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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 19/09/2016 / Governo busca "saída amigável" em concessões

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Governo busca "saída amigável" em concessões ...

Ideia é tentar retomar os projetos cujas concessionárias estejam com dificuldade para honrar os contratos, mas risco de judicialização é grande ...

Lu Aiko Otta ...

O governo quer “limpar” o estoque de concessões problemáticas leiloadas na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Mas deverá enfrentar a resistência das empresas que, mesmo com dificuldades em cumprir seus contratos, não estão dispostas a utilizar a “saída amigável” dos empreendimentos proposta pelo governo. Os dois lados falam em diálogo, mas admitem que é elevado o risco de que o governo tenha de enfrentar ações na Justiça.

Em sua maior parte, os empreendimentos leiloados no governo Dilma avançaram. Rodovias e aeroportos realizaram um bom conjunto de investimentos – uma grande parte com financiamentos de caráter emergencial liberados pelo BNDES, os empréstimos-ponte. Mas esse dinheiro acabou. Pior: as concessionárias agora precisam pagar ao banco. Há um estoque estimado de R$ 4 bilhões em financiamentos desse tipo a receber.

Isso não seria problema, dizem as concessionárias, se o BNDES tivesse liberado o financiamento de longo prazo prometido à época dos leilões. Mas, em boa parte dos projetos, esse dinheiro não saiu. Seja porque as concessionárias são as construtoras que viraram alvo de investigação da Lava Jato, seja porque os cálculos que elas fizeram para dar suas ofertas no leilão não consideraram a recessão que se abateu sobre o País. Sem dinheiro, as concessionárias não poderão investir o que prometeram.

“Há um conjunto de fatores que leva à inexequibilidade do contrato”, disse o secretário de Coordenação de Projetos do PPI, Tarcísio Freitas, citando a Lava Jato, a crise e os lances “irresponsáveis” de algumas concessionárias nos leilões. “Isso acaba caminhando para a caducidade.” Ou seja, à rescisão do contrato, mas não sem antes uma longa batalha na Justiça.

Para evitar esse caminho, o governo tentará que concessionários que não estão bem deixem amigavelmente seus negócios, devidamente indenizados. E estes seriam novamente leiloados. Mas as concessionárias não estão inclinadas a abrir mão e apostam em negociações para reequilibrá-los. Essa possibilidade existe na lei. Porém, para o governo, não é suficiente para torná-las viáveis. As oportunidades de negócios em infraestrutura no Brasil serão o centro de dois encontros do presidente Michel Temer com investidores e empresários, nesta semana, em Nova York.

Candidatas
A concessão da rodovia BR 153, que liga Anápolis (GO) a Aliança do Tocantins (TO), é apontada como “candidatíssima” a ser devolvida ao governo, segundo se avalia no mercado. Arrematada em maio de 2014 pelo grupo Galvão, ela evoluiu pouco, porque não obteve sequer o empréstimo-ponte do BNDES. Relatório da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) elaborado em junho atesta que, com exceção de uma operação tapa-buraco, as obras estavam todas paralisadas. Procurado, o grupo Galvão não se manifestou.

Em outros casos, as dificuldades não são tão evidentes. O secretário de Coordenação de Projetos do PPI, Tarcísio Freitas, já afirmou publicamente que, na sua opinião, o Rio Galeão seria um exemplo típico de concessão que deve passar por nova licitação, pela impossibilidade de as contas fecharem.

A outorga do Galeão, cuja concessão foi arrematada por um consórcio formado por Odebrecht, Changi (de Cingapura) e Infraero, foi de R$ 19 bilhões. A cifra, disse Freitas, é próxima daquela paga pelo concessionário do aeroporto de Guarulhos. “Mas o movimento em Guarulhos é quase o dobro”, frisou. A empresa, porém, não tem intenção de sair do negócio.

Ela informou que entrará com pedido de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato, no qual se compromete a pagar os R$ 19 bilhões, mas de outra forma. Em vez de recolher parcelas iguais de aproximadamente R$ 900 milhões ao ano, como previsto, propõe pagar menos nos primeiros anos, quando há mais investimentos, e mais nos anos seguintes.

A concessionária alega que seu fluxo de caixa foi afetado pela retração econômica e pela falta de liberação do financiamento de longo prazo do BNDES. Porém, diz estar “confiante que será possível chegar a um entendimento entre as partes para dar o necessário reequilíbrio ao contrato, a fim de garantir sua continuidade de forma sustentável permitindo, assim, a constante melhoria e crescimento do aeroporto para os seus passageiros”, afirmou a empresa.

