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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 18/04/2018 / Spirit estuda compra de jatos menores, incluindo os da Embraer



Spirit estuda compra de jatos menores, incluindo os da Embraer ...  


Mary Schlangenstein ...  


A Spirit Airlines está considerando adicionar aviões menores à sua frota de jatos Airbus, enquanto a operadora procura formas de expandir seu serviço.

A empresa de baixo custo espera ir em busca dos fabricantes "em breve" ao ter concluído uma avaliação das opções, disse diretor comercial Matt Klein em uma entrevista. Ele se recusou a dizer quando a companhia aérea poderia fazer um pedido.

Acréscimo de jatos menores, como os fabricados pela canadense Bombardier ou da Embraer, aumentaria a meta da Spirit de implementar voos que vão atender desde cidades médias e pequenas a destinos turísticos populares.

A companhia aérea já tem planos de expandir sua frota de aviões da família Airbus A320 para 161 até o final de 2021. A Spirit tinha 112 dos aviões de corredor único no final do ano passado.

"Nós avaliamos que há algumas oportunidades de rotas que não estão sendo atendidas adequadamente hoje", disse Klein na segunda-feira no CAPA Americas Aviation Summit, em Houston. Qualquer escolha de aeronave precisaria garantir à companhia aérea a manutenção de sua estrutura como a de menor custo do setor, disse.

A avaliação poderia incluir jatos da linha Airbus 320, que vem em uma variedade de tamanhos. Boeing, que fabrica os jatos 737, também está na disputa. A Spirit disse que quer aumentar a capacidade em até 15% no ano que vem.

Aviões da Spirit acomodam atualmente entre 145 e 228 passageiros. O CS100 da Bombardier pode transportar até 135 e o CS300, até 160. O E190 E2 da Embraer pode acomodar até 114 passageiros, enquanto o E195 E2 pode acomodar até 146.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


As bruxas do Rio estão soltas e zangadas


Elio Gaspari Publicado Em 18/04 - 02h

Desde fevereiro, quando foi decretada a intervenção federal na segurança do Rio, coisas estranhas aconteceram, como se algumas peças de um tabuleiro de xadrez se mexessem sozinhas. Seis casos:
1) Um mês depois da intervenção, a vereadora do PSOL Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, foram executados. Até hoje os assassinos não foram identificados. No início de abril, o cadáver de um colaborador do vereador Marcello Siciliano foi encontrado dentro de um automóvel. (Dias antes, Siciliano havia sido ouvido na investigação do assassinato de Marielle.)
2) A tropa do Exército começou um processo de pacificação na Vila Kennedy, e o gabinete do interventor foi surpreendido por uma operação que destruiu 30 barracas e quiosques de comércio na praça Miami. O prefeito Marcelo Crivella desculpou-se, mas ninguém foi punido.
3) Durante uma inspeção do general que chefia o gabinete da intervenção ao 14º Batalhão da PM (Bangu), uma parte da tropa formada não lhe deu continência depois da ordem do coronel-comandante. Foi necessário que a repetisse.
4) Uma inspeção feita com a participação do Exército no presídio de Bangu 3 resultou num fracasso, com a apreensão de um celular e ventiladores. Mal planejada, a operação vazara. Outra iniciativa, da qual participaram 3.400 militares no Complexo do Lins, também teve resultados pífios porque a bandidagem foi alertada.
5) Na última semana de fevereiro, o gabinete da intervenção determinou o retorno de 3.100 policiais militares e bombeiros cedidos a outras repartições. (O efetivo de cabos e soldados da PM é de 22 mil.) Um mês depois, a Assembleia Legislativa ainda não havia atendido ao pedido de devolução de 87 dos 146 PMs lotados nos gabinetes da Casa. Segundo o deputado André Ceciliano, que ocupa a cadeira de Jorge Picciani, guardado em prisão domiciliar, o secretário de Segurança não administra questões financeiras. Nessa linha de argumentação, a Assembleia deveria pagar os salários dos PMs, mas como o governo do estado não repassa os recursos, eles continuam na folha da corporação. A Assembleia deve R$ 68 milhões à PM, mas os policiais continuavam lá.
6) Ontem os repórteres Fábio Teixeira e Gustavo Goulart revelaram que 47 dos 87 PMs lotados na Assembleia ainda não haviam se apresentado à corporação e arriscavam ser considerados desertores. Há camelôs que desafiam regras da Secretaria de Segurança, mas nunca se ouviu falar de militares desrespeitando ordens de seus comandos de forma tão ostensiva. Uma olhada nas condições dessa bancada revelou que 31 policiais emprestados recebiam apenas o soldo. Outros acumulavam penduricalhos, e um cabo acrescentou ao seu soldo de R$ 2.437 um adicional de R$ 6.495 líquidos.
Algumas das coisas estranhas que começaram a ocorrer depois da intervenção têm uma peculiaridade: não aconteciam antes dela. É verdade que os vazamentos de operações militares já haviam ocorrido, mas nunca havia sido assassinada uma vereadora. Também não se sabe de caso de tropa que não deu continência a um general, nem de determinação da Secretaria de Segurança que fosse respondida com tamanha demora e controvérsia.

