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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 10/09/2016 / Perigo de explosão afasta novo Samsung dos aviões

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Perigo de explosão afasta novo Samsung dos aviões ...


A bordo, só mesmo desligados. Várias companhias aéreas estão a alertar os passageiros para não ligarem ou carregarem os telemóveis Galaxy Note 7 nos aviões. Apenas, por precaução ...


A autoridade aeronáutica norte-americana, a FAA (Federal Aviation Administration) emitiu um comunicado advertindo os passageiros para não ligarem ou tentarem carregar os seus novíssimos telemóveis Galaxy Note 7, lançados há cerca de um mês, a bordo dos aviões.

É sublinhado que nenhum problema aconteceu até agora a bordo de aviões, mas o perigo de explosão das baterias de lítio que equipam os telemóveis surge como um potencial perigo. Daí também não ser aconselhável metê-los em bagagem despachada para o porão.

Face ao aviso da FAA, caberá a cada companhia aérea tomar por si, eventualmente, decisões mais radicais sobre a questão.

Fora dos Estados Unidos, as australianas Qantas e Virgin Australia já alertaram os seus passageiros para não usarem ou carregarem as baterias dos seus Galaxy Note 7, um modelo que a própria Samsung está a recolher em todo o mundo depois de ter vendido mais de 2,5 milhões de aparelhos em todo o mundo.

No início de setembro, a tecnológica sul-coreana admitiu ter conhecimento de 35 casos de defeitos graves com as baterias do Galaxy Note 7. Iniciou uma investigação, suspendeu as vendas e lançou uma campanha de recolha e trocas à escala global.



Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS


Dona do Google testa entregas de burritos com drones nos EUA

Alphabet faz parceria com rede Chipotle e Universidade de Blacksburg

O sonho de muitos estudantes universitários vai virar realidade em breve quando drones começarem a entregar burritos no campus da Virginia Tech. O serviço experimental, que começará neste mês e durará apenas algumas semanas, é um teste da Project Wing, unidade da empresa controladora do Google, a Alphabet. A rede de restaurantes Chipotle Mexican Grill e a universidade de Blacksburg, na Virgínia, concordaram em participar.
A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) aprovou o empreendimento, o teste mais amplo já realizado nos EUA para aquilo que muitas empresas – como Amazon.com e Wal-Mart – esperam que acabe se tornando rotina, ou seja, a entrega de produtos por drones. A Amazon também iniciou uma rodada de testes em um local no Reino Unido.
“Essa é a primeira vez que realmente estaremos entregando produtos às pessoas que querem esses produtos”, disse Dave Vos, que dirige a Project Wing.
FOOD TRUCK
A Project Wing usará híbridos autônomos capazes de voar como avião ou como helicóptero. Eles realizarão entregas a partir de um food truck da Chipotle para avaliar a precisão dos sistemas de navegação e a reação das pessoas.
Os aparelhos voarão até os clientes e baixarão as entregas do Chipotle com um guincho.
Em parte, o experimento será realizado para verificar se a embalagem protege bem a comida e a mantém aquecida. Alimentos foram escolhidos como carga de demonstração justamente pelo desafio. A empresa já está trabalhando em uma segunda versão mais sofisticada da aeronave, que não será usada neste teste, disse Vos.
Antes que as entregas generalizadas possam ocorrer as empresas terão que convencer a FAA de que os drones são capazes de desviar uns dos outros e voar em segurança até os locais de descarga usando tecnologia robótica. Em 29 de agosto, a agência instituiu regulamentações novas e abrangentes para os drones comerciais. Enquanto as empresas esperam que as regras abram caminho para as entregas por meio de drones, inicialmente elas não permitiam esses voos.
A aeronave que transporta burritos voará de forma automática, mas pilotos humanos estarão de prontidão para assumir o controle se necessário, cumprindo assim as regras da FAA, disse ele. Como as regulações também não permitem que os drones voem sobre pessoas, os participantes ficarão protegidos, segundo a empresa.
Vos disse que o experimento não avaliará um dos maiores obstáculos tecnológicos enfrentados pelas entregas por drones: a criação de um sistema de tráfego aéreo de baixa altitude capaz de manter a ordem quando o céu estiver cheio de veículos não tripulados. A Nasa está trabalhando com a Project Wing e com outras empresas para desenvolver a estrutura de um sistema do tipo.
Os dados dos testes serão enviados à FAA para ajudar a agência a desenvolver novas regras para permitir as entregas, disse Vos.
A Alphabet afirmou, em comunicado, que acredita que a tecnologia poderá criar grandes mudanças na sociedade e na economia. Ela não apenas reduziria as emissões de carbono como também mudaria a forma com que os consumidores compram, afirmou a empresa.