Desde o início da concessão, em abril de 2014, a Rio Galeão investiu pouco mais de R$ 2 bilhões no aeroporto, para construir o Pier Sul, uma nova alameda de serviços e outras melhorias necessárias para atender ao fluxo de passageiros na Olimpíada e, principalmente, na Paralimpíada.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


Vuela el primer C295 SAR para la Fuerza Aérea de Brasil


ImagemEl primer de los cuatro Airbus Defence and Space C295 destinado a Brasil en su versión de patrulla marítima realizaba recientemente su primer vuelo. Estamos ante el primero de los tres aviones C295 para la Força Aérea Brasileira (FAB), está especialmente configurado para misiones Search And Rescue (SAR), cuyo encargó se hizo público en julio de 2014.

El primer aparato de este segundo pedido del Gobierno de Brasilia realizaba su vuelo inicial de pruebas el pasado mes de agosto, portando la numeración 157, lo que denota que es dicho número de construcción del total de C295 fabricados en San Pablo (Sevilla), donde se construyen todos. Actualmente la FAB cuenta con doce Airbus DS C295 (C105A Amazonas según designación brasileña), entregados entre marzo de 2007 y abril de 2009 en el marco del programa CL-X2 en la configuración de transporte, de los que diez son usados para tal misión. Los otros dos fueron adaptados localmente como aparatos SAR, aunque sin instalarlos los sensores específicos, y designados como SC105, son distinguibles porque llevan el rotulo SAR sobre una franja naranja sita en la parte superior de la cola.

La necesidad de reforzar dicho servicio SAR llevo a la Fuerza Aérea de Brasil a encargar los tres citados aparatos, que saldrán de fábrica en esa configuración, que incluye el sistema de misión Airbus Fully Integrated Tactical System (FITS); la aviónica Thales Topdeck; el radar ELTA Systems EL/M-2022A(V)3; cámara forward-looking infrared; terminal Rockwell Collins SATCOM, además de otros sistemas específicos de comunicaciones y navegación.
ImagemLos nuevos SC-105 SAR, llegarán entre 2017 y 2019, estando previsto que el primero se entregue en el primer cuatrimestre del próximo año. Los aparatos de la FAB tendrán un equipamiento similar al que podrían llevar los canadienses, en caso de finalmente lograr el concurso en marcha de dicho país norteamericano, denominado Fixed-Wing Search and Rescue (FWSAR), que estarían equipados con la tercera generación del referido FITS. El C295 es uno de los más exitosos productos de Airbus DS, siendo líder en el segmento de aviones de transporte medio al que pertenece, habiendo vendido un total de 168 a un total de 23 países diferentes, en múltiples configuraciones. (Julio Maíz Sanz)
Fotos: C295 de la Fuerza Aérea de Brasil (fotos de José Antonio Almarza Madrera)

PORTAL G-1


FANTÁSTICO


Dez anos depois, reportagem volta ao local de acidente do voo 1907 da Gol

Nossos repórteres se embrenharam na floresta amazônica, mas, no caminho, um susto. O acesso é tão difícil que eles acabaram perdidos por 21 horas.
Há dez anos, o Brasil se comoveu com uma das maiores tragédias da aviação do país: o acidente com o voo 1907, da Gol, que deixou 154 mortos. Durante três dias, os repórteres do Fantástico Edson Ferraz e Marcos Silva e o auxiliar técnico Jorge Santana fizeram uma expedição de carro, de barco e a pé para chegar ao local exato onde caiu o avião, no norte do estado do Mato Grosso.
No caminho, nossa equipe enfrentou as mesmas dificuldades dos grupos de resgate na época. E passou por um grande susto. Voltamos ao meio da floresta amazônica junto com membros do PARA-SAR, o grupo de elite da Força Aérea Brasileira. Eles relembraram dos 50 dias de operação na mata para resgatar os restos mortais de todas as vítimas. O acesso é tão difícil que o grupo acabou perdido por 21 horas, sem qualquer tipo de comunicação, bem no meio da mata fechada. Sinta o drama, na reportagem acima.

