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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 06/08/2016 / Investimento previsto para novas concessões pode alcançar R$ 31 bi


Investimento previsto para novas concessões pode alcançar R$ 31 bi ...


O Ministério dos Transportes sugeriu ao presidente interino, Michel Temer, que ofereça à iniciativa privada quatro aeroportos, duas ferrovias e um terminal portuário na primeira rodada de concessões que está em discussão no governo. Os investimentos previstos para esses sete empreendimentos podem alcançar R$ 31 bilhões.

A lista tem menos projetos do que o próprio governo chegou a anunciar num primeiro momento, quando previu a concessão de 13 empreendimentos. Também contrasta com os anúncios feitos pelo governo Dilma Rousseff nos anos anteriores, com listas extensas de obras e prazos de conclusão ambiciosos.

A intenção agora é lançar somente os projetos considerados viáveis pelo governo, que despertem interesse da iniciativa privada e possam ter obras iniciadas logo. Com isso, o governo espera evitar a frustração provocada pelos anúncios dos anos anteriores e recuperar credibilidade.

Lançado em 2015 pela presidente afastada, o último plano de concessões do governo federal listou quase uma centena de projetos com previsão de investimentos da ordem de R$ 200 bilhões. Praticamente nada saiu do papel.

A largada nas concessões do governo Temer será discutida em breve em reunião do conselho do PPI (Programa de Parceria em Investimentos), provavelmente após a conclusão do processo de impeachment de Dilma no Senado, previsto para agosto.

É possível que nesse encontro seja marcada data para lançamento dos editais com as regras para concessão dos quatro aeroportos e do terminal portuário, o que pode ocorrer ainda neste ano. Os leilões poderão ocorrer até o início de 2017. Dos sete projetos em discussão, seis estavam no último plano lançado por Dilma.

FERROVIAS
As ferrovias a serem concedidas são a Ferrogrão e dois trechos da Norte-Sul. A primeira tem cerca de 900 quilômetros, com custo estimado em R$ 10 bilhões para construção. Sua principal função é o escoamento da safra de grãos do Mato Grosso para portos nos rios do Pará e, de lá, para a exterior.

Na Norte-Sul, seria concedidos dois trechos, um já construído entre Tocantins e Goiás, e outro até São Paulo, que está em fase final de construção. Somados, têm cerca de 1,7 mil quilômetros.

Os aeroportos na lista são os quatro já anunciados: Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Fortaleza. O investimento estimado é de R$ 8 bilhões. O terminal de passageiros é o do Porto de Recife (PE), também já anunciado.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL SPUTNIK BRASIL


Atletas militares são destaque e representam 30% do Time Brasil para os Jogos Rio 2016

Dos 465 atletas que fazem parte do Time Brasil para os Jogos Rio 2016, 145 são atletas militares. O Ministério da Defesa ultrapassou a meta em 45%, pois o objetivo inicial era ter 100 atletas do Programa de Alto Rendimento do governo, e assim, dobrar o número de representantes das Forças Armadas que participaram dos Jogos de Londres

As Forças Armadas começaram a investir no Programa Olímpico de atletas de alto rendimento em 2008. Em 2001, o Brasil recebeu a quinta edição dos Jogos Mundiais Militares e terminou em primeiro lugar no quadro de medalhas. Atualmente, 670 militares fazem parte do Programa.
De acordo com o diretor do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, almirante Paulo Zuccaro, a meta para os Jogos Olímpicos no Rio é a de que os atletas soldados, sargentos e coronéis da Marinha, do Exército e da Aeronáutica consigam conquistar pelo menos 10 medalhas nas 27 modalidades que vão competir, o equivalente a 64% dos esportes dos Jogos.
"O fato de termos colocado 145 militares no Time Brasil, o que representa 30% dos nossos atletas, nos enche de orgulho principalmente porque superamos, com larga margem, a meta inicial. Agora, com a máquina adiante a toda força, vamos à conquista de nossas medalhas e dar a nossa contribuição para fazermos do Brasil uma Nação vitoriosa em todos os sentidos."
Os militares vão estar presentes nas competições de atletismo, basquete feminino, ginástica artística, hipismo adestramento, hóquei sobre grama, natação, judô, levantamento de peso, tiro esportivo, tiro com arco, taekwondo, vôlei de praia, maratona aquática, lutas, ciclismo pista, ciclismo estrada, handebol, vela, esgrima, boxe, remo, saltos ornamentais, nado sincronizado, canoagem slalom, badminton, triatlo e pentatlo moderno.

PORTAL GLOBO ESPORTE


O DNA do Time Brasil


O Brasil vai ter a maior delegação de todos os tempos no Rio. Serão 465 atletas com histórias e realidades diferentes. Alguns vão brigar por medalhas. Outros vão tentar superar os próprios limites. Clique aqui e confira o Time Brasil detalhado, como você nunca viu.
PORTAL FATO ONLINE


Com o alvo como adversário, tiro esportivo começa neste sábado em Deodoro

Felipe Wu, Júlio Almeida e Rosane Budag são os primeiros brasileiros que podem conquistar medalhas para o país nas Olimpíadas

A primeira possibilidade real de medalha do Brasil nas Olimpíadas está nas mãos do jovem Felipe Wu, 24 anos. O paulista, que passou da 56ª posição do ranking de pistola de ar 10 metros para a liderança mundial neste ano, é um dos três brasileiros que vão encarar neste sábado (06.08) o primeiro dia de disputas do tiro esportivo nos Jogos do Rio de Janeiro.
A primeira brasileira a competir no Centro Nacional de Tiro Esportivo, em Deodoro, será Rosane Budag às 8h30, na prova de carabina 10 metros. As disputas por medalhas serão às 10h30. No período da tarde, às 13h, haverá dois brasileiros em ação: Felipe Wu e Júlio Almeida, na pistola de ar 10 metros.
O tiro esportivo será disputado nos Jogos Olímpicos em três armas: pistola, carabina e espingarda (no tiro ao prato). Serão 15 provas olímpicas, sendo nove masculinas e seis femininas. Cada prova tem uma fase de qualificação, com a quantidade de disparos variando entre 40 e 120, e os atletas pontuando entre 0 e 10. Na fase final, cada competidor atira entre 20 e 45 vezes.
O chefe de equipe do tiro esportivo de carabina e pistola, Ricardo Brenck, explica que a modalidade é extremamente individual. “É o atleta contra ele mesmo. O adversário é o alvo. O atirador tem que dominar toda a ansiedade, pois não tem como depender da ajuda de outro companheiro ou do erro de oponente”, explica.
São nove competidores na delegação brasileira de tiro esportivo. A modalidade conta com os três atletas mais velhos do Time Brasil: Renato Portela (53 anos), Roberto Schmits (47) e Júlio Almeida (46). Representante da nova geração, Wu é o atleta mais jovem entre os nove atiradores.
O gatilho do tiro esportivo abriu as portas da história olímpica brasileira. O primeiro ouro nacional, conquistado por Guilherme Paraense, em 1920 na Antuérpia, colocou o país no mapa dos Jogos.
Para Ricardo Brenck, o que vai definir uma medalha será o controle emocional. “O fator importante no tiro é a preparação mental do atleta, se ele entra na prova com uma cabeça melhor, porque a técnica todos os atletas sabem bem. O ponto diferencial é o controle mental. A gente tem feito o trabalho psicológico com o sistema de trabalho chamado neurofeedback, para controlar o cérebro e diminuir a ansiedade e o nervosismo”, revela.
Potência Mundial
Os Estados Unidos são o único país que conquistou pelos menos uma medalha no tiro em cada uma das 21 edições dos Jogos Olímpicos. O país é o maior vencedor olímpico no tiro esportivo, com 107 medalhas: 53 de ouro, 29 de prata, 25 bronze. O segundo país que mais subiu ao pódio foi a Suécia (56), seguida por China (49) e União Soviética (49).
O tiro conta com o atleta olímpico mais velho que conquistou uma medalha de ouro em uma edição olímpica. Com 72 anos, o atirador sueco Oscar Swahn ganhou o título por equipes nos Jogos da Antuérpia, em 1920. Ao todo, ele conquistou seis medalhas olímpicas, todas com mais de 60 anos de idade.
O americano Carl Osburn é o atirador mais condecorado com 11 medalhas, cinco de ouro, quatro de prata e duas de bronze. No Rio, a americana Kimberly Rhode, 37 anos, pode se tornar a primeira atleta do país a medalhar em seis edições dos Jogos.
O tiro esportivo será disputado no Parque Olímpico de Deodoro. O local foi construído para os Jogos Pan-Americanos Rio 2007 de acordo com os padrões da Federação Internacional e sofreu adequações para receber os Jogos Olímpicos.
Investimentos
O governo federal oferece apoio ao tiro esportivo por diversas frentes. Por meio de convênios, por exemplo, os investimentos tiveram início em 2010, quando foi destinado R$ 1 milhão para a realização de um evento internacional. No mesmo ano, R$ 1,5 milhão teve o objetivo de já preparar a seleção olímpica para os Jogos de 2016, com a estrutura do Centro Nacional de Tiro Esportivo.
Em 2013, outro convênio, desta vez no valor de R$ 2,5 milhões, foi destinado para a preparação de cerca de 70 atletas para competições internacionais, incluindo o Mundial de 2014, os Jogos Pan-Americanos de 2015, três edições da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Os recursos ainda foram destinados à descoberta de novos talentos e ao custeio da equipe multidisciplinar, da comissão técnica e do pessoal técnico para o Centro Nacional, em Deodoro.
O ano de 2014, por sua vez, contou com dois convênios firmados entre a Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE) e o Ministério do Esporte. O primeiro deles, no valor de quase R$ 2 milhões, teve o objetivo de proporcionar infraestrutura técnica adequada para a preparação do atleta Cássio Rippel. Já o segundo convênio, de R$ 1,9 milhões, foi voltado à participação da seleção brasileira nas principais competições de tiro ao prato, também com foco na preparação para os Jogos Olímpicos.
Com a Bolsa Pódio, o tiro esportivo ainda beneficiou quatro atletas ao longo do atual ciclo olímpico, investindo um total de R$ 459 mil. Na modalidade paralímpica, mais um atleta foi contemplado (R$ 204 mil). Já na Bolsa Atleta, entre 2012 e 2015 foram 962 bolsas concedidas nas categorias base, nacional, internacional e olímpica/paralímpica, totalizando um aporte de quase R$ 12,9 milhões.
TV GLOBO - JORNAL DA GLOBO


