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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 09/05/2016 / O pai das invenções

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O pai das invenções ...


Exposição no Museu do Amanhã refaz a vida e a obra de Santos Dumont ...

Helena Borges ...

Amostra "O Poeta Voador, Santos Dumont" é mais do que uma bem preparada coleção de réplicas do Pai da Aviação. Assinada por Gringo Cardia, a mostra propõe em cada uma de suas seções a reprodução das experiências visionárias do inventor mineiro.

ASCENSÃO E QUEDA
Santos Dumont atingiu a glória ao sobrevoar Paris, mas morreu deprimido com o uso bélico dos aviões que criou

Logo na entrada, balões, aviões e dirigíveis sobem e descem dentro de uma caixa de vidro sobre uma esteira com o mapa de Paris, como se sobrevoassem o rio Sena, que corta a capital francesa. A atração refaz o percurso que Dumont costumava traçar de balão na cidade onde morou. “Tentamos mostrar Paris como ele era acostumado a ver: de cima”, explica Cardia.

Ao mesmo tempo, pairam sobre as cabeças dos visitantes 60 cópias idênticas do Demoiselle, o avião mais sofisticado desenhado pelo inventor. Como o Demoiselle original, as peças medem 5,5 metros de largura e o mesmo de comprimento. A cada 10 minutos, um visitante é sorteado para experimentar a sensação de voo, que refaz a instabilidade da nave original, feita de bambu, seda e cordas de aço, com um banco de madeira.

Com o auxílio de programas de edição digital, imagens aéreas de Paris ou do Rio são aplicadas ao fundo do vídeo, dando a impressão de que o visitante de fato decolou. “Hoje as pessoas entram em um avião e nem parece que saíram do chão, mas se você observar as datas e lembrar que em 1914 os aviões já eram usados como armas na I Guerra Mundial, percebe que o avanço foi absurdamente rápido”, explica Henrique Lins de Barros, consultor científico que ajudou na elaboração da mostra. Uma pista de pouso de mais de 10 metros de comprimento, com luzes e marcações similares a de aeroportos, é a atração preferida dos visitantes.

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PIONEIRISMO
Mostra expõe filme sobre a vida de Santos Dumont (acima) e imagens de seus modelos originais (abaixo)



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Em uma de suas extremidades, há um palanque de onde se pode arremessar aviões de papel e disputar qual deles tem a melhor aerodinâmica e vai mais longe. Cada vez que um aviãozinho pousa, o local em que ele toca o chão indica qual será o próximo vídeo projetado nas paredes. Uma série de 70 vídeos contam a história de Santos Dumont (1873-1932) e explicam, por exemplo, o que permite um avião decolar, sendo mais pesado que o ar, ou como acontecem as turbulências. "Parece uma brincadeira, mas ali está o conhecimento", frisa Cardia.

No corredor de entrada, um apanhado de notícias de época mostra a persistência do inventor, que fazia questão de realizar os testes sozinho e tornar pública a experiência mesmo quando não tinha êxito. Um dos textos conta uma curiosa história sobre um voo de dirigível que terminou em cima de uma árvore no terreno do Castelo D’eu, que pertencia à família real brasileira.

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Duas salas de vídeo trazem a história do aviador, que viveu os últimos dias de sua vida deprimido pelo uso bélico da mais querida (e controversa) invenção, o avião. Santos Dumont suicidou-se durante a Revolução Constitucionalista, em 1932 logo depois de um ataque aéreo contra o Campo de Marte.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL FATO ONLINE


Rio 2016: Defesa realiza exercício de enfrentamento ao terror

A atividade será realizada no Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército, em Goiânia (GO), onde está ativado, desde outubro de 2015

Da Redação

No próximo dia 10 de maio, terça-feira, será realizado Exercício Conjunto Interagências de enfrentamento ao terrorismo, em preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016.

A atividade será realizada no Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército, em Goiânia (GO), onde está ativado, desde outubro de 2015, o Comando Conjunto de Prevenção e Combate ao Terrorismo (CCPCT), estrutura criada pelo Ministério da Defesa para contribuir com o esforço de contraterrorismo.

Além de militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, a atividade contará com a presença de times táticos de operações especiais de órgãos como Polícia Federal, Polícias Militar e Civil de diversos Estados e da Força Nacional de Segurança Pública.

O objetivo do exercício é fomentar a cooperação interagências no âmbito da comunidade de operações especiais, possibilitando o conhecimento mútuo e a troca de experiências entre os órgãos envolvidos no enfrentamento ao terrorismo.

O Ministério da Defesa também produzirá imagens em foto e vídeo para os veículos que tiverem interesse.

PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


AEL presenta la versión preliminar del software HMI de la futura pantalla del Gripen NG


Javier Bonilla

AEL Sistemas (AEL) completó con éxito la entrega de la versión preliminar del software, bajo los conceptos de interfaz hombre-máquina (HMI - Human-Machine Interface), que se utilizará en los nuevos Gripen de la Fuerza Aérea brasileña. En febrero de 2015, Saab anunciaba la selección de AEL como uno de los asociados al proyecto Gripen NG en Brasil. Las empresas también firmaban un contrato para la transferencia de tecnología en la que AEL es responsable de proporcionar el Wide Area Display (WAD) y el Helmet Mounted Display (HMD), que se integrará en el Gripen GN brasileño.

