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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 13/01/2015

Infraero começa 2015 em situação 'delicada', diz presidente ...




Estatal deve R$ 150 milhões e obras em aeroportos podem parar. Segundo executivo, caixa só cobre parte administrativa até fim de janeiro ...



A Infraero, estatal que administra 60 aeroportos públicos no Brasil, começa 2015 em situação “delicada”, de acordo com seu presidente, Gustavo do Vale. Ainda sem orçamento definido para este ano, a empresa pode registrar prejuízo de R$ 500 milhões, que terá que ser coberto pelo governo. Além disso, a estatal devia, até o início da semana passada, a empreiteiras que realizam obras em seus aeroportos cerca de R$ 150 milhões que deveriam ter sido pagos em dezembro ...







Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL TRIBUNA DA BAHIA


Buscas por santista poderão ser retomadas se houver novas informações


Após suspender as buscas pelo turista de Santos que estava a bordo do navio MSC Preziosa e embarcou com destino a Salvador no domingo (4), no Porto de Santos, a assessoria de imprensa do Comando do 2º Distrito Naval informou, no início da noite desta segunda-feira (12), que os trabalhos poderão ser retomados em caso de novas informações. A Capitania dos Portos instaurou inquérito para investigar as circunstâncias do ocorrido e o prazo de conclusão é de 90 dias.
Paulo Roberto dos Santos, de 47 anos, foi visto pela última vez na cabine da embarcação na quarta-feira (7). O ponto de partida para as buscas foi o local estimado da suposta queda do passageiro, a cerca de 100 km ao sul do arquipélago de Abrolhos, no Litoral Sul da Bahia.

Segundo a Marinha, o Navio-Patrulha “Gravataí” realizou as buscas em uma área marítima de 11.500 km² ao sul de Abrolhos, assim como uma aeronave P3-AM da Força Aérea Brasileira também participou da operação.
O Serviço de Busca e Salvamento Marítimo do Leste, operado pelo Comando do 2º Distrito Naval, trabalha com a possibilidade de o passageiro ter caído da embarcação.
Segundo o 2º Distrito Naval, as áreas de buscas são calculadas levando-se em consideração fatores como a última localização conhecida ou estimada do desaparecido, além da direção e intensidade das correntes marítimas e ventos.
Em situações como a do turista santista, o procedimento padrão adotado é realizar buscas por 72 horas. Como neste período não surgiram novas informações que possibilitem ajustes nas áreas de buscas preestabelecidas, o trabalho, que já durava quatro dias, foi suspenso.
O MSC Preziosa chegou a Santos neste domingo (11). Antes, ainda atracado em Salvador, passou por uma vistoria, que não encontrou indícios de que o rapaz tenha sofrido morte violenta.
A Polícia Federal investiga o caso e considera a possibilidade do desaparecimento do turista ter ocorrido enquanto a embarcação se deslocava de Búzios, no Rio de Janeiro, a Salvador.

PORTAL G-1


Infraero começa 2015 em situação 'delicada', diz presidente

Estatal deve R$ 150 milhões e obras em aeroportos podem parar. Segundo executivo, caixa só cobre parte administrativa até fim de janeiro.

Fábio Amato Do G1, Em Brasília

A Infraero, estatal que administra 60 aeroportos públicos no Brasil, começa 2015 em situação “delicada”, de acordo com seu presidente, Gustavo do Vale. Ainda sem orçamento definido para este ano, a empresa pode registrar prejuízo de R$ 500 milhões, que terá que ser coberto pelo governo. Além disso, a estatal devia, até o início da semana passada, a empreiteiras que realizam obras em seus aeroportos cerca de R$ 150 milhões que deveriam ter sido pagos em dezembro.
“A situação é delicada, lógico. Não fizemos nenhum pagamento de obra em dezembro”, disse Vale, em entrevista ao G1. De acordo com ele, porém, o Tesouro liberou R$ 100 milhões para quitar parte dessa conta. Mesmo assim, a Infraero ainda ficaria devendo R$ 50 milhões de dezembro.
O presidente da Infraero disse que, apesar do atraso no pagamento, não houve, até o momento, paralisação de obras nos aeroportos. De acordo com ele, o problema já era esperado devido às mudanças no governo da presidente Dilma Rousseff para o segundo mandato.
Movimento no terminal de passageiros do aeroporto de Guarulhos era normal no final da tarde desta quinta-feira.
Vale informou que tem em caixa recursos para cobrir apenas as despesas administrativas da Infraero e até o final de janeiro. Para investimentos, já não há mais dinheiro. “Custeio nós estamos dando conta, a parte administrativa nós ainda não estamos tendo problema de caixa. Mas vamos ter a partir do final de janeiro. Agora, para investimento, [o caixa] está zerado”, disse.
Ele informou que já negocia com o Ministério da Fazenda como será feita a cobertura do déficit da estatal em 2015. Também disse que esse rombo, estimado em até R$ 500 milhões, pode ser reduzido com a aprovação, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), nas próximas semanas, de um reajuste no valor das tarifas aéreas. Se isso ocorrer, o prejuízo neste ano pode cair pela metade, para cerca de R$ 250 milhões.
  
