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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 01/03/2018 / Novo avião comercial da Embraer é aprovado em testes e liberado para voar



Novo avião comercial da Embraer é aprovado em testes e liberado para voar ...  


Vinícius Casagrande ...  


O novo avião comercial da Embraer, o E190-E2, recebeu nesta quarta-feira (28) a certificação operacional da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), da FAA (Federal Aviation Administration) e da Easa (Europeans Aviation Safety Agency).

Isso significa que o novo jato foi aprovado em todos os testes e está liberado para voar levando passageiros. O primeiro avião será entregue em abril para a Widerøe, maior companhia aérea regional da Escandinávia.

Sucessor do E190, o E190-E2 pode ser configurado para 97 assentos (três classes), 106 assentos (duas classes) ou 114 assentos (uma só classe).

O projeto de desenvolvimento da nova geração de aviões comerciais da Embraer foi anunciado em junho de 2013. Em fevereiro de 2016, a fabricante apresentou o primeiro protótipo do modelo. Três meses depois, em maio de 2016, o avião realizou o seu primeiro voo de teste. Desde então, outros três aviões também participaram dos testes.

O presidente da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, afirmou que o novo E190-E2 cumpriu os requisitos de desenvolvimento dentro do prazo, com o orçamento previsto e atendendo os padrões de performance.

Nova geração de jatos comerciais
O E190-E2 é o primeiro de três modelos em desenvolvimento. O maior avião da família, o E195-E2, já iniciou os testes em voos e a expectativa é que seja aprovado no próximo ano. O terceiro membro será o E175-E2, que só deve ficar pronto em 2021.

A nova geração de aviões comerciais foi criada com novas tecnologias de motores, asas e instrumentos de bordo. Segundo a Embraer, o novo E190-E2 gasta 17,3% menos combustível em relação à versão anterior do modelo.

Durante os testes, o avião apresentou desempenho 1,3% melhor do que o originalmente esperado. “Operando com o menor nível de ruído e emissões externas, o E190-E2 torna-se, assim, o avião mais ecológico do segmento”, afirma a Embraer. A Embraer aposta que “a aeronave proporciona lucros até 50% maiores se comparada a jatos de maior porte”.

Além de consumir menos combustível, a nova geração também reduz custos de manutenção. “O E190-E2 será também a aeronave com os intervalos de manutenção mais longos no mercado de aviões de corredor único”, diz a Embraer.

Os aviões poderão voar 10 mil horas antes de realizarem a checagem completa de rotina, diz a fabricante. “Isso representa 15 dias adicionais de utilização da aeronave em um período de dez anos em comparação com os E-Jets da geração atual”, afirma a fabricante.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Exército vai expandir operações para outras quatro regiões do RJ

Atuação irá abranger áreas como as turísticas Paraty e Angra dos Reis e a Baixada Fluminense

