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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 28/08/2016 / Aviões do futuro serão menos poluentes


Aviões do futuro serão menos poluentes ...


Uma versão de um avião híbrido já está sendo desenvolvido por engenheiros da NASA e o primeiro voo teste poderia acontecer em 2020 ...

Nos próximos dez anos, a aeronáutica pode passar por uma revolucão. A NASA pretende desenvolver aeronaves do futuro e está projetando um avião que produz menos emissões de poluentes, menos ruído e usa menos combustível que os modelos atuais do mercado.

O projeto é chamado “New Horizons Aviation”, e de acordo com o site Curiosidade, tem como objetivo projetar, construir e operar uma variedade de aeronaves chamadas de “X-planes” e visa apoiar uma indústria que é fundamental para a vitalidade econômica dos Estados Unidos e de outras nações do mundo, como o Brasil, por exemplo.

Uma versão de um avião híbrido já está sendo desenvolvido por engenheiros da equipe e o primeiro voo teste poderia acontecer em 2020. Pesquisadores estimam que esta tecnologia será capaz de promover uma economia de R$ 10 bilhões por ano para a indústria aérea.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL G-1


Aeronave faz pouso forçado fora da pista e provoca incêndio em São José

Piloto conseguiu sair do avião e foi socorrido por militares; ele passa bem. Acidente iniciou chamas na área do DCTA pelo segundo dia.

Uma aeronave fez um pouso forçado fora da pista do aeroporto e provocou um incêndio na manhã deste sábado (27) na área verde do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA ) em São José dos Campos (SP). O piloto conseguiu escapar sem ferimentos graves do avião, que foi totalmente consumido pelas chamas.
De acordo com o DCTA, o avião fez um pouso forçado em decorrência de um problema mecânico na aeronave Cessna 172, de prefixo PT DTW. O pouso foi feito fora da pista e o avião pegou fogo assim que aterrissou no mato.
O piloto conseguiu sair andando da aeronave e foi socorrido por militares do DCTA. Ele foi posteriormente levado para o hospital da Vila Industrial e, segundo a Secretaria da Saúde, teve apenas ferimentos leves e passa bem.
O acidente fez com que as chamas na área verde do DCTA se alastrassem novamente. Na sexta, o local já havia sido atingido pelo fogo. O Corpo de Bombeiros foi acionado novamente nesta manhã para controlar as chamas e, até às 13h15, equipes ainda permaneciam no local.
De acordo com o DCTA, 50 homens do órgão, dos bombeiros, Infraero e Embraer trabalham juntos para combater as chamas. A fumaça pode ser vista nos bairros vizinhos e na Rodovia dos Tamoios.
Aeronave
O Cessna 172 é um avião monomotor de estrutura metálica para quatro ocupantes e usado para treinamento primário, como em cursos de formação de piloto privado, piloto comercial e voos panorâmicos.
A aeronave envolvida no acidente neste sábado pertencia ao Aeroclube de São José dos Campos. Segundo o aeroclube, o motor do avião já foi retirado e encaminhado para o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. O aeroclube informou ainda que o piloto é sócio da instituição há 20 anos.

