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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 03/05/2016 / Novo Viracopos impulsiona novas tecnologias no setor aéreo nacional


Novo Viracopos impulsiona novas tecnologias no setor aéreo nacional ...


Terminal de Campinas inaugurou novo setor para passageiros. Empresa aérea usa tecnologia para checagens das aeronaves ...

Hildeberto Jr. ...

A transferência de toda a operação do Aeroporto Internacional de Viracopos para o novo terminal pode representar um impulso para o setor aéreo em Campinas. A Azul, que tem na cidade a sua principal base de operação, comemora a conclusão da expansão do local.

“O novo terminal é um desafio muito interessante. Estamos felizes com esse novo desafio e temos nos adaptado, fazendo simulações e treinamento. O passageiro vai receber um produto fantástico, muito melhor do que ele tem hoje. Lá certamente poderemos entregar um produto diferenciado, porque lá [o novo terminal] é muito mais confortável”, diz o gerente de operações, Antônio Dibai.

No entanto, o executivo se mostra cauteloso em relação aos números de 2016. “Todo terminal tem uma capacidade de processamento e Viracopos aumentou essa capacidade, no entanto isso não significa que haverá aumento no número de passageiros. Se o mercado tiver aquecido suficiente para aumentar a quantidade de voos , faremos o aumento. Eu espero e torço pra que isso [aumento no número de voos] aconteça ”, diz.

Tecnologia
Além de ser a principal base da empresa, Viracopos serve como um laboratório para a empresa testar procedimentos e novidades tecnológicas. Uma delas é o uso de tablets na manutenção de aeronaves.

Há três meses, os técnicos têm usado os aparelhos para agilizar a checagem dos aviões. “A gente percebeu que o uso do aparelho agiliza e facilita o trabalho do mecânico, pois debaixo da aeronave ele não tinha acesso a todas as informações que necessita, então gastava um tempo para manusear os manuais impressos e o lap top”, diz o diretor de T.I, Cleber Linhares.

A partir dessa experiência a empresa está desenvolvendo um software para informatizar a manutenção das aeronaves.

Segundo Linhares, a ideia é que em poucos meses toda a checagem dos aviões seja feita por meio de um software que está sendo desenvolvido pela empresa “Nas próximas fases deste projeto, o mecânico poderá ter acesso a todo nosso sistema de manutenção, pois haverá uma interação entre os tablets e o sistema da aeronave”, explica.

Ainda segundo o diretor, os tablets também têm sido utilizados para o atendimento dos clientes na hora do check-in em Viracopos. Por meio do equipamento, funcionários da Azul fornecem informações, fazem transferência de voos e entregam o bilhete de embarque, sem que o passageiro necessite aguardar em filas.

Crise
Assim como outros setores da economia, o setor aéreo tem sentido os efeitos da crise no país. Desde 2005, pela primeira vez seis dos 10 maiores aeroportos do Brasil registraram queda no número de passageiros.

Devido ao quadro de recessão, a companhia irá reduzir sua capacidade operacional em aproximadamente 7% em 2016. Segundo a empresa, estão sendo feitos ajustes e reduções de frequências em algumas rotas. Por exemplo, no começo de abril, a empresa suspendeu operações no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte e em Rio Branco, no Acre.

Outra saída encontrada pela Azul para enfrentar a crise é a diminuição na margem de lucro. “A demanda caiu em todos os lugares, a aviação também sentiu. A diferença é como você se comporta em relação a isso. Nossa opção é por dar a oportunidade para a pessoa continuar voando. Fizemos uma modificação no cardápio de custos para entregar uma tarifa menor, talvez não se consiga ganhar o que você ganhava antes, porque há uma redução de lucro, mas os voos estão aqui, se eles sairem vazios é pior pra mim”, diz Dibai.

Aposta em Campinas
A companhia aérea começou a operar em 2008 em Campinas e desde lá quadriplicou a quantidade de passageiros.

No primeiro ano de operação, a Azul transportou quase 1 milhão de passageiros, atualmente são 4,5 milhões de pessoas que voam pela empresa a partir do Aeroporto Internacional de Viracopos. A companhia tem 48 destinos em voos diretos saindo da cidade e 98 conexões simples e duplas que são realizadas pelo terminal.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.




PORTAL DEFENSA.COM (Espanha)


El primer C295 SAR para la Fuerza Aérea de Brasil llegará en mayo de 2017


Javier Bonilla

La llegada a Brasil del primer Airbus C295/ SC­105 Amazonas (C295 SAR) en versión ya estandarizada para búsqueda y rescate, las dos anteriores eran modificaciones de modelos originales, tendrá lugar en mayo de 2017, siendo recibido por el Segundo Escuadrón del 10º Grupo de Aviación (2º / 10º GAV o Escuadrón “Pelicano”) en la Base Aérea de Campo Grande.
La Fuerza Aérea Brasileña (FAB) compró tres bimotores SC­105 Amazonas en abril de 2014 con el objetivo de ampliar y modernizar su servicio de rescate. De acuerdo con el nuevo pronóstico, el tercer y último avión se entregará en mayo de 2019. Actualmente la unidad aérea de búsqueda y rescate, con sede en la capital de Mato Grosso do Sul, opera una flota de helicópteros y aviones de ala fija y se encuentra sustituyendo sus helicópteros H­1H por Especiales muestra sus capacidades Colombia y la falta de Artillería Airbus Military 225M y sus Bandeirante SC­95 (prácticamente desactivados desde 2010) precisamente
por estas nuevas unidades SC­295 SAR.
El "Escuadrón Pelicano" se creó el 6 de diciembre de 1957 en la base aérea de Cumbica en Sao Paulo. En 1972 fue trasladado a la base aérea de Florianópolis y el 20 de octubre de 1980 a la Base Aérea de Campo Grande, su sede actual, un lugar estratégico con el fin de llegar a los lugares más remotos del país. En abril de 2009 aterrizó en esta Base Aérea de Campo Grande el primer C­295 / C­105 Amazonas FAB­2810. El 10 de julio de ese año llegó el FAB­2811. Estos aviones son considerados aún como modelos de transición, por contar con sólo una parte de los equipos SAR . Para cumplir su cometido, el FAB­2810 y el FAB­2811 están equipados con plataformas desmontables con dos asientos para los observadores y un bin para equipos específicos, además de burbujas orientadas hacia ambos lados del fuselaje.
Más modernos, los tres nuevos aviones cuentan ahora con diversos sensores y un sistema electro­óptico para la búsqueda por imágenes y espectro infrarrojo. Este sistema reacciona al calor, lo que permite la detección de, por ejemplo, una aeronave oculta por el follaje o una persona en el mar. En la parte delantera el avión contará con el radar EL / M­2022A (V) 3, capaz de realizar búsquedas en tierra (en la banda P, que detecta cuerpos metálicos bajo vegetación) o en el mar, con un alcance de hasta 360 kilómetros. Un sistema de comunicación por satélite también permitirá el contacto con otros centros aéreos o de coordinación de rescate (Salvaero), incluso cuando el SC­105 vuela a baja altura. El Flir elegido sería el Starsafire.
Cada uno de los SC­105 tendrá una tripulación de, al menos, ocho integrantes: dos pilotos, un mecánico, dos encargados de redes de radar y/o sensores y cuatro observadores, especialistas que cuentan con cuatro ventanas en formato burbuja para poder llevar a cabo la búsqueda visual. Dependiendo de la misión, sin embargo, pueden viajar más efectivos para llevar a cabo el relevo en las posiciones durante vuelos que pueden durar hasta diez horas. También pueden embarcarse un grupo de paracaidistas y un jefe de carga, responsable del lanzamiento de botes salvavidas o suministros a los supervivientes localizados. El avión también debe estar configurado con Sistema de Soporte de Vida, para evacuación médica.
Junto a los P­3 AM y los futuros KC­390 , los tres nuevos SC­105 serán el principal avión de la FAB con la responsabilidad de asegurar el cumplimiento del papel de Brasil en los acuerdos internacionales de búsqueda y rescate. Como firmante de importantes acuerdos con la Organización de Aviación Civil Internacional y la Organización Marítima Internacional (el convenio SOLAS), Brasil está a cargo de un área que se extiende hasta el meridiano 10. Además de la cobertura continental, son más de 22 millones de kilómetros cuadrados bajo responsabilidad SAR y ambiental brasileña.

