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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 09/11/2016 / Trump surpreende e é eleito presidente dos Estados Unidos


Trump surpreende e é eleito presidente dos Estados Unidos ...

Magnata, que prometeu construir um muro na fronteira com o México, expulsar imigrantes ilegais e proibir a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, será o 45º presidente do país após derrotar a democrata Hillary Clinton ...
Cláudia Trevisan ...

Contrariando virtualmente todas as projeções dos institutos de pesquisas, Donald Trump venceu na madrugada desta quarta-feira, 9, a eleição presidencial dos EUA, derrotando a democrata Hillary Clinton. Outsider que nunca ocupou um cargo público, o bilionário será a pessoa com menos experiência política a comandar a maior economia e o mais poderoso aparato militar do planeta.

A vitória do magnata foi confirmada às 5h30, quando a apuração apontou sua vitória no Estado de Winconsin e ele chegou a 276 delegados – 6 a mais do que os 270 necessários para ser eleito – contra 218 de Hillary. Às 6h30, a apuração ainda estava em andamento, mas o placar de delegados no colégio eleitoral continuava inalterada.

A incerteza em torno de seu governo e de suas propostas derrubaram os mercados acionários globais e provocaram desvalorização de 12% da moeda do México, o país que se transformou no principal bode expiatório dos ataques de Trump ao comércio internacional e à imigração.

O Partido Republicano manteve a maioria na Câmara e no Senado, o que deixará a legenda no comando dos poderes Executivo e Legislativo – é a primeira vez que isso ocorre desde 1928. Mas não está claro como será a relação do presidente eleito com integrantes da elite de seu próprio partido, muitos dos quais se opuseram à sua candidatura.

A vitória de Trump foi impulsionada por forças nacionalistas semelhantes às que levaram à vitória do Brexit, outro evento que colocou em xeque a capacidade dos institutos de pesquisas. Às 5h50 (horário de Brasília), Trump disse em seu discurso da vitória ter recebido a ligação de Hillary reconhecendo a derrota democrata. “É hora de caminhar juntos. Serei o presidente de todos os americanos”, disse o presidente eleito.

Seus ataques à globalização e ao comércio internacional mobilizaram trabalhadores brancos americanos sem educação superior, que impuseram uma derrota histórica a Hillary em locais que votaram no Partido Democrata nas últimas eleições presidenciais. Trump venceu na Pensilvânia, em Michigan, Ohio e Iowa, que integram o chamado “cinturão da ferrugem”, locais que sofreram com o processo de desindustrialização do país nas últimas décadas.

Com sua candidatura insurgente, o bilionário capturou o desejo de mudança de eleitores que se consideram esquecidos pela classe política e ameaçados por transformações que não controlam. Muitos se sentem deslocados pelo processo de globalização e não se reconhecem em uma sociedade cada vez mais diversa.

“As pessoas sentem que estão sendo deixadas para trás pela velocidade das mudanças econômicas, sociais e culturais nos EUA e acreditam que não têm um lugar na mesa em que as decisões são tomadas”, disse Tom Russall, um vendedor de 23 anos que aguardava o resultado da apuração em frente ao quartel general montado pela campanha de Trump em Nova York.

Na medida em que a contagem avançava, aumentava o público no local e diminuía o que estava reunido em um centro de convenções de Nova York para a frustrada festa de celebração da vitória de Hillary. Na calçada em frente ao hotel em que o candidato estava, seus seguidores gritavam “USA, USA” e “lock her up”, o grito de guerra usado na campanha para pedir a prisão da democrata.

Cerca de 30 minutos antes de a confirmação da vitória de Trump, o diretor de campanha de Hillary, John Podesta, discursou para os apoiadores da democrata que acompanham a votação no QG montado em Manhattan e afirmou que ela não faria nenhum discurso na madrugada (manhã de quarta, em Brasília). “Não teremos nada para dizer nesta noite. Então me escutem: todos deveriam ir para casa e dormir. Teremos mais para falar amanhã”, disse Podesta.

“Nós precisamos de um líder forte”, disse Mitch Pilcer, um americano-israelense que carregava uma bandeira de Israel. “As políticas democratas para o Oriente Médio provocaram instabilidade e uma onda de refugiados.”



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Trump surpreende e é eleito presidente dos Estados Unidos

Magnata, que prometeu construir um muro na fronteira com o México, expulsar imigrantes ilegais e proibir a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, será o 45º presidente do país após derrotar a democrata Hillary Clinton

