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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 03/12/2017 / Ameaça nuclear de Kim Jong-un ganha força com novos mísseis



Ameaça nuclear de Kim Jong-un ganha força com novos mísseis ...  


Indústria armamentista norte-coreana realizou diversos avanços tecnológicos nos últimos meses, ainda que especialistas duvidem que consiga atingir os EUA ...  


Carlos Torralba ...  


O arsenal que Kim Jong-un herdou ao chegar ao poder, em 2011, não podia provocar uma explosão como as de Hiroshima e Nagasaki, e seus mísseis não chegavam além dos mil quilômetros. Os últimos testes balísticos ordenados por seu pai, Kim Jong-il, fracassaram. Seis anos depois, e após substituir muitos militares por outros mais jovens com habilidades técnicas, a Coreia do Norte demonstrou nessa semana que seus projéteis podem atingir todo o território de seu grande inimigo, os EUA.

Já no primeiro semestre deixou claro que havia desenvolvido a bomba de hidrogênio, ou termonuclear, pelo menos 15 vezes mais potente do que as de 1945, segundo vários serviços de inteligência estrangeiros. Desde a posse de Donald Trump nos EUA, Pyongyang realizou vários avanços tecnológicos em sua indústria balística, como a propulsão sólida, que reduz a minutos o tempo de lançamento, e o domínio da tecnologia que evita que um míssil intercontinental se desintegre ao regressar à atmosfera.

Após terminar 2016 com dois testes malsucedidos, o líder supremo afirmou em janeiro que logo conseguiriam ter um míssil intercontinental (de alcance superior aos 5.500 quilômetros). Em 4 de julho, o dia da independência dos EUA, a Coreia do Norte o lançou com sucesso. A função principal desse tipo de míssil é poder liberar uma carga nuclear a milhares de quilômetros.

Na madrugada de quarta-feira, Kim Jong-un supervisionou o lançamento do Hwasong-15, o míssil mais sofisticado do regime comunista, com alcance a todo o planeta com exceção da América do Sul. Ainda assim, Pyongyang não demonstrou ser capaz de incorporar um sistema de navegação preciso aos seus mísseis e de conseguir manter a estabilidade ao voar na horizontal. Alguns dos analistas consultados consideram que esse teste demonstrou que Pyongyang já pode dirigir uma carga nuclear aos EUA, outros especialistas acham que estão a dois ou três anos de seu objetivo.

A rapidez com que evoluíram os programas balístico e nuclear de Pyongyang levantou muitas suspeitas entre os analistas. “É óbvio que receberam uma notável ajuda do exterior. Pyongyang não tem capacidade de conseguir avanços tão rápidos e complicados sozinha”, diz Joachim Krause, diretor do Instituto de Segurança da Universidade de Kiel (Alemanha). No começo da corrida armamentista norte-coreana a colaboração da URSS e do Egito foi essencial.

Para as melhorias dos últimos meses há, de acordo com o especialista, duas possíveis explicações: “Que ainda exista um mercado negro de material soviético e existam engenheiros e físicos dispostos a trabalhar clandestinamente, ou que a Rússia, e provavelmente a China, trabalhem ativamente no programa balístico e nuclear norte-coreano”. Os descomunais veículos utilizados para transportar os mísseis intercontinentais são de fabricação chinesa, mas Pequim afirma que sua venda foi exclusivamente para uso civil.

Se Kim Jon-un chegar a ordenar o lançamento de um míssil balístico que leve uma carga nuclear contra território norte-americano, as probabilidades de sucesso seriam muito remotas. “Washington há 13 anos trabalha em um sistema de defesa ad hoc para a ameaça norte-coreana”, explica por telefone Patrick O’Reilly, ex-general norte-americano que dirigiu a Agência de Defesa de Mísseis.

O sistema aéreo de defesa norte-americano é formado por uma série de satélites, radares e sensores capazes de traçar quase instantaneamente a trajetória do míssil inimigo e programar o lançamento de um interceptador. Em caso de ataque, seriam lançados provavelmente entre quatro e cinco interceptadores. “Um pode falhar, mas é quase impossível que todos falhem”, explica O’Reilly.

