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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 02/09/2017 / Presidente da Infraero diz que não é contra concessões, mas defende "melhor preparação da empresa"



Presidente da Infraero diz que não é contra concessões, mas defende "melhor preparação da empresa" ...  


Ele participou de uma palestra em Belo Horizonte. Na semana passada,  documento "reservado" enviado a ministro, relata preocupação com o futuro da empresa ...  


Raquel Freitas ...  


O presidente da Infraero, Antônio Claret, afirmou nesta sexta-feira (1º) que não é contra as concessões dos aeroportos propostas pelo governo federal, mas disse que defende “a melhor preparação da empresa para este momento”. A declaração foi feita em Belo Horizonte antes de ele participar de uma palestra na Sociedade Mineira dos Engenheiros.

“Eu faço parte do governo e, como parte do governo federal, defendo os projetos que lá estão transitando e que estão sendo desenvolvidos para melhorar a situação do país. O que eu defendo é a melhor preparação da empresa para este momento”, ressaltou.

Um documento, enviado por Claret ao Ministério dos Transportes, aponta que conceder à iniciativa privada alguns dos aeroportos lucrativos da Infraero irá gerar gastos extras de mais de R$ 3 bilhões por ano ao governo federal e manterá a estatal no vermelho por mais de 15 anos, com um déficit de cerca de R$ 400 milhões anuais. O G1 teve acesso ao documento, de 17 de agosto, classificado como "reservado".

No último dia 23, o governo federal anunciou 57 privatizações para aliviar o rombo das contas públicas. Na lista estão 18 aeroportos, entre eles os de Congonhas e do Recife, dois dos mais lucrativos da Infraero.

“É um ofício reservado que eu fiz a um ministro, alertando para a situação que poderia ficar a Infraero ao liberar, em momento errado, 13 aeroportos importantes na rede Infraero. Principalmente Cuiabá, Congonhas e o que nós estamos chamando da área de turismo, que do é do Nordeste, liderada por Recife”, explicou.

De acordo com o presidente da estatal, os nove pontos colocados por ele no documento estão sendo avaliados pelo governo. “Nós estamos trabalhando para mostrar que a privatização, sim, pode e deve. Nós devemos colocar a iniciativa privada dentro do processo e próximo da área pública, mas tem que saber o momento para não ter perdas pesadas para o próprio governo porque existe uma diferença entre o resultado financeiro e o resultado econômico”, disse.

Durante a palestra, ele também falou sobre o assunto. “A minha posição hoje é "take it easy", vamos "devagarinho". É possível nós termos um melhor resultado se tivermos um tempo um pouquinho maior para poder estruturar esse projeto.

(...) Nós estamos discutindo uma pequena questão de "timing"". Ele reforçou aos presentes que não está fazendo oposição ao governo. Segundo Claret, a meta dele à frente da Infraero é preparar a empresa, enxugá-la em e abrir capital.

Ele ainda afirmou acreditar que, se houver “muito empenho”, ao final do mandato de Temer, o governo poderá estar próximo de realizar o leilão dos aeroportos. Ponderou, entretanto, que os prazos não são fáceis de serem atingidos.

Aeroporto da Pampulha
O projeto para reativação de voos no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, também foi apresentado por Claret e por uma equipe de diretores da Infraero na palestra. Segundo eles, o objetivo da empresa é trazer de volta para a população de Minas a “operação plena” do terminal.

“Os voos para a Pampulha, em sua maioria, já estão autorizados do ponto de vista técnico. A Pampulha está pronta tecnicamente para receber os voos necessários à continuidade dos negócios e crescimento da cidade de Belo Horizonte”, afirmou o presidente da estatal.

Segundo ele, há autorização para que voos originários da Pampulha sigam para capitais, desde que façam escala em outra cidade do interior. Entretanto, os voos originados do interior com destino a uma capital com escala na Pampulha não estão autorizados. “O que nós precisamos agora é que o governo, através do Ministério dos Transportes, aprove, faça uma adequação a uma portaria (...) que limita os voos [direto da Pampulha] para as capitais”, disse.

De acordo com o diretor de Operações, João Jordão, para que jatos voltem a operar no local, foram feitas diversas adequações, como na sinalização, na torre de controle e na área do saguão. Há ainda uma previsão para construção de uma área comercial e de um edifício-garagem. O objetivo é que os espaços sejam explorados pela inciativa privada, que deverá investir cerca de R$ 350 milhões.

Jordão disse também que uma companhia área já apresentou uma proposta de rotas que fariam a ligação de cidades do interior a outras capitais, passando pela Pampulha. Segundo ele, há ainda discussão com outras duas aéreas. Outro projeto é transformar o aeroporto em um “hub” de turismo, o que está sendo tratado com uma empresa do ramo.

Também foram apresentadas as obras de revitalização que estão sendo feitas no Aeroporto Carlos Prates, localizado na Região Noroeste da capital. De acordo com Jordão, os investimentos são da ordem de R$ 500 mil. Para o local, a Infraero propõe a instalação de um terminal logístico.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Militares brasileiros começam a deixar o Haiti


O ministro da Defesa Raul Jungmann esteve nesta quinta-feira em Porto Príncipe para acompanhar a retirada dos últimos capacetes azuis brasileiros do Haiti, que estavam presentes no país há 13 anos. No total foram enviados cerca de 37,5 mil militares: vinte e cinco morreram durante o período, incluindo dois generais.