A Infraero também espera receber recursos do governo para viabilizar um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV). “Nós temos 2,6 mil funcionários além do que precisamos e o mesmo número de inscritos em PDV, mas não temos recursos para pagar [as rescisões]”, disse.
Essa dificuldade de caixa da Infraero é reflexo direto dos leilões de aeroportos feitos pelo governo ao longo do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. A estatal perdeu as receitas com cinco dos maiores terminais do país: Guarulhos, Campinas, Brasília, Galeão e Confins, que hoje são administrados por concessionárias.
A Infraero é sócia das concessionárias desses 5 aeroportos e a previsão é que, depois de 2020, passe receber dividendos. Daqui até lá, porém, esses recursos devem ser totalmente reinvestidos em obras nos próprios terminais.

Avião da AirAsia pode ter sofrido explosão antes de cair na água

Informação foi dada pela agência nacional de buscas da Indonésia. Caixa-preta da aeronave foi retirada do mar nesta segunda.

Do G1, Em São Paulo

O avião da AirAsia que caiu no Mar de Java no dia 28 de dezembro provavelmente sofreu uma explosão antes de atingir a água, disse o diretor da agência nacional de busca e resgate da Indonésia nesta segunda-feira (12), após uma das duas caixas-pretas da aeronave ser retirada da água. As informações são da agência Reuters.
Segundo Resgate, S.B Supriyadi, os destroços encontrados indicam que houve uma mudança de pressão na aeronave antes de ela atingir a água, cuja causa provável é uma explosão.
“Minha análise é, baseada nos destroços encontrados e em outras informações, que o avião sofreu uma explosão antes de cair na água”, disse Supriyadi a repórteres.
Segundo ele, o lado esquerdo do avião parece ter se desintegrado, apontando para uma mudança de pressão que pode ter sido causada por uma explosão.
A informação, entretanto, foi questionada pelo Comitê Nacional de Segurança nos Transportes. “Não há nenhum dado que suporte este tipo de teoria”, disse  Santoso Sayogo, investigador do comitê.
Caixas-pretas
Uma das caixas-pretas do avião foi localizada neste domingo (11), e retirada da água nesta segunda.
"Recebi informação da Comissão Nacional de Segurança dos Transportes (KNKT), (dizendo) que, às 7h11 (horário local), conseguimos recuperar parte da caixa-preta com as gravações dos dados sobre o voo", informou o chefe da equipe nacional de busca e resgate, Bambang Soelistyo.
O gravador de voz da cabine foi achado apenas algumas horas após a caixa-preta ser recuperada, e os investigadores acreditam que ele está em boas condições. O equipamento é vital para entender o que causou a queda do avião.
A cauda da aeronave, trazendo a logomarca vermelha da AirAsia, foi retirada da água no sábado, com o recurso a balões gigantes e a um guindaste.
Caixa-preta do voo da AirAsia QZ8501 é transferida para um compartimento transparente após chegar à base aérea de Pangkalan Bun, na Indonésia. O equipamento foi encontrado por mergulhadores e deve ajudar a esclarecer o acidente aéreo (Foto: Darren Whiteside/Reuters)Caixa-preta do voo da AirAsia QZ8501 é transferida para um compartimento transparente após chegar à base aérea de Pangkalan Bun, na Indonésia. O equipamento foi encontrado por mergulhadores e deve ajudar a esclarecer o acidente aéreo (Foto: Darren Whiteside/Reuters)
Depois de duas semanas de buscas infrutíferas pelas caixas-pretas, devido ao mau tempo, autoridades reacenderam as esperanças de encontrá-las, neste domingo, após a detecção de fortes sinais eletrônicos pelos três navios envolvidos nas buscas no mar de Java - relatou o diretor da Agência Nacional de Busca e Resgate, S.B Supriyadi.
Participam das buscas embarcações de Estados Unidos, China e de outros países.
Esses sinais foram localizados a menos de um quilômetro de onde a cauda do avião foi achada, mas Supriyadi explicou que as fortes correntes da região atrapalharam o trabalho dos mergulhadores militares. Os profissionais tiveram de interromper seus esforços antes de tentar chegar até o ponto localizado a 30 metros de profundidade.
Mais cedo, Supriyadi explicou a jornalistas que um objeto que se acredita ser o corpo principal do avião também havia sido detectado perto da fonte dos sinais. Segundo o funcionário, a maior parte dos corpos deve estar presa na cabine, o que significa que chegar até esta parte dos destroços é prioridade máxima.
Segundo a Agência Meteorológica indonésia, foi uma forte tempestade que ocasionou a queda do A320-200 durante seu voo entre a cidade indonésia de Surabaya e Cingapura. A resposta definitiva poderá ser dada, porém, somente quando as caixas-pretas forem analisadas.
Até o momento, 48 corpos foram recuperados, das 162 pessoas a bordo.

Número de acidentes aéreos reduziu em 14,5% no Brasil em 2014, diz Anac

Segundo agência, foram 136 casos em 2014, contra 159 em 2013. Número de acidentes com vítimas fatais reduziu de 29 para 27

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta segunda-feira (12) que foram registrados 136 acidentes aéreos em 2014. Segundo a agência, o número representa uma redução de 14,5% na comparação com 2013. Naquele ano, foram 159 casos.
A Anac também divulgou que diminuiu a quantidade de acidentes com vítimas fatais. Foram registrados 27 casos com mortes em 2014, contra 29 em 2013. Os números foram identificados com base na análise de dados fornecidos pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), do Comando da Aeronáutica.

