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NOTIMP - Noticiário da Imprensa - 23/04/2016 / Rio 2016 está no alvo de terroristas, diz Cavex


Rio 2016 está no alvo de terroristas, diz Cavex ...


Após receber a missão do Coter (Comando de Operações Terrestres), órgão vinculado ao Comando do Exército, em 2013, de combater ameaças terroristas nas Olimpíadas, o Cavex (Comando de Aviação do Exército) iniciou a jornada de treinamento rumo aos jogos.

Desde então, militares e helicópteros de Taubaté e soldados da região participam de inúmeras operações para refinar os procedimentos e se preparar para as piores situações, sem esquecer o imponderável.

“Não sou pago pela minha própria nação para acreditar que isso [terrorismo] possa não acontecer em meu país”, afirma o general de brigada Achilles Furlan Neto, comandante do Cavex.

“Muito pelo contrário. Todo soldado tem a missão de pensar nisso o tempo todo. Tenho que trabalhar com o pior cenário possível.”

Um dos grandes trunfos do Cavex é o equipamento chamado de “Olho de Águia”. Trata-se de potente câmera acoplada embaixo de um helicóptero. A aeronave sobrevoará área envolvida em crise ou tumulto e enviará imagens, em tempo real, para o comando geral das Olimpíadas, gabinete que reunirá representantes de todas as forças.

“Temos que pegar toda a capacidade que temos e focar o emprego para o Rio de Janeiro”, afirma o comandante.

A seguir, os principais trechos de entrevista com o general Furlan Neto.

Que missão terá o Cavex no Rio de Janeiro?
R: O Comando de Operações Terrestres deu a missão para a aviação do Exército, que inclui as ações contra terror, transporte de tropa, escolta de comboios e comitivas e atualização da situação situacional, com o sistema Olho da Águia. Estamos preparados para todas essas coisas.

O helicóptero será fundamental na segurança?
R: Trata-se de uma máquina versátil, uma máquina de guerra sensacional. Temos que pegar todas as nossas capacidades e focar o emprego para o Rio de Janeiro, no evento olímpico. É uma operação interagência clássica e recebemos o nosso papel. Essa é a nossa preparação. Qualquer aeronave voando hoje pode estar em contexto de treinamento para as olimpíadas.

Que desafios o Rio traz?
R: Tem um problema militar, de organização da cidade, e a questão olímpica. É como uma equação que tem constantes e variáveis. Algumas das coisas que encontraremos são constantes. Quando se domina isso, sobra mais energia para atuar no que será variável e inédito. Por ser o Rio, já voamos bastante lá e conhecemos a área. Consideramos constantes alguns dados, como a cidade, trânsito, tráfego aéreo, coordenação das agências e até os morros. A preparação para isso está praticamente pronta. Vai sobrar o que é variável ou inédito, e é aí que entra a genialidade da solução para o problema militar, que pode ser muito simples ou complexo, mas é muito difícil definir com exatidão tudo o que vai fazer.

Terrorismo?
R: Essa é a principal variável. O terrorismo é um fenômeno que não é novo. Mudou de jeito e seu rosto várias vezes ao longo da História. Mas uma coisa que tem marcante é a necessidade de escandalizar, aparecer na mídia, chocar, como em Paris. Esse é o combustível do terrorismo. Busca locais com muita gente, cobertura de mídia e impacto. Quando ataca 120 pessoas numa casa de espetáculo, aquilo aparece na mídia mundial. O espectador quer saber e a mídia tem a sagrada missão de informar. Olha só que dilema. Olimpíadas são evento mundial com cobertura de mídia espetacular, e é o combustível principal.

Rio é um alvo?
R: As Olimpíadas são um alvo para o terrorismo. Só não poderia dizer isso se fosse muito inocente e despreparado, e a nação não quer nenhum soldado inocente e despreparado. No contexto nacional, das forças armadas, do Exército, e respondo pela aviação, temos que nos preparar para isso. É um problema militar e dentro dele a variável é terrível, o terrorismo. Não posso achar que nada vai ocorrer.