PORTAL R7


DOMINGO ESPETACULAR


Após dez anos, equipe da Record reencontra destroços do avião da Gol 

Dez anos depois do segundo maior acidente da aviação brasileira, o repórter Raul Dias voltou ao local da tragédia que matou 154 pessoas. Uma arriscada expedição dentro da mata para tentar reencontrar os destroços do avião da Gol que caiu após bater no Jato Legacy em pleno voo.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Alegria é a marca do encerramento dos Jogos Paralímpicos do Rio-2016

Protesto de músico contra o presidente Michel Temer também chama a atenção

ImagemOs Jogos do Rio vão deixar saudade. Após a Olimpíada e a Paralimpíada, que teve sua festa de encerramento neste domingo, a competição finaliza um ciclo de mega eventos esportivos que teve ainda a Copa do Mundo e das Confederações. Com muita alegria, o gramado do Maracanã se transformou em um palco para os atletas com deficiência.
Do ritmo do mestre Batman e os Batuqueiros do Silêncio, formado por deficientes auditivos, passando por Nação Zumbi, Armandinho e Andreas Kisser, até um grande show final, com Nego do Borel, Gaby Amarantos e Ivete Sangalo, entre outros, tendo como momento importante a passagem da bandeira do Rio para Tóquio, onde serão realizados os Jogos de 2020.
Tudo isso apresentado por um mestre de cerimônias diferente: o Google Tradutor, cujo texto e voz eram exibidos no telão para todos – os deficientes auditivos puderam acompanhar o que se passava.
O público foi menor ao das três cerimônias anteriores, e dessa vez o gramado do Maracanã serviu principalmente como plateia para os atletas paralímpicos. Nos espetáculos anteriores, ele fora utilizado para projeções e performance dos artistas. A presença de autoridades também foi menos impactante. Estavam presentes Eduardo Paes, prefeito do Rio, Luiz Fernando Pezão, governador licenciado, Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, Raul Jungmann, ministro da Defesa, Leonardo Picciani, ministro do Esporte, entre outros.
Na cerimônia de encerramento, um momento de grande emoção foi quando se fez silêncio pela morte do ciclista iraniano Bahman Golbarnezhad no sábado. Já a maior polêmica foi quando o guitarrista do Nação Zumbi, Lúcio Maia, mostrou um cartaz que estava colado em seu instrumento com a inscrição "fora Temer". A imagem passou ao vivo na transmissão.
O show também quis mostrar histórias de transformação e passar uma mensagem de um mundo feito para todos como legado dessa Paralimpíada. No evento, o jogador Ricardinho, campeão paralímpico no futebol de 5, foi o encarregado de carregar a bandeira do Brasil. O público também aplaudiu de pé quando enalteceram o desempenho de todos os atletas e vibrou com imagens mostradas no telão com os melhores momentos da competição.
Os Jogos do Rio encerram com uma avaliação positiva e tom ufanista – ao menos entre os organizadores. Presidente do Comitê Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman enalteceu a Olimpíada e a Paralimpíada. "Podemos dizer de cabeça erguida que cumprimos a nossa missão", declarou. "Há um conjunto de fatores que nos levam a dizer isso. Vamos deixar um legado imensurável."
Nuzman afirmou que "certamente foram os Jogos mais econômicos da história" e foi além. "Nos 120 anos (de Jogos Olímpicos da era moderna) tivemos marcos importantes, de cidades que puderam mudar a direção do que poderia ser feito. O Rio aproveitou essa oportunidade e isso nos orgulha."
Com o fim dos Jogos do Rio, os olhos do desporto mundial agora se voltam para Tóquio, sede da próxima Olimpíada. A promessa é de uma "virada de chave" total. Saem a animação e a gambiarra – termo destacado pelo próprio comitê organizador –, entra a alta tecnologia. Ao público, só resta aguardar.

Governo busca "saída amigável" em concessões

Ideia é tentar retomar os projetos cujas concessionárias estejam com dificuldade para honrar os contratos, mas risco de judicialização é grande