El desarrollo de estos sistemas de aviónica, iniciada en la primera mitad de 2015 tendrá una duración de cuatro años e incluye el trabajo de desarrollo, integración y producción, que tendrá lugar en Porto Alegre. Los ingenieros de AEL realizaron esta tarea en estrecha colaboración con expertos de Saab, con el objetivo de ofrecer un ejemplo de las funcionalidades del WAD cuando se integren definitivamente en el Gripen.
El programa desarrollo del software HMI se llevará a cabo en paralelo con el programa de Saab por tanto, también según las exigencias de los clientes. Las principales características desarrolladas por AEL para esta primera entrega son:
- Gestión de ventanas para apoyar el diseño de presentación establecidopara el Gripen GN
- Interacción piloto a través del tacto, usando el "IR touch"
- Mapas digitales con los símbolos y paleta de colores del Gripen;
- Display primario de vuelo con la paleta de colores Gripen
- Visualización de formatos para sensores de imagen y de radar.
Las características adicionales se implementarán a cabo en las próximas versiones del equipamiento.

JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO


Aldo Rebelo defende atualização das Forças Armadas


Por: Agência Brasil

O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, defendeu, hoje (8), durante a cerimônia em comemoração ao Dia da Vitória, que marcou o fim da Segunda Guerra Mundial, a atualização das Forças Armadas para garantir a soberania do país. Em entrevista após a cerimônia, Aldo Rebelo, admitiu que o orçamento das Forças Armadas não é suficiente para as necessidades do setor.
O ministro disse que, além de reverenciar os que lutaram na guerra, é necessário considerar a atualidade da importância das instituições e que “o Brasil disponha de Forças Armadas no estado da arte aptas e capazes ao exercício de defesa da sua soberania”. “Que o Exército, a Força Aérea e a Marinha estejam permanentemente preparados e capacitados para preservar as nossas fronteiras, defender a integridade do nosso território, a unidade do nosso país e a inviolabilidade do nosso espaço físico”.

Cortes
Este ano, houve corte de 25% na área, Rebelo disse que vários equipamentos têm sido comprados para assegurar a modernização das instituições. “O orçamento nunca tem sido o suficiente, mas, mesmo assim, temos preservado os programas essenciais, como o do submarino, o convencional e o nuclear”, disse.
O ministro destacou, entre outros programas, a perspectiva de aquisição de quatro corvetas projetadas para as necessidades da Marinha, o avião-caça de nova geração que o Brasil desenvolve com a Suécia e que a fabricação das primeiras unidades já está em andamento, além do avião de transporte KC390, que será utilizado na aviação de transporte militar.
“Estamos protegendo esses programas e isso tem sido o esforço do Ministério da Defesa. Houve corte no ano passado e houve corte este ano, em torno de 25% do orçamento inicial, mas, mesmo assim, liquidamos restos a pagar, matemos nossas contas em dia e vamos procurar preservar aquilo que for essencial para o reequipamento e a manutenção da atualidade das Forças Armadas”, disse.
Impeachment
O ministro disse que não poderia comentar os cortes previstos nos gastos públicos, caso seja aprovado, no Senado, o afastamento da presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer assuma o governo. “Esse assunto eu não posso debater, porque só posso debater temas relacionados com o governo da presidente Dilma”, disse.
Aldo Rebelo também não quis revelar se considera o impeachment um golpe. “A data de hoje é mais propícia para celebrar feitos dos nossos soldados, a defesa da soberania da nação e a defesa da democracia. Sobre este assunto, a presidente da República tem se manifestado e a ela devo todo apoio e solidariedade”.
O ministro disse que tem acompanhado pelos jornais o andamento do processo no Senado, mas quem tem falado pelo partido dele é a senadora Vanessa Grazziotin ( PCdoB-AM).
Cerimônia
Rio de Janeiro - Marinha realiza salva de tiros durante cerimônia de entrega da Medalha da Vitória, no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Uma salva fúnebre de 15 tiros lançados da embarcação aviso de patrulha Albacora da Marinha foi uma das homenagens à FEBTomaz Silva/Agência Brasil
A cerimônia pela 71ª comemoração Dia da Vitória, ocorreu no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio. Além do ministro, teve as participações dos comandantes da Marinha, almirante de esquadra, Eduardo Bacellar Leal Ferreira; do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas; da Força Aérea, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato; do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, almirante de esquadra Ademir Sobrinho; do secretário-geral do Ministério da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, e do comandante do 1º Distrito Naval, vice-almirante Leonardo Puntel. Neste ano a organização, que é feita em sistema de rodízio, coube à Marinha.
Houve desfile de tropas e homenagens a integrantes da Força Expedicionária Brasileira (FEB), incluindo salva fúnebre de 15 tiros lançados da embarcação aviso de patrulha Albacora da Marinha, posicionada na Baía de Guanabara, em frente ao Monumento. Ainda na cerimônia, 289 personalidades civis e militares, 61 ex-combatentes da FEB e seis instituições, receberam a Medalha da Vitória, criada pelo Ministério da Defesa para homenagear militares das Forças Armadas e civis nacionais e estrangeiros que contribuíram para a divulgação dos feitos alcançados pela FEB na Segunda Guerra Mundial.
Público
O menino Vitor Munive, de 8 anos, acompanhou a cerimônia no gramado em frente a área do Monumento. Ele estava animado porque viu o primo Tiago Maciel desfilando pela Marinha e esta não foi a primeira solenidade que participou. “Eu já vi cerimônia de troca de espadim. Meu primo é da Marinha e eu fui ver, ele até já me deu um chapéu da Marinha e eu fico brincando e peço ao meu pai para fazer fantasia”, disse.
Vitor foi levado pelos avós Eloisa, de 77 anos, e Armando, peruano de 79 anos, que mora no Brasil há mais de 50 anos. Os dois são da Igreja Messiânica Mundial e sempre participam de cerimônias de culto aos soldados no dia de finados, que ocorrem também no Monumento.
“Acho interessante que no momento atual haja essa brasilidade, sentimento da pátria. Acima de tudo é a nossa pátria e temos que zelar por ela. Isso acima de qualquer coisa. Nosso país é um país grande e rico e temos que preservar esta liberdade. Ensino ao meu neto esta máxima: liberdade e ser patriota acima de tudo”.

