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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 18/12/2016 / FAB usa NVG para resgatar tripulante de navio em alto mar


FAB usa NVG para resgatar tripulante de navio em alto mar ...

Com apendicite, grego de 20 anos foi transportado de helicóptero até Pelotas (RS) ...

A Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou na noite desta sexta-feira (16/12) um tripulante a bordo do navio mercante de bandeira grega, Astro Perseus, em alto mar. O petroleiro que estava a 220 NM da costa brasileira na região Sul, cerca de 400km em linha reta a partir da cidade gaúcha de Pelotas, partiu de Talcahuano, no Chile, no dia 09 de dezembro e tinha como destino a cidade do Rio de Janeiro.

Este foi o terceiro resgate em convés realizado pelo Esquadrão Pantera neste ano, mas o primeiro utilizando óculos de visão noturna (NVG - do inglês Night Vision Goggles).

Com crise de apendicite, o tripulante Kosta Konstantinus, 20 anos, necessitava de remoção urgente para um hospital. O jovem foi içado do convés às 21h30, hora local, e transportado até o aeroporto de Pelotas, onde uma ambulância do SAMU o aguardava. De lá, seguiu para cirurgia de emergência. De acordo com informações do Salvamar, o paciente passa bem.

O pedido de resgate chegou ao Salvaero Curitiba, unidade da FAB responsável por coordenar operações aéreas de busca e salvamento no Sul, por meio do Salvamar Sul. O helicóptero H-60 Black Hawk, operado pelo Esquadrão Pantera (5º/8º GAV), sediado em Santa Maria (RS), foi acionado e seguiu até Pelotas, onde reabasteceu e decolou em direção ao navio em alto mar.

De acordo com o piloto do helicóptero, Tenente Paulo Jacinto de Lemos Silva, a missão apresentou um "grau de dificuldade elevado". Além da distância da costa, no momento do resgate foram registrados ventos de aproximadamente 50 nós (92,6 km/h). “Quando encontramos a embarcação, ela estava a mais de cem milhas mar adentro. O deslocamento ocorreu quase em toda sua totalidade no período noturno, elevando os riscos de desorientação espacial”, explica o oficial.

Para cumprir a tarefa em meio a escuridão do mar aberto, a tripulação usou óculos de visão noturna. “O procedimento de resgate foi realizado com as técnicas de convés e situações, contudo foi a primeira vez que realizamos no período noturno e com o óculos de visão noturna”, detalha o tenente. O procedimento de resgate a partir de convés foi treinado pela FAB durante a operação Carranca V realizada no início deste ano.

As coordenações com o navio foram feitas numa frequência de emergência marítima em inglês. Segundo o piloto, a coordenação entre a tripulação e o navio foi essencial para o cumprimento da missão.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Possível reabertura de terminal gera atrito entre Infraero e sócios em MG