JORNAL HOJE EM DIA (MG)


Lagoa Santa recebe Hospital de Campanha da Força Aérea


Moradores de Lagoa Santa terão um importante reforço no atendimento de Saúde durante esta primeira semana de maio. Uma parceria da prefeitura com a Força Aérea Brasileira (FAB) instalará um Hospital de Campanha (HCAMP) começando a funcionar nesta segunda-feira (2). Os atendimentos serão ralizados por especialistas da FAB irão até sexta-feira. A expectativa é que 3 mil pessoas sejam atendidas em diversas especialidades médicas e odontológicas.
“A FAB tem a missão de garantir a soberania do espaço aéreo brasileiro. Para isso, pode-se chegar, até mesmo, a uma situação extrema, que é a guerra. E na guerra só perduram aqueles que estão preparados. É por isso que utilizamos nosso Hospital de Campanha nessa manobra: treinarmos, na paz, a maneira pela qual apoiaremos nossa tropa, em um conflito.", explica o Brigadeiro do Ar Ivan Moysés Ayupe, Comandante do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica.
O HCAMP é, desde 2008, instalado anualmente na região da Grande BH para o treinamento operacional de médicos, dentistas e farmacêuticos que realizam a adaptação militar no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica, após terem sido aprovados em processo de admissão e seleção para ingresso na FAB. Ao iniciarem a carreira na FAB, os profissionais de saúde poderão atuar em situações de calamidade real, prestando atendimento a vítimas de catástrofes.
No ano passado, o Hospital de Campanha funcionou atendeu mais de 4.000 atendimentos, entre consultas e procedimentos médicos.
Especialidades atendidas:
Anestesiologia, cancerologia, cardiologia, cirurgia geral, clínica médica, geriatria, ginecologia, obstetrícia, infectologia, mastologia, medicina intensiva, nefrologia, neurocirurgia, neurologia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pediatria, pediatria neonatal, psiquiatria e urologia. Serão realizados também atendimentos odontológicos para adultos e crianças, incluindo procedimentos de extração dentária e avaliações preventivas.


PORTAL G-1


Ventos podem ter colaborado para queda de aeronave em MG, diz polícia

Conforme PM, área onde avião caiu em Guapé é larga e venta muito. Segundo testemunhas, aparelho caiu de bico na água, em parafuso.

Do G1 Sul De Minas

Os ventos da região do Lago de Furnas onde caiu a aeronave experimental que caiu na tarde de sábado (30), em Guapé (MG), podem ter contribuído para o acidente, que matou o engenheiro industrial Helênio Antônio Lara, de 55 anos, que também é empresário, e o filho dele, Samuel Henrique Campos Freitas, de 17 anos. Os dois foram sepultados na tarde deste domingo (1º) em Itaúna (MG).
"Segundo informações dos colegas deles, ele nem chegou no aeroporto, ele fez o reconhecimento e quando foi fazer a manobra para retonar, ele caiu. O local ali é uma área larga e venta muito", disse o sargento da Polícia Militar Nilson Sebastião de Assis.
A aeronave caiu a cerca de 2 Km de uma marina, que fica na área Central de Guapé. Segundo informações de testemunhas, o avião fez uma curva e logo em seguida caiu em parafuso.
"Ele bateu de bico na represa, a gente saiu na esperança de ter alguém com vida, mas chegamos lá estava o pai e o filho morto, preso nas ferragens, não teve como fazer nada", disse o empresário Ivan Antônio Ávila, que cedeu uma lancha para que os policiais localizassem o monomotor.
Pai e filho participavam de um encontro de aeronaves em uma fazenda de Guapé. Segundo a família, eles faziam um sobrevoo no Lago de Furnas e voltavam para o local do encontro quando a aeronave caiu.
O resgate dos corpos começou por volta de 19h de sábado. O trabalho reuniu bombeiros, policiais militares e moradores que conhecem a represa. Com o vento, a aeronave foi deslocada a cerca de 1 Km do local do acidente. Foi preciso a ajuda de mergulhadores, que tiveram dificuldades para remover os corpos que estavam presos no cinto de segurança.
"A dificuldade ali é que a aeronave fragmentou. Os dois corpos ficaram presos nos bancos e esse banco é fixado no piso da aeronave, que está quebrado. O banco que estava mantendo os corpos ali", disse o Tenente do Corpo de Bombeiros, Gabriel Freitas Vieira.
Investigação
Peritos do Centro Nacional de Investigação e Prevenção (Cenipa) estiveram em Guapé para avaliar o avião na tarde deste domingo (1º). Eles removeram a aeronave da água e fotografaram os estragos. A parte da frente ficou destruída. Cabine e hélices estavam destroçadas.
"Nesse primeiro momento a gente tira foto de toda aeronave, de tudo que a gente consegue coletar de informação, para depois que a gente voltar à nossa unidade a gente poder analisar tudo que tirou, a gente não tenta descobrir o que aconteceu, até porque nosso objetivo não é descobrir o que aconteceu. Nosso objetivo é descobrir os fatores contribuintes para que a gente possa fazer uma análise e evitar que aconteça novas ocorrências, disse Erick de Assis Cheve Costa, capitão do Cenipa.
O avião experimental PU-HLA, modelo Curumim II, estava regular, segundo os peritos do Cenipa. "Até o momento não foi constatada nenhuma irregularidade. Ela tem uma matrícula cedida pela ANAC, ela cumpria os requisitos de uma aeronave experimental", disse o tenente do Cenipa.
Ainda não há previsão de quando vai ser divulgado o relatório dos peritos. Segundo a Anac, como o avião era experimental, não havia necessidade da divulgação dos planos de voo.
O acidente
O acidente aconteceu por volta de 15h da tarde de sábado no Lago de Furnas, em Guapé. Horas antes do acidente, Helênio informou os amigos através das redes sociais que estava sobrevoando o Lago de Furnas na companhia do filho. Um pouco antes, ele havia feito uma outra postagem em Pará de Minas (MG), onde informava que estava aguardando o tempo melhorar para levantar voo.
Segundo a assessoria de comunicação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a aeronave estava registrada no órgão como aeronave experimental e, por isso, não era obrigada a registrar planos de voos.