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO


Ministro afirma que Forças Armadas estão preparadas para Olimpíada

Aldo Rebelo minimizou uma possível ameaça de terrorismo: "Nós já fizemos vários eventos internacionais e em todos eles essa preocupação esteve presente, com as medidas que precisavam ser adotadas"

Alfredo Mergulhão

O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, afirmou na manhã deste domingo que as Forças Armadas brasileiras estão preparadas para garantir a segurança dos Jogos Olímpicos, em agosto, apesar dos cortes no orçamento. Rebelo participou da cerimônia de entrega da Medalha da Vitória, no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.
"Tivemos corte em torno de 25% do orçamento inicial, mas mesmo assim liquidamos os restos a pagar, mantemos nossas contas em dia e vamos procurar preservar o que for essencial para reequipamento e manutenção da atualidade das Forças Armadas", afirmou o ministro. Rebelo minimizou uma possível ameaça de terrorismo. "Nós já fizemos vários eventos internacionais e em todos eles essa preocupação esteve presente, com as medidas que precisavam ser adotadas", disse.
Na cerimônia, 289 civis e militares além de 61 ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e da Marinha Mercante e de Guerra foram condecorados medalha, instituída em 2014 pelo Ministério da Defesa. A condecoração é entregue sempre no Dia da Vitória, que relembra o 8 de maio de 1945 quando as tropas do nazi-fascismo se renderam ao Alto Comando das Forças Aliadas e da antiga União Soviética.
Para Rebelo, a homenagem serve para lembrar as pessoas que lutaram em defesa de liberdade, democracia e da humanidade, mas também para chamar a atenção à importância das Forças Armadas. "O outro sentido (da cerimônia) é advertir para atualidade da defesa da soberania das nações e da liberdade dos povos. As tensões que levaram o mundo àquele conflito infelizmente não desapareceram. Isso significa que se o Brasil quiser preservar a sua independência, suas riquezas, proteger a soberania e a liberdade de seu povo, precisa ter instituições de defesa em plenas condições de atuar", afirmou.

JORNAL CORREIO BRAZILIENSE


Temer tem encontrado dificuldades para fechar a equipe ministerial

Entre as pastas em aberto, estão Agricultura, Saúde e a Defesa. PSDB cobra nomeação de notáveis

Paulo De Tarso Lyra /correio Braziliense

A menos de uma semana de assumir a presidência da República após o provável afastamento da presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer ainda esbarra em insatisfações da futura base aliada para concluir a equação da reforma ministerial. Ao longo da semana que passou, ele teve que desistir de Raul Cutait para a Saúde por pressão do PP, ouviu do líder do PPS, Rubens Bueno (PR), o conselho de não nomear políticos investigados na Operação Lava-Jato e ainda foi criticado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) porque não conseguirá reduzir o número de ministérios na Esplanada. Ontem, ainda viu o senador Blairo Maggi (PR-MT) anunciar pelas rede sociais que havia sido convidado pelo PP para assumir a pasta da Agricultura — e que aceitou o convite.
Ainda existe a expectativa frustrada pela indicação de um ministério de notáveis, levantada pelo próprio PSDB ao longo da semana. “O grande problema dessa onda moralista em voga no Brasil é que as pessoas capacitadas e notáveis não estão com disposição para deixar seus afazeres e assumir cargos no governo”, disse o diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antonio Augusto de Queiroz. “Os ministros nomeados sempre dão um recado para fora. Ou sinalizam para a sociedade por serem especialistas nas áreas que vão trabalhar ou são indicativo de apoio parlamentar por terem sido indicados por políticos”, completou Toninho.

Saúde
Esse dilema tem sido enfrentado pessoalmente por Temer, obrigado a se acomodar nas incongruências e desejos dos partidos. Exemplo disso foi o Ministério da Saúde, com a escolha de Raul Cutait, que teve de ser abandonada no mesmo dia. O nome mais provável agora é o do deputado Ricardo Barros (PP-PR). “Ele é ligado a qualquer governo, mas tem ótimo trânsito na oposição, pois a mulher, Cida Borghetti (Pros), é vice-governadora do tucano Beto Richa”, disse um integrante da bancada que pleiteia o cargo de ministro da Agricultura. A pasta, inclusive, poderá gerar outro problema. A cúpula partidária pretende filiar o senador Blairo Maggi (PMDB-MT) para o cargo. “Temer vai precisar de votos aqui. Foi a bancada da Câmara que virou os votos e iniciou a reação em direção ao impeachment”, completou o deputado Jeronimo Goergen (PP-RS).

Comando mantido
O vice-presidente Michel Temer ainda não definiu quem assumirá o Ministério da Defesa. O ex-ministro Nelson Jobim foi sondado pessoalmente pelo futuro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Jobim riu, disse que estava muito bem na iniciativa privada, advogando e indicou o deputado Raul Jungmann (PPS-PE). O nome chegou a ser bem recebido entre os comandantes militares, mas a cúpula peemedebista resiste a dar uma outra pasta ao PPS, que já terá o presidente nacional da legenda, deputado Roberto Freire (SP), no Ministério da Cultura.

Temer decidiu, contudo, manter intacto os comandantes das três Forças Armadas: o almirante-de-esquadra Eduardo Barcellar Leal Ferreira; o general-de-exército Eduardo Dias Costa Villas Bôas; e o tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato. Existe ainda a intenção de nomear o atual chefe do Estado-Maior do Exército, Sérgio Westphalen Etchegoyen, para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Existe, contudo, uma resistência ao general no núcleo duro do governo Temer.