Handebol feminino e argolas olímpicas estreiam neste sábado (6)


Clique aqui e confira a estreia dos brasileiros.

JORNAL O TEMPO (MG)


Americanos ficam furiosos e ironizam presença de 14 Bis na abertura

No início do evento, uma réplica da criação de Santos Dumont voou pelo Maracanã, o que deixou alguns norte-americanos revoltados nas redes sociais e na transmissão ao vivo do canal NBC

Alberto Santos Dumont ou os irmãos Wright? A briga histórica entre Estados Unidos e Brasil sobre quem inventou o avião ganhou mais um capítulo na noite desta sexta-feira (5) durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.
No início do evento, uma réplica do 14 Bis – criação de Santos Dumont – voou pelo Maracanã, o que deixou alguns norte-americanos revoltados nas redes sociais.
"Os organizadores dos #JogosOlímpicos deviam se demitir pela mentira do primeiro voo. Os problemas do Rio vão expor a fraude deles", disse um. Outro disparou: "Então, o Brasil acha que inventou o avião? Os irmãos Wright estão olhando para baixo agora e rindo".
A mídia americana também ironizou o 14 Bis. Durante a transmissão, um apresentador da NBC perguntou aos colegas comentaristas: “Se a gente perguntar quem inventou o avião, o que você vai dizer?”. “Os Wright”, responderam todos em uníssono. “Ok, temos um problema, porque os brasileiros não acreditam nisso”, concluiu o apresentador.
O repórter Victor Mather, do "New York Times", também comentou a queda de braço histórica, no entanto, com um argumento mais ponderado sobre o conflito de quem seria o “pai da aviação”.
"Os fãs dos irmãos Wright podem não gostar, mas há aqueles que questionam sua reivindicação de terem sido os primeiros a voar. Não há disputa em dizer que Santos Dumont foi um pioneiro no balão e voou o primeiro avião na Europa, três anos depois de Kitty Hawk [cidade americana onde os Wright teriam posto sua aeronave no ar]."
JORNAL HOJE EM DIA (MG)


Americanos ironizam Santos Dumont como pioneiro da aviação na abertura


O céu é o limite para o Brasil. Limite mesmo, porque quem cruzou os ares pela primeira vez dentro de um avião não foi Santos Dumont, em 1906, e sim os americanos irmãos Wright, três anos antes. Pelo menos é a tese que a mídia americana vendeu para os espectadores locais após uma réplica do 14 Bis sobrevoar o Maracanã nesta sexta-feira (5), na abertura da Olimpíada do Rio.
"Se a gente perguntar quem inventou o avião, o que você vai dizer?", perguntou um apresentador da NBC, rede que detém os direitos de transmissão dos Jogos para o público dos Estados Unidos. "Os Wright!", colegas respondem em uníssono. "Ok, temos um problema, porque os brasileiros não acreditam nisso."
O repórter Victor Mather, do "New York Times", também comentou a queda de braço histórica. "Os fãs dos irmãos Wright podem não gostar, mas há aqueles que questionam sua reivindicação de terem sido os primeiros a voar. Não há disputa em dizer que Santos Dumont foi um pioneiro no balão e voou o primeiro avião na Europa, três anos depois de Kitty Hawk [cidade americana onde os Wright teriam posto sua aeronave no ar]."
A paternidade da aviação ainda é incerta. Para partidários de Dumont, a façanha dos irmãos americanos não conta, porque a máquina deles teria sido impulsionada por uma catapulta (dado também questionável).
A polêmica centenária também alimentou o UFC virtual. No Twitter, a americana Shaelyn Amaio defendeu os conterrâneos: "Irmãos Wright: 1903. Alberto Santos-Dumont: 1906. Just saying [apenas dizendo]". Já o usuário DerekOrick, brasileiro, brincou: "Quem são os irmãos Wright na fila do pão perto de Santos Dumont?".

PORTAL G-1


Marinha encontra corpos que podem ser de pescadores desaparecidos

Familiares dos desaparecidos ainda irão verificar os corpos. Embarcação desapareceu com sete pessoas há uma semana, em Bertioga.

Três corpos foram encontrados próximos da Laje de Santos, no litoral de São Paulo, durante a manhã e na tarde desta sexta-feira (5). A suspeita é que os corpos sejam dos pescadores desaparecidos desde a última sexta-feira (29), em Bertioga. As informações foram fornecidas pela Marinha do Brasil.
Os corpos foram encontrados pelo Navio Patrulha Oceânico “APA” do Rio de Janeiro e entregues à lancha do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar). Os familiares dos tripulantes da embarcação "Anjo Gabriel I" farão o reconhecimento. O navio continuará na área dando continuidade às buscas.
A embarcação "Anjo Gabriel" desapareceu com sete pessoas no dia 29 de julho quando realizava um trajeto entre Bertioga e a Ilha de Alcatrazes, no litoral de São Paulo. Os tripulantes saíram para fazer pesca esportiva e retornariam às 6h de sábado (30).
Os destroços da embarcação foram achados na terça-feira (2). Uma caixa de isopor também foi encontrada a 12 km da Ilha de Alcatrazes, na quinta-feira (4), por volta das 13h. O desaparecimento completou uma semana nesta sexta-feira (5).
Além das embarcações do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) e da 5ª Companhia Marítima do 3° Batalhão de Polícia Militar Ambiental, uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) e o Navio Patrulha Oceânico “APA” do Rio de Janeiro estão ajudando nas buscas. A operação foi intitulada de ‘Operação SAR O61 – Anjo Gabriel”.
Parentes e amigos dos sete desaparecidos chegaram a montar uma espécie de "força-tarefa" para auxiliar nas buscas. Eles alugaram dois barcos e duas lanchas, além de comprarem alimentos e conseguirem doações de combustível.
Veja o nome dos sete desaparecidos:
- Dyone Neves;
- Fábio Garbin;
- Ismael dos Santos;
- Renato Molinari;
- Rogério Viana;
- Vandir Assunção do Carmo;
- Natalito Morina
JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