Lu Aiko Otta / Brasília

ImagemO governo quer “limpar” o estoque de concessões problemáticas leiloadas na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Mas deverá enfrentar a resistência das empresas que, mesmo com dificuldades em cumprir seus contratos, não estão dispostas a utilizar a “saída amigável” dos empreendimentos proposta pelo governo. Os dois lados falam em diálogo, mas admitem que é elevado o risco de que o governo tenha de enfrentar ações na Justiça.
Em sua maior parte, os empreendimentos leiloados no governo Dilma avançaram. Rodovias e aeroportos realizaram um bom conjunto de investimentos – uma grande parte com financiamentos de caráter emergencial liberados pelo BNDES, os empréstimos-ponte. Mas esse dinheiro acabou. Pior: as concessionárias agora precisam pagar ao banco. Há um estoque estimado de R$ 4 bilhões em financiamentos desse tipo a receber.
Isso não seria problema, dizem as concessionárias, se o BNDES tivesse liberado o financiamento de longo prazo prometido à época dos leilões. Mas, em boa parte dos projetos, esse dinheiro não saiu. Seja porque as concessionárias são as construtoras que viraram alvo de investigação da Lava Jato, seja porque os cálculos que elas fizeram para dar suas ofertas no leilão não consideraram a recessão que se abateu sobre o País. Sem dinheiro, as concessionárias não poderão investir o que prometeram.
“Há um conjunto de fatores que leva à inexequibilidade do contrato”, disse o secretário de Coordenação de Projetos do PPI, Tarcísio Freitas, citando a Lava Jato, a crise e os lances “irresponsáveis” de algumas concessionárias nos leilões. “Isso acaba caminhando para a caducidade.” Ou seja, à rescisão do contrato, mas não sem antes uma longa batalha na Justiça.
Para evitar esse caminho, o governo tentará que concessionários que não estão bem deixem amigavelmente seus negócios, devidamente indenizados. E estes seriam novamente leiloados. Mas as concessionárias não estão inclinadas a abrir mão e apostam em negociações para reequilibrá-los. Essa possibilidade existe na lei. Porém, para o governo, não é suficiente para torná-las viáveis. As oportunidades de negócios em infraestrutura no Brasil serão o centro de dois encontros do presidente Michel Temer com investidores e empresários, nesta semana, em Nova York.
Candidatas. A concessão da rodovia BR 153, que liga Anápolis (GO) a Aliança do Tocantins (TO), é apontada como “candidatíssima” a ser devolvida ao governo, segundo se avalia no mercado. Arrematada em maio de 2014 pelo grupo Galvão, ela evoluiu pouco, porque não obteve sequer o empréstimo-ponte do BNDES. Relatório da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) elaborado em junho atesta que, com exceção de uma operação tapa-buraco, as obras estavam todas paralisadas. Procurado, o grupo Galvão não se manifestou.
Em outros casos, as dificuldades não são tão evidentes. O secretário de Coordenação de Projetos do PPI, Tarcísio Freitas, já afirmou publicamente que, na sua opinião, o Rio Galeão seria um exemplo típico de concessão que deve passar por nova licitação, pela impossibilidade de as contas fecharem.
A outorga do Galeão, cuja concessão foi arrematada por um consórcio formado por Odebrecht, Changi (de Cingapura) e Infraero, foi de R$ 19 bilhões. A cifra, disse Freitas, é próxima daquela paga pelo concessionário do aeroporto de Guarulhos. “Mas o movimento em Guarulhos é quase o dobro”, frisou. A empresa, porém, não tem intenção de sair do negócio.
Ela informou que entrará com pedido de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato, no qual se compromete a pagar os R$ 19 bilhões, mas de outra forma. Em vez de recolher parcelas iguais de aproximadamente R$ 900 milhões ao ano, como previsto, propõe pagar menos nos primeiros anos, quando há mais investimentos, e mais nos anos seguintes.
A concessionária alega que seu fluxo de caixa foi afetado pela retração econômica e pela falta de liberação do financiamento de longo prazo do BNDES. Porém, diz estar “confiante que será possível chegar a um entendimento entre as partes para dar o necessário reequilíbrio ao contrato, a fim de garantir sua continuidade de forma sustentável permitindo, assim, a constante melhoria e crescimento do aeroporto para os seus passageiros”, afirmou a empresa.
Desde o início da concessão, em abril de 2014, a Rio Galeão investiu pouco mais de R$ 2 bilhões no aeroporto, para construir o Pier Sul, uma nova alameda de serviços e outras melhorias necessárias para atender ao fluxo de passageiros na Olimpíada e, principalmente, na Paralimpíada.
PORTAL UOL