Washington recentemente realizou um teste no qual lançou um míssil das ilhas Marianas e minutos mais tarde disparou um interceptador da Califórnia que colidiu a milhares de metros de altura contra o projétil. O mecanismo de defesa exige precisão absoluta. “Se o interceptador sai um segundo antes ou depois, passará a cerca de 15 quilômetros de seu alvo”, explica Ian Williams, diretor do programa de Segurança do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (CSIS). O processo de interceptação é totalmente automatizado, exceto pelo fato de um ser humano executar a ordem de intervir. Williams explica que os EUA não contam com mais de 50 interceptadores, e segundo seus cálculos seria possível intervir eficazmente em um máximo de seis ataques.

O regime norte-coreano não se concentrou apenas nos mísseis intercontinentais. Em fevereiro, foi usado pela primeira vez um míssil de propulsão sólida. A passagem de propulsão líquida para sólida permite reduzir o tempo de preparação, programação e lançamento de horas a minutos, e impede por completo que uma força aérea inimiga consiga bombardear a base de lançamento durante sua preparação.

Diferentemente dos testes balísticos, que são imprevisíveis, as imagens de satélite alertam seus vizinhos quando Pyongyang prepara um teste nuclear. Desde 1999, a Coreia do Norte é a única das nove potências nucleares que continua realizando testes atômicos. Seul avisou em março que o Exército norte-coreano estava cavando um túnel para simular uma explosão que seria no mínimo 15 vezes mais potente do que a anterior. A detonação ocorreu em setembro e o cálculo foi bem preciso: de 10 quilotons aumentou para algo entre 100 e 250, segundo as análises norte-americanas e sul-coreanas. O urânio e o plutônio abriram caminho para o deutério, um isótopo do hidrogênio indispensável para evoluir da bomba atômica para a termonuclear. O teste provocou um abalo de 6,3 graus na escala Richter, sentido até na China.

Muito menos atenção recebem os testes submarinos nas águas do mar do Japão. O Pentágono e os serviços de inteligência sul-coreanos prognosticam que no próximo ano o Pukkusong-2, um míssil lançado de um submarino, pode estar em operação. Isso preocupa muito mais Seul e Tóquio do que Washington, apesar de representar um novo perigo para territórios presididos por Trump no Pacífico, como Guam e as ilhas Marianas do Norte. Os sistemas de defesa japonês e sul-coreano estão apontando exclusivamente para o território norte-coreano, e por isso um míssil vindo pelo mar seria muito mais difícil de interceptar.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Mulheres ganham espaço no Exército de Israel