Cláudia Trevisan Enviada Especial / Nova York

Contrariando virtualmente todas as projeções dos institutos de pesquisas, Donald Trump venceu na madrugada desta quarta-feira, 9, a eleição presidencial dos EUA, derrotando a democrata Hillary Clinton. Outsider que nunca ocupou um cargo público, o bilionário será a pessoa com menos experiência política a comandar a maior economia e o mais poderoso aparato militar do planeta.
A vitória do magnata foi confirmada às 5h30, quando a apuração apontou sua vitória no Estado de Winconsin e ele chegou a 276 delegados – 6 a mais do que os 270 necessários para ser eleito – contra 218 de Hillary. Às 6h30, a apuração ainda estava em andamento, mas o placar de delegados no colégio eleitoral continuava inalterada.
A incerteza em torno de seu governo e de suas propostas derrubaram os mercados acionários globais e provocaram desvalorização de 12% da moeda do México, o país que se transformou no principal bode expiatório dos ataques de Trump ao comércio internacional e à imigração.
O Partido Republicano manteve a maioria na Câmara e no Senado, o que deixará a legenda no comando dos poderes Executivo e Legislativo – é a primeira vez que isso ocorre desde 1928. Mas não está claro como será a relação do presidente eleito com integrantes da elite de seu próprio partido, muitos dos quais se opuseram à sua candidatura.
A vitória de Trump foi impulsionada por forças nacionalistas semelhantes às que levaram à vitória do Brexit, outro evento que colocou em xeque a capacidade dos institutos de pesquisas. Às 5h50 (horário de Brasília), Trump disse em seu discurso da vitória ter recebido a ligação de Hillary reconhecendo a derrota democrata. “É hora de caminhar juntos. Serei o presidente de todos os americanos”, disse o presidente eleito.
Seus ataques à globalização e ao comércio internacional mobilizaram trabalhadores brancos americanos sem educação superior, que impuseram uma derrota histórica a Hillary em locais que votaram no Partido Democrata nas últimas eleições presidenciais. Trump venceu na Pensilvânia, em Michigan, Ohio e Iowa, que integram o chamado “cinturão da ferrugem”, locais que sofreram com o processo de desindustrialização do país nas últimas décadas.
Com sua candidatura insurgente, o bilionário capturou o desejo de mudança de eleitores que se consideram esquecidos pela classe política e ameaçados por transformações que não controlam. Muitos se sentem deslocados pelo processo de globalização e não se reconhecem em uma sociedade cada vez mais diversa.
“As pessoas sentem que estão sendo deixadas para trás pela velocidade das mudanças econômicas, sociais e culturais nos EUA e acreditam que não têm um lugar na mesa em que as decisões são tomadas”, disse Tom Russall, um vendedor de 23 anos que aguardava o resultado da apuração em frente ao quartel general montado pela campanha de Trump em Nova York.
Na medida em que a contagem avançava, aumentava o público no local e diminuía o que estava reunido em um centro de convenções de Nova York para a frustrada festa de celebração da vitória de Hillary. Na calçada em frente ao hotel em que o candidato estava, seus seguidores gritavam “USA, USA” e “lock her up”, o grito de guerra usado na campanha para pedir a prisão da democrata.
Cerca de 30 minutos antes de a confirmação da vitória de Trump, o diretor de campanha de Hillary, John Podesta, discursou para os apoiadores da democrata que acompanham a votação no QG montado em Manhattan e afirmou que ela não faria nenhum discurso na madrugada (manhã de quarta, em Brasília). “Não teremos nada para dizer nesta noite. Então me escutem: todos deveriam ir para casa e dormir. Teremos mais para falar amanhã”, disse Podesta.
“Nós precisamos de um líder forte”, disse Mitch Pilcer, um americano-israelense que carregava uma bandeira de Israel. “As políticas democratas para o Oriente Médio provocaram instabilidade e uma onda de refugiados.”

PORTAL G-1


Gol vai pagar R$ 4 milhões a índios de MT por acidente com voo 1907

Companhia aérea firmou um acordo com indígenas para pagar quantia. Índios alegam que área se tornou casa de espíritos após a queda do avião.

Pollyana Araújo Do G1 Mt

A Gol Linhas Aéreas entrou em acordo com os índios da etnia Kayapó e se comprometeu a pagar R$ 4 milhões de indenização aos indígenas prejudicados com a queda do Boeing 1907 na terra indígena Capoto-Jarina, em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá, que deixou 154 mortos, em 2006. Em nota, a Gol informou que não irá comentar o assunto.
O acordo foi firmado em uma reunião, em Brasília, selado com os demais indígenas, na aldeia, no dia 29 de outubro, e divulgado nesta terça-feira (8) pelo Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso, quando a companhia aérea se comprometeu a pagar a quantia ao Instituto Raoni. Para selar o acordo, houve outra reunião na aldeia.
O instituto é presidido pelo cacique Raoni Metuktire, uma das maiores lideranças do povo Mebêngôkre Kayapó. Consta na página oficial do Instituto Raoni, que a organização não possui fins lucrativos e que representa cerca de 2.300 indígenas, localizados na região do Xingu, entre os estados de Mato Grosso e Pará.
Durante as negociações, mediadas pelo procurador da República Wilson Rocha Fernandes Assis, de Barra do Garças, as lideranças alegaram danos materiais e imaterais sofridos pelos indígenas. Diante das reivindicações dos índios, entre elas a retirada dos destroços do avião da área, o MPF abriu em 2014 um inquérito civil público.
Foi montada uma comissão para debater os impactos ambientais e espirituais provocados pela queda do avião na terra indígena.
Em uma reunião realizada em junho deste ano, os advogados da empresa informaram que a retirada dos destroços era inviável em razão dos custos e da logística necessária, bem como pelos danos ambientais que seriam causados com esse trabalho.
Desse modo, os indígenas propuseram uma indenização de R$ 4 milhões a ser destinada ao Instituto Raoni a fim de que fossem empregados em favor da comunidade indígena e "pela luta dos povos indígenas".
Segundo o procurador, não houve contraproposta por parte da Gol. "A empresa entendeu que apenas a comunidade poderia valorar o dano que eles sofreram", disse Rocha.
Ao fim dessa reunião, o procurador de Barra do Garças solicitou uma perícia antropológica dos danos causados ao povo Kayapó em decorrência da queda da aeronave e a análise sobre a inviabilização do uso de cerca de 1200 km² da Terra Indígena Capoto-Jarina, já que, após o acidente, o local se tornou, segundo a cosmologia indígena, um “mekaron nhyrunkwa”, uma casa dos espíritos, onde é vedada a caça, pesca, roça ou a construção de aldeia.
Acidente e sentença
O avião da Gol fazia o voo 1907, entre Manaus e Rio de Janeiro, e caiu após se chocar com um jato Legacy que seguia para os Estados Unidos, com sete pessoas a bordo. Ao todo, 154 pessoas que estavam no voo da Gol morreram no acidente, entre passageiros e tripulantes. O Legacy conseguiu pousar numa base aérea no Pará e todos os ocupantes sobreviveram.
Os pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino foram condenados a três anos, um mês e 10 dias de prisão em regime aberto, por terem provocado o acidente com o avião da Gol. Em 2015, o processo transitou em julgado e a Justiça determinou que os pilotos iniciassem o cumprimento da pena.
No dia 25 de maio, o juiz Murilo Mendes, da 1ª Vara Federal de Sinop, determinou que os pilotos poderão escolher se cumprirão a pena nos Estados Unidos da América ou em solo brasileiro. Os pilotos ainda precisam ser notificados para se pronunciarem à Justiça brasileira.
Ao longo do andamento processual, Lepore e Paladino mantiveram-se em território norte-americano. A decisão do juiz federal de Sinop, que os desobriga do cumprimento da pena no Brasil, baseia-se em convenção internacional da qual Brasil e Estados Unidos da América são signatários.