Joana Cunha De São Paulo

A Infraero quer retomar os voos comerciais a jato no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, e começa a causar atrito com seus sócios privados da BH Airport, concessionária de Confins.
O terminal da Pampulha, que a partir de 2005 transferiu os voos de longa distância para Confins, atua hoje com aviação executiva e regional no Estado. Nele, só estão autorizados aviões menores.
A Folha teve acesso a uma troca de correspondências entre a presidência da BH Airport e da Infraero, enviada com cópia a Maurício Quintella, ministro do Transportes.
Em carta enviada em 9 de novembro, o presidente da BH Airport, Paulo Rangel, diz ao presidente da Infraero, Antônio Claret de Oliveira, que a retomada dos voos comerciais em Pampulha pode gerar forte concorrência ao aeroporto de Confins, prejudicando a própria Infraero.
Confins foi concedido em 2014 com participação da Infraero de 49%. Os acionistas privados, Grupo CCR e Aeroporto de Zurich, têm 51%.
Para Rangel, a concorrência de Pampulha causará ociosidade em Confins, um projeto que já carrega dívida e dificuldade de obter financiamento. "Levaria à necessidade de aportes de capitais adicionais pelos acionistas, com impacto negativo ao caixa da própria Infraero", diz a carta.
Ele anexou estudo que diz que, para cada R$ 1 que a Infraero viesse a receber em Pampulha, ela mesma poderia perder mais de R$ 1,10 em sua sociedade em Confins.
Segundo o cálculo, apesar de gerar receita de R$ 205,7 milhões nos próximos cinco anos em Pampulha, a estatal teria custos de R$ 225,9 milhões com investimentos no aeroporto e desembolso adicional em Confins.
Segundo a BH Airport, o edital de licitação, que guiou o plano de negócios na época, contemplou uma projeção de demanda que não considerava um segundo aeroporto na região para aviões comerciais a jato.
O aeroporto de Confins abriu novo terminal neste mês, fruto de investimento de R$ 870 milhões da BH Airport.
Segundo os cálculos anexados por Rangel à correspondência, a reativação de Pampulha causaria perda de receita de R$ 315 milhões à concessionária até 2021.
Em resposta em 25 de novembro, o presidente da Infraero nega que haverá retirada de tráfego de Confins e justifica que as concessões foram feitas para "fomentar concorrência" e dar opções de escolha aos usuários.
A abertura de Pampulha aos grandes jatos comerciais sofre pressão contrária dos moradores do entorno, mas agrada a viajantes devido à localização central, uma vantagem em relação a Confins.
Efeito Galeão
Procurada, a Infraero confirma estar em contato com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para avaliar a possibilidade de ampliar a operação de grandes aviões.
Há um receio dentro do governo de que, em um momento de queda na demanda, o aeroporto de Confins possa ter um destino similar ao do Galeão, no Rio de Janeiro, que está endividado e tem a Infraero como sócia.
O impacto da concorrência de Pampulha pode deixar o consórcio, inclusive a Infraero, em dificuldade para o pagamento das outorgas.
O Galeão sofreu com a queda de receitas devido à recessão e com os custos extraordinários pelas obras da Copa, que deveriam ter sido pagos pela Infraero.
A Abear, que representa as companhias aéreas, não se posiciona em relação a casos específicos, mas, de maneira geral, diz que apoia o aumento da competitividade por meio de investimentos em infraestrutura aeroportuária.
Raio-X
PAMPULHA
Local
Belo Horizonte
(8 km do centro)
Quem administra
Infraero
Pousos e decolagens (acumulado no ano, até novembro)
38.587
Embarques e desembarques
(no ano, até novembro)
281.552
Fonte: Infraero
CONFINS
Local
Confins (38 km de BH)
Quem administra
BH Airport (Grupo CCR e Aeroporto de Zurich, com 51%, e Infraero, com 49%)
Pousos e decolagens (no ano, até novembro)
90.949
Embarques e desembarques
(no ano, até novembro)
8.786.618
Fonte: BH Airport

PORTAL G-1


Voluntários e Forças Armadas fazem limpeza na Santa Casa em Manaus

Ação visa conscientizar sobre a importância histórica da Santa Casa.

Indiara Bessa

Voluntários e militares das Forças Armadas participaram, neste sábado (17), de um mutirão de limpeza, na Santa Casa de Misericórdia, no Centro de Manaus. A ação visa retirar lixo e entulho do local, além de realizar exposições de artistas amazonenses no entorno do antigo hospital.
O mutirão iniciou por volta das 8h. Segundo a presidente da Associação de Cultura do Estado do Amazonas e Sociedade Civil (Aceam), Rosa dos Anjos, a ação visa conscientizar sobre a importância histórica da Santa Casa, e evitar a ocupação indevida do local.
“Nós viemos aqui dia 5 de outubro fazer um abraço simbólico e acabamos encontrando o quadro real da Santa Casa, de abandono, de sujeira, de invasão, de moradores de rua em estado de risco, de calamidade pública”, contou ao G1.
A limpeza iniciou na capela da Santa Casa. Segundo Rosa, a ação deve seguir até as 18h e tem apoio das Forças Armadas, de órgãos como a Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh). Além da participação do Corpo de Bombeiros.
Artistas plásticos expuseram quadros em frente a Santa Casa em uma ação cultural e voluntários auxiliaram na limpeza. Além da plantação de mudas de flores no local.
“A sociedade civil precisa ser mais participativa, não pode ficar de braços cruzados olhando as coisas acontecendo e não fazer nada. Nós votamos nos nossos gestores e nós precisamos cobrar as ações. Está em um estado de abandono total, com as telhas roubadas, as coisas caindo e cada dia piorando. Já tem 12 anos que a Santa Casa fechou e há uma necessidade muito grande que os nossos gestores façam algo em relação a isso em caráter de emergência”, comentou Rosa.

