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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 22/03/2016 / Atentados no metrô e no aeroporto de Bruxelas matam mais de 20


Atentados no metrô e no aeroporto de Bruxelas matam mais de 20 ...


A Procuradoria da Bélgica confirmou que foram atentados ao menos três explosões registradas por volta das 8h15 (4h15 de Brasília) desta terça-feira (22) em Bruxelas, na Bélgica, -- duas no aeroporto internacional da capital, perto dos balcões de check-in no terminal de embarque, e outra na estação de metrô de Maelbeek, localizada próxima a edifícios da União Europeia.

Ao menos 21 pessoas morreram, segundo um balanço provisório divulgado por Pierre Meys, porta-voz dos bombeiros. "Há 11 mortos em Zaventem (o aeroporto internacional de Bruxelas). Há também uma dezena de mortos em Maalbeek, onde aconteceu uma explosão muito forte no metrô", disse. "É possível que encontremos outras vítimas", completou.

O governo belga já elevou ao nível máximo o alerta para ataques terroristas, já que as explosões ocorrem quatro dias depois da prisão de Salah Abdeslam, suspeito de ter participado da série de ataques terroristas em Paris, em novembro do ano passado, que deixou 130 mortos. A polícia da Bélgica está em alerta desde então por conta de possíveis represálias.

Ontem, a polícia havia divulgado que um cúmplice de Salah estava ainda foragido. Trata-se de Najim Laachraoui, 24.

Rudi Vervoort, presidente da região onde se encontra o aeroporto, confirmou ao "Libre Belgique" as duas explosões no local e disse que o protocolo de emergência já foi ativado.

Segundo o jornal "Le Soir", o porta-voz do ministro do Interior afirmou que a prioridade neste momento "são as vítimas e a segurança" na região. As autoridades pediram à população que não se desloquem à região aeroportuária da capital europeia.

A agência de notícias local "Belga" informou que tiros foram disparados no aeroporto e que houve alguns gritos em árabe pouco antes das explosões.

Imagens feitas no local mostraram uma densa fumaça saindo de um dos terminais do aeroporto, enquanto dezenas de viajantes corriam para fora do recinto com malas.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL G-1


Piloto fez curva para tentar voltar a Campo de Marte, diz especialista.

Para o professor e piloto Jorge Medeiros, ele tentou voltar em razão de falha. Sete pessoas morreram, entre elas, o empresário Roger Agnelli.

G1 - Sp

O piloto, engenheiro aeronáutico e professor da USP Jorge Leal Medeiros afirmou ao SPTV que o piloto do monomotor que caiu sobre uma casa ao lado do Campo de Marte, na Zona Sul de São Paulo, no sábado (19), fez uma curva à direita após a decolagem para tentar voltar em razão de uma possível falha. Além do piloto, seis pessoas morreram no acidente.

"Alguma falha de equipamento, alguma falha humana. O avião fez uma curva à direita e caiu. Pode se imaginar que ele tentou voltar em razão de uma falha. Tentou voltar para o Campo de Marte. Não teve tempo de fazer isso", disse Medeiros ao SPTV.
Morreram no acidente Agnelli, ex-presidente da Vale, Andrea Agnelli, sua mulher, Anna Carolina e João Agnelli, seus filhos, Parris Bittencourt, marido de Anna, Carolina Marques, namorada de João, e o piloto, Paulo Roberto Bau. A presidente Dilma Rousseff e a Vale lamentaram a morte do empresário por meio de notas.

A aeronave entrou na garagem da casa de três andares e a explosão comprometeu boa parte da estrutura e ainda queimou três carros que estavam dentro e dois que estavam fora do imóvel. Os moradores conseguiram escapar pelos fundos. A casa vizinha também foi atingida. A rua Frei Machado fica a cerca de 500 metros da cabeceira 12 do Campo de Marte.

O tanque do avião estava cheio, o fogo se espalhou rapidamente e muito combustível vazou pela rua. "Era possível ver querosene descendo por duas sarjetas queimando tudo. Você pode ver que tem plantas os postes, tudo queimado", disse Toni Sargologos, 46, morador da rua. Uma mulher que fechava o portão de uma casa vizinha ao imóvel atingido ficou levemente ferida e foi levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, na região central da cidade, e teve alta no sábado.
Um vizinho da residência afirmou ter visto o avião voando muito baixo, de forma estranha. Pouco depois, ouviu um estrondo. “Na casa tinha cinco pessoas que colocaram uma escada e saíram pelas portas dos fundos. Se não tivessem saído pelos fundos tinham sido queimados juntos", disse Toni. Ele conta que saiu de sua casa para prestar socorro, mas foi impedido por causa do fogo que atingiu árvores e veículos na via.

