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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 11/03/2016 / Cenic integra projeto de satélite brasileiro


Cenic integra projeto de satélite brasileiro ...


Por Virginia Silveira ...

O satélite geoestacionário brasileiro de defesa e comunicações estratégicas, que será lançado no segundo semestre deste ano, com custo estimado em R$ 2,2 bilhões, está equipado com dois painéis estruturais desenvolvidos no Brasil pela Cenic, de São José dos Campos. Feito em estrutura "sanduíche" de alumínio, os painéis suportam as baterias do satélite.

A Cenic forneceu os painéis para a Thales Alenia Space, contratada pela Visiona (joint venture entre Embraer e Telebras) para produzir o satélite. O contrato está avaliado em US$ 250 mil, segundo o diretor da Cenic, Francisco Dias. "A Cenic foi a única empresa brasileira qualificada para participar do fornecimento de um sistema para o satélite", disse o executivo.

O projeto, segundo Dias, representou um salto tecnológico para a Cenic, que pela primeira vez desenvolveu e exportou um componente estrutural para um satélite geoestacionário. Segundo a Thales, a entrega dos painéis no prazo, incluindo a integração com o satélite, foi um grande desafio para as duas empresas.

Em nota, o vice-presidente da Thales na América Latina, Ruben Lazo, disse que o projeto do satélite geoestacionário representa um passo importante para duplicar a presença da companhia na América Latina até 2019.

No fim de 2015, a Cenic assinou um contrato de subvenção econômica com a Finep, de R$ 4 milhões, para participar do processo de transferência de tecnologia da Thales para o setor aeroespacial.

O satélite vai ampliar o acesso aos serviços de internet no âmbito do Programa Nacional de Banda Larga e garantir a segurança nas comunicações estratégicas do governo federal.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL G-1


Após pane, piloto abandonou copiloto em avião com 442 kg de droga em MT

Copiloto de 57 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Carga de cocaína pura apreendida está avaliada em R$ 10 milhões.

Do G1 Mt

Depois de fazer pouso forçado em uma plantação de soja, no município de Vale do São Domingos, a 491 km de Cuiabá, nesta quarta-feira (9), o piloto de um avião que transportava 442 kg de cocaína pura abandonou o copiloto na aeronave, que foi preso em flagrante. Ele disse à polícia que a droga seria levada até uma fazenda em Cáceres, a 220 km de Cuiabá, ainda na região de fronteira com a Bolívia.
O piloto do avião fugiu levando o GPS, para tentar dificultar a identificação da rota. No entanto, deixou a chave da aeronave na ignição, segundo a polícia.
Os moradores da Fazenda São Paulo, onde foi feito o pouso forçado, foi quem comunicou o caso à polícia. O copiloto de 57 anos não deixou a carga e o avião, que tinha sido fretado, segundo a Polícia Civil. Ele já tinha sido preso em 2013 pela Polícia Federal com um avião com drogas, em Colíder, a 650 km a Norte de Cuiabá. O tráfico de aeronaves na região já vinha sendo investigado pela polícia. 
O delegado da Polícia Civil, Vitor Chab, de Pontes e Lacerda, a 483 km da capital, informou que o piloto parou na propriedade rural para abastecer o avião e ao levantar voo perdeu o controle do avião, supostamente por problemas mecânicos na aeronave, sendo necessário fazer pouso forçado.
"Na segunda entrevista preliminar, o suspeito que está preso disse que saiu do município de Bela Vista, em Mato Grosso do Sul, e iria para uma fazenda nas proximidades de Cáceres, mas ainda estamos checando essa informação", disse o delegado. O piloto é natural de Belém (PA). 
A droga foi levada para Pontes e Lacerda, onde foi incinerada em uma olaria. "Essa droga deve valer mais de R$ 10 milhões", afirmou.
O delegado de Comodoro, a 677 km de Cuiabá, André Ribeiro, informou ter recebido denúncias de tráfego aéreo de aviões e que o caso vinha sendo monitorado. "Recebi a informação de que essa região era usada como arremesso de droga e pouso de avião. Vamos continuar monitorando essa região", frisou.
O avião foi retirado da lavoura e levado para a sede da fazenda. Porém, deve ser levado para o hangar da Secretaria Estadual de Segurança Pública, no aeroporto Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, por uma equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).
O proprietário da aeronave, que mora em Cuiabá, se apresentou à polícia, na Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), na capital, e, em depoimento, alegou que tinha fretado a aeronave. Também apresentou contrato de compra e venda do avião.

Viracopos é eleito aeroporto mais limpo e com facilidades a passageiros

Aeroporto de Campinas foi eleito após a votação de 52.412 usuários. A pesquisa é realizada pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência.