Sérgio Rangel E Lucas Vettorazzo Publicada Em 01/03 – 2h00

Além da cidade do Rio, os interventores federais já definiram outras quatro regiões do estado em que o Exército concentrará seu planejamento para combater o tráfico de drogas e, como dizem, reformar a capacidade operativa das polícias Civil e Militar.
A atuação dos militares irá abranger áreas turísticas, como Paraty e Angra dos Reis, no litoral sul, Niterói e São Gonçalo, na região metropolitana, e Baixada Fluminense.
Também há previsão de operações no norte do estado, onde ficam os municípios petroleiros de Macaé e Campos.
Essas quatro áreas são consideradas importantes porque foram justamente os locais para onde o tráfico de drogas expandiu seus territórios em reação ao projeto das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), que ocupou favelas na capital anos atrás.
A política das UPPs, porém, começou a ruir com o agravamento da crise política e financeira do Estado. Estudo da PM cita 13 confrontos em áreas com UPP em 2011, contra 1.555 em 2016. Nesse vácuo, o número de confrontos entre grupos criminosos aumentou.
Com a escalada nos índices de violência no estado, o presidente Michel Temer (MDB) decretou a intervenção federal na segurança pública do Rio, medida inédita no país e que contou com o apoio do governador Luiz Fernando Pezão (MDB).
Temer nomeou como interventor o general do Exército Walter Braga Netto. Ele, na prática, virou o chefe das forças de segurança do estado, como se acumulasse a Secretaria da Segurança Pública e a de Administração Penitenciária, com PM, Polícia Civil, bombeiros e agentes carcerários sob o seu comando.
A evasão de criminosos para o interior fez disparar os indicadores de crimes nesses locais, principalmente na Baixada, que concentra 12 municípios e cerca de 3,5 milhões de habitantes.
Já cidades como Angra e Paraty, dois dos principais destinos turísticos do Rio, já viviam desde os anos 1990 um processo de favelização.
Nos últimos cinco anos, esses municípios experimentaram uma lógica de ocupação de comunidades pelo tráfico semelhante à que historicamente ocorre na capital.
Facções disputam territórios na região, o que fez subir nesses locais os índices de letalidade violenta, indicador que soma ocorrências de homicídios dolosos (quando há intenção), mortes por ação policial, latrocínio (roubo seguido de morte) e lesão corporal seguida de morte.
Angra mais que dobrou seu índice de letalidade violenta de 2012, auge do projeto das UPPs, a 2017. Segundo dados do ISP (Instituto de Segurança Pública), no ano passado a cidade teve 113 ocorrências, contra 51 cinco anos antes.
GUERRA
No início deste mês, operação do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da PM na comunidade do Frade terminou com oito mortos.
A polícia interveio depois que traficantes começaram uma guerra pelo território e moradores chegaram a ser expulsos de suas casas. A favela fica a cerca de 200 metros do principal porto de Angra, de onde saem lanchas de luxo para passeios no litoral.
Já em Paraty, a alta da letalidade violenta foi menor —de 24 ocorrências em 2012 para 31 no ano passado—, mas os novos casos têm deixado a população assustada.
No Carnaval de 2017, por exemplo, um homem foi decapitado por ter se envolvido com a mulher de um traficante. Em novembro passado, um menino morreu baleado durante uma tentativa de assalto no centro histórico.
Somadas, as duas cidades têm 236 mil habitantes, mas são atendidas por um mesmo batalhão, que fica em Angra.
REFORMAS
Niterói e São Gonçalo vivem o mesmo drama, em escala até maior, assim como os municípios da Baixada. Além do tráfico de drogas, esses locais são também importantes rotas do roubo de cargas.
A Baixada, por exemplo, é cortada pela via Dutra e de fácil acesso a outras vias importantes, como as avenidas Brasil e Washington Luís.
Segunda maior cidade do estado, São Gonçalo sofreu com a migração de traficantes do Rio após a criação das UPPs. Distante cerca de 20 km da capital, a cidade amarga altos índices de violência —tem 30 homicídios para cada 100 mil habitantes, a mesma taxa da média nacional.
Em junho passado, por exemplo, a Justiça pediu a prisão de 96 policiais militares que trabalhavam no 7º batalhão, o único da cidade. Policiais foram flagrados, por escutas telefônicas, “assaltando” um ponto de venda de drogas numa favela local.
Os militares assumiram o comando do ponto e negociavam os produtos ilícitos por preços menores com usuários. O “assalto” teria ocorrido em 2016, como forma de a quadrilha obter recursos rapidamente.
Segundo a investigação, os mesmos policiais cobravam propinas de bandidos locais, num esquema que renderia R$ 1 milhão mensais.
A reforma da estrutura policial também é um dos objetivos da intervenção federal. A ideia é fortalecer as corregedorias com troca de informações com o serviço de inteligência do Exército sobre prática ilegais de policiais.
Desde junho de 2016, o Rio está em situação de calamidade pública —e conta com o auxílio das Forças Armadas desde setembro do ano passado.
Não há recursos para pagar servidores e contratar PMs aprovados em concurso. Policiais trabalham com armamento obsoleto e sem combustível para o carro das corporações. Faltam equipamentos como coletes e munição.
A falta de estrutura atinge em cheio o moral da tropa policial e torna os agentes vítimas da criminalidade. Somente neste ano, 16 PMs foram assassinados no estado —foram 134 em 2017 inteiro.

JORNAL O GLOBO


Temer garante que ministro da Defesa não será militar


Lauro Jardim Publicada Em 28/02 16h05

Michel Temer garantiu agora há pouco a um interlocutor com quem conversava no Palácio do Planalto que o próximo ministro da Defesa será um civil.
A decisão vem um dia após uma forte crítica de Fernando Henrique, que declarou que "governos, sobretudo quando não são fortes, apelam para os militares".
Temer afirmou que o nome para ocupar a pasta será decidido em até 15 dias. Assim, General Silva e Luna, tido por muitos como o nome definitivo para a Defesa, será substituído.

86% dos brasileiros apoiam a intervenção federal


Lauro Jardim Publicada Em 01/03 – 06h05

De acordo com uma pesquisa do Ibope, encomendada pelo Palácio do Planalto, 86% dos brasileiros apoiam a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. O governo recebeu este resultado anteontem. A pesquisa tem margem de erro de quatro pontos percentuais. No dia em que a intervenção foi anunciada, 16 de fevereiro, o Ibope realizou sua primeira pesquisa sobre o tema. Na ocasião, o apoio à medida era de 83%.

De volta ao palco


Lydia Medeiros Coluna Poder Em Jogo Publicada Em 01/03 5h30

Michel Temer tem um problema. Deixou generais na ativa falarem o que queriam às vésperas da passagem para a reserva, e num momento em que um ex-capitão, Jair Bolsonaro, é candidato à Presidência da República com discurso incendiário. O general Hamilton Mourão foi para a casa ontem pregando o “expurgo” do atual presidente da vida pública. Já havia perdido o comando da tropa e fora deslocado para uma mesa no Ministério do Exército quando, em dezembro, sugeriu um golpe militar. Agora, há uma intervenção constitucional na área de Segurança no Rio, e proliferam manifestações sobre o papel das Forças Armadas. Nos últimos 20 anos nem se conheciam os nomes dos comandantes militares. Temer os realocou no primeiro plano das fotografias, imagens de televisão e capas de jornais. Só falta a “Ordem do Dia” voltar a ser leitura obrigatória.