Oposição pede ao MP para investigar viagens de ministros em voos da FAB

Segundo Estado de S. Paulo, ministros ignoraram regras em 238 voos. Parlamentares também moveram ação na Comissão de Ética da Presidência.

Gustavo Garcia Do G1, Em Brasília

Um grupo de 15 parlamentares que faz oposição ao governo do presidente Michel Temer protocolou nesta terça-feira (8) no Ministério Público Federal representação na qual pede que o órgão investigue o uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) por ministros em 238 voos.
A representação é baseada em em reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" desta segunda (7), segundo a qual 21 ministros ignoraram normas e viajaram em aviões FAB sem justificativa adequada nas agendas oficiais. O levantamento feito pelo jornal abrange o período de 12 de maio a 31 de outubro.
Para os parlamentares da oposição, esses 21 ministros violaram a Lei de Improbidade Administrativa.
São alvo da representação os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Alexandre de Moraes (Justiça), Raul Jungmann (Defesa), José Serra (Relações Exteriores), Henrique Meirelles (Fazenda), Maurício Quintella (Transportes), Blairo Maggi (Agricultura), Mendonça Filho (Educação), Marcelo Calero (Cultura) e Osmar Terra (Desenvolvimento).
Ricardo Barros (Saúde), Marcos Pereira (Indústria), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Dyogo Oliveira (Planejamento), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Sarney Filho (Meio Ambiente), Leonardo Picciani (Esporte), Marx Beltrão (Turismo), Helder Baralho (Integração), Bruno Araújo (Cidades) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) também são alvo da ação.
Ao "Estado de S. Paulo", os ministros negaram que tenham cometido irregularidade nas viagens pela FAB, e que solicitaram as aeronaves por questões de segurança, o que é permitido pelo decreto que disciplina o uso de aviões oficiais.
Os ministros Torquato Jardim (Transparência), Ronaldo Nogueira (Trabalho) e Sérgio Etchegoyen (Segurança Institucional) não são citados pela reportagem.
A representação
Na ação movida no Ministério Público Federal, a oposição alega que os auxiliares de Temer descumpriram decreto que suspendeu a possibilidade de ministros viajarem para suas cidades de origem por meio de aviões da FAB, salvo por compromissos de serviço ou razão de segurança.
"Não se pode deixar de destacar que o descumprimento das normas mencionadas ocorre em momento especialmente restritivo, de acordo com a política implementada pelo próprio governo federal e que impõe desmedidos sacrifícios às classes sociais que mais necessitam da atuação estatal e dos instrumentos orçamentários para garantia de políticas públicas voltadas à inclusão social", diz o documento.
A representação também diz que os ministros passaram, de forma sistemática, "a artificializar a rotina de compromissos em suas cidades de origem para assegurar a aparente regularidade dos uso das aeronaves da FAB".
Comissão de Ética
Os parlamentares da oposição também entraram com uma representação na Comissão de Ética da Presidência da República pedindo que o órgão avalie a conduta dos ministros segundo o Código de Conduta da Alta Administração Pública para possivelmente censurar os ministros ou, até mesmo, recomendar suas demissões.

Ministro volta a ser exonerado por um dia para manter vaga na Câmara

Pelas regras, se não fizesse isso, perderia vaga de suplente de deputado.

