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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 30/07/2017 / OGMA entrega peças estruturais do segundo KC-390 da FAB


OGMA entrega peças estruturais do segundo KC-390 da FAB ...  


Recentemente a OGMA entregou para a Embraer mais componentes para o KC-390, porém esses são destinados para o segundo avião de série, que fará para da frota da Força Aérea Brasileira. Alguns componentes da primeira aeronave de série fabricada também foram produzidos pela OGMA, uma empresa portuguesa especializada em estrutura.

Para a segunda aeronave a OGMA produziu mais de 10 painéis que compõem a fuselagem central da aeronave, além da porta do trem de pouso, conhecida como carenagem do trem de pouso, que são construídas em material composto para alívio de peso e maior durabilidade da peça. A planta da OGMA é especializada na produção de painéis compostos, e a Embraer também escolheu a empresa para fabricar partes em material composto do E175 E2.

Cada carenagem do trem de pouso tem cerca de 12 metros depois de finalizada, a OGMA chama isso de “conjunto estrutural do trem de pouso”. Outro componente fabricado pela empresa de Portugal são os profundores do KC-390, que são feitos em peça única, e por isso têm uma grande dimensão.

De acordo com Ana Isabel Fernandes, Chief Operations Officer (COO) da OGMA, “a entrega do segundo ‘kit’ de componentes para a produção em série do KC-390 espelha a competência técnica e humana da OGMA no domínio das aeroestruturas e sublinha o papel que vem desempenhando desde o arranque do projeto para que o KC-390 seja um marco incontornável no panorama aeronáutico internacional”.

Todas as peças serão transportadas em caminhões especiais até o Porto de Lisboa, visto que a grande dimensão delas não possibilita um transporte normal. Não foi divulgado o lugar que as peças chegarão no Brasil.

A primeira certificação do KC-390 está programada para ocorrer neste ano, com as entregas iniciando já em 2018 para a Força Aérea Brasileira.

Atualmente a OGMA tem 1700 funcionários e 65% da sua propriedade na mão da Airholding SGPS, uma empresa que é 100% Embraer, sendo que os outros 35% pertencem ao Governo Português.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Ministro diz já estar em preparação 2ª fase de operação de segurança no Rio

Jungmann reafirmou que nova etapa terá como principal objetivo reduzir a capacidade operacional do crime organizado e que militares não ocuparão comunidades, como em 2015

