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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 25/01/2017 / Governo investe R$ 470 milhões no monitoramento de fronteiras


Governo investe R$ 470 milhões no monitoramento de fronteiras ...  

Com o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), será possível fiscalizar uma faixa ao longo de 17 mil quilômetros de fronteiras ...  

O governo federal vai investir R$ 470 milhões para manter o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), do Exército, no ano de 2017. Com o Sisfron, é possível fiscalizar uma faixa de 17 mil quilômetros de fronteira com 10 países sul-americanos.

Na última semana, o ministro da Defesa Raul Jugmann visitou o centro de controle do Sisfron, em Dourados (MS). Em toda a América do Sul, o Brasil só não faz divisa com Chile e Equador, o que representa um desafio para a segurança nacional. O avanço do crime organizado na região, que compreende áreas de selva amazônica, é uma das principais preocupações das autoridades e onde atuam 21 mil militares atualmente.

Na década de 1950, mil profissionais exerciam a missão de garantir a tríade “integridade nacional, soberania e defesa da pátria” nos 9.762 quilômetros de fronteira brasileira da região com Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia. Nessa faixa, as Forças Armadas exercem o chamado poder de polícia em 150 quilômetros, por meio de 24 pelotões e um efetivo de 1,5 mil militares de todo País.

Armamentos
Além disso, a região ainda abriga grupos dissidentes, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Segundo o ministro da Defesa, o arsenal de armas das Farc, pode inclusive chegar às facções criminosas responsáveis pela atual crise no sistema penitenciário brasileiro.

“Com o acordo de paz (descumprido), parte do arsenal deles está ficando na mão dos dissidentes ou mesmo não sendo entregue. Essas armas podem vir a chegar aos nossos centros metropolitanos, agravando a crise de segurança (pública no país)”, ponderou.

Além disso, as tropas militares enfrentam diariamente a pesca ilegal, o tráfico de armas, contrabando, garimpo ilegal, dragas nos rios, imigração ilegal, desmatamento, infrações ambientais, pistas de pouso ilegais, extração ilegal de madeira e tráfico de animais silvestres.

“Tudo isso que ocorre na fronteira vai impactar nos grandes centros urbanos do nosso país e com organizações criminais fomentando”, disse o general Antonio Miotto. Segundo ele, o tráfico internacional de animais silvestres paga valores exorbitantes por uma espécie rara ou em extinção, como a jiboia, que chega a ser negociada por US$ 1,5 mil; a cobra coral verdadeira, por US$ 31 mil e a arara-azul que pode valer US$ 60 mil, com destinos a países europeus e aos Estados Unidos.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Áudio não indica falha no avião que caiu com Teori, diz Aeronáutica


Rubens Valente

BRASÍLIA - Em nota divulgada nesta terça-feira (24), a Aeronáutica informou que "em uma análise preliminar" os dados extraídos do gravador de voz do avião que caiu com o ministro do STF Teori Zavascki e outras quatro pessoas na quinta (19) "não apontam qualquer anormalidade nos sistemas da aeronave".
A Folha antecipou que durante a gravação, de 30 minutos, o piloto do avião não relatou eventuais problemas mecânicos no King Air e mencionou uma decisão de aguardar a diminuição de chuva para tentar um pouso no aeródromo de Paraty (RJ). O avião caiu a cerca de 4 km da cabeceira da pista - todos os ocupantes morreram.
A gravação foi feita por um aparelho do avião que registra as conversas na cabine. A Aeronáutica informou, em texto distribuído à imprensa, que o arquivo de áudio "inclui não só informações de voz, mas outros sons que serão importantes para a investigação".
"Nós analisamos sons diferentes, em que possamos identificar, hipoteticamente falando, o ruído de um trem de pouso sendo baixado, a aplicação de algum grau de flap ou outro equipamento aerodinâmico da aeronave", afirmou, segundo o texto divulgado pela Aeronáutica, o coronel Marcelo Moreno, da divisão de operações do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).
Segundo a Folha apurou, os registros da cabine do avião King Air teriam captado diálogos do piloto Osmar Rodrigues com outros pilotos que voavam pela região.
Em uma conversa, de acordo com informações obtidas pela reportagem, o piloto diz que vai esperar a chuva diminuir antes de pousar. Pouco depois, a gravação teria sido interrompida, segundo análises preliminares.
Na avaliação de técnicos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), o teor aponta, em caráter preliminar, que o piloto pode ter perdido o controle da aeronave, levando-a ao choque com a água. O áudio não explica exatamente o que ocorreu - a investigação depende também de outros fatores para que a causa da queda seja esclarecida.
A investigação do Cenipa, sem data para acabar, apura os fatores que contribuíram para o acidente e lista possíveis orientações para prevenção de acidentes.

