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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 14/08/2016 / "Flanelinha" de avião está com os dias contados no aeroporto de Guarulhos


"Flanelinha" de avião está com os dias contados no aeroporto de Guarulhos ...


Joana Cunha ...

Uma figura icônica da aviação, o sinalizador não será mais visto nas pistas do aeroporto de Guarulhos.

Também chamado de balizador, é aquele sujeito popularmente conhecido como "flanelinha" de avião, que fica na pista movimentando os braços com dois bastões laranja nas mãos para orientar o piloto a estacionar no momento da aterrissagem.

O maior aeroporto do país vai concluir até o fim do ano a instalação de um sistema eletrônico para fazer o serviço, seguindo uma tendência já implantada em aeroportos como Heathrow, em Londres, Charles de Gaulle, em Paris, e JFK, em Nova York.

O programa conhecido como VDGS, ou sistema avançado de docagem visual, usa sensores para reconhecer a posição da aeronave na vaga.

Quando ela começa a ser estacionada, o painel localizado na ponta dianteira da vaga emite sinais para indicar ao piloto as manobras necessárias. Segundo a GRU Airport, concessionária do aeroporto, as vantagens da tecnologia são precisão e segurança.

Além de direcionar o piloto, como fazem os balizadores humanos com seus pequenos bastões, a tecnologia o avisa exatamente quantos metros faltam até a parada.

No modo antigo, o balizador ordenava a parada quando a aeronave atingia uma linha amarela pintada no chão.

Outra vantagem é agilidade para alocar as aeronaves nas pontes de embarque.

Já estão em operação 106 dos 114 equipamentos adquiridos. Mas este é um caso em que o avanço tecnológico não ameaçou o emprego, segundo a GRU Airport.

Os 116 trabalhadores que operam a função continuarão exercendo suas outras atribuições na fiscalização do pátio, como verificar o uso de equipamentos de segurança, as condições de manutenção e limpeza e a movimentação de pessoas em áreas restritas.

Eles também poderão balizar com as mãos, quando, eventualmente, a tecnologia vier a falhar.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL A CRÍTICA (MS)


Intenção de viajar de avião cresce 11% no último ano

A intenção de viajar pelo Brasil foi maior do que para o exterior nos próximos seis meses de acordo com o estudo. A biodiversidade, as riquezas culturais e o patrimônio histórico são alguns dos fatores que motivaram 78,4% dos potenciais viajantes

A velocidade e o conforto estão entre os fatores que motivam cada vez mais o brasileiro a optar pela viagem de avião. De acordo com estudo do Ministério do Turismo, divulgado hoje, 63,1% dos que pretendem viajar até dezembro utilizarão o avião como meio de transporte, um percentual 11% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.
ImagemO desejo de viajar de carro também cresceu. De 23,6%, em julho do ano passado, para 27,3% neste ano, enquanto que a de ônibus diminuiu de 10,2% para 8%. A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem revelou ainda que a viagem em família e os destinos turísticos nacionais permanecem entre as preferências dos viajantes. Entre os brasileiros que pretendem viajar acompanhados nos próximos seis meses, 89,8% devem seguir com cônjuges, filhos e outros parentes.
A intenção de viajar pelo Brasil superou o desejo de viajar para o exterior nos próximos seis meses de acordo com o estudo. A biodiversidade, as riquezas culturais e o patrimônio histórico são alguns dos fatores que motivaram 78,4% dos potenciais viajantes a optar pelos destinos turísticos nacionais. Apenas 20% dos entrevistados pretendem visitar outros países.
O Nordeste ainda é o destino preferido da maioria dos potenciais viajantes, com 44,8% das indicações. O Sudeste é a segundo mais desejado com 23,7%, seguida pelo Sul (19,3%), Centro-Oeste (6,8%) e Norte (5,4%).
Entre os meios de hospedagem, a sondagem mostra que os hotéis e pousadas permanecem como os meios de hospedagem preferidos por 52,3% dos entrevistados. Um crescimento de 5,6% em relação a julho de 2015. A casa de parentes e amigos foi o segundo meio de hospedagem mais apontado, com 38,6% das preferências.
ESTUDO – A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem é realizada todos os meses em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Juntas, as sete capitais brasileiras monitoradas representam 70% do fluxo turístico do Brasil.

