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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 26/04/2016 / Temer deve manter atual cúpula militar


Temer deve manter atual cúpula militar ...


Brasília - Na tentativa de evitar inquietações e transmitir tranquilidade a uma área considerada "sensível" e "estratégica", o vice-presidente Michel Temer fez chegar aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica o aceno de que eles permanecerão em seus cargos, caso assuma o Palácio do Planalto, se for confirmada a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, pelo Senado.

Ao transmitir este recado aos três comandantes militares, Temer quis mostrar que o setor, que é totalmente hierarquizado, estaria preservado e não enfrentaria nenhum tipo de turbulência ou influência política.

Mas este não foi o único sinal que a área militar recebeu de um possível governo Temer que agradou à caserna. O vice-presidente compartilha da tese de que o País precisa de uma área de inteligência fortalecida e sob uma outra chefia, que não a atual Secretaria de Governo, atualmente comandada por Ricardo Berzoini.

A ideia inicial é que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) volte para o guarda-chuva do atual Gabinete Militar que, a princípio, poderá passar a se chamar Gabinete de Segurança Nacional, com as atribuições semelhantes ao antigo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) desativado por Dilma. O desejo da Abin era ficar vinculado diretamente ao gabinete presidencial, mas esta possibilidade foi descartada por interlocutores de Temer.

Apesar da vinculação da Abin a um setor nos moldes do GSI, a ideia não é que a pasta tenha característica eminentemente militar, como tem sido nos governos Dilma e Lula, mas funcione como um órgão de Estado.

Todas as propostas foram bem recebidas pela área militar. Os três comandantes militares compartilham da ideia de que todos precisam ter uma área de inteligência forte e bem preparada. Num segundo passo, a intenção é que o setor seja reestruturado, justamente para ganhar mais musculatura.

Fronteiras
Temer se aproximou da área militar, ironicamente, por determinação da presidente Dilma Rousseff, que o nomeou coordenador de um Plano Estratégico de Fronteiras, criado em 2011. Por isso mesmo, o vice conhece e conviveu de perto com os três comandantes militares. Em razão das viagens pelas fronteiras do País e em várias reuniões, Temer pôde conhecer de perto as dificuldades enfrentadas pelos militares, principalmente em decorrência dos cortes orçamentários que a área vem sofrendo.

Para os militares, o sentimento é de que, apesar da turbulência política, não há sinais de que ela virá com tumulto nas ruas - em caso de uma transição. Eles acreditam que não precisarão ser acionados para garantia da lei e da ordem. Os movimentos sociais, que ameaçaram incendiar o País, têm se comportado dentro da normalidade.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.



PORTAL G-1


Major da aeronáutica que lutou na 2ª Guerra é sepultado em Rio Largo, AL

Major Jhon William Buyers morreu em Pernambuco, aos 96 anos. Aeronáutica diz que ele era o último combatente vivo

O major Jhon William Buyers, que lutou na 2ª Guerra Mundial, foi sepultado na tarde desta segunda-feira (25) com honras militares em um cemitério familiar no município de Rio Largo, localizado na Região Metropolitana de Maceió.
Segundo a Aeronáutica, ele era o último combatente brasileiro vivo a ter participado do conflito.
Buyers morreu aos 96 anos de causas naturais, no Hospital de Aeronáutica do Recife (PE). Filho de pais norte-americanos, ele nasceu na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. O major casou com uma alagoana e mantinha negócios no estado.
Na solenidade de sepultamento estiveram presentes autoridades, parentes e amigos do major. Na ocasião houve salva de tiros e apresentação de manobras de caças da Força Aérea Brasileira (FAB).
"Após 70 anos da Segunda Guerra Mundial, ainda tem que ser ressaltada a contribuição do Major Buyers para a paz no mundo. Ele atuou com muita distinção", enfatizou o cônsul americano Richard Reiter.

O capitão Rafael Chevitarese Geraidine, do 1° Grupo de Aviação de Caça do Rio de Janeiro, ressaltou a importância e a contribuição do Major Buyers para as forças militares brasileiras.
"O major Buyers foi um elo de ligação entre EUA e Brasil por falar português fluentemente. Ele, que estava destacado no 350° grupo de aviação dos EUA, se dispôs a servir em 22 missões oficiais do 1° Grupo de Aviação de Caça Brasileiro, estreitando os laços e unindo forças entre os dois países. Dos brasileiros que participaram, ele era o último vivo".
O filho do major, Jhon William Buyers Jr., disse que o pai era muito prestativo às pessoas. "Se sacrificou de maneira espontânea em um tempo que o mundo vivia tempos difíceis. Ele agora faz seu último voo".

