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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 01/04/2017 / Fechado há 1 ano, Museu da TAM guarda mais de 100 aviões históricos

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Fechado há 1 ano, Museu da TAM guarda mais de 100 aviões históricos ...  

Aeronaves estão em São Carlos, sob os cuidados de voluntários. Presidente do espaço afirma que pretende levar acervo para São Paulo e criar parque dedicado à aviação ...

Stefhanie Piovezan ...

Fechado há pouco mais de 1 ano, o Museu da TAM ainda não tem data e nem local para reabrir. Enquanto as negociações acontecem, as cerca de 120 aeronaves do acervo continuam no prédio de São Carlos (SP) em que eram expostas, sob os cuidados de voluntários apaixonados por aviação.

“Sabemos que muitas pessoas ficaram decepcionadas, porém toda magia do museu será devolvida brevemente”, afirmou o presidente do museu, João Francisco Amaro.

A ideia, segundo ele, é encontrar uma área de 100.000 m² em São Paulo e instalar um parque dedicado à aviação, com o museu, feiras, shows aéreos, paraquedismo, cursos, lojas e restaurantes.

Fechamento
O espaço foi inaugurado em 2006 e, em 2013, começou a enfrentar dificuldades para captar recursos federais destinados à cultura. O desequilíbrio nas contas levou ao fechamento do museu, o maior do mundo mantido por uma companhia aérea.

“Não tivemos outra opção senão fechar ao público o museu que havia se tornado a ‘Estrela da América do Sul’, como dizia um amigo da Colômbia. Sabemos que foi um choque para os amantes da aviação, porém era essa a realidade”, disse.

A decisão, para o professor Fernando Martini Catalano, foi uma pena. Integrante do Departamento de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, ele ajudou a definir a área de instalação do museu e visitava o espaço com frequência.

“O fato de ele não estar mais aberto ao público é uma perda muito grande para todo mundo. A cidade perde, a região perde, o Brasil inteiro perde. Ali há vários aviões históricos, aviões que representam a indústria brasileira bem antes da Embraer, aviões que foram usados por nossa Força Aérea na Segunda Guerra Mundial. Era uma maneira das pessoas manterem a cultura aeronáutica bastante viva”, comentou.

Sobre a possível mudança para São Paulo, o professor afirmou que ela contribuirá para o aumento no número de visitantes, mas deu exemplos de museus instalados fora dos grandes centros e reforçou que nenhum espaço como esse sobrevive apenas com a venda de ingressos, é preciso haver subsídios.

“Outro museu do tipo no Brasil é o Museu da Força Aérea, no Rio de Janeiro, que também é longe do Rio. Tem que pegar um carro e ir embora”, disse. “Muitos museus de aviação na Inglaterra, por exemplo, não são em Londres. Pelo contrário, são bem longe de Londres”.

Frutos
Amaro relatou que, ao longo dos anos, as doações e cessões de aviões superaram as expectativas e o acervo cresceu além do esperado, atraindo milhares de visitantes de todas as partes do mundo.

“Temos a certeza de que, durante o tempo em que o museu funcionou, fomos os responsáveis pela formação futura de inúmeros pilotos, comissários, mecânicos ou outros profissionais ligados à aviação”, disse.
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Além de atrair profissionais para o setor, outro resultado da criação do espaço foi a instalação do Centro de Manutenção da TAM, hoje Latam MRO, em São Carlos.

“É uma história que pouca gente conhece”, adiantou Catalano. O professor e alguns amigos ficaram sabendo da intenção dos irmãos Amaro de criar um museu e fizeram um convite para que fossem visitar a área da antiga Companhia Brasileira de Tratores (CBT). O terreno integrava a massa falida da empresa e, por seu tamanho, permitiu a criação também do centro de manutenção. “Historicamente, o museu veio antes da MRO”.

Futuro
“Recebemos propostas para levar o acervo para outras cidades, porém a nossa pretensão é mesmo montar em São Paulo, não só um museu, mas um grandioso parque de entretenimento voltado para a aviação”, afirmou Amaro.

Para isso, ele espera contar com o apoio dos governos estadual e municipal.

 “Encontrar uma área que possa abrigar esse projeto em São Paulo e que atenda seus requisitos não é fácil. Além do quê, seu custo evidentemente será altíssimo”, disse.

“O prefeito João Dória é muito simpático à causa porque sabe da sua importância para o turismo local e, sem dúvida, haverá de encontrar uma maneira de nos atender para que possamos construir um dos maiores museus do mundo”.

A Prefeitura de São Paulo foi questionada sobre os planos de instalação do museu, mas não se posicionou até a publicação desta reportagem.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Chanceler brasileiro defende expulsar a Venezuela do Mercosul


Por Clóvis Rossi

O ministro Aloysio Nunes Ferreira Filho leva para a reunião deste sábado (1º) dos quatro países fundadores do Mercosul a tese de que a Venezuela deve ser expulsa do bloco, do qual foi suspensa no ano passado.
O teorema do ministro brasileiro é simples e assim formulado:
1) A suspensão da Venezuela, adotada unanimemente, se amparou em um argumento técnico: o país não cumpriu, no prazo devido, os compromissos assumidos quando sua adesão foi aceita.
2) Agora, a decisão de cassar os poderes da Assembleia Nacional, adotada na quinta-feira (30), representa uma "mudança qualitativa", diz o ministro. Trata-se de "uma ruptura clara da ordem democrática".
3) Logo, manter a Venezuela no bloco, apenas suspensa, seria "uma ficção, que avacalharia o Mercosul", afirma Aloysio, enfatizando que "avacalhar" é uma palavra adequada.
Como é óbvio, o chanceler sabe que qualquer nova decisão sobre a Venezuela também terá que ser adotada por unanimidade, como aconteceu no ano passado.
Para que prospere a proposta de expulsão, o grande obstáculo, talvez único, seja o Uruguai, por questões de política interna.
O país é governado pela Frente Ampla, uma coligação de esquerda na qual há setores que ainda defendem o regime venezuelano.
Já Argentina e Paraguai, ambos governados por grupos de centro-direita, fizeram críticas ao endurecimento do regime de Nicolás Maduro semelhantes às que faz o chanceler brasileiro.
A proposta de expulsão da Venezuela parte também de uma premissa: a de que não haverá volta atrás tão cedo na ruptura da ordem democrática concretizada na quinta-feira.
"O governo Maduro diz que é uma revolução e a lógica da revolução é incompatível com a alternância no poder", diz Aloysio.
A reunião deste sábado será em Buenos Aires, porque a Argentina é a presidente de turno do Mercosul. Foi convocada devido "à grave situação institucional da Venezuela", anunciou a chanceler Susana Malcorra.

REVISTA ISTO É


A reforma da previdência que todos precisam e ninguém quer aprovar


Por Carlos José Marques

O ambiente no qual se desenvolve o debate em torno da inevitável reforma da Previdência é, no mínimo, esquizofrênico. Todo mundo sabe que ela é vital, necessária, inadiável – sem a qual o País quebra logo ali adiante. Ninguém discute seu objetivo fim de tapar o histórico rombo em escalada geométrica. Mas não existe viva alma hoje disposta a arcar com a conta ou a ceder um milímetro no seu quinhão desse butim. A começar pelos grupos organizados. É a elite de servidores públicos, militares e da própria armada parlamentar quem mais resiste e protesta de maneira ruidosa. Galvaniza as ruas. Recebe concessões. Na maioria dos casos fica de fora do prejuízo. Mantém os privilégios. Não contribui para a solução. Articulada com sindicatos e agremiações de oposição (que trabalham pelo tumulto e sabotam projetos sem propor alternativas), essa elite trata de puxar para si o cobertor curto enquanto grande parte da população fica a descoberto. No amplo espectro de desigualdade social, quem menos pode e grita levará a pior. De novo. A reforma tem de sair e políticos – desprezíveis nas suas intenções – cozinham o assunto para não se indispor com as bases. Correm atrás de salvaguardas, blindando as categorias predominantes nos respectivos currais eleitorais. Dão de ombros às gerações futuras. Afinal, elas não lhe asseguram hoje uma vaga no Congresso.
Não estão no seu “target” de eleitores a agradar. O obstáculo maior à reforma em curso são os interesses pontuais daqueles com a caneta para aprová-la. A turma do atraso conspira rumo ao desastre geral. Atualmente 48% das despesas primárias do Estado são consumidas por aposentadorias e pensões. Em outras palavras: quase metade tudo que a União arrecada evapora nessa rubrica. O número avança absurdamente a cada ano e estima-se que já no exercício de 2024 nada menos que 100% do orçamento serão gastos no sistema previdenciário, caso nada seja feito. O colapso tem assim data marcada.
Décadas se passaram nessa toada. Inúmeras alternativas apareceram. Entraram em pauta no Congresso. Foram negociadas à exaustão. Vários governos acenaram para a urgência do tema. Mas, invariavelmente, qualquer iniciativa nesse sentido teve por destino a gaveta, desfigurada e rejeitada pelos lobbies, pela burocracia e por injunções políticas. Mofa nos arquivos as melhores intenções. Não há mais como seguir nessa incompatível expansão de gastos sem lastro para bancar desde gordos benefícios a castas privilegiadas até o atendimento básico de quem se aposenta mais cedo. O mundo mudou. O Brasil também. Com o envelhecimento da população – todos sabem! – cada vez menos contribuintes estão tendo de segurar a conta de mais beneficiários. O sistema travará. Irá sucumbir, sem dúvida alguma, por inanição da classe política que apela ao populismo e barra medidas amargas com a desfaçatez típica de canastrões. A sociedade não pode acreditar nas intenções dessa gente. Deve reagir, em benefício próprio. E logo! O presidente Temer soou o alarme, avisando que o Brasil pode virar uma Grécia em menos de uma década. E não há exagero nesse tipo de prognóstico. Estados e municípios, por exemplo, estão à beira do cadafalso e se não ajustarem os desembolsos previdenciários dos servidores não terão como escapar. Precisam, com urgência, apresentar novas regras locais que mudem o regime em vigor. Isso – claro! – se os governantes ainda tiverem algum juízo e senso de responsabilidade. Nenhum brasileiro pode perder de vista o fato de que o modelo de previdência em vigor ficou insustentável e está a exigir arranjos e sacrifícios indiscriminados em prol do bem geral.

PORTAL G-1


Fechado há 1 ano, Museu da TAM guarda mais de 100 aviões históricos

Aeronaves estão em São Carlos, sob os cuidados de voluntários. Presidente do espaço afirma que pretende levar acervo para São Paulo e criar parque dedicado à aviação.

Por Stefhanie Piovezan, G1 São Carlos E Araraquara

Fechado há pouco mais de 1 ano, o Museu da TAM ainda não tem data e nem local para reabrir. Enquanto as negociações acontecem, as cerca de 120 aeronaves do acervo continuam no prédio de São Carlos (SP) em que eram expostas, sob os cuidados de voluntários apaixonados por aviação.
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“Sabemos que muitas pessoas ficaram decepcionadas, porém toda magia do museu será devolvida brevemente”, afirmou o presidente do museu, João Francisco Amaro.
A ideia, segundo ele, é encontrar uma área de 100.000 m² em São Paulo e instalar um parque dedicado à aviação, com o museu, feiras, shows aéreos, paraquedismo, cursos, lojas e restaurantes.

Fechamento
O espaço foi inaugurado em 2006 e, em 2013, começou a enfrentar dificuldades para captar recursos federais destinados à cultura. O desequilíbrio nas contas levou ao fechamento do museu, o maior do mundo mantido por uma companhia aérea.
“Não tivemos outra opção senão fechar ao público o museu que havia se tornado a ‘Estrela da América do Sul’, como dizia um amigo da Colômbia. Sabemos que foi um choque para os amantes da aviação, porém era essa a realidade”, disse.

A decisão, para o professor Fernando Martini Catalano, foi uma pena. Integrante do Departamento de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, ele ajudou a definir a área de instalação do museu e visitava o espaço com frequência.
“O fato de ele não estar mais aberto ao público é uma perda muito grande para todo mundo. A cidade perde, a região perde, o Brasil inteiro perde. Ali há vários aviões históricos, aviões que representam a indústria brasileira bem antes da Embraer, aviões que foram usados por nossa Força Aérea na Segunda Guerra Mundial. Era uma maneira das pessoas manterem a cultura aeronáutica bastante viva”, comentou.
Sobre a possível mudança para São Paulo, o professor afirmou que ela contribuirá para o aumento no número de visitantes, mas deu exemplos de museus instalados fora dos grandes centros e reforçou que nenhum espaço como esse sobrevive apenas com a venda de ingressos, é preciso haver subsídios.
“Outro museu do tipo no Brasil é o Museu da Força Aérea, no Rio de Janeiro, que também é longe do Rio. Tem que pegar um carro e ir embora”, disse. “Muitos museus de aviação na Inglaterra, por exemplo, não são em Londres. Pelo contrário, são bem longe de Londres”.

