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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 12/08/2016 / Aeroporto de Congonhas volta a apertar atraso de companhias aéreas


Aeroporto de Congonhas volta a apertar atraso de companhias aéreas ...


Dimmi Amora ...

 O governo voltou atrás na medida que permitia mais atrasos e cancelamentos de voos no aeroporto de Congonhas (SP), um dos mais movimentados do país.

O índice de cancelamento de voos pelas empresas aéreas nesse aeroporto sem que haja possibilidade de punição –que é perda do espaço para operar na unidade– voltou a ser de 10%. Há pouco mais de um mês, o governo tinha flexibilizado a regra para Congonhas e elevado o índice para até 20%.

As empresas também terão de voltar ao limite de 20% de atrasos nessa unidade sem a possibilidade de perder espaço. A permissão havia subido para 25%.

A decisão de recuo foi tomada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) na terça-feira (9). Os diretores da agência decidiram que, pela importância do aeroporto, seria mais adequado pedir um estudo da área técnica antes de decidir por quais índices seriam os mais adequados.

Em nota, a agência informou que "os limites de infraestrutura disponíveis no aeroporto (pista, pátio e terminal) e de segurança operacional ou de voo continuam considerados" para a concessão de espaço.

REGRA GERAL
Em julho, a agência havia colocado Congonhas dentro de uma regra geral, que serve para todos os aeroportos do país por recomendação do Conac (Conselho Nacional de Aviação Civil), órgão de aconselhamento da agência.

Pelas regras da aviação, quando não há restrições, os espaços são distribuídos conforme o pedido das empresas. Se não há espaço, o aeroporto passa a seguir regras de distribuição específica ditadas pela Anac. E para manter o espaço que tem, a empresa precisa cumprir algumas normas.

Antes, Congonhas tinha uma regra específica, mas isso foi modificado em julho para tornar a norma igual à dos demais aeroportos.

Mas agora, com o recuo da Anac, o aeroporto paulistano voltou a ter regra específica.

Apesar de voltar atrás no índice de atraso e cancelamento, a agência manteve, contudo, outras alterações que tornaram Congonhas igual aos outros do país.

Uma delas é a que diz respeito aos tipos de aeronaves, que receberão agora o mesmo tratamento. Antes, aviões de até 90 lugares tinham prioridade para receber novos espaços nesse aeroporto de São Paulo. Também foram mantidas as atuais restrições para voos noturnos na unidade.

CONCENTRAÇÃO
Congonhas é o aeroporto mais importante do país para voos internos. Durante dois anos, o governo da presidente afastada, Dilma Rousseff, tentou mudar as regras de acesso ao espaço para as aeronaves nessa unidade para evitar uma concentração entre as duas maiores companhias, Latam e Gol.

Somente em 2014, o governo tomou uma medida que limitava os cancelamentos a 10% e os atrasos a 20%.

Quem não cumprisse, perderia a vaga e ela seria redistribuída preferencialmente para empresas sem espaço na unidade. A Azul foi a principal beneficiada.

De acordo com dados da Anac, em junho de 2016, a Latam e a Gol operaram 87% dos voos em Congonhas. A Latam, com 45%, e a Gol, com 42%. A Avianca e Azul têm 8% e 5%, respectivamente.

Em junho, a Latam teve o maior percentual médio de cancelamentos, 13%. Já os maiores atrasos foram registrados pela Avianca, com percentual médio de 17%.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL SPUTNIK BRASIL


EUA enfrentam problemas devido à falta de pilotos de caça


A Força Aérea norte-americana se prepara para escassez de pilotos de caça devido à concorrência entre as Forças Armadas do EUA e companhias aéreas civis.
A Força Aérea dos EUA (USAF em inglês) é afetada pela insuficiência de recrutamento.
"Neste ano, a falta é de 700 pilotos de caça, mas, de acordo com as previsões o número aumentará para mil pessoas em 2022", relata a CNN, citando o secretário da Força Aérea dos EUA Deborah Lee James e general David Goldfein, vice-chefe da Força Aérea norte-americana.
Eles acrescentaram que uma das razões da falta de pilotos é a concorrência que existe entre a Força Aérea e empresas aéreas civis.
"É esperado que empresas aéreas empreguem mais pilotos. Eles já vinham intensificando a contratação", declarou James.
David Goldfein sublinhou que o Pentágono prevê aumento de salário para pilotos de caça.
"Devemos tomar medidas para nos tornarmos mais competitivos", concluiu o vice-chefe da Força Aérea dos EUA.
A Força Aérea dos EUA conta com 5.778 aeronaves, cerca de 156 drones, 2.130 mísseis de cruzeiro e 450 mísseis balísticos intercontinentais. A USAF é composta por 330 mil militares no serviço ativo, 74 mil adicionais na reserva e 105 mil na Guarda Nacional Aérea.

JORNAL HOJE EM DIA (MG)