JORNAL O POVO (CE)


Esportes. Talentos esportivos existem no Ceará, mas falta financiamento


Hedla Lopes Triatleta E Dona Da Academia De Natação Hedla Lope

Sem apoio financeiro, o carateca cearense Breno de Souza Teixeira, 20, batalha para conseguir a classificação necessária para garantir uma vaga na Olimpíada de Tóquio, em 2020. É que, até compor a delegação brasileira, é preciso conquistar uma série de títulos que, além da capacidade do atleta, exige a participação dele em campeonatos nacionais e internacionais. E aí, haja investimento financeiro.
ImagemApós anos de intenso treinamento e diversas medalhas, Breno, hoje, está confiante sobre a possibilidade de patrocínio. Ainda mais porque o Comitê Olímpico Internacional (COI) inseriu o karatê e outras quatro modalidades (surfe, skate, beisebol e escalada) no programa dos Jogos. “Meus pais têm de arcar com tudo, mas chega um momento em que não dá”, lamenta o atleta que, atualmente, treina na Universidade Federal do Ceará (UFC), onde cursa Engenharia Mecânica.
Da universidade, ele recebe bolsa de apenas R$ 400 para investir na formação esportiva. Apesar da ajuda, ele sabe que, para se desenvolver, precisa de uma equipe multidisciplinar (nutricionista, psicólogo, preparador físico, entre outros profissionais) para apoiá-lo, algo em que ainda não pode investir.
A dificuldade de Breno é a realidade de muitos atletas cearenses que não contam com apoio técnico e financeiro privado ou estatal. Por isso vários talentos do Estado seguem para o Sul ou para o Sudeste, onde há mais clubes consolidados e, consequentemente, mais possibilidades de apoio e desenvolvimento.
Forças Armadas
Atletas formados e patrocinados pelas Forças Armadas do Brasil têm se destacado na Olimpíada do Rio de Janeiro, a exemplo da judoca Rafaela Silva, que conquistou a primeira medalha de ouro do País. “Pelo menos 30% da delegação brasileira é das Forças Armadas. Eles estão tendo incentivo, além de toda uma estrutura”, analisa o diretor do Instituto de Educação Física e Esportes da UFC, Antônio Barroso Lima.
Apoio estadual
O secretário-executivo dos Esportes do Ceará, Márcio Brito, resume o apoio estadual ao desenvolvimento do esporte ao estímulo à prática nas escolas e às bolsas fornecidas aos competidores que querem se aperfeiçoar. No entanto, ele garante: se as atribuições da União, do Estado e dos Municípios fossem melhor distribuídas e houvesse uma política integrada, como a da Educação, os recursos seriam melhor utilizados. (Luana Severo)
Bate-pronto
O POVO - O que há de bom e de ruim na formação de atletas no Ceará?
Hedla Lopes - Tem o projeto do Centro de Formação Olímpica, que é a coisa mais linda, mas que tem que saber usar. Falta apoio. Não existe patrocínio. Um triatleta gasta muito. Pra ser “top” é muito dinheiro: uma boa bicicleta, equipamento, alimentação... Nadador também, para elevar a bandeira do Estado, do País, tem que ralar. Não adianta botar culpa nos atletas. Eles já fazem demais.
OP - O que é preciso para melhorar?
Hedla - O apoio. A falta disso não deixa o atleta se desenvolver. Ele vem na base, melhorando, sendo campeão cearense, brasileiro, todas as fases. Quando chega na fase pra dar aquele pulo pra seleção brasileira, tem que escolher: trabalha, estuda ou continua a treinar. E a maioria opta por estudar ou trabalhar. Então, a falta de apoio é o que faz o atleta do Brasil não ir adiante. Os melhores da seleção são os que as Forças Armadas estão apoiando. Quanto mais apoio os atletas tiverem, mais vão se desenvolver. E motivação também.