Do G1 Campinas E Região

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), conquistou nesta quarta-feira (9) dois prêmios após uma pesquisa que ouviu mais de 52 mil viajantes de todo o Brasil. Viracopos foi considerado o mais limpo e o com mais facilidades ao passageiros, o prêmio é fruto de um pesquisa realizada trimestralmente pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC). 
A pesquisa foi realizada ao longo de 2015 nos voos domésticos e internacionais nos aeroportos do Brasil. Este é resultado da Pesquisa Permanente de Satisfação do Passageiro, que ouviu 52.412 usuários.
Com a operação do novo terminal para voos internacionais desde 2014, já passou pela avaliação dos usuários, assim como o novo check-in. Ainda neste mês de março, o novo terminal passa a receber também os voos domésticos. Assim que o processo de transferência de terminais for concluído, o antigo terminal será destinado somente a voos de cargas.
O aeroporto de Campinas já recebeu o prêmio de melhor aeroporto do Brasil, nas pesquisas trimestrais da SAC. Os prêmios foram no último trimestre de 2013, no último trimestre de 2014 e no primeiro trimestre de 2015.
Pesquisa de satisfação
A ação tem como objetivo estimular a melhoria na prestação de serviços nos aeroportos através da satisfação dos usuários. As entrevistas foram realizadas nos 15 aeroportos, que juntos, são responsáveis por 80% do fluxo de passageiros do Brasil.
São ao todo 11 categorias e o aeroporto melhor qualificado por o O Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR). Que além de vencer a categoria “aeroportos + Brasil”, ainda ganhou outras três categorias: restituição de bagagem mais eficiente; aeroporto mais cordial e Raio-X mais eficiente.

Avião arremete no Tom Jobim por conta de cachorro na pista

Carro tentava efetuar a busca do animal. Avião teve que esperar para pousar.

Do G1 Rio

Na manhã desta quinta-feira (10), um voô teve que arremeter antes de pousar na pista do aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, por conta de um cachorrinho que estava correndo no local. Um carro fazia buscas para tentar resgatar o animal.
Na hora de pousar, um avião teve que subir de novo e ficou esperando que o cachorro fosse capturado no início da manhã. O episódio ocorreu às 6h40 e, por volta das 7h, a situação de pousos e decolagens já era normal.

Um mês após queda de bimotor, FAB ainda investiga acidente no Acre

Passageira que estava no avião passou por cirurgia, diz família. Piloto está com a licença suspensa, segundo empresário.

Tácita Muniz Do G1 Ac

Um mês após a queda de um bimotor com sete pessoas em Manoel Urbano, interior do Acre, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que as investigações ainda estão em andamento e que não há previsão para a entrega do relatório final sobre o acidente. No dia 10 de fevereiro, o avião caiu e deixou sete pessoas feridas, entre elas, Luana Vieira, de 24 anos, e seus dois filhos.
O pai da passageira, Raimundo de Lima, informou que Luana passou por cirurgia há pouco mais de 10 dias e que deve se submeter a outro procedimento porque teria ficado com sequelas no olho esquerdo. "Ela não está enxergando bem de um olho. O empresário não nos ajudou em nada, fizemos empréstimos e pagamos tudo particular porque o médico tinha pressa na cirurgia. Só a cirurgia foi R$ 12 mil, fora outras despesas", conta. 
O empresário dono do bimotor e pai do piloto, Mário Jorge Matos, de 59 anos, diz que o motor do avião está em Cuiabá (MT) e deve passar por perícia. "Está previsto para ser aberto em abril e aí deve sair o laudo para ser repassado á seguradora", conta.
Sobre a denúncia de que não teria ajudado nas despesas, Matos diz que correu atrás da cirurgia de Luana pelo sistema de saúde público, mas que a família se recusou a receber. "Eles decidiram fazer tudo particular. Mas, eu disse e repito que, com os comprovantes de cada despesa, vou ressarcir todo o tratamento", alega.
O empresário também é pai de Maycon dos Santos, de 28 anos, que pilotava a aeronave no dia do acidente. Segundo ele, o filho está com a licença de piloto suspensa até passar por um novo exame fora do estado chamado pós-acidente. "Ele está bem, não está voando. Ainda estamos aguardando os laudos para que a seguradora libere o dinheiro", diz.
A FAB informou que não tem como definir uma data certa para a divulgação do relatório. Porém, o empresário acredita que até fim de abril deve obter uma resposta da perícia.
Entenda o caso
Um avião bimotor caiu, no dia 10 de fevereiro, por volta das 15h em Manoel Urbano, distante 215 km de Rio Branco. Deram entrada no hospital do município sete pessoas feridas no acidente.
Desde então, a família da dona de casa Luana Vieira, de 24 anos, que estava no avião está com um impasse com o dono do avião por alegar que ele não estaria dando assistência à mulher, que teve que passar por cirurgias no no nariz e outra no maxilar, além de ter afundamento do olho esquerdo. Após cota entre familiares, Luana conseguiu fazer a cirurgia e, segundo o pai, deve passar por outra para corrigir a visão.

Polícia encontra fuzis do Exército ao investigar morte em Foz do Iguaçu

Homem foi morto na Favela do Bolo, perto da Ponte da Amizade. Busca durou cerca de uma hora; além das armas, maconha foi encontrada.

Do G1 Pr

A Polícia Militar (PM) encontrou dois fuzis calibre 762, de uso restrito das Forças Armadas, ao investigar uma morte no Jardim Jupira, na região da Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, nesta quinta-feira (10). 
Um homem de 28 anos foi morto no bairro durante a tarde, segundo a própria PM, em frente a um bar. Cerca de 30 cartuchos foram encontrados no local do crime. O assassinato aconteceu na esquina entre as ruas Vicente Carvalho e Raul Pompeia.
A busca pelos suspeitos durou cerca de uma hora, na área conhecida como Favela do Bolo. Além das armas, os policiais encontraram dois quilos de maconha. Ninguém havia sido preso até as 18h.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Cenic integra projeto de satélite brasileiro


Por Virginia Silveira | De São José Dos Campos

O satélite geoestacionário brasileiro de defesa e comunicações estratégicas, que será lançado no segundo semestre deste ano, com custo estimado em R$ 2,2 bilhões, está equipado com dois painéis estruturais desenvolvidos no Brasil pela Cenic, de São José dos Campos. Feito em estrutura "sanduíche" de alumínio, os painéis suportam as baterias do satélite.