Medalha de Mayra Aguiar é o terceiro pódio militar do Brasil nos Jogos 2016


Bruno Moreno

RIO DE JANEIRO – A Olimpíada Rio-2016, pelo menos no que se refere à participação brasileira, começa com cara de Jogos Militares. E isso ganhou mais força ontem, com a terceira medalha do país sendo conquistada pela terceiro-sargento da Marinha Mayra Aguiar, na categoria até 78kg do judô, numa disputa em que mais uma vez a expectativa pelo ouro foi frustrada, embora ela não carregasse o favoritismo e tenha repetido o desempenho de Londres, há quatro anos, o que a transforma na primeira mulher a ter duas medalhas na modalidade.
Antes, os dois pódios brasileiros também foram de militares. No sábado, o sargento do Exército Felipe Wu ganhou nossa primeira medalha, a prata, no tiro.
O único ouro do Brasil saiu na segunda, com a sargento da Marinha Rafaela Silva. Foi a única vez em que o Hino Nacional tocou no Rio. E o fato de ela não ter feito a continência gerou polêmica, pois Wu, dois dias antes, tinha reverenciado a bandeira. Ontem, Mayra também se comportou como uma civil no pódio.
“Nós não obrigamos. Preferimos que a coisa se dê de forma espontânea e isso depende de cada um. Levantaram a polêmica de que esse ato poderia ser punido pelo COI. Mas eles jamais puniram qualquer atleta por ter feito continência no pódio. O que eles proíbem são manifestações políticas”, afirma o Almirante Paulo Zuccaro, do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa.
Projeção
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, revelou que a projeção é de que os atletas militares conquistem pelo menos 10 medalhas. Eles estão distribuídos em 27 modalidades, desde as que têm mais afinidade com o serviço militar, como hipismo, pentatlo moderno, tiro esportivo, esgrima, taekwondo e judô, até outras que não têm relação direta com as forças armadas, como golfe, badminton e ginástica artística.
No total, dos 465 integrantes do Time Brasil, 145 são militares. O número se deve ao programa de apoio, iniciado em 2008, mas que teve um boom em 2011, quando o Rio recebeu os Jogos Mundiais Militares.
O programa tem 670 atletas, sendo 76 militares de carreira e outros 594 temporários, que podem ficar até oito anos alistados, recebendo salário médio de R$ 4 mil.
Orçamento
O orçamento anual do programa é de R$ 18 milhões, sendo que R$ 15 milhões são gastos com salários e o restante com o pagamento de despesas de viagens para competições. Segundo Jungmann, as bolsas devem ser mantidas após a Olimpíada, com as renovações sendo permitidas.
Apesar de os atletas participantes que não são militares de carreira não seguirem a rotina militar, quase todos treinam nas dependências das Forças Armadas. E contam com o serviço de nutricionistas, psicólogos, médicos e fisioterapeutas.
Apesar do suporte, pelo menos no judô, onde os 14 competidores são militares da Marinha, o rendimento é abaixo do esperado.
Hoje, as disputadas da modalidade serão encerradas com Maria Suelen competindo na categoria acima de 78kg, e Rafael Silva, o Baby, na acima de 100kg.
Ambos não são favoritos, mas a expectativa, com ou sem continência, é que eles ocupem um lugar no pódio, o que igualaria a participação do judô brasileiro em Londres, há quatro anos, quando foram conquistadas quatro medalhas (um ouro e três bronzes).


PORTAL G-1


Para a história: Ane Marcelle chega às oitavas, mas cai diante de britânica

Tranquila, arqueira chega a etapa nunca antes alcançada pelo Brasil em Olimpíadas e deixa competição satisfeita com rendimento: Fiz minha parte e conquistei objetivo

Não teve medalha, não teve pódio, mas a participação da equipe brasileira de tiro com arco nos Jogos Olímpicos vai entrar para a história. Na Rio 2016, o time de Evandro Azevedo ultrapassou os seus limites e superou gerações. Prova disso é a chegada de Ane Marcelle a uma oitava de final, feito nunca antes alcançado por um atleta brasileiro da modalidade em uma Olimpíada.
Debutante nos Jogos, Ane Marcelle foi longe: venceu a japonesa Saori Nagamine e a australiana Alice Ingle nas primeiras provas da competição. Nesta quinta-feira, ela estava tranquila, sabia que tinha feito algo inédito por sua seleção. Jogou sem pressão. A adversária era uma britânica experiente, que estava na sua quinta edição dos Jogos: Naomi Folkard. Apesar de ter conseguido boas notas, a brasileira cometeu alguns deslizes, que resultaram na sua eliminação por 6 a 2 (assista ao vídeo acima). Ainda assim, Ane estava satisfeita por ter chegado tão longe.
- Eu estou muito feliz. Fiz a minha parte e conquistei o meu objetivo, cheguei até aqui. Tinha tudo para ganhar dela, só que minha mira estava variando muito. Se não fosse isso, eu tinha passado. Mas estou feliz por ter chegado tão longe - afirmou.
O tiro com arco brasileiro na rio 2016
Pela primeira vez na história do tiro com arco, o Brasil conseguiu formar uma equipe para brigar por medalhas. Dessa vez, dois times: o feminino e o masculino. Marcus Vinicius D Almeida, Bernardo Oliveira, Daniel Xavier, Ane Marcelle, Sarah Nikitin e Marina Canetta Gobbi foram os heróis brasileiros, que encararam dificuldades, lesões e certa desconfiança para representar o país em uma Olimpíada em casa.
Apesar de não ter passado da primeira fase, por equipes, o Time Brasil conseguiu colocar o tiro com arco na alta roda do esporte. Durante a participação da equipe brasileira na competição, o Sambódromo da Marquês de Sapucaí lotou. Sob chuva ou sob sol, lá estava o público, torcendo como se fosse uma Copa do Mundo. A medalha não veio, mas o reconhecimento do esporte apareceu.
- Ninguém acreditava que um atleta do tiro com arco poderia ir tão longe. Mostrei aqui que é, sim, possível. Podemos ter atletas de alto rendimento e, quem sabe, com possibilidade de ganhar uma medalha nos Jogos de 2020 - avalia Ane Marcelle.
A equipe masculina foi a primeira a competir na Olimpíada do Rio, mas acabou eliminada pelos chineses por 6 sets a 2. As meninas também não conseguiram passar da primeira fase: caíram diante da equipe italiana pelo placar de 6 a 0. No individual, somente Bernardo Oliveira passou do primeiro confronto. O brasiliense venceu o australiano Alec Potts com o placar apertado de 6 a 2, mas não superou o chileno Ricardo Soto e foi eliminado depois de sofrer 7 a 1. No individual, apenas Ane avançou à próxima fase.
Sem os brasileiros, as provas seguem na Marquês de Sapucaí. Nesta quinta-feira, ainda serão definidas as medalhistas no feminino. Os homens disputam o pódio na sexta. Os favoritos são quatro coreanos: a atual campeã olímpica, Ki Bo-Bae; a número um do mundo, Choi Misu; Ku Bonchan e Lee Seungyun. O norte-americano Brady Ellison também entra nessa lista.  
NOTA DO CECOMSAER: Marcus Vinicius D Almeida, Bernardo Oliveira, Daniel Xavier, Sarah Nikitin e Marina Canetta Gobbi são sargentos da FAB, integrantes do Programa de Alto Rendimento das Forças Armadas.