Frutos
Amaro relatou que, ao longo dos anos, as doações e cessões de aviões superaram as expectativas e o acervo cresceu além do esperado, atraindo milhares de visitantes de todas as partes do mundo.
“Temos a certeza de que, durante o tempo em que o museu funcionou, fomos os responsáveis pela formação futura de inúmeros pilotos, comissários, mecânicos ou outros profissionais ligados à aviação”, disse.
ImagemAlém de atrair profissionais para o setor, outro resultado da criação do espaço foi a instalação do Centro de Manutenção da TAM, hoje Latam MRO, em São Carlos.
“É uma história que pouca gente conhece”, adiantou Catalano. O professor e alguns amigos ficaram sabendo da intenção dos irmãos Amaro de criar um museu e fizeram um convite para que fossem visitar a área da antiga Companhia Brasileira de Tratores (CBT). O terreno integrava a massa falida da empresa e, por seu tamanho, permitiu a criação também do centro de manutenção. “Historicamente, o museu veio antes da MRO”.

Futuro
“Recebemos propostas para levar o acervo para outras cidades, porém a nossa pretensão é mesmo montar em São Paulo, não só um museu, mas um grandioso parque de entretenimento voltado para a aviação”, afirmou Amaro.
Para isso, ele espera contar com o apoio dos governos estadual e municipal. “Encontrar uma área que possa abrigar esse projeto em São Paulo e que atenda seus requisitos não é fácil. Além do quê, seu custo evidentemente será altíssimo”, disse.
“O prefeito João Dória é muito simpático à causa porque sabe da sua importância para o turismo local e, sem dúvida, haverá de encontrar uma maneira de nos atender para que possamos construir um dos maiores museus do mundo”.
A Prefeitura de São Paulo foi questionada sobre os planos de instalação do museu, mas não se posicionou até a publicação desta reportagem.

Simulação mostra como caça da FAB pode abater avião desconhecido; veja vídeo exclusivo da blitz

Imagens feitas de dentro das duas aeronaves mostram como um avião pode ser "derrubado". Reportagem faz parte da série Plano de Voo, da EPTV.

Por Jornal Da Eptv 1ª Edição

Uma distância de 50 metros separa um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) de um jato executivo desconhecido. O espaço é menor que a largura de um campo de futebol, ínfimo ao ser comparado aos 5,5 mil exigidos por segurança, e ambos cortam o céu a 500 km/h.
A aparente sincronia chega ao fim quando o piloto do F-5 comunica ao outro comandante, por meio de rádio, que a aeronave está sendo interceptada para análise de dados. É uma blitz que pode terminar em ação extrema. Perca o fôlego no clipe exclusivo feito de dentro das duas aeronaves, abaixo.
No quinto capítulo da série Plano de Voo, exibido na EPTV, afiliada da TV Globo, nesta sexta-feira (31) uma simulação mostra como é feito o controle e a defesa do espaço aéreo no país.
ImagemPara se ter uma ideia da complexidade, 1,8 mil aviões percorrem diariamente os trajetos entre as regiões de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG) e esse movimento aparentemente caótico entre as nuvens é organizado de forma minuciosa.
Passo a passo da interceptação
Uma sirene toca na base imediatamente após um avião não identificado surgir na área monitorada por satélite. O caça da FAB é enviado ao local para rastreamento e trabalho de contato visual, com objetivo de identificar a matrícula do jato executivo, além de produzir fotos e filmagem dele.
Na sequência, a equipe em terra também rastreia informações como permissão para voo e destino.
A constatação de que o avião não tinha autorização para a viagem entre Cuiabá (MT) e Brasília é feita por militares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta), na capital federal.
A partir de então, a decisão do comandante da aeronave interceptada em não colaborar com a equipe pode elevar a intensidade do policiamento que, em último caso, prevê hipótese de abater a aeronave.
Imagem"Foi autorizado que o piloto chegue até o extremo, que nós chamamos de medida de detenção, aonde ele pode executar um tiro para que coloque essa aeronave no chão", explica o major-brigadeiro Mário Luís da Silva Jordão.
Segundo ele, a medida extrema também só deve ser adotada caso não haja efeito para uma ação de persuasão.
"São tiros que são dados na lateral, com munição que é visível para essa aeronave, informando a Defesa Aérea estar interceptando a aeronave, é importante que siga instruções. Nessa hora, se não cumpre, é classificada como hostil, já deu provas de que não quer colaborar", explica.
No caso da simulação feita durante a reportagem, o comandante do jato executivo decidiu seguir a recomendação para mudança de rota e pouso em Anápolis (GO). Em seguida, após constatar o pouso do avião interceptado, o caça também é orientado a descer ao solo para que dados oficiais da aeronave sejam avaliados com detalhes.
"Como nós não temos a possibilidade em voo de ver a documentação, então usamos a modificação de rota e o pouso obrigatório para ver, in loco, se estas documentações estão em dia", destaca o chefe do Centro de Operações Aéreas, Décio Dias Gomes.
Ele ressalta que a maioria dos casos está ligada à abordagem das aeronaves de pequeno porte que não têm plano de voo comunicado. Por exemplo, aviões que decolam de uma fazenda para outra.
Imagem"Muitas vezes para evitar pagar tarifas. Então, não podemos classificar que um tráfego aéreo desconhecido é um ilícito, nem sempre é. Por isso, tomamos essas atitudes", reforça.
Segurança do espaço aéreo
Ao mencionar que o trabalho visa combater transporte de drogas ou produtos ilegais pelo espaço aéreo, Gomes explica detalhes sobre a cobertura de segurança do espaço aéreo brasileiro.
"O nosso sistema de defesa é completo no sentido dos radares, nós temos por todo país, não só pelas fronteiras, mas também no interior. Uma aeronave que às vezes voa muito baixo, o radar não tem condições de visualizá-la. Por isso, normalmente nas áreas de fronteira, utilizamos a "Eco 99", uma aeronave radar baseada em Anápolis que desloca para várias regiões do país para apoiar esse tipo de missão, porque ela tem uma visualização para baixo. Por isso, a visualização é melhorada", explica.

Para lembrar dia do golpe militar, grupo muda nomes de ruas de SP que homenageiam torturadores

Início da ditadura completa 53 anos. Há ao menos 39 ruas com nomes ligados ao período.

Do G1 São Paulo

Por algumas horas desta sexta-feira (31) ruas de São Paulo que homenageiam personalidades e torturadores da ditadura militar mudaram de nome. A iniciativa é do grupo de ex-presos políticos “Ruas da Vergonha” para este dia em que o golpe militar completa 53 anos.
Uma das seis ruas que vai receber a mudança é a Henning Boilensen, no Jaguaré, Zona Norte de São Paulo. Henning foi um empresário acusado de incentivar a tortura durante a ditadura. O grupo colocou nomes como os do ditador alemão Adolf Hitler e do ditador chileno Augusto Pinochet para as pessoas terem a dimensão de que os nomes brasileiros
“A ideia de ter nomes de ruas homenageando torturadores da ditadura é o mesmo que ter nomes de grandes genocidas”, disse Maurici, ex-preso político.
Segundo levantamento do SPTV, há 39 ruas com nomes ligados à Ditadura Militar, 22 homenageiam acusados de crimes contra os direitos humanos, como o delegado Sérgio Fleury, denunciado por torturar e matar quem era contra o regime militar.
Há projetos de lei em tramitação na Câmara Municipal para mudar o nome de dez dessas ruas. O Minhocão foi um dos primeiros a mudar o nome. Até junho do ano passado, levava o nome do general Costa e Silva, que governou o país entre 1967 e 1969, Agora, leva o nome do presidente eleito, deposto pelo golpe, João Goulart.
O Memorial da Resistência, onde funcionava o Dops, local de tortura dos presos, apresenta nova exposição a partir deste sábado (1º).

Vídeo mostra moradores invadindo avião logo após queda em Sorocaba

Casal que estava na aeronave que saiu de Manaus morreu. Polícia está com o vídeo da invasão e vai investigar denúncias de saque.

Por Mayara Corrêa G1 Sorocaba E Jundiaí

Um vídeo gravado por um morador mostra algumas pessoas invadindo o avião que caiu e matou duas pessoas em Sorocaba, na tarde desta sexta-feira (31). Nas imagens é possível ver moradores entrando e saindo da aeronave, inclusive, com sacolas na mão.
Um casal que estava na aeronave que saiu de Manaus acabou morrendo. A ocorrência foi na tarde desta sexta-feira, no Jardim Novo Horizonte, zona norte da cidade. Segundo a polícia, as vítimas são Milton José Cardille, de 56 anos, e Jumara Nogueira Vieira, 32.
Nas imagens, feitas antes da chegada dos policiais, é possível ouvir que um dos suspeitos ainda brinca com a situação. “Vocês me filmaram catando as roupas dos ‘defuntos’.”
O pintor Luan Henrique Sousa mora na área verde bem perto do acidente e conta que estava saindo de casa quando o avião caiu. Assustado e com medo de alguma explosão, ele ficou dentro de casa e diz que viu o saque de pertences das vítimas.
"Uns três homens saíram com roupas e ainda tem algumas peças por ali", afirma.
A delegada Luciane Regina Bachir, que acompanha a ocorrência, diz que um boletim de ocorrência já foi registrado e que viu as imagens, que serão anexadas ao inquérito. Se os suspeitos forem identificados, poderão responder pelo suposto saque.
Queda em fossa
O terreno onde está a casa de Luan foi invadido por curiosos que derrubaram a cerca de arame farpado para ver a ocorrência. Uma mulher chegou a cair em uma fossa aberta no local.
"O buraco estava tampado com telhas e lona, mas o pessoal começou a correr aqui e uma mulher caiu, ralou a perna". Luan diz que também levou um extintor perto do avião que foi usado para apagar focos de incêndio. "Fiquei com medo e voltei para casa."
O acidente
O avião caiu em uma área de mata no início da tarde desta sexta-feira (31). Segundo a PM, o voo partiu de Manaus, e iria pousar em Sorocaba, para passar por manutenção, informou a polícia. Um homem e uma mulher que estavam a bordo não resistiram aos ferimentos e morreram.
Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o aeroporto de Sorocaba fazia parte do plano de voo. Entretanto, o aeroporto de Campinas (SP) também estava como alternativa, caso houvesse algum problema no percurso.
Equipes do Corpo de Bombeiros, polícias Militar e Civil, e Defesa Civil se mobilizavam para atender a área. O helicóptero Águia, da PM, também trabalha na ocorrência. A FAB também informou que equipes do Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa) foram acionados ao local do acidente para começar as investigações.
Ainda conforme a polícia, houve vazamento de combustível, no entanto, com o possível risco de incêndio, a área foi cercada para o trabalho de contenção. A aeronave, um bimotor turbohélice, prefixo PP-EPB, caiu próximo de casas, mas nenhuma foi atingida.
De acordo com uma mulher que mora próximo do local da queda, ela ouviu o avião com barulhos que pareciam falhas e em seguida a queda.
Entre os moradores que presenciaram a queda, o frentista Wesley Pires da Silva conta que mora a 500 metros do local do acidente e também afirma que viu o avião desviando das casas até cair na área verde.
"Ouvimos um barulho forte e o avião vindo caindo já. Foi um susto e fomos ver de perto, mas o casal já estava morto."
O jovem de 22 anos conta que algumas pessoas usaram extintores de carros para apagar o fogo e que um homem chegou a abrir a porta do avião para ver se tinha mais alguém, mas o piloto já estava morto.
Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião está com a documentação em dia. As causas do acidente serão investigadas.
Outro acidente aéreo
A zona norte de Sorocaba também foi local de outro acidente envolvendo aeronave, em 2013. Um avião de pequeno porte caiu no bairro São Guilherme na tarde de 29 de maio daquele ano. Segundo o Corpo de Bombeiros, duas pessoas morreram no acidente, o piloto e copiloto.
Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, o avião atingiu duas árvores e caiu sobre duas casas do bairro.


Ministério da Educação sofre bloqueio de R$ 4,3 bilhões no orçamento

Governo anunciou nesta semana corte de R$ 42,1 bilhões em gastos para cobrir rombo no orçamento. Defesa, Transportes e Cidades também sofreram cortes significativos.