Incêndio em carros alegóricos pode ter sido criminoso, dizem bombeiros

Fogo atingiu terreno ao lado do sambódromo do Anhembi neste domingo. Perícia vai determinar causa do fogo. Ninguém se feriu.

 O incêndio que atingiu carros alegóricos em um terreno ao lado do Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo, no início da tarde deste domingo (24), pode ter sido criminoso, segundo o Corpo de Bombeiros.
“Possivelmente é criminoso, por si só não pegaria fogo, É bem possível que seja um incêndio criminoso”, afirmou o capitão Edvan do Carmo, do Corpo de Bombeiros. Apesar da suspeita, a perícia quem dizer a causa do incêndio.
O pátio onde estavam as alegorias fica atrás do barracão da Vai-Vai e o fogo também destruiu esculturas da escola.
O presidente da Vai-Vai, Darli Silva, o Neguitão, também vê indícios que o incêndio tenha sido criminoso. “É o terceiro [incêndio] em menos de 20 dias, queimou 95% de todas as alegorias. Então, é uma coisa direcionada. Agora vamos esperar pra gente não ser leviano e sair tomando decisão”, afirmou.
O fogo se alastrou rapidamente e a fumaça cobriu o pátio onde os carros alegóricos estavam estacionados.
O terreno onde estavam os carros alegóricos é da Aeronáutica. A Liga das Escolas de Samba disse que tem autorização para deixar as alegorias no local.
Antes, os carros usados no Carnaval estavam na área do sambódromo do Anhembi e as escolas tinham o prazo de 60 dias para retirá-los do local.
A Prefeitura de São Paulo disse que a Fábrica do Samba, que irá abrigar as alegorias no futuro, está metade pronta.
No último dia 14, um incêndio atingiu um terreno com cerca de oito carros alegóricos. Segundo o Corpo de Bombeiros, ao menos cinco carros ficaram completamente destruídos. Ninguém ficou ferido.
Os carros são feitos de isopor, material inflámavel. Os materiais se desprendem da estrutura dos carros, e caem em um córrego ao lado do terreno que desemboca no Rio Tietê, segundo o Bom Dia São Paulo.
A Liga das Escolas de Samba, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que os carros alegóricos não estão mantidos irregularmente no local. A entidade disse ainda que conseguiu uma liberação da Aeronáutica, responsável pela área, para manter os carros no terreno até meados de junho.
A Prefeitura de São Paulo informou que não possui nenhuma participação no acordo, que é feito entre a Liga e a Aeronáutica.

PORTAL R7


Helicóptero do Corpo de Bombeiros de SC sofre acidente

Aeronave tombou durante procedimentos de decolagem; piloto e copiloto passam bem

 Um helicóptero do CBMSC (Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina), que opera em parceria com o Samu com base em Blumenau, sofreu um acidente na manhã desta segunda-feira (25) no Aeródromo de Piraquara, no Paraná. O acidente ocorreu durante procedimentos de decolagem e piloto e copiloto sofreram apenas escoriações e passam bem.
De acordo com nota do CBMSC a aeronave tem seguro e tinha como destino final o Aeroporto do Bacacheri, também no Paraná, para instalação de equipamentos complementares e havia decolado de Florianópolis pousando no Aeródromo de Piraquara.
O Corpo de Bombeiros informa, ainda, que somente após as investigações do SERIPA V (Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáutico) as causas do acidente poderão ser confirmadas.

