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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 06/02/2017 / O vital socorro do Brasil ao Chile, no maior incêndio de sua história

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O vital socorro do Brasil ao Chile, no maior incêndio de sua história ...  

Antonio Carlos Prado ...  

Foi a própria presidente Michelle Bachelet quem publicamente reconheceu: a imediata ajuda do governo brasileiro tornou-se fundamental para que o Chile conseguisse combater o maior incêndio florestal da história do pais.

O fogo dizimou, ao longo de doze dias, cerca de quatrocentos mil hectares de mata e terra e causou a morte de pelo menos vinte pessoas.

Assim que Bachelet solicitou auxílio internacional, o Ministério da Defesa brasileiro, acatando determinação do presidente Michel Temer, enviou para o Chile aviões modelo C-130 Hércules e trinta militares da FAB.

Essas aeronaves estão aptas a utilizar o moderno sistema de extinção de chamas denominado “maffs, no qual dois tubos projetam-se pela parte traseira do avião e, numa altitude média de quarenta e cinco metros, despejam cinco tanques de d’água – tal sistema é atualmente considerado, em todo o mundo, um dos mais eficazes no combate a incêndios em florestas, por mais fechadas que elas sejam.

Entre as localidades rurais arrasadas está a de Santa Olga, na região do Maule, aproximadamente a trezentos quilômetros de Santiago.

Estima-se que, em todo o país, dez mil pessoas tenham perdido suas residências.

Assim que as chamas foram controladas, a polícia chilena deteve quarenta e três pessoas, todas acusadas de atearem fogo nas florestas do centro e do sul do país.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


O peso da Previdência Social

O rombo nas contas da Previdência contribuiu para o déficit primário de R$ 155,79 bilhões registrado no ano passado

Editorial Estadão

O balanço das contas públicas, divulgado pelo Tesouro Nacional no dia 30 de janeiro passado, mostrou – mais uma vez – que o rombo nas contas da Previdência Social contribuiu preponderantemente para o déficit primário de R$ 155,79 bilhões registrado no ano passado. O resultado negativo – dentro da meta fixada pelo governo – representou 2,47% do Produto Interno Bruto (PIB). Deficitário em R$ 149,73 bilhões, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) correspondeu a 96% do déficit primário brasileiro em 2016, resultado composto pelo balanço das contas do governo central (INSS, Banco Central e Tesouro), dos Estados e municípios e das empresas estatais, com exceção de Petrobrás e Eletrobrás.
Receosos dos reveses políticos que poderiam advir do enfrentamento de um problema primário para o equilíbrio fiscal do País, sucessivos governos – de partidos e matizes ideológicos diferentes – evitaram tratar da reforma da Previdência com a contundência e a profundidade requeridas. Houve algumas medidas de ajuste que, olhadas com otimismo, serviram para prolongar, tão somente, a sobrevida do sistema.
Tanto foi assim que, embora o déficit previdenciário represente um recorde histórico em 2016, não foi menos impactante nas contas de 2015 – quando registrou um rombo de R$ 85,82 bilhões – ou nos anos anteriores. Em 2014, o déficit previdenciário já fora de R$ 56,7 bilhões; e em 2013, de R$ 51,2 bilhões.
É possível argumentar que o resultado atual é corolário da crise econômica que ensejou o aumento do desemprego – que hoje afeta 12,3 milhões de brasileiros – e, consequentemente, a diminuição da arrecadação previdenciária.
“Tivemos no último trimestre de 2016 redução na quantidade de ocupados e nos rendimentos. Isso representa menor base de trabalhadores formais que recolhem recursos para a Previdência”, disse Fernando Rocha, chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, ao jornal Valor. Entretanto, a crise econômica serve tão somente para ressaltar um problema antigo e intratado.
Quando era superavitário, o Tesouro Nacional ajudava a atenuar o impacto do rombo da Previdência no balanço final das contas públicas. Mas essa fase passou. Em 2015, ano em que as chamadas “pedaladas fiscais” do governo de Dilma Rousseff corriam soltas, o déficit do Tesouro e do Banco Central gerado pela “contabilidade criativa” da então presidente foi de R$ 28,9 bilhões. No ano passado, graças a medidas de ajuste, esse saldo negativo caiu para R$ 3,6 bilhões, mas ainda insuficiente para compensar o impacto do déficit do INSS no resultado geral.
Uma profunda reforma da Previdência Social não se impõe apenas pelos números negativos no resultado das contas públicas, ainda que, por si, já sejam temíveis. Há também o imperativo demográfico. Há algum tempo, a taxa de natalidade vem diminuindo. Análises do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para o fim do chamado “bônus demográfico”, quando, proporcionalmente, registra-se um número maior de trabalhadores ativos contribuindo para a Previdência Social do que o número de aposentados.
Ainda segundo dados do IBGE, está-se invertendo a pirâmide demográfica em virtude do aumento da expectativa de vida dos brasileiros. Inicialmente, estimava-se que os efeitos do bônus demográfico começariam seu período de declínio a partir de 2030. No entanto, nova projeção aproximou essa fase para o quinquênio 2015-2020, sem que o Brasil pudesse tê-lo aproveitado. O resultado não poderia ser mais eloquente do que o exposto no balanço fiscal divulgado pelo Tesouro Nacional.
É imperioso que o Congresso Nacional viabilize, urgentemente, a reforma previdenciária proposta pelo governo de Michel Temer, para garantir a sustentabilidade do sistema num futuro cada vez mais próximo. Agindo assim, estarão resguardadas as aposentadorias das futuras gerações de brasileiros que ainda dependerão da Previdência pública como fonte de renda primária.