Mariana Durão E Vinicius Neder

RIO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou na tarde deste sábado, 29, que já está em curso a preparação da segunda fase da Operação "O Rio Quer Segurança e Paz", que mobiliza 8,5 mil militares em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Estado do Rio de Janeiro. Data e local de início serão mantidas em segredo. Jungmann reafirmou que não haverá ocupação de comunidades e disse que qualquer forma de crime organizado será combatida, inclusive as milícias.
Neste sábado, as Forças Armadas voltaram a patrulhar as ruas da região metropolitana do Rio. "A próxima etapa será voltada ao nosso principal objetivo: reduzir a capacidade operacional do crime", afirmou o ministro da Defesa. O plano é chegar a "centros de comando e controle, fluxos de arma e drogas", com foco no crime organizado, inclusive as milícias, grupos clandestinos formados por policiais e bombeiros, que também atuam em favelas do Rio.
Em entrevista após uma reunião de avaliação do segundo dia de operação, Jungmann reafirmou que os militares não farão ocupação de comunidades pobres, como na operação de 2015 em que as Forças Armadas atuaram no policiamento do Complexo da Maré.
O ministro disse que não serão anunciados os locais das próximas fases da operação e que "só a inteligência permite golpear o crime organizado". "Não vamos antecipar aos adversários informação alguma. Posso dizer que essa primeira etapa (com mais patrulhamento) será curta e essa ostensividade (presença dos militares nas ruas) vai se retrair", afirmou Jungmann.
A desocupação das ruas, admitiu, pode trazer alguma frustração à população, mas o importante é atacar a capacidade do crime agir e criar uma sensação de segurança que não seja passageira. "Nossa lógica não é a da ostensividade, mas golpear o crime organizado", destacou.
Nos primeiros dias da Operação o Rio quer Segurança e Paz o foco foi o reconhecimento de áreas. O comandante da operação, general Mauro Sinott, explicou que as polícias civil e militar estão atuando de maneira conjunta com as forças armadas nesse trabalho, para criar um planejamento integrado.
"Reconhecer significa obtenção de dados. Entender que acessos que tenho a um determinado local para uma operação futura, buscar informações de nível tático", explicou.
O secretário de Segurança Pública do Rio, Roberto Sá, disse que os recursos humanos e materiais das Forças Armadas são fundamentais no atual momento de crise financeira do Estado. Segundo ele, a Polícia Militar tem quatro mil candidatos aprovados em concurso mas não convocados, perdeu quase 3 mil homens ao longo do último ano e meio e deixou de colocar cerca de mil policiais adicionalmente nas ruas. “As polícias estaduais precisam de investimento para que possam com seus próprios recursos atender a demanda de cada Estado, sem precisar pedir apoio federal”, afirmou.
Apesar de admitir que o Rio tem convivido com casos bárbaros de violência, o secretário disse que um levantamento parcial até a última quinta-feira (27) apontou para uma tendência de redução de indicadores de letalidade violenta em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, véspera das Olimpíadas.
Ocupação. O ministro passou de helicóptero pelo Centro da cidade, onde atuam fuzileiros navais da Marinha; pelo Arco Metropolitano, rodovia que liga as principais vias de acesso ao Rio, onde atua a 9ª Brigada do Exército; por São Gonçalo e Niterói, cidades vizinhas à capital, onde atua a artilharia divisionária da 1ª Divisão do Exército; e pela Linha vermelha e Avenida Brasil, onde estão militares da Brigada Paraquedista do Exército.
Os militares também ocuparam a orla da zona sul do Rio e pontos estratégicos das zonas norte e oeste, como os bairros de Guadalupe e Deodoro. No Aterro do Flamengo, que liga a zona sul ao centro da cidade, militares andavam fortemente armados pela ciclovia. A patrulha tinha apoio de pelo menos um caminhão e dois tanques do Exército ao longo do parque.
Decreto. O deslocamento das tropas foi autorizado por decreto do presidente Michel Temer, publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 28. A previsão é de que os soldados fiquem no Rio até o fim do ano que vem.
Os militares se juntam ao grupo de agentes federais já destacados para ajudar na segurança no Estado: 620 agentes da Força Nacional de Segurança e 1.120 da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Eles atuarão em conjunto com outros agentes de segurança pública federal, estadual e municipal.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Raul Jungmann sobrevoa regiões ocupadas por militares no Rio

Ministro da Defesa participou do segundo dia da operação O Rio quer segurança e paz

Agência Estado

As Forças Armadas voltaram a patrulhar as ruas do Rio de Janeiro neste sábado (29/7), com a realização de uma reunião de avaliação, com a presença do ministro da Defesa, Raul Jungmann. O encontro foi para discutir o segundo dia da Operação O Rio quer segurança e paz, que mobiliza 8,5 mil militares em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Estado do Rio.
Mais cedo, Jungmann fez um sobrevoo de uma hora e dez minutos sobre os pontos em que os militares estão atuando. O ministro passou de helicóptero pelo Centro da cidade, onde atuam fuzileiros navais da Marinha, pelo Arco Metropolitano, rodovia que liga as principais vias de acesso ao Rio, onde atua a 9ª Brigada do Exército, por São Gonçalo e Niterói, cidades vizinhas à capital, onde atua a artilharia divisionária da 1ª Divisão do Exército e pela Linha vermelha e Avenida Brasil, onde estão militares da Brigada Paraquedista do Exército.
Os militares ocupam também a orla da zona sul do Rio, mas também pontos estratégicos das zonas norte e oeste, como os bairros de Guadalupe e Deodoro. No Aterro do Flamengo, que liga a zona sul ao centro da cidade, militares andavam fortemente armados pela ciclovia. A patrulha tinha apoio de pelo menos um caminhão e dois tanques do Exército ao longo do parque.
O deslocamento das tropas foi autorizado por decreto do presidente Michel Temer, publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União nesta sexta-feira (28). A previsão é de que os soldados fiquem no Rio até o fim do ano que vem.
Os militares se juntam ao grupo de agentes federais já destacados para ajudar na segurança no Estado: 620 agentes da Força Nacional de Segurança e 1.120 da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Eles atuarão em conjunto com outros agentes de segurança pública federal, estadual e municipal.
O decreto que autoriza a operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) determina que operação seja realizada até 31 de dezembro deste ano, mas deve ser prorrogada no começo de 2018.