A aeronave seguia do Campo de Marte às 15h20 deste sábado (19) com destino ao aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Conforme o G1 antecipou no domingo (20), a aeronave era norte-americana e voava no Brasil de forma experimental - ou seja, em teste para verificação de critérios de segurança e operação.

O modelo CA-9, da norte-americana Comp Air Aviation, de prefixo PR-ZRA, não tinha nenhuma caixa-preta, caixa de voz e de dados, segundo a Força Aérea Brasileira. Por ser um monomotor e estar em caráter experimental, os dispositivos não são necessários, conforme a legislação brasileira, para este modelo de aeronave.

O modelo foi comprado por Agnelli e pertencia a ele desde dezembro de 2012, conforme os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O modelo estava com a documentação em dia e tinha capacidade para até 3.900 kg e 7 pessoas (incluindo o piloto). Ele é feito de fibra de carbono, tem asa alta e trem de pouso fixo.

No site da companhia consta a informação de que a aeronave ainda não tem data para certificação nos Estados Unidos. "Aeronave não certificada, voando em caráter experimental, não possui um nível de segurança confirmado para estar voando, é como se estivesse em teste, por conta e risco do proprietário", explica o comandante Carlos Camacho, que atua na área de segurança operacional na aviação civil.

"Toda aeronave voando representa um risco, mas uma aeronave experimental ele é bem maior. É uma grande irresponsabilidade manter este tipo de quesito, deveriam ser criados ao menos critérios básicos para garantir a segurança de uma aeronave experimental, certificando-as e aprovando-as para voarem no país", defende Camacho.

Enterro
O enterro dos corpos do empresário Roger Agnelli, ex-presidente da mineradora Vale, sua mulher Andrea, os filhos Anna Carolina e João e o genro, Parris Bittencourt, foi realizado no cemitério Gethsêmani, na Zona Sul de São Paulo, na tarde deste domingo (20). Eles morreram na queda do monomotor que atingiu uma casa no bairro da Casa Verde, na Zona Norte da capital paulista.

Os corpos da namorada de João, Carolina Marques,e o piloto Paulo Roberto Bau foram enterrados no interior de São Paulo.

Helicóptero cai em Jaguaripe e deixa feridos, na Bahia, diz polícia

Queda ocorreu na Fazenda Piedade, perto do povoado Terra Santa, diz PM. Quatro pessoas ficaram feridas, duas delas em estado grave.

Do G1 Ba

Um helicóptero caiu na cidade de Jaguaripe, localizada a 240 quilômetros de Salvador, nesta segunda-feira (21), de acordo com o Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). Quatro pessoas ficaram feridas, segundo informações da assessoria de imprensa da Aeronáutica. Segundo o Graer, duas vítimas tiveram ferimentos graves. Todas elas foram socorridas para o Hospital do Subúrbio, em Salvador. Inicialmente, a assessoria da Aeronáutica e o Graer informaram que cinco pessoas que estariam na aeronave ficaram feridas.
Os feridos estavam a bordo da aeronave modelo AS-350, um helicóptero monoturbina leve. Não há informações sobre a identidade das vítimas. Segundo a Aeronáutica, o helicóptero tem capacidade para transportar entre cinco e seis pessoas mais o piloto. Não há registro de mortos, nem informações sobre as causas do acidente. Uma equipe da Aeronáutica será encaminhada ao local para investigar o motivo da queda, informou a assessoria de imprensa ao G1.
Conforme o Graer, a queda ocorreu na Fazenda Piedade, perto do povoado Terra Santa.
De acordo o coordenador regional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do município de Santo Antônio de Jesus, Moacir Figueiredo, três ambulâncias foram enviadas ao local, uma da cidade de Aratuípe, outra de Jaguaripe, e uma unidade do suporte avançado de Santo Antônio de Jesus.
Ainda segundo o Samu, as equipes estacionaram as ambulâncias nas proximidades do acidente e foram prestar socorro às vítimas porque o local da queda é de difícil acesso. Contudo, o transporte dos feridos foi feito por três helicópteros do Graer.
Os feridos internados no Hospital do Subúrbio são uma mulher de 36 anos, que tem suspeita de fratura no quadril e na coluna. O estado de saúde dela é estável. Um homem de 42 anos, também com saúde estável, teve um trauma no abdômen. Outro ferido é um homem de 43 anos com politrauma sem evidência de fratura. O piloto, que não teve a idade revelada, apresentou um trauma toráxico e pneumotórax, com fratura exposta nos membros inferiores. Ele está no centro cirúrgico.