A Cenic forneceu os painéis para a Thales Alenia Space, contratada pela Visiona (joint venture entre Embraer e Telebras) para produzir o satélite. O contrato está avaliado em US$ 250 mil, segundo o diretor da Cenic, Francisco Dias. "A Cenic foi a única empresa brasileira qualificada para participar do fornecimento de um sistema para o satélite", disse o executivo.

O projeto, segundo Dias, representou um salto tecnológico para a Cenic, que pela primeira vez desenvolveu e exportou um componente estrutural para um satélite geoestacionário. Segundo a Thales, a entrega dos painéis no prazo, incluindo a integração com o satélite, foi um grande desafio para as duas empresas.

Em nota, o vice-presidente da Thales na América Latina, Ruben Lazo, disse que o projeto do satélite geoestacionário representa um passo importante para duplicar a presença da companhia na América Latina até 2019.

No fim de 2015, a Cenic assinou um contrato de subvenção econômica com a Finep, de R$ 4 milhões, para participar do processo de transferência de tecnologia da Thales para o setor aeroespacial.

O satélite vai ampliar o acesso aos serviços de internet no âmbito do Programa Nacional de Banda Larga e garantir a segurança nas comunicações estratégicas do governo federal.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Chuva deixa pista de pouso de Cumbica sem luz e afeta voos


Martha Alves De São Paulo

A chuva que atingiu Guarulhos (Grande São Paulo) na noite desta quinta-feira (10) deixou a pista de pouso do aeroporto internacional de Cumbica sem luz e interrompeu pousos e decolagens.
Por volta das 4h30 desta sexta (11), todas as decolagens e pousos continuavam interrompidos. No total, seis voos foram cancelados e outros 12 - nove deles com passageiros e três de carga - foram alternados para os aeroportos de Viracopos (Campinas) e Galeão (Rio).
Segundo a concessionária GRU, que administra o aeroporto, a forte chuva que atingiu a região alagou uma subestação de energia e algumas luzes da pista de pouso foram apagadas. Técnicos estão no local fazendo reparo, mas ainda não há previsão de solução do problema.
O empresário Nelson Ferreira de Sousa, 51, que estava em uma aeronave da Copa Airlines, disse que seu voo foi desviado para Viracopos, em Campinas. O avião com cerca de 150 pessoas deveria ter pousado em Guarulhos, por volta da 1h.
"O comandante disse que houve um problema de luzes na pista de pouso por causa do mal tempo", explicou Sousa.
Por volta das 2h, os passageiros ainda continuavam dentro da aeronave esperando uma decisão da companhia aérea.

AGÊNCIA CÂMARA


Projeto do deputado Cabo Sabino amplia a liberdade de expressão na esfera militar


A Câmara dos Deputados analisa proposta que revoga dispositivo do Código Penal Militar (Decreto-Lei 1.001/69) para que deixe de ser crime o ato de um militar criticar publicamente decisão de seu superior hierárquico. A mudança está prevista no Projeto de Lei 4321/16, do deputado Cabo Sabino (PR-CE).

Atualmente, o artigo 166 do código tipifica o crime militar de “publicação ou crítica indevida”, com pena de detenção de dois meses a um ano, de acordo com a gravidade da situação.
Segundo Cabo Sabino, o dispositivo vem sendo aplicado de forma inadequada, com o simples objetivo de punir militares das Forças Armadas, da Polícia ou do Corpo de Bombeiros que usam redes sociais, como o Facebook e o WhatsApp, para proferir opiniões que desagradam a seus superiores hierárquicos.
“Para corrigir essa injustiça e evitar punições arbitrárias, propomos a revogação do artigo. Hoje, a garantia constitucional da liberdade de expressão se perde por caprichos sociais de interesses diversos”, afirma o parlamentar.
O deputado acrescenta que a supressão do dispositivo não ocasionará prejuízo para a manutenção da disciplina militar, “tendo em vista que eventuais desvios de conduta podem ser punidos com base em outras justificativas, que não sejam a pura manifestação do pensamento”.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, seguirá para o Plenário.