Militares do Vale estão na linha de frente do combate ao terror

Militares da RMVale entraram este mês na reta final dos preparativos para o combate a ataques terroristas durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, que será realizada entre 3 e 21 de agosto.

A ameaça de atentados no país aumentou depois que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) admitiu oficialmente que o Estado Islâmico promete ataques no Brasil.

Tropas do Vale estão escaladas para atuar na linha de frente da segurança do evento. São centenas de militares lotados no Cavex (Comando de Aviação do Exército), de Taubaté, e também no 5º BIL (Batalhão de Infantaria Leve), com sede em Lorena.

A principal força de combate da região será o Cavex — serão cerca de 400 militares e 48 aeronaves operando em função dos jogos. Todos estão preparados para combater as piores situações possíveis, incluindo atentados.

No final de março e início de abril, militares da região e helicópteros do Cavex participaram da Operação Pão de Açúcar, treinamento de combate militar realizado na zona oeste do Rio de Janeiro.

Foram praticados desembarques de emergência para atuação das forças especiais nos jogos. A operação buscou reconhecer pontos estratégicos, ambientar os militares e simular as medidas que podem ser adotadas, caso haja ameaças terroristas.

O exercício teve a participação de 14 helicópteros do Cavex e de aproximadamente 160 militares de Taubaté, além de tropas especiais de outras unidades do Exército de outras áreas do país.

RADICAIS/ A ameaça do Estado Islâmico foi postada por um terrorista em novembro, por meio do Twitter.

“Brasil, vocês são nosso próximo alvo”, postou o francês Maxime Hauchard, logo após os atentados que deixaram 129 mortos na França, em 13 de novembro de 2015.

O Estado Islâmico reivindicou a autoria dos ataques.

Conhecido pelo apelido ‘o carrasco’, o francês é suspeito de ser um dos terroristas que aparecem em vídeos que exibem a decapitação de pessoas sequestradas ou feitas prisioneiras pelo grupo.

Em palestra em São Paulo, em 13 de abril, Luiz Alberto Sallaberry, diretor do Departamento de Contraterrorismo da Abin, confirmou a informação.

TOCHA/ A preocupação não é só com os jogos e com o Rio, mas com os 300 municípios brasileiros por onde a tocha olímpica passará a partir de 3 de maio, sendo seis deles na RMVale: São José, Taubaté, Jacareí, Ilhabela, São Luiz do Paraitinga e Ubatuba.

A tocha percorrerá o país durante 90 dias — serão 20 mil quilômetros. A extensão do trajeto e a quantidade de pessoas que o revezamento atrairá trazem desafios extras para a segurança, segundo a Abin.

A agência preparou um relatório que aponta o potencial de ameaça terrorista durante a passagem da tocha. Cada cidade recebeu uma classificação de sensibilidade ao risco terrorista em três categorias: alto, médio e baixo. A classificação não foi divulgada.




Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.



REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS


Demanda aérea doméstica tem queda de 3,12% em fevereiro, aponta Anac

São sete meses consecutivos de redução

A demanda por transporte aéreo doméstico de passageiros, medida em passageiros-quilômetros pagos transportados (RPK), registrou queda de 3,12% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2015, segundo dados compilados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Com isso, a demanda doméstica completou sete meses consecutivos de redução.
Já a oferta, medida em assentos-quilômetros oferecidos (ASK), teve recuo de 0,78% no em fevereiro, na mesma base de comparação. Com isso, a taxa de ocupação das aeronaves em voos domésticos (RPK/ASK) atingiu 78,1% em fevereiro de 2016, índice inferior ao registrado no mesmo mês de 2015, quando a taxa de ocupação doméstica ficou em 80%.
De acordo com a Anac, a GOL registrou a maior participação no mercado doméstico em fevereiro, com uma fatia de 36%. Em sequência, aparecem TAM, com 35,5%, Azul, com 16,6%, e Avianca, com 11,3%. O número de passageiros pagos transportados no mercado doméstico em fevereiro atingiu 7,066 milhões, queda de 3,69% em relação ao mesmo mês de 2015.
Internacional
No segmento internacional, a demanda (em RPK) por transporte aéreo de passageiros das empresas brasileiras cresceu pelo 24º mês consecutivo, com alta de 4,96% em fevereiro de 2016 frente o mesmo mês de 2015.
Já a oferta internacional (em ASK) registrou o 19º mês consecutivo de expansão, com alta de 4,45% ante fevereiro do ano passado. Com isso, a taxa de aproveitamento das aeronaves nos voos internacionais operados pelas aéreas brasileiras alcançou 80,4% em fevereiro de 2016, ante 80% no mesmo mês de 2015.
Em participação de mercado, a TAM seguiu isolada na liderança em fevereiro, com 77,6%, enquanto a Gol respondeu por 12,6% e a Azul ficou com 9,7%. No mês, foram transportados 612,7 mil passageiros, alta de 7,04% ante o mesmo período de 2015.

JORNAL DIÁRIO CATARINENSE


COLUNA CACAU MENEZES


Calibrina
Já foi publicado no Diário Oficial: o músico, carioca e sargento da Base Aérea de Florianópolis André Calibrida é o novo superintendente da Fundação Franklin Cascaes, o órgão oficial da prefeitura que cuida a cultura de Florianópolis.
JORNAL EXTRA


Militar morre atropelado por trem durante treinamento em Mangaratiba


Carolina Heringer

ImagemO segundo-tenente André Cezar Gonçalves morreu atropelado por um trem, na madrugada desta sexta-feira, durante um treinamento em Mangaratiba, na Costa Verde Fluminense. Ele participava de um exercício militar previsto no Plano de Disciplinas do Curso de Ações de Comandos. Outros dois militares - Filipe de Jesus Santos e Glauber Weber Ferreira dos Reis - ficaram feridos e estão internados no Hospital Central do Exército, em Benfica, na Zona Norte do Rio.

De acordo com a assessoria de imprensa do Comando Militar do Leste (CML), o acidente aconteceu por volta das 5h. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar o que ocorreu. O curso do qual os militares participavam ocorre em todo o Brasil. Essa etapa era realizada em Mangaratiba.

André Cezar servia no 2º Batalhão de Fronteira, em Cáceres, no Mato Grosso. Já Filipe é do 61º Batalhão de Infantaria de Selva, de Cruzeiro do Sul, no Acre. Ele sofreu uma grave lesão numa das mãos, mas já passou por cirurgia e está sendo avaliado pela equipe médica. E Glauber, que é do 1º Batalhão de Infantaria de Selva – Aeromóvel, de Manaus, Amazonas, teve um corte superficial na cabeça.

Em nota, a assessoria de imprensa do CML informou ainda que o “Exército Brasileiro está prestando todo o apoio aos militares e seus familiares”.