Força Aérea realiza treinamento de resgate aquático no rio Amazonas

Preparação testou militares em situações de maré forte e correnteza. Esquadrão Falcão atuou com 60 militares vindos de Belém, no Pará.

Estevam Eliel Do G1 Ap

O Esquadrão Falcão, da Força Áerea Brasileira (FAB), realiza desde o dia 7 de março, em território amapaense, exercícios de simulação de resgate em ambiente de terra e água, com o objetivo de capacitar novos militares do esquadrão para o tipo de operação.
O treinamento contou com a participação de 60 militares, do 1º e 8º Grupos de Aviação da FAB, sediados em Belém, no Pará. Os integrantes participaram de aulas teóricas abordando planejamentos para salvamento de vitimas.
Na tarde desta segunda-feira (21), o esquadrão se dividiu em dois helicópteros para realizar treinamentos de terra e água com atuação na foz do rio Amazonas, em Macapá.
Segundo o capitão-aviador Átila Miranda, de 32 anos, que atua há mais de uma década na FAB, a escolha do Amapá para a realização do treinamento, se deu pelas condições climáticas e ambientais encontradas no estado, que se diferem do aspecto da cidade-sede do esquadrão.
"Aqui a gente consegue fazer um treinamento vivenciando os desafios que existem na hora de fazer um resgate na água, como correnteza, onde o rio fica com uma condição muito parecida com o mar devido as grandes ondulações. Tem também a questão da temperatura alta, por estarmos próximos a linha do Equador. Todos esses fatores criam um ambiente de bastante realidade e desafio para realização do treinamento", explicou o capitão.
De acordo com o esquadrão, os exercícios encerram nesta terça-feira (23). Realizado anualmente, a preparação é destinada a toda a tripulação da aeronave, composta pelo piloto, copiloto, mecânico, operador de equipamentos e três homens de resgate.
A sequência do treinamento prático obedece a normas definidas previamente pelo comando: o piloto conduz o helicóptero até o local do acidente e o mecânico junto com o operador de equipamentos auxiliam no posicionamento correto até a vítima. Em seguida os homens de resgate realizam a abordagem fazendo a avaliação do estado de saúde do resgatado. Logo depois, a vítima sobe até a aeronave puxada por um cabo de aço. Fenômenos como vento forte e instável e variações de correnteza, dificultam o exercício.
Os helicópteros usados no treinamento são do modelo H225M da Airbus Helicopters, fabricado no Brasil. Eles possuem capacidade de transportar 29 tripulantes ou 11 macas, além dos pilotos, em um total de até 31 pessoas. As aeronaves têm autonomia de voo de 4 horas, podendo variar de acordo com a necessidade da missão.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Anac: Avião de Agnelli não poderia voar sobre área muito povoada

De acordo com agência, operação do avião ocorria por ‘conta e risco do proprietário’; sete pessoas morreram no acidente.