Avião Solar Impulse retoma volta ao mundo

Próximo destino será Phoenix, com previsão de voo de 16 horas. Aeronave ficou dez meses parada no Havaí para reparar as baterias.

Da France Presse

O avião ecológico Solar Impulse 2, uma aeronave alimentada exclusivamente com a energia procedente do Sol, retomou a viagem de volta ao mundo ao decolar, nesta segunda-feira (2), de San Francisco, na Califórnia, com destino a Phoenix, no Arizona, sudoeste dos Estados Unidos.
O Solar Impulse 2, pilotado pelo suíço André Borschberg e que havia pousado em San Francisco em 24 de abril procedente do Havaí, decolou às 5H00 locais (9H00 de Brasília) e deve completar o percurso até Phoenix, de pouco mais de 1.150 quilômetros, em 16 horas e 20 minutos.
Esta etapa é bem mais curta que a anterior, quando o outro piloto do avião, o também suíço Bertrand Piccard, voou durante 60 horas consecutivas, com direito apenas a pequenos cochilos de 20 minutos intermitentes.
A travessia do Pacífico, realizada em duas etapas, representou até o momento a parte mais perigosa da volta ao mundo do Solar Impulse 2, especialmente pela distância entre os locais de pouso em caso de problemas.
Depois de iniciar a missão em Abu Dhabi, o Solar Impulse 2 teve que fazer uma longa parada técnica, de quase 10 meses, no Havaí para reparar as baterias abaladas por um calor excessivo durante a primeira parte da travessia do Pacífico a partir do Japão.
Para alcançar Phoenix, André Borschberg voará sobre o deserto de Mojave.

Helicóptero cai em área de mata no litoral de SP e deixa dois mortos

Pelo menos dois corpos foram encontrados ao lado da aeronave. Acidente aconteceu no começo da tarde desta segunda-feira (2).

João Paulo De Castro E Mariane Rossi Do G1 Santos

ImagemUm helicóptero caiu em uma região de mata localizada entre as cidades de Santos e Cubatão (SP) no começo da tarde desta segunda-feira (2). De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, pelo menos duas pessoas morreram no acidente. Os corpos das vítimas ficaram carbonizados, mas foram identificados por causa do prefixo da aeronave.
De acordo com informações apuradas pelo G1 com a Força Aérea Brasileira (FAB), o helicóptero decolou às 11h20 do Campo de Marte, em São Paulo. Segundo o gerente de segurança operacional da AGD Aviation, Paulo Heric, responsável pelo aeronave, o voo era particular, não de instrução, e a família de uma das vítimas já foi comunicada do acidente. Os nomes dos ocupantes da aeronave ainda não foram divulgados porque familiares da outra vítima ainda não foram localizados.
Segundo informações de testemunhas e dos bombeiros, o helicóptero voava baixo e, antes de cair, atingiu a rede elétrica do local. Os bombeiros acreditam que o piloto não tenha visto a fiação elétrica por causa do sol. A aeronave acabou explodindo assim que tocou o solo. O G1 obteve um vídeo gravado por um morador do local que mostra a aeronave pegando fogo poucos minutos após ter caído (assista a seguir).
A aeronave caiu em uma região de mata do bairro Mantiqueira, em Cubatão. O acidente aconteceu por volta das 12h, próximo ao km 260 da rodovia Cônego Domênico Rangoni.
Segundo informações dos bombeiros, o helicóptero é de modelo "Robinson 22" e saiu da Escola de Aviação do Campo de Marte, em São Paulo. Duas pessoas sobrevoavam a serra do mar e estava retornando para São Paulo no momento do acidente.
Investigação
De acordo com o Coronel Rogério Silva Pedro, que atendeu a ocorrência, o tempo estava claro e não havia neblina. As condições de voo estavam favoráveis no momento do acidente. "Duas pessoas estavam a bordo. Ela tocou a fiação de alta tensão e caiu. A Aeronáutica vai investigar o que aconteceu. Não sabemos, oficialmente, se houve alguma pane. Verificamos se existia alguém com vida mas encontramos apenas dois corpos", relatou ao G1.
Equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, e da Defesa Civil de Cubatão foram até o local para prestar atendimento a ocorrência.

Aeronáutica investiga queda de helicóptero que feriu dois no RS

Aeronave com dois tripulantes caiu na tarde de domingo em Viamão. Piloto relatou que teria caído após uma rajada de vento na região.

A queda do helicóptero que deixou dois feridos na tarde de domingo (1º) em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, será investigada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos 5 (Cenipa). O helicóptero é um modelo R22, da Robinson, projetado para instrução, mas estaria fazendo voo panorâmicos no momento do acidente.
O helicóptero está registrado em nome de Jairo Amilton Silva Muller, mas foi arrendado para uma escola de aviação. No entanto, conforme representantes da escola, a queda aconteceu durante um voo particular do proprietário. Ele teria relatado uma forte rajada de vento no momento do acidente.
“O R22 foi projetado para instrução, mas parece que estava fazendo um voo panorâmico naquela região de Viamão, (manobra) que por si só exige cerca perícia”, explica o tenente coronel Max Adolfo da Ceripa, afirmando que a investigação é um procedimento padrão da Aeronáutica, que busca informações sobre as causas e circunstâncias do acidente com o intuito de melhorar a segurança aérea.
Junto à investigação conduzida pela Aeronáutica, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar o acidente, uma vez que terminou com dois feridos, e a Agência Nacional de Aviação civil (Anac) suspende a autorização de voo do piloto até que as investigações sejam concluídas.

Novo Viracopos impulsiona novas tecnologias no setor aéreo nacional

Terminal de Campinas inaugurou novo setor para passageiros. Empresa aérea usa tecnologia para checagens das aeronaves.