 




Preso ex-ministro dominicano que teria recebido suborno da Embraer

Rafael Peña Antonio e três pessoas teriam recebido US$ 3,5 milhões. Dinheiro seria para favorecer Embraer na compra de aviões Super Tucano.

A Justiça da República Dominicana deteve na quarta-feira (10) o ex-ministro da Defesa Rafael Peña Antonio e outras três pessoas acusadas de receber US$ 3,5 milhões para favorecer a Embraer na compra de aviões Super Tucano em 2008.
Após a decretação da prisão por um juiz de Santo Domingo, o general reformado se apresentou ao Ministério Público, enquanto outro acusado, o coronel Carlos Piccini, foi colocado à disposição da Justiça pelo Comando da Força Aérea.
A diretora da Procuradoria Especializada no Combate à Corrupção Administrativa (Pepca), Laura Guerrero, informou que, além de Peña Antonio e Piccini, também estão detidos os empresários Daniel Aquino Hernández e seu filho Daniel Aquino Méndez, que utilizaram empresas offshore para receber o dinheiro.
"Até o momento, o Ministério Público estabeleceu que o suborno está ligado à compra dos aviões e totalizou US$ 3,52 milhões", informou Guerrero à imprensa.
A compra dos aviões Super Tucano, por intermédio de um empréstimo internacional de US$ 94 milhões, foi motivo de escândalo durante o governo do presidente Leonel Fernández (2004-2012).
Segundo as investigações, Peña Antonio e os demais envolvidos distribuíram dinheiro entre legisladores para que aprovassem o empréstimo e o contrato de compra.
"Em meados de fevereiro recebemos a cooperação do Brasil (...) com informações sobre um processo que eles promoviam por lá contra os principais funcionários da empresa Embraer", acrescentou Guerrero.

Ação previne acidentes com aves nas proximidades de aeroportos de Belém

Concentração de aves na área aumenta riscos de colisão com aeronaves. Atividades se concentram nas proximidades do canal São Joaquim.

O bairro de Val-de-Cans, em Belém, recebe na manhã desta quinta-feira (11) a ação "Belém na Prevenção do Perigo Aviário", para reduzir os riscos de colisão entre pássaros e aeronaves na área de entorno dos aeroportos de Belém. As atividades desta quinta se concentram nas proximidades do canal São Joaquim.
Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), o objetivo é desenvolver atividades de controle ambiental, visando notificar as atividades geradoras de resíduos sólidos que trabalham de forma irregular na área. Os responsáveis deverão comparecer à Semma, a fim de regularizar as atividades.
Ainda de acordo com a secretaria, o despejo irregular de lixo no local provoca a concentração de aves Urubu-de-cabeça-preta, da espécie Coragypsatratus, na área de entorno dos aeroportos, aumentando os riscos de colisão com aeronaves.

Buscas por piloto e caça da Marinha continuam sem interrupções no RJ

Equipes vasculham o litoral entre Geribá, em Búzios, e Maricá. Militar está desaparecido desde o dia 26 de julho.

As buscas pelo piloto e pelo caça da Marinha que caiu no mar no dia 26 de julho seguem sem interrupções no litoral do Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (11), a área de abrangência se concentra no mar e nas praias entre a região da Praia de Geribá, em Armação dos Búzios, e Maricá,. O objetivo é encontrar vestígios da aeronave e do militar que desapareceram após o acidente durante um treinamento de ataque a alvos de superfície.
O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, esteve nesta quinta-feira (11) na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia e visitou os familiares do piloto que está desaparecido.
A Marinha conta com um efetivo que inclui os navios de Socorro Submarino “Felinto Perry” e o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira”, principais embarcações da corporação na área de buscas. A operação também conta com aeronaves, lanchas e viaturas por terra.
A única evolução nas buscas foi divulgada pela Marinha duas semanas após o acidente. A corporação encontrou os dois pneus do caça AF-1 Skyhawk a cerca 4 km da costa de Saquarema.
O acidente aconteceu durante um treinamento padrão de ataque a alvos de superfície. Dois modelos idênticos do caça, que é modernizado, se chocaram no ar. O outro caça conseguiu voltar para a base, em São Pedro da Aldeia. Segundo a Marinha, o piloto deste caça conseguiu ver o outro "cair de barriga" na água.
Investigações
A corporação abriu um Inquérito Policial Militar, que tem prazo para a apresentação de um parecer em até 60 dias depois da abertura do processo, no dia 27, um dia após a aeronave desaparecer no mar. Uma comissão também investiga o caso.
Marinha mostra modelo da aeronave
Em entrevista ao G1 na terça-feira (9), o Capitão de Mar e Guerra Fonseca Júnior, Chefe de Estado Maior do Comando da Força Aeronaval, disse que o piloto de caça da Marinha que retornou para a base de São Pedro da Aldeia relatou que "viu a outra aeronave cair de barriga na água, mas não viu se o piloto dela conseguiu ejetar". Confira a reportagem completa.
Poucas peças foram encontradas
A Marinha confirmou, no fim da noite de segunda-feira (8), que encontrou dois pneus do trem de pouso do caça AF-1 Skyhawk. Um na praia de Monte Alto, em Arraial do Cabo, e outro na do Peró, em Cabo Frio. Porém, mesmo com as descobertas, ainda não há informações sobre o paradeiro do piloto ou do restante da aeronave.
Ex-militar opina sobre o caso
Para o especialista Alexandre Galante, ex-militar da Marinha e consultor em assuntos militares, defesa e acidentes aéreos, o caça pode ter se desintegrado ao se chocar contra a água, dificultando a localização das partes do caça. Alexandre conversou com o G1 por telefone diretamente do Texas, no Estados Unidos, onde mora atualmente.
Sinal da aeronave
A Marinha confirma que a aeronave era vista nos radares do mapa aéreo brasileiro e sumiu no ponto da queda, em Saquarema. O órgão informou ainda que o caça não possuía equipamento GPS (Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global), mas tinha dois equipamentos Personal Locator Beacon (PLB), espécie de localizador para o piloto.
Os equipamentos estavam instalados no colete, com acionamento manual; e no assento ejetável, com acionamento automático durante a ejeção do assento. Entretanto, segundo a Marinha, "até o momento, não foi detectado qualquer sinal proveniente desses equipamentos".
Navio-sonda
O navio-sonda de Pesquisa Hidroceanográfico "Vital de Oliveira" tem 78 metros de comprimento, possui cinco laboratórios e tem capacidade para 130 pessoas. Entre os equipamentos estão ecobatímetros multifeixe, perfilador de velocidade do som, sonar de varredura lateral. A embarcação pode ser operada remotamente.
Navio de Socorro Submarino
Capaz de efetuar mergulhos saturados até 300 m de profundidade, o Felinto Perry é um navio de apoio completo, equipado com câmaras de descompressão. Ele foi adquirido pela Marinha do Brasil em 1988 e pode ser utilizado em tarefas de resgate a submarinos sinistrados e também para combates a incêndios em alto mar.