Luiz Fernando Toledo

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta segunda-feira, 21, que o avião experimental de Roger Agnelli, ex-presidente da mineradora Vale, não tinha permissão para sobrevoar áreas densamente povoadas, como é o caso do entorno do aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. 
O empresário e outras seis pessoas morreram após queda do avião, às 15h23 do sábado, em uma casa próxima do local, pouco depois da decolagem. “A Agência esclarece que a aeronave não poderia sobrevoar áreas densamente povoadas, por se tratar de aeronave experimental sem autorização específica”, afirma a nota da Anac.
Conforme mostrou o Estado, a categoria experimental em que se enquadrava o avião usado pelo ex-presidente da Vale deveria seguir restrições definidas pela Anac. O equipamento, modelo CA-9, foi fabricado em 2012, tinha capacidade para sete passageiros e estava no nome de Agnelli como proprietário e operador. Por ser experimental, a caixa-preta não era obrigatória. “Pelo mesmo motivo, toda a operação da aeronave é sob conta e risco do proprietário e do piloto”, diz a agência.
A Anac divulgou ainda que não recebeu confirmação oficial sobre se o comandante Paulo Roberto Bau, que também morreu no acidente, era o piloto em comando do voo. “Essa informação deve ser checada com a Polícia Civil ou com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).” O Estado procurou a assessoria da família Agnelli, mas não obteve reposta.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Avião de Roger Agnelli não declarou emergência antes da queda em SP.


Ricardo Gallo

O avião que caiu na zona norte de São Paulo no último sábado (19) não declarou emergência ao controle de tráfego aéreo do Campo de Marte.
No acidente, nas proximidades do Campo de Marte, morreram sete pessoas –o piloto e seis passageiros, entre os quais o executivo Roger Agnelli, ex-presidente da Vale. A aeronave bateu em um sobrado e explodiu.
É praxe que aviões com panes em momentos críticos, como a decolagem, declarem emergência, de modo que o controle de tráfego aéreo o auxilie –seja apenas para tomar ciência das intenções do piloto, seja ao deixar de prontidão as equipes de socorro ou checar pistas de pouso alternativas.
Nesse caso, a ausência de pedido de socorro indica uma queda súbita e que o piloto não teve tempo de informar o controle de tráfego aéreo. Único tripulante a bordo do turbo-hélice Compair CA-9, ele possivelmente se ocupava dos comandos necessários para manter o avião voando.
O avião, um modelo experimental Compair CA-9, decolou às 15h20 e caiu três minutos depois sobre um imóvel do Jardim São Bento, bairro residencial de alto padrão.
Como a Folha revelou nesta segunda (21), uma testemunha declarou à Aeronáutica que o avião fez dois estrondos semelhantes a uma explosão, um indício de pane no motor. A peça foi recolhida pelos investigadores entre os destroços no domingo (20).
A Aeronáutica informou nesta segunda que apura todas as hipóteses para o acidente.

Associação pede fim de venda de aviões experimentais no país


Uma associação de parentes de vítimas de acidentes aéreos pede desde fevereiro na Justiça o fim da comercialização de aeronaves experimentais no Brasil. Essa era a categoria do monomotor em que estava o ex-presidente da Vale Roger Agnelli, sua família e seu piloto, no acidente aéreo fatal do último sábado (19) em São Paulo.
Para a Abrapavaa (associação brasileira de parentes e amigos das vítimas de acidentes aéreos), todas as aeronaves deveriam ser atestadas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil)
Modelos experimentais são a única categoria da aviação em que se voa "por conta e risco" do dono, sem homologação da Anac. Além disso, caso a Aeronáutica entenda que sua investigação sobre as causas do acidente não contribuirão para evitar outros acidentes, o trabalho ficará apenas com a Polícia Civil. A Aeronáutica não costuma apurar desastres com aviões experimentais.
Para a associação, esta modalidade de aeronaves deveria se restringir a protótipos de testes e não ser comercializada e atuar na aviação particular.
Segundo dados da Anac, essa categoria representa 24% das aeronaves registradas no país.