PORTAL BRASIL


Militares garantem 45% das vagas no time brasileiro de natação


A seleção de natação que defenderá o Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 será composta em grande parte por atletas militares. Terminada a segunda e última seletiva olímpica, estão classificados 29 nadadores, dos quais 13 integram o programa de desporto militar do Ministério da Defesa.
Do total de 19 homens, oito são militares, entre eles os já medalhistas João de Lucca, Leonardo de Deus e Guilherme Guido. Ouro nos Jogos Mundiais Militares, realizados em 2015, na República da Coreia, e também nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, o sargento do Exército, João de Lucca, reconhece o apoio recebido pelo Programa Atletas de Alto Rendimento, do Ministério da Defesa.
“Tanto o incentivo financeiro a mais para os atletas, quanto melhores equipamentos, suplementos. A gente tem toda equipe de treinamento dentro das bases militares e eu acho que isso é bem importante para os atletas”, disse o militar que irá disputar as provas de 200 metros livre e revezamento 4x100 nos Jogos Rio 2016.
O time feminino conta com dez mulheres, das quais cinco representam a Marinha, o Exército e/ou a Força Aérea Brasileira. Dentre os destaques estão Graciele Herrmann, Etiene Medeiros e Manuella Lyrio.
A sargento do Exército Graciele Herrmann vem colecionando medalhas em todas as competições por onde passa. Foi assim nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, onde ganhou medalha de bronze e nos Jogos Mundiais Militares, com o notável número de duas láureas de bronze, uma de prata e uma de ouro. A gaúcha explica que sua vida mudou depois que ingressou no Programa Atletas de Alto Rendimento. “O universo militar acrescenta na minha rotina de atleta. Depois que a gente fez o estágio e se confirmou com a formatura de 3º sargento, a gente tem regras. A gente não é um simples civil. Mudou minha relação com o país. O orgulho em relação à pátria, prestar continência quando vai ao pódio”, diz a atleta olímpica.
Essa será a maior seleção da história da natação do Brasil. A expectativa é que mais dois nadadores sejam adicionados à delegação após o fechamento da repescagem dos revezamentos 4×100 medley feminino e 4×200 masculino, no final de maio, e talvez o Brasil leve um nadador reserva no 4×100 livre masculino.
Militares nos Jogos Rio 2016
O esforço olímpico do Ministério da Defesa inclui ainda a classificação total de cerca de 100 atletas militares ligados às Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica). Até o momento, de acordo com o Comitê Olímpico Brasileiro, dos 121 desportistas do Brasil já classificados para as Olimpíadas, 61 são militares, que integram o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) - representando 50% do total.
O objetivo também é conquistar 10 medalhas, dobrando o número de vezes que os atletas militares subiram ao pódio durante as Olímpiadas de Londres, em 2012. Entre os atletas militares com os nomes na lista para os Jogos Rio 2016 estão Yane Marques (pentatlo moderno), Iris Tang Sing (taekwondo), Martine Grael (vela), Felipe Wu (tiro) e Robson Conceição (boxe).
PAAR
O Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) é uma parceria dos ministérios da Defesa e do Esporte e tem o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível.