De acordo com a Anac, a redução ocorreu em meio ao aumento da movimentação de aeronaves da aviação geral, que cresceu em 5,2% em 2014. A aviação geral inclui todos os voos que não são comerciais regulares ou militares, como os operados por pequenos aviões particulares e helicópteros.
A agência informou, ainda, que o Brasil se manteve abaixo da média móvel de acidentes fatais na aviação regular em comparação ao restante do mundo. No país, foram 0,19 por um milhão de decolagens em 2014, enquanto a média mundial está em 0,39 por um milhão de decolagens.
Os dados divulgados pela ANAC são produzidos com base nas consultas realizadas nos bancos de dados da própria Agência e nos relatórios encaminhados pelo Cenipa. Os acidentes considerados nas estatísticas divulgadas os que ocorreram em 2014 e foram registrados oficialmente até 06 de janeiro de 2015 com aeronaves regularmente registradas no Brasil, independentemente de terem ocorrido em solo nacional ou internacional.

JORNAL ZERO HORA


AEROPORTO VIRA ALVO DE DISPUTA


O desejo do ministro Eliseu Padilha de encaminhar a construção do Aeroporto 20 de Setembro, em Portão ou Nova Santa Rita, encontrou o primeiro obstáculo: o prefeito José Fortunati vai fazer o que estiver a seu alcance para garantir a ampliação da pista do Salgado Filho em mil metros. 
– Se for preciso, vou a Brasília conversar com a presidente Dilma Rousseff.
Fortunati contesta a informação do ministro de que, para iniciar a obra de ampliação da pista, seria necessário reassentar mais de 1,5 mil famílias. Depois de ouvir os argumentos de Padilha em defesa do 20 de Setembro, Fortunati divulgou nota esclarecendo que "a área necessária à ampliação da pista está cercada, foi liberada pelo Demhab e entregue ao governo do Estado, em 21 de janeiro de 2011, não havendo qualquer impedimento para a obra". A íntegra da nota do prefeito pode ser conferida em www.zerohora.com/blogdarosane.
– As famílias da Vila Nazaré e as remanescentes da Dique precisam ser removidas para operação do aeroporto com a pista ampliada, mas em um ano, antes de a obra ficar pronta, todas já estarão assentadas – garantiu.
Fortunati não entende a insistência de Padilha em construir um novo aeroporto, sendo a ampliação do atual mais rápida e mais barata:
– Sabemos que há interesse econômico na desativação do Salgado Filho, a começar pelas restrições que a Aeronáutica impõe à construção civil, mas o mais racional é investir aqui.
Padilha diz que o Salgado Filho não seria desativado, mas que a ampliação da pista, mais as desapropriações, custariam R$ 1 bilhão e que a obra levaria mais de três anos para ser concluída. O ministro trabalha com a ideia de uma concessão em que o consórcio vencedor opere o Salgado Filho e construa o novo aeroporto, que teria pista de quatro quilômetros de extensão.
ALIÁS
O secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, tem simpatia pela proposta de um novo aeroporto, mas diz que a decisão precisa se basear em dados técnicos. Westphalen concorda que, mesmo com a ampliação, a capacidade do Salgado Filho estaria esgotada em 10 anos.

CAROLINA BAHIA


Ferraz

Avançou a licitação para reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, destruída por um incêndio em 2012. Das três empresas interessadas, apenas a chinesa Ceiec conseguiu se habilitar. A Marinha abriu prazo para recursos. Caso ninguém questione a decisão, será possível abrir o envelope com a proposta dos asiáticos na próxima semana. O valor previsto é de US$ 110,5 milhões. A Ceiec deve levar dois verões para concluir a obra.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Avião provavelmente explodiu no ar, diz chefe das buscas


O avião da AirAsia que caiu há duas semanas na Indonésia com 162 pessoas a bordo provavelmente "passou por uma explosão" antes de se chocar com o oceano, por causa de uma mudança significativa na pressão do ar.
"Minha análise, com base nos destroços encontrados e em outras informações, é de que o avião passou por uma explosão antes de tocar o mar", disse Supriyadi, coordenador das operações da Agência Nacional de Busca e Resgate.
Ele afirmou que o lado esquerdo da aeronave aparentemente se desintegrou, apontando para uma mudança de pressão que poderia ter causado uma explosão.
Na manhã de terça (horário local) havia a informação, não confirmada, de que outra caixa-preta do avião havia sido recuperada do mar.

Equipes de resgate recuperam segunda caixa-preta de avião da AirAsia


As duas caixas-pretas do avião da AirAsia que caiu no mar de Java no dia 28 de dezembro, com 162 pessoas a bordo, já estão em poder dos investigadores, anunciou nesta terça-feira um oficial indonésio.
"O CVR (Cockpit Voice Recorder) foi encontrado e retirado do fundo do mar", declarou um responsável pelas buscas que pediu para não ser identificado. A caixa-preta com os dados de voo já havia sido resgatada na segunda-feira.
As caixas-pretas foram detectadas no domingo (11) a uma profundidade de entre 30 e 32 metros, mas não puderam ser recuperadas por estarem presas entre os destroços da aeronave.
Os dois dispositivos são fundamentais para entender o que se passou durante o voo e o que exatamente derrubou o avião 
QUEDA
O voo QZ8501 decolou da cidade de Surabaia às 5h20 locais do dia 28 de dezembro e deveria chegar a Cingapura duas horas depois, mas caiu no mar de Java após 40 minutos de voo.
O avião transportava 162 passageiros, em sua maioria indonésios. 48 corpos já foram encontrados.
No dia do acidente havia formações de "cumulus nimbus", nuvens em forma de espiral com ar quente e úmido que geram fortes chuvas e raios.
O piloto chamou a torre de controle na Indonésia quando sobrevoava o mar de Java pelo sul de Bornéu e solicitou permissão para virar à esquerda e subir desde 32 mil pés de altitude até os 38 mil para fugir de uma tempestade.
A permissão foi negada, já que havia outra aeronave nas coordenadas pedidas pelo piloto.
Entretanto, a torre autorizou que o voo subisse para os 34 mil pés instantes depois, mas não conseguiu mais contato com a aeronave.
ESTOL
De acordo com uma fonte próxima às investigações, dados do radar da aeronave aparentemente mostram que o avião fez uma subida brusca para evitar as tempestades que assolavam a região e ficou num ângulo "inacreditavelmente" inclinado antes da queda.
Possivelmente, a manobra foi além dos limites do Airbus 320.
"Até agora, os números mostrados pelo radar são inacreditavelmente altos. Foi uma subida brusca, muito brusca. Parece estar além dos limites de performance da aeronave", disse.
Fóruns de discussão online entre pilotos discutem sobre supostos dados de um segundo radar, que sugeriria que o avião estaria voando 100 nós abaixo do recomendado e que, por isso, pode ter entrado em estol -situação de perda de sustentação aerodinâmica.

JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO


Aéreas oferecem 0,17% de aumento real e aeronautas consideram índice baixo


O Sindicato Nacional dos Aeronautas considerou "aquém do aceitável" a proposta de aumento real, de 0,17%, oferecida hoje (12) pelas empresas aéreas. Uma assembleia foi marcada para quarta-feira (14), às 15h, para decidir sobre a possibilidade de greve no setor.
No total, o reajuste será de 6,5% (6,33% de inflação calculada pelo INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor] e 0,17% de aumento real). "Não houve avanços significativos em outras cláusulas da pauta de reivindicações da categoria, apenas concessões em itens pontuais que oferecem benefício mínimo", diz nota divulgada pelo sindicato dos trabalhadores.
O pedido dos aeronautas, inicialmente, era de 11%, e caiu para 9%, por iniciativa da própria categoria em assembleia. Segundo o sindicato, o segmento de transporte de passageiros e cargas registrou, de janeiro a outubro do ano passado, crescimento de 5,2% na demanda, comparado com o mesmo período de 2013.
A reportagem tentou, sem sucesso, contato com o sindicato das empresas aéreas.

PORTAL BRASIL


Governo debate construção de novo aeroporto em Porto Alegre

Secretaria de Aviação Civil quer que o segundo terminal localizado na capital gaúcha seja referência no transporte de cargas

O ministro Eliseu Padilha, da Secretaria de Aviação Civil, debateu a implantação de um segundo terminal aeroportuário na região metropolitana de Porto Alegre (RS) com capacidade de receber aviões de maior porte em reunião com o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori. A pauta do encontrou também contemplou a proposta de concessão do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.
A proposta é que novo terminal na região metropolitana da capital gaúcha seja erguido entre as cidades de Nova Santa Rita e Portão. De acordo com o ministro Padilha, a Secretaria de Aviação Civil quer transformar o aeroporto em referência no transporte de cargas, com quatro pistas de quatro mil metros cada, semelhantes à existente no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
Padilha entregou ao governador um documento em que o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) avaliza a construção do empreendimento. O ministro sinalizou que a melhor opção é a concessão, pois trará maior celeridade para a solução reclamada pela sociedade gaúcha. Padilha, entretanto, enfatizou que a decisão final será da presidenta Dilma Rousseff.
“Tivemos uma reunião bastante frutífera. O governador determinou que um grupo de trabalho avaliasse o tema com celeridade. O Secretário de Infraestrutura do estado, que participou da reunião, externou ampla concordância com a proposta de concessão. Logo que o estado se manifeste vamos levar a proposta para a presidenta Dilma Rousseff, para que ele autorize ou não o início do processo de concessão”, afirmou o ministro da Aviação.
“A questão é: deve-se investir mais de R$ 1 bilhão em reformas no Salgado Filho, para uma solução de apenas 10, 12 anos, ou é melhor outra alternativa? A resposta da SAC é: Como poderemos manter a excelente operação do Salgado Filho para passageiros e ainda ganharmos, em prazo relativamente curto, um novo aeroporto para cargas e passageiros, inclusive para voos transcontinentais, sem custo algum para os cofres públicos, esta é a melhor solução.”
Ainda segundo Padilha, a atratividade da proposta é que o consórcio vencedor do leilão opere os dois aeroportos, pelo prazo licitado. O governador Sartori também defendeu a proposta. “Mesmo com a expansão econômica do Rio Grande do Sul, é necessário pensar que o estado não suportará a concorrência de dois aeroportos no raio de 20 quilômetros. Por isso a alternativa de um modelo de concessão administrativa para um mesmo conglomerado de empresas.”
Aviação regional
Durante o encontro, o ministro da Secretaria de Aviação Civil aproveitou para solicitar a colaboração do governo estadual para a implantação do Programa de Investimentos em Logística: Aviação Regional. O programa coordenado pela SAC adequará 270 aeroportos no interior de todo o país, para promover o desenvolvimento econômico e a integração de todo o território nacional, mediante a operação de voos comerciais regulares, de alta qualidade e a preços competitivos.
No Rio Grande do Sul, são 15 os aeródromos contemplados: Santa Rosa; São Borja; Uruguaiana; Alegrete; Santo Ângelo; Erechim; Passo Fundo; Santa Maria; Bagé; Santa Cruz do Sul; Caxias do Sul; Gramado; Pelotas; Rio Grande; e Santa Vitória do Palmar.
O governador do estado comprometeu-se a colaborar com o programa, na parte que lhe couber, especialmente no que tange ao Licenciamento Ambiental.