PORTAL UOL


Novo avião comercial da Embraer é aprovado em testes e liberado para voar


Vinícius Casagrande Publicada Em 28/02 - 15h22

O novo avião comercial da Embraer, o E190-E2, recebeu nesta quarta-feira (28) a certificação operacional da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), da FAA (Federal Aviation Administration) e da Easa (Europeans Aviation Safety Agency). Isso significa que o novo jato foi aprovado em todos os testes e está liberado para voar levando passageiros. O primeiro avião será entregue em abril para a Widerøe, maior companhia aérea regional da Escandinávia.
Sucessor do E190, o E190-E2 pode ser configurado para 97 assentos (três classes), 106 assentos (duas classes) ou 114 assentos (uma só classe).
O projeto de desenvolvimento da nova geração de aviões comerciais da Embraer foi anunciado em junho de 2013. Em fevereiro de 2016, a fabricante apresentou o primeiro protótipo do modelo. Três meses depois, em maio de 2016, o avião realizou o seu primeiro voo de teste. Desde então, outros três aviões também participaram dos testes.
O presidente da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, afirmou que o novo E190-E2 cumpriu os requisitos de desenvolvimento dentro do prazo, com o orçamento previsto e atendendo os padrões de performance.
Nova geração de jatos comerciais
O E190-E2 é o primeiro de três modelos em desenvolvimento. O maior avião da família, o E195-E2, já iniciou os testes em voos e a expectativa é que seja aprovado no próximo ano. O terceiro membro será o E175-E2, que só deve ficar pronto em 2021.
A nova geração de aviões comerciais foi criada com novas tecnologias de motores, asas e instrumentos de bordo. Segundo a Embraer, o novo E190-E2 gasta 17,3% menos combustível em relação à versão anterior do modelo.
Durante os testes, o avião apresentou desempenho 1,3% melhor do que o originalmente esperado. “Operando com o menor nível de ruído e emissões externas, o E190-E2 torna-se, assim, o avião mais ecológico do segmento”, afirma a Embraer. A Embraer aposta que “a aeronave proporciona lucros até 50% maiores se comparada a jatos de maior porte”.
Além de consumir menos combustível, a nova geração também reduz custos de manutenção. “O E190-E2 será também a aeronave com os intervalos de manutenção mais longos no mercado de aviões de corredor único”, diz a Embraer. Os aviões poderão voar 10 mil horas antes de realizarem a checagem completa de rotina, diz a fabricante. “Isso representa 15 dias adicionais de utilização da aeronave em um período de dez anos em comparação com os E-Jets da geração atual”, afirma a fabricante.

REVISTA ISTO É


Temer: Militares não precisam entrar na política, mas ajudar na administração


Estadão Conteúdo Publicada Em 28/02 – 19h27

O presidente Michel Temer defendeu nesta quarta-feira, 28, em entrevista à rádio Jovem Pan, a intervenção federal na segurança pública do Rio e a nomeação de um militar, o general da reserva Joaquim Silva e Luna, para o cargo de ministro da Defesa após a posse de Raul Jungmann na nova pasta da Segurança Pública.
O presidente disse ainda que o general está como ministro interino e um civil pode ser nomeado definitivamente para o cargo na reforma ministerial. “Em um dado momento, quanto fizer modificações ministeriais, eu analisarei a possibilidade de colocar também um civil no cargo”, afirmou Temer.
Ele afirmou que é preciso acabar com o “preconceito” de colocar militares em funções administrativas do governo e que militares “se recolheram” excessivamente nos últimos tempos. “Precisamos acabar com esse preconceito. Eu já disse a oficiais militares que eles não precisam entrar na política, mas ajudar na administração é uma coisa importantíssima.”
Ele citou que as Forças Armadas ocupam o primeiro lugar em pesquisas sobre credibilidade da população e disse que não há qualquer desejo entre os militares de as Forças ocuparem o poder no País.
Intervenção
Temer afirmou que a intenção do governo é conectar a intervenção no Rio com programas sociais. Ele lembrou que terá uma reunião amanhã com todos os governadores para falar do assunto. “As coisas que acontecem no Rio repercutem nos outros Estados. Se as coisas desandarem no Rio de Janeiro, será um exemplo muito negativo para os demais Estados da Federação.”
Para o presidente, apenas a presença das Forças Armadas no Rio, antes da intervenção, não era suficiente para resolver problemas. Ele citou que, quando conversou com o governador Luiz Fernando Pezão (MDB), ele mesmo pediu que a medida fosse aplicada em seu Estado.
Motivações
Temer negou, mais uma vez, que a intervenção no Rio tenha caráter eleitoral. Respondendo a um comentário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Temer afirmou que o tucano não estava se referindo ao atual governo quando falou que “governos, quando não são fortes, apelam para os militares.” FHC fez a declaração ontem durante evento do jornal O Estado de S.Paulo.
"Acho que foi um exagero da linguagem”, disse Temer. “Tenho impressão que o presidente FHC se pautou por um critério dele. Pode ser que em dado momento o governo dele tenha se enfraquecido e que ele tenha pensado nas Forças Armadas.”
Uso eleitoral
O ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, reconheceu que “é inexorável o uso eleitoral da pasta”. Avisou, no entanto, que vai trabalhar para evitar que isso aconteça, blindando o ministério. “É inexorável o uso eleitoral da pasta. O que nos cabe é blindar esse ministério porque é um ministério de Estado. Blindar de pressão, de pressão política, procurar blindar de interesses porque o reverso da segurança é a vida, direito à segurança é direito à vida, é poder sair na rua, andar nas praças”, desabafou o ministro.

PORTAL G-1


Polícia e Cenipa retornam em fazenda de MS onde ocorreu acidente aéreo e morte do piloto

A Força Aérea Brasileira (FAB) também finaliza um relatório preliminar sobre a missão a ser feita pela vítima.