Nas entrelinhas: Entre a ordem e a malandragem

As Forças Armadas estão empregando o conceito de “guerra assimétrica” . Isso tem a ver com combate ao terrorismo. Faz sentido, o tráfico de drogas atua como uma espécie de guerrilha urbana

Luiz Carlos Azedo

Desde sexta-feira, mais de 10 mil homens das forças federais reforçam a segurança no Rio de Janeiro, por decisão do presidente Michel Temer, que resolveu enfrentar o problema da violência e do crime organizado no estado. Em entrevista coletiva, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) permitirá a atuação das Forças Armadas (são 8,5 mil homens do Exército e Marinha, principalmente) com poder de polícia, em caráter permanente, até o fim de 2018 (renovado), com ações de inteligência, operações especiais e patrulhamento preventivo, para desmantelar o crime organizado e desalojá-lo dos territórios que hoje controlam.
Há muitas questões envolvidas nessa intervenção que merecem reflexão, a começar pelo fato de que as Forças Armadas, desta vez, estão empregando plenamente o conceito de “guerra assimétrica”. Na doutrina militar, isso tem a ver com combate ao terrorismo. Mas faz sentido, se levarmos em conta que o tráfico de drogas no Rio de Janeiro reúne as condições ideais para atuar como uma espécie de guerrilha urbana: dispõe de uma topografia favorável, uma base social robusta e uma fonte permanente de financiamento.
A iniquidade social nos territórios ocupados pelo crime organizado facilita o recrutamento permanente de crianças e adolescentes, que logo se tornam soldados do tráfico. Além disso, a proximidade de um mercado consumidor com alto poder aquisitivo, principalmente na Zona Sul do Rio, faz da venda de drogas uma atividade econômica importante na economia informal; a recessão e a crise fiscal, porém, fizeram o movimento cair e a alternativa dos traficantes para financiar suas atividades são o roubo de carga e os arrastões em praias, túneis e avenidas da cidade.
Pura ironia da história. Onde fracassou Carlos Marighella, o líder da guerrilha urbana contra o regime militar, vence o traficante Fernandinho Beira-Mar. Com a diferença de que o primeiro foi assassinado pelos órgãos de segurança e o segundo está muito bem protegido de seus inimigos num presídio de segurança máxima. Depois do colapso das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), os morros do Rio de Janeiro voltaram ao controle dos traficantes. Quem mostra bem a realidade do tráfico nas favelas cariocas é jornalista Caco Barcelos, num livro intitulado Abusado, o dono do Morro Dona Marta.
Malandragem
Os cariocas sempre glamourizaram a malandragem e prezam uma cultura de transgressão, o que naturalmente também tem suas consequências. Uma delas é a dificuldade para estabelecer uma justa relação entre a questão da segurança pública e a defesa dos direitos humanos. A esquerda carioca, por exemplo, odeia as forças de segurança pública.
As origens da Polícia Militar do Rio de Janeiro estão bem descritas num clássico do romantismo, Memórias de Um Sargento de Milícias, de Manoel Antônio de Almeida. Escrito em meados do século 19, a trama do livro ocorre no tempo de Dom João VI. Leonardo, o protagonista principal, é um jovem irrequieto e transgressor, que se envolve com a mulata Vidinha e passa a sofrer as perseguições do major Vidigal, um caçador de malandros e vagabundos (àquela época só havia traficantes de escravos). Para não ser preso, é forçado a se alistar. Mas continua arruaçeiro e desobedece seguidamente ao major. Por isso, acaba preso. Entretanto, consegue a liberdade graças à ação de uma ex-namorada de Vidigal, Maria Regalada, que lhe promete, em troca, a retomada do antigo afeto. Leonardo não só é solto, como é promovido. Com a ajuda do Major, se torna sargento de milícias. Os arquétipos de Leonardo e Vidigal estão vivíssimos na tropa e na oficialidade da PM fluminense.
O problema é que, agora, depois do fracasso das UPPs, o pacto perverso entre a banda podre da polícia e os traficantes se rompeu. Em consequência, policiais militares estão sendo mortos com muita frequência pelos traficantes, que resolveram escorraçá-los de seus territórios. A crise financeira do estado e a desmoralizaçao completa da elite política local levaram a segurança pública ao colapso. A alternativa encontrada para restabelecer a ordem, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, foi a intervenção das Forças Armadas.
Nessa intervenção, porém, além das inúmeras questões aqui suscitadas, existe um ingrediente político importante. A ação é vista no Palácio do Planalto como uma grande jogada de marketing político, na qual o presidente Temer acredita que pode melhorar a sua popularidade, ao empunhar as bandeiras da ordem e do combate ao crime organizado. A população aplaude a iniciativa e espera que dê os resultados almejados. De fato, não deixa de ser uma oportunidade para reposicionar sua imagem, em meio ao desgate provocado pelas denúncias da Operação Lava-Jato e às vésperas da votação do pedido de admissibilidade da denúncia contra o presidente da República pela Câmara.