PORTAL R7


Aeronáutica diz que não há prazo para determinar causas da queda de avião em Luziânia

Duas pessoas morreram e duas ficaram feridas no acidente

A FAB (Força Aérea Brasileira) afirmou, nesta segunda-feira (12), que não existe prazo oficial ou extraoficial para a conclusão das investigações que vão determinar as causas da queda de um avião de pequeno porte em Luziânia, no entorno do Distrito Federal.
Na manhã de hoje técnicos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) recolheram o motor a hélice da aeronave, que serão analisados.
O monotor não tem caixa-preta, equipamento que guarda todas as informações de vôo, o que dificulta a análise dos dados e a conclusão das investigações.
A aeronave caiu sobre uma casa, no sábado (10), minutos depois de decolar do Aeroclube de Luziânia. O piloto e a namorada morreram no acidente e outros dois passageiros estão internados, um deles em estado grave.
O piloto João Henrique Baeta, morreu no local. A namorada dele, Maysa Santos, morreu após ser levada para o Hospital de Base de Brasília. Um casal de idosos morava na casa que foi completamente destruída.
O sistema da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) registra que a aeronave estava em situação regular, com vistorias e documentação em dia.

AGÊNCIA BRASIL


Terremoto no Haiti completa cinco anos e Brasil manifesta solidariedade


Em nota divulgada nesse domingo (11) à noite, o Itamaraty reafirma o sentimento de pesar e de solidariedade do governo e do povo brasileiro à população do Haiti, quando se completam cinco anos do terremoto de 2010, que deixou milhares de mortos, inclusive 18 brasileiros que se encontravam em Porto-Príncipe, a capital, em missão humanitária.
Lembrando Zilda Arns, "cuja vida de exemplar dedicação aos mais humildes foi cobrada pelo terremoto de 2010", o governo e o povo prestam homenagem aos brasileiros mortos na tragédia e a todos que há mais de uma década têm se engajado na ajuda solidária à população.
O comunicado acrescenta que neste momento de recordação e de renovação, o governo brasileiro apela ao povo haitiano a unir-se, por meio de suas instituições democráticas, em torno do projeto de consolidação de um Haiti democrático e próspero. "É essa união que permitirá a superação de tantos desafios que ainda se colocam para que o país possa garantir segurança e estabilidade aos seus cidadãos e um ambiente favorável às atividades econômicas, aos investimentos e à cooperação internacional que gerarão empregos, oportunidades e uma visão de futuro para todos".
De acordo com o texto, o governo brasileiro espera que as lideranças políticas e a cidadania haitiana encontrem rapidamente a fórmula que, dentro das regras da democracia, com pleno respeito à Constituição, permitam a rápida retomada dos esforços em benefício da nação.
"Na sua permanente solidariedade e no seu engajamento com a causa de um Haiti democrático e estável", o governo se coloca à disposição para ajudar no que estiver ao seu alcance, de acordo com a vontade soberana do povo e em consulta com os demais países parceiros e irmãos associados ao mesmo objetivo.

OUTRAS MÍDIAS


FOLHA DIRIGIDA


Aeronáutica divulga classificados de concursos para AFA, EPCAr, médicos e capelães

A Aeronáutica divulgou listas de habilitados para a matrícula de quatro de seus concursos realizados ao longo de 2014. As seleções cujos resultados foram publicados na edição desta segunda, dia 12, no Diário Oficial da União, foram as realizadas para capelães, para a Escola Preparatória de Cadetes do Ar, para o curso de adaptação de Médicos e para o curso de formação de oficiais oficiais aviadores, intendentes e de infantaria (que permite ingresso na Academia da Força Aérea).
Os habilitados (veja lista na parte de anexos) precisam, agora, estar atentos às datas de apresentação e de matrícula. A documentação exigida, bem como o horário e local de apresentação para os próximos eventos, devem ser consultados nos editais, disponíveis na página da Força Aérea Brasileira, na internet, na seção de concursos. A concentração final do concurso para a AFA ocorre nesta quinta-feira, dia 15. O mesmo evento, para os outros concursos, ocorre nas seguintes datas: no próximo dia 21, para capelães; no dia 22, para médicos; e no dia 24, para a EPCAr.

O ESTADO DO MARANHÃO


“Assumir a direção do Centro de Lançamento é um enorme desafio ”
Coronel Cláudio Olany, diretor do CLA


Em entrevista exclusiva a O Estado, novo diretor do CLA, coronel Olany, fala sobre o cronograma de atividades da base espacial, incluindo os testes com o VLS e a responsabilidade de dirigir o principal centro de lançamentos do hemisfério sul


Bruna Castelo Branco Leandro Santos
Da Equipe de O Estado

 ImagemCoronel Cláudio Olany pretende desenvolver importantes ações à frente do CLA ao longo deste ano
No dia 18 de dezembro do ano passado, o coronel Cláudio Olany assumiu a direção do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) em substituição ao coronel César Demétrio Santos. Durante os três anos da gestão anterior, Olany desempenhava a função de vice-diretor do CLA, já participando das atividades aeroespaciais desempenhadas pelo centro localizado no Maranhão.