DESTAQUE DE HOJE


Imagem
REVISTA EXAME


Este é o plano do Brasil para manter a Rio-2016 segura


Os gastos com segurança pública para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro superaram a marca de R$ 1 bilhão. O Ministério da Justiça investiu R$ 350 milhões, enquanto a pasta de Defesa realizou um aporte de R$ 854,4 milhões. No total, foi investido R$ 1,2 bilhão.
De acordo com os Ministérios, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, o montante é “mais do que suficiente” para garantir a proteção dos atletas, comissões técnicas, Chefes de Estado, autoridades, turistas e jornalistas durante o evento.
A EXAME.com, o Ministério da Justiça explicou que o valor investido foi empregado na aquisição de equipamentos, na capacitação de policiais, bombeiros e guardas municipais e na ampliação do sistema de monitoramento. Já a pasta de Defesa revelou que o montante foi destinado para a preparação e operação das tropas militares.
A ação integrada para a segurança nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos é formada por três eixos: segurança pública, defesa e inteligência, e tem como base o Plano Estratégico de Segurança Integrada.
Colocado em prática a partir desta sexta-feira (5), o plano operacional ocorrerá até 18 de setembro, data de encerramento das Paralimpíadas.
Plano de segurança é duas vezes maior que Londres
A Olimpíada do Rio de Janeiro conta com um plano de segurança duas vezes maior do que o empregado durante os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. O esquema de proteção terá 88 mil profissionais, ante estimados 40 mil na capital britânica.
Para a megaoperação, foram convocados profissionais de segurança pública, incluindo efetivo da Força Nacional. Todos eles foram especialmente treinados e equipados para trabalhar em grandes eventos.
Nos Jogos, eles serão responsáveis pela segurança das instalações de competição, hospedagem e de comunicação. O número inclui ainda 18.500 policiais militares e 1.822 policiais civis do Rio de Janeiro. Além disso, as Forças Armadas disponibilizarão 41 mil militares.
Para reforçar a segurança, policiais estrangeiros estarão no Brasil. Mais de 250 policiais de 55 países vão trabalhar em Brasília e no Rio de Janeiro. Parte deles vai atuar no Centro de Cooperação Policial Internacional, chefiado pela Polícia Federal.
Combate ao terrorismo
Ainda que tenham evitado demonstrar preocupação excessiva com o terrorismo, os órgãos brasileiros se equiparam.
O plano de segurança inclui o Centro Integrado de Antiterrorismo (CIANT), um novo centro de enfrentamento ao terrorismo. O Centro de Cooperação Policial Internacional (CCPI), um legado da Copa do Mundo de 2014, também vai colaborar para evitar ações terroristas durante os Jogos. Policiais de mais de 50 países e instituições multilaterais como a Interpol participarão usando seus próprios uniformes.
Na área de Defesa, as ações de enfrentamento ao terrorismo têm como estrutura principal o Comando Centralizado de Prevenção e Combate ao Terrorismo (CCPCT). Além disso, há o Centro de Inteligência de Serviços Estrangeiros, com representantes dos serviços de inteligência de cerca de 100 países, incluindo a CIA, dos Estados Unidos. Os valores investidos especificamente em ações de combate ao terrorismo não foram revelados.
Quem usufruirá dos serviços de segurança pública para a Rio-2016?
Mais de 11 mil atletas de 206 países
Cerca de 7,5 milhões de pessoas nos locais de competição
500.000 a 600.000 turistas
50.000 voluntários
14.000 profissionais ligados à organização dos Jogos
Cerca de 25.000 jornalistas
Em torno de 100 dignitários
Gastos com segurança na Rio-2016
R$ 1,2 bilhão - Total investido em segurança na Olimpíada do Rio de Janeiro
R$ 350 milhões - Aporte do Ministério da Justiça
R$ 854,4 milhões - Investimento do Ministério da Defesa

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Investimento previsto para novas concessões pode alcançar R$ 31 bi


O Ministério dos Transportes sugeriu ao presidente interino, Michel Temer, que ofereça à iniciativa privada quatro aeroportos, duas ferrovias e um terminal portuário na primeira rodada de concessões que está em discussão no governo. Os investimentos previstos para esses sete empreendimentos podem alcançar R$ 31 bilhões.
A lista tem menos projetos do que o próprio governo chegou a anunciar num primeiro momento, quando previu a concessão de 13 empreendimentos. Também contrasta com os anúncios feitos pelo governo Dilma Rousseff nos anos anteriores, com listas extensas de obras e prazos de conclusão ambiciosos.
A intenção agora é lançar somente os projetos considerados viáveis pelo governo, que despertem interesse da iniciativa privada e possam ter obras iniciadas logo. Com isso, o governo espera evitar a frustração provocada pelos anúncios dos anos anteriores e recuperar credibilidade.
Lançado em 2015 pela presidente afastada, o último plano de concessões do governo federal listou quase uma centena de projetos com previsão de investimentos da ordem de R$ 200 bilhões. Praticamente nada saiu do papel.
A largada nas concessões do governo Temer será discutida em breve em reunião do conselho do PPI (Programa de Parceria em Investimentos), provavelmente após a conclusão do processo de impeachment de Dilma no Senado, previsto para agosto.
É possível que nesse encontro seja marcada data para lançamento dos editais com as regras para concessão dos quatro aeroportos e do terminal portuário, o que pode ocorrer ainda neste ano. Os leilões poderão ocorrer até o início de 2017. Dos sete projetos em discussão, seis estavam no último plano lançado por Dilma.
FERROVIAS
As ferrovias a serem concedidas são a Ferrogrão e dois trechos da Norte-Sul. A primeira tem cerca de 900 quilômetros, com custo estimado em R$ 10 bilhões para construção. Sua principal função é o escoamento da safra de grãos do Mato Grosso para portos nos rios do Pará e, de lá, para a exterior.
Na Norte-Sul, seria concedidos dois trechos, um já construído entre Tocantins e Goiás, e outro até São Paulo, que está em fase final de construção. Somados, têm cerca de 1,7 mil quilômetros.
Os aeroportos na lista são os quatro já anunciados: Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Fortaleza. O investimento estimado é de R$ 8 bilhões. O terminal de passageiros é o do Porto de Recife (PE), também já anunciado.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


COI não quer comprar briga com militares por causa da continência no pódio

Nos Jogos de Toronto-2015, atletas brasileiros que iam ao pódio faziam continência

Jamil Chade, Nathalia Garcia E Paulo Favero

As cenas de atletas brasileiros no pódio, fazendo o sinal da continência, que ocorreu muitas vezes nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no ano passado, devem se repetir na Olimpíada do Rio de Janeiro. Mas este gesto militar constrange o Comitê Olímpico Internacional (COI), que em sua regra 50 diz que é proibido "qualquer manifestação de propaganda política, religiosa ou racial dentro das áreas olímpicas".
Oficialmente, esportistas que usem o pódio para fazer um gesto político ou de referência ao patrocinador podem ser suspensos, multados e até perder medalhas. Em 1968, Tommie Smith foi obrigado a devolver sua medalha depois que fez o gesto do movimento Black Power ao vencer sua prova nos Jogos. Nos bastidores, porém, o COI não quer comprar briga com os militares e seus atletas no Brasil.
Um dos pontos que fazem o COI evitar o conflito neste momento é que foram as Forças Armadas que salvaram parte dos organizadores do Jogos ao assumir o controle das entradas de instalações às vésperas do evento. Os militares, ao assumirem também toda a responsabilidade de segurança sem custos para os organizadores, passaram a ter prestígio dentro do COI.
Em 2015, na época do Pan de Toronto, a reportagem do jornal O Estado de S.Paulo questionou o COI sobre o gesto militar feito pelos atletas brasileiros durante a competição. Na época, a entidade indicou que esse não seria um evento do COI e que, portanto, não lhes caberia comentar.
Agora, o departamento de Comunicação do COI se limita a dizer que "nos Jogos Olímpicos, o COI vai sempre ter um bom senso ao analisar caso a caso as tais saudações militares. Claro que, neste momento, isso é apenas um cenário hipotético", explicou em nota.
Só que a situação hipotética do COI tem tudo para se tornar realidade. Dos 465 atletas do Time Brasil, 145 são atletas militares. E muitos já avisaram que pretendem fazer a continência caso ganhem alguma medalha. É o caso, por exemplo, da esgrimista Amanda Simeão. "Todo soldado brasileiro tem de prestar continência para a bandeira. É obrigatório. Se minha bandeira subir, vou fazer isso. É uma forma de respeito, que precisa ser vista de forma positiva, não como algo político", diz.
Segundo as Forças Armadas, que anualmente investem aproximadamente R$ 15 milhões em salários para os atletas militares de alto rendimento com recursos do Ministério da Defesa, o gesto no pódio não é obrigatório. "Não há nenhuma recomendação por parte das Forças Armadas para que os atletas prestem continência. O ato é uma iniciativa dos próprios atletas, sendo visto como forma de respeito e saudação por parte dos militares", afirmou em nota.