Quer ser sargento da Aeronáutica?

A Força Aérea está com inscrições abertas para 288 vagas na área. Os aprovados passarão por curso de formação de dois anos em regime de internato. Confira dicas de estudo!

Robson G. Rodrigues

A Força Aérea Brasileira (FAB) abriu as inscrições para o Exame de Admissão ao Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (EA CFS 2/2018). São, ao todo, 288 vagas para as especializações cujas funções podem ser exercidas a bordo de aeronaves (aeronavegante) ou em terra. A partir do segundo semestre do ano que vem, os aprovados passarão por um curso sob regime de internato militar de até dois anos na área desejada na Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá (SP), tendo direito à bolsa-auxílio mensal de R$ 1.010; além de alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária. Depois disso, os participantes serão promovidos à graduação de terceiro-sargento, com remuneração de R$ 3.584. Para se inscrever no processo seletivo, é necessário ser maior de 17 anos e não ter concluído 25 anos até 31 de dezembro de 2018, ser brasileiro e ter completado o ensino médio.
O curso oferece quatro opções de formação técnica. A primeira, para candidatos de ambos os sexos, reserva 23 vagas às formações de aeronavegantes em comunicações (14) e fotointeligência (9). A segunda opção (a única apenas para candidatos do sexo masculino) tem 30 vagas em terra para guarda e segurança. A terceira (para não aeronavegantes) prevê 107 vagas para eletricidade e instrumentos (18), meteorologia (10), suprimento (14), informações aeronáuticas (10), cartografia (6), desenho (5), estrutura e pintura (8), eletromecânica (12), metalúrgica (6) e bombeiro (18). A última modalidade, para aeronavegantes, traz 128 vagas para controle de tráfego aéreo.
A prova escrita consistirá em 96 questões objetivas de múltipla escolha. As disciplinas cobradas são física, matemática e as línguas portuguesa e inglesa (básica para todos os cargos, com exceção dos candidatos à formação em controle de tráfego aéreo, que precisam ter nível de conhecimento intermediário no idioma). Além da prova, os candidatos passarão por inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, validação documental e teste de avaliação do condicionamento físico. Esta etapa terá testes de flexão, abdominal, corrida e salto horizontal, com padrões de execução diferenciados para mulheres (saiba mais no link goo.gl/9NvH7D).
Aspirante a militar
Gabriel Elias, 22 anos, estudante de contabilidade na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), almeja seguir a carreira de sargento das Forças Armadas desde 2011, ano em que tentou o concurso pela primeira vez. Desde então, o filho de militar participou de todos os exames, além de outros certames das Forças Armadas. Elias, que é natural de Guaratinguetá, cidade em que se dará o curso, não se preocupa com a ideia de ficar num internato. “Passar dois anos na caserna (alojamento para moradia de soldados) é algo que também me influencia muito na escolha de ser militar, pois é nesse período que somos inseridos na vida militar. Lá também vamos fazer amigos para toda a carreira”, prevê. Para alcançar o sonho de ser bombeiro da aeronáutica, Elias estuda duas horas pela manhã num curso on-line.
À tarde, passa quatro horas debruçado sobre apostilas numa biblioteca. À noite, frequenta um curso preparatório presencial. São, ao todo, cerca de nove horas diárias de estudo desde 2013, conciliadas com o curso a distância de contabilidade. O aspirante a militar se prepara para todas as disciplinas cobradas, mas foca em duas. “Priorizo português e matemática por serem critérios de desempate.” Ele também não deixa o exame físico de lado. “A maioria dos candidatos pensa nisso após a prova. Eu tento manter uma frequência de caminhadas e corridas”, diz.
Dicas
André Dias, professor de inglês no curso Zero Um, tranquiliza candidatos que não têm muito conhecimento do idioma. “Entre as provas militares, a do EA CFS é uma das mais acessíveis e tranquilas”, afirma. Dias aconselha os concurseiros a resolverem questões de provas anteriores. Ele aponta o equilíbrio entre gramática e interpretação de texto como importante. Aqueles que almejam se especializar em controle de tráfego aéreo podem ter um pouco mais de trabalho na prova. Para o professor, o que muda principalmente é a complexidade dos textos. Ele instrui os candidatos a estudar voz passiva e estrutura verbal e a aumentar o vocabulário. “Para isso, é importante que o aluno leia os textos das provas e repita o processo, consultando o dicionário ao se deparar com termos novos ou recorrentes e anotando.”
O professor de matemática Marlom Mequista, do curso preparatório militar CPM, em Pirassununga (SP), acredita que o nível da prova deste ano deve ser mediano. Para Mesquita, não há assunto específico da disciplina sobre o qual o candidato deva se debruçar: todos devem ser estudados igualmente. “O conteúdo é bem diversificado, bem amplo”, explica. Já para a prova de física, o professor do curso Zero Um Hara Tessano aconselha focar em mecânica, eletromagnetismo e termodinâmica. Ele diz que o tempo não deve ser problema. “As contas podem ser resolvidas rapidamente.” Assim como Mesquita, Hara aconselha os aspirantes a sargento a resolver provas passadas.

