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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 20/11/2016 / Programa chinês pode dar nova chance para jatos comerciais da Embraer


Programa chinês pode dar nova chance para jatos comerciais da Embraer ...


Depois que a Embraer anunciou o fim de toda a sua produção de jatos executivos na China, em junho, uma nova medida do governo local pode dar à fabricante brasileira uma segunda chance na aviação comercial do país.

O órgão responsável pela aviação civil chinesa acaba de editar uma mudança na regulação, definindo que as companhias aéreas comerciais entrantes precisarão constituir uma frota com ao menos 25 aviões de até cem lugares antes de partirem para a compra de jatos maiores.

A iniciativa é parte do programa de investimento em infraestrutura de transporte que inclui a construção de aeroportos e subsídios a companhias aéreas regionais.

A aquisição de aviões de maior porte das fabricantes Boeing e Airbus fica para um segundo plano no desenvolvimento da aviação regional.

A medida favorece a fabricação de jatos comerciais da Embraer, cujo carro-chefe são aeronaves de até 130 lugares, e representa novo fôlego no mercado chinês, que equivale a quase 5% de seu faturamento líquido no mundo. Também ajuda concorrentes como a canadense Bombardier e a chinesa Comac.

O impulso vem logo após o fim da joint venture HEAI (Harbin Embraer Aircraft Industry), entre a Embraer e a estatal chinesa Avic, que produzia para o segmento de aviões executivos desde 2012, uma demanda enfraquecida nos últimos anos. O último jato da marca feito na China, um Legacy 650, foi entregue no primeiro trimestre.

Com o fim da joint venture, a presença da brasileira no país se resume a um escritório de marketing e vendas em Pequim. As instalações fabris ficam com a Avic.

Os aviões vendidos para clientes chineses serão [sic ... seriam] todos construídos no Brasil, nas instalações da Embraer em São José dos Campos, interior de São Paulo, onde a brasileira já vinha produzindo suas encomendas do segmento comercial desde que o governo chinês negou a fabricação dos modelos anos atrás.

Altos e Baixos

A história da Embraer na China é marcada por altos e baixos. Quando estabeleceu parceria com a estatal Avic, em 2003, para a criação da HEAI, a produção era voltada para o jato ERJ-145, de 50 assentos. Mas o mercado chinês evoluiu mais rápido do que se previa, e o porte de 50 passageiros ficou pequeno para a demanda, perdendo mercado anos depois.

A fábrica, em Harbin, ficou ociosa em 2011, quando Pequim negou a produção do E-190 (cem lugares) porque uma empresa chinesa, a Comac, já fabricava um modelo semelhante.

Após meses com equipamentos parados e funcionários em licença remunerada, uma visita da então presidente Dilma Rousseff ajudou a convencer o governo chinês a liberar a fábrica para a montagem de jatos executivos Legacy, um mercado bastante reduzido se comparado ao do E-190, maior sucesso de vendas da empresa no país.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Mortes por chikungunya crescem 2.500% e criam alerta para o verão

Alvo de preocupação devido ao risco de novas epidemias com a chegada do verão, a chikungunya também gera alerta por causa do aumento no número de mortes relacionadas à doença.

Natália Cancian

Dados de governos estaduais e dos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social obtidos pela Folha dão mostras desses impactos. Neste ano, por exemplo, já são ao menos 156 mortes por chikungunya confirmadas no país, contra seis em 2015, avanço de 2.500%, segundo levantamento da reportagem junto a secretarias estaduais de saúde do Nordeste, Rio e São Paulo.