A situação é tão complexa que até pontos que pareciam definidos passam, agora, a ser colocados em dúvida. O senador José Serra (PSDB-SP) foi um dos primeiros nomes confirmados na futura Esplanada, como ministro das Relações Exteriores. Só que Serra quer agregar a pasta à área de comércio exterior, hoje com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

O vice-presidente já tinha decidido atender os desejos de Serra e transferir a área de política industrial para o futuro ministro do Desenvolvimento, Planejamento e Gestão, Romero Jucá. Mas a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) vetaram a extinção do MDIC. Na sexta-feira, Temer convidou o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para a pasta. “Se o Serra não tiver o comércio exterior, não aceitará o MRE”, disse o tucano. “Jucá não vai para uma pasta apenas para administrar folhas de pagamento do funcionalismo”, completou um peemedebista. Temer terá cinco dias para resolver o impasse.

JORNAL A TARDE (BA)


Fieb aposta no Cimatec Industrial para atrair "hub" para o estado


Joyce De Sousa

A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), numa iniciativa conjunta com os governos estadual e federal, já está se articulando com companhias aéreas para tentar trazer para o estado um hub (central de conexões de voos) para atender à Região Nordeste, a exemplo do investimento de R$ 4 bilhões anunciado pela TAM em Fortaleza.

No Ceará, as operações do hub da TAM preveem a geração de 35 mil empregos diretos e indiretos até 2018, com impacto de R$ 9,9 bilhões na economia local. "É um investimento significativo para qualquer estado e que já está em estudo também por outras companhias aéreas, visando o crescimento da participação no mercado nordestino", afirmou o presidente da Fieb, Antonio Ricardo Alban.

A ideia é fazer com que a Bahia saia na frente dos demais estados, apresentando diferenciais que vão além dos incentivos fiscais oferecidos pelos governos.

Cimatec

Para tornar a Bahia mais competitiva para a implantação de um hub de uma concorrente da TAM um dos grandes trunfos dos empresários e autoridades locais é o projeto da Fieb, considerado audacioso pelo mercado, de construção, no Polo Industrial de Camaçari, de um centro de alta tecnologia industrial, inclusive para o setor de aviação. As obras estão previstas para ser iniciadas já no próximo mês.
Trata-se do Cimatec Industrial, que vai reunir, a princípio em uma área de 4 milhões de metros quadrados, um conglomerado industrial com laboratórios práticos e fábricas-piloto de grandes proporções. O empreendimento deve contar ainda com pista de teste multiuso para projetos de inovação tecnológica tanto para o setor automobilístico, quanto de aviação, conforme explicou Alban.

"Já temos no Brasil, sim, pistas semelhantes no ITA e na Embraer, mas com outra expertise, e este tipo diferencial na Bahia deve contribuir para atrair os investimentos das companhias aéreas para o Nordeste, em diversas áreas", disse Alban. "Até mesmo a compra de jatos na Suécia envolve custos de transferência de tecnologia, o que pode mudar com a implantação do Cimatec Industrial, com centro tecnológico e até pista própria para testes", frisa Alban.

"É uma pista que será voltada para testes e ensaios laboratoriais do setor automobilístico, mas que, com pequenas adaptações balizadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), pode ser também uma pista de pouso para aeronaves, com toda a parte de ensaio, de infraestrutura para análises do setor, nos deixando totalmente aptos para que a Bahia possa ter grandes chances, no sentido de sediar um novo hub de uma transportadora aérea", explica o presidente da Fieb.
"Túnel de vento"
O projeto do Cimatec ainda prevê a implantação de um "túnel de vento", uma instalação que tem por objetivo simular para estudos o efeito do movimento de ar sobre ou ao redor de objetos sólidos. A aparelhagem pode ser usada não só pela indústria de aviação, como também pelas de construção civil e eólica.

JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO


Erro de avaliação


Eliane Cantanhêde

O vice Michel Temer nem assumiu a Presidência, mas já andou criando arestas na área militar, com cientistas e entre líderes feministas. Errático na definição do Ministério, comete um grave erro de avaliação: seu principal problema político não são os partidos políticos - que vêm por gravidade -, e sim as resistências e desconfianças de uma sociedade cada vez mais exigente.
Três vezes ex-presidente da Câmara, Temer conhece bem uma regra elementar do jogo político: não é o Congresso que influencia a opinião pública, é a opinião pública que influencia o Congresso. Se a popularidade do presidente vai bem, os partidos são fiéis e solícitos. Se a popularidade vai mal, os partidos evaporam sem dó nem piedade. Não é mesmo, Dilma Rousseff?
Logo, qual o sentido de Temer se desgastar tanto para satisfazer um PTN? Em geral, deputados e partidos inexpressivos, ou controversos, votam com o governo por muitíssimo menos do que um ministério e costumam ir na onda: se o “povo” e Congresso estão a favor do presidente, eu também estou. Invertendo a máxima, “há governo, sou a favor”.
Podem fazer muxoxo daqui e dali, mas ninguém contestou os nomes fortes de Henrique Meirelles para a Fazenda e de José Serra para Relações Exteriores, nem os camaradas próximos e operadores como Eliseu Padilha na Casa Civil e Moreira Franco na superpasta da Infraestrutura. Até mesmo Romero Jucá (Planejamento), citado na Lava Jato, tem a ressalva de ser economista competente. No mais, virou uma confusão.
Se Nelson Jobim não aceitou ser ministro da Justiça ou da Defesa, por ser consultor de empreiteiras da Lava Jato, como Temer foi indicar Antônio Mariz, que está exatamente na mesma situação e até assinou manifesto contra a operação? Sem nenhum demérito ao grande advogado, claro que iria dar dor de cabeça. Não satisfeito, Temer desviou Mariz para a Defesa e conseguiu uma dupla façanha: desagradou aos militares sem agradar ao próprio Mariz.
Os comandos das Forças Armadas, profissionais e irretocáveis durante a crise, estavam animados com o novo governo e satisfeitos por serem consultados sobre a Defesa. Logo, ficaram surpresos e decepcionados com a troca abrupta. E tudo para nada. Com o estrago feito, Mariz decidiu certo: alegou que entende de Justiça, não de Defesa, e caiu fora.
Para piorar, a explicação foi que Jungmann fora descartado porque Roberto Freire iria para a Cultura e “só cabe um ministro do PPS”. Perguntas que rondam os militares: “A Defesa entra no leilão dos partidos? Então, para que nos consultaram? Se Mariz não serviu para a Justiça, por que serviria para a Defesa? Se as conversas sobre o ministro não valeram, nossas sugestões e planos também não valem?”
Jungmann, Mariz e o médico paulista Raul Cutait (Saúde) foram ministros sem ser, mas pior do que isso são os que são ou foram ministros sem poder ser. Caso de um bispo da Igreja Universal justamente para Ciência e Tecnologia e de uma deputada contrária à descriminação do aborto para Direitos Humanos. Um porque é do PRB, a outra porque é do PTN? Fala sério!
Temer não ganha nem perde um voto a mais no Congresso com esse toma lá dá cá, mas pode perder muito em expectativa e em boa vontade na opinião pública, que conhece muito pouco esse tal de Michel Temer e torce o nariz para o PMDB velho de guerra, mas está doida para que, com a saída de Dilma, deem um jeito nesse imenso caos nacional. Diz-se que os líderes crescem na adversidade. Pois que Temer não diminua no momento decisivo de inscrever seu nome na história.
Jurisprudência. A “inovação” e a “excepcionalidade” do afastamento de Eduardo Cunha pelo Supremo criam a seguinte dúvida, ou angústia, depende do freguês: elas valem também para as dezenas de réus e futuros réus do Congresso?