PORTAL VEJA.COM


Por enquanto, a Olimpíada brasileira é das Forças Armadas


Severino Motta

Até agora as três medalhas conquistadas pelo Brasil nos Jogos Olímpicos foram obtidas por atletas militares.
Quem ganhou a de prata no tiro esportivo foi o 3º sargento do Exército Felipe Wu. No judô, a de ouro e a mais nova de bronze foram alcançadas pelas 3º sargentos da Marinha Rafaela Silva e Mayra Aguiar.
Dos 465 atletas do chamado Time Brasil, cerca de 30% é militar (145). O sonho do Ministério da Defesa é conquistar 10 medalhas ao todo e dobrar os números de Londres, quando os militares obtiveram cinco medalhas.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Anac flexibiliza regras para slots em congonhas


João José Oliveira

A Agência Nacional de Aviação (Anac) flexibilizou as regras que determinam o acesso das companhias aéreas às vagas disponíveis de decolagens, os chamados slots, no aeroporto de Congonhas. A diretoria colegiada do órgão revogou a Resolução n° 336/2014, que regulamentava o procedimento de alocação de horários de chegadas e partidas (slots) do Aeroporto de Congonhas (SP).
A resolução retirou a limitação de Congonhas para receber aeronaves com menos de 90 assentos e extinguiu o critério de participação de mercado regional na contabilização da distribuição de slots.
Mas a nova decisão manteve critérios mais rigorosos que os determinados para os demais aeroportos brasileiros coordenados. Por exemplo, em Congonhas foi mantido a exigência de níveis mínimos de regularidade, de 90%, e pontualidade, de 80%, do referido aeroporto.
Já nos demais aeroportos brasileiros coordenados os índices são de 80% para regularidade e de 75% para pontualidade.
A decisão da Anac, proferida na reunião da última terça-feira (dia 9), será republicada no “Diário Oficial da União” desta sexta-feira (12).

JORNAL ZERO HORA


Com provas em Canoas e Santa Maria, Aeronáutica abre concurso para formação de sargentos


O Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica está com edital de concurso aberto para ingresso no segundo semestre do ano de 2017. Estão previstas 149 vagas. Para concorrer, é preciso ter Ensino Médio completo. Os candidatos também não podem ter menos de 17 anos e nem completar 25 anos até 31 de dezembro de 2017. O salário não foi divulgado.
As vagas são para as especialidades de guarda e segurança (21), somente para o sexo masculino, e controle de tráfego aéreo (128). As inscrições ficam abertas até 25 de agosto em www.fab.mil.br e www.eear.aer.mil.br. A taxa é de R$ 60.
A seleção será feita por meio de provas escritas, inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico e validação documental. As provas estão programadas para as cidades de Belém, Recife, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, São José dos Campos (SP), Campo Grande, Canoas (RS), Santa Maria (RS), Curitiba, Manaus, Porto Velho, Distrito Federal e devem ocorrer em 13 de novembro.
O Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS) é ministrado sob regime de internato militar, na EEAR, em Guaratinguetá (SP), com duração aproximada de dois anos.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Mesmo após ataque a agentes da Olimpíada, Forças Armadas ficarão fora das favelas


Roberta Pennafort

Mesmo depois do ataque à equipe da Força Nacional de Segurança, na última quarta-feira de tarde, por traficantes do Complexo da Maré, zona norte do Rio, as Forças Armadas vão se manter fora de favelas, informou nesta quinta-feira o Comando Militar do Leste.
Nesta quinta pela manhã, militares apoiaram operação da Polícia Militar do Rio no complexo, de busca aos autores do crime. Dois agentes da FNS ficaram feridos.Os militares também reforçaram o patrulhamento de forma ostensiva, na área da Linha Amarela, segundo o CML.
A equipe da Força Nacional foi atacada a tiros de fuzil quando passava pela localidade Boca do Papai, na Vila do João, uma das comunidades mais perigosas do complexo. Os militares entraram na favela por engano. O soldado da PM de Roraima Hélio Andrade, que dirigia o carro da FNS, levou um tiro na cabeça e está no Hospital Salgado Filho em estado muito grave. O capitão Allen Marcos Ferreira levou um tiro de raspão no rosto e está bem. O terceiro, o soldado do Piauí Rafael Pereira, não se feriu.
Pelo planejamento das Forças Armadas, os militares farão policiamento ostensivo nas vias expressas (como a Linha Amarela, a Linha Vermelha e a Avenida Brasil, usadas por torcedores), aeroportos, estações ferroviárias e em vias de acesso para instalações olímpicas dos bairros de Deodoro, Barra da Tijuca (zona oeste) Copacabana (zona sul) e Maracanã (zona norte). Não estava prevista nenhuma atuação em favelas.