Hildeberto Jr. Do G1 Campinas E Região

A transferência de toda a operação do Aeroporto Internacional de Viracopos para o novo terminal pode representar um impulso para o setor aéreo em Campinas. A Azul, que tem na cidade a sua principal base de operação, comemora a conclusão da expansão do local.
“O novo terminal é um desafio muito interessante. Estamos felizes com esse novo desafio e temos nos adaptado, fazendo simulações e treinamento. O passageiro vai receber um produto fantástico, muito melhor do que ele tem hoje. Lá certamente poderemos entregar um produto diferenciado, porque lá [o novo terminal] é muito mais confortável”, diz o gerente de operações, Antônio Dibai.
No entanto, o executivo se mostra cauteloso em relação aos números de 2016. “Todo terminal tem uma capacidade de processamento e Viracopos aumentou essa capacidade, no entanto isso não significa que haverá aumento no número de passageiros. Se o mercado tiver aquecido suficiente para aumentar a quantidade de voos , faremos o aumento. Eu espero e torço pra que isso [aumento no número de voos] aconteça ”, diz.
Tecnologia
Além de ser a principal base da empresa, Viracopos serve como um laboratório para a empresa testar procedimentos e novidades tecnológicas. Uma delas é o uso de tablets na manutenção de aeronaves.
Há três meses, os técnicos têm usado os aparelhos para agilizar a checagem dos aviões. “A gente percebeu que o uso do aparelho agiliza e facilita o trabalho do mecânico, pois debaixo da aeronave ele não tinha acesso a todas as informações que necessita, então gastava um tempo para manusear os manuais impressos e o lap top”, diz o diretor de T.I, Cleber Linhares.
A partir dessa experiência a empresa está desenvolvendo um software para informatizar a manutenção das aeronaves.
Segundo Linhares, a ideia é que em poucos meses toda a checagem dos aviões seja feita por meio de um software que está sendo desenvolvido pela empresa “Nas próximas fases deste projeto, o mecânico poderá ter acesso a todo nosso sistema de manutenção, pois haverá uma interação entre os tablets e o sistema da aeronave”, explica.
Ainda segundo o diretor, os tablets também têm sido utilizado para o atendimento dos clientes na hora do check-in em Viracopos. Por meio do equipamento, funcionários da Azul fornecem informações, fazem transferência de voos e entregam o bilhete de embarque, sem que o passageiro necessite aguardar em filas.
Crise
Assim como outros setores da economia, o setor aéreo tem sentido os efeitos da crise no país. Desde 2005, pela primeira fez seis dos 10 maiores aeroportos do Brasil registraram queda no número de passageiros.
Devido ao quadro de recessão, a companhia irá reduzir sua capacidade operacional em aproximadamente 7% em 2016. Segundo a empresa, estão sendo feitos ajustes e reduções de frequências em algumas rotas. Por exemplo, no começo de abril, a empresa suspendeu operações no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte e em Rio Branco, no Acre.
Outra saída encontrada pela Azul para enfrentar a crise é a diminuição na margem de lucro. “A demanda caiu em todos os lugares, a aviação também sentiu. A diferença é como você se comporta em relação a isso. Nossa opção é por dar a oportunidade para a pessoa continuar voando. Fizemos uma modificação no cardápio de custos para entregar uma tarifa menor, talvez não se consiga ganhar o que você ganhava antes, porque há uma redução de lucro, mas os voos estão aqui se eles sairem vazios é pior pra mim”, diz Dibai.
Aposta em Campinas
A companhia aérea começou a operar em 2008 em Campinas e desde lá quadriplicou a quantidade de passageiros.
No primeiro ano de operação, a Azul transportou quase 1 milhão de passageiros, atualmente são 4,5 milhões de pessoas que voam pela empresa a partir do Aeroporto Internacional de Viracopos. A companhia tem 48 destinos em voos diretos saindo da cidade e 98 conexões simples e duplas que são realizadas pelo terminal.

Rio 2016: delegações poderão ser monitoradas em tempo real

Mesa tática será utilizada com sistema atualizado para os Jogos. Ao todo, 85 mil pessoas vão atuar na segurança das Olimpíadas.

Henrique Coelho Do G1 Rio

A menos de 100 dias dos Jogos Olímpicos de 2016, data comemorada no última quarta-feira (27), o G1 teve acesso ao prédio do Centro Integrado de Comando e Controle Regional e conversou com autoridades para entender a organização da segurança para o evento. O esquema especial começa em julho e só termina em outubro, após as Paralimpíadas. O terceiro andar do prédio espelhado na rua Carmo Neto, na Cidade Nova, Centro do Rio, será o coração carioca da segurança dos Jogos.
Autoridades vão contar com a tecnologia para monitorar delegações de atletas e público em tempo real, caso seja necessário. Quatro balões de monitoramento – não tripulados e com câmeras – permanente serão utilizados nas regiões de competição: Barra da Tijuca, Deodoro, Copacabana e Maracanã.
Os balões têm um conjunto de 13 câmeras, operam a 200 metros de altitude e têm autonomia de 72 horas.
No gabinete de Crise do Centro Integrado de Comando e Controle Regional, o secretário de segurança, José Mariano Beltrame, e outras autoridades terão à sua disposição uma mesa tática, com 21 lugares, e uma tela tática para monitorar a movimentação de delegações, comitivas e torcedores que vão circular pelas instalações olímpicos e por toda a cidade.
Através de um sistema desenvolvido pela secretaria, a mesa tática mostra imagens vistas de cima dos principais pontos de passagem do público e delegações, além dos locais de competição. Na tela touchscreen, com uma caneta virtual, os membros do gabinete podem desenhar na tela e delimitar locais de bloqueio no trânsito e tomar outras decisões de cunho estratégico na segurança dos Jogos. A tela tática também pode ser usada para os mesmos fins.
O sistema já tinha sido utilizado na Copa, mas foi atualizado para os Jogos: ocorrências mais graves podem ser destacadas tanto na mesa quanto na tela táticas, em vermelho. De acordo com a decisão estratégica, outros carros das forças de segurança podem ser deslocados para determinados locais.
O subsecretário de Comando e Controle Regional, Edval Novaes, explicou que as decisões para todas as regiões olímpicas da cidade serão tomadas no prédio: Maracanã (que inclui Engenhão e Sambódromo), Deodoro, Parque Olímpico da Barra da Tijuca e Copacabana (que inclui Marina da Glória e Lagoa Rodrigo de Freitas).
“Importante salientar que cada local de competição terá o seu [centro]. Aqui, somos o Centro Integrado de Comando e Controle Regional, com o Centro Integrado Nacional acima de nós, em Brasília”, explicou o subsecretário.
Representantes do Ministério da Justiça, PM, Polícia Civil, Defesa Civil e outras instâncias de segurança terão à disposição ainda 98 telas que já funcionam no CICC desde 2014 para monitorar a segurança na cidade, além de 1500 câmeras instaladas em carros da Polícia Militar. “Existe a possibilidade de instalarmos mais câmeras no resto da cidade", afirmou Novaes.