REVISTA ISTO É


O vital socorro do Brasil ao Chile, no maior incêndio de sua história


Antonio Carlos Prado

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Foi a própria presidente Michelle Bachelet quem publicamente reconheceu: a imediata ajuda do governo brasileiro tornou-se fundamental para que o Chile conseguisse combater o maior incêndio florestal da história do pais. O fogo dizimou, ao longo de doze dias, cerca de quatrocentos mil hectares de mata e terra e causou a morte de pelo menos vinte pessoas. Assim que Bachelet solicitou auxílio internacional, o Ministério da Defesa brasileiro, acatando determinação do presidente Michel Temer, enviou para o Chile aviões modelo C-130 Hércules e trinta militares da FAB. Essas aeronaves estão aptas a utilizar o moderno sistema de extinção de chamas denominado “maffs, no qual dois tubos projetam-se pela parte traseira do avião e, numa altitude média de quarenta e cinco metros, despejam cinco tanques de d’água – tal sistema é atualmente considerado, em todo o mundo, um dos mais eficazes no combate a incêndios em florestas, por mais fechadas que elas sejam. Entre as localidades rurais arrasadas está a de Santa Olga, na região do Maule, aproximadamente a trezentos quilômetros de Santiago. Estima-se que, em todo o país, dez mil pessoas tenham perdido suas residências. Assim que as chamas foram controladas, a polícia chilena deteve quarenta e três pessoas, todas acusadas de atearem fogo nas florestas do centro e do sul do país.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Só falta combinar com a Esplanada