Sistema previdenciário único e os militares

Vencimentos de um comandante de navio são menores que os de um garçom do Senado

Rômulo Bini Pereira

A contar de 12 de maio do corrente ano, o vice-presidente Michel Temer passou a responder como presidente em exercício. Embora seja um mandato provisório e dependente, em curto prazo, de votação no Senado Federal, é dada como quase certa sua investidura no cargo até dezembro de 2018.
Entretanto, a situação crítica que se instalou no País não impede que inúmeras medidas, tanto no campo político como econômico, sejam preconizadas por seus auxiliares imediatos. Algumas delas são extremamente sensíveis e solicitarão debates intensos, como a adoção de um regime previdenciário único.
Governos incompetentes e corruptos, de todos os matizes, claramente assinalados na Operação Lava Jato, têm propiciado o surgimento de graves crises internas, quase sempre impedindo que se anteveja, em curto prazo, uma solução admissível. Para muitos, estamos no “fundo do poço”.
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou, em recentes declarações a órgãos de imprensa, que o presidente interino determinou estudos relativos à adoção de um sistema previdenciário único, que deveria incluir “todos”, inclusive militares. Seria uma das variantes para se sair do “fundo do poço”.
É de indagar, pois não foi bem definido, o que significa esse desejo de incluir “todos” num sistema único. Será que estarão incluídos todos os que, para sua vivência, dependem de recursos oriundos do Tesouro Nacional, a “caixa única”? E estarão incluídos os integrantes do Executivo, do Legislativo, do Judiciário e outros de mesma expressão, como diplomatas e procuradores? Ou será que esse “todos” se refere somente aos militares, por terem privilégios que deveriam ser abolidos? Se for esta última questão, o ministro contará com oposição radical. Os militares das Forças Armadas – ativa e reserva – não aceitam, de modo algum, a pecha de privilegiados. Sua vida de simplicidade e de sacrifícios em todos os níveis hierárquicos é um exemplo para o povo brasileiro.
Como auxílio e esclarecimento ao grupo de assessores ministeriais, há de se considerar a existência de profissões com peculiaridades que justificam regime previdenciário próprio, como é o caso da atividade militar, assim reconhecida em todo o mundo. Eis alguns aspectos dessas peculiaridades: o militar é submetido à dedicação exclusiva e não dispõe de outra fonte de renda; é desprovido de poupança compulsória, como o FGTS; não percebe remuneração adicional por horas trabalhadas além do seu expediente normal; peregrina constantemente pelo território nacional – aí inseridas áreas inóspitas –, o que dificulta a formação de patrimônio que lhe garanta um futuro condigno para si e sua família; recolhe um “desconto vitalício” do início de sua carreira até sua morte, correspondendo à sua pensão militar (9% de seus vencimentos); e, finalmente, desfazendo estereótipos, reembolsa todos os gastos que o Estado lhe concede, tais como plano de saúde, próprio residencial e ensino preparatório e assistencial. Nada é “gratuito”.
As filhas dependentes de militares são sempre consideradas, por alguns economistas desinformados, como vilãs da pensão militar. Seus responsáveis pagam suas cotas estabelecidas (1,5%) de seus vencimentos e esse benefício está em extinção desde 2001. Um cálculo atuarial realizado na década de 1990 demonstrou que essa conta não era deficitária. Seriam necessários 2 milhões de dependentes para que o benefício ocasionasse algum déficit em relação ao Orçamento da União. É muita fertilidade para os casais militares.
Como se não bastassem essas peculiaridades, ainda há a comprovada defasagem salarial com que o militar convive há anos. Apesar do “substancial” aumento de 5% concedido no corrente ano, seus salários apresentam enorme defasagem em relação a outras carreiras. Como exemplo, em relação ao soldo e ao escalonamento vertical, o último posto da carreira militar – almirante de esquadra – tem seus salários, após 50 anos de serviço, equiparados ap de qualquer iniciante das carreiras de Estado, principalmente do Judiciário e da Procuradoria-Geral da República, ou até mesmo de um oficial intermediário de nossas Polícias Militares. Nas redes sociais, em notas comprovadas, os vencimentos de um piloto de caça, de um comandante de navio ou de uma unidade operacional são menores que os de um motorista e um garçom do Senado. Uma constatação vexatória, humilhante e que depõe contra qualquer Estado democrático, redundando em inevitável desmotivação profissional. A evasão de oficiais e praças que hoje se verifica nas Forças Armadas é um fato altamente significativo e preocupante.
Não se deseja nenhuma recompensa imerecida. O que se quer é assegurar um final de vida digno a homens e mulheres que, no alvorecer de sua vida, optaram por servir ao País sob quaisquer condições, o que configura um ato de idealismo e abnegação. Os militares das Forças Armadas não têm poder ou representação política, não entram em greve ou desencadeiam operações-padrão, nem passa pela cabeça deles o desejo de fazer passeatas e bloqueios ilegais de ruas. Têm sido, sim, nestes anos de Nova República, o ponto de sustentação e de equilíbrio da frágil democracia brasileira. Os “esquerdopatas”, os intelectuais gramscistas do Foro de São Paulo e os lulopetistas que o digam.
É de bom alvitre lembrar ao grupo de estudos da Casa Civil que negar tratamento diferenciado aos diferentes é desprezar um princípio básico de justiça. Ao Congresso Nacional, legítimo foro de encaminhamento de todo esse processo, competirá decidir esse árduo encargo. A Nação espera que isso seja conduzido de forma racional, com serenidade e sem emoção, de modo que não sejam cortados os direitos adquiridos e outorgados às Forças Armadas. Ferimentos dessa natureza, se infeccionados, podem trazer reflexos indesejados.
* RÔMULO BINI PEREIRA É GENERAL DE EXÉRCITO, FOI CHEFE DO ESTADO-MAIOR DE DEFESA
PORTAL UOL


RN envia para presídios federais 21 acusados de liderar ataques no Estado


Aliny Gama

Vinte e um presos do Rio Grande do Norte acusados de liderar a série de ataques criminosos que atingiu Natal e 37 cidades do interior do Estado, desde o último dia 29, estão sendo transferidos, nesta sexta-feira (5), para presídios federais no Mato Grosso do Sul, em Rondônia e no Paraná.
Os escolhidos foram lideranças da facção criminosa Sindicato do Crime do RN, apontada como autora dos atentados, ocorridos um dia depois que bloqueadores de sinal de celular foram instalados no PEP (Presídio Estadual de Parnamirim), localizado na região metropolitana de Natal. O governo do Estado afirmou que em até 90 dias bloqueadores também serão instalados nas outras unidades prisionais potiguares.
A transferência foi autorizada pelo Departamento Penitenciário Nacional. Os presos estão sendo submetidos a exames de corpo de delito no Instituto Técnico Científico de Polícia, em Natal, para seguirem para o aeroporto de Natal, localizado em São Gonçalo do Amarante, região metropolitana. O horário do voo não foi informado ainda, mas eles já foram retirados do presídio de Parnamirim.
Entre os transferidos está João Maria dos Santos Oliveira, um dos líderes da facção. Ele estava foragido da Justiça desde dezembro do ano passado, quando saiu do PEP com um alvará de soltura falso. Oliveira foi preso no último domingo (31), em Parnamirim.
Na última segunda-feira (1º), cinco presos apontados como líderes de facção e acusados de ordenar os ataques também foram transferidos. O grupo está custodiado no presídio federal de Mossoró.
Dois homens apontados pelo serviço de inteligência da polícia como os líderes dos ataques nas ruas em Natal foram presos. Na terça-feira (2), a Polícia Civil prendeu Daniel Silva Carvalho e, no domingo (31), João Maria dos Santos de Oliveira.
Os outros presos transferidos hoje são: Bruno Mitchel Carvalho de Farias, Christian Lutianne Costa de Lima, Cleiton Miranda Lins, Djackson Hyzacky Moreira da Silva, Francisco Frank Dantas da Costa, Gerson Menezes, Gilbeto da Cruz Silva, Igor dos Santos Peixoto, João Maria dos Santos Oliveira, José Wilson Trajano de Freitas, Josenildo Medeiros da Silva, Josenildo Augusto da Silva, João Paulo Souza da Silva, Leonardo Victor Cavalcante Soares, Luanderson Inácio de Souza Cunha, Marcos Antônio Oliveira da Silva, Renato da Silva Climaco, Rosivaldo Barbosa da Silva, Sebastião Figueira da Costa Júnior, Walleano Luabson Cruz dos Santos e Zadonaide Fernandes Nunes.
Nesta sexta-feira (5), a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social informou que a noite foi tranquila em Natal, sem registro de ataques criminosos. Seis ônibus corujões que fazem linhas na madrugada rodaram em Natal sem registro de violência. A Guarda Municipal escoltou os veículos o tempo todo, segundo o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Natal.

Forças Armadas
Para ajudar no combate ao crime, 1.200 homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica chegaram a Natal para reforçar as ações de segurança. A Operação Potiguar, como foi denominada as ações integradas das Forças Armadas em conjunto com as Polícias Civil e Militar do Rio Grande do Norte, recebeu 920 profissionais do Exército, 220 da Marinha e 60 da Aeronáutica.
Segundo o último boletim da Secretaria da Segurança Pública, divulgado às 19h45 desta quinta (4), 106 pessoas foram presas ou apreendidas acusadas de participarem de atos de vandalismo no Estado.
Já foram registradas 109 ocorrências, sendo 63 incêndios, 31 tentativas de incêndios, sete atentados usando arma de fogo com disparos feitos contra prédios públicos e proximidades, quatro envolvendo artefatos explosivos e quatro depredações. Até agora, 32 ônibus e micro-ônibus foram queimados.
Na noite de quarta (3), presos do PEP, inconformados com o funcionamento dos bloqueadores de sinal de telefonia móvel, tentaram danificar os aparelhos provocando incêndio no muro da unidade prisional. Eles usaram pedaços de colchões, lençóis e madeira para fazer uma fogueira junto ao muro e atingir a torre do bloqueador.

Técnico australiano é detido ao furar fila na Vila Olímpica


Bruno Doro E Luiza Oliveira

Um técnico australiano, que faz parte da delegação da Coreia do Sul, foi detido por ato de desobediência na tarde desta sexta (05), quando tentava entrar na Vila Olímpica do Rio, onde ficam os atletas que participam dos Jogos.

O treinador tentou furar a fila formada pelos membros das Forças Armadas que fazem a segurança do local e foi conduzido ao 42º DP do Rio. O delegado delegado João Luiz Carlos informou que o australiano furou a fila duas vezes na área de transporte da Vila e ainda deu "tchau" para as autoridades.
O agente da força nacional q sofreu a desobediência disse que o cara entrou na Vila, foi retirado, então ele entrou de novo e foi retirado novamente. Foi então que resistiu e acabou sendo contido e conduzido à delegacia.
Ele assinou um termo circunstanciado e será liberado em seguida por se tratar de um episódio de "menor importância". Depois, terá de se apresentar no juizado no Rio de Janeiro. A partir da próxima semana haverá um juizado especial em ambiente olímpico para essas coisas.