Daniela Kresch, Em Ein Yahav (israel) Publicado Em 03/12 - 02h00

O vaivém de cabos, sargentos, tenentes e capitães é intenso. Todos se preparam para um exercício-surpresa noturno na batalhão Bardelás (guepardo, em hebraico), ao sul do mar Morto, na desértica fronteira com a Jordânia.
A missão: evitar um atentado terrorista simulado a um posto de gasolina. Mas um detalhe distingue esse batalhão de outros da infantaria do Exército israelense: é uma das quatro unidades mistas, nos quais combatentes homens e mulheres treinam juntos.
ImagemO batalhão Bardelás é exemplo de uma revolução no serviço militar do país, o único do mundo no qual o alistamento feminino é obrigatório, assim como o masculino. Em 2017, um recorde de 2.700 mulheres decidiram abrir mão de funções burocráticas em prol de postos de combate 15% a mais do que no ano passado e 500% a mais do que há apenas cinco anos. Elas já são 7% do total de combatentes.
"Dizer combatentes mulheres já não é mais tão esquisito", diz a cabo Netali Shem Tov, 19, há um ano no Bardelás. "Tem chauvinismo em todo lugar, mas aqui temos a possibilidade de mostrar o nosso valor." Netali diz que sua motivação é passar por experiências novas e, quem sabe, abrir caminho para uma carreira como policial ou agente penitenciário.
O aumento segue uma tendência mundial. O governo britânico decidiu em setembro pelo fim da proibição do alistamento do "sexo frágil" para postos de combate.
A RAF (Força Aérea Real, na sigla em inglês) já abriu inscrições. Em 2018, será a vez da Marinha. Nos EUA, o processo começou em 2016, com o alistamento feminino para unidades como a famosa Navy Seals. Em 27 de novembro, foi anunciado que 22 mulheres conseguiram passar pelo primeiro treinamento.
O Bardelás, criado em 2015, é o segundo batalhão misto do Exército de Israel. O primeiro foi o Caracal, em 2000, que, por anos, foi considerado apenas um tubo de ensaio para mulheres mais ousadas. Depois do Bardelás, no entanto, outros dois batalhões surgiram: o Leões do Jordão e o novíssimo Leão do Vale.
Eles refletem o interesse das mulheres em uma participação mais igualitária nas Forças Armadas em um país no qual a segurança é prioridade e farda confere prestígio.
Para dar chance às soldados, o general Mordechai Kahana decidiu, em agosto, baixar a altura da parede de escalada pela qual todos os recrutas da infantaria têm que passar no treinamento final. Ele também aceitou diminuir o peso dos coletes das soldados durante os exercícios.
"Apesar de tudo, o treinamento aqui ainda é do mais alto nível. Carregamos menos peso porque somos mulheres, mas fazemos tudo como os homens", afirma a cabo Danielle Suissa, 19, há oito meses no Bardelás.
Paralelamente, foi anunciado que 13 soldados mulheres das Forças Blindadas começarão a patrulhar a fronteira de Israel com o Egito, em três tanques, em dezembro.
Tudo isso atraiu a atenção dos que consideram as medidas um perigo para a segurança nacional.
A ONG Irmãos em Armas lançou campanha dizendo que mulheres desviam a atenção dos homens em batalhas, além de serem mais fracas e mais suscetíveis a lesões.
Outro grupo de 70 oficiais da reserva divulgou carta pedindo a suspensão do alistamento. "Esse processo coloca sobre o Exército uma nuvem negra e perturbadora".
Em resposta, 350 oficiais da reserva, homens e mulheres, divulgaram carta em prol da integração feminina em posições de combate.
ASSÉDIO SEXUAL
Outras preocupações dão as caras quando se fala na convivência entre moças e rapazes de 18 a 21 anos em bases mistas. Apesar de os dormitórios e banheiros serem totalmente separados, jovens dos dois sexos convivem a maior parte do tempo.
Durante o serviço militar em Israel, 1 em cada 6 mulheres reclama de assédio. Não há números específicos quanto a batalhões mistos, mas a preocupação é clara.
Há sentinelas que evitam que os rapazes entrem nos dormitórios das moças e vice-versa. Quando o batalhão pernoita em campo, a tenda das mulheres é separada da dos homens por um pano.
A sargento Belle Karminski, 20, uma das primeiras mulheres do Bardelás, entende o problema, mas garante que nada sério aconteceu nos quase três anos de existência do batalhão. "Os soldados sabem que não podem fazer besteira porque serão punidos".
Belle lutou para conseguir a posição. Como é filha única, o Exército exigiu que sua mãe aprovasse a opção.
Na prática, só 58% das moças de 18 anos, em Israel, vestem o uniforme militar. As casadas, grávidas e religiosas são dispensadas. Até 2000, serviam num Exército "paralelo": a Corporação das Mulheres ("Chen", na sigla em hebraico). Só em 2001 as mulheres passaram a fazer parte das Forças Armadas "reais".
Hoje, 85% das posições militares estão abertas a elas. Já ultrapassam os homens no percentual de oficiais: 57% contra 43%. Mesmo assim, o estigma ainda é grande.
"Meus amigos riram, no começo. Mas depois viram que não somos de `segunda classe´", conta o primeiro-sargento Sasha Vaknin, 21.
O oficial, que é religioso, teve que superar as suspeitas da noiva. "No treinamento básico, eu ficava muito sem celular. Ela queria saber tudo. No final, nosso relacionamento saiu fortalecido."