Em entrevista exclusiva a O Estado, o novo comandante do centro falou sobre o cronograma de atividades que serão desenvolvidas pelo CLA este ano, entre elas o lançamento de foguetes de treinamento, sendo que o primeiro está previsto para abril. Para 2015 também estão previstos testes de integração do sistema do Veículo Lançador de Satélites (VLS) com a plataforma de lançamento conhecida como Torre Móvel de Integração (TMI), que foi totalmente reconstruída após o acidente ocorrido dia 22 de agosto de 2003, quando um incêndio destruiu a plataforma e matou 21 técnicos que lá estavam preparando os sistemas para o lançamento que aconteceria três dias depois.

Além disso, o CLA pretende ainda este ano melhorar a infraestrutura de apoio aos lançamentos e rastreios de foguetes, e também estreitar o relacionamento entre o centro e a comunidade de Alcântara por meio de diversas ações e projetos que estão previstos no calendário da instituição.

O Estado - Como o senhor encara esse novo desafio na sua carreira?

Coronel Olany - Assumir a direção do Centro de Lançamento de Alcântara é um enorme desafio em minha carreira. É com grande entusiasmo que assumo o cargo e com grande expectativa de levar adiante projetos que visem dotar o país da mais moderna infraestrutura para o lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais. Ao longo da minha trajetória na Força Aérea Brasileira, adquiri competências para hoje dirigir o principal centro de lançamento no hemisfério sul do planeta. Venho da área espacial, realizei cursos no Brasil e exterior voltados a sistemas embarcados de tempo-real voltados para aplicações espaciais. Sou graduado em Engenharia da Computação, mestre e doutorando em Engenharia da Computação e Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Contudo, sei que será necessário o apoio de toda a equipe civil e militar que trabalham no centro para que possamos cumprir a missão do CLA.

O Estado - Quais as principais metas que o senhor pretende alcançar à frente do CLA?

Coronel Olany - Além da melhoria contínua de toda infraestrutura de apoio aos lançamentos e rastreios, a exemplo dos sistemas novos implantados nos Centros de Controle e Controle Avançado, Central de Segurança de Voo e de Superfície, nas estações de Meteorologia, Telemedidas e Radares de rastreio, na Torre Móvel de Integração do VLS e no lançador de porte médio, durante minha gestão serão concluídas obras da área operacional, como o prédio de depósito de propulsores, o prédio de Controle e Preparação e a Rede Preventiva contra Incêndio, ambos situados no Setor de Preparação e Lançamento (SPL), essenciais para realização de operações de lançamentos de grande porte como a do VLS. Também devemos concluir o posto médico e a escola de ensino fundamental Caminho das Estrelas, que deve ter a capacidade triplicada para atender 300 estudantes, dependentes de civis e militares do CLA, além de alunos do município de Alcântara. Pretendemos aperfeiçoar o relacionamento com as instituições de ensino superior e centros de pesquisa do Maranhão, para melhorar os indicadores de gestão e aprimorar nossos recursos humanos, assim como propiciar formação complementar no Centro para a mão de obra local e contribuir para o fortalecimento de atividades de pesquisa por meio de convênios com órgãos de fomento do Maranhão.

O Estado - Em relação às atividades desenvolvidas pelo CLA ano passado, qual o balanço que o senhor faz dessas operações? Elas tiveram um saldo positivo ou negativo?

Coronel Olany - Ano passado o CLA sediou o lançamento do primeiro foguete nacional com um estágio movido a propulsão líquida, durante a Operação Raposa, resultado do apoio contínuo da Agência Espacial Brasileira (AEB) e de anos de pesquisas realizadas no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), instituição dedicada à pesquisa e desenvolvimento na área espacial e ligada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), pertencente ao Comando da Aeronáutica. Nesse sentido, contribuímos para que o Brasil ingressasse no seleto grupo de países que dominam, com tecnologia própria, a operação de veículos espaciais movidos a combustível líquido, que possibilita uma maior precisão de inserção em órbita dos mais variados engenhos aeroespaciais. Diante disso, só posso fazer um balanço positivo do CLA em relação aos resultados de nossas atividades operacionais ocorridas em 2014. Além do lançamento exitoso de vários foguetes de treinamento.

O Estado - Em 2014,o CLA realizou diversos lançamentos de foguetes de treinamento,que serviram principalmente para fazer experimentos e capacitar as equipes do centro.Hoje,o senhor acredita que as equipes do CLA estão aptas a conduzir lançamentos de grande porte,uma vez que o centro é uma das partes mais importantes do Programa Espacial Brasileiro?

Coronel Olany - O CLA e toda sua equipe estão preparados para realizar lançamentos de grande porte dentro do conjunto de atividades previstas no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE). Entretanto, é preciso esclarecer que uma campanha de lançamento envolve um trabalho conjunto com equipes do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), de outras agências espaciais e também do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), entre outras. Com todos os lançamentos que temos realizado e participado no Brasil e no exterior nos últimos anos, fico tranquilo em afirmar que o CLA está altamente capacitado para atividades de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais.

O Estado - Para este ano,quantos lançamentos de foguetes estão previstos? Quando deve ocorrer a primeira a atividade?

Coronel Olany - Temos a expectativa este ano de 2015 de continuarmos com lançamentos de foguetes de treinamento, que são extremamente importantes para que possamos manter a operacionalidade das equipes e testarmos todos os sistemas associados às atividades de lançamentos e rastreios. O primeiro lançamento deve ocorrer no mês de abril, com um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI). Também será realizado o lançamento e o rastreio de um foguete VS-30/ORION, equipado com uma carga útil tecnológica, com experimentos científicos e tecnológicos embarcados para testes em ambiente de microgravidade, selecionados pela Agência Espacial Brasileira (AEB).