JORNAL O GLOBO


Policiamento ostensivo das Forças Armadas não apresentou resultados, diz porta-voz da intervenção

Para coronel Itamar, policiamento permanente não se mostrou eficaz porque criminalidade retorna quando agentes deixam áreas ocupadas

Publicado Em 17/04 - 13h40

RIO - O porta-voz da intervenção federal no Rio, coronel Roberto Itamar, reconheceu, nesta terça-feira, em entrevista à Rádio CBN, que o policiamento permanente das Forças Armas nas ruas do Rio de Janeiro não apresentam resultados no combate à violência. Segundo ele, assim que o Estado sai, a criminalidade volta.
- Então, o que tem sido feito são ações pontuais e de curta duração para que se possa, baseado no trabalho da inteligência, atingir as organizações criminosas de maneira mais efetiva - afirmou Itamar, que lembrou que o policiamento nas ruas foi implementado com a decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em julho do ano passado.
Na avaliação de Itamar, a ansiedade da população por uma sensação de segurança é compreensível. Ele, no entanto, reforçou que o objetivo da intervenção não é diminuir os índices de criminalidade:
- Nenhuma intervenção no mundo vai zerar qualquer índice de criminalidade. A tarefa que foi nos foi dada pelo decreto presidencial é de colocar um fim à grave perturbação da ordem pública. E esse trabalho eu tenho certeza de que será feito - disse ele, lembrando que o tempo da intervenção é curto para o cidadão fluminense ver mudanças efetivas na segurança:
- Eram apenas 10 meses, e hoje já são oito. Mas em dois meses algumas ações já foram realizadas. E com o aporte dos recursos federais essas ações serão mais intensas.
O coronel afirmou que a chegada da verba de R$ 1,2 bilhão, liberada pelo governo federal para a segurança do estado, permitirá a intensificação das ações. Ele disse que os recursos já foram repassados e estão disponíveis ao gabinete da intervenção federal. O coronel afirmou que as medidas que serão adotadas com o dinheiro serão anunciadas em breve.
- A maior parte das pessoas que vão ocupar cargos para gerir os recursos já se apresentou. As ações poderão ser implementadas com o aporte do governo federal e, muito em breve, essas medidas serão anunciadas - explicou.
Sobre os índices de violência, e afirmou que há uma tendência de diminuição dos números da violência:
- A dimuição é uma tedendencia que está sendo verificada. Ainda é que pequena, mas que tenhio certeza de que irá aumentar no Rio de Janeiro.
Ao ser indagado se a intervenção não conseguiu avançar no combate ao roubo de cargas, em razão de um flagrante de roubo de cargas feito pela TV Globo, Itamar destacou a união de órgãos federais nessa área:
- Os roubos de cargas vêm sendo combatidos não só pela intervenção federal, mas por todos os órgãos de segurança pública. Venho acompanhando desde julho do ano passado, quando foi decretada a GLO no Rio de Janeiro. As Forças Armadas têm participado desse esforço, junto com outros órgãos federais como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança. As notícias que aparecem como as de hoje comprovam que este combate vem sendo realizado. Você verifica a ação da polícia, que ela está trabalhando. Esse trabalho corajoso da Polícia Militar. Essas estatísticas são um encargo do Instituto de Segurança Pública. Acreditamos que irá demonstrar uma queda nesses índices e em outros ilícitos no Rio. A tendência que vem sendo verificada com as ações. Ainda é pequena, mas acredito que vai aumentar nos próximos meses.