Efetivo

No total, 20 instituições são responsáveis pela organização da segurança do evento, com custos estimados em R$ 1,5 bilhão entre 2012 e 2016. Oitenta e cinco mil agentes vão participar da segurança dos Jogos, entre 5 de agosto (início das Olimpíadas) e 18 de setembro (fim das Paralimpíadas).
Quarenta e sete mil homens estarão no evento na área de segurança pública, responsável pela segurança de autoridades, segurança viária e de tráfego, policiamento ostensivo nas ruas, defesa civil, segurança das instalações, polícias judiciária e marítima, repressão a crimes cibernéticos, vistorias e contramedidas de explosivos, cooperação policial internacional, serviços de inteligência e enfrentamento ao terrorismo.
No eixo da Defesa, 38 mil agentes estarão responsáveis por ações aeroespaciais, marítimas e fluviais, segurança e defesa cibernética, ações de transporte aéreo logístico, fiscalização de explosivos, proteção de estruturas estratégicas, emprego de forças de contingência e ações aeroportuárias.
"O país está preparado", garantiu Andrei Rodrigues, secretário extraordinário de grandes eventos do Ministério da Justiça.
“Temos a convicção de que faremos os Jogos que se aproximam com o mesmo nível de responsabilidade e com a mesma possibilidade de êxito que alcançamos na Copa do Mundo”, afirmou o Ministro da Defesa, Aldo Rebelo, em mensagem em vídeo divulgada na quarta-feira (27), data que celebra os 100 dias para os Jogos.
O Rio tem na bagagem eventos como o Rio +20 em 2012, Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude em 2013 e a Copa do Mundo, em 2014. Para aprimorar a formação e a preparação para os jogos, policiais e agentes de inteligência foram para eventos internacionais, como o Superbowl, final do futebol americano nos Estados Unidos, assim como os Jogos Europeus no Azerbaijão. O objetivo foi, através do trabalho de mais de 100 observadores, tentar trazer para os Jogos Olímpicos as melhores práticas de segurança do mundo.
"Houve uma cooperação policial internacional, entre o Brasil e a estrutura de segurança desses eventos, para uma troca de informações. Estive na 55ª Assembléia Geral da ONU, e pude conhecer como o FBI e como a Polícia de Nova York se preparam para o evento desse porte, junto com o coronel Duarte, comandante da PM do Rio, o Estado-Maior dos Bombeiros, e representantes da Guarda Municipal e Força Nacional,", explicou Cristiano Barbosa Sampaio, Diretor de Operações da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (SESGE) do Ministério da Justiça.
Segundo Cristiano, em outro evento na China, os observadores, entre policiais militares, civis, policiais federais, bombeiros e agentes da Defesa Civil, puderam acompanhar todo o trabalho do planejamento da segurança. "Vimos desde a inspeção de aeroportos até a segurança nos estádios e no entorno dos estádios, em todos os detalhes. O objetivo foi trazer essa experiência. Estamos trazendo ao brasil o que há de mais moderno", garantiu.

Investimento

Da criação da secretaria extraordinária de grandes Eventos do Ministério da Justiça, em 2012, até 2016, foram investidos R$ 1,5 bilhão da pasta no Sistema Integrado de Comando e Controle, incluindo a construção dos Centros Integrados de Comando e Controle, caminhões antitumulto e balões de monitoramento permanente nas cidades-sede olímpicas.
“O investimento não é para grandes eventos exclusivamente, mas para ser um importante legado para a Segurança Pública. Temos Centros Integrados de Comando e Controle nas 12 sedes da Copa do Mundo, temos vídeo monitoramento funcionando na cidade e outros equipamentos funcionando”, explicou Andrei Rodrigues, delegado da Polícia Federal e subsecretário.
As 20 instituições que fazem parte do Comitê Executivo de Segurança Integrada Naciona são: Ministério da Justiça, Coordenação de Defesa de Área do Exército, Agência Brasileira de Inteligência, Secretaria de Segurança, Secretaria de Estado de Defesa Civil e Polícia Militar. Como membros convidados, estão o Departamento de Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Comando Militar do Leste, 1º Distrito Naval, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Cet Rio, Defesa Civil da Polícia Militar, Autoridade Pública Olímpica e Comitê Rio 2016.
Terrorismo

As autoridades ouvidas pelo G1 dizem que o país está preparado para enfrentar possíveis ameaças terroristas durante o período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. O monitoramento contínuo dos serviços de inteligência serviria para dissipar estes temores, de acordo com Andrei Rodrigues, mesmo após a confirmação, pela Agência Brasileira de Inteligência, de que um terrorista do Estado Islâmico teria feito ameaças ao Brasil para o período dos Jogos.

“Neste tipo de eventos, é comum termos ameaças. A inteligência determina, passa para o Centro Integrado de Comando e Controle, que pensa e age a partir disso para evitar. Esse é um modelo criado para grandes eventos, envolvendo nossas unidades de inteligência, que abastecem os centros integrados de comando e controle com informações”, disse Andrei Rodrigues. Ele não quis comentar as declarações do diretor do Departamento de Contraterrorismo (DCT), Luiz Alberto Sallaberry, sobre a elevação do alerta para atentados terroristas no Brasil.

Outra ameaça que é monitorada diariamente pelas autoridades de inteligência brasileiras é a ação dos chamados ‘lobos solitários’. Ao contrário de terroristas ligados a grandes grupos, estes são mais difíceis de estrear.
"As principais variáveis de risco consideradas no planejamento são ataques terroristas ou de sabotagem, manifestações sociais, criminalidade e violência urbana, comprometimento da saúde coletiva ou de mobilidade urbana, luz, telefonia, ataques cibernéticos, incidentes e catástrofe. Qualquer variação nessas fontes pode levar a adoção de medidas extremas. Mas, existem ameaças que, para a nossa realidade, apresentam um desafio maior, como a mobiliadde urbana, dada a característica da cidade", explicou Alzir.

Manifestações

O governo admite que pouco soube lidar com as manifestações ocorridas durante a Copa das Confederações, em julho de 2013, em plena efervescência dos protestos contra aumentos das passagens de ônibus em Rio e São Paulo. "É um foco maior de preocupação sim. Na Copa das Confederações, tivemos problemas, porque as pessoas se aproveitaram para praticar atos violentos", afirmou Novaes. "Houve aquele cenário que todos vimos, com 1 milhão de pessoas e aquela violência nas ruas, que foi escalando e culminou com o assassinato do Santiago (Andrade), em 2014", avaliou Andrei Rodrigues.
Santiago Andrade, cinegrafista da Rede Bandeirantes, foi morto depois de ser atingido por um rojão disparado por um manifestante no dia 6 de fevereiro de 2014, durante uma manifestação na Central do Brasil.
Fabio Raposo e Caio Souza, presos pela participação no crime, ficaram presos por mais de um ano, antes de receberem a liberdade da Justiça. Desde março de 2015, ambos não respondem mais por homicídio culposo, mas apenas por explosão seguida de morte.

Segundo Andrei Rodrigues, o Brasil é um país democrático, e que é dever das forças de segurança garantir o direito à manifestação. "O que nós não vamos tolerar são ações criminosas. Àquele que for cometer crimes, vandalismo, furto, saques, homicídios, vamos dar a resposta para garantir o direito daqueles que queiram protestar pacificamente", garantiu Andrei.

Confira áudio do piloto na chegada a tocha olímpica ao Brasil

Avião entrou no território do país às 3h18 desta terça. Brasília é a primeira cidade a receber o símbolo olímpico.