PORTAL G-1


Marinha interrompe buscas por piloto e caça desaparecidos após acidente

Motivo e data da suspensão da operação de busca não foram informados. Militar participava de treinamento; aeronave caiu no mar de Saquarema, RJ.

A Marinha informou nesta sexta-feira (9) que interrompeu as buscas pelo piloto do caça que caiu no mar no litoral de Saquarema, na Região dos Lagos do Rio, durante um treinamento de ataque a alvos de superfície no dia 26 de julho. A Marinha não revelou quando ocorreu a interrupção do trabalho, nem o motivo, mas acrescentou que as equipes vão retomar as buscas na segunda-feira (12).
As embarcações que atuavam nas buscas pelo piloto e por destroços do caça AF-1 Skyhawk não são mais vistas nas imagens do aplicativo MarineTraffic, que são feitas por satélite. O aplicativo mostra o trajeto de navios na costa e dava informações sobre a atuação dos navios de Socorro Submarino Felinto Perry e o de Pesquisa Hidroceanográfico Vital de Oliveira, os mais bem equipados da Marinha, quando estes atuavam na tentativa de localização do militar. A operação também utilizava aeronaves, lanchas e viaturas por terra.
Ainda de acordo o órgão, nenhuma outra peça da aeronave, além dos dois pneus do trem de pouso que já tinham sido localizados em Arraial do Cabo e Cabo Frio, foi encontrada. Os objetos foram os únicos sinais do acidente encontrados no mar após a queda. Na segunda-feira (5), a parte de uma perna humana foi encontrada na Praia Negra, em Maricá, limite com Saquarema. A Marinha aguarda o resultado de exames do Instituto Médico Legal para saber se há relação entre o material e o acidente aéreo.
"A perícia analisa se há algum sinal de identificação (cicatriz, marca ou tatuagem) em condições de ser comparada ao registro médico do militar desaparecido. A 82ª Delegacia de Polícia está responsável pela investigação do caso da perna achada por pescadores", disse a Marinha em nota enviada nesta sexta-feira (9).
Capitão da Marinha fala do acidente pela primeira vez
Em entrevista ao G1 no dia 9 de agosto, o Capitão de Mar e Guerra Fonseca Júnior, Chefe de Estado Maior do Comando da Força Aeronaval, falou sobre a dificuldade em conseguir sucesso nas buscas."São as características do mar, as condições de ressaca que por determinados momentos dificultam um pouco as ações de buscas", disse Fonseca Júnior.
Caças se chocaram no ar
O acidente aconteceu durante um treinamento padrão de ataque a alvos de superfície no dia 26 de julho. Dois modelos idênticos do caça, que é modernizado, se chocaram no ar. O outro caça conseguiu voltar para a base, em São Pedro da Aldeia. Segundo a Marinha, o piloto deste caça conseguiu ver o outro "cair de barriga" na água.
O órgão informou ainda que o caça não possuía equipamento GPS (Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global), mas tinha dois equipamentos Personal Locator Beacon (PLB), espécie de localizador para o piloto.
Os equipamentos estavam instalados no colete, com acionamento manual; e no assento ejetável, com acionamento automático durante a ejeção do assento.
Investigações
A corporação abriu um Inquérito Policial Militar, que tem prazo para a apresentação de um parecer em até 60 dias depois da abertura do processo, no dia 27, um dia após a aeronave desaparecer no mar. Uma comissão também investiga o caso.
Ex-militar opina sobre o caso
Para o especialista Alexandre Galante, ex-militar da Marinha e consultor em assuntos militares, defesa e acidentes aéreos, o caça pode ter se desintegrado ao se chocar contra a água, dificultando a localização das partes do caça. Alexandre conversou com o G1 por telefone diretamente do Texas, no Estados Unidos, onde mora atualmente.