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Marinha da Argentina expressa dor por perda de tripulantes de submarino

Autoridade seguirá acompanhando os familiares dos tripulantes e auxiliando em suas necessidades, sem um limite de tempo

O Estado De S.paulo Publicado Em 02/12 - 11h55

BUENOS AIRES - A Marinha da Argentina expressou neste sábado, 2, sua "tremenda dor" pela perda dos 44 tripulantes do submarino ARA San Juan, que desapareceu no dia 15 de novembro.
"O ambiente externo, o tempo transcorrido e a falta de qualquer evidência impedem sustentar um cenário compatível com a vida humana", disse o porta-voz da Marinha, capitão Enrique Balbi.
"Nesse momento de tremenda dor que afeta todos os argentinos, a Marinha reitera categoricamente seu compromisso de continuar com a busca do submarino até esgotar todos os meios ao nosso alcance", completou o porta-voz.

PORTAL UOL


Argentina investiga "contato" a 477 metros de profundidade em busca de submarino.


Afp Publicado Em 02/12 - 18:00

A Armada argentina está investigando, neste sábado, um "contato" a 477 metros de profundidade, com a esperança de encontrar o submarino "ARA San Juan", desaparecido há mais de duas semanas com 44 tripulantes, informou um porta-voz da marinha.

"Um dos contatos se encontra a aproximadamente 477 metros de profundidade. Agora está sendo realizada a calibração do equipamento na água, para durante o dia atingir essa profundidade e visualizar" a zona, indicou o porta-voz Enrique Balbi neste sábado.
O jornal Clarín, que cita um relatório de fontes navais não identificadas, indicou na tarde deste sábado em seu site que foi encontrado um "alvo" no fundo do mar, "de forma alongada" e cujas "dimensões aproximadas são de 62 metros de comprimento e 13 metros de altura sobre o fundo".
O jornal aponta que o submarino desaparecido mede 65,93 metros de comprimento e 15,3 metros de altura.
A AFP tentou confirmar esta informação, mas até o momento não foi possível.
A Armada está inspecionando, ainda, outros três "contatos", como são chamado os sinais ou indícios que devem investigar para tentar encontrar o submarino "ARA San Juan", do qual já não esperam resgatar sobreviventes.
Na quinta-feira, as autoridades argentinas informaram que haviam passado da fase de "resgate" dos tripulantes à de "busca" do submarino.
"O ambiente extremo, o tempo transcorrido e a falta de qualquer evidência impedem sustentar um cenário compatível com a vida humana", afirmou o porta-voz da Armada neste sábado.
"Continuaremos (a busca) até esgotar todos os meios disponíveis", acrescentou.
O último contato do submarino com a base em Mar del Plata ocorreu na manhã do dia 15 de novembro, quando navegava pelo Atlântico Sul, a 450 km da costa.
Em sua última mensagem, o "ARA San Juan" informou que havia superado uma avaria nas baterias - reportada horas antes - provocada pela entrada de água pelo snorkel.
Três horas após a comunicação, um ruído similar a uma explosão ocorreu na mesma zona onde estava o submarino.
No total, 28 navios, nove aeronaves e 4.000 homens participaram das operações de busca nos últimos 15 dias, que contaram com o apoio de 18 países, segundo o comunicado da Marinha.
Ao longo de duas semanas, "foram vasculhadas 557.000 milhas náuticas quadradas de exploração visual e 1.049.479 milhas náuticas quadradas de exploração por radar, sem contato com o submarino".
O "ARA San Juan" havia zarpado no dia 11 de novembro, de Ushuaia (3.200 km ao sul de Buenos Aires) para regressar a Mar del Plata (400 km ao sul da capital).

PORTAL G-1


Marinha argentina descarta que sinal a 477 metros seja de submarino

Robô russo realizou inspeção no local neste sábado (2). Embarcação está desaparecida a 17 dias.

Por G1, São Paulo Publicado Em 02/12 - 20h36

A Marinha da Argentina descartou que o sinal detectado por sonar a 477 metros seja do submarino ARA San Juan, depois de inspeção realizada por um robô russo, neste sábado (2), informa a agência EFE. A embarcação desapareceu no Atlântico Sul há 17 dias e tinha 44 tripulantes a bordo.

As autoridades haviam divulgado que um "contato", como são chamados os indícios encontrados por sensores, mostrava uma deformação de 62 metros de comprimento no fundo do mar.

Na mesma região, onde se fazem as buscas pelo submarino desaparecido, a cerca de 430 quilômetros da costa argentina foram detectados outros 3 "contatos".