Esse número tende a crescer, já que há em investigação ao menos 432 mortes suspeitas de ligação com arboviroses como dengue, zika ou chikungunya, sendo que essa última responde pela maioria das confirmações.
"É um número altíssimo. É a mais grave das arboviroses", diz Carlos Brito, professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). No Nordeste, o total já supera as mortes por dengue neste e nos últimos dez anos.
Ao mesmo tempo, especialistas também apontam a possibilidade de subnotificação. Isso ocorreria porque, enquanto na dengue os casos se agravam ainda na fase aguda dos sintomas, as mortes por chikungunya ocorrem geralmente após 20 a 30 dias do início do quadro, o que dificulta a associação com a infecção prévia pelo vírus.
Apesar do aumento em relação ao ano passado, a maioria dos registros agora confirmados são de mortes registradas entre fevereiro e abril deste ano, mas que houve demora na notificação ou investigação.
A idade das vítimas varia entre 0 e 98 anos –idosos e pacientes com doenças associadas, como hipertensão, diabetes e problemas renais, são tidos entre os grupos mais vulneráveis a complicações. "Mas também existe um grupo de pacientes jovens, em uma proporção menor, que morrem sem nenhum fator de risco associado", completa Brito.
VERÃO E ALERTA
Os dados dão um retrato do avanço recente da chikungunya, considerada a principal ameaça de epidemia para o próximo verão, período em que há maior infestação do mosquito transmissor da doença –além do Aedes aegypti, a chikungunya é transmitida pelo Aedes albopictus.
Em todo o ano de 2015, foram 38 mil casos prováveis da doença registrados após atendimentos na rede de saúde. Neste ano, dados atualizados do Ministério da Saúde até o dia 25 de outubro já apontam 251 mil.
Com sintomas parecidos aos da dengue, a chikungunya se diferencia pelas fortes dores que causa nas articulações de mãos e pés, as quais podem se estender por meses –e até anos.
Para Rivaldo Venâncio, pesquisador da Fiocruz, os dados deixam clara a necessidade de preparar a rede de saúde.
"Se temos dificuldades em conter epidemias, poderíamos dedicar parte de nossas políticas públicas para organizar a rede de atenção aos nossos doentes. Não precisamos esperar chegar o mês de fevereiro e ter as unidades de saúde entupidas."
Ainda segundo Venâncio, a ocorrência de mortes por chikungunya já era registrada na literatura. O alto número, assim, reflete os primeiros impactos do avanço da doença no país.
"A morte não deixa de ser uma ocorrência rara [se comparada com a população]. Mas é um número mínimo que, quando a base que adoeceu é muito grande, toma um vulto assustador", diz.
Luciano Pamplona, da Universidade Federal do Ceará, diz que o número registrado não era esperado. "A história anterior à chikungunya chegar ao Brasil era uma doença que limitava muitas pessoas, mas não matava tanto."
Em nota, o Ministério da Saúde informa que essas mortes estão sendo avaliadas junto aos Estados e que o aumento na detecção ocorre devido à adoção de um protocolo específico para investigação. Diz ainda que o avanço da chikungunya no país já era previsto, "uma vez que é uma doença recente e, por isso, a população está mais suscetível."
"O Ministério da Saúde trabalha com a possibilidade de que ocorra um aumento no número de casos nos próximos meses em alguns Estados ainda não afetados pela doença devido à suscetibilidade da população e às condições climáticas favoráveis como o calor e as chuvas, condições ideais para a proliferação do Aedes aegypti", informa.

Programa chinês pode dar nova chance para jatos comerciais da Embraer


Depois que a Embraer anunciou o fim de toda a sua produção de jatos executivos na China, em junho, uma nova medida do governo local pode dar à fabricante brasileira uma segunda chance na aviação comercial do país.
O órgão responsável pela aviação civil chinesa acaba de editar uma mudança na regulação, definindo que as companhias aéreas comerciais entrantes precisarão constituir uma frota com ao menos 25 aviões de até cem lugares antes de partirem para a compra de jatos maiores.
A iniciativa é parte do programa de investimento em infraestrutura de transporte que inclui a construção de aeroportos e subsídios a companhias aéreas regionais.
A aquisição de aviões de maior porte das fabricantes Boeing e Airbus fica para um segundo plano no desenvolvimento da aviação regional.
A medida favorece a fabricação de jatos comerciais da Embraer, cujo carro-chefe são aeronaves de até 130 lugares, e representa novo fôlego no mercado chinês, que equivale a quase 5% de seu faturamento líquido no mundo. Também ajuda concorrentes como a canadense Bombardier e a chinesa Comac.
O impulso vem logo após o fim da joint venture HEAI (Harbin Embraer Aircraft Industry), entre a Embraer e a estatal chinesa Avic, que produzia para o segmento de aviões executivos desde 2012, uma demanda enfraquecida nos últimos anos. O último jato da marca feito na China, um Legacy 650, foi entregue no primeiro trimestre.
Com o fim da joint venture, a presença da brasileira no país se resume a um escritório de marketing e vendas em Pequim. As instalações fabris ficam com a Avic.
Os aviões vendidos para clientes chineses serão todos construídos no Brasil, nas instalações da Embraer em São José dos Campos, interior de São Paulo, onde a brasileira já vinha produzindo suas encomendas do segmento comercial desde que o governo chinês negou a fabricação dos modelos anos atrás.