REVISTA ISTO É


Com altos e baixos, Brasil cumpre missão militar no Haiti


Afp

O Brasil encerra nesta semana 13 anos de operação militar no Haiti sob seu comando, em meio a discrepâncias envolvendo os benefícios desta missão de paz da ONU para o país mais pobre das Américas.
Instalada em 2004 após uma rebelião armada que derrubou o presidente Jean Bertrand Aristide, a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) foi a primeira desse tipo dirigida e integrada em sua maioria por sul-americanos, 70% provenientes de Brasil, Argentina, Uruguai e Chile.
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse à AFP que a avaliação desses treze anos de missão é “extremamente positiva”.
“Quando nós iniciamos essa missão, o Haiti vivia uma situação de guerra civil, de profunda instabilidade e de muita violência”, afirmou Jungmann antes de viajar a Porto Príncipe para participar da cerimônia que conclui a participação de tropas brasileiras na ilha, atualmente de aproximadamente 950 soldados.
“Hoje, quando nós deixamos o país, ele se encontra pacificado, tem estabilidade, existem forças policiais que asseguram a segurança e também foram feitas eleições livres e democráticas”, acrescentou.
A fim de reforçar a segurança e os trabalhos humanitários durante o primeiro período, a missão foi prorrogada em 2010, quando um terremoto devastou as já castigadas estruturas do país e deixou 220.000 mortos.
Após o terremoto houve uma epidemia de cólera -introduzida pelos próprios capacetes azuis do Nepal- que matou mais de 10.000 pessoas e em outubro do ano passado o furacão Matthew deixou mais 550 vítimas fatais.
– Benefício para quem? –
A Minustah favoreceu um treinamento de ponta para os mais de 37.000 soldados brasileiros que passaram pela ilha ao longo desses 13 anos, quando contabilizou apenas 27 baixas, a maioria devido ao terremoto.
A experiência dos soldados que instalaram quartéis nos principais bairros de Porto Príncipe foram o embrião das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) implantadas nas favelas do Rio de Janeiro na última década.
A liderança da Minustah também serve de credencial para a futura candidatura do Brasil a novas missões de paz em outras partes do mundo.
Para o doutor em Relações Internacionais e representante especial da OEA no Haiti entre 2009 e 2011, Ricardo Seitenfus, a Minustah “foi muito mais importante para o Brasil do que para o Haiti”.
Além de aproximar o Brasil de seus parceiros regionais, a missão enviada durante o primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva funcionou “como um cartão de visita da diplomacia brasileira”, afirmou Seitenfus em entrevista à AFP.
Apesar dos benefícios trazidos para o Brasil, a presença estrangeira na ex-colônia francesa não deveria ter se estendido além de 2010, opina o especialista.
“O Haiti precisava de uma pequena e curta missão de paz, porque não tinha problema de guerra civil, não tinha possibilidades de genocídio, de conflitos religiosos, raciais”, avalia.
“O problema do Haiti era pura e exclusivamente de segurança pública, que devia ser vinculado muito mais a uma inteligência policial e a uma ação policial do que a uma intervenção militar”, explica.
A introdução do cólera e os escândalos sexuais acabaram manchando a atuação dos capacetes azuis, que, segundo Seitenfus, deveriam ter sido substituídos depois do terremoto por uma operação focada no desenvolvimento econômico.
– E agora? –
Quando os soldados estrangeiros partirem, no dia 15 de outubro, a ONU destacará uma nova missão chamada Missão das Nações Unidas para o apoio da justiça no Haiti (Minujusth).
Esta nova força será encarregada de formar, ao longo de dois anos, os agentes da polícia nacional haitiana e contará com cerca de 1.275 policiais internacionais.
Profissionalizar seus policiais é um aspecto chave para este país, que desmobilizou seu exército em 1995 para afastar a ameaça de um novo golpe militar.
A Polícia Nacional do Haiti (PNH), criada neste ano, conta atualmente com 13.000 agentes, um número insuficiente para garantir a segurança de cerca de 11 milhões de habitantes.
Após dois anos de crise eleitoral, o Haiti conseguiu renovar a totalidade de seu quadro político, mas a situação da ilha continua sendo preocupante: ostenta o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das Américas, com mais de 70% das moradias sem saneamento básico e 40% da população analfabeta.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


A comitiva presidencial e o comprador de vinhos


Leonardo Cavalcanti

Antes de embarcar para a China na comitiva presidencial, um dos parlamentares procurou um sommelier de um restaurante badalado de Brasília para pedir indicações de vinhos. A ideia era aproveitar as escalas internacionais para comprar a bebida a preços mais em conta. As sugestões do especialista para o político foram os grand cru classé franceses.
Tais vinhos estão entre os melhores e mais caros da França e são originários da região de Bordeaux. Uma garrafa custa, pelo menos, R$ 500. A cota para compra de bens em viagens internacionais, entretanto, é de US$ 500 (R$ 1.575) — somados a um adicional em free shops. Assim, a depender da sede do político, ele teria de se contentar em comprar apenas seis unidades da bebida.
Todos os aviões da frota da Força Aérea Brasileira (FAB), que inclui a aeronave presidencial, passam por inspeções da Receita e da Polícia Federal. Ao pousar em solo nacional, técnicos dos dois órgãos se deslocam até a base para carimbar passaportes e verificar bagagens. Nos casos de estouro de cotas, há multas ou retenção dos produtos.
Em 1994, o então secretário da Receita Federal, Osiris Lopes Filho, pediu demissão do cargo depois que a alfândega do Rio de Janeiro liberou as bagagens de jogadores da Seleção. Durante o governo Itamar Franco, Osiris não viu motivos para que os tetracampeões deixassem de pagar imposto relativo ao excesso de bagagem trazida dos Estados Unidos.