Fernanda Calgaro Do G1, Em Brasília

Pela segunda vez em menos de um mês, o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), foi exonerado nesta terça-feira (8) para assumir temporariamente uma vaga na Câmara dos Deputados, a fim de garantir a cadeira como suplente.
Segundo nota do ministério, Jungmann pedirá novamente licença da Câmara e retornará ao comando da pasta já nesta quarta (9).
Raul Jungmann precisa fazer isso em razão dos constantes pedidos de licença de deputados titulares. À medida que abre uma vaga de titular, o primeiro da lista de suplentes do partido ou da coligação é chamado para ocupar o lugar – que, neste caso, é Jungmann.
Ele foi para a cadeira de Bruno Araújo (PSDB-PE), ministro das Cidades, que voltou momentaneamente à Câmara entre os dias 20 e 26 de outubro para participar da votação em segundo turno da PEC que institui um teto de gastos.
Regras
Caso Jungmann não reassumisse como deputado agora, a vaga seria preenchida pelo suplente seguinte da fila. Isso porque, nas eleições de 2014, Jungmann não conseguiu uma vaga como titular na Câmara. Diante disso, ele depende do afastamento de algum titular para ser convocado como suplente.
Nesse caso, ao assumir como suplente, Jungmann pode pedir imediatamente uma licença para voltar ao Ministério da Defesa. A vantagem em fazer isso é que, assim que ele quiser retornar à Câmara, a vaga estará garantida a ele.
Caso contrário, se outro suplente ocupar essa vaga hoje aberta, Jungmann teria que aguardar a saída de outra pessoa para assumir como suplente. Ou seja, o retorno dele à Câmara não dependeria da vontade dele, mas da existência de uma vaga.

AGÊNCIA BRASIL


Brasil firma parceria com Portugal para cooperação em centro de investigação


Marieta Cazarré Correspondente Da Agência Brasil

Brasil e Portugal farão, em abril de 2017, nos Açores, uma cúpula luso-brasileira para firmar cooperação bilateral na criação do Centro de Pesquisa Internacional dos Açores (Air Center, na sigla em inglês).
O Air Center será um grande centro internacional de investigação, instalado no arquipélago português. De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, Manuel Heitor, a ideia é desenvolver o projeto em estreita colaboração com o Brasil e suas ilhas de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo, e “criar uma nova plataforma entre todas as nações atlânticas, seja da África, da América ou da Europa."
O Brasil participará de uma rede de estações de tratamento de dados de satélite que vai incluir os Açores e Cabo Verde, cobrindo toda a região do Atlântico e o oeste do Mediterrâneo.
"Será criada uma nova rede de experimentação e de investigação por satélite que irá contar com a capacidade que o Brasil tem no setor espacial", afirmou o ministro da Ciência português.
Durante um encontro, por ocasião da Conferência de Chefes de Estado da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), em Brasília, na semana passada, Manuel Heitor e o seu homólogo brasileiro, Gilberto Kassab, se comprometeram a convidar outros países do Atlântico a participar do encontro nos Açores.
Heitor propôs ainda a Kassab a realização da 1º Semana de Ciência Brasil-Portugal, com lançamento planejado para junho, no Brasil. "Seria um evento de promoção da cooperação acadêmica e divulgação científica", afirmou.
Entre os objetivos do centro de investigação espacial está a cooperação nas áreas do ensino e dos negócios na região do Atlântico. A ideia é envolver no projeto, além de Portugal e Brasil, países como o Canadá, EUA, África do Sul, Angola, Marrocos e estados europeus.
De localização geográfica estratégica, o centro de pesquisa terá infraestrutura para abrigar uma base espacial, instalações para medição de radiação atmosférica e um departamento de oceanografia e pesca.
De acordo com a Aicep (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), o projeto quer atrair investimento estrangeiro para as áreas espacial, de energia, oceanos e clima.

Novo plano de segurança pública terá início em janeiro de 2017, diz ministro


Marli Moreira Repórter Da Agência Brasil

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, anunciou hoje (8) que - a partir de dezembro próximo - começarão a ser desenvolvidas as ações que visam intensificar o combate à criminalidade no país, dentro do novo plano nacional de segurança pública. Mas, inicialmente, segundo ele, as atuações estarão concentradas no Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, onde já existe a presença das Forças Armadas a pedido das autoridades estaduais.
Nas demais localidades, as operações deverão ter início em janeiro de 2017, quando estará liberado o orçamento que vai permitir um reforço do contingente de policiais, ampliando em sete vezes o atual quadro.
Ele deu essas informações logo após abrir, no final da manhã hoje (8), o encontro de discussões sobre a elaboração do plano com secretários de segurança pública e dirigentes do sistema prisional de 26 estados, além do Distrito Federal, no Palácio dos Bandeirantes.
Definidas prioridades para plano nacional
De acordo com o ministro da Justiça, o plano - que começou a ser discutido em maio deste ano - tem três prioridades: o de atuação para aumentar a proteção das mulheres vítimas de violência; o da racionalização do sistema prisional e o combate aos grandes criminosos como no caso do tráfico de drogas.
No entanto, ele reconhece que algumas medidas dependem do encaminhamento de propostas ao Legislativo. É o caso, por exemplo, da intenção em dificultar que preso que cometeu crime com violência (homicidas, casos de latrocínio, roubo a mão armada, entre outros) seja liberado muito antes do prazo previsto na condenação.
Para Moraes, falta uma metodologia para distinguir a punição de acordo com os delitos. “Historicamente, prendemos muito, mas prendemos mal. Prendemos quantitativamente, crime sem violência ou grave ameaça, prisão; com violência e ameaça [a integridade física da vítima] prisão, só que [neste caso] todos saem muito rápido da prisão. Com um sexto [da pena] já são liberados”.
Ele defende que este tipo de preso cumpra pelo menos metade do tempo de reclusão previsto para daí então ter acesso à reavaliação da Justiça para uma possível progressão da pena.
Por outro lado, ele considera que réus primários de crimes sem violência e sem a ameaça à integridade física não deveriam ir para a cadeia e, sim, receber punições de restrição de direitos como a prestação de serviços à comunidade. Isso, na opinião dele, poderia desafogar o sistema carcerário que tem cerca de 600 mil presos.
O ministro da Justiça informou ainda que, na próxima quinta-feira (10), haverá uma nova rodada de discussão sobre o plano com secretários de segurança, em Goiás. No dia seguinte, o debate será com chefes de polícia e o desfecho está previsto para o próximo dia 21 em encontro com os procuradores.
Para ele, a elaboração do plano vai ajudar também a fixar uma posição do Brasil para o encontro sobre o combate ao narcotráfico com representantes do cone Sul, em março de 2017.
Edição: Kleber Sampaio
AGÊNCIA SENADO