PORTAL R7


Suspeitos de matar militar em assalto a ônibus são presos

Crime ocorreu na BR-365, em Buritizeiro, no norte de Minas Gerais

Do R7

A Polícia Civil em Buritizeiro, no norte de Minas, prendeu cinco homens e apreendeu um adolescente, suspeitos de participar de um assalto a ônibus, na BR-365, ocorrido na madrugada da quarta-feira (9). O crime terminou com a morte do militar reformado Selmo Alves Pereira.
De acordo com as investigações, na ocasião, cinco suspeitos atiraram contra o motorista do ônibus, no km 212, próximo ao trevo de Brasilândia. No momento em que ele parou o veículo, os criminosos entraram no ônibus e renderam várias vítimas. O militar chegou a reagir ao assalto e alvejou dois dos suspeitos e os demais revidaram. Durante a troca de tiros, também foram atingidos um homem, no pé, e uma mulher, na perna. Os suspeitos alvejados, um deles menor de idade, e o outro identificado como Janei Amaral Pereira, foram encaminhados ao Hospital João 23, em Belo Horizonte, e para Hospital de Três Marias, respectivamente.
Em uma operação, que contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar, a Polícia Civil conseguiu prender os outros quatro suspeitos nos municípios de Luizlândia do Oeste e Três Marias, sendo eles: Misrael Adair da Cruz, Antônio Soares Pereira, Ildeu Pereira da Silva e Junio Amaral Pereira. Dois veículos foram apreendidos.
"O grupo já era investigado há algum tempo por uma série de roubos a ônibus e agora acreditamos que as prisões possam trazer uma sensação de segurança à população", destacou a delegada que conduziu a operação, Fernanda Fiuza.

AGÊNCIA BRASIL


Investigadores viram urna eletrônica de cabeça para baixo em busca de vulnerabilidades


Em 1996, cinquenta e sete cidades abandonavam o papel e passavam a usar a urna eletrônica para registrar seus votos nas eleições municipais. Vinte anos depois, todas as regiões brasileiras contam com o voto informatizado. Nesta semana, hackers reunidos em Brasília tentam encontrar vulnerabilidades no sistema, antes que possíveis falhas ou fraudes manchem o histórico da urna criada por um 5 “ninjas” - apelido dado ao grupo criador do sistema eletrônico por causa da origem oriental de três dos integrantes.
Será que o teclado da urna digita mesmo os números que o eleitor aperta?
A urna pode emitir o áudio do voto. E se esse áudio vaza?
Um aplicativo mal intencionado pode modificar a destinação da escolha popular?
Perguntas como as listadas acima motivam cinco planos de investigação selecionados para o Teste Público de Segurança (TPS), organizado pela Justiça Eleitoral. Em sua terceira edição, o evento reúne dez especialistas até esta quinta-feira (10), ávidos por testar suas teses e, quem sabe, detectar falhas no sistema antes de pessoas mal intencionadas.
O secretário de Tecnologia de Eleições do TSE, Giuseppe Janino, o quinto "ninja" co-criador da urna eletrônica, destaca que qualquer pessoa maior de 18 anos pode se inscrever nos testes públicos. O evento passou a ser obrigatório antes de cada eleição, conforme norma publicada pelo presidente do TSE, ministro Dias Toffoli. Saiba mais sobre o perfil de quem pode participar:

Será que o teclado da urna digita mesmo os números que o eleitor aperta?
 Para Elizabete Evaldt, deveria haver mais mulheres políticas para testar e votar na urna.
No mês da mulher, a gaúcha Elisabete Evaldt, graduanda em Ciência da Computação, era a única investigadora mulher no espaço restrito aos investigadores. Em meio a urnas desmontadas, caixas e muitos cabos, ela considera importante não apenas ter mais mulheres na computação, mas também em outros cenários, como na política. “Sempre que discuto sobre isso, quero destacar que é mais importante ter mais mulheres em quem votar do que necessariamente testando o equipamento”, diz.
A investigadora juntou-se a um amigo para tentar fraudar a destinação dos votos na urna através do controle de dispositivos como o teclado e a impressora da urna. “Tivemos acesso preliminar aos códigos fontes, tínhamos ideia da dificuldade, mas viemos na expectativa de, quem sabe, acha alguma coisa aberta”, explica.
Elisabete pondera que o teste é feito em um ambiente controlado no qual várias barreiras de segurança já foram derrubadas para que os investigadores pudessem vasculhar tanto bits quanto chips da máquina eletrônica. Mesmo assim, considera essencial dar um "sacode no Middleware", programa responsável pela mediação entre os periféricos (partes físicas) da urna e o sistema virtual.