Do G1 Df

O avião com a tocha olímpica entrou em território brasileiro às 3h18 desta terça-feira (3), rumo a Brasília. Dois caças da Esquadrilha da Fumaça acompanhavam a aeronave. A capital é a primeira cidade do país a receber o símbolo olímpico. Na chegada, o piloto e uma controladora de voo se cumprimentaram.
PILOTO: Muito bom dia. Esse é o LATAM 9751, espírito olímpico a bordo, mantenho 380. É um prazer chegar no Brasil.
CONTROLADORA DE VOO: Latam 9751, a Força Aérea dá as boas-vindas ao símbolo olímpico que se ingressa no espaço aéreo brasileiro. Desejamos que a chama acesa represente, não apenas a conquista da vitória, mas a certeza que teremos uma competição com paz, união e amizade entre as nações.
PILOTO: Assim seja. 9751 agradece todos os esforços do Cindacta em nos apoiar nesse voo em segurança sempre e o 9751 informa que mais próximo a Brasília fará a coordenação pra aguardamos o Esquadrão Jaguar. 9751.
A chama olímpica foi trazida de lanterna no avião. Ela só passa para a tocha no Palácio do Planalto e será entregue pela presidente Dilma Rousseff à capitã da seleção brasileira de vôlei, Fabiana Claudino –– primeira condutora. Ao todo, 143 pessoas se revezarão na condução do símbolo olímpico na cidade. Desses, oito são medalhistas na competição.
Na cidade, o símbolo olímpico também vai ser levada de rapel, lancha, canoa, a nado e por cavaleiros da Polícia Militar. O percurso na capital tem 105 quilômetros e inclui os principais pontos turísticos, como a Ponte JK e a Esplanada dos Ministérios.
O símbolo olímpico percorrerá os 26 estados até o início da competição. A tocha tem 1,4 kg e 69 centímetros quando aberta. Vento e água não a apagam, porque ela é equipada com um sistema para mantê-la acesa por meio da liberação de um gás internamente.
Trajeto
A corrida tem previsão para começar às 10h30, quando a capitã da seleção brasileira de vôlei Fabiana Claudino descerá a rampa do Palácio do Planalto com a chama olímpica. O fogo vai percorrer cinco regiões administrativas por terra, água e ar, carregado por medalhistas olímpicos, representantes de comunidades indígenas e estudantes do DF, entre outros.
Vias e estacionamentos foram interditados na noite desta segunda (2) para garantir a tranquilidade do percurso. Em alguns trechos, o trânsito foi bloqueado às 19h. A lista inclui a via de acesso ao Congresso Nacional conhecida como Alameda dos Estados, em frente à rampa presidencial, e as vias internas do complexo esportivo às margens do Eixo Monumental, onde fica o estádio Mané Garrincha.
Em Taguatinga, os estacionamentos das avenidas Central, Comercial Sul, Samdu Sul e Vila Dimas serão bloqueados a partir das 22h e liberados por volta das 16h30, já na terça-feira. A reabertura será gradual, conforme a tocha passa por cada um dos trechos.
O acesso aos estacionamentos das quadras 107, 108, 307 e 308 Sul também será impedido às 22h. As vias dessas quadras serão usadas para garantir o acesso da tocha à Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima, um dos monumentos que serão visitados pelo fogo olímpico.
O mesmo vai acontecer com os estacionamentos entre o Touring e a Praça Norte do Conjunto Nacional, e as vagas que ficam em frente ao Memorial JK e ao Memorial dos Povos Indígenas, no Eixo Monumental. Os bolsões de estacionamento da Praça das Fontes, no Parque da Cidade, também ficam indisponíveis durante o evento.
O trajeto termina em um retorno à Esplanada, por volta das 20h50, nas mãos da medalhista olímpica Leila Barros. A tocha será recepcionada no local em meio a uma celebração musical, que começa no fim da tarde e inclui shows de Daniela Mercury, Diogo Nogueira e Ellen Oléria, além de artistas locais. Os shows são gratuitos e começam às 16h.

MINISTÉRIO DA DEFESA


Ministro da Defesa participa de cerimônia de chegada da Tocha Olímpica; caças da FAB escoltam avião com a tocha


O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, participa nesta terça-feira (3), às 8h30, da cerimônia de chegada e acendimento da Tocha Olímpica dos jogos Rio 2016, no Salão Nobre do Palácio do Planalto. O evento marca o início do percurso da tocha pelo Distrito Federal, que chegará ao país na madrugada do dia 03 de maio.
Antes da cerimônia, a partir das 6h30, o avião comercial com a chama olímpica será interceptado por dois caças da Força Aérea Brasileira (FAB) e as três aeronaves sobrevoarão o Eixo Monumental, no sentido Torre de TV até a altura do Congresso Nacional.
A aeronave transportando a chama olímpica será monitorada pelo sistema de controle de tráfego aéreo a partir das 3 horas da manhã, horário previsto para o avião ingressar no espaço brasileiro, ainda sobre o Oceano Atlântico.
Esquadrilha da Fumaça
Às 9h50, sete aeronaves da Esquadrilha da Fumaça também vão sobrevoar a Esplanada dos Ministérios, durante o início do desfile da tocha olímpica.
O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica acompanhará a movimentação aérea ao vivo, por meio do Twitter (@portalfab), a partir das 3h da manhã. Também serão disponibilizadas no Twitter imagens ao vivo dos sobrevoos dos caças e da Esquadrilha da Fumaça. O ministério da Defesa também acompanhará o evento por meio de suas redes sociais e de sua página na internet (www.defesa.gov.br).
Os veículos de comunicação interessados em receber imagens em alta resolução dos sobrevoos e do áudio do contato entre o controle de tráfego aéreo brasileiro e a aeronave com a chama olímpica deverão entrar em contato com a FAB pelo e-mail imprensa@fab.mil.br.
SERVIÇO:
Tocha Olímpica em Brasília nesta terça-feira (03/05)
1) Sobrevoo do jato com a chama olímpica e dois caça da FAB
Horário: a partir das 06h30
Local: Esplanada dos Ministérios, Torre de TV sentido Congresso Nacional
Informações: Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
Contato: (61) 3966-9640
2) Ministro da Defesa na cerimônia de chegada e acendimento da Tocha
Horário: 08h30
Local: Salão Nobre, Palácio do Planalto
Informações: Assessoria de Comunicação do Ministério da Defesa
Contato: (61) 3312-4071
3) Esquadrilha da Fumaça no desfile da Tocha
Horário: 09h50
Local: Esplanada dos Ministérios
Informações: Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
Contato: (61) 3966-9640

AGÊNCIA CÂMARA


Comissão da MP sobre participação estrangeira em empresas aéreas analisa plano de trabalho

Segundo o governo, mudança na legislação aumentará a competição no mercado doméstico e possibilitará que mais cidades sejam atendidas por voos regulares

A comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 714/16 reúne-se nesta quarta-feira (4) para analisar o plano de trabalho.
A MP eleva, de 20% para 49%, o limite para a participação estrangeira no capital com direito a voto das companhias aéreas brasileiras. O relator da matéria é o deputado Zé Geraldo (PT-PA).
A norma altera o Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/86), que limitava a participação dos estrangeiros a 20% do capital votante da empresa. O código também restringia a direção das companhias a brasileiros. Essa exigência foi revogada pela medida provisória, abrindo espaço para a presença de administradores de outras nacionalidades.
A MP também extingue o Adicional de Tarifa Aeroportuária (Ataero) a partir de 1º de janeiro de 2017. O Ataero foi criado pela Lei 7.920/89. Os recursos arrecadados são enviados para o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), que financia o setor de aviação civil e a infraestrutura aeroportuária.
De acordo com a MP, o valor do Ataero será incorporado às tarifas a partir de 2017. Ou seja, não haverá redução tarifária para passageiros e companhias com o fim do adicional. Para a Infraero e as empresas que vierem a vencer os próximos leilões de concessão de terminais, a medida significará aumento de arrecadação, pois ficarão com a parcela referente ao Ataero que hoje vai para o Fnac.
A reunião está marcada para as 14h30, no plenário 9 da ala Alexandre Costa, no Senado.