Apesar de continuar tentando encontrar a embarcação, o governo argentino já declarou que não há mais possibilidade de existir vida ARA San Juan.


Último contato

O último contato do submarino com a base em Mar del Plata ocorreu na manhã do dia 15 de novembro, quando navegava pelo Atlântico Sul, a 450 km da costa.

Em sua última mensagem, o "ARA San Juan" informou que havia superado uma avaria nas baterias - reportada horas antes - provocada pela entrada de água pelo snorkel.

Três horas após a comunicação, um ruído similar a uma explosão ocorreu na mesma zona onde estava o submarino.

No total, 28 navios, nove aeronaves e 4.000 homens participaram das operações de busca nos últimos 15 dias, que contaram com o apoio de 18 países, segundo o comunicado da Marinha.

Ao longo de duas semanas, "foram vasculhadas 557.000 milhas náuticas quadradas de exploração visual e 1.049.479 milhas náuticas quadradas de exploração por radar, sem contato com o submarino".

O "ARA San Juan" havia zarpado no dia 11 de novembro, de Ushuaia (3.200 km ao sul de Buenos Aires) para regressar a Mar del Plata (400 km ao sul da capital).

AGÊNCIA BRASIL


Reforma da Previdência: governo tenta convencer aliados em reunião neste domingo


Marcelo Brandão Publicado Em 02/12

O presidente Michel Temer vai reunir ministros e líderes de partidos neste domingo (3) para fazer um raio-x de quem está do lado do governo na votação da reforma da Previdência na Câmara. O encontro, marcado para a tarde - ainda sem horário definido -, será na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Segundo fontes próximas ao presidente da República, a intenção do governo é votar a reforma na semana do dia 11 de dezembro.
Devem participar do encontro os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marco Pereira; dos Transportes, Maurício Quintella; das Cidades, Alexandre Baldy; e da Casa Civil, Eliseu Padilha. O secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, também participará da reunião, segundo o Palácio do Planalto.
Entre os presidentes de partidos, são aguardados no encontro os dirigentes do PMDB, PP, PSD, DEM, PRB, PTB, Solidariedade e PSC. O líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE), o líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), também estão na lista de convidados.
Assim como foi feito nas vésperas da votação da segunda denúncia contra Temer na Câmara, o governo fará um levantamento entre os parlamentares de partidos da base para saber quantos votos têm pela reforma. O Executivo quer votar a reforma na Câmara ainda este ano. O último dia de atividades no Congresso antes do recesso parlamentar é 22 de dezembro.
Na semana que vem, o governo se mobilizará para obter os votos que faltam para fechar os 308 necessários para aprovar a reforma na Câmara, com estratégias como conversas diretas de Temer com deputados e atuação dos líderes da base aliada para convencer os indecisos.

PORTAL EL PAÍS


Ameaça nuclear de Kim Jong-un ganha força com novos mísseis

Indústria armamentista norte-coreana realizou diversos avanços tecnológicos nos últimos meses, ainda que especialistas duvidem que consiga atingir os EUA