Fronteira fechada deixa brasileiras sem poder sair da Venezuela

Brasileiras de Roraima e do Amazonas estão há dez dias na Venezuela. Itamaraty diz que é feito articulação para brasileiros retornarem ao Brasil.

Marcelo Marques E Valéria Oliveira Do G1 Rr

Brasileiras que estão na Venezuela relataram ao G1 neste sábado (17) a tensão e as dificuldades em retornar para Roraima após o presidente do país, Nicolás Maduro, prorrogar fechamento da fronteira com o Brasil por mais 72 horas.
O Governo de Roraima disponibilizou o telefone (95) 99146 9977 para que brasileiros façam pedidos de ajuda. O Itamaraty busca solução para o caso dos brasileiros que desejem retornar ao país.
A esteticista Márcia Cristina Medeiros, de 37 anos, que mora em Boa Vista, foi para a cidade de Puerto Ordaz, no país vizinho, no dia 7 de dezembro com mais duas amigas de Manaus. Elas iriam voltar na quinta-feira (15), mas não foi possível devido ao fechamento da fronteira.
Nicolás Maduro prorrogou na quinta por 72 horas o fechamento das fronteiras com Brasil e Colômbia, vigente desde a noite de segunda (12) para combater as "máfias colombianas" que entram no país com notas de 100 bolívares, que o governo tirou de circulação, para desestabilizar a economia da Venezuela.
"Estamos em um prédio, onde alugamos um apartamento. Nosso dinheiro está acabando e o climas nas ruas é tenso. Compramos comida antes de tudo isso acontecer e estocamos na geladeira. Não há como fazer câmbio. Quem trouxe dólar, ficou no prejuízo", cita Márcia.
Conforme a esteticista, outros oito brasileiros estão na mesma situação, sem poder voltar para casa.
Ainda de acordo com ela, está ocorrendo conflitos entre a polícia venezuelana e os moradores, saqueamentos em lojas e depredação de bancos, em razão da troca de moedas e falta de alimentos.
"A nota de 100 bolívares não vale mais. Não há máquinas para cartão. Não tem como sair às ruas porque há muita manifestação. Pessoas queimando carros. A comida está escassa em Puerto Ordaz. Quem quer comer, tem de esperar em filas enormes. Está uma loucura. Você não pode transitar na cidade. Estamos impossibilitados de sair desse país", afirma.
Ela disse estar receosa com a situação e, embora não seja a primeira vez que vai à Venezuela, impera o sentimento do medo.
"Não sabemos o que pode acontecer. Minhas amigas que vieram passear estão assustadas", revela.
Elisete, moradora de Manaus, disse que entrou em contato com os familiares para deixá-los tranquilos, mas a preocupação é constante. Ela e a irmã decidiram conhecer a Venezuela e fazer compras de Natal, mas não esperavam presenciar os conflitos no país vizinho.
"O dinheiro está acabando. A situação aqui é precária. Há protestos nas ruas, e não saímos. Ficamos com medo porque não se sabe o que acontecerá. Ele [Maduro] disse que ia abrir meia noite a fronteira [na quinta] e isso não aconteceu. Ele pode piorar a situação [do país]. Minha preocupação é ficar sem dinheiro, sem nada e ficar "presa" na Venezuela", conta desesperada.
Ela ressalta que chegou a ir a supermercados antes de o conflito no país se agravar. "Me sujeitei a filas imensas para comprar comida, entretanto, a venda é escassa para comprar um quilo de carne ou metade de um frango, por exemplo", diz.
Em Margarita situação é tranquila, diz brasileira que mora na Venezuela
A brasileira Cláudia Oliveira, que mora em na Ilha de Margarita, relatou ao G1 não haver conflitos na região turística.
"Há pessoas que estavam indo para Boa Vista ou Manaus, mas resolveram ficar em cidades onde não há manifestações. Quem estava vindo para Margarita teve de esperar essa situação ser resolvida, o que pode acontecer na segunda-feira (19) com as novas cédulas de 100 bolívares. Aqui está tranquilo. Shooping cheio, praias lotadas. Aqui é diferente. A sensação é de ser outro país", avalia Cláudia.
Itamaraty
Em nota, o Itamaraty esclareceu que, no dia 16 de dezembro, a informação recebida da parte das autoridades venezuelanas foi de que a fronteira permaneceria fechada por mais 72 horas.
"Estão sendo realizadas gestões com vistas a buscar uma solução para o caso dos brasileiros que desejem retornar ao Brasil. Os brasileiros que necessitem de assistência consular emergencial devem contatar o Vice-Consulado do Brasil em Santa Elena de Uiarén", descreve a nota.
Governo de Roraima diz que dialoga com autoridades venezuelanas
Por telefone a titular da Secretaria Extraordinária de Assuntos Internacionais do Governo de Roraima, Verônica Caro, informou que está ciente da situação dos brasileiros impedidos de sair da Venezuela.
Ela disse que até este sábado cerca de dez pedidos de ajuda foram feitos à Secretaria. Verônica afirma que a pasta está em constante diálogo com as autoridades das cidades venezuelanas e busca alternativas para reduzir transtornos aos brasileiros.
"Infelizmente só temos conseguido autorização para que pessoas com alguma problema de saúde atravessem a fronteira. Mas, é extremamente importante que quem está lá, ou quem conhece alguém que esteja lá, que nos avise para que possamos buscar soluções", enfatizou a secretária.
A secretaria disse que pedidos de ajuda podem ser feitos por meio de ligação ou WhatsApp por meio do telefone (95) 99146 9977.