Valdir Raupp parabeniza Embraer pela produção de novo cargueiro


ImagemO senador Valdir Raupp (PMDB-RO) saudou a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) pelo desenvolvimento do avião cargueiro KC- 390, a maior aeronave já produzida pelo Brasil. Raupp informou que o avião poderá ser usado para transporte de pessoas e de cargas, operações táticas, busca e salvamento e reabastecimento de outros aviões durante voos, entre outros. O KC-390 também pode ser empregado no combate a incêndios, sugestão feita pelo senador à Embraer em 2015.
- É um avião de grande porte que vai servir para inúmeras operações no Brasil e fora do Brasil. Então, parabenizo a Embraer e o Ministério da Defesa, tanto pelo desenvolvimento do KC-390, como de outras aeronaves. A Embraer, hoje, é um orgulho para nós e já está voando em dezenas e dezenas de países - afirmou o senador.
Valdir Raupp informou que já há vários países interessados em adquirir a aeronave, produzida na cidade de Gavião Peixoto, em São Paulo. Esse tipo de projeto, destacou Raupp, é importante para a soberania nacional, pois pode trazer uma projeção internacional para o Brasil. Ele informou que o projeto está na fase final e que já há aeronaves quase prontas em fase de testes.

PORTAL BRASIL


Expedição leva mutirões de saúde a comunidades indígenas do Alto Rio Negro


Bianca Paiva Correspondente Da Agência Brasil

Comunidades indígenas localizadas às margens do Rio Negro, nas proximidades do município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, vão ter acesso a dois mutirões de saúde neste mês como parte da 36ª Expedição Cirúrgica e Clínica à Amazônia.
A Ação é promovida pela Associação Expedicionários da Saúde (EDS), em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde; o Ministério da Defesa, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e lideranças indígenas.
O primeiro mutirão será realizado entre os dias 12 e 18 e vai oferecer um tratamento inédito de triquíase tracomatosa, na região de Iauareté. A doença é causada por uma bactéria e pode levar à cegueira. Segundo a coordenadora geral do projeto Operando na Amazônia da EDS, Márcia Abdala, a triagem de pacientes já está sendo feita e as equipes estão trabalhando na infraestrutura para realização das cirurgias.
“São cirurgias que vão ser realizadas em um pequeno hospital que tem lá em Iauaretê, na região da Cabeça do Cachorro. Estamos reformando esse hospital para deixá-lo em condições para a gente operar. A gente leva todos os equipamentos e insumos. Pretendemos fazer, pelo menos, 80 cirurgias. Como são povos da etnia hupda, muitos assustados e difíceis de encontrá-los, a gente está com essa expectativa. Temos condições de fazer 100 cirurgias, mas se conseguirmos até 50 ou 80, a gente vai ficar muito feliz”, disse.
O segundo mutirão de saúde vai atender, entre os dias 18 e 26, às comunidades indígenas de Assunção do Içana, também na região conhecida como Cabeça do Cachorro, extremo noroeste do Amazonas. De acordo com Márcia, vários tipos de atendimentos e exames vão ser oferecidos nessa etapa da expedição.
“Aí já são cirurgias de oftalmologia em geral, catarata e pterígia, que é aquela carne que cresce no olho, incomoda muito e, dependendo do grau, pode levar à cegueira. São cirurgias simples pra nós, mas pra eles que vivem sempre sob o sol, na roça, pescando, são muito impactantes. E as cirurgias gerais são de hérnias e outras pequenas cirurgias de médio porte. A gente também leva várias especialidades. Tem pediatria, ginecologia, ortopedia, clínica médica e dentista”, destacou.
Apoio logístico
A expectativa é atender mais de 2,5 mil pacientes e fazer cerca de 300 cirurgias no segundo mutirão. A expedição tem apoio logístico de militares do Exército e da Aeronáutica. Foram disponibilizadas aeronaves, viaturas e embarcações que vão transportar as equipes, cerca de 80 pessoas, e 15 toneladas de medicamentos e materiais. O gerente da subchefia de operações do Ministério da Defesa, coronel da Aeronáutica Júlio César Pontes, ressalta que os locais onde haverá atendimentos são de difícil acesso e, por isso, é fundamental a parceria com os militares.
“Para fazer esse tipo de operação, a participação das Forças Armadas é imprescindível porque a partir de São Gabriel não há voos comerciais para se deslocar para essas localidades. Somente através dos aviões da FAB [Força Aérea Brasileira] é que poderemos transportar os equipamentos e os profissionais de saúde. E partir dessas localidades, como Assunção do Içana, ainda temos um deslocamento mais dentro da Região Amazônica, para atender a localidades indígenas, onde nós contamos com embarcações do Exército”, afirmou o coronel.
A Associação Expedicionários da Saúde é formada por profissionais voluntários e promove três expedições por ano à Região Amazônica. A organização estima que, desde 2004, já tenha realizado mais de cinco mil cirurgias e 36 mil atendimentos clínicos.