JORNAL EXTRA


Britânica do rúgbi chama a atenção por porte físico musculoso


Bruno Marinho

Um dos favoritos ao ouro olímpico no rúgbi, o time feminino da Inglaterra possui uma jogadora que impõe respeito. Heather Fisher é uma das líderes da equipe e destoa das demais também pelo porte musculoso.
A jogadora apresenta também um visual careca, mas essa não se trata de uma escolha. Portadora de alopécia, uma doença que causa a queda do cabelo do corpo, ela é uma celebridade na Inglaterra tanto pela carreira quanto por ser uma embaixadora da enfermidade no país.
Aos 32 anos, ela treinou no Clube da Aeronáutica, na Barra da Tijuca, na manhã desta sexta-feira, com o restante da equipe inglesa. No campo ao lado, o time brasileiro também acertava os últimos detalhes para a estreia. Brasileiras e inglesas se enfrentarão no sábado, às 12h, em Deodoro.
PORTAL VEJA.COM


Rio-2016 vai receber R$ 270 mi do governo para cobrir gastos

Repasses dos governos federal e municipal serão usados nas cerimônias de abertura e encerramento

Os governos federal e municipal vão socorrer o comitê organizador da Rio-2016 com 270 milhões de reais para cobrir os gatos com as cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada e da Paralimpíada, disse o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha nesta quinta-feira.
De acordo com o ministro, desse montante 150 milhões de reais virão da prefeitura e os 120 milhões de reais restantes do governo federal. O comitê organizador dos Jogos vem operando no vermelho e corre contra o tempo para não fechar os eventos esportivos com déficit.
"A demanda era de 200 milhões de reais, mas chegamos a 270 milhões de reais", disse o ministro a jornalistas após participar de uma reunião com autoridades de segurança no Rio.
O déficit do comitê Rio 2016 foi assunto nesta quinta, na véspera da abertura dos Jogos, da reunião sobre segurança do Centro Integrado de Comando e Controle da qual participaram, além de Padilha, os ministros da Defesa, Raul Jungman; da Justiça, Alexandre de Moraes, e representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Polícia Federal, entre outros.
Após a reunião, Padilha elogiou a preparação para a Rio-2016 e prometeu que o evento será "o maior de todos os tempos". "Conseguimos chegar, sem nenhuma pendência, ao início dos Jogos. Tudo o que foi previsto, foi consolidado. Portanto, nós estamos preparados para fazer no Brasil aquele que será, sem dúvida nenhuma, o maior evento de todos os tempos, em território nacional, e um dos maiores eventos do mundo".
Autoridades estrangeiras
O ministro da Casa Civil afirmou que até agora cerca de cinquenta autoridades estrangeiras confirmaram presença na cerimônia de abertura dos Jogos, que acontece nesta sexta-feira no Maracanã. Um número inferior aos 80 que foram a Pequim-2008 e aos 70 de Londres-2012.
Padilha reconheceu que o número é menor do que havia sido imaginado e atribuiu esse fato às incertezas geradas pela interinidade do presidente em exercício Michel Temer, em meio ao processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. “A interinidade é causa de algum tipo de restrição a participação, reconhecemos… Gostaríamos que já tivesse havido a decisão do Senado”, disse o ministro.

Festa de abertura da Rio-2016 empolga imprensa internacional

Ritmos brasileiros e a top Gisele Bundchen são destaques na cobertura internacional do evento no Maracanã

Samba, funk, maracatu, bossa nova… e Gisele Bündchen. A festa musical brasileira no Maracanã e a presença da top empolgam a imprensa internacional. “Espetacular”, resumiu um dos jornalistas do americano New York Times.
O jornal Washington Post ressalta que o público acompanhou em coro o “cantor de samba muito amado” Zeca Pagodinho. “Os brasileiros conhecem as letras de centenas e centenas de músicas, portanto esses coros são muito comuns”, diz o Post.
A rede BBC destaca a reação positiva de seus leitores nas redes sociais e elogiou a cerimônia com um tuíte em sua conta no microblog: “Não sei quanto a vocês, mas nós estamos impressionados até agora pela #CerimoniadeAbertura da #Rio2016. Uau!”
O desfile da top brasileira Gisele Bündchen também é destaque na cobertura internacional. “Gisele acaba de entrar. Alguma outra coisa importa?”, pergunta o jornal Washington Post, enquanto Gisele atravessa o cenário da abertura ao som de Garota de Ipanema.
A modelo de 36 anos também impressionou os hermanos do jornal argentino La Nación, que chamou Gisele de “a garota de Ipanema mais sensual da cerimônia”.
O britânico The Guardian elogiou a apresentação de Daniel Jobim, neto do compositor Tom Jobim, da famosa Garota de Ipanema. O jornal ressalta que essa é a “segunda música mais tocada na história”, atrás apenas de Yesterday, dos Beatles, mas a cerimônia de abertura “nos lembrou que Garota de Ipanema é 20 MILHÕES DE VEZES MELHOR QUE YESTERDAY”, brinca o Guardian. E não poupa ainda elogios à bela Gisele, “que vem e que passa, num doce balanço a caminho do mar”.
A modelo Gisele Bündchen desfila no estádio do Maracanã durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016
Maracatu? Gambiarra?
Enquanto noticiam os eventos relacionados à cerimônia de abertura, as publicações estrangeiras explicam aos seus leitores termos típicos brasileiros, como maracatu e gambiarra.
O NYT tenta explicar a ‘gambiarra’, celebrada no evento e descrita pelos organizadores como o “talento brasileiro para transformar quase nada em algo grandioso”. “Acho que eles querem dizer que isso teve um baixo custo e pouca tecnologia, mas tem muita energia, orgulho e emoção”.
O Washington Post resumiu em poucas palavras o maracatu: “um amontoado de sons de bateria”. “É a real celebração da rica cultura musical do Brasil”, disse o jornal americano sobre a festa da abertura de cerimônia da Rio-2016.
Inventor do avião
A agência de notícias Associated Press lembrou a polêmica envolvendo a invenção do avião, creditada aos Irmãos Wright fora do país, no momento da homenagem a Santos Dumont na cerimônia de abertura. “No Brasil, eles dizem que Alberto Santos Dumont é o inventor – e que os Irmãos Wright inventaram, na verdade, uma máquina de saltar”, explicou a AP.

REVISTA ÉPOCA


Operação das Forças Armadas conta os dias para a Rio 2016 acabar em paz

Para cumprir a missão de evitar incidentes, militares patrulham ruas, instalações olímpicas, estações ferroviárias e a orla carioca. Confira o infográfico interativo

Hudson Corrêa

Os comandantes da operação das Forças Armadas nas Olimpíadas fazem uma contagem regressiva diferente: a cada manhã, eles anotam quantos dias faltam para os Jogos 2016 acabarem em paz; sem qualquer incidente grave e com o sucesso do esporte sendo o único protagonista. Para cumprir a missão, o Ministério da Defesa montou uma verdadeira operação de guerra no Rio de Janeiro. São 22 mil homens, com fuzis, blindados, helicópteros, navios e aviões, que patrulham pontos vitais para a segurança. “Missão dada é missão cumprida”, diz o coronel do Exército Mário Medina, porta-voz das ações militares, lembrando a famosa frase do filme “Tropa de Elite”, de José Padilha.
Policiais que integram a Força Nacional enfrentam a insegurança no Rio de Janeiro
O aparato começa no aeroporto internacional do Galeão, local de desembarque de atletas, chefes de Estado e turistas. As arenas esportivas, estádios e ginásios estão protegidos, bem como as avenidas e estações metroferroviárias de acesso aos locais de competição. Os soldados patrulham de ponta a ponta a Linha Amarela e a Transolímpica, corredor de BRT que liga a região do Parque Olímpico ao Complexo de Deodoro, onde também há arenas. A operação ocorre ainda num trecho da avenida Brasil, na saída da Transolímpica até o viaduto de Guadalupe, na zona norte. O Exército também cuida da Linha Vermelha, da saída do aeroporto até o começo da Linha Amarela.
Nem tudo é céu de brigadeiro. Preocupam dois locais que terão grande concentração de pessoas: o Boulevard Olímpico, onde haverá shows às margens da Baía de Guanabara, e o bairro boêmio da Lapa, no centro da cidade. A segurança dessas áreas está sob a responsabilidade da Polícia Militar.
Rio de Janeiro: uma cidade amedrontada
Também tiram o sono dos oficiais das Forças Armadas os traficantes escondidos em favelas cariocas, como o Complexo da Maré, no caminho do aeroporto do Galeão. Na quarta-feira (3), o ônibus da equipe masculina de basquete da China ficou no meio de um tiroteio, próximo à Maré, entre a Linha Amarela e Linha Vermelha. Não há notícias de feridos. A Maré já deveria ter uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), mas por falta de dinheiro o governo do Estado adiou a instalação.
Por que o Rio de Janeiro está vulnerável a um atentado
Uma terceira ameaça são os riscos de um ataque terrorista amplificados pelos recentes atentados na Europa. Se a ameaça se tornar real, as Forças Armadas acionarão a sua “tropa de elite”: 2.500 militares da Brigada Paraquedista com treinamento para enfrentar o pior. Eles podem saltar de paraquedas nos locais que por ventura estejam conflagrados na cidade. Ninguém espera vê-los no céu.

