônica, 20 para Informática, 14 vagas para Eletricidade, oito para Pavimentação, oito para Obras e oito para Topografia. Candidatos de ambos os sexos podem se inscrever, devendo ter idade entre 17 e 25 anos até 31 de dezembro de 2018 e comprovar a conclusão do ensino médio e de curso técnico de nível médio na especialidade a que concorre. Saiba mais no edital do concurso
A avaliação dos inscritos acontecerá por meio de provas escritas, com conteúdos de Língua Portuguesa e Conhecimentos Especializados; inspeção de saúde; exame de aptidão psicológica; teste de avaliação de condicionamento físico. As provas escritas estão previstas para o dia 9 de abril.
O estágio de Adaptação à Graduação de Sargento da Aeronáutica acontece sob regime de internato militar em Guaratinguetá-SP, com duração aproximada de um ano, onde são abordadas instruções nos Campos Militar e Técnico-Especializado. Durante o estágio, o aluno recebe a remuneração prevista em lei de R$ 1.054,00. Após a conclusão do estágio com aproveitamento, o aluno é promovido à graduação de Terceiro-Sargento e passa a ter remuneração de R$ 3.325,00, conforme a tabela de remuneração dos militares

JORNAL DO COMÉRCIO (RS)


Uso das Forças Armadas pode ferir a Constituição

Segundo o Ministério da Defesa, a partir desta semana, cerca de mil homens das Forças Armadas estarão disponíveis para apoiar os estados no combate à violência crescente nas prisões, que gerou mais de uma centena de mortes apenas em janeiro deste ano. A medida foi autorizada há duas semanas pelo governo federal, que condicionou a chegada das tropas à solicitação prévia dos estados em situação mais difícil. A decisão, descrita como "pioneira" pelo porta-voz da presidência, Alexandre Parola, é questionada por especialistas, que apontam a falta de previsão constitucional para a medida.
Em princípio, a atuação dos militares seria focada no uso de detector de metais e na inspeção de celas, procurando drogas, celulares e armas. O confronto direto com os presos em áreas conflagradas, como a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, não seria autorizado. Roraima deve ser o primeiro estado a receber ajuda para vistorias na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista. No local, 33 presos foram mortos em janeiro.
A fiscalização de presídios é, por definição, uma atribuição dos estados da Federação. No entanto, segundo representantes da presidência, a crise ganhou "contornos nacionais", o que tornou inevitável uma "ação extraordinária" do governo. A cooperação entre estados e a União no combate à crise carcerária é um dos itens do Plano Nacional de Segurança, lançado pelo presidente Michel Temer no começo do mês.
O artigo 142 da Constituição delimita a atuação das Forças Armadas "à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem". Em acréscimo, a Lei Complementar nº 97/1999 delimita a atuação de oficiais em "ações preventivas e repressivas, na faixa de fronteira terrestre, no mar e nas águas interiores". Da mesma forma, prevê o auxílio de Exército, Marinha e Aeronáutica no combate a "delitos de repercussão nacional ou internacional, no território nacional", mas limita essa atuação a "apoio logístico, de inteligência, de comunicações e de instrução".
Na visão do criminalista Fernando Augusto Fernandes, o artigo 142 não permite o uso das Forças Armadas nos presídios, no formato e condições propostas pelo texto assinado por Temer. "Trata-se de desvio de função, de caráter inconstitucional. Está ocorrendo uma "Guantanamização" dos presídios", acentua, referindo-se à base dos Estados Unidos onde são mantidas presos acusados de atividade terrorista.