PORTAL UOL


Ministério da Justiça cria Força-tarefa de Intervenção Penitenciária


O ministério da Justiça criou, nesta terça-feira (24), a FTIP (Força-tarefa de Intervenção Penitenciária). A portaria --que será publicada na edição de quarta-feira (25) do Diário Oficial da União- "atende aos pedidos dos governadores de alguns Estados, no sentido de auxílio para a questão penitenciária", segundo a pasta.
Segundo a portaria, a força-tarefa será formada por agentes penitenciários federais, estaduais e do Distrito Federal. Ela atuará "em apoio aos governos estaduais em situações extraordinárias de grave crise no sistema penitenciário, para controlar distúrbios e resolver outros problemas", diz o ministério. "Compete à FTIP atividades de serviço de guarda, vigilância e custódia dos presos".
A composição da força-tarefa obedecerá os acordos e convênios de cooperação federativa da Força Nacional, que envolvem a União e os Estados.
O texto não traz o número de agentes que integrarão a FTIP, mas a quantidade "obedecerá ao planejamento definido pelos entes envolvidos na operação", diz a portaria, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes.
O pedido de ajuda veio principalmente dos três Estados que registraram matanças em presídios neste início de ano. Amazonas (66), Roraima (33) e Rio Grande do Norte (ao menos 26), na última semana, solicitaram o apoio das Forças Armadas. Os militares irão fazer varreduras nos presídios, segundo o ministério da Defesa.
Também nesta terça, o ministério do Planejamento autorizou a nomeação de 258 candidatos aprovados em concurso público para cargos no Depen (Departamento Penitenciário Nacional), ligado ao Ministério da Justiça.

REVISTA ISTO É


Força Nacional dos presídios começa a atuar nesta quarta no RN


Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, informou nesta terça-feira, 24, que o Grupo Nacional de Intervenção Penitenciária desembarca na quarta-feira, 25, no Rio Grande do Norte a pedido do governador do Estado, Robinson Faria (PSD).
Essa será a primeira ação do grupo desde a sua criação anunciada pelo ministro, no último dia 18, em reunião com representantes da Federação Sindical Nacional dos Servidores Penitenciários (Fenaspen).
A ideia é reunir ao menos 100 agentes penitenciários que deverão ser cedidos pelos governos federal e estadual. A iniciativa do governo federal ocorreu em meio a uma série de massacres registrados em penitenciárias das regiões Norte e Nordeste.
“Estou autorizando que parte desse grupo vá amanhã (25). Estão indo para o Rio Grande do Norte para auxiliar o Estado em Alcaçuz. Essa será a primeira ação concreta desse grupo que será montado”, afirmou Moraes após participar da abertura da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, em Brasília. “Eu autorizei (a permanência) no Rio Grande do Norte pelo prazo de 30 dias. Isso pode ser renovado ou antecipado. É bom ressaltar que sempre é uma atuação emergencial para auxiliar o Estado, não é algo permanente. O grupo tem que ficar sempre de prontidão para eventuais problemas”, ressaltou.
O grupo será conduzido até o Rio Grande do Norte por uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). As atividades que o grupo vai exercer dentro da penitenciária serão definidas em reuniões previstas para esta quarta-feira entre integrantes da secretaria de Segurança do RN.
Controle
O ministro também comentou sobre o episódio de Bauru, onde detentos do Centro de Progressão Penitenciária (CPP3) Prof. Noé Azevedo deram início a uma rebelião na manhã desta terça-feira, 24. A revolta se espalhou pelos três pavilhões e ao menos 200 conseguiram fugir, segundo a Polícia Militar de Bauru. Na fuga, os presos roubaram carros de moradores, causando pânico. Houve tiros e perseguição com a ajuda do helicóptero Águia da Polícia Militar.
“A situação em Bauru já está controlada. É um regime semiaberto, é uma fazenda em Bauru e, a partir de uma ocorrência disciplinar, um agente penitenciário verificou que um dos detentos estava com celular e apreendeu esse celular. A partir disso, os demais detentos se revoltaram contra esse agente e ocorreu uma fuga. Mas 79 detentos já foram recapturados e está tudo dentro da normalidade”, disse.
Assim como tem feito nos últimos dias, Moraes não quis responder, contudo, sobre uma possível indicação para substituir o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo na semana passada.