PORTAL R7


Morte de Eduardo Campos em acidente aéreo completa 2 anos. Relembre

Ex-governador de Pernambuco concorria às eleições presidenciais de 2014

Há dois anos, um dos nomes mais cotados para ganhar as eleições presidenciais de 2014 se despedida de vez da corrida eleitoral. O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos morreu em um acidente aéreo, aos 49 anos, dois meses antes da nomeação do novo presidente do Brasil.
Na época, Campos era candidato pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro) e embarcou em um jato Cessna 560XL do Rio de Janeiro com destino ao Guarujá, no litoral paulista. O motivo da viagem daquela quarta-feira era o cumprimento da agenda de campanha. Além do candidato, estavam no avião outras seis pessoas: os assessores Pedro Valadares e Carlos Percol, o fotógrafo Alexandre Severo, o cinegrafista Marcelo Lira e mais dois pilotos.
O acidente ocorreu quando o avião arremeteu no momento do pouso, em decorrência do mau tempo em Santos, também no litoral paulista. A FAB (Força Aérea Brasileira) afirmou que, depois disso, o controle de tráfego aéreo perdeu a aeronave.
Eduardo Campos era considerado pelo PSB um político com grande poder de persuasão, além de apresentar boa capacidade de gerenciar conflitos. Deputados do partido consideram o ex-governador uma das maiores lideranças políticas do Brasil e, ainda, afirmaram que, se ele estivesse vivo, brigaria de igual para igual nas eleições de 2014 — podendo ser potencialmente decisivo nos resultados.
Campos deixou sua mulher e cinco filhos.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Milhares de venezuelanos vão à Colômbia após reabertura de fronteira


Da Associated Press De São Paulo

Milhares de venezuelanos entraram na Colômbia para comprar produtos que estão em falta no país, depois que Caracas e Bogotá concordaram em reabrir suas fronteiras de forma gradual.
ImagemCinco entradas para pedestres foram abertas na manhã deste sábado (13), no primeiro passo para uma eventual restauração completa da fronteira.
Os venezuelanos devem informar sua identidade e explicar porque estão indo para a Colômbia antes de entrar no país vizinho.
Os presidentes Nicolás Maduro (Venezuela) e Juan Manuel Santos (Colômbia) concordaram na última quinta (11) em abrir gradualmente as fronteiras, fechadas a um ano.
Os cinco postos de entrada ficarão abertos para pedestres todos os dias entre 6h e 21h no horário de Caracas (7h e 22h em Brasília).
CRISE
As fronteiras entre os países estavam fechadas desde agosto de 2015, após decisão unilateral de Maduro.
Ele tomou a ação alegando falta de segurança após quatro militares venezuelanos serem mortos por paramilitares colombianos em San Antonio del Táchira, onde fica o principal acesso terrestre entre os países.
Três dias depois, Maduro ampliou o fechamento da ponte entre a cidade e Ureña, na Colômbia, por tempo indeterminado.
Em seguida, decretou estado de exceção no Estado de Táchira e a expulsou mais de 20 mil colombianos, incluindo refugiados, sob a acusação de contrabando e associação com paramilitares.
A ordem provocou uma fuga em massa. Parte dos colombianos teve casas e pertences destruídos por militares e precisou deixar o país pelo rio da fronteira para não perder o que sobrou.
Nas semanas seguintes, o estado de exceção e o fechamento foram ampliados para os outros quatro Estados limítrofes. Em sinal de protesto, a Colômbia convocou seu embaixador em Caracas.
A crise seria amenizada em reunião entre os dois presidentes em 21 de setembro, em Quito. Nela, foi liberada a passagem só para estudantes e grupos humanitários.
O fechamento fez agravar a escassez na fronteira. Em junho, centenas de mulheres de Táchira cruzaram a pé o rio que separa os dois países para comprar alimentos.
Diante da tensão social, Caracas abriu a fronteira só para pedestres em 9, 16 e 17 de julho. Nos três dias, 142 mil pessoas foram à Colômbia.