Por Leonardo Cavalcanti

Minutos depois de sacramentadas as duas vitórias do governo nas eleições da Câmara e do Senado, integrantes do Planalto definiram que a Reforma da Previdência será aprovada ainda neste primeiro semestre. A partir do placar conquistado pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e pelo senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), os principais ministros de Michel Temer pareciam mais do que empolgados com a tramitação da proposta. Interlocutores no Executivo e no Legislativo, entretanto, apontam um cenário mais complexo para os governistas, que até podem mudar as regras de aposentadoria em seis meses, mas isso está longe de garantir o texto integral enviado ao Congresso no ano passado.
Na última semana, o Exército divulgou um informe contestando “soluções simplistas, genéricas ou que contenham apenas o viés contabilista” em relação à Reforma da Previdência. A ação dos militares, nesse caso, é tentar preservar o que o próprio governo garantiu no texto enviado ao Congresso: a exclusão da turma de farda nas novas regras de aposentadoria. Os integrantes das Forças Armadas tentam se antecipar a um movimento interno de técnicos na Esplanada para mudar o projeto, incluindo, assim, a caserna nas mudanças por causa do receio fundamentado de que a exceção possa levar outras categorias de servidores a buscarem também o privilégio. A decisão de não mexer com os militares foi política, o que contrariou os técnicos responsáveis pelos cálculos previdenciários da proposta. E aqui temos o primeiro embate, que deve ser ampliado para além da força do governo entre os parlamentares, mas na própria relação com as categorias.
No caso dos militares, diz a turma dos números, a brecha pode ser ampliada com argumentos meramente políticos, pois sabe-se que parte do governo decidiu preservar a categoria para não perder o apoio dos fardados no atual cenário dividido do país. Não é uma encrenca das menores. A Defesa tem um dos principais orçamentos da Esplanada, juntamente ao da Saúde, Educação e da própria Previdência. Gasta-se muito, mas gasta-se mal. Números apresentados em 2015 mostravam que pouco mais de 72% do dinheiro reservado para o ministério militar serviam para pagar pessoal. E não paramos por aqui, pois 15% do gasto ia para a máquina e menos de 12% para investimento — do último percentual, a parte para pesquisa e desenvolvimento tecnológico é ainda menor. Em um mundo de combates virtuais, onde as Forças de outros países avançam, ficamos para trás.
Um mergulho mais profundo nos números da Defesa é ainda mais desestimulante. O total de gente na ativa nas três Forças — Exército, Marinha e Aeronáutica — chega a 342 mil. O número de inativos e pensionistas, entretanto, é de 364 mil. Por aí dá para ver o tamanho do problema quando se fala em preservar a tropa na mudança das regras de aposentadoria. A conta com inativos e pensionistas bate os R$ 34 bilhões. Tais cifras entraram no cálculo dos técnicos que ajudaram a montar o projeto de Reforma da Previdência, mas mesmo assim foram desconsideradas pelos políticos. O que pendeu na decisão foi o argumento dos militares de que a profissão tem peculiaridades por causa das atividades e da formação.
Na guerra interna na Esplanada, técnicos da Previdência entram no debate com argumentos de que boa parte do militares cumpre, hoje, funções administrativas e uma pequena parcela atua em operações efetivamente, com horas extras e esforço adicional para entrar em combate. Por fim, há gente ainda que defende uma divisão para a situação dos militares em tempos de guerra e de paz. Esse pessoal lembra que é possível, do ponto de vista legislativo, criar diferenciações para as Forças em caso de guerra. Com tal discussão instalada, vê-se que a divulgação do informe do Exército foi uma clara tentativa de reagir antes de o projeto ser alterado. Mas é improvável que o Planalto mude as regras, sendo mais realista acreditar nas alterações do Congresso para preservar outras categorias na reforma. O que pode desfigurar o texto inicial.
Assim, voltemos à euforia inicial do governo com as vitórias de Maia e Eunício. O prazo de seis meses pode até ser factível. O que vai sair do projeto no Congresso é outra história.

PORTAL G-1


Reconstrução após incêndios no Chile vai durar mais de ano

Governo chileno põe fim a estado de emergência decretado no país após semanas de incêndios que devastaram florestas e queimaram mais de 1,6 mil casas, causando prejuízos de cerca de 330 milhões de dólares.