ALTOS E BAIXOS
A história da Embraer na China é marcada por altos e baixos. Quando estabeleceu parceria com a estatal Avic, em 2003, para a criação da HEAI, a produção era voltada para o jato ERJ-145, de 50 assentos. Mas o mercado chinês evoluiu mais rápido do que se previa, e o porte de 50 passageiros ficou pequeno para a demanda, perdendo mercado anos depois.
A fábrica, em Harbin, ficou ociosa em 2011, quando Pequim negou a produção do E-190 (cem lugares) porque uma empresa chinesa, a Comac, já fabricava um modelo semelhante.
Após meses com equipamentos parados e funcionários em licença remunerada, uma visita da então presidente Dilma Rousseff ajudou a convencer o governo chinês a liberar a fábrica para a montagem de jatos executivos Legacy, um mercado bastante reduzido se comparado ao do E-190, maior sucesso de vendas da empresa no país.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Ana Sátila tira até do bolso por treinador

Principal canoísta do País estuda investir do próprio dinheiro para treinar com italiano dispensado pela confederação

Para se adequar a “uma nova realidade econômica e estrutural”, a Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) anunciou mudanças na comissão técnica da canoagem slalom para o próximo ciclo olímpico. O italiano Ettore Ivaldi deixou o comando da modalidade depois de cinco anos de trabalho e foi substituído pelo brasileiro Cássio Ramon Petry, que será auxiliado por treinadores nacionais. Apesar de elogiar a iniciativa da entidade de valorizar as “pratas da casa”, a canoísta Ana Sátila não aceitou a decisão e deseja manter a parceria com o europeu até os Jogos de Tóquio, em 2020.
“A gente tinha uma sintonia muito boa. Não pretendo parar de treinar com ele ainda, independentemente de ele estar fora da confederação. É um grande treinador, os resultados que consegui com ele até hoje na canoagem mostram isso”, diz.
Integrante da seleção permanente em Foz do Iguaçu (PR), Ana tentará conciliar a agenda para continuar sob a tutela do estrangeiro. Para isso, planeja um período de treinamento na Europa, mesmo que tenha de pagar do próprio bolso. No último ciclo olímpico, era contemplada pelo programa Bolsa Pódio do governo federal, recebia auxílio mensal de cerca de R$ 8 mil da entidade e contava com apoio da Força Aérea Brasileira.


TV GLOBO - JORNAL NACIONAL


Helicóptero da PM do Rio cai e quatro policiais morrem

Policiais sobrevoavam a área atrás de criminosos. A queda aconteceu próximo à Linha Amarela, uma das principais vias expressas da cidade.

Um helicóptero da Polícia Militar do Rio de Janeiro caiu neste sábado (19) na Zona Oeste da cidade. Os quatro PMs que estavam a bordo morreram. O acidente aconteceu pouco antes de escurecer, a poucos metros da Cidade de Deus. Os policias estavam sobrevoando a área, fazendo imagens da movimentação dos criminosos da comunidade para repassar para o controle da operação.
Durante todo o dia policiais fizeram operação na Cidade de Deus. Houve intenso tiroteio. A Linha Amarela, uma das vias expressas mais importantes da cidade, chegou a ficar fechada duas vezes durante o dia por causa da troca de tiros entre bandidos e policias.
O confronto começou depois que uma viatura da PM foi atacada por traficantes. O comando da PM não confirmou a causa da queda nem o nome dos ocupantes, que morreram. Por volta das 20h40 deste sábado, a Linha Amarela estava fechada e o trânsito intenso.