"Flanelinha" de avião está com os dias contados no aeroporto de Guarulhos


Joana Cunha De São Paulo

Uma figura icônica da aviação, o sinalizador não será mais visto nas pistas do aeroporto de Guarulhos.
Também chamado de balizador, é aquele sujeito popularmente conhecido como "flanelinha" de avião, que fica na pista movimentando os braços com dois bastões laranja nas mãos para orientar o piloto a estacionar no momento da aterrissagem.
O maior aeroporto do país vai concluir até o fim do ano a instalação de um sistema eletrônico para fazer o serviço, seguindo uma tendência já implantada em aeroportos como Heathrow, em Londres, Charles de Gaulle, em Paris, e JFK, em Nova York.
O programa conhecido como VDGS, ou sistema avançado de docagem visual, usa sensores para reconhecer a posição da aeronave na vaga.
Quando ela começa a ser estacionada, o painel localizado na ponta dianteira da vaga emite sinais para indicar ao piloto as manobras necessárias. Segundo a GRU Airport, concessionária do aeroporto, as vantagens da tecnologia são precisão e segurança.
Além de direcionar o piloto, como fazem os balizadores humanos com seus pequenos bastões, a tecnologia o avisa exatamente quantos metros faltam até a parada.
No modo antigo, o balizador ordenava a parada quando a aeronave atingia uma linha amarela pintada no chão.
Outra vantagem é agilidade para alocar as aeronaves nas pontes de embarque.
Já estão em operação 106 dos 114 equipamentos adquiridos. Mas este é um caso em que o avanço tecnológico não ameaçou o emprego, segundo a GRU Airport.
Os 116 trabalhadores que operam a função continuarão exercendo suas outras atribuições na fiscalização do pátio, como verificar o uso de equipamentos de segurança, as condições de manutenção e limpeza e a movimentação de pessoas em áreas restritas.
Eles também poderão balizar com as mãos, quando, eventualmente, a tecnologia vier a falhar.

OUTRAS MÍDIAS


ATRIBUNA.COM.BR (SP)


Buscas pelo barco "Anjo Gabriel I" completam duas semanas

Ao todo, sete pessoas estavam a bordo da embarcação, que saiu de Bertioga
De A Tribuna On-line
Duas semanas após o desaparecimento da embarcação Anjo Gabriel I, as equipes de resgate continuam os trabalhos de busca no litoral de São Paulo. A bordo estavam sete pessoas, entre as quais três já foram encontradas sem vida. Ainda não se sabe o que ocorreu com o barco, nem o real paradeiro dele. 
Assim como os demais dias, familiares dos desaparecidos se reuniram em Bertioga neste sábado (13) para coordenar as buscas dos voluntários. A embarcação Soberano, semelhante àquela que está desaparecida, voltará ao mar para realizar nova varredura. Segundo a Marinha, a área supera os 600 quilômetros quadrados.
Ao longo de 15 dias de buscas, equipes já encontraram diversos destroços da embarcação. Destacam-se a estrutura da sala de comando do barco, onde está o timão (roda do leme) parcialmente destruído, e o teto das cabines. Foram achados, também, coletes salva-vidas, caixas térmicas e varas de pesca.
Na sexta-feira (5), seis dias após o sumiço, foram encontrados os corpos de Natalino Morita, Rogério Viana e Vandir Assunção do Carmo. Um dos três corpos estava com colete salva-vidas. Também estavam a bordo e permanecem desaparecidos Fabio Garbin, Dyone Amorim Neves, Ismael dos Santos e Renato Molinari.
Mistério
O Anjo Gabriel I estava com a documentação em dia com a Autoridade Marítima. O barco está classificado como de Esporte e Recreio, é totalmente de madeira, inclusive o casco, tem 15 metros de comprimento, 4 metros de largura (boca) e calado de 1,18 metro.
O barco era capaz de transportar até 19 pessoas, de acordo com a documentação registrada pela Autoridade Marítima. Na sexta-feira (29), por volta das 18 horas, o grupo saiu da Marina Polygon, em Bertioga, para pescar próximo ao Arquipélago de Alcatrazes, no Litoral Norte.
O retorno previsto era o final da tarde de sábado (30), o que não aconteceu. Parentes alertaram as equipes de salvamento do Corpo de Bombeiros e da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), pela Marinha do Brasil, sobre o não retorno.
Desde então, familiares dos desaparecidos se reúnem todos os dias no píer da marina, em Bertioga, para coordenar grupos de busca voluntários. Os parentes chegaram, inclusive, a alugar um helicóptero, que faz o sobrevoo do litoral desde o sumiço, reforçando ainda mais os trabalhos.
As autoridades informaram que as buscas não tem prazo para terminar. Pela Marinha, o navio patrulha Apa foi deslocado do Rio de Janeiro. Uma aeronave da Força Aérea, baseada em Curitiba, realiza sobrevoos na costa. Lanchas do GBMar também reforçam os trabalhos, ao lado de mais outras duas lanchas e o helicóptero Águia 32 da Polícia Militar Ambiental (PMA).