REVISTA ISTO É


O pai das invenções

Exposição no Museu do Amanhã refaz a vida e a obra de Santos Dumont

Helena Borges

Amostra "O Poeta Voador, Santos Dumont" é mais do que uma bem preparada coleção de réplicas do Pai da Aviação. Assinada por Gringo Cardia, a mostra propõe em cada uma de suas seções a reprodução das experiências visionárias do inventor mineiro.
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ASCENSÃO E QUEDA
Santos Dumont atingiu a glória ao sobrevoar Paris, mas morreu deprimido com o uso bélico dos aviões que criou

Logo na entrada, balões, aviões e dirigíveis sobem e descem dentro de uma caixa de vidro sobre uma esteira com o mapa de Paris, como se sobrevoassem o rio Sena, que corta a capital francesa. A atração refaz o percurso que Dumont costumava traçar de balão na cidade onde morou. “Tentamos mostrar Paris como ele era acostumado a ver: de cima”, explica Cardia.

Ao mesmo tempo, pairam sobre as cabeças dos visitantes 60 cópias idênticas do Demoiselle, o avião mais sofisticado desenhado pelo inventor. Como o Demoiselle original, as peças medem 5,5 metros de largura e o mesmo de comprimento. A cada 10 minutos, um visitante é sorteado para experimentar a sensação de voo, que refaz a instabilidade da nave original, feita de bambu, seda e cordas de aço, com um banco de madeira. Com o auxílio de programas de edição digital, imagens aéreas de Paris ou do Rio são aplicadas ao fundo do vídeo, dando a impressão de que o visitante de fato decolou. “Hoje as pessoas entram em um avião e nem parece que saíram do chão, mas se você observar as datas e lembrar que em 1914 os aviões já eram usados como armas na I Guerra Mundial, percebe que o avanço foi absurdamente rápido”, explica Henrique Lins de Barros, consultor científico que ajudou na elaboração da mostra. Uma pista de pouso de mais de 10 metros de comprimento, com luzes e marcações similares a de aeroportos, é a atração preferida dos visitantes.

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PIONEIRISMO
Mostra expõe filme sobre a vida de Santos Dumont (acima) e imagens de seus modelos originais (abaixo)

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Em uma de suas extremidades, há um palanque de onde se pode arremessar aviões de papel e disputar qual deles tem a melhor aerodinâmica e vai mais longe. Cada vez que um aviãozinho pousa, o local em que ele toca o chão indica qual será o próximo vídeo projetado nas paredes.Uma série de 70 vídeos contam a história de Santos Dumont (1873-1932) e explicam, por exemplo, o que permite um avião decolar,

sendo mais pesado que o ar, ou como acontecem as turbulências. "Parece uma brincadeira, mas ali está o conhecimento", frisa Cardia.

No corredor de entrada, um apanhado de notícias de época mostra a persistência do inventor, que fazia questão de realizar os testes sozinho e tornar pública a experiência mesmo quando não tinha êxito. Um dos textos conta uma curiosa história sobre um voo de dirigível que terminou em cima de uma árvore no terreno do Castelo D’eu, que pertencia à família real brasileira.

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Duas salas de vídeo trazem a história do aviador, que viveu os últimos dias de sua vida deprimido pelo uso bélico da mais querida (e controversa) invenção, o avião. Santos Dumont suicidou-se durante a Revolução Constitucionalista, em 1932 logo depois de um ataque aéreo contra o Campo de Marte.

REVISTA ISTO É DINHEIRO


Aeroportos vazios, governo sem dinheiro


Enquanto o governo prepara uma nova rodada de concessão de aeroportos, a Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos, que representa seis concessionárias - entre eles, Galeão e Guarulhos -, entrou com pedido de suspensão do pagamento das outorgas referentes a maio e julho deste ano, um total de R$ 2,3 bilhões. Os motivos são a queda no movimento dos passageiros, a crise das empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, e a falta de financiamento do BNDES. O governo, no entanto, dá como certa a receita de R$ 5 bilhões das outorgas para este ano.