Rosa Weber dá 30 dias para União se manifestar sobre fronteira de Roraima

Relatora consulta sobre interesse que caso seja tratado em câmara de conciliação

Publicado Em 17/04 - 13h40

BRASÍLIA - Relatora da ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a fronteira do Brasil com a Venezuela seja fechada por um prazo determinado, a ministra Rosa Weber, deu prazo de 30 dias para que a União e o estado de Roraima se manifestem se há interesse que a questão seja tratada pela Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal – CCAF, “para tentativa de composição amigável do litígio”.
Na ação, a governadora de Roraima, Suely Campos (PP), argumenta que a crise no país vizinho provocou "uma verdadeira explosão no fluxo migratório". Segundo a prefeitura de Boa Vista, 40 mil venezuelanos moram na capital e já representam mais de 10% da população da cidade, que hoje é de 330 mil pessoas. A Polícia Federal calcula que cerca de 800 imigrantes cruzam diariamente a fronteira entre o Brasil e a Venezuela, em busca de melhores condições de vida.
A ação pede ainda recursos adicionais para suprir os custos especialmente de saúde e educação com os imigrantes. O governo do estado também associa a imigração em massa de venezuelanos ao aumento da violência e a problemas de saúde pública.

PORTAL UOL


Spirit estuda compra de jatos menores, incluindo os da Embraer


Mary Schlangenstein Publicado Em 17/04 - 11h05

A Spirit Airlines está considerando adicionar aviões menores à sua frota de jatos Airbus, enquanto a operadora procura formas de expandir seu serviço.
A empresa de baixo custo espera ir em busca dos fabricantes "em breve" ao ter concluído uma avaliação das opções, disse diretor comercial Matt Klein em uma entrevista. Ele se recusou a dizer quando a companhia aérea poderia fazer um pedido.
Acréscimo de jatos menores, como os fabricados pela canadense Bombardier ou da Embraer, aumentaria a meta da Spirit de implementar voos que vão atender desde cidades médias e pequenas a destinos turísticos populares.
A companhia aérea já tem planos de expandir sua frota de aviões da família Airbus A320 para 161 até o final de 2021. A Spirit tinha 112 dos aviões de corredor único no final do ano passado.
"Nós avaliamos que há algumas oportunidades de rotas que não estão sendo atendidas adequadamente hoje", disse Klein na segunda-feira no CAPA Americas Aviation Summit, em Houston. Qualquer escolha de aeronave precisaria garantir à companhia aérea a manutenção de sua estrutura como a de menor custo do setor, disse.
A avaliação poderia incluir jatos da linha Airbus 320, que vem em uma variedade de tamanhos. Boeing, que fabrica os jatos 737, também está na disputa. A Spirit disse que quer aumentar a capacidade em até 15% no ano que vem.
Aviões da Spirit acomodam atualmente entre 145 e 228 passageiros. O CS100 da Bombardier pode transportar até 135 e o CS300, até 160. O E190 E2 da Embraer pode acomodar até 114 passageiros, enquanto o E195 E2 pode acomodar, no máximo, 146.

Intervenção investiga operação frustrada em Bangu e tenta conter vazamento de informações