AGÊNCIA CÂMARA


Comissão aprova alteração em Código Penal Militar em relação a penas de sequestro


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou proposta que altera o Código Penal Militar (Decreto-lei 1.001/69) para aumentar a pena de reclusão e a prescrição para os crimes de sequestro; sequestro em meios de transporte; extorsão mediante sequestro; e cárcere privado. Pelo texto, a extinção da punibilidade (prescrição) desses crimes só ocorrerá após 30 anos.
A proposta está no Projeto de Lei 4471/16, do deputado Alberto Fraga (DEM-DF). Relatora na comissão, a deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ) defendeu o projeto. “No contexto nefasto de segurança pública em que vivemos hoje, as alterações legislativas aqui descritas são extremamente adequadas, oportunas e convenientes”, disse.
O autor argumenta que a aprovação do projeto equipara o tratamento entre civis e militares em relação às referidas condutas criminosas, modificando-se somente a jurisdição. No mesmo sentido, a relatora sustenta que se esses tipos penais já são condenáveis no âmbito civil, no campo militar são ainda mais condenáveis. “A atualização da legislação penal militar é interessante por conta de sua aplicabilidade a militares estaduais, que atuam diariamente nas atividades de segurança pública”, disse Carneiro.
São considerados crimes militares, em tempo de paz, todos os crimes previstos no Código Penal Militar que são definidos de modo diverso na lei penal comum, ou nela não previstos, qualquer que seja o agente, salvo disposição especial.
Tramitação
O projeto será ainda analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para análise do Plenário.

JORNAL A TARDE (BA)


Colégios militares obtêm melhores índices da capital


Franco Adailton

Antes mesmo de chegar ao ensino médio, o estudante Luís Santana, 15, já projeta o futuro além da escola. Ele estuda no Colégio Militar de Salvador (CMS), na Pituba, instituição federal com a mais alta nota da capital (7,5) para o 9º ano, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2015.
Divulgado na quinta-feira, 8, o levantamento do Ideb aponta que, para além do colégio mantido pelo Exército Brasileiro, a educação com viés militar em nível estadual ocupa as quatro primeiras colocações nos anos iniciais e a primeira posição nas séries finais do ensino fundamental.
Nas séries iniciais, equivalentes ao 5º ano (antiga 4ª série), as escolas mantidas pela Polícia Militar (PM) que se destacaram foram: o Colégio Estadual CPM Luiz Tarquínio (6,5), o Colégio Unidade I Dendezeiros (5,9), o Colégio Unidade II Lobato (5,5) e o Colégio João Florêncio Gomes (5,3).

Já no quesito séries finais do ensino fundamental, na categoria 9º ano (equivalente à 8ª série), a melhor escola da rede pública de ensino do estado foi o Colégio da PM Unidade II CPM Lobato, posicionado no Ideb com a nota 4,7.
Luís ingressou no colégio do Exército aos 11 anos, por meio de um concorrido concurso, em 2013, após ser incentivado pela mãe professora. Aplicado, costuma participar de olimpíadas de matemática, física e química, como preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Ainda não tem certeza se pretende seguir a carreira militar, incentivada no ambiente escolar, ou seguir a vida rumo à universidade. Alheio às discussões de especialistas em educação, o garoto de fala serena diz não ver problemas em receber uma instrução mais rígida.
"A escola tem uma excelente estrutura, com professores dedicados, apoio psicopedagógico para assuntos extraclasse, educação física", pontua. "A questão da disciplina não acho que seja prejudicial ao aluno que, em certo ponto, precisa conviver com as regras", avalia.
Colega com a mesma preparação dele, o estudante do 2º ano do ensino médio Guilherme Hohenfeld, 17 anos, chegou a ser aprovado pela Universidade Federal Tecnológica do Paraná, mas quis ficar em Salvador, para alçar voo direto para o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).
"A ideia de estudar aqui veio de meus pais, que queriam um ensino de qualidade. No início, não queria, por conta de alguns boatos sobre a rigidez. Mas não é nada disso", conta. "Aqui, a gente pode usar a própria estrutura da escola para atividades no turno oposto ao das aulas", completa.
Chefe da divisão de ensino do CMS, o tenente-coronel Leandro de Moraes Ramos diz que não há segredo para manter o nível de desempenho dos alunos.
"O Ideb não é nosso foco, mas consequência de um trabalho sério e com profissionais qualificados", observa ele.
Ramos sustenta que o colégio busca formar cidadãos com base nos valores cultuados pelo Exército, mas argumenta que a instituição fomenta o ensino em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases do Ministério da Educação.
"Não usamos o termo militarização do ensino. Além de seguir o que está na lei, no nosso currículo, buscamos passar os valores do Exército, que estão calcados na disciplina, como tudo na vida, quando se deseja alcançar um objetivo, seja na faculdade, no trabalho", argumenta o tenente-coronel.
Polêmica
A "militarização" do ensino nas escolas de ensino fundamental e médio é um tema polêmico entre pesquisadores da área de educação. Enquanto alguns apontam a excelência do ensino como fator predominante, outros questionam a rigidez e exigências na maneira de vestir-se e comportar-se.
"É inegável que o currículo escolar nas colégios militares é cumprido de forma mais rígida, o que possibilita que o aluno veja os assuntos em uma sequência que não é interrompida por problemas de falta de estrutura física da escola, por exemplo", afirma Basilon Carvalho, especialista em educação e tecnologia da informação pela Universidade Federal da Bahia (Ufba).
Ele pondera, no entanto, que a "pressão" sobre os alunos para um bom comportamento e um desempenho escolar de excelência pode aumentar o nível de estresse dos estudantes. "O fator rigidez pode ocasionar níveis de estresse nos alunos - que são adolescentes e estão na fase de apreensão do conhecimento sistematizado", completa.
Especialista em educação e pedagoga, Jane Barros Leite afirma que as regras impostas pelas escolas militares não desenvolvem o senso crítico dos alunos. "Muitos estudantes se limitam a obedecem as regras impostas e não são estimulados a pensar a respeito da vida escolar, que vai muito além dos títulos e medalhas. O aprendizado deve ser livre, sem limitações", diz.

