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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 12/04/2016 / Canadá se oferece para substituir Brasil em missão de paz no Haiti


Canadá se oferece para substituir Brasil em missão de paz no Haiti ...


Dívida brasileira com a ONU sobe a R$ 1,3 bilhão e põe em risco o direito a voto do País na organização ...

Jamil Chade ...

Com o Brasil prestes a deixar o comando das forças de paz no Haiti depois de mais de uma década no país caribenho, o Canadá se apresenta para assumir as operações das Nações Unidas. O novo primeiro-ministro, Justin Trudeau, começou em fevereiro a negociar a transferência com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. A meta de Ottawa é a de enviar até 2 mil homens ao Haiti.

Hoje, cerca de 2,3 mil soldados, 2,6 mil policiais e 1,5 mil civis atuam em nome da ONU no país. Até o fim do ano, além da troca no comando das tropas de paz, o Brasil também precisa enviar recursos para quitar parte do que deve à ONU.

O País acumula uma dívida inédita de US$ 380 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) com a organização, o segundo maior déficit de um governo com a instituição. Caso não arque com cerca de US$ 110 milhões, poderá até perder direito a voto.

Não apenas contas antigas não foram pagas, como uma reformulação do orçamento das operações de Paz da ONU fez a contribuição do Brasil crescer. A desvalorização do real também influiu no salto do déficit. Até o fechamento desta edição, o Ministério das Relações Exteriores não havia respondido à reportagem sobre a existência de alguma negociação em relação aos depósitos na ONU.

O Ministério da Defesa já havia declarado que, em outubro, entregará o comando das tropas e, desde o início do ano, a cúpula das Nações Unidas passou a negociar com outros países uma transferência.

Parte do esforço brasileiro para assumir as funções de comando em 2004 tinha como objetivo demonstrar à comunidade internacional que o País estava disposto a aumentar sua responsabilidades nos esforços por paz e segurança no mundo, gesto que foi saudado pela ONU.

Além das tropas, o governo fez doações para programas de combate à fome, foi eleito para dirigir entidades internacionais e aumentou aportes financeiros para o Alto Comissariado da ONU.

Mais de uma década depois, a situação do governo brasileiro com a ONU é diferente. Planilhas internas das contas da organização revelam que, em apenas oito meses, o buraco nas contribuições do País deu um salto de US$ 95 milhões.

Só no financiamento das diversas operações de paz no mundo, a dívida brasileira é de US$ 148 milhões. Entre os 193 países da ONU, apenas a dívida dos EUA, de US$ 1,1 bilhão, é maior. Isso sem contar com os gastos específicos do governo brasileiro para manter seus soldados no Haiti, que superaram a marca de R$ 2 bilhões. Desse total, o Brasil foi ressarcido em cerca de R$ 1,2 bilhão pela ONU.

Para o orçamento regular das Nações Unidas, a dívida brasileira era de US$ 220 milhões até ontem, superando os US$ 190 milhões do Japão, o segundo maior doador das Nações Unidas. Outros US$ 10 milhões faltam nas contas brasileiras para os tribunais internacionais bancados pela entidade.

Os números internos mostram que o déficit não parou de crescer desde o fim de 2014. Naquele momento, ele era de US$ 190 milhões. No dia 4 de agosto de 2015, o buraco já chegava a US$ 285 milhões.

Em agosto do ano passado, o Ministério do Planejamento indicou que pretendia “regularizar o mais rapidamente possível o pagamento do valor devido” e, em reuniões em Nova York, a diplomacia brasileira chegou a indicar aos responsáveis pela contabilidade da ONU que o governo tinha como prioridade quitar as dívidas, como demonstração de seu “compromisso com o multilateralismo”.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Canadá se oferece para substituir Brasil em missão de paz no Haiti

Dívida brasileira com a ONU sobe a R$ 1,3 bilhão e põe em risco o direito a voto do País na organização