Graziela Rezende Publicada Em 28/02 - 12h18

A Polícia Civil e técnicos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) realizam levantamentos técnicos em uma fazenda perto de Brasilândia, na manhã desta quarta-feira (28). No local houve a queda da aeronave Bonanza e a morte do piloto, um pecuarista de 47 anos. Ele tinha decolado de Presidente Prudente (SP) por volta das 8h, dessa terça (27).
Segundo o delegado Thiago Passos, responsável pelas investigações, as buscas serão concluídas e após o prazo determinado, haverá a divulgação das causas exatas do acidente. Testemunhas também devem ser ouvidas, enquanto a investigação aguarda exames periciais da aeronave, local do fato, e também com a identificação do DNA da vítima.
Ainda conforme Passos, no momento do acidente chovia forte, a aeronave perdia altitude e voava instável.
Entenda o caso
Ainda de acordo com a polícia, foi um capataz quem encontrou a aeronave e comunicou o acidente. Próximo ao local há uma escola agrícola. A polícia já está colhendo os depoimentos de testemunhas oculares do acidente. De acordo com o delegado, aviões da Aeronáutica também estiveram no local auxiliando na investigação.
Houve o desencarceramento do corpo do pecuarista Danilo Carromeu Domingues, que estava sozinho na aeronave, na manhã dessa terça-feira (27). A vítima seguia para uma fazenda em Rio Verde de Mato Grosso, onde a família dele mora, no interior de Mato Grosso do Sul.

Sobreviventes de avião que caiu há 50 anos na Amazônia relembram tragédia: "formigas atacaram meu filho"

Acidente aconteceu em 1968, quando avião seguia de Costa Marques para Guajará-Mirim, em Rondônia. Mãe relembra que filha morreu no colo dela.

Ana Lídia Daibes E Cícero Moura Publicada Em 28/02 – 08h00

Foram dois dias e duas noites de agonia na floresta até a chegada do socorro. Cinquenta anos depois da maior tragédia aérea da década de 60, ocorrida na fronteira do Brasil com a Bolívia, no meio da floresta amazônica, sobreviventes relembram como foi o acidente trágico. O avião bimotor do Correio Aéreo Nacional caiu em de fevereiro de 1968 com 44 pessoas a bordo, 38 passageiros e seis tripulantes. Quatro pessoas morreram na tragédia.
O casal Geusonias de França e Raimunda da Silva perdeu dois filhos no acidente, em Guajará-Mirim, sendo uma menina de 3 meses e um menino de 7 anos.
 Dona Raimunda conta que já era noite quando acordou, depois que o avião já havia caído. “Um homem dizia pra mim: "Pensei que você também tinha morrido"”, conta.
Após acordar, a sobrevivente relata exatamente a cena viu após o impacto do avião contra as árvores.
“Lembro da minha filha no meu colo. Parecia uma boneca. Três meses de nascida, mas era muito esperta. Quebrei minhas costelas porque eu não soltei ela..ela morreu imprensada e eu tava no meio dos ferros", afirma.
Segundo Raimunda, dois militares de Manaus morreram perto dela na queda do avião.
Após o acidente na selva amazônica, Raimunda e o filho foram socorridos e levados para o Rio de Janeiro. Ela ficou dois meses com grande parte do corpo engessado e o filho dela, que estava com ela no quarto do hospital, precisou ser operado.
“Quando meu filho saiu do quarto pra operarem, ele não voltou mais. Eu perguntava pro médico onde estava meu filho...até que ele tomou coragem e me contou que o meu menino tinha morrido”, relembra.
Geusonias, marido de Raimunda, é militar aposentado e conta que o momento mais difícil do acidente foi ouvir o filho gritar por socorro e não poder fazer nada.
Não tem pai que aguente um troço desse. Aguentei porque era o jeito. Não tinha pra onde correr. Eu tava com a perna quebrada. De noite ouvia meu filho gritando: "Pai, as formigas estão me comendo. As formigas comeram meu filho vivo".
O filho dele foi um dos mortos no acidente. O corpo foi achado após os militares chegarem no local do acidente.
Acidente
Em 1968, o avião bimotor Catalina CA – 10 6521, decolou do Forte Príncipe da Beira, em Costa Marques (RO) em direção a Guajará-Mirim.
Uma pane em um dos motores, faltando 10 minutos para chegar ao destino, acabou provocando um pouso de emergência. A aeronave se partiu em dois pedaços e as pessoas foram jogadas em vários pontos da selva.
Dois militares e duas crianças morreram na hora. A maioria das vítimas sofreu múltiplas fraturas, muitas, com sequelas graves. O avião acabou caindo sobre a copa de árvores em uma área de mata completamente fechada.
Um jovem militar que também estava no avião se destacou no auxílio aos feridos. Francisco Martins do Nascimento, conhecido como sargento Martinzão. Ele morreu de câncer em abril de 2017.
Sobreviventes contam que, na primeira madrugada de agonia na selva, Martinzão localizou e reuniu vítimas que gritavam pedindo socorro. Depois de conseguir reunir os sobreviventes, o soldado saiu pelo mato em busca de comida e água.
Homenagem
Uma solenidade ocorrida em Guajará-Mirim neste mês de fevereiro relembrou os 50 anos da tragédia e reuniu os sobreviventes, que foram homenageados. Uma réplica da calda do avião foi colocada no pátio do Sexto Batalhão de Infantaria de Selva.
O soldado Martins foi representado pela viúva, Cleonice da Silva Martins. Muita emocionada e com problemas de saúde, dona Cleonice agradeceu a honraria e disse que o marido era uma pessoa boa, que sempre tentava ajudar quem batesse na sua porta.
 O casal Geusonias e Raimunda, que perdeu dois filhos no acidente, disse que a homenagem prestada pelo exército é algo muito significativo.
 O Comandante Do 6º Batalhão De Infantaria de Fronteira, Coronel Fábio Pinheiro Lustosa, que chegou a Conhecer o Soldado Martins, disse que tinha que materializar a valentia dele com um monumento no quartel e Reunir os sobreviventes após meio século.
José Eduardo Leal, comandante do Exército no estado de Rondônia, que comandou a cerimônia, salientou que o brasil necessita de bons exemplos e alí na solenidade estavam "presentes verdadeiro heróis que lutaram pela vida" e não perderam a esperança de ajudar o próximo. 