PORTAL BBC


Rio 2016: cinco temas sensíveis para prestar atenção durante a festa de abertura

Apesar de todo o segredo, muitos detalhes sobre a cerimônia de abertura dos Jogos Rio 2016 se tornaram conhecidos nos últimos dias. De tão comentados, alguns teriam até já sido alterados tamanha a repercussão negativa gerada entre a população e a imprensa.

Jefferson Puff Bbc Brasil

Diante do que foi divulgado, a BBC Brasil mapeou cinco pontos que podem criar polêmica durante o evento marcado para esta sexta-feira às 20h no Maracanã, no Rio de Janeiro, quando cerca de 3 bilhões de pessoas ao redor do mundo devem assistir ao show que declarará oficialmente aberta a primeira Olimpíada da América do Sul, após sete anos de preparação.
A reportagem ouviu cinco especialistas para comentar o que seria a simulação de um assalto à modelo Gisele Bündchen (que teria sido eliminado do script após as críticas), o uso de elementos como samba e funk e a discussão sobre clichês brasileiros, o segmento em que os 12 mil atletas devem ser convidados a plantar mudas de árvores e o legado ambiental dos Jogos, o estímulo à diversidade sexual e a inserção inédita dos LGBTs, e a forma como o Brasil será mostrado para o mundo.
1 - Assalto e violência: "Ideia estapafúrdia, piada de extremo mau gosto"
Segundo a imprensa os organizadores da cerimônia de abertura planejavam um segmento em que, ao som de Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, a modelo internacional Gisele Bündchen desfilaria pelo campo do Maracanã e seria abordada por um jovem carioca numa tentativa de assalto. Pouco depois
policiais abordariam o assaltante, que seria protegido pela gaúcha.
O tema gerou tamanha repercussão negativa entre a população e a mídia que um dos diretores artísticos do espetáculo, o cineasta Fernando Meirelles, que dirigiu o filme Cidade de Deus, veio à público para negar a inclusão do segmento. "(Seria como) essa coisa que acontece de alguém invadir o campo, e os caras (policiais) vão tirar. Era para fazer uma selfie", disse em coletiva de imprensa.
No Twitter, Meirelles chegou a negar que o "assalto" tivesse sido incluído na abertura, apesar de fotos e vídeos publicados na imprensa após um ensaio geral no último domingo.
Para Julita Lemgruber, ex-ouvidora da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, incluir um assalto na abertura dos Jogos seria algo "absurdo".
"Felizmente alguém com o cérebro funcionando acordou a tempo e percebeu que tratava-se de uma ideia estapafúrdia. Quando li isso na imprensa nem pude acreditar que de fato era uma proposta, pensei que só poderia ser uma piada de extremo mau gosto", diz.
Na visão da especialista, a análise passa mais pelo impacto que o segmento teria sobre os brasileiros do que a mensagem que poderia passar para o mundo. "Não vou ficar elocubrando sobre a visão que o estrangeiro teria sobre algo que nem vai mais acontecer. O fato é que devido ao número de homicídios no Brasil e a situação da segurança pública no Rio de Janeiro, com a falência das UPPs e um clima dramático, seria como fazer chacota da situação, algo totalmente inaceitável", diz.
Lemgruber também destaca o contraste entre a presença de policiais, Força Nacional e militares nas áreas de competições olímpicas, sobretudo a Barra da Tijuca e a Zona Sul do Rio, e a situação atual em favelas como a Maré e o Alemão, que nos últimos dias têm sido alvo de operações policiais e intensos tiroteios.
"De um lado temos a tranquilidade trazida pela forte militarização nas áreas da Olimpíada, e do outro as cenas absolutamente dramáticas para quem mora nas favelas do Rio, que têm acordado com tiroteios todos os dias. De um lado a presença massiva de forças de segurança, e do outro essa higienização. É quase um teatro, uma pantomima da realidade. No palco essa farsa, e nas coxias, nos bastidores, esconde-se o que ninguém quer mostrar", avalia.

2 - Mudas de árvores e legado ambiental: "Nada mais do que uma peça de marketing"
Outro tema que pode gerar polêmica é o da sustentabilidade e legado ambiental dos Jogos. Segundo informações divulgadas pela imprensa, os 12 mil atletas que desfilarão pelo Maracanã quando cada delegação será anunciada devem ganhar mudas de árvores que serão plantadas no Parque Radical, no Complexo de Deodoro, na zona norte do Rio, o que deve dar início a uma espécie de "floresta olímpica" no futuro.
Para o biólogo Mário Moscatelli, ativista que encabeça campanhas e apelos pela despoluição e recuperação da baía de Guanabara e do sistema de lagos do Rio de Janeiro há quase 30 anos, o segmento não é "nada mais do que uma peça de marketing, um ato carnavalesco, espetaculoso, que não se preocupa com o que virá depois".
"Não é missão dos atletas salvar a natureza. Eles estão aqui para competir. Serão 12 mil árvores, e eu espero que ao menos 10% delas sobrevivam. Plantar é fácil, cuidar é difícil. Vamos ver quantas sobreviverão daqui um ano", indica.
Sobre as polêmicas em torno da ausência de legado ambiental dos Jogos no Rio de Janeiro, Mario ressalta tratar-se de "mais uma promessa não cumprida, a exemplo do que ocorreu nos Jogos Panamericanos, em 2007".
Os organizadores tinham prometido tratar 80% do esgoto que deságua na baía de Guanabara. Mas, segundo o Estado do RJ, eles conseguiram apenas aumentar a taxa de 11% para 51% - e não foi possível despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas nem as lagoas da região da Barra da Tijuca e Jacarepaguá,
"Não se pode falar em zero legado ambiental, porque trataram um pouco do esgoto que chega à baía. Nos prometeram um avião Jumbo e nos entregaram um teco-teco. Adianta muita coisa? E se houver crítica na mídia e entre a população, após a abertura, é tarde demais. Para a natureza, pouco importa criticar agora. Isso deveria ter sido feito cinco anos atrás", diz.
Moscatelli lamenta o que considera uma "oportunidade perdida". "Mais uma vez perdemos uma chance, como nos Jogos Panamericanos. Vai demorar para termos um estímulo tão grande como uma Olimpíada para resolvermos os problemas da baía e das lagoas", ressalta.

3 - Samba, funk e clichês: "Somos múltiplos, mas ao nos apresentarmos e dizer quem somos é impossível não haver reducionismos"
Apesar de terem anunciado o distanciamento de clichês e estereótipos para ilustrar a cultura brasileira, segundo relatos da imprensa, os organizadores incluíram na abertura diversos segmentos em que aparecem o samba e o funk, além de terem convidado cantores e artistas que construíram suas carreiras em torno destes ritmos. Ao lado de cada delegação devem entrar ritmistas tocando tamborins e cuícas e, ao final do show, escolas de samba como Mangueira, Portela e Mocidade Independente transformarão o Maracanã num grande Carnaval.
Para Roberto DaMatta, um dos mais respeitados antropólogos do país, historiador formado pela UFRJ e PhD em antropologia pela Universidade de Harvard, apesar das críticas e polêmicas que a inclusão dessas referências podem suscitar, é normal que ao nos "apresentarmos para o outro, ocorram reducionismos".