PORTAL BRASIL


Uso de drones durante o tour da tocha olímpica terá restrições

Durante o tour dos Jogos Olímpicos e Paralimpicos Rio 2016, a utilização do espaço aéreo pelos drones não será autorizado

A utilização de aeronaves não tripuladas, também conhecidas como drones, será restrita durante o revezamento da tocha olímpica nas mais de 300 cidades brasileiras, destaca a Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República. O símbolo dos Jogos Olímpicos chega ao Brasil, nesta terça-feira (3), em Brasília (DF), onde se dará o início do percurso até a chegada ao Rio de Janeiro, no dia 4 de agosto.
Durante o tour dos Jogos Olímpicos e Paralimpicos Rio 2016, a utilização do espaço aéreo pelos drones não será autorizado, exceto dentro de áreas já estabelecidas previamente e por operadores que tiverem os seguintes documentos:
- autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac),
- autorização de voo do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea),
- registro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para auxiliar na fiscalização dessas aeronaves, a Secretaria de Aviação Civil publicou recentemente um guia com orientações para as forças de segurança pública, detalhando quais documentos o operador deve portar e se o uso está de acordo com as autorizações emitidas pelos órgãos responsáveis. O documento está disponível no site da Secretaria, na página Drone Legal.
Para o período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, foram estabelecidas restrições ao uso de aeronaves não tripuladas. Durante o evento, com algumas exceções, não será autorizado o uso dos drones dentro das áreas denominadas Espaços Aéreos Condicionados, que estarão em funcionamento nas cidades-sede dos Jogos. A recomendação da Secretaria de Aviação à população é que aproveitem os eventos, mas deixem seus drones em casa.
Regularize seu drone
No Brasil, as regras para operação das aeronaves não tripuladas, estão dentro das regulamentações do Decea, responsável por prover, regular e fiscalizar o acesso ao espaço aéreo. Porém, antes de solicitar a autorização de voo ao Departamento, o proprietário do drone deve requerer à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que aprove tanto a aeronave quanto o operador.
Caso o equipamento não esteja homologado pela Anatel, será necessário regularizar o transmissor junto à Agência, responsável por administrar e fiscalizar o uso das radiofrequências utilizadas para o controle e operação dessas aeronaves. Em alguns casos específicos, devem ainda ser respeitadas as regras publicadas pelo Ministério da Defesa.
As informações detalhadas de como regularizar o seu drone, tanto para o uso recreativo quanto não recreativo, estão disponíveis na página da Secretaria de Aviação, que faz parte da campanha educativa para conscientização do uso correto dessas aeronaves.
Fonte: Portal Brasil, com informações da SAC

Caças da FAB vão escoltar avião que traz a tocha olímpica

Aeronave comercial será monitorada pelo sistema de controle de tráfego aéreo a partir das 3h da madrugada desta terça-feira (3)

O avião comercial que traz a tocha olímpica para o Brasil será interceptado por dois caças da Força Aérea Brasileira (FAB) por volta das 6h30 desta terça-feira (3) e as três aeronaves sobrevoarão o Eixo Monumental, no sentido Torre de TV, até a altura do Congresso Nacional.
A aeronave transportando a chama olímpica será monitorada pelo sistema de controle de tráfego aéreo a partir das 3h da manhã, horário previsto para o avião ingressar no espaço brasileiro, ainda sobre o Oceano Atlântico.
Depois, às 8h30, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, participa da cerimônia de chegada e acendimento da Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016, no Salão Nobre do Palácio do Planalto. O evento marca o início do percurso da tocha pelo Distrito Federal.
Às 9h50, sete aeronaves da Esquadrilha da Fumaça também vão sobrevoar a Esplanada dos Ministérios, durante o início do desfile da tocha olímpica.

PORTAL GLOBO.COM


Voo da tocha para Brasil requer treino de "guardiões" e operação especial

Símbolo dos Jogos sai da Suíça nesta segunda e embarca rumo a Brasília. Suporte especial foi criado para o transporte, e acompanhantes foram treinados para o voo

João Gabriel Rodrigues Rio De Janeiro

A chama olímpica que nunca apaga vai exigir um esquema especial para deixar a Suíça rumo ao Brasil nesta segunda-feira. Ao desafiar as normas de segurança da aviação, o transporte de um dos maiores símbolos dos Jogos não é tão simples assim. Por isso, os “guardiões”, como são chamados os membros do Comitê Rio 2016 que vão acompanhar a flama durante o voo, passaram por um treinamento específico junto à LATAM, responsável pelo percurso. Além disso, foi projetado um suporte especial para manter a chama segura.
No voo, realizado em um Boeing 767-300ER, a chama se manterá acesa em quatro lamparinas fechadas, alimentadas por querosene. O fogo, por razões óbvias, requer um cuidado especial durante o transporte. Foi desenhado, então, um suporte que mantém as lamparinas fixas nos assentos, com o auxílio do cinto de segurança. Por padrão, os tecidos das poltronas e dos carpetes das aeronaves já são não inflamáveis.
Cada uma das quatro lamparinas serão cuidadas por um membro do Comitê Rio 2016. Todos eles passaram por um treinamento específico duas semanas antes do voo.
- Há duas semanas, a gente fez um treinamento com ele. A Anac (Agência Nacional de Aviação civil) também viu. Tivemos de fazer uma análise de risco, apresentando todos os problemas que podem acontecer. Apresentamos o trabalho para a Anac, que deu a aprovação para o voo. E foi um treinamento específico, treinamento avançado na aeronáutica. Como é um artigo perigoso, precisava - disse Geraldo Meneses, diretor sênior de operações e treinamento da LATAM.
O voo sai de Genebra nesta segunda-feira, às 22h45 (18h45 no Horário de Brasília). O voo será composto por uma tripulação de quatro pilotos e oito comissários, além de cerca de 200 pessoas entre membros do Comitê Rio 2016, convidados de patrocinadores e atletas. A aeronave foi adesivada com cores referentes aos Jogos e com a frase "Sonho Olímpico a bordo".
A chegada em Brasília está prevista para terça-feira, às 6h30m. De lá, a tocha olímpica vai percorrer mais de 300 cidades em solo nacional até a cerimônia de abertura dos Jogos, no dia 5 de agosto.
Alguns dos trechos no Brasil também serão feitos de avião, equipado com o mesmo suporte construído para o voo entre Genebra e Brasília. Apesar da operação especial, Geraldo Meneses afirma que o voo não é tão diferente dos tradicionais.
- É um voo diferente para a LATAM por ser especial, por ser o transporte da chama olímpica. Isso, para nós, é diferente, é muito animador. O voo, em si, é normal. Mas a chama olímpica é uma coisa tremenda – afirmou o diretor, que vai carregar a tocha em sua cidade natal, Manaus.