“A gente focou muito nesses periféricos, momento em que a informação sai da mão do usuário que está digitando no teclado, antes dela ser gravada na memória ou na hora de imprimir o boletim de urna”, detalha.
A urna pode emitir o áudio do voto. E se esse áudio vaza?
O áudio do voto não pode ser vazado para fora da seção, destaca o mestrando Alison Chaves.
A partir dos 16 anos, o cidadão tem o direito de votar independente de suas características físicas. Por isso, pessoas com deficiência visual podem solicitar previamente à justiça eleitoral, ou pedir ao mesário, a liberação do áudio que narra o voto. Até aqui, tudo bem, direito garantido.
Contudo, a equipe do professor Luiz Fernando de Almeida, da Universidade de Taubaté (Unitau – SP), está preocupada com a possibilidade desse áudio vazar para outra pessoa. Para Almeida, um simples dispositivo eletrônico poderia se conectar na saída de áudio e transmitir a informação via Bluetooth ou por streaming de áudio.
“O que queremos saber é como a urna se comporta diante dessa situação [de vazar o áudio]. A ideia não é encontrar uma falha, mas sim apontar melhorias”, ressalta Almeida.
O grupo de Almeida conta com a participação do estudante de mestrado do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Alisson Chaves, que também faz engenharia de computação na Unitau. De acordo com o pesquisado, o mais importante para eles é buscar formas de evitar a quebra do sigilo do voto baseado em gravação do áudio.
Segundo os dois investigadores, a vulnerabilidade só funciona se houver alguém mal intencionado em tentar ouvir o voto de outro eleitor, assim como ocorria com o voto de “cabresto”. Na história do Brasil coronéis mandavam seus subordinados votarem em determinado político e enviavam um capacho para conferir se a ordem foi cumprida.
¨Por isso, precisamos de um mecanismo para que o áudio não possa ser capturado e enviado para algum lugar proibido”, reforça Alison.
Os acadêmicos explicam que há três casos em que o áudio fica disponível para os eleitores. No primeiro, a pessoa solicita previamente alegando atendimento especial. No segundo, uma ou mais seções específicas já vão com o áudio de todos os votantes ativado. nesse caso, a ativação é importante para lugares onde há maior incidência de deficiência visual, como no caso de populações com muitos idosos com catarata. Por fim, o áudio também pode ser disponibilizado se o eleitor disser que precisa usá-lo para conseguir exercitar o seu voto devido a algum problema temporário nos olhos. Assim, o mesário é obrigado a liberá-lo manualmente mesmo sem nenhum tipo de comprovação.
Para o secretário de Tecnologia de Eleições do TSE, Giuseppe Janino, a acessibilidade e a segurança dos dados formam um paradoxo. "Na medida que você aumenta as restrições de segurança (como restringir o uso do áudio), você acaba diminuindo a transparência. É preciso encontrarmos um equilíbrio para que os dois caminhem juntos”, pondera.
Um aplicativo mal intencionado é capaz de modificar a destinação da escolha popular?
João Felipe Souza foi o único investigador a se inscrever individualmente no evento. Após conhecer o código fonte em visita preliminar ao TSE, o professor de informática do Instituto Superior do Triângulo Mineiro, campus em Paracatu (MG), decidiu apresentar quatro planos de trabalho ao mesmo tempo.
Sua meta nos três dias de teste é encontrar vulnerabilidades no teclado, tentar refazer a votação em uma urna e descobrir se o kit de transmissão dos dados pode permitir uma invasão aos servidores centrais do tribunal. Sem poder contar os resultados obtidos até o momento, e em meio a diversos outros testes, João preferiu destacar a importância do evento para o Brasil.
Segundo o professor, é uma oportunidade única de pessoas externas acessarem os dados.
“A análise que fazemos é uma análise cidadã. É importante para dar tranquilidade ao eleitor e maior transparência ao processo”, completa Joáo.
O Teste Público de Segurança (TSE) termina nesta quinta-feira com a apresentação de um balanço geral feita pelo ministro do TSE, Dias Toffoli, às 18h30 (horário de Brasília). No dia 15 de março, a equipe organizadora publicará um relatório completo com possíveis falhas e soluções apresentadas. Até lá, por conta de uma cláusula de confidencialidade, os investigadores não poderão revelar o resultado dos testes.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