Ministério do Esporte garante apoio a atletas mesmo com orçamento menor


O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, garantiu a manutenção do apoio ao paradesporto nacional por parte do Governo Federal, apesar da redução do orçamento para os próximos anos. Uma proposta de diminuição nos investimentos de R$ 1,72 bilhões em 2016 para R$ 960 milhões será votada em outubro pelo Congresso Nacional.
Em entrevista coletiva concedida neste domingo, no Rio de Janeiro, o chefe da pasta garantiu que o corte não afetará o primeiro ano do ciclo olímpico e paralímpico para os Jogos de Tóquio, em 2020, já que o governo não precisará construir novos centros de treinamentos em todas as regiões do País, uma vez que estão concluídos. Além disso, afirmou que o orçamento para o esporte de alto rendimento em 2017 será 30% maior do que o de 2016.
"Nós não vamos precisar construir novas instalações, mas manter funcionando as que existem. O orçamento discricionário do Ministério do Esporte para o próximo ano é maior do que para este ano. Ele está indo de R$ 505 milhões para R$ 656 milhões. Ou seja, um acréscimo de 30%. A redução do valor total se deve a não manutenção de rubricas de construção de equipamentos olímpicos", explicou o ministro, assegurando a sequência dos benefícios aos atletas brasileiros, assim como atenção especial para que o esporte volte a ser incentivado às crianças.
"Serão duas prioridades do Ministério do Esporte. A primeira será a preparação dos atletas. Manteremos os programas que vêm dando certo, como Bolsa Atleta, Bolsa Pódio e a parceira com as Forças Armadas. E a segunda no esporte como inclusão social e esporte educacional. Essa era uma área do Ministério que teve pouca ênfase na pasta nos últimos anos. Retomaremos por entender que não existe esporte de alto rendimento sem o esporte de base", anunciou.
Leonardo Picciani ainda ressaltou o desempenho da maior delegação brasileira da história dos Jogos Paralímpicos, com 286 atletas que competiram em 22 modalidades. Foram 72 medalhas conquistadas, sendo 14 ouros, 29 pratas e 29 bronzes. "Nós tivemos 32 medalhas inéditas em provas, classes e modalidades novas, como canoagem e ciclismo. Tivemos também conquistas inéditas no halterofilismo e no voleibol sentado", avaliou o peemedebista.
Por fim, o ministro destacou a necessidade de iniciar a preparação do novo ciclo para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos da capital japonesa. "Vamos agora voltar as nossas atenções para o ciclo de Tóquio 2020, onde teremos a possibilidade de usar a infraestrutura de legado olímpico, aqui no Rio e em outras cidades do país, como no Centro Paralímpico Brasileiro em São Paulo", concluiu Leonardo Picciani.

Cinco passos para preparar a empresa para o uso de drones

O uso das aeronaves não tripuladas pode inspirar transformações nas estratégias de coleta e análise de dados. Mas, antes, é preciso considerar alguns pontos

Da Redação Idg News Service

Em breve os céus estarão repletos de pequenos drones que inspecionaram pontes, oleodutos, plantações e estruturas fabris, monitorando se naquele ambiente tudo ocorre conforme o esperado. Antes desse cenário se tornar realidade, no entanto, muita coisa ainda precisa acontecer.
Os governos, por exemplo, ainda precisam criar normas para regular a aplicação desses aparelhos. Na outra ponta, fornecedores têm que criar modelos de negócios. No meio disso, usuários corporativos precisarão pensar sobre como formatarão maneiras eficientes de usar esses dispositivos em suas operações. Armados com diversos sensores, os drones comerciais estão prestes a se tornar uma nova fonte de informação digital.
Vários setores já fazem uso de dados obtidos com drones. Na indústria do petróleo, por exemplo, trabalhos de inspeção que costumavam demorar semanas, agora levam apenas alguns dias. Nos últimos 15 anos, agricultores de vários países começaram a ver nos drones uma oportunidade para aplicar no campo conceitos da chamada agricultura de precisão, baseada no uso de instrumentos e recursos da tecnologia da informação para implementar melhorias na produção agrícola. Com câmeras e sensores embarcados, os drones podem auxiliar agricultores a aumentar a produtividade e reduzir danos em lavouras por meio de levantamentos de dados que permitem detectar pragas e estimar o índice de crescimento das plantas.
Mas um ponto que precisa ser considerado por qualquer um que pense em usar drones em sua estratégia de coleta e análise de dados: o volume de dados capturados por esses dispositivos. "Organizações que estejam planejando capturar de dados de sensores aéreos ou drones tem de determinar o impacto disso sobre a sua infraestrutura de TI”, pontua a ABI Research. Não só o armazenamento pode ser um desafio, mas também as diferentes formas de analisar e apresentar essas informações.
“Os requisitos de ter métricas para informações de georreferenciamento gráfico pode ser um pesadelo para as empresas”, avalia Ernest Earon, cofundador e presidente PrecisionHawk.
O que pode levar ao surgimento de um mercado “como serviço” para a tecnologia, com provedores de plataformas baseada em nuvem para armazenamento, análise e disponibilização correta dos dados.
ImagemMas enquanto isso não acontece, lembre-se de que sua estratégia corporativa de utilização de drones deve levar cinco passos em consideração:
1 • Primeiro, informe-se sobre os vários tipos de informação que o aparelho pode coletar. Existem possibilidades que vão além da fotografia aérea e mapeamento. Drones pode transportar uma variedade de diferentes sensores capazes de medir e registrar diferentes dados, incluindo os níveis de umidade do solo, o número de árvores em um hectare ou os danos causados por uma tempestade. Às vezes, os dados mais úteis não são os que se obtém no primeiro momento, mas sim aqueles que veem como fruto da evolução de um contexto ao longo de várias medições.
2 • Entenda que se trata de um tipo diferente de dado. Processamento e análise de imagens é mais complexo do que apenas contar widgets. Todos estes registros podem ser processados e analisados de diversas maneiras.
3 • Pense na pergunta que precisa ser respondida, para encontrar a resposta certa. Por exemplo, uma concessionária de energia elétrica não necessariamente precisa de imagens depois de uma tempestade. O que precisa são as coordenadas de GPS das linhas de transmissão avariadas para enviar as equipes de reparo.
4 • Considere desenvolver novos conjuntos de habilidades. Há distinções sutis em temas que parecem idênticos. Sua empresa pode necessitar de alguém com experiência de dados geoespaciais. GPS é apenas um tipo de dados desse tipo.
5 • Considere a infraestrutura necessária para armazenamento, processamento e transmissão de informações. A tecnologia trará registros com tamanhos diferentes dos arquivos que uma empresa normalmente usa em sistemas tradicionais.