Por Alexandro Martello, Do G1 Brasília

O Ministério do Planejamento divulgou na tarde desta sexta-feira (31) o detalhamento do corte de R$ 42,1 bilhões no orçamento federal anunciado nesta semana.
De acordo com o ministério, a Educação teve R$ 4,3 bilhões em despesas bloqueadas. Com isso, o orçamento da pasta para 2017, que havia sido definido pelo Congresso em R$ 35,74 bilhões, foi reduzido para R$ 31,43 bilhões.
A Saúde não sofreu bloqueio de gastos, segundo os números do Ministério do Planejamento. O valor aprovado na peça orçamentária, de R$ 99,38 bilhões em despesas, foi mantido.
O G1 entrou em contato com o Planejamento e questionou se o bloqueio na Saúde não foi feito por opção ou para não desrespeitar o investimento mínimo definido em lei, mas ainda não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou nesta semana, quando o valor do bloqueio foi anunciado, que o governo respeitaria a "aplicação mínima" de recursos para alguns setores, como saúde e educação.
O Ministério do Planejamento esclareceu que, nos valores bloqueados por pasta, estão incluídas as despesas com investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as emendas não obrigatórias.
Outros ministérios
Outros ministérios que sofreram cortes expressivos de gastos foram o da Defesa, das Cidades e dos Transportes.
O Ministério da Defesa teve R$ 5,75 bilhões de sua dotação orçamentária para 2017 bloqueada. Com isso, o valor liberado para despesas recuou de R$ 22,28 bilhões para R$ 16,52 bilhões.
No caso do Ministério das Cidades, foi autorizado um corte de R$ 4,17 bilhões, com sua autorização para despesas, em 2017, recuando de R$ 12,03 bilhões para R$ 7,86 bilhões.
Já o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil sofreu um bloqueio no orçamento deste ano de R$ 5,13 bilhões, com seu orçamento sendo reduzido de R$ 16,12 para R$ 10,99 bilhões em 2017.
O Ministério da Desenvolvimento Social e Agrário também viu seu orçamento cair neste ano em R$ 2,25 bilhões. Com isso, o limite anterior para gastos, de R$ 35,25 bilhões, caiu para R$ 32,99 bilhões.
A verba para a Presidência da República também sofreu cortes. A dotação anterior, de R$ 2,94 bilhões, sofreu um bloqueio de R$ 1,06 bilhão. Com isso, o limite para gastos em 2017 caiu para R$ 1,87 bilhão.
Meta fiscal
O bloqueio é parte do esforço do governo para tentar fechar o buraco de R$ 58,2 bilhões no orçamento e atingir a meta de déficit primário (despesas maiores do que receitas sem contar juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões em 2017.
Além do corte de gastos, o governo anunciou medidas para elevar a arrecadação, como o aumento da tributação sobre a folha de pagamentos, com expectativa de arrecadar R$ 4,8 bilhões a mais neste ano, e a instituição do IOF para cooperativas de crédito (com previsão de engordar o caixa em R$ 1,2 bilhão).
"É importante destacar que ao valor que aparece no total do contingenciamento anual do Poder Executivo, de RS 41,555 bilhões, deve ser adicionado o valor de R$ 569,667 milhões, referente ao contingenciamento dos demais Poderes para alcançar o valor total de R$ 42,125 bilhões", informou o governo federal.
Na quarta-feira, o governo informou que o corte de gastos foi dividido desta maneira:
- Corte de gastos dos Ministérios: R$ 20,1 bilhões
- Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): R$ 10,5 bilhões
- Emendas parlamentares obrigatórias: R$ 5,4 bilhões
- Emendas não obrigatórias: R$ 5,5 bilhões
- Gastos públicos além do Executivo: R$ 580 milhões

PORTAL SPUTNIK BRASIL


Força Aérea Brasileira leva ajuda humanitária para o Peru


Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) está a caminho do Peru com kits de ajuda humanitária enviados pelo Ministério da Integração Nacional para as vítimas das enchentes que provocaram já dezenas de mortes e deixaram centenas de milhares de desabrigados no país andino.
O auxílio consiste basicamente de 75 tendas operacionais de 25m² de área útil, que deverão atender a 750 pessoas. A expectativa é a de que a aeronave Hércules C130 da FAB, que decolou hoje do Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, chegue neste sábado até os necessitados. 
Essa ajuda oferecida ao Peru é muito semelhante à que o Brasil forneceu ao Haiti no final de 2016, quando este foi atingido pelo furacão Matthews, o mais forte a passar pela região do Caribe desde 2007.
Ao longo dos últimos anos, o país vem se fortalecendo como um importante fornecedor de auxílio humanitário pelo mundo. Como no caso da Síria, por exemplo, que o Brasil tem ajudado com doações em dinheiro, alimentos, remédios e outros itens...
Mas, principalmente, quando se trata de regiões mais próximas. Foi assim com o Equador, há quase um ano, quando do abalo sísmico que matou 670 pessoas, e do Chile, onde as Forças Armadas brasileiras ajudaram a combater, no final de janeiro, os piores incêndios florestais da história do país.
No território nacional, o Ministério da Integração Nacional tem se esforçado para atender a uma série de problemas emergenciais provocados por fatores como secas, chuvas intensas, erosões e colapsos de construções. Só em 2017, a pasta já reconheceu 1.060 situações de emergência ou calamidade.

REVISTA MILITAR DIÁLOGO (EUA)


Primera piloto de caza de la FAB comanda el avión presidencial

La trayectoria de la militar infunde ánimo a las mujeres que deseen ingresar en las Fuerzas Armadas de Brasil. El efectivo femenino alcanza casi las 30.000 mujeres.

Taciana Moury

Alexandre Borges es un símbolo de la presencia femenina en la Fuerza Aérea de Brasil (FAB). Integrante de la primera promoción de mujeres de la Academia de la Fuerza Aérea (AFA), en 2003, la carrera de la militar sobresalió por su pionerismo. Es la primera piloto brasileña en volar un avión caza de propulsión a chorro, A-1, y desde fines de 2016, también es la primera mujer en pilotar el avión presidencial brasileño.
“Es un orgullo y una responsabilidad transportar al presidente de Brasil, la máxima autoridad del país”, dijo la Cap. Carla. El vuelo en el Airbus A-319 es muy distinto de los que realizamos en aviones caza. “En la aviación, en el transporte de autoridades el objetivo es llevar a cabo un vuelo tranquilo, cuidadoso, evitar cualquier tipo de molestia o turbulencia, ya que la autoridad a menudo trabaja a bordo”, explicó.
Para poder operar este avión, la Cap. Carla realizó 150 horas de vuelo de entrenamiento y 60 horas en misiones de simulacro. Un consejo formado por integrantes del Grupo de Transporte Especial seleccionó a la oficial para comandar el avión presidencial. “Cuando surge una vacante los interesados se presentan y se los somete al consejo”, agregó.
Un sueño de la infancia
Ser piloto militar fue su sueño desde niña. Oriunda de Jundiaí, en el interior del estado de São Paulo, a la Cap. Carla le encantaba ir al aeroclub de la ciudad a observar los vuelos y tenía su habitación llena de afiches y miniaturas de aviones. “Siempre me encantó la aviación, pero lo que más quería era ser piloto de caza. En aquella época no había mujeres en la plantilla de pilotos de la FAB, pero cuando se abrió el primer grupo de mujeres, yo estaba allí, entre ellas”, recordó.
Para realizar el sueño de pilotar un avión caza, hicieron falta muchos años de dedicación y estudio. En la AFA, en Pirassununga, la Cap. Carla estudió durante cuatro años, en los que pilotó el T-25 y el T-27. Luego se fue a Natal, en Río Grande do Norte, a hacer el curso básico de piloto de caza durante un año, y solo entonces la designaron al Primer Escuadrón del Tercer Grupo de Aviación (1.º/3.º GAv) en Boa Vista, en el norte de Brasil, donde empezó a operar un avión Super Tucano.
“El 1.º/3.° GAv tiene la misión de proteger el espacio aéreo brasileño en la frontera. En el escuadrón participé en diversas operaciones de defensa aérea, como las Ágata y Cruzex. Pero mi enfoque era progresar como piloto de caza”, reafirmó la oficial. El objetivo era pilotar un avión de primera línea, en este caso el A-1, que alcanza velocidades de hasta 900 km/h y es capaz de llevar misiles y municiones de 30 mm.
Para llegar allí, la entonces Teniente Carla tuvo que realizar el curso de liderazgo de escuadrilla que duró dos años. “Es un prerrequisito para formar parte de un equipo de primera línea y liderar hasta cuatro aviones caza”, explicó la Cap. Carla. Al finalizar el curso, la oficial fue trasladada al Primer Escuadrón del Decimosexto Grupo de Aviación (1.º/16.º GAv), en la Base Aérea de Santa Cruz, en Río de Janeiro, para tomar el curso de la aeronave A-1.
En el 1.º/16.º de GAv la capitán tuvo que dedicar esfuerzo adicional, con preparación física y mucho estudio. “Aviones potentes, como el A-1, exigen una planificación detallada antes de cada vuelo, debido a que la velocidad requiere que sus capitanes tomen decisiones rápidas”, explicó. Los pilotos llegan a enfrentar una fuerza G (causada por la aceleración de la aeronave) de hasta seis veces el peso de su propio cuerpo.
Y fue así que, ocho años después de graduarse, en mayo de 2011, la Cap. Carla pudo realizar su sueño de volar sola en el reactor A-1 de la FAB. Incluso hoy en día, la militar recuerda la emoción de ese vuelo, que partió de la Base Área de Santa Cruz, en Río de Janeiro. “Cumplí mi gran sueño de pilotar el avión caza más moderno en operación en mi país. Pilotar un avión caza es una sensación única de libertad y fuerza. Fue una etapa muy importante que completé en mi vida”, subrayó.
La trayectoria de la Cap. Carla ha servido de ejemplo y estímulo a otras jóvenes que decidieron seguir el mismo camino. Para la oficial es un orgullo saber que contribuyó a consolidar la presencia de las mujeres en la FAB. “Se rompieron muchas barreras desde 2003, cuando se abrió el camino para las mujeres en la aviación de la FAB. Muchas ya están en este camino y otras también lo emprenderán. Es una profesión apasionante, pero que requiere mucha concentración y dedicación”, destacó.
Las mujeres en las Fuerzas Armadas de Brasil
La FAB lidera la lista de participación de las mujeres entre su personal en comparación con las demás fuerzas de Brasil. Hay un 16 por ciento de mujeres en la FAB, 10 por ciento en la Armada y solo 4,2 por ciento en el Ejército. Según datos del ministerio de Defensa, actualmente 28.512 mujeres sirven en las Fuerzas Armadas. Para mitigar estas diferencias y ampliar la política para las mujeres en la profesión militar, en 2014 se creó la Comisión de Géneros del Ministerio de Defensa (CGMD). La comisión está vinculada directamente a ONU Mujeres, en Brasília, una entidad creada por las Naciones Unidas para promover la igualdad de género y el empoderamiento de la mujer, que trabaja activamente en favor de la ampliación y la igualdad de género en las Fuerzas Armadas.
De acuerdo con el General de Brigada R1 Antonio Carlos Alves Coutinho, presidente de la CGMD, Brasil es uno de los últimos países en el mundo en cuanto a la apertura de oportunidades para las mujeres en todas las áreas de actuación. “En las tres Américas, Brasil es el país que más impone restricciones para la presencia femenina en las Fuerzas Armadas, especialmente en tareas consideradas “de combate”. En casi todo el mundo, la condición de ingreso y de ascenso en la carrera la determinan la competencia y el mérito individual”, subrayó.
En 2017, las dos principales escuelas de formación de la FAB y del Ejército comenzaron a aceptar mujeres: la Escuela Preparatoria de Cadetes del Aire, en Barbacena, estado de Minas Gerais, y la Escuela Preparatoria de Cadetes del Ejército (EsPCEx, por sus siglas en portugués), en Resende, estado de Río de Janeiro. El Gral. de Bda. Coutinho hizo hincapié en que la apertura de nuevas formas de entrada para las mujeres significa un avance, pero todavía hay que mejorar. “Las fuerzas fijan cuotas para la cantidad de mujeres en la institución, lo que limita una mayor entrada femenina. Para tener una idea, en la EsPCEx, de las 440 vacantes abiertas, solo 40 están destinadas a las jóvenes”, reveló.
El Gral. de Bda. Coutinho explicó que la CGMD trata de luchar contra los prejuicios al plantear abordajes científicos y con la demostración de resultados positivos medidos en otros países. Señaló que ha habido avances en la presencia de las mujeres en las Fuerzas Armadas, pero que el objetivo de la comisión es que no haya ningún obstáculo para que ingresen. “El lugar de la mujer es donde ella quiera estar. Si una joven quiere ser infante, conducir una embarcación de guerra o un avión de combate, permítanle esa posibilidad”, dijo.
Para él, independientemente del sexo, el que aprueba el proceso de selección establecido por la fuerza para ejecutar una tarea, es apto para ingresar. “El día que lo logremos, podremos extinguir la CGMD, y esto será prueba de que ya no hay ningún tipo de discriminación contra las mujeres en la institución militar”.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