Por Deutsche Welle

Bombeiros trabalham no combate a um incêndio florestal em Hualañe, uma comunidade em Concepcion, no Chile, em 26 de janeiro (Foto: Alejandro Zoñez/Aton/via AP)O governo chileno calcula que a reconstrução das casas queimadas pelos incêndios florestais que assolaram sete regiões do país poderá levar, em alguns casos, mais de um ano, segundo informações do ministro chileno da Fazenda, Rodrigo Valdés, citado neste domingo (5) pelo jornal "El Mercurio".
Depois de assolar o país por várias semanas, o fogo matou 11 pessoas e destruiu 1.624 casas, causando prejuízos de cerca de 330 milhões de dólares, segundo informações do Ministério da Fazenda.
No sábado (4), o governo pôs fim ao estado de emergência decretado em 26 de janeiro e informou que novos focos significantes de incêndio não foram detectados. No entanto, a presidente Michelle Bachelet advertiu que o país deve continuar vigilante, pois a temporada de incêndios florestais dura até abril.
Estes são "os piores incêndios que o Chile já sofreu em sua história (...) mas a maioria deles está agora sobre controle", afirmou Bachelet. "Isso não significa, no entanto, que vamos baixar a guarda."
Destruição pelo fogo
A chegada das chuvas e a queda de temperaturas ajudaram a conter o alastramento do fogo. "Estamos nos aproximando do fim dessa mega-emergência", afirmou Aaron Cavieres, chefe da Corporação Nacional Florestal (Conaf).
De acordo com o último informe da Conaf, os incêndios florestais ativos no Chile foram reduzidos a 50 neste domingo, dos quais 7 estão em fase de combate, 34 estão sob controle e 9 são considerados extintos. Desde o início da atual temporada de incêndios florestais, em julho do ano passado, houve 3.112 incêndios florestais no país, acrescentou o relatório.
Segundo o órgão, desde julho de 2016, mais de 5.860 quilômetros quadrados de florestas e terras aráveis foram destruídos pelo fogo, incluindo mais de 3,7 mil quilômetros quadrados incendiados desde o início deste ano.

PORTAL DEFESANET


Não se destina a favorecer uma classe em detrimento da sociedade brasileira

MARINHA do BRASIL - Nº 108 DE 06 DE FEVEREIRO DE 2017 BONO ESPECIAL GERAL

Alte Esq Eduardo Bacellar Leal Ferreira

Nos últimos dias, a imprensa tem veiculado matérias sobre a Reforma da Previdência que versam sobre supostas propostas para alteração do tempo de serviço; estabelecimento de idade mínima de transferência para a reserva remunerada; e mudanças das remunerações pagas aos militares das Forças Armadas.
ImagemA Marinha do Brasil esclarece que os três Comandos Militares e o Ministério da Defesa vêm promovendo um diálogo responsável e profícuo com o Governo, a fim de que seja preservada a segurança constitucional conferida ao Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas. Temos apresentado as peculiaridades que envolvem nossa profissão, as quais a diferenciam das demais, e impedem que os militares sejam submetidos às mesmas modificações que compõem a Reforma da Previdência, atualmente em discussão no Congresso Nacional.
Em virtude das negociações, o Governo tem se mostrado atento e sensível às nossas questões sociais, tais como: a baixa remuneração; o déficit de moradia; a necessidade de mobilidade por todo o território nacional; entre outros. Como resultado, tivemos, acertadamente, a não inclusão dos militares das Forças Armadas no texto do Projeto de Emenda à Constituição Federal, tendo em vista que não existe, e nem nunca existiu, um Regime de Previdência próprio dos militares das Forças Armadas.
A preservação do Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas não se destina a favorecer uma classe em detrimento da sociedade brasileira, como vem sendo rotineiramente e, por vezes, de maneira superficial, veiculado pela mídia. Tem sim, por finalidade, contribuir para a segurança do País, tendo em vista que, para o cumprimento da missão constitucional que é atribuída às Forças Armadas, os militares não são amparados por direitos trabalhistas e remuneratórios previstos para os demais segmentos da sociedade. Assim, é imprescindível que a família do militar esteja devidamente protegida por um responsável arcabouço legal e social.
Não obstante a diferenciação da carreira militar, as Forças Armadas, como componentes da estrutura constitucional brasileira, estão sensíveis à necessidade de contribuir para o ajuste fiscal do governo, imprescindível à retomada do desenvolvimento de nosso País.
Em conjunto com as demais Forças Armadas e o Ministério da Defesa, a Marinha do Brasil prossegue trabalhando em propostas de mudanças, porém preservando os princípios basilares da Defesa Nacional, que tem o Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas como um de seus pilares.
Os canais de comunicação oficiais das Forças, incluindo o endereço eletrônico https://www.marinha.mil.br/spsm/, mostram os estudos e propostas em andamento, dentre os quais, o trabalho realizado recentemente pela Fundação Getúlio Vargas, sob o título “As Forças Armadas e a PEC da Previdência”.
via Sociedade Militar