JORNAL TRIBUNA DO NORTE (RN)


Helicóptero do Exército passa a integrar a "Operação Potiguar"


A Operação Potiguar passa a contar com um helicóptero modelo Pantera, do Comando de Aviação do Exército, sediado em Taubaté/SP. A aeronave chegou no dia 9 de agosto, ao 16º Batalhão de Infantaria Motorizado, uma das bases operacionais da missão de Garantia da Lei e da Ordem constituída pelo Exército Brasieiro, Marinha do Brasil, Força Aérea Brasieira e órgãos de segurança púbica, com o objetivo de restabelecer a ordem púbica e o cotidiano de normaidade da população do Rio Grande do Norte.
O heicóptero Pantera pode ser empregado em ações de reconhecimento, observação, evacuação aeromédica e transporte de tropa. A sua presença possibita mais mobídade, segurança e rapõdez no cumprimento das missões operacionais das tropas do Exército Brasieiro que estão atuando na área metropoitana de Natal.
A aeronave chega após uma semana do início da Operação Potiguar, que já apresenta resultados favoráveis para a segurança púbica da área metropoitana de Natal. Após mais de mi ações de patrulhamento motorizado e a pé, pontos estáticos, Postos de Controle e Bloqueio de Vias Urbanas (PCBVU), operações fluviais e controle de áreas estratégicas, como o aeroporto, as ocorrências relacionadas aos ataques caíram drasticamente e a cidade, aos poucos, vem retornando à normaidade.
Marinha
Cerca de 300 mítares do Comando do 3º Distrito Naval, sendo os Fuzieiros Navais por terra e os demais patrulhando as águas do Rio Potengi, estão atuando na “Operação Potiguar”, desde 4 de agosto. No Rio Potengi, estão sendo utizados quatro meios da Marinha do Brasi, sendo três lanchas e um NaviooPatrtha, que estão reaizando operações de esclarecimento e ações de patrulha naval, nas proximidades da Ponte Newton Navarro e do porto de Natal.

Marinha faz exercícios no litoral do RN


Seis navios subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste realizaram, ontem (11), exercícios no litoral de Natal. em conjunto com a Fragata Liberal, em trânsito para o Líbano. Entre as ações, foram realizadas operações aéreas, com um pouso de uma aeronave no Navio-Patrulha Oceânico "Araguari”: manobras táticas e “leap frog", que é uma manobra de aproximação a pequena distância entre navios.
Segundo o Comandante do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, Capitão de Fragata Sérgio Tadeu,  o objetivo dos exercícios é aumentar a capacidade dos meios, manter a qualificação e elevar o nível de adestramento da tripulação. Participaram dos exercícios, além do “Araguari" e da ”Liberal”, os Navios-Patrulha "Macau", “Graúna" , "Guaiba", "Goiana" e “Grajaú", subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste.
Sua capacidade de atender a operações afastadas de sua base, tais como busca e resgate, patrulhas, combate a ilícitos transnacionais e auxrlio a desastres, é resultado da interação de sua grande autonomia, capacidade de realizar operações aéreas com aeronaves de médio porte e da operação de duas ou mais lanchas rápidas.
Sobre a Fragata Liberal
A Marinha do Brasil está enviando um navio, a Fragata Liberal. e uma aeronave orgânica Super Linx para integrar a Força Tarefa-Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Libano (UNIFIL). Esse navio substituirá a Fragata Independência que já se encontra naquela área de Operação desde o mês de abril, como Navio Capitânea daquela Força Naval. De Natal, o Navio parte para os portos de Las Palmas-ESP e Civitavecchia-ITA antes de sua chegada a Beirute - LIB, prevista para o dia 7 de setembro.

Militares atuam em 1.300 operações na Grande Natal


Após uma semana da Operação Potiguar, o Comando da Operação Potiguar avalia que população do Estado vem retornando a sua rotina de normalidade. Até o momento, o Exército Brasileiro. Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira desenvolveram, em cooperação com os Órgãos de Segurança Pública, mais de 1.300 ações operacionais na Região Metropolitana de Natal. 
Esse número compreende 880 operações de patrulhamento motorizado, blindado e a pé, 362 pontos estáticos, 11 Postos de Controle e Bloqueio de Vias Urbanas, 66 ações de reconhecimento, 16 operações costeiras e Huviais, controle de áreas estratégicas, dentre outras ações. Com essa presença no cotidiano da população, as ocorrências relacionadas aos ataques caíram drasticamente, segundo os números que estão sendo divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Norte.
Desde 5 de agosto, áreas que, antes estavam ameaçadas pelas ações de vandalismo, tais como escolas, hospitais, bancos, pontos turisticos, corredores de mobilidade de transporte público e principais vias de acesso à capital, retomaram a sua rotina de normalidade. Para este balanço positivo, as tropas das Forças Armadas têm contado com o apoio das populações natalense e da área metropolitana, as quais têm demonstrado nas ruas o apoio e a confiança na atuação dos militares envolvidos na Operação Potiguar.
O último balanço da Secretaria de estado da Segurança Pública (Sesed), aponta 113 ataques desde a sexta-feira (29 de julho) e 109 pessoas detidas ou apreendidas por supostas ligações com os atos criminosos registrados em, pelo menos, 39 municípios potiguares. O reforço das Forças Armadas está garantido até o próximo dia 16 deste mês.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Rio-2016: dois detidos em operação antiterrorista

A chamada Operação Hashtag tem "o objetivo de garantir a segurança dos Jogos Olímpicos e o bem-estar dos cidadãos", afirmou a polícia

France Presse

A polícia deteve nesta quinta-feira duas pessoas e cumpriu outros oito mandados judiciais, na segunda etapa da operação contra eventuais ataques terroristas durante os Jogos Olímpicos do Rio.
"Foram executados dois mandados de prisão temporária, cinco de busca e apreensão, e três de condução coercitiva. Todos os envolvidos são brasileiros", informa uma nota da Polícia Federal.
A chamada Operação Hashtag tem "o objetivo de garantir a segurança dos Jogos Olímpicos e o bem-estar dos cidadãos", afirmou a polícia. A PF não informou a identidade dos detidos, o local das prisões ou se houve apreensão de material.
Segundo a imprensa brasileira, as prisões ocorreram em São Paulo e estão ligadas à apologia do grupo Estado Islâmico. Os dois seriam ligados aos suspeitos detidos pela polícia no mês passado.
A primeira parte da operação foi deflagrada no dia 21 de julho, quando a polícia prendeu dez membros de um grupo que trocava mensagens pelo WhatsApp e Telegram para coordenar preparativos visando ações violentas durante os Jogos Olímpicos.
Dias depois, a polícia deteve mais dois suspeitos. Os 12 presos, todos brasileiros, estão na penitenciária de segurança máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Pesquisa testa uso de drones como ferramenta para ajudar a natureza