PORTAL R7


Governo federal adia para abril transferência de venezuelanos

Cerca de 530 venezuelanos serão levados em aviões da Força Aérea Brasileira de Boa Vista (Roraima) para Manaus e São Paulo

Diogo Junqueira Publicada Em 27/02 - 22h38

A transferência de 530 venezuelanos abrigados em Boa Vista (RR) para as cidades de São Paulo e Manaus (AM), que ocorreria na próxima semana, foi adiada em 40 dias e deve começar na primeira quinzena de abril. A informação é da Casa Civil da Presidência da República, que coordena a chamada “interiorização” dos venezuelanos no país.
O ministro Eliseu Padilha anunciou na última quarta-feira (21) que 180 venezuelanos serão transferidos para Manaus e outros 350 para a cidade de São Paulo.
A previsão inicial era de que as viagens, que serão realizadas em aviões da Força Aérea Brasileira, começariam em 7 de março. A governadora Suely Campos (PP-RR) chegou a afirmar na sexta-feira (23) que o primeiro avião decolaria nesta terça (27). Mas os planos tiveram de ser adiados em razão da regularização dos venezuelanos no Brasil e para a conclusão da vacinação dos refugiados.
"Os migrantes começam a ser deslocados em cerca de 40 dias, após concluídas etapas de imunização e regularização migratória, além de obtenção de carteira de trabalho", informa a Casa Civil hoje, em nota enviada ao R7.
Estimativas da Polícia Federal indicam que 800 venezuelanos cruzam diariamente a fronteira com o Brasil em Pacaraima, cidade a 200 km de Boa Vista, fugindo da crise econômica e de abastecimento no país vizinho, além da hiperinflação. A capital de Roraima tem hoje mais de 40 mil venezuelanos em abrigos improvisados ou em praças da cidade.
A procuradora do Trabalho da 11ª Região no Estado de Roraima, Priscila Moreto, disse nesta terça em audiência no Senado que os venezuelanos estão sofrendo violações de direitos humanos em razão da situação precária em Boa Vista. Ela relatou casos de trabalho análogo à escravidão, discriminação salarial em função da origem, mendicância de crianças em semáforos e abuso sexual de mulheres contratadas como domésticas, além de prostituição.
Em nota enviada ao R7, a prefeitura de Boa Vista lamentou o adiamento:
"A Prefeitura de Boa Vista lamenta que o prazo dado pelo Governo Federal seja tão grande, diante de uma situação que avança a cada dia com diversos agravantes para o Estado".
Vacinação de venezuelanos
No último sábado (24), a Acnur Brasil (Agência da ONU para Refugiados) e a prefeitura de Boa Vista realizaram uma campanha de vacinação contra sarampo e febre amarela, além de checagem de documentos, com os venezuelanos abrigados no bairro Tancredo Neves. Mais de 300 pessoas foram atendidas, mas a campanha irá prosseguir nas próximas semanas.
A preocupação é principalmente com a disseminação do sarampo, já que o Brasil é considerado pela OPAS (Organização Panamericana de Saúde) como território livre da doença. Na semana passada, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), do Rio de Janeiro, confirmou o sarampo em uma criança venezuelana de um ano. A Secretaria de Saúde de Roraima afirmou nesta terça que há outros noves casos suspeitos em crianças venezuela, e mais quatro de brasileiros residentes em Boa Vista.
Para serem transferidos para outros Estados, os venezuelanos precisam ser vacinados contra a febre amarela e o sarampo, entrar com pedido de refúgio junto à Polícia Federal, estarem com a carteira de trabalho e manifestarem expressamente a vontade de deixar Roraima.
Os nomes dos interessados estão sendo coletados pela Acnur Brasil, que irá repassar as informações para a Casa Civil. Segundo o ministério, a prioridade é deslocar quem tem "um perfil com maior empregabilidade: homens jovens e sem filhos".
O porta-voz da Acnur no Brasil, Luiz Fernando Godinho, disse ao R7 que continua apoiando o processo de interiorização dos venezuelanos que manifestarem interesse em migrar e afirmou que os prazos são responsabilidade do governo federal.

AGÊNCIA REUTERS


Presidente da Embraer espera concluir discussões sobre parceria com Boeing neste semestre