Jamil Chade

Com o Brasil prestes a deixar o comando das forças de paz no Haiti depois de mais de uma década no país caribenho, o Canadá se apresenta para assumir as operações das Nações Unidas. O novo primeiro-ministro, Justin Trudeau, começou em fevereiro a negociar a transferência com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. A meta de Ottawa é a de enviar até 2 mil homens ao Haiti.
Hoje, cerca de 2,3 mil soldados, 2,6 mil policiais e 1,5 mil civis atuam em nome da ONU no país. Até o fim do ano, além da troca no comando das tropas de paz, o Brasil também precisa enviar recursos para quitar parte do que deve à ONU.
O País acumula uma dívida inédita de US$ 380 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) com a organização, o segundo maior déficit de um governo com a instituição. Caso não arque com cerca de US$ 110 milhões, poderá até perder direito a voto.
Não apenas contas antigas não foram pagas, como uma reformulação do orçamento das operações de Paz da ONU fez a contribuição do Brasil crescer. A desvalorização do real também influiu no salto do déficit. Até o fechamento desta edição, o Ministério das Relações Exteriores não havia respondido à reportagem sobre a existência de alguma negociação em relação aos depósitos na ONU.
O Ministério da Defesa já havia declarado que, em outubro, entregará o comando das tropas e, desde o início do ano, a cúpula das Nações Unidas passou a negociar com outros países uma transferência.
Parte do esforço brasileiro para assumir as funções de comando em 2004 tinha como objetivo demonstrar à comunidade internacional que o País estava disposto a aumentar sua responsabilidades nos esforços por paz e segurança no mundo, gesto que foi saudado pela ONU.
Além das tropas, o governo fez doações para programas de combate à fome, foi eleito para dirigir entidades internacionais e aumentou aportes financeiros para o Alto Comissariado da ONU.
Mais de uma década depois, a situação do governo brasileiro com a ONU é diferente. Planilhas internas das contas da organização revelam que, em apenas oito meses, o buraco nas contribuições do País deu um salto de US$ 95 milhões.
Só no financiamento das diversas operações de paz no mundo, a dívida brasileira é de US$ 148 milhões. Entre os 193 países da ONU, apenas a dívida dos EUA, de US$ 1,1 bilhão, é maior. Isso sem contar com os gastos específicos do governo brasileiro para manter seus soldados no Haiti, que superaram a marca de R$ 2 bilhões. Desse total, o Brasil foi ressarcido em cerca de R$ 1,2 bilhão pela ONU.
Para o orçamento regular das Nações Unidas, a dívida brasileira era de US$ 220 milhões até ontem, superando os US$ 190 milhões do Japão, o segundo maior doador das Nações Unidas. Outros US$ 10 milhões faltam nas contas brasileiras para os tribunais internacionais bancados pela entidade.
Os números internos mostram que o déficit não parou de crescer desde o fim de 2014. Naquele momento, ele era de US$ 190 milhões. No dia 4 de agosto de 2015, o buraco já chegava a US$ 285 milhões.
Em agosto do ano passado, o Ministério do Planejamento indicou que pretendia “regularizar o mais rapidamente possível o pagamento do valor devido” e, em reuniões em Nova York, a diplomacia brasileira chegou a indicar aos responsáveis pela contabilidade da ONU que o governo tinha como prioridade quitar as dívidas, como demonstração de seu “compromisso com o multilateralismo”.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


MILITARES DE INFANTARIA RECEBEM INSTRUÇÃO SOBRE MEDIDAS DE CONTROLE DE SOLO EM BRASÍLIA

Curso contará com a presença de 25 militares

Vera Batista

Como preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, 25 militares de Infantaria da Aeronáutica de várias regiões do país participam do Estágio Básico de Medidas de Controle no Solo (MCS), de 11 a 15 de abril, na capital federal. O procedimento é utilizado quando uma aeronave interceptada é abordada após o pouso obrigatório para averiguação de irregularidades.
“Nosso objetivo é formar equipes de MCS para atuar durante as Olimpíadas. Ao mesmo tempo, visamos à formação de instrutores que possam disseminar esses conhecimentos em suas organizações militares”, ressalta o coordenador do estágio, tenente de infantaria Raphael José Lucchesi Rocha, do Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial de Brasília (BINFAE-BR).
Durante os cinco dias estão programadas várias oficinas. Uma delas é de artefatos explosivos, com o esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal. Um militar do Pelotão de Cães de Guerra do BINFAE-BR dará instrução sobre entorpecentes. Haverá aulas teóricas sobre temas como auto de prisão em flagrante, preservação de locais de crime, entre outros. Estão previstas, também, duas etapas práticas de simulação de MCS. A primeira ocorre no dia 14 de abril, no aeroporto de Formosa (GO). A outra será no dia 15 de abril, a partir das 9 horas, na Base Aérea de Brasília (BABR).
“Essa instrução é necessária para que os militares tenham condições de efetuar a abordagem e a verificação da aeronave. Eles podem repassar essas informações a outros órgãos como Polícia Federal ou Receita Federal, determinando se essa aeronave deve ficar retida ou pode ser liberada”, explica o sargento Donato Zulino Junior, adjunto da coordenação do estágio.
Em Brasília, durante as Olimpíadas, o BINFAE-BR manterá, de prontidão, equipes de batedores, MCS e pelotão de cães de guerra.