Os aparelhos não tripulados podem facilitar a gestão de áreas protegidas e no monitoramento de florestas em recuperação. Segundo especialistas, possibilidades são imensas

Warner Bento Filho

O uso de veículos aéreos não tripulados, os drones, para ajudar a natureza no Brasil é algo que está apenas decolando. Mas já é possível dizer que o panorama que se descortina com o uso desses aparelhos é de grandeza amazônica. Mais populares no exterior, os drones chegam ao Brasil com vasta experiência no monitoramento de fauna — em aspectos relacionados a hábitat, migrações, contagem de indivíduos, entre outros — e em fiscalização (de desmatamentos, por exemplo), além de usos em desastres como enchentes e na observação de geleiras. As possibilidades são inúmeras e seguem crescendo, conforme avança o desenvolvimento de tecnologia para câmaras e outros aparelhos com diversos tipos de sensores, capazes de identificar, por exemplo, pessoas no interior de uma mata fechada.
No ano passado, a ong ambientalista WWF Brasil começou um programa para testar a viabilidade do uso dos aparelhos no país. A organização também já tinha experiência no exterior. Em 2012, o WWF ganhou um prêmio de US$ 5 milhões do Google para um projeto que conseguiu praticamente zerar a atividade de caçadores sobre rinocerontes e elefantes em áreas protegidas na África.
No Brasil, a parceria para testar o uso de drones em conservação da natureza inclui, além da ONG, a Embrapa, a Universidade Federal de Goiás e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Agora, ao completar um ano de testes, o grupo deve publicar as primeiras conclusões do estudo. Uma delas aponta que os melhores aparelhos para esse tipo de serviço não são os mais caros e sofisticados, mas os mais baratos, que custam em torno de R$ 10 mil reais, de acordo com o especialista em conservação do WWF Brasil Marcelo Oliveira.
“Os modelos mais simples são muito eficientes, de fácil operação e têm muita resistência ao vento”, diz. Uma limitação desses aparelhos é o tempo de autonomia das baterias, mas, segundo Marcelo, eles são adequados para áreas de até 10 hectares, desde que se tenha um bom jogo de baterias. “Eu tenho seis, que duram 20 minutos cada”, conta. Outra conclusão do estudo é que as imagens obtidas com o uso de drones são melhores e mais baratas que aquelas feitas por satélite.
Uma das regiões monitoradas pelo estudo inclui áreas de recuperação de florestas em matas ciliares no município de Lençóis (SP), região produtora de cana-de-açúcar. “Com os drones, é possível avaliar a qualidade da regeneração florestal, algo que praticamente não existe no Brasil, em função dos custos”, diz Marcelo.

AGÊNCIA ESTADO


Depois de incidentes, Rio-2016 aumenta efetivo de segurança na Olimpíada

Números oficiais registram 85 mil pessoas trabalhando na segurança

Jamil Chade - Enviado Especial Ao Rio,

Os organizadores da Olimpíada anunciaram um novo plano de segurança, depois de incidentes em diversos locais de provas e após serem duramente pressionados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para que garantam a segurança dos participantes, torcedores e imprensa. A entidade informou nesta quinta-feira que está aumentando o efetivo de policiais e militares nas ruas do Rio, além de escoltas a ônibus oficiais e maior presença da Força Nacional em locais de provas.
Nos últimos dias, duas balas foram encontradas no complexo de Deodoro, um ônibus foi atingido por uma pedra, delegações foram alvos de furtos e a cobrança internacional tem sido permanente.
Depois de três reuniões de emergência, a opção foi por um novo esquema de segurança. "A segurança é nossa maior preocupação", admitiu Mario Andrada, diretor de Comunicação do Rio-2016. "Foi decidido aumentar o policiamento e tornar o efetivo mais visível", explicou.
Oficialmente, existem 85 mil homens trabalhando na segurança dos Jogos. Mas nem todos estão nas ruas. "Esse número é de pessoas envolvidas. Mas não disponíveis. Agora, alguns deles serão reposicionados para reforçar a segurança", explicou.
Outra medida adotada é a de escoltar cada um dos ônibus que fazem a ligação entre o complexo de Deodoro e o parque olímpico, na Barra da Tijuca. Isso ocorrerá num dos trechos da viagem. A decisão foi tomada depois que um ônibus foi atingido por duas pedras ao fazer o trajeto.
Sobre as balas encontradas em Deodoro, a organização insistiu que nenhuma das duas tinha o evento como alvo. A primeira foi identificada ainda no fim de semana, com um cartucho encontrado na ala de imprensa dos Jogos. Uma investigação determinou que ela saiu dois quilômetros dali.
Na quarta-feira, uma segunda bala perdida chegou até os locais de provas de hipismo. Andrada explicou que isso ocorreu provavelmente por conta de uma operação policial que ocorria numa favela próxima. "Existe uma revisão dos planos militares depois dos incidentes", completou o brasileiro.
JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Aeroporto de Congonhas volta a apertar atraso de companhias aéreas