JORNAL DIÁRIO DE CANOAS


Mini Virada Cultural da Casa das Artes Villa Mimosa

Domingo tem cultura gratuita com programação das 14 às 22 horas

Jeison Silva

Circo, poesia, teatro, dança, performance, literatura e manifesto integram a programação deste domingo durante a Mini Virada Cultural na Casa das Artes Villa Mimosa (Avenida Guilherme Schell, 6.270, Centro). A programação é gratuita e começa às 14 horas, estendendo-se até as 22 horas, com espetáculos e oficinas para adultos e crianças. É preciso retirar senha meia hora antes de cada atividade.

Fantoches com meia (Trupe Di Trapu), poemas cantados de Dilan Camargo, grupos musicais Oferenda Quarteto e Trio Madera Elétrica, Arthur de Faria, Marcelo Delacroix, Beto Chedid e Thiago Di Luca (idealizadores do projeto) são algumas das atrações do evento. Além da parte cultural, os artistas elaboraram um documento que será assinado por todos para que o espaço siga oferecendo atrações artísticas na próxima gestão. A programação completa está disponível na página no Facebook da Casa das Artes Villa Mimosa.
Confira e programação
14h - DJ
16h - Oficina de Chulecos (fantoches com meias) com a Trupe Di Trapu
17h - Pocket Show Musical Cantos de Linho, de Lã - Poemas cantados de Dilan Camargo - com a banda Meni Na De Lá (Beto Chedid e Thiago Di Luca)
17h30 -performance do Emotions grupo de dança
18h - Eu poéto - intervenção cênica poética, com Jonatan Borges
18h - Malabares com grupo Necitra (Ramon Ortiz e Wagner Goulart)
18h30 - Ouvir com outros olhos - performance poética cênica com Odair Souza
19h - show musical com Marcelo Delacroix
19h30 - Pocket show Pontos, Rezas e Milongas, com Mimmo Ferreira e Carolinne Caramão
20h - show jazz instrumental com Madera Elétrica
20h30min - malabares com grupo Necitra e intervenção de música eletroacústica com Marcelo Armani
20h30 - Elefante Branco - intervenção musica eletroacústica e projeções - com Marcelo Armani
21h - Performance Deixar pra trás - projeção fotos, com Tainah Dadda
21h - Show musical com Arthur de Faria
21h30 -Show musical instrumental com Oferenda Quarteto
Espaço de Leitura no Guajuviras
Uma programação especial neste sábado (17) no Guajuviras marca a inauguração de um verdadeiro templo de cultura no bairro. Será um espaço de leitura para a comunidade chamado Trupe Imagem (Na) Arte – Ponto de Cultura e Ponto de Leitura da Gente. Anote aí o endereço: quadra CC, setor 2, bloco 6. Além de uma biblioteca comunitária, com acervo para os leitores, haverá sempre atividades para instigar sobre a importância das letras. Contação de histórias, saraus literários e musicais, sessões de cinema e oficinas serão práticas comuns a partir de agora. A partir das 9 horas de sábado ocorre doação de livros, depois segue com Contação de Histórias com Lilian Monteiro, Oficina de Bambolê com Rapha Rodrigues e Sarau Livre à noite. A iniciativa só foi possível graças à premiação do idealizador, o ator Odair Fonseca, pelo edital Todos por um Brasil de Leitores do Ministério da Cultura (MinC).
Shakespeare digitando...
O Teatro do Sesc recebe neste sábado Às 20 horas a performance “Whatsapp para Shakespeare”, do Canoas Coletivo de Dança. Inspirado no universo do bardo de Avon, o espetáculo tem direção artística de Carlota Albuquerque, com coreografias baseadas na poética das danças urbanas. Para adquirir os ingressos é preciso entrar em contato com Canoas Coletivo de Dança, através do e-mail canoascoletivodedanca@gmail.com. Os telefones 98501-1600 e 98176-7786 também estão à disposição para informações. Os valores são a partir de R$ 5 para comerciários e dependentes com Cartão Sesc/Senac.
… Superman, Nárnia e Michael Jackson
Em meio a modernização da Força Aérea e a transformação de Comar para Ala 3 a Banda da Base Aérea de Canoas apresenta-se neste domingo também no Teatro do Sesc, às 18 horas. O ingresso é um quilo de alimento não-perecível, mas é preciso retirar o ingresso uma hora antes da apresentação. Serão três atos, 36 músicos no palco, com um repertório eclético e surpreendente: temas do Superman e das Crônicas de Nárnia, formato Big Band, Tributo a Michel Jackson e homenagem a cantores nacionais, como Djavan e Fábio Júnior.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DO ACRE