OUTRAS MÍDIAS


REVISTA AERO MAGAZINE


Ernesto Klotzel

Drone fecha espaço aéreo de Dubai

Voo no entorno de aeroporto internacional colocou sistema de aviação em risco
O espaço aéreo no entorno do Aeroporto Internacional de Dubai, um dos mais movimentados do mundo, foi fechado por causa da operação não autorizada de um drone. A paralização de pouco mais de 1h provocou o desvio de alguns voos, assim como o atraso de diversas partidas. As mesmas precauções também foram observadas no Aeroporto de Sharjah, a 15 km de distância.
As autoridades locais afirmaram que pelas leis do país é expressamente proibida a operação de drones em um raio inferior a 5 km de qualquer aeroporto nos Emirados Árabes. O ato inesperado e imprudente, porém, não é novidade. Em 28 de setembro e 12 de junho, o aeroporto da capital também foi fechado pelo mesmo motivo.
Atualmente, cerca de 100 companhias aéreas voam para mais de 260 destinos a partir de Dubai. No ano passado, mais de 78 milhões de pessoas passaram por seu aeroporto.

AGORA NA BAHIA (BA)


Genildo Lawinscky

Base Aérea abre portões para visitação, sábado (12)

Visitação pública virou tradição na Base Aérea de Salvador
Os portões da base Aérea de Salvador estarão abertos no próximo domingo (12), a partir das 9 até as 16h, quando diversas atividades vão ser realizadas, permitindo, ao público, conhecer parte do trabalho realizado pela Aeronáutica.
Além da exposição do avião T-27 Tucano, que faz parte da Esquadrilha da Fumaça e o caça caça F-5EM Tiger, outros aviões e helicópteros, civis poderão pilotar um avião em um simulador de voo e se divertir com a pelotão de cães de guerra, dentre outras atrações. Tudo está programado para os pátios e hangares da Base Aérea de Salvador, ao lado do Aeroporto Internacional.
O evento contará, também, com praça de alimentação e estandes das diversas Forças Armadas, com orientações para formas de ingresso dos jovens. O público estimado no domingo é de 35.000 pessoas.

EVENTOCENTRAL.COM (RS)


O Feriado na Base Aérea foi criado para proporcionar a comunidade da Grande Porto Alegre a visitação ao espaço. Será um dia repleto de atrações, dentre elas:
*Esquadrilha da Fumaça;
*Exposição de Aeronaves;
*Aeroclubes;
*Apresentação da Banda de Música da Base Aérea;
*Chegada do Papai Noel;
*Praça de Alimentação;
*Food Trucks;
*Brinquedos Infláveis e muito mais...
Esquadrilha da Fumaça em Canoas.
Terça feira, dia 15 de novembro de 2016
Das 10hs às 17hs
Feriado da Proclamação da República.
Base Aérea de Canoas
ENTRADA FRANCA
Tudo isso em um local seguro, bem localizado e com entrada e estacionamento GRATUITOS.

CENÁRIO MT (MT)