O Estado - Como está o cronograma de testes com o Veículo Lançador de Satélites (VLS)? A previsão de que será lançado este ano se confirmará?

Coronel Olany - O VLS encontra-se atualmente em fase de recebimento do sistema de redes elétricas desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) em conjunto com a indústria nacional. A previsão é de que este ano possamos realizar testes de integração do sistema acoplado ao veículo e à nova plataforma de lançamento do VLS construída no CLA, a Torre Móvel de Integração (TMI). Por questões de segurança, somente após testes bem-sucedidos com as redes elétricas e o recebimento definitivo dos novos sistemas é que poderemos partir para o lançamento do veículo. Essas atividades dependem de um repasse continuado de recursos para que seja possível cumprir o cronograma previsto.

O Estado - Quais outras atividades o CLA pretende desenvolver ao longo de 2015?

Coronel Olany - Pretendemos intensificar ainda mais o relacionamento com a sociedade maranhense. Estamos trabalhando com o Comando da Aeronáutica para elevação de categoria da nossa banda de música, para aumentarmos a quantidade de instrumentistas e realizarmos apresentações abertas ao público, a exemplo dos concertos didáticos e sinfônicos realizados nos últimos três anos. Em outubro realizaremos uma segunda edição da Corrida da Asa, ampliando o número de participantes de 300 para 500 atletas. Em conjunto com a Agência Espacial Brasileira (AEB), pretendemos trazer mais uma edição da Escola do Espaço para o CLA, visando capacitar com atividades didáticas e, com aplicação na temática espacial, os professores das redes públicas de ensino municipais de Alcântara e São Luís, e a estadual do Maranhão.
O Estado - Haverá mais interação com a comunidade de Alcântara?

Coronel Olany - Ao longo do ano, devemos realizar ainda ações cívico-sociais, levando dentistas, enfermeiros, farmacêuticos e médicos do CLA para comunidades carentes de Alcântara. Permanecem as atividades do Projeto Soldado Cidadão, responsável ano a ano por qualificar nossos soldados oriundos de São Luís e de Alcântara com os mais diversos conhecimentos, para que possam estar mais preparados para enfrentar o concorrido mercado de trabalho ao término do tempo de serviço militar. Em paralelo, desde o ano passado, passamos a realizar a seleção e treinamento de oficiais e sargentos no CLA, que são incorporados por meio de processos seletivos realizados em Alcântara e São Luís. Em 2015, deverão surgir outras oportunidades para o ingresso nas fileiras militares da Força Aérea Brasileira, para prestação de serviço militar temporário no CLA, como oficiais ou graduados.

O Estado - Com relação às missões de misericórdia realizadas pelo CLA com a comunidade em Alcântara,quantas atividades dessa natureza foram realizadas ano passado? Qual o balanço que o senhor faz destas ações?
Coronel Olany - Em 2014 foram realizadas 21 evacuações aeromédicas de Alcântara para São Luís com o transporte de feridos, enfermos e gestantes com complicações, tanto de servidores civis e militares do CLA e seus dependentes quanto da população local. Acredito que tais ações são uma demonstração do papel das Forças Armadas de estar continuamente junto às comunidades prestando serviços de relevância. Por todo o país, em especial na Região Amazônica, é visível a presença da Força Aérea Brasileira na vida dos brasileiros. Em Alcântara, não poderia ser diferente e o CLA atua para minimizar o sofrimento e possibilitar a sobrevivência de pessoas em situações de emergência que necessitam das evacuações aeromédicas, popularmente conhecidas como missões de misericórdia.

O Estado - Como está hoje a relação entre o CLA e a Alcantara Cyclone Space?

Coronel Olany - Possuímos um relacionamento institucional com a ACS, a empresa binacional que está construindo um sítio de lançamentos para o foguete ucraniano Cyclone-4 e poder comercializar o lançamento de satélites. Atualmente uma comissão constituída por representantes do Ministério da Defesa, da Ciência, Tecnologia e Inovação e das Relações Exteriores realiza análises em relação ao futuro da Alcantara Cyclone Space do projeto Cyclone-4.

SITE O OBSERVADOR (Portugal)


Aviões Airbus vão ter caixas negras ejetáveis e flutuantes

Os aviões Airbus vão passar a estar equipados com caixas negras ejetáveis e flutuantes, equipadas com um sistema de airbag, que permitirão localizar mais facilmente aparelhos que caiam no mar.
Os aviões Airbus A350 e A380 vão ser equipados com caixas negras ejetáveis e flutuantes, o que permitirá localizar mais facilmente aparelhos que caiam no mar, anunciaram fontes do setor. “A Airbus recebeu no final do ano passado luz verde da Agência Europeia de Segurança Aérea [AESA] para realizar nos aviões as modificações necessárias à instalação destas novas caixas negras, nas traseiras dos aparelhos”, indicou à agência de notícias France-Presse (AFP) uma fonte.

Por seu lado, um porta-voz da AESA confirmou que a agência está a atualizar as regras de certificação das aeronaves comerciais, que permite a possibilidade de equipar os aviões com estas caixas negras. “A alteração é geralmente rápida”, indicou. Esta tecnologia, já aplicada nas forças armadas, não é utilizada na aviação civil porque até há poucos anos os acidentes aconteciam sobretudo na descolagem ou aterragem, e as caixas negras eram facilmente encontradas no solo.