Drone para doidos


Letícia Liñeira

Fundada há apenas dois anos, a fabricante chinesa de drones Ehang apresentou recentemente, em Las Vegas, o protótipo do Ehang 184, o primeiro drone capaz de transportar uma pessoa. Coisa para ricos bem doidos: o passageiro informa seu destino no tablet, que vem acoplado ao painel, e o comando fica por conta do próprio drone. Feito de fibra de carbono, resina e liga de alumínio, ele possui oito hélices distribuídas em quatro braços. Movido a bateria, tem autonomia para voar por 23 minutos a uma altura de 500 metros, podendo atingir uma velocidade de 100km/h. Como a duração do voo é relativamente curta, a intenção da marca é disponibilizar uma frota que possa interligar diversos pontos. O drone ainda não está disponível no mercado, mas irá custar cerca de US$ 300 mil, pouco mais de R$ 1 milhão.

JORNAL O GLOBO


Veteranos de guerra disputam torneio paralímpico criado por príncipe inglês

Invictus Games reúne atletas de olho em recomeço na vida e vaga na Rio-2016

A primeira definição de invicto no léxico esportivo é “aquele que nunca perdeu”. O segundo significado parece repetir o primeiro: “invencível”. Uma boa maneira de entender a diferença entre ambos é observar o caso dos Invictus Games, competição paralímpica destinada a militares que voltaram de combate com alguma deficiência física.

Idealizado pelo príncipe Harry da família real britânica, o torneio chega neste ano à segunda edição, em Orlando, nos EUA, que começou na sexta-feira e segue até o dia 12. São cerca de 500 atletas de 14 países, como EUA, Austrália, Reino Unido, Afeganistão e Jordânia. competindo em dez modalidades paralímpicas. Todos os participantes, sem exceção, já tiveram que lidar com a perda. Mas encontraram no esporte uma forma de manter a energia vital intacta.

Elizabeth Marks, hoje veterana de guerra, mal tinha alcançado a maioridade quando conheceu de perto a Guerra do Iraque. Formada em um colégio militar de Arizona, nos EUA, se alistou no exército em 2008, com apenas 17 anos, e foi enviada ao Oriente Médio no ano seguinte. Era o início da presidência de Barack Obama, eleito com a promessa de retirar as tropas americanas no país asiático. O conflito entrava em sua reta final, mas continuava sendo uma guerra. E toda guerra, como se sabe, deixa feridas.

No caso de Elizabeth, elas apareceram após um incidente em 2010, sobre o qual jamais entra em detalhes durante entrevistas. A jovem militar, à época com 20 anos, deixou o Iraque com o movimento das pernas prejudicado por lesões bilaterais no quadril.

— Eu queria continuar no exército, e para isso você precisa passar por testes físicos para mostrar que está apto. Eu não conseguia correr por conta da minha lesão. Então, decidi nadar — recorda.

A CAMINHO DA RIO-2016

A sargento começou a praticar natação em janeiro de 2012. Seis meses depois, tornou-se a primeira atleta paralímpica no grupo de atletas de alto rendimento do Exército dos EUA. No início deste ano, quebrou o recorde mundial dos 50 metros nado peito na categoria S7 (para atletas que têm restrição de movimentos), marcando 41,21 segundos. Com isso, a veterana de guerra se credencia para participar das Paralimpíadas de 2016, no Rio. A seletiva de natação dos EUA acontece no fim de junho.

— Para mim, participar das Paralimpíadas seria um momento de gratidão a todos os meus irmãos e irmãs das Forças Armadas. Eles são a verdadeira força por trás de mim. Competir no Invictus me permite reencontrar muitas pessoas e manter contato com elas — avalia.

Elizabeth não é a única atleta nos Invictus Games que tem chances de aparecer na Rio-2016. O velocista David Henson, capitão da delegação britânica, é um nome provável nas Paralimpíadas. Amputado abaixo do joelho nas duas pernas, herança maldita da última Guerra do Afeganistão, Henson corre os 100m e os 200m na categoria T42 — a mesma do brasileiro Alan Fonteles, ouro nos Jogos de Londres-2012 e no Parapan de Toronto-2015.

Embora conte com atletas de seleções nacionais paralímpicas, o Invictus não tem o propósito de ser apenas mais uma competição no calendário, mas sim um recomeço para aqueles que serviram em guerras.

— O objetivo principal não é que eles façam um esporte no qual já eram bons antes das lesões, mas sim experimentar coisas novas. O Invictus é uma boa competição para atletas competindo em alto nível, mas não é um evento paralímpico propriamente dito. É uma experiência tocante na vida dos veteranos de guerra — descreve Dominic Reid, diretor de operações do evento.

PELA MEMÓRIA DOS MORTOS EM COMBATE

O sargento Robert Brown bem sabe como o esporte ajuda a curar feridas de guerra. Em 2006, no auge da Guerra do Iraque, Brown recebeu diversos tiros no quadril e acabou atingido no nervo ciático, perdendo movimentos na perna esquerda. Sem sucesso com a fisioterapia, os médicos decidiram pela amputação abaixo do joelho em 2008. Deprimido, Brown mergulhou no alcoolismo e nos remédios para dor.

— Na universidade, antes de me juntar ao exército, eu corria provas de 400 metros. Decidi voltar ao atletismo em 2010, em meio à minha recuperação — recorda Brown. — Eu diria que tenho uma boa chance de estar nas Paralimpíadas do Rio. Competir em alto nível é motivante. Mas o Invictus, para mim, é também uma forma de lembrar e honrar a memória daqueles que foram perdidos em combate.