O Brasil precisa de um choque de bom senso


Fernando Schüler

Há quatro saídas para a crise brasileira: a renúncia, o impeachment, a cassação, via STE, ou a sobrevivência de Dilma até 2018. A primeira é a menos traumática, ainda que a mais improvável. A última é a mais provável, ainda que a mais custosa para o País. Significa mais três anos sem reformas estruturais e sem correção de rumos. Talvez seja o preço que devamos pagar. O duro aprendizado da democracia.
Há quem fale em uma quinta alternativa: a saída parlamentarista. A ideia conta com o patrocínio de Renan Calheiros e é objeto de uma proposta de emenda constitucional do PSDB. Não acho que emplaque. É inútil pensar que a razão da crise brasileira seja o sistema de governo. Diagnóstico errado, solução fora de lugar. Nossa sedução pelo autoengano. E mais: a memória triste de 1961. O parlamentarismo pode ser uma modelo para o futuro, não a solução circunstancial para a crise política.
O fato é que o Brasil vive o impasse perfeito. O governo não tem força para se manter no poder, nem a oposição para tira-lo de lá. A oposição, diga-se de passagem, é de uma surpreendente nulidade. Do principal governador oposicionista, Geraldo Alckmin, nada se escuta. Idem para José Serra. Aécio Neves se defende de uma suposta delação e pede “serenidade”. O ex-presidente Fernando Henrique segue fiel a seu figurino de “magistrado” (não sem boa dose de razão). A oposição, no Brasil, parece surgir dos fatos. Da investigação criminal, da cobertura da imprensa, do ativismo nas redes sociais.
O impasse pode começar a se desfazer no domingo, dia 13. Se uma estupenda multidão tomar as ruas do Brasil, como ocorreu em 2013 e em março de 2015, um passo importante terá sido dado para antecipar o fim do Governo. O contrário também se dá. É o dia “D” do Brasil, para um ou para outro lado. Não tenho prognóstico sobre o vai acontecer. Ninguém tem. Pode chover uma barbaridade no domingo e pouca gente sair de casa. Mas é possível que o País acorde muito diferente, na segunda-feira pela manhã.
O dia 13 vem na sequência de uma semana paradoxal. O governo se desmancha, mas o petismo se recompõe. Resultado da ação do dia quatro, autorizada pelo Juiz Sérgio Moro. Não tenho capacidade para dizer se a condução coercitiva de Lula foi, ou não, exagerada. Há milhares de juristas do PT, nas redes sociais, garantindo que foi. Não entro neste terreno.
Meu ponto é o seguinte: a condução de Lula para depor abriu a caixa de pandora do nosso desvario político. O MST sente-se no direito de invadir emissoras de televisão; o ex-ministro e braço direito de Lula acha-se autorizado a ameaçar o País com uma fogueira, se “prenderem o Lula”. A retórica do “golpe” e da “resistência” corre solta nas redes sociais.
Em meio ao desvario, há tipos pitorescos. A Deputada Jandira Feghali, por exemplo, para quem a ação da policia federal indica que vivemos em um “estado de exceção”. O escritor e propagandista petista Fernando Morais, para quem a polícia federal, “se quiser autonomia deve disputar eleições e fazer 54 milhões de votos”. Morais sugere, na prática, que o País se torne um estado policial. Nada que surpreenda, vindo de um conhecido admirador dos irmãos Castro. O que surpreende é que tipos assim alcancem alguma audiência.
O delírio mais patético que assisti, nesta semana triste, foi a história segundo a qual teria havido um “contragolpe” do comando da aeronáutica, no Aeroporto de Congonhas, na manha do dia 04, enquanto Lula depunha, impedindo que a Polícia Federal o conduzisse até Curitiba. Fiquei imaginando o coronel aviador conduzindo um grupo de pilotos de caça estilo “top gun” e cercando o aviaozinho da PF aos gritos de “no pasarán”! Belo roteiro para um faroeste caboclo.
De novo: o interessante foi ver gente boa, com PhD, com experiência de jornalismo, reproduzindo roteiros desse tipo pelos jornais e na internet. Ao menos me diverti. E me lembrei do grande Georges Orwell: há ideias tão absurdas que só mesmo um intelectual poderia acreditar nelas.
O pedido de prisão preventiva de Lula, feito pelo Ministério Público de São Paulo, só tende a fazer crescer a onda de delírio político nacional. O PT tentará mostrar que não apenas Sérgio Moro, a Polícia Federal, o Ministério Público e a Receita Federal são parte de um complô universal contra Lula, mas também o Promotor Cássio Conserino e sua equipe, do MP paulista.
É possível pensar que, em algum momento, a avalanche diária de novas informações funcione para arrefecer o ímpeto criativo dos dirigentes e militantes governistas. Mesmo a “liquidez” da realidade, para usar a expressão de Bauman, tem lá seus limites. Foi o que ocorreu com José Dirceu. Na primeira prisão, ele era o “guerreiro do povo brasileiro”. Na segunda, quase ninguém apareceu, nem Dirceu surgiu com os punhos cerrados. Acontecerá o mesmo com Lula? Cedo para dizer.
Minha tese é a de que o principio de realidade termina sempre por se impor. Pode demorar um pouco, mas o bom senso, no fim das contas, tende a vencer o devaneio.

Lideranças do PT no Congresso dizem que pedido de prisão de Lula é "irresponsável"


Isabela Bonfim E Ricardo Brito - O Estado De S. Paulo

"Este promotor quer tocar fogo na nossa nação e no nosso País, e nós não vamos cair nisso", afirmou o líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA)
Brasília - As lideranças do PT no Congresso reagiram ao pedido de prisão preventiva de Lula assinado por promotores do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Segundo petistas, pedido é "irresponsável" e uma "provocação à embates".
Segundo o líder do PT no Senado, Paulo Rocha (PA), o pedido é uma provocação do promotor de Justiça. "Esse mesmo promotor já anunciava antecipadamente este processo de perseguição política na nossa liderança maior. Este promotor quer tocar fogo na nossa nação e no nosso País e nós não vamos cair nisso."
Os parlamentares petistas temem que o pedido de prisão preventiva às vésperas da manifestação pró-impeachment possa acirrar os ânimos da população. "Isso cria uma provocação maior, que é jogar para as ruas os embates que estavam se anunciando", disse Paulo Rocha.
Um dos deputados mais próximos a Lula e um dos vice-líderes do PT na Câmara, Paulo Pimenta (PT) afirmou que a decisão do promotor é “irresponsável”. “É um promotor que envergonha o Ministério Público, age de maneira partidária e ideológica às vésperas de uma manifestação para acirrar os ânimos no Brasil”, disse.
Para Pimenta, essa provocação não tem qualquer “sustentação jurídica”. “O promotor será corresponsável se algo ocorrer no domingo. Está se apostando numa crise institucional no país a exemplo do que as Forças Armadas fizeram no golpe de 1964”, criticou.
Os petistas pediram serenidade à população e reforçaram que os movimentos sociais de apoio à presidente não devem ir às ruas no próximo domingo.
"Estamos assegurando que nossa militância vá para a rua defender a democracia em favor da paz. A nossa orientação para nossa militância é que dia 13 é a convocação deles. A nossa é dia 18 e dia 31 (de março)", recomendou Paulo Rocha.