Mas a queda de um avião entre o Rio de Janeiro e Paris, em 2009, que obrigou a quase dois anos de buscas para recuperar as caixas negras no fundo do Oceano Atlântico, o desaparecimento de um avião da Malaysia Airlines, a 8 de março de 2014, no Oceano Índico, cujos destroços não foram encontrados até hoje, e ainda o despenhamento de um avião da AirAsia sobre o mar de Java, em dezembro passado, tornaram evidente a necessidade de soluções práticas para encontrar as caixas negras. “A ideia é modificar as caixas negras para que ambas registem os parâmetros e as conversas durante o voo. Uma delas seria ejetável e a outra não”, disse à AFP uma fonte próxima de um fabricante de aviões europeu.

A caixa ejetável seria equipada de um sistema de airbag que lhe permitiria permanecer à superfície da água em caso de queda no mar, o que facilitaria a recuperação de dados e conversas fundamentais, mas também tornaria possível perceber o ponto de impacto exato no momento do acidente para localizar os destroços. A utilização de uma caixa negra exige a mudança do alçapão no avião, disse uma fonte próxima da fabricante de aeronaves. A Airbus deu prioridade à modificação dos aviões de última geração, como o A350 e o A380, utilizados para os voos transatlânticos.

PORTAL D24am (AM)


Cenipa registra aumento de colisões de pássaros com aeronaves no Amazonas

O Aeroporto de Ponta Pelada, zona sul de Manaus, registrou o maior número colisões, no ano passado: 51 casos, segundo o Sigra
 Manaus -O Aeroporto de Ponta Pelada, zona sul de Manaus, registrou o maior número colisões, no ano passado: 51 casos, segundo o Sigra. Os aeroportos de Tefé e Tabatinga reportaram ao Cenipa cinco ocorrências, cada.
O Amazonas registrou, no ano passado, 87 ocorrências de colisões de pássaros com aeronaves, 63% a mais que o ano de 2013. Destas, 26 aconteceram no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Os dados são do Sistema de Gerenciamento de Risco Aviário do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e correspondem ao período de janeiro a 21 de novembro de 2014, quando foi feito o último reporte ao Sistema de Gerenciamento de Risco Aviário (Sigra), do órgão.
Segundo o Cenipa, em 2014, foram feitos 420 reportes de riscos aviários no Amazonas ao Sigra, 60% a mais que o ano de 2013, quando foram reportadas 256 ocorrências. O Cenipa considera risco aviário ‘colisão’, ‘quase colisão’ e ‘avistamento’ de aves em aeroportos.
O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes reportou ao Sigra 86 ocorrências. Foram 58 registros de ‘avistamento’ de aves na pista durante o pouso ou decolagem de aeronaves; 21 ‘quase colisão’, além das 26 colisões.
O Aeroporto de Ponta Pelada registrou o maior número de ocorrências no ano passado, segundo o Cenipa. Foram 220 reportes de risco aviário, sendo 110 ‘quase colisão’, 51 ‘colisões’ e 87 ‘avistamentos’ de aves.
Segundo o Cenipa, o Amazonas é o 10º Estado brasileiro em reporte de ocorrências com fauna, que representam 3,4% de todos os casos registrados no País no ano passado, um total de 3.596. O Cenipa acredita que as colisões reportadas representam apenas 25% do universo real dos acidentes, uma vez que os relatos são voluntários, e muitos ficam só na suspeita e nem sempre o piloto percebe que bateu em ave.
De acordo com um estudo do Cenipa, as ocorrências estão aumentando em todo Brasil e é resultado do crescimento desordenado da população e a destinação incorreta para o lixo. O estudo mostra que a maioria dos reportes acontece até 152 metros de altura. Mais de 60% dos casos é durante o pouso da aeronave e 75% dos acidentes envolvem urubus. O perigo fez o Cenipa criar, em 2010, um Plano Básico de Gerenciamento do Risco Aviário para investigar os casos.
Em casos extremos, segundo o Cenipa, uma batida dessas pode derrubar um avião. Mas o mais comum é provocar perda total nos motores, ferimentos na tripulação e atrasos para o passageiro. “Parece bobagem, mas imagine uma aeronave a 250 km/h se chocar com um pássaro de 3 quilos, também em movimento. Pode ser fatal”, explicou o major Henrique Rubens, gerente do setor de Risco Aviário do Cenipa, em relatório do órgão.
Em nota, a Infraero informou que com uma equipe de especialistas como biólogos e engenheiros ambientais para lidar com Risco da Fauna no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, “que atua diretamente em campo com o manejo de fauna e com estudos para diminuição de focos de atração de aves”.
A Comissão de Gerenciamento do Risco da Fauna, de acordo com a Infraero, realiza vistorias em áreas da Área de Segurança Aeroportuária (ASA), num raio de 20 quilômetros, a partir do ponto médio da pista de pouso e decolagem ao redor do aeroporto, para identificar possíveis focos atrativos de pássaros no entorno do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.
Ainda segundo a nota, a Infraero possui o Plano de Gerenciamento do Risco da Fauna (PGRF) que tem como objetivo reduzir os acidentes aeronáuticos decorrentes de ocorrência com a fauna, através de ações internas aos sítios aeroportuários de manejo de fauna e que busquem a redução de fatores atrativos, assim como através de articulações externas (governo e municípios) que visem melhoria das condições de ocupação do solo e infraestrutura da área do entorno dos aeroportos.



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