Alberto Alerigi Jr. Publicada Em 28/02 – 17h55

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (Reuters) - O presidente da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, espera que as discussões sobre uma parceria com a Boeing sejam concluídas neste semestre, independente de um resultado favorável ou negativo para uma aliança das empresas.
“Não temos uma data específica para concluir, mas é necessário que uma resolução seja atingida rapidamente porque não podemos ficar mais muito tempo nisso”, disse Silva durante cerimônia de certificação tripla do novo jato de passageiros da Embraer, o E190-E2.
Questionado se as empresas poderiam concluir as discussões neste semestre o executivo respondeu afirmativamente.
Silva afirmou que não se encontrou ainda com o novo ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, mas disse acreditar que nem a troca no comando da pasta, nem o cenário eleitoral podem representar obstáculos às negociações com a Boeing.
“Tem toda uma equipe técnica do governo estudando isso. Tem muitas áreas específicas (do governo) envolvidas.”
O executivo afirmou que um dos pontos avaliados pelo governo é a sustentação financeira da área de defesa da Embraer, em um eventual modelo de parceria com a Boeing em que a área de aviação comercial, mais lucrativa, se separe do restante da fabricante brasileira para a formação de uma nova empresa com ativos da norte-americana.
“É uma das complexidades que estão sendo analisadas”, disse Silva.
Ele comentou que com a segunda geração da família de Ejets e a certificação final do cargueiro KC-390, prevista para o final deste ano, a Embraer ganhará força competitiva nos mercados de aviação, mesmo sem um acordo com a Boeing.
“Mas é claro que com uma parceria com a Boeing vamos criar a maior empresa aeroespacial do mundo”, disse Silva.
Presente na cerimônia de certificação do 190 E2, Osiris Silva, 87, um dos fundadores da Embraer, afirmou que “a Boeing finalmente entendeu que o potencial de crescimento da indústria está na aviação regional”, ao ser questionado sobre sua posição sobre as discussões das duas empresas.
Estou orgulhoso que após 50 anos a Boeing concorda conosco... Parceria é o que desejamos”, acrescentou, referindo-se às quase cinco décadas de fundação da Embraer.
Segundo a Embraer, foi a primeira vez que um avião comercial recebeu ao mesmo tempo três certificações das autoridades da aviação FAA (Estados Unidos), EASA (Europa) e Anac (Brasil).
A cerimônia contou com presença de executivos de estratégia de frota do grupo alemão de aviação Lufthansa, que já opera 45 aviões da Embraer.
 A primeira entrega do E190 E2 deve ocorrer em abril, para a companhia aérea escandinava Wideroe. A empresa fechou contrato para até 15 unidades do modelo, que tem preço de tabela de 58 milhões de dólares e segundo a Embraer tem um consumo de combustível cerca de 17 por cento menor que a geração atual do 190.
 A nova família de aviões da Embraer, que começou a ser desenvolvida em junho de 2013, exigiu investimentos de 1,7 bilhão de dólares. A família conta ainda com os modelos E175 E2 e E195 E2, que ainda não foram certificados para operação comercial. 

RÁDIO CBN


Projetos com regras mais rígidas para voos da FAB não avançam no Congresso

Algumas propostas tramitam há pelo menos 9 anos e muitas já foram engavetadas. Ministério Público aguarda explicações do Planalto sobre suspeita de uso irregular dos aviões. Depois do levantamento da CBN, Comissão de Ética da Presidência vai analisar se cabe processo contra ministros.

Gabriela Echenique, Carolina Martins, Basília Rodr Publicada Em 27/02 - 21h55

Há pelo menos nove anos, tramitam no Congresso projetos de lei para acabar com a farra dos voos da Força Aérea e estabelecer regras mais duras para autoridades usarem as aeronaves. Até agora, nenhum foi para frente. As propostas são arquivadas sem nem irem à votação. Na Câmara, o deputado Chico Alencar, do PSOL, apresentou um em 2009. Previa mais transparência tanto para os voos da FAB como na prestação de contas das passagens aéreas de servidores compradas pelos órgãos públicos. Em 2013, fez nova proposta. Nenhum avanço até agora. O deputado reconhece: não há vontade política para mudar as regras.
- Depende muito de uma postura de governo. No meu projeto, a gente determina que quem não cumprir determinadas regras de transparência estaria praticando infração administrativa grave. Vamos tentar, mas eu não estou muito otimista, não. Até porque, essa situação interessa até a deputados que pegam carona com ministros.
No Senado, tem projeto desde 2010. A proposta do ex-senador Pedro Simon ficou engavetada quatro anos até ser definitivamente arquivada. Em 2015, Lasier Martins, do PSD, também apresentou projeto. O texto estabelece que apenas voos a Serviço podem ser feitos pela FAB. Acaba com a possibilidade de qualquer autoridade – até chefes de poderes - voltarem para o local de residência em avião oficial. Hoje, presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo têm direito a essa regalia.
Além disso, o projeto estabelece que autoridades podem usar “segurança” e “emergência médica” apenas como justificativa excepcional para solicitar viagens. A CBN mostrou que os ministros, que já são proibidos de pedir voo para casa, alegam essas razões para irem às cidades de origem em avião oficial - inclusive em feridos e fins de semana. A proposta do Senado prevê punição para esses casos, mas o texto aguarda um relator na Comissão de Defesa Nacional há mais de um ano. O autor do projeto, Lasier Martins, não vê espaço para discutir o assunto.
- É que não convém a muita gente. Sejamos bem claros, sem rodeios: nessa época de descrédito do parlamento, tem muita gente que acha subterfúgio para viajar nos aviões da FAB para fugir das vaias, para fugir das situações de constrangimento que têm sido muito constantes. É muita gente, muito inter-relacionamento, muita autoproteção.
No fim do ano passado, o Ministério Público em Brasília cobrou do governo federal explicações sobre o uso indevido de aviões da FAB. Deu um prazo de 60 dias para receber informações sobre os voos que levaram ministros às bases eleitorais e sobre as denúncias de usar as aeronaves para dar caronas para parentes, amigos e até lobistas. O Planalto foi oficialmente notificado no mês passado e tem até março para responder os questionamentos.
Na Comissão de Ética Pública da Presidência, dois processos estão abertos para investigar as denúncias de abuso no uso de aviões da FAB. Doze ministros estão entre os alvos. Em maio do ano passado, 21 ministros de Temer responderam às mesmas acusações. A comissão de Ética arquivou as denúncias e enviou as informações ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público para que os órgãos analisassem a necessidade dos ministros ressarcirem os cofres públicos. Emitiu também duas recomendações: pediu transparência nas informações da agenda oficial dos ministros e respeito à proibição de usarem aviões oficiais para viagens ao local de residência. O presidente da Comissão de Ética Pública, Mauro Menezes, diz que vai analisar se cabem novos processos depois do levantamento da CBN.
- As orientações e as providências são tomadas. Quanto mais se divulgue a utilização abusiva ou indevida das aeronaves, nós teremos condições de atuar com mais efetividade nessas questões.
Com as informações da CBN, o Ministério Público em Brasília também informou que vai solicitar mais detalhamento à Força Aérea Brasileira sobre os registros dos voos realizados no ano passado e reforçar o pedido de explicações ao governo.