Do Uol, Em São Paulo Publicado Em 18/04 - 04h

Impedir o vazamento de informações sigilosas sobre operações das forças de segurança tem sido prioridade para os interventores federais no Rio de Janeiro. Esse tipo de "sabotagem" pode ter frustrado ao menos uma grande operação das Forças Armadas durante a intervenção que já dura pouco mais de dois meses.
O possível vazamento teria ocorrido antes de uma ação do Exército de revista de celas no presídio de Bangu 3, onde estão presos líderes da facção criminosa Comando Vermelho. Uma das hipóteses da investigação é que um ou mais agentes penitenciários supostamente cooptados pelo crime organizado podem ter sido os responsáveis pela sabotagem da ação.
A Seap (Secretaria da Administração Penitenciária) disse que não se manifestaria sobre o assunto. A assessoria de comunicação da intervenção federal também não comentou.
A operação aconteceu no dia 27 de março, quando 220 militares do Exército e 120 inspetores passaram um dia revistando celas da Penitenciária Gabriel Ferreira Castilho.
Apenas um aparelho de telefone celular e ventiladores foram apreendidos. Os militares não tiveram contato com os presos, pois eles foram levados para outras áreas do presídio por agentes penitenciários.
O resultado inexpressivo do pente fino no presídio atraiu críticas à ação dos militares. O objetivo da operação era achar celulares, armas e drogas.
A Secretaria da Administração Penitenciária disse na época que, com a movimentação de tropas e o cancelamento da visita íntima, os detentos teriam percebido a operação e destruído aparelhos de celular.
Mas há outras hipóteses em investigação. O UOL apurou com fontes ligadas à intervenção que uma das linhas de investigação mais fortes é que presos possam ter sido alertados da chegada dos militares por um ou mais agentes penitenciários cooptados pelo crime organizado.
Na semana passada, o Diário Oficial do Rio divulgou um decreto do interventor Walter Souza Braga Neto datado do dia 9 de abril determinando a exoneração de um subsecretário, membro da cúpula da Seap, um de seus subordinados e o corregedor da pasta. Eles foram substituídos por novos profissionais.
As autoridades não confirmaram nem desmentiram se essas substituições estariam ligadas ao processo investigatório.
O Gabinete de Intervenção Federal disse que, de forma geral, todas as substituições em órgãos de segurança pública são pautadas pela competência técnica, pela idoneidade e por princípios éticos e morais.
Forças de outros estados
Fontes da cúpula do Exército ouvidas pela reportagem afirmaram que manter o sigilo é uma das tarefas mais difíceis em operações de segurança pública (operações de Garantia da Lei e da Ordem, as GLOs) que envolvem as Forças Armadas e grandes contingentes policiais e de agentes penitenciários.
"Nem sempre o vazamento é sabotagem. Se um só agente quiser se gabar com amigos que teve acesso a uma informação sigilosa ou tentar avisar parentes para saírem de uma área mandando uma mensagem do seu celular, toda uma operação pode ser comprometida", disse um oficial que pediu para não ter o nome revelado.
Uma das formas de diminuir a probabilidade do vazamento de informações é usar forças de outros estados em operações onde o sigilo é um ponto crítico. Em teoria, quem não mora no Rio de Janeiro não teria interesse em avisar a parentes ou amigos sobre ações de segurança.
Nesta semana, tropas de fora do Rio começam a participar das operações de GLO no estado. Segundo o Comando Militar do Sudeste, 455 militares do 5º Batalhão de Infantaria Leve de Lorena (SP) do Exército viajaram para o Rio. Esta é uma das quatro unidades de ação rápida do Exército (que possui equipamentos especiais e maior capacidade de mobilização e deslocamento).
A partir da semana que vem, tropas de São Paulo também devem ter presença contínua no Rio, atuando em períodos máximos de 15 dias. O papel delas na intervenção ainda não foi divulgado e, por isso, não é possível dizer se a chegada está relacionada a qualquer procedimento para evitar vazamentos de informações. Em operações passadas de GLO no Rio, tropas de diversos estados foram enviadas para fazer revezamento com os contingentes cariocas por questões logísticas.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Ações da Embraer sobem após decisão na OMC contrária à Bombardier


João José Oliveira Publicado Em 17/04 - 15h39

SÃO PAULO - As ações da Embraer operam em alta na B3 nesta terça-feira, dia em que o Brasil conseguiu uma vitória na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a canadense Bombardier, principal concorrente da fabricante brasileira de aeronaves no segmento de jatos comerciais.
Nesta tarde, a ação da Embraer subia 1,41%, para R$ 23,02, enquanto o Ibovespa subia 1,23%, a 83880 pontos.
A OMC deu o sinal verde para o Brasil continuar a questionar o Canadá por alegação de subsídios ilegais à Bombardier, numa decisão da maior importância para esse caso poder enfim ser resolvido na entidade.
O Brasil pediu abertura de painel em novembro de 2017, alegando que a Bombardier recebeu mais de US$ 2,5 bilhões de subsídios ilegais, distorcendo a concorrência no mercado de jatos regionais e afetando interesses da Embraer.
Na bolsa de Toronto, as ações B da Bombardier subiam 1,62%, a 3,76 dólares canadenses.