Brasil y EEUU se alían para el desarrollo de tecnología militar


Por Roberto Caiafa

El Ministerio de Defensa de Brasil y el Departamento de Defensa de Estados Unidos concluyeron el pasado miércoles (22), los términos del Acuerdo de Intercambio de Información de Investigación y Desarrollo (MIEA, Master Information Exchange Agreement), un acuerdo fundamental para permitir que los dos países llevan adelante, en colaboración, proyectos de desarrollo tecnológico.
La firma del acuerdo tuvo lugar después de largas negociaciones por parte del Jefe de Asuntos Estratégicos del Estado Mayor Conjunto de las Fuerzas Armadas (Emcfa) y la Secretaría de Productos de Defensa del Ministerio de Defensa (Seprod).
El secretario de Seprod, Flávio Basilio, explicó que la novedad representa un hito importante para el fortalecimiento de las relaciones bilaterales en materia de defensa entre Brasil y los Estados Unidos que sin duda generará beneficios para la industria nacional.
"Este documento es la base para establecer cualquier tipo de cooperación bilateral con los Estados Unidos. Es otro paso hacia la aproximación en los EEUU, lo que permite alianzas importantes en la tecnología que representarán un incentivo importante para nuestra defensa de la base industrial y para el país en su conjunto", dijo el secretario.
El llamado MIEA es el resultado de la reanudación de las negociaciones entre los dos países, a partir de la ratificación del Congreso Nacional del acuerdo sobre cooperación en materia de defensa (Defense Cooperation Agreement-DCA) y el acuerdo sobre medidas de seguridad para la protección de información militar confidencial (General Security of Military Information Agreement-Gsomia).
Sin el MIEA, la relación de Brasil con los EEUU estaría restringida a la esfera comercial (compra y venta). Ahora, con este convenio que los EEUU han firmado sólo con los países considerados como socios, se abrirá una nueva fase que impulsará los esfuerzos conjuntos de desarrollo científico y tecnológico.
En este nuevo horizonte, hay previsión de comenzar los intercambios de información y la investigación básica en temas que de interés para ambos países. Se espera que los primeros proyectos estén dirigidos al desarrollo de tecnologías duales, es decir, que se puede aplicar tanto en lo militar como en lo civil.
Brasil & Estados Unidos
Las modalidades de acercamiento entre Brasil y los Estados Unidos se han ampliado a finales del año pasado, con el ministro de Defensa, Raúl Jungmann, y la entonces embajadora de Estados Unidos en Brasil, Liliana Ayalde, quien dirigió el Diálogo de la Industria de Defensa.
A partir de esta reunión fue posible eliminar algunos obstáculos que más podrían dificultar las asociaciones estratégicas entre los dos países. "Esta comprensión fue crucial para establecer este hito. A partir de ahora, vamos a abrir nuevos horizontes a otros países. Esto fortalecerá aún más nuestra industria de defensa", celebrado Jungmann.

Programas de Adquisición de la Fuerza Aérea del Brasil


Por Javier Bonilla

En tanto continúa en la Fuerza Aérea de Brasil (FAB) la incorporación de los 16 H-225M, contratados años atrás con Airbus Helicopters y se incrementa su grado de nacionalización, se mantiene Incorporación de helicópteros S-70 para sustituir a los UH-1H y Esquilo más veteranos, se finaliza la sustitución de los HS125 por EMB-145 y 135, Legacy 500 e incluso futuros Phenom 300.
Se han recibido 11 cazas F-5 de la Real Fuerza Aérea jordana, tras ser modernizados en Embraer, y destinando otros como fuente de repuestos, y se incorporarán los Cougar contratados. Así mismo, se renueva la aviónica y estructura en AEL y Akaer de 54 Bandeirante de transporte, patrulla naval (que también modernizan sus sistemas de comunicaciones) y rescate, y con un programa muy similar, los T-27 Tucano originales. La FAB recibió los helicópteros Mi-35, con posibilidad de incorporar unidades adicionales para su primera base amazónica, en Boa Vista. Se incorporaron los primeros EC725, de 16 sumados a 2 unidades VIP para Presidencia, una de las cuales ya arribó al país. Se incorporan otros 8 C295 y camiones logísticos Ford Euro 5 y se licitarán 10 planeadores en Europa, que deberán ser montados en Brasil.
Han culminado en Sudáfrica, por otra parte, las pruebas del misil antiaéreo binacional A-Darter. Se incorporaron los radares Bradar Saber M-60 y, ya en materia de control del espacio aéreo, sigue implementándose el Sistema Avanzado de Gestión de Informaciones de Tráfico Aéreo y Relatorio de Interés Operacional (SAGITARIO), básicamente un software nacional integrando datos meteorológicos, satélitales, de radar, planes de vuelo y alteraciones de último momento en un soporte informatizado, cuya concepción e implantación insumió unos 12 millones de dólares. Así mismo está en marcha la modernización de seis radares del SIVAM TPS-B34 3D para dotarlos de Contra-Contra-Medidas Electrónicas (CCME) y un Programa Simulador de Ambiente Radar (RESS) en el Parque de Material Electrónico de Río de Janeiro, habiendo sido recibida la primera unidad actualizada para el Escuadrón Mangrulho (Santa María).
Estas últimas iniciativas están bajo la responsabilidad de la Comisión de Implantación del Control del Espacio aéreo (CISCEA), el Sistema de Control del Espacio Aéreo Brasileño (SISCEAB) y el Departamento de Control del Espacio Aéreo Brasileño (DECEA), cuya labor se expresa fundamentalmente en 4 Centros Integrados de Defensa aérea y Control del Espacio Aéreo (CINDACTA) , un Servicio Regional de Protección al Vuelo (SRPV), 5 centros de Control de Aérea (ACC) y 47 de Control de Aproximación, fuera de unas 60 torres de Control Aeroportuarias (TWR). Además, existen unos 79 Destacamentos de Control del Espacio aéreo, dependientes de los 4 CINDACTA. A nivel bélico, llega un lote de 120 kits Lizard II para ser usados en bombas MK-83 de 100 libras (454 kilogramos), negociado desde 2013. Se está evaluando igualmente el emplazamiento de la futura base de drones o blancos aéreos múltiples Diana, proporcionados por el INTA, en el sur de Brasil, probablemente en Pelotas o Sao Lourenço.
Próximos programas de adquisiciones
Dilucidada finalmente a favor del Saab Gripen NG la licitación de 36 aviones de caza de 4ª generación –antes preseleccionados el Rafale, el Super Gripen y el Super Hornet F/18 E/F– por 5.500 millones de USD, concluyó también el programa de modernización de F-5A BR (M), así como continúa, muy ralentizada, la de los AMX/A1, ambos proyectos de Embraer coparticipados por Elbit/AEL y Mectron. Se adquirió un simulador –primero en el mundo– para C295 en CAE, de nivel D y se evalúa la incorporación de hasta 8 Phenom 300 para remplazar a otros tantos Learjet 31. Cuatro UH-60L más, al menos, están siendo adquiridos, sobre un contrato FMS que prevé hasta 15, para ser distribuidos entre todas las fuerzas. En el próximo trienio, además, se debería elegir un nuevo avión de entrenamiento básico.
La entrega de los Mi-35 desplazó una unidad de ala rotativa entera de Recife a Porto Velho –región amazónica–, así como los F-5 modernizados en buena parte se reubican en Manaus, y los AMX se trasladan desde la Base Aérea de Santa Cruz (Río) a Campo Grande (Matto Grosso), donde también se instaló el 3er Batallón de Aviación del Ejército Asimismo, con la disolución momentánea del Escuadrón Adelphi, basado en Río de Janeiro (Santa Cruz), los AMX-A1 se concentran en Santa María (Río Grande do Sul). También terminaron de integrarse a su nueva base en Salvador (Bahía) los Lockheed P-3AM modernizados por Airbus DS y se dota a algunos Learjet 35 con radares DR 3000, equipando las naves para reconocimiento.
La FAB acomete finalmente, y por alquiler, la incorporación de un avión cisterna y, en lo posible, que comparta funciones VIP, desechando anteriores opciones por 3 Boeing 767 reconvertidos entre IAI y TAP M&E. Junto a las demás Fuerzas, evalúa dotarse hacia 2017/2018 con helicópteros de entrenamiento para sustituir a los Esquilo más veteranos. Se ha decidido dotar a los EMB-111/P-95M Bandeirulha que están siendo modernizados por AEL, con participación de Akaer, con el Sistema Digital de Gestión Embarcada (ADAMS) de Orbit.
La Fuerza Aérea y Mectron -empresa que está siendo vendida debido a escándalos en su matriz, Odebrecht- acordaron desarrollar el Link BR2, que se comenzará a instalar hacia 2017 en algunos aviones y estaciones terrestres, para luego hacerlo en el resto de la flota, incluyendo helicópteros y reabastecedores. Ya,algunos de los AM-1 recién modernizados cuentan con el sistema de preserie. Hoy los dispositivos de Data Link se concentran casi exclusivamente en los A-29 Super Tucano, algunos AMX, F-5M, así como en los Embraer E-99 y R-99 y P-3BR, habiéndose optado por dotar a algunos de estos modelos de nuevos sistemas IFF Thales TSC 2030 y 2050. Mectron, la sudafricana Denel y las brasileñas Avibras y Opto Eletrónica emplazarán las instalaciones para fabricar el misil AA Darter en Sao José dos Campos, cuya construcción, finalmente se autorizó y acordó con Denel. La Escuadrilla da Fumaça incorpora el EMB-314 Super Tucano, sustituyendo al T-27 Tucano. Se han experimentado satisfactoriamente las primeras bombas guiadas Elbit Lizard a partir de aviones AMX, usándose también las SMKB-82/83, e incorporándose definitivamente el sistema.
Se desarrolla, por otra parte, la modernización de 6 radares tridimensionales TPS-B34 3D/TPS-77 del SIVAM (Sistema de Vigilancia de la Amazonía), encomendada al Parque de Material Electrónico de Río de Janeiro (PAME-RJ) y Lockheed Martin Global Inc (LMGI). Se evalúa la adquisición o no de otro kit anti incendio Modular Airbone Fire Fighting System (MAFF) de 12.000 litros para instalar en aeronaves C-130 o en los futuros KC-390, así como la llegada de más Dispositivos de Visión Térmica Mowgli 2M MCFF SM046 para usar con los misiles Igla-S, del cual también podrán ser incorporadas más unidades.
Para los futuros Gripen se adquirirán 20 kits de guiado Spice 1000 que convierten bombas convencionales Mk-83 de 460 kilos, en una bomba con guiado de precisión al añadir un sistema inercial y GPS además de visual e infrarrojo. También se adquirirán otras 30 bombas de precisión Spice 250, cuya cabeza de combate tendría un peso estimado de entre 80 y 90 kilos y un sistema de guiado derivado de la familia Spice.. Además, se encomiendan 4 pods de reconocimiento electroóptico diurno o nocturno Reccelite 2 ,así como diez unidades del pod de navegación y adquisición de objetivos Litening G4. Se compran también diez unidades operacionales y ocho de entrenamiento del misil aire-aire de corto alcance A-Darter desarrollado desde hace años entre Denel y Mectron. A la alemana Diehl BGT Defence se le adquiren los misiles aire-aire de corto alcance “all aspect” IRIS-T (Infra-Red Imaging System-Thrust Vector Controled) ,10 operaciones y 20 de entrenamiento. Para los P-3 del Escuadrón Orungán ,antes de mediados de 2021 arribarán 12 misiles Harpoon AGM 84.