JORNAL ZERO HORA


Cansada da violência, população vê com ceticismo Exército nas ruas do Rio de Janeiro

Envio de 10 mil agentes federais foi autorizado na sexta-feira (28) pelo presidente Michel Temer e deve durar até o final de 2018

Afp

Tropas militares vigiaram as principais vias de acesso ao Rio de Janeiro, neste sábado (29), após o lançamento do Plano de Segurança do Rio, uma operação contra o crime organizado que também terá de vencer o ceticismo de uma população saturada da violência.
O envio de uma força de 10 mil agentes federais, entre eles 8.500 militares, foi autorizado na sexta-feira (28) pelo presidente Michel Temer e deve durar até o final de 2018.
Neste sábado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, reiterou que o objetivo da "Operação Segurança e Paz" é "chegar ao comando, aos arsenais (do tráfico de drogas)", em vez de provocar um "efeito inibidor" de apenas alguns dias, ou semanas.
— Estamos fazendo um reconhecimento em áreas e microáreas que serão fundamentais para ações futuras — declarou Jungmann, em entrevista coletiva.
Os agentes terão, principalmente, tarefas de Inteligência e farão operações surpresa, descartando ações ostensivas como a ocupação de favelas controladas por traficantes.
Hoje, as tropas se concentravam, em especial, na Baixada Fluminense, nos arredores do Aeroporto Internacional do Galeão e na Zona Oeste. Também havia soldados espalhados pela praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio, e em frente ao Museu do Amanhã, na zona portuária.
A imprensa local relata que alguns motoristas manifestaram, com buzinaços, sua satisfação de ver militares assumindo a segurança das ruas. A mobilização e a ostentação de armas assustava muitos turistas, porém, que pediam explicações sobre o que está acontecendo na cidade.
Os militares já intervieram em outras ocasiões pontuais, como na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas, em 2016.
Esse envio de tropas foi feito, inicialmente, em coordenação com projetos de integração urbana e social das favelas e com a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em comunidades. Esses programas se viram afetados pela crise do Estado do Rio, à beira da falência, e pela recessão econômica do país.
População não vê com esperança a nova campanha
— Só o futuro dirá — afirma João, atendente de um café de Copacabana, enquanto olha na televisão os blindados instalados na Linha Vermelha.
— Não vai dar nada, como sempre — comenta, resignado, o motorista de aplicativo de transporte urbano Emerson Silva.
Para o editor do site especializado DefesaNet, Nelson Düring, "tudo depende de como será a reação da sociedade e dos governos aos primeiros confrontos".
"Segurança e Paz" se propõem "a ir além da operação dos Jogos", concentrada em "conter a criminalidade", disse Düring. Agora, completou, o objetivo é "começar a desarticular as gangues. Isso realmente pode ser bastante traumático". Atingir as "cadeias de comando" do tráfico de drogas "pode ser uma Lava-Jato do crime. A cabeça não está no morro, está na beira da praia. O menino de 15, 16 anos com um fuzil não representa nada. O problema é quem está acima dele".
Outro aspecto diz respeito ao investimento social. — De nada adianta ter militares nas ruas, se o Estado não chega com projetos de saúde e educação — conclui Düring.
Já o escritor Anderson França, um cronista da violência no Rio muito seguido nas redes sociais, acredita que "a chegada dos militares não resolve nada".
— Estamos trazendo militares para uma cidade totalmente desgovernada, sem discutir as causas, pelas quais está desgovernada", advertiu o autor do livro "Rio em shamas" — em conversa por telefone com a AFP na sexta-feira à noite.
— Acho que é uma prática de diversionismo — avaliou França sobre o presidente Temer, que registra apenas 5% de aprovação de seu governo, o pior desde a redemocratização no país.
— Eu não acho que ele faça isso porque ele está preocupado com o estado de segurança no Rio de Janeiro... Esse governo não se estabelece pautado em preocupações de ordem social — considerou o escritor, referindo-se à política de ajustes promovida por Temer e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
A socióloga Sílvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, comentou que "o Rio vive uma crise estrutural e crise aguda" e, em entrevista à rádio CBN, ela disse se questionar se "esse impacto cenográfico vai ter um impacto estrutural".