Mato Grosso e Bolívia discutem segurança na faixa de fronteira

A reunião foi realizada na manhã desta segunda-feira (07.11), na sala de reuniões Garcia Neto. Taques enfatizou que segurança não se trata apenas de policiamento. “Policiamento é sim um fator fundamental, mas não pode ser o único, quando falamos de segurança, temos que falar de desenvolvimento, este é o melhor caminho para atingirmos o nosso objetivo”.
Taques afirmou que já levou a situação da fronteira brasileira aos ministros de Defesa e de Relações Exteriores e ao próprio presidente, Michel Temer. O governador disse que na próxima semana deverá voltar a se reunir com o Ministério da Defesa para tratar do assunto debatido na capital.
O secretário de Estado de Segurança Publica, Roger Jarbas, falou da importância da integração entre as forças de Segurança para uma atuação mais eficaz em todo o território das fronteiras.
“Há uma vontade muito grande, liderada pelo governador Pedro Taques, de integrar e interagir a segurança publica dos dois países em prol, obviamente, não somente dos povos que vivem nas fronteiras, mas também entre as duas nações. Nós queremos promover ações coordenadas e integradas entre as forças policias bolivianas e brasileiras. Isso vai trazer mais sensação de segurança as pessoas das fronteiras e também melhorará muito a qualidade de vida de toda a nação, pois menos droga, menos veículos roubados transitando pela fronteira trazem mais vida e mais segurança publica a todos os estados do Brasil e departamentos da Bolívia”.
Segundo Rogers, as equipes seguirão reunidas ao longo do dia para traçar estratégias de trabalho em conjunto e desenvolver um documento de intenções. Rogers destacou ainda que ainda em 2016, Mato Grosso vai inaugurar a primeira Delegacia Especializada em Fronteira.
“Nós queremos montar nesta delegacia o maior núcleo de inteligência em fronteira, nunca houve um núcleo especifico que reunisse todo o conhecimento produzido na área criminal na região de fronteira. Nós vamos integrar, no lado brasileiro, todos os núcleos de inteligência nessa delegacia, que vai fazer um intercâmbio com as forças bolivianas para que tenhamos mais eficiência neste combate na região”.
O prefeito de Cáceres, Francis Maris, afirmou a importância de melhorar a segurança na região. Segundo o prefeito, a expectativa é que uma nova reunião seja realizada em Cáceres. “Devemos sair daqui hoje com uma carta de intenções para entregar a presidência da Republica para que uma série de medidas e convênios sejam firmados”.
O encontro contou com a presença dos secretários de Estado de: Segurança Pública, Rogers Jarbas; Casa Militar, Airton Siqueira; Desenvolvimento Regional, Antônio Carlos Figueiredo; a assessora de Assuntos Internacionais, Rita Chiletto; e com os prefeitos de Cáceres, Francis Maris, e de San Mathias na Bolívia, Fabio Lopez.
Também participaram da reunião, Carlos Romero Bonifaz, Ministro de Governo da Bolívia, Carlos Aparício Vedia, Vice-Ministro de Segurança, Pedro J. Villa Olarte, Vice-Ministro do Interior e Polícia, Juan C. Dalence, Comandante Departamental da Polícia Boliviana de Santa Cruz, Dra. Cosset Estensoro, Diretora Geral de Migração, Edson Sanjinés Macuagua, Diretor Nacional Interpol – Polícia Boliviana, Carlos Arismendi Chumacero, Diretor Nacional de Inteligência da Polícia Boliviana, Marco Antonio Alvarez Caballero, Subdiretor Geral (FELCN), Javier Maldonado, Chefe do Departamento Nacional de Planejamento e Operações (FELCN), Emilio Tamayo, Cônsul da Bolívia em Cáceres, Rodolfo Lopez, Presidente do Conselho Municipal de San Matias, Jorge Mamani, Agente Consular.
Gustavo Garcia, secretário adjunto de Inteligência, Rhaygino Setúbal, secretário adjunto de Integração Operacional, Luiz Gustavo Tarraf Caran, secretário executivo de Segurança Pública, Gley Alves de Almeida Castro, comandante-geral da Polícia Militar, Rogério Atílio Modelli, delegado-geral da Polícia Judiciária Civil e Ten Cel. Jonildo José de Assis, Comandante do Gefron também participaram dos trabalhos.

JORNAL CORREIO DE NOTÍCIAS (RS)


Base Aérea de Canoas abre seus portões no feriado do dia 15 de novembro

Venha passar seu feriado à sombra das asas das aeronaves da Força Aérea Brasileira e se encantar com a Esquadrilha da Fumaça, que retorna a Canoas depois de três anos.
Tradicionalmente ocorrido no dia das crianças, o evento "Portões Abertos" será realizado, neste ano, no dia 15 de novembro. Diferente das edições anteriores, mas com a mesma ênfase nas famílias, nas crianças e nos adoradores de aeronaves, a Base Aérea de Canoas preparou várias atrações para surpreender o público, como a tão esperada apresentação da Esquadrilha da Fumaça, que chega com suas novas aeronaves A-29 Super Tucano.
O Portão Principal da Base será aberto às 10 horas e o encerramento das atividades ocorrerá às 17 horas. A entrada é gratuita, porém, contamos com a colaboração de todos com a doação de 1 (um) quilo de alimento não perecível que, posteriormente, será repassado à instituições carentes por intermédio da Capelania desta Base Aérea.
Além da Esquadrilha da Fumaça, o evento contará com as seguintes atrações:
- Decolagens e pousos de aeronaves;
- Exposição estática de aeronaves civis e militares;
- Exposição Institucional da Força Aérea Brasileira;
- Estandes de produtos e serviços;
- Praça de alimentação; e
- Praça de brinquedos infantis.
Serviço:
Feriado na Base Aérea de Canoas – Portões Abertos
Data: 15 de novembro, das 10 às 17 horas.
Local: Base Aérea de Canoas (Rua Augusto Severo nº1700, bairro Nossa Sra. das Gracas, Canoas).
Evento aberto ao público, entrada franca e 1 (um) quilo de alimento não perecível.