AGÊNCIA SENADO


Aviação na Amazônia será debatida em comissão que elabora novo código do setor


A Comissão Especial do Código Brasileiro de Aeronáutica se reúne na terça-feira (13), a partir de 11h, para debater a situação dos aeródromos, dos aeroportos e da aviação na Amazônia. Entre os convidados, estão representantes da Força Aérea Brasileira, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Associação Brasileira de Táxis Aéreos.
Presidida pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), a comissão analisa o Projeto de Lei do Senado (PLS) 258/2016, que institui o Novo Código Brasileiro de Aeronáutica. Com 374 artigos, a proposta foi elaborada por uma comissão de especialistas no tema.
Amazônia
A Amazônia brasileira compreende nove estados — Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte de Mato Grosso e Maranhão. São cerca de cinco milhões de quilômetros quadrados cobertos, em sua maioria, por áreas de florestas cruzadas por rios. As características da região fazem do transporte aéreo um meio essencial para a locomoção de cerca de 24 milhões de pessoas que vivem nesses estados, segundo o Censo de 2010 do IBGE.
Participação
A audiência pública de terça-feira será interativa. Estarão disponíveis canais para perguntas, sugestões e comentários direcionados aos senadores e convidados.

PORTAL EXAME.COM


Temer demite advogado-geral da União. Grace Mendonça assume


Marcelo Ribeiro

São Paulo - O presidente Michel Temer (PMDB) pôs em prática a reforma ministerial, prometida durante a interinidade de seu governo. O chefe da AGU (Advocacia-Geralda União) Fabio Medina Osório foi dispensado pelo peemedebista na manhã desta sexta-feira (9). Há pouco, Temer convidou Grace Maria Fernandes Mendonça para o cargo. Ela é a primeira mulher a ser nomeada para o alto escalão da equipe ministerial do peemedebista.
Professora de Direito Constitucional da Universidade Católica de Brasília, Grace chefia a Secretaria-Geral de Contencioso da AGU desde 2003. No órgão, já atuou como adjunta do Advogado-Geral da União e como Coordenadora-Geral do Gabinete do Advogado-Geral da União.
Em 2008, assumiu interinamente o cargo de advogado-geral da União.
Desentendimentos
Os rumores de que Medina Osório sairia do governo ganharam força na noite desta quinta-feira (8), após ele ter se reunido com o ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha (PMDB-RS). O ex-chefe da AGU é o terceiro ministro de Temer a cair desde maio.
Considerado um dos principais nomes do núcleo duro de Temer, Padilha sinalizou que o chefe da AGU não atuava alinhado com o governo. Vale lembrar que Padilha foi o responsável por indicar Medina Osório para a função, mas não estaria satisfeito com as ações do afilhado.
O pedido de Osório para ter acesso aos inquéritos de políticos envolvidos na Operação Lava Jato sem comunicar Temer não foi bem recebido pelo Palácio do Planalto. A iniciativa gerou uma crise dentro do governo e a situação de Osório ficou complicada, segundo interlocutores da base governista.
Outro fato que gerou desconforto do governo com Osório foi a decisão do chefe da AGU de demitir Luís Carlos Martins Alves Júnior, um de seus adjuntos. Alinhado com Padilha, Alves defendia que a atuação da AGU deveria focar na defesa do patrimônio público e não se debruçar sobre os inquéritos de políticos na Lava Jato.