OUTRAS MÍDIAS


NOTÍCIAS DO ACRE (AC)


Ministro da Defesa inspeciona unidade militar de Santa Rosa do Purus

Em missão de reconhecimento na Amazônia e às bases militares da fronteira, o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, cumprimentou o governador Tião Viana, durante jantar no Círculo Militar no domingo, 1, após visita ao 4º Batalhão de Infantaria de Selva, em Rio Branco. Na manhã desta segunda-feira, 2, a comitiva ministerial segue para Santa Rosa do Purus.
Rebelo aproveitou o momento para lembrar de sua história no estado, quando veio a primeira vez na década de 1970, pela União Nacional dos Estudantes (UNE).
As visitas também ocorreram durante sua passagem pelo ministério do Esporte, na Coordenação Política e na presidência da Câmara.
No Ministério da Defesa desde outubro de 2014, Aldo falou de sua atual passagem pelo estado: “Venho em uma missão de reconhecer e valorizar o trabalho do Exército na Amazônia, em especial no Acre. Aqui, ele tem a missão de defender o Brasil e construir um país”.
“Em um momento tão difícil no país, o Exército dá a maior lição, cumprindo sua missão. Aqui nos unimos todos, nos momentos de aflição está o Exército Brasileiro com seus militares em solidariedade e dedicação exemplar. A história do Acre tem ensinado a busca da verdade, o que é viver em um estado amazônico, na cabeceira dos rios, e as instituições cumprirem seu dever democrático”, falou Tião Viana, relatando as diversas vezes em que o Exército Brasileiro deu total apoio ao estado.
Recentemente, o Exército lutou com a Segurança Pública durante um ataque do crime organizado e auxiliou nas grandes enchentes do Rio Acre e do Rio Madeira, nessa inclusive trazendo suprimentos por avião.

ATRIBUNA.COM.BR (SP)


Helicóptero cai na mata na Área Continental de Santos

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave estava regular
De A Tribuna on-line, Fernando Degaspari
Duas pessoas morreram na queda de um helicóptero de prefixo PR-RCA, na Área Continental de Santos, no início da tarde desta segunda-feira (2). O acidente é investigado pela Força Aérea Brasileira (FAB), que enviou peritos ao local, uma região de mata da Serra do Mar, próximo ao Vale do Quilombo, na divisa com Cubatão. A identidade das vítimas ainda não foi informada oficialmente. 
A aeronave é de modelo Robinson 22, capaz de transportar somente um passageiro, além do piloto. Ela pertence à escola de aviação civil AGD Aviation, com sede no Campo de Marte, em São Paulo, de onde decolou às 11h23. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o helicóptero estava regular, com Certificado de Aeronavegabilidade (CA) e Inspeção Manual de Manutenção (IAM) válidos.
A queda ocorreu em uma viela de terra e com vegetação no entorno na divisa entre Santos e Cubatão, a cerca de 300 metros da pista sentido Guarujá-Cubatão, do Km 260, na Rodovia Cônego Domênico Rangoni. O local, que está próximo às empresas do Pólo Industrial, também fica a pouco mais de um quilômetro da comunidade da Mantiqueira, onde vivem 149 famílias.
Testemunhas disseram ao Corpo de Bombeiros que as pás do hélice do helicóptero atingiram a rede área de alta tensão antes da queda. A informação ainda não foi confirmada pela Aeronáutica, que afirmou que somente a investigação - iniciada nesta tarde e sem prazo para terminar - determinará as causas do acidente. A queda, ocorreu próximo ao meio-dia e foi informada à Força Aérea às 12h20.
Dois peritos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-4), do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, foram enviados ao local. Além de verificar as condições dos destroços, eles também são responsáveis por realizar as entrevistas com as possíveis testemunhas do acidente. Não foram registradas vítimas em terra.
Os dois ocupantes, cujos corpos foram carbonizados no acidente, ainda não tiveram as identidades divulgadas, uma vez que as famílias não foram informadas sobre o ocorrido. O helicóptero pertencia à escola de aviação e o voo pode ser de instrução, segundo informações preliminares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. A Anac e a Força Aérea não confirmam a informação.
"Em princípio, aeronave de instrução e tocou a fiação de alta tensão. Segundo o que foi dito via rádio, os pilotos reportaram voo de instrução antes de decolar no Campo de Marte", disse o tenente coronel Rogério Silva Pedro, que é piloto do helicóptero Águia, da Polícia Militar. Em entrevista, ele disse que o as condições climáticas na hora do acidente não havia neblina e o sol predominava.
Segundo a Força Aérea, o Plano de Voo não foi informava o horário de retorno previsto ao Campo de Marte. A Tribuna On-line procurou a AGD Aviation, proprietária da aeronave, mas não houve retorno até o momento. Segundo a Força Aérea, é a empresa a responsável por retirar os destroços do helicóptero do local, após a perícia realizada pelos investigadores do Seripa-4, órgão regional do Cenipa.
Além da Aeronáutica, da Polícia Militar e dos Bombeiros, equipes da Defesa Civil de Cubatão, acionadas pelo Rede de Emergência do Plano de Auxílio Mútuo (PAM), atenderam à ocorrência. Equipes de resgate da Ecovias, concessionária responsável pela rodovia, também prestaram atendimento. O local permanecia interditado no final da tarde desta segunda-feira.

FOLHA VITÓRIA (ES)


Capixaba que morava no Equador é repatriado 16 dias após terremoto

O técnico de informática chegou no fim desta segunda-feira (02) a Manaus no avião da Força Aérea Brasileira com a esposa venezuelana e o filho de três anos
Dezesseis dias após o terremoto que atingiu o Equador e deixou mais de 600 mortos, além de 20 mil famílias desabrigadas, o capixaba Bruce Nogueira chegou no início da noite desta segunda-feira (02) ao Brasil.
O técnico de informática chegou a Manaus no avião da Força Aérea Brasileira com a esposa venezuelana e o filho de três anos. Outras duas famílias – uma de Goiânia e outra de São Paulo – também foram trazidas.
Depois de quase seis horas de viagem, Bruce respirou aliviado ao desembarcar no Brasil. “Foram duas semanas muito tensas. Não conseguia dormir preocupado com a minha esposa e meu filho. A todo momento sentíamos novos tremores”, desabafou.
Os brasileiros conseguiram contato com a embaixada para voltar ao Brasil quando a FAB estava levando ajuda humanitária no país. A base de Manaus distribuiu kits emergência com remédios, vacinas, colchões e água mineral para mais de 400 famílias desabrigadas que estavam isoladas na cidade de Manta, um dos principais pontos turísticos do país.

JOURNAL-AVIATION.COM (FRANÇA)


Les Caracal brésiliens en route pour le ravitaillement en vol

Helen Chachaty
ImagemLes premiers essais de ravitaillement en vol des H225M Caracal (H-36) de la Força Aérea Brasileira devraient débuter en octobre prochain, avec le concours de l`un des deux KC-130H/M que comprend la flotte brésilienne. Le premier H-36 à capacité de ravitaillement en vol avait été réceptionné le 17 décembre 2015.
Les trois composantes de l`armée brésilienne doivent se partager un total de 50 H-36 Caracal - soit seize exemplaires chacune, ainsi que deux appareils réservés aux transports présidentiels. Commandés en 2009, les premiers hélicoptères ont été assemblés par Airbus Helicopters à Marignane, avant que la production ne soit délocalisée à l`usine d`Helibras à Itajubá, en vertu de transferts de technologie. Le premier Caracal entièrement produit au Brésil avait effectué son roll-out en juin 2014.



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