Dimmi Amora

 O governo voltou atrás na medida que permitia mais atrasos e cancelamentos de voos no aeroporto de Congonhas (SP), um dos mais movimentados do país.
O índice de cancelamento de voos pelas empresas aéreas nesse aeroporto sem que haja possibilidade de punição –que é perda do espaço para operar na unidade– voltou a ser de 10%. Há pouco mais de um mês, o governo tinha flexibilizado a regra para Congonhas e elevado o índice para até 20%.
As empresas também terão de voltar ao limite de 20% de atrasos nessa unidade sem a possibilidade de perder espaço. A permissão havia subido para 25%.
A decisão de recuo foi tomada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) na terça-feira (9). Os diretores da agência decidiram que, pela importância do aeroporto, seria mais adequado pedir um estudo da área técnica antes de decidir por quais índices seriam os mais adequados.
Em nota, a agência informou que "os limites de infraestrutura disponíveis no aeroporto (pista, pátio e terminal) e de segurança operacional ou de voo continuam considerados" para a concessão de espaço.
REGRA GERAL
Em julho, a agência havia colocado Congonhas dentro de uma regra geral, que serve para todos os aeroportos do país por recomendação do Conac (Conselho Nacional de Aviação Civil), órgão de aconselhamento da agência.
Pelas regras da aviação, quando não há restrições, os espaços são distribuídos conforme o pedido das empresas. Se não há espaço, o aeroporto passa a seguir regras de distribuição específica ditadas pela Anac. E para manter o espaço que tem, a empresa precisa cumprir algumas normas.
Antes, Congonhas tinha uma regra específica, mas isso foi modificado em julho para tornar a norma igual à dos demais aeroportos.
Mas agora, com o recuo da Anac, o aeroporto paulistano voltou a ter regra específica.
Apesar de voltar atrás no índice de atraso e cancelamento, a agência manteve, contudo, outras alterações que tornaram Congonhas igual aos outros do país.
Uma delas é a que diz respeito aos tipos de aeronaves, que receberão agora o mesmo tratamento. Antes, aviões de até 90 lugares tinham prioridade para receber novos espaços nesse aeroporto de São Paulo. Também foram mantidas as atuais restrições para voos noturnos na unidade.
CONCENTRAÇÃO
Congonhas é o aeroporto mais importante do país para voos internos. Durante dois anos, o governo da presidente afastada, Dilma Rousseff, tentou mudar as regras de acesso ao espaço para as aeronaves nessa unidade para evitar uma concentração entre as duas maiores companhias, Latam e Gol.
Somente em 2014, o governo tomou uma medida que limitava os cancelamentos a 10% e os atrasos a 20%.
Quem não cumprisse, perderia a vaga e ela seria redistribuída preferencialmente para empresas sem espaço na unidade. A Azul foi a principal beneficiada.
De acordo com dados da Anac, em junho de 2016, a Latam e a Gol operaram 87% dos voos em Congonhas. A Latam, com 45%, e a Gol, com 42%. A Avianca e Azul têm 8% e 5%, respectivamente.
Em junho, a Latam teve o maior percentual médio de cancelamentos, 13%. Já os maiores atrasos foram registrados pela Avianca, com percentual médio de 17%.

Morre agente de segurança da Olimpíada baleado após entrar em favela por engano


Marco Antônio Martins

O soldado Hélio Vieira, 35, agente da Força Nacional baleado na cabeça quarta-feira (10), após entrar por engano na comunidade Vila do João, no complexo da Maré, morreu nesta quinta (11). O anúncio foi feito no fim da noite pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em sua conta em rede social.
"Michel Temer decretará luto oficial pela morte de nosso herói. Honra e dignidade aos nossos policiais", publicou o ministro.
A morte de Vieira, que havia sido cedido pela Polícia Militar de Roraima, foi a primeira de um agente de segurança dos Jogos. No mesmo ataque, outro agente foi baleado.
Em entrevista à Folha no mês passado, Moraes afirmou que a criminalidade causava mais preocupação do que o terrorismo na Olimpíada.
O episódio do ataque aos agentes foi citado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, no anúncio da modificação do planejamento de segurança para a área do Complexo Esportivo de Deodoro, na zona oeste do Rio.
A decisão veio após dois projéteis de fuzis serem encontrados no Centro Olímpico de Hipismo, no sábado (6) e na quarta (10), e um ônibus de jornalistas ser atacado quando trafegava pela Transolímpica, que liga Deodoro ao parque da Barra da Tijuca.
Uma das novidades é que os veículos oficiais da Rio-2016 passarão a ter escolta da Força Nacional. O Exército também mudou a escala dos militares, reduzindo folgas.

PORTAL UOL


Força Nacional errou ao entrar na comunidade, diz ministro da Defesa


O ministrou da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quinta-feira, 11, que a Força Nacional cometeu um erro ao entrar na comunidade da Maré na quarta-feira, 10, onde policiais foram vítimas de um ataque a tiros. Dois policiais se feriram, e um deles continua em estado grave, correndo risco de morrer.
“É bom lembrar que o comandante disse que eles foram insistentes na recomendação: os comboios [de segurança] não deveriam jamais entrar em comunidade, deveriam permanecer nas vias expressas, as chamadas vias olímpicas”, disse o ministro ao visitar o centro olímpico de hipismo, na Zona Oeste do Rio.
Segundo Jungmann, a Força Nacional está orientada a atuar apenas em áreas onde estão acontecendo competições ou por onde transitam pessoas ligadas aos Jogos Olímpicos.
“Pode ter sido engano, cheguei a ver as imagens, eles [os policiais] vêm normalmente pela Av. Brasil e, de repente, eles infletem à direita. E aí aconteceu. E lá é uma comunidade que tem os seus problemas. Na verdade, isso se dá muito mais por um erro, seja por uma falha não intencional, do que qualquer outra coisa.”
O ministro afirmou que as polícias estão investigando os autores do disparo.
Forças de segurança estão fazendo ‘vasculhagem’ na Maré
O ministro afirmou que as polícias estão investigando os autores do disparo. O complexo da Maré passou viu a entrada de veículos do Bope enquanto o exército e a força nacional fizeram as barreiras nos acessos.
“Ainda durante a madrugada o exército apoiou a formação de barreiras para evitar evasões”, disse Jungmann. “A abordagem era feita pela Força Nacional. E o Bope fez um processo de vasculhagem, digamos assim, em busca dos responsáveis, a esse hora a operação deve ter se concluído.”
Jungmann também comentou outra agressão, essa cometida contra um ônibus que transportava jornalistas na Av. Transolímpica. Ainda não se sabe se o objeto que atingiu o ônibus e quebrou uma janela foi uma pedra ou um bala.
“O que aconteceu com aquele ônibus”, disse o ministro, “pode ter sido uma pedra, e ele pode ter sido alvo de um protesto, uma vez que a construção da via atravessa uma comunidade que poderia não estar satisfeita com ela”.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL PANROTAS