REVISTA EXAME


Embraer afunda na Bolsa com ministro contra parceria com a Boeing

Segundo o jornal, o general Joaquim Silva e Luna é contra a criação da joint venture entre a Boeing e Embraer

Karla Mamona Publicada Em 28/02 - 15h56

As ações da Embraer ampliaram queda na tarde desta quarta-feira. Os papéis registravam perdas de 5,87%, sendo negociadas na casa dos 21 reais.
Uma nota publicada pela coluna do Lauro Jardim, no jornal O Globo, afirma que o novo ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, é contra a criação da joint venture entre a Boeing e Embraer.
Segundo o jornal, em reuniões das quais participou sobre o tema, como representante do ministério da Defesa, nunca deixou qualquer margem à dúvida sobre sua posição.
Parceria entre Boeing e Embraer
Ontem, o secretário de comunicação da Presidência, Marcio de Freitas afirmou à Reuters que Michel Temer está avaliando se apóia uma proposta de criação de uma empresa conjunta de aviação comercial entre Boeing e Embraer e que ainda não existe uma definição do governo sobre a parceria das empresas.
O governo se opôs a uma aquisição da Embraer pela Boeing e uma nova proposta envolve a criação de uma terceira empresa que inclui a unidade de aviação comercial da Embraer, excluindo sua unidade de defesa.
“O Ministério da Defesa recebeu e reportou ao presidente. Mas ainda há avaliação sobre a proposta e ainda restam dúvidas sobre o tema”, finalizou Freitas.

PORTAL PALÁCIO DO PLANALTO


Medalha Oswaldo Cruz reconhece contribuição de cidadãos na saúde

Cerimônia no Palácio do Planalto marca a homenagem a 33 pessoas e entidades que realizam trabalho notável no setor

Publicada Em 27/02 17h28

A Medalha de Mérito Oswaldo Cruz reconhece o trabalho desenvolvido por organizações e agentes nas áreas da medicina, higiene e saúde pública, pelas atividades científicas, educacionais e culturais que encampam nesses setores. Nesta terça-feira (27), o presidente da República, Michel Temer, concedeu o prêmio a 33 órgãos e cidadãos em cerimônia no Palácio do Planalto.
Agraciados
Um dos homenageados foi a Força Aérea Brasileira (FAB), que realiza o transporte de órgãos para transplantes no País, além do representante da OPAS, Joaquín Molina; a superintendente das obras sociais Irmã Dulce, Maria Rita Pontes; o secretário de Saúde do estado de São Paulo, David Uip; o jornalista Alexandre Garcia; o ministro da Educação, Mendonça Filho; e entidades como a Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação.
O Prêmio
Desde 1970, o Ministério da Saúde distribui as medalhas a profissionais que se destacaram no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) para o bem-estar da população. Os agraciados são indicados pelo Governo do Brasil.
Título
Oswaldo Cruz foi um dos cientistas responsáveis pelas políticas públicas que contribuíram para a erradicação da febre amarela e da peste bubônica no País em 1907.
Outros homenageados
A homenagem é entregue tanto a cidadãos e entidades brasileiras como também estrangeiras, em três categorias: bronze, prata e ouro. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já foi uma das escolhidas, assim como representantes de órgãos como o Instituto do Câncer e Instituto do Coração.

OUTRAS MÍDIAS


Rádio Jovem Pan (SP) - “Precisamos acabar com preconceito contra as Forças Armadas”, diz Temer ao defender Intervenção no RJ