PORTAL G-1


Tropas federais não vão ocupar comunidades no RJ, diz ministro da Defesa

Segundo Raul Jungmann, segunda fase da operação será voltada para a redução da capacidade operacional dos criminosos. Desde sexta-feira (28), mais de 10 mil homens reforçam segurança no estado.

Henrique Coelho

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, o secretário estadual de Segurança Pública, Roberto Sá, e o comandante da Operação Segurança e Paz, general Mauro Sinott, fizeram na tarde deste sábado (29) um balanço sobre o primeiro dia da atuação das tropas federais no estado. Jungmann agradeceu à população pela "maneira comovente" como recebeu o esforço conjunto dos governos federal e estadual.
Jungmann declarou que já está sendo preparada a segunda fase da operação. "Essa primeira fase será de curta duração. Não vamos fazer longos períodos de patrulhamento e não vamos ocupar comunidades", disse o ministro, acrescentando que a próxima etapa será voltada para o principal objetivo, que é combater o crime. "Ainda não estamos naquela etapa, que é a central de nossa estratégia, que é reduzir a capacidade operacional do crime".
O ministro também declarou que a lógica do governo não é a da ostensividade, mas sim reduzir a capacidade operacional do crime. "Nas próximas fases, vocês vão ter resultados de fato, no sentido de golpear a capacidade organização do crime organizado. A ostensividade cessa e depois volta. Se me permitem uma imagem, é como um vagalume, cuja luz acende e apaga, acende e apaga", afirmou.
Segundo Sá, a avaliação é "extremamente positiva", devido ao aumento da sensação de segurança nas ruas, mas ainda é muito cedo para divulgar números e avaliar indicadores do impacto da operação. "De um dia para outro, sem auditar os dados, não é possível divulgar nada ainda", explicou o secretário.
Ainda de acordo com Roberto Sá, o reforço federal vem no momento em que a pasta tem dificuldade para ter 8 mil policiais a mais na rua. "São 4 mil policiais aprovados que não entraram na corporação, três mil policiais que saíram e mais mil que não estão no RAS [Regime Adicional de Segurança]", afirmou.
Comandante da Polícia Militar do RJ, o coronel Wolney Dias Ferreira disse que, nos próximos dias, já haverá reflexo das ações nos indicadores de criminalidade.
Questionado sobre a presença de blindados em locais de visibilidade, como a Praça Mauá, o general Sinott respondeu que o uso dos veículos ocorre porque este é o material de que ele dispõe para trabalhar, e que os blindados poderão sair de onde estão para serem empregados em outros lugares.
"Atingimos boa parte dos nossos objetivos neste primeiro dia, que são conhecer a área de emprego, ambientar os soldados nas áreas onde vão trabalhar e fortalecer os laços táticos para operações futuras", afirmou o oficial.
Pela manhã, Jungmann sobrevoou a região do Centro do Rio, onde atuam os fuzileiros navais, passou pelo Arco Metropolitano, guarnecido por militares da 9º Brigada, São Gonçalo e Niterói, que têm apoio da artilharia da 1ª Divisão de Exército, e a Linha Vermelha e a avenida Brasil, onde estão homens da Brigada Paraquedista. "Estamos fazendo um reconhecimento em áreas e micro-áreas que serão fundamentais para ações futuras", disse o ministro.

JORNAL A CRÍTICA (AM)


Justiça libera R$ 4 milhões para segurança na eleição suplementar do AM

Para a eleição do próximo domingo, mais de 4.800 agentes vão atuar no policiamento dos locais de votação em Manaus e no Interior