Mercado brasileiro

No dia 22 de setembro acontecerá em São Paulo a segunda edição do Fórum Empresarial de Drones, que reunirá empreendedores do setor para analisar a situação atual e redefinir estratégias e ações para o crescimento sustentável do mercado.
Estarão presentes representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Departamento de Controle do Espaço Aéreo e alguns dos principais desenvolvedores de veículos aéreos não tripulados no Brasil, como XMobots e G-drones, além de Manuel Martinez, diretor comercial para América Latina da DJI, a empresa chinesa que é a maior fabricante global de drones.
Entre os assuntos em debate, estão as regras para homologação de escolas de capacitação de pilotos de Drones para atender as normas da Anac, os preços de serviços utilizando Drones, e as formas de operar legalmente os Drones para aplicações profissionais hoje em dia.
REVISTA VEJA


CÉU DE BRIGADEIRO


Coluna Radar - Mauricio Lima

A Embraer está muito bem posicionada para vender dez aviões E190 à Royal Air Maroc. A companhia aérea já tem quatro aeronaves da empresa brasileira e pretende concluir a compra até o fim do ano. Como sempre, a ameaça é a canadense Bombardier.

PORTAL BRASIL


Governo inaugura exposição sobre doação de órgãos

Mostra com esclarecimentos sobre processo de transplantes é gratuita e passa pelo Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Goiás

O Ministério da Saúde lançou neste sábado (17) a Campanha Nacional de Doação de Órgãos no Espaço Casa Brasil, no Rio de Janeiro (RJ). O objetivo da ação é estimular cada vez mais a população a ser doadora de órgãos e fazer com que o País alcance anualmente a meta de 14,4 doadores por milhão da população.
No primeiro semestre deste ano, o País bateu recorde com 1.438 doadores, 7,4% a mais que o mesmo período em 2015. A divulgação marca o mês de comemoração do Dia Nacional da Doação de Órgãos, comemorado em 27 de setembro.
Exposição
Na Casa Brasil, fica em cartaz até este domingo a exposição ‘Gesto de Herói – o poder de doar vida’. No local estão expostos painéis explicativos que esclarecem mitos e verdades sobre o tema. O estande também exibe depoimentos em vídeos, onde é possível conhecer a história de famílias de doadores e receptores, compartilhando as experiências de como o transplante proporcionou uma nova chance de continuar a levar uma vida saudável e cheia de vitórias. O projeto percorrerá ainda os estados de Goiás e Mato Grosso do Sul, com entrada gratuita.
Balanço
As doações de órgãos possibilitaram a realização de 12.091 transplantes entre janeiro e julho deste ano. As operações de órgãos mais complexos, como pulmão, fígado e coração, registraram aumento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado.
O Brasil é referência mundial em transplantes. Em 2015, foram realizadas 23.666 cirurgias; 1.164 órgãos e 2.409 tecidos foram transportados. Houve ainda 110 órgãos e 219 tecidos transferidos por meio de voos fretados e transportes terrestres em parceria com as Centrais Estaduais de Transplantes.
Apoio da FAB
No evento do Ministério da Saúde, coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplante (SNT), Rosana Reis, apresentou o balanço sobre o número de órgãos transportados de junho a setembro deste ano pela Força Aérea Brasileira (FAB). Foram 28 corações, 21 fígados, 3 pulmões, 5 pâncreas, 4 rins, totalizando 61 órgãos. A coordenadora ressaltou ainda, a importância da atuação da FAB nesse cenário.
“O papel da FAB é fundamental em nosso trabalho. Quando temos órgãos com tempo de isquemia menor, como é caso de um coração, é sempre preocupante, pois precisamos agir rápido. Saber que podemos contar com a FAB disponibilizando em solo suas aeronaves nos traz ainda mais certeza que podemos salvar mais vidas”.
A região centro-sul do Brasil concentrou cerca de 70% das missões de transporte de órgãos realizadas pela FAB nos últimos três meses. Nesse período, a bordo de aviões militares, 61 órgãos foram transportados. Na última terça-feira (13) foi realizada a 51ª missão. Um fígado foi transportado de Campo Grande (MS) com destino ao Rio de Janeiro. De acordo com a Central Nacional de Transplantes (CNT), a receptora do órgão é uma jovem de 19 anos. O caso recebeu priorização máxima da Central Estadual de Transplantes do Rio de Janeiro por ser considerado grave.
O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, destacou que, com o apoio da FAB, o número de órgãos transportados aumentou consideravelmente. “Com o apoio da FAB nós otimizamos ainda mais o atendimento a aqueles que precisam de um transplante. A parceria da FAB com o Ministério da Saúde traz mais esperança pra quem precisa”.
Além da FAB, há ainda a parceria com as companhias aéreas brasileiras para transporte de órgãos voltados a transplantes. Os voos com órgãos e equipes médicas têm prioridade de decolagem e pouso. A coordenação é realizada pelo Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), no Rio de Janeiro.
OUTRAS MÍDIAS