PORTAL BRASIL


Militares brasileiros prestam ajuda humanitária no Equador

A equipe deverá ficar no país por nove dias, fazendo o transporte do material que chega a Quito à cidade de Manta, uma das mais afetadas pelo tremor

Equipe com dez militares da Força Aérea Brasileira (FAB) já está no Equador, prestando ajuda humanitária às vitimas do terremoto que atingiu o país em 16 de abril. Aeronave C-105 Amazonas decolou no sábado (23) rumo a Quito, levando uma carga de 1,5 tonelada de donativos voltados à saúde da população, como medicamentos e material de consumo hospitalar, além de vacinas. A missão está sob responsabilidade do Esquadrão Arara, informa o Ministério da Defesa.
"Nossos militares ficarão à disposição do adido militar no Equador, ajudando no que for necessário", afirmou o oficial de operações do Esquadrão Arara, major Cláudio Paradelo Peixoto. A equipe deverá ficar no país por nove dias, fazendo o transporte do material que chega a Quito à cidade de Manta, uma das mais afetadas pelo tremor.
O responsável pela missão, coronel Alexandre Moutta da Silva, destaca que os militares recebem preparação não apenas para a guerra, mas também para prestar apoio a catástrofes. "A aviação é um elo importante na logística em condições adversas, como essa por que está passando o Equador, e a Força Aérea Brasileira possui capacitação adequada para levar suprimentos e esperança a esse povo", disse o coronel.
O pedido de ajuda foi realizado pela embaixada do Equador ao governo brasileiro. De forma integrada, participam da ajuda humanitária os ministérios da Defesa, Integração Nacional, Relações Exteriores e Saúde. O abalo sísmico teve grau 7.8 na escala Richter e foi considerado o pior desde 1979. Até o momento, as autoridades do país contabilizam mais de 400 mortos e dois mil feridos.

JORNAL ESTADO DE MINAS


Temer deve manter atual cúpula militar


Brasília - Na tentativa de evitar inquietações e transmitir tranquilidade a uma área considerada "sensível" e "estratégica", o vice-presidente Michel Temer fez chegar aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica o aceno de que eles permanecerão em seus cargos, caso assuma o Palácio do Planalto, se for confirmada a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, pelo Senado.
Ao transmitir este recado aos três comandantes militares, Temer quis mostrar que o setor, que é totalmente hierarquizado, estaria preservado e não enfrentaria nenhum tipo de turbulência ou influência política.
Mas este não foi o único sinal que a área militar recebeu de um possível governo Temer que agradou à caserna. O vice-presidente compartilha da tese de que o País precisa de uma área de inteligência fortalecida e sob uma outra chefia, que não a atual Secretaria de Governo, atualmente comandada por Ricardo Berzoini.
A ideia inicial é que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) volte para o guarda-chuva do atual Gabinete Militar que, a princípio, poderá passar a se chamar Gabinete de Segurança Nacional, com as atribuições semelhantes ao antigo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) desativado por Dilma. O desejo da Abin era ficar vinculado diretamente ao gabinete presidencial, mas esta possibilidade foi descartada por interlocutores de Temer.
Apesar da vinculação da Abin a um setor nos moldes do GSI, a ideia não é que a pasta tenha característica eminentemente militar, como tem sido nos governos Dilma e Lula, mas funcione como um órgão de Estado.
Todas as propostas foram bem recebidas pela área militar. Os três comandantes militares compartilham da ideia de que todos precisam ter uma área de inteligência forte e bem preparada. Num segundo passo, a intenção é que o setor seja reestruturado, justamente para ganhar mais musculatura.
Fronteiras
Temer se aproximou da área militar, ironicamente, por determinação da presidente Dilma Rousseff, que o nomeou coordenador de um Plano Estratégico de Fronteiras, criado em 2011. Por isso mesmo, o vice conhece e conviveu de perto com os três comandantes militares. Em razão das viagens pelas fronteiras do País e em várias reuniões, Temer pôde conhecer de perto as dificuldades enfrentadas pelos militares, principalmente em decorrência dos cortes orçamentários que a área vem sofrendo.
Para os militares, o sentimento é de que, apesar da turbulência política, não há sinais de que ela virá com tumulto nas ruas - em caso de uma transição. Eles acreditam que não precisarão ser acionados para garantia da lei e da ordem. Os movimentos sociais, que ameaçaram incendiar o País, têm se comportado dentro da normalidade.