PORTAL N10 (RN)


China está desenvolvendo jato hipersônico que irá reduzir o custo da viagem espacial

Romário Nicácio
A China está desenvolvendo um jato hipersônico que pode levar pilotos, e talvez até mesmo passageiros, até a borda do espaço. A empresa aeroespacial estatal China Aerospace Science and Technology Corporation (CASTC) já teria começado a pesquisa sobre uma aeronave capaz de decolar de uma pista e levar uma tripulação em órbita baixa da Terra.
O suposto projeto pode ser um sucessor mais eficiente para o Space Shuttle da NASA, que foi lançado em um foguete, mas pousou em uma pista. Quando concluída, a nova aeronave poderia reduzir drasticamente os custos de viagens espaciais e dar à China um impulso na corrida espacial.
De acordo com a revista Popular Science, a aeronave iria decolar como um avião normal, antes de um motor scramjet supersônico entrar em ação para levantá-la a quase 100 km acima do nível do mar. Neste ponto, propulsores de foguetes irá fornecer o impulso adicional, dando-lhe energia suficiente para escapar das garras da baixa atmosfera da Terra.
Os planos foram discutidos na emissora estatal CCTV, com uma estimativa de lançamento para 2030. Com o programa Space Shuttle da Nasa desativado desde 2011, um avião espacial híbrido poderia dar os chineses uma vantagem na corrida espacial.
De acordo com a revista Popular Science, o novo jato espacial hipersônico da China vai usar um motor de respiração de ar de ciclo combinado, juntamente com motores de foguete. Zhang Yong, um dos engenheiros que trabalham no plano, afirmou que a tecnologia vai estar pronta nos próximos três a cinco anos, com um modelo em escala real pronto para lançar em 2030.
Yang Yang, outro engenheiro da CASTC também sugeriu que avião espacial poderia ser usado para o turismo espacial, uma vez que teria uma aceleração mais gradual do que foguetes lançadores espaciais. Empresas como a SpaceX e Blue Origin estão se esforçando para desenvolver veículos espaciais reutilizáveis para reduzir os custos de viagem em órbita, mas um avião espacial hipersônico pode reduzir ainda mais os custos.

NOTICIASAOMINUTO.COM.BR (PORTUGAL)


As quatro medalhas que o Brasil ganhou até agora são de militares

Felipe Wu, Rafaela Silva, Mayra Aguiar e Rafael Silva integram programa de atletas das Forças Armadas
ImagemAs quatro medalhas que o Brasil ganhou até agora nos Jogos Olímpicos Rio 2016 foram conquistadas por militares.
Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, os atletas Felipe Wu, Rafaela Silva, Rafael Silva e Mayara Aguiar integram o programa Atletas de Alto Rendimento, das Forças Armadas.
Felipe Wu faturou uma prata no tiro esportivo. Já a judoca Rafaela Silva ganhou o único ouro brasileiro até agora. Os também judocas Rafael Silva, o Baby, e Mayra Aguiar, conquistaram um bronze cada um.

OTVFOCO.COM (SP)


Alexandre Garcia sobre mortes no Regime Militar: “3 dias de assassinatos no Brasil de hoje”

Fernando Nascimento
Período bastante polêmico da história nacional, o Regime Militar brasileiro ainda é bastante discutido politicamente. O jornalista da Globo, Alexandre Garcia, foi criticado recentemente pela Associação Nacional dos Professores de História por ter feito parte do governo.
Segundo a Associação, o jornalista teria sido porta-voz do ex-presidente João Figueiredo, o último dos militares a comandar o país e ainda queria falar sobre “história errada nas escolas“. Em sua resposta, Alexandre fez um comentário sobre o período de uma forma que poucos da mídia hoje se posicionam.
Segundo ele, apesar de ter trabalhado para o governo, não era o porta-voz superior. O que irrita eles [os movimentos], segundo Garcia, é que em uma entrevista três anos antes do fim do regime, ele anunciou que o presidente Figueiredo seria sucedido por um civil.
Isso derruba no chão a tese de que foram eles que acabaram com o governo militar, por meio do movimento “diretas já”.
“Disseram que lutaram pela democracia. Com bombas, sequestros, assaltos, execuções. Fui assaltado no Banco do Brasil em Viamão, pela Vanguarda Armada Revolucionária, quando era estudante de jornalismo”, destaca.
Garcia também compara o número de mortes [provocadas por esquerda e direita na época do Regime] com as mortes por assassinato nos dias atuais:
“Na luta armada, que durou menos de dez anos, morreram 364 ativistas. Somando-se aos que foram mortos pela esquerda armada, chega-se a um total inferior a 500 vítimas em 20 anos. Isso equivale a três dias de assassinatos no Brasil de hoje.”