No início de junho, o chefe da AGU já estava em uma situação delicada. Ao tentar embarcar na Base Aérea em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), teve o pedido negado. Diante da negativa, teria dado uma “carteirada” nos oficiais da Aeronáutica, dizendo ter status de ministro de Estado. A confusão chegou ao gabinete do presidente e gerou desconforto. À época, a assessoria negou que ele tenha tido problemas para viajar.
Recentemente, Medina Osório se desentendeu com Grace Mendonça, que até então era secretária-geral da área de contencioso da pasta. Essa divergência entre os dois também colocou o chefe da AGU na mira do governo Temer.
Procurado por EXAME.com, Medina Osório não respondeu até o fechamento da matéria. A sucessora Grace Mendonça é técnica e tem bom trânsito no Supremo Tribunal Federal (STF).
A reforma ministerial não deve parar por aí. Auxiliares de Temer admitem que o próximo a passar pela dança das cadeiras será Ricardo Barros, ministro da Saúde, que já se envolveu em uma série de polêmicas desde que chegou ao cargo.
Veja nota do governo:
"O presidente Michel Temer convidou hoje para ocupar o honroso cargo de Advogado Geral da União, a doutora Grace Maria Fernandes Mendonça, distinta profissional e servidora de carreira daquele órgão.O presidente agradece os relevantes serviços prestados pelo competente advogado doutor Fábio Medina Osório, que deixa o cargo".

AGÊNCIA BRASIL


Brasil repudia teste nuclear feito por Coreia do Norte


Paulo Victor Chagas Repórter Da Agência Brasil

O Itamaraty condenou o novo teste nuclear feito nesta sexta-feira pela Coreia do Norte, considerado o maior de sua história por alguns países. Por meio de nota, o governo brasileiro disse que “repudia veementemente” o teste e considerou “inaceitável” o fato de arsenais atômicos continuarem desempenhando papel importante em doutrinas militares.
A informação sobre a realização dos testes foi confirmada em Pyongyang, a capital norte-coreana, após terem sido registrados tremores de magnitude 4,8 a 5,3 na península da Coreia. Em edição especial, a televisão Central da Coreia do Norte informou que o país vai continuar a desenvolver o programa nuclear.
De acordo com o ministério das Relações Exteriores, o Brasil apoia as críticas do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre os recentes lançamentos de mísseis balísticos promovidos por Pyongyang. “Como firme defensor de um mundo livre de armas de destruição em massa, o Brasil reprova atitudes que violem as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e aumentem a tensão na Península Coreana”, disse o Itamaraty, em nota.
“A falsa noção de que tais armas aumentam a segurança de um país mina o regime internacional de desarmamento e não proliferação nuclear, além de enfraquecer a credibilidade do Tratado de Não Proliferação Nuclear e prejudicar os esforços para a entrada em vigor do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares”, disse ainda o governo brasileiro.

OUTRAS MÍDIAS


SITE TVI24 (Portugal)


Perigo de explosão afasta novo Samsung dos aviões

A bordo, só mesmo desligados. Várias companhias aéreas estão a alertar os passageiros para não ligarem ou carregarem os telemóveis Galaxy Note 7 nos aviões. Apenas, por precaução