PORTAL G-1


Canadá bloqueia painel pedido pelo Brasil na OMC por subsídios à Bombardier, país pode recorrer

O país pode voltar a solicitar a criação de um painel, sem opção de bloqueio pelo Canadá.

Agencia Efe

O Canadá bloqueou nesta quinta-feira (31) um pedido do Brasil para a criação de um painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para examinar se os subsídios dados pelo país e pela província de Québec à Bombardier, uma das principais concorrentes da Embraer viola as normas do órgão.
O Brasil pode voltar a solicitar a criação de um painel na próxima reunião do Órgão de Solução de Controvérsias, em setembro. Caso seja essa a opção, o Canadá não poderá mais bloquear a criação de um grupo especial para avaliar a legalidade dos incentivos.
O Brasil alega que os subsídios canadenses, que incluiriam empréstimos, subvenções, injeções de capital e vantagens fiscais, constituem mecanismos proibidos e recorrentes, ou seja, que podem ser alvo de impugnação na OMC ou dar lugar à aplicação de medidas compensatórias.
Segundo o governo brasileiro, sem as medidas de apoio do Canadá e da província do Quebéc à Bombardier, que totalizariam cerca de US$ 3 bilhões, o modelo C-Series da fabricante não teria sobrevivido.
Ainda de acordo com o governo brasileiro, novos subsídios já foram anunciados, o que pode aumentar ainda mais as distorções no setor aeronáutico, em detrimento da Embraer;
Preocupa ao Brasil que, como resultado dessas medidas, as condições de concorrência internacional favoreçam "injustamente" a Bombardier e seus fornecedores. Ainda há a ameaça de que isso cause prejuízos mais amplos à indústria aeronáutica brasileira.
A Embraer afirmou em fevereiro que os subsídios canadenses beneficiaram a Bombardier com uma quantia superior aos US$ 4 bilhões. Segundo o presidente da empresa brasileira, Paulo César Silva, a concorrente continua recebendo esses auxílios.
Terceira maior fabricante de aviões do mundo, a Embraer tem como nicho de mercado o segmento de voos regionais, no qual compete há vários anos contra a Bombardier. No período, as duas empresas protagonizaram diferentes litígios.
Em fevereiro deste ano, o Brasil pediu a realização de consultas sobre o caso com o Canadá. No mesmo mês, Japão, Estados Unidos e União Europeia (UE) decidiram participar do processo.
Posteriormente, o Canadá informou à OMC que tinha aceitado as três solicitações de associação às consultas.
Hoje, no entanto, na reunião do Órgão de Solução de Controvérsias da OMC, o Canadá disse que não podia apoiar a criação de um painel como tinha sido solicitado pelo Brasil, já que confia que suas medidas de apoio à Bombardier são consistentes com as obrigações do país dentro da instituição multilateral de comércio.

Conteúdo tóxico e inflamável de 38 cilindros já foi destruído em alto mar

Operação especial começou no dia 24 de agosto. Ao todo, os gases de 115 cilindros serão destruídos.

G1 Santos

Cerca de 33% dos cilindros que estavam com gases tóxicos e inflamáveis no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, já foram destruídos em alto-mar até essa quinta-feira (31). A operação especial começou no dia 24 de agosto e a previsão é que seja realizada por, pelo menos, mais três semanas.
Dos 115 cilindros que passariam pelo procedimento, 38 já foram destruídos, segundo o Ibama. A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), responsável pela ação, informou que os primeiros produtos a serem destruídos foram o Diborano e o Diazometano, considerados os de maior periculosidade para a operação, em função de apresentarem maior probabilidade de explosão. Os cilindros que deveriam passar pelo processo de guilhotina já tiveram as substâncias destruídas.
“Está tudo muito bom, está superando as nossas expectativas, sendo realizado com sucesso. São vários processos de destruição, os profissionais estão intercalando. Quando o tempo está ruim, eles não podem fazer nada. Então, não tem uma previsão para o término da operação”, falou a agente ambiental do Ibama, Ana Angélica Alabarce. Segundo ela, não houve qualquer incidente e o cronograma segue o estabelecido.
Nesta quinta-feira (31), representantes da Defesa Civil do Estado, da Baixada Santista e do Corpo de Bombeiros estiveram em Santos, e receberam detalhes da operação, que começou na manhã do dia 24 de agosto. Um comboio com 13 embarcações saiu do Porto de Santos e demorou quase um dia para chegar ao ponto da destruição dos cilindros, a aproximadamente 90 quilômetros de distância do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos (PEMLS).
Uma restrição passou a vigorar desde o dia 25 de agosto quando a balsa com os cilindros foi fundeada, estabelece 92 quilômetros (50 milhas) de raio de segurança no mar, impedindo qualquer embarcação de navegar na região. A Marinha do Brasil emitiu um alerta aos navegantes para evitar acidentes. A Aeronáutica também monitora a área.
Cilindros
A existência dos cilindros de 20 anos foi revelada depois que a Codesp solicitou autorização ao Conselho Municipal de Meio Ambiente de Guarujá para queimar os gases na cidade, dentro da Base Aérea. O pedido foi negado, e o Ministério Público solicitou que a estatal apresentasse um novo plano.
A solução apresentada pela Codesp, em acordo com órgãos ambientais federais e as Forças Armadas, foi a de destruí-los em alto-mar. O planejamento da operação ocorreu durante dois meses e foi executada na manhã de quinta-feira. O cais santista foi bloqueado na ocasião.
Pelo armazenamento irregular e pelo vazamento de gases durante o manuseio dos cilindros durante a troca de armazéns, a pedido do Corpo de Bombeiros, a Codesp foi multada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) em duas ocasiões, em R$ 50 mil e em R$ 500 mil.