Publicada Em 28/02 – 18h43

Em entrevista ao programa 3 em 1, o presidente Temer afirmou que o Estado do Rio de Janeiro necessitava de uma intervenção civil, conforme previsto na Constituição. O objetivo do decreto, segundo Temer, é garantir maior administração às Forças Armadas, apesar de o estado já estar com a GLO (Garantia da Lei e da Ordem).
“Quando resolvemos fazer a intervenção foi para dar administração da Segurança Pública e do Setor Penitenciário ao interventor. O governador Pezão veio aqui e pediu para decretar a intervenção. Ao longo do tempo tenho chamado de intervenção cooperativa”, destacou Temer.
O presidente salientou ainda que o objetivo é conectar o combate à criminalidade com programas de natureza social. “Na reunião que fizemos no Rio de Janeiro, eu disse que essa era uma tarefa conjunta que cabe a todos (…) Falei para eles que se as coisas desandarem no Rio de Janeiro será um exemplo muito negativo para os demais estados da Federação. Não fiquei apenas na Intervenção e criei o Ministério Extraordinário da Segurança Pública para coordenar e fazer a integração de toda Segurança Pública em território nacional”, declarou.
Temer ressaltou ainda que neste momento o País precisa de “ordem”, visto que este é o lema de seu governo e da Bandeira. “Ordem significa cumprir rigorosamente a Lei e combater a criminalidade”, completou.
Exagero de FHC
Questionado sobre uma declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que “governo fraco recorre aos militares”, Temer afirmou que houve um exagero de linguagem, uma vez que o tucano possui grande apreço pelas Forças Armadas. “Acompanhei e ajudei muito o governo Fernando Henrique, como líder do PMDB e presidente da Câmara, e tenho impressão de que ele tenha se pautado por um critério dele. Pode ser que num dado momento o governo dele tenha se enfraquecido e pensado nas Forças Armadas”, disse.
“Precisamos acabar com esse preconceito que existe contra as Forças Armadas”, completou.
Previdência não foi sepultada
Já em relação a reforma da Previdência, o presidente da República salientou que a reforma da Previdência foi retirada momentaneamente da pauta legislativa, mas não saiu da pauta politica do País. “Se não fizer neste ano, seguramente o próximo governo vai ter que fazer (…) No ano que vem a previsão é de déficit de R$ 330 bilhões de reais. Ou seja, num dado momento quem vai sofrer é o aposentado e o servidor público que não vai receber a aposentadoria”, destacou.
Temer disse ainda que pode cessar a intervenção e aprovar a proposta. “Se até setembro a intervenção já estiver produzido todos seus efeitos necessários, eu ainda posso fazer cessar o decreto e aprovar a Previdência entre outubro, novembro e dezembro”, finalizou.

Rádio Band News (RJ) - Helicóptero da CORE é atingido na Maré


Carlos Briggs Publicada Em 28/02 – 22h27

A Polícia Civil tenta identificar o autor do tiro que atingiu a mangueira de combustível do helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais durante operação no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. O projétil perfurou o interior da aeronave, atravessou a fuselagem e danificou o equipamento. A tripulação precisou pousar em emergência, na favela Nova Holanda, já que havia risco de incêndio. Ninguém ficou ferido.
Em julho do ano passado, um helicóptero particular, operado pela empresa Ultra-planna Táxi Aéreo, precisou fazer um pouso forçado em São Conrado, na Zona Sul da cidade, após ser atingido por um tiro, quando sobrevoava o morro do Vidigal. O projétil furou o rotor de cauda da aeronave, forçando o pouso. Ninguém se feriu.
Há nove anos, seis policias militares morreram depois que o helicóptero em que estavam foi atingido por um tiro, quando sobrevoava o Morro dos Macacos, em Vila Isabel, Zona Norte da cidade.

Portal Aeroflap - Telebras e Viasat firmam contrato que envolve o satélite estatal SGDC-1


Pedro Viana Publicada Em 28/02

Para melhor uso do satélite estatal SGDC-1, a Telebras e a Viasat firmaram um contrato que vai fornecer um serviço de internet banda larga para clientes em áreas remotas. De acordo com a empresa, esse novo serviço trará internet de alta velocidade e acessível para comunidades não atendidas em cinturões urbanos, bem como em áreas rurais e remotas em todo o Brasil.
Esse serviço será um primeiro estágio para o projeto do governo no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), além disso também permitirá entrar em serviço o Gesac (Eletrônico Governo – Serviço de Atendimento ao Cidadão).
A Telebras é proprietária do SGDC-1, o maior Satélite HTS (High Throughput Satellite) com cobertura em todo o território brasileiro e áreas costeiras, com aproximadamente 58 Gbps, o que representa a soma da capacidade de todos os satélites operacionais que atualmente cobrem o Brasil.
Com esse serviço, a Telebras espera gerar uma receita de US$ 1 bilhão com o uso do satélite nos próximos 10 anos, valor próximo ao esperado para pagar o custo de aquisição e lançamento. Vale lembrar que cerca de 30% da capacidade do satélite é para uso militar, em Banda X.

O contrato entre a Telebras e a Viasat compreende serviços e equipamentos fornecidos pela Viasat e o uso de 100% da capacidade da banda Ka do SGDC-1, oferecendo acesso à internet banda larga em todo o Brasil.

Uma parte do satélite também será utilizada comercialmente, gerando alto lucro para a Telebras, através de links para empresas e aviões.

O SGDC


Lançado no dia 4 de maio DE 2017, a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, o SGDC passou por uma fase de ajustes e testes orbitais sob a coordenação de militares das três Forças Armadas e de engenheiros da fabricante do satélite, a empresa francesa Thales Alenia Space.

No total o satélite tem 57 transponders na Banda KA e cinco na Banda X, o número de transponders não está ligado diretamente a capacidade do satélite, que será 70% direcionada para uso civil e 30% para uso militar. Cerca de 10% da capacidade civil será usada para integrar os sistemas de saúde do Brasil.
As dimensões do SGDC são bem impressionantes, no momento de lançamento do satélite ele pesava 5735 kg, com seus painéis solares abertos o satélite mede 37 metros, e tem 7,1 metros de altura, mesmo quando os painéis estão fechados.

O satélite é capaz de cobrir todo o território nacional e parte do oceano atlântico igualmente 24 horas por dia, graças a sua posição geoestacionária, em que o satélite fica parado na mesma posição apontando para o mesmo alvo. A cobertura na Banda X é diferenciada e capaz de fornecer comunicação em toda a América do Sul para as Forças Armadas.

O projeto é uma parceria entre os Ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e envolve investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões, o governo já investiu R$ 2,046 bilhões no satélite, e ainda deverá pagar mais R$ 724 milhões em até dois anos. O tempo estimado de vida do satélite é de 18 anos, mas pode ser expandido caso haja condições de operação.



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