A presença no Invictus Games, de fato, vai além de uma simples etapa de preparação para competições paralímpicas de grande porte. O americano Jose Ramos, por exemplo, sequer vai competir em sua modalidade, o paratriatlo, que não está no programa do Invictus. Conseguiu vaga para participar das provas de ciclismo e remo — a escolha dos atletas é feita pelas Forças Armadas de cada país.

Oficial da Marinha dos EUA, Ramos teve o braço esquerdo amputado abaixo do cotovelo esquerdo após ser atingido por um foguete em 2004, no início da Guerra do Iraque. Ele é outro que vai participar das seletivas americanas, em busca de vaga nas Paralimpíadas do Rio.

— Sou um grande defensor da recuperação através dos esportes. Quando estamos treinando ou competindo, nosso foco está somente em escapar dos desafios físicos e mentais que enfrentamos. Isso também ajuda a construir confiança para superar qualquer obstáculo, o que se aplica não só às competições esportivas, mas à vida em geral — reflete.

OUTRAS MÍDIAS


NEWS GHANA


US Truly Committed To Assist Nigeria Finish Off Boko Haram

A Reuters Exclusive should get us all, Nigerians, worried. The headline reads, “U.S. seeks to approve attack aircraft for Nigeria in Boko Haram fight”.
When someone insists you should hire tarpaulin tents from them for a night time event in the dry season then one must find out their relationship with rainmakers. The development around the United States of Americas reported (possible) acquiescence to sell weapons to Nigeria has all the markings of a red flag operation that should send all those responsible for our security into panic mode.
First, the story cited sources that spoke on condition of anonymity for aspects pertaining to the possible aircraft sales while the analysts that provided clarity were clearly named. In the event that decision makers in Nigeria have cause to reject the crazy demands that will come attached to the several millions dollars bill for the 12 units of A-29 Super Tucano light attack aircraft we could be buying, the story has already created grounds for deniability. All the US administration has to do is to carry on as if nothing of such was ever discussed since no senior officials were named speaking on the plan.
As a guarantee that Nigeria would be boxed into a corner should we be unwilling to smooch the devil in the deal, “The possible sale — which the officials said was favored within the U.S. administration but is subject to review by Congress,” is another groundwork that ensures the deal can be easily torpedoed should President Muhammadu Buharis administration fail to deliver on some conditions that could amount to Nigeria having resident colonial masters.
The brightest red flag is perhaps to be seen in the comments of J. Peter Pham, director of the Africa Center at the Atlantic Council think tank, which the Reuters report acknowledged as cautioning that the Super Tucano aircraft “ability to counter Boko Haram could be limited.”
“When youre fighting a group thats no longer holding towns and villages, thats no longer massing forces in a conventional way, the aircraft – attack aircraft – have a much more limited role in that kind of fight,” Pham was reported as saying.
So why is the US suddenly willing to assist Nigeria when their support to Nigeria is coming too late? If it is that they find a darling in President Buhari why did it take the whole of one year before the so call support is coming? We all know that in the one year, despite Mr Presidents pleas during several visits to USA, UK, France and Germany no support came.
The recall threshold of Nigerians is not that short that they would have forgotten the humiliation heaped on the country as it struggled to procure weapons to stop the killing machine that Boko Haram became. The Nigerian Air Force suffered several frustrations and outright blockade to procure needed platforms to fight the insurgent Boko Haram in the country. Things went tough enough that a local automobile company has to start fabricating spare parts for Nigerias fighter jets in what has emerged as a blessing in disguise.
All manners of excuses were cooked up to ensure the Nigerian military could not get direly needed hardware. This was at the same time that “moderate” terrorists were able to get their hands on state of the art weaponry, some of which ended up with Boko Haram to further compound the difficulty the military had in fighting them.
Then just when Nigeria is winning the war without tangible support from the USA, now that the Nigerian military is in the heart of Sambisa on its own, the leading nation in the free world has found a voice and willingness to support the Nigerian government. This is too little too late. Those who hold unto this announcement of US support will soon discover it is a mirage, a mere rhetoric with no concrete and actionable support. It is like scrambling to sign onto a winning team just when the garlands are about to be handed out.
To get a sense of what Nigeria is being offered, the Afghan Air Force ordered for 20 Super Tucano aircraft in 2012 and only began taking delivery in January 2016. That is a waiting time of four years. So, assuming the US Congress gives approval for sales to Nigeria under six months and we factor in three years for delivery; we will be looking at getting the aircraft into service in 2020. At the current rate of the success of Nigerias military, even with the cancerous nature of terrorism, the concern by year 2020 should be very different in terms of improvement. We would have thus helped oil the US economy and sustaining jobs in that country by paying for what we no longer need, the same ones they had once refused to sell to us.
We must also of necessity send pilots for training in flying the aircraft. (Something that will provide them opportunity to recruit spies right inside our Armed Forces and that Malian coupist, General Amadou Sanogo is a ready reminder)
Except the US know something they are working on that they have not shared with us like propping up Boko Haram to remain a credible threat in the region to ensure their defence industry can continue to sell weapons to lackey nations. What is driving this zeal to sell us wartime aircraft at a time we are hopeful of entering peacetime? As an expert pointed out, if we get the aircraft this minute it would not contribute anything meaningful to the current stage of military operations and it definitely will be even more pointless by 2020 when agricultural aircraft would be the need in the northeast of the country.
Post degradation of Boko Haram, surveillance would become priority and the country may just as well order Rotorway Helicopters at $100,000 apiece instead of selling ourselves down the river.
The Reuters report alluded to the convincing anti-corruption fight of the current administration as part of the factors that brought about the change of mind that is making the US consider selling the aircraft to Nigeria. That is an angle that simply doesnt wash. One must urge at this point that President Buhari, while he may not be able to go public, must be on the same page as his security chiefs on this matter and hold nothing back from them. If the noxious U.S. Africa Command (USAFRICOM) is part of the sweetener for this deal, Nigeria wants no part of it. The military chiefs have discharged their duties credibly to the admiration of Nigerians who have acknowledged that Mr President got it right with their appointment. He should listen to them.
If the US is truly committed to rendering assistance in finishing off Boko Haram, considering the progress our military has made on their own, there are several other areas it can step in. The first is to champion a global drive at recovering the weapons in the hands of “moderate” rebels since they have an uncanny way of ending up in the hands of Boko Haram insurgents. Then it can help clean up the mess in Libya, where a report by Andrew Malone for the Daily Mail noted that “There are an estimated 15 million Kalashnikovs in a country of just six million people,” with the nature of the region, this has continued to impact incidence of terrorism in Nigeria.
Let no one be deceived. The offer to sell Super Tucano aircraft has everything wrong about it. The US should hold unto its support in this instance as we not only survived but also made headways without it in the recent past. One is tempted to ask, are we expecting a new Boko Haram?