JORNAL O POVO (CE)


Aeronáutica conclui estudos de Jericoacoara

O Instituto de Cartografia da Aeronáutica, órgão vinculado ao Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea), concluiu no último sábado (4) o levantamento topográfico do aeroporto de Jericoacoara.

átila Varela

ImagemCom o encerramento dos estudos, serão feitas as cartas de aproximação, saída, circuito de tráfego e demais documentos técnicos que permitirão a operação de voos por instrumentos. “Sem esses estudos, o aeroporto não poderia receber aeronaves comerciais”, destacou o coronel Paulo Edson Ferreira, assessor de Infraestrutura Aeroportuária do Departamento Estadual de Rodovias do Ceará (DER).
A expectativa é que os documentos sejam entregues em até 30 dias. “Esperamos a entrega no prazo para a operação do voo da Azul”, afirma o coronel. O primeiro voo da azul está previsto para ocorrer no dia 7 de abril, partindo de Recife. Serão, no total, quatro frequências semanais partindo da capital pernambucana. A aeronave decolará nas quartas-feiras e sextas-feiras, aos sábados e aos domingos, por volta de 13 horas e pousará em Jericoacoara às 14h35min. O voo de volta sairá às 15h, com chegada ao Recife às 16h40min.
Para realizar os voos, o avião escolhido pela Azul é o Embraer-195, com capacidade para 118 passageiros. A operação de voos Fortaleza-Jericoacoara deve acontecer em até 120 dias, período de maturação da frequência de Recife.


OUTRAS MÍDIAS


JORNAL DO COMÉRCIO (RS)


Brasil precisa de um Supremo acima de suspeitas

A morte do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), em acidente aéreo desencadeou suspeitas sobre a causa da tragédia. Tanto que até a Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou nota desmentindo a participação de um inexistente sargento na destruição de "provas" quanto a uma suposta sabotagem no avião que caiu quando se aproximava da pista do aeroporto de Paraty, no Rio de Janeiro.
Mas, além disso e em paralelo, a nomeação de um substituto para Teori Zavascki foi motivo de muitas "teorias da conspiração", segundo as quais haveria vontade de "abafar" as delações que estavam em poder do falecido ministro.
No entanto, e felizmente, tivemos o sorteio para um novo relator dos processos da Operação Lava Jato, que será o ministro Edson Fachin. A presidente do STF, Cármen Lúcia, que tem demonstrado firmeza na condução dos trabalhos do Supremo, agiu bem com o sorteio. E, para evitar ilações com inevitáveis denúncias de favorecimento desse ou daquele eventual denunciado nas delações premiadas homologadas, a indicação de ministro substituto de Teori Zavascki no STF pelo presidente Michel Temer (PMDB) somente agora será decidida.
Enfim, o que os brasileiros querem e merecem é um STF trabalhando acima de quaisquer suspeitas. Nesta quadra de crise generalizada que o Brasil está vivendo, a última coisa que a nação precisaria era ver integrantes do Supremo Tribunal Federal envolvidos em acusações, mesmo que sem fundamento, como soe acontecer nas - hoje já pouco acreditadas - chamadas "redes sociais", nas quais o vale-tudo dos boatos e versões fantasiosas corre solto.
Com os problemas jurídicos, políticos e institucionais agudizados pela falta de recursos no governo federal, nos estados e nos municípios, precisamos de um Supremo desvinculado de questiúnculas, sejam quais forem. Porém, a independência dos Poderes não pressupõe indiferença pelo que está ocorrendo entre eles em Brasília, quase um ao lado do outro.
Assuntos relevantes, como a modernização do processo jurídico na área criminal e a aceleração das sentenças, devem entrar na pauta que interessa ao Brasil. Agilidade nos processos, menos prazos e recursos, a fim de que a sensação de impunidade não se estenda da área policial para o Judiciário. Menos prazos e recursos nos processos, o clamor nacional. Modernizar o processo e acelerar o trânsito em julgado, pois o modelo em vigor precisa de agilidade. E também todos querem a simplificação dos ritos no Código de Processo Civil. Existe uma superada burocracia processual.
O Brasil é um país que, por suas tradições, e aí não vale a pena falar se isso é bom ou ruim, depende muito do Judiciário. Por isso, temos essa massa enorme de processos tramitando no País.
Com a eleição dos novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, a estabilidade política, teoricamente, está assegurada para um novo período de governabilidade, quando tantos assuntos relevantes estarão na pauta do Congresso Nacional.
Importa é dar sequência a essa boa e tênue recuperação econômica, mas importante, na largada do ano, com menos inflação, juros caindo e melhores vendas aqui e ali, bem como um superávit comercial recorde para o mês de janeiro, mantendo uma trajetória bem-vinda para as contas externas.
Os corruptos estão sendo condenados e, seguramente, a lição entrará para a história do País. Por isso, quando alguns pensarem em fazer falcatruas com o dinheiro público, terão uma lembrança da Lava Jato e as descobertas e punições por ela levadas a efeito.