JORNAL VALOR ECONÔMICO


Aeronáutica inicia transcrição de áudio do avião que levava Teori


Rafael Bitencourt | Valor, Com Agência O Globo

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que uma análise preliminar dos dados extraídos do gravador de voz do avião King Air, que caiu na quinta-feira passada e que levava ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, não apontou "qualquer anormalidade" nos sistemas da aeronave. 
"O chip de memória do gravador de voz da cabine do avião está sendo avaliado por uma equipe do laboratório de leitura e análise de dados de gravadores de voo (Labdata) do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). Em uma análise preliminar, os dados extraídos não apontam qualquer anormalidade nos sistemas da aeronave", informou nota divulgada pela Aeronáutica.
O equipamento encontrado possui quatro canais de áudio, um do piloto, outro do copiloto, um da área de cabine e o quarto do engenheiro de voo ou comissário. Os dados já foram baixados utilizando software do fabricante.
O chefe da divisão de operações, coronel Marcelo Moreno, destaca que, além das informações de voz ,outros sons são importantes para a investigação. “Nós analisamos sons diferentes, em que possamos identificar, hipoteticamente falando, o ruído de um trem de pouso sendo baixado, a aplicação de algum grau de flap ou outro equipamento aerodinâmico da aeronave”, afirmou Moreno.
Mau tempo
Os técnicos da Aeronáutica envolvidos na perícia do gravador de voz iniciaram a transcrição dos últimos diálogos do piloto Osmar Rodrigues.
Segundo informações do programa “Bom Dia Brasil”, da Rede Globo, o equipamento teria gravado uma conversa em que o piloto disse que iria esperar a chuva passar para pousar. Em seguida, a gravação é interrompida.
Como o aeroporto de Paraty não tem torre de controle, o aparelho registrou conversas com outros pilotos que voavam pela região. O aparelho, chamado de CVR, registra os últimos 30 minutos do voo.
Por enquanto, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica não confirma a informação de que o equipamento teria registrado o relato do piloto sobre mau tempo.

PORTAL G-1


Gravações do avião que caiu em Paraty não revelam anormalidade

Segundo análise do gravador de voz, piloto tentou pousar duas vezes. Agentes do Cenipa encontraram partes das hélices e de uma das asas.