JORNAL ESTADO DE MINAS


Lobista da Zelotes se cala sobre pagamentos a filho de Lula


Brasília, 09 - Em depoimento prestado à Justiça Federal, o lobista Mauro Marcondes Machado, réu de ação penal que avalia suposto esquema de "compra" de medidas provisórias para favorecer montadoras de veículos, silenciou sobre pagamentos de R$ 2,5 milhões feitos ao empresário Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O caso é investigado na Operação Zelotes.
O lobista foi questionado a respeito pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, mas a defesa do réu interveio e alegou que o assunto não é citado na denúncia que deu origem à ação. Os repasses são investigados num inquérito ainda em curso. O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal suspeitam de que os valores tenham ligação com a edição das medidas provisórias e também com a compra, pelo governo, dos caças suecos Gripen.
Marcondes representou interesses da indústria automobilística e também da Saab, que produz os aviões de defesa. O lobista começou a falar, mas foi interrompido por seu advogado, Roberto Podval. Ao juiz, então, afirmou: Guarde isso para o senhor. Gostaria muito de esclarecer, porque há uma completa distorção disso". E não falou mais sobre o assunto.
Podval, ao fim da audiência, disse que falar do caso, não tratado na ação penal, não seria conveniente para a defesa. "Só ia politizar o processo. A politização só me atrapalha", alegou.
Luís Cláudio recebeu recursos da empresa de Marcondes, a Marcondes e Mautoni Empreendimentos, entre 2014 e 2015. Ele sustenta que os pagamentos foram por serviços de consultoria prestados efetivamente por sua empresa, a LFT Marketing Esportivo, e que não têm nenhuma relação com interesses do lobista no governo.
Marcondes já disse em depoimento prestado à Polícia Federal ter pago ao filho de Lula mesmo sabendo que o preço dos "serviços" era alto. Nesta quarta, afirmou que as declarações à PF foram dadas sob "pressão".
O lobista não respondeu perguntas do Ministério Público Federal, mesma estratégia usada por outros réus. Ele reiterou denúncia feita por sua defesa há alguma semanas de que, em visita à Penitenciária da Papuda, representantes do MPF e da PF o pressionaram a fazer delação premiada.
Referindo-se ao procurador José Alfredo de Paula, da força-tarefa responsável pela Operação Zelotes, disse que a colaboração foi proposta em troca de evitar que sua esposa, também ré, fosse transferida da prisão domiciliar para o regime fechado. "Não sei porque estavam tão preocupados com delação", alegou.
Presente à audiência, o procurador Frederico Paiva, da equipe da Zelotes, disse que algumas abordagens aos réus são "técnica de investigação". As defesas protestaram.

OUTRAS MÍDIAS


DIÁRIO DA MANHÃ


Marconi quer transformar Anápolis em setor de indústria aeronáutica

Responsável por revigorar o Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), que vivia quase às moscas antes de seu primeiro mandato, o governador Marconi Perillo tem projetos ainda mais ambiciosos para o local, com a construção do Daia 2 e Daia 3. “O meu desejo é que a gente transforme aquilo ali em um setor de indústria de defesa, de indústria de aeronáutica”, disse, durante entrevista às Rádios São Francisco, Manchester e Imprensa; e à TV Canal 5, todas de Anápolis.
Marconi falou também dos projetos estruturantes em curso na cidade e na região, como a construção do Anel Viário, a reconstrução da GO-030, além do Centro de Convenções, obra histórica para a cidade.
Aos empresários, reiterou sua luta pela manutenção das políticas de incentivos fiscais, ressaltando seu bom relacionamento com o setor produtivo. E deixou claro que está sempre aberto ao diálogo com o setor. Leia abaixo a íntegra da entrevista.
INVESTIMENTOS E EMPRESARIADO
Ao longo de toda a história dos nossos governos, priorizamos Anápolis. Todos se lembram que o Daia tinha virado um cemitério de indústria, e hoje é distrito industrial dos mais importantes do Brasil. Nós conseguimos levar dezenas de indústrias de grande porte, do setor farmacêutico, também indústrias como a Hyundai, montadora de veículos, pro Daia. Neste momento, estamos trabalhando em parceria com o prefeito João Gomes e empresários para a viabilização de mais dois distritos industriais, o Daia 2 e o Daia 3. E isso também tem tido a participação muito importante da Associação Comercial e Industrial de Anápolis, a Acia. É importante registrar que os terrenos serão ressarcidos pelo governo do Estado aos proprietários. Ou seja, esses terrenos serão doados pelo governo do Estado, como forma de fomentar a industrialização de Anápolis. Por outro lado, nós estamos agilizando os procedimentos de concessão da plataforma logística. Essa é uma área do Estado, que eu comprei quando governador, em 2002. Essa área está anexa ali ao Porto seco de Anápolis, ao Distrito Industrial e ao Aeroporto de Cargas, que está praticamente pronto. A pista já está pronta, nós vamos fazer agora a parte complementar. Então, são assuntos de grande interesse.
INDÚSTRIA AERONÁUTICA
Eu tenho procurado autoridades federais, com vista a viabilizar um projeto mais audacioso para aquela região do aeroporto de cargas e a plataforma logística. O meu desejo é que a gente transforme aquilo ali em um setor de indústria de defesa, de indústria de aeronáutica. Estamos procurando empresas montadoras do setor aeronáutico, mas aquela é uma área que está aberta a todos os empresários que queiram investir na cidade de Anápolis. Ali vai dividir também a história de Anápolis, vai ser muito importante.