Presidente da Infraero diz que não é contra concessões, mas defende "melhor preparação da empresa"

Ele participou de uma palestra em Belo Horizonte. Na semana passada, G1 mostrou documento "reservado" enviado a ministro, relatando preocupação com o futuro da empresa.

Raquel Freitas G1 Mg, Belo Horizonte

O presidente Infraero, Antônio Claret, afirmou nesta sexta-feira (1º) que não é contra as concessões dos aeroportos propostas pelo governo federal, mas disse que defende “a melhor preparação da empresa para este momento”. A declaração foi feita em Belo Horizonte antes de ele participar de uma palestra na Sociedade Mineira dos Engenheiros.
“Eu faço parte do governo e, como parte do governo federal, defendo os projetos que lá estão transitando e que estão sendo desenvolvidos para melhorar a situação do país. O que eu defendo é a melhor preparação da empresa para este momento”, ressaltou.
Um documento, enviado por Claret ao Ministério dos Transportes, aponta que conceder à iniciativa privada alguns dos aeroportos lucrativos da Infraero irá gerar gastos extras de mais de R$ 3 bilhões por ano ao governo federal e manterá a estatal no vermelho por mais de 15 anos, com um déficit de cerca de R$ 400 milhões anuais. O G1 teve acesso ao documento, de 17 de agosto, classificado como "reservado".
No último dia 23, o governo federal anunciou 57 privatizações para aliviar o rombo das contas públicas. Na lista estão 18 aeroportos, entre eles os de Congonhas e do Recife, dois dos mais lucrativos da Infraero.
“É um ofício reservado que eu fiz a um ministro, alertando para a situação que poderia ficar a Infraero ao liberar, em momento errado, 13 aeroportos importantes na rede Infraero. Principalmente Cuiabá, Congonhas e o que nós estamos chamando da área de turismo, que do é do Nordeste, liderada por Recife”, explicou.
De acordo com o presidente da estatal, os nove pontos colocados por ele no documento estão sendo avaliados pelo governo. “Nós estamos trabalhando para mostrar que a privatização, sim, pode e deve. Nós devemos colocar a iniciativa privada dentro do processo e próximo da área pública, mas tem que saber o momento para não ter perdas pesadas para o próprio governo porque existe uma diferença entre o resultado financeiro e o resultado econômico”, disse.
Durante a palestra, ele também falou sobre o assunto. “A minha posição hoje é "take it easy", vamos "devagarinho". É possível nós termos um melhor resultado se tivermos um tempo um pouquinho maior para poder estruturar esse projeto. (...) Nós estamos discutindo uma pequena questão de "timing"". Ele reforçou aos presentes que não está fazendo oposição ao governo. Segundo Claret, a meta dele à frente da Infraero é preparar a empresa, enxugá-la em e abrir capital.
Ele ainda afirmou acreditar que, se houver “muito empenho”, ao final do mandato de Temer, o governo poderá estar próximo de realizar o leilão dos aeroportos. Ponderou, entretanto, que os prazos não são fáceis de serem atingidos.
Aeroporto da Pampulha
O projeto para reativação de voos no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, também foi apresentado por Claret e por uma equipe de diretores da Infraero na palestra. Segundo eles, o objetivo da empresa é trazer de volta para a população de Minas a “operação plena” do terminal.
“Os voos para a Pampulha, em sua maioria, já estão autorizados do ponto de vista técnico. A Pampulha está pronta tecnicamente para receber os voos necessários à continuidade dos negócios e crescimento da cidade de Belo Horizonte”, afirmou o presidente da estatal.
Segundo ele, há autorização para que voos originários da Pampulha sigam para capitais, desde que façam escala em outra cidade do interior. Entretanto, os voos originados do interior com destino a uma capital com escala na Pampulha não estão autorizados. “O que nós precisamos agora é que o governo, através do Ministério dos Transportes, aprove, faça uma adequação a uma portaria (...) que limita os voos [direto da Pampulha] para as capitais”, disse.
De acordo com o diretor de Operações, João Jordão, para que jatos voltem a operar no local, foram feitas diversas adequações, como na sinalização, na torre de controle e na área do saguão. Há ainda uma previsão para construção de uma área comercial e de um edifício-garagem. O objetivo é que os espaços sejam explorados pela inciativa privada, que deverá investir cerca de R$ 350 milhões.
Jordão disse também que uma companhia área já apresentou uma proposta de rotas que fariam a ligação de cidades do interior a outras capitais, passando pela Pampulha. Segundo ele, há ainda discussão com outras duas aéreas. Outro projeto é transformar o aeroporto em um “hub” de turismo, o que está sendo tratado com uma empresa do ramo.
Também foram apresentadas as obras de revitalização que estão sendo feitas no Aeroporto Carlos Prates, localizado na Região Noroeste da capital. De acordo com Jordão, os investimentos são da ordem de R$ 500 mil. Para o local, a Infraero propõe a instalação terminal logístico.