PORTAL UOL


Atentados no metrô e no aeroporto de Bruxelas matam mais de 20


Do Uol, Em São Paulo

A Procuradoria da Bélgica confirmou que foram atentados ao menos três explosões registradas por volta das 8h15 (4h15 de Brasília) desta terça-feira (22) em Bruxelas, na Bélgica, -- duas no aeroporto internacional da capital, perto dos balcões de check-in no terminal de embarque, e outra na estação de metrô de Maelbeek, localizada próxima a edifícios da União Europeia. 
Ao menos 21 pessoas morreram, segundo um balanço provisório divulgado por Pierre Meys, porta-voz dos bombeiros. "Há 11 mortos em Zaventem (o aeroporto internacional de Bruxelas). Há também uma dezena de mortos em Maalbeek, onde aconteceu uma explosão muito forte no metrô", disse. "É possível que encontremos outras vítimas", completou.
O governo belga já elevou ao nível máximo o alerta para ataques terroristas, já que as explosões ocorrem quatro dias depois da prisão de Salah Abdeslam, suspeito de ter participado da série de ataques terroristas em Paris, em novembro do ano passado, que deixou 130 mortos. A polícia da Bélgica está em alerta desde então por conta de possíveis represálias.
Ontem, a polícia havia divulgado que um cúmplice de Salah estava ainda foragido. Trata-se de Najim Laachraoui, 24.
Rudi Vervoort, presidente da região onde se encontra o aeroporto, confirmou ao "Libre Belgique" as duas explosões no local e disse que o protocolo de emergência já foi ativado.
Segundo o jornal "Le Soir", o porta-voz do ministro do Interior afirmou que a prioridade neste momento "são as vítimas e a segurança" na região. As autoridades pediram à população que não se desloquem à região aeroportuária da capital europeia.
A agência de notícias local "Belga" informou que tiros foram disparados no aeroporto e que houve alguns gritos em árabe pouco antes das explosões.
Imagens feitas no local mostraram uma densa fumaça saindo de um dos terminais do aeroporto, enquanto dezenas de viajantes corriam para fora do recinto com malas.

REVISTA EXAME


Irã Encomenda 50 Aviões Da Embraer


Afp

O Irã, que pretende modernizar a sua frota de aviões, encomendou 50 aeronaves do grupo brasileiro Embraer, terceira maior fabricante de aeronaves comerciais do mundo depois da Boeing e da Airbus, informou nesta terça-feira um porta-voz do governo iraniano.
Como outras encomendas feitas desde a suspensão das sanções internacionais em janeiro sob o Acordo nuclear iraniano com as grandes potências, trata-se de um contrato de arrendamento, de acordo com o porta-voz Mohammad Bagher Nobakht.
"O governo não vai gastar seus recursos limitados em coisas como a compra de aviões", acrescentou, citado pela agência Mizan (ligada ao Poder Judiciário iraniano).
O Irã já anunciou a compra de 40 aeronaves ao grupo francês ATR, líder mundial em aeronaves turboélice e assinou um contrato para a compra de 118 aeronaves Airbus para serem entregues nos próximos quatro anos.
A encomenda junto a Airbus inclui 73 aeronaves de fuselagem larga e 45 de corredor único (longo e médio alcance) por um montante de 10 a 11 bilhões de dólares, de acordo com o vice-ministro dos Transportes, Asghar Fakhrieh Kashan.
Trata-se igualmente de um contrato de arrendamento, de acordo com o porta-voz do governo.
Cerca de 85% do financiamento virá da Airbus e bancos europeus, declarou por sua parte Farhad Parvaresh, o presidente da Iran Air.
A indústria aérea no Irã esteve sujeita a um embargo dos Estados Unidos desde 1995, que impedia os fabricantes ocidentais de vender equipamentos e peças de reposição para empresas iranianas, acabando com parte de sua frota.
A frota iraniana tem atualmente 140 aeronaves em operação, cuja idade média é de cerca de 20 anos.
O chefe da aviação civil iraniana havia indicado em meados de abril que o Irã precisaria de 400 a 500 aviões na próxima década.

OUTRAS MÍDIAS


DINHEIROVIVO(SP)


Portugália vai passar a chamar-se TAP Express e será reforçada com 17 novos aviões.

Rafaela Burd Relvas
A Portugália e o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) assinaram, esta segunda-feira, um acordo de compromissos para a transição da frota Embraer na companhia subsidiária da TAP.
O acordo, refere a TAP em comunicado enviado às redações, “representa um passo significativo no entendimento, partilhado de ambas as partes, da importância e necessidade de realizar de forma otimizada a transição na frota da Portugália para os novos aviões Embraer 190”, que vão substituir os atuais Fokker 100 e ERJ145.

PODER ÁEREO


Gripen, Tucano, FAdeA e Embraer: MD da Argentina e embaixador do Brasil trataram desses assuntos em reunião.