As possibilidades de uso constitucional dos militares nesse cenário, segundo Fernandes, estariam em decretar estado de sítio ou intervenção da União nos estados em crise. Isso exigiria, contudo, aprovação pelo Congresso Nacional, de acordo com o artigo 34, inciso VII, alínea b da Constituição. "Do modo como está proposto, deveria ser questionado junto ao Supremo (Tribunal Federal). Acredito que seria rapidamente declarado como inconstitucional", reforça.
O advogado criminalista e constitucionalista Adib Abdouni, por sua vez, considera que a medida não fere o artigo 142, uma vez que pode ser enquadrada como um esforço de manutenção da ordem nacional. Mas reitera que, em sua visão, o governo toma uma medida "de fundo eminentemente político", como forma de disfarçar a falta de ações práticas para a melhoria do sistema prisional.
"É uma medida extrema, mas que foge da finalidade das Forças Armadas. O Estado argumenta pela necessidade de ordem, mas é só isso que deve ser levado em conta? E a obrigação de zelar pela integridade física e moral dos presos?", questiona. "Será que todos lá dentro fazem parte de facções? Muitos são provisórios, em processo de reeducação, trabalhando. Será que as Forças Armadas têm treinamento adequado? E se forem recebidos à bala? Vamos derrubar os prédios? Vamos resolver o problema das facções matando todo mundo?"
Somado a precedentes como a atuação de tropas nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, ano passado, e na Copa de 2014, o uso de soldados federais em presídios gera "um precedente perigoso", adverte Fernandes. "Vivemos um momento de enorme fragilidade constitucional. É preciso responsabilidade. Uma solução imediata, como essa, pode criar grandes dificuldades mais adiante, ainda mais em um país com histórico de regimes militares e de exceção."
Procurada pelo Jornal da Lei, a seccional gaúcha da Ordem dos Advogados do Brasil declarou que, por tratar-se de tema de alçada federal, aguardaria a posição do Conselho Federal da entidade antes de dar sua posição. Até o fechamento da matéria, a Ordem federal não havia se manifestado sobre a questão.
Falta uma estratégia nacional, afirma advogado constitucionalista
Na leitura do advogado criminalista e constitucional Adib Abdouni, o uso das Forças Armadas em estabelecimentos prisionais tende a ser ineficaz, pela falta de um trabalho prévio de inteligência que guie as ações. "Como ir para a guerra sem estratégia?", questiona. Para ele, é preciso um esforço integrado das polícias para separar as facções e deixar os líderes incomunicáveis, o que seria o primeiro passo efetivo para pacificar as prisões.
O criminalista Fernando Fernandes concorda, e vai além. Para ele, é fundamental rever a forma como o Direito Penal vem sendo aplicado no País. "Hoje, temos 35% dos detentos em cautelar, um índice extremamente alto. Isso numa realidade onde apenas 14% estão presos por homicídio e 3% por latrocínio. Estamos lotando os presídios de pessoas que não deveriam estar presas, colocando-as ao lado de homicidas", critica.
Uma situação que, de acordo com ele, passa também pela postura dos juízes. "O comportamento da magistratura, muitas vezes, remete ao pensamento do tempo das capitanias hereditárias", ataca. "É preciso que os juízes se submetam à lei, que parem de resistir às mudanças legislativas. Hoje, muitos, infelizmente, estão interpretando a lei e os direitos dos acusados da forma que bem entendem", lamenta Fernandes.