PORTAL MAIS PB


Projeto que pode reduzir tarifas na aviação aguarda votação na CCJ

A Aviação Civil no país poderá receber investimentos estrangeiros, segundo projeto do Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) pronto para votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto de Lei nº 330 recebeu voto favorável do relator na comissão, senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e foi destaque esta semana em audiência pública da Comissão Especial de Reforma do Código Brasileiro de Aeronáutica.
A audiência debateu a participação do capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras. Este ano, o Código Brasileiro de Aeronáutica completa 30 anos da sua criação e o presidente do colegiado, senador Vicentinho Alves (PR-TO) informou que pretende votar o novo código ainda este ano, o que aumenta as chances de o Senado aprovar com urgência a proposta do senador paraibano.
O projeto de Lira permite a participação de empresas estrangeiras na aviação civil do Brasil. “Entendemos que a melhor forma de estimular a entrada de novos concorrentes em nosso mercado é permitir que o capital estrangeiro possa investir em nosso país, o que geraria emprego, renda e menores tarifas para os brasileiros”, disse Lira.
Para ele, o setor aéreo brasileiro é marcado por grande concentração na prestação do serviço de transporte regular de passageiros e as tarifas somente se reduzirão caso haja um número maior de empresas ofertando este serviço. Em sua avaliação, a melhor forma de estimular a entrada de novos concorrentes no setor é permitir que o capital estrangeiro possa investir no Brasil.
O relator do projeto, Jader Barbalho, deu parecer favorável por entender que a abertura do mercado doméstico de aviação para o capital estrangeiro possibilitaria a ampliação da oferta de transporte aéreo, aumentando a concorrência, reduzindo tarifas, melhorando o atendimento e também aumentando o número de localidades atendidas.
Jader elogiou o projeto de Lira. “Uma medida como essa equipararia a aviação aos demais segmentos da economia, que não gozam de proteção contra a concorrência externa e que podem ser atendidos por empresas brasileiras, mas financiadas por capital externo”, disse o relator.
Se for aprovado e não houver recurso a Plenário, o projeto seguirá para análise da Câmara dos Deputados, uma vez que sua votação na CCJ tem caráter terminativo.