AGÊNCIA CÂMARA


Comissão aprova suspensão do direito de voar para passageiros que causarem problemas dentro de aviões


Karla Alessandra

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara aprovou proposta (PL6932/17) que regulamenta os casos e a forma como o piloto de avião deve proceder no caso de passageiros que estiverem causando problemas durante o voo.
O texto prevê a possibilidade de imobilização do passageiro, sujeita o passageiro ou seu responsável a procedimento administrativo conduzido pela autoridade aeronáutica e prevê como sanção por mau comportamento a suspensão do direito do passageiro de voar por um ano.
O autor do texto, Marcos Soares, do DEM do Rio de Janeiro, afirmou que seu objetivo é adequar as normas brasileiras às recomendações internacionais. A OACI – Organização de Aviação Civil Internacional, agência da ONU, vem trabalhando para que os países incorporem à sua legislação dispositivos que sejam capazes de prevenir e punir as condutas irregulares a bordo.
O relator do projeto na comissão, deputado Vanderlei Macris, do PSDB de São Paulo, lembra que atualmente o comandante já tem o poder de retirar o passageiro que está causando problemas, mas que agora a autoridade aeronáutica poderá também pedir a suspensão do direito de voar desse passageiro por até um ano.
"Isso dá ao comandante do voo muito mais condições de poder punir aquelas pessoas que criam dificuldade dentro dos voos o que é muito comum, principalmente quando você tem passageiros alcoolizados."
A Associação Internacional de Transporte Aéreo, IATA, registrou entre 2007 e 2015, 49 mil ocorrências relativas dentro de aeronaves.
A proposta que permite a suspensão do direito de voar para passageiros que causarem problemas dentro de aviões ainda vai ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Bon Bagay, missão cumprida - cerimônia marca a saída das tropas brasileiras do Haiti