ImagemA autoridade aeronáutica norte-americana, a FAA (Federal Aviation Administration) emitiu um comunicado advertindo os passageiros para não ligarem ou tentarem carregar os seus novíssimos telemóveis Galaxy Note 7, lançados há cerca de um mês, a bordo dos aviões.
É sublinhado que nenhum problema aconteceu até agoraa bordo de aviões, mas o perigo de explosão das baterias de lítio que equipam os telemóveis surge como um potencial perigo. Daí também não ser aconselhável metê-los em bagagem despachada para o porão.
Face ao aviso da FAA, caberá a cada companhia aérea tomar por si, eventualmente, decisões mais radicais sobre a questão. 
Fora dos Estados Unidos, as australianas Qantas e Virgin Australia já alertaram os seus passageiros para não usarem ou carregarem as baterias dos seus Galaxy Note 7, um modelo que a própria Samsung está a recolher em todo o mundo depois de ter vendido mais de 2,5 milhões de aparelhos em todo o mundo.
No início de setembro, a tecnológica sul-coreana admitiu ter conhecimento de 35 casos de defeitos graves com as baterias do Galaxy Note 7. Iniciou uma investigação, suspendeu as vendas e lançou uma campanha de recolha e trocas à escala global.

PORTAL PLANO BRASIL


Suecos receberão ministro da Defesa indiano e farão uma última tentativa de vender o caça Gripen E ao governo de Nova Déli

Roberto Lopes
O diário eletrônico The Telegraph, editado na cidade indiana de Calcutá, publicou, nesta sexta-feira (09.09), a notícia de que o ministro da Defesa da Índia, Manohar Parrikar, fará, ainda este mês, uma visita oficial à Suécia.
O governo sueco e o Grupo SAAB aproveitarão a oportunidade para, mais uma vez, tentar interessar Nova Déli na compra do caça Gripen E (conhecido no Brasil como Gripen NG).
A SAAB oferece licenciar a indústria aeronáutica indiana para que ela produza o jato em seu território, e ainda uma cooperação para o desenvolvimento da versão Mark II do caça leve Tejas, que a Hindustan Aeronautics Limited (HAL) está começando a fornecer à Aviação Militar Indiana.
Tanto o Gripen como o Tejas são jatos de um só motor. O avião indiano usa uma turbina GE 404, enquanto o sueco é impulsionado por uma GE 414, de potência bem maior.
Em julho último, o Comandante da Força Aérea Indiana, Marechal do Ar Arup Raha, cumpriu uma agenda de cinco dias na Suécia, que incluiu um voo a bordo de um Gripen C da Aviação local. Mas, até agora, nada disso pareceu seduzir a Administração do Primeiro-Ministro Narendra Modi.
Nova Déli promete anunciar, até o fim deste ano, a aeronave que os militares indianos vão adquirir para completar as suas unidades de jatos interceptadores. Deverão ser comprados cerca de 150 exemplares do modelo escolhido.
De acordo com informações extraoficiais, o Gripen E está chegando ao mercado internacional por um preço unitário a partir de 85 milhões de dólares.
A empresa americana Lockheed Martin ofereceu transferir para a Índia toda a linha de produção de uma das versões do seu famoso caça F-16, mas os indianos querem se certificar (1) do grau de modernidade dessa aeronave e (2), sobretudo, de que não serão obrigados a exportá-la para países rivais da Índia, como o Paquistão.

PORTAL CADA MINUTO (AL)


Programa militar de incentivo à pratica esportiva será discutido em Audiência Pública

Requerimento foi iniciativa do deputado federal e presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, Pedro Vilela
O Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR), que levou à conquista de várias medalhas para o esporte brasileiro nas Olimpíadas do Rio 2016, vai ser discutido durante Audiência Pública em Brasília. O requerimento, de autoria do deputado federal Pedro Vilela (PSDB-AL), foi aprovado pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN).
Vão ser convidados para a Audiência os atletas militares e medalhistas olímpicos, bem como representantes dos Ministérios da Defesa e do Esporte, para que eles possam explanar sobre o Programa. O plano, desenvolvido pelas Forças Armadas, foi criado em 2008 com o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível.
O alistamento é feito de forma voluntária e o processo de seleção leva em conta os resultados dos atletas em competições nacionais e internacionais. Dessa forma, as medalhas já conquistadas na carreira transformam-se em pontuações nos concursos para preenchimento das vagas.
De acordo com o deputado Pedro Vilela, que é o presidente da CREDN, o Programa federal contribui para o bom desempenho de atletas nos Jogos Olímpicos. “O PAAR ajuda o Brasil a se tornar uma potência esportiva e desenvolver a ciência do esporte”, disse Pedro. “A prática de esportes beneficia as pessoas e até mesmo a sociedade, pois reduz a probabilidade de aparecimento de doenças, afasta os jovens das drogas, promove a inclusão social e contribui para a formação física e psíquica”, concluiu.
Pedro lembrou que já foi secretário de Esporte de Maceió e sabe da importância do incentivo. A Audiência ainda não tem data definida, mas acontecerá após os Jogos Paraolímpicos Rio 2016, iniciados na última quarta-feira, dia 7 de setembro.