PORTAL UOL


Guaratinguetá vai herdar a última piscina utilizada na Olimpíada do Rio-2016


Ficará em Guaratinguetá a última das cinco piscinas adquiridas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio. A cidade do Vale do Paraíba, localizada a 175 km de São Paulo, foi a escolhida pelo Ministério do Esporte e pela Universidade da Força Aérea (Unifa) para herdar uma das estruturas provisórias montadas pelo governo federal para os atletas do Rio-2016. Se não houver mudanças de planos, Manaus (AM), Salvador (BA), o Parque Madureira e o bairro de Campo Grande, respectivamente nas zonas Norte e Oeste do Rio, ficarão com as demais piscinas.
A piscina que vai para Guaratinguetá foi adquirida pela Unifa junto às que irão para Manaus e Salvador, com recursos oriundos do Ministério do Esporte. O convênio, no valor de R$ 17,8 milhões, contempla a montagem no Rio, a desmontagem e a remontagem das três até agosto de 2017. Só o transporte a partir do Rio não entra na conta.
Se o governo do Amazonas e a prefeitura de Salvador se comprometeram em arcar com os custos da locomoção de sete contêineres, no caso de Guaratinguetá, localizada à beira da Rodovia Presidente Dutra, a própria Aeronáutica vai se responsabilizar. Isso porque a piscina vai ficar dentro da Escola de Especialistas de Aeronáutica, maior complexo de ensino técnico da Força Aérea Brasileira (FAB)". Em 75 anos, já passaram por lá cerca de 72 mil sargentos.
Ainda de acordo com a Aeronáutica, a piscina será disponibilizada à população por meio de convênio com entidades esportivas da cidade e da região. Ali, desde 2014, já funciona um núcleo do Projeto Segundo Tempo - Forças no Esporte, iniciativa conjunta dos ministérios da Defesa e do Esporte. Atualmente, 500 crianças da rede pública de ensino de Guaratinguetá desenvolvem atividades musicais e esportivas na Escola de Especialistas.
Guaratinguetá já tem uma das melhores piscinas semi-olímpicas (25 metros) do País, mas ela é privada. Fica no Itaguará Country Clube, onde aconteceu o Troféu José Finkel de 2014. O equipamento que chegará no ano que vem, entretanto, é da medida olímpica, de 50 metros, ainda que, durante o Rio-2016, tenha sido montado num tamanho menor, adaptado à necessidade e ao espaço. Serviu para o aquecimento dos atletas de polo aquático e nado sincronizado, dentro do Parque Aquático Maria Lenk.
As outras duas piscinas da Unifa têm a medida olímpica, de 50 metros, e ficaram instaladas provisoriamente dentro de um galpão do Parque dos Atletas, centro de treinamento montado na Cidade do Rock, também na Barra. Em Manaus, a piscina vai ficar na Vila Olímpica da capital amazonense, perto da Arena da Amazônia. A prefeitura de Salvador ainda não anunciou onde instalará a dela, só que o medalhista olímpico Edvaldo Valério será o responsável pela administração.
Já as piscinas do Estádio Aquático, onde ocorreram as provas de natação, têm seu futuro novamente incerto. Elas pertencem à prefeitura do Rio e chegaram a ser colocadas à disposição de outros estados em chamada pública aberta pelo Ministério do Esporte. Quem quisesse o presente, deveria pagar desmontagem, transporte e remontagem. Ninguém se interessou.
O ministério cancelou o edital e, em agosto, após a Olimpíada, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que as aproveitaria na própria cidade. Uma iria para o Parque Madureira, outro para um parque aquático a ser construído em Campo Grande. Uma licitação está aberta para definir a empresa que fará o serviço os serviços de desmontagem, transporte e remontagem. A gestão de Paes, porém, não comenta mais o caso. A decisão final sobre o destino das piscinas, afinal, caberá ao prefeito eleito, Marcelo Crivella, que ainda não disse se vai levar adiante o plano do antecessor.

PORTAL G-1


Após queda de helicóptero, polícia faz operação na Cidade de Deus, Rio

Ação foi determinada pela cúpula de segurança do estado. Quatro policiais militares morreram na queda da aeronave.

Do G1 Rio

Pelo menos uma pessoa foi presa e outra ficou ferida na madrugada deste domingo (20) durante uma operação na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio. A ação policial teve início nas primeiras horas do dia e foi determinada após a queda de um helicóptero da Polícia Militar que participava de uma operação na comunidade no sábado. Os quatro policiais que ocupavam a aeronave morreram no acidente.
Imagens áereas feitas pelo GloboCop mostram policiais em vários pontos da comunidade na manhã deste domingo, com apoio de um veículo blindado, e uma barricada em chamas.

Com o preso durante a operação foram apreendidos três fuzis e duas pistolas. Ele e o material apreendido foram encaminhados para a 32ª DP (Taquara). Até o começo da manhã, não havia informações sobre a pessoa ferida durante a operação policial.
Participavam da operação, liderada pelo Comando de Operações Especializadas (COE), homens de diversos batalhões da PM. A ação foi determinada durante reunião emergencial, realizada na noite de sábado no Centro Integrado de Comando e Controle, da Secretaria de Segurança Pública com a cúpula da PM e a chefia da Polícia Civil.