JORNAL ZERO HORA


População não quer militarismo no Brasil, diz comandante Militar do Sul


Gabriel Jacobsen Publicado Em 17/04 - 19h13

Após participar de cerimônia na Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (17), o general Edson Leal Pujol, comandante Militar do Sul, avaliou que o Brasil não deseja governos militares. Segundo ele, a população acredita em valores associados às Forças Armadas, mas não quer que elas comandem o país.
— Uma parcela das pessoas tem se manifestado, por diversos meios, dizendo que confia nas instituições militares. Mas não que quer que o país se transforme em um militarismo. Vivemos um período de turbulência, a população enxerga nas instituições militares valores éticos e morais. Não vejo que estejam buscando o militarismo para o Brasil — avaliou.
O comandante também disse não haver riscos de que o país passe agora por um processo semelhante ao de 1964 – quando começou o regime militar – porque, segundo ele, não há a polarização mundial percebida à época.
— Se nós analisarmos historicamente, os períodos são distintos, até mesmo na área internacional. O mundo vivia um cenário bipolar, um movimento internacional buscando expandir a doutrina socialista e comunista em muitos países. Hoje vivemos muito mais uma crise interna, não por questões ideológicas — disse.
O general também minimizou as afirmações feitas pelo comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que se manifestou, na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula pelo Supremo Tribunal Federal (STF), apontando que a instituição “compartilha o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade (...), bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.
Para Pujol, o entendimento de setores políticos de que a afirmação de Villas Bôas foi uma tentativa de pressão sobre o STF não procede.
Essa interpretação sobre a manifestação do comandante do Exército é muito diversa. Não foi essa (de pressão) a intenção do comandante do Exército. Nós nos colocamos pelo princípio da legitimidade e da legalidade.
Pujol ainda falou sobre o pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) que, para ele, não representa o Exército brasileiro, sendo apenas um militar reformado que “há muito tempo está na vida política”.
— Bolsonaro não representa o Exército (...) muitas das ideias que externa, ele aprendeu na vida militar, mas ele não é um candidato do Exército ou um candidato militar — disse.
Pujol foi um dos mais de cem militares que acompanharam o período do Grande Expediente da sessão da Assembleia desta terça-feira. Por proposta do deputado Bombeiro Bianchini (PR), o ato homenageou o Dia do Exército, celebrado em 19 de abril.

PORTAL G-1


RJ teve recorde de roubo de veículos em março, registra ISP

Aumento entre o primeiro trimestre de 2017 e o de 2018 foi de 15%. Secretaria anunciou ações para diminuir números envolvendo o crime no Rio e Região Metropolitana. Mês foi o primeiro com a intervenção federal na área de segurança.