PARAN@SHOP.COM (PR)


Fator humano na aviação

Os recentes casos de acidentes na aviação levantam especulações sobre suas possíveis causas. Diversas opiniões aparecem sobre fatores externos, problemas com os pilotos e mesmo conspirações que possam ter causado o acidente. Quem vive no ambiente da aviação, no meu caso desde 1984 como piloto, tende a buscar explicações técnicas plausíveis, uma vez que elas normalmente se aplicam a totalidade dos acidentes.
A inteligência humana é capaz de desenvolver equipamentos maravilhosos e depois operá-los, mas este envolvimento direto desde a concepção até seu uso, traz a possibilidade de que o mesmo elemento criativo e racional seja o causador de erros e indutor de eventos não desejados, os acidentes. Isto ocorre porque as características individuais das pessoas envolvidas são diferentes, assim como o são o treinamento e a capacidade de julgamento de cada uma delas.
Quem trabalha na aviação sabe que devido a natureza extremamente técnica da atividade e ao envolvimento direto das pessoas, que são diferentes, o fator humano é sempre um aspecto decisivo quando se busca a explicação de eventos aeronáuticos. O fator humano pode ser por parte do controlador de voo, quando autoriza um voo e o controla, pode ser do especialista em manutenção, ao realizar ou conferir um procedimento de manutenção na aeronave, ou por parte dos tripulantes, em especial, dos pilotos.
Quanto ao pessoal envolvido na atividade aérea, incluindo os pilotos, uma vez que se encontrem com as condições físicas e mentais adequadas, os fatores decisisvos são o treinamento e sua capacidade de julgamento. O treinamento é muito importante, e com a expansão da atividade aérea muitas novas escolas de aviação aparecem, e com elas a chance de que a formação do piloto e seu treinamento não sejam o adequado. Neste ponto é fundamental a eficiente fiscalização por parte da agência oficial, no caso a ANAC, que precisa ter pessoal em número e especialização mais do que suficientes.
Em relação à capacidade de julgamento, é importante que o treinamento obtido tenha sido de boa qualidade, pois o conhecimento formal e as experiências na atividade aérea são fundamentais. A boa formação, o adequado treinamento e a repetição de boas práticas levam, com a experiência, às boas decisões. Os exemplos da Força Aérea Brasileira e das grandes empresas regulares de aviação atestam estas práticas e seus resultados.
Devido a estas experiências e práticas, quando ocorre um acidente na aviação, é fácil de entender o porque se pergunta imediatamente qual era a situação meteorológica no local do acidente. Não porque a meteorologia possa ter causado o acidente, o que até poderia excepcionalmente ocorrer, mas porque na maior parte das vezes a situação meteorológica adversa leva o piloto a ter que tomar decisões, fazer opções, e nesta hora, pressões diversas, má formação ou deficiente treinamento podem fazer com que ele ultrapasse os limites da pilotagem segura, daquilo que foi treinado ou deveria ter sido treinado, e isto sim leva a acidentes.
Sem querer desprezar outras possibilidades, nós que estamos na aviação aprendemos que na maior parte dos casos foi um deficiente planejamento do voo, uma falsa compreensão de uma situação, ou um erro de julgamento, feito em preciosos segundos durante um voo, que podem colocar toda uma situação a perder. Se olharmos com atenção podemos perceber estas situações fragilizadoras da segurança em todos os últimos acidentes aeronáuticos.
Nesta hora é importante ressaltar a necessidade de buscarmos a excelência na formação, no treinamento, na fiscalização, e nas práticas, para capacitarmos nossas tripulações a tomarem a melhor decisão sempre. Deixando a investigação de aspectos conspiratórios, caso existam, para a esfera policial.
*Fábio Augusto Jacob é Oficial-Aviador da reserva da Força Aérea Brasileira, coordenador e professor da Academia de Ciências Aeronáuticas Positivo (ACAP) da Universidade Positivo (UP).

SITE FOLHAMAX (MS)