JORNAL O POVO (CE)


Alunos da rede pública são motivados à educação científica

Atividades de preparação no contraturno e promoção de eventos e feiras levam aos alunos de escolas públicas o gosto pela educação científica

Thaís Brito

Aos 16 anos, Hitalo de Lima Mendonça afirma ter perdido o medo dos cálculos, da física, das ciências naturais. “Peguei gosto e me interessei”, resume. Assim, foi perdendo de vista barreiras simbólicas impostas pelos outros por ser aluno da rede pública. Sonha em estudar engenharia espacial em São Paulo. Ou ser aprovado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Estas descobertas de Hitalo ocorreram na Escola Francisca Moreira de Souza, em Beberibe — a 83 quilômetros de Fortaleza. No 1° ano do ensino médio, o talento dele foi identificado pelo professor de física. Aí o jovem foi chamado a participar das aulas de preparação para olimpíadas científicas, à noite. “Somos nove ou dez no grupo. É um momento que ajuda a aprimorar a matemática, o raciocínio lógico. Vemos questões de competições passadas”, explica Hitalo, agora no 2° ano.
Em 2015, ele colaborou para as estatísticas do Ceará ao ganhar duas medalhas: ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e bronze na Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP). Passou a apostar em um futuro na ciência, mesmo com dificuldades de infraestrutura na escola.
Das 1.800 medalhas de ouro contabilizadas para o Ceará em 2015, em 14 olimpíadas, 39 foram conquistadas nas competições exclusivas para as escolas públicas. Considerando outras posições, como medalhistas de prata, bronze e menções honrosas, os resultados são mais abrangentes: só a OBFEB fez 74 premiados no Ceará em 2015.
A participação em olimpíadas é parte de uma diretriz de educação científica na rede pública, conforme Daniel Rocha, assessor técnico da Coordenadoria de Aperfeiçoamento Pedagógico da Secretaria da Educação do Ceará (Seduc). Desde 2007, a pasta adotou linha de financiamento e incentivo à participação de alunos e promoção de eventos científicos, como a Feira Estadual de Ciência e Cultura.
Segundo Daniel, as diretrizes incluem ainda permitir aos professores atividades de pesquisa para o estímulo dos alunos.
Nos eventos internacionais, os alunos da rede pública cearense também têm conseguido destaque. Como na Feira Internacional de Ciência e Tecnologia (Intel ISEF), que deu o prêmio de 3° lugar na área de medicina e ciências da saúde a João Batista de Castro, aluno do Liceu de Maracanaú.
Apoio pedagógico
Antes espaço quase prioritário da escola particular, o pódio das olimpíadas de conhecimento se abre à rede pública graças ao empenho de professores, gestores e dos próprios alunos, analisa Josete Castelo Branco, professora-adjunta do curso de Pedagogia da Uece. Nos últimos anos, ela nota um maior incentivo aos estudantes dos ensinos fundamental e médio no Estado. “A primeira coisa que muda é na autoestima do aluno. Alguém está dizendo a ele que ele é capaz. Ele passa a saber que não está destinado a concluir o ensino médio e se sujeitar a qualquer tipo de emprego. Ele vê oportunidades”, acredita Josete.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL REVISTA AVIAÇÃO NOTÍCIAS - SP