Publicado Em 17/04 - 15h27

O mês de março foi o mês com mais roubos de veículos registrados no estado do Rio de Janeiro desde 1991. Os dados são do Instituto de Segurança Pública do Rio, divulgados nesta terça-feira (17). O número foi de mais de 5,3 mil roubos, 6% a mais do que os 5 mil de março de 2017. Na comparação entre o primeiro trimestre de 2017 e o primeiro trimestre de 2018, o aumento é de 15%. Os dados foram apresentados inicialmente pela GloboNews.
Foi o primeiro mês integralmente com a intervenção federal na área de segurança em andamento. Segundo o Instituto de Segurança Pública, as áreas que apresentaram o maior aumento foram as áreas do 41º BPM ( Irajá), 39º BPM (Belford Roxo) e 7º BPM (São Gonçalo) com, respectivamente, 317, 196 e 75 roubos de veículos a mais.
"O roubo de veículo é um tipo de crime que a gente observa aumentos expressivos, e a gente agora está vendo que é um fenômeno que não arrefeceu e segue muito forte", afirmou Joana Monteiro, presidente do Instituto de Segurança Pública, em entrevista à Globonews.
Recentemente, foi criado um grande esforço de combate ao roubo de veículos em vários pontos da cidade e da região metropolitana.
"A ideia é identificar os maiores pontos de crime, de acordo com o tipo de crime, identificar maior horário de concentração e focar o esforço policial naqueles locais”, explicou Joana, citando o uso do ISP Geo, que georreferencia os locais de crime.
“No caso dos roubos de veículo, são crimes que ocorrem de 18 às 0h, são roubos em locais com diminuição de velocidade, locais escuros e onde fica fácil a abordagem de veículos”
O número de roubos de carga em março foi de 917, apenas 60 a menos do que em janeiro, com 977 registros. As comparações com 2017 não foram feitas pelo ISP porque, com a greve da Polícia Civil entre janeiro e abril, o órgão considera que pode ter havido subnotificação.
O número de homicídios dolosos aumentou de 498 em março de 2017 para 503 em março de 2018, um aumento de 1%.
Outros dados
A letalidade violenta (com índices formados por dados de Homicídio Doloso, Latrocínio, Homicídio Decorrente de Oposição à Intervenção Policial e Lesão Corporal Seguida de Morte) caiu 1% entre os primeiros trimestres de 2017 e 2018: 1846 em 2017 e 1806 em 2018. O mês de março registrou 636, contra 655 no mesmo mês de 2017.
Os homicídios decorrentes de oposição à intervenção policial apresentaram queda de 11,4% em março no estado. Este ano foram registradas 109 mortes, ou 14 a menos do que o mesmo período do ano anterior. As Áreas Integradas de Segurança Pública que apresentaram a maior queda foram as AISP 15 (Duque de Caxias), 05 (Gamboa, Centro (parte), Santo Cristo, Saúde, Lapa, Paquetá e Santa Teresa) e 22 (Benfica, Bonsucesso, Higienópolis, Manguinhos, Maré e Ramos) com oito, sete e cinco mortes a menos, respectivamente.
Os maiores aumentos foram registrados nas AISPs 21 (São João de Meriti), 23 (Rocinha, Ipanema, Leblon, Gávea, Jardim Botânico, Lagoa, São Conrado e Vidigal) e 20 (Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis) com, respectivamente, seis, seis e quatro vítimas a mais.
Intervenção
De acordo com os dados do Instituto de Segurança Pública, a região da Vila Kennedy, onde houve operações frequentes das Forças Armadas, teve melhora nos indicadores. Na área da 34ª DP (Bangu, Gericinó, Padre Miguel, Senador Camará e Vila Kennedy), o indicador letalidade violenta registrou o menor número de vítimas para o mês de março desde o início da série histórica: foram dez vítimas, ou sete a menos em relação a março de 2017.
Os números de roubos de veículos na região também diminuíram: a área registrou o menor número desde fevereiro de 2017. Foram 148 roubos de carros, ou 22 a menos em relação a março do ano anterior.
REVISTA ISTO É DINHEIRO


Natura anuncia o ex-Embraer José Antonio de Almeida Filippo para diretoria


Estadão Conteúdo Publicado Em 17/04 - 18h44

A Natura anunciou nesta terça-feira, 17, em fato relevante, que José Antonio de Almeida Filippo será nomeado diretor Financeiro e de Relações com Investidores da companhia. Filippo ocupou, por aproximadamente seis anos, a posição de vice-presidente Executivo Financeiro e Relações com Investidores da Embraer e, segundo a Natura, possui vasta experiência na internacionalização de empresas brasileiras, “em linha com os planos de negócio da companhia”. O executivo tomará posse do cargo na Natura em 21 de maio de 2018.
Mais cedo, a Embraer havia comunicado a renúncia de Filippo e alegou que ele iria “se dedicar a novos projetos profissionais”. O Conselho de Administração da Embraer elegeu, interinamente, Nelson Krahenbuhl Salgado para o cargo em substituição a Filippo. Nelson acumulará também as suas atuais atribuições relacionadas às atividades de relações institucionais.
O executivo está na Embraer há 30 anos, onde iniciou carreira na área de engenharia. Ocupou diversos cargos executivos em funções corporativas, muitas delas na área financeira. Atualmente é responsável pelas atividades de relações institucionais e comunicação corporativa.
“Filippo, na qualidade de diretor estatutário sem designação específica, estará dedicado a auxiliar a transição da gestão da área financeira e relações com investidores até 11 de maio de 2018.”
OUTRAS MÍDIAS