PORTAL DEFESANET


FAB aposta em motor de propulsão líquida

Concebido para impulsionar veículos espaciais, projeto que usa etanol finalizou primeira etapa de testes de câmara de combustão na Alemanha

Por Ten Jussara Peccini Agência Força Aérea

O projeto de cooperação germano-brasileira no desenvolvimento de motor para impulsionar veículos espaciais baseados em propulsão "verde" é um dos destaques no estande da Força Aérea Brasileira (FAB), na maior feira de segurança e defesa no Rio de Janeiro. O projeto L-75 usa etanol para desenvolver a tecnolgia de propulsão líquida.
Atualmente, os pesquisadores brasileiros e alemães analisam os dados da campanha de ensaios da câmara de combustão realizada entre julho e dezembro no ano passado em Lampoldshausen, na Alemanha. Foram cinco anos de pesquisas até o projeto ter condições de avaliar o cabeçote de injeção, concebido para ser o núcleo do novo motor L-75. Os testes verificaram os parâmetros de desempenho de combustão para serem comparados com o estabelecido no projeto.
O motor L-75 é um projeto desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), localizado em São José dos Campos (SP), em parceria com a Agência Espacial Alemã (Deutsches Zentrum für Luft- und Raumfahrt - DLR) e a Agência Espacial Brasileira (AEB). O nome do L-75 tem relação com o empuxo do motor (força que empurra) de 75 KN (quilonewtons). Para se ter uma ideia, isso seria suficiente para tirar do chão um caminhão de 7,5 toneladas.
Os responsáveis explicam que o objetivo brasileiro nesse projeto é capacitar equipe técnica de engenheiros e técnicos para dominar a tecnologia de propulsão líquida. O conhecimento permite calcular e projetar os componentes do motor inteiro. Além disso, permite capacitar a indústria nacional para fabricar esses diversos componentes projetados e, ao final, ensaiar esses componentes nas instalações projetadas e construídas no Brasil.
“Ao final desse ciclo o país estaria capacitado a desenvolver a tecnologia de propulsão líquida no país. Importantíssima para ter acesso efetivo ao espaço, por meio de lançamento de satélite”, explica Daniel Soares de Almeira, gerente do projeto no IAE. “A tecnologia de propulsão líquida é mais eficiente e é a que a maior parte dos países usa para ter acesso ao espaço. No entanto, é mais complexa. Isso exige um trabalho maior, além de desafios para a equipe técnica e para a indústria”, complementa.

Veículo suborbital VSB-30 terá modelo modernizado

Processo prevê novos dispositivos de segurança e de ordens pirotécnicas

Por Agência Força Aérea

Com mais de 20 lançamentos de sucesso, sendo a maior parte no exterior, o veículo suborbital VBS-30, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), terá a terceira versão do modelo modernizado. O veículo contará com outro dispositivo mecânico de segurança e novo equipamento de ordens pirotécnicas, que comanda os eventos, como ignição, separação de estágio e separação de carga útil, durante o voo.
“Estamos estudando uma proposta de desenvolvimento em conjunto com a Agência Espacial Alemã para a modernização do projeto”, afirma o gerente do projeto do VSB-30, Eduardo Dore.
As principais mudanças para a próxima geração do VSB-30 seriam a retirada do amianto da composição da proteção térmica dos motores e a qualificação do Dispositivo Mecânico de Segurança Remoto (DMS-R).
O objetivo é diminuir o número de pessoas e o tempo de exposição ao risco na armação dos veículos. O projeto também prevê a otimização e a modernização do sistema de ignição e o desenvolvimento do sistema de terminação de voo.
Desenvolvido há mais de 30 anos para atender aos requisitos da Agência Espacial Europeia (ESA), o VSB-30 é certificado, qualificado, e considerado seguro, confiável e estável.
A plataforma serve para testes de experimentos científicos e tecnológicos com aplicação em satélites, veículos espaciais e indústria farmacêutica, por exemplo, em ambiente de microgravidade.
“Este ambiente proporciona a realização de experimentos científicos e tecnológicos sem ação de forças externas, somente com a força da gravidade”, afirma o engenheiro.
O veículo tem capacidade de levar cargas úteis em torno de 400kg a uma altitude de 240km, proporcionando ambiente de microgravidade por até seis minutos.
O apogeu do veículo ocorre acima de 240 km (ápice da parábola) e o ponto de dispersão (queda) a cerca de 20km do local do lançamento. A precisão do local da queda é um item importante.
Devido a isso, a maior parte dos 22 lançamentos foi realizada em Esrange, na Suécia, já que o local possui fronteiras com demais países nórdicos. Ainda neste semestre, a Austrália deve efetuar o segundo lançamento do VSB-30 em seu território com a carga útil HiFire 4. O primeiro lançamento ocorreu em 2016.

LEONARDO - Avança no mercado Brasileiro de segurança, aeroespacial e de defesa

Leonardo participa da LAAD 2017 para promover soluções de segurança, aeroespacial e de defesa para o mercado Brasileiro

- Há mais de 40 anos a Leonardo tem contribuído para a segurança do povo brasileiro
- Na LAAD, Leonardo está exibindo sob sua nova identidade de marca única, melhor posicionada para continuar oferecendo todo o seu espectro de tecnologias e produtos líderes
- Uma grande área de cooperação entre Leonardo e Brasil é representada por monitoramento ambiental e segurança através de sensores de radar e satélites
Roma, 31 de Março de 2017 – Leonardo apresentará na LAAD - Latin America Aerospace and Defence - a maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, entre os dias 4 e 7 de abril no Centro de Convenções Riocentro, no Rio de Janeiro, mostrando sua expertise nos setores de segurança, aeroespacial e de defesa e sua presença no mercado brasileiro.
Leonardo está exibindo pela primeira vez na região sob sua nova identidade de marca; No entanto, a empresa está presente e ativa no Brasil há mais de 40 anos, contribuindo para a melhoria da segurança no país através da provisão de sistemas e sensores eletrônicos de ponta. Alguns sistemas notáveis fornecidos incluem comunicações táticas para o Exército, sistemas navais e sensores óticos para Fragatas da Marinha Brasileira, sensores e sistemas de combate para a Marinha Brasileira e o Exército Brasileiro.
O maior sucesso foi o fornecimento de uma ampla variedade de sistemas avançados de radares aéreos, em operação na maioria das aeronaves voadas pela FAB (Força Aérea Brasileira). A atual frota brasileira de caças está equipada com o nosso Radar GRIFO, operado atualmente nos caças F-5, e o Radar SCIPIO operado nos A1-M (AMX), desenvolvido conjuntamente pelas indústrias italiana e brasileira. Os sucessos recentes neste domínio incluem o radar táctico Gabbiano T-20 para a aeronave de transporte KC-390, a seleção do radar de vigilância AESA (SeaSpray 5000E Active Scane Array) para a Aeronave de Patrulha Marítima (MPA) P-95 e o fornecimento de uma suíte de sensor avançado para o futuro caça de 5ª geração Gripen-E da FAB.
Leonardo é também um dos principais players no setor de segurança. Mais de 50 países, entre eles a Argentina, contam com as soluções de comunicação multitecnologia crítica da empresa para tornar as cidades, infra-estruturas e transportes mais seguros e enfrentar desafios relacionados a emergências naturais e as provocadas pelo homem. Com uma herança de 60 anos nos domínios militar e civil da Gestão do Tráfego Aéreo (ATM), uma base de clientes que abrange mais de 150 países e várias propostas em curso em todo o mundo, a empresa também é capaz de responder à segurança, automação e necessidades de sustentabilidade dos aeroportos.
Leonardo tem mais de 200 helicópteros operando no Brasil desempenhando muitos papéis, incluindo transporte executivo / corporativo, aplicação da lei, serviços públicos e transporte offshore. Na LAAD, a empresa apresentará o AW139, atualmente operada pela Policia Federal do Brasil, que já realizou operações em ambientes rudes da Amazônia com desempenho notável. Destaca-se a presença da empresa no setor de segurança do Brasil por um AW119Kx, uma aeronave monomotora recentemente atualizada com glass-cockpit e aviônicos avançados adotada por operadores que buscam uma ampla gama de equipamentos de função. O Estado do Rio Grande do Sul é o primeiro operador para-publico sul-americano de AW119Kx, elevando a frota total da AW119 para seis unidades de polícia e bombeiros.
Com o programa de atualização do Lynx para 8 helicópteros progredindo, o primeiro voo está previsto para julho próximo. As alterações recentes ao contrato preveem treinamento mais avançado para os pilotos da Marinha do Brasil, melhoria da taxa de atualização das principais caixas de transmissão e início de estudos para considerar um novo sistema de armas para o Lynx MK21B, e sua nova designação (AH11B para a Marinha do Brasil). A exposição será também uma oportunidade para Leonardo Helicópteros e TAI (como Team Atak) para promover o T129, um formidável novo helicóptero de combate multi-função altamente poderoso e capaz de operar em todos os tempos dia e noite.
No setor aeronáutico, a Leonardo tem uma presença importante na América Latina graças a uma forte parceria industrial estabelecida com o Brasil: o programa AMX. A exposição LAAD será uma oportunidade para chamar a atenção para o Leonardo M-346 em suas três variantes: AJT, Advanced Jet Trainer; FT, Fighter Trainer e FA, Fighter Attack, equipados com sistemas de armas e aviônicos para responder às exigências dos países latino-americanos.
No campo das aeronaves de vigilância multi-missões, a Leonardo exibirá o ATR 72MP, a aeronave de patrulha marítima mais avançada disponível no mercado, atualmente em serviço com a Força Aérea Italiana.
Em novembro do ano passado, um avião C-27J Spartan de missão múltipla mostrou suas capacidades em condições climáticas diversas e extremas durante uma turnê pelos países da América Latina, chegando até a Base Aérea Marambio na Argentina.
Leonardo está presente no setor espacial brasileiro desde 1997, por meio de sua subsidiária Telespazio Brasil. A Thales Alenia Space (joint venture entre a Thales e a Leonardo), tem apoiado o empreendedor principal Thales Alenia Space nas atividades de instalação e pré-operação dos centros de controle de satélites do governo brasileiro para aplicações militares e civis SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas). O programa desempenha um papel fundamental no plano do Espaço Brasileiro, oferecendo comunicações via satélites segura para as Forças Armadas e o governo brasileiro e contribuindo para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
A Telespazio Brasil também atua no setor de observação da Terra, comercializando os produtos da constelação de satélites de radar COSMO-SkyMed em nome da e-GEOS (empresa Telespazio / ASI), especialmente para o monitoramento da floresta amazônica e para a agricultura, defesa e segurança e aplicações de proteção de óleo e gás.

AVIBRAS- Aapresenta Guará 4WS, Míssil AV-TCM e ASTROS 2020


ImagemReconhecida mundialmente pela excelência e pela qualidade de seus produtos e sistemas de defesa, a AVIBRAS Indústria Aeroespacial levará o protótipo da viatura Guará 4WS Blindada Leve sobre Rodas para a LAAD Defence & Security 2017, que será realizada de 4 a 7 de abril no Riocentro – Exhibition & Convention Center, no Rio de Janeiro.
A viatura pertence à mais nova família de blindados leves da AVIBRAS, que nesta versão de Reconhecimento Armado tem capacidade para cinco tripulantes devidamente equipados com excelente nível de proteção, elevada agilidade e extrema mobilidade com tração 4X4 e direção nas quatro rodas.
Também é destinada ao emprego tático em operações especiais de forças de segurança em área urbana: combate ao crime organizado, a assalto a bancos e carros-fortes, e ao tráfico de drogas. Versátil, pode ser utilizada em áreas de combate aos conflitos armados.
A viatura está disponível ainda nas versões transporte de pessoal, transporte de carga, ambulância, viatura lança-morteiro, viatura anticarro e viatura tática de assalto.
O Guará ficará em destaque no estande da empresa, localizado no Hall 4 – Estande D-50, juntamente com o AV-TCM ASTROS (Míssil Tático de Cruzeiro com alcance de 300 km) movido a turbojato, que está em fase final de desenvolvimento e certificação. O AV-TCM está contratado pelo Exército Brasileiro, no âmbito do Projeto Estratégico ASTROS 2020, cuja finalidade é equipar a Força Terrestre de um sistema de defesa de última geração.
A parceria da AVIBRAS com as Forças Armadas do Brasil também será evidenciada durante a LAAD por meio dos programas A-Darter (Força Aérea Brasileira), MAN-SUP (Marinha do Brasil) e Sistema ASTROS 2020 (Exército Brasileiro).
A AVIBRAS participa do programa binacional entre o Brasil e a África do Sul no desenvolvimento do míssil de combate aéreo de 5º geração A-Darter que deverá equipar os novos caças Gripen da Força Aérea Brasileira.
Em conjunto com outras empresas da Base Industrial de Defesa a empresa participa do desenvolvimento do MAN-SUP (Míssil Antinavio lançado de Superfície), sendo responsável, dentre outros componentes, pelo Motor e pela Integração Final do míssil que deverá equipar os futuros navios da esquadra da Marinha do Brasil.
Com o objetivo de equipar a Força Terrestre de um sistema estratégico moderno de dissuasão extrarregional, está em pleno andamento o Projeto Estratégico ASTROS 2020, que possibilitará o lançamento de vários foguetes da família ASTROS e do míssil tático de cruzeiro, a partir das plataformas da nova viatura lançadora múltipla universal na versão MK-6. O sistema possui meios capazes de prestar apoio de fogo de longo alcance com elevada precisão, letalidade e mobilidade.
O sistema também permitirá a preparação para a realização do tiro, desde o recebimento e análise da missão, passando pelo comando, controle e trajetória de voo até o controle de danos, estando conectado ao Sistema de Comando e Controle da Força Terrestre (SC2Fter) do Exército Brasileiro.
Perspectivas - A AVIBRAS sempre priorizou a sua participação em grandes feiras especializadas em Defesa, pelos benefícios que um evento deste porte proporciona às empresas na promoção de seus negócios, de sua marca, de seus produtos e serviços. A AVIBRAS faz parte da história da LAAD, estando presente em todas as suas edições, reconhecendo que a feira é a mais importante iniciativa dos setores de defesa e segurança na América Latina.
Os eventos especializados também são excelentes plataformas para consolidar vendas no Brasil e no exterior, em paralelo, trazendo excelentes perspectivas para a companhia.
Reconhecida pelo alto nível de seus participantes, a LAAD Defence & Security é considerada uma referência internacional em tecnologia, inovação e geração de negócios.
Sobre a AVIBRAS
A AVIBRAS Indústria Aeroespacial é uma empresa estratégica de Defesa, 100% brasileira, que desenvolve tecnologia própria, inovadora e independente nas áreas de Aeronáutica, Espaço, Eletrônica, Veicular e Defesa, gerando valor para os seus clientes, acionistas, colaboradores e sociedade, de forma sustentável.
Fundada em 1961, a AVIBRAS é um polo de inovação e de desenvolvimento - uma verdadeira system house. A organização ocupa um lugar de destaque na história do setor aeroespacial, como uma das pioneiras no Brasil em projeto e desenvolvimento de aeronaves, veículos especiais e produtos de defesa.
Com amplas instalações industriais no Vale do Paraíba (São José dos Campos, Jacareí e Lorena), coração do principal parque tecnológico e aeroespacial do Brasil, a AVIBRAS destaca-se pela produção do Sistema ASTROS 2020 (nova geração do Sistema ASTROS – produto de maior sucesso), capaz de lançar foguetes, mísseis de cruzeiro e foguetes guiados.
Presente nos mercados nacional e internacional, a AVIBRAS também se destaca pelo desenvolvimento e pela industrialização de diferentes motores foguetes e mísseis para aplicações terrestres, aéreas e navais; sistemas fixos ou móveis de C4ISTAR (Comando, Controle, Comunicação, Computação, Inteligência, Vigilância, Aquisição de Alvo e Reconhecimento) e Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) - o Falcão.
Resultado de um projeto arrojado e empreendedor, a fábrica de blindados e os laboratórios de mísseis da AVIBRAS podem ser considerados os mais modernos do Brasil. O parque industrial propicia o desenvolvimento de novos produtos, favorecendo a geração de empregos, o investimento em tecnologias e o aumento do leque de produtos para o mercado interno e externo.