Fundação Ezute participa da LAAD Security 2016

Com 19 anos de atuação, a Fundação Ezute é uma organização privada sem fins lucrativos que tem como missão transformar organizações públicas, melhorando a produtividade e eficiência das instituições. A organização participará pela primeira vez da LAAD Security – Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa, que acontecerá no Rio de Janeiro, de 12 a 14 de abril. No estande montado pela instituição, o público poderá se informar sobre as soluções de inteligência, sistemas analíticos e simulação e, ainda, de serviços intensivos em conhecimento ofertados pela Ezute para o setor de Segurança Pública e Civil.
Buscando ser reconhecida como a instituição transformadora e parceira das organizações públicas no Brasil, a Fundação Ezute se respalda em seu extenso histórico na formulação e implantação de projetos estratégicos no setor de defesa e segurança, como o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), para a Força Aérea; Pró-Amazônia/Promotec, para a Polícia Federal e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), para a Marinha. Em projetos desta natureza, a Fundação pode atuar com serviços de consultoria e apoio, com: planejamento estratégico; concepção de soluções sistêmicas, com a aplicação de systems engineering; gestão de alto desempenho; e também na transferência e absorção de tecnologia e conhecimento.
Segundo o diretor de Unidade de Negócio da Fundação Ezute, Geraldo José Azevedo, entre os destaques da organização na LAAD Security estão os serviços analíticos, competência acumulada na execução de projetos de comando e controle, vigilância e monitoramento que oferecem indicadores dinâmicos sociais, operacionais e de inteligência. “Também ressaltamos a plataforma tecnológica para simulações estratégicas de apoio ao planejamento. Tais soluções são voltadas à transformação da administração burocrática em administração por resultados”, destaca Azevedo.
A plataforma tecnológica para simulações estratégicas, segundo Azevedo, foi desenvolvida com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), em decorrência de a Fundação Ezute ter sido agraciada com o Prêmio FINEP de Inovação em 2011, na categoria ICT, região sudeste. A plataforma tem múltiplas aplicações no apoio ao planejamento de ações de Segurança Pública e Defesa Civil. Um exemplo é a simulação de evacuação de estádios, que foi testada na arena de tênis do complexo olímpico do Rio de Janeiro. Outro exemplo é a simulação de inundações provocadas por chuvas, que pode subsidiar o planejamento de ações preditivas, preventivas e corretivas relacionadas a emergências e desastres.
No setor de Segurança Pública, a Fundação Ezute já desenvolveu soluções como o SIPROQUIM, sistema de controle de movimentação de produtos químicos usados na elaboração ilícita de drogas, para a  Polícia Federal; o INFOPOL, sistema de análise criminal, para as Secretarias de Segurança Pública de Pernambuco, Acre, Ceará, Amazonas e Mato Grosso; além de ter apoiado a Polícia Militar de São Paulo na modernização da radio comunicação digital.
“Participar da LAAD Security é uma grande oportunidade para mostrarmos os diferenciais da Fundação Ezute e o quanto podemos contribuir para o desenvolvimento e a soberania do país. Temos a expectativa de aprofundar a parceria estratégica e formuladora com os atuais clientes e construir novas parcerias com a administração pública federal, estadual e municipal, com as Secretarias de Segurança Pública, e com as polícias Militar e Civil, Bombeiros, Defesa Civil, Sistema Penitenciário e Guarda Municipal”, conclui Azevedo.
Sobre a Ezute
A Fundação Ezute é uma organização que atua em Engenharia de Sistemas, prestando serviços intensivos para, em parceria com o cliente, conceber, especificar, planejar e implementar projetos complexos. A Ezute tem origem na fundação, criada em 1997, designada pelo Governo Federal para ser a instituição integradora do projeto Sivam/Sipam (Sistema de Vigilância da Amazônia / Sistema de Proteção da Amazônia).
Ao longo desses anos, a Ezute tem atuado em projetos estruturantes, sistemas tecnológicos complexos, em absorção e desenvolvimento de novas tecnologias e apoio à gestão de programas estratégicos, tanto na área civil quanto na de defesa.
A organização participa de projetos importantes junto às Forças Armadas, prefeitura e governo de São Paulo e Ministério dos Esportes, entre outros. Na área de cidadania, é parceira da Fundação Anita Pastore D´Ângelo e da Escola Aberta do Terceiro Setor. No setor de educação assumiu, em 2015, as operações da escola de inglês da Fundação Educacional União Cultural, antiga União Cultural Brasil-Estados Unidos.



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