EXPRESSOMT.COM.BR (MT)


Thiago Braz leva susto, vence pressão e avança à final olímpica no Engenhão

Esperança de medalha, brasileiro de 22 anos fica perto de zerar disputa qualificatória em casa, mas consegue passar pelo sarrafo a 5,70m: "Temi ficar fora"
Parecia que Thiago Braz perderia novamente para seu pior rival: a própria cabeça. Esperança de medalha para o Brasil na prova do salto com vara, o recordista sul-americano vinha amargando eliminações precoces, sobretudo nas grandes competições. Neste sábado, diante do apoio da torcida no Engenhão, chegou a ficar bem perto de um novo e ainda mais frustrante adeus, mas superou as tensões e a pressão para avançar à final olímpica. A marca de 5,70m na qualificatória foi mais que o suficiente para carimbar a vaga.
ImagemThiago optou por abrir a disputa com o sarrafo a 5,45m. Uma marca bastante modesta, se comparada com suas melhores. Seu recorde é de 5,92m em pista aberta. Nitidamente nervoso, errou as duas primeiras tentativas e ficou novamente pressionado. Se errasse de novo, estaria fora. Foi para o tudo ou nada e subiu para 5,60m. Conseguiu ultrapassar e vibrou muito. Respirou aliviado ao tirar o peso de suas costas.
- Temi ficar fora. Vieram na cabeça todas as competições que não passei para a final, porém estou aprendendo a manter o equilíbrio, não me apavorar com a situação. Isso me ajudou a manter o foco. E foi gostosa a torcida. Achei que ia atrapalhar um pouco. Para mim, poderia chegar com uma pressão negativa, porém foi positiva - disse Braz, após a disputa.
O pior havia ficado para trás. Aquela tensão inicial e o medo de zerar nos Jogos Olímpicos em casa passaram. Em uma mudança radical em relação ao que foi visto nos primeiros saltos, passou pelo sarrafo a 5,70m logo na primeira tentativa. Thiago disputa um lugar no pódio na próxima segunda-feira. A final do salto com vara será às 20h35.
- Quero manter os resultados que estou fazendo nas competições, por volta de 5,80m e 5,90m. Está uma briguinha boa - completou Thiago.
Campeão olímpico e recordista mundial, Renaud Lavillenie quis entrar na disputa apenas com o sarrafo a 5,70m. Esperou quase duas horas para sua estreia nos Jogos Olímpicos. Deu um breve susto ao errar a primeira tentativa, mas passou bem na segunda e brigará pelo bicampeonato.
Outro brasileiro na disputa, Augusto Dutra não conseguiu avançar. Iniciou a disputa a 5,30m, passando de primeira. Com 5,45m, acertou na segunda tentativa. Ao elevar a 5,60m, derrubou o sarrafo nas três chances.
NOTA DO CECOMSAER: Thiago Braz é sargento da FAB e integrante do Programa de Alto rendimento das Forças Armadas.


GAZETA DO POVO (PR)