JORNAL OPÇÃO (GO)


Após 10 anos, novo Aeroporto de Goiânia será inaugurado

Presidente Dilma Rousseff (PT) vem à capital goiana entregar o terminal, que deve começar a operar, efetivamente, no final do mês
Por Alexandre Parrode

Será inaugurado na próxima segunda-feira (9/5), o novo terminal do aeroporto Santa Genoveva. Depois de dez anos, dos quais cinco as obras ficaram paralisadas, finalmente foi concluído o novo prédio e instalações adjacentes, que prometem dobrar a capacidade aeroportuária de Goiânia.

Está marcada para as 18 horas a cerimônia de inauguração, com a presença da presidente Dilma Rousseff (PT), o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) e o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), além do ministro-chefe chefe da Secretaria de Aviação Civil do Brasil, Carlos Eduardo Gabas, e o superintendente do terminal aeroportuário da Capital, Alessandro Máximo.

As novas instalações receberam investimentos de R$ 467,4 milhões e resultaram num terminal de dois andares e 34,1 mil metros quadrados, com novas estruturas de pontes de embarque, balcões de check-in, elevadores, escadas rolantes, esteiras de restituição de bagagem e canais de inspeção (raio-x e detector de metal).

Com essa estrutura, Goiânia poderá receber até 6,3 milhões de passageiros por ano. Em 2015, a demanda foi de 3,31 milhões de viajantes

Apesar da inauguração, o novo aeroporto deve começar a receber passageiros no próximo dia 21 de maio, como informou o prefeito Paulo Garcia ao Jornal Opção. As novas instalações deverão entrar em operação assistida após a homologação por parte de Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A Infraero já iniciou o trabalho de transição com as empresas aéreas e os órgãos públicos que atuam no atual Aeroporto de Goiânia. Essa ação inclui testes de equipamentos, da rede de comunicações e treinamento de funcionários, dentre outras.

Para o prefeito Paulo Garcia, o novo terminal significa um avanço para Goiânia, nas áreas de comércio e turismo . “O novo aeroporto é uma obra fundamental para o crescimento da cidade e coloca Goiânia na rota de grandes negócios e do turismo. Com isso, toda a população é beneficiada. Nós nos empenhamos em contribuir com mais essa obra”, enfatizou.

Segundo informações da prefeitura de Goiânia, a Infraero e o consórcio construtor já elaboraram os projetos de uma nova ampliação do terminal de passageiros. Trata-se de uma expansão de 7.015 metros quadrados que será iniciada assim que a demanda de passageiros exigir.

Acesso

Enquanto o viaduto que será a principal via de acesso ao aeroporto não sai do papel, a Prefeitura organizou uma entrada alternativa para o novo Aeroporto de Goiânia: pelo Jardim Guanabara — passando “por trás” do terminal. As intervenções foram executadas por diversas secretarias da administração municipal.

Uma das principais mudanças realizadas foi na Rua Caravelas, onde as equipes fizeram o alargamento da via para proporcionar maior capacidade de tráfego. Já a Rua Marabás teve sua extensão ampliada com a desapropriação de alguns imóveis para a ligação da nova entrada do aeroporto até a Avenida Vera Cruz. A rua também recebeu asfalto novo, informa a prefeitura.

Histórico

O imbróglio em torno das obras do novo terminal de passageiros teve início há dez anos, em 2006, quando o Tribunal de Contas da União (TCU) detectou indícios de irregularidades na construção. Dos 13 problemas detectados, 11 foram considerados muito graves, como o indício de sobrepreço no valor de R$ 66,6 milhões. Por conta disso, a obra teve, à época, apenas 33% do cronograma executado.

Para que as obras fossem reiniciadas a Infraero e o consórcio Odebrecht/Via Engenharia tentaram, juntamente ao TCU, repactuar o valor, mas sem êxito. A construção foi retomada apenas no final de 2013, após várias consultas ao tribunal.

A expectativa era de que o novo terminal de passageiros fosse entregue em março de 2015, mas os projetos de infraestrutura da obra permaneceram sob análise do TCU entre os meses de fevereiro e novembro do último ano. Após liberação do tribunal, a retomada das obras só pôde ser viabilizada depois de confirmada a destinação de recursos federais para a construção.

O anúncio ficou a cargo da própria presidente Dilma Rousseff (PT) em visita a Goiânia, no dia 19 de março de 2015, durante evento de lançamento das obras do BRT Norte-Sul. Na ocasião, a petista destacou a necessidade da construção de um novo terminal para a capital goiana e afirmou que iria cobrar do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, o andamento das obras para que a capital tivesse um aeroporto “coerente com o dinamismo do Estado de Goiás”.



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