Jornal Nacional

Uma análise preliminar dos dados do gravador de voz do avião que caiu em Paraty não apontou anormalidades nos sistemas do bimotor. Antes da queda em que morreram o ministro do Supremo Teori Zavascki e mais quatro pessoas, o piloto tentou pousar duas vezes.
Os destroços do avião foram levados de carreta de Angra dos Reis para a Base Aérea do Galeão. Uma viagem de 150 quilômetros. Na tarde desta terça-feira (24), em Paraty, agentes do Cenipa encontraram partes das hélices e o que restou de uma das asas do avião
Em Brasília, no Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, os militares estão tratando o áudio tirado do gravador de voz e fazendo a transcrição. O gravador precisou ser recuperado. Por causa da água do mar, um cabo foi danificado e teve de ser substituído. Depois foi possível baixar as informações da memória, com equipamentos e programas do fabricante do gravador.
Tem o chip da memória e existem quatro canais de áudio: um do piloto, outro do copiloto, um canal da cabine e o quarto do comissário de voo. Mas neste caso, o piloto era o único no comando do avião. O gravador registra os últimos 30 minutos do voo. Todos estão preservados.
De acordo com a Força Aérea, "em uma análise preliminar, os dados extraídos não apontam qualquer anormalidade nos sistemas da aeronave”.
Na hora do acidente o teto em Paraty era de 60 metros. Teto é a distância entre o solo e as nuvens. E 60 metros, segundo os investigadores ouvidos pela TV Globo, é uma distância tão pequena que pode ter provocado desorientação espacial no piloto.
É que também diz um especialista em investigação de acidentes aéreos. “A base das nuvens a 60 metros ela é objetiva, não adianta querer contrariar, não adianta o piloto conhecer, porque ele pode até saber que não vai bater no morro, mas o que vai acontecer com seus sentidos de orientação é imprevisível. E ele na tentativa de buscar, se ele perde o ponto, ele tem que voltar de novo, e ele tem que estar vendo. Então, ele tem que planejar essa aproximação e tem que saber reconhecer: ‘a partir daqui eu não posso ir’“, explica Luiz Alberto Bohrer, tenente-coronel da reserva da Aeronáutica.
Segundo as gravações, o piloto fez duas tentativas de pouso. Na primeira ele chegou a dizer para um outro piloto que, por causa do mau tempo, entraria no setor eco, que significa uma curva para o leste.
Na segunda tentativa - a última fala da gravação - o piloto diz "Tô na final", expressão usada durante o procedimento de pouso, quando o avião já está perto da pista. Logo em seguida, o gravador registrou o barulho da colisão da asa do avião com a água.
A gravação não aponta nenhum sinal de pânico do piloto durante o voo nem pedido de socorro ou alarme sonoro. O piloto também não relata problemas na aeronave.
No áudio do gravador de voz, há muitos momentos de silêncio do piloto. Também há conversas entre ele e pilotos de outras aeronaves que voavam na região.
Além da voz do piloto e das conversas dele, o gravador também registra os ruídos do avião. Por isso, os técnicos do Cenipa também precisam limpar o áudio e analisar a fundo o som ambiente da cabine. São informações de equipamentos do avião que podem ajudar a descobrir o que aconteceu.
“Nós analisamos sons diferentes do tipo... onde a gente possa identificar, como por exemplo, hipoteticamente falando, o baixamento de um trem de pouso, a aplicação de algum grau de flap ou algum outro equipamento aerodinâmico da aeronave. A gente faz uma análise minuciosa, de forma que a gente possa corroborar com a investigação”, diz o chefe da Divisão de Operações do Cenipa, coronel Marcelo Moreno.

AGÊNCIA BRASIL


Força-tarefa começa a atuar em presídio do Rio Grande do Norte nesta quarta


Mariana Jungmann - Repórter Da Agência Brasil

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse hoje (24) que os primeiros homens da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária devem começar a chegar ao Rio Grande do Norte a partir de amanhã (25), quando a autorização dele para a liberação do grupo será publicada. A força-tarefa é o braço penitenciário da Força Nacional de Segurança e é composta por agentes penitenciários cedidos pelo governo federal e por governos estaduais para atuar em presídios onde ocorram rebeliões.
Antes da formação deste grupo, a Força Nacional não podia atuar em presídios, por ser composta basicamente por policiais militares. Os agentes penitenciários da força-tarefa são treinados e/ou têm experiência para atuarem nessas instituições e utilizarão equipamentos específicos. “Quem cuida de presos, quem sabe o protocolo em relação aos presos são os agentes penitenciários”, disse o ministro.
No total, a força-tarefa terá 100 agentes, dos quais uma parte irá imediatamente para o Rio Grande do Norte a pedido do governador Robson Faria. Eles vão ajudar a manter a ordem na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, região metropolitana de Natal enquanto ocorrem as obras de reconstrução do presídio, que foi depredado após a última rebelião.
Mais cedo, tropas especiais da Polícia Militar voltaram a entrar em Alcaçuz. Segundo a Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social, os policiais vão revistar as celas e dependências da unidade em busca de armas, aparelhos celulares e drogas, além de recontar os detentos e garantir a segurança das equipes que estão erguendo um muro de contêineres para separar os presos de facções criminosas rivais.
A Penitenciária de Alcaçuz vive uma guerra entre duas facções desde o dia 14 de janeiro, quando pelo menos 26 presos foram assassinados brutalmente e boa parte da unidade passou a ser controlada pelos detentos. Agora, o plano das autoridades de segurança pública é manter homens das três tropas especiais no interior do estabelecimento até a conclusão da instalação dos seis últimos contêineres, antes de iniciar a construção do muro definitivo, de concreto, que dividirá a área interna da penitenciária.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social, o muro definitivo deve ficar pronto em pouco mais de 15 dias. As placas pré-moldadas já foram encomendadas e, segundo o fabricante, devem ser entregues em cerca de dez dias.