PORTO GENTE.COM


O papel do aeroporto de São Luís na II Guerra Mundial

O Aeroporto Internacional de São Luís Marechal Cunha Machado completa 43 anos nesta segunda-feira (6/2). Para comemorar a data, o terminal vai receber a exposição “Aeroporto de São Luís em foco”, do artista maranhense José Melo dos Santos. A mostra, que traz um pouco da história do aeroporto, vai reunir 34 telas em tinta acrílica e ficará disponível até o dia 2 de março, no saguão do terminal de passageiros. Com papel crucial para a região, contribuindo para o fomento e desenvolvimento cultural e econômico do Maranhão (MA), o terminal é a porta de entrada da capital São Luís – com seu rico centro histórico, suas festas e seu litoral –, e de um dos locais mais cobiçados do país, os Lençóis Maranhenses, visitado por turistas do Brasil e do mundo todo.
A história do aeroporto teve início na década de 1940, quando uma pista de grama, com cerca de mil metros de comprimento, atendia à Base Aérea do Exército Brasileiro, sendo o único meio pelo qual a capital maranhense dispunha para receber voos.
Em 1943, em plena II Guerra Mundial, após vários acordos entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos, foi instalada no local uma Base Aérea para servir de apoio ao Exército e à Marinha norte-americana. A partir de então, com a necessidade de uma infraestrutura para receber todo o aparato bélico, além das modernas aeronaves de combate, foram construídos uma pista de taxiamento e o pátio da aviação geral, com pavimentação asfáltica. Três anos mais tarde, com o fim da guerra, as instalações foram entregues ao Ministério da Aeronáutica.
Em 1974, a Infraero passa a administrar o terminal, que recebeu a o nome de Aeroporto do Tirirical, em referência ao bairro em que se encontra instalado. Onze anos depois, em 1985, o aeroporto passa a se chamar Marechal Cunha Machado, em homenagem a um ilustre militar, representante do Brasil na Organização da Aviação Civil Internacional (OACI).
Atualidade
Para oferecer mais conforto aos passageiros, nos últimos anos, o aeroporto passou por várias melhorias, entre elas, a duplicação da área de embarque, a ampliação da área útil da sala de desembarque, a climatização total do terminal de passageiros, além da substituição, por equipamentos mais modernos, de todas as esteiras de bagagens, balanças e balcões de check-in. E mais recentemente, no ano passado, o terminal de passageiros foi ampliado, com investimentos na ordem de R$ 16,2 milhões. A área do terminal passou dos 6,2 mil m² para 11,1 mil m², ampliando a capacidade de passageiros de 3,4 milhões de embarques e desembarques por ano para 5,9 milhões.
“As melhorias implementadas proporcionam maior conforto aos usuários e estão alinhadas ao crescimento do setor aéreo, estimulando o apetite das companhias para novos voos ao estado do Maranhão, além de estarem abrindo fronteiras para a possibilidade de voo internacionais”, destaca o superintendente do aeroporto maranhense, Sergio Kennedy Soares Freitas.
Atualmente, três empresas aéreas operam voos a partir de São Luís – Latam, Gol e Azul - ligando a capital maranhense às cidades do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Brasília (DF), Confins (MG), Fortaleza (CE), Belém (PA), Recife (PE), Imperatriz (MA) e Teresina (PI).
Em 2016, passaram pelo aeroporto, 1,49 milhão de passageiros. No mesmo período, foram registradas 18.880 operações de pousos e decolagens, média de 1570 por mês.