"É muito difícil não cair em clichês e estereótipos porque ao dizer quem somos estamos essencialmente fazendo um exercício de redução. Na realidade, sabemos que somos múltiplos, mas neste momento precisamos colocar uma etiqueta que diga que somos brasileiros, isso é natural, não tem saída", disse ele à BBC.
Para ele, se a cerimônia ocorresse na Alemanha, seriam retratados elementos como a cerveja, as paisagens da Baviera, a Oktoberfest. Se fosse na França, apareceriam Edith Piaf, queijo camembert e o can-can, se fosse na Itália, certamente estaria incluída uma referência a alguma ópera ou até ao Vaticano e ao papa, e se fosse na Rússia começaria com a apresentação de um balé russo.
"Pelo que eu ouvi na mídia não vai ser só samba e funk. Também vai ter bossa nova, tropicália, Gilberto Gil, Caetano Veloso, referências às praias cariocas, à hospitalidade brasileira", diz.
Sobre o momento em que o 14 Bis, invenção de Santos Dumont no início do século 20, é montado e levanta voo em pleno Maracanã, e as possíveis criticas de que este seria um dos poucos momentos em que grandes conquistas do Brasil são ressaltadas no show, DaMatta diz que seria difícil retratar outros feitos que não esse.
"Não inventamos nada. Não temos uma grande marca de automóveis, não temos nenhuma grande invenção tecnológica que não o 14 Bis. Como é que você mostraria o Carlos Chagas descobrindo a doença de Chagas num show como esse? Com um microscópio no meio do estádio? O que mais incluiríamos além do Santos Dumont?", questiona.
DaMatta diz que, apesar das potenciais críticas, o brasileiro precisa ter em mente que, apesar do fato de o momento ser de crise inédita na história contemporânea do país e que "não se trata do momento ideal para sediar uma Olimpíada", há outros lugares do mundo em situação pior. "Imagina fazer uma Olimpíada em Paris neste momento, com o número de ataques terroristas lá recentemente. Quem iria?", diz.
4 - LGBTs e diversidade sexual: "É melhor do que nada, mas Brasil ainda mata muito
os LGBTs e momento atual é de retrocesso"
Incluído na abertura dos Jogos como um dos pontos de destaque, o tema da diversidade sexual deve gerar debate tanto entre os setores conservadores que desaprovam a ascensão dos LGBTs e da união entre pessoas do mesmo sexo, como entre ativistas da área, devido ao potencial uso de clichês ou ausência de críticas ao Brasil.
Felipe Oliva, ex-membro do Conselho Municipal de Políticas LGBT de São Paulo e integrante do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero, vê com bons olhos a inserção da temática no show e a participação da modelo internacional Lea T, primeira transexual a ter papel de destaque numa abertura na história dos Jogos.
Para ele, no entanto, é importante lembrar que, apesar de todo o clima de festa e celebração da diversidade, os LGBTs ainda são mortos em grande número no Brasil e o país trilha atualmente um caminho de retrocesso e obscurantismo na área.
"Há uma forte contradição entre a teoria e a prática. É interessante terem dado essa oportunidade inédita aos transexuais, mas ao mesmo tempo o Brasil é o país que mais mata transexuais e travestis no mundo", diz.
Dados da ONG Transgender Europe (TGEU) compilados entre janeiro de 2008 e março de 2014 indicam que o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo, com 604 mortes registradas no período. De acordo com o Grupo Gay da Bahia, que há anos compila os índices de assassinatos de LGBTs, somente em 2015 foram 318 mortos, sendo 52% gays, 37% travestis, 16% lésbicas e 10% bissexuais. Em 2014 foram 326 assassinatos. O levantamento é feito em 187 cidades brasileiras.
"Espero que além da festa, o momento sirva para as pessoas refletirem sobre o fato de que o país ainda não aprovou a criminalização da homofobia nem a lei que permite que transexuais e travestis alterem seus nomes em documentos de forma universal. Além disso, deve-se ressaltar que o governo interino atualmente no poder eliminou o ministério encarregado dos direitos humanos onde estava incluída a atenção aos LGBTs e já recebeu a bancada conservadora e religiosa para reuniões mas recusou sentar-se à mesa com os movimentos LGBTs", avalia.
Para Oliva, apesar de avanços nos últimos anos e da inserção histórica na cerimônia de abertura, o consenso entre os movimentos LGBTs é de o momento atual no país é de "retrocesso e medo do que está por vir".

5 - Etnias, crise, "gambiarras" e possíveis vaias: "Estrangeiros devem só reforçar imagem que já têm do Brasil"
Ao longo dos preparativos para a cerimônia de abertura dos Jogos os organizadores não esconderam que a crise econômica, que forçou redução de 30% no orçamento do Comitê Rio 2016 e por consequência diminuiu as verbas para o show, foi um fator importante nas decisões sobre o que incluir e o que deixar de fora.
Em fevereiro, o vice-presidente do consórcio responsável pelos eventos da Olimpíada, Flávio Machado, negou, em entrevista à BBC Brasil, que as cerimônias fossem ser "simples", mas reconheceu que as verbas eram muito menores do que as de Londres (2012) e Pequim (2008), por exemplo, e que diretores artísticos precisariam ter criatividade por não poderem "esbanjar".
Além disso, ele ressaltou que o clima no país não era propício a exageros. Diante disso, muitos elementos do show teriam se apoiado em "gambiarras", ou improvisos, que também seriam retratados como uma das forças do brasileiro.
A imprensa também divulgou recentemente que no momento de ressaltar a história e a composição étnica brasileira, a cerimônia mostra índigenas, africanos e portugueses, mas não dá destaque às diversas ondas de imigração que ajudaram a formar a população do país.
Para Guilherme Casarões, professor de Relações Internacionais da FGV e da ESPM, tais aspectos devem somente reforçar a imagem que o mundo já tem do Brasil. "Elementos como esses tendem a reforçar a imagem do jeitinho brasileiro, do país que faz tudo em cima da hora", diz.
Sobre a crise econômica, o especialista considera que será algo indissociável quando a mídia estrangeira avaliar a abertura. "Anos atrás, a imprensa de fora ainda era otimista, enquanto o Brasil já dava sinais de crise. Agora perderam essa ingenuidade. É natural que não tenhamos uma abertura tão grandiosa como a de Londres ou Pequim. Houve limite orçamentário e não seria condizente com a situação atual do país", avalia.
Casarões diz que teria sido interessante incluir outros grupos étnicos que ajudaram a construir a população brasileira, como japoneses, italianos, alemães, judeus, libaneses, sírios, e, mais recentemente, haitianos. "Seria complicado, no entanto, decidir se incluiriam todo mundo. Se ficasse alguém de fora haveria críticas. Outra coisa é que a sociologia brasileira tem essa ideia cristalizada de que a formação do país é realmente de índios, africanos e portugueses", diz.
Em meio às especulações na imprensa de que o pronunciamento do presidente interino Michel Temer seja acompanhado de vaias e de como isso pode repercutir para o mundo, Casarões acredita que não há como esconder a crise.
"Anos atrás a mídia estrangeira ainda era otimista com o Brasil, apesar de já darmos sinais de derrocada. Agora, a crise econômica e política é tão escancarada que ninguém tem mais ingenuidade com a nossa situação. Se houver vaias, serão um infeliz sintoma do momento que o país está atravessando e entre os estrangeiros dificilmente haverá surpresa ou choque. É o que estão esperando", diz.

AGÊNCIA BRASIL


TSE pede a Temer permanência de militares no Rio após Olimpíada


André Richter Repórter Da Agência Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, pediu hoje (5) ao presidente interino Michel Temer a permanência do efetivo das Forças Armadas no Rio de Janeiro após a Olimpíada. Em ofício enviado a Temer, o ministro justificou que a medida é necessária para garantir a segurança das eleições de outubro.
Mendes atendeu pedido do governador do estado do Rio de Janeiro em exercício, Francisco Dornelles, e da Justiça Eleitoral, que solicitaram apoio de tropas de segurança após recentes casos de assassinatos de pré-candidatos às eleições municipais deste ano.
A Polícia Federal (PF) investiga pelo menos dez casos de homicídios de pré-candidatos em municípios da Baixada Fluminense.
Nas eleições municipais de 2012, cerca de 140 municípios foram autorizados pelo TSE a contarem com efetivo de tropas federais para auxiliar na segurança do pleito.

OUTRAS MÍDIAS


Defesa Aérea & Naval


Em vídeo, militares da Aeronáutica desejam boa sorte aos atletas do Time Brasil

Na véspera de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Força Aérea Brasileira (FAB) publica uma mensagem de boa sorte a todos os atletas do Time Brasil. Com pouco mais de dois minutos, o vídeo reúne mensagens de militares de diversas áreas e regiões do País.
O vídeo encerra com o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, afirmando que todos estão torcendo pelos atletas. “O nosso coração e a nossa atenção estão voltados para eles, que terão sempre a nossa força e o nosso apoio durante as competições” afirma.
Com 465 atletas, esta é a maior delegação brasileira no evento. Destes, 30% são atletas militares.

PORTAL N1 BAHIA (BA)


Forças de segurança garantem a tranquilidade dos torcedores

Pessoas transitando pelos arredores da Arena Fonte Nova, passageiros utilizando os serviços do metrô, ângulos variados do estádio e as fachadas dos principais hotéis. Tudo é monitorado pelo Centro de Operações e Inteligência de Segurança Pública 2 de Julho nesta quinta-feira (4), dia que marca o início da participação de Salvador nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Instalada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), a unidade recebe em tempo real informações que orientam um trabalho integrado, envolvendo polícias Militar, Civil, Técnica e Federal, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Exército, Marinha e Aeronáutica, entre outros órgãos públicos.
Aproximadamente 4 mil profissionais da segurança pública estão mobilizados para garantir a ordem na capital baiana até 13 de agosto, quando acabam os Jogos Olímpicos. Nove portais de segurança foram montados no perímetro da Arena Fonte Nova para a revista de torcedores.

O conjunto de ações reforça a tranquilidade de quem foi assistir à rodada dupla do futebol masculino, com as partidas México x Alemanha e Fiji x Coreia. “A gente sabe que é necessário que as forças de segurança atuem com esse cuidado. Encontramos policiais por todos os lados e nos sentimos seguros com isso. Viemos nos divertir e as ações de revista, inclusive, nos dão tranquilidade”, afirmou o contador Marcelo Medrado.
Unidades móveis

Estacionado em frente à Arena Fonte Nova, o Centro Integrado de Comando e Controle Móvel envia imagens da região ao Centro de Operações, garantindo maior agilidade na tomada de decisões estratégicas. Ainda em frente ao estádio, a Delegacia Móvel da Polícia Civil tem facilitado o registro de ocorrências. No local também estão posicionadas viaturas do Corpo de Bombeiros e Unidades Móveis do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Estão sob a responsabilidade da Secretaria da Segurança Pública (SSP) o policiamento nos pontos turísticos da capital baiana, nas estradas, no Aeroporto e nos locais de exibição dos jogos, incluindo a Arena Fonte Nova, além da escolta das delegações e a proteção à rede hoteleira onde os atletas ficam abrigados.