Corpo do último piloto brasileiro da 2ª Guerra, mineiro de Juiz de Fora, é sepultado

O veterano morreu em Pernambuco, no sábado. O corpo foi velado e sepultado na tarde de hoje

Foi sepultado nesta segunda-feira o corpo de John William Buyers, piloto brasileiro veterano da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), John era mineiro e morreu na manhã deo sábado, aos 96 anos, no Hospital de Aeronáutica do Recife (Harf), em Pernambuco.
John Buyers nasceu em Juiz de Fora (MG) e participou como militar da Aviação do Exército dos Estados Unidos (USAAF) durante a guerra. O mineiro era o último veterano de guerra vivo e atuou como oficial de ligação entre o Comando dos EUA e o 1° Grupo de Aviação de Caça da FAB, entre 1944 e 1945.
Além das funções burocráticas designadas a ele, John foi voluntário para voar em 21 missões de combate. Com o fim da guerra, retornou ao Brasil e trabalhou como piloto e na indústria de cana-de-açúcar.
A FAB informou que a missa foi celebrada na capela da Base Aérea do Recife, em Pernambuco. À tarde, o sepultamento ocorreu em um cemitério familiar em Maceió, em Alagoas. 

OUTRAS MÍDIAS


JORNAL DIA DIA


Kits de ajuda humanitária enviados pelo Brasil ao Equador já atendem vítimas do terremoto Aeronave da FAB presta apoia ações de restabelecimento e socorro às vítimas.

Brasília-DF, 25/4/2016 – Os kits de ajuda humanitária enviados pelo Governo Federal para atender as vítimas do terremoto que atingiu o Equador na última semana já estão disponíveis. As vacinas e insumos de saúde que desembarcaram neste domingo (24) na cidade de Quito foram imediatamente encaminhados à Manta, capital de Manabí, uma das províncias mais atingidas pelo desastre, e já estão sendo utilizados no atendimento da população.
Além de garantir a entrega, a aeronave C 105 da Força Aérea Brasileira também está atuando no transporte de pessoas, mantimentos, medicamentos e outros insumos para as regiões que estão com difícil acesso terrestre. A expectativa é de que a missão de apoio humanitário se estenda até o dia 1 de maio.
KITS
Ao todo, foram disponibilizados seis kits de emergência do Ministério da Saúde para primeiros socorros, composto por diversos medicamentos, ataduras, cateteres, compressas de gazes, esparadrapos, luvas, máscaras e seringas e 2.400 frascos de imunoglobulina antitetânica. Os insumos tem capacidade para atender 500 pessoas por um período de três meses.
O apoio federal é coordenado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional (Sedec-MIe conta com o apoio dos ministérios da Saúde, da Defesa, das Relações Exteriores e da Força Aérea Brasileira.

QUWA - Defence News & Analysis Group


Ideas about the JF-17 Block-III’s IRST The JF-17 Block-III could incorporate an infrared search and track (IRST) system, but what IRST options are available?