PORTAL D24 AM


Amazonas lidera mortes em táxi-aéreo

Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) registrou 40 mortes em acidentes envolvendo aviões de táxi-aéreo, no Estado
Girlene Medeiros
ImagemManaus - Entre 2006 e 2015, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) registrou 40 mortes em acidentes envolvendo aviões de táxi-aéreo, no Amazonas. O alto índice eleva o Estado para o topo da lista de Estados brasileiros com maior quantidade de fatalidades com aviões de pequeno porte (monomotor e bimotor), de táxi-aéreo. Só no período descrito de dez anos, o estudo apontou que foram cinco aviões destruídos e 24 acidentes aéreos, no Estado; o que representa 3,9% dos acidentes aéreos registrados, no período, em todo o Brasil. Os dados constam no Panorama Estatístico da Aviação Brasileira que aponta o cenário de acidentes e incidentes graves ocorridos entre 2006 e 2015 e foi compilado pelo próprio Cenipa.
Para a chefia do Seripa VII, a falta de infraestrutura dos aeródromos dos municípios do Estado influenciam diretamente na quantidade de acidentes e mortes registradas no Amazonas.
O panorama aponta que o táxi-aéreo é líder, também, das ocorrências fatais registradas, pelo Cenipa, no Pará, que teve 38 fatalidades, entre 2006 e 2015. Conforme o órgão de investigação nacional, grande parte dos fatores que mais contribui para as ocorrências dos acidentes, incidentes graves e fatalidades estão associados à supervisão gerencial, julgamento de pilotagem e manutenção da aeronave.
No entanto, o tenente-coronel André Luiz Mota, chefe do Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VII), pontuou que o cenário de infraestrutura dos 62 municípios amazonenses está diretamente associado a problemas com os aviões de pequeno porte. Com a experiência de pilotar na Amazônia, seis anos em Rondônia e outros três anos no Amazonas, o tenente-coronel acredita que as condições dos aeródromos dos municípios amazonenses interferem, principalmente, no pouso do avião de pequeno porte.
De acordo com o tenente-coronel, alguns aeródromos apenas possuem pistas que, molhadas pelas chuvas, representam um obstáculo para os pilotos. Em alguns municípios, segundo o tenente-coronel, as pistas dos aeródromos são de terra, de grama ou funcionam em campos de futebol. “É a falta de estrutura em várias regiões do Estado. Muitos dos acidentes acontecem com o trem de pouso na aeronave no solo”, afirmou o chefe do Seripa VII.
Clima e quantidade de voos aumenta número de acidentes
Em algumas regiões do Amazonas, o clima Equatorial úmido da Amazônia influencia no comportamento do piloto e dos modos de voos em toda a região norte e no Estado. Um dos exemplos é a região no entorno de Manicoré (distante 332 quilômetros de Manaus) que, segundo o tenente-coronel André Luiz Mota, chefe do Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VII), apresenta precipitações muito fortes que interferem no itinerário dos voos que chegam até a cidade. “Quando a precipitação é muito forte, algumas vezes, nem há decolagem. Em geral, pela manhã, o piloto que vai para Manicoré voa em certa altura. Na volta, pela tarde, o piloto tem que voar mais alto”, exemplificou o chefe do Seripa VII.
ImagemDe acordo com o tenente-coronel, as características específicas do clima Equatorial úmido, com altos índices de temperatura ambiente, Floresta Amazônica e grande volume de água na bacia hidrográfica, que passam pelo Amazonas, formam nuvens carregadas. Apesar das características climáticas, o tenente-coronel explicou que o índice de fatalidades envolvendo táxi-aéreo está relacionada à quantidade de voos, realizados por aviões de pequeno e médio porte, na região. “O clima influencia, mas não é só por isso a quantidade de acidentes. Eles são causado, principalmente, por falhas em motores e questões técnicas”, acrescentou o tenente-coronel.