As investigações sobre a queda do helicóptero serão intensificadas neste domingo. Conforme informou a GloboNews, a suspeita inicial é de que a aeronave tenha sofrido uma pane enquanto sobrevoava a Cidade de Deus. No entanto, a possibilidade de que criminosos a tenham atacado não está descartada. Desde o começo do sábado acontecia uma intensa operação policial na comunidade e o helicóptero era usado em apoio a essa ação.
Quatro policiais mortos
Os corpos dos quatro policiais mortos chegaram por volta das 0h30 ao Instituto Médico-Legal, no Centro do Rio. Identificados como Major Rogério Melo Costa, de 36 anos, capitão William de Freitas Schorcht, 37, subtenente Camilo Barbosa Carvalho, 39, e sargento Rogério Felix Rainha,39, eles morreram na hora com a queda do helicóptero.
A queda ocorreu no começo da Avenida Ayrton Senna, perto do acesso à Linha Amarela. A aeronave participava de uma ação do Comando de Operações Especiais (COE) da PM em apoio à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) local. Desde o começo do sábado, a Cidade de Deus foi palco de intensos tiroteios entre criminosos e os policiais da UPP.
O momento em que o helicóptero começa a perder força foi filmada por pessoas que estavam nas proximidades. O coordenador de Comunicação Social da Polícia Militar, Major Ivan Blaz, disse no sábado que "tudo indica que o helicóptero fez um pouso forçado".
A Delegacia de Homicídios da Capital (DH) foi ao local para apurar as circunstâncias da queda da aeronave.

JORNAL O DIA


Quatro PMs morrem em queda de helicóptero durante operação na Cidade de Deus


Bruna Fantti E Marlos Mendes

ImagemRio - Quatro policiais militares morreram na queda de um helicóptero do Grupamento Aeromóvel (GAM) da Polícia Militar no fim da tarde deste sábado perto da Cidade de Deus, na Zona Oeste. O helicóptero apoiava a operação da polícia contra traficantesna comunidade. Houve intensos confrontos na região durante o sábado. A Linha Amarela e a Avenida Ayrton Senna chegaram a ser fechadas, provocando engarrafamentos.
Os PMs mortos foram identificados como major Rogério Melo Costa (piloto), capitão Schort, subtenente Barbosa e sargento Félix. Eles não chegaram a ser socorridos. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal.
Nâo há confirmação se o helicóptero foi abatido ou se caiu por causa de uma pane. Em nota, a Secretaria de Segurança informou que as causas da queda do helicóptero serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Em gravação de áudio que circula na Internet, bandidos da Cidade de Deus comemoraram a queda da aeronave da polícia.
Na gravação, ouve-se alguém gritar: "Derrubamos o águia! Mais 250 fuzis na CDD. Dominamos Jacarepaguá de ponta a ponta".
O major Rogerio Melo Costa foi um dos quatro PMs mortos na queda de helicóptero durante operação na Cidade de Deus
Confrontos fecham a Linha Amarela
O sábado foi de intensos confrontos na região da Cidade de Deus. A Linha Amarela chegou a ser fechada em de manhã e à tarde.
A via foi interditada pela terceira vez por conta da queda do helicópetero. Um grande engarrafamento se formou na região. Motoristas foram aconselhamdos a evitar a área. O trânsito chegou a ser também na Avenida Ayrton Senna.
Carros voltam na contramão durante interdição das pistas sentido Barra da Tijuca da Linha Amarela
Os confrontos entre policiais e traficantes começaram por volta de 9h30, quando PMs em patrulhamento na região encontraram bandidos armados, dando início a uma perseguição seguida de troca de tiros. Alguns homens foram detidos e levados para a delegacia.
Motoristas tentaram voltar na contramão para se proteger. Muitos deixaram os carros e tentaram se abrigar nas muretas de concreto que dividem as pistas.
Leia mais
Em nota, a Polícia Militar lamentou o falecimento dos dois oficiais e dois praças que estavam na aeronave.
Confira o comunicado na íntegra:
A Assessoria de Imprensa da Polícia Militar informa que um helicóptero do Grupamento Aeromóvel (GAM) caiu durante uma operação na comunidade Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, neste sábado (19/11) por volta das 19h. Quatro tripulantes da aeronave vieram a óbito devido ao acidente. O Centro de Criminalística da PMERJ e a Delegacia de Homicídios estão no local. Os quatro corpos foram retirados da aeronave e encaminhados ao Instituto Médico Legal. As causas da queda serão apuradas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) neste domingo (20/11).
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro lamenta o falecimento de seus policiais militares e o Comando da Corporação está dedicado a prestar todo apoio às famílias desses policiais, além das últimas homenagens.