Aeroportos atingem recorde de pontualidade na Rio 2016

Na primeira semana de movimentação olímpica, a aviação do Brasil teve o melhor índice de pontualidade já registrado em uma operação especial no País. A marca atingiu 95,6% entre 31 de julho e 6 de agosto, período considerado um dos picos de demanda.
Os nove aeroportos que concentraram o maior volume de chegadas e saídas para a Rio 2016 já transportaram cerca de 2,87 milhões de passageiros. Desse total, 595 mil só nos dois aeroportos do Rio de Janeiro. Já o aeroporto de Guarulhos movimentou mais de 715 mil passageiros na primeira semana dos Jogos.
O grau dos atrasos está em 4,4% e esse número é bem abaixo do que era esperado pelo setor da aviação durante a Rio 2016, de acordo com órgãos governamentais. A meta da Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero) é manter abaixo de 15% os atrasos de até 30 minutos.
O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, afirmou que nunca se viu números tão baixos. “Em cinco anos de realização de eventos alta demanda, nunca se viu índices tão baixos como este, que requer um tipo de operação tão complexo. Chegamos a registrar 0% em alguns aeroportos, o que aproxima operação da perfeição técnica.”
Um dos principais indicativos do reconhecimento da qualidade do serviço oferecido é a opinião do passageiro. Em uma escala de um a cinco, nesse período dos Jogos Olímpicos, a média de satisfação chega a 4,19.
No aeroporto do Galeão, que tem sido o local de referência para a chegada dos atletas e turistas, a nota é 4,16. No último trimestre, era de 3,91 e de 3,79 na Copa do Mundo. O que significa uma melhora de quase 10%.
Já o aeroporto de Guarulhos está com média de 4,61 e está no topo do ranking de satisfação no período da Rio 2016. O Santos Dumont, no centro do Rio, está com uma nota de 4,24.

CORREIO DO ESTADO


Após decolar em MS, avião tem problemas e volta para pista

Voo tinha aeroporto de Viracopos, em Campinas, como destino
JOÃO GABRIEL VILALBA
Após decolar do Aeroporto Francisco de Matos Pereira, em Dourados, na manhã de hoje, o voo 9215 da Azul Linhas Aéreas com destino a Viracopos, em Campinas (SP), teve que retornar para a pista. O avião apresentou problemas mecânicos logo depois da decolagem.
"Foi um problema técnico, que surgiu 10 minutos após decolar, mas nada grave, já foi resolvido e o avião já está pronto para decolar", disse um funcionário da empresa ao site Dourados News.
O voo que saiu às 10h20, estava com 61 passageiros a bordo, e após o retorno, permaneceu por aproximadamente 1 hora em Dourados até que o problema fosse solucionado. Logo após, levantou voo para a cidade do Interior de São Paulo.

BEM PARANÁ (PR)


Silvio Rauth Filho

Três medalhas do Brasil na Rio 2016 foram conquistadas por militares

A três medalhas do Brasil na Olimpíada Rio 2016 foram conquistadas por militares. Até essa quinta-feira (dia 11), o país ganhou um ouro, uma prata e um bronze. O ouro foi da judoca Rafaela Silva. A prata, do atirador Felipe Wu e o bronze, da judoca Mayra Aguiar.
Os três fazem parte do Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) do Ministério da Defesa e recebem a remuneração mensal em torno de R$3,2 mil, por causa da graduação, na maioria deles, de terceiro sargento. “Eles também podem ter outras fontes de recursos, por exemplo, muitos deles também recebem a bolsa atleta e não há nenhum inconveniente nisso. Outros têm patrocínios de empresas e estas coisas compõem o total da remuneração deles. Não há nenhuma proibição de que tenham outras fontes de renda”, disse o diretor do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, almirante Paulo Zuccaro, para a Agência Brasil.
No total, a delegação do Brasil tem 465 atletas na Rio 2016 e 145 deles são militares (31%).
No judô, todos os brasileiros são militares.

PORTAL MEON (SP)


Idelter Xavier

Embraer pretende demitir trabalhadores em São José dos Campos

Sindicato defende a estabilidade para todos os funcionário
O Sindicato dos Metalúrgicos e a Embraer devem se reunir nesta sexta-feira (12) para prosseguir com as discussões sobre um possível PDV (Plano de Demissão Voluntária), que a empresa pretende aplicar em suas fábricas no Brasil.
Na última reunião, realizada nesta quarta-feira (10), a empresa não informou qualquer meta de adesão ao PDV ou possíveis benefícios a serem oferecidos aos funcionários. A Embraer pretende economizar cerca de US$ 200 milhões com a medida.
De acordo com o Sindicato, o valor é o mesmo provisionado pela Embraer para pagamento de uma multa referente ao caso de propina que está sendo investigado pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro. O caso foi denunciado em 2010 pelo Departamento de Justiça do governo dos Estados Unidos.
“A verdade é que a Embraer não está passando por problemas de produção. Ao demitir trabalhadores, a empresa quer resolver um problema de caixa criado por ela própria. Por isso, insistimos em defender a estabilidade no emprego para todos os trabalhadores”, afirma o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Herbert Claros.
Outro lado
Por meio de nota oficial, a Embraer se manifestou explicando a situação de mudanças no mercado de aviação executiva e comercial, levando a necessidade de diversas empresas da indústria aeronáutica se adaptarem a realidade do mercado.
"Como parte desse processo será necessário readequar a estrutura administrativa e operacional da companhia e a Embraer anunciou que adotará um Plano de Desligamento Voluntário (PDV) para funcionários das unidades do Brasil. A Embraer entende que o PDV dá a oportunidade de decisão ao funcionário e oferece um pacote atraente de benefícios. Todas as definições relativas ao PDV estão ainda sendo estudadas e serão divulgadas ao término desse processo, que deve levar algumas semanas.
A Embraer acredita e trabalha pela superação desse momento. A companhia precisa assegurar sua perenidade e, para isso, necessita manter grande disciplina financeira, tomando ações imediatas."




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