Geizyara Brandão

Mais de 4.800 agentes vão atuar no policiamento dos locais de votação e entorno durante as eleições suplementares do Amazonas, no próximo domingo. O encaminhamento da tropa para os municípios do interior do Estado começa a ser realizado na próxima terça-feira, de acordo com o diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), Messias Andrade.
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Ao todo serão investidos R$ 4 milhões, sendo R$ 1 milhão para PF e R$ 3 milhões para PM e PC. O valor engloba o trabalho no primeiro e segundo turno da eleição suplementar. Mas não inclui o custo das Forças Armadas que são bancadas por meio de um acordo de cooperação técnica entre o Ministério da Defesa e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para viabilizar a participação das forças de segurança locais, foi firmado um termo de cooperação entre a Secretaria Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e o TRE-AM.
O secretário da SSP-AM Sérgio Fontes afirmou que, em função do repasse da Justiça Eleitoral, os PMs vão para o interior com as diárias já quitadas. “Nós estamos mandando uma quantidade semelhante e até um pouco maior do que mandamos na eleição passada e de resto nós estamos repetindo o planejamento das eleições para prefeito do ano passado com alguns aprimoramentos”, explicou.
A logística começou a ser preparada na semana posterior à cassação do governador José Melo (PROS) quando o TSE designou a execução o pleito tampão. Segundo Messias Andrade, houve reunião com a Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), Forças Armadas, Polícia Federal (PF) para mapeamento das regiões que necessitavam de um reforço maior. “Então nos reunimos para mapear a real necessidade de disponibilização de efetivo em todo o Estado para que não houvesse desperdício de dinheiro público”, disse.
Atuação
Segundo o mapeamento realizado pelo TRE-AM com a força policial, a PF vai trabalhar em 15 municípios do interior por conta de denúncias das eleições anteriores. No pleito anterior, segundo Andrade, PF atuou em apenas quatro das 62 cidades do Amazonas. Do quantitativo de policiais federais, aproximadamente 60 virão de outros estados para compor o reforço. “A ideia é coibir o ilícito eleitoral e ficar auxiliando os magistrados para ações mais pontuais”, explicou Messias.
O contingente da PM é voltado para diversas frentes como: fiscalização, guardar as urnas, além de garantir a segurança pública da população. A corporação é a única que estará presentes em todos os municípios.
Deslocamento
No deslocamento da tropa, segundo o secretário Sérgio Fontes, serão utilizados seis aeronaves, sendo três helicópteros e três aviões. “Nós estamos com dois helicópteros funcionando, o terceiro já está no final, ele já está pronto, precisa da liberação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Mais três aeronaves de asa fixa para que a gente possa apoiar no interior a ação eleitoral”, disse.
Secretário diz que controle é rigoroso
Duzentos oficiais da Polícia Militar (PM) concluíram na quinta-feira o curso de Atualização em Direito Eleitoral voltado para os policiais que irão trabalhar na eleição suplementar. O curso foi oferecido pela Escola Superior da Magistratura (Esmam), do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM).
O procurador regional eleitoral, Victor Riccelly, palestrou sobre os principais crimes eleitorais cometidos no dia da eleição como, por exemplo, a compra de votos e o transporte de eleitores, assim como o “o derrame de santinho”.
Nas eleições de 2014, o comando da PM foi denunciado à Justiça Eleitoral por uso da tropa em favor da campanha do então governador José Melo. Ao ser questionado sobre a possibilidade disso se repetir este ano, o secretário da Segurança Pública (SSP-AM) Sergio Fontes disse que os controles da corporação estão mais rigorosos. “Nós pretendemos fazer do mesmo jeito (de 2016), tomando os cuidados de, justamente, mandar para todos os municípios reforços de policiais com o acompanhamento da liderança da PM e da Justiça eleitoral”, afirmou. “Nossa função é de imparcialidade”, disse Fontes ao lembrar que nas eleições para prefeito, no ano passado, não ocorreram denúncias em relação à PM.
“Pelo menos do ponto de vista do Ministério Público houve, sim, a utilização por parte de alguns coronéis, por parte do alto comando da Polícia Militar em favor da candidatura do então governador José Melo (PROS). Mas a gente não pode, pelo outro lado, presumir que haverá uma atuação do mesmo sentido, presumir a irregularidade. Obviamente, a PM é uma instituição longeva, uma instituição que presta excelentes serviços à sociedade amazonense e também não podemos generalizar e de plano desconfiar da atuação da polícia. Pelo contrário, é um órgão essencial e imprescindível para a realização das eleições. Portanto, caso haja algum tipo de irregularidade de algum desvio de conduta por parte de qualquer agente estatal, seja ele policial ou não, cabe aos órgãos de controle, especialmente ao MPE buscar a responsabilização dessas pessoas perante a Justiça”.