Ministro participa da comemoração do Dia da Aviação de Caça Brasileira


 O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, participou das comemorações do Dia da Aviação de Caça Brasileira, nesta sexta-feira (22), na Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro. Na ocasião, houve entrega de medalhas e troféus a pilotos e unidades que se destacaram durante o ano de 2015. Também houve desfiles militares – inclusive com a presença de participantes das batalhas ocorridas na Itália em 1945 – e exibição de coordenação de movimentos com o uso de baionetas.
Foi lida a Ordem do Dia assinada pelo tenente brigadeiro do ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, comandante-geral de Operações Aéreas. Ao contar as histórias de combate dos aviadores brasileiros em solo europeu, o chefe militar lembrou-se da última missão como sendo o dia mais dramático. “Das quatro aeronaves, três retornaram. Ao mergulhar sobre um alvo, seguindo seu líder, um dos pilotos foi atingido e teve que saltar de paraquedas, ficando desaparecido até o final da guerra. Essas emoções incomparáveis foram vividas por jovens pilotos brasileiros, heróis que honraram o nome do Brasil e da então jovem Força Aérea Brasileira”.
Para ele, hoje, “vivemos um estimulante desafio com a implantação da ‘Força Aérea 100’, cuja premissa básica aponta para uma organização mais ágil e mais eficiente, tanto no planejamento quanto na execução das suas atividades, adequando-se às prováveis limitações de recursos e às incertezas do ambiente externo, sem perder qualidade no cumprimento de sua missão constitucional”.
O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, destacou que a instituição “reúne a virtude, as qualidades e exigências contemporâneas para garantir os desafios da defesa do espaço aéreo, das águas jurisdicionais e da nossa pátria. Temos a opção do País pela convivência pacífica, mas essa não é escolha unilateral. Pode ser interrompida pelo infortúnio do destino”.
Veterano
Um dos presentes nas comemorações foi o participante do Grupo de Aviação de Caça, na Itália, capitão Osias Machado da Silva. Hoje com 91 anos, ele lembra: “Foi em combate que completei 18 anos, ainda era menor de idade quando fui lutar na Europa”. Diz que seu maior aprendizado na guerra foi que “a tropa tem que atuar em conjunto. Se tirar o cozinheiro, se tirar o pessoal da manutenção, do uniforme, a guerra está perdida. Precisamos atuar em harmonia, um apoiando o outro”.
Agraciado com 63 comendas e primeiro brasileiro a receber uma medalha do Congresso dos Estados Unidos, na próxima segunda-feira, 25, ele será nomeado diretor de relações públicas da Ordem do Mérito da França, e deixa uma pergunta: “Quando haverá uma guerra justa, em que o homem venha a se conciliar com o homem, na cultura e na riqueza?”.Aldo ressaltou que, quando foi criada, “a Força Aérea Brasileira já tinha um acúmulo de conhecimentos e combates, devido à experiência na Itália. Hoje, temos que atualizar as respostas às necessidades e dar continuidade do estado da arte da aviação de caça, com equipamentos à altura e constante aperfeiçoamento dos aviadores. Reconheço esta instituição como fundadora do Brasil moderno, que está destinada a participar com destaque na construção de um país avançado, econômica, científica e socialmente”.
Homenagem
Durante a celebração do Dia Nacional da Aviação de Caça, o ministro e os comandantes locais da Força Aérea Brasileira depositaram flores no túmulo do primeiro comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1°GAVCA), o então major-aviador Nero Moura. O dia 22 de Abril é celebrado porque foi nesse dia, no ano de 1945, que a Aviação de Caça brasileira realizou o maior número de surtidas na Itália: foram 44 missões de guerra, tendo destruído mais de 100 alvos.
Na oportunidade, o tenente coronel de aviação Rubens Gonçalves, comandante do 1°GAVCA, fez pronunciamento onde relatou o histórico do surgimento do grupo e destacou que “coube-nos, assim, a honra de sermos a primeira Força Aérea Sul-americana a batalhar nos céus europeus. ‘Antes de entrar em ação, aqui no velho mundo, o 1° Grupo de Caça cumpre o sagrado dever de plantar em território inimigo a Bandeira do Brasil’, afirmou à época o major-aviador Nero Moura, o 1° voluntário a compor a unidade que iria combater nos céus da Itália”.
OUTRAS MÍDIAS


JORNAL DIA A DIA (MT)


Governo Federal envia ajuda humanitária ao Equador

A aeronave da FAB decola de Manaus neste sábado para levar kits de primeiros socorros e imunoglobulina antitetânica até Quito (Equador)
 O Governo Federal enviará neste sábado (23/4) uma aeronave C 105, da Força Aérea Brasileira (FAB), portando kits de ajuda humanitária para atender as vítimas dos terremotos que atingiram o Equador nos últimos dias. A aeronave decolará de Manaus (AM) e pousará em Quito (Equador).
O apoio federal, coordenado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional (Sedec-MI), é fruto da ação integrada entre a pasta, os ministérios da Saúde, da Defesa, das Relações Exteriores e a Força Aérea Brasileira.
Serão disponibilizados seis kits de emergência do Ministério da Saúde para primeiros socorros, composto por medicamentos básicos e insumos de saúde, com capacidade para atender 500 pessoas por um período de três meses. Além disso, serão enviados 2.400 frascos de imunoglobulina antitetânica.
A aeronave da FAB permanecerá no Equador durante sete dias para auxiliar no transporte de pessoas, mantimentos, medicamentos e outros insumos para as regiões que estão com difícil acesso terrestre. O retorno ao Brasil está previsto para o dia 1º de maio.
KITS
Os kits de ajuda humanitária são compostos por diversos medicamentos, ataduras, cateteres, compressas de gazes, esparadrapos, luvas, máscaras e seringas.