Por Major Sylvia Martins

Porto Príncipe (Haiti), 01/09/2017 – A cerimônia na noite desta quinta-feira (31), na Base General Bacellar, em Porto Príncipe, marcou a despedida do Contingente Brasileiro (CONTBRAS) da Missão de Paz para Estabilização do Haiti (MINUSTAH). A partir de agora, as operações das tropas estão encerradas e a etapa final de desmobilização será concluída em 15 de outubro, que compreende as medidas de repatriação de pessoal e material.
Pela segunda vez no Haiti, o ministro Jungmann, ressaltou que o componente militar deixa o país caribenho, mas não o Brasil, que continuará suas relações em outras áreas, como saúde e assistência humanitária. “Somos muito agradecidos ao povo do Haiti, com o qual nós ganhamos laços de amizade que serão absolutamente permanentes. Tenho certeza que tenderão a ser ampliados, para o benefício de nossos dois países”, afirmou.
Antes da solenidade, o ministro da Defesa, Raul Jungmann foi recebido pelo primeiro-ministro do Haiti, Jack Guy Lafontant, na sede do governo haitiano. Sobre o encerramento da MINUSTAH, o representante do governo haitiano afirmou ter de enfrentar com os próprios meios os desafios do país, mas conta com o apoio de países amigos como o Brasil. “Isso nos permitiu ter uma estabilidade política no Haiti e esperamos mantê-la”, disse.
Cerimônia de encerramento
Na chegada à base brasileira, na área do Batalhão Brasileiro de Força de Paz (BRABAT), o ministro Raul Jungmann recebeu as honras militares e foi acompanhado pelo Force Commander da MINUSTAH, general Ajax Porto Pinheiro, que mostrou ao ministro o monumento construído em homenagem aos militares mortos na ocasião do Terremoto de 2010.
Antes do evento de encerramento, o ministro Jungmann esteve ainda, em reunião fechada, com a representante especial do secretário geral da ONU, chefe da MINUSTAH, Sandra Honoré.
A solenidade de despedida teve início com a formatura do 26º Contingente Brasileiro, o último a atuar na MINUSTAH, cantando a canção do Expedicionário. Logo em seguida, após a apresentação da tropa pelo comandante do BRABAT, coronel Alexandre Catanhede, à chefe da missão, Sandra Honoré, o contingente cantou os hinos do Haiti, do Brasil e da ONU.
Em seu discurso o Force Commander, general Ajax, lembrou que a missão no Haiti é a maior mobilização de tropas brasileiras no exterior, numa missão real, desde da guerra da Tríplice Aliança. Ainda mencionou a perda de 25 militares durante os 13 anos de atuação e os momentos marcantes que envolveram os contingentes anteriores, como os enfrentamentos violentos do início, o terremoto, o furacão Mathew e as eleições. “O trabalho feito por aquelas tropas permitiu que nós estivéssemos chegando ao final da missão com o dever cumprido”. Nunca se esqueçam, vocês já estão partindo, mantenham o seu coração de soldado e a alma de peacekeeper (mantenedores da Paz)”, finalizou o general.
 Imagem
O ministro da Defesa, Raul Jungmann falou da capacidade do Brasil de ser provedor de paz e suas demais atuações. “Esta missão, em que pese ser uma missão com mandato de estabilidade e de resgatar a segurança no Haiti, mas ela tem outras dimensões. Dimensão do apoio a infraestrutura, o trabalho que foi feito, extraordinário, pela companhia de engenharia; o trabalho que foi feito com o maior programa de cooperação na área de saúde, igualmente na área agrícola, da assistência social e da capacitação profissional”, destacou.
Jungmann, durante sua mensagem, pediu um minuto de silêncio a todos em homenagem aos peacekeepers brasileiros falecidos na missão, ao todo 25, incluindo dois oficiais generais.
“Nós nos comprometemos nos últimos 13 anos no empreendimento conjunto com as autoridades haitianas para construir uma base sólida, para uma estabilidade duradoura de um futuro melhor para o país." Estas foram as palavras da representante da ONU e chefe da MINUSTAH, Sandra Onoré. Ela afirmou ainda que o grau de segurança e estabilidade que o povo haitiano aproveita hoje é em parte devido ao trabalho da MINUSTAH.
“26º contingente brasileiro, unidos pela paz, bon bagay, missão cumprida”, assim se despediu Sandra Honoré, da última tropa brasileira no Haiti. Bon bagay é a expressão em creole, língua do Haiti, que significa boa gente, usada comumente em referência aos brasileiros.
A representante da ONU ressaltou que a contribuição do contingente brasileiro reafirmou o espírito humanitário das operações de manutenção da Paz e é uma fonte de orgulho para as Nações Unidas.
O País foi o maior contribuidor de tropas na MINUSTAH, mas para Sandra Onoré fez muito mais. "O Brasil forneceu apoio crítico para garantir a efetiva tomada de decisões sobre a implementação do mandato da MINUSTAH e sobre o ambiente operacional da missão”, completou a representante da ONU.
Ainda compareceram à cerimônia de encerramento das operações do contingente os comandantes da Marinha, Leal Ferreira; da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato; do Comando Militar do Sudeste, general Campos (representando o comandante do Exército); do chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa,general César Augusto Nardi; os embaixadores, do Ministério das Relações Exteriores, Nelson Tabajara, Maria Luzia Escorel e Fernando Simas; do presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Fernando Collor e a presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, deputada Bruna Furlan, além de outras autoridades.
Mais de 37 mil militares brasileiros em 13 anos de MINUSTAH
A MINUSTAH contou com a participação do Brasil desde 2004, sempre com o maior contingente de tropa, além da honra e responsabilidade de manter um oficial general como Force Commander do componente militar.
Mais de 37 mil militares brasileiros estiveram na Operação de Paz no Haiti nesses 13 anos. Eles cumpriram os objetivos destinados ao componente militar: contribuir para a manutenção do ambiente seguro e estável no Haiti; cooperar com as atividades de assistência humanitária e de fortalecimento de instituições nacionais; e realizar operações militares de manutenção da paz na sua área de responsabilidade.
Os maiores desafios enfrentados pela tropa brasileira foram a pacificação de Cité Soleil, no início da missão, além da atuação nos episódios do terremoto em 2010 e do Furacão Mathew, em 2016.
O 26º Contingente, que a partir de hoje (01) encerra suas operações, é constituído pelo Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT), que tem 181 militares da Marinha do Brasil, 639 do Exército Brasileiro, 30 da Força Aérea Brasileira e uma Companhia de Engenharia de Força de Paz (Braengcoy), composta por 120 do Exército.
O Ministério da Defesa, por meio do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) e sua Subchefia de Operações de Paz, trabalha na coordenação dos acertos finais da desmobilização. Até 15 de setembro, quando 90% do efetivo deverá ter deixado o país caribenho.
Para o chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, general César Augusto Nardi de Souza, esses 13 anos foram importantes para a pacificação do Haiti. "Nosssa participação foi fundamental, junto com outras nações, para o estabelecimento de uma situação estável e segura no Haiti, sem a qual O desenvolvimento econômico e social não aconteceriam. Além disso, para as Forças Armadas foi uma grande experiência na parte operacional, logística e a projeção do País no conceito entre as demais nações com o profissionalismo das tropas brasileiras", comentou o general.
Sobre a próxima missão de Paz na qual as Forças Armadas Brasileiras poderão ser empregadas, segundo o ministro da Defesa, já foi citada a República Centro Africana, porém depende de decisão do presidente da República e do Congresso Nacional.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Ministro visita Programa Forças no Esporte no Recife