REVISTA ISTO É


Instalações usadas nos Jogos Olímpicos do Rio custam R$ 59 milhões por ano


Manter funcionando as instalações do Parque Olímpico da Barra e do Parque de Deodoro usadas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio custará R$ 59 milhões por ano aos cofres públicos. Essa é a previsão calculada pela prefeitura do Rio de Janeiro e pelos ministérios do Esporte e da Defesa, responsáveis pela administração dos locais.
A maior parte desses gastos – R$ 46 milhões por ano – será bancada pelo Ministério do Esporte e pelas Forças Armadas, que cuidarão da manutenção dos equipamentos esportivos de Deodoro. Já a prefeitura do Rio terá de arcar com R$ 13 milhões por ano para fazer a gestão e operação do Parque Olímpico da Barra em parceria com a iniciativa privada.
Para construir os equipamentos usados nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o Governo Federal e a Prefeitura gastaram juntos R$ 2,8 bilhões. A União bancou R$ 2,09 bilhões e a prefeitura, R$ 732 milhões. A iniciativa privada gastou R$ 4,2 bilhões para levantar as Arenas Carioca 1, 2 e 3, o Centro de Imprensa, o hotel de mídia, a Vila Olímpica e o campo de golfe.
A partir de 2017, em Deodoro, os estádios de hóquei sobre grama, tiro esportivo, rúgbi, pentatlo moderno e hipismo e a Arena da Juventude serão usados em conjunto com as confederações para o esporte de alto rendimento e treinamento de equipes do Exército. O projeto de legado também prevê como uso secundário desses espaços o aluguel para entidades esportivas. As instalações serão integradas através da Rede Nacional de Treinamento, criada pelo Ministério do Esporte.
Já o Parque Olímpico da Barra possui uma “arquitetura nômade”, que permite adaptações às estruturas do local. A Arena Carioca 1, palco dos jogos de basquete na Olimpíada, por exemplo, será transformada em um centro de treinamento de boxe e tae kwon do e também sofrerá mudanças para poder receber shows e eventos. A ideia é transformar o local em uma arena multifuncional.
Já a Arena Carioca 2 será exclusiva para treinamento. Dez modalidades devem usar o local a partir do ano que vem. A Arena Carioca 3 passará a ser uma escola com capacidade para até mil alunos. A meta do prefeito Eduardo Paes é terminar as obras de adaptação ainda este para fazer a inauguração antes do fim do seu mandato.
A Arena do Futuro, onde foram disputadas as partidas de handebol nos Jogos Olímpicos, será desmontada. O material da arena será utilizado para construir quatro escolas municipais: três na região da Barra e Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, e uma em São Cristóvão, na zona norte. Cada escola terá capacidade para até 500 alunos.
MULTIUSO – Como suas piscinas são desmontáveis, o estádio Aquático Olímpico também será desfeito para a construção de dois centros de treinamento. A princípio, esses novos espaços ficariam no Parque Madureira, na zona norte, e em Campo Grande, na zona oeste. Mas outras cidades demonstraram interesse em contar com as piscinas e, como a obra foi bancada pelo Governo Federal, o Rio pode ficar com apenas uma delas. Palmas, capital do Tocantins, poderá receber um dos equipamentos.
O Velódromo e o Centro de Tênis se tornarão centros de treinamento para atletas. Para o velódromo, onde foram quebrados 26 recordes mundiais e olímpicos durante os Jogos, os dirigentes buscam montar um plano para manter o local ativo, com eventos internacionais e base de treinamento de ciclistas da América do Sul, que não precisariam mais viajar até a Europa, onde hoje estão as melhores pistas do mundo.

PORTAL TERRA


Olimpíada tem mais que o dobro de laureados militares em quatro anos

Número de atletas brasileiros integrados às Forças Armadas sobe mais de 260% nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e rende mais que o dobro de medalhas em relação a Londres

Felipe Domingues

Um sucesso. É dessa forma que o Ministério da Defesa define o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas, criado em 2008. Nos Jogos do Rio de Janeiro, os números deixaram claro que a parceria entre atletas e a organização foi, de fato, proveitosa: ao todo, 13 das 19 medalhas do país foram de militares. 
O projeto teve início visando os Jogos Mundiais Militares de 2011, nos quais o Brasil terminou na liderança do quadro de medalhas, com 114 láureas, sendo 45 de ouro.
À época da realização da Olimpíada de Londres, em 2012, o número de atletas olímpicos vinculados ao programa era de 51. Desses, cinco subiram ao pódio na Inglaterra, com o ouro da judoca Sarah Menezes, e os bronzes dos também judocas Felipe Kitadai, Mayra Aguiar e Rafael Silva, e da pentatleta Yane Marques.
Quatro anos depois, na disputa no Rio de Janeiro, o quadro de competidores aumentou mais de 260%. A delegação brasileira participou dos Jogos com 465 atletas, sendo que 145 eram militares (30% do total). 
O número de medalhas, por sua vez, foi maior do que o dobro em comparação a Londres: de cinco para 13.
- O sucesso desse programa é inquestionável, assim como é indubitável a sua contribuição para a elevação do Brasil à condição de potência olímpica no mundo - disse o diretor do Departamento de Desporto Militar no Ministério, Paulo Zuccaro.
Os atletas que integram o programa, além da remuneração destinada à patente (3 Sargento) de R$ 3,2 mil, usufruem das instalações militares para treinos, e de benefícios das Forças Armadas, como plano de saúde, psicólogos, e outras facilidades.

O investimento anual do Ministério da Defesa no programa é de aproximadamente R$ 18 milhões.
O projeto contempla 27 modalidades olímpicas atualmente, com 670 atletas, sendo 594 temporários. Até o momento, não há previsão para aumento no número de esportes, mas não há um limite de competidores que possam se candidatar, já que o quadro é rotativo (oito anos).
A meta é manter o projeto, visando os Jogos Militares de 2019, em Wuhan (CHN), e Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio (JAP).
Com o crescimento do programa, talvez, cenas como a vista na foto acima, com atletas prestando continência no pódio, se tornem mais comuns nesse ciclo olímpico.