JORNAL MINUTO A MINUTO (PORTUGAL)


Drone que atingiu avião pode na verdade ter sido... um saco de plástico

Palavra é de um político britânico.
No passado domingo, dia 17, foi noticiada a colisão de um drone com um avião que estava a preparar a aterragem no aeroporto de Heathrow, no Reino Unido.
Menos de uma semana depois, o incidente continua a ser investigado e já surgem vozes do governo a desdramatizar a situação.
Citado pelo Digital Trends, Robert Goodwill, do partido conservador, especulou que aquilo que atingiu a aeronave pode, na verdade, ter sido um saco de plástico.
Feitas as investigações nas redondezas do sítio onde ocorreu a colisão, não foram encontrados destroços que comprovem ter sido um drone que embateu na aeronave. Não foi sequer encontrada qualquer pista que aponte para outro objeto.
Recorde-se que o avião em causa era um Airbus A320, onde seguiam 132 pessoas no voo que fazia a ligação entre Genebra (Suiça) e Heathrow (Reino Unido). Logo após o incidente, as forças policiais locais garantiram que a aeronave aterrou em plena segurança e que todos os passageiros estão bem.

GAZETA DE TAUBATÉ (SP)


Rio 2016 está no alvo de terroristas, diz Cavex

Após receber a missão do Coter (Comando de Operações Terrestres), órgão vinculado ao Comando do Exército, em 2013, de combater ameaças terroristas nas Olimpíadas, o Cavex (Comando de Aviação do Exército) iniciou a jornada de treinamento rumo aos jogos.
Desde então, militares e helicópteros de Taubaté e soldados da região participam de inúmeras operações para refinar os procedimentos e se preparar para as piores situações, sem esquecer o imponderável.
“Não sou pago pela minha própria nação para acreditar que isso [terrorismo] possa não acontecer em meu país”, afirma o general de brigada Achilles Furlan Neto, comandante do Cavex.
“Muito pelo contrário. Todo soldado tem a missão de pensar nisso o tempo todo. Tenho que trabalhar com o pior cenário possível.”
Um dos grandes trunfos do Cavex é o equipamento chamado de “Olho de Águia”. Trata-se de potente câmera acoplada embaixo de um helicóptero. A aeronave sobrevoará área envolvida em crise ou tumulto e enviará imagens, em tempo real, para o comando geral das Olimpíadas, gabinete que reunirá representantes de todas as forças.
“Temos que pegar toda a capacidade que temos e focar o emprego para o Rio de Janeiro”, afirma o comandante.
A seguir, os principais trechos de entrevista com o general Furlan Neto.
Que missão terá o Cavex no Rio de Janeiro?
O Comando de Operações Terrestres deu a missão para a aviação do Exército, que inclui as ações contra terror, transporte de tropa, escolta de comboios e comitivas e atualização da situação situacional, com o sistema Olho da Águia. Estamos preparados para todas essas coisas.
O helicóptero será fundamental na segurança?
R: Trata-se de uma máquina versátil, uma máquina de guerra sensacional. Temos que pegar todas as nossas capacidades e focar o emprego para o Rio de Janeiro, no evento olímpico. É uma operação interagência clássica e recebemos o nosso papel. Essa é a nossa preparação. Qualquer aeronave voando hoje pode estar em contexto de treinamento para as olimpíadas.
Que desafios o Rio traz?
R: Tem um problema militar, de organização da cidade, e a questão olímpica. É como uma equação que tem constantes e variáveis. Algumas das coisas que encontraremos são constantes. Quando se domina isso, sobra mais energia para atuar no que será variável e inédito. Por ser o Rio, já voamos bastante lá e conhecemos a área. Consideramos constantes alguns dados, como a cidade, trânsito, tráfego aéreo, coordenação das agências e até os morros. A preparação para isso está praticamente pronta. Vai sobrar o que é variável ou inédito, e é aí que entra a genialidade da solução para o problema militar, que pode ser muito simples ou complexo, mas é muito difícil definir com exatidão tudo o que vai fazer.
Terrorismo?