JORNAL FOLHA NOBRE (RO)


Órgãos de seguranças realizam Operação Aeroporto Seguro em Porto Alegre

Porto Alegre/RS: as polícias Federal, Civil, Militar, a EPTC e a INFRAERO realizam na tarde de hoje, 08 de novembro, a terceira fase da Operação Aeroporto Seguro, para intensificar ações de segurança nas imediações e nos terminais 1 e 2 do Aeroporto Salgado Filho.
As medidas foram definidas após reunião extraordinária da Comissão de Segurança Aeroportuária Setorial, realizada em 5 de outubro para resgatar o conceito de local seguro para os usuários do aeroporto. Reposicionamento de câmeras de segurança no saguão e instalação de novos equipamentos na área externa e nos estacionamentos, reforço no patrulhamento ostensivo, barreiras integradas para coibir ações criminosas e investigações para reprimir atuação delituosa de grupos na região foram os principais procedimentos estabelecidos pelas instituições para essa ação setorial de segurança pública.
A Operação Aeroporto Seguro, nesta terceira edição, tem como enfoque a presença ostensiva e abordagens no perímetro externo e nas vias de acesso aos terminais 1 e 2 do Salgado Filho para coibir principalmente crimes como furto e roubo a pedestres e veículos. (Ações ostensivas poderão ser acompanhadas pela imprensa a partir das 15h30min de hoje no perímetro do Aeroporto Internacional Salgado Filho).
Em 2012, ação pioneira nos aeroportos do país, e em 2015, as instituições que atuam permanentemente no Salgado Filho trabalharam de forma coordenada para executar simultaneamente suas operações rotineiras no aeroporto, como combate ao tráfico nacional e internacional de drogas, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes fazendários, ambientais, fiscalização sanitária, tráfico de seres humanos, patrulhamento do perímetro externo do aeroporto e fiscalização de trânsito.
A Operação Aeroporto Seguro tem caráter permanente e foi criada pela Autoridade Aeroportuária, da qual fazem parte a Receita Federal, a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a Polícia Federal, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa, a ANVISA, a ANAC e a INFRAERO.
Em 2016, mais de 17 milhões de pessoas (5,7 milhões de passageiros) circularam pelos terminais do Aeroporto Salgado Filho.

PORTAL 3DPRINT.COM


Brazilian Air Force Uses Stratasys 3D Printers to Manufacture Aircraft Components

The Instituto de Estudos Avançados (IEAv), the Brazilian Air Force’s Institute of Advanced Studies, has partnered with 3D printer manufacturer Stratasys to efficiently create robust aircraft components that are on par with the Air Force’s strict requirements.
Specifically, the IEAv is primarily utilizing the Stratasys Fortus 900mc to manufacture complex and sophisticated aircraft parts. The Stratasys team states that the integration of 3D printing solutions into the IEAv’s existing manufacturing methods allows the institutions to produce test models and components within a week.
Without 3D printing, most aircraft manufacturers and air forces are forced to rely on traditional manufacturing methods and systems, which could take months due to the shipping process and inefficient batch production strategies. The Stratasys team stated that the Brazilian Air Force was forced to depend on a process that could take up to six months for the creation of test models.
The Instituto de Estudos Avançados (IEAv), the Brazilian Air Force’s Institute of Advanced Studies, has partnered with 3D printer manufacturer Stratasys to efficiently create robust aircraft components that are on par with the Air Force’s strict requirements.
Specifically, the IEAv is primarily utilizing the Stratasys Fortus 900mc to manufacture complex and sophisticated aircraft parts. The Stratasys team states that the integration of 3D printing solutions into the IEAv’s existing manufacturing methods allows the institutions to produce test models and components within a week.
Without 3D printing, most aircraft manufacturers and air forces are forced to rely on traditional manufacturing methods and systems, which could take months due to the shipping process and inefficient batch production strategies. The Stratasys team stated that the Brazilian Air Force was forced to depend on a process that could take up to six months for the creation of test models.
ImagemCurrently, the IEAv is implementing a particular production method based on fused deposition modeling (FDM) technology,
which was created by Stratasys founder Scott Crump two decades ago. Since then, Stratasys has continued to lead research in the field and provide commercial applications of the FDM technology.
So far, the IEAv has experienced significant improvement in its manufacturing process and experiments. The cost-efficient and ultra-fast method of FDM technology-based 3D printing has allowed IEAv to produce important aircraft parts on demand, optimizing the entire testing phase in terms of time consumed and budget.
"Using Stratasys 3D printing, we can now improve and expand our research productivity due to the flexibility it provides, and the way it enables us to optimize our resources," noted Dr. Rego.
The IEAv development team is already beginning to test real-world applicability of FDM technology-printed aircraft parts. Once they pass the strict requirements and evaluation phase of the Brazilian Air Force, the 3D printed components will be ready for commercial distribution. More importantly, explained Dr. Antonio Carlos de Oliveira, senior researcher at the IEAv and FINEP research project manager, 3D printing technology further enables the institution to test out various projects and test models without inserting a serious amount of capital.
Previously, it was virtually impossible for the Brazilian Air Force to experiment with hybrid products and incomplete proposals as traditional manufacturing and shipping methods required substantial increase in budget. However, with 3D printing, Oliveira states that the institution’s flexibility to take on innovative and experimental projects has expanded.
"This new form of prototyping with 3D printing is giving us greater flexibility, reliability and speed, at a significantly lower cost. 3D printing technology is redefining our laboratory limits, opening up new possibilities and aspects of research. In addition, we gain the added benefit of ensuring the secrecy of our innovations and the security of the aerospace and defense projects that we develop," said Dr. Oliveira.



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