OS MEDALHISTAS
Ouro
Os militares brasileiros levaram cinco medalhas de ouro nos Jogos do Rio: Rafaela Silva (judô), Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Robson Conceição (boxe), Thiago Braz (atletismo), e Alison e Bruno Schimdt (vôlei de praia).
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Prata
Além dos primeiros lugares, os militares tiveram três pratas, com Felipe Wu (tiro esportivo), Arthur Zanetti (ginástica artística) e Ágatha e Bárbara Seixas (vôlei de praia).
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Bronze
Fechando a lista, foram cinco bronzes: Mayra Aguiar (judô), Rafael Silva (judô), Arthur Nory (ginástica artística), Poliana Okimoto (maratona aquática) e Maicon Andrade (taekwondo).
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Não-militares
No Rio de Janeiro, apenas seis medalhas não tiveram a presença de militares: a prata e bronze de Isaquias Queiroz (canoagem), e sua prata em dupla com Erlon de Souza, o bronze de Diego Hypolito (ginástica artística), e as láureas de ouro no futebol e no vôlei.
ENTENDA O PROGRAMA
Ingresso
As Forças Armadas (Marinha, Exército ou Aeronáutica) publicam edital buscando atletas de uma modalidade. O competidor interessado, então, ingressa por meio de concurso de títulos no programa.
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Duração, salário e estrutura
A participação dura oito anos, que podem ser renovados por novo edital. Nesse período, o atleta recebe a patente de 3 Sargento e, assim, salário de R$ 3,2 mil, e pode aproveitar a estrutura e benefícios das Forças, como locais de treinos, cuidados médicos, e outros.
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Contrapartida
Quando convocados, é obrigatória a participação dos atletas em torneios militares, como os Jogos Mundiais. 

PORTAL BRASIL


Compra de alimentos da agricultura familiar movimenta R$ 32,7 milhões em 2016

Programa de Aquisição de Alimentos tem fortalecido a agricultura familiar e garantido o acesso à alimentação de qualidade

O governo federal investiu R$ 32,7 milhões, neste ano, na compra de alimentos produzidos por agricultores familiares de todo o País.
As Forças Armadas, ministérios, universidades e institutos federais de educação adquiram os produtos por meio da Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA).
Na modalidade, governos estaduais, prefeituras e órgãos federais da administração direta e indireta compram alimentos da agricultura familiar por meio de chamadas públicas, sem necessidade de licitação.
Podem comprar as instituições que fornecem alimentação, como hospitais, quartéis, presídios, restaurantes universitários, refeitórios de creches e escolas filantrópicas, entre outros. Acesse aqui as chamadas públicas abertas e em contratação.
Cada agricultor familiar local pode vender até R$ 20 mil anuais por órgão comprador. Já os empreendimentos da agricultura familiar, detentores de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), podem vender até R$ 6 milhões, por ano, por órgão comprador. Os principais produtos adquiridos são itens de hortifrúti, grãos e laticínios.
A Compra Institucional fortalece a agricultura familiar e promove o acesso da população à alimentação de qualidade. “A modalidade utiliza o poder de compra do Estado para promover o desenvolvimento local, criando canais de comercialização para quem precisa vender sua produção. Também é importante para os consumidores, que recebem alimentos mais frescos e saudáveis”, destaca o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha.
Outra medida importante para o segmento, explica o secretário, é que a legislação atual determina que órgãos e entidades da administração pública federal comprem ao menos 30% de gêneros alimentícios de agricultores familiares e suas organizações. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) foi o primeiro órgão da administração pública federal a atender integralmente o decreto.
Case de sucesso
Com grande potencial para fortalecer a agricultura familiar com a compra dos alimentos, o Ministério da Defesa – ligado às Forças Armadas – compra alimentos da agricultura familiar por meio da modalidade Compra Institucional desde 2014. Em 2016, unidades do Exército e da Marinha abriram chamadas públicas no valor de mais de R$ 3,4 milhões.
“O Ministério da Defesa e as Forças Armadas apontaram que o procedimento de compra é mais fácil, que os alimentos chegam mais frescos, há reduções nos custos e não há registro de atrasos na entrega”, ressalta a coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do MDSA, Hetel Santos.
No ano passado, mais de R$ 3,8 milhões em produtos da agricultura familiar foram comprados para o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil e para a Força Aérea Brasileira. Em 2014, a Defesa adquiriu R$ 564 mil em produtos para abastecer os restaurantes do órgão na Esplanada dos Ministérios.