PORTAL CONSULTOR JURÍDICO


Peculiaridades da carreira militar são incompatíveis com reforma da Previdência


Por Wolmer De A. Januário E Maria Regina Januário

Está em discussão no Congresso Nacional a reforma da Previdência Social. Entre todas as polêmicas, desde o anúncio da proposta de alteração do sistema previdenciário brasileiro pela equipe econômica de Michel Temer, a exclusão dos integrantes das Forças Armadas. Apesar da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287/16 para os trabalhadores privados, rurais e servidores públicos precisar de ajustes, a decisão de não incluir os militares neste primeiro momento foi correta, pois a carreira tem particularidades que são incompatíveis com os regimes englobados na reforma.
A principal característica é que, ao contrário do que ocorre com o trabalhador civil, o militar não se aposenta. Vale ressaltar que, atualmente, ao completar 30 anos de efetivo serviço militar, ele é transferido para a reserva remunerada podendo ser, inclusive, novamente convocado para o trabalho. Importante também esclarecer que os militares das Forças Armadas não têm previdência, pois são custeados pelo Tesouro Nacional. E os militares, mesmo na reserva, contribuem para a pensão militar que é destinada aos seus dependentes legais.
A profissão militar tem características próprias com relação aos direitos trabalhistas, como por exemplo: os militares não fazem jus a remuneração do trabalho noturno superior ao do trabalho diurno; estão disponíveis 24 horas por dia — dedicação exclusiva — isto é, trabalham muito mais que a média dos trabalhadores da iniciativa privada e servidores civis; não têm direito a repouso semanal remunerado; não têm direito ao adicional de periculosidade e hora extra; os militares não recolhem o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); os militares não podem participar de atividades políticas e os militares não podem se sindicalizar.
Em razão desse regime de dedicação exclusiva, de acordo com estudos realizados pelo Ministério da Defesa, os 30 anos de efetivo serviço militar que é a condição necessária para o militar ser transferido para a reserva remunerada, correspondem na verdade a 44 anos de serviço. Assim, os militares trabalham muito mais que os trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos civis.
Os militares estão também sujeitos a uma grande mobilidade geográfica, as chamadas transferências por necessidade do serviço. Essa característica impõe sacrifícios não só ao militar, mas para toda a família, já que a mudança constante de cidade dificulta a construção de um patrimônio para a família, prejudica a educação dos filhos e impõe restrições ao cônjuge para que exerça atividade remunerada.
E por consequência dessas particularidades é que não se deve impor aos militares das Forças Armadas a mesma regra seguida pelos trabalhadores da iniciativa privada. E qualquer mudança que se pensa em fazer deve ser precedida de um estudo aprofundado para não impor ainda mais sacrifícios aos militares, que atualmente são muito mal remunerados, percebendo soldos bem inferiores aos das Polícias Militares de alguns estados, como por exemplo, da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais e do Distrito Federal.
De acordo com estudos do Ministério da Defesa, o militar contribui em média 62 anos para a pensão militar. Pelas regras atuais, os militares têm uma contribuição mensal de 7,5% de suas remunerações. Este valor não é utilizado para custear uma aposentadoria, mas as pensões as quais os familiares têm direito em caso de morte. E no caso de falecimento do militar existe uma ordem de concessão da pensão militar prevista na Lei 3.765/60.
Primeiramente, este direito se transmite ao cônjuge, e seguindo esta ordem temos o companheiro ou companheira designada ou que comprove união estável como entidade familiar; pessoa desquitada, separada judicialmente, divorciada do instituidor ou a ex-convivente, desde que percebam pensão alimentícia. Na sequência desta linha estão os filhos ou enteados até 21 anos de idade ou até 24 anos de idade, se estudantes universitários ou, se inválidos, enquanto durar a invalidez; e menor sob guarda ou tutela até 21 anos de idade ou, se estudante universitário, até 24 anos de idade ou, se inválido, enquanto durar a invalidez.
Seguindo a linha de pensamento do Governo Federal na reforma para os trabalhadores urbanos, rurais e funcionários públicos, a principal mudança a ser realizada seria na criação da idade mínima para ir a reserva. Recentemente, o Ministério da Defesa informou que existe uma proposta para alterar a idade para passar à reserva de 55 a 70 anos. Hoje essas idades variam de 44 anos (soldado e marinheiro) até 66 (general de Exército, almirante de esquadra e tenente-brigadeiro).
Entretanto, quem fala em aumentar para 70 anos o limite de idade para a reserva desconhece as peculiaridades da profissão militar. A vida militar envolve risco de vida diário nos treinamentos, as atividades militares exigem aptidão física do militar, e a Nação precisa contar com um efetivo jovem em condições físicas de ser empregado em caso de necessidade. É impossível exigir de um militar com mais de 50 anos que o mesmo participe das atividades militares que são exaustivas.
Portanto, antes de qualquer mudança o governo deve respeitar as peculiaridades da carreira militar, pois os militares além do risco de morte não possuem diversos direitos trabalhistas.

PORTAL BRASIL


Reforma da Previdência é necessária para manter equilíbrio das contas

Com a aprovação do teto de gastos, governo precisaria retirar dinheiro de outras áreas e aumentar impostos para conseguir manter o ajuste no caso de o atual sistema ser mantido

A aprovação da emenda constitucional do teto de gastos pelo Congresso Nacional gerou um novo cenário na economia brasileira. Com ela, a taxa de juros começou a cair, as expectativas dos consumidores melhoraram e investidores nacionais passaram a ver no País novas oportunidades de negócios. Porém, para este cenário ser mantido – e o Brasil voltar a crescer nos próximos anos – é preciso mudar o atual sistema de aposentadorias e pensões.
Sem a reforma da Previdência, a despesa com o pagamento dos benefícios continuará aumentando. Para cumprir o limite previsto na Constituição Federal, será necessário tirar verbas de outras áreas, como saúde e educação. Neste cenário, haverá a volta da incerteza quanto à capacidade do governo para honrar seus compromissos e pagar sua dívida. Os juros vão subir a economia permanecerá deprimida, sem gerar empregos e renda.
Pelos cálculos do governo, a implantação da reforma manterá a despesa estável. A mudança no sistema brasileiro de aposentadorias e pensões é fundamental para o reequilíbrio fiscal e para o cumprimento do limite máximo de gastos estabelecido pela emenda do teto de gastos.
PIB
Hoje, o gasto total com inativos e pensionistas dos setores público e privado, somado ao custo do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) representa 10,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Sem a reforma, ele saltará para 11,8% de toda a riqueza produzida no País, um salto equivalente a R$ 113 bilhões. Os cálculos do governo mostram que, se colocada em prática, a reforma deixará a despesa estabilizada em 10% do PIB.
Os R$ 113 bilhões que o governo gastaria a mais sem a reforma seriam retirados de outros setores, significando menos dinheiro em investimento. Este valor é maior do que tudo o que o governo federal gastou em saúde em 2016 (R$ 98 bilhões) e educação (R$ 94,5 bilhões). Se somarmos as despesas com Forças Armadas (R$ 62 bilhões), segurança pública (R$ 9,7 bilhões), gestão ambiental (R$ 5,6 bilhões), ciência e tecnologia (R$ 7,3 bilhões), cultura, esporte e lazer (R$ 3,3 bilhões), ainda faltam R$ 25 bilhões.
Impostos
Outra consequência no caso de não aprovação ou enfraquecimento da reforma, de acordo com técnicos do governo, seria a inviabilidade do ajuste fiscal com limite de gastos. A tendência será a expansão de despesas, com mais impostos, mais déficit público, juros mais altos, inflação crescente e baixo crescimento. Mesmo reajustando os tributos, ainda seria preciso, acrescentam, haverá falta de recursos para áreas essenciais, como saúde e educação.
Hoje, os regimes público e privado de Previdência, junto com o BPC, representam 52% de toda a despesa primária do governo federal. Sem a reforma, a projeção dos técnicos aponta para 63% em 2026, comprimindo as demais despesas.

OUTRAS MÍDIAS


JORNAL A TRIBUNA (Santos-SP)


Conselho da Docas adia votação sobre novos limites do Porto

Conselheiros pediram mais informações sobre a titularidade das áreas que podem ser incluídas na zona portuária