JORNAL EL PERIODICO (ES) - Los brasileños respaldan intervención de los militares en la política

Un 61% de los encuestados no ven con malos ojos que los uniformados opinen sobre la realidad. Las presiones castrenses incidieron en la suerte judicial del expresidente Lula

Abel Gilbert Publicado Em 17/04

Pese a que una ley lo prohíbe, la mayoría de los brasileños no se sienten perturbados por la intervención de los militares en asuntos políticos. Cuando general Eduardo Villas Bôas, comandante del Ejército, se pronunció contra la posible “impunidad” del expresidente Luiz Inácio Lula da Silva antes que el Tribunal Supremo Federal (TSF) decidiera en los hechos su prisión, parte de la sociedad tuvo el amargo recuerdo de otros pronunciamientos castrenses. Sin embargo, estaba en minoría.
El Instituto de Investigaciones Datafolha acaba de dar cuenta de que el 61% de los ciudadanos de ese país defienden la posibilidad de los militares de comentar las situaciones fuera de los cuarteles. Un 17% preferiría “bajo ciertas circunstancias” una dictadura. El sondeo se realizó después de que el juez Sergio Moro, con el aval del TSF, decidiera la suerte judicial de Lula, actualmente encarcelado por tener una condena en dos instancias judiciales en el marco de una causa por un soborno que no fue debidamente probado. Un 57% de los encuestados por Datafolha estimaron a su vez que es “justo” que un acusado sea detenido con una sentencia de segundo grado, como el caso del exmandatario.
En vísperas de las deliberaciones del TSF se consideró que las palabras del general Villas Bôas fueron algo más que un acto de presión a los ministros. “La democracia en Brasil acabó. La última jugada fue dada por el Ejército, jaque mate. La declaración de Villas Bôas ocurre en un momento de profundo debilitamiento de las instituciones democráticas”, señaló Marcio Lair Viera Cruz en la revista "Carta Capital". “El Congreso está compuesto por una mayoría de parlamentarios corruptos. En el Ejecutivo, ministros y un presidente ilegítimo cargan denuncias de corrupción. Sobre el TSF, pasa un descrédito social en cuanto a su real naturaleza”.
Para Viera Cruz, el Ejército forma parte del “actual proyecto golpista” al ubicar a generales en el Ministerio de Defensa, al mando de la Fundación Nacional del Indio (Funai), la Secretaría Nacional de Seguridad Pública, el gabinete de la Casa Civil y el Gabinete de Seguridad Institucional.
Crecimiento de los conservadores
Otra encuesta, esta vez de Ibope, parece ratificar este cambio político y cultural: el conservadurismo crece principalmente entre los más escolarizados. Un 55% de las personas rechazan el matrimonio de personas del mismo sexo, la legalización del aborto y la reducción de la mayoría de edad penal, al tiempo que se muestran a favor de la adopción de la pena de muerte. Ocho años atrás, esas posiciones eran compartidas por el 49% de las personas. Sao Paulo y Río de Janeiro, dos de las grandes ciudades brasileñas donde es muy fuerte el “antilulismo”, muestran un mayor crecimiento de las opiniones conservadoras en las costumbres y también la política.
“Desde que el favorito absoluto en las encuestas presidenciales fue condenado, el primer lugar pasó a un fascista, que, por cierto, solo tiene el 20% de las intenciones de voto”, señaló la revista "Piauí" sobre Jair Bolsonaro, un exmilitar y actual diputado que, al votar dos años atrás la destitución parlamentaria de la presidenta Dilma Rouseff, rindió homenaje a Carlos Alberto Brilhante Ustra, el coronel que la había torturado durante la dictadura.



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