PORTAL BRASIL


Tropas brasileiras atuam na segurança das eleições no Haiti

Ajuda Internacional Marinha, Exército e Aeronáutica reforçam apoio para garantir realização de pleito que vai definir novo presidente

Neste domingo (20), as tropas do Contingente Brasileiro (Contbras) vão reforçar segurança no primeiro turno das eleições presidenciais no Haiti.
Desde sexta-feira (18), 969 militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica do Brasil atuam em operações de segurança e de assistência humanitária.
A missão apoia as operações da polícia civil haitiana por meio da condução de patrulhamento, estabelecimento de static points e escolta de material eleitoral, de forma a inibir ações que possam vir a desestabilizar o processo eleitoral.
Além da atuarem na capital do Haiti, Porto Príncipe, as tropas brasileiras ampliaram suas bases e vão ocupar outras 3 regiões nas cidades de Leogâne, Jacmel e Les Cayes, no sudoeste do País. A base de Les Cayes, situada a 193 quilômetros da capital, já vinha sendo ocupada pelo contingente desde o início outubro, quando a tropa passou a atuar em missões de apoio à assistência humanitária à população afetada pela passagem do furacão Matthew.
Entre os equipamentos disponíveis para o uso nas operações de segurança há carros blindados para ajudar na desobstrução de vias, assim como helicópteros. Também serão empregados drones.
De acordo com o Ministério da Defesa, as operações representam um esforço brasileiro em apoiar o governo haitiano para a obtenção de um ambiente seguro e estável no país.

OUTRAS MÍDIAS


O NORTÃO JORNAL


Avião preparado para a Terceira Guerra Mundial é avistado sobrevoando os céus dos EUA e causa apreensão

Uma aeronave (até então desconhecida pela população) foi vista por milhares de pessoas sobrevoando os céus de Denver, capital do estado do Colorado, EUA.
ImagemIdentificado como Mercúrio E-6B, o modelo é um centro de comando aéreo desenvolvido para ser usado especificamente em casos de guerra nuclear.
A aeronave foi avistada na última quarta-feira (16). Até mesmo oficiais militares não conseguiram identificar a origem e o destino do avião, o que causou apreensão e pânico entre alguns espectadores.
Segundo o site da Marinha Americana, o E-6B é um avião de alta tecnologia equipado com um sistema de controle de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM – Intercontinental Ballistic Missile).
Ele possui um alcance extremamente elevado (maior que 5 500 km ou 3 500 milhas), normalmente desenvolvido para carregar armas nucleares. O E-6B seria acionado somente caso os EUA estivessem participando de uma guerra mundial.
O vôo secreto, identificado pelo código IRON99 , sobrevoava o Pacífico, relatou o jornal o Daily Star. Após circular por mais de uma hora, ele finalmente pousou na base aérea Tinker Airforce, em Oklahoma.
Funcionários de alto escalão da base Buckley Air Force (do Colorado) também estranharam o fato e disseram que a aeronave E-6B nunca esteve nos radares de suas torres de controle de tráfego. O controle de tráfego aéreo do Aeroporto Internacional de Denver também confirmou que nenhum avião entrou em contato com a torre para especificar o plano de voo.
Um funcionário federal do governo (que não estava autorizado a falar sobre o assunto) relatou ao Daily Star que o avião estava envolvido em uma missão de treinamento organizada pelo Departamento de Defesa. A missão teria envolvido várias agências que não estão autorizadas a comentar sobre o assunto, informou a fonte:
“Tais missões especiais de defesa são secretas e nunca são informadas ao público” disse.
 Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD) foi contactado e a resposta foi:
” Não conseguimos localizar o misterioso vôo ou até mesmo confirmá-lo”
O governo norte-americano não fez nenhum pronunciamento a respeito do voo.



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