Especialistas em segurança propõem agenda de debates
No Amazonas, conforme os dados levantados para o estudo do Cenipa, os acidentes, fatalidades e incidentes graves registradas no Estado envolvendo táxi-aéreo, ocorreram em diferentes municípios, como Atalaia do Norte, Boa Vista do Ramos, Borba, Caapiranga, Canutama, Carauari, Coari, Fonte Boa, Ipixuna, Itacoatiara, Juruá, Jutaí, Manacapuru, Manaus, Maués, Nova Olinda do Norte, Parintins, Pauini, São Gabriel da Cachoeira e Tefé. O levantamento do Cenipa aponta que Manaus é a cidade onde mais foram registrados acidentes aéreos, no período entre 2006 e 2015, no Estado. Foram sete acidentes, dois acidentes com fatalidades e seis incidentes graves.
O último acidente aéreo registrado, em Manaus, aconteceu, em dezembro de 2016, em uma área verde da comunidade União, no bairro Parque 10 de Novembro, zona centro-sul de Manaus. Na ocasião, um avião de pequeno porte, modelo Embraer 720, caiu, por volta de 8h do dia 7 de dezembro e deixou seis pessoas mortas.
Ainda em dezembro do ano passado, em Tabatinga (distante 1.607 quilômetros de Manaus), três pessoas morreram e uma ficou ferida após uma aeronave cair a 13,5 km da cabeceira da pista do município da cidade no dia 23 de dezembro. O segurança Roberval Moraes Jardim foi identificado como o único sobrevivente da queda da aeronave.
Em 2012, um avião Caravan, prefixo PT-PTB, da empresa Cleiton Taxi Aéreo, caiu em um terreno perto da Avenida Torquato Tapajós, próximo ao depósito de uma loja de eletroeletrônicos, logo depois de levantar voo do Aeroclube de Manaus, por volta das 6h15 do dia 28 de fevereiro. Conhecido como comandante Almeida, o piloto Antonio José de Almeida Maia, de 56 anos, morreu na hora.
No dia 13 maio de 2010, um acidente com uma aeronave alugada, pela Cleiton Táxi-Aéreo, matou seis pessoas na capital. No acidente com o táxi-aéreo Embraer EMB-810C Seneca II, prefixo PT-TUJ, todas os cinco passageiros e um piloto que estavam a bordo morreram carbonizados.

PORTAL AZ (Piauí)


Com falhas no motor, ultraleve faz pouso forçado em Teresina

Mesmo com o impacto ocupantes saíram ilesos
Da Redação

ImagemImagemUm avião de pequeno porte realizou pouso de emergência no final da tarde deste domingo (05) em decorrência de falhas no motor. O acidente ocorreu no povoado Taboca do Pau Ferrado, zona rural de Teresina.
Duas pessoas ocupavam o ultraleve quando ele pousou em um matagal. Mesmo com o impacto ambos saíram ilesos.
Um funcionário do Clube de Ultraleve do Piauí esteve no local para realizar reparos na aeronave que foi levada para a sede do clube.



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