Governo do Acre realiza transplante de fígado em indígena


Mônica Araújo

Um paciente indígena do Acre, da etnia Jaminawa, que aguardava por transplante de fígado em decorrência de cirrose hepática, pelos vírus B e Delta, passou pelo procedimento na noite de sexta-feira, 16, no Hospital das Clínicas de Rio Branco.
O órgão foi doado por uma família de Belém, no Pará, e transportado pela Força Aérea Brasileira (FAB) para Rio Branco. O paciente que recebeu a doação tem 54 anos, e está em recuperação pós-operatória na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HC.
Todo o trabalho para realização do transplante começou na quinta-feira, 15, quando a Central Nacional de Transplantes informou ao Acre sobre a disponibilidade de um órgão compatível com um paciente do estado. A partir desse momento, as equipes começaram a organizar o necessário para realização do procedimento cirúrgico.
“Muitas pessoas estiveram envolvidas nessa doação de órgão feita pela família do Pará. Foi um trabalho de parceria entre as equipes das centrais de transplantes nacional e dos estados envolvidos. Além disso, não podemos esquecer o trabalho brilhante da equipe médica de São Paulo e do Acre, assim como dos profissionais da UTI que são essenciais para a boa recuperação do paciente depois da cirurgia”, relatou a coordenadora da Central de Transplantes do Acre, Regiane Ferrari.
Este é o décimo sexto transplante de fígado realizado no Acre, com 100% de êxito. Desses, sete foram realizados este ano.
“Mesmo em tempo de crise as cirurgias de transplantes estão sendo mantidas, representando uma grande conquista para os acreanos. O governador Tião Viana tem lutado muito para avançar cada vez mais na saúde pública acreana e temos tido muitas conquistas. Não podemos esquecer a parceria do doutor Tércio, que tem sido de muita importância para o sucesso dos transplantes em nosso estado”, comentou o secretário de Estado de Saúde, Gemil de Abreu Júnior.
Mais de 600 pessoas já saíram da fila de transplante no Acre
No Acre, a Central de Transplantes já possibilitou que 622 pessoas comemorassem a oportunidade de ter recebido um órgão novo e saído da fila de espera por um doador compatível. Foram 165 transplantes de fígado, 175 de córneas e 282 rins. Cerca de 350 pacientes receberam transplantes em outros estados via Tratamento Fora de Domicílio (TFD), da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

PORTAL DEFESANET


FAB usa NVG para resgatar tripulante de navio em alto mar

Com apendicite, grego de 20 anos foi transportado de helicóptero até Pelotas (RS)

A Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou na noite desta sexta-feira (16/12) um tripulante a bordo do navio mercante de bandeira grega, Astro Perseus, em alto mar. O petroleiro que estava a 220 NM da costa brasileira na região Sul, cerca de 400km em linha reta a partir da cidade gaúcha de Pelotas, partiu Talcahuano, no Chile, no dia 09 de dezembro e tinha como destino a cidade do Rio de Janeiro.
Este foi o terceiro resgate em convés realizado pelo Esquadrão Pantera neste ano, mas o primeiro utilizando óculos de visão noturna (NVG - do inglês Night Vision Goggles). Veja vídeo do resgate aqui.
Com crise de apendicite, o tripulante Kosta Konstantinus, 20 anos, necessitava de remoção urgente para um hospital. O jovem foi içado do convés às 21h30, hora local, e transportado até o aeroporto de Pelotas, onde uma ambulância do SAMU o aguardava. De lá, seguiu para cirurgia de emergência. De acordo com informações do Salvamar, o paciente passa bem.
O pedido de resgate chegou ao Salvaero Curitiba, unidade da FAB responsável por coordenar operações aéreas de busca e salvamento no Sul, por meio do Salvamar Sul. O helicóptero H-60 Black Hawk, operado pelo Esquadrão Pantera (5º/8º GAV), sediado em Santa Maria (RS), foi acionado e seguiu até Pelotas, onde reabasteceu e decolou em direção ao navio em alto mar.
De acordo com o piloto do helicóptero, Tenente Paulo Jacinto de Lemos Silva, a missão apresentou um "grau de dificuldade elevado". Além da distância da costa, no momento do resgate foram registrados ventos de aproximadamente 50 nós (92,6 km/h). “Quando encontramos a embarcação, ela estava a mais de cem milhas mar adentro. O deslocamento ocorreu quase em toda sua totalidade no período noturno, elevando os riscos de desorientação espacial”, explica o oficial.
Para cumprir a tarefa em meio a escuridão do mar aberto, a tripulação usou óculos de visão noturna. “O procedimento de resgate foi realizado com as técnicas de convés e situações, contudo foi a primeira vez que realizamos no período noturno e com o óculos de visão noturna”, detalha o tenente. O procedimento de resgate a partir de convés foi treinado pela FAB durante a operação Carranca V realizada no início deste ano.
As coordenações com o navio foram feitas numa frequência de emergência marítima em inglês. Segundo o piloto, a coordenação entre a tripulação e navio foi essencial pra o cumprimento da missão.

OUTRAS MÍDIAS


PORTAL CAMBÉ (PR)


Policial Civil de Cambé conclui curso de Operações Policiais em Curitiba

Policial Civil de Cambé concluiu com êxito a 4ª edição do Curso de Operações Policiais. Ministrada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) do Rio de Janeiro, a atividade voltada para todos os policiais visou aprimorar perspectivas físicas, táticas, psicológicas e intelectuais. A formatura do curso aconteceu na sede do Cope, em Curitiba.
O curso teve mais de 300 horas/aula e 18 dias de duração, com o objetivo de aperfeiçoar as missões policiais de alto risco de forma técnica, no qual apreenderam novas táticas adotadas internacionalmente em unidades de operações policiais.
As aulas teóricas e técnicas foram ministradas por instrutores de todo o Brasil, entre elas rapel, direção ofensiva e defensiva, combate em ambientes confinados, treinamentos de tiro tático contra a emboscada, patrulha em área de risco, treinamento físico, psicológico e técnico. Aulas de suporte a vida, gerenciamento de crises, cumprimento de ordens judiciais, investigações policiais também fizeram parte da grade.
Uma das exigências para concorrer a uma vaga no curso, além da prova de entrevista, o candidato tinha que estar apto em um exigido teste físico, envolvendo provas de corrida, barra, abdominal, flexão e natação.
O curso teve a participação dos policiais civis do Estado do Mato Grosso, policiais militares do BOPE/PR, agentes penitenciários do GIT – Grupo de Intervenção Tática do Rio de Janeiro, policiais rodoviários federais do Rio de Janeiro e do Pará, militar da FAB – Força Aérea Brasileira, policiais do COPE – Centro de Operações Policiais Especiais e do TIGRE – Tático Integrado de Grupo de Repressão Especial.
Entre o seleto grupo de policiais, também estava presente um Policial Civil da cidade de Cambé.



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