Carlos Torralba, Madri Publicado Em 03/12 - 01h00

O arsenal que Kim Jong-un herdou ao chegar ao poder, em 2011, não podia provocar uma explosão como as de Hiroshima e Nagasaki, e seus mísseis não chegavam além dos mil quilômetros. Os últimos testes balísticos ordenados por seu pai, Kim Jong-il, fracassaram. Seis anos depois, e após substituir muitos militares por outros mais jovens com habilidades técnicas, a Coreia do Norte demonstrou nessa semana que seus projéteis podem atingir todo o território de seu grande inimigo, os EUA.
Já no primeiro semestre deixou claro que havia desenvolvido a bomba de hidrogênio, ou termonuclear, pelo menos 15 vezes mais potente do que as de 1945, segundo vários serviços de inteligência estrangeiros. Desde a posse de Donald Trump nos EUA, Pyongyang realizou vários avanços tecnológicos em sua indústria balística, como a propulsão sólida, que reduz a minutos o tempo de lançamento, e o domínio da tecnologia que evita que um míssil intercontinental se desintegre ao regressar à atmosfera.
Após terminar 2016 com dois testes malsucedidos, o líder supremo afirmou em janeiro que logo conseguiriam ter um míssil intercontinental (de alcance superior aos 5.500 quilômetros). Em 4 de julho, o dia da independência dos EUA, a Coreia do Norte o lançou com sucesso. A função principal desse tipo de míssil é poder liberar uma carga nuclear a milhares de quilômetros.
Na madrugada de quarta-feira, Kim Jong-un supervisionou o lançamento do Hwasong-15, o míssil mais sofisticado do regime comunista, com alcance a todo o planeta com exceção da América do Sul. Ainda assim, Pyongyang não demonstrou ser capaz de incorporar um sistema de navegação preciso aos seus mísseis e de conseguir manter a estabilidade ao voar na horizontal. Alguns dos analistas consultados consideram que esse teste demonstrou que Pyongyang já pode dirigir uma carga nuclear aos EUA, outros especialistas acham que estão a dois ou três anos de seu objetivo.
A rapidez com que evoluíram os programas balístico e nuclear de Pyongyang levantou muitas suspeitas entre os analistas. “É óbvio que receberam uma notável ajuda do exterior. Pyongyang não tem capacidade de conseguir avanços tão rápidos e complicados sozinha”, diz Joachim Krause, diretor do Instituto de Segurança da Universidade de Kiel (Alemanha). No começo da corrida armamentista norte-coreana a colaboração da URSS e do Egito foi essencial. Para as melhorias dos últimos meses há, de acordo com o especialista, duas possíveis explicações: “Que ainda exista um mercado negro de material soviético e existam engenheiros e físicos dispostos a trabalhar clandestinamente, ou que a Rússia, e provavelmente a China, trabalhem ativamente no programa balístico e nuclear norte-coreano”. Os descomunais veículos utilizados para transportar os mísseis intercontinentais são de fabricação chinesa, mas Pequim afirma que sua venda foi exclusivamente para uso civil.
Se Kim Jon-un chegar a ordenar o lançamento de um míssil balístico que leve uma carga nuclear contra território norte-americano, as probabilidades de sucesso seriam muito remotas. “Washington há 13 anos trabalha em um sistema de defesa ad hoc para a ameaça norte- coreana”, explica por telefone Patrick O’Reilly, ex-general norte-americano que dirigiu a Agência de Defesa de Mísseis.
O sistema aéreo de defesa norte-americano é formado por uma série de satélites, radares e sensores capazes de traçar quase instantaneamente a trajetória do míssil inimigo e programar o lançamento de um interceptador. Em caso de ataque, seriam lançados provavelmente entre quatro e cinco interceptadores. “Um pode falhar, mas é quase impossível que todos falhem”, explica O’Reilly.
Washington recentemente realizou um teste no qual lançou um míssil das ilhas Marianas e minutos mais tarde disparou um interceptador da Califórnia que colidiu a milhares de metros de altura contra o projétil. O mecanismo de defesa exige precisão absoluta. “Se o interceptador sai um segundo antes ou depois, passará a cerca de 15 quilômetros de seu alvo”, explica Ian Williams, diretor do programa de Segurança do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (CSIS). O processo de interceptação é totalmente automatizado, exceto pelo fato de um ser humano executar a ordem de intervir. Williams explica que os EUA não contam com mais de 50 interceptadores, e segundo seus cálculos seria possível intervir eficazmente em um máximo de seis ataques.
O regime norte-coreano não se concentrou apenas nos mísseis intercontinentais. Em fevereiro, foi usado pela primeira vez um míssil de propulsão sólida. A passagem de propulsão líquida para sólida permite reduzir o tempo de preparação, programação e lançamento de horas a minutos, e impede por completo que uma força aérea inimiga consiga bombardear a base de lançamento durante sua preparação.
Diferentemente dos testes balísticos, que são imprevisíveis, as imagens de satélite alertam seus vizinhos quando Pyongyang prepara um teste nuclear. Desde 1999, a Coreia do Norte é a única das nove potências nucleares que continua realizando testes atômicos. Seul avisou em março que o Exército norte-coreano estava cavando um túnel para simular uma explosão que seria no mínimo 15 vezes mais potente do que a anterior. A detonação ocorreu em setembro e o cálculo foi bem preciso: de 10 quilotons aumentou para algo entre 100 e 250, segundo as análises norte-americanas e sul-coreanas. O urânio e o plutônio abriram caminho para o deutério, um isótopo do hidrogênio indispensável para evoluir da bomba atômica para a termonuclear. O teste provocou um abalo de 6,3 graus na escala Richter, sentido até na China.
Muito menos atenção recebem os testes submarinos nas águas do mar do Japão. O Pentágono e os serviços de inteligência sul-coreanos prognosticam que no próximo ano o Pukkusong-2, um míssil lançado de um submarino, pode estar em operação. Isso preocupa muito mais Seul e Tóquio do que Washington, apesar de representar um novo perigo para territórios presididos por Trump no Pacífico, como Guam e as ilhas Marianas do Norte. Os sistemas de defesa japonês e sul-coreano estão apontando exclusivamente para o território norte-coreano, e por isso um míssil vindo pelo mar seria muito mais difícil de interceptar.