Aviação regional tem queda de passageiro

A aviação regional em Mato Grosso registrou queda de 70,51% na quantidade de passageiros no fechamento de 2016 na comparação com 2015. O número de pessoas que pousaram ou decolaram do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, com destino ou origem em aeroportos do Estado baixou de 794,942 mil em 2015 para 328,739 mil passageiros em 2016, uma redução real de 328,739 mil usuários, conforme dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
A baixa demanda tem sido o principal entrave para as empresas de transporte aéreo de pequeno porte que desejam ampliar a malha aeroviária no Estado. E para driblar essa dificuldade, a saída é buscar parcerias com sociedades civis organizadas para aumentar a taxa de ocupação dos voos e reduzir o custo das passagens.
De acordo com o secretário-adjunto de Turismo de Mato Grosso, Luis Carlos Nigro, duas empresas aéreas que atuam na aviação regional demonstram interesse em ampliar o número de voos para destinos mato-grossenses em 2017. A Azul Linhas Aéreas Brasileiras e a mato-grossense Asta informaram ao governo estadual planos de expansão.
A Azul está interessada em criar voos para Cáceres e Tangará da Serra, enquanto que a Asta pretende atender 11 destinos: Colniza, Aripuanã, Juruena, Sapezal, Campo Novo dos Parecis, Tangará da Serra, Pontes e Lacerda, Cáceres, Primavera do Leste, Querência e Canarana.
A Azul esclarece, por meio de assessoria de imprensa, que não comenta estratégias de ampliação de voos e que só confirmará os destinos quando eles forem aprovados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Mesmo com a não confirmação por parte da companhia aérea, o secretário Luis Carlos Nigro afirma que o governo do Estado tem tomado providências para que os destinos estejam regulares o mais rápido possível. “Prezamos pela viabilidade econômica dos aeroportos regionais e aeródromos, pois a abertura de um voo regular tem um custo elevado para as companhias, o que é constatado mediante intenso estudo de viabilidade. Mas, o Estado tem feito sua parte para garantir a ampliação da malha aeroviária regional, o que é importante para a economia e para a população”, pondera Nigro.
O diretor de operações da Asta, Magnus Albert Block, afirma que a empresa está operando com 30% da capacidade, o que significa grande potencial de atuar nos 11 destinos que planeja para 2017. “O maior entrave para isso é a falta de demanda, o que leva à retração da oferta. Iniciamos um plano de atração de parceiros, que serão as sociedades civis organizadas e órgãos públicos para que nos auxilie em um diagnóstico de demanda para os destinos que temos interesse em atuar”.
De acordo com o diretor, as parcerias seriam uma espécie de previsão sobre a necessidade de voo que as entidades ou órgãos públicos dentro do cronograma organizacional. “Com isso teríamos uma taxa de ocupação favorável à redução do preço da passagem. Para se ter ideia, uma passagem aérea entre Cuiabá e Tangará da Serra custa em média R$ 400, e passaria a R$ 250, por meio da parceria”, explica Block.
O custo elevado, segundo o diretor, é decorrente de uma série de fatores que inclui o preço do querosene da aviação e do custo operacional. “Somente o aluguel do hangar no Aeroporto Marechal Rondon equivale a R$ 33 mil mensais, e isso é distribuído no preço das passagens aéreas, já que é a nossa única fonte de renda”, relata.
ENTRAVES - Magnus Block, da Asta, afirma que outros entraves corroboram para a não criação de voos regionais, tais como a regulamentação e a infraestrutura. “No nosso caso, cujas aeronaves possuem 9 assentos, não temos tantas exigências quanto à pista e condições do aeroporto ou aeródromo. Mas, para as aeronaves de grande porte com média de 93 passageiros existe uma série de exigências da Anac, tais como a presença da estrutura do Corpo de Bombeiros”.
Em Mato Grosso existem 5 aeroportos em atividade: o Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande; o Presidente João Figueiredo (Sinop), o Maestro Marinho Franco (Rondonópolis); o Piloto Oswaldo Marques Dias (Alta Floresta) e o Adolino Bedin (Sorriso). Já as cidades onde a Asta e Azul pretendem ampliar a malha viária possuem aeroportos em construção ou aeródromos. Em Cáceres, está em construção o Aeroporto Nelson Martins Dantas, enquanto que em Tangará da Serra o aeroporto regional, também em construção, não possui voos comerciais e já teve esse tipo de operação nos anos de 1990.
No Plano de Levantamento Aeroportuário e Operacional da Asta, apresentado ao governo do Estado, consta que em Colniza há pista, que foi homologada recentemente como privada, e que a cidade tem forte potencial para o transporte aéreo, mas a pista ainda não tem pavimentação nem sinalização. Em Sapezal só existem pistas privadas, o que inviabiliza operações de voos regulares, mas o município se destaca pelo agronegócio e distância da Capital, de aproximadamente 500 km.
Em Campo Novo do Parecis existem pistas privadas e a pista pública municipal perdeu registro há alguns anos, não sendo pavimentada nem sinalizada. “(...) não possui qualquer apoio aos usuários assim como não há zona de proteção do aeródromo, ficando o mesmo exposto a invasões e incursões de veículos, pessoas e animais, a cidade é de grande interesse por conta de sua importância econômica, politica e também pela posição geográfica por se situar longe da capital e ser vizinha de cidades importantes como Sapezal e Tangará da Serra”, expõe o relatório da empresa estadual.
Em Tangará da Serra existe pista pública e asfaltada, mas em mau estado de conservação e não sinalizada, conforme pontua a Asta. Já em Pontes e Lacerda há pista pública asfaltada, mas em péssimo estado de conservação, sem estrutura de apoio aos usuários. “Tal aeródromo é conhecido pela insegurança por conta das diversas ocorrências de roubos, tentativas de roubo a aeronaves e sequestros devido a sua proximidade com a fronteira com a Bolívia”, diz a Asta.
Em Primavera do Leste também há pista pública homologada e asfaltada, com sinalização em bom estado e pequeno salão de passageiros. Em Canarana, a pista pública está homologada, mas não possui pavimentação, nem estrutura própria para receber usuários e conta com local de abastecimento.
Em Querência, não há pista pública, embora desperte interesse pela relevância econômica, posição geográfica e presença de grandes grupos empresariais do agronegócio. Em Juruena, o aeródromo dispõe de salão para recepção de passageiros, estacionamento razoável, mas não conta com pavimentação, tanto a pista quanto o pátio. Por fim, Aripuanã é considerada na avaliação da companhia aérea a que possui mais deficiência de recursos e infraestrutura, embora possua pista e pátio asfaltados e sinalizados.




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