PORTAL EL PAÍS


EUA decidem enfrentar um inimigo que já derrubou 27 aeronaves militares: as aves

Manuel Ansede
A Força Aérea procura controlar centenas de milhares de aves marinhas protegidas
Na noite de 7 de janeiro de 2014, um helicóptero de resgate em combate HH-60 Pave Hawk pertencente à Força Aérea dos Estados Unidos sobrevoava o litoral norte da Inglaterra em uma missão rotineira de treinamento. Quatro jovens estavam a bordo: o piloto Christopher Stover, de 28 anos; o copiloto Sean Ruane, de 31; a artilheira Afton Marie Ponde, 28 anos; e o técnico Dale Mathews, de 38. Todos reunidos, acumulavam anos de experiência nas guerras do Iraque e do Afeganistão, mas, naquele dia, enfrentariam um inimigo inesperado.
Subitamente, três gansos selvagens, pesando cerca de 5 quilos cada um, bateram no para-brisa do helicóptero, que voava a 200 quilômetros por hora. O choque deixou Stover, Ruane e Ponce imediatamente inconscientes. Um quarto ganso foi atropelado, estatelando-se como um projétil na frente da aeronave, desestabilizando-a definitivamente. Em poucos segundos, o aparelho se chocou com o solo, perto do vilarejo inglês de Cley next the Sea. Assim, quatro gansos selvagens causaram a morte de quatro pessoas e um prejuízo de 40 milhões de dólares, segundo o boletim oficial que registrou o acidente.
“Já perdemos 36 pessoas e 27 aeronaves por causa das colisões com aves desde 1985”, explica Ted Wikens, do serviço especializado da Força Área dos EUA contra este risco. Um documento publicado em 2005 registra a ocorrência de 4.000 colisões por ano, em sua grande maioria leves, e prejuízos que somavam 25 milhões de dólares por ano.
O biólogo William Grannis, gestor de recursos naturais da Força Aérea no Pacífico, acaba de voltar do atol de Wake, um lugar perdido no meio do oceano Pacífico descoberto em 1568 pelo navegante espanhol Álvaro de Mendaña e destruído totalmente durante a Segunda Guerra Mundial por bombardeios japoneses e norte-americanos. O local, hoje, constitui-se em um paraíso para a criação de centenas de milhares de aves marinhas e é protegido como parte integrante do Monumento Nacional Marinho das ilhas distantes do Pacífico. Mas é, também, um aeroporto militar, reservado para pousos de emergência e abastecimento de combustível. O atol está sob a jurisdição da Força Aérea dos EUA.
O biólogo Grannis e sua equipe têm uma missão bastante peculiar: expulsar essas centenas de milhares de aves do aeroporto, mas fazendo com que elas, ao mesmo tempo, se reproduzam no restante do atol. Muitas dessas aves são de espécies sob proteção, como a pardela de Newell, que corre risco de extinção. A dificuldade para expulsá-las de uma região e atraí-las para outra é que o atol —dividido em três ilhas vizinhas que forma um U sobre um vulcão submarino— tem somente 4,4 quilômetros quadrados de superfície. A ilha maior, Wake, abriga o aeroporto, com uma pista de três quilômetros. “Procuramos fazer com que as aves se desloquem para uma outra ilha do atol, Peale, pois muitas vidas e muito dinheiro estão em jogo”, resume Grannis.
Este lugar único e paradoxal é o Santuário de Aves da Força Aérea no Atol de Wake. Ele foi apresentado no Congresso Mundial da União Internacional pela Preservação da Natureza (UICN), que está sendo realizado em Honolulu até este dia 10 de setembro. Wake fica 3.700 quilômetros a oeste da capital do Havaí.
Grannis conta as inúmeras peripécias ocorridas no atol. Em 2000, os administradores do local observaram que os gatos trazidos para o local ao longo do tempo e que se tornaram selvagens, fora de qualquer controle, estavam exterminando as aves marinhas de Wake. Em quatro anos, um plano de erradicação eliminou 170 gatos. Restaram apenas duas fêmeas, com 17 anos cada, que foram domesticadas e vivem sob os cuidados de uma mulher, Maureen Raleigh, que chegou ao atol quando criança, em 1959. Seu avô foi um dos que participaram da construção da pista de pouso.
“Sem os gatos, os ratos se multiplicaram desordenadamente”, lembra o biólogo. Os ratos caseiros asiáticos tinham chegado à ilha na década de 1970 a bordo de uma embarcação lotada de refugiados da Guerra do Vietnã. Sem predadores, os roedores também acabavam com os ninhos das aves. Foi por esse motivo que, em 2012, a Força Aérea utilizou seus helicópteros para bombardear o atol com iscas envenenadas com raticida. “Sem gatos e ratos, as populações de aves cresceram, o que fez crescer também o risco de colisões com aeronaves”, prossegue Grannis. Era o terceiro lance. O albatroz de Laysan e o Tesourão-grande, ambos com dois metros de envergadura, são as aves que mais preocupam os pilotos. Um funcionário da Força Aérea trabalha em tempo integral para afugentá-los quando eles tentam construir ninhos perto do aeroporto. Suas armas são a buzina de um caminhão, uma rede e um canhão de gás de propano para espantar pássaros. Quando nada disso funciona, é necessário matar as aves, com a devida autorização do Serviço de Pesca e de Fauna Silvestre dos EUA.
Ao mesmo tempo, os funcionários da Força Aérea realizam um preparo especial de Peale retirando dessa ilha as ervas daninhas, a fim de facilitar o assentamento das aves. Existem no atol 175.000 ninhos ativos de trinta-reis-das-rocas, ave que faz seus ninhos no solo das ilhas tropicais. A equipe de Grannis procura atraí-las para Peale, em contraposição às buzinadas que são ouvidas constantemente na outra ponta do atol.
“Menos de cem pessoas” vivem em Wake, segundo Patrick Hannigan, responsável pelas obras realizadas nas terras pertencentes à Força Aérea nesse lugar recôndito do Pacífico. Seus habitantes são principalmente tailandeses que trabalham no aeroporto militar, além de cerca de 20 funcionários norte-americanos e da senhora Raleigh, com suas duas gatas. E centenas de milhares de aves assustadas, porém protegidas.