Brasília, 01/09/2017 – O ministro da Defesa, Raul Jungmann, visita na próxima segunda-feira (04), às 9h, as instalações do Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA 3), no Recife, onde crianças e jovens integram o Programa Forças no Esporte (Profesp), praticando atividades esportivas educacionais e de lazer.
Desenvolvido em parceria pelos ministérios da Defesa, do Esporte e do Desenvolvimento Social e Agrário, o Programa Forças no Esporte atua em 93 municípios de todos estados e do Distrito Federal, envolvendo 175 Organizações Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
O Profesp beneficia em todo Brasil mais de 22 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, regularmente inscritos no sistema de ensino público. Em Pernambuco, são atendidas pelo Programa cerca de 1.600 crianças e jovens, das cidades do Recife, Olinda, São Bento do Una, Jaboatão dos Guararapes e Garanhuns.
SERVIÇO:
Visita do ministro Raul Jungmann ao Profesp
Data: 04/09/2017 (segunda-feira)
Hora: 9h
Endereço: CINDACTA 3 - Av. Centenário Alberto Santos Dumont, s/nº – Jordão Baixo – Recife (PE)
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4071

PORTAL DEFESANET


Preparação para inédito Exercício Logístico Humanitário simulou problemas e ações militares com tropas


Entre os dias 28 de agosto e 1° de setembro, em Manaus, no estado do Amazonas, ocorreu uma das fases prévias do Exercício Logístico Humanitário Multinacional Interagências, o AMAZONLOG17.
Conduzido pelo Chefe do Estado-Maior Combinado, General de Brigada Antonio Manoel de Barros, o Exercício de Mesa do AMAZONLOG17 teve a participação de militares das Forças Armadas de cinco nações amigas e representantes de diversas agências governamentais.
O Exercício Multinacional acontecerá de 6 a 13 de novembro, em Tabatinga (AM), na região da tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.
Durante o Exercício de Mesa, realizado nas instalações do Comando Militar da Amazônia, ocorreram diversas reuniões de coordenação entre os participantes, bem como simulação de problemas militares e de ações com tropas e meios, nos moldes dos eventos que ocorrerão ao longo do exercício no terreno. As soluções propostas foram formuladas pelo Estado-Maior Combinado, que é composto por militares brasileiros das três Forças Armadas, militares estrangeiros e representantes das agências.
Baseado na legislação em vigor e nos acordos de cooperação internacional, o planejamento foi incrementado e ajustado com vistas ao Exercício, que terá a participação das Forças Armadas de 16 países, que enviarão observadores; além de Brasil, Colômbia e Perú, que terão a participação de tropas e meios logísticos; e dos Estados Unidos da América, que enviará observadores e disponibilizará meios logísticos – uma aeronave de transporte C130, uma cozinha móvel, uma estação de purificação de água e uma equipe de saúde.
O Exercício também terá a participação efetiva do Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos do Ministério das Relações Exteriores (MRE); da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA); do Departamento de Polícia Federal; da Fundação Nacional do Índio (FUNAI); da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA); do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO); do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio); da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil; da Secretaria de Proteção e Defesa Civil do Estado do Amazonas; da Secretaria da Receita Federal; da Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (VIGIAGRO) e dos órgãos de segurança pública locais, além de agências homólogas colombianas e peruanas.
O próximo evento do AMAZONLOG17 será o Simpósio de Logística Humanitária, que ocorrerá entre os dias 26 e 28 de setembro, também em Manaus. Na ocasião, além de apresentações por parte de especialistas no tema, ocorrerá simultaneamente uma Exposição de Material, na qual empresas apresentarão produtos e soluções voltadas para ações humanitárias, com vistas à preservação da vida humana e do meio ambiente, de modo sustentável.
Posteriormente, já em Tabatinga, haverá a ativação da Base Logística Multinacional Integrada, que contará, de 6 a 13 de novembro, com um efetivo aproximado de 1.200 integrantes, dos quais cerca de 900 serão militares e civis brasileiros.

OUTRAS MÍDIAS


AEROFLAP.COM.BR


Aeronave da Avianca recebeu aviso de EGPWS em aproximação para o Aeroporto do Galeão

The Aviation Herald
Um A319 da Avianca Brasil, de matrícula PR-AVC, estava realizando um voo do Aeroporto de Congonhas (São Paulo) para o Aeroporto do Galeão (Rio de Janeiro) quando um aviso de EGPWS foi emitido pela aeronave.
Esse sistema serve para informar os pilotos da proximidade da aeronave com solo, de acordo com dados do radar, a aeronave fez um procedimento RNAV Y de aproximação com a cabeceira 28 do Galeão.
O erro foi o avião reportado pelo computador de bordo do Airbus era em relação a altitude, de apenas 180 pés (~54 metros) a quase 4 quilômetros da cabeceira. O CENIPA está investigando o caso no momento e um relatório deverá ser emitido em breve.
Na posição reportada a aeronave deveria estar em uma altitude bem maior, assim como demonstra a carta aeronáutica do procedimento de aproximação RNAV.
Logo após que o problema foi percebido os pilotos arremeteram e depois fizeram uma aproximação para a cabeceira 15, pousando 30 minutos após o aviso do EGPWS. O incidente ocorreu no dia 19 de julho, às 08h23 (horário local).