R: Essa é a principal variável. O terrorismo é um fenômeno que não é novo. Mudou de jeito e seu rosto várias vezes ao longo da História. Mas uma coisa que tem marcante é a necessidade de escandalizar, aparecer na mídia, chocar, como em Paris. Esse é o combustível do terrorismo. Busca locais com muita gente, cobertura de mídia e impacto. Quando ataca 120 pessoas numa casa de espetáculo, aquilo aparece na mídia mundial. O espectador quer saber e a mídia tem a sagrada missão de informar. Olha só que dilema. Olimpíadas são evento mundial com cobertura de mídia espetacular, e é o combustível principal.
Rio é um alvo?
R: As Olimpíadas são um alvo para o terrorismo. Só não poderia dizer isso se fosse muito inocente e despreparado, e a nação não quer nenhum soldado inocente e despreparado. No contexto nacional, das forças armadas, do Exército, e respondo pela aviação, temos que nos preparar para isso. É um problema militar e dentro dele a variável é terrível, o terrorismo. Não posso achar que nada vai ocorrer.
Militares do Vale estão na linha de frente do combate ao terror
Militares da RMVale entraram este mês na reta final dos preparativos para o combate a ataques terroristas durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, que será realizada entre 3 e 21 de agosto.
A ameaça de atentados no país aumentou depois que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) admitiu oficialmente que o Estado Islâmico promete ataques no Brasil.
Tropas do Vale estão escaladas para atuar na linha de frente da segurança do evento. São centenas de militares lotados no Cavex (Comando de Aviação do Exército), de Taubaté, e também no 5º BIL (Batalhão de Infantaria Leve), com sede em Lorena.
A principal força de combate da região será o Cavex — serão cerca de 400 militares e 48 aeronaves operando em função dos jogos. Todos estão preparados para combater as piores situações possíveis, incluindo atentados.
No final de março e início de abril, militares da região e helicópteros do Cavex participaram da Operação Pão de Açúcar, treinamento de combate militar realizado na zona oeste do Rio de Janeiro.
Foram praticados desembarques de emergência para atuação das forças especiais nos jogos. A operação buscou reconhecer pontos estratégicos, ambientar os militares e simular as medidas que podem ser adotadas, caso haja ameaças terroristas.
O exercício teve a participação de 14 helicópteros do Cavex e de aproximadamente 160 militares de Taubaté, além de tropas especiais de outras unidades do Exército de outras áreas do país.
RADICAIS/ A ameaça do Estado Islâmico foi postada por um terrorista em novembro, por meio do Twitter.
“Brasil, vocês são nosso próximo alvo”, postou o francês Maxime Hauchard, logo após os atentados que deixaram 129 mortos na França, em 13 de novembro de 2015.
O Estado Islâmico reivindicou a autoria dos ataques.
Conhecido pelo apelido ‘o carrasco’, o francês é suspeito de ser um dos terroristas que aparecem em vídeos que exibem a decapitação de pessoas sequestradas ou feitas prisioneiras pelo grupo.
Em palestra em São Paulo, em 13 de abril, Luiz Alberto Sallaberry, diretor do Departamento de Contraterrorismo da Abin, confirmou a informação.
TOCHA/ A preocupação não é só com os jogos e com o Rio, mas com os 300 municípios brasileiros por onde a tocha olímpica passará a partir de 3 de maio, sendo seis deles na RMVale: São José, Taubaté, Jacareí, Ilhabela, São Luiz do Paraitinga e Ubatuba.
A tocha percorrerá o país durante 90 dias — serão 20 mil quilômetros. A extensão do trajeto e a quantidade de pessoas que o revezamento atrairá trazem desafios extras para a segurança, segundo a Abin.
A agência preparou um relatório que aponta o potencial de ameaça terrorista durante a passagem da tocha. Cada cidade recebeu uma classificação de sensibilidade ao risco terrorista em três categorias: alto, médio e baixo. A classificação não foi divulgada.


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