Alongside an active electronically-scanned array (AESA) radar, helmet mounted display and sight (HMD/S), high off-boresight (HOBS) air-to-air missiles, the Pakistan Air Force (PAF) is also considering to equip the forthcoming JF-17 Block-III with an infrared search and track (IRST) system.
While the inclusion of an AESA radar would offer immense benefit, especially in terms of infusing the JF-17 with effective electronic counter-countermeasures (ECCM) capabilities (read here for how), IRST would be a great way to augment those capabilities. Our background brief on IRST summarizes it as the following:
At their core, IRST systems are heat-seeking sensors, just like forward looking infrared (FLIR) pods, but they go a few steps further by enabling users to search and track individual airborne targets.
Since IRST sensors are simply ‘receiving’ an emitting heat signal, they are “passive” sensors. In other words, they do not emit signals of their own (unlike radars, which transmit radio waves).
This enables the tracking fighter to avoid alerting the target’s RWR [radar warning receiver], which is designed to react to active radar signals.
In a within visual range dogfight, an IRST system can enable the user to possess an enhanced level of situational awareness of the combat zone without having to switch-on the radar, thus avoiding the risk of being an “exposed” target to an enemy’s RWR.
Tyler Rogoway, a former writer on Foxtrot Alpha, has an excellent write-up discussing the advantages of IRST in modern aerial combat. To put it simply, IRST is basically an alternative to radar. If one’s fighter aircraft is up against foes with high-quality electronic warfare (EW) and electronic countermeasure (ECM) capabilities, one’s own use of radar may result in jamming and/or an increased probability of detection.
To nullify those risks, one could bring in IRST and try to engage an enemy based on the heat emitted by that enemy’s aircraft. This could be incredibly useful in close-quarters air combat; instead of using radar to detect a nearby object (and risk detection and/or jamming), one could use IRST.
When paired with other ‘passive’ sensors (i.e. sensors that do not emit their own signals), such as HMD/S, a comparatively low-end fighter could have a decent fighting chance against a much more capable foe, despite that foe’s advanced EW/ECM capabilities.
In any case, if you are interested in acquiring an in-depth understanding of the topic, it is highly advised that you consult the Foxtrot Alpha article linked above. For this article, we are going to take a look at some IRST options potentially available to the PAF for use on the JF-17.
At present, it is unclear if the JF-17 Block-III will incorporate an IRST system into the airframe, or if it will use it as an externally integrated pod. This image evidently shows a FC-1 test-unit sporting an externally-equipped IRST pod in China, but that does not necessarily mean that the final product will be confined to an external hardpoint. The PAF has not confirmed either arrangement, so it is possible that the system in question is simply be assessed on its own terms. That said, a pod would enable the PAF to readily integrate IRST onto existing Block-I and Block-II units, but that does not mean the Block-III will not have IRST integrated. Granted, making IRST available as a pod on the JF-17 Block-III would help in reducing development and acquisition costs.
It is likely that China will supply the IRST system, at least for the JF-17 Block-IIIs in use with the PAF. Having developed and integrated IRST for platforms such as the J-10B, China should be able to offer a fairly balanced cost-performance ratio.
An alternative vendor could be found in Finmeccanica, whose Selex ES division has developed the Skyward IRST. Originally designed for use on the Saab Gripen NG, Finmeccanica is marketing the Skyward as a “state-of-the-art” solution, one capable of meeting the “demanding requirements of 5th generation fighter aircraft.” The Skyward is available as an integrated and podded solution. Export clearances and cost will determine whether the PAF will procure the Skyward.
On the other hand, equipping an export variant of the JF-17 Block-III with the Skyward may not be a bad idea, especially if one is intending to market the JF-17 to users accustomed to Western equipment, such as Morocco, Jordan, Qatar, and Malaysia.
Whether the PAF procures the Finmeccanica Skyward or a Chinese alternative, the inclusion of IRST into the JF-17 Block-III will be a welcome event. As with HMD/S systems and AESA radars, IRST would offer the JF-17 a valuable qualitative jump, which will be an important gain considering that the Thunder is emerging as the PAF’s mainstay asset.

BUSINESS NEWS AMERICAS (CL)


Aeropuerto de Río se prepara para Juegos Olímpicos

RioGaleão, operador del aeropuerto internacional Galeão de Río de Janeiro, trabaja en estrecha colaboración con diversos actores para llevar a cabo mejoras antes de la llegada de la mayoría de los visitantes de los Juegos Olímpicos, evento que se celebrará en la ciudad brasileña en el mes de agosto.
Las autoridades trabajarán para mejorar la capacidad del aeropuerto y su eficiencia operacional, además de la experiencia general de los pasajeros.
La concesionaria se enfoca en iniciativas con aerolíneas internacionales, señaló el titular de desarrollo aeroportuario de la Asociación Internacional de Transporte Aéreo (IATA), David Stewart.
"El foco está en alinear estrategias comerciales entre ellos mismos y las aerolíneas más importantes y en entender las interrelaciones que se necesitan con el tiempo para lograr objetivos compartidos", dijo a BNamericas Stewart.
"Pese a que la comunidad de aerolíneas considera que todavía se necesitan mejoras, el excelente nivel de comunicación e interacción de RioGaleão con las aerolíneas e IATA es muy alentador", agregó el ejecutivo.
Recientemente RioGaleão firmó un acuerdo con Saab ATM, división del sistema de gestión de tráfico aéreo de la firma de defensa y seguridad Saab, para mejorar su eficiencia operacional.
"En colaboración con el Departamento de Control de Espacio Aéreo (Decea), RioGaleão planea implementar la plataforma de seguridad de superficie A3000 de Saab y nuestra red de multilateración que proporcionará datos de vigilancia de superficie al sistema Aerobahn SMAN en el aeropuerto", reveló a BNamericas en febrero el director de América Latina de Saab ATM, Sergio Martins.



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