Ministro da Defesa fala sobre segurança de fronteiras e presídios

Jungmann disse que vai se reunir com todos os ministros de Defesa da América do Sul, para combater crimes transnacionais

O programa Revista Brasil desta terça-feira (24), entrevista o ministro da Defesa, Raul Jungmann, sobre a situação das fronteiras e dos presídios no país. Ele explica que os crimes transnacionais acontecem dos dois lados da fronteira.

Então a cooperação, compartilhamento, sobretudo de dados de inteligência, atuação e cooperação conjunta são fundamentais e decisivas para proteção de nossa fronteira. “Como você bem disse, tem 17 mil quilômetros, o que quer dizer que nós temos a terceira maior fronteira do mundo.”

O ministro fala da tecnologia nas nossas fronteiras, das missões internas, dos presídios, da visita ao município de Tabatinga (AM), das entradas de armas pelas fronteiras e das atividades sociais desenvolvidas pelas Forças Armadas.

Jungmann disse que, neste primeiro semestre, pretende ir a todos os postos de fronteira existentes, vai se reunir com ministros da Defesa de todos os países da América do Sul para debater sobre criminalidade na região fronteiriça.

O Revista Brasil é uma produção das Rádios EBC e vai ao ar, de segunda a sábado, às 8h, na Rádio Nacional AM Brasília, em rede com as Rádios Nacional da Amazônia, do Rio de Janeiro e do Alto Solimões. Apresentação: Valter Lima, Cezar Faccioli, Frank Silva e Otto Farias.

PORTAL BRASIL


Governo investe R$ 470 milhões no monitoramento de fronteiras

Fiscalização Com o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), será possível fiscalizar uma faixa ao longo de 17 mil quilômetros de fronteiras

O governo federal vai investir R$ 470 milhões para manter o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), do Exército, no ano de 2017. Com o Sisfron, é possível fiscalizar uma faixa de 17 mil quilômetros de fronteira com 10 países sul-americanos.
Na última semana, o ministro da Defesa Raul Jugmann visitou o centro de controle do Sisfron, em Dourados (MS). Em toda a América do Sul, o Brasil só não faz divisa com Chile e Equador, o que representa um desafio para a segurança nacional. O avanço do crime organizado na região, que compreende áreas de selva amazônica, é uma das principais preocupações das autoridades e onde atuam 21 mil militares atualmente.
Na década de 1950, mil profissionais exerciam a missão de garantir a tríade “integridade nacional, soberania e defesa da pátria” nos 9.762 quilômetros de fronteira brasileira da região com Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia. Nessa faixa, as Forças Armadas exercem o chamado poder de polícia em 150 quilômetros, por meio de 24 pelotões e um efetivo de 1,5 mil militares de todo País.
Armamentos
Além disso, a região ainda abriga grupos dissidentes, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Segundo o ministro da Defesa, o arsenal de armas das Farc, pode inclusive chegar às facções criminosas responsáveis pela atual crise no sistema penitenciário brasileiro.
“Com o acordo de paz (descumprido), o arsenal deles está ficando uma de parte na mão dos dissidentes ou mesmo não sendo entregue. Essas armas podem vir a chegar aos nossos centros metropolitanos, agravando a crise de segurança (pública no país)”, ponderou.
Além disso, as tropas militares enfrentam diariamente a pesca ilegal, o tráfico de armas, contrabando, garimpo ilegal, dragas nos rios, imigração ilegal, desmatamento, infrações ambientais, pistas de pouso ilegais, extração ilegal de madeira e tráfico de animais silvestres.
“Tudo isso que ocorre na fronteira vai impactar nos grandes centros urbanos do nosso país e com organizações criminais fomentando”, disse o general Antonio Miotto. Segundo ele, o tráfico internacional de animais silvestres paga valores exorbitantes por uma espécie rara ou em extinção, como a jiboia, que chega a ser negociada por US$ 1,5 mil; a cobra coral verdadeira, por US$ 31 mil e a arara-azul que pode valer US$ 60 mil, com destinos a países europeus e aos Estados Unidos.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


