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Presidente do SINDAG critica “achismo” contra proposta de se testar aviões no combate ao mosquito Aedes aegypti



Presidente do SINDAG critica “achismo” contra  proposta de se testar aviões no combate  ao mosquito Aedes aegypti ...

O presidente em exercício do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG), Júlio Augusto Kämpf, criticou duramente o que ele considera um “achismo” cada vez mais nocivo à sociedade, por parte de algumas lideranças sociais e inclusive técnicos ligados à Saúde. Kämpf se referiu inclusive a manifestações ouvidas durante a audiência sobre o projeto de se testar a pulverização aérea no combate ao mosquito Aedes aegytpi, ocorrida nesta quinta-feira (dia 9) no Senado. Manifestações essas que foram criticadas pelos próprios senadores. (veja AQUI)

“Temos nos deparado seguidamente argumentos do tipo ‘pode acontecer uma deriva’ ou ‘há dúvidas quanto a alguma coisa’. Enquanto isso, o que estamos pedindo há mais de 12 anos é justamente que se teste o método”, comentou. “A situação chega a ponto de usarem com argumento contra a aviação que o mesmo produto aplicado por terra poderia ser nocivo se aplicado pelo ar porque teria maior abrangência. Afinal, o produto é ou não para chegar onde está o mosquito? Como é que justamente a eficiência do avião vira argumento contra o produto?”

O presidente do SINDAG citou inclusive uma nota atribuída ao Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador/DSAST (veja AQUI) do Ministério da Saúde e divulgada por entidades como a ABRACIT e a SBTox. “O documento tem 14 páginas onde em nove discorre sobre aplicação de agrotóxicos em lavouras – com dados discutíveis e onde os produtos, técnicas, finalidades e os próprios alvos são diferentes de uma operação contra mosquitos. E nas cinco páginas que fala do combate a mosquitos, os argumentos contra a técnica são cheios de ‘prováveis’ e ‘possíveis’”.

“Temos a capacidade técnica, a tecnologia e um histórico positivo nesse tipo de operação, com inúmeras vidas salvas da encefalite em 1975, em São Paulo. Oferecemos gratuitamente aviões, pilotos e pessoal de terra para essas operações e pedimos que o próprio Ministério forneça os inseticidas, que são justamente usados também em fumacês terrestres. Isso paralelo a um crescimento constante nos casos de dengue, zika e febre chikungunya. Se o que as próprias autoridades apresentam são dúvidas, não conseguimos entender o porquê de ainda não estarmos fazendo testes para eliminarmos essas dúvidas”, concluiu o dirigente do SINDAG.

SAIBA MAIS:
Em março, o SINDAG chegou a publicar uma cartilha (veja AQUI a versão atualizada) resumindo o histórico da proposta, inclusive com pareceres de técnicos que aprovam a iniciativa.

O projeto do uso de aviões contra mosquitos estará também nas discussões do Congresso Nacional de Aviação Agrícola (Congresso Sindag) 2016, que começa no próximo dia 22 de junho, em Botucatu/SP (a programação vai até dia 24) – veja mais AQUI.


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