Raulzinho, Ygor Coelho e Bruninho: Dia dos Pais especial na Rio-2016

O domingo (14) será especialmente comovente no Rio de Janeiro
O pai do armador Raulzinho, Raul Filho, desistiu de jogar a Olimpíada de Barcelona-1992 no estacionamento do aeroporto de Belo Horizonte a caminho de São Paulo, onde se apresentaria à seleção de basquete. Preferiu nem tirar a bagagem do porta-malas do carro e voltar para casa para ficar ao lado da esposa no nascimento do primeiro filho, hoje um dos destaques da equipe do técnico Rubén Magnano e do Utah Jazz na NBA.
Não fosse o pai, Ygor Coelho não seria esportista e sequer conheceria o esporte que pratica: o badminton. Sebastião de Oliveira conheceu a modalidade quando viu um professor com uma raquete e peteca na escola pública em que trabalha como inspetor, três anos antes de o filho nascer.
Quando Ygor veio ao mundo, Sebastião já tinha iniciado o Projeto Miratus, centro de treinamento de badminton que atende 250 crianças carentes na favela da Chacrinha, zona oeste do Rio, e que forjou o filho a ser um atleta olímpico.
Campeoníssimo, Bernardinho não hesitou logo após a derrota na final da Olimpíada de Londres-2012. Estava disposto a abrir mão do cargo de técnico da seleção masculina de vôlei para que as críticas em relação à convocação do filho Bruninho cessassem.
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Na época, a imprensa questionava o fato de Bruninho ser o levantador titular da equipe, após o campeão olímpico Ricardinho sair da seleção por desavenças com o treinador.
Raulzinho, Ygor e Bruninho mal terão tempo para comemorar o Dia dos Pais domingo (14). Mas já sabem que o maior presente que poderão dar a seus velhos é uma boa participação na Olimpíada Rio-2016.
Raulzinho, que encara o clássico com a Argentina neste sábado (13), às 14h15, precisando da vitória após duas derrotas, afirma que ao desistir de entrar no aeroporto para ir a São Paulo treinar com a seleção antes do embarque para Barcelona em 1992, a mãe do jogador considerou que o marido estava louco.
“Aí ele respondeu que não, que estava feliz e que queria ficar do lado dela no meu nascimento. Poucos dias depois eu nasci”, recorda Raulzinho.
O armador diz que o pai sequer sonhava que 24 anos depois do episódio no aeroporto o próprio filho estaria disputando a segunda Olimpíada. “É muito gratificante poder realizar o meu sonho e o sonho do meu pai de jogar uma Olimpíada. Ainda mais pelo que ele fez por mim quando eu nasci”, enfatiza Raulzinho. “É sim um presente do Dia dos Pais a minha participação nessa Olimpíada, por ser no Brasil e por toda a minha família vir me ver”, atesta o armador.
Um novo esporte
Mesma sensação sente Ygor, de um Dia dos Pais especial na Rio-2016. Ainda mais pelo fato de Sebastiao ter crescido sem pai.
ImagemAos seis anos, o criador do projeto que revolucionou a prática de badminton no Brasil foi entregue à antiga Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Funabem). O patrão da mãe, empregada doméstica de um ex-ministro, não permitia a presença de Sebastião na casa.
Para que a mesma situação de abandono pela qual passou não se repetisse com outras crianças, Sebastião criou com recursos próprios em 1998 o Projeto Miratus, que atende 250 crianças e adolescentes da favela da Chacrinha e de onde saiu não só Ygor, mas também Lohanny Vicente, 20 anos, primeira brasileira a disputar o badminton nos Jogos. “Hoje eu tenho 250 irmãos”, enfatiza Ygor.
O jogador de badminton considera sensacional o fato de estrear na primeira Olimpíada que disputa justamente na véspera do Dia dos Pais – ele enfrenta às 19h55 o irlandês Scott Evans. “Se eu estou aqui hoje, disputando uma Olimpíada, é porque meu pai me encaminhou. Sou fruto do trabalho dele”, enfatiza Ygor, que era treinado pelo pai até o ano passado, quando passou a trabalhar com o treinador da seleção da modalidade.
Cobrança
No caso de Bruninho e Bernardinho, o contato é ainda mais estreito no dia a dia desde 2007, quando o levantador passou a ser convocado. Hoje capitão da seleção de vôlei, que neste sábado (13), diante da Itália, às 22h35, tenta se recuperar da derrota para os EUA, o levantador não teve vida fácil diante do argumento de que só estava na equipe por ser filho do treinador.
“É uma das coisas mais difíceis trabalhar com o filho, porque sinto em alguns momentos que algumas pessoas tentam me atingir por meio do Bruno”, declarou aos prantos Bernardinho justamente no Dia dos Pais de 2012, quando pôs o cargo à disposição para preservar o filho na entrevista após a derrota de virada para a Rússia na final da Olimpíada.
“De vez em quando, tenho de bater de frente com ele, faz parte. E essa nossa relação, por ter se tornado profissional, fez até crescer nossa relação como pai e filho fora da seleção. Nos tornamos mais homens em relação isso”, atesta Bruninho em entrevista ao portal UOL em junho, dois meses antes da Rio-2016
NOTA DO CECOMSAER: Igor Coelho e Lohanny Vicente são sargento da FAB e integrantes do Programa de Alto rendimento das Forças Armadas



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