PORTAL MEON (SJC)


São José e Portugal estudam parceria em projeto aeroespacial 

Ministro da Ciência de Portugal esteve na cidade prospectando oportunidades
Brasil e Portugal podem firmar parcerias na área de ciência e tecnologia. O ministro de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, Manuel Heitor, esteve nesta semana em São José dos Campos para identificar oportunidades de cooperação no projeto de um centro de pesquisa aeroespacial no arquipélago dos Açores, no Oceano Atlântico.
O encontro foi organizado pelo Parque Tecnológico de São José e reuniu representantes do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), Fatec (Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo), Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Ieamar (Instituto de Estudos Avançados do Mar), Cluster Aeroespacial e de Defesa, Embraer, Visiona e da Prefeitura Municipal.
“A cooperação científica entre Brasil e Portugal já é uma realidade, mas pode ser ainda maior. Vim para São José dos Campos, uma cidade conhecida por ser um polo aeroespacial e tecnológico, para avaliar se há interesse em desenvolver projetos conjuntos no Atlântico”, disse o ministro.
Previsto para ser inaugurado no próximo ano, o AIR Center (Azores International Research Center) contará, entre outras instalações, com um centro de lançamento espacial desenvolvido em parceria com a NASA (Agência Espacial Americana) e a ESA (Agência Espacial Europeia) para enviar satélites de baixo custo ao espaço.
“Ter uma base espacial no meio do Atlântico, numa localização muito favorável para esse tipo de lançamentos, é uma grande vantagem”, afirmou Heitor. “O Brasil é um dos países com maior presença do Atlântico, por isso, queremos fortalecer essa parceria”, acrescentou.
Além da base espacial, o AIR Center ainda terá laboratórios dedicados ao estudo do oceano e da atmosfera. Também será instalado um centro de computação para tratamento de dados.
“Temos em São José várias empresas e instituições que podem colaborar com os pesquisadores deste centro, a exemplo da Visiona, que está desenvolvendo o primeiro satélite de comunicação brasileiro. Já o Ieamar e o Cemaden podem contribuir com pesquisas e dados sobre o estudo dos oceanos e o monitoramento do clima”, comentou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, Osman Cordeiro.



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