OUTRAS MÍDIAS


AGORA MATO GROSSO (MT)


Esquadrilha da fumaça surpreende público com show aéreo em Rondonópolis

Guilherme Silveira
A população de Rondonópolis enfrentou o sol forte de hoje (29), para prestigiar as manobras de demonstração em comemoração aos 65 anos da Esquadrilha da Fumaça da Força Aérea Brasileira (FAB) realizadas no Aeroporto Maestro Marinho Franco em Rondonópolis.
De acordo com dados divulgados no evento, em torno de 15 a 20 mil pessoas tiveram a chance de conhecer de perto as 50 acrobacias composta por sete aviões da Esquadrilha.
A última vez que a esquadrilha da fumaça se apresentou em Rondonópolis foi no ano de 2011 e cerca de dez mil pessoas prestigiaram o show aéreo.
Esta foi a apresentação de número: 3.771 já realizada pela esquadrilha e faz parte da programação internacional que inclui o Centro-Oeste (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e Norte do Brasil (Amazônia e Rondônia) e Colômbia, o circuito teve inicio no dia 6 de junho e segue para o estado de Mato Grosso do Sul.
Durante os 50 minutos do espetáculo aéreo, o público foi ao delírio quando os militares da FAB realizaram as acrobacias com os jatos de fumaça ecológicas, ou faziam as “piruetas”, ou, as manobras que davam a impressão de que as aeronaves iriam colidir uma com as outras, de tão próximas que ficavam, as pessoas vibravam e ficavam eufóricas com cada formação das aeronaves.
De acordo com Lopes, que é 1º Tenente da Esquadrilha, essas novas aeronaves que são batizadas de A-29 Super Tucano. “São mais rápidas e mais pesadas em estrutura física que os modelos usados na apresentação passada, para se ter uma ideia esse equipamento pode chegar até 590 km/h e por isso são usadas na defesa da região de fronteira aérea em todo o Brasil, sem contar que é de fabricação nacional e é o mais moderno atualmente em sua categoria.”
Lopes, explica que o objetivo dessas apresentações da Esquadrilha da Fumaça é o de apresentar a população a sua contribuição em todo território nacional, tornando as Forças Armadas Brasileiras mais conhecida e quais as formas de ingresso na academia, divulgando a indústria aeronáutica nacional, buscando estimular a vocação aeronáutica aos jovens brasileiros.
A esquadrilha é composta por 70 militares, entre aviadores, mecânicos e envolvidos na apresentação, fazendo um verdadeiro espetáculo a céu aberto com as aeronaves.
Este evento contou com a presença da PRF (Polícia Rodoviária Federal), PM (Polícia Militar), o Garra (Grupo Armado de Resposta Rápida) da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), Setrat (Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito), o Prefeito Zé Carlos do Pátio (SD) e vereadores da cidade que também marcaram presença na apresentação da esquadrilha.

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OGMA entrega peças estruturais do segundo KC-390 da FAB

Recentemente a OGMA entregou para a Embraer mais componentes para o KC-390, porém esses são destinados para o segundo avião de série, que fará para da frota da Força Aérea Brasileira. Alguns componentes da primeira aeronave de série fabricada também foram produzidos pela OGMA, uma empresa portuguesa especializada em estrutura.
Para a segunda aeronave a OGMA produziu mais de 10 painéis que compõem a fuselagem central da aeronave, além da porta do trem de pouso, conhecida como carenagem do trem de pouso, que são construídas em material composto para alívio de peso e maior durabilidade da peça. A planta da OGMA é especializada na produção de painéis compostos, a Embraer também escolheu a empresa para fabricar partes em material composto do E175 E2.
Cada carenagem do trem de pouso tem cerca de 12 metros depois de finalizada, a OGMA chama isso de “conjunto estrutural do trem de pouso”. Outro componente fabricado pela empresa de Portugal são os profundores do KC-390, que são feitos em peça única, e por isso têm uma grande dimensão.
De acordo com a Ana Isabel Fernandes, Chief Operations Officer (COO) da OGMA, “a entrega do segundo ‘kit’ de componentes para a produção em série do KC-390 espelha a competência técnica e humana da OGMA no domínio das aeroestruturas e sublinha o papel que vem desempenhando desde o arranque do projeto para que o KC-390 seja um marco incontornável no panorama aeronáutico internacional”.
Todas as peças serão transportadas em caminhões especiais até o Porto de Lisboa, visto que a grande dimensão delas não possibilita um transporte normal. Não foi divulgado o lugar que as peças chegarão aqui no Brasil.
A primeira certificação do KC-390 está programada para ocorrer neste ano, com as entregas iniciando já em 2018 para a Força Aérea Brasileira.
Atualmente a OGMA tem 1700 funcionários e 65% da sua propriedade na mão da Airholding SGPS, uma empresa que é 100% Embraer, sendo que os outros 35% pertencem ao Governo Português.



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