Saab aumenta su participación en la brasileña Akaer


Javier Bonilla

Saab Defensa y Seguridad ha adquirido otro 10% de Ias acciones de Akaer, una de Ias mayores empresas brasilehas en el desarrollo de proyectos aeronáuticos, su participación se eleva así al 25%. Saab y Akaer han sido socios desde 2008, cuando la empresa brasilefía fue contratada por Saab para desarrollar partes del fuselaje del Gripen NG, antes de que se seleccionase al avión de Saab para la Fuerza Aérea Brasilefía. La inversión realizada por Saab en Akaer comenzó en mayo de 2012, cuando el grupo sueco hizo un préstamo convertible en acciones, con una aportación de recursos equivalentes al 15% de Akaer. Aunque la participación de Saab en la empresa aumenta ahora al 25%, Akaer permanece independiente. Desde 2012, Saab es parte del Consejo Consultivo de Akaer.
A partir de la inversión de Saab en la empresa, Akaer ha adquirido activos de la División de Espacio y Defensa (S&D) Opto Electrónica S.A., que ahora se Dama Opto Space & Defense y que participa en el proyecto de misiles aire-aire Darter, desarrollo de la firma sudafricana Denel , junto con otras empresas brasilefías, como Nlectron y Avibras. Con más de 30 anos de experiencia, la firma brasilefia de optrónica obtuvo en 20131a condición privilegiada de Empresa Estratégica de Defensa (EED), algo que realmente interesa a Saab. El objetivo de Akaer es asegurar que Ias tecnologias desarrolladas por OPTO durante décadas se mantengan bajo el control de una Empresa Estratégica de Defensa (EED) para que se puedan utilizar en los programas nacionales de espacio y defensa en los próximos anos.
Para garantizar la continuidad de estas capacidades, Opto Space & Defense, que estaba en concordato, mantendrá a todos sus empleados y operaciones en la misma ubicación, en la ciudad paulista de São Gados, un gran polo de optrónica en Brasil. Por otra parte, Akaer ampliará el acceso de esta división a los mercados internacionales, desarrollando productos de doble uso para que siga siendo financieramente sostenible y puede ampliar sus tecnologias.
La creciente experiencia de Opto en el ambito de los misiles comenzó con el suministro de lentes, espejos y espoleta de proximidad para el programa del misil NIAA-1 Piranha, NIAA-1B (AArvl, cuarta generación) y de misiles anti-radiación MAR-1, producidos por Nlectron, que hoy equipan a Ias aeronaves de la Fuerza Aérea brasilefia y de Pakistán. Opto también proporciona sistemas para el antitanque MSS 1.2, vendido al Ejército y la Marina de Brasil. Opto Electrónica ha desarrollado un sistema de gula innovador que detecta dos bandas de calor, captando prioritariamente la emisión de gases de la turbina del objetivo, lo que impide al misil caer en Ias trampas de los sehuelos, pues estos no emiten el mismo calor que dichas turbinas. La tecnologia del sensor también permite al buscador reconocer una aeronave a través de imagen, independientemente del angulo en el que está dirigido. Además, otra ventaja del sensor es su capacidad para guiar el misil en un angulo de 90 grados.



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