Fernanda Balbino

Os novos limites do Porto de Santos serão reanalisados pelo Conselho de Administração (Consad) da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária, em uma próxima reunião do órgão. Ontem, a revisão da poligonal do cais santista foi discutida pelos conselheiros, mas eles não chegaram a um acordo sobre o tema. Ainda restam dúvidas sobre quais áreas podem ser incluídas na região portuária.
Poligonal é como é chamada a figura formada pelos limites do porto organizado. A Lei nº 12.815, a Lei dos Portos, define que essa área engloba as instalações portuárias, a infraestrutura de proteção e o acesso ao complexo. E forma uma representação em mapa, carta ou planta dos limites físicos do porto organizado, espaço geográfico onde a Autoridade Portuária detém o poder de administração, definindo, por exemplo, que tipo de carga pode ser operado nesses lotes.
De acordo com o presidente do Consad, Luiz Fernando Garcia, os questionamentos dos conselheiros foram motivados por apontamentos de empresas portuárias. Diante disso, o executivo, que também é assessor especial do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTAPC), achou por bem pedir explicações à Docas.
“O conselho está com algumas dúvidas e precisamos de alguns esclarecimentos sobre as áreas. Ainda têm empresas reclamando (sobre a inclusão de suas áreas na poligonal), o que é natural. A gente sabe que não vai agradar nunca todo mundo, mas algumas dúvidas pareceram pertinentes. Então, ficou para a próxima reunião”, destacou.
Segundo o presidente do Consad, a titularidade das áreas precisa ser comprovada pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU). Com isso, as decisões poderão ser tomadas com total segurança pelos executivos.
“Qual é a premissa hoje? Área pública dentro (da poligonal), área privada fora. Tem área que nós consideramos públicas, mas as empresas alegam ter documentos que comprovam a posse. E tem o contrário também”, explicou.
Para Garcia, não há como prever o tempo que será necessário para a aprovação dos novos limites do Porto. Isto porque, além da aprovação do Consad, serão necessárias avaliações do MTPAC e até a realização de uma audiência pública na capital federal. No entanto, o Governo espera concluir esse processo neste ano.
“Tem porto que é rápido e, em dois, três meses, está resolvido, com uma audiência pública curta justamente para evitar ação judicial. Muitas classes argumentam que não foram ouvidas, que escutaram empresários em detrimento aos trabalhadores e vice-versa. Então, a gente põe uma audiência pública onde todos são escutados. Não é uma obrigação legal, mas é uma orientação que a gente recebeu. Atrasa um pouco, mas evita um problema maior no futuro. É uma coisa imprevisível”, destacou o executivo.
Disputas
A definição das áreas sob responsabilidade do Porto já foi alvo de grandes disputas durante revisões dos limites que aconteceram há alguns anos. Uma delas envolvia o Núcleo da Base Aérea de Santos (Nubast), que ocupa terrenos na Margem Esquerda do Canal do Estuário, em Guarujá.
A Autoridade Portuária queria incluir a instalação militar e lotes próximos dentro da poligonal, ou seja, classificá-las como áreas portuárias. No entanto, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) foi contra a decisão.
A extinta Secretaria de Portos (SEP) manteve a posição da Autoridade Portuária. Por fim, após pedido do Ministério da Defesa, definiu-se que a unidade militar, assim como os terrenos do entorno, ficaria fora do Porto.
Diretoria
A reunião do Conselho de Administração da Codesp tinha como principal item da pauta a avaliação da poligonal do Porto. Mas também havia a expectativa de uma mudança na diretoria-executiva da Autoridade Portuária.
Esta questão não estava prevista na lista de discussões da reunião do Consad. Mas havia grupos apoiando a iniciativa e outros contrários, tentando reverter a situação.
A informação extraoficial era de que um diretor da Docas seria exonerado e um dos superintendentes de sua área assumiria a função. No entanto, segundo Garcia, até ontem, não havia essa discussão no MTPAC. 

PORTAL FOLHA VITÓRIA (ES)


Força Nacional permanece em atuação por mais 15 dias no Espírito Santo

Antes da atual prorrogação, o fim das atividades dos homens da Força Nacional em solo capixaba estava previsto para esta sexta-feira (31)
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp), informou que a atuação da Força Nacional no Espírito Santo será prorrogada por 15 dias para reforçar o policiamento e contribuir para a ampliação da segurança da população capixaba.
Antes da atual prorrogação, o fim das atividades da Força Nacional em solo capixaba estava previsto para esta sexta-feira (31).
Em atuação no Estado desde o dia 6 de fevereiro, cerca de 3.450 militares da Força Tarefa Conjunta, composta por homens da Força Nacional e das Forças Armadas, realizaram ações de patrulhamento, postos de bloqueio e outros demais serviços pontuais em resposta à necessidade da segurança pública decorrente da paralisação da Polícia Militar.
Força Tareja Conjunta
O último dia 7 de março foi marcado pela cerimônia de encerramento da Força Tareja Conjunta no Espírito Santo. A solenidade aconteceu na sede do 38º Batalhão de Infantaria, em Vila Velha, contou com a presença de cerca de 1500 homens da Força Tarefa Conjunta, que envolveu homens do Exército, Marinha, Aeronáutica e da Força Nacional.
Durante a cerimônia, o ministro da Defesa, Raul Jungmann relembrou a situação caótica que encontrou quando esteve no Estado, no início de fevereiro. "Do caminho do aeroporto até o Palácio Anchieta, o que vi foi uma cidade imersa no medo. Escolas fechadas, transportes nas garagens, serviços médicos encerrados e uma população em casa", lembrou.
Aos militares que trabalharam durante este período no Espírito Santo, o ministro agradeceu e ponderou que a sensação de dever cumprido é o melhor dos prêmios. "Gostaria de poder apertar a mão de cada um dos senhores e dizer: "dever cumprido". Vocês levarão meu orgulho e voltarão para casa mais experientes".
Dados
Após a cerimônia, alguns números oficiais foram divulgados acerca do efetivo empregado em ações no Estado. Ao todo, 3169 homens das Forças Armadas estiveram presentes nas ações em solo capixaba, sendo 2637 do Exército, 382 da Marinha e 150 das Forças Aéreas, além de 287 da Força Nacional de Segurança Pública.
Dos veículos oficiais, 4 helicópteros, 227 viaturas e outros 7 veículos blindados foram utilizados durante as ações de segurança nos terminais de ônibus e escolta dos veículos, patrulhamento urbano, reconhecimento aéreo e terrestres, buscas, apreensões, dentre outras ações.
Atuação
A chegada dos homens ao Espírito Santo ocorreu após as entradas e saídas dos batalhões da Polícia Militar serem bloqueadas pelos familiares dos militares, que impediam a saída de viaturas e dos PMs para a realização do policiamento nas ruas. As exigências dos manifestantes eram reajuste salarial para os militares, pagamento de auxílio-alimentação, periculosidade, insalubridade e adicional noturno.
Na primeira semana da paralisação, a falta de policiamento nas ruas causou uma onda de saques, arrastões e homicídios aconteceu em diversos municípios capixabas, fazendo com que comércios e repartições públicas fossem fechados e serviços suspensos. Além disso, nesse período ocorreram 181 homicídios na Grande Vitória e em cidades do interior.
O movimento teve fim após uma reunião que aconteceu durante a madrugada do dia 24 ao dia 25 de fevereiro.

PORTAL CANALTECH


Embraer faz voo inaugural do maior avião comercial já produzido pela empresa

Três meses antes do esperado, a Embraer realizou nesta quinta-feira (30) o voo inaugural do E195-E2, o maior avião comercial já fabricado pela companhia. A aeronave partiu de São José dos Campos, onde fica a sede da montadora, e voou durante duas horas, de forma a fazer uma verificação final de desempenho, estabilidade e comportamento dos sistemas automatizados.
O modelo promete um custo por viagem 20% menor do que a média das aeronaves de mesmo porte. Além disso, o avião tem redução semelhante nos valores de manutenção e representa uma economia de 24% no consumo de combustível, sendo citado pela Embraer como uma das aeronaves mais eficientes de seu portfólio.
Como o custo por assento é semelhante ao de aviões maiores, a Embraer decidiu não fechar o E195-E2 em um nicho específico, indicando-o tanto para companhias regionais em processo de expansão quanto para a frota de empresas de baixo custo, que podem utilizá-lo em suas linhas principais. O modelo tem, de acordo com a fabricante, o valor total mais competitivo de toda a indústria aeronáutica.
A Embraer já possui contrato fechado com a Azul, uma das principais companhias aéreas nacionais, e o E195-E2 deve começar a operar em 2019. Até lá, a aeronave passará por todo o processo de certificação, com protótipos sendo usados para testes de aerodinâmica e desempenho, além da validação de tarefas de manutenção e interior.
O avião permite duas configurações internas, com 120 lugares divididos em duas classes, ou 146 assentos em uma única categoria. O modelo permite viagens de até 4.500 quilômetros, um aumento de mais de 800 quilômetros em relação ao E190-E2, um dos principais modelos em operação da Embraer.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DO PARANÁ (PR)


Paraná envia barracas para socorrer desabrigados no Peru

Governo do Paraná enviou 70 barracas para os flagelados nas enchentes do Peru.
A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros do Paraná enviaram ao Peru, nesta sexta-feira (31), 75 barracas para socorrer os desabrigados no Peru. O país tem sido castigado por intensas chuvas que provocaram deslizamentos de terra em todo o território.
As unidades foram entregues ao avião da Força Aérea Brasileira (FAB), no aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, e serão destinadas ao atendimento da população de Trujillo, no litoral norte do país. O Paraná atendeu ao pedido da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).
“Esse é um momento bem importante, pois os nossos irmãos do Peru estão passando por uma fase muito difícil, talvez um dos maiores desastres naturais da sua história recente. A doação de barracas vai ser fundamental para essa determinada região”, ressaltou o coordenador executivo da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, tenente-coronel Edemilson de Barros.
Desde o início do mês de março, a população do Peru está sofrendo as consequências dos desastres naturais ocasionados pelas chuvas causadas pelo fenômeno El Niño Costeiro, que eleva as temperaturas do mar da costa peruana, gerando alta evaporação e fortes chuvas.
De acordo com informações divulgadas na terça-feira (28) pelo Instituto Nacional de Defesa Civil do Peru, 813 mil pessoas foram afetadas pelos desastres socionaturais do país. Segundo o relatório, há cerca de 124 mil desabrigados, 348 feridos, 20 desaparecidos e 97 pessoas morreram em razão dos desastres. Além disso, 5,7 mil km de estradas estão danificadas.
O governo peruano já declarou situação de emergência em 12 das 25 regiões do país, a maioria situada ao longo da região costeira do país. Outros países latino-americanos vêm prestando assistência por meio da doação de itens humanitários, são eles: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai e Venezuela. Japão, União Europeia também já ofereceram auxílio às vítimas.
De acordo com o coordenador geral do Departamento de Operações de Socorro em Desastres, da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, major Cesar da Silva Santana, o Paraná foi o único estado do Brasil que fez a doação de barracas. “A Defesa Civil Nacional é um sistema e, como tal, nós contamos com a ajuda de todos os estados nas ações de resposta aos desastres. É de grande valia a Defesa Civil do Paraná cooperar com a Nacional nesse empreendimento”, ressaltou.
O avião da Força Aérea Brasileira chega a Lima, capital no Peru, na noite desta sexta-feira (31) e as barracas serão entregues às autoridades responsáveis por levar as unidades até a cidade de Trujillo.
Participaram da ação humanitária também o Exército Brasileiro, a Força Aérea, além do Ministério das Relações Exteriores, por meio da coordenadoria de Ajuda Humanitária.
CHUVAS - Segundo o primeiro-secretário da Embaixada do Peru no Brasil, Iván Rodríguez Benzaquen, o cenário atual no país não é dos melhores. “A situação continua crítica, com fortes chuvas que persistirá nos próximos dias, especialmente no norte. O aquecimento das águas do Oceano Pacífico é uma das principais causas do fenômeno e, em um cenário favorável, elas devem recuperar sua temperatura normal durante um período de 15 dias”, disse.
BARRACAS - As 75 barracas serão disponibilizados à Prefeitura de Trujillo, capital da região de La Libertad, que é uma das cidades mais afetadas pelas chuvas e inundações.
“Estamos levando um pouco de alento a uma população que está sendo assolada por desastres naturais. Essas barracas são utilizadas também nas situações que ocorrem no Brasil, têm o mesmo padrão e acolhem até 10 pessoas”, afirmou o major Santana.
Cada barraca de abrigo desmontável, como é chamada, possui cobertura, piso e estrutura para comportar 10 pessoas. As unidades doadas pertencem ao Sistema de Proteção e Defesa Civil que contempla os três entes federativos: União, Estado e Município.
O Paraná possui hoje um estoque de 228 barracas que estão distribuídas entre as coordenadorias regionais da Defesa Civil. Para a doação, foram coletadas barracas dos municípios de Maringá, Ponta Grossa, Paranaguá, Curitiba e Região Metropolitana.