OUTRAS MÍDIAS


ATribuna (MS)


Sistema de navegação Rnav entra em vigor dia 15/9

Márcio Sodré

Aos poucos, o Aeroporto Municipal de Rondonópolis vem avançando em relação aos sistemas que auxiliam os pilotos das aeronaves nos pousos e decolagens. Está previsto para entrar em vigor, a partir do próximo dia 15 de setembro, o sistema de navegação conhecido como Rnav, que é responsável por fornecer aos pilotos coordenadas geográficas por meio do sistema GPS, que baliza a navegação aérea. Contudo, o sistema conhecido como Papi, um dos mais esperados pelos usuários do aeroporto, ainda não tem previsão de entrar em funcionamento, apesar de já estar instalado.
Mesmo sem uma data para que o Papi entre em funcionamento, o estudioso da aviação Roberto Mendonça, gestor de segurança operacional de voo, avaliou ao Jornal A TRIBUNA que a entrada em vigor do Rnav, agora em setembro, será uma melhoria bastante expressiva para Rondonópolis. Ele explica que o procedimento para os pilotos chegarem na pista continuará visual, sem o Papi, mas que o Rnav vai garantir a posição exata de aproximação e de saída do aeroporto, proporcionando segurança de voo. Além disso, atesta que os pilotos já contam com a Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA). Com a entrada em funcionamento do Papi, detalha que os procedimentos para pousos e decolagens estarão completos no município, indicando também aos pilotos a altitude exata na aproximação com a pista.
O Papi e o Rnav são grandes demandas locais, pois minimizarão os problemas com cancelamento de voos ou aterrissagem quando de condições meteorológicas desfavoráveis. Em relação ao Papi, o secretário municipal de Transportes e Trânsito, Fabrício Correa, informou ao Jornal A TRIBUNA que falta a vinda ao município do Grupo Especial de Inspeção em Voo (Geiv), da Força Aérea Brasileira (Fab), que faz a inspeção no aeroporto, com a posterior homologação e publicação oficial. O Papi é um sistema de sinalização com aparelhos de iluminação com focos calibrados, que dá ao piloto a altitude exata no momento de aproximação da pista.
A licitação de aquisição e implantação dos sistemas Papi e Rnav foi feita pela Prefeitura de Rondonópolis no dia 4 de abril deste ano, representando um custo de R$ 880 mil aos cofres públicos. A instalação do Papi foi encerrada desde o começo de junho deste ano. Reforçando, o Papi ainda está pendente da sua homologação.
Com o começo da operação do Papi e do Rnav, a esperança é que os constantes cancelamentos de voos ou falta de condições de aterrissagem possam diminuir grandemente em Rondonópolis, bem como evitar prováveis acidentes aéreos.

CORREIO DO AR (PR)


Esquadrilha da Fumaça se apresentará mais uma vez em Maripá

Pela segunda vez o município de Maripá receberá os aviões da Esquadrilha da Fumaça, será no domingo, dia 28
O presidente da Comissão Central Organizadora da 18ª das Orquídeas e do Peixe de Maripá, Rodrigo Schanoski confirmou nesta semana de que mais uma vez a Esquadrilha da Fumaça estará se apresentando no município de Maripá. Será no domingo, dia 28, às 16h, no Centro de Eventos Amarelão, fazendo parte da programação da festa que acontecerá de 26 a 28 de agosto, que além dessa, terá diversas atrações.
Depois do sucesso da apresentação feita no ano de 2011, a volta dos aviões da Esquadrilha da Fumaça é esperada por muita expectativa por todos os maripaenses e de toda a região.
As sete aeronaves da mais espetacular companhia de acrobacias áreas da América Latina, riscam os céus e a cada minuto da apresentação fazem um show diferente.
Os aviões Tucano da Embraer fizem uma apresentação de gala que tem uma duração de pouco mais de trinta minutos, levando o público ao delírio.
O grupo, famoso por manobras arriscadas, possui também algumas acrobacias exclusivas, como o voo invertido em formação, quando as aeronaves voam de cabeça para baixo em grupo.

NOTÍCIAS AO MINUTO (RJ)


Aviões do futuro serão menos poluentes

Uma versão de um avião híbrido já está sendo desenvolvido por engenheiros da NASA e o primeiro voo teste poderia acontecer em 2020
Nos próximos dez anos, a aeronáutica pode passar por uma revolucão. A NASA pretende desenvolver aeronaves do futuro e está projetando um avião que produz menos emissões de poluentes, menos ruído e usa menos combustível que os modelos atuais do mercado.
O projeto é chamado “New Horizons Aviation”, e de acordo com o site Curiosidade, tem como objetivo projetar, construir e operar uma variedade de aeronaves chamadas de “X-planes” e visa apoiar uma indústria que é fundamental para a vitalidade econômica dos Estados Unidos e de outras nações do mundo, como o Brasil, por exemplo.
Uma versão de um avião híbrido já está sendo desenvolvido por engenheiros da equipe e o primeiro voo teste poderia acontecer em 2020. Pesquisadores estimam que esta tecnologia será capaz de promover uma economia de R$ 10 bilhões por ano para a indústria aérea.



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