AEROFLAP.COM.BR


Força Aérea Brasileira participará de desfile cívico da Independência

Via – Força Aérea Brasileira
A participação da Força Aérea Brasileira no desfile cívico-militar da Semana da Pátria, em Brasília (DF), será na avenida e no céu. No desfile aéreo, serão vistas aeronaves que atuam nas tarefas de defesa do espaço aéreo brasileiro, como os caças F-5M e A-29 Super Tucano, e aeronaves C-97 Brasília e U-35 Learjet, além dos helicópteros A-H2 Sabre e VH-34 Super Puma.
Em terra, homens e mulheres da FAB desfilarão em seis grupamentos, incluindo os cadetes da Academia da Força Aérea, que vem de Pirassununga (SP) para participar do evento; e a Companhia de Cerimonial Santos Dumont, formada por soldados que servem à Força Aérea e fazem parte da guarda-de-honra do Comando da Aeronáutica, participando de solenidades especiais em Brasília.
Para encerrar o desfile do dia 7 de setembro, a Esquadrilha da Fumaça realiza uma demonstração cheia de manobras que vão surpreender o público na Esplanada dos Ministérios e arredores.
Saiba tudo sobre a participação da FAB na Semana da Pátria em nosso site oficial e, em tempo real, nas mídias sociais (Facebook,Twitter, Instagram).
Desfile Cívico Militar da Semana da Pátria
Data – 07/09/2017, a partir das 9h
Local – Esplanada dos Ministérios

HOJE EM DIA (MG)


Cenipa investiga pouso forçado de aeronave em rodovia de Montes Claros

Gabriela Sales
Equipes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa) investigam, nesta sexta-feira (1º), em Montes Claros, no Norte de Minas, o que teria motivado o pouso forçado de uma aeronave de pequeno porte na BR-251, na tarde de quinta-feira (31).
A aeronave estava sendo utilizada em uma aula no Aeroclube da cidade quando teve de fazer a manobra de emergência. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
De acordo com o Cenipa, o instrutor, que tem 68 anos e exerce a atividade desde 1974, declarou que o sistema de alimentação havia dado pane, forçando o pouso emergencial.
O Aeroclube de Montes Claros emitiu nota afirmando que irá apurar as causas da pane.

JORNAL DE UBERABA (MG)


Infraero planeja investir no aeroporto de Uberaba

A Infraero está planejando investimentos para movimentar o aeroporto de Uberaba. A informação foi dada ontem durante evento com o diretor Comercial de Soluções da empresa, José Cassiano Ferreira Filho. Ele esteve em Uberaba para participar de evento promovido pela Infraero, com a presença do prefeito Paulo Piau, do secretário de Desenvolvimento Econômico, José Renato Gomes, e ainda membros da diretoria da Infraero, incluindo o diretor de Gestão Estratégica e de Serviços Compartilhado, Marx Rodrigues. Durante o evento foram apresentadas propostas de investimento para o aeroporto “Mário de Almeida Franco” e balanço sobre os resultados financeiros.
Em 2016 o Aeroporto movimentou R$ 5,11 milhões, divididos em R$ 1,07 milhão no segmento de varejo, R$ 3,66 milhões em serviços e R$ 372,32 mil com alimentação. O diretor da Infraero disse que identificou “a disponibilidade de áreas para implantar hotéis, fast food, restaurantes, estacionamentos, ou seja, uma gama de negócios que podemos oferecer aos empresários locais para fomentar tanto os negócios do aeroporto quanto da cidade”, afirma.
Ao fazer referência sobre a perda de voos para Uberlândia, o diretor comercial preferiu elogiar Uberaba pela economia pujante. “Na hora certa, a Prefeitura irá juntar todo “trade turístico” da cidade, mais o apoio da ACIU e, com certeza, conseguirá atrair novos voos”, afirma José, revelando que a companhia Passaredo Linhas Aéreas deverá anunciar nos próximos dias voos para aeroporto de Uberaba, com destino ao aeroporto de Pampulha e a outros lugares do País, menos para o estado de São Paulo.
Tranquilidade – Indagado sobre o fato de o aeroporto de Uberaba ter sido mencionado entre os que estariam no leilão do Governo Federal no pacote do aeroporto Santos Dumont, o diretor de Gestão Estratégica e de Serviços, Marx Rodrigues, descartou a possibilidade. “O aeroporto de Uberaba, como de Uberlândia e de Pampulha são muito importante para Infraero. Nós temos um plano empresarial para esses aeroportos para os próximos cincos anos. Reafirmei esse compromisso com o prefeito Paulo Piau, com a finalidade de atrairmos novos voos para alavancarmos a estrutura de aeroporto”, afirma
Avaliação - O prefeito Paulo Piau disse que esse encontro é resultado de articulação com o presidente da Infraero, Antônio Claret de Oliveira, que não pôde estar no evento mas enviou sua diretoria. “Esse encontro foi importante porque iremos aproveitar a infraestrutura que possuímos. Portanto, a Infraero mostrou que aeroporto tem receita, embora seja deficitário”. Piau ressaltou que não falta espaço para o aeroporto, que fica em avenida em frente ao hospital Mário Palmério, um espaço nobre. “Se a turma da Infraero coloca à disposição de investidores, pode ser uma proposta interessante”, finaliza. (LR)



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