Ministério da Defesa da Argentina divulgou nota à imprensa na última sexta-feira, 18 de março, sobre visita do embaixador do Brasil no país, Segundo a nota, a visita serviu para a análise de iniciativas conjuntas para avançar acordos entre a Fábrica Argentina de Aviões (FAdeA) e a empresa brasileira Embraer.
Martínez afirmou sobre a reunião realizada em seu escritório no Edifício Libertador: “Temos prevista uma agenda de temas muito importante, um dos quais é avançar no trabalho conjunto entre a Fábrica Argentina de Aviões e a Embraer. Estamos muito interessados em desenvolver projetos em temas vinculados à indústria para defesa”. Um desses objetivos, segundo o ministro, é trabalhar na possibilidade de levar a cabo “a fabricação e o desenho conjunto de aviões de combate Gripen”.
O ministro também relembrou a iniciativa de modernizar os aviões Tucano, fabricados pela Embraer.
Na reunião, também estiveram presentes os secretários de Estratégia e Assuntos Militares, Ángel Tello; de Ciência, Tecnologia e Produção para Defesa, Héctor Lostri; e de Logísticas para a Defesa, Coordenação em Emergências e Gestão Cultural, Walter Ceballos.
Convite para visitar o Brasil – De sua parte, o embaixador brasileiro definiu, segundo a nota, a sua primeira visita ao ministro Martínez como “muito positiva”, acrescentando que “o objetivo principal foi lhe entregar uma carta da parte do ministro da Defesa do Brasil, Aldo Rebelo, na qual o convida para o país.” O embaixador Vargas também destacou o interesse mútuo pela continuidade do trabalho de “cooperação industrial” e o “diálogo fluído entre as Forças Armadas da Argentina e Brasil.”
Por fim, segundo a nota, o embaixador Everton Vieyra Vargas afirmou: “Estou certo de que com Martínez e Rebelo teremos uma excelente oportunidade para avançar em matéria de cooperação.”

AGÊNCIA BRASÍLIA


Força-tarefa contra o Aedes aegypti chega ao Jardim Botânico nesta semana

Servidores da Saúde, militares do Exército, da Força Aérea Brasileira e do Corpo de Bombeiros visitarão condomínios e farão limpeza de áreas próximo ao comércio
Rafael Alves, da Agência Brasília
A força-tarefa do governo de Brasília para combater o Aedes aegypti no Distrito Federal, iniciada em 14 de dezembro, estará no Jardim Botânico nesta semana. Funcionários da Diretoria de Vigilância Ambiental, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, vinculada à Secretaria de Saúde, militares do Exército, da Força Aérea Brasileira e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal visitarão condomínios na região. O grupo também vistoriará locais abandonados e fará limpeza da área comercial.
Na semana passada, as equipes foram a São Sebastião. Identificaram focos do mosquito transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus e orientaram os moradores. De acordo com a Secretaria de Saúde, as visitas domiciliares de rotina continuam em todo o DF.
Fumacê
Os caminhões fumacês passarão por vários pontos do Distrito Federal nesta semana. Eles estarão nas QRs 104, 305, 307, 412, 506, 508, 610 de Samambaia e, no Recanto das Emas, nas Quadras 102, 103, 510, 511 e 605. Também receberão os veículos que pulverizam inseticida: Vila Buriti e Vale do Amanhecer, em Planaltina; Condomínio Del Lago e a região da Fazendinha, no Itapoã; Setor P Sul e Setor O, em Ceilândia; diversas regiões de Taguatinga Sul; Guará I e II; Lucio Costa; Lagos Sul e Norte; Riacho Fundo I e II; Sobradinho e Sobradinho II; Planaltina; Brazlândia; Núcleo Bandeirante; Gama e Santa Maria.
Tendas
De 11 de fevereiro até esta segunda-feira (21), 5.170 pessoas já foram atendidas na tenda (unidade básica de atenção à dengue) montada no estacionamento do Hospital Regional de Brazlândia. Apenas em março, mais de 2,3 mil procuraram algum tipo de atendimento.
Em São Sebastião, de 19 de março até esta segunda (21), 3.825 pacientes tinham sido atendidos nas tendas em frente à unidade de pronto-atendimento (UPA) da região, na Quadra 102. Moradores com sintomas de dengue e suspeita das outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti podem obter orientações, fazer o teste rápido e, dependendo do caso, ser internado para hidratação.
Os dados sobre número de casos confirmados de dengue, do zika vírus e da febre chikungunya são divulgados às quartas-feiras, no informativo epidemiológico da Secretaria de Saúde.



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