PODER AÉREO


Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica realiza voo no AF-1A da Marinha

No dia 26 de fevereiro, o Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, recebeu, no Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia, a visita do Tenente-Brigadeiro do Ar Hélio Paes de Barros Júnior, Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.e do COMEMCH.
Após breves apresentações sobre a Força Aeronaval e sobre o Esquadrão VF-1, pelos Contra-Almirante Sérgio Nathan Marinho Goldstein, Comandante da Força Aeronaval, e Capitão de Fragata (FN) Alexandre Vasconcelos Tonini, Comandante do Esquadrão VF-1, respectivamente, o Tenente- Brigadeiro do Ar Paes de Barros participou de um voo de adestramento de formatura básica e tática nas áreas de exercício utilizadas pelo VF-1, com as aeronaves N-1001 e N-1021.
O evento, além de ter permitido uma profícua troca de ideias, contribuiu para o estreitamento dos laços entre a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira.

PODER AÉREO


 Imagem
A Cobham fornece o cone do nariz em material composto, a sonda de reabastecimento, bem como tanques auxiliares de combustível e pods de reabastecimento das asas para o Embraer KC-390.




PURE VIAGEM (RJ)


Por que a luz do avião apaga na hora de aterrissar?

Não, elas não apagam para você tirar aquela soneca! Trata-se de um procedimento de segurança
Quem está acostumado a viajar de avião já sabe que nos voos noturnos as luzes são quase todas apagadas no momento dos pousos e das decolagens. No entanto, se você é daqueles que (como eu!) morre de medo de qualquer movimento diferente durante o voo, não se preocupe: o apagar das luzes é um procedimento comum. Mas você sabe por que isso acontece?
Na verdade, trata-se de uma medida de segurança. Para entender o motivo, basta fazer o teste na sua própria casa: deixe seu quarto iluminado, e todo o resto de sua casa com as luzes apagadas. Agora, tente sair do quarto para a sala. Essa diferença de iluminação faria com que você demorasse a se adaptar à escuridão, certo? Consequência disso, você iria esbarrar nos diversos obstáculos da sala.
Agora pense na casa inteira apagada. Certamente, você estaria mais acostumado aos cômodos escuros, e teria mais facilidade de caminhar pela casa. Com o avião, a lógica é mais ou menos a mesma. As luzes baixas servem para que a tripulação (incluindo pilotos, comissários e passageiros) se acostume mais facilmente com a iluminação externa, caso haja a necessidade de uma evacuação. Os pousos e as decolagens são os dois momentos que exigem maior atenção dos tripulantes, e é por isso que você precisa afivelar os cintos e ajustar seus bancos durante esses procedimentos.
No entanto, não há motivos para se preocupar com os voos noturnos. Eles são tão seguros quanto os diurnos, e são raríssimos os casos de acidentes aéreos. Tudo é elaborado para garantir a segurança de todos durante o voo!

SPUTNIK BRASIL


Da defesa cibernética à defesa aeroespacial: está pronta a segurança do Rio 2016

Um efetivo de 38 mil militares, de várias unidades da Federação, vai trabalhar no grande esquema de segurança montado pelo Ministério da Defesa para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em agosto e setembro. Somados todos os esquemas de segurança, o efetivo será de 85 mil agentes.

O Almirante Ademir Sobrinho, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, informa que o esquema será ativado a partir de 15 de julho e que o Ministério da Defesa atuará de forma integrada com outros órgãos do Governo, como o Ministério da Justiça e a Abin, Agência Brasileira de Inteligência. O militar tranquiliza a população, os atletas e os visitantes de outros países que virão acompanhar as competições: “Podem estar seguros de que o Brasil está fazendo tudo para que as Olimpíadas e as Paralimpíadas aconteçam em total segurança.” 
Ademir Sobrinho esclarece que “os militares atuarão na proteção de estruturas estratégicas, ou seja, as estruturas que, se danificadas, têm implicações na realização dos Jogos, como comunicações, energia elétrica e fornecimento de água; na defesa cibernética, monitorando todas as nossas redes e as redes do Governo; na fiscalização de explosivos; na defesa química, bacteriológica, radiológica e nuclear; na defesa aeroespacial, no controle do espaço aéreo; na defesa marítima e de águas fluviais; no transporte logístico e no receptivo das comitivas nos aeroportos, principalmente os dignitários e aqueles considerados vips. Nós também atuaremos junto com a Segurança Pública no enfrentamento ao terrorismo e na segurança das autoridades”.

Em relação às manifestações de rua que ocorreram durante a Copa das Confederações em 2013 e na Copa do Mundo de 2014, o Almirante Ademir Sobrinho diz que, “quando não pacíficas – nós esperamos que, se houver, sejam pacíficas – são primeiramente problema da segurança pública”. Mas, observa o militar, “nós não temos ainda nenhum indício de que possa haver grandes manifestações durante os Jogos Olímpicos”.
Sobre o orçamento da segurança – se teria sido afetado pela crise econômica –, Ademir Sobrinho garante que o Governo brasileiro assumiu um compromisso internacional para realizar os Jogos e está cumprindo esse compromisso.
“Não tivemos redução dos recursos previstos para o Ministério da Defesa até o momento e esperamos que não tenhamos esse contingenciamento de recursos. Eles estão sendo liberados de acordo com o planejado. Quanto ao Ministério da Defesa e à Abin, aparentemente eles também não tiveram redução nos seus orçamentos. O Ministério da Defesa recebeu e está recebendo, durante os anos de 2014, 2015 e 2016, cerca de 700 milhões de reais para fazer frente às despesas de segurança durante as Olimpíadas e Paralimpíadas.”



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