LANCE.COM (RJ)


Ministro aprova Brasil na Paralimpíada e diz que, na prática, Esporte terá mais dinheiro em 2017

Pela proposta do governo, orçamento vai ser reduzido, mas Picciani explica que terá mais verba à disposição porque não haverá construções de arenas e Centros de Treinamento
Apesar de a meta do Comitê Paralímpico Brasileiro de ficar no Top-5 dos Jogos Paralímpicos do Rio não ter sido alcançada, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, considerou positiva a participação do Brasil na competição. Picciani fez um balanço da Paralimpíada neste domingo, no Rio Media Center, e citou o aumento do número total de medalhas.
Em Londres-2012, o Brasil ficou em sétimo lugar no quadro de medalhas, com 43 conquistadas, sendo 21 de ouro. Mas, em casa, apesar do crescimento de pódios, chegando a 72 medalhas, foram sete ouros a menos.
- O Ministério, desde que assumi, adota como critério a evolução do Brasil nos Jogos. A exemplo do que ocorreu nos Jogos Olímpicos, tivemos extraordinária evolução na Paralimpíada. Saímos de 43 medalhas para 72. Quase dobramos o número de finais. Tivemos medalhas inéditas em modalidades que o Brasil jamais teria conquistado. Nossa avaliação é que a participação foi positiva. Queremos fazer com que a participação em 2020 seja ainda melhor do que foi em 2016. Certamente em 2020 será ainda muito melhor - afirmou Picciani.
O ministro ainda foi questionado sobre a perspectiva de futuro em relação ao investimento no Esporte, já que o orçamento para 2017 prevê uma redução significativa. A proposta que será encaminhada ao Congresso, segundo o UOL, prevê que a pasta tenha à disposição R$ 960 milhões no ano que vendo, sendo que em 2016 o montante foi de R$ 1,72 bilhão.
Picciani explica que as próximas contas do governo não irão incluir construção de equipamentos esportivos. E por isso, a diferença. Segundo ele, sobrará mais dinheiro com isso.
- É importante notar que não teremos que construir o Parque Olímpico de novo, nem centros de treinamento, porque eles já estão concluídos. Os recursos que não constam no orçamento deste ano são os que se destinavam à construção, quase na integralidade, de equipamentos olímpicos. O orçamento, na realidade, é maior para o ano que vem. Sai de R$ 505 milhões para R$ 656 milhões. A redução do valor total é pela não manutenção de rubricas de equipamentos. Se descontarmos o que foi investido na construção de equipamentos, sobraram R$ 505 milhões. A previsão para o próximo ano, é R$ 656 milhões, 30% maior - comentou Picciani, que ainda vai tentar negociação com parlamentares para que a verba tenha um crescimento para 2017:
- O orçamento agora vai ao Congresso, que é quem dá a palavra final, e vamos trabalhar, dialogaremos na busca de um aumento
Por fim, o ministro do Esporte explicou qual será a prioridade de gastos nos próximos anos.
- A primeira é a preparação dos atletas. Manteremos programas que vêm dando certo, como Bolsa Atleta e Pódio, além da parceria com as Forças Armadas. E também o investimento do esporte enquanto inclusão social, esporte educacional. Retomaremos investimento no social. Tem que ser uma coisa ampla para que os atletas tenham contato com as mais diversas modalidades - completou Picciani, que deixou o recado:
- Os atletas cumpriram a promessa de que o Brasil teria medalha todo dia.

PARAIBA ONLINE.NET


Senador anuncia data para início das atividades do aeroporto de Cajazeiras

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) anunciou para o dia 27 de outubro o início das atividades do aeroporto de Cajazeiras. Segundo ele, os trâmites legais com vistas à homologação da pista já estão sendo concluídos na ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
“A previsão é de que nós estaremos fazendo o voo inaugural em Cajazeiras no próximo dia 27 de outubro. Eles nos prometeram que até lá já estaria liberado. Haveria a supervisão técnica e a consequente liberação do aeroporto de Cajazeiras”, afirmou o parlamentar, em entrevista nesta sexta-feira (16).
A homologação do aeródromo é um grande sonho dos cajazeirenses que está perto de virar realidade. O parlamentar lembrou que o aeroporto está em condições de operação, com uma pista muito boa, muito bem localizada e segura, mas ainda depende da homologação para funcionar.
Depois de homologado, o aeroporto poderá funcionar para voos e decolagens. “Inicialmente sem iluminação, sem o balizamento noturno e, posteriormente, numa segunda etapa, com o balizamento noturno”, afirmou o parlamentar.
Raimundo Lira está atuando para colocar uma linha da aviação regional passando por Cajazeiras, aumentando, assim, o fluxo de passageiros vindos de outros estados nordestinos, como Ceará e Rio Grande do Norte.
Ele também está buscando recursos para o aeroporto de Patos, que estará entre os 50 equipamentos brasileiros que serão estruturados e modernizados para a aviação regional.
“Eu conversei recentemente com o deputado Hugo Motta, e adianto que vão sair os recursos para modernizar a pista do Aeroporto de Patos, e começar a construção de uma estação de passageiros, para que ele possa começar a participar do programa da aviação regional” finalizou Raimundo Lira.


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