PORTAL IG -ÚLTIMO SEGUNDO


"Vamos fazer o possível e o impossível", diz Temer sobre reforma da Previdência

De acordo com o presidente, governo vai verificar "até quinta ou sexta-feira" se conquistou o apoio necessário para aprovação da reforma da Previdência

último Segundo - Ig Publicado Em 02/12 - 13h34

Presidente Michel Temer pretende levar votação para o plenário da Câmara ente os dias 12 e 14 de dezembro

O presidente Michel Temer garantiu que vai fazer "o possível e o impossível" para aprovar a reforma da Previdência . As afirmações foram realizadas durante entrega de residências do programa Minha Casa Minha Vida em Limeira, no interior de São Paulo.

PORTAL DEFESANET


Vale a pena investir no empreendedor brasileiro


Graciliano Campos, Diretor Presidente Da Novaer Publicado Em 02/12 - 14h32

ImagemA NOVAER acredita que é hora de inverter a espiral divergente dos custos de desenvolvimento, particularmente na área da Defesa, em sintonia com orçamentos mais controlados. Um exemplo cabal disso foi o desenvolvimento da aeronave B-250 para a empresa Calidus LLC, dos Emirados Árabes. O protótipo foi uma das principais atrações da Dubai Air Show, encerrada no último dia 16 em Dubai.
Trata-se da única aeronave de ataque leve projetada no século 21, especificamente para realizar missões COIN (combate de insurgência), CAS (apoio aéreo aproximado) e ISR (inteligência, vigilância e reconhecimento) e de treinamento avançado.
O acordo com a Calidus permitiu que as exportações de serviços e produtos de alta tecnologia fossem incluídas na balança comercial brasileira para os Emirados Árabes Unidos, que até então era dominada por commodities, representando cerca de 5% das exportações totais para esse país.
O custo do programa representa menos da metade de qualquer projeto dessa natureza já desenvolvido no mundo. Isso foi possível devido à estrutura lean de NOVAER e à filosofia inovadora de gerenciamento de programas. A NOVAER se sente honrada por ter merecido a confiança da Calidus nesta parceria.
Vale ressaltar que, mesmo beneficiada com recursos não reembolsáveis da FINEP em 2010, a Novaer atingiu um nível de maturidade e faturamento que a permitiu retribuir aos cofres públicos várias vezes os valores recebidos no passado. Isso porque a companhia se destaca com quebra de paradigmas e entrega de soluções inovadoras e completas em tempo recorde, aliando desenvolvimento com a transferência de tecnologia.
Em relação ao B-250, concebemos, projetamos e fabricamos uma aeronave complexa e sofisticada, totalmente em fibra de carbono, e voamos o primeiro protótipo 25 meses após o início dos trabalhos. Algo inédito na história da indústria aeronáutica. Um feito que deve ser creditado também a uma equipe que compreende um mix de profissionais veteranos de “cabeça branca”, originária do cluster aeronáutico brasileiro, centrado em São José dos Campos, com jovens talentos que despontam no mercado.
Acredito que a capacidade de fornecer soluções eficientes e inovadoras para as aeronaves e seus sistemas nos trará novas parcerias além do programa B-250 e gerará novos negócios para ambas as empresas. A NOVAER provou ser capaz de realizar desenvolvimentos desafiadores no setor aeronáutico e de defesa. Um diferencial da empresa é oferecer a possibilidade de fabricar ela mesma o produto desenvolvido, ou transferir a tecnologia de fabricação para o cliente, em todos os níveis, desde a montagem final até a total autonomia, incluindo a propriedade intelectual do produto.
Temos orgulho de poder dizer que somos um case de sucesso desse tipo de parceria. Olhando sob este prisma econômico, a NOVAER foi um excelente “investimento” do Estado brasileiro. Este contrato permitiu, em que pese a grave crise financeira brasileira, que a NOVAER crescesse mais de 10 vezes nos últimos dois anos, gerando aproximadamente 200 empregos altamente especializados e mais de 600 empregos indiretos, uma vez que utilizamos toda a estrutura existente no polo aeronáutico brasileiro.
O cenário brasileiro sempre foi desafiador. A empresa vai completar 20 anos e amadureceu nesse ambiente que exige muita flexibilidade, mas também humildade e perseverança. O importante é acreditar nas possibilidades que existem para além dos desafios. Em tempos de crise, esta é a mensagem que queremos passar: a de que vale a pena investir no empreendedor brasileiro. Bastam apenas ética, boa vontade e determinação, pois competência o brasileiro tem de sobra.