PORTAL ANALISIDIFESA (ITÁLIA)


Leonardo al Salone brasiliano LAAD 2017

Leonardo, che per la prima volta si presenta nella regione con la nuova identità, è presente al Salone LAAD Defence & Security che dal 4 al 7 aprile vedrà la partecipazione di 37 mila visitatori qualificati, 600 aziende e 195 delegazioni internazionali.
Leonardo è attiva in Brasile da oltre 40 anni e ha contribuito a migliorare la sicurezza del Paese, fornendo sensori e sistemi elettronici all’avanguardia. Le principali forniture al Paese includono il sistema di comunicazioni tattiche per l’Esercito (SISTAC), diversi sistemi navali e sensori ottici per le Fregate della Marina Militare, sensori e sistemi di combattimento per la Marina e l’Esercito.
Recenti successi sono relativi alla fornitura di un’ampia gamma di equipaggiamenti integrati sulla maggior parte dei velivoli dell’Aeronautica Militare (FAB – Força Aerea Brasileira) e includono: il radar tattico Gabbiano T-20 per la portaerei KC390, il radar di sorveglianza SeaSpray 5000 E AESA (Active Electronically Scanned Array) per l’aereo da pattugliamento marittimo P95 e una suite di sensori per il caccia di 5a generazione Gripen-NG (Next Generation). Inoltre, l’attuale flotta dei caccia brasiliani è equipaggiata con il radar Grifo di Leonardo, in servizio anche sui caccia F-35, mentre il velivolo AMX integra un radar Scipio, sviluppato in maniera congiunta dall’ industria italiana e da quella brasiliana.
Leonardo è tra i leader mondiali nel settore della sicurezza. I sistemi per le comunicazioni critiche forniti dall’azienda sono presenti in oltre 50 Paesi, tra cui l’Argentina, e sono impiegati per la sicurezza delle città, delle infrastrutture e dei trasporti e per la gestione delle emergenze. Con 60 anni di esperienza nel controllo del traffico aereo civile e militare, sistemi operativi in oltre 150 Paesi e gare in corso in tutto il mondo, Leonardo è in grado di rispondere con la propria offerta alle esigenze di protezione, automazione, sostenibilità degli aeroporti.
In Brasile Finmeccanica vanta oggi più di 200 elicotteri in servizio, utilizzati per molteplici ruoli tra cui: trasporto executive/corporate, ordine pubblico, compiti di pubblica utilità e trasporto offshore.
A LAAD l’azienda presenterà l’AW139, attualmente utilizzato dalla Polizia Federale che sta già beneficiando dei vantaggi operativi del nuovo mezzo. In evidenza, tra le soluzioni per la sicurezza presenti oggi in Brasile, l’elicottero monomotore AW119Kx, recentemente sottoposto ad ammodernamento con un nuovo cockpit, avionica avanzata e un’ampia gamma di equipaggiamenti di missione. Lo Stato di Rio Grande do Sul è il primo operatore nazionale sudamericano dell’AW119Kx, che ha portato a sei il numero totale dei velivoli AW119 a supporto delle unità di polizia e antincendio.
Nell’ambito del programma per l’ammodernamento di 8 elicotteri Lynx, il primo volo è programmato per il prossimo luglio. Tra le modifiche previste, sono inclusi anche un sistema avanzato di addestramento per i piloti della Marina Militare, un miglioramento della trasmissione principale e l’avvio di studi per un nuovo sistema d’arma.
Il nuovo velivolo si chiamerà Lynx MK 21B (AH11B nella versione per la Marina Militare brasiliana). La fiera sarà anche un’opportunità per Leonardo Helicopters e TAI (in quanto membri del Team Atak) di promuovere il T129, un formidabile, nuovo, potentissimo elicottero da combattimento multiruolo.
Nel settore aeronautico, Leonardo vanta un’importante presenza in America Latina grazie a una solida partnership industriale stabilita in Brasile attraverso il programma AMX. La fiera LAAD rappresenterà un’opportunità fondamentale per focalizzare l’attenzione nei confronti del velivolo M-346 nelle sue tre varianti: l’AJT, Advanced Jet Trainer; l’FT, Fighter Trainer e l’FA, Fighter Attack, equipaggiati con sistemi d’arma e avionica in grado di rispondere alle necessità operative dei Paesi dell’America Latina.
Nel campo della sorveglianza aerea, Leonardo presenterà lo straordinario ATR 72MP, il velivolo di pattugliamento marittimo più avanzato sul mercato, in servizio presso l’Aeronautica Militare Italiana.
Nello scorso novembre, Il velivolo da trasporto multi-missione C-27J Spartan ha effettuato un tour in diversi Paesi dell’America Latina, toccando anche la Base di Marambio nell’Argentina antartica, dimostrando le sue capacità nelle estreme condizioni climatiche e orografiche del continente.
In Brasile, Leonardo è presente nel settore spaziale fin dal 1997 attraverso la controllata Telespazio Brasil. Telespazio Brasil ha supportato Thales Alenia Space (joint venture tra Thales e Leonardo) nell’installazione e messa in opera dei centri di controllo del satellite brasiliano per telecomunicazioni a uso duale SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas), del quale Telespazio supporterà anche le attività di controllo in orbita per il primo anno.
Il programma gioca un ruolo chiave nel piano spaziale brasiliano e si pone due obiettivi fondamentali: fornire comunicazioni satellitari sicure per la Difesa e il governo brasiliani e supportare il Piano Nazionale di banda larga che mira a ridurre il divario digitale nel Paese.
Telespazio Brasil è infine attiva nel settore dell’osservazione della Terra, commercializzando per conto di e-GEOS (società di Telespazio e ASI) i dati satellitari provenienti dalla costellazione COSMOSkyMed (realizzata da Thales Alenia Space), utilizzati in particolare per il monitoraggio dell’Amazzonia, per il supporto all’agricoltura e per applicazioni di difesa e sicurezza.

O NORTÃO


Concurso da Aeronáutica reúne 86 vagas de nível médio

Oportunidades no concurso da Aeronáutica são para as carreiras de oficiais de infantaria, intendentes e aviadores. Participação deve ser garantida entre os dias 21 de março e 10 de abril.
Foram publicados três editais de abertura das inscrições do novo concurso da Aeronáutica, que ao todo somam 86 vagas para ingresso no curso de formação de oficiais de infantaria, intendentes e aviadores.

Desse total de ofertas, 35 são reservadas para os postos de oficiais intendentes e 33 para oficiais aviadores, para ambos os sexos. Já para a carreira de oficiais de infantaria da Aeronáutica estão disponíveis 18 vagas, apenas para o sexo masculino.

Interessados devem ter concluído o ensino médio e não possuir menos de 17 anos e nem completar 23 anos até 31 de dezembro do ano da matrícula no curso.

Inscrição no concurso da Aeronáutica

Para concorrer a uma das vagas será necessário preencher a ficha de cadastro, disponível nos endereços eletrônicos www.fab.mil.br e http://ingresso.afaepcar.aer.mil.br, no período de 21 de março a 10 de abril.

O participante deverá, ainda, efetuar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 70, até o dia 17 de abril.

Concurso da Aeronáutica 2017: Avaliações

As provas escritas serão realizadas nas cidades onde se encontram as organizações militares de apoio e deverão ser escolhidas no momento da inscrição, entre as seguintes opções: Belém/PA; Recife/PE; Salvador/BA; Natal/RN; Rio de Janeiro/RJ; Belo Horizonte/MG; Barbacena/MG; São Paulo/SP; Curitiba/PR; Campo Grande/MS; Pirassununga/SP; Porto Alegre/RS; Brasília/DF; Manaus/AM; Porto Velho/RO; e/ou Boa Vista/RR, conforme o posto pretendido.

Com 5h20 de duração, a prova escrita versará sobre as matérias de língua portuguesa, física, matemática, língua inglesa e redação. Ela será aplicada na data prevista de 25 de junho.

O concurso da Aeronáutica ainda contará com as seguintes etapas: inspeção de saúde; exame de aptidão psicológica; teste de avaliação do condicionamento físico; teste de aptidão à pilotagem militar e/ou validação documental.

Curso de formação da Aeronáutica

O curso, de nível superior, será realizado na Academia da Força Aérea (AFA), na cidade de Pirassununga/SP, em 2018, com duração de quatro anos, em regime de internato.

Aos que vierem a ser matriculados, haverá um estágio de adaptação militar de aproximadamente 40 dias corridos, em regime de internato, fazendo parte do estágio probatório para verificação da aptidão à vida militar.

Segundo o edital, durante a realização do curso, o cadete estará sujeito ao regime escolar da AFA e fará jus à remuneração fixada na legislação específica, além de alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária.

Após a conclusão do curso, com aproveitamento, os cadetes serão nomeados aspirantes a oficial da Aeronáutica e serão distribuídos nas organizações militares do Comando da Aeronáutica, conforme a conveniência e a necessidade da administração.

REVISTA AEROMAGAZINE


Autoridade Aeronáutica dos Estados Unidos e Brasil solidificam relacionamentos

O acordo bilateral terá grande abrangência
Por Ernesto Klotzel
A parceria com nosso país, anunciada pela (FAA - Federal Aviation Administration) vai se concentrar na ampliação dos aeroportos, no espaço aéreo, gestão, segurança de voo e segurança geral.
À medida que o tráfego aéreo continua a aumentar entre o Brasil e os Estados Unidos, é quase um imperativo que os operadores possam voar de maneira fluida e segura entre os dois países.
Ao trabalhar em conjunto, os programas NextGen dos Estados Unidos e Sirius do Brasil devem conduzir a sistemas aeronáuticos mais seguros, mais eficientes, e ambientalmente, “mais amigos” não só para os dois países como para o resto no mundo.

DIA A DIA (MS)


É AMANHÃ, na praia de COPACABANA!

Esquadrilha da Fumaça e Esquadrilha CEU fazem show aéreo.
Ray Santos
Desde quarta-feira, 29, o RIOGaleão tem sido palco de grandes seminários que reuniram, em um só lugar, os maiores players do setor de aviação civil e de infraestrutura aeroportuária.
Mas para os amantes da aviação e que não estão necessariamente inseridos no universo de negócios e debates do segmento, o IBAS preparou uma programação especial para este final de semana. Amanhã, 1 de abril, todos poderão ver o show aéreo da Esquadrilha da Fumaça e da Esquadrilha Céu, que acontecerão na praia de Copacabana em frente ao posto 4.
Após o show, as aeronaves estarão todas na exposição estática do IBAS onde os visitantes poderão tirar fotos e pegar autógrafos.
Além dos oito aviões da Esquadrilha da Fumaça, também farão parte da exposição estática o Boeing 747-8 da Lufthansa, Embraer 195 da Azul Linhas Aéreas, Embraer Phenom 300, Lockheed C-130 Hercules da Força Aérea Brasileira, Cessna 152, Diamond PA 62, Pilatus PC-12 NG, entre outros.
Uma grande atração também foi preparada pelo IBAS em parceria com a GOL. Uma das aeronaves estará aberta para visitação, com toda a tripulação, fazendo com que os visitantes tenham uma verdadeira experiência de voo.
Atrações para o final de semana:
Show Aéreo em Copacabana, sábado 1/04:
11h40: Fly By com Piloto Patrícia Ramanauskas
12h: Paraquedismo de alta performance
12h30: Demonstração aérea com Esquadrilha da Céu
13h: Demonstração aérea com Esquadrilha da Fumaça
Exposição Estática de Aeronaves – Confira a lista completa no site oficial
Simuladores de Voo – Os visitantes terão a oportunidade de utilizar simuladores de voo e ter uma experiência realística de pilotagem.
Espaço Kids – As crianças poderão participar de várias atividades lúdicas em um espeço totalmente pensado para elas, com brincadeiras e oficinas.
Oficina de Montagem – 14 Bis – Os visitantes poderão participar de uma oficina para montar um modelo do 14 Bis, do brasileiro Santos Dummont, primeiro homem a voar.
Experiência Aeroportuária – Por ser realizado no Terminal 1 do Aeroporto RIOgaleão, os visitantes do IBAS terão uma experiência aeroportuária real, o credenciamento será realizado na área de check – in e a vistoria será realizada para visitação do pátio de exposição.

PORTAL PLANO BRASIL (SP)


Aeronáutica realiza primeiro Portões Abertos da Solidariedade no IV COMAR

Em comemoração ao 75º aniversário do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR), no dia 1º de abril, a Força Aérea Brasileira (FAB) realiza o primeiro Portões Abertos da Solidariedade no COMAR. O evento será gratuito e aberto ao público, das 9h às 16h, nas dependências da unidade.
Durante todo o dia, serão realizadas diversas atividades, como exposições de aeronaves, viaturas, motocicletas, rádios amadores e artigos militares, recreação infantil, apresentações militares e de canil, apresentação da banda militar da ALA 13 (antiga Base Aérea de São Paulo), da banda Beatles Cover, oficinas de beleza, de esportes, workshops, entre outras atividades.
O IV COMAR também vai abrir os portões durante toda a semana para receber a comunidade do bairro do Ipiranga e adjacências. Os festejos começaram no dia 27 com a realização da cerimônia militar comemorativa ao 75º aniversário do IV COMAR e, a partir dessa terça-feira (28), serão promovidas atividades com participação de crianças, adolescentes e da terceira idade de diversas instituições.
No sábado (1/4), os portões do COMAR estarão abertos a todo público interessado em conhecer mais sobre a Força Aérea Brasileira e sua história.
Portões Abertos da Solidariedade do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR)
Data: 1º de abril de 2017.
Horário: das 9h às 16h.
Local: Av. D. Pedro I, nº 100. Bairro do Cambuci.
Programação:
9h: Culto Ecumênico, Massoterapia, Oficina de Beleza
10h: Airsoft, Apresentação Militar do Grupo Elite Especialista
11h: Apresentação de Banda da Aeronáutica
13h: Apresentação Canil, Apresentação de Banda da Aeronáutica
14h30: Apresentação da Banda Beatles Cover
16h: Encerramento
Durante todo o dia haverá recreação infantil, shows de mágica e exposições de helicópteros, motores de aeronaves, motocicletas, viaturas; exposição de rádios amadores e artigos militares. Haverá praça de alimentação no local.



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