Defesa.Gov


Esquadrão Hórus participa da defesa aérea nos Jogos Olímpicos

Mais de 50 militares do Esquadrão Hórus (1°/12° GAV) estão no Rio de Janeiro para participar da defesa aérea durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. A unidade, sediada na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, opera aeronaves remotamente pilotadas (RPA).
Para a missão Rio 2016 serão utilizados os RPA de modelo Hermes 450, que tem capacidade para voar diurna e noturnamente e podem fazer revezamento em voo, o que permite que o esquadrão mantenha a vigilância 24 horas por dia. Eles são responsáveis pelo reconhecimento aéreo. Para isso, os operadores estudaram a geografia e os aspectos populacionais, entre outros, dos pontos de interesse.
"Nós temos condições de detectar qualquer movimentação estranha, como atitudes, objetos suspeitos, manifestações que possam atrapalhar algum comboio", explica o capitão aviador David Inácio Gurgel de Oliveira Junior.
O trabalho é realizado em conjunto com o Exército Brasileiro, por meio da Coordenação Geral de Defesa de Área (CGDA). Assim, as alterações, transmitidas em tempo real pelas aeronaves, servem como base para o acionamento das equipes de segurança em terra.
A operação das aeronaves do Hórus é feita a partir de shelters (abrigos). Embora os pilotos de RPA não estejam sujeitos às condições físicas de um voo usual, eles acreditam que as missões exijam mais esforço mental. "Os sistemas e procedimentos de controle de tráfego, por exemplo, são os mesmos. Mas, nesse tipo de pilotagem nós temos menos consciência situacional e perspectiva, não sabemos tudo que está ocorrendo à volta do avião", diz um dos operadores.
"Participar da defesa aérea na Olimpíada é uma responsabilidade muito grande, por ser um evento de abrangência mundial. Mas estamos preparados para assessorar da melhor maneira", completa o militar.

PORTAL ICMBIO


Prossegue incêndio na Chapada dos Guimarães

ICMBio mobiliza mais brigadistas para conter as chamas que já destruíram 1.200 hectares de vegetação no parque nacional no Mato Grosso
Prosseguem os trabalhos de combate ao incêndio florestal no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. No momento, as equipes estão divididas em duas frentes, uma combatendo no flanco direito, nas proximidades da MT 251, e outra na cabeça do incêndio, próximo à margem esquerda do Rio Paciência. Imagens de satélite indicam que foram queimados, até o momento, 1.200 hectares no interior do parque.
O fogo, que começou no domingo, atinge vegetação mais densa, o que propicia o aumento da fumaça. A visibilidade na Rodovia MT 251, que passa ao lado do parque, está prejudicada. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que administra a unidade de conservação (UC), recomenda cautela redobrada aos motoristas que trafegam na área, por conta da fumaça concentrada, da presença de brigadistas na pista e de eventuais chamas na vegetação na faixa de domínio da rodovia.
Reforço
O ICMBio mobilizou brigadistas da Estação Ecológica de Taiamã e do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, que ficam no Mato Grosso, para reforçar o combate às chamas. A visitação no Véu de Noiva, um dos principais atrativos do parque, foi suspensa , pois o local abriga as equipes externas, viaturas e equipamentos.
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM/MT) participa da operação. O Destacamento de Controle do Espaço Aéreo (DCEA-GI), da FAB, emprestou equipamentos de combate ao fogo. Servidores da Coordenação Regional do ICMBio e voluntários dão apoio na logística.
Portão do Inferno
Na tarde de ontem, as chamas atingiram o Portão do Inferno e as margens da MT 251, que liga Cuiabá à Chapada. Brigadistas precisaram interromper o trânsito para garantir a segurança dos motoristas e realizar o combate. O trabalho impediu que o fogo atravessasse a rodovia, alcançando o paredão.
Ao redor do local, há imóveis privados situados no interior da Área de Proteção Ambiental da Chapada dos Guimarães, gerida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso.
Além das atividades de combate direto ao fogo, o monitoramento das áreas atingidas e da MT 251 continua, com pessoal destacado em bases fixas e móveis.
Histórico
Incêndios florestais no entorno e no interior do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães começaram a aparecer em meados de julho, a maioria às margens da MT 251. Na semana passada dois incêndios foram combatidos por brigadistas do ICMBio e bombeiros do CBM/MT, sendo controlados em 27/7. Em 31/7 dois novos incêndios tiveram início, sendo um prontamente controlado e outro ainda em combate.
O Parque
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é Unidade de Conservação Federal com 33 mil hectares, localizada nos municípios de Cuiabá e Chapada dos Guimarães, MT. Criado em abril de 1989, o parque protege amostras significativas dos ecossistemas locais e assegura a preservação dos recursos naturais e sítios arqueológicos existentes, proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa.
O ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, responsável pela administração, proteção e fiscalização das Unidades de Conservação da União.

PORTAL INOVA (SP)


Começa a Olimpíada mais tecnológica da história

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro começam oficialmente hoje (5/8). A competição acontece pela primeira vez no Brasil.
Novas tecnologias estão sendo aplicadas em áreas como segurança, comunicação, energia e mobilidade urbana. Parte dessa inovação ficará de legado para a cidade.
Iluminação inteligente
A GE e a Current, startup de tecnologia criada pela própria GE, são responsáveis pela entrega de 1.600 luminárias LED para o Aterro do Flamengo e bairro da Lapa, unindo soluções de LED, energia solar, armazenamento de energia e veículos elétricos com a plataforma de software Predix.
Com essa plataforma, é possível analisar o consumo de energia com base em padrões de big data, aumentando a eficiência de sistemas de iluminação e energia.
A tecnologia deve reduzir pela metade o consumo de energia relacionado à iluminação, ao permitir o controle da intensidade de luz de acordo com o horário para reduzir custos, além de permitir melhor visibilidade para pedestres e motoristas.
A tecnologia também está presente na Vila Olímpica e Paralímpica, Lagoa Rodrigo de Freitas, Complexo de Tênis, Velódromo, Centro Paralímpico Brasileiro e arenas Carioca 1, 2 e 3, que serão palco de competições como basquete e judô.

Tráfego de dados
Com o aumento de compartilhamento de imagens e vídeos, é esperado que o tráfego de dados para os Jogos de 2016 seja quatro vezes maior que o registrado há 4 anos, em Londres. O Rio de Janeiro deve consumir uma capacidade de 240 gigabits por segundo.
A America Móvil, dona da Claro, Embratel e NET, oferece uma rede com uma velocidade de até 40 gigabits por segundo para seus clientes durante os jogos.
A América Móvil e a Cisco criaram o Backbone Olímpico, uma rede com mais de 370 quilômetros de fibra óptica e conexão com mais de 60 mil pontos de acesso à rede, em mais de 100 novos postos de transmissão 3G e 4G.
Parte da estrutura montada nas instalações olímpicas, deve permanecer em atividade após o evento.
A Cisco também tem um projeto de inovação urbana no Porto Maravilha, no Rio, que inclui uma solução de bueiro inteligente.

Mobilidade urbana
A prefeitura do Rio de Janeiro, em parceria com o Moovit, aplicativo de transporte público israelense, fornecerá informações em tempo real, com versões em 35 idiomas, sobre os percursos mais rápidos e seguros para rotas de ônibus, metrô e trem na cidade.
O aplicativo vai ajudar o público a chegar aos locais de competição e os cidadãos cariocas a se deslocarem pela cidade no período em que houver mudanças e restrições no trânsito.
A prefeitura do Rio de Janeiro informa que 50 quilômetros de novas linhas foram mapeados com informações de trânsito para garantir um transporte eficiente para os 1,5 milhões de usuários Moovit locais e os esperados 500.000 visitantes.
Para atender a frota de 5 mil veículos que vai transportar as comitivas de vários países durante a Olimpíada, a Here, empresa de cloud computing, em parceria com a MTM, especializada em tecnologias móveis, lançaram o Route Planner, um serviço de geolocalização disponível em modo online e offline.
A ferramenta possui mais de 70 mil rotas configuradas e permite que o percurso das comitivas possa ser planejado com antecedência e atualizações de tráfego em tempo real.
Todos os carros que transportarão comitivas, funcionários e voluntários estão equipados com a solução.
A TIM Brasil vai fornecer, para a prefeitura, dados sobre localização de seus clientes, para ajudar a melhorar a mobilidade na cidade.
Segurança aérea
A Iacit, empresa de soluções de tráfego aéreo, forneceu ao Exército Brasileiro um sistema de contramedida eletrônica (jammer) para bloqueio de drones durante a Olimpíada. A tecnologia é inédita em eventos desse porte e 100% nacional.
O sistema poderá ser usado em diversas situações após o evento, como proteção de estabelecimentos governamentais e militares, refinarias de petróleo e gás, prisões e centros de detenção, grandes eventos, comboios e controle fronteiriço, entre outras.
A Anatel concedeu autorização para que as Forças Armadas realizem interferência no espectro eletromagnético durante os grandes eventos como a Olimpíada e Operações de Garantia da Lei e da Ordem.


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