OUTRAS MÍDIAS


Folha Militar Online


FAB cria canal de comunicação direcionado aos militares que não estão mais no serviço ativo

Publicado em 02/12
A Força Aérea Brasileira criou o Reserva Interativa, um novo canal de comunicação com aqueles que sempre farão parte da família Força Aérea Brasileira (FAB). O objetivo é estabelecer relações duradouras com os militares da Reserva.
Para fazer parte, não é necessário cadastramento, basta acessar o site. A página apresenta ícones que direcionam para serviços sobre Saúde, Capacitação, História e Cultura, Acesso ao Contracheque, Catálogo COMAER e Biblioteca da Aeronáutica, além de espaços sobre Qualidade de Vida, Finanças Pessoais e muito mais.
Também está disponível um Fale Conosco específico para os reservistas, um local para cadastramento exclusivo e um espaço para divulgação de eventos que ocorrem por todo o País.

FOLHA DA REGIÃO (SP)


Dilador: Primeiros meses de mandato foram para organizar a casa

Está tudo muito difícil, diz prefeito
Ronaldo Ruiz Galdino
Publicado em 02/12 - 14h01
Com uma situação financeira apertada, o prefeito de Araçatuba, Dilador Borges (PSDB), disse que não conseguiu ainda fazer nenhuma grande obra. Porém, o tucano afirmou que sua gestão está tentando colocar a casa em ordem, além de realizar alguns serviços como tapa-buracos, recapes e limpeza da cidade.
Um dos feitos de sua gestão até aqui foi a licença para ampliar o atual aterro sanitário, resolvendo a questão do destino dos resíduos sólidos do município. Dilador disse que sempre acreditou nessa possibilidade, mas que a maioria das pessoas achava que isso nunca iria acontecer. Entretanto, para conseguir uma licença, o prefeito precisou ir à própria Aeronáutica, em Brasília, explicar a situação de Araçatuba.
Entre os compromissos de sua campanha, o chefe do Executivo comentou que está em andamento seu projeto de ligar a avenida Joaquim Pompeu de Toledo à rodovia Marechal Rondon. Segundo Dilador, o planejamento da obra deverá estar pronto até o começo do próximo ano. "Essa é a primeira obra nossa de impacto", afirmou o tucano.
Confira trechos da entrevista que ele concedeu à Folha da Região:
Qual o balanço que o senhor faz desse período de quase um ano de mandato? O que o senhor conseguiu fazer? O que não deu tempo?
- Quando se pega (uma administração) em um momento econômico difícil e uma casa desorganizada como nós pegamos, 11 meses não são nada. Estamos reorganizando. Fizemos algumas coisas. Está tudo muito difícil, como o contrato emergencial para o lixo, o transporte também é emergencial e várias outras coisas que estão perto do vencimento. Está difícil para fechar o ano, mas tenho na minha consciência que o saldo que esta administração está deixando já é positivo. Se nós não tivéssemos feito